segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Ellen White e o Uso de bateria na igreja


“Não devemos opor ao uso de instrumentos musicais em nossa obra”. (Testimonies, vol. 9, págs. 143 e 144)

Ellen White não contradiz a bíblia sobre o uso dos tambores

Percebemos que Ellen White, nesta citação não especificou uma lista de instrumentos. Com isso, alguns usam este aparente silêncio para definir genericamente que a bateria com seus tambores devem fazer parte dos instrumentos que não deveriam ser objetáveis.

Se nós interpretarmos este texto da mensageira do Senhor desta forma, teremos um sério problema, pois entenderíamos que Ellen White estaria indo contra a própria Bíblia.

Por quê? No capítulo: “O uso de bateria na igreja”, vimos com clareza que os tambores ficaram de fora da lista de instrumentos ditados pelo próprio Deus (II Cr 29:25,26). O texto bíblico diz: "...Porque este mandado veio do Senhor por intermédio de seus Profetas..." II Cr 29:25. Estes instrumentos são qualificados como ``DO SENHOR´´, e os tambores ficaram de fora. Também fica evidente que jamais houve tambores na música de adoração a Deus no santuário. Poderíamos ainda usar a história de Davi na condução da arca de Obede-Edom (II Sam. 6:5 e I Cron. 13:8) .

“A história diz que foram duas tentativas de Davi para trazer de volta a arca. Na primeira tentativa deu tudo errado e Davi não conseguiu trazê-la. Foi um desastre porque Davi havia contrariado a Deus em várias maneiras de como a arca deveria ser levada. Percebendo os erros cometidos, na segunda tentativa ele corrige tudo para fazer conforme fora ordenado por Deus. Observando atentamente, percebe-se que nas correções que foram feitas para trazer a arca novamente, os tambores também entraram em sua lista de coisas que eram do desagrado do Senhor. Davi contrariou a vontade de Deus em várias coisas, mas na segunda oportunidade ele fez tudo conforme era a vontade de Deus. Houve alegria, mas ao contrário da primeira vez, a banda musical não teve tambor, mas harpas, alaúdes e címbalos (I Cron. 15:16)”. (Artigo: Uso de bateria na igreja)

Portanto como ficaria a situação de Ellen White se interpretássemos este escrito de forma que abone o uso dos tambores na adoração, uma vez que a bíblia apresenta sua ausência PROPOSITAL na mesma?

Precisamos entender com todas as letras, que interpretações isoladas de contextos estão propensas a serem da forma como queremos provar as coisas, ou seja, ao nosso gosto e idéias pessoais. Isolar este texto do seu contexto e interpretá-lo da forma como muitos têm feito, é o mesmo que citar isoladamente textos como: Mateus 25:46 para afirmar que seremos atormentados pelo fogo eternamente, ou Romanos 14:5 para afirmar que o dia semanal de guarda é uma questão de consciência pessoal, ou Atos 10:15 para afirmar que podemos comer de tudo, sem nenhuma restrição, ou até mesmo I Cor. 7:8 para afirmar que o homem solteiro deve permanecer só para o resto da vida. Se pegarmos textos e os interpretarmos isoladamente, faremos interpretações forçadas para serem coniventes ao nosso pensamento e gosto pessoal.

Mas não ficamos sem esperança nessas circunstâncias, temos uma maravilhosa solução para entendermos a bíblia e o Espírito de Profecia sem contradizê-los. Aprendemos com a teologia de nossa amada igreja Adventista três regrinhas fundamentais de como estudar a bíblia e o Espírito de Profecia de modo que a faça se harmonizar em todos os textos e contextos. Veja:

· A - Não ir além do que está escrito: I Coríntios 4:6

· B - Aceitar a interpretação que a Bíblia mesma dá, pois a bíblia responde a si mesma: II Pedro 1:20,21.

· C - Quando tiver dificuldades para entender o texto, busque o máximo de contextos possível: Isaias 28: 10,11

Se seguirmos fielmente estas regras ensinadas pelo nosso maravilho Deus, não precisaremos interpretar o que Ellen White escreveu de maneira contrária a Bíblia.

Contexto de Ellen White sobre o uso de tambores na experiência de Indiana.

Ellen White anunciou através do ocorrido em Indiana que, pouco antes do fim do tempo da graça, na igreja, haveria música barulhenta, com gritos, tambores e danças. A esse respeito escreveu: “Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança .Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo”. ME, Vol 2 – 36. (Maiores detalhes sobre o ocorrido em Indiana, ver: Mensagens Escolhidas, Vol. 2 – Págs, 31-39.

Esta citação acima pode também ser encontrada no livro Intitulado: “Música, Sua influência na vida do cristão, págs. 36 à 42 – Editado pela Casa Publicadora Brasileira).

É muito curioso atentar para o fato que no momento do louvor e adoração, havia muitos instrumentos sendo usados como “um órgão, um contrabaixo, três violinos, duas flautas, três tamborins, três trompas e um grande tambor” descrito no livro “Música, sua influência na vida do cristão, págs. 36 a 38, testemunhado por alguns.

A pergunta que surge é, se havia muitos instrumentos fazendo parte do louvor naquele momento, porque Ellen White citou apenas os tambores em suas observações de coisas estranhas que ocorreram naquele louvor? Veja:

“O que você descreveu como tendo acontecido em Indiana, o Senhor revelou-me que haveria de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança”. ME, pág. 36 e Música, sua influência na vida do cristão, pág. 38 e 39.

Perceba que ela associou os tambores a coisas estranhas em Indiana e que tal estranheza teria lugar novamente antes da terminação do tempo da graça em nosso meio. Pois assim afirmou a mensageira do Senhor, que: “Seria introduzida em nossas reuniões”. ME, vol 2 – 36

Portando a revelação recebida a respeito do ocorrido em Indiana deixa evidente que por alguma razão tal instrumento não deveria fazer parte da adoração a Deus.

Ellen White ainda comentando a respeito diz que “Os que participam do suposto reavivamento recebem impressões que os levam ao sabor do vento... Nenhuma animação deve ser dada a tal espécie de culto.” ME, vol 2 – 37

Recebeu também orientações precisas de Deus para compreender que “O Espírito Santo nunca se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo”. ME, vol 2 – 36

Sobre tal tipo de música com tambores Ellen White escreveu que “Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se poderá confiar neles quanto a decisões retas. E isso será chamado de operação do Espírito Santo”. ME, Pág. 36 e 37.

Em uma palestra alguém me perguntou se a música religiosa ou gospel será pior do que a situação em que se encontra. Respondi que sim, porque esse tipo de música que está adentrando em nosso meio ainda não tem sido chamado de operação do Espírito Santo. Mas isso não está longe de acontecer, porque certo dia fui confrontado por uma irmã da igreja que havia afirmado que só sente a presença do Espírito de Deus nas músicas mais forte, ritmadas e com bateria. Disse ainda que a música tradicional, como do hinário não tem mais poder nos dias em que vivemos. Tentou argumentar que os tempos em que vivemos são diferentes, e por essa razão a música também precisa ser diferente para sentirmos a presença de Deus. Como pode isso ser possível? Uma música que antigamente era poderosa e hoje não ter mais o poder de Deus? De fato o mundo passou e passa por muitas mudanças, mas temos que ter em mente que quem realiza as mudanças é o inimigo das almas e não Deus. [Nota: Isso já aconteceu também comigo]

(Para meditação: religião é compreender, sentir ou fazer?)

Muitos confundem essas estimulações. Dizem que a música tem que mexer, sacudir, criar estimulações para gerar poder. Mas BARULHO NÃO GERA PODER. Ritmos elevados e músicas cheias de estimulações não fazem ninguém cheio do Espírito de Deus. O que torna uma pessoa cheia de poder, é a fé munida de submissão plena. O que torna uma pessoa cheia do Espírito Santo é a consagração e abandono decisivo do pecado.

"Se trabalharmos para criar excitação do sentimento, teremos tudo quanto queremos, e mais do que possivelmente podemos saber como manejar. (...) Importa não considerar nossa obra em criar excitação. Unicamente o Espírito de Deus pode criar um entusiasmo são. Deixai que Deus opere, e ande o instrumento humano silenciosamente diante dEle, vigiando, esperando, orando, olhando a Jesus a todo momento, conduzido e controlado pelo precioso Espírito que é luz e vida. (Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 16-17)

Isto seria muito sério?

“O Senhor mostrou-me que seriam introduzidos em nossas reuniões campais teorias e métodos errôneos, e que a história do passado se repetiria. Senti-me grandemente aflita. Fui instruída a dizer que, nessas demonstrações, acham-se presentes demônios em forma de homens, trabalhando com todo o engenho que satanás pode empregar para tomar a verdade desagradável às pessoas sensatas; O inimigo estava procurando arranjar as coisas de maneira que as reuniões campais, que têm sido o meio de levar a verdade da terceira mensagem angélica perante as multidões, venha a perder sua força e influência. Assim busca satanás pôr seu selo sobre a obra que Deus quer que se destaque em pureza. O Espírito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e multidão de sons. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual , devidamente dirigida seria um louvor e glória para Deus. Ele torna seu efeito qual venenoso aguilhão da serpente.” ME, vol 2 – 37

E afirmou que :

“Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço...” ME, vol 2 – 38

Muitos escritores modernos e cientistas que não tem nenhum vinculo com a igreja, após cuidadoso estudo e pesquisa, tem afirmado que os tambores são elementos essenciais dos cultos pagãos, dizendo ainda que são a principal ferramenta para estabelecer “contato com o mundo dos espíritos, (Ver capítulo “O uso de bateria na igreja).

Os defensores dos tambores nem ao menos sabem que Ellen White escreveu a esse respeito:

“Esses...foram arrastados por um engano espírita”. Evangelismo – 595

“Fui instruída a dizer que, nessas demonstrações, acham-se presentes demônios em forma de homens...” ME, vol 2 – 37

“Coisa alguma já, mais ofensiva aos olhos de Deus, do que uma exibição de música instrumental, quando os que nela tomam parte não são consagrados, não estão fazendo em seu coração melodia para o Senhor... Não temos tempo agora para gastar em buscar as coisas que agradam unicamente aos sentidos”. RH, 14/11/1899. EV, 510

Conclusão:

“É melhor nunca ter o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos músicos para fazer a obra que, foi-me apresentado em janeiro último, seria introduzida em nossa reuniões...” ME, vol 2 – 36

Usando todos os métodos de interpretação da Bíblia e do Espírito de Profecia, chegamos a esta conclusão não forçada, mas clara da situação dos tambores e da música rítmica na visão de Ellen White.

Fica evidente que em momento algum ela contrariou a bíblia na questão do uso dos tambores na adoração. Os tambores entraram na sua lista de coisas estranhas que ocorreram em indiana: “Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança”. ME, pág. 36 e Música, sua influência na vida do cristão, pág. 38 e 39.

É válido relembrar que jamais incentivou o seu uso e recebeu visões de Deus com a orientação de que “O Espírito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e multidão de sons. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual, devidamente dirigida seria um louvor e glória para Deus. Ele torna seu efeito qual venenoso aguilhão da serpente.” ME, vol 2 – 37.

Ela disse ainda que isso não é obra do Espírito Santo, mas de outro espírito:

“O Espírito Santo nunca se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo”. ME, vol 2 – 36

Qualquer argumento levantado a favor dos tambores, não pode ser com endosso da Bíblia e nem do Espírito de Profecia. Você vai preferir ignorar toda essa luz? Eu não, pois eu e minha casa serviremos ao Senhor.

Fonte - Gilberto Theiss

A União Européia deve guardar o domingo, diz a Igreja Católica


18 de Novembro de 2008
A Igreja Católica pretende que a observância do domingo seja inserida como parte das leis da União Europeia (UE). O Parlamento Europeu está debatendo as alterações a serem efetuados nas suas diretrizes sobre a jornada de trabalho. O Vaticano quer incluir uma cláusula em que esta lei obriga todos os cidadãos da União Europeia a descansar no domingo.

A Lei Diretiva sobre Tempo de Trabalho (EU Woring Time Directive), é um documento legislativo horrivelmente socialista, que presentemente declara como ilegal aos trabalhadores da UE laborarem mais de 48 horas semanais, com algumas exceções. Os trabalhadores do Reino Unido (Inglaterra) podem optar a não se sujeitarem nestas previsões.

A lei se encontra em fase de revisão. Durante sua segunda leitura, em Outubro, sete Membros do Parlamento Europeu (Veja o Independent Catholic News) entabularam uma emenda que dizendo que o período mínimo de descanso “deve em princípio incluir o domingo". A Comissão da Conferência de Bispos da Comunidade Européia (COMECE por sua sigla en Inglês), cuja sede está em Bruxelas, concorda, recomendando que a directriz laboral deve dizer “o descanso semanal mínimo deve incluir o domingo”. [Veja a notícia no Servizio Informazione Religiosa (SIR) ]

A emenda declarava que “as probabilidades de adoecer-se nas empresas que requerem a seus empregados trabalhar aos domingos é maior que nas companhias que não requerem a seus empregados trabalhar aos domingos. A saúde dos trabalhadores depende, entre outros fatores, de suas oportunidades de balancear o trabalho e a vida familiar, estabelecer e manter laços sociais e atender a suas necessidades espirituais. O domingo, como dia tradicional de descanso semanal, contribui para estes objetivos mais que qualquer outro dia da semana.”

A emenda nunca foi levada a votação, gerando crítica dos Bispos Católicos por toda Europa. Piotr Mazurkiewicz, secretário geral da COMECE, estava exasperado [Leia a noticia em The Parliament]. A proteção ao domingo, disse, “é pedra angular do modelo social europeu e um assunto de importância central para os obreiros e suas famílias.”

A lei referente às Diretrizes Sobre Jornada Laboral será discutida novamente em Dezembro [2008], e os Bispos Católicos da Europa querem que este assunto seja considerado.

O papa tem sido um forte defensor do reavivamento da observância do domingo. “Sem o domingo [descanso e adoração] não podemos viver!" declarou o Papa Bento XVI em uma missa em 9 de Setembro do ano passado, declarando que o domingo é uma “necessidade” para todo o mundo”. [Veja o artigo El Descanso Dominical una "Necesidad" para Todos].

A perspectiva de um governo Europeu tão poderoso que possa declarar um dia específico como dia de repouso é algo que dá medo. Isto resultaria em uma UE disposta e com o poder para estabelecer mudanças no estilo de vida de seus súditos, gostem eles ou não. Resultaria em uma Europa que estabeleceria uma religião estatal no Catolicismo. O estabelecimento do descanso dominical seria a marca de um poderoso superpoder europeu aliado com o Vaticano.

Fonte - The Trumpet
Nota DDP:
Gostaria apenas de fazer uma ressalva, uma vez que o texto, para os que entendem um pouco de profecia, é auto-explicativo: Este artigo não é de lavra de adventistas do sétimo dia, muito embora quem o elaborou seja uma igreja sabatista ("Philadelphia Church of God").
Realizada esta ressalva e, a de que eles estão com medo de um domínio romano sendo imposto a partir do local errado (a UE quando o foco deveriam ser os EUA), temos uma nuance muito clara, até mesmo pelas fontes que embasam o artigo, que outros grupos começam a perceber as realidades que se descotinam.
No mais, por repetir algo já postado neste espaço, reiteramos mais uma vez a notícia que embasa todo este artigo, "Crise financeira é consequência de uma crise de valores".
Maranata.

Vaticano pede um novo pacto financeiro internacional

CIDADE DO VATICANO, 22 NOV (ANSA) - O Vaticano pediu um "novo pacto financeiro internacional" diante da crise que abalou os mercados ao redor do mundo, sobretudo os dos países pobres e dos emergentes.

A declaração foi divulgada em comunicado do Pontifício Conselho de Justiça e Paz e aprovada pela Secretaria de Estado do Vaticano, às vésperas da Conferência Internacional de Doha -- entre os dias 29 de novembro e 2 de dezembro.

Na nota, o Vaticano questiona: "Basta uma simples revisão ou é necessária uma autêntica refundação do sistema das instituições econômicas e financeiras internacionais?".

O Estado pontifício também reclamou pelo fato das "nações mais fracas" terem sido "excluídas do plano elaborado para salvar os mercados".

Segundo nota publicada no jornal L'Osservatore Romano, "muitíssimos países que não participaram da cúpula de Washington (G20) temem, não sem razão, que esse evento tenha tirado o impacto da Conferência Internacional de Doha".

Caso o G20 tire a importância da Conferência de Doha, "será uma lástima, porque a comunidade internacional perderia a ocasião de discutir questões importantíssimas para a humanidade e para o desenvolvimento", escreveu o jornal.

Fonte - Ansa

Nota DDP: Os termos da discussão a ser proposta pelo Vaticano podem ser acompanhados em "Crise financeira é consequência de uma crise de valores".

Por quê um acordo entre a Santa Sé e o Brasil?

Cidade do Vaticano, 24 nov (RV) - Estamos publicando, a cada dia, comentários explicativos acerca do Acordo Brasil-Santa Sé, com o intuito de esclarecer a opinião pública em geral e os católicos em particular, sobre o significado e a importância desse documento.

Hoje respondemos à seguinte questão: Por que um "Acordo" entre a Santa Sé e o Estado brasileiro?
O Acordo responde principalmente a uma exigência da Igreja de certeza jurídica: isto é, recolher, dentro de um único texto legislativo, o estatuto jurídico da Igreja Católica no Brasil; este texto, ademais, tem a força jurídica de um tratado internacional, sendo estipulado entre duas entidades soberanas de direito internacional: o Estado brasileiro e a Santa Sé.

É importante destacar que a Santa Sé celebra freqüentemente estes tipos de Acordos com Nações do mundo inteiro, inclusive com Países muçulmanos ou de radicada tradição ‘não confessional’. Nos últimos anos, depois do Concílio Vaticano II, a atividade pactícia bilateral da Santa Sé foi intensíssima, e foram assinados mais de cem Acordos internacionais, particularmente com Países do antigo ‘bloco’ soviético, mas também com várias Nações africanas, do Oriente Médio, asiáticas, latino-americanas e européias.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: A se julgar pelos termos do acordo firmado com o Brasil, o quadro para leis dominicais em todo o mundo está bem avançado.

Erupção de vulcão deixa 10 mortos na Colômbia

Pelo menos 10 pessoas morreram e 18 estão desaparecidas devido à erupção do vulcão Nevado del Huila, no sul da Colômbia, informou neste sábado o governo colombiano.

O vulcão entrou em erupção na última quinta-feira. Até o momento, acreditava-se que a erupção havia provocado somente danos materiais em estradas, pontes e residências.

O ministro do Interior e da Justiça da Colômbia, Fabio Valencia, disse que as equipes de socorro ainda não sabem "se há outras situações dolorosas" na zona atingida.

Cerca de 40 mil pessoas, a maioria camponeses e indígenas, vivem na região do vulcão.
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Fonte - BBC

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Domínio dos EUA vai acabar

A força econômica, militar e política dos Estados Unidos no mundo deve decair nas próximas duas décadas, segundo um relatório de agências americanas de inteligência divulgado nesta sexta-feira. O relatório foi produzido pela National Intelligence Council (NIC), entidade que coordena o trabalho de todas as agências de inteligência do país.

O texto também afirma que a atual crise financeira é o começo de uma grande mudança na economia global, com transferência de renda do Ocidente para o Oriente e enfraquecimento do dólar.

A divulgação do documento da NIC coincide com a transição do governo de George W. Bush para o presidente eleito, Barack Obama, nos Estados Unidos.

"Os próximos 20 anos de transição para um novo sistema estão cheios de riscos", diz o relatório Global Trends 2025 (ou Tendências Mundiais 2025, em português) [...]

Fonte: BBC Brasil

NOTA Minuto Profético: Como não há na seqüência da profecia bíblica outra potência a governar o mundo depois dos EUA, esse relatório acaba sendo uma evidência de que o fim realmente está próximo.

Obama aponta aquecimento global como prioridade

Numa altura em que se discute quem serão as pessoas que o presidente eleito dos Estados Unidos levará para a Casa Branca, Barack Obama decidiu falar de políticas. Terça-feira, numa mensagem gravada, afirmou que adiar a questão das alterações climáticas "já não é uma opção" e "negar não é mais uma resposta aceitável", por isso garantiu que quando tomar posse "os EUA estarão vigorosamente engajados nas negociações para liderar o mundo numa nova era de cooperação contra o aquecimento global".

Esta nova visão desde Washington anima os responsáveis pela revisão do Protocolo de Quioto, que está já a ser negociada e que será consagrada numa conferência a decorrer em Dezembro de 2009 em Copenhaga. Yvo de Boer, secretário executivo da UNFCCC (Convenção das Nações Unidas para as Alterações Climáticas), mostrou o optimismo afirmando à agência Reuters que as declarações de Obama são um "imenso sinal" de incentivo aos negociadores. No jornal inglês «The Independent» de hoje, um dos negociadores envolvidos nesse processo pré-Copenhaga sublinha que as afirmações "enviam uma mensagem positiva a todo o mundo, especialmente para os países em desenvolvimento".
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Além da mensagem para o congresso organizado pelo governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, e que mereceu o aplauso deste republicano, uma outra seguiu para os negociadores que, em Dezembro, na Polónia, têm mais uma cimeira preparatória da conferência de Copenhaga. As palavras de Obama vão no mesmo sentido. Combater o aquecimento global passa a ser prioridade, mesmo em tempo de crise. Aliás, o presidente eleito entende que a aposta nas energias renováveis, como a solar e eólica, pode ser uma oportunidade para a indústria americana e ajudá-la a sair da crise.

Promessas de Obama sobre energia e ambiente pode ser lidas no link abaixo:

http://my.barackobama.com/page/content/newenergy

[Pesquisa: Resta uma Esperança]

Acordo Brasil e Santa Sé

Cidade do Vaticano, 21.11.08 - O artigo 2º do acordo entre o Brasil e a Santa Sé tem seu imenso valor em reconhecer que a Igreja Católica existe no Brasil e que faz parte de nossa sociedade. Antes a Igreja que, no Brasil colonial e Brasil Império, era a religião oficial e se impunha a todos, com o advento da República e a separação entre Igreja e Estado, passou a não existir como tal e apenas a religião ser um elemento de nossa cultura. Na prática, além do relacionamento entre Estado Brasileiro e o Estado do Vaticano, nada havia de oficial. Evidentemente nossa tradição e cultura exigiam feriados religiosos, a presença de representantes da hierarquia nos grandes momentos nacionais e, é claro, muitas dessas lideranças se impunham e influenciavam atitudes governamentais e atos legislativos.

Agora, não. A Igreja existe oficialmente e, como tal tem voz e vez dentro do Brasil que, por Constituição é um Estado laico e não ateu. Nossa Constituição, logo no início, em seu Preâmbulo, diz que ela é promulgada sob a proteção de Deus. Mais adiante, no Cap. I, Artigo 5º, VI, está: é inviolável a liberdade de consciência de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de cultos e suas liturgias.

O artigo 3º corrobora com o anterior e explicita o reconhecimento da personalidade jurídica da Igreja Católica e de todas as Instituições Eclesiásticas que possuem tal personalidade em conformidade com o direito canônico e que não contrariem a Constituição e as leis brasileiras.

A Igreja é, de fato, uma instituição de acordo com as leis brasileiras e, por isso, goza de todos os direitos e deveres que a Constituição prescreve. Oficialmente e não só pastoralmente a Igreja passa a ter voz.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: É sob o mesmo fundamento que a igreja de roma tem insistido em fazer com que a União Européia reconheça suas raízes cristãs. Ela quer ter voz.

Papa previu colapso dos mercados em 1985

O Papa Benedito XVI foi o primeiro a prever a crise no sistema financeiro mundial, uma profecia que data de um documento que escreveu quando ainda era cardeal, afirmou hoje o ministro italiano das Finanças, Giulio Tremonti.

“A previsão de que uma economia indisciplinada iria colapsar devido às suas próprias regras” pode ser encontrada num texto escrito por cardeal Joseph Ratzinger, que se tornou Papa em Abril de 2005, referiu ontem Tremonti, citado pela Bloomberg.

Ratzinger apresentou em 1985 um documento intitulado “Market Economy and Ethics”, num evento dedicado à Igreja e à economia. O então cardeal disse que o declínio observado ao nível da ética poderia “levar a um colapso das leis do mercado”.

No passado dia 7 de Outubro, o Papa salientou, a propósito da crise nos mercados, que o dinheiro não vale nada e que a única realidade sólida é a palavra de Deus.

O jornal oficial do Vaticano, o Osservatore Romano, criticou no mesmo dia o modelo de mercado livre por ter crescido demasiado, e da forma errada, nas últimas duas décadas, sublinhou a Bloomberg.

Recorde-se que os mercados accionistas estão em queda generalizada a nível mundial, com a Europa a cair hoje mais de 2% na maioria das principais bolsas.

Fonte - Jornal de Negócios

Nota DDP: A mídia e poder seculares reconhecendo a sapiência do pontífice, inclusive em inferência profética. Seria o início dos "sinais" que poderiam enganar inclusive os eleitos?

Líder protestante acolhe positivamente catequese do Papa

ROMA, quinta-feira, 20 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- A catequese que Bento XVI ofereceu nesta quarta-feira sobre a justificação, na qual analisou a teologia de Martinho Lutero, suscitou comentários positivos por parte de filhos da Reforma que ele fundou. O decano da Igreja Evangélica Luterana na Itália, Holger Milkau, confessou: «Sempre é um prazer escutar o Papa falar de Lutero, sobretudo quando fala de temas que compartilham».

O pontífice dedicou a audiência geral à doutrina sobre a justificação, tema central no ensinamento de São Paulo.

«Cristo nos torna justos – disse o Papa. Ser justo quer simplesmente dizer estar com Cristo e em Cristo. Isso basta. Não são necessárias outras observâncias.»

Milkau aprova este enunciado do pontífice, elogiando também a interpretação que fez de um dos pontos centrais da doutrina de Martinho Lutero (1483-1546): a doutrina da «justificação pela fé».
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Em 31 de outubro de 1999, foi assinada a Declaração conjunta sobre a Doutrina da Justificação entre a Igreja Católica e a Federação Luterana Mundial, que superava desde o ponto de vista doutrinal uma das causas fundamentais que provocou a separação de Lutero.

Fonte - Zenit

Nota DDP: O Espírito de Profecia diz que roma nunca muda, quem mudou então?

Situação de desemprego é 'crítica' na China

O número de desempregados na China chegou a 4% da população economicamente ativa nos dez primeiros meses deste ano, chegando a um nível considerado "crítico" pelo ministro de Recursos Humanos e Estabilidade Social, Yin Weimin.

O número absoluto de desempregados é provavelmente maior, pois trabalhadores imigrantes não foram computados na estatística, embora representem mais de 200 milhões na força produtiva do país.

"Atualmente, a situação é critica, e o impacto (da crise econômica) ainda está se desenvolvendo", disse Yin.
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Fonte - BBC

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

A música na Igreja

A música é um poderoso recurso para inúmeras utilidades. Serve tanto para aproximar da pureza de DEUS quanto para o sensualismo mundano; para ensinar preciosidades como para aviltar; para elevar culturalmente como para rebaixar o comportamento moral, para separar do mundo e aproximar de DEUS como para associação com o mundanismo, para louvar a DEUS como para homenagear a satanás. Tudo na vida que se faz com música não é igual ao que sem faz sem ela. Sempre há algum tipo de propulsão havendo música. Poderosa, influencia a nossa mente, é forte recurso para a formação de princípios e hábitos de vida, seja para o bem, seja para o mal. A música jamais é neutra, ou é útil para elevar nossos referenciais de vida, ou para rebaixá-los.

Tendo isto e mente, estamos bastante tristes quanto a música que está entrando na nossa igreja. Decidimos estudar sobre o assunto, e como resultado, ficamos perplexos e preocupados com as tendências. Algo terrível está em andamento. É algo que foi profetizado, portanto, merece respeito consideração. Se é profecia, devemos estar atentos, pois ela se cumprirá. Ou, já está se cumprindo.

Decidimos contribuir para orientar sobre o assunto: música na igreja, dado que ela tem como foco louvar a DEUS e também nos aproximar d’Ele, bem como nos educar para sermos cidadãos do Reino de DEUS na vida eterna. A música de louvor deve contribuir nessa direção, outras músicas, nem tanto, ou positivamente fazem o contrário. Isso será feito por meio deste site, nessa seção específica sobre música. Aos poucos iremos colocar informações buscando ajudar a esclarecer sobre o louvor que DEUS deseja. Louvor não é questão de gosto. Louvor é uma definição feita por DEUS, e não somos nós que decidimos como deve ser esse louvor.

Sentimos a responsabilidade de nos posicionar, pois se nos omitirmos, um dia DEUS, e também quem sabe muitos irmãos, nos cobrarão pelo que sabíamos e não dissemos. Essa cobrança pode acontecer quando já for tarde demais.

Não é intenção polemizar, nem condenar, nem combater esta ou aquela pessoa. Pelo contrário, a intenção é sinceramente evitar que o estrago que certos tipos de música vem causando na igreja piorem a situação. Por exemplo, ela já dividiu o ministério, há líderes que não a admitem, e há os que a defendem. O que resta então aos assim chamados leigos no meio dessas posições cruzadas?

Há uma profecia de Ellen G. White preocupante sobre música na igreja. Essa profecia é um dos indicadores para se saber se estamos ou não no final dos tempos. Julgamos que seria boa a leitura do capítulo três (p. 31 a 39) do livro Mensagens Escolhidas, volume 2. Anexamos esse capítulo nessa seção, sob o seu título: “‘A doutrina da ‘carne santa’”. Ali descreve o que já aconteceu em Indiana no ano de 1900, e que se repetirá, um pouco antes do final do tempo da graça. Cremos sinceramente que isto já está acontecendo. A música já está aí, entre nós, faltam só a dança e os gritos, pois os tambores já estão rufando com seu som bem típico. Conforme a profecia, os gritos e a dança ainda virão. Mas aqueles que desejam ser salvos, disso não participarão, é evidente. É uma impressionante profecia que já se cumpre há alguns anos. Ou seja, JESUS está muito próximo de retornar. Mas essa música certamente não contribuirá para que alguém seja salvo. DEUS não lançará mão de instrumentos desenvolvidos pelo inimigo para transformar mentes e corações para seres capazes de louvá-Lo pela eternidade, no Céu, com música ritmada para distrair a mente e ativar os músculos.

Em 1900, em Indiana doutrina da ‘carne santa’ era uma demonstração física em que gritavam, pulavam ou dançavam até que alguém caísse exausto e inconsciente. A carne desse, seu corpo, era considerada santa, ou seja, sem pecado. Portanto estava salvo. Mas para que se excitassem, e para que tivessem energia para pular, dançar e gritar, usavam música adequada para esse fim. Os instrumentos eram: órgãos, flautas, violinos, tamboris, buzinas e um grande tambor baixo. Os tambores faziam o ritmo e a batida para dar energia aos músculos. Assim como se faz hoje nas academias, nos bailes, nas baladas e outros locais. Tudo acontecia lá em Indiana com som alto para dominar os sentidos e aviltar a racionalidade. A letra não interessava, valia o volume do som da música e o que o seu ritmo sugeria ao corpo que fosse feito. A música trocava a racionalidade pela êxtase do corpo. E por que os gritos? Pode alguém cantar suavemente tendo por fundo batidas de tambores?

Isso se repetirá, disse EGW, um pouco antes do fechamento da porta da graça. “As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça [nos dias da forte ação do ESPÍRITO SANTO]. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo” (Mensagens Escolhidas, v2, 36). Ou seja, antes do fim, exatamente quando o ESPÍRITO SANTO deverá agir mais intensamente, satanás confundirá a muitos repetindo aquilo que aconteceu em Indiana. Pensarão mesmo que é ação do ESPÍRITO SANTO em suas vidas. Nas igrejas pentecostais e carismáticas isso já está acontecendo, faz tempo. Na nossa ainda irá acontecer. Para esse fim, satanás já logrou êxito introduzindo a música gospel na igreja, até, nos CDs jovem. Os tambores já estão entre nós, seja em playback, seja em baterias eletrônicas, seja, em alguns casos, em baterias tradicionais. Falta o que? As danças e os gritos. Será a parte mais fácil, uma vez que a música já foi aceita. A profecia falhará nesse particular? As danças e os gritos não se cumprirão nessa profecia? A profetiza falhará dessa vez?

Essa música ritmada e batida, em som alto, contribui para preparar os jovens, e também aos demais, que sejam sacudidos quando as leis dominicais apertarem. Nesse tempo eles irão para onde? Para o movimento do Ecumenismo, onde música assim já está em estágio mais avançado. Onde manifestações espirituais do falso reavivamento já estão se manifestando intensamente, em meio a muita emoção e milagres. Pensam que se preparam para louvar a DEUS, mas estão se acostumando com o ritmo do mundo. O efeito dessa música nesses dias não será para dizer: te tornaste em carne santa, e sim, recebeste o ESPÍRITO SANTO. Pouca é a diferença. Mas qual o efeito? Recebeu o espírito, mas não o santo, e sim, o do inimigo. É o espiritismo que está em alta, e vem com muita força para enganar. Vem para atrapalhar, se possível inviabilizar a proclamação do alto clamor. Vem para tentar impedir a proclamação da iminente vinda de JESUS.

Atentem para o que a profetiza para os últimos dias disse mais: “É melhor nunca ter o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos músicos para fazer a obra que, foi-me apresentado em janeiro último [no caso de Indiana, em 1900], seria introduzida em nossas reuniões campais. ... Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção. As forças dos agentes satânicos misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e isto é chamado de operação do Espírito Santo.” (Mensagens Escolhidas, v2, 36). “Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida” (Mensagens Escolhidas, v2, 38).

E qual a finalidade dessa música, em nossos dias, na igreja? Já dissemos: confundir a ação finalizadora da pregação com máximo poder do ESPÍRITO SANTO, e obter o controle dessa ação por parte de satanás. Dito sem meias palavras.

A todos irmãos que sinceramente desejam louvar a DEUS como Ele deseja, pois o louvor é Ele que decide como deve ser, desejamos bom proveito nessa seção. Gradativamente colocaremos novas matérias para ajudar a entender o que se passa e o que vem pela frente. Nosso site tem por propósito fortalecer o entendimento das profecias bem como ajudar na preparação da conclusão do evangelho e na recepção de JESUS CRISTO, quando Ele vier, o que cremos, será em pouco tempo.

Se essa música secular com letra religiosa já entrou em nossa igreja, se não é mais possível tirá-la, ao menos que seja possível evitarmos que ela entre em nosso coração e ali domine a nossa mente. Se é profecia que ela viria para esse tempo, então ela virá, e já veio. Ou seria uma música diferente da que já está em nosso meio? Se é uma profecia, então se cumprirá (infelizmente). E ai daqueles por meio dos quais a profecia já está se cumprindo. Felizes aqueles que se mantiverem isentos da culpa do cumprimento de tal profecia. Mas, infelizes também aqueles que se mantiverem neutros nessa questão, vital quanto a adoração a DEUS, ou ao seu inimigo. Muitos poderão perecer porque não foram devidamente alertados. Que não sejamos nós.

Prof, Sikberto R. Marks
Publicado em: 14-10-2008

Fonte - Cristo Voltará

Download do artigo em formato .doc

Nota DDP: O tema é amplo e, penso que tem sido dada pouca atenção às suas reais implicações, muito pelo contrário, tem se caminhado rapidamente para o modelo pentecostalista, o que pessoalmente me parece um grande, um enorme erro.

Em complementação ao estudo supra articulado, podem ser acessados ainda, também de lavra do Prof. Sikberto Marks, os seguintes artigos, indispensáveis:

1) - Princípios da música de louvor
2) - Ellen G. White e a música
3) - A música prevista profeticamente
4) - Adoração a quem?
5) - Teste da música

Outro material que penso deveria ser distribuído em profusão em nossas igrejas para que as pessoas se posicionem conscientemente sobre o tema, que já nos afeta de forma absolutamente clara.

Este post será reeditado todas as quintas-feiras.

Papa quer mais participação política dos católicos

A Igreja deve aumentar os seus esforços no sentido de preparar e ajudar os leigos a envolverem-se na política, afirma Bento XVI.

A urgência da participação de católicos na vida pública das sociedades é grande, afirmou Bento XVI aos membros do Conselho Pontifício para os Leigos, com quem se reuniu há dias.

“De modo especial, reafirmo a necessidade e a urgência de uma formação evangélica e acompanhamento pastoral de uma nova geração de Católicos envolvidos na política, para que sejam coerentes com a fé que professam”, afirmou Bento XVI, realçando ainda as virtudes do profissionalismo, da rectidão moral e da paixão pelo serviço ao bem comum.
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Fonte - Renascença

Ruptura do sistema monetário mundial até ao Verão de 2009

A reunião do G20 em Washington, dias 14-15 de Novembro de 2008, é em si mesma um indicador histórico que assinala o fim do monopólio ocidental, sobretudo anglo-saxónico, sobre a governação económica e financeira mundial. Mas, para o LEAP/E2020, esta reunião também demonstrou claramente que estas cimeiras estão condenadas à ineficácia face à crise pois limitam-se a tratar os sintomas (derivas financeiras dos bancos e outros hedge funds, explosão dos produtos financeiros derivados, volatilidade extrema dos mercados financeiros e das divisas, ...) sem tratar da causa principal da presente crise sistémica global, ou seja, o afundamento do sistema de Bretton Woods fundado sobre o US dólar como esteio do edifício monetário mundial. Sem uma reformulação completa do sistema herdado de 1944 daqui até o Verão de 2008, a falência do sistema actual e dos Estados Unidos estão no seu cerne arrastara o conjunto do planeta para uma instabilidade económica, social, política e estratégica sem precedentes, marcada nomeadamente pela ruptura do sistema monetário mundial no Verão de 2009. À vista do jargão e do calendário tecnocráticos do comunicado desta primeira Cimeira do G20, totalmente desconectada da velocidade e da amplitude da crise em curso, o mais provável é que será preciso passar primeiro por esta catástrofe para que os problemas de fundo seja abordados de forma concreta e um princípio de resposta eficaz à crise seja por fim iniciado.
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Aqueles que, apesar dos nossos conselhos destes últimos dois anos, investiram nestes mesmos Fannie Mae e Freddie Mac, ou nas bolsas, ou nos grandes bancos comerciais dos EUA ou no sector bancário em geral, tranquilizam-se mais uma vez: tudo isso não pode acontecer pois "eles" impedirão. Mas há um problema que permanece: os "eles" a partir de agora estão em pânico e "eles" não compreendem mais nada numa situação para a qual "eles" jamais se prepararam.
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Fonte - Leap 2020

Nota DDP: De serem consideradas as possibilidades em torno do arrazoado.

Sinceramente errado

Tenho recebido alguns e-mails solicitando-me que relatasse um pouco da minha história como pastor da IURD (Igreja Universal do Reino de Deus), e também pedindo explicação de como uma pessoa agindo de maneira sincera poderia ser usado por Satanás para enganar outras.

Resolvi então postar esta narrativa de minha história na IURD e como entendi, verdadeiramente, que os milagres que lá eram realizados através de mim não eram realizados por Deus.

Milagres e demonstração de exorcismo em minhas reuniões (como eram chamado os cultos) eram freqüentes, de antemão quero afirmar que jamais paguei alguém para fingir ser curado ou está possuído por um espírito imundo. Histórias de pessoas que dizem que foram pagas para fingir são comuns, porém este fato não é uma regra, mas sim uma exceção, pois embora possa haver pastores que com o desejo de crescer e alcançar maiores níveis dentro da denominação possa contratar pessoas para fingir e assim ganharem destaque, estes são a minoria. Os pastores em sua maioria são sinceros, estão crendo piamente que são instrumentos de Deus, assim como eu acreditava ser, pois convive com muitos deles e posso afirma isto, o fato de existir pastores corruptos, não caracteriza que todos os são. Havemos de convir que se todos os milagres que acontecem, não só na Universal, mas em muitas outras denominações que estão trilhando o mesmo caminho, fossem falsos isto já teria sido revelado e as igrejas fechadas, porém o que presenciamos é justamente o contrário, cada dia que passa mais igrejas são abertas e mais cheias elas estão ficando.

Os milagres em minhas reuniões aconteciam de forma inesperada, um dos primeiros e mais significativos que me lembro foi de uma criança que tinha nove anos de idade. Estava eu pregando quando contemplei a cena do pai entrando na igreja carregando seu filho, a cena chamou atenção de toda a igreja, havia cerca de 200 pessoas presentes, era uma reunião de sábado a noite, sempre costuma comparecer poucos membros no sábado à noite e a igreja estava com muitos bancos vazios. O pai sentou o filho no primeiro banco, logo em frente ao altar, o rosto do pai mostrava ansiedade e cansaço, a criança estava com uma fisionomia triste, pude perceber que era a primeira vez que compareciam à uma reunião, pois estavam assustados. Eu então parei o sermão e perguntei ao pai o que havia acontecido com a criança, ele contou-me que fazia cinco anos que o filho não andava, pois havia ficado com as pernas paralíticas desde quatro anos de idade, ele já havia levado a vários médicos e sempre diziam que o problema era irreversível, que estava trazendo à igreja por que disseram para ele que aqui ele poderia alcançar a cura do filho. Eu perguntei se ele possuía fé para que seu filho fosse curado naquele instante, ele respondeu que sim, por isso o estava trazendo, então eu olhei para o garoto e perguntei se ele queria voltar a andar, ele balançou com a cabeça dizendo que sim, perguntei se acreditava que Deus poderia curá-lo, ele disse que acreditava, então disse: o que está esperando? Ande! - Eu disse – venha até aqui, você não crer que Deus pode, então venha! – continuei. De repente a criança começou a mexer com as pernas e o pai começou a derramar lágrimas. Como se alguém o ajudasse, ele começou a se levantar e veio meio que arrastando as pernas até onde eu estava e declarei que estava curado, o pai chorava e abraçava o filho. Esta cena ficou clara em minha mente até hoje.

Depois do acontecido comecei a me empolgar com os milagres e já brincava com eles. As pessoas vinham com alguma dor e eu as tirava com a mão, simplesmente passava a mão sobre o local da dor e depois colocava de volta na pessoa, ficava fazendo isso para que os presentes pudessem se impressionar, mas depois tirava a dor por completo da pessoa. Da mesma forma eu fazia com os espíritos imundos que manifestavam. Achava-me o máximo, cheio de poder. Minha família que quase sempre assistia às reuniões ficava maravilhada.

Um dia cometi algo que ofendeu a Deus, eu pequei, pequei gravemente contra Deus, então fiquei com medo de que os milagres não acontecessem mais, mas eles continuavam a acontecer, então eu me perguntei como poderia isso ocorrer, se minha vida não estava em plena comunhão com Deus. Atos 5:32 diz que “...o Espírito Santo, que Deus concedeu àqueles que lhe obedecem.” Como poderia realizar milagres se eu não estava obedecendo a Deus? Esta pergunta ficou sem resposta durante muito tempo em minha mente. Eu busquei o perdão de Deus e me arrependi profundamente, mas a pergunta continuava sem resposta.

Um dia eu sentir um desejo de abandonar o ministério, sem nada ter me influenciado diretamente, mas em meu íntimo havia ainda o desejo de continuar na Universal, porém Deus tinha outros planos. Neste link você saberá como conheci a Mensagem Adventista e terá acesso ao meu testemunho que foi publicado no site Minuto Profético. Procure a postagem com o tema Mensagem do Grande Alcança Pastor da Universal.

Depois de minha conversão na Igreja Adventista comecei a estudar sobre os milagres que lá acontecem, então quero convidar você amigo a meditar comigo nos seguintes tópicos:

1. O fato de acontecer milagres em uma determinada igreja prova que esta igreja é de Deus?

Mateus 24:24 – “porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos”

O texto é claro quanto ao aparecimento de pessoas que se julgaria usadas por Deus, mas que o mesmo Deus os qualifica de falsos profetas, e que os mesmos enganariam, se possível, até os eleitos, isso significa dizer que o engano é muito grande, e as pessoas que não buscarem o conhecimento da Verdade serão enganadas, sendo elas sinceras ou não.

II Tessalonicenses 2: 9-12 – “a esse iníquo cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás com todo o poder e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para serem salvos. E por isso Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira; para que sejam julgados todos os que não creram na verdade, antes tiveram prazer na injustiça”.

Este texto nos diz que Deus permite Satanás agir desta forma, utilizando milagres e sinais, para enganar as pessoas que não buscaram o conhecimento verdade, e mesmo chegando a conhecer a verdade de alguma forma, não deram crédito.

Milagres não são prova da presença de Deus em uma igreja.

Se você deseja saber o que realmente está acontecendo no mundo evangélico eu lhe proponho que ouça as palestras de Daniel Spencer.

2. Então o que identifica uma igreja com sendo de Deus?

João 16:13 – “Quando vier, porém, aquele, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas vindouras”.

A presença do Espírito de Deus em uma Igreja é caracterizada pela pregação da verdade presente, de uma verdade onde o Pastor Luís Gonçalves bem definiu quando falou sobre as colunas da verdade.

1. Jeremias 10:10 – “Mas o Senhor é o verdadeiro Deus; ele é o Deus vivo e o Rei eterno, ao seu furor estremece a terra, e as nações não podem suportar a sua indignação”

Primeira Verdade – Deus

2. João 14:6 – “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”.

Segunda Verdade – Jesus

3. I João 5:7 – “E o Espírito é o que dá testemunho, porque o Espírito é a verdade.”

Terceira Verdade – O Espírito Santo

4. João 17:17 – “Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade”.

Quarta Verdade – A Palavra de Deus – a Bíblia

5. Salmos 119:151 – “Tu estás perto, Senhor, e todos os teus mandamentos são verdade”.

Quinta Verdade – Os mandamentos – A Lei de Deus

Estas são as verdades que uma igreja deve pregar para que possa ser dirigida por Deus, caso contrário, está sendo contra a Verdade.

Outra característica da Igreja Verdadeira:

Apocalipse 14:12 – “Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus”.

A Guarda dos Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.

A Lei e a Graça - A lei nos leva ao conhecimento do pecado como disse Paulo (Romanos 7:7) e ao conhecermos nossa real posição, que somos pecadores, então somos necessitados da Graça de Deus manifestada em Cristo Jesus (Romanos 5:21, ). Como disse o salmista “...a justiça e a paz se beijaram” Salmo 85:10.

Vejam que a Lei revela o pecado e Cristo veio para salvar os pecadores, portanto, quando alguém afirma que a Lei de Deus foi abolida então o pecado deixa de existir, e se o pecado não existe, então não sou pecador e se não sou pecador, não preciso de Cristo, você entendeu? Quando alguém declara isto não sabe nem o que está dizendo, pois está colocando por terra todo o sacrifício de Cristo e dizendo que não existe pecado e nem pecadores, indo contra o Paulo disse em Romanos 3:10. (Romanos 7:7-8, I João 3:4, Mateus 5:17-18)

Então uma igreja para ser de Deus deve pregar que Cristo é a solução para o pecado, e que o mesmo Cristo nos capacita para cumprir os dez mandamentos. (Filipenses 1:6, Romanos 7:25). Lembre-se do que o salmista profetizou, pois em Cristo diz ele “...a justiça e a paz se beijaram” Salmo 85:10.

3. As pessoas sinceras poderão ser usadas por Satanás para realização de milagres?

Satanás usa qualquer um que não tem o conhecimento da verdade, o que Deus faz com os sinceros é tentar, de qualquer forma, levá-los a este conhecimento para que possam ser libertos. Como disse Jesus “conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará” João 8:32.

Jesus também diz que muitos que realizam milagres em nome dEle serão enganados até o fim, por que não tiveram o amor pela verdade e ouvirão dEle a dura frase “eu não vos conheço”.

Mateus 7: 21-23 – “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade”.

O texto esclarece sobre o assunto, pois muitos que hoje realizam milagres e não tiveram o amor pela verdade, pois o amor ao ganho e ao lucro, que hoje é a tônica no meio evangélico, ficarão de fora da Cidade Santa que está sendo preparada para aqueles que amam a Deus e amam a verdade.

Fonte - Resta uma Esperança

Nota DDP: As palavras do irmão Robson nos levam a meditar sobre a realidade de que a sinceridade nem sempre nos coloca do lado da verdade. Podemos estar sinceramente enganados, inclusive dentro da IASD, especialmente neste momento em que nos aproximamos do fim, onde o próprio povo de Deus tem dado sinais que apontam para esta realidade, pela forma como temos nos conformado ao mundo, quando fomos chamados para dele sairmos. Assim, importante lembrar as palavras do Pr. Lessa na RA:

"Voltemos para as veredas antigas. Elas não são antiquadas, pois a Palavra de Deus não envelhece. É sempre atual.

Se você é músico ou cantor, volte para as veredas antigas. Se você é pastor ou líder, volte para as veredas antigas. Se você é professor, volte para as veredas antigas. Se você é médico missionário, volte para as veredas antigas! Se você deseja morar no reino eterno, volte para as veredas antigas. Ande de mãos dadas com Jesus por essas veredas de paz."

"Os homens empregarão todos os meios para tornarem menos destacada a diferença entre os adventistas do sétimo dia e os observadores do primeiro dia da semana. Foi-me apresentado um grupo com o nome de adventistas do sétimo dia, o qual estava aconselhando que a bandeira ou sinal que nos torna um povo distinto, não devia ser salientada de maneira tão chocante; pois pretendiam que esse não seria o melhor método para assegurar êxito a nossas instituições. Não estamos, porém, em tempo de arriar nossa bandeira, de nos envergonharmos de nossa fé. Esta distinta bandeira, descrita nas palavras: "Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (Apoc. 14:12), deve ser levada através do mundo até ao fim do tempo de graça. Ao passo que devem ser aumentados os esforços para avançarmos nos diferentes lugares, não devemos encobrir nossa fé para assegurar mais alunos. Cumpre que a verdade alcance as almas prestes a perecer; e caso ela seja de algum modo oculta, Deus é desonrado, e sobre nossas vestes se encontrará o sangue das almas." (Conselhos sobre Educação - Ellen G. White - Pág. 130)

Rússia propõe conselho consultivo da ONU sobre religiões

Serguei Lavrov, ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia propôs que a ONU crie um “conselho consultivo sobre religião a fim de promover no mundo a Aliança de Civilizações”. «Consideramos oportuno estudar a criação de um conselho consultivo de religião no âmbito das actividades da ONU para a promoção da Aliança de Civilizações», ele disse. Há pontos de coincidências de interesses comuns que permitem o diálogo entre os líderes religiosos, ele acrescentou. Portanto, as religiões podem colaborar desde já no que tem em comum.

Os pontos em comum, esse é o grande argumento para que todas as religiões se unam. Um argumento poderoso, de difícil assimilação para igrejas que adoram o verdadeiro DEUS.

Fonte - Cristo Voltará

O mundo e as emissões de gases de efeito estufa

Barack Obama disse na última terça-feira que seu governo representará uma nova fase da liderança norte-americana no combate ao aquecimento global. Novos dados da ONU sobre as emissões de gases de efeito estufa revelaram que ainda é preciso fazer muito a este respeito.

Como parte da Convenção das Nações Unidas sobre Aquecimento Global, cerca de 40 países industrializados (a China e a Índia não fazem parte deste grupo) relatam à ONU suas emissões de gases de efeito estufa. Alguns destes países, principalmente da Europa Central e Oriental, apresentaram grandes reduções de suas emissões de 1990 para 2006, graças em parte ao colapso da indústria pesada.

Já Espanha, Portugal e Irlanda aumentaram significativamente suas emissões de gases de efeito estufa à medida que suas economias se desenvolveram. Austrália, Canadá e EUA também emitiram mais gases responsáveis pelo aquecimento global.

Apesar de um declínio de 5% no total das emissões destes 40 países desde 1990, a tendência atual é de aumento. Desde 2000, as emissões de gases de efeito estufa na antiga União Soviética aumentaram 7,4%, e nos países ricos elas cresceram 2%.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Em outras palavras, os tratados por adesão não têm funcionado e os compulsórios virão a reboque. Puxado por quem? Pelos EUA.

Os polos se aquecem pela ação do homem

Así reza el artículo de "CienciaySociedad.info".

"Un equipo internacional de científicos ha hallado pruebas de que el calentamiento global en los Polos, que pierden cada vez más masa helada, se atribuye directamente a la actividad humana, según un estudio publicado en la última edición de Nature Geoscience. Por primera vez, se ha constatado que existe una “causa humana” en el aumento de las temperaturas tanto en la Antártida como en el el Ártico.

“Por primera vez, somos capaces de atribuir directamente el calentamiento en ambos extremos de la Tierra a la actividad humana”
[la negrita es mía], ha indicado Nathan Gillett, de la Universidad inglesa de East Anglia, que ha dirigido el estudio en el que han participado investigadores estadounidenses, británicos y japoneses.

Las temperaturas del Ártico han aumentado bruscamente en los últimos años y la placa de hielo submarina del continente alcanzó en 2007 su nivel más bajo, pero no se tenía aún constancia de tales efectos en el otro continente helado, la Antártida. Según el Panel Intergubernamental sobre Cambio Climático de la ONU, compuesto por 2.500 expertos, el año pasado la huella humana en el clima se detectó en todos los continentes excepto en la Antártida. Con esta nueva investigación, se disipan todas las dudas.

Los investigadores han comparado los niveles máximos de temperaturas y cuatro modelos climáticos y han observado que el calentamiento se produce en las dos regiones polares. El aumento de temperaturas lo atribuyen al incremento de los gases de efecto invernadero, principalmente derivado de la quema de combustibles fósiles, más que de transformaciones naturales.

Según los científicos, las temperaturas han aumentado 2ºC en los últimos cuarenta años en el Ártico. En la Antártida, este proceso es aún más rápido debido a la oscuridad que impera en sus aguas y a la humedad del terreno."

En otra web, madridmas.org se encuentra otra afirmación complementaria:

"Datos obtenidos por satélite han permitido constatar por primera vez y de modo definitivo que la masa total de hielo en el Ártico ha disminuido. Una reducción drástica, en algunos lugares de hasta 49 centímetros en el grosor del hielo, se produjo el pasado invierno, después de varios años de observación que indicaban un espesor constante.

La investigación, realizada por un equipo del University College London, sugiere que esta sustantiva pérdida de agua helada que cubre el Ártico podría significar que se ha alcanzado un «punto de no retorno». Un completo deshielo, situado por algunas proyecciones hacia 2080, podría incluso anticiparse a 2030-2040."


Hay quien pone en duda estas cuestiones, pero conforme pasa el tiempo, sigue siendo la tónica general en muchos informes, este mundo se derrite de modo irreversible.

Fonte - Cuenta Atras

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Líderes religiosos fazem apelo pela paz e o diálogo

Roma, 18 nov (EFE).- Líderes cristãos, judeus, muçulmanos, budistas, hinduístas e xintoístas fizeram hoje em Nicósia uma apelo pela paz e o diálogo e denunciaram que os pobres são os mais atingidos pela crise econômica e as vítimas "de um mercado que se acredita onipotente".

Esta declaração foi feita no documento com o qual encerrou hoje na capital de Chipre o encontro organizado pela comunidade católica italiana de Sant'Egídio, que teve como lema "A civilização da paz: diálogo de religiões e culturas".

No texto, segundo um comunicado divulgado em Roma por Sant'Egídio, as duas centenas de participantes disseram que tinham se reunido no Chipre, "onde está o último muro de divisão da Europa", para rezar, dialogar e fazer com que cresça "uma civilização de paz, que o mundo necessita para não se tornar desumano".

Os líderes religiosos afirmaram que o mundo vive um "momento difícil" e que "um grande mundo de pobres pagará um alto preço" pela atual crise econômica atualmente existente.

"Pensamos com muita preocupação nos milhões de novos e antigos pobres, vítimas de um mercado que considera onipotente", declarou no documento, no qual afirmaram que chegou a hora "de escutar a dor de tantos e de trabalhar para fundar uma nova ordem mundial de paz".

Além disso, a justiça, o diálogo e o respeito dos mais fracos são os instrumentos para construir esta nova ordem mundial e destacaram a necessidade de que tem o mundo de paz.

"Queremos a paz. As religiões sabem que falar de guerra em nome de Deus é absurdo e uma blasfêmia e estão convencidas de que da violência e do terrorismo não nasce uma humanidade melhor. Não acreditam em um confronto inevitável entre religiões e sociedade e esperam e rezam para que entre os povos e os homens se construa uma verdadeira comunidade de paz", concluiu o texto.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP: O mundo religioso está prontinho para eleger seu porta-voz... Já fala até igual...

Obama promete ação climática apesar da crise

CHICAGO (Reuters) - O presidente eleito Barack Obama disse na terça-feira que os Estados Unidos "se envolverão vigorosamente" nas discussões climáticas e prometeu que, apesar da crise financeira, manterá os planos para uma drástica redução das emissões de carbono até 2020.
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"Quando eu tomar posse, vocês podem estar certos de que os Estados Unidos vão novamente se envolver vigorosamente nessas negociações e ajudarão a liderar o mundo na direção de uma nova era de cooperação global sobre a mudança climática", disse Obama.
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Fonte - O Globo

Feliz 2010

Pode ser uma piada antiga desejar "Feliz 2010" no final de 2008, como se o ano de 2009 já estivesse comprometido e sem solução; ficamos na dúvida entre a oportunidade da piada ou o risco de perder o leitor por alastrar o desânimo, mas vale a pena chamar a atenção para aspectos mais amplos neste momento de perplexidade.

O economista Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia em 2001, fez previsões sombrias em sua visita ao Brasil este mês, afirmando que, na melhor das hipóteses, se tudo for feito corretamente para corrigir os rumos, a desaceleração da economia americana pode durar até 18 meses. Torcendo pelo acerto, é oportuno lembrar que não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe. Assim, pelo menos, já teríamos um horizonte pela frente, com a expectativa razoável de que a recessão não seja tão profunda e disseminada por todos os setores.
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Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Veja também: "Brasil corre o risco de entrar em recessão"

[Colaboração - Marcos Silva]

Ainda sobre a concordata

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Para a professora Roseli Fischmann, da USP, em matéria publicada no Último Segundo (leia aqui), se o acordo for ratificado, o Brasil ficará de mãos amarradas. “Se o acordo passar no Congresso, o Brasil dá poder à Igreja [Católica] e veta a si mesmo”, afirma Roseli. A pesquisadora diz acreditar que todas as medidas representem um retrocesso na separação entre Igreja e Estado, conseguida há 119 anos.

Leia também (pelo menos o jornal argentino deu a notícia): “Lula pacta con el Vaticano la enseñanza de religión en las escuelas de Brasil”

Nota: O passado está de volta e uma coisa é certa: se esse tipo de postura foi assumido agora (tanto por governos quanto pela Igreja Católica), o que impede que seja repetido quando se tratar de outros temas que acabarão por solapar, mais uma vez, a Constituição e as liberdades das minorias?[MB]

Fonte - Michelson Borges

Nota DDP: Outras nuances da matéria do Último Segundo:

"...o acordo é gravíssimo porque é uma violência à pluralidade de crenças da população, fere a democracia e cria cidadãos de segunda classe: o católico e o não-católico.
...
"O que mais se anunciou como polêmico parece ter sido tratado com cuidado e acabou por se restringir à situação legal atual, que em si é polêmica, mais o fato de o contexto todo do documento permitir interpretações menos promissoras para a pluralidade religiosa", completa Roseli.
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Segundo Roseli, no final do documento, no artigo 18, está um dos maiores riscos: “O presente acordo poderá ser complementado”. Ela explica que esse ponto deixa uma porta aberta para novos adendos e abre precedente para que a Igreja influencie em assuntos ainda mais polêmicos. “O governo assinou, deixando aberta essa possibilidade. Isso pode dar espaço para que a Igreja intervenha em questões como o aborto, casamento de pessoas do mesmo sexo, pesquisa com células troco embrionárias, entre outras.”
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[Colaboração - Carlos Santana]

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Omissão da mídia sobre o acordo com o Vaticano

É grave e clamoroso o silêncio da imprensa em relação à assinatura do acordo entre o Executivo brasileiro e a Santa Sé. Como é grave a atitude de, ao dar a matéria, meramente divulgar informações oficiais do governo brasileiro ou do Vaticano, que obviamente tentam minimizar a ameaça à laicidade do Estado, que está presente. Não fosse por outro motivo, seria de se esperar atenção da imprensa, pelo vigor renovado das reações de tantos setores, a cada nova ameaça ao Estado laico.

É bom lembrar que há exatos dois anos tornou-se público que a Santa Sé pressionava o presidente Lula para assinar um acordo bilateral (tratado ou concordata), ameaçando o princípio da laicidade, o que ocasionou reações fortes e justificadas de amplos setores. Em continuidade a movimento que remonta aos primórdios da República, são pessoas de muitas e diversas origens que têm se dedicado a demonstrar e reafirmar como o princípio da laicidade do Estado é indissolúvel da democracia, como consagrado na Constituição brasileira.

Mera reprodução

Ora, a opinião pública merece respeito e à imprensa cabe cumprir seu papel de informar, em particular quando o gesto que é político – como reconhecido, em busca de seu próprio benefício, pela Santa Séameaça a liberdade de consciência e de crença dos pertencentes a outros grupos ideológicos e religiosos. O silêncio da imprensa há de ser tomado como presumidamente auto-imposto, já que não se pode imaginar que tipo de pressão as partes contratantes do acordo poderiam fazer, estando, como estamos, em uma democracia.

Vale mencionar, primeiramente, que o porta-voz da Presidência da República, Marcelo Baumbach, fez anúncio da viagem do presidente a Roma, "a caminho de Washington". Era 6 de novembro, uma semana antes da data agendada para a assinatura, ou seja, com tempo apertado, porém suficiente, para explorar o anunciado. Assim, seria de se esperar o debate pela imprensa, em particular por toda a polêmica em ocasiões anteriores em que o tema veio à tona, fosse diretamente, ou por riscos a que se viu exposto o Estado laico, como no caso da pesquisa com células-tronco.

Mas houve até veículos que simplesmente suprimiram o anúncio da assinatura do acordo, mencionando apenas que, "durante o encontro, Lula e Bento 16 podem discutir temas como combate à fome, direitos humanos e solidariedade entre os povos". Outros, como o UOL, ofereceram, sem destaque, o anúncio completo: "Na reunião reservada com o papa, Lula deve assinar um tratado com o Vaticano sobre a atuação da Igreja Católica no Brasil"; recortaram em particular a fala do porta-voz da Presidência: "O importante é que o acordo preserve o preceito constitucional de liberdade religiosa. Não será discutido credo, mas os direitos e deveres da entidade religiosa." Ponto final, sem críticas, "outros lados", ou quaisquer análises, mera reprodução da Agência Brasil.

Falha imperdoável

Pode-se até entender a posição do porta-voz de, no anúncio, tentar neutralizar a polêmica, buscando garantir que estariam assegurados os direitos de todos, o que ganhava relevância em face de ser a primeira vez que clara e oficialmente era assumida pelo governo a existência de negociações antigas, como dado no UOL: "Segundo Baumbach, o Brasil e o Vaticano negociam há alguns anos a redação de um documento sobre a relação entre os dois países".

É sabido que diferentes ministérios do governo federal foram chamados a se manifestar sobre a proposta do Vaticano em diferentes rodadas ao longo desses anos; ou seja, não foi gesto isolado do presidente, que bem poderia ter tido e ouvido algum de seus colaboradores a aconselhar a abertura do debate, que só teria a ganhar vindo à luz, protegendo a autoridade republicana da pressão indevida. Mas não foi assim, não sendo possível compreender como a imprensa não rastreou o processo. Sabe-se ainda que são fortes as pressões da Santa Sé reivindicando sigilo nas negociações, como chegou a ser anunciado em 2007, quando da visita do papa ao Brasil.

Por isso, não surpreende que o presidente Lula tenha sido "convidado" a assinar esse documento longe dos olhos do Brasil. Já com o presidente de Portugal havia sido usado esse artifício em 2004, para assinar, no Vaticano, em sigilo, uma concordata, lá noticiada apenas a posteriori. Essa estratégia é da Igreja Católica que, como qualquer instituição humana, procura fazer valer seus interesses; aceitá-la, é problema do governo, atitude questionável, mas do mundo da política; calar e não investigar é falha imperdoável da imprensa.

Sem ouvir nem informar

Ou seja, paradoxalmente, mesmo sob pressão, quem até tentou avisar foi o presidente – de forma limitada, no último momento, mas avisou. Por isso é impossível compreender por que a imprensa se furtou ao debate, quando houvera o anúncio por parte do Palácio do Planalto daquela agenda, ainda que de última hora. Seria o tempo para informar a opinião pública, oferecer debates, dados técnicos sobre o que são acordos bilaterais, peculiaridades da Santa Sé como Estado, a diferença entre a questão política e as questões de crença, o que poderia significar frente à ordem constitucional brasileira, em que afetaria ou não afetaria a vida da cidadania em geral etc.

Haveria a oferecer ao público o aporte do amplo arco de grupos que se mobiliza em favor da laicidade do Estado. Deixaram de ouvir fontes respeitáveis, que têm importantes e diversas contribuições a oferecer: minorias religiosas, em sua imensa diversidade no Brasil, monoteístas e politeístas, ateus e agnósticos; defensores e defensoras dos direitos sexuais e reprodutivos; movimento de mulheres e dos setores GBLTT; grupos acadêmicos dedicados ao estudo do Estado laico; associações científicas; e defensores da liberdade de expressão, para citar apenas alguns segmentos.

A representatividade e força desses setores é sua profunda heterogeneidade, sem qualquer centralização ou hierarquia, indicadora das múltiplas e diversas manifestações da pluralidade humana, base da democracia, como tanto indicaram cientistas políticos e filósofos como Arendt e Bobbio e outros. A imprensa nem se serviu dessas fontes para analisar e, antes ainda, nem informou, deixando igualmente de servir a todos e de cumprir sua missão.

Carta-manifesto

Já na ocasião da visita do papa Bento 16 ao Brasil, em 2007, a cobertura da imprensa deixara a desejar, como analisamos neste Observatório (ver "A imprensa em falta com o Brasil"). Naquela oportunidade, a maior parte da imprensa adotou atitude que extrapolava o respeito e a atenção – naturalmente devidas - à significativa e respeitável população católica no Brasil, para adotar cobertura que ignorou a pluralidade religiosa e o caráter laico do Estado brasileiro. Ali, a imprensa foi positivamente surpreendida pelo gesto do presidente Lula, que naquele momento teve coragem para cumprir seu juramento de defesa da Constituição brasileira e reafirmou a laicidade diretamente ao papa Bento 16, dizendo que não assinaria qualquer acordo bilateral, por ser o Brasil um Estado laico. Alberto Dines destacou no OI a contradição entre uma imprensa recolhida e o presidente assertivo (ver "Catequese da mídia contraria Estado laico").

Não fosse por outro motivo, desta vez seria de se esperar que a imprensa perguntasse ao presidente Lula: o que mudou, em 18 meses, que tornou possível assinar o acordo? Não seria de se esperar que a imprensa pedisse acesso ao documento, antes da assinatura, para submeter a análises e confirmar, ou não, as assertivas de que não haveria riscos à separação entre Estado e religiões? Ou, no caso, riscos à separação entre o Estado e especificamente a Igreja Católica Romana, que vigora desde o início da República, por ser matéria de interesse de todos?

Ao invés disso, o silêncio auto-obsequioso foi quase total: a CBN abriu espaço para o debate antes da assinatura do acordo (com base em notícias de jornais de outros países), como alguns veículos independentes, blogueiros isolados ou de instituições. A ONG "Católicas pelo Direito de Decidir" lançou uma carta-manifesto repercutida por diversas ONGs ligadas ao movimento de mulheres, e que não recebeu atenção da mídia para uma posição relevante que demonstra que entre os próprios católicos não há, felizmente, expectativa unânime de que o Estado brasileiro abdique da laicidade para se submeter a um grupo religioso.

Retrocesso, uma ameaça

Mais constrangedor ainda foi brasileiros e brasileiras precisarem consultar jornais estrangeiros, na internet, como o argentino Clarín, entre outros, que a partir do dia 9 de novembro detalharam aspectos do acordo, ouvindo fontes em geral não identificadas, trouxeram informações relativas a coletivas de que participou o presidente Lula em Roma, com o presidente italiano, em que o tema do acordo com o Vaticano foi abordado, deixando a impressão de que os veículos brasileiros sequer tinham correspondentes em Roma.

Como reagir à situação de o mundo discutir uma interpretação da vida brasileira que não teríamos jamais em vista, pelo absurdo, como a idéia de que o acordo protegeria a Igreja Católica até de mudanças na lei brasileira? Ou mesmo informações da presença de itens que, de fato, "caíram" na versão final do acordo? Ou com interpretação distinta dos termos depois anunciados, como prenúncio de próximas pressões?

Resta esperar que, já assinado o acordo, a imprensa cumpra seu dever, ainda que tardiamente, impulsionando o debate porque há ainda o que fazer. Basta ler o artigo 20, que implicitamente traz a exigência constitucional, no lado brasileiro, de que seja ratificado pelo Congresso Nacional. Que a omissão não permaneça como a marca histórica da imprensa neste momento tão crítico em que a República, em seu 119º aniversário, é ameaçada de retrocesso em séculos.

Fonte - Observatório da Imprensa

Nota DDP: Nada a declarar:

«A autonomia recíproca entre Igreja e comunidade política, também assinala a Doutrina Social da Igreja, não compreende uma separação tal que exclua a colaboração entre elas. Embora a títulos diferentes, ambas estão ao serviço da vocação pessoal e social dos próprios homens e mulheres», explica Dom Walmor.

Segundo o arcebispo, o Acordo recém-assinado fomentará «ações mais eficazes para o bem de todos pelo cultivo adequado e próprio de uma sã cooperação».

Dom Walmor considera que são importantes «outros desdobramentos e incidências pela reafirmação da personalidade jurídica da Igreja Católica e de todas as suas Instituições Eclesiásticas».

«Outros tantos desdobramentos e incidências jurídicas permitirão o crescimento da cooperação Igreja e Estado, respeitando o próprio de identidades e o específico de seus ordenamentos jurídicos, gerando mais cooperação e serviço à vida na sociedade brasileira. Esta é uma conquista de todos, fruto de um entendimento clarividente e nobre», afirma o arcebispo.


Fonte - Zenit

Diz o Diploma:

Considerando as relações históricas entre a Igreja Católica e o Brasil e suas respectivas responsabilidades a serviço da sociedade e do bem integral da pessoa humana;

Afirmando que as Altas Partes Contratantes são, cada uma na própria ordem, autônomas, independentes e soberanas e cooperam para a construção de uma sociedade mais justa, pacífica e fraterna;

Artigo 7º
A República Federativa do Brasil assegura, nos termos do seu ordenamento jurídico, as medidas necessárias para garantir a proteção dos lugares de culto da Igreja Católica e de suas liturgias, símbolos, imagens e objetos cultuais, contra toda forma de violação, desrespeito e uso ilegítimo.
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Artigo 18
O presente acordo poderá ser complementado por ajustes concluídos entre as Altas Partes Contratantes.

Ministério das Relações Exteriores

Mais aberto em suas intenções, impossível.

É urgente humanizar a sociedade

VALENCIA, 16 Nov. 08 / 08:26 pm (ACI).- O Arcebispo de Valência, Cardeal Agustín García-Gasco, ressaltou em sua habitual carta semanal que "humanizar a sociedade é urgente. Da escola até a universidade é imprescindível emprestar o serviço formativo de transmitir a mensagem cristã, de promover o encontro entre o Evangelho e os distintos saberes para uma melhor promoção da dignidade da pessoa humana".

O Cardeal advertiu que "quando fica o centro do progresso em sujeitos abstratos e inconcretos como 'a humanidade', 'a coletividade' ou inclusive o 'Estado', comete-se um grave engano, pois se acaba esquecendo a grandeza única e irrepetível de cada ser humano, que os cristãos proclamam em toda sua intensidade ao lembrar que cada um é 'imagem e semelhança de Deus'".

Depois de lembrar que "a Igreja não só é consciente dessa centralidade da pessoa para o desenvolvimento, mas também expressa sua missão evangelizadora com seu compromisso pela dignidade de todos os seres humanos", o Cardeal García-Gasco explicou que "a insistência do Magistério ao propor" a Doutrina Social da Igreja "como fonte inspiradora do apostolado e da reta ação social nasce de uma dupla convicção: trata-se de um extraordinário instrumento formativo que é plenamente adequado para que as pessoas vivam e atuem segundo sua dignidade".

Por isso, é necessário o testemunho dos cristãos, como uma forma de permitir que outros percebam "a beleza da verdade, a força liberadora do amor de Deus e o valor da felicidade incondicionada a todas as exigências da lei do Senhor".

Ao referir-se logo a esta realidade e sua estreita relação com a Doutrina Social da Igreja, o Arcebispo de Valência sublinhou que esta "capacita em primeiro lugar aos cristãos leigos para represar eficazmente a tarefa cotidiana nos âmbitos culturais, sociais, econômicos e políticos, desenvolvendo neles o sentido de orientar seus esforços ao serviço do bem comum. Nenhum cristão, nenhuma pessoa de boa vontade, deve permanecer alheio ao compromisso por fazer a vida mais humana".

Fonte - ACI

Invasão de privacidade?

Acadêmicos, advogados e funcionários corporativos lançaram nesta segunda-feira nos EUA uma iniciativa de defesa da privacidade cujo objetivo é ajudar a elaborar normas para coleta, armazenamento e utilização pelas empresas de dados dos consumidores.

O Fórum Futuro da Privacidade, que é patrocinado pela AT&T, buscará maneiras de permitir aos consumidores exercerem maior controle sobre as informações pessoais que são utilizadas na internet para publicidade de segmentação comportamental.

Empresas da internet vêm sendo criticadas por monitorar o comportamento online dos usuários a fim de elaborar anúncios direcionados. O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, tem na questão da privacidade um dos pontos que pretende abordar entre os assuntos tecnológicos.

Em nossa opinião o perigo de invasão de privacidade é grande. Usuários que fazem compras na internet deixam o rastro de seu padrão de consumo, o que é uma informação valiosa para anunciantes. A participação em grupos e sites de relacionamento deixa informações ainda mais pessoais, que poderiam ser utilizadas de maneira nociva por pessoas mal-intencionadas.

Fonte - Opinião e Notícia

Recessão no Japão pode ir até 2010

O ministro da Polícia Fiscal e Economia do Japão, Kaoru Yosano, afirmou nesta terça-feira (18) que a contração na segunda maior economia do mundo pode se arrastar durante por todo o ano fiscal de 2009, cujo período só termina em março de 2010, informou a agência local “Kyodo”.

“É difícil achar fatores que possam contribuir para trazer o PIB ao território positivo”, afirmou o ministro, em entrevista à agência de notícias japonesa.
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Fonte - G1

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Crise financeira é consequência de uma crise de valores

Bispos Europeus apelam a um novo modelo de sociedade, distante do mero consumismo

«A actual crise financeira manifesta uma profunda crise espiritual e um conjunto equivocado de valores». É a convicção dos bispos da Europa ao concluir nesta sexta-feira a Assembleia Plenária do Comité de Representantes das Conferências Episcopais da Europa (COMECE), realizada nestes dias em Bruxelas.

A crise actual reflecte-se na Europa numa tripla vertente: em primeiro lugar, «o resultado do referendo irlandês, que suspendeu o Tratado de Lisboa e a reforma institucional da UE»; em segundo lugar, «a crise geopolítica surgida do conflito do Cáucaso»; e em terceiro lugar, «a crise financeira e económica».

Centrando-se nesta última, os bispos assinalam com pesar que «o sentido e o valor do trabalho humano foram retirados pela luta generalizada pelo benefício».

O presidente da COMECE, D. Adrianus Van Luyn, bispo de Roterdão, advertiu que não se subestima a crise, porque o que se está a questionar é todo o modelo de sociedade ocidental.

«Quem considerar que a causa da crise financeira reside só na falta de transparência e de responsabilidade legal, talvez não perceba o facto de que é o nosso modelo social que está sendo posto em dúvida», acrescentou.

«Um modelo económico que está baseado no consumo continuado e ilimitado de recursos limitados só pode acabar mal», sublinhou.

Neste sentido, os bispos crêem que o debate sobre a mudança climática «oferece a oportunidade de questionar o estilo de vida da sociedade ocidental», já que «pergunta pela sobrevivência de uma grande parte da humanidade».

É necessário, portanto, «persuadir não só as mentes, mas também os corações de cidadãos, e convencê-los de que se distanciem do modo de viver predominante nos nossos países, muito enfocados no consumo».

A importância do Domingo

Outro dos temas tratados, dentro da preocupação geral pelas repercussões da crise, foi o respeito do Domingo como dia festivo, questão que está prevista no debate do Parlamento Europeu do próximo mês de Dezembro.

Os bispos europeus pedem que se respeite o descanso dominical «como um dos fundamentos da ordem social europeia», assim como «uma forma de equilibrar a vida familiar e o trabalho», frente a recentes legislações europeias que ameaçam o Domingo por questões políticas ou simplesmente consumistas.

Neste sentido, apelam à «responsabilidade dos membros do Parlamento» para que incluam a protecção do domingo na directriz sobre o horário de trabalho, especialmente neste momento de crise.

Por último, A COMECE pede à Europa que se envolva mais na defesa da minoria cristã do Iraque, e lamentam que a Europa «não se esforce o suficiente» para exigir de outros países o respeito à liberdade religiosa.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: A ponte crise ambiental/crise econômica/dia de descanso, há muito nas entrelinhas anunciada, agora é revelada às claras. Como visto na notícia anterior, o próprio novo presidente dos EUA já declinou que tratará de retomar o patamar moral americano. Ecos do discurso religioso no meio político é questão de tempo.

O futuro chegou. Se amarre na mão poderosa de Cristo.

"Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são perturbadores do povo, impedindo a sua restauração ao favor divino e à prosperidade temporal." -- O Grande Conflito, pág. 590.

Obama promete recuperar aos EUA sua 'estatura moral'

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu reconstruir "a estatura moral" dos Estados Unidos no mundo em sua primeira entrevista desde que ganhou a disputa para a Casa Branca.
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Obama também prometeu fazer "o que for necessário" para estabilizar a economia americana, com ajudas financeiras à indústria automobilística e a mutuários.
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Fonte - BBC

Nota DDP: Moralidade virou ponto chave para reconstrução pós-crise.

A nova ordem econômica mundial

WASHINGTON - O que parecia improvável se tornou realidade. O G-20, formado pelos países ricos e os emergentes mais importantes, criou um conjunto de princípios e uma série de medidas a serem aplicadas daqui por diante para neutralizar a atual crise financeira e evitar outras.
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Das ações consideradas prioritárias, a serem implantadas até 31 de março de 2009, a mais aguardada é a que servirá como o maior teste da nova ordem econômica mundial: a escolha das 30 instituições financeiras multinacionais cujas operações serão monitoradas por uma equipe de supervisores.
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Fonte - O Globo

Nota DDP: Só para acrescentar a movimentação paralela ao debate, o Concílio Mundial de Igrejas publicou artigo dizendo que o G20 não é suficiente e que deve ser ampliado o campo de discussão, com a participação da sociedade civil e das direções religiosas, inclusive.

Homem que viveu na Alemanha nazista dá aviso aos EUA

“Todo dia os EUA se aproximam mais do abismo totalitário no estilo nazista”

© 2008 WorldNetDaily

WASHINGTON, EUA – Pelo fato de que abandonaram os absolutos morais e sua fé cristã histórica, os EUA estão se aproximando mais de um totalitarismo de estilo nazista, avisa um ex-membro alemão da Juventude Hitlerista num livro recém publicado.

“Todo dia os EUA se aproximam mais do abismo totalitário no estilo nazista”, escreve Hilmar von Campe, hoje um cidadão americano e autor do livro “Defeating the Totalitarian Lie: A Former Hitler Youth Warns America”.

Von Campe fundou o Instituto Nacional em prol da Verdade e da Liberdade para lutar por um retorno ao governo constitucional nos EUA – que é a chave, crê ele, para se manter a liberdade nos EUA.

“Vivi no pesadelo nazista e, como diz o velho ditado, ‘Um homem com experiência nunca fica à mercê de um homem com um argumento’”, escreve von Campe. “Tudo o que escrevo se baseia em minha experiência pessoal na Alemanha nazista. Não há nada de teórico acerca da minha descrição do que acontece quando uma nação joga Deus para fora do governo e da sociedade, e os cristãos se tornam espectadores religiosos. Não quero ver uma reprise. O papel de Deus na sociedade humana é uma questão decisiva para esta geração. Meu livro é parte da minha vida de restituição pelos crimes de um governo ímpio, do mal do qual fiz parte”.

Von Campe cresceu durante o nazismo, serviu na Juventude Hitlerista e lutou contra o Exército Vermelho na Iugoslávia como artilheiro de tanque no exército alemão. Ele foi capturado no fim da guerra e escapou cinco meses depois de um campo de prisioneiros de guerra na Iugoslávia comunista.

”Levou-me muito tempo para entender e definir a natureza do nacional socialismo”, diz von Campe. “E, infelizmente, a filosofia deles continua a florescer sob diferentes rótulos que permanecem uma ameaça para os EUA e para a sociedade humana livre”.

Ele escreve: “A parte mais dolorosa de definir o nacional socialismo era reconhecer minha própria responsabilidade moral pelo desastre nazista e seus crimes contra a humanidade. A conclusão é que aceitando a verdade de que ‘assim como sou, assim é minha nação’, e percebendo que se todo alemão era como eu, não era de maravilhar que a Alemanha se tornou um esgoto de gângsteres. Essa compreensão é tão válida hoje para qualquer pessoa em qualquer nação como foi então, e é verdade para os EUA e todo americano agora”.

A mensagem de Von Campe é que apenas liberdade política e leis democráticas não são o suficiente para governar a humanidade com justiça.

“Os processos democráticos podem ser subvertidos e políticos desonestos são abundantes, estão em toda parte e são destrutivos”, escreve ele. “O que vejo nos EUA hoje são pessoas pintando suas cabines enquanto o navio afunda. Hoje nos EUA estamos testemunhando uma reprise da tragédia que aconteceu em 1933 quando uma nação inteira se deixou ser conduzida como cordeiro para o matadouro socialista. Desta vez, se os EUA não se levantarem para defender sua missão e destino, o fim de sua liberdade é inevitável”.

Von Campe diz que ele vê o paralelo espiritual entre os americanos e sua infância na Alemanha.
“O silêncio de nossos púlpitos com relação ao colapso moral da sociedade americana provocado por corrosão interna não é muito diferente do silêncio que ecoou dos púlpitos na Alemanha para com as políticas nazistas”, explica ele. “Nossa família viveu durante os anos nazistas na Alemanha, uma experiência típica de milhões de europeus independente de qual lado estavam. Pagamos um preço elevado pelas perversões morais de um governo alemão que excluía Deus e seus mandamentos de suas políticas. Os EUA não devem continuar seguindo o mesmo caminho de destruição, mas em vez disso dar atenção às lições da história e ao aviso que estou dando”.
Especificamente, von Campe avisa os americanos que seus líderes políticos estão no fundamento errado, “negando nossas raízes culturais e tradicionais baseadas em nossa constituição exclusiva e orientação cristã como nação. Os cristãos não entendem sua missão”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo

Fonte: WND

Reunião mundial de representantes religiosos no Chipre

ROMA, sexta-feira, 14 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Neste domingo se inaugura no Chipre a reunião anual de representantes religiosos organizada pela Comunidade de Sant'Egidio, nesta ocasião em cooperação com a Igreja Ortodoxa do Chipre, 22 anos depois da histórica Jornada Mundial da Oração pela Paz em Assis, convocada por João Paulo II.

O encontro «Homens e Religiões» reunirá durante três dias, com o slogan «A civilização da paz: religiões e culturas em diálogo», chefes de Estado da Europa, África e América Central e mais de 200 personalidades religiosas e leigas, cardeais, patriarcas, primazes de igrejas cristãs, o rabino chefe de Israel, Yona Metzger, e o conselheiro do rei dos Emirados Árabes Unidos, além de líderes de outras confissões.
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Fonte - Zenit

Nicósia, 17 nov (RV) - “Mantenham alta a chama da paz, alimentem-na com gestos cotidianos de caridade e amizade fraterna” – recomendou o papa em sua saudação aos participantes do encontro inter-religioso de Chipre, onde a Comunidade de Santo Egídio e a Igreja Ortodoxa da ilha mediterrânea reuniram 40 líderes religiosos e chefes de Estado.

“O encontro de Chipre – lê-se na mensagem do papa – é uma forte experiência de comunhão para abrir os olhos à realidade e ao confronto, para conhecer realmente as diferenças e os elementos em comum. Somente através do diálogo é possível integrar-se neste multiforme e poliédrico cosmo lingüístico, neste tesouro precioso que é a criação, confiada à responsabilidade e ao bem de todos”.

Fonte - Radio Vaticano

É hora da “paz e segurança”

O presidente israelense, “Shimon Peres saudou a iniciativa do rei Abdullah, da Arábia Saudita, de empreender um diálogo inter-religioso para promover a paz, estimando que esta iniciativa "dá um novo tom" à política no Oriente Médio.” "O que vimos hoje não é o fim da história, mas o começo de uma nova história", declarou Peres em entrevista coletiva à margem de uma reunião na Assembléia Geral das Nações Unidas sobre uma nova "cultura de paz", uma iniciativa do soberano saudita.” E ele disse mais: "O fato desta sessão ser resultado de uma iniciativa dos sauditas não tem precedentes".

A Arábia Saudita não tem relações diplomáticas com Israel. É uma monarquia islâmica ultraconservadora. Mesmo assim, surpreendeu o mundo com uma postura inédita ao convocar para julho passado todas as religiões do mundo para um "diálogo construtivo para abrir uma nova página de reconciliação, após tantos conflitos" entre as religiões.” A reunião ocorreu em Madrid, e dentre outras recomendações, ouve a realização da reunião da ONU, nesta semana, sobre como apressar a união das igrejas a fim de colaborar na solução dos grandes problemas do planeta.

Fonte - Cristo Voltará

A atitude do Islã

De uns tempos para cá altos líderes do Islã vem desejando incentivar o diálogo com os cristãos e outras religiões. Foi surpreendente o que aconteceu em Julho desse ano, quando o rei da Arábia Saudita promoveu um histórico e inédito encontro na capital espanhola com mais ou menos 200 líderes religiosos de todo o mundo. O rei da Arábia Saudita é guardião de duas mesquitas, o que lhe confere importância e autoridade na realização de tais reuniões. O mundo apoiou a iniciativa, por sinal, muito elogiada. Dela ficou decidido entre outras coisa que a ONU deveria também se engajar na promoção do diálogo inter-religioso. Mas afinal, qual a verdadeira motivação de tamanho interesse por parte do Islã em tal diálogo?

O Islã é a maior religião do mundo. Possui mais de 1,25 bilhão de adeptos, enquanto que o catolicismo, a segunda maior, possui 1,1 bilhão de adeptos. A grande diferença é que os adeptos do Islã aderiram quando adultos, e os católicos logo após nascerem, o que quase não garante que sejam o mesmo ao se tornarem adultos. Pois bem, o Islã sendo a maior, deve portanto ter poder. No entanto, pesa sobre essa religião o estigma de formação de terroristas. E bem agora que o mundo prepara a Globalização dos negócios internacionais, isto é, o grande esquema global para ganhar muito dinheiro promovendo negócios entre todos os países do mundo. E ninguém quer ficar fora. E o Ecumenismo bem como o diálogo inter-religioso estão agora sendo utilizados para, por meio da santificação do domingo, re-educar as pessoas do mundo a que colaborem para a globalização, não roubando tanto, nem sendo tão corruptos, não traficando armas nem drogas, respeitando a natureza, não fazendo terrorismo, etc. e se isso não for feito, o mundo não tem futuro.

E onde entra o Islã nisso? Ora, como as religiões vem se unindo para adequar a sociedade humana para que a Globalização seja viável, o Islã quer que o mundo não o veja como fonte do terrorismo, e sim, uma religião pacífica e digna de confiança, como uma parceira desse grande projeto global. Aliás, ninguém quer ficar de fora da Globalização, e a organização que ficar terá dificuldades para sobreviver. Agora quase todas as igrejas querem colaborar (as grandes estão todas engajadas no diálogo inter-religioso), pois sentem o desejo de poder bem como dos lucros com os negócios internacionais que estão sendo previstos. As igrejas terão o papel de giárdias dos bons costumes e da cidadania na Nova Ordem Mundial, e isso não é pouca coisa. Pretendem, assim, granjear o apoio e proteção oficial dos estados do mundo, coisa que já está a caminho. Trata-se de uma lógica poderosa para enganar a maciça maioria dos seres humanos, desde os seus líderes aos mais humildes e iletrados para uma adoração a um ser inimigo até de si mesmo. Cairão nesse engano inclusive muitos daqueles que pretendem ser salvos para a vida eterna.

Fonte - Cristo Voltará
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