Um forte terremoto com uma magnitude de 6,6 graus na escala Richter atingiu o nordeste do Japão neste domingo, 14, e chegou a sacudir alguns edifícios em Tóquio. Até o momento, não há notícia de vítimas ou danos materiais, informou a agência meteorológica do país.
A magnitude do terremoto foi registrada às 17:08h (horário local) deste domingo, pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos e por uma agência japonesa, e seu epicentro foi na região de Fukushima, a uma profundidade de 40 quilômetros.
As companhias distribuidoras de energia Tokyo Electric Power e Tohoku Electric Power, que têm usinas nucleares nas províncias de Fukushima e Miyagi, indicaram que o tremor não afetou a produção, informou a agência Kyodo. No entanto, o tremor obrigou a suspensão temporária dos serviços do Shinkansen (trem bala). O Governo ativou imediatamente um serviço de informação para recolher dados sobre o terremoto.
As autoridades japonesas não emitiram um alerta para tsunami, mas foi indicado que o tremor pode causar alguma alteração no nível do mar. Este é o segundo terremoto atingir a região norte do Japão neste final de semana. No sábado, um tremor de 5,7 graus na escala Richter atingiu a região de Tohoku.
O Japão fica em uma das regiões de maior atividade sísmica do mundo. O terremoto mais grave dos últimos anos ocorreu na cidade de Kobe, em janeiro de 1995, com potência de 7,3 graus na escala Richter, causando mais de 6 mil vítimas.
Fonte - Terra
Nota DDP: Veja também "Terremoto de 6,4 graus atinge Ilhas Molucas na Indonésia".
domingo, 14 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
Cardeal Levada sobre ecumenismo: “mundo anseia pela unidade sinfônica”
...
Na segunda parte de sua conferência, o purpurado se concentrou no verdadeiro significado do ecumenismo.
“O objetivo do ecumenismo é a união com a Igreja Católica”, declarou.
“Trabalhar tendo em vista a união exige mudanças nas Igrejas e nas comunidades eclesiais empenhadas no diálogo” – o que, segundo ele, enriquece a Igreja Católica.
“Quando falo em enriquecimento, não me refiro ao acréscimo de elementos essenciais de santificação e verdade da Igreja Católica. Cristo estabeleceu todos os elementos fundamentais. Mas me refiro ao acréscimo de novos modos de expressar estes elementos essenciais”, disse o cardeal.
“A novidade é que às verdades e elementos perenes de santidade já presentes na Igreja Católica somam-se novas abordagens”, o que possibilita que os “vários grupos de fiéis chamados por Cristo a unirem-se em perfeita comunhão recíproca” possam fazê-lo “harmoniosamente”.
...
Fonte - Zenit
Na segunda parte de sua conferência, o purpurado se concentrou no verdadeiro significado do ecumenismo.
“O objetivo do ecumenismo é a união com a Igreja Católica”, declarou.
“Trabalhar tendo em vista a união exige mudanças nas Igrejas e nas comunidades eclesiais empenhadas no diálogo” – o que, segundo ele, enriquece a Igreja Católica.
“Quando falo em enriquecimento, não me refiro ao acréscimo de elementos essenciais de santificação e verdade da Igreja Católica. Cristo estabeleceu todos os elementos fundamentais. Mas me refiro ao acréscimo de novos modos de expressar estes elementos essenciais”, disse o cardeal.
“A novidade é que às verdades e elementos perenes de santidade já presentes na Igreja Católica somam-se novas abordagens”, o que possibilita que os “vários grupos de fiéis chamados por Cristo a unirem-se em perfeita comunhão recíproca” possam fazê-lo “harmoniosamente”.
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Fonte - Zenit
Exorcista oficial da Igreja diz que demônio está no Vaticano
Os recentes escândalos envolvendo a Igreja Católica, e até mesmo o ataque ao Papa Bento XVI na noite de Natal, ganharam uma explicação do exorcista-chefe do Vaticano: "o demônio está instalado no coração da Igreja", concluiu o padre Gabriele Amorth, exorcista há 25 anos.Para o religioso, há sinais de que o Anti-Cristo está vencendo a batalha contra a Santa Sé. De acordo com Amorth, as evidência são irrefutáveis. Ele ainda disse que, na alta hierarquia Católica, "há cardeais que não acreditam em Jesus e bispos que estão ligados ao demônio".
"O demônio mora no Vaticano e você pode ver as consequências disso", disse o padre, de 85 anos. "Ele pode se esconder, ou falar diversas línguas, ou até aparecer para ser solidário. Às vezes ele ri de mim. Mas sou um homem feliz com o meu trabalho".
A tentativa de assassinato do Papa João Paulo II em 1981 e as recentes revelações de violência e pedofilia cometidas por sacerdotes que trabalham na educação de crianças também são obras do demônio que se instalou na Igreja, segundo o italiano. Durante uma entrevista a uma radio em 2006, o padre, que serviu o exército italiano durante a II Guerra Mundial, disse que os nazistas estavam possuídos e eram uma prova de que o demônio existe.
Apesar de exisitir uma certa "resistência e confusão" a respeito do exorcismo entre os católicos, o padre Amorth garantiu ao jornal La Repubblica que o Papa Bento XVI não tem dúvidas da eficiência desta técnica. "Sua Santidade acredita de todo o coração na prática do exorcismo. Ele tem encorajado e parabenizado nosso trabalho", afirmou o padre. Ao exemplificar como são feitos os exorcismos, o italiano disse que o filme O Exorcista (1973) se aproxima muito da realidade, acrescentando que quem está possuído pelo demônio profere blafêmias, vomita cacos de vidro e pedaços de ferro.'
Fonte: Veja (negritos meus para destaque)
Nota O Tempo Final: Não comento. Fica só o registo para memória futura...
quarta-feira, 10 de março de 2010
Cidade pernambucana registra 42 tremores de terra em 7 dias
O município de Alagoinha, no agreste pernambucano e a 225 km do Recife, registrou 42 pequenos tremores desde o dia 3 de março. O maior deles atingiu 3,2 graus na escala Richter e ocorreu às 20h14 de segunda-feira (08), levando preocupação aos moradores, que deixaram as suas casas com medo. Os fenômenos estão sendo monitorados pelo Laboratório de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que possui seis estações digitais em cidades pernambucanas.
O último tremor ocorreu às 2h desta terça-feira. Muitos moradores abandonaram novamente as suas casas, depois de ouvirem uma série de ruídos fortes semelhantes a explosões. Depois do trovão, sentiram a terra tremer.
Pesquisadores de Natal estão se dirigindo a Alagoinha para estudar os eventos, procurar suas causas e esclarecer a população sobre o que está acontecendo.
O coordenador do Laboratório de Sismologia, professor Joaquim Ferreira, disse que os tremores são inéditos no município. O técnico em sismologia Eduardo Alexandre Menezes afirmou que os tremores são considerados pequenos, mas são suficientes para assustar as pessoas, por causa dos trovões e de alguns tremores mais fortes. Dependendo da profundidade do epicentro, é possível ocorrerem rachaduras em alguns prédios.
O prefeito de Alagoinha, Maurílio de Almeida, pediu à Defesa Civil do município para verificar as casas de taipa, mais frágeis, na zona rural do município. Não foram constatadas rachaduras nos prédios da área urbana.
A grande expectativa do prefeito é com a chegada do pessoal da UFRN. "Existe muita gente apavorada. E alguns já falam em mudar de cidade", disse. Os técnicos devem chegar ao município no final da tarde desta terça-feira.
Fonte - Terra
Nota DDP: Veja também "Dois terremotos sacodem a Grécia".
O último tremor ocorreu às 2h desta terça-feira. Muitos moradores abandonaram novamente as suas casas, depois de ouvirem uma série de ruídos fortes semelhantes a explosões. Depois do trovão, sentiram a terra tremer.
Pesquisadores de Natal estão se dirigindo a Alagoinha para estudar os eventos, procurar suas causas e esclarecer a população sobre o que está acontecendo.
O coordenador do Laboratório de Sismologia, professor Joaquim Ferreira, disse que os tremores são inéditos no município. O técnico em sismologia Eduardo Alexandre Menezes afirmou que os tremores são considerados pequenos, mas são suficientes para assustar as pessoas, por causa dos trovões e de alguns tremores mais fortes. Dependendo da profundidade do epicentro, é possível ocorrerem rachaduras em alguns prédios.
O prefeito de Alagoinha, Maurílio de Almeida, pediu à Defesa Civil do município para verificar as casas de taipa, mais frágeis, na zona rural do município. Não foram constatadas rachaduras nos prédios da área urbana.
A grande expectativa do prefeito é com a chegada do pessoal da UFRN. "Existe muita gente apavorada. E alguns já falam em mudar de cidade", disse. Os técnicos devem chegar ao município no final da tarde desta terça-feira.
Fonte - Terra
Nota DDP: Veja também "Dois terremotos sacodem a Grécia".
terça-feira, 9 de março de 2010
Especialistas não acreditam no fim do mundo
Em menos de três meses, 44 terremotos com magnitude superiores a 6 graus na escala Richter chacoalharam o planeta, segundo registros do centro nacional norte-americano de pesquisa geológica (USGS). A estimativa é que, ao todo, os tremores tenham causado esse ano mais de 223 mil mortes – o que já faz de 2010 o segundo pior ano da década em número de vítimas relacionadas a tremores. Apesar disso, os especialistas garantem: o mundo não está acabando.
De acordo com os sismólogos, não há relação visível entre os elementos ligados à formação desses terremotos e é mero acaso a sequência de tremores nas Ilhas Salomão (3 de janeiro, 7,2 graus), no Haiti (12 de janeiro, 7 graus), no Japão (26 fevereiro, 7 graus), no Chile (27 de fevereiro, 8,8 graus) e na Turquia (8 de março, 6 graus).
"Eles são todos terremotos, ou seja, têm a mesma definição: liberaram energia porque a rocha não resistiu a um esforço acumulado por um longo tempo. Mas eles não têm relação entre si, estão em placas litosféricas diferentes", afirma Tereza Higashi, professora de geofísica da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em entrevista ao UOL Notícias. "Felizmente, não. Ainda não é o fim do mundo."
Para refutar a impressão de que estamos vivendo terremotos cada vez maiores, a professora cita dois enormes terremotos do passado: o tremor que atingiu a ilha de Sumatra em 2004, provocando cerca de 228 mil mortes; e o maior terremoto já registrado na história, que atingiu o Chile com a magnitude de 9,5 graus, em 1960. "Terremotos ocorrem desde que a Terra foi formada", lembra a professora.
José Roberto Barbosa, técnico de sismologia da Universidade de São Paulo (USP), reitera que os tremores recentes são independentes entre si. "Ninguém conseguiu comprovar que haja relação entre esses terremotos", afirmou.
O especialista afirma ainda que é impossível prever se no decorrer do ano podemos esperar uma atividade sísmica mais ou menos violenta.
"Pode ser uma coincidência. Pode ser que não aconteça mais nenhum tremor o resto do ano, pode ser que mês que vem um novo grande terremoto aconteça", afirma.
O próprio centro nacional norte-americano de pesquisa geológica USGS oferece em seu site uma hipótese para explicar por que temos a impressão de que as tragédias estão aumentando.
"Muitas pessoas em todo o mundo continuam a nos perguntar se o número de terremotos está subindo. Embora possa parecer que estamos tendo mais terremotos, tremores de magnitudes superiores a 7 se mantêm praticamente constantes", afirma a USGS.
"Uma explicação parcial pode estar no fato de que nos últimos 20 anos nós tivemos um aumento no número de terremotos que conseguimos identificar a cada ano. Isso se deve ao tremendo aumento no número de estações sismográficas no mundo e as melhoras na comunicação global", acrescenta. "Em 1931, havia cerca de 350 estações operando no mundo; hoje elas são mais de 8.000".
"De acordo com os dados de longo prazo (desde 1900), é possível esperar em média 17 grandes terremotos (de 7 e 7,9 graus) e um enorme terremoto (8 graus ou mais) por ano", conclui.
"Mesmo esses números, são apenas uma média", pondera a professora Higashi. "O grande sonho do geofísico é poder prever os terremotos. Mas terremoto é uma coisa muito complicada – no mesmo lugar, ele pode acontecer de maneiras muito diferentes. Mas é por isso que estamos estudando."
Fonte: UOL
NOTA Minuto Profético: "Mero acaso" ou "coincidência"... Será? Antes de Seu retorno a esse mundo e do fim de todas as coisas, Jesus revelou que os sinais indicadores aumentariam em frequência e intensidade assim como as dores de parto antes da mulher dar à luz... "Especialistas" tentam provar que os terremotos não estão aumentando, e o que conseguem demonstrar é que sua fé é que está diminuindo. Isso tudo me faz lembrar o ditado popular, "quem avisa amigo é..."
"Nós últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as cousas permanecem como desde o princípio da criação" (2 Pedro 3:3-4)
De acordo com os sismólogos, não há relação visível entre os elementos ligados à formação desses terremotos e é mero acaso a sequência de tremores nas Ilhas Salomão (3 de janeiro, 7,2 graus), no Haiti (12 de janeiro, 7 graus), no Japão (26 fevereiro, 7 graus), no Chile (27 de fevereiro, 8,8 graus) e na Turquia (8 de março, 6 graus).
"Eles são todos terremotos, ou seja, têm a mesma definição: liberaram energia porque a rocha não resistiu a um esforço acumulado por um longo tempo. Mas eles não têm relação entre si, estão em placas litosféricas diferentes", afirma Tereza Higashi, professora de geofísica da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em entrevista ao UOL Notícias. "Felizmente, não. Ainda não é o fim do mundo."
Para refutar a impressão de que estamos vivendo terremotos cada vez maiores, a professora cita dois enormes terremotos do passado: o tremor que atingiu a ilha de Sumatra em 2004, provocando cerca de 228 mil mortes; e o maior terremoto já registrado na história, que atingiu o Chile com a magnitude de 9,5 graus, em 1960. "Terremotos ocorrem desde que a Terra foi formada", lembra a professora.
José Roberto Barbosa, técnico de sismologia da Universidade de São Paulo (USP), reitera que os tremores recentes são independentes entre si. "Ninguém conseguiu comprovar que haja relação entre esses terremotos", afirmou.
O especialista afirma ainda que é impossível prever se no decorrer do ano podemos esperar uma atividade sísmica mais ou menos violenta.
"Pode ser uma coincidência. Pode ser que não aconteça mais nenhum tremor o resto do ano, pode ser que mês que vem um novo grande terremoto aconteça", afirma.
O próprio centro nacional norte-americano de pesquisa geológica USGS oferece em seu site uma hipótese para explicar por que temos a impressão de que as tragédias estão aumentando.
"Muitas pessoas em todo o mundo continuam a nos perguntar se o número de terremotos está subindo. Embora possa parecer que estamos tendo mais terremotos, tremores de magnitudes superiores a 7 se mantêm praticamente constantes", afirma a USGS.
"Uma explicação parcial pode estar no fato de que nos últimos 20 anos nós tivemos um aumento no número de terremotos que conseguimos identificar a cada ano. Isso se deve ao tremendo aumento no número de estações sismográficas no mundo e as melhoras na comunicação global", acrescenta. "Em 1931, havia cerca de 350 estações operando no mundo; hoje elas são mais de 8.000".
"De acordo com os dados de longo prazo (desde 1900), é possível esperar em média 17 grandes terremotos (de 7 e 7,9 graus) e um enorme terremoto (8 graus ou mais) por ano", conclui.
"Mesmo esses números, são apenas uma média", pondera a professora Higashi. "O grande sonho do geofísico é poder prever os terremotos. Mas terremoto é uma coisa muito complicada – no mesmo lugar, ele pode acontecer de maneiras muito diferentes. Mas é por isso que estamos estudando."
Fonte: UOL
NOTA Minuto Profético: "Mero acaso" ou "coincidência"... Será? Antes de Seu retorno a esse mundo e do fim de todas as coisas, Jesus revelou que os sinais indicadores aumentariam em frequência e intensidade assim como as dores de parto antes da mulher dar à luz... "Especialistas" tentam provar que os terremotos não estão aumentando, e o que conseguem demonstrar é que sua fé é que está diminuindo. Isso tudo me faz lembrar o ditado popular, "quem avisa amigo é..."
"Nós últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as cousas permanecem como desde o princípio da criação" (2 Pedro 3:3-4)
segunda-feira, 8 de março de 2010
Sismo faz pelo menos 57 mortos no Leste da Turquia
A terra tremeu em seis aldeias na província de Elazig, com 320 mil habitantes, atravessada pela falha sísmica da Anatólia Oriental. As casas desta região são na sua maioria construídas em adobe e pouco resistentes aos frequentes abalos.
“Houve muito medo e pânico entre as pessoas. Durou cerca de um minuto. Sentimo-lo com muita força e toda a gente tentou sair para a rua”, disse à CNN turca Nursel Sengezer, correspondente da agência de notícias Dogan em Elazig.
Seguiram-se entre 20 e 30 réplicas. “A situação é terrível, as pessoas estão assustadas. Há chuva e nevoeiro, ninguém pode regressar a casa”, descreveu Yasar Çagribay, director do Crescente Vermelho na região.
Esta organização tem passado a manhã a distribuir cobertores e refeições aos habitantes, que participam também nos trabalhos de socorro malgrado o intenso frio. Muitos acenderam fogueiras.
O Centro de Crise de Elazig avançava com o número de 50 feridos. O sismo derrubou os minaretes de três mesquitas.
Tremores de terra com consequências graves são frequentes na Turquia, país atravessado por várias falhas sísmicas. Em 1999, dois sismos, em Agosto e em Novembro, fizeram 20 mil mortos no Nordeste, zona industrial com alta densidade populacional.
Fonte - Publico
“Houve muito medo e pânico entre as pessoas. Durou cerca de um minuto. Sentimo-lo com muita força e toda a gente tentou sair para a rua”, disse à CNN turca Nursel Sengezer, correspondente da agência de notícias Dogan em Elazig.
Seguiram-se entre 20 e 30 réplicas. “A situação é terrível, as pessoas estão assustadas. Há chuva e nevoeiro, ninguém pode regressar a casa”, descreveu Yasar Çagribay, director do Crescente Vermelho na região.
Esta organização tem passado a manhã a distribuir cobertores e refeições aos habitantes, que participam também nos trabalhos de socorro malgrado o intenso frio. Muitos acenderam fogueiras.
O Centro de Crise de Elazig avançava com o número de 50 feridos. O sismo derrubou os minaretes de três mesquitas.
Tremores de terra com consequências graves são frequentes na Turquia, país atravessado por várias falhas sísmicas. Em 1999, dois sismos, em Agosto e em Novembro, fizeram 20 mil mortos no Nordeste, zona industrial com alta densidade populacional.
Fonte - Publico
sexta-feira, 5 de março de 2010
Fortes réplicas voltam a sacudir centro e sul do Chile
CONCEPCIÓN (Reuters) - Fortes réplicas sacudiram na manhã desta sexta-feira na zona central e sul do Chile. Os tremores acontecem seis dias depois do forte terremoto e tsunamis registrados no país no fim de semana.
Fonte - MSN
Fonte - MSN
Bispos europeus querem proteger o Domingo
O Parlamento Europeu, em Bruxelas, receberá no próximo dia 24 de Março uma conferência para relançar o debate sobre a protecção do Domingo.
O encontro é organizado pelos deputados Thomas Mann (Partido Popular Europeu) e Patrizia Toia (Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas) e pela Fundação Konrad Adenauer. A iniciativa é apoiada por sindicatos europeus, organizações da sociedade civil e Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia (COMECE).
A sessão contará com as intervenções do novo comissário do Emprego e Assuntos Sociais, László Andor, e de especialistas e deputados.
A Comissão Europeia deverá apresentar proximamente um novo projecto de directiva referente ao tempo de trabalho. Na sua versão original (1993), o documento referia que o Domingo seria, “em princípio”, o dia de repouso semanal.
A menção foi retirada em 1996 pelo Tribunal de Justiça Europeu porque o legislador não provou o nexo entre o dia de descanso e a protecção da saúde dos trabalhadores.
A COMECE defende que “um dia de repouso semanal comum a toda a sociedade permite que as famílias se encontrem e que os cidadãos se dediquem a actividades culturais, espirituais e sociais.
O Domingo, acrescenta a Comissão das Conferências Episcopais, permite manter a coesão das sociedades, sendo por isso “um elemento precioso que convém reabilitar como pilar do modelo social europeu”.
Fonte - Ecclesia
O encontro é organizado pelos deputados Thomas Mann (Partido Popular Europeu) e Patrizia Toia (Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas) e pela Fundação Konrad Adenauer. A iniciativa é apoiada por sindicatos europeus, organizações da sociedade civil e Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia (COMECE).
A sessão contará com as intervenções do novo comissário do Emprego e Assuntos Sociais, László Andor, e de especialistas e deputados.
A Comissão Europeia deverá apresentar proximamente um novo projecto de directiva referente ao tempo de trabalho. Na sua versão original (1993), o documento referia que o Domingo seria, “em princípio”, o dia de repouso semanal.
A menção foi retirada em 1996 pelo Tribunal de Justiça Europeu porque o legislador não provou o nexo entre o dia de descanso e a protecção da saúde dos trabalhadores.
A COMECE defende que “um dia de repouso semanal comum a toda a sociedade permite que as famílias se encontrem e que os cidadãos se dediquem a actividades culturais, espirituais e sociais.
O Domingo, acrescenta a Comissão das Conferências Episcopais, permite manter a coesão das sociedades, sendo por isso “um elemento precioso que convém reabilitar como pilar do modelo social europeu”.
Fonte - Ecclesia
Terremoto de magnitude 6,4 atinge Taiwan
Um terremoto de magnitude 6,4 atingiu Taiwan e interrompeu o serviço de transporte na manhã da quinta-feira (horário local), mas não havia registro imediato de danos ou vítimas, disseram autoridades. O epicentro do sismo, que aconteceu às 21h18 (no horário de Brasília), foi localizado em uma região montanhosa próxima à cidade de Kaohsiung a uma profundidade de 5 quilômetros, segundo o Serviço Climático Central. Taiwan utiliza a escala Richter para medir a intensidade dos terremotos. O Serviço Geológico dos Estados Unidos reclassificou o sismo para magnitude 6,4 - anteriormente havia informado magnitude 6,5 - e considerou uma profundidade de 35 quilômetros. O tremor foi sentido na capital Taipé, onde edifícios tremeram por vários minutos. Os serviços ferroviários de alta velocidade entre Taipé e outras cidades do sul foram suspensos.Terremotos são frequentes em Taiwan, que fica sobre uma área sismologicamente instável da bacia do Pacífico. Um dos piores tremores já registrados em Taiwan aconteceu em setembro de 1999, quando um abalo sísmico de magnitude 7,6 matou mais de 2.400 pessoas e destruiu ou danificou 50 mil edifícios.
Fonte - MSN
quarta-feira, 3 de março de 2010
Projeto de lei para observância do domingo nas Ilhas Marshall
A Associação de Liberdade Religiosa da América do Norte enviou esse informe de imprensa com um “alerta” por e-mail hoje:
A república das Ilhas Marshall está considerando a aprovação da lei no. 66, que se for aprovada será conhecida como “Lei de Observância do Domingo, 2010” com a etiqueta de “Lei para santificar o domingo”. “Nenhuma pessoa se ativará no comércio, seja por prática, profissão ou empresa comercial no domingo"-, mas existem exceções.
...
Os infratores se sujeitam a multas de até $200 a três meses de prisão, as empresas a multas de até $ 1000.
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Fonte - Adventist Today
(Pesquisa - Hiscael Moreno)
A república das Ilhas Marshall está considerando a aprovação da lei no. 66, que se for aprovada será conhecida como “Lei de Observância do Domingo, 2010” com a etiqueta de “Lei para santificar o domingo”. “Nenhuma pessoa se ativará no comércio, seja por prática, profissão ou empresa comercial no domingo"-, mas existem exceções.
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Os infratores se sujeitam a multas de até $200 a três meses de prisão, as empresas a multas de até $ 1000.
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Fonte - Adventist Today
(Pesquisa - Hiscael Moreno)
Um quarto dos alemães aceitam implantar chip no corpo
Pesquisa feita pela Associação Alemã das Empresas de Informação, Telecomunicação e Novas Mídias (Bitkom) revela que 23% dos moradores do país topam ter um microchip inserido no próprio corpo, contanto que isso traga benefícios concretos a eles. O levantamento, realizado com cerca de mil pessoas de várias cidades, foi divulgado na feira de tecnologia Cebit, que vai até o próximo sábado (7), em Hannover. A pesquisa tem como objetivo mostrar que a divisão entre vida real e vida digital é cada vez mais estreita. O tema da Cebit neste ano é "Connected Worlds" (mundos conectados).
"Esse é um grande exemplo de quão longe as pessoas querem que as redes cheguem", disse o presidente da Bitkom, August-Wilhelm Scheer.
Pesquisa semelhante feita no final de 2006, na Inglaterra, mostrava que um em cada vinte adultos se dizia disposto a usar um microchip no corpo para evitar o uso de cartões de crédito ou dinheiro vivo nas compras. O estudo, promovido pelo Instituto Britânico para o Estudo do Setor da Alimentação (IGD), mostrava ainda que a proporção aumentava para um em dez quando o público entrevistado era composto por adolescentes.
Fonte: Folha Online
NOTA Minuto Profético: É até possível encontrar alguns "benefícios" práticos em ter um chip no próprio corpo. Por outro lado, a invasão de privacidade, e a restrição das liberdades serão uma realidade não só virtual. Esse controle da população já foi profetizado no apocalipse: "para que ninguém possa comprar ou vender" (13:17). Lembrando que a marca da besta será a guarda do domingo por imposição legislativa, enquanto o chip é apenas o meio de controlar as pessoas...
terça-feira, 2 de março de 2010
Declaração histórica católico-muçulmana
CAIRO, segunda-feira, 1º de março de 2010 (ZENIT.org).- Representantes muçulmanos e católicos do mundo assinaram uma histórica declaração comum para rejeitar a manipulação da religião com o objetivo de justificar interesses políticos, a violência ou a discriminação.
O documento recolheu as conclusões da reunião anual realizada no Cairo, nos dias 23 e 24 de fevereiro, do Comitê Permanente de Al-Azhar para o Diálogo entre as Religiões Monoteístas e o Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso da Santa Sé.
A declaração está assinada pelos presentes no encontro: o xeique Muhammad Abd al-Aziz Wasil, wakil (representante nos assuntos jurídicos) de Al-Azhar e presidente do Comitê para o Diálogo de Al-Azhar, assim como pelo cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Conselho vaticano.
Al-Azhar, fundada em 975, é considerada a universidade mais antiga com funcionamento ininterrupto e é vista pela maioria dos muçulmanos sunitas como a escola mais prestigiosa.
O comitê, com a ajuda de documentos apresentados por Dom Bernard Munono Muyembe e pelo professor Abdallah Mabrouk al-Naggar, analisou o tema “O fenômeno da violência confessional: compreender o fenômeno e suas causas e propor soluções, fazendo referência particular ao papel das religiões neste sentido”.
No final do encontro, os participantes concordaram em oferecer estas recomendações: “prestar maior atenção ao fato de que a manipulação da religião com objetivos políticos ou de outro caráter pode ser fonte de violência; evitar a discriminação em virtude da identidade religiosa; abrir o coração ao perdão e à reconciliação recíprocos, condições necessárias para uma convivência pacífica e fecunda”.
Muçulmanos e católicos pediram “reconhecer as semelhanças e respeitar as diferenças como requisito de uma cultura de diálogo, baseada em valores comuns; afirmar que ambas as partes se comprometem novamente no reconhecimento e no respeito da dignidade de todo ser humano, sem distinção de pertença étnica ou religiosa; opor-se à discriminação religiosa em todos os campos (leis justas deveriam garantir uma igualdade fundamental); promover ideais de justiça, solidariedade e cooperação para garantir uma vida pacífica e próspera para todos”.
O encontro bilateral concluiu com o compromisso de “opor-se com determinação a qualquer ato que tenda a criar tensões, divisões e conflitos nas sociedades; promover uma cultura do respeito e do diálogo recíprocos através da educação na família, na escola, nas igrejas e nas mesquitas, difundindo um espírito de fraternidade entre todas as pessoas e a comunidade; opor-se aos ataques contra as religiões por parte dos meios de comunicação social, particularmente nos canais de satélite, levando em consideração o efeito perigoso que estas declarações podem ter na coesão social e na paz entre as comunidades religiosas”.
Por último, católicos e muçulmanos exigiram “assegurar que a pregação dos responsáveis religiosos, assim como o ensino escolar e os livros de texto não emitam declarações ou referências a eventos históricos que, direta ou indiretamente, possam suscitar uma atitude violenta entre seguidores das diferentes religiões”.
O comitê estabeleceu que sua próxima reunião será em Roma, no dias 23 e 24 de fevereiro de 2011.
Fonte - Zenit
O documento recolheu as conclusões da reunião anual realizada no Cairo, nos dias 23 e 24 de fevereiro, do Comitê Permanente de Al-Azhar para o Diálogo entre as Religiões Monoteístas e o Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso da Santa Sé.
A declaração está assinada pelos presentes no encontro: o xeique Muhammad Abd al-Aziz Wasil, wakil (representante nos assuntos jurídicos) de Al-Azhar e presidente do Comitê para o Diálogo de Al-Azhar, assim como pelo cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Conselho vaticano.
Al-Azhar, fundada em 975, é considerada a universidade mais antiga com funcionamento ininterrupto e é vista pela maioria dos muçulmanos sunitas como a escola mais prestigiosa.
O comitê, com a ajuda de documentos apresentados por Dom Bernard Munono Muyembe e pelo professor Abdallah Mabrouk al-Naggar, analisou o tema “O fenômeno da violência confessional: compreender o fenômeno e suas causas e propor soluções, fazendo referência particular ao papel das religiões neste sentido”.
No final do encontro, os participantes concordaram em oferecer estas recomendações: “prestar maior atenção ao fato de que a manipulação da religião com objetivos políticos ou de outro caráter pode ser fonte de violência; evitar a discriminação em virtude da identidade religiosa; abrir o coração ao perdão e à reconciliação recíprocos, condições necessárias para uma convivência pacífica e fecunda”.
Muçulmanos e católicos pediram “reconhecer as semelhanças e respeitar as diferenças como requisito de uma cultura de diálogo, baseada em valores comuns; afirmar que ambas as partes se comprometem novamente no reconhecimento e no respeito da dignidade de todo ser humano, sem distinção de pertença étnica ou religiosa; opor-se à discriminação religiosa em todos os campos (leis justas deveriam garantir uma igualdade fundamental); promover ideais de justiça, solidariedade e cooperação para garantir uma vida pacífica e próspera para todos”.
O encontro bilateral concluiu com o compromisso de “opor-se com determinação a qualquer ato que tenda a criar tensões, divisões e conflitos nas sociedades; promover uma cultura do respeito e do diálogo recíprocos através da educação na família, na escola, nas igrejas e nas mesquitas, difundindo um espírito de fraternidade entre todas as pessoas e a comunidade; opor-se aos ataques contra as religiões por parte dos meios de comunicação social, particularmente nos canais de satélite, levando em consideração o efeito perigoso que estas declarações podem ter na coesão social e na paz entre as comunidades religiosas”.
Por último, católicos e muçulmanos exigiram “assegurar que a pregação dos responsáveis religiosos, assim como o ensino escolar e os livros de texto não emitam declarações ou referências a eventos históricos que, direta ou indiretamente, possam suscitar uma atitude violenta entre seguidores das diferentes religiões”.
O comitê estabeleceu que sua próxima reunião será em Roma, no dias 23 e 24 de fevereiro de 2011.
Fonte - Zenit
Democracia nos Estados Unidos
Texto escrito para The Economist questiona sobre a afirmação de que os Estados Unidos é mais democrático, aberto e dinâmico do qualquer outra nação no mundo. De acordo com ele, existem alguns pontos que deixam a questão da democracia em dúvida. Dentre eles, está o fato do sistema partidário não estar aberto ao surgimento de novos partidos e do colégio eleitoral permitir que um perdedor em voto popular consiga se eleger presidente por duas vezes. No artigo, também existe uma crítica sobre a falta de investigação sobre as torturas realizadas em Guantánamo, em Cuba. No entanto, para ele, os Estados Unidos é excepcional nos quesitos poder e dinamismo.
Fonte - Opinião e Notícia
Fonte - Opinião e Notícia
Natureza protestando
Nos últimos dias os poderes do Céu serão abalados (Luc. 21;26), referindo-se ao mundo físico da atmosfera, e acima dela. Isaías (1:7 e 24:4) refere-se também a uma Terra envelhecida, murcha, que pranteia por causa de sua situação degenerada. A Terra está cambaleando e violentamente se movendo, e gerando tremores, ventos e enchentes. São os terremotos que ao longo das décadas aumentam em quantidade. São os sinais na natureza anunciando que o planeta não suporta mais o peso do pecado. Só os homens não o percebem, assim como não sabem quando e onde virá o próximo terremoto, ou o próximo desastre de qualquer tipo. O mundo assiste a intensificação dos terremotos, enchentes, vendavais, como se vêem todos os lugares. É destruição seguida de destruição. Esses sinais que destroem cada vez mais, anunciam o envelhecimento da Terra e a necessidade da volta de JESUS, que não está longe.
Fonte - Cristo Voltará
Apocalipse 11:18
Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra.
Fonte - Cristo Voltará
Apocalipse 11:18
Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Papa pede oração pela economia
De acordo com o site Zenit, o Papa Bento XVI dedicou o mês de Março para que os católicos em todos os continentes orassem para “que a economia mundial seja administrada segundo critérios de justiça e equidade, considerando as reais exigências dos povos, especialmente dos mais pobres”. Há aí uma alusão indireta à encíclica Caritas in Veritate, à qual já analisamos neste blog (leia esse material: parte 1 e 2).
O papa persiste em promover as ideias da encíclica, com vistas a exercer influência sobre a economia globalizada em nível mundial. De fato, o livro de Apocalipse já antecipava a ascensão do poder político-religioso de Roma (a primeira besta) após um longo período de ostracismo (Ap 13). Resta-nos acompanhar os eventos que desencadearão com o cumprimento completo das palavras proféticas.
Leia também:
Desenvolvimento humano integral: a proposta de Roma
Eles merecem nossa caridade
Fonte - Questão de Confiança
Tempestade atinge continente
Na Espanha, os serviços de trem estão seriamente afetados, assim como na França. A razão seria a inundação dos trilhos. A Airfrance informou que cem voos de sua companhia foram cancelados no aeroporto Charles de Gaule, em Paris.
Fonte - Opinião e Notícia
domingo, 28 de fevereiro de 2010
A situação da América me causa medo
Estamos nos transformando em um estado policial. Agora, com agentes do governo ouvindo as nossas chamadas telefônicas e bisbilhotando nossos e-mails, os tentáculos governamentais estão invadindo praticamente todos os aspectos das nossas vidas.
"Ao olhar para a América, hoje, eu não tenho medo de dizer que estou com medo." - Bertram Gross, Friendly Fascism: The New Face of Power in America.
Há muito tempo que acontecimentos de mau-agouro vêm se formando nos Estados Unidos, em parte precipitados por "nós, o povo¹" - cidadãos que estão dormindo ao volante por muito tempo. E embora certos eventos tenham soado o alarme, nós falhamos em dar atenção aos alertas.
Apenas considere o estado da nossa nação:
Estamos encerrados naquilo que alguns estão chamando de campo de concentração eletrônica. O governo continua a acumular informações sobre um número cada vez maior de norte-americanos. Em todos os lugares que vamos, somos vigiados: nos bancos, no supermercado, no shopping, atravessando a rua. Essa perda de privacidade é sintomática da crescente fiscalização que se exerce sobre o cidadão americano comum. Essa vigilância vai pouco a pouco envenenando a alma de uma nação, fazendo-nos passar de um estado em que todos somos inocentes até que se prove o contrário para outro em que todos são suspeitos e presumidamente culpados. Assim, a pergunta que deve ser feita é: a liberdade nos Estados Unidos pode florescer em uma época em que os movimentos físicos, as compras, as conversas e as reuniões de todo e qualquer cidadão estão sob a constante vigilância de companhias privadas e agências governamentais?
Estamos nos transformando em um estado policial. Agora, com agentes do governo ouvindo as nossas chamadas telefônicas e bisbilhotando nossos e-mails, os tentáculos governamentais estão invadindo praticamente todos os aspectos das nossas vidas. Mais do que nunca, a tecnologia, que se desenvolveu em um ritmo rápido, oferece àqueles que estão no poder as mais invasivas e terrificantes ferramentas. Os centros de fusão - agências de coleta de dados espalhadas pelo país, amparadas pela National Security Agency² - monitoram constantemente as nossas comunicações: tudo, desde a nossa atividade na Internet a pesquisas na web até mensagens de texto, telefonemas e e-mails. Esses dados alimentam agências governamentais, que estão agora interligadas - a CIA ao FBI e o FBI à polícia local - uma relação que vai fazer a transição para a lei marcial muito mais fácil. Poderíamos muito bem pensar que estaríamos a salvo de um ataque terrorista ao ver as forças armadas nas ruas - e o povo americano talvez não oferecesse muita resistência. De acordo com um estudo recente, como conseqüência do mal sucedido ataque terrorista no último dia de Natal, aquele em que o homem-bomba carregava explosivos na virilha, uma porcentagem cada vez maior de americanos está disposta a sacrificar suas liberdades civis para se sentir mais segura.
Nós somos flagelados por uma economia vacilante e um déficit financeiro monstruoso que ameaça nos levar à falência. Nossa dívida nacional é de mais de U$ 12 trilhões (que se traduz em mais de U$ 110 mil por contribuinte), e deverá quase dobrar para US $ 20 trilhões em 2015. A taxa de desemprego está superior a 10% e crescendo, com mais de 15 milhões de americanos sem trabalho e outros muitos obrigados a subsistir com empregos de baixa remuneração ou de tempo parcial. O número de famílias norte-americanas que estão na iminência de perder suas casas subiu para quase 15% apenas no primeiro semestre do ano passado. O número de crianças vivendo na pobreza está a aumentar (18% em 2007). Como a história ilustra, regimes autoritários assumem mais e mais poder em tempos de desordem financeira.
Nossos representantes na Casa Branca e no Congresso têm pouca semelhança com as pessoas que os elegeram. Muitos dos nossos políticos vivem como reis. Levados de um lado para outro em suas limusines por seus choferes, voando em jatos particulares e comendo refeições dignas de um gourmet - tudo pago pelo contribuinte americano -, eles estão muito distantes das pessoas as quais representam. Além do mais, eles continuam a gastar o dinheiro que não temos em pacotes de estímulo financeiro (que estão carregadinhos de dinheiro destinado a pagar favores políticos) ao mesmo tempo em que alimentam um enorme déficit e deixam que os contribuintes americanos paguem a conta. E embora os nossos representantes possam até dar um show de disputas partidárias, a elite de Washington - isto é, o presidente e o Congresso - vai avançando com tudo o que ela quer, dando pouca atenção à vontade do povo.
Estamos enredados em guerras globais contra inimigos que parecem atacar do nada. Espalhadas ao redor do globo e sob fogo constante, nossas forças armadas são levadas ao seu limite. A quantidade de dinheiro gasto com as guerras no Afeganistão e no Iraque está próxima de U$ 1 trilhão e estima-se que alcance um total de mais ou menos 3 trilhões de dólares antes que tudo termine. Isso não leva em conta os países devastados que ocupamos, os milhares de civis inocentes mortos (incluindo mulheres e crianças) ou os milhares de soldados americanos que foram mortos ou feridos gravemente ou que estão cometendo suicídio a uma taxa alarmante. Nem leva em conta as famílias dos 1,8 milhões de americanos que serviram ou estão servindo em missões no Iraque e no Afeganistão.
O lugar dos EUA no mundo também está passando por uma mudança drástica, com a China programada para emergir como a maior economia da próxima década. Dada a dimensão da nossa dívida para com a China, a influência dela sobre a forma como o nosso governo realiza seus negócios, bem como sobre a forma como lida com os seus cidadãos, não pode ser desconsiderada. Em julho de 2009, a China se apropriou de 800,5 bilhões de dólares da nossa dívida - que é 45% do total da nossa dívida externa - tornando-a a maior detentora estrangeira da dívida externa norte-americana. Não se admira, então, que a administração Obama tenha se prostrado ante a China, hesitando desafiá-la abertamente em questões cruciais como os direitos humanos. O mais recente exemplo disso pode ser visto na relutância inicial da administração Obama em confrontar o governo chinês quanto aos ataques cibernéticos dos chineses contra o Google e outras empresas de tecnologia americanas.
Como as fronteiras nacionais estão se dissolvendo em face da expansão da globalização, aumenta a probabilidade de que a nossa Constituição, que é a lei suprema da América, seja subvertida em favor de leis internacionais. Isso significa que a nossa Constituição cada vez mais será alvo de ataques.
A mídia corporativa, atuando cada vez mais como uma porta-voz da propaganda governamental, já não exerce sua função principal de vigilância, protegendo-nos contra a usurpação de nossos direitos. Em vez disso, a maior parte da grande mídia se entregou àquele estúpido noticiarismo das celebridades, o que é um mau presságio para o nosso país. Quer se trate das notícias dos tablóides, do mundo do entretenimento, ou dos telejornais legítimos, já não importa, pois há pouquíssima diferença entre eles. Infelizmente, a maioria dos americanos comprou a idéia de que tudo o que a mídia possa vir a relatar é algo importante e relevante. Nesse processo, os americanos perderam grande parte da capacidade de fazer perguntas e fazer análises críticas. Com efeito, a maioria dos cidadãos tem pouco conhecimento sobre os seus direitos ou mesmo de como o seu governo funciona, se é que ainda tem algum. Por exemplo, uma pesquisa nacional constatou que menos de um por cento dos adultos era capaz de citar as cinco liberdades protegidas pela Primeira Emenda Constitucional.
Por fim, eu jamais vi um país mais espiritualmente abatido do que os Estados Unidos. Perdemos o nosso senso de orientação moral. Um número crescente de nossos jovens já não vê sentido ou propósito na vida. E nós já perdemos o senso de certo e errado e de uma maneira de responsabilizar o governo. Esquecemos que a premissa essencial do regime governamental americano, conforme anuncia a Declaração de Independência, é a de que se o governo não prestar contas ao povo, então sem dúvida ele deverá fazê-lo perante o "Criador."
Mas, e se o governo não é responsável perante o povo nem perante o Criador?
Como escreve Thomas Jefferson na Declaração, é então direito do "povo de alterá-lo ou aboli-lo" e formar um novo governo.
Notas do tradutor:
[1] "We, the people..." são as primeiras palavras da constituição americana.
[2] Agência Nacional de Segurança.
Fonte - Mídia sem Máscara
"Ao olhar para a América, hoje, eu não tenho medo de dizer que estou com medo." - Bertram Gross, Friendly Fascism: The New Face of Power in America.
Há muito tempo que acontecimentos de mau-agouro vêm se formando nos Estados Unidos, em parte precipitados por "nós, o povo¹" - cidadãos que estão dormindo ao volante por muito tempo. E embora certos eventos tenham soado o alarme, nós falhamos em dar atenção aos alertas.
Apenas considere o estado da nossa nação:
Estamos encerrados naquilo que alguns estão chamando de campo de concentração eletrônica. O governo continua a acumular informações sobre um número cada vez maior de norte-americanos. Em todos os lugares que vamos, somos vigiados: nos bancos, no supermercado, no shopping, atravessando a rua. Essa perda de privacidade é sintomática da crescente fiscalização que se exerce sobre o cidadão americano comum. Essa vigilância vai pouco a pouco envenenando a alma de uma nação, fazendo-nos passar de um estado em que todos somos inocentes até que se prove o contrário para outro em que todos são suspeitos e presumidamente culpados. Assim, a pergunta que deve ser feita é: a liberdade nos Estados Unidos pode florescer em uma época em que os movimentos físicos, as compras, as conversas e as reuniões de todo e qualquer cidadão estão sob a constante vigilância de companhias privadas e agências governamentais?
Estamos nos transformando em um estado policial. Agora, com agentes do governo ouvindo as nossas chamadas telefônicas e bisbilhotando nossos e-mails, os tentáculos governamentais estão invadindo praticamente todos os aspectos das nossas vidas. Mais do que nunca, a tecnologia, que se desenvolveu em um ritmo rápido, oferece àqueles que estão no poder as mais invasivas e terrificantes ferramentas. Os centros de fusão - agências de coleta de dados espalhadas pelo país, amparadas pela National Security Agency² - monitoram constantemente as nossas comunicações: tudo, desde a nossa atividade na Internet a pesquisas na web até mensagens de texto, telefonemas e e-mails. Esses dados alimentam agências governamentais, que estão agora interligadas - a CIA ao FBI e o FBI à polícia local - uma relação que vai fazer a transição para a lei marcial muito mais fácil. Poderíamos muito bem pensar que estaríamos a salvo de um ataque terrorista ao ver as forças armadas nas ruas - e o povo americano talvez não oferecesse muita resistência. De acordo com um estudo recente, como conseqüência do mal sucedido ataque terrorista no último dia de Natal, aquele em que o homem-bomba carregava explosivos na virilha, uma porcentagem cada vez maior de americanos está disposta a sacrificar suas liberdades civis para se sentir mais segura.
Nós somos flagelados por uma economia vacilante e um déficit financeiro monstruoso que ameaça nos levar à falência. Nossa dívida nacional é de mais de U$ 12 trilhões (que se traduz em mais de U$ 110 mil por contribuinte), e deverá quase dobrar para US $ 20 trilhões em 2015. A taxa de desemprego está superior a 10% e crescendo, com mais de 15 milhões de americanos sem trabalho e outros muitos obrigados a subsistir com empregos de baixa remuneração ou de tempo parcial. O número de famílias norte-americanas que estão na iminência de perder suas casas subiu para quase 15% apenas no primeiro semestre do ano passado. O número de crianças vivendo na pobreza está a aumentar (18% em 2007). Como a história ilustra, regimes autoritários assumem mais e mais poder em tempos de desordem financeira.
Nossos representantes na Casa Branca e no Congresso têm pouca semelhança com as pessoas que os elegeram. Muitos dos nossos políticos vivem como reis. Levados de um lado para outro em suas limusines por seus choferes, voando em jatos particulares e comendo refeições dignas de um gourmet - tudo pago pelo contribuinte americano -, eles estão muito distantes das pessoas as quais representam. Além do mais, eles continuam a gastar o dinheiro que não temos em pacotes de estímulo financeiro (que estão carregadinhos de dinheiro destinado a pagar favores políticos) ao mesmo tempo em que alimentam um enorme déficit e deixam que os contribuintes americanos paguem a conta. E embora os nossos representantes possam até dar um show de disputas partidárias, a elite de Washington - isto é, o presidente e o Congresso - vai avançando com tudo o que ela quer, dando pouca atenção à vontade do povo.
Estamos enredados em guerras globais contra inimigos que parecem atacar do nada. Espalhadas ao redor do globo e sob fogo constante, nossas forças armadas são levadas ao seu limite. A quantidade de dinheiro gasto com as guerras no Afeganistão e no Iraque está próxima de U$ 1 trilhão e estima-se que alcance um total de mais ou menos 3 trilhões de dólares antes que tudo termine. Isso não leva em conta os países devastados que ocupamos, os milhares de civis inocentes mortos (incluindo mulheres e crianças) ou os milhares de soldados americanos que foram mortos ou feridos gravemente ou que estão cometendo suicídio a uma taxa alarmante. Nem leva em conta as famílias dos 1,8 milhões de americanos que serviram ou estão servindo em missões no Iraque e no Afeganistão.
O lugar dos EUA no mundo também está passando por uma mudança drástica, com a China programada para emergir como a maior economia da próxima década. Dada a dimensão da nossa dívida para com a China, a influência dela sobre a forma como o nosso governo realiza seus negócios, bem como sobre a forma como lida com os seus cidadãos, não pode ser desconsiderada. Em julho de 2009, a China se apropriou de 800,5 bilhões de dólares da nossa dívida - que é 45% do total da nossa dívida externa - tornando-a a maior detentora estrangeira da dívida externa norte-americana. Não se admira, então, que a administração Obama tenha se prostrado ante a China, hesitando desafiá-la abertamente em questões cruciais como os direitos humanos. O mais recente exemplo disso pode ser visto na relutância inicial da administração Obama em confrontar o governo chinês quanto aos ataques cibernéticos dos chineses contra o Google e outras empresas de tecnologia americanas.
Como as fronteiras nacionais estão se dissolvendo em face da expansão da globalização, aumenta a probabilidade de que a nossa Constituição, que é a lei suprema da América, seja subvertida em favor de leis internacionais. Isso significa que a nossa Constituição cada vez mais será alvo de ataques.
A mídia corporativa, atuando cada vez mais como uma porta-voz da propaganda governamental, já não exerce sua função principal de vigilância, protegendo-nos contra a usurpação de nossos direitos. Em vez disso, a maior parte da grande mídia se entregou àquele estúpido noticiarismo das celebridades, o que é um mau presságio para o nosso país. Quer se trate das notícias dos tablóides, do mundo do entretenimento, ou dos telejornais legítimos, já não importa, pois há pouquíssima diferença entre eles. Infelizmente, a maioria dos americanos comprou a idéia de que tudo o que a mídia possa vir a relatar é algo importante e relevante. Nesse processo, os americanos perderam grande parte da capacidade de fazer perguntas e fazer análises críticas. Com efeito, a maioria dos cidadãos tem pouco conhecimento sobre os seus direitos ou mesmo de como o seu governo funciona, se é que ainda tem algum. Por exemplo, uma pesquisa nacional constatou que menos de um por cento dos adultos era capaz de citar as cinco liberdades protegidas pela Primeira Emenda Constitucional.
Por fim, eu jamais vi um país mais espiritualmente abatido do que os Estados Unidos. Perdemos o nosso senso de orientação moral. Um número crescente de nossos jovens já não vê sentido ou propósito na vida. E nós já perdemos o senso de certo e errado e de uma maneira de responsabilizar o governo. Esquecemos que a premissa essencial do regime governamental americano, conforme anuncia a Declaração de Independência, é a de que se o governo não prestar contas ao povo, então sem dúvida ele deverá fazê-lo perante o "Criador."
Mas, e se o governo não é responsável perante o povo nem perante o Criador?
Como escreve Thomas Jefferson na Declaração, é então direito do "povo de alterá-lo ou aboli-lo" e formar um novo governo.
Notas do tradutor:
[1] "We, the people..." são as primeiras palavras da constituição americana.
[2] Agência Nacional de Segurança.
Fonte - Mídia sem Máscara
Terremoto no Chile afeta 1,5 milhão de casas; mortos passam de 300
O terremoto de magnitude 8,8 que atingiu o Chile na madrugada deste sábado (27) matou pelo menos 300 pessoas, informou a diretora do Escritório Nacional de Emergência, Carmen Fernández. Cerca de 1,5 milhão de casas foram afetadas pelos tremores, que também foram sentidos no Brasil. As autoridades declararam parte do país como zona de catástrofe.A presidente do Chile, Michelle Bachelet, afirmou em discurso transmitido pela televisão que o terremoto afetou pelo menos 2 milhões de pessoas.
Bachelet emitiu uma mensagem de condolências e solidariedade às vítimas e pediu a todos seus compatriotas que se ergam para reconstruir um país acostumado a desastres naturais.
O terremoto teve seu epicentro a 35 quilômetros de profundidade, na região de Bio Bio, a cerca de 320 quilômetros ao sul da capital chilena e a 91 quilômetros ao norte de Concepción (500 km de Santiago).
“Estamos falando de uma cifra preliminar de 1,5 milhão de casas afetadas”, disse a ministra da Habitação, Patricia Poblete. Segundo ela, 500 mil moradias apresentam danos graves e, provavelmente, serão condenadas.
O número de mortos varia "minuto a minuto", afirmou a diretora da Oficina Nacional de Emergência (Onemi), Carmen Fernández. A região mais afetada está nos arredores de Concepción.
O presidente eleito Sebastian Piñera, que assumirá o país em 11 de março, disse que coordenará, com Michelle Bachelet e sua equipe, um plano de reconstrução. Segundo ele, as perdas estruturais foram muito grandes.
"Isso significa um duro golpe para a infraestrutura deste país, há perdas muito importantes em termos de infraestrutura de vias, aeroportos, portos e também em setores ligados à habithttp://www.blogger.com/post-create.g?blogID=29051474ação", disse.
O terremoto deste sábado foi considerado o maior no país em 25 anos. O maior tremor a atingir o Chile no século 20 teve magnitude 9,5, e atingiu a cidade de Valdívia em 1960 deixando 1.655 mortos.
...
Fonte - UOL
Nota DDP: Veja também "Ondas de 1,5 m chegam ao Japão; alerta é o maior desde 1993", "Chile estima 300 mortos e 2 mi de afetados por terremoto" e "Terremoto de magnitude 8,8 atinge o Chile".
Lixo plástico forma mancha no oceano Atlântico, detectam cientistas
Cientistas da Sea Education Association (SEA, na sigla em inglês) anunciaram a descoberta de uma região no Atlântico Norte onde detritos de lixo plástico parecem se acumular.
A área está sendo comparada com a já bem documentada "grande mancha de lixo do Pacífico".
Kara Lavender Law, da SEA, disse à BBC que o tema dos resíduos plásticos vem sendo "amplamente ignorado" no Oceano Atlântico.
Ela anunciou os resultados da pesquisa, feita ao longo de duas décadas, em um encontro científico em Portland, nos Estados Unidos.
"Nós encontramos uma região mais ou menos ao norte do Oceano Atlântico onde estes resíduos parecem estar concentrados e permanecem durante longos períodos", explicou Kara Lavender Law.
"Mais de 80% dos detritos plásticos foram encontrados na região entre 22 e 38 graus norte. Ou seja, temos uma latitude onde o lixo parece se acumular", completou.
Estudo aprofundado - O estudo é o mais longo e aprofundado já feito para determinar a presença de resíduos de plástico nos oceanos.
Cientistas e estudantes da SEA coletaram plásticos e outros resíduos marinhos em redes de malha fina arrastadas pelo barco de pesquisa.
As redes permaneceram parte submersas e parte fora da água, coletando assim resíduos e pequenos organismos da superfície marítima.
Os cientistas fizeram 6,1 mil reboques na região do Caribe e do Atlântico Norte, na costa americana. Mais da metade destas expedições revelaram pedaços de plástico flutuando na superfície da água - resíduos de baixa densidade usados na fabricação de diversos produtos, inclusive sacos plásticos.
O impacto deste acúmulo de lixo no ambiente marinho ainda não é conhecido, acrescentou Kara Lavender Law.
"Mas nós sabemos que muitos organismos marinhos estão consumindo este plástico e também que isso tem um efeito adverso sobre aves marinhas em particular", disse a pesquisadora à BBC.
O estudo revelou também que os detritos plásticos são normalmente pequenos e não formam uma mancha heterogênea, ou seja, estão dispersos em uma grande área. (Folha)
Fonte - Ambiente Brasil
A área está sendo comparada com a já bem documentada "grande mancha de lixo do Pacífico".
Kara Lavender Law, da SEA, disse à BBC que o tema dos resíduos plásticos vem sendo "amplamente ignorado" no Oceano Atlântico.
Ela anunciou os resultados da pesquisa, feita ao longo de duas décadas, em um encontro científico em Portland, nos Estados Unidos.
"Nós encontramos uma região mais ou menos ao norte do Oceano Atlântico onde estes resíduos parecem estar concentrados e permanecem durante longos períodos", explicou Kara Lavender Law.
"Mais de 80% dos detritos plásticos foram encontrados na região entre 22 e 38 graus norte. Ou seja, temos uma latitude onde o lixo parece se acumular", completou.
Estudo aprofundado - O estudo é o mais longo e aprofundado já feito para determinar a presença de resíduos de plástico nos oceanos.
Cientistas e estudantes da SEA coletaram plásticos e outros resíduos marinhos em redes de malha fina arrastadas pelo barco de pesquisa.
As redes permaneceram parte submersas e parte fora da água, coletando assim resíduos e pequenos organismos da superfície marítima.
Os cientistas fizeram 6,1 mil reboques na região do Caribe e do Atlântico Norte, na costa americana. Mais da metade destas expedições revelaram pedaços de plástico flutuando na superfície da água - resíduos de baixa densidade usados na fabricação de diversos produtos, inclusive sacos plásticos.
O impacto deste acúmulo de lixo no ambiente marinho ainda não é conhecido, acrescentou Kara Lavender Law.
"Mas nós sabemos que muitos organismos marinhos estão consumindo este plástico e também que isso tem um efeito adverso sobre aves marinhas em particular", disse a pesquisadora à BBC.
O estudo revelou também que os detritos plásticos são normalmente pequenos e não formam uma mancha heterogênea, ou seja, estão dispersos em uma grande área. (Folha)
Fonte - Ambiente Brasil
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Iceberg gigante se rompe e ameaça correntes marítmas
Um vasto iceberg que se descolou do continente Antártico depois de ser abalroado por outro iceberg gigante pode causar alterações nas correntes marítimas do planeta e no clima, alertaram cientistas.Pesquisadores australianos afirmam que o iceberg - que tem aproximadamente a metade do tamanho do Distrito Federal e está flutuando ao sul da Austrália - pode bloquear uma área que produz um quarto de toda a água densa e gelada do mar.
Segundo os cientistas, uma desaceleração na produção desta água densa e gelada pode resultar em invernos mais frios no Atlântico Norte. Neal Young, um glaciologista do Centro de Pesquisa de Ecossistemas e Clima Antártico na Tasmânia, disse à BBC que qualquer interrupção na produção destas águas profundas super frias na região pode afetar as correntes oceânicas e, consequentemente, os padrões de clima ao longo de anos.
"Esta área é responsável por cerca de 25% de toda a produção da água de baixo na Antártica e, portanto, irá reduzir a taxa de circulação de cima para baixo", afirmou Neal Young.
"Você não irá ver isso imediatamente, mas haverá efeitos corrente abaixo. E também haverá implicações para os pinguins e outros animais selvagens que normalmente usam esta área para alimentar-se", completou.
...
Fonte - Terra
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Obama se encontra com o Dalai Lama
Na quinta-feira, dia 18, ocorreu finalmente o esperado encontro entre Barack Obama e o Dalai Lama, líder budista exilado do Tibet. Na reunião que durou uma hora, os dois prêmios Nobel da Paz trataram a necessidade de promover a paz mundial, valores humanitários e harmonia religiosa. Após o encontro, o presidente americano reafirmou seu apoio a preservação dos valores religiosos bem como à proteção dos direitos humanos no Tibet.
O Dalai Lama (que quer dizer monge e mestre), cujo nome de nascença é Tenzin Gyatso, é, segundo a crença budista, a 14ª reencarnação do primeiro Dalai Lama, que foi Gedrum Drub, que passou a reinar em 1391. Ele é o líder religioso do budismo tibetano e prega maior autonomia para o Tibet, que é uma província autônoma dentro da China, mas este país entende que ele quer a separação política. Por isso há grande tensão entre a China e esse religioso, e a reunião dele com Obama foi envolta de grande tensão e protestos por parte do governo da China. A reunião está sendo vista como um apoio de alto nível para as pregações políticas do Dalai Lama.
Interessante é que, mais uma vez um líder político, Obama, presidente da maior nação do mundo, envolveu-se em assunto que já se tornou rotina entre os grandes políticos globais: a paz mundial e a harmonia entre as religiões. Isto está no contexto do diálogo inter-religioso liderado pela Igreja Católica, portanto, no contexto da união das igrejas no mundo.
Fonte - Cristo Voltará
O Dalai Lama (que quer dizer monge e mestre), cujo nome de nascença é Tenzin Gyatso, é, segundo a crença budista, a 14ª reencarnação do primeiro Dalai Lama, que foi Gedrum Drub, que passou a reinar em 1391. Ele é o líder religioso do budismo tibetano e prega maior autonomia para o Tibet, que é uma província autônoma dentro da China, mas este país entende que ele quer a separação política. Por isso há grande tensão entre a China e esse religioso, e a reunião dele com Obama foi envolta de grande tensão e protestos por parte do governo da China. A reunião está sendo vista como um apoio de alto nível para as pregações políticas do Dalai Lama.
Interessante é que, mais uma vez um líder político, Obama, presidente da maior nação do mundo, envolveu-se em assunto que já se tornou rotina entre os grandes políticos globais: a paz mundial e a harmonia entre as religiões. Isto está no contexto do diálogo inter-religioso liderado pela Igreja Católica, portanto, no contexto da união das igrejas no mundo.
Fonte - Cristo Voltará
Cientistas dos EUA fazem novo alerta sobre degelo na Antártida
O gelo já apresentou tamanho recuo que a ilha Charcot, durante muito tempo conectada à península por uma ponte de gelo, voltou a ficar realmente ilhada no ano passado, segundo uma cientista do USGS.
"Esta é a primeira vez desde que as pessoas vêm observando a área, desde o século 19, que essa plataforma de gelo não une a ilha Charcot à península", afirmou a cientista Jane Ferrigno por telefone.
A Península Antártica é uma protuberância do continente circular na direção da América do Sul, e é mais quente do que o restante da Antártida.
O USGS foi o primeiro instituto a provar que todas as frentes de gelo na parte sul da península recuaram no período de 1947 a 2009, sendo que as mudanças mais dramáticas se deram desde 1990.
Um estudo do fenômeno pelo USGS, em colaboração com o Departamento Britânico de Pesquisas Antárticas e com assistência do Instituto Scott de Pesquisas Polares e do Instituto Federal de Cartografia e Geodésia da Alemanha, foi publicado em fevereiro no endereço http://pubs.usgs.gov/imap/i-2600-c/; uma nota à imprensa foi divulgada na segunda-feira.
As plataformas de gelo funcionam como represas que impedem as geleiras continentais de fluírem desimpedidas para o mar. Se todo o gelo sobre a terra antártica derreter, os cientistas estimam que o nível global do mar subiria de 65 a 73 metros, segundo o estudo. Se apenas o gelo da Antártida Ocidental derreter, a elevação dos mares seria de cerca de 6 metros, já suficiente para ameaçar localidades litorâneas e ilhas baixas.
Segundo Ferrigno, o gelo que está sobre a Península Antártica não é suficiente para elevar perceptivelmente o nível do mar. Mas o desaparecimento dramático das plataformas de gelo poderia dar uma pista sobre o que acontecerá se as geleiras puderem escorrer para o mar. De acordo com Ferrigno, a capa de gelo da Antártida contém 91 por cento do gelo de geleiras da Terra.
Ao contrário do que acontece no continente antártico, o gelo que cobre grande parte do oceano Ártico não contribuiria com a elevação do nível dos mares se derretesse, da mesma forma que o derretimento de um cubo de gelo num copo d'água não faz o copo transbordar.
Tanto o Ártico quanto a Antártida, no entanto, têm grande impacto sobre o clima em partes temperadas do planeta.
Fonte - O Globo
"Esta é a primeira vez desde que as pessoas vêm observando a área, desde o século 19, que essa plataforma de gelo não une a ilha Charcot à península", afirmou a cientista Jane Ferrigno por telefone.
A Península Antártica é uma protuberância do continente circular na direção da América do Sul, e é mais quente do que o restante da Antártida.
O USGS foi o primeiro instituto a provar que todas as frentes de gelo na parte sul da península recuaram no período de 1947 a 2009, sendo que as mudanças mais dramáticas se deram desde 1990.
Um estudo do fenômeno pelo USGS, em colaboração com o Departamento Britânico de Pesquisas Antárticas e com assistência do Instituto Scott de Pesquisas Polares e do Instituto Federal de Cartografia e Geodésia da Alemanha, foi publicado em fevereiro no endereço http://pubs.usgs.gov/imap/i-2600-c/; uma nota à imprensa foi divulgada na segunda-feira.
As plataformas de gelo funcionam como represas que impedem as geleiras continentais de fluírem desimpedidas para o mar. Se todo o gelo sobre a terra antártica derreter, os cientistas estimam que o nível global do mar subiria de 65 a 73 metros, segundo o estudo. Se apenas o gelo da Antártida Ocidental derreter, a elevação dos mares seria de cerca de 6 metros, já suficiente para ameaçar localidades litorâneas e ilhas baixas.
Segundo Ferrigno, o gelo que está sobre a Península Antártica não é suficiente para elevar perceptivelmente o nível do mar. Mas o desaparecimento dramático das plataformas de gelo poderia dar uma pista sobre o que acontecerá se as geleiras puderem escorrer para o mar. De acordo com Ferrigno, a capa de gelo da Antártida contém 91 por cento do gelo de geleiras da Terra.
Ao contrário do que acontece no continente antártico, o gelo que cobre grande parte do oceano Ártico não contribuiria com a elevação do nível dos mares se derretesse, da mesma forma que o derretimento de um cubo de gelo num copo d'água não faz o copo transbordar.
Tanto o Ártico quanto a Antártida, no entanto, têm grande impacto sobre o clima em partes temperadas do planeta.
Fonte - O Globo
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Vaticano pede geração de políticos que siga doutrina da Igreja
VATICANO - O secretário de Estado do Vaticano, Tarcisio Bertone, defendeu o surgimento de uma nova geração de políticos, que aja de acordo com os preceitos da "doutrina social da Igreja Católica".
Ao discursar na cidade de Rimini, norte da Itália, o representante da Santa Sé ressaltou a necessidade de contar com políticos que assumam o empenho "de injetar boa e nova seiva na sociedade, orientando-a na direção das virtudes, com retidão e discernimento à luz do Evangelho".
"A política é chamada a se confrontar com a fragilidade do homem, a aprender com os erros do passado e do presente, mas cultivando sempre a responsabilidade", afirmou o cardeal.
Bertone citou o filósofo francês de orientação católica Jacques Maritain, para quem o maquiavelismo, "com sua própria causalidade, trabalha pela ruína e a bancarrota, como o veneno na seiva trabalha pela doença e a morte da árvore".
"É preciso superar o desinteresse dos jovens pela política", enfatizou o religioso, acrescentando que os novos políticos devem "conceber" sua atividade "como a arte do bem comum".
O secretário de Estado do Vaticano destacou as contribuições de dom Luigi Sturzo, sacerdote que dedicou sua vida à política, e Chiara Lubich, fundadora do Movimento Político pela Unidade, de orientação cristã.
Segundo Bertone, "a missão do católico está impregnada por ideias superiores, porque em tudo se reflete o divino". Caso contrário, ressaltou o religioso, "tudo se deturpa e a política se torna meio de enriquecimento".
Em seu discurso, o cardeal pediu ainda "uma política que emane da caridade em direção ao próximo e da inspiração do projeto de Deus sobre a vida e sobre a convivência humana".
Fonte - Estadão
Ao discursar na cidade de Rimini, norte da Itália, o representante da Santa Sé ressaltou a necessidade de contar com políticos que assumam o empenho "de injetar boa e nova seiva na sociedade, orientando-a na direção das virtudes, com retidão e discernimento à luz do Evangelho".
"A política é chamada a se confrontar com a fragilidade do homem, a aprender com os erros do passado e do presente, mas cultivando sempre a responsabilidade", afirmou o cardeal.
Bertone citou o filósofo francês de orientação católica Jacques Maritain, para quem o maquiavelismo, "com sua própria causalidade, trabalha pela ruína e a bancarrota, como o veneno na seiva trabalha pela doença e a morte da árvore".
"É preciso superar o desinteresse dos jovens pela política", enfatizou o religioso, acrescentando que os novos políticos devem "conceber" sua atividade "como a arte do bem comum".
O secretário de Estado do Vaticano destacou as contribuições de dom Luigi Sturzo, sacerdote que dedicou sua vida à política, e Chiara Lubich, fundadora do Movimento Político pela Unidade, de orientação cristã.
Segundo Bertone, "a missão do católico está impregnada por ideias superiores, porque em tudo se reflete o divino". Caso contrário, ressaltou o religioso, "tudo se deturpa e a política se torna meio de enriquecimento".
Em seu discurso, o cardeal pediu ainda "uma política que emane da caridade em direção ao próximo e da inspiração do projeto de Deus sobre a vida e sobre a convivência humana".
Fonte - Estadão
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Terremoto de 6,7 graus atinge fronteira entre China, Rússia e Coreia do Norte
Um forte terremoto de 6,7 graus na escala Richter estremeceu nessa quinta-feira uma região da fronteira entre a China, Rússia e a Coreia do Norte, informou o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês).
Os sismógrafos da USGS detectaram o sismo às 23h13 de Brasília. Seu epicentro estava a 562 quilômetros de profundidade, a 110 km de Chongjin, na Coreia do Norte, e a 110 km a sudoeste de Vladivostok, na Rússia.
Fonte - Terra
Os sismógrafos da USGS detectaram o sismo às 23h13 de Brasília. Seu epicentro estava a 562 quilômetros de profundidade, a 110 km de Chongjin, na Coreia do Norte, e a 110 km a sudoeste de Vladivostok, na Rússia.
Fonte - Terra
Mais dúvidas sobre formas de medir aquecimento
Uma campanha de blogs formada por céticos em relação ao aquecimento global deu início a mais questionamentos sobre a confiabilidade dos dados que medem a temperatura do planeta.
De acordo com os céticos, os medidores de temperatura nos Estados Unidos estariam localizados em locais artificialmente quentes, criando a noção de que a Terra estaria se aquecendo.
No entanto, cientistas afirmam que, na realidade, a localização dos medidores estaria errada, mas daria a impressão de que a Terra estaria na verdade se resfriando, não aquecendo.
Fonte - Opinião e Notícia
De acordo com os céticos, os medidores de temperatura nos Estados Unidos estariam localizados em locais artificialmente quentes, criando a noção de que a Terra estaria se aquecendo.
No entanto, cientistas afirmam que, na realidade, a localização dos medidores estaria errada, mas daria a impressão de que a Terra estaria na verdade se resfriando, não aquecendo.
Fonte - Opinião e Notícia
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
A crise econômica grega aproxima-se dos EUA
Começou em Atenas. Está a estender-se a Lisboa e Madrid . Mas seria um erro grave supor que a crise da dívida soberana que se está a desdobrar ficará confinada às economias mais fracas da zona euro. Porque isso é mais do que apenas um problema mediterrâneo de âmbito local . É uma crise fiscal do mundo ocidental. Suas ramificações são muito mais profundas que a maioria dos investidores supõe atualmente.Há, naturalmente, uma característica distinta na crise da zona do euro. Devido ao modo como foi concebida a União Monetária Européia, não há de fato nenhum mecanismo de socorro para o governo grego por parte da União Européia, de outros estados-membros ou do Banco Central Europeu (artigos 123 e 125 do Tratado de Lisboa). É verdade que o Artigo 122 pode ser invocado pelo Conselho Europeu para ajudar um estado-membro "seriamente ameaçado por dificuldades severas causadas por desastres naturais ou ocorrências excepcionais além de seu controle", mas neste momento ninguém quer fingir que o escancarado déficit da Grécia foi um ato de Deus. Nem há possibilidade de a Grécia desvalorizar sua moeda, como deveria ter feito nos dias pré-UME do dracma. Não há nem mesmo um mecanismo para que a Grécia deixe a zona do Euro.
Isso deixa apenas três possibilidades: um dos mais excruciantes esmagamentos fiscais na história moderna da Europa – reduzir o déficit de 13% a 3% do produto interno bruto em apenas três anos; moratória imediata de parte ou de toda a dívida do governo grego; ou (o mais provável, como apontado por funcionários alemães na quarta feira) algum tipo de socorro liderado por Berlim. Dado que nenhuma destas opções é atrativa, e porque qualquer decisão sobre a Grécia gera implicações para Portugal, Espanha e possivelmente outros países, deve haver muitas negociações cautelosas antes alcançar uma delas.
A CRISE É DE NATUREZA GERAL
Trabalhadores manifestam-se em Atenas. Mas as idiossincrasias da zona do euro não devem distrair-nos da natureza geral da crise fiscal que agora aflige a maioria das economias ocidentais. Chame-se a isto geometria fractal da dívida: o problema é essencialmente o mesmo da Islândia à Irlanda, à Inglaterra e aos Estados Unidos. Apenas as dimensões sã muito diferentes.
O que estamos a aprender no mundo ocidental é que não existe o tal almoço gratuito keynesiano. As dívidas não nos "salvam" nem a metade do que o faria a política monetária – taxas de juro nulas mais a facilidade quantitativa (quantitative easing) [NT] . Primeiro, o impacto do gasto do governo (o sagrado "multiplicador") tem sido muito menor do que os proponentes do estímulo esperavam. Em segundo lugar, há uma boa dose de "vazamento" das economias abertas num mundo globalizado. Por fim, e crucialmente, explosões da dívida pública incorrem em contas que vencem muito mais rápido do que esperamos.
Para a maior economia do mundo, os EUA, o dia do juízo ainda parece reconfortantemente remoto. Quanto pior ficam as coisas na zona do euro, mais o dólar americano se revigora, à medida em que investidores nervosos alocam seus recursos no "porto seguro" da dívida governamental americana. Esse efeito pode persistir por alguns meses, do mesmo modo como o dólar e os Tesouros se reanimaram quando estávamos no fundo do poço do pânico bancário no final de 2008.
Entretanto, mesmo uma olhada casual na posição fiscal do governo federal (para não falar dos estados) torna absurda a frase "porto seguro". A dívida do governo americano é um porto seguro no mesmo sentido em que Pearl Harbor o foi em 1941.
EQUILÍBRIO ORÇAMENTAL NUNCA MAIS
Mesmo pelas novas projeções orçamentárias da Casa Branca, a dívida federal bruta detida pelo público excederá 100% do PNB já nos próximos dois anos. Neste ano, como no ano passado, o déficit federal estará em volta dos 10% do PNB. As projeções de longo prazo do Gabinete de Orçamento do Congresso sugerem que os Estados Unidos nunca mais administrarão um orçamento equilibrado. É isso mesmo, nunca.
O Fundo Monetário Internacional publicou recentemente estimativas dos ajustes fiscais que as economias desenvolvidas teriam que fazer para restabelecer a estabilidade fiscal na próxima década. Os piores foram o Japão e a Inglaterra (um aperto fiscal de 13% do PNB). Em seguida vêm Irlanda, Espanha e Grécia (9%). E no sexto lugar? Os EUA, que terão que apertar a política fiscal em 8,8% do PNB para satisfazer o FMI.
Explosões da dívida pública prejudicam as economias de várias maneiras, como vários estudos empíricos têm mostrado. Elevando-se os temores de moratória e/ou depreciação da moeda acima da inflação real, aumentam as taxas de juros reais. Taxas de juro mais altas, por sua vez, agem como obstáculos ao crescimento, especialmente quando o setor privado está também pesadamente endividado – como no caso da maioria das economias ocidentais, não apenas os EUA.
Apesar da taxa de poupança interna americana ter subido desde que começou a Grande Recessão, não aumentou o suficiente para absorver um milhão de milhões (trillion) de dólares de emissões do Tesouro por ano. Assim, somente duas coisas até agora ficaram entre os EUA e retornos maiores para os títulos: compras dos títulos federais (e títulos hipotecários, que muitos vendedores essencialmente trocaram por títulos federais) pelo Federal Reserve, e acumulação de reserva pelas autoridades monetárias da China.
Mas agora o Fed está reduzindo essas compras e deve acabar com a quantitative easing. Ao mesmo tempo, os chineses reduziram abruptamente suas compras de títulos federais americanos de cerca de 47% das emissões novas em 2006 para 20% em 2008 e para estimados 5% no último ano. Não é de admirar que o Morgan Stanley suponha que os rendimentos dos títulos a 10 anos se elevarão de cerca de 3,5% a 5,5% este ano. Sobre uma dívida federal bruta se aproximando rapidamente de $1,5 milhão de milhões, isso significa mais de $300 mil milhões de pagamentos de juros adicionais – e chega-se lá bem depressa com o vencimento médio da dívida hoje inferior a 50 meses.
O novo orçamento da administração Obama supõe alegremente um crescimento real do PNB de 3,6% nos próximos cinco anos, com inflação média de 1,4%. Mas, com taxas reais de juro crescentes, o crescimento pode muito bem ser menor. Nestas circunstâncias, os pagamentos de juros podem elevar sua participação na receita federal – de um décimo a um quinto a um quarto.
Na semana passada, o Moody's Investors Service avisou que a classificação (rating) de crédito AAA dos EUA não pode ser considerada líquida e certa. Esse aviso lembra a questão fatal de Larry Summers (formulada antes do seu retorno ao governo): "Por quanto tempo o maior tomador de empréstimos do mundo pode continuar a ser a maior potência mundial?"
Ao refletir-se sobre isso, parece apropriado que a crise fiscal do ocidente tenha começado na Grécia, o berço da civilização ocidental. Ela logo cruzará o canal para a Inglaterra. Mas a questão chave é quando esta crise chegará ao ultimo bastião do poder do Ocidente, no outro lado do Atlântico.
Fonte - Financial Times
Tradução - Resistir.Info
A lei moral como solução
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- A bioética precisa da referência da lei moral para que a dignidade humana seja reconhecida como direito inalienável.
Assim afirmou o Papa no sábado passado, ao receber em audiência os participantes da 16ª Assembleia Geral da Academia Pontifícia para a Vida.
“Conjugar bioética e lei moral permite verificar da melhor maneira possível a referência, necessária e que não se pode eliminar, à dignidade que a vida humana possui intrinsecamente desde seu primeiro instante até seu fim natural”, disse.
No entanto, constatou Bento XVI, no contexto atual, os direitos que garantem a dignidade da pessoa nem sempre são reconhecidos à vida humana em seu desenvolvimento natural e nos estágios de maior fraqueza.
Para o pontífice, “semelhante contradição torna evidente o compromisso que é preciso assumir nos diversos âmbitos da sociedade e da cultura, para que a vida humana seja reconhecida sempre como sujeito inalienável do direito e nunca como objeto submetido ao arbítrio do mais forte”.
...
Sobre a lei natural, Bento XVI explicou que “o reconhecimento da dignidade humana, de fato, enquanto direito inalienável, encontra seu fundamento primeiro nesta lei não escrita pela mão do homem, mas inscrita por Deus Criador no coração do homem, que todo ordenamento jurídico está chamado a reconhecer como inviolável e cada pessoa deve respeitar e promover”.
...
Bento XVI destacou que “a lei moral natural, fonte do seu próprio caráter universal, permite conjurar este perigo [do estado legislar sobre a vida] e sobretudo oferece ao legislador a garantia para um autêntico respeito, tanto da pessoa como da ordem inteira da criação”.
E concluiu: “Esta se coloca como fonte catalisadora de consenso entre pessoas de culturas e religiões diferentes e permite ir muito além das diferenças, porque afirma a existência de uma ordem impressa na natureza pelo Criador e reconhecida como instância do verdadeiro juízo ético racional para fazer o bem e evitar o mal”.
Fonte - Zenit
Assim afirmou o Papa no sábado passado, ao receber em audiência os participantes da 16ª Assembleia Geral da Academia Pontifícia para a Vida.
“Conjugar bioética e lei moral permite verificar da melhor maneira possível a referência, necessária e que não se pode eliminar, à dignidade que a vida humana possui intrinsecamente desde seu primeiro instante até seu fim natural”, disse.
No entanto, constatou Bento XVI, no contexto atual, os direitos que garantem a dignidade da pessoa nem sempre são reconhecidos à vida humana em seu desenvolvimento natural e nos estágios de maior fraqueza.
Para o pontífice, “semelhante contradição torna evidente o compromisso que é preciso assumir nos diversos âmbitos da sociedade e da cultura, para que a vida humana seja reconhecida sempre como sujeito inalienável do direito e nunca como objeto submetido ao arbítrio do mais forte”.
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Sobre a lei natural, Bento XVI explicou que “o reconhecimento da dignidade humana, de fato, enquanto direito inalienável, encontra seu fundamento primeiro nesta lei não escrita pela mão do homem, mas inscrita por Deus Criador no coração do homem, que todo ordenamento jurídico está chamado a reconhecer como inviolável e cada pessoa deve respeitar e promover”.
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Bento XVI destacou que “a lei moral natural, fonte do seu próprio caráter universal, permite conjurar este perigo [do estado legislar sobre a vida] e sobretudo oferece ao legislador a garantia para um autêntico respeito, tanto da pessoa como da ordem inteira da criação”.
E concluiu: “Esta se coloca como fonte catalisadora de consenso entre pessoas de culturas e religiões diferentes e permite ir muito além das diferenças, porque afirma a existência de uma ordem impressa na natureza pelo Criador e reconhecida como instância do verdadeiro juízo ético racional para fazer o bem e evitar o mal”.
Fonte - Zenit
Colapso da moeda seria inevitável
Albert Edwards, estrategista do banco francês Société Générale avisou, em nota para investidores, que o colapso do euro seria “inevitável”. De acordo com Edwards, a decisão da União Europeia de salvar a economia grega não é uma solução, e apenas esconde falhas fundamentais no bloco.
Mats Persson, diretor da consultoria Open Europe, acredita que o grande problema dos países na zona do euro é a disparidade de competitividade entre os membros mais ricos e os mais pobres. Persson afirma que a Grã-Bretanha tomou a decisão correta ao não adotar o euro como moeda de seu país.
Edwards argumenta ainda que as economias de Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha são muito fracas para “sustentar os rigores do euro”. O problema estaria no fato de que economias sem competitividade poderiam desvalorizar a moeda para alimentar sua própria economia. No entanto, isto não é possível no caso dos países na zona do euro.
Fonte - Opinião e Notícia
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Mats Persson, diretor da consultoria Open Europe, acredita que o grande problema dos países na zona do euro é a disparidade de competitividade entre os membros mais ricos e os mais pobres. Persson afirma que a Grã-Bretanha tomou a decisão correta ao não adotar o euro como moeda de seu país.
Edwards argumenta ainda que as economias de Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha são muito fracas para “sustentar os rigores do euro”. O problema estaria no fato de que economias sem competitividade poderiam desvalorizar a moeda para alimentar sua própria economia. No entanto, isto não é possível no caso dos países na zona do euro.
Fonte - Opinião e Notícia
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Papa quer ética comum baseada na lei natural
Cidade do Vaticano, 13 fev (RV) - Bento XVI recebeu em audiência na manhã deste sábado, na Sala Clementina, no Vaticano, os membros da Pontifícia Academia para a Vida, reunidos nestes dias em assembléia geral e conduzidos por seu presidente, o arcebispo Rino Fisichella.
A ciência sozinha não basta para compreender o valor da dignidade humana, nem para garantir o respeito pela sacralidade da vida. Isso é possível somente se se reconhece que nela brilha o fundamento da lei natural, inscrita não pelo homem, mas por Deus, disse o papa, no discurso que dirigiu aos presentes, no qual abordou o delicado tema da bioética em relação aos problemas atuais.
A idéia de que a vida seja matéria "manipulável" pela ciência igualmente a outros aglomerados orgânicos, ou o pietismo fácil de quem se comove diante de "situações-limite" e crê que isso vale como respeito pela dignidade humana: todas derivas perigosas – como a de um Estado que pretenda fixar por leis questões éticas fazendo-se ele mesmo princípio de ética – se se ignora ou se desconhece o valor da lei natural.
Como em análogas ocasiões, ou como na última encíclica "Caritas in veritate", o pontífice fez afirmações de grande clareza. Hoje – reiterou – a partida do "desenvolvimento humano integral" se joga no campo da bioética:
"Trata-se de um âmbito delicadíssimo e decisivo, em que emerge com força dramática a questão fundamental: se o homem é produzido por si mesmo ou se ele depende de Deus. As descobertas científicas neste campo e as possibilidades de intervenção técnica parecem tão avançadas a ponto de impor a escolha entre as duas racionalidades: a racionalidade da razão aberta à transcendência ou a racionalidade da razão fechada na imanência."
A própria bioética, no momento em que emergem "possíveis conflitos interpretativos", necessita de uma sólida "evocação normativa", e isso – precisou o papa – se funda na "lei moral natural".
É nela – explicou – que o reconhecimento da dignidade humana, "enquanto direito inalienável, encontra o seu fundamento primeiro naquela lei não inscrita por mão humana, mas inscrita por Deus Criador no coração do homem".
Vice-versa – objetou o Santo Padre – "sem o princípio básico da dignidade humana seria árduo encontrar uma fonte para os direitos da pessoa e impossível alcançar um juízo ético em relação às conquistas das ciências que intervêm diretamente na vida humana":
"É necessário, portanto, repetir com firmeza que não existe uma compreensão da dignidade humana ligada somente a elementos externos como o progresso da ciência, o gradualismo na formação da vida humana ou o fácil pietismo diante de situações-limite. Quando se evoca o respeito pela dignidade da pessoa é fundamental que tal respeito seja pleno, total e incondicional, reconhecendo encontrar-se sempre diante de uma vida humana."
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: O foco da manifestação está na questão da bioética, no entanto, o raciocínio utilizado peolo pontífice, de forma reiterada, pretende ser aplicado em todos os ramos da vida que apontem para "um desenvolvimento integral do ser humano". Onde se lê "lei natural", entenda-se "mandamentos católicos".
A ciência sozinha não basta para compreender o valor da dignidade humana, nem para garantir o respeito pela sacralidade da vida. Isso é possível somente se se reconhece que nela brilha o fundamento da lei natural, inscrita não pelo homem, mas por Deus, disse o papa, no discurso que dirigiu aos presentes, no qual abordou o delicado tema da bioética em relação aos problemas atuais.
A idéia de que a vida seja matéria "manipulável" pela ciência igualmente a outros aglomerados orgânicos, ou o pietismo fácil de quem se comove diante de "situações-limite" e crê que isso vale como respeito pela dignidade humana: todas derivas perigosas – como a de um Estado que pretenda fixar por leis questões éticas fazendo-se ele mesmo princípio de ética – se se ignora ou se desconhece o valor da lei natural.
Como em análogas ocasiões, ou como na última encíclica "Caritas in veritate", o pontífice fez afirmações de grande clareza. Hoje – reiterou – a partida do "desenvolvimento humano integral" se joga no campo da bioética:
"Trata-se de um âmbito delicadíssimo e decisivo, em que emerge com força dramática a questão fundamental: se o homem é produzido por si mesmo ou se ele depende de Deus. As descobertas científicas neste campo e as possibilidades de intervenção técnica parecem tão avançadas a ponto de impor a escolha entre as duas racionalidades: a racionalidade da razão aberta à transcendência ou a racionalidade da razão fechada na imanência."
A própria bioética, no momento em que emergem "possíveis conflitos interpretativos", necessita de uma sólida "evocação normativa", e isso – precisou o papa – se funda na "lei moral natural".
É nela – explicou – que o reconhecimento da dignidade humana, "enquanto direito inalienável, encontra o seu fundamento primeiro naquela lei não inscrita por mão humana, mas inscrita por Deus Criador no coração do homem".
Vice-versa – objetou o Santo Padre – "sem o princípio básico da dignidade humana seria árduo encontrar uma fonte para os direitos da pessoa e impossível alcançar um juízo ético em relação às conquistas das ciências que intervêm diretamente na vida humana":
"É necessário, portanto, repetir com firmeza que não existe uma compreensão da dignidade humana ligada somente a elementos externos como o progresso da ciência, o gradualismo na formação da vida humana ou o fácil pietismo diante de situações-limite. Quando se evoca o respeito pela dignidade da pessoa é fundamental que tal respeito seja pleno, total e incondicional, reconhecendo encontrar-se sempre diante de uma vida humana."
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: O foco da manifestação está na questão da bioética, no entanto, o raciocínio utilizado peolo pontífice, de forma reiterada, pretende ser aplicado em todos os ramos da vida que apontem para "um desenvolvimento integral do ser humano". Onde se lê "lei natural", entenda-se "mandamentos católicos".
Bactérias resistentes se tornam mais comuns
As bactérias resistentes a antibióticos estão se tornando comuns entre humanos. A tendência é preocupante, e mais ainda porque os mesmo genes que conferem esta resistência estão sendo encontrados em bactérias que atacam outros animais.
Bactérias resistentes que pulam de animais para humanos são comuns, e em geral não muito mais fortes que o normal. Para descobrir de onde estas bactérias conseguem a resistência, cientistas examinaram ursos polares, animais que vivem no ambiente mais selvagem e isolado de humanos que existe.
O que se descobriu é que as bactérias nos ursos polares têm pouca resistência a antibióticos. De acordo com os cientistas, isto é boa notícia, pois mostraria que apenas bactérias vivendo em animais em contato constante com humanos desenvolvem resistência a antibióticos.
Fonte - Opinião e Notícia
Bactérias resistentes que pulam de animais para humanos são comuns, e em geral não muito mais fortes que o normal. Para descobrir de onde estas bactérias conseguem a resistência, cientistas examinaram ursos polares, animais que vivem no ambiente mais selvagem e isolado de humanos que existe.
O que se descobriu é que as bactérias nos ursos polares têm pouca resistência a antibióticos. De acordo com os cientistas, isto é boa notícia, pois mostraria que apenas bactérias vivendo em animais em contato constante com humanos desenvolvem resistência a antibióticos.
Fonte - Opinião e Notícia
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Diálogo avança rumo à unidade dos cristãos
O Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos emitiu um comunicado sobre o Simpósio Harvesting the Fruits [Colhendo os frutos], que aconteceu em Roma entre os dias 8 e 10 de fevereiro.Em outubro de 2009, Harvesting the Fruits: Basic Aspects of Christian Faith in Ecumenical Dialogue [Colhendo os frutos: aspectos básicos da fé cristã no Diálogo Ecumênico] foi publicado. Esse livro reúne os resultados de quarenta anos de diálogos bilaterais entre a Igreja Católica Romana e a Federação Luterana Mundial, a Aliança Mundial das Igrejas Reformadas, a Comunhão Anglicana e o Conselho Metodista Mundial. A obra também levanta questões importantes para a futura direção e conteúdo do diálogoecumênico. O Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos organizou um Simpósio entre os dias 8 e 10 de fevereiro sobre as questões apresentadas no livro Colhendo os frutos. Teólogos de tradição luterana, reformada, anglicana e metodista conheceram a sede do Pontifício Conselho, a convite de seu presidente, Cardeal Walter Kasper.
O objetivo do Simpósio não foi meramente ter em conta os muitos elementos de acordo produzido por quarenta anos de diálogo oficial, mas considerar formas de comunicar esta conquista notável para os membros de todas as diferentes comunidades Cristãs, para que eles possam manifestar mais plenamente em suas vidas os progressos no sentido da unidade que têm sido feitos. Durante os três dias de discussão, houve um exame detalhado da questão da recepção de declarações e acordos conjuntos, a necessidade do testemunho comum dos cristãos em todos os níveis, e a mudança no contexto em que o cristianismo deve realizar sua missão.
O Simpósio também olhou para a frente, questionou como discernir o lugar que o diálogo ecumênico terá no futuro. Houve uma análise aprofundada das etapas que devem ser tomadas para a meta do ecumenismo, que continua a ser a plena e visível comunhão. Como o Cardeal Kasper lembrou aos participantes, "o que faz significa comunhão no sentido teológico? Isso não significa comunidade no sentido horizontal, mas "communio sanctorum" - o que poderíamos chamar de participação vertical no que é 'sagrado', nas 'coisas sagradas "- ou seja, o Espírito de Cristo presente na sua Palavra e nos sacramentos administrados por ministros [...] devidamente ordenados".
O Simpósio explorou como discordâncias tradicionais podem ser reavaliadas se analisadas no contexto da Missão e da visão do Reino de Deus. Houve menção de uma nova e promissora abordagem em que o diálogo ecumênico seja visto como uma troca de dons, e as conversas francas foram realizadas nos limites da diversidade e do papel da hierarquia de verdades. A discussão também incluiu propostas concretas para incentivar a busca da unidade, mais particularmente a produção de uma Declaração Comum do que se tem conseguido ecumenicamente. Uma possível forma pela qual isso poderia acontecer seria uma afirmação comum da fé no Batismo, incluindo um comentário sobre o Credo dos Apóstolos e a Oração do Senhor.
Os participantes no Simpósio foram tanto experts no diálogo bilateral quanto teólogos mais novos para o ecumenismo. A discussão teológica foi produzida em um nível elevado, e as muitas sugestões positivas que propôs serão levadas à Plenária do Pontifício Conselho em novembro deste ano. Os participantes expressaram gratidão pela oportunidade de discutir em profundidade os desafios reais encontrados na busca pela unidade dos Cristãos, e afirmaram que a possibilidade de convocar reuniões desta natureza é um potencial particular de Roma, indicando o grande serviço que o ministério petrino pode oferecer ao ecumenismo.
Fonte - Canção Nova
Nota DDP: Veja também "Cardeal propõe um catecismo ecumênico".
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Nova direita cresce nos EUA
Se alguém acredita que a dupla Bush-Cheney é a versão mais extrema do conservadorismo americano, é possível que logo comprove que está errado. O movimento conservador em desenvolvimento nos últimos meses nos EUA, alimentado pelo rancor de uma classe média empobrecida e pela ambição de uma nova classe política pós-partidária, rompeu os moldes do republicanismo tradicional e lembra o caráter racista, nacionalista e fanático do fascismo. Por enquanto só lhe falta o ingrediente da violência.O último sinal de alarme foi a recente reunião do movimento Tea Party em Nashville (Tennessee), e o discurso de seu líder mais visível, Sarah Palin, que levou o populismo ao grau de elogiar a ignorância como mostra de autenticidade e de destacar como maior qualidade política de Scott Brown, o recém-eleito senador por Massachusetts, o fato de ser "simplesmente um homem com uma camionete".
Palin é aclamada por seus seguidores pela simplicidade de seu expediente acadêmico, uma simples graduação em jornalismo pela modesta Universidade de Wyoming, contra os títulos da Ivy League que Barack Obama acumula em Columbia e Harvard. O próprio Brown ganhou adeptos pela virilidade abertamente exibida na revista "Cosmopolitan", contra o refinamento pudico dos políticos tradicionais.
A nação dos Tea Party se mostra, com efeito, convencida de ter implementado uma revolução contra a oligarquia de Washington semelhante à que no século 18 expulsou os colonialistas britânicos. De repente, os republicanos com mais "pedigree" estão em perigo diante dessa onda. O governador da Flórida, Charlie Crist, um moderado que no ano passado gozava de 70% de popularidade, hoje se vê superado nas pesquisas por um jovem desconhecido ultrarreligioso chamado Marco Rubio. Até John McCain, o indiscutível vice-rei do Arizona, hoje está seriamente ameaçado por J. D. Hayworth, um charlatão de uma rádio local que, na definição do "New York Times", "todo dia ataca, e nem sempre nesta ordem, a imigração ilegal, a perda de patriotismo no país e tudo o que Obama faz".
Todas as manhãs surge entre as fileiras do Tea Party algum desconhecido que em meia hora da demagogia mais radical ganha 10 pontos nas pesquisas. "O movimento está amadurecendo", afirma Judson Phillips, um dos fundadores desse fenômeno. "As manifestações estavam bem para o ano passado, mas este ano é preciso mudar as coisas, este ano temos de ganhar."
Ganhar o quê? Para conduzir o país aonde? Alguns conservadores moderados e cultos, como Peggy Noonan ou David Brooks, afirmam que não há nada a temer, que esses grupos são enraizados nas tradições libertárias dos EUA e que sua contribuição servirá para dinamizar a vida política do país.
É possível. Certamente, a hostilidade que este movimento manifesta em relação a Obama não se afasta muito da que a esquerda exibiu contra Bush - devem-se lembrar as menções a seu vício em álcool ou sua suposta indigência intelectual - e cabe perfeitamente, portanto, no jogo da democracia.
Mas de um ponto de vista europeu, no que está acontecendo hoje nos EUA, se observa algo mais que isso. Um dos oradores em Nashville afirmou com convicção que "o nascimento de Cristo está melhor documentado que o de Obama". "É africano", gritou uma mulher da platéia. Por trás dessa campanha que nega ao presidente sua cidadania norte-americana, parece esconder-se tanto um sentimento ultranacionalista quanto uma rejeição a sua raça.
Ninguém fala nos EUA sobre esse último fator. Para os que apoiam Obama, pode parecer vantagismo recorrer ao grito de racismo cada vez que se critica o presidente. Seus inimigos, é claro, não admitem esse pecado, por mais que na reunião de Nashville se escutasse só uma voz negra, obviamente exibida para ocultar o caráter puramente branco do movimento. Esse novo conservadorismo reúne muito da frustração do homem branco acumulada desde a liberação feminina, os direitos civis, de todas as leis para a igualdade que foram reduzindo o poder do setor social eternamente dominante. Esse homem branco que tampouco se viu favorecido pelos bons contatos, as amizades úteis, o dinheiro fácil, e que foi engrossando nas últimas décadas uma classe média que foi o orgulho da nação nos anos 1950, mas que foi impiedosamente maltratada pela última revolução tecnológica e a recente crise econômica.
Essa classe média branca ferida dispara contra o que está mais perto: os imigrantes, as minorias raciais, os dirigentes políticos. Tenta reduzir a concorrência, que considera injusta, e pretende que os EUA sejam só para os verdadeiros americanos. Busca a salvação em novas doutrinas, e atende à voz maternal de Palin e aos alaridos patrióticos dos locutores de rádio. Glenn Beck ou Rush Limbaugh se transformam assim nos Walter Conkrite dos novos tempos.
Os conservadores americanos não creem que haja qualquer perigo. Confiam cegamente na força integradora dessa democracia e em sua capacidade indestrutível de conter qualquer ameaça. Mas, de uma óptica europeia, essa combinação de demagogia, racismo, nacionalismo e xenofobia, assumida por uma classe média ferida e agitada, é uma receita muito conhecida e ainda temida. É verdade que o novo movimento conservador americano se orgulha sua defesa da liberdade e ainda não parece compatível com um governo que não garantisse o respeito ao indivíduo. Mas o aroma de Nashville semeia dúvidas, traz más sensações, assusta.
Fonte - BOL
Presidente Lula aprova Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva promulgou nesta quinta-feira (11/2) o acordo assinado em 2008 pelo governo brasileiro com a Santa Sé (Vaticano), que define o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil. Entre outros pontos polêmicos, o acordo, destaca a importância do ensino religioso, "católico e de outras confissões" e o considera "disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental", embora de matrícula facultativa.
O Estatuto foi aprovado pelo decreto 7.107 e publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial. O acordo estabelece normas também sobre o casamento, concede imunidade tributária para entidades eclesiásticas e garante sigilo de ofício dos sacerdotes, entre outros pontos.
Ainda durante a tramitação do decreto legislativo, houve críticas, no Congresso, ao dispositivo que determina que municípios reservem, no planejamento urbano, espaços para atividades religiosas.
A proposta inicial do acordo assinado pelo presidente Lula, em 2008, surgiu por meio do secretário de Estado da Santa Sé, Cardeal Tarcisio Bertone, em uma carta enviada em setembro de 2006. Depois de passar por consulta em diversas áreas do governo, o texto teve breves adaptações sugeridas pelo Ministério das Relações Exteriores. O acordo integral só foi acordado pelas duas partes em novembro do ano passado.
Segundo o embaixador Samuel Pinheiro Neto Guimarães, o Brasil é o país que “abriga a maior população católica do mundo e era o único que não dispunha de acordo sobre a presença da Igreja Católica em seu território”. Em texto, ele afirma ainda que as diretrizes seguidas pelas autoridades brasileiras na negociação do acordo foram a “preservação das disposições da Constituição e da legistação ordinária sobre o caráter laico do estado brasileiro”.
No acordo, o Brasil reconhece à Igreja Católica o direito de desempenhar sua missão apostólica, protege o patrimônio histórico e cultural da Igreja Católica e reconhece a personalidade jurídica das Instituições Eclesiásticas nos termos da legislação brasileira. Um dos artigos dispõe que os “direitos, imunidades, isenções e benefícios das pessoas jurídicas eclesiásticas que prestam também assistência social serão iguais aos das entidades com fins semelhantes, conforme previstos no ordenamento jurídico brasileiro”.
Outro ponto em destaque trata da concessão de visto permanente ou temporário para sacerdotes, membros de institutos religiosos e leigos, que venham exercer atividade pastoral no Brasil, nos termos da legislação brasileira sobre a matéria.
Fonte - Olhar Direto
Nota DDP: Ver também "Governo e Santa Sé firmam acordo sobre ensino religioso".
O Estatuto foi aprovado pelo decreto 7.107 e publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial. O acordo estabelece normas também sobre o casamento, concede imunidade tributária para entidades eclesiásticas e garante sigilo de ofício dos sacerdotes, entre outros pontos.
Ainda durante a tramitação do decreto legislativo, houve críticas, no Congresso, ao dispositivo que determina que municípios reservem, no planejamento urbano, espaços para atividades religiosas.
A proposta inicial do acordo assinado pelo presidente Lula, em 2008, surgiu por meio do secretário de Estado da Santa Sé, Cardeal Tarcisio Bertone, em uma carta enviada em setembro de 2006. Depois de passar por consulta em diversas áreas do governo, o texto teve breves adaptações sugeridas pelo Ministério das Relações Exteriores. O acordo integral só foi acordado pelas duas partes em novembro do ano passado.
Segundo o embaixador Samuel Pinheiro Neto Guimarães, o Brasil é o país que “abriga a maior população católica do mundo e era o único que não dispunha de acordo sobre a presença da Igreja Católica em seu território”. Em texto, ele afirma ainda que as diretrizes seguidas pelas autoridades brasileiras na negociação do acordo foram a “preservação das disposições da Constituição e da legistação ordinária sobre o caráter laico do estado brasileiro”.
No acordo, o Brasil reconhece à Igreja Católica o direito de desempenhar sua missão apostólica, protege o patrimônio histórico e cultural da Igreja Católica e reconhece a personalidade jurídica das Instituições Eclesiásticas nos termos da legislação brasileira. Um dos artigos dispõe que os “direitos, imunidades, isenções e benefícios das pessoas jurídicas eclesiásticas que prestam também assistência social serão iguais aos das entidades com fins semelhantes, conforme previstos no ordenamento jurídico brasileiro”.
Outro ponto em destaque trata da concessão de visto permanente ou temporário para sacerdotes, membros de institutos religiosos e leigos, que venham exercer atividade pastoral no Brasil, nos termos da legislação brasileira sobre a matéria.
Fonte - Olhar Direto
Nota DDP: Ver também "Governo e Santa Sé firmam acordo sobre ensino religioso".
Neve nos EUA é novo front de guerra sobre mudança do clima
Enquanto milhões de pessoas na costa leste dos EUA se escondem em suas casas cobertas de neve, os dois lados do debate climático usam as tempestades para reforçar suas visões.
Céticos do aquecimento estão usando a nevasca recorde para desdenhar de quem alerta para as mudanças climáticas perigosas causadas pelos seres humanos --está mais para resfriamento global, provocam.
A maioria dos climatologistas diz que as tempestades são consistentes com as previsões de que um planeta mais quente produzirá eventos extremos mais frequentes e intensos. Mas alguns cientistas dizem que as nevascas no Nordeste dos EUA não são mais prova de que o planeta está esfriando do que a falta de neve em Vancouver (Canadá) é prova de que ele está esquentando.
Para ilustrar seu ponto de vista, a família do senador republicano James Inhofe (Oklahoma), um dos principais céticos do clima no Congresso, construiu um iglu de dois metros de altura em frente ao Capitólio e pôs em seu topo um cartaz que dizia: "A nova casa de Al Gore". O extremo meteorológico, disse Inhofe, reforça as dúvidas sobre as conclusões dos cientistas de que o aquecimento é "inequívoco".
Bobagem, replica Joseph Romm, especialista em mudança climática que escreve sobre o assunto para a ONG liberal Center for American Progress. "Os ideólogos no Senado ficam forçando informações anticientíficas de que grandes nevascas são evidências contra o aquecimento", escreveu Romm na última quarta-feira.
A guerra em torno das nevascas está acontecendo na esteira de uma série de controvérsias climáticas: nos últimos meses, críticos da ideia do aquecimento global atacaram o relatório de 2007 do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática) e afirmaram que e-mails roubados de um centro de climatologia na Inglaterra levantam dúvidas sobre a integridade acadêmica de alguns cientistas do clima.
Mas os climatologistas dizem que nenhum episódio meteorológico extremo pode ser atribuído a tendências climáticas globais --embora digam que tais eventos ficarão mais frequentes à medida que as temperaturas globais sobem e que o ar carrega mais umidade.
Fonte - Folha
Céticos do aquecimento estão usando a nevasca recorde para desdenhar de quem alerta para as mudanças climáticas perigosas causadas pelos seres humanos --está mais para resfriamento global, provocam.
A maioria dos climatologistas diz que as tempestades são consistentes com as previsões de que um planeta mais quente produzirá eventos extremos mais frequentes e intensos. Mas alguns cientistas dizem que as nevascas no Nordeste dos EUA não são mais prova de que o planeta está esfriando do que a falta de neve em Vancouver (Canadá) é prova de que ele está esquentando.
Para ilustrar seu ponto de vista, a família do senador republicano James Inhofe (Oklahoma), um dos principais céticos do clima no Congresso, construiu um iglu de dois metros de altura em frente ao Capitólio e pôs em seu topo um cartaz que dizia: "A nova casa de Al Gore". O extremo meteorológico, disse Inhofe, reforça as dúvidas sobre as conclusões dos cientistas de que o aquecimento é "inequívoco".
Bobagem, replica Joseph Romm, especialista em mudança climática que escreve sobre o assunto para a ONG liberal Center for American Progress. "Os ideólogos no Senado ficam forçando informações anticientíficas de que grandes nevascas são evidências contra o aquecimento", escreveu Romm na última quarta-feira.
A guerra em torno das nevascas está acontecendo na esteira de uma série de controvérsias climáticas: nos últimos meses, críticos da ideia do aquecimento global atacaram o relatório de 2007 do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática) e afirmaram que e-mails roubados de um centro de climatologia na Inglaterra levantam dúvidas sobre a integridade acadêmica de alguns cientistas do clima.
Mas os climatologistas dizem que nenhum episódio meteorológico extremo pode ser atribuído a tendências climáticas globais --embora digam que tais eventos ficarão mais frequentes à medida que as temperaturas globais sobem e que o ar carrega mais umidade.
Fonte - Folha
Economia europeia volta a pisar no freio
A economia europeia está estagnada e a recuperação foi freada, mesmo com os bilhões de euros injetados pelos governos desde a eclosão da crise em setembro de 2008. Na Grécia, a queda da economia está sendo mais acentuada que em meados de 2009, enquanto a Alemanha interrompeu sua recuperação e confirmou que teve no ano passado a pior recessão desde a 2ª Guerra Mundial. Itália, República Tcheca e outras economias voltaram a ter uma contração de suas economias e a Espanha não consegue sair da recessão.
Dados divulgados ontem pela Comissão Europeia mostram que a recuperação que se esperava dos países ricos promete ser mais lenta do que o previsto, voltando a derrubar as bolsas e o euro.
A UE já estava sendo abalada pela crise da dívida em países como Grécia, Portugal e Espanha. Na quinta-feira, o bloco prometeu ajudar as economias em dificuldades. Mas ainda não saiu nada de concreto.
Agora, os novos números mostram que, além da dívida, os pacotes de resgate não estão sendo suficientes para tirar o bloco da crise, mesmo com os bilhões investidos. Na Grécia, as ações de bancos sofreram perdas de mais de 5%.
...
Fonte - Estadão
Dados divulgados ontem pela Comissão Europeia mostram que a recuperação que se esperava dos países ricos promete ser mais lenta do que o previsto, voltando a derrubar as bolsas e o euro.
A UE já estava sendo abalada pela crise da dívida em países como Grécia, Portugal e Espanha. Na quinta-feira, o bloco prometeu ajudar as economias em dificuldades. Mas ainda não saiu nada de concreto.
Agora, os novos números mostram que, além da dívida, os pacotes de resgate não estão sendo suficientes para tirar o bloco da crise, mesmo com os bilhões investidos. Na Grécia, as ações de bancos sofreram perdas de mais de 5%.
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Fonte - Estadão
França pretende triplicar câmeras de vigilância em áreas públicas
O ministro de Interior da França, Brice Hortefeux, disse neste sábadoo que um novo esquema está sendo montado para aumentar a segurança no país, a partir do qual o número de câmeras de vigilância em espaços públicos deverá ser triplicado, para 70 mil unidades.
Em entrevista à rádio "Europe 1", Hortefeux disse que as câmeras são de "proteção" e que novas unidades serão instaladas porque "a criminalidade diminuiu duas vezes mais rápido" nos municípios em que foram colocadas.
O ministro explicou ainda que as câmeras poderão ajudar a esclarecer algumas ocorrências, como conflitos registrados durante intervenções da polícia.
De acordo com o projeto de lei que está tramitando no Legislativo, o governo francês poderá colocar câmeras mesmo nas cidades que não quiserem, mas só se o objetivo dos dispositivos for combater o terrorismo ou proteger instalações de importância vital, como usinas nucleares, e centros de interesse nacionais.
Embora o Executivo nacional vá pagar as despesas de instalação do sistema de vigilância, autoridades locais eleitas pela oposição socialista manifestaram sua preocupação com os custos que a manutenção do sistema acarretarão para suas Administrações.
Fonte - Último Segundo
Em entrevista à rádio "Europe 1", Hortefeux disse que as câmeras são de "proteção" e que novas unidades serão instaladas porque "a criminalidade diminuiu duas vezes mais rápido" nos municípios em que foram colocadas.
O ministro explicou ainda que as câmeras poderão ajudar a esclarecer algumas ocorrências, como conflitos registrados durante intervenções da polícia.
De acordo com o projeto de lei que está tramitando no Legislativo, o governo francês poderá colocar câmeras mesmo nas cidades que não quiserem, mas só se o objetivo dos dispositivos for combater o terrorismo ou proteger instalações de importância vital, como usinas nucleares, e centros de interesse nacionais.
Embora o Executivo nacional vá pagar as despesas de instalação do sistema de vigilância, autoridades locais eleitas pela oposição socialista manifestaram sua preocupação com os custos que a manutenção do sistema acarretarão para suas Administrações.
Fonte - Último Segundo
Conflito Cósmico - A Origem do Mal
Fonte - O Tempo Final
Nota DDP: Produção do Ministério americano "Amazing Facts", dirigido pelo Pr. Doug Bachelor, que pode ser adquirida aqui. Outras programações do mesmo Ministério:
- "As mais surpreendentes profecias"
- "O Código Profético"
- "Eventos Finais"
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Viva esperança do Papa nos progressos do diálogo luterano-católico
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- Ao receber hoje uma delegação da Igreja Evangélica Luterana na América, Bento XVI expressou sua satisfação pelos resultados alcançados até agora no diálogo luterano-católico e augurou que possam representar uma sólida base sobre a qual é preciso construir o futuro.
“Desde o início do meu pontificado, alentou-me que as relações entre católicos e luteranos tenham continuado crescendo, especialmente no âmbito da colaboração prática ao serviço do Evangelho”, confessou aos seus hóspedes, a quem encontrou na sala contígua à Paulo VI.
“Espero profundamente que a continuação do diálogo luterano-católico, tanto nos Estados Unidos como no resto do mundo, ajude a construir a partir dos acordos alcançados até agora”, acrescentou.
...
A Igreja Evangélica Luterana da América foi fundada em 1988. Tem mais de 4 milhões de fiéis e está presidida pelo bispo Mark Hanson, presente hoje na audiência geral com o Papa.
Fonte - Zenit
“Desde o início do meu pontificado, alentou-me que as relações entre católicos e luteranos tenham continuado crescendo, especialmente no âmbito da colaboração prática ao serviço do Evangelho”, confessou aos seus hóspedes, a quem encontrou na sala contígua à Paulo VI.
“Espero profundamente que a continuação do diálogo luterano-católico, tanto nos Estados Unidos como no resto do mundo, ajude a construir a partir dos acordos alcançados até agora”, acrescentou.
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A Igreja Evangélica Luterana da América foi fundada em 1988. Tem mais de 4 milhões de fiéis e está presidida pelo bispo Mark Hanson, presente hoje na audiência geral com o Papa.
Fonte - Zenit
A Doutrina Social é o anúncio da Verdade de Cristo na Sociedade
ROMA, quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org). – No primeiro dos encontros de 2010 na Catedral de Roma, ocorrido nessa segunda-feira, o cardeal Camilo Ruini explicou a relevância da Doutrina Social da Igreja como uma verdadeira revolução antropológica, cuja proposta é anunciar a verdade de Cristo na sociedade.
O tema do encontro, organizado pelo Vicariato de Roma, foi “Caritas in veritate. Reflexões sobre seus fundamentos antropológicos”.
Apresentando o tema, o cardeal Agostino Vallini, vigário de Roma, precisou que com a encíclica Caritas in Veritate, o Papa ofereceu à Igreja e a todos os homens de boa vontade uma reflexão de grande empenho argumentativo acerca do desenvolvimento humano, um documento orgânico de análise e de propostas por um mundo novo; poderíamos dizer, um manual ético para a economia e também – em certo sentido – um guia para a política. Enfim, um texto de ampla inspiração e esperança”.
“Para o Papa Bento XVI” – acrescentou o purpurado – nenhuma questão que diga respeito ao homem – incluída a questão social – pode prescindir de remeter aos fundamentos. O conceito de homem não muda, e o modo pelo qual são interpretadas as relações entre homem e natureza, homem e liberdade, homem e trabalho, homem e economia, alteram, consequentemente, o conceito de sociedade, o escopo do processo econômico, as regras e objetivos do desenvolvimento”.
...
“Quando se considera a centralidade do homem, sob a ótica da ética e da lei natural, é inevitável a questão sobre Deus”, explicou.
A conclusão da encíclica abre-se assim com uma afirmação contundente, que representa a instância central do magistério de Bento XVI: “Sem Deus, o homem não sabe para onde ir, e não é capaz nem sequer de compreender quem é”.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: Onde se lê "lei natural", como já debatido inúmeras vezes neste espaço, entenda-se mandamentos católicos. O que se prega portanto, em todos estes documentos citados,nada mais é que o retorno aos mandamentos para garantia de sobrevivência do homem nas mais diversas áreas.
O tema do encontro, organizado pelo Vicariato de Roma, foi “Caritas in veritate. Reflexões sobre seus fundamentos antropológicos”.
Apresentando o tema, o cardeal Agostino Vallini, vigário de Roma, precisou que com a encíclica Caritas in Veritate, o Papa ofereceu à Igreja e a todos os homens de boa vontade uma reflexão de grande empenho argumentativo acerca do desenvolvimento humano, um documento orgânico de análise e de propostas por um mundo novo; poderíamos dizer, um manual ético para a economia e também – em certo sentido – um guia para a política. Enfim, um texto de ampla inspiração e esperança”.
“Para o Papa Bento XVI” – acrescentou o purpurado – nenhuma questão que diga respeito ao homem – incluída a questão social – pode prescindir de remeter aos fundamentos. O conceito de homem não muda, e o modo pelo qual são interpretadas as relações entre homem e natureza, homem e liberdade, homem e trabalho, homem e economia, alteram, consequentemente, o conceito de sociedade, o escopo do processo econômico, as regras e objetivos do desenvolvimento”.
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“Quando se considera a centralidade do homem, sob a ótica da ética e da lei natural, é inevitável a questão sobre Deus”, explicou.
A conclusão da encíclica abre-se assim com uma afirmação contundente, que representa a instância central do magistério de Bento XVI: “Sem Deus, o homem não sabe para onde ir, e não é capaz nem sequer de compreender quem é”.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Onde se lê "lei natural", como já debatido inúmeras vezes neste espaço, entenda-se mandamentos católicos. O que se prega portanto, em todos estes documentos citados,nada mais é que o retorno aos mandamentos para garantia de sobrevivência do homem nas mais diversas áreas.
Terremoto de magnitude 5,7 atinge a região da Indonésia
Um tremor de magnitude 5,7 atingiu nesta sexta-feira (horário local) a costa da Ilha de Java, na Indonésia, segundo o Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA.
O tremor ocorreu às 2h43 de sexta (16h43 de quinta em Brasília), a 215 km de Denpasar e a 900 km da capital, Jacarta, e a uma profundidade de 53,9 km.
Ainda não há informação sobre o impacto. Não houve alerta imediato de tsunami.
Fonte - G1
Nota DDP: Veja também "Dois fortes tremores sacodem o norte de Honduras" e "Terremoto de 4,3 graus atinge cidade na costa do Peru".
O tremor ocorreu às 2h43 de sexta (16h43 de quinta em Brasília), a 215 km de Denpasar e a 900 km da capital, Jacarta, e a uma profundidade de 53,9 km.
Ainda não há informação sobre o impacto. Não houve alerta imediato de tsunami.
Fonte - G1
Nota DDP: Veja também "Dois fortes tremores sacodem o norte de Honduras" e "Terremoto de 4,3 graus atinge cidade na costa do Peru".
Rio de Janeiro tem 2ª pior sensação de calor do mundo
Com o calor que não dá trégua para os cariocas, o Rio já está entre os lugares mais quentes do mundo e registrou nesta quarta-feira (10) a segunda maior sensação térmica do planeta.
Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, às 13h foi registrada uma das maiores sensações térmicas do planeta: 43,9 graus. Perdeu apenas para Ada, em Gana, no continente africano.
O bairro de Jacarepaguá ficou em segundo lugar entre as mais de 3,2 mil estações de medição ligadas à organização meteorológica mundial.
O deserto do Saara também não foi páreo. A sensação térmica mais quente no verão do deserto hoje foi de 40 graus. Nem os camelos estão sofrendo tanto quanto os cariocas.
A chuva da noite de terça não trouxe refresco. E nunca fevereiro teve um início de mês tão quente na história das medições do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em cem anos. A média dos nove primeiros dias do mês foi de 39,7°C.
...
Fonte - Correio
Nota DDP: Veja também "Onda de calor já deixou mais de 30 mortos no Paraguai" e "Onda de calor causa morte de 32 idosos em Santos".
Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, às 13h foi registrada uma das maiores sensações térmicas do planeta: 43,9 graus. Perdeu apenas para Ada, em Gana, no continente africano.
O bairro de Jacarepaguá ficou em segundo lugar entre as mais de 3,2 mil estações de medição ligadas à organização meteorológica mundial.
O deserto do Saara também não foi páreo. A sensação térmica mais quente no verão do deserto hoje foi de 40 graus. Nem os camelos estão sofrendo tanto quanto os cariocas.
A chuva da noite de terça não trouxe refresco. E nunca fevereiro teve um início de mês tão quente na história das medições do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em cem anos. A média dos nove primeiros dias do mês foi de 39,7°C.
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Fonte - Correio
Nota DDP: Veja também "Onda de calor já deixou mais de 30 mortos no Paraguai" e "Onda de calor causa morte de 32 idosos em Santos".
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Scanners corporais
As afirmações de autoridades britânicas de que scanners de raio-x de pessoas embarcando em aeroportos seriam destruídas logo após sua passagem por eles foram provadas falsas. Imagens do ator de filmes indianos Shahrukh Khan foram impressas e circularam pelo aeroporto de Heathrow, em Londres.
Os scanners têm causado polêmica por mostrar, com boa resolução, a pessoa nua. Khan teria descoberto o caso após ver autoridades de segurança do aeroporto com um papel na mão. O ator acreditou se tratar de um formulário e pediu para assinar, quando foi mostrada a figura, ele a autografou e devolveu.
Além da questão de invasão de privacidade, o Comitê Interagência para Segurança e Radiação acredita que os scanners podem ser uma ameaça. O grupo pede um estudo mais aprofundado sobre os efeitos que a radiação pode ter na saúde dos passageiros.
Fonte - Opinião e Notícia
Os scanners têm causado polêmica por mostrar, com boa resolução, a pessoa nua. Khan teria descoberto o caso após ver autoridades de segurança do aeroporto com um papel na mão. O ator acreditou se tratar de um formulário e pediu para assinar, quando foi mostrada a figura, ele a autografou e devolveu.
Além da questão de invasão de privacidade, o Comitê Interagência para Segurança e Radiação acredita que os scanners podem ser uma ameaça. O grupo pede um estudo mais aprofundado sobre os efeitos que a radiação pode ter na saúde dos passageiros.
Fonte - Opinião e Notícia
Total de mortos do Haiti chega a 230 mil e supera o do tsunami de 2004
O número de pessoas mortas em consequência do terremoto que atingiu o Haiti no dia 12 de janeiro chegou a 230 mil, segundo afirmou o governo do país nesta terça-feira.
O novo total supera em 18 mil a estimativa anterior, feita na semana passada, e ultrapassa algumas estimativas do número de mortes no tsunami que atingiu o sudeste asiático em dezembro de 2004.
Um relatório do Centro de Pesquisas sobre Epidemiologia de Desastres encomendado pela ONU e publicado em janeiro indicava o tsunami de 2004 como o desastre mais mortífero da primeira década do milênio, com cerca de 220 mil mortes.
...
Fonte - BBC
O novo total supera em 18 mil a estimativa anterior, feita na semana passada, e ultrapassa algumas estimativas do número de mortes no tsunami que atingiu o sudeste asiático em dezembro de 2004.
Um relatório do Centro de Pesquisas sobre Epidemiologia de Desastres encomendado pela ONU e publicado em janeiro indicava o tsunami de 2004 como o desastre mais mortífero da primeira década do milênio, com cerca de 220 mil mortes.
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Fonte - BBC
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