segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Religiosos da Índia preocupados com o aquecimento global
O encontro foi organizado pelo “Tarumitra” um centro católico indiano comprometido na defesa do meio ambiente com sede em Patna, no Estado de Bihar. Na declaração final os delegados da Conferência dos religiosos e das religiosas indianas destacaram como a atual crise ecológica global diz respeito a toda a humanidade, mas os primeiros a pagar são os pobres.
“O grito da terra – lê-se no texto – é também o grito dos pobres”. Neste momento estão ameaçados os recursos vitais do planeta como a água, as florestas, a terra cada vez mais poluída, enquanto o aquecimento global provocado pela emissão de gases aumenta o número e a intensidade dos fenômenos meteorológicos extremos e a poluição causa problemas à saúde de milhões de pessoas, sobretudo em países em via de desenvolvimento.
Para salvar o planeta – é a mensagem da Conferência – todos podemos fazer algo e os religiosos e as religiosas indianas também devem dar a sua contribuição. Por isso a associação pretende incentivar os seus membros a realizarem pequenos gestos que possam ajudar: da escolha do tipo de vestido eco-compatível, ao uso, onde é possível, de meios de transporte ecológicos, da utilização de lâmpadas de baixo consumo energético, à reciclagem de sacolas de plástico e embalagens, e o uso da energia solar.
O documento propõe também várias iniciativas em vários setores para sensibilizar religiosos e fiéis: a inserção da ecologia entre as matérias de ensino nos seminários, a promoção de grupos de serviço de pastoral do ambiente e de programas eco-espirituais, campanhas de informação nos meios de comunicação, uma mais estreita colaboração com as organizações ambientalistas e com as populações aborígines, mais sensíveis a este tema. (SP)
Fonte - Radio Vaticano
Forte terremoto atinge a China
A TV estatal disse que não há informações sobre mortos ou feridos.
“Nós estamos no 10º andar. Senti um forte tremor há cerca de 10 minutos, mas não houve danos”, disse um oficial do governo que informou apenas o sobrenome, Wang.
O abalo também foi sentido em Golmud, uma cidade industrial.
A agência de notícias Xinhua disse que algumas casas em Da Qaidam, perto do epicentro, tiveram as paredes danificadas. As escolas tiveram de ser fechadas.
Em maio, um terremoto em Sichuan deixou cerca de 90 mil mortos.
Fonte - G1
Estabilizar clima pode ser inviável
O veredicto está no "Panorama Global de Energia 2008", documento que apresenta as tendências do cenário energético mundial. O período analisado vai de 2006 a 2030.
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Fonte - Folha
EUA: mais 2 bancos decretam falência por crise
As instituições afetadas são o Franklin Bank, de Houston, no Texas, e o Security Pacific Bank, de Los Angeles, na Califórnia, cujos depósitos serão adquiridos por outras entidades concorrentes.
A Corporação Federal de Seguros de Depósitos (FDIC, em inglês) informou que o Franklin Bank, que tem ativos brutos no valor de US$ 5 bilhões, passará a fazer parte do texano Prosperity Bank, que assumiu seus depósitos e uma parte de seus valores.
A FDIC assumirá os outros encargos do banco, o que terá um custo para a instituição de US$ 1,6 bilhão.
No caso do Security Pacific Bank, que conta com ativos de US$ 560 milhões, os depósitos e alguns dos ativos serão absorvidos pelo Pacific Western Bank, também de Los Angeles.
O resto dos encargos serão assumidos pela Corporação Federal de Seguros de Depósitos, que, segundo um de seus porta-vozes, David Barr, terá um custo para a instituição de US$ 210 milhões.
Neste ano, 19 bancos americanos fecharam por problemas financeiros, um número que contrasta com os três bancos que faliram entre junho de 2004 e fevereiro de 2007, segundo o jornal Los Angeles Times.
Fonte - Invertia
Canadá: degelo no Ártico cresce de maneira surpreendente
Blocos de gelo totalizando 214 quilômetros quadrados desapareceram este ano na costa norte da ilha Ellesmere, no Ártico canadense. A extensão corresponde a 23% da área de gelo do Canadá, ou numa comparação, o triplo da área da ilha de Manhattan.
A plataforma de Ward Hunt, a maior do Canadá, perdeu 40% de sua área, enquanto a geleira Markham, com total de 50km², se desprendeu completamente da ilha e está à deriva no Oceano Ártico.
Dois blocos de gelo também se desprenderam da plataforma Serson, reduzindo sua área em 60%.
O pesquisador Derek Mueller, ressalta a rapidez das mudanças na região. "Essas mudanças são irreversíveis nas condições climáticas atuais e indicam que as condições ambientais que mantiveram essas geleiras em equilíbrio durante anos já não estão mais presentes", disse Mueller.
A perda do gelo no Ártico tem sérias implicações globais. A superfície reflete a energia do Sol e ajuda a controlar a temperatura da Terra. Sem as imensas plataformas de gelo, o mar e a Terra absorvem toda a radiação solar, o que poderá acelerar ainda mais o aquecimento do planeta.
Fonte - Apolo 11
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
O Fim Virá e Não Tardará!
Li numa publicação religiosa uma declaração em que o articulista procura ridicularizar Guilherme Miller, pioneiro do movimento adventista, em relação à sua crença na volta de Jesus para 1844. Nas conferências sobre o ameaçador fim do mundo, dizia o artigo, contavam-se até 15 mil ouvintes. “Mas Miller errou feio, em seus cálculos, como tantos ‘profetas’ de antes e depois dele.”
Esse “servo mau” continua dizendo que os cientistas que estudaram e estudam o Universo bem mais que Miller, também concordam que o mundo vai ter um fim. Mas esse dia está muito distante. Descartando o fim do mundo relacionado com a volta de Jesus, esse “servo mau” diz que não há como fugir do fim que se dará “daqui a 6,5 bilhões de anos”, quando a Terra, pelo excessivo calor do Sol, se fundirá. “Pelo visto”, acrescenta ele, “é tolice alimentar o medo do fim do mundo neste e nos séculos vindouros”.
Concluindo a desastrada declaração, ele diz: “Se pessoas me perguntarem se há algo de verdadeiro em todos esses anúncios do fim dos tempos, responderei, para tranqüilizá-las, que este ainda está longe.” O “servo mau” da parábola também disse: “O meu senhor tarde virá.”
Quem, na lucidez de sua inteligência, pode acreditar em tamanha insensatez, se a cada momento estamos nos defrontando com o fantasma do suicídio ecológico em todos os sentidos? A contaminação do ar, a contaminação da água, a poluição do meio ambiente, o desaparecimento dos recursos naturais não renováveis, a ameaça do famoso “buraco” na camada de ozônio, a ameaça do aquecimento global e o derretimento das geleiras, a falta de alimento e de água potável. Essas são apenas algumas das calamidades que nos aguardam e nos assustam, caso esse mundo dure não bilhões de anos, mas poucas décadas, como prevêem alguns cientistas conscientes.
Mantenhamos esperança e fé inabaláveis na promessa de que o reino de nosso Senhor Jesus Cristo virá logo. Sua vinda será fatal para os ímpios e motivo de felicidade para os salvos. Jesus será o Soberano universal que reinará com Seus súditos, pela graça de Deus!
REFLEXÃO: “Ainda um poucochinho de tempo, e O que há de vir virá, e não tardará” (Hb 10:37, ARC).
Fonte - CPB
Outra crise nos EUA?
O primeiro é uma entrevista do ex-Secretário de Estado do Governo Bush, Gen. Colin Powell, o outro do novo vice-presidente americano Joseph Biden. O primeiro aparentemente não padece de edições, embora seja um pouco difícil entender se a manifestação transcrita abaixo decorre da própria pergunta do entrevistador, ou de um "escorregão" do entrevistado. O segundo é muito difícil dizer qualquer coisa, inclusive porque só se tem o áudio.
Procurei estas declarações na net e só as achei em sites especulativos e conspiracionistas. Decidi não colocá-los no blog, até que li esta afirmativa:
O vice-presidente eleito Joseph Biden advertiu durante a campanha que é certo que alguma potência estrangeira não vai demorar a colocar à prova a inexperiência de Obama.
Fonte - AFP
Como esta afimação se alinha um pouco com os vídeos, entendi conveniente postar.
Portanto, aqui vão os vídeos, e que cada um os considere com sabedoria, podem não traduzir absolutamente nada ou, podem ser prenúncio de uma grande crise já no começo do ano que vem. O princípio deste espaço é veicular a informação, considerando as possibilidades.
"Haverá uma crise, o qual virá entre os dias 21 e 22 de janeiro, sobre o qual nós sequer sabemos do que se trata" (?!?!) (Gen. Colin Powell)
"Guardem minhas palavras, guardem minhas palavras, não serão seis meses antes do mundo testar Barack Obama como fizeram com JFK. Lembrem-se do que eu disse em pé aqui na sua sala, se você não escutou nada mais do que eu disse - vejam, nós teremos uma crise internacional - uma CRISE FABRICADA - para testar a capacidade deste rapaz e ele terá de fazer coisas realmente duras - Eu não sei qual será a decisão a ser tomada, mas eu prometo que ela ocorrerá, eu garanto que isso era ocorrer." (Joseph Biden?)
Fonte - Digital Journal
Nenhum dos sites consultados têm caráter religioso. De qualquer forma, os norte-americanos adoram uma teoria do conspiração...
Cardeal Ruini e embaixadora americana debatem sobre laicidade
Por sua parte, a embaixadora dos Estados Unidos na Santa Sé, Mary Ann Glendon, começou sua colocação citando as palavras do pensador francês Alexis de Tocqueville, que dizia que «todos os que amam a liberdade deveriam apressar-se em chamar a religião em sua ajuda», porque «deveriam saber que não se pode estabelecer o reino da liberdade sem os bons costumes nem criar bons costumes sem a fé».
A embaixadora explicou deste modo que um conceito positivo de laicidade «não só permite a co-existência pacífica entre muitas religiões, mas lhes permite também prosperar».
A embaixadora citou as palavras do Papa, que disse que nos Estados Unidos «a dimensão religiosa, na diversidade de suas expressões, não é só tolerada, mas também valorizada como a alma da nação ou como uma garantia fundamental de direitos e deveres humanos».
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Fonte - Zenit
Obama e a profecia
O senador democrata pelo Estado de Illinois é casado desde 1992 com Michelle Obama, com que tem duas filhas, Malia Ann e Natasha “Sasha”. Obama é graduado em Ciências Públicas pela Universidade de Columbia e em Direito pela Universidade de Harvard. Fato interessante é que Obama estudou em colégio católico, é filho de pai muçulmano e professa a fé evangélica. A tônica da campanha do 44º presidente dos Estados Unidos, que deve assumir no dia 20 de janeiro, foi a palavra “mudança”.
Em 1963, o pastor batista Martin Luther King profetizou: “Tenho um sonho que meus quatro filhos viverão, um dia, em um país onde não sejam julgados pela cor de sua pele, e sim por seu caráter”. Este dia chegou. “Sei que meu pai estaria orgulhoso dos Estados Unidos”, declarou a filha do ativista, morto no dia 4 de abril de 1968, Bernice, em entrevista à TV, segundo a agência France Press.
Após um breve e necessário histórico da vida do novo presidente dos Estados Unidos, vamos falar sobre o papel de Obama na profecia bíblica. Apocalipse (Revelação de Jesus Cristo) 13 fala de duas bestas que, em profecia, significam poderes.
Nos primeiros 10 versículos, a Bíblia faz menção à Igreja Católica. O texto: “e deu-se-lhe poder para continuar por quarenta e dois meses” (Apocalipse 13: 5) significa o domínio da Igreja Romana por 1260 dias (42 meses X 30 dias) proféticos ou 1260 anos. Em profecia, um dia equivale a um ano (ver Números 14:34 e Ezequiel 4:6).
Os 1260 anos se referem ao período de 538 a 1798 de nossa era, quando o papado “dominou” o mundo. No livro O Grande Conflito, Ellen White relata que em 1798 “um exército francês entrou em Roma e tomou prisioneiro o papa, que morreu no exílio. Posto que logo depois fosse eleito novo papa, a hierarquia papal nunca pôde, desde então, exercer o poder que antes possuíra”.
O poder do Vaticano era superior ao de reis e reinados e se colocava no lugar de Deus quando trazia para si adoração, intercessão e perdão de pecados, atributos que só pertencem a Deus. Venda da salvação por meio de indulgências e mistura da pura religião de Jesus com os ritos pagãos do Império Romano (observância do domingo, adoração a imagens, conceder caráter divino ao papa – antes era ao imperador vigente) foram outros erros cometidos pelo poder mencionado em Apocalipse 13.
A outra besta ou poder são os Estados Unidos. Apocalipse 13:12 diz que os Estados Unidos exercem “todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada”. A chaga mortal de 1798 foi curada quando, em 1929, Benito Mussolini assinou um tratado devolvendo as terras ao Estado do Vaticano.
Com relação aos Estados Unidos como besta, cabe o texto explicativo da escritora norte-americana Ellen White: “E tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro” (Apocalipse 13:1). Os chifres semelhantes aos do cordeiro indicam juventude, inocência e brandura, o que apropriadamente representa o caráter dos Estados Unidos, quando apresentados ao profeta como estando a “subir” em 1798. Entre os exilados cristãos que primeiro fugiram para a América do Norte e buscaram asilo contra a opressão real e a intolerância dos sacerdotes, muitos havia que se decidiram a estabelecer um governo sobre o amplo fundamento da liberdade civil e religiosa. Suas idéias tiveram guarida na Declaração da Independência, que estabeleceu a grande verdade de que “todos os homens são criados iguais”, e dotados de inalienável direito à “vida, liberdade, e procura de felicidade”.
Os textos utilizados até agora serviram como base para abordar o papel de Barack Obama na profecia. O novo presidente dos Estados Unidos é a esperança de um mundo melhor, esperança de paz, de mudanças.
Obama venceu porque todos esperam que ele realize câmbios radicais na política e na economia local e mundial. Um leitor da Folha On-line comentou assim a vitória do democrata: “A esperança nasce em todo planeta… A esperança de um mundo suficiente, sem racismo, sem violência e sem a guerra do Iraque que envergonhou os Estados Unidos e consternou o mundo.” Esquecemos que a única esperança é Jesus, “o Caminho, a Verdade e a Vida”!
Voltando a Apocalipse 13, o versículo 12 diz que os Estados Unidos farão com que “a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta”, que segundo já vimos é o papado. Mais adiante, a Bíblia diz que ninguém poderá comprar ou vender senão os que tiverem a marca da besta.
Ellen White profetiza: “Os Estados Unidos são o poder representado pela besta de chifres semelhantes aos do cordeiro, e que esta profecia se cumprirá quando aquela nação impuser a observância do domingo, que Roma alega ser um reconhecimento especial de sua supremacia. Mas nesta homenagem ao papado os Estados Unidos não estarão sós. A influência de Roma nos países que uma vez já lhe reconheceram o domínio está ainda longe de ser destruída.”
A escritora cristã tinha razão. De acordo com a embaixadora do Brasil no Vaticano, Vera Machado, o Vaticano tem acordos assinados para a regulamentação da Igreja Católica em mais de 100 países. Regulamentar significa tornar a Igreja como religião oficial do Estado. O governo Lula não aceitou o pedido de Bento XVI e optou “preservar e consolidar o país como Estado laico”, ou seja, sem religião oficial.
Os Estados Unidos cumprirão os propósitos de Roma, e esta, daquele. A nação mais poderosa do mundo tem poder cultural, exercido através de filmes e seriados que “impõem” seu estilo de vida e ideologia, poder armamentista e financeiro. O Vaticano tem poder religioso e financeiro, pois defraudou o mundo por 1260 anos.
Os Estados Unidos precisam de dinheiro para tapar os buracos de uma economia que viveu anos à mercê de especuladores e do consumismo de seus cidadãos. O papado necessita de poder, se necessário bélico, para impor a adoração a um falso dia de descanso.
O jesuíta Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, expressou o desejo do Vaticano de que Barack Obama sirva “eficazmente à justiça por meio das vias adequadas para promover a paz no mundo”.
Em sua visita aos Estados Unidos, em abril deste ano, o papa Bento XVI foi tratado com status de estrela de rock. Milhares de jovens utilizavam camisetas com a frase: “I belong to Pope” (Eu pertenço ao Papa). Os americanos batizaram o avião do Papa de “Shepherd One” (Pastor Um ou Pastor Principal).
Nem no Brasil, considerado o país com o maior número de católicos no mundo, Bento XVI teve tanto sucesso. Na missa feita na cidade de Aparecida, interior de São Paulo, no dia 13 de maio de 2007, participaram 150 mil pessoas das 500 mil esperadas.
Em junho deste ano, George W. Bush foi recebido no Vaticano. Bento XVI quebrou o protocolo e o levou a passear pelos Jardins Vaticanos.
Em setembro, ao inaugurar a 63º seção da ONU, em Nova Iorque, o secretario geral do organismo, Ban Ki-Moon, advertiu que o mundo enfrenta um “desafio de liderança” para lidar com a tormenta financeira, que se soma a uma crise energética e alimentícia.
Na ocasião, o presidente paraguaio, Fernando Lugo, ex-padre, manifestou apoio ao fortalecimento da ONU e à recuperação das funções da Assembléia como órgão de maior representatividade e fez um chamado a que essa se converta em parlamento mundial. Parlamento é onde se fazem leis.
Biblicamente, os Estados Unidos e o Vaticano se unem nestes últimos dias para impor uma lei dominical mundial. Os que adorarem a imagem da besta (domingo) estarão em clara oposição ao quarto mandamento de Deus (ler Êxodo 20:8-11), que O exalta como Criador.
A eleição presidencial norte-americana evidencia que a nação tem tradições que favorecem a observância do domingo. A data da votação, a primeira terça-feira de novembr0, é um exemplo disto. Como antigamente os Estados Unidos era uma nação agrícola, o início de novembro era uma data que intermediava entre o fim da colheita e o início do inverno, e era escolhida para que os votantes camponeses pudessem participar com tranqüilidade. A terça-feira era designada em virtude de que, no domingo, os agricultores assistiam aos cultos em suas igrejas e viajavam na segunda.
O mundo quer mudanças e necessita de um líder para efetuá-las. A Bíblia não apresenta um período de paz para os nossos dias, em que a depravação moral e o amor de muitos se esfria mais e mais.
Barack Obama é carismático, inteligente, perito em leis. O mundo espera muito dele, assim como do papa Bento XVI. As palavras de ambos poderão ressoar doces aos ouvidos. Contudo, analise se as mesmas não estarão em desacordo com a Palavra de Deus. Não apenas as palavras de Obama e do líder da Igreja Católica, mas as de qualquer pessoa.
Atenção, muita atenção, pois a Bíblia diz que “quando disserem: Há paz e segurança; então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão” (I Tessalonicenses 5:3).
O mundo caminha para as suas cenas finais. Alegremo-nos, regozijemo-nos, alcemos nossos olhos e, principalmente, preparemo-nos, pois nossa geração verá Jesus voltar! A Bíblia caracteriza o povo que estará preparado para encontrar com Cristo nos ares. Eles são “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12).
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Márcio Basso Gomes
Jornalista da Rede Novo Tempo
Fonte - Advir
Obama deverá unir progressistas e conservadores
Essa escolha pelo bipartidarismo será uma resposta ao enorme anseio da população gerado tanto pela angústia da crise financeira como pelo marketing eleitoral da campanha que teve como bandeira a "mudança".
Para analistas, Obama será pressionado a apresentar soluções para conter a crise
"É muito difícil descrever como será o governo em uma palavra. Podemos dizer que será um 'mix' entre o governo progressista, conservador e liberal. A população neste momento passa por uma grande crise e exige resultados imediatos", afirma Paul Maslin, analista político democrata, sócio da Fairbank, Maslin, Maullin & Associates, sediada em Madison, Wisconsin [...]
Para o professor de Ciências Políticas da Universidade Estadual de Kennesaw, na Geórgia, Kerwin Swint, a administração de Obama irá tender para o "equilíbrio" entre democratas e republicanos, mas as diferenças serão sentidas em decisões relacionadas a política de taxas e a Guerra do Iraque [...]
Fonte: Folha Online
NOTA: Daqui para frente, a tendência será de "união" (leia-se sincretismo) em todos os setores, a começar pela política norte-americana (ecumenismo político). Os partidos aparentemente deixarão de lado suas diferenças e se unirão em torno de causas comuns (mudanças climáticas, combate ao terrorismo...).
Fonte - Minuto Profético
O Deus de Barack Obama
Apesar disso, ainda de acordo com o autor, durante a campanha era muito comum correligionários usarem palavras como "chamado", "escolhido" e "abençoado" para descrever o político. "Embora esses termos tenham pertencido ao discurso da direita religiosa, agora estão se tornando expressões correntes de uma esquerda religiosa a despertar de um movimento progressivo baseado na fé", defende Stephen Mansfield.
O livro revela um Obama responsável por uma virada na história religiosa dos Estados Unidos. Mansfield apresenta números de pesquisas de opinião realizadas em fevereiro de 2008 que mostram a preferência de eleitores evangélicos praticantes por um candidato democrata. Em contrapartida, no pleito que elegeu George W. Bush, esse número chegava a 62% em favor dos republicanos, partido do atual presidente. "Os números atuais mostram que os eleitores evangélicos, historicamente um suporte para políticos republicanos, começaram a abandonar o partido", analisa o autor.
Episódios curiosos a respeito da biografia de Obama também estão no livro. Desde 1985, Obama freqüenta uma igreja evangélica, mesmo assim, Mansfield chama a atenção para os questionamentos do democrata a respeito da fé cristã. Para ele, a religião de Obama é uma fé que admite dúvida, incerteza e mistério. "Há aspectos da tradição cristã com os quais me sinto confortável e outros com os quais não me sinto. Há passagens da Bíblia que fazem todo o sentido pra mim e outras sobre as quais eu digo não tenho certeza disso", revela o biografado. O livro relembra ainda a curiosa entrevista que Obama concedeu ao apresentador Jay Leno na qual foi perguntado se havia tragado quando fumou maconha. Barack respondeu "Essa é a idéia".
(Escritório de Comunicação Lu Fernandes)
Fonte - Michelson Borges
"A mudança chegou" - 3
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O mundo volta a se apaixonar pelos EUA depois da vitória de Obama
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Shirley Mellor, uma britânica de 62 anos, explica que o governo Bush virou motivo de piada.
"Por isso Obama é tão importante. Isso vai influenciar o mundo inteiro", afirma.
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Peter Guttman, diretor do Centro de Política e Relações Internacionais SAIS da Universidade John Hopkins, adverte que ter expectativas exageradas sobre Obama pode levar a uma grande decepção.
"Não devemos achar que esse homem é um novo Messias porque não é. Ele não vai resolver todos os nossos problemas", enfatizou.
Fonte - AFP
Barack Obama eleito Presidente dos EUA: uma nova esperança para o mundo
Barack Obama foi eleito presidente dos Estados Unidos com números esmagadores, mobilizou milhões de pessoas de todas as camadas sociais, despertou uma nova geração de eleitores para o fenómeno político, promete mudar a América e também alterar a face do mundo, que olha para ele como um portador de esperança.
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Fonte - Radio Vaticano
Ban parabeniza Barack Obama pela vitória
Secretário-Geral das Nações Unidas afirmou que espera trabalhar com a próxima administração americana para alcançar objetivos comuns e que esta é uma oportunidade histórica.
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Fonte - Radio ONU
Príncipe Charles no diálogo interreligioso
Fonte: G1
Publicado em 06-11-2008
Fonte - Cristo Voltará
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
A música na Igreja
Tendo isto e mente, estamos bastante tristes quanto a música que está entrando na nossa igreja. Decidimos estudar sobre o assunto, e como resultado, ficamos perplexos e preocupados com as tendências. Algo terrível está em andamento. É algo que foi profetizado, portanto, merece respeito consideração. Se é profecia, devemos estar atentos, pois ela se cumprirá. Ou, já está se cumprindo.
Decidimos contribuir para orientar sobre o assunto: música na igreja, dado que ela tem como foco louvar a DEUS e também nos aproximar d’Ele, bem como nos educar para sermos cidadãos do Reino de DEUS na vida eterna. A música de louvor deve contribuir nessa direção, outras músicas, nem tanto, ou positivamente fazem o contrário. Isso será feito por meio deste site, nessa seção específica sobre música. Aos poucos iremos colocar informações buscando ajudar a esclarecer sobre o louvor que DEUS deseja. Louvor não é questão de gosto. Louvor é uma definição feita por DEUS, e não somos nós que decidimos como deve ser esse louvor.
Sentimos a responsabilidade de nos posicionar, pois se nos omitirmos, um dia DEUS, e também quem sabe muitos irmãos, nos cobrarão pelo que sabíamos e não dissemos. Essa cobrança pode acontecer quando já for tarde demais.
Não é intenção polemizar, nem condenar, nem combater esta ou aquela pessoa. Pelo contrário, a intenção é sinceramente evitar que o estrago que certos tipos de música vem causando na igreja piorem a situação. Por exemplo, ela já dividiu o ministério, há líderes que não a admitem, e há os que a defendem. O que resta então aos assim chamados leigos no meio dessas posições cruzadas?
Há uma profecia de Ellen G. White preocupante sobre música na igreja. Essa profecia é um dos indicadores para se saber se estamos ou não no final dos tempos. Julgamos que seria boa a leitura do capítulo três (p. 31 a 39) do livro Mensagens Escolhidas, volume 2. Anexamos esse capítulo nessa seção, sob o seu título: “‘A doutrina da ‘carne santa’”. Ali descreve o que já aconteceu em Indiana no ano de 1900, e que se repetirá, um pouco antes do final do tempo da graça. Cremos sinceramente que isto já está acontecendo. A música já está aí, entre nós, faltam só a dança e os gritos, pois os tambores já estão rufando com seu som bem típico. Conforme a profecia, os gritos e a dança ainda virão. Mas aqueles que desejam ser salvos, disso não participarão, é evidente. É uma impressionante profecia que já se cumpre há alguns anos. Ou seja, JESUS está muito próximo de retornar. Mas essa música certamente não contribuirá para que alguém seja salvo. DEUS não lançará mão de instrumentos desenvolvidos pelo inimigo para transformar mentes e corações para seres capazes de louvá-Lo pela eternidade, no Céu, com música ritmada para distrair a mente e ativar os músculos.
Em 1900, em Indiana doutrina da ‘carne santa’ era uma demonstração física em que gritavam, pulavam ou dançavam até que alguém caísse exausto e inconsciente. A carne desse, seu corpo, era considerada santa, ou seja, sem pecado. Portanto estava salvo. Mas para que se excitassem, e para que tivessem energia para pular, dançar e gritar, usavam música adequada para esse fim. Os instrumentos eram: órgãos, flautas, violinos, tamboris, buzinas e um grande tambor baixo. Os tambores faziam o ritmo e a batida para dar energia aos músculos. Assim como se faz hoje nas academias, nos bailes, nas baladas e outros locais. Tudo acontecia lá em Indiana com som alto para dominar os sentidos e aviltar a racionalidade. A letra não interessava, valia o volume do som da música e o que o seu ritmo sugeria ao corpo que fosse feito. A música trocava a racionalidade pela êxtase do corpo. E por que os gritos? Pode alguém cantar suavemente tendo por fundo batidas de tambores?
Isso se repetirá, disse EGW, um pouco antes do fechamento da porta da graça. “As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça [nos dias da forte ação do ESPÍRITO SANTO]. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo” (Mensagens Escolhidas, v2, 36). Ou seja, antes do fim, exatamente quando o ESPÍRITO SANTO deverá agir mais intensamente, satanás confundirá a muitos repetindo aquilo que aconteceu em Indiana. Pensarão mesmo que é ação do ESPÍRITO SANTO em suas vidas. Nas igrejas pentecostais e carismáticas isso já está acontecendo, faz tempo. Na nossa ainda irá acontecer. Para esse fim, satanás já logrou êxito introduzindo a música gospel na igreja, até, nos CDs jovem. Os tambores já estão entre nós, seja em playback, seja em baterias eletrônicas, seja, em alguns casos, em baterias tradicionais. Falta o que? As danças e os gritos. Será a parte mais fácil, uma vez que a música já foi aceita. A profecia falhará nesse particular? As danças e os gritos não se cumprirão nessa profecia? A profetiza falhará dessa vez?
Essa música ritmada e batida, em som alto, contribui para preparar os jovens, e também aos demais, que sejam sacudidos quando as leis dominicais apertarem. Nesse tempo eles irão para onde? Para o movimento do Ecumenismo, onde música assim já está em estágio mais avançado. Onde manifestações espirituais do falso reavivamento já estão se manifestando intensamente, em meio a muita emoção e milagres. Pensam que se preparam para louvar a DEUS, mas estão se acostumando com o ritmo do mundo. O efeito dessa música nesses dias não será para dizer: te tornaste em carne santa, e sim, recebeste o ESPÍRITO SANTO. Pouca é a diferença. Mas qual o efeito? Recebeu o espírito, mas não o santo, e sim, o do inimigo. É o espiritismo que está em alta, e vem com muita força para enganar. Vem para atrapalhar, se possível inviabilizar a proclamação do alto clamor. Vem para tentar impedir a proclamação da iminente vinda de JESUS.
Atentem para o que a profetiza para os últimos dias disse mais: “É melhor nunca ter o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos músicos para fazer a obra que, foi-me apresentado em janeiro último [no caso de Indiana, em 1900], seria introduzida em nossas reuniões campais. ... Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção. As forças dos agentes satânicos misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e isto é chamado de operação do Espírito Santo.” (Mensagens Escolhidas, v2, 36). “Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida” (Mensagens Escolhidas, v2, 38).
E qual a finalidade dessa música, em nossos dias, na igreja? Já dissemos: confundir a ação finalizadora da pregação com máximo poder do ESPÍRITO SANTO, e obter o controle dessa ação por parte de satanás. Dito sem meias palavras.
A todos irmãos que sinceramente desejam louvar a DEUS como Ele deseja, pois o louvor é Ele que decide como deve ser, desejamos bom proveito nessa seção. Gradativamente colocaremos novas matérias para ajudar a entender o que se passa e o que vem pela frente. Nosso site tem por propósito fortalecer o entendimento das profecias bem como ajudar na preparação da conclusão do evangelho e na recepção de JESUS CRISTO, quando Ele vier, o que cremos, será em pouco tempo.
Se essa música secular com letra religiosa já entrou em nossa igreja, se não é mais possível tirá-la, ao menos que seja possível evitarmos que ela entre em nosso coração e ali domine a nossa mente. Se é profecia que ela viria para esse tempo, então ela virá, e já veio. Ou seria uma música diferente da que já está em nosso meio? Se é uma profecia, então se cumprirá (infelizmente). E ai daqueles por meio dos quais a profecia já está se cumprindo. Felizes aqueles que se mantiverem isentos da culpa do cumprimento de tal profecia. Mas, infelizes também aqueles que se mantiverem neutros nessa questão, vital quanto a adoração a DEUS, ou ao seu inimigo. Muitos poderão perecer porque não foram devidamente alertados. Que não sejamos nós.
Prof, Sikberto R. Marks
Publicado em: 14-10-2008
Fonte - Cristo Voltará
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Nota DDP: O tema é amplo e, penso que tem sido dada pouca atenção às suas reais implicações, muito pelo contrário, tem se caminhado rapidamente para o modelo pentecostalista, o que pessoalmente me parece um grande, um enorme erro.
Em complementação ao estudo supra articulado, podem ser acessados ainda, também de lavra do Prof. Sikberto Marks, os seguintes artigos, indispensáveis:
1) - Princípios da música de louvor
2) - Ellen G. White e a música
3) - A música prevista profeticamente
4) - Adoração a quem?
5) - Teste da música
Outro material que penso deveria ser distribuído em profusão em nossas igrejas para que as pessoas se posicionem conscientemente sobre o tema, que já nos afeta de forma absolutamente clara.
Este post será reeditado todas as quintas-feiras.
Papa busca apoio de mulçumanos para defender valores morais
Em uma audiência sem precedentes no Vaticano, o papa recebeu uma delegação de 29 mulçumanos do Oriente Médio, África, Ásia e países do ocidente que estimularam no último ano igrejas cristãs a redobrarem esforços para melhorar as relações interconfessionais.
A reunião aconteceu dois anos após o papa sugerir, em discurso, que o Islã é violento e irracional. O discurso provocou protestos de ira no Oriente Médio. Os mulçumanos então formaram um grupo para debater a polêmica e buscar um entendimento mútuo.
"Há um grande e vasto campo onde podemos agir juntos, defendendo e promovendo os valores morais que partilhamos", disse o papa nascido na Alemanha aos seus convidados, incluindo 29 especialistas católicos que participaram de conversações à portas fechadas com mulçumanos nos últimos dois dias.
"Nós podemos trabalhar juntos em promover o respeito genuíno pela dignidade do ser humano e os direitos humanos fundamentais, mesmo que nossas visões antropológicas e nossas teologias justifiquem isso de diferentes maneiras".
Esta reunião, intitulada de "Um mundo comum" é um dos muitos encontros que o Vaticano tem feito com mulçumanos.
O Vaticano também participou da reunião interconfessional lançada este ano pelo rei saudita Abdullah, que irá se encontrar na Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, na próxima semana com outras autoridades para promover essa iniciativa.
Fonte - O Globo
Nota DDP: Onte fiz o seguinte comentário em Católicos e muçulmanos se aproximam:
Vislumbra-se uma grande "troca de favores". Aguardemos os objetos da barganha.
Parece que a resposta veio mais rápido que o esperado. Quando leio "mesmo que nossas visões antropológicas e nossas teologias justifiquem isso de diferentes maneiras", o dia de guarda é a primeira coisa que me vem na mente.
Déjà vu
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O regime pós-Bush: um prognóstico
A fim de compreender algo acerca dos assuntos políticos americanos é preciso ter algum entendimento de quem é que realmente toma as decisões por trás do palco, e o que são os seus interesses. Deste modo podemos ter alguma esperança de identificar as agendas escondidas que estão a ser servidas pelas acções e programas do governo, e alguma esperança de identificar as estratégias a longo prazo que estão em jogo.
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Bush, que provavelmente nunca leu nem mesmo a agenda do PNAC, foi seleccionado por razões inteiramente diferentes. Sabendo que a agenda seria altamente impopular, a clique decidiu que defendê-la logicamente seria muito difícil, mesmo com o controle completo dos media. Um Presidente articulado e inteligente pareceria um idiota se tentasse defender as políticas insanas. Assim, a nossa clique imaginou com esperteza: por que não colocar alguém que é obviamente um idiota de modo a que o público acredite que está a lutar contra a idiotice de um homem, e não compreender o que realmente está a avançar. Bush, naturalmente, sendo despistado sobre todos os assuntos além do golf, saqueio, cocaína e efemização (womanizing) , precisaria sem mantido longe de qualquer papel na direcção da Casa Branca. Daí a necessidade de Cheney, o presidente real na sombra, que deixa todas as foto-oportunidades para Bush, que permanece fora das vistas do público, e que transporta a Caixa do Armagedão Negro com a todo lugar onde vai, algo que no passado apenas Presidentes oficiais o fizeram.
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Nota DDP: Interessante a linha de raciocínio que estabelece a necessidade de se instituir um "espantalho" para implementar as medidas impopulares que um "pensador" não faria, para em seguida, após viabilizados os meios, trazer ao poder um polarizador para colocar a máquina em ação. O foco do restante do artigo inclusive fala dos problemas ecológicos, que estão na agenda de Obama, que foi apoiado por Gore e que na época não era sequer um nome considerado na sucessão...
Aliás o artigo infra do Prof. Sikberto Marks, passa por esta questão.
E o presidente eleito cumpre exatamente esta espectativa de mudança denunciada, o que se infere pela euforia mundial em torno de seu nome. É um momento propício para que suas propostas sejam adotadas em nível global. Ou não?
Euforia no mundo com Obama
Para variar, seu partido resolve prorrogar a doutrina bélica de Bush lançando como candidato um veterano da guerra do Vietnã, guerra perdida pela maior e mais poderosa nação do mundo. McCain, soldado americano, perdeu aquela guerra, e agora a perdeu também a eleição. Chegou a hora da saída da doutrina beligerante do partido de Bush. Os EUA querem mudar! O mundo quer mudar! Todos agora querem paz e segurança, conforme a profecia de I Tess. 5:3.
Na terça-feira, dia 04/11/2008 o povo americano, racista contra os negros, vota num negro e o elege, pela primeira vez na história daquele país. Pois agora será um negro descendente de um queniano, um dos países mais pobres e atrasados do mundo, que se torna a esperança de um povo cujos princípios da nação foram definidas por brancos, um povo politicamente perdido e economicamente sem rumo. Um descendente de africanos torna-se a esperança do povo mais rico do mundo. E mais, se Bush indiretamente conclamou o mundo para uma cruzada contra os muçulmanos, agora, irônico, é um filho de muçulmano que vai dirigir o país de Bush. Enquanto Bush combatia um homem cujo sobre-nome era Hussein, e levou o povo americano a odiar esse nome, algo inexplicável leva esse mesmo povo a votar num outro homem cujo sobre-nome, pasmem, é Hussein!!! Barack Hussein Obama, um nome árabe, não europeu nem americano. Parece que a história se vinga. E o pai dele era muçulmano!!! A mudança já começou, radical e forte!
Quando Bush foi reeleito, houve um clamor popular e de muitos líderes mundo afora, e por parte da mídia, dizendo que o povo americano foi “estúpido” em votar outra vez em Bush. Agora, o mundo se congratula com o novo presidente, com raríssimas exceções, como a do pequeno Líbano. Até o arqui-inimigo dos EUA, o Hugo Chaves, presidente da Venezuela, ficou feliz, e por sua iniciativa se propôs a dialogar. Aliás, até a China já se pronunciou favoravelmente, dizendo que espera que o novo presidente seja mais disposto ao diálogo. A Europa está toda voltada ao novo presidente. A África nem se fala, ele é descendente de lá, e seus familiares vivem por lá. Obama é para os EUA e para o mundo o que o Lula foi para o Brasil, uma esperança de mudança. O presidente Medvedev, da Rússia disse “Esperamos que nossos sócios do novo governo americano optem por ter boas relações com a Rússia.” O mundo espera de Obama que ele dialogue. Essa é a palavra mais utilizada no vaticano nessa década. Vide expressões de apoio em: Correio da Manhã
Quem ficou numa situação tipo “saia justa” foi o Vaticano. Os padres americanos fizeram recomendações para que não se votasse em Obama, porque ele apóia o aborto. Agora ele venceu. E é dos EUA que vem a maior parte dos recursos de sustentação da Igreja Católica no mundo, e o Óbulo de Pedro. A Santa Sé já se apressou em felicitar o novo presidente, dizendo: "Deus ilumine Barack Obama na sua grandíssima responsabilidade de poder responder as expectativas e as esperanças que se direcionaram a ele." O autor da mensagem foi o porta-voz do Vaticano, o padre jesuíta Federico Lombardi, em nome do papa Bento XVI. Um posicionamento um tanto indireto. Vamos ver como evoluirão os entendimentos nos primeiros meses de governo Obama. Nas verdade, dadas as condições globais, tanto a Igreja católica depende dos EUA, como este país depende desta igreja. Isso se os dois desejarem o poder, como os fatos recentes sinalizam.
É tanto o apoio ao vencedor que, no dia da eleição, na mídia brasileira chegou-se a dizer que o mundo todo deveria participar dessa eleição, dado que os EUA são o país que mais influenciam no mundo. E se formos ver bem, de fato foi isso que aconteceu. Pois quem elegeu Obama? Os negros daquele país, os hispanos, outros estrangeiros, e os jovens. Praticamente todos os que não são americanos e nem descendentes de europeus elegeram Obama. Será que eles não representam a vontade do resto do mundo, já que eles se originam de quase todo mundo? Será que esse homem foi eleito pelo mundo para um projeto de importância global? O certo é que de um momento para outro, esse país, rejeitado mundo afora, torna-se a grande esperança para o mundo. O que há por trás de uma mudança tão rápida nos EUA e no mundo? Sim, há algo muito importante por trás!
O mundo estava sendo preparado para esse presidente diferente. Se não fosse a guerra contra o Iraque e a crise financeira recente, Bush faria eleger John McCain e sua elegante mas inexperiente vice Sara Palin. Por certo com McCain ficaria difícil uma harmonia e apoio global em favor de leis dominicais. Quem seguiria um país, emitindo decretos dele copiados, nas condições de relações internacionais que Bush estabeleceu? Agora vemos um mundo esperando algo de sua maior nação, numa expectativa favorável como talvez ainda não se viu antes. Vemos um mundo atônito diante do terrorismo, da criminalidade, da ameaça de crise econômica, e muitas outras ameaças mais. Vemos um mundo sedento por um grande acordo. Pode ser o momento para o Vaticano ditar o rumo do planeta, com o jovem Obama como primeiro apoiador. Pode ser! As condições nacionais e internacionais nesse momento estão bem favoráveis. Por exemplo, há um acordo, ou uma aliança feita em abril desse ano, entre os EUA, a Santa Sé e a ONU. Envolve o G8, (grupo dos oito países mais industrializados do mundo, liderado pelos EUA), o Ecumenismo (reunificação de todas as igrejas cristãs, liderado pela Igreja Católica) e o Diálogo Inter-religioso (unificação de todas as demais religiões com o cristianismo, entre elas o Islã e os judeus, também liderado pela Igreja Católica).
A crise financeira no mundo trouxe outro fato inédito até agora: nações se unindo para salvar o sistema bancário e assim tentar impedir o caos na economia do mundo. Isso envolveu os EUA, a Europa, países da Ásia e até mesmo a China. Todos unidos por uma nobre causa: salvar o sistema bancário do mundo. Falta salvar também a sociedade do mundo, para que mude de rumo, em direção à paz e fraternidade global. Essa parte está sob o comando da Igreja Católica.
Agora o grandioso projeto americano de conduzir e consolidar a Globalização (negócios internacionais para ganhar muito dinheiro) encontra, de um momento para outro, as condições mais favoráveis já vistas. Parece que poderemos ter a esperança de sair da crise financeira a curto prazo e sonhar com um mundo melhor. A crise financeira projetou nuvens negras sobre o planeta, a eleição de Obama projeta luz de paz e entendimento sobre o planeta. Ou seja, a crise financeira torna-se fator de união entre as nações, que pode agora ser comandado pelo novo presidente americano, assim como a situação social do mundo requer urgentes providências, algo que pode ser comandado pelo papa Bento XVI. Os dois tem credibilidade internacional para isso. E tanto Bento XVI quanto Obama tem pressa em agir. Bento porque já está idoso, Obama porque a grande euforia repentina e intensa pode se tornar em decepção se ele em pouco tempo não der respostas que agradem o mundo. o mundo está sedento de mudança, quer sonhar com a esperança, com a paz e a segurança, e também tem pressa. E os servos de DEUS tem pressa em que JESUS volte. Todos estão com pressa!
Estamos seguramente indo em direção a um novo mundo, cheio de votos de esperança na “paz e segurança” por uma economia favorável de se ganhar dinheiro, muito dinheiro. Afinal, dinheiro é o deus desse planeta, principalmente nesses últimos anos. Participam dessas condições em especial as igrejas do mundo inteiro, capitaneadas por uma coligação entre o Vaticano, os EUA e a ONU. Quem comanda essa coligação pouco perceptível é o papa, conforme as profecias previram. Até os árabes do Islã estão apoiando o grandioso projeto de harmonia global, assim como os judeus também. Se agora o mundo aceitar a santificação do domingo, e está favorável a isso, até mesmo por parte dos Judeus e dos muçulmanos, pode ser que o mundo melhore com respeito a criminalidade, terrorismo, imoralidade, corrupção, destruição da natureza, e assim por diante. Essa é a grande esperança dos principais líderes políticos e religiosos do mundo. É, parece que poderemos adentrar numa espécie de tempo de paz, esperança, prosperidade e segurança. Mudanças para um novo mundo.
E o que diz a profecia com relação a tais fatos? É só ler.
“O chamado mundo cristão será o palco de grandes ações decisivas. Homens com autoridade promulgarão leis para controlar a consciência, segundo o exemplo do papado. Babilônia fará que todas as nações bebam do vinho da ira de sua prostituição. Toda nação será envolvida. João, o Revelador, declara o seguinte sobre esse tempo: ... "Têm estes um só pensamento." (Apoc. 18:3-7; 17:13 e 14.) Haverá um laço de união universal, uma grande harmonia, uma confederação de forças satânicas. "E oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem." Assim é manifestado o mesmo poder arbitrário e opressor contra a liberdade religiosa, contra a liberdade de adorar a Deus de acordo com os ditames da consciência, que foi manifestado pelo papado, quando no passado ele perseguiu os que ousaram recusar conformar-se aos ritos e cerimônias religiosas dos romanistas.” (Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 392).
“O mundo está agitado pelo espírito de guerra. A profecia do capítulo onze de Daniel atingiu quase o seu cumprimento completo. Logo se darão as cenas de perturbação das quais falam as profecias. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 283.
“Foram-me mostrados os habitantes da Terra na maior confusão. Guerra, derramamento de sangue, privações, necessidades, fomes e pestilências estavam por toda parte. ... Minha atenção foi então desviada da cena. Parecia haver um pequeno tempo de paz. Mais uma vez os habitantes da Terra me foram apresentados; e novamente tudo se achava na maior confusão. Lutas, guerras e derramamento de sangue juntamente com fome e peste imperavam por toda parte. Outras nações se achavam empenhadas nesta luta e confusão. A guerra ocasionou a fome. A miséria e o derramamento de sangue deram lugar à pestilência. E então o coração dos homens desmaiou de terror, "na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo". Luc. 21:26. Testimonies, vol. 1, pág. 268.” (Serviço Cristão, 55 e 56, grifo nosso).
É hora é vigiar e orar, ou já estamos nas condições do cenário acima, ou estamos muito próximos dele. É preciso acompanhar os fatos para ver o que eles nos dizem. Mas acima de tudo, é preciso anunciar como jamais se fez que a volta de CRISTO se aproxima rapidamente.
Prof. Sikberto R. Marks
Postado em: 05/11/2008
Fonte - Cristo Voltará
O furacão Obama
Em se confirmando a atual da aparência, ele poderá se tornar um poderoso líder global, bem ao contrário de Bush. Poder tipicamente necessário para tomar medidas a serem seguidas pelos países do mundo.
Fonte: O Globo
05-11-08
Fonte - Cristo Voltará
Gafe de Obama
E o que diz em João 16:3? Curioso, mas ali se refere aos cristãos que seriam expulsos da sinagoga pelos fanáticos: “Isto eles farão porque não conhecem o Pai, nem a Mim.”
Ou seria esse verso mesmo que ele se referia?
2008-11-05
Fonte - Cristo Voltará
Obama, a ressurreição dos EUA
Obama venceu porque simbolizava uma nova era e não poderia ser mais diferente do que o atual chefe de governo. George W. Bush, filho de um ex-presidente, chegou à Casa Branca com um projeto decidido entre quatro paredes, construído pelo estrategista político Karl Rove e associado a interesses empresariais texanos. A candidatura de Obama obteve apoio e dinheiro na internet, de jovens que se organizaram nos quatro cantos dos Estados Unidos, e transformou-se num movimento político avassalador. Ele decidiu enfrentar a favorita Hillary Clinton quando muitos lhe diziam para que esperasse sua vez. Ousou alterar o roteiro pré-definido pela liderança política do seu próprio partido. O senador de Illinois acreditou ser o político certo na hora certa, e o histórico 4 de novembro de 2008 não deixou dúvidas disso. ...
Talvez oito anos atrás, contra Al Gore, [McCain] tivesse chegado à Casa Branca. Mas contra um jovem senador negro de Chicago, de cuja boca só saem palavras de esperança e transformação, McCain não teve chances. A América parecia morta, e Barack Obama promete a ressurreição.
(Rogério Simões, BBC Brasil)
Nota: O primeiro-ministro português, José Sócrates, felicitou o presidente eleito e disse que a eleição de Obama “representa também a possibilidade de um novo ciclo para a relação entre os Estados Unidos e a Europa a serviço da paz e da cooperação entre os povos e de uma globalização mais justa e regulada”.
A União Européia considerou o êxito eleitoral de Barack Obama como “a promessa de uma aliança transatlântica reforçada a serviço dos valores universais”.
O presidente francês Nicolas Sarkozy afirmou que seu país e a Europa terão “uma nova energia para trabalhar com os Estados Unidos para preservar a paz e a prosperidade do mundo”.
Detalhe: o papa B16 já havia sido apresentado como “sinal de unidade” religiosa; agora Obama também é visto dessa maneira, do ponto de vista político. O cenário está ficando interessante, não? Quem estuda o Apocalipse, já “viu” isso por antecipação...
Leia também: “Imprensa mundial não esconde entusiasmo com Obama” e “Bispos católicos felicitam Obama”
Fonte - Michelson Borges
UE já se coloca ao lado do novo presidente dos EUA
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Independentemente de quem for o grande vitorioso do pleito norte-americano de hoje, a Europa já demonstra que sonha em caminhar ao lado dos americanos daqui para a frente nas questões-chave como guerra no Oriente Médio, crise financeira e meio ambiente.
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Surpreendendo pelo precipitado cortejo ao futuro vencedor, o texto a ser enviado ao novo eleito tão logo o resultado da eleição seja anunciado propõe desde já uma relação de parceria entre ambos. O jornal francês Le Monde definiu a atitude como "o mundo ao contrário", em uma insinuação de que, com o documento, o Velho Continente sacramenta os americanos como o centro do mundo - para muitos analistas, uma verdade que os europeus insistem em não aceitar.
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O objetivo do precipitado documento de seis páginas e cinco capítulos seria, então, o de lembrar nas entrelinhas que a Europa quer retomar o seu poder.
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"A América - e Obama é o seu símbolo vivo neste momento - continua a nos fazer sonhar: ninguém no mundo ocidental quer ver um mundo chinês ou russo. E mesmo se o mundo virou multipolar, somente a América porta uma mensagem universal e de uma visão normativa face às potências 'egoístas' como a Rússia e a China."
Fonte - Terra
Nota DDP: Reconhecimento de quem é o líder mundial, necessidadade de retomada de poder em âmbito global, que um outro organismo também pretende para os últimos dias, conclamando inclusive que a Europa reconheça suas raízes cristãs afim de não perder sua identidade e, um inimigo comum: o comunismo.
[Colaboração - Éder]
Nova Bíblia destaca mensagem "verde"
A Bíblia ecológica traz em destaque, e em tinta verde, todos os versículos desta nova versão revisada que falam dos cuidados com o planeta. Um exemplo é o famoso versículo 31 do primeiro capítulo do Gênesis, sobre a criação: "E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom".
Há quem questione a eficácia de uma Bíblia em versão ecológica, uma vez que ela não seria muito lida por quem precisaria ser "evangelizado" sobre questões ambientais, ou seja, os cristãos evangélicos conservadores.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Dois aspectos: a vinculação da religião com a ecologia, bem como a crítica explícita aos que não se alinharem ao movimento ecológico (evangélicos conservadores).
"A mudança chegou" - 2
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Obamus primeiro
Você viu e ouviu aí pela televisão e pela internet, uma explosão de vitória na Copa do Mundo. Pois foi maior e mais fundo do que você viu nas telas.
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Uma comemoração espontânea, de Chicago a Nova York, do Harlem ao Lower East Side, de Times Square a centenas de bares com telões. Choro, abraços e beijos. E não foi uma emoção contida nas fronteiras americanas. O mundo aderiu.
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Se falhar, será uma das maiores decepções políticas do nosso tempo. E se acertar? Teremos Obamus, o primeiro César negro?
Fonte - BBC
Barack Obama superstar: primeiro lider global
Pelo que acabei de assistir na belíssima cobertura do “Jornal Nacional” sobre as eleições nos Estados Unidos, não foram apenas os americanos que festejaram a vitória do primeiro negro que assumirá em janeiro a presidência da república mais poderosa do mundo.
A festa foi geral, a alegria não teve donos, a esperança se espalhou por toda parte. Foi bonito, pá, como cantaram os portugueses na vitoriosa revolução dos cravos.
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Fonte - iG
Especialista compara vitória de Obama à queda do muro de Berlim
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"Eu vejo três momentos - a queda do muro de Berlim, com o reencontro dos dois mundos, que foi perdido em 11 de setembro de 2001 (com os ataques terroristas contra os Estados Unidos) e agora pode ser recuperado com eleição de Barack Obama. É o momento que ensaiamos durante a década de 90 e perdemos em 2001, onde fomos interrompidos pelas questões militares nas relações internacionais", afirmou Seitenfus.
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Levantamentos de opiniões nos quatro cantos do mundo sempre deram a ele um enorme capital de simpatia. É de uma legalidade incontestável. Ele tem legitimidade interna e internacional. Sua eleição está carregada de esperanças para que se vire a página dos oito anos de administração Bush", afirmou.
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Fonte - Terra
Obama poderia surpreender e negociar a paz entre Israel e Irã
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O novo presidente tem que tentar entender os problemas reais que envolvem Israel e o Irã.
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Por enquanto, pode parecer loucura. Mas, após os americanos elegerem Obama, não duvidem de uma surpresa neste sentido.
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Fonte - Estadão
Nota DDP: Poderia colocar inúmeras outras. A verdade é que realmente temos um momento único da história desta terra. Gostei de alguém que disse que positiva ou negativamente Obama está relacionado com os eventos finais da história desta terra, ainda que estes não estejam próximos de chegar aos atos finais. É realmente a impressão que fica...
Europa mal preparada para uma pandemia de gripe
Quando o perigo do vírus H5N1 se tornou conhecido, há cerca de três anos, o mundo estava totalmente despreparado. Já houve muito progresso, na opinião da ONU, com preparação para estado de alerta. Mas ainda há muito a fazer, especialmente no que diz respeito a troca de informações e coordenação entre os diversos países.
Fonte - Opinião e Notícias
Vaticano, Islam e Israel
O Presidente israelita Shimon Peres vai participar numa conferência, da ONU, para a promoção do diálogo entre religiões, a realizar entre os dias 11 e 13 de Novembro, em Nova Iorque. A iniciativa partiu do rei Abdallah da Arábia Saudita.
Peres será acompanhado pelo ministro israelita dos Assuntos Estrangeiros, Tzipi Livni. De acordo com um comunicado, os dois responsáveis entendem que “esta conferência pode ajudar a futuros encontros dos dirigentes do mundo árabe”.
Fonte - Ecclesia
Forúm católico-muçulmano : Igreja não é Ocidental
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Para D. Jean Louis Tauran, “paralelamente ao caminho diplomático, que representa «um canal privilegiado», o diálogo inter-religioso permite recordar os direitos e as aspirações legítimas dos nossos irmãos na fé, quando se tornam alvo de perseguições e violências”.
No entanto, “não temos outra escolha senão caminhar juntos. Estamos todos no caminho rumo à verdade. Quando nos encontramos em situações difíceis, não devemos ter medo de dizer no que acreditamos. Não devemos temer a denúncia de violações de direitos humanos, quaisquer que sejam, para que prevaleça a verdade, e não a força. A força do direito é predominante sobre o direito da força”.
Entretanto, Yahya Pallavicini, vice-presidente da COREIS, a Comunidade religiosa islâmica italiana, afirmou que os seus objectivos para este encontro visam “encontrar soluções concretas, que possam salvaguardar a dignidade da fé e a dignidade dos fiéis cristãos e muçulmanos, em todos os âmbitos da vida e da sociedade contemporânea”.
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Fonte - Ecclesia
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Arcebispo de Paris critica o trabalho ao Domingo
“Ganhar mais é o principal objectivo da existência humana?”, questionou o Arcebispo, argumentando que, para os cristãos, o Domingo “é o dia do Senhor, mas também, o tempo da família”.
“Se as leis alargam o trabalho ao dia de Domingo, os danos humanos e sociais que resultam a partir daqui, terão impacto económico”. O Arcebispo indica que esta será uma “medida adicional na quebra da nossa vida colectiva e que não afecta apenas os cristãos”.
No seu discurso de abertura, D. Vingt-Trois recordou a recente viagem de Bento XVI a França que “mostrou aos observadores atentos e imparciais que a imagem de uma Igreja decadente não corresponde à realidade”.
Os bispos encontram-se reunidos em Assembleia plenária para falar sobre questões de bioética, da “visibilidade” da Igreja numa sociedade cada vez menos praticantes e ainda dos locais de culto.
O discurso de abertura do Cardeal Vingt-Trois mostrou que os factores actuais encontram lugar na discussão plenária. O Arcebispo referiu-se ainda à crise económica, lamentando que as preocupações mundiais sobre a economia “eclipsaram” os trabalhos do Sínodo dos Bispos.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Como já considerado há muito tempo neste espaço, na correlação da doutrina social da igreja com o tema da crise econômica, era questão de tempo para que se inserisse o descanso dominical no âmago do debate.
O Vaticano e a "autenticidade"
LISBOA, terça-feira, 4 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Diante da realidade de um Portugal «menos cristão», a Igreja no país terá de propor «um cristianismo de autenticidade, radicalismo e fidelidade», afirma o presidente da CEP (Conferência Episcopal Portuguesa).
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Fonte - Zenit
Ressurreição revela identidade autêntica de Cristo
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Bento XVI explicou que em sua primeira carta aos Coríntios, São Paulo assinala a importância da ressurreição de Cristo para a nossa fé cristã. Somente com a Cruz, sem a ressurreição de Jesus, a vida cristã seria um absurdo. O mistério pascal consiste precisamente no fato que o Crucificado ressuscitou.
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É justamente através dela que se revela definitivamente a autêntica identidade do Crucificado.
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Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Um cristianismo autêntico estaria atrelado ao reconhecimento da ressurreição de Cristo. Até aí tudo bem. Mas onde entra o discurso do radicalismo e fidelidade? Seria em relação ao dia da ressurreição?
Perspectivas projetadas pela mídia
As eleições do dia 4 podem ser desde já qualificadas como o pleito das dolorosas decepções. O vencedor vai se defrontar com obstáculos de vasta magnitude. O Estado americano não terá condições econômico-financeiras de sustentar as mudanças que são prometidas.
A grandeza de um presidente é julgada pelo que cumpre. A crise vem resistindo às tentativas de soluções que já custam ao governo e ao povo americano, que é quem paga as contas, o maior endividamento do país na historia conhecida. Não haverá recursos. Como Winston Churchill, o líder inglês na II Guerra Mundial, o americano terá de começar dizendo que só pode prometer suor e lágrimas até que voltem os bons dias.
Um dos paradoxos do quadro é que os Estados Unidos, o capitalismo, dependem da China, cujas reservas incluem cerca de dois trilhões em letras do Tesouro, letras de dívida americana que só podem pagar juros. A dívida é impagável e vai crescer ainda mais nos próximos meses. A China tem de se empenhar em se manter crescendo para o mundo capitalista pagar-lhe juros, importar.
Se decidir fazer liquidação das letras, sofrerá insuportável prejuízo que poderá ser ameaça ao seu sistema. A interdependência é absoluta.
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O eleito vai assumir a função em um dos piores momentos da vida americana. Não poderá cumprir coisa alguma sem desfazer a situação que vai herdar de Bush.
Fonte - Último Segundo
Católicos e muçulmanos se aproximam
Cinqüenta e oito autoridades religiosas, analistas e conselheiros, entre eles 29 católicos e alguns muçulmanos, reuniram-se hoje no Vaticano, no I Fórum Católico-Muçulmano, que irá até 6 de novembro.
O fórum tem como tema "Amor de Deus, amor do próximo" e se desenvolverá em duas linhas. Hoje, será dedicado aos "fundamentos teológicos e espirituais" e, amanhã, ficará centrado na "dignidade da pessoa e o respeito mútuo", informou hoje o Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso.
Fonte - BOL
Uma reunião de três dias teve início nesta terça-feira no Vaticano entre uma delegação de clérigos muçulmanos e acadêmicos católicos para tentar encontrar pontos em comum entre as duas religiões.
A carta que a delegação leva ao Vaticano, chamada "Palavra em Comum", cita passagens do Corão que, segundo os muçulmanos, mostra que o cristianismo e o Islã cultuam o mesmo Deus, e também pede que seus seguidores mostrem amizade uns para com os outros.
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Eles também querem incluir o judaísmo nas negociações entre cristãos e muçulmanos.
O papa está buscando mais diálogo com muçulmanos e seria a favor de uma aproximação mais sincera e forte.
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"Não concordamos com isto, então não deveríamos tentar enterrar estas diferenças em uma teologia deturpada, mas conversar tendo como base o 'concordar em discordar'", acrescentou.
Fonte - BBC
Católicos e muçulmanos vão se reunir a partir de hoje no Vaticano para tentar lançar uma iniciativa inédita na relação entre as duas religiões e criar um mecanismo permanente de diálogo. De um lado, o Vaticano quer maiores garantias de que as minorias cristãs possam praticar sua fé em países muçulmanos sem serem ameaçadas. De outro, os muçulmanos querem ser reconhecidos não como uma religião ligada à violência e apelam para que o Vaticano ajude a promover essa imagem.
O encontro que começa hoje é o primeiro dessa magnitude realizado nas dependências da Santa Sé e envolve acadêmicos e clérigos duas duas religiões. Na quinta-feira, os especialistas terão reunião com o papa Bento XVI. Um dos possíveis resultados seria a criação de um plano de gerenciamento de crise para evitar tensões entre as duas religiões.
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Fonte - Yahoo
Nota DDP: Vislumbra-se uma grande "troca de favores". Aguardemos os objetos da barganha.
Banco Mundial: crise transformará 20 milhões em pobres
"Devido ao que acontece com o tema de alimentos, combustível e a situação financeira espera-se que o crescimento em nível global se reduza entre 1% e 2%, e, a cada ponto percentual que se reduz o crescimento econômico, são 20 milhões de novos pobres que aparecem", disse Daboub.
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Fonte - Invertia
FAO: em um ano mais 100 milhões de pessoas sem alimentos
"Enfrentamos uma situação na qual o número de pessoas que têm fome no mundo alcançou no último ano 923 milhões, o que significa 75 milhões a mais que em 2007", afirmou Diouf em uma conferência sobre o futuro da Política Agrícola Comum (PAC) da União Européia na Eurocâmara.
"Segundo nossas projeções, se a situação permanecer assim, em um ano teremos mais 100 milhões", acrescentou, antes de questionar novamente as promessas não cumpridas de doações dos países ricos e a organização da agricultura no mundo.
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Fonte - BOL
Mudanças climáticas podem mudar o capitalismo
Para reverter as conseqüências do aquecimento global, Altvater defende uma mudança radical na produção econômica e no estilo de vida moderno.
Professor de ciência política da Universidade Livre de Berlim e autor do livro "O fim do capitalismo como nós o conhecemos", Altvater defende que um problema não tira a importância do outro, por isso, os governos e a sociedade deveriam dar a mesma atenção aos dois.
Fonte - Opinião e Notícia
Na China, confiança se transforma em medo
Pela primeira vez em 30 anos, ou desde que começou sua transformação capitalista, existe na China a percepção de que a economia está em apuros. Para o Partido Comunista, isto significa que a crise não é apenas econômica; ela também é política.
A postura que vem sendo adotada pelo governo chinês espelha seu relacionamento ambíguo com o capitalismo: relativamente sem interferências quando as coisas vão bem, mas rápido em intervir diretamente ao primeiro sinal de problemas, a fim de evitar tumultos populares.
Fonte - Opinião e Notícia
"A mudança chegou"
"Barack Hussein Obama, 47 anos, foi eleito nesta terça-feira (4) o 44º presidente da história dos Estados Unidos. Ele será o primeiro negro a chefiar a nação mais rica do planeta.
No discurso da vitória, o senador democrata disse que a "hora da mudança chegou à América" " (G1)
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Como muito já se tratou sobre este assunto, limitar-me-ei apenas a reproduzir alguns spots que achei interessantes, de diversas fontes:
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Vaticano saúda Obama
A sala de Imprensa da Santa Sé já reagiu à eleição de Barack Obama como presidente dos Estados Unidos para os próximos quatro anos. O Pe. Federico Lombardi, director da sala de imprensa expressou o seu desejo de ver em Obama “a resposta aos problemas e a esperança para os americanos, servindo eficazmente o direito e a justiça”.
“O dever do novo presidente dos EUA é de enorme responsabilidade, não apenas no seu país, mas em todo o mundo, devido à importância que os EUA têm em todos os campos do cenário mundial”.
O Pe. Federico Lombardi sublinhou que “todos esperamos que Barack Obama tenha a possibilidade de responder às esperanças depositadas nele, servindo e encontrando os caminhos para promover a paz no mundo, favorecer o crescimento e a dignidade das pessoas, dos valores essenciais para a homem”.
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Fonte - Ecclesia
Imprensa mundial não esconde entusiasmo com Obama
O jornal britânico The Guardian declarou em seu site: "Obama é a esperança dos EUA, e a nossa também". A página do Liberatión, da França, fala em "revolução Obama". No espanhol El Mundo, o entendimento é que "Obama mudou a cor da História".
O El Mundo diz ainda que "O sonho de Martin Luther King se cumpriu, e o sonho americano também". A revista britânica Economist chama o triunfo de Obama de "Vitória histórica". O francês Le Monde exclama: "A mudança chegou!".
Fonte - Opinião e Notícia
Amuletos de Obama
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“Os jornais americanos trouxeram nesta terça uma notícia curiosa: os amuletos que Barack Obama carregou durante toda a campanha. É uma pequena imagem da Virgem Maria com o menino Jesus, uma águia – que é símbolo dos Estados Unidos – e também uma imagem do Deus-Macaco, uma entidade hindu que representa coragem, esperança, sabedoria e devoção.”
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Fonte - Michelson Borges
Obama fala de mudança, mas deve governar como Bush
Mesmo com toda a conversa de Barack Obama, 47, sobre mudança, há sinais claros em seu estilo que indicam que a Casa Branca verá um governo muito similar ao do atual presidente, George W. Bush.
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Fonte - Folha
Vitória de Obama é convite ao sonho
A vitória de Barack Obama nas eleições presidenciais americanas foi destaque na imprensa internacional nesta quarta-feira, com o editorial do El País afirmando que “é um convite a sonhar”.
Fonte - BBC
Desafio de Obama é entregar os sonhos que vendeu
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Nos discursos de campanha, Obama dirigia-se, primeiro, ao coração de suas platéias. Só depois captuva-lhes as mentes.
Ficou a impressão de que sua fala carece de densidade. Numa fase em que Hillary Clinton ainda media forças pela vaga do Partido Democrata, Bill Clinton disse:
“Você pode fazer campanha em poesia, mas governa em prosa”. A metáfora do marido de Hillary resume o drama de Obama.
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Muros "entre raças e tribos, nativos e imigrantes, cristãos e muçulmanos e judeus". São paredes que, no dizer de Obama, "não podem continuar de pé".
A hora, dicursara Obama, é de "construir pontes” ao redor do planeta. Nada mais sensato. Nada mais improvável, contudo.
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Impossível desconhecer que há, de fato, um quê de poesia na trajetória do sucessor de George Bush. O alerta de Clinton não é despropositado. Longe disso.
Mas é preciso admitir que faltava à política, nos EUA e no mundo, uma dose daquele tipo de inspiração que conduz ao verso. Resta saber como será a migração para a prosa.
Fonte - Blog do Josias
Frases
"França e Europa [...] tirarão daí uma nova energia para trabalhar com os Estados Unidos para preservar a paz"
Nicolas Sarkozy, presidente francês
"Neste dia de esperança para os americanos, o presidente Hugo Chávez [...] expressa sua felicitação ao povo dos EUA"
Chancelaria da Venezuela
"Nós, crentes, rezamos para que Deus ilumine Obama e o ajude em sua tarefa de grande responsabilidade"
Porta-voz do Vaticano
Nota DDP: Que cada um tire as suas próprias conclusões.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Eleição americana, outro enfoque
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Fonte - Direto da Redação
Nota DDP: Ledo engano, tem relação sim:
“Serão promulgadas muitas leis para o governo das nações, com vistas a oprimir; e serão ressuscitadas velhas leis que praticamente se tornaram sem efeito.” (Este Dia Com Deus, pág. 248)
O mundo prefere Obama
WASHINGTON - Se o resto do mundo pudesse participar da eleição americana, o candidato democrata Barack Obama ganharia a disputa pela Casa Branca. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Gallup entre maio e outubro apontou que cerca de três quartos da população mundial (24%) afirmam que gostariam de ver o senador de Illinois eleito na votação desta terça-feira, 4; apenas 7% gostariam que o republicano John McCain fosse o próximo presidente americano. Obama também é o preferido pelos leitores do estadao.com.br. Entre os mais de 4.500 mil internautas que participaram da enquete "em quem você votaria", o democrata venceu com ampla vantagem (78% contra 22% de McCain).
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Fonte - Estado
Do poder, se este for entregue às pessoas erradas, pode nascer a arbitrariedade ou o capricho que põe em xeque as vidas dos mais pequenos.
Os Estados Unidos, emergidos da Guerra Fria como única potência mundial, têm demasiado poder. E se o advento de gigantes como a China ou a ressurgida Rússia retira algo à hegemonia americana, a verdade é que em todas as latitudes e longitudes há quem pense que o mundo inteiro deveria participar na eleição da pessoa que vai ocupar a Casa Branca, tal a forma como ela influirá nas suas existências. Através da Internet, embora sempre com a pouca validade que pode ser atribuída a jogos, essas votações globais têm sido feitas, e todas redundam em esmagadoras vitórias de Barack Obama.
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Fonte - Jornal de Notícias
Nota DDP: Assim como tenho um pé atrás quando o presidente tupiniquim tem mais de 80% de aprovação da população, tenho os dois quando se trata de situação similar em relação ao líder da maior potência do planeta. Do dia para noite têm aparecido dois grandes líderes mundiais "eleitos" (o que se lê através dos fatos) pela aldeia global, um no setor político outro no eclesiástico. Coincidência? Aguardemos para ver se do plano fático passaremos ao de direito.
Mudanças climáticas podem mudar o capitalismo
Para reverter as conseqüências do aquecimento global, Altvater defende uma mudança radical na produção econômica e no estilo de vida moderno.
Professor de ciência política da Universidade Livre de Berlim e autor do livro "O fim do capitalismo como nós o conhecemos", Altvater defende que um problema não tira a importância do outro, por isso, os governos e a sociedade deveriam dar a mesma atenção aos dois.
Fonte - Opinião e Notícia
Países do euro vão desacelerar até parar
"Em 2009, a economia da União Européia deve desacelerar até parar", afirma um comunicado da Comissão.
A redução do crescimento marcará a primeira recessão da zona do euro desde a entrada em vigor da moeda, em 1999.
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Fonte - BBC
Joe Biden usa religião para conquistar votos
Biden, que cresceu em uma parte pobre de Scranton (Pensilvânia), é uma das maiores apostas dos democratas para atrair votos entre a classe trabalhadora de áreas tradicionalmente republicanas onde o atual presidente dos EUA, George W. Bush, decidiu a corrida a seu favor em 2004
[...]
Biden também explora suas raízes católicas irlandesas e pontua seus discursos com expressões como "Deus ama vocês" e "Deus os abençoe".
Católicos têm mudado de voto por décadas, e se eleito, Biden será o primeiro vice-presidente católico dos Estados Unidos. John F. Kennedy foi o primeiro presidente católico.
Fonte: Terra
NOTA: Que os tempos mudaram não há dúvida,, uma vez que no passado os EUA não toleravam a intromissão do Vaticano em seus interesses. Hoje, um candidato até usa a imagem de católico para conquistar votos. Parece que a Igreja Católica está jogando nos dois lados ao apoiar o partido Republicano e ter um candidato democrata a vice presidente que até usa a imagem de católico para conquistar votos. Isso significa que qualquer um dos lados que venha a ganhar a eleição a Igreja Católica estará representada na Casa Branca. Fim dos tempos, não acha?
Saiba mais:
"Vaticano insiste na parceria política-religião" (Leia aqui).
"Conexão Vaticano-EUA" (Leia aqui).
"A imagem da besta" (Leia aqui).
Fonte - Minuto Profético
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Projeto Minha Esperança
Gostaria de transcrever inicialmente alguns spots:
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O que é o Projeto Minha Esperança
Minha Esperança é um esforço evangelístico, para que cada crente do país alcance seus amigos, familiares e vizinhos com o evangelho da esperança em Jesus Cristo, convidando-os a vir à sua casa para assistirem a três programas de televisão e ajudá-los a crescer no Senhor e tornarem-se parte de sua igreja local, tão logo se convertam a Cristo.
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Fonte - Minha Esperança (O que é)
Mais de 50000 Igrejas!
Ao final dos três meses da fase Visão mais de 50000 igrejas e congregações expressaram seu desejo de participar do Projeto Minha Esperança. O projeto esta crescendo rapidamente no Brasil e já demonstra que irá facilmente ultrapassar a meta estabelecida de cinqüenta mil igrejas e congregações participando no projeto.
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Fonte - Minha Esperança (Notícias)
Kaká deseja um Brasil com Esperança em Cristo
Jogador brasileiro, imortalizado no Maracanã, será um dos destaques da programação do Minha Esperança Brasil.
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Fonte - Minha Esperança (Notícias)
Aline Barros grava clip para os programas de Minha Esperança
No dia 28 de agosto, o cenário escolhido para a realização do vídeoclip da canção inédita “Onde está a Esperança?”, interpretada por Aline Barros, foi o Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.
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Fonte - Minha Esperança (Notícias)
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Gostaria agora de chamar a atenção para alguns pontos, talvez o leitor atento perceba outros:
1) - Quem é Billy Graham:
Importante expoente da direita cristã fundamentalista americana, estando atrelado, entre outros projetos, ao "Dia dos Dez Mandamentos", que pretende o reconhecimento dos Mandamentos (princípios) como norteador moral nos EUA.
Talvez o que seja mais interessante, é que em 1979, ele chamou o papa João Paulo II de “líder moral do mundo” (Religious News Service, 27/09/79), tendo profundo alinhamento com a igreja de roma desde a metade do século passado.
2) - 50.000 igrejas:
É fácil de perceber como alinhamentos dos mais improváveis tornam-se do dia para a noite factíveis. Mais fácil do que isso é perceber como as massas perseguem seus líderes terrenos e não o líder Divino, no mais bom estilo "pão e circo", como pode se ver nos próximos itens.
3) - Aline Barros:
Sem qualquer apontamento de cunho pessoal, causou-me espécie como recentemente acompanhei um "debate" entre adventistas no orkut, sobre se era certo ou não ir em um "show" desta cantora e, infelizmente, como uma faixa significativa de pessoas não vê qualquer problema, o que demonstra que a música, assim como há muito assinalado em Daniel 3 será um importante vetor de entorpecimento dos sentidos nos últimos dias.
4) - Kaká:
Esteve há pouco tempo em um projeto de leitura da Bíblia com o Papa BXVI e outras personalidades, demonstrando o quanto o líder católico já se tornou influente e bem aceito nos mais diversos níveis, especialmente cristão, o que denota a proximidade dos últimos eventos desta terra.
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Enfim, sem entrar no mérito da similaridade de nomenclatura deste projeto com outro com que recentemente tivemos contato, sob qualquer prisma, o que se abstrai em última instância é como o cristianismo entorpecido e acrítico tem se movimentado sob a batuta de líderes mundiais, como é facilmente influenciado por ícones da modernidade e, como sempre estes elementos são acompanhados pelo compontente unificador da música, para o que infelizmente tem-se dado menos importância do que se deveria, embora algumas vozes estejam finalmente se levantando neste sentido.
Ao ver esse tipo de iniciativa, que parece muito bonita e bem intencionada, afinal de contas a primeira premissa é a de pregar o Evangelho (Qual Evagelho seria uma pegunta propícia), especialmente diante da constatação de que existem olhos menos abertos ao que tem nos rodeado, cabe uma conclusão:
A música vai novamente tocar, as pessoas precisam estar atentas para que ela não seja muito parecida com o que estão acostumadas a ouvir, sob pena de se ajoelharem diante da estátua de babilônia. Este movimento tratado neste post parece ser um bom exemplo disso, uma vez que certamente haverão muitos lares adventistas conectados neste programa, sem saber talvez das implicações que o norteiam.