sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Além do Ano 2000

Programação imperdível conduzida pelo saudoso Pr. Henry Feyerabend, tendo como título "Além do Ano 2000". Afim de dinamizar o acesso ao referido material, são as palestras disponibilizadas simultaneamente em duas mídias: Ou para ouvir/download em áudio, ou para assistir em vídeo no Youtube.

Temos assim outra excelente série de estudos bíblicos sobre profecia, tendo como temas:

01) - Sete palavras proféticas (Aúdio) (Vídeo)
02) - Armagedom, o último conflito (Aúdio) (Vídeo)
03) - Quem criou o diabo? (Aúdio) (Vídeo)
04) - O ano 2000, o que acontecerá? (Aúdio) (Vídeo)
05) - Os 4 cavaleiros do Apocalipse (Aúdio) (Vídeo)
06) - Por que tantas religiões? (Aúdio) (Vídeo)
07) - O homem que nasceu três vezes (Aúdio) (Vídeo)
08) - O céu, mito ou realidade (Aúdio) (Vídeo)
09) - A revelação no deserto (Aúdio) (Vídeo)
10) - Memorial da criação (Aúdio) (Vídeo)
11) - O texto perdido (Aúdio) (Vídeo)
12) - O pecado que Deus não pode perdoar (Aúdio) (Vídeo)

13) - O triângulo da verdadeira religião (Aúdio) (Vídeo)
14) - Onde estão os mortos (Aúdio) (Vídeo)
15) - O estranho ato de Deus (Aúdio) (Vídeo)
16) - O diabo entra de férias (Aúdio) (Vídeo)
17) - Três anjos voando sobre o Brasil (Aúdio) (Vídeo)
18) - 666 O número da besta (Aúdio) (Vídeo)
19) - Os EUA no Apocalipse (Aúdio) (Vídeo)
20) -
A donzela e o dragão (Aúdio) (Vídeo)
21) - Ladrões e janelas abertas (Aúdio) (Vídeo)
22) - Quase persuadidos (Aúdio) (Vídeo)
23) - Como obter respostas a todas as orações (Aúdio) (Vídeo)
24) - A última noite na terra (Aúdio) (Vídeo)

25) - O Testemunho de Jesus (Aúdio) (Vídeo)
26) - O cântigo dos anjos (Aúdio) (Vídeo)


[Extraído do site Esperança]

FAQ

Outros Estudos Proféticos podem ser acessados aqui.


A reforma de que a ONU precisa, segundo a Santa Sé

NOVA YORK, quarta-feira, 16 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- A reforma de que a ONU precisa para evitar perder relevância afeta o modo como se tomam as decisões no organismo internacional e passa pela vontade política de cada Estado membro de promover seus interesses em função do bem comum mundial.

Foi o que afirmou o observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas em Nova York, Dom Celestino Migliore, ante os microfones de Rádio Vaticano nesta terça-feira, dia de início do 64º período de sessões da Assembleia Geral da ONU, que reúne 130 chefes de Estado e de Governo de 23 a 30 de setembro em Nova York.

O representante da Santa Sé afirmou que “existe, sem dúvidas, a percepção com preocupação de que sem uma precisa reforma da modalidade de decisão a ONU retrocederá para uma perigosa perda de relevância”.

Também apontou que “o problema não é encontrar soluções técnicas e institucionais adequadas; “de fato as propostas sensatas e eficazes abundam”, disse.

Para Dom Migliore, “a questão está na vontade política de cada um dos membros que compõem a Organização, e especialmente dos que exercem uma maior influência política, econômica, militar ou demográfica, de saber usar, ou seja, de ter a audácia de promover os próprios interesses nacionais no contexto e em função da promoção do bem comum mundial”.

“Dever-se-ia fazer, das organizações internacionais, um lugar não de partilha do poder, mas de atenção e resposta efetiva aos problemas das pessoas”, indicou.

A necessidade de que a organização mundial seja reformada também foi destacada nesta terça-feira pelo novo presidente da Assembleia Geral da ONU, o ex-ministro líbio Ali Treki, ao iniciar o debate geral anual das Nações Unidas.

“A Assembleia Geral, que representa o mundo inteiro, encontrou obstáculos em seu caminho; não pôde implementar ou fazer valer suas resoluções”, reconheceu Treki.

“A Organização das Nações Unidas deve-se reformar, recuperar a legitimidade internacional e fazer que se escute sua voz e se apliquem suas resoluções”, declarou.

O ex-chanceler líbio opinou que as Nações Unidas são o caminho para um futuro melhor, onde as pessoas de todas as cores, religiões e origens devem cooperar.

Sobre a reforma institucional da ONU, e concretamente do Conselho de Segurança, Dom Migliore destacou que “não se trata de pensar unicamente na ampliação a novos países, mas sobretudo da questão do veto”.

Na opinião do observador permanente da Santa Sé, o veto no Conselho de Segurança “não pode ser visto mais em termos de privilégio ou de poder, mas deve ser considerado à luz da justiça e da solidariedade para responder rapidamente às emergências internacionais”.

Por outro lado, a recente conferência sobre a crise econômica e financeira e seu impacto sobre o desenvolvimento estabeleceu um grupo de trabalho para oferecer contribuições destinadas a desenhar de novo as instituições financeiras mundiais, recordou o arcebispo.

Sobre a democratização da ONU, também defendida nesta terça-feira por Ali Treki, o representante da Santa Sé destacou que “atualmente, as grandes questões econômicas e financeiras se debatem e regulam no seio de grupos restringidos, como o G8 e o G20, enquanto que as Nações Unidas representam o G192”.

Dom Migliore advogou por “incluir no debate e nas propostas todos os 192 países do mundo presentes na ONU” e para que os grupos mais poderosos “prestem atenção e consideração à voz do G192”.

O representante da Santa Sé também se referiu à autoridade mundial capaz de enfrentar adequadamente os problemas da comunidade internacional, que Bento XVI defende em sua encíclica Caritas in veritate.

Explicou que a encíclica reconhece as Nações Unidas como autoridade pública capaz de garantir uma ordem social em âmbito mundial.

Dom Migliore acrescentou que o documento do Papa “pôs o acento na necessidade de que esta ordem social reconheça e respeite também uma precisa ordem ética e moral das coisas e esta é uma via imprescindível se queremos que a ONU mantenha relevância e eficácia”.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Traduzindo em poucas palavras, temos a defesa explícita de um governo mundial através da ONU, que seja ouvido e aplique soluções, onde todas as cores, religões e origens devem cooperar e, debaixo do manto de uma ordem ética e moral.

Qualquer semelhança com o contexto de Apocalipse 14 não é mera coincidência: Há alguém que quer ser adorado e estar no centro das atenções ("adorai aquele" - verso 7), de todos os seres criados ("nação, e tribo, e língua, e povo" - verso 6), debaixo de um regramento comum ("mandamentos" - verso 12).

Antecipando tudo isso Deus diz: "Sai dela povo meu!" (Ap 18:4)


quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Papa quer maior proximidade com os judeus

O papa já asseverou: quer visitar a comunidade judaica em Roma até o fim do ano. O jornal Estadão informou que Bento XVI busca sua "proximidade pessoal e a de toda a Igreja Católica" em relação aos judeus.

Apesar da falta de carisma, se comparado a João Paulo II, o pontífice anterior, Bento XVI prossegue com ações ecumênicas significativas, que, por vezes, esbarram em suas declarações estritamente dogmáticas. No caso dos israelitas, o esforço para reconquistá-los se deve, em parte, a um afastamento provocado por dois fatores: o caso Williamson e a intenção desastrosa de beatificar Pio XII.

Em Janeiro desse ano, Richard Williamson, bispo sueco ultraconservador, foi reabilitado pelo papa. Sua ordenação fora "anulada", uma vez que ocorrera sem a autorização do Vaticano. Após a reintegração, divulgou-se uma entrevista dada anteriormente por Williamson, na qual ele relativizava o holocausto. O fato de Roma não banir o bispo causou mal-estar na relação entre católicos e judeus (isto apesar do mea-culpa de Williamson; para mais detalhes, leia aqui.

Entrementes, o desejo de Bento XVI de beatificar o papa Pio XII gerou manifestações contrárias em Israel; isso por que historiadores já haviam exposto a forte ligação entre Pio XII e Hitler. Por essa época, uma frase colocada em um museu de Israel, desfavorável ao falecido chefe da Igreja Católica, acabou embaraçando Ratzinger quando ele pretendia visitar a Terra Santa.

Os dois fatores mencionados contribuiram para desentendimentos entre judeus e Bento XVI. Agora, o papa ensaia a reaproximação com o grupo monoteísta mais antigo do mundo. Da perspectiva bíblico-profética, os esforços do papa confirmam o que o Apocalipse 13 apresenta sobre a volta e predomínio da primeira besta (símbolo para a instituição político-religiosa que é a igreja de Roma). Podemos nos certificar de que o ecumenismo aconterá em sua plenitude, ocasionando uma polarização entre dois grupos - os que se unirem à Roma e os que fincaram as estacas nos limites da Verdade das Escrituras. Vale lembrar que a decisão sobre a qual lado pertencer será individual. Cabe a cada cristão se preparar para isso.

Fonte - Questão de Confiança


Guru da auto-ajuda prevê nova onda da crise

Num momento em que economistas do mundo todo vislumbram mercados mais calmos nos próximos meses, com a superação da crise que abateu diversos países, e o otimismo faz a Bolsa de Valores de São Paulo voltar ao patamar de 60 mil pontos, o guru financeiro Robert Kiyosaki, autor do best seller global “Pai Rico, Pai Pobre”, vai contra a corrente. “Acredito que o estado da economia norte-americana vai piorar novamente a partir de abril de 2010, porque teremos um repique da crise imobiliária”, afirma, em entrevista ao portal AE Investimentos, com a expertise de quem investe neste no setor de imóveis há décadas.

Pessimista ou realista, como ele prefere, Kiyosaki não acredita que os Estados Unidos sairão da crise tão rapidamente. “Até 2012, teremos muitos processos de falência. Isso é bom para mim, que sou investidor profissional que ganha com esses altos e baixos da economia”, diz Kiyosaki, aos 62 anos, que está pela primeira vez no Brasil, mas não pensa em investir por aqui.
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Fonte - Agência Estado


Aquecimento pode gerar tsunamis e sismos

LONDRES - Terremotos, erupções vulcânicas, deslizamentos gigantescos e tsunamis podem se tornar mais freqüentes à medida que o aquecimento global causa alterações na crosta terrestre, disseram cientistas na quarta-feira.

Mudanças geológicas relacionadas ao clima podem provocar também "erupções de metano," emissões de um potente gás do efeito estufa que hoje se encontra parcialmente armazenado em forma sólida sob o permafrost (solo permanentemente congelado) e o leito do mar, em quantidades superiores a todo o dióxido de carbono (CO2) hoje presente na atmosfera.

"A mudança climática não afeta só a atmosfera e os oceanos, mas também a crosta terrestre. Toda a Terra é um sistema interativo," disse à Reuters o professor Bill McGuire, do University College de Londres, na primeira grande conferência científica que discute os efeitos geológicos da mudança climática.

"Na comunidade política as pessoas estão quase totalmente alheias a qualquer aspecto geológico da mudança climática," acrescentou.
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Os oradores foram cuidadosos em sublinhar que a maioria das conclusões por enquanto se limita a hipóteses, mas disseram que parecem crescer as evidências de que o mundo poderá estar propenso a choques em uma vasta escala.

Fonte - Estadão

Nota DDP: De se notar a quantidade de notícias alarmantes no mesmo tema. Continua valendo o comentário do post anterior.

[Pesquisa - Blog Resta uma Esperança]


Alerta de mudança climática

Em diversos lugres do mundo, e do Brasil, o mês de setembro vem sendo marcado por fenômenos climáticos extremos. A BBC entrevistou alguns cientistas e eles lembraram da necessidade urgente dos governos se adaptarem às mudanças climáticas. “Certamente, as projeções feitas por modelos de computador sofisticados indicam um aumento na probabilidade de ondas de calor e na intensidade das chuvas, bem como um aumento no número de áreas que sofrem com secas” disse o professor Richard P. Allan, do Allan, do Centro de Ciência para Sistemas Ambientais da Universidade de Reading, na Grã-Bretanha. “o relatório do Painel Intergovernamental para Mudança Climática da ONU (IPCC, na sigla em inglês) já alertava que um aumento na "frequência (ou proporção do total da incidência de chuvas relativa à chuvas torrenciais) de 'eventos de forte precipitação'" era "muito provável", ou seja, mais de 90% provável.” A recomendação é que nos preparemos para ocorrências em cada vez maior número e maior intensidade de eventos extremos. Isto é um alerta em três sentidos. Os governos precisam realizar mudanças de infra-estrutura (caríssimas) nas grandes cidades; os indivíduos precisam reforçar suas casas contra vendavais, granizo ou inundações, dependendo onde esiverem localizadas, e pensar em bons seguros para não perderem tudo de um momento para outro, e, espiritualmente, devemos nos preparar para tempos cada vez mais difíceis.

As dificuldades para se viver certamente aumentarão gradativamente mais, seja pelos desequilíbrios climáticos em razão do aquecimento global, seja pelo desmatamento, seja pelo tamanho das grandes cidades, seja pela poluição, e muitos outros motivos. Nosso planeta se parece a um vestido velho, que vai rompendo aqui e ali. Um dos sinais da breve volta de JESUS, ams que muitos não dão atenção. (BBC)

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP: Como já comentado neste espaço, a mudança climática é perceptível em seus contornos, o que deve ser considerado apenas é sua fonte (natural ou por ação do homem), bem como e, especialmente, a tomada de medidas políticas que tendam a restringir direitos do cidadão comum em virtude de algo que não seja consenso.


Não se pode separar economia e ecologia

O renomado economista americano Jeffrey Sachs, professor da universidade americana de Columbia, afirmou na quarta-feira que o planeta está em uma "trajetória totalmente insustentável e profundamente perigosa" e que não é mais possível separar economia e ecologia.

"Não podemos mais pôr economia e ecologia em categorias separadas. Elas nunca estiveram em categorias separadas", afirmou Sachs, que presta consultoria a vários governos, durante uma conferência em Genebra, na Suíça.

Na palestra, promovida pela agência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (Unctad), Sachs criticou o formato do atual processo de negociações sobre mudança climática.

Para ele, em vez de diplomatas, engenheiros e cientistas deveriam sentar-se à mesa para discutir.

"O problema das mudanças climáticas não é uma negociação de comércio. É simplesmente o problema mais complexo de engenharia, economia e social que a Humanidade jamais enfrentou", afirmou o estudioso.

A pouco mais de dois meses do início da conferência de Copenhague que deve criar uma política de combate ao aquecimento global para o mundo a partir de 2012, o economista não poupou críticas às negociações – atualmente paradas em impasses.
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Fonte - BBC

Nota DDP: Interessantemente, temas de alta preocupação da última encíclica papal.


Aquecimento global pode ser desastroso para saúde

O possível fracasso de países membros em firmar um novo acordo para mudanças climáticas na cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU) em dezembro resultará em uma "catástrofe global de saúde", na opinião de 18 entidades médicas internacionais.

Em carta publicada nas revistas especializadas "Lancet" e "British Medical Journal", as entidades pedem a médicos em todo o mundo que "assumam a liderança" no debate sobre o assunto.
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"Existe um perigo real de que os políticos estejam indecisos, especialmente em tempos de turbulência econômica como estes", diz a carta assinada por diretores de 18 faculdades de medicina e de outras disciplinas médicas.

"Se as respostas (dos políticos) forem fracas, os resultados para a saúde internacional podem ser catastróficos."

Fonte - G1


Calota polar da Groenlândia pode derreter mais rápido que o previsto

A calota polar da Groenlândia reagiu mais rapidamente ao aquecimento global nos últimos 10.000 anos [sic] do que se estimava até agora, indica um estudo publicado nesta quarta-feira na revista científica britânica Nature.

Os resultados do estudo sugerem que o aumento de temperatura correspondente a um cenário médio de aquecimento para este século pode gerar um derretimento do gelo da Groenlândia em ritmo alarmante.

"É muito possível que um futuro aumento da temperatura de alguns poucos graus Celsius na Groenlândia implique em uma perda da calota polar e em uma contribuição mais significativa que o previsto para o aumento do nível do mar", alerta o texto.
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É importante se preocupar com o destino dos blocos de gelo da Groenlândia, advertem os cientistas, porque eles contêm água suficiente para fazer o nível do mar subir em até sete metros.

Mesmo um aumento um pouco mais modesto faria com que várias cidades costeiras ficassem debaixo d'água, obrigando centenas de milhões de pessoas a migrarem para regiões mais altas.

Fonte - Último Segundo


quarta-feira, 16 de setembro de 2009

BXVI e o mundo árabe

CIDADE DO VATICANO, 16 SET (ANSA) - Integrantes da Organização dos Mujahedin do Povo do Irã (PMOI, na sigla em inglês) enviaram uma carta ao papa Bento XVI para pedir que o Pontífice ajude os prisioneiros do campo de exilados de Ashraf, no Iraque.

O local acolhe mais de três mil membros do grupo opositor iraniano, radicado no Iraque desde a década de 1980, quando apoiou o então presidente iraquiano, Saddam Hussein, na guerra contra o Irã.

No documento, emitido em 12 de setembro e divulgado nos últimos dias pelo jornal italiano Il Riformista, 36 integrantes da organização pedem para "o grande líder religioso da Igreja Católica Romana e defensor da hereditariedade de Cristo" tomar "todas as medidas ao seu alcance" para ajudar os dissidentes de Ashraf.

Afirmando serem "vítimas da injustiça e da opressão", os mujahedin também solicitaram que Bento XVI faça tudo para "evitar uma catástrofe humana", já que, segundo eles, estão "enfraquecidos há dias devido à fome".

A carta ainda aconselha o Papa a fazer "um apelo para que funcionários da Organização das Nações Unidas (ONU) intervenham" diante das "torturas" e das "condições higiênicas e sanitárias desumanas" a que são submetidos.

Em janeiro, o grupo iraniano foi retirado da lista de terroristas da União Europeia (UE). Sua inclusão na lista negra da UE ocorreu em 2002, com um pedido da Grã-Bretanha, após os ataques terroristas do 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.

Desde 4 de dezembro passado, as bases jurídicas que sustentavam a permanência dos Mujahedines na lista tornaram-se frágeis, obrigando o bloco a ordenar seu cancelamento por "não haver provas sérias e credíveis" contra o grupo.

O governo do Irã, por sua vez, condenou a decisão e afirmou que isto poderia 'encorajar o terrorismo'. Os Mujahedines ainda permanecem na lista negra dos Estados Unidos.

A organização, principal grupo de oposição do Irã, foi fundada em 1965 com o objetivo de derrubar o regime do xá Mohammed Reza Pahlevi e instalar um islamismo moderado.

Fonte - Ansa


O Vaticano e as novas frentes de diálogo

O Vaticano anunciou que deve realizar ainda este ano uma "reunião de cúpula" com cerca de 500 artistas internacionais. A ideia é estabelecer um novo diálogo com representantes da arte contemporânea, depois que líderes da Igreja Católica tiveram atritos com artistas que fizeram trabalhos considerados ofensivos.
Entre as obras polêmicas estão uma escultura do artista italiano Maurizio Catallan, que retrata o papa João Paulo 2º caído no chão após ser atingido por um meteorito, e uma pequena estátua do atual papa, Bento 16, de sunga e peruca loira.

A obra, chamada de Miss Kitty, de autoria de Paolo Schmidlin, foi considerada blasfema pela Liga Católica Italiana Antidifamação.

O Vaticano esperam inspirar artistas modernos a produzir novas obras para as igrejas, hoje povoadas por trabalhos de artistas renascentistas.

Os museus da Santa Sé, que exibem obras-primas de grandes nomes como Michelangelo, Rafael e Leonardo da Vinci, são visitados por cerca de 3 milhões de pessoas todos os anos.

Fonte - Último Segundo



Os EUA, os fatos e a profecia

A América de Barack Obama, temporariamente enfraquecida pela crise econômica, continuará sendo a maior potência do mundo se mantiver uma lógica "minilateral" de alianças variáveis, avaliou nesta terça-feira, em Londres, o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS, sigla em inglês).

O "minilateralismo" (por oposição ao "unilateralismo" dos anos Bush) consiste em "reunir o número certo de países para resolver um problema específico em diversas temáticas e em vários palcos", explicou o respeitado centro de análises políticas e militares em seu relatório anual 2009 ("Strategic Survey").

Esta posição pode até se tornar uma marca da presidência Obama, observou o diretor da IISS, John Chipman, ao apresentar o documento à imprensa.

Chipman citou como elementos de prova desta nova perspectiva americana as diversas convocações do G20 para tratar da crise econômica, a política da mão estendida aos países muçulmanos para associá-los à resolução do conflito israelense-palestino e da crise relacionada ao programa nuclear iraniano, a multiplicação das cúpulas sobre o aquecimento global, e a decisão inédita de Obama de presidir, no fim deste mês, uma conferência sobre a não proliferação nuclear no Conselho de Segurança da ONU.

"No âmbito nacional, Obama fez campanha no tema 'yes, we can', mas no cenário internacional ele pode acabar sendo levado cada vez mais a dizer 'no, we can't', a menos que consiga convencer um número crescente de países a dividir suas ideias e seu fardo", explicou o IISS.

Este é o único caminho para que "a política externa americana possa, nestes tempos difíceis, adiar ou inverter a teoria do declínio que alguns talvez tenham se apressado demais em mencionar", analisou.

Para o IISS, os Estados Unidos até saíram reforçados da crise econômica provocada em grande parte por eles.

"A crise mostrou a amplitude dos recursos que os Estados Unidos podem mobilizar para resolver uma situação. Assim, de alguma forma, a crise financeira reforçou o domínio americano, em vez de afetá-lo", afirmou.
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Fonte - Último Segundo

[Pesquisa - Resta uma Esperança]

Nota DDP: Reforçado e fragilizado o bastante para continuar exercendo o papel que deles se espera no palco da profecia, seja na influência que exerce no cenário global, seja na necessidade de estabelecer alianças até pouco tempo inimagináveis.

Para saber mais sobre os EUA na profecia, clique aqui.


Mais de um bilhão de pessoas passam fome no mundo

Relator especial da ONU sobre o Direito à Alimentação disse também nesta terça-feira, 15, que o número de desnutridos já chegou a três bilhões.

Olivier de Schutter ressaltou que a fome aumentou significativamente ao longo dos últimos dois anos, e que a situação é “alarmante”. O relator da ONU disse que os governos precisam adotar “programas eficientes” para combater o problema, a fim de garantir a segurança alimentar no mundo em 2050.

“Temos que nos mobilizar contra a fome e começar a identificar os setores vulneráveis para que sejam atendidos, porque é um direito que está sendo violado tanto quanto se fossem os próprios direitos humanos”, afirmou Olivier de Schutter.

Fonte - Opinião e Notícia

Mateus 24:7
Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares.


A vida imita a (perigosa e duvidosa) arte?

Sem dúvida os entretenimentos influenciam fortemente nossas condutas, escolhas, emoções. A violência na sociedade tem origem multiforme. Entre as principais, estão a falta de estrutura afetiva e moral equilibrada no lar, modelos da mídia sem padrões saudáveis de comportamento, banalidade da vida sexual, superficialidade das relações humanas, etc. Um relatório de pesquisa da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA), verificou entre 6.300 líderes da indústria de diversões que 87% sentiam que a violência na mídia contribui para a violência na sociedade. Isso inclui filmes, TV, vídeo games, letras de músicas, novelas, etc. A Associação Médica Americana, a Associação Psicológica Americana, a Academia Americana de Pediatria e a Academia Americana de Psiquiatria da Criança e do Adolescente revelaram que a violência na mídia pode conduzir à dessensibilização em direção à violência na vida real. O parecer comum delas é: “A conclusão da saúde pública comunitária, baseada em mais de 30 anos de pesquisa, é que assistir violência em diversões pode conduzir ao aumento de atitudes, valores e comportamentos agressivos nas crianças” (confira aqui).

A mídia visual é muito poderosa. É muito difícil apagar da mente cenas observadas em filmes, novelas, propagandas, sejam boas ou más, e letras de músicas que ficam obsessivamente às vezes “rodando” em nossa consciência mesmo sem querermos. Não é sem propósito que as empresas de propaganda usam muitos recursos visuais para prender o observador naquele produto que querem vender. Nos Estados Unidos, cobram-se três milhões de dólares por 30 segundos de propaganda num momento importante do campeonato de futebol americano!

Dr. Richard G. Pellegrino, médico com Ph.D. em neurologia e neurociências, pesquisador do cérebro por 25 anos, diz que nada que ele faça pode afetar tanto o estado mental de uma pessoa do que uma simples canção. Ele trabalhou com vítimas de overdose de ópio num pronto-socorro da cidade de Nova Iorque e verificou que ouvir música gera a produção de químicos no cérebro chamados endorfinas, que são como opióides naturais que produzem um “barato” semelhante ao que o ópio ou outra droga psicotrópica faz. O problema, diz o Dr. Pellegrino, é que se a pessoa ouve músicas com mensagens e som destrutivos, isso exerce um poder lesivo no cérebro que os ouvintes não compreendem. [Destaques nossos]
....
(Cesar Vasconcellos de Souza, www.portalnatural.com.br)

Fonte - Michelson Borges

Nota DDP: Infelizmente há um conceito equivocado no inconsciente coletivo, especialmente cristão e incompreensivelmente adventista, de que se pode "controlar" estes meios de mídia. Como sublinhado acima, "os ouvintes (ou espectadores) não compreendem" o poder lesivo destes meios ao cérebro. Mas a Revelação antecipou:

"Todos devem vigiar os sentidos, do contrário Satanás alcançará vitória sobre eles; pois essas são as avenidas da alma." (Testimonies, vol. 3, pág. 507)

"Temos uma obra a fazer a fim de resistirmos à tentação. Aqueles que não querem ser presa dos ardis de Satanás devem bem guardar as entradas da alma; devem evitar ler, ver, ou ouvir aquilo que sugira pensamentos impuros." (Mente, Caráter e Personalidade, V.1, p. 107)

Sugiro novamente as séries "A Guerra dos Sentidos", "Saúde e Adoração" e "Santificação", disponibilizadas na área de downloads deste espaço.

O tema não concorre para a salvação, que se estabelece unicamente pelos méritos de Cristo, no entanto, certamente o faz para a voluntária perdição, uma vez que a salvação não pode alcançar ou "imunizar" alguém que se coloca voluntariamente no campo do inimigo, a despeito das orientações claras, específicas e principalmente abundantes que temos pela graça e grande misericórdia do Senhor.

Oséias 4:6
O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.


Conhecimento é o que não falta.


Durão Barroso reeleito presidente da Comissão Europeia

Alguns meses depois da publicação neste espaço das postagens 'Porque será Durão Barroso reconduzido como presidente da Comissão Europeia?', 'Porque será Durão Barroso reconduzido como presidente da Comissão Europeia? - parte II' e 'Eleições europeias - breve reflexão', surge a notícia oficial: Durão Barroso acaba de ser reeleito presidente da Comissão Europeia com 382 votos a favor, 219 contra e 117 abstenções.

Se o parágrafo anterior lhe parece algo confuso ou pouco esclarecedor, recomendo a leitura dos três artigos atrás mencionados, em particular o primeiro. Quero referir-me, verá, aos meandros dos lobbys que gerem as nomeações bem longe das assembleias legítimas.

Para verificar os pormenores da votação, veja a notícia do jornal Público. Veja como, naturalmente, as forças políticas de direita (onde está, entre outros, o setor da banca...) apoiaram Barroso.

Por vezes, percebendo o presente conseguimos antecipar um pouco do futuro, não é mesmo?

Quanto mais não deveríamos, então, atentar para as claras instruções e recomendações que o Governador do universo faz sobre o futuro, relatadas nas páginas da profecia bíblica?

Fonte - O Tempo Final


Ecologia e espiritualismo

O jornalista André Trigueiro, da Globonews, vai lançar seu novo livro “Espiritismo e Ecologia”, dia 12 de Setembro, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, no Riocentro. O evento funcionará como um debate, onde o público pode fazer perguntas ao autor. Em seu livro, Trigueiro identifica como a preservação ecológica se identifica com o espiritismo, e com a espiritualidade, em um sentido mais amplo. “Se equilíbrio é sinônimo de sustentabilidade, quem busca o equilíbrio através da religião precisa ser sustentável”, diz. Trigueiro explica isso em detalhes na entrevista que concedeu à Época:

O que o espiritismo diz sobre ecologia?

André Trigueiro: A expressão “ecologia” foi cunhada na Alemanha apenas nove anos depois de a primeira edição de o “Livro dos Espíritos” ter sido lançada na França , no inspiradíssimo século XIX do evolucionismo, do positivismo, do comunismo, da psicanálise, e de outras correntes de pensamento referenciais para parcela expressiva da humanidade. Espiritismo e ecologia explicam, cada qual ao seu modo, um universo sistêmico e interligado, o uso racional dos recursos naturais baseado no princípio da necessidade - e não da opulência -, uma nova ética solidária que leve em conta os interesses de todos e não de uma minoria, o respeito a todos os seres viventes. Espíritas e ecologistas também reconhecem a existência de mecanismos de autoproteção da Terra, embora expliquem isso de formas distintas. E estudam os efeitos colaterais da poluição nos dois planos da vida: enquanto a ecologia investiga o impacto dos poluentes na matéria (ar, água, solo), o espiritismo desdobra-se na investigação dos impactos de outros gêneros de poluentes (formas-pensamento, miasmas, etc) no campo sutil, no plano atral, também chamado de psicosfera.

Como a ética religiosa pode ajudar a preservar a natureza?

Trigueiro: Onde se aceita a idéia de Deus, a natureza é entendida como obra divina, onde o sagrado se manifesta de forma rica e exuberante. Depredar a natureza significa macular um sistema em equilíbrio que dispõe de tudo o que nos é necessário para que possamos viver bem. De uns tempos para cá, diversas tradições vem descobrindo a riqueza da teologia ambiental para explicar, cada qual a seu modo, como as leis que regem a vida e o universo precisam ser respeitadas em favor de nós mesmos. Não estamos desconectados do meio que nos cerca. Na verdade, essa ligação é intrínseca e visceral. Se equilíbrio é sinônimo de sustentabilidade, quem busca o equilíbrio através da religião precisa ser sustentável.

Você acha que se as pessoas tivessem mais espiritualidade, cuidariam melhor do ambiente?

Trigueiro: Quem cuida do lado espiritual - e realiza essa busca solitária e persistente de Deus em si mesmo - tende a ser menos dependente dos bens materiais - portanto menos consumista - e mais atento ao legado, aos impactos de ordem material e moral de sua passagem por este planeta. Mas cada vivência espiritual é pessoal e intransferível. A espiritualidade contém todas as religiões, mas uma única religião não contém toda a espiritualidade. A religião também não salva ninguém, mas antes, a disposição de cada um em ser alguém melhor, mais solidário e amoroso. Também é verdade que muita gente que não acredita em Deus - ou na vida após a morte - realiza importantes trabalhos na área da sustentabilidade. Não importa em que se crê, mas naquilo que se faz de verdade em prol dos outros e do planeta que nos acolhe.
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Fonte - Revista Época

Nota DDP: Absolutamente fantástico como a profecia é precisa e os fatos vão se encaixando no quadro maior do conflito. Em uma época em que o romanismo muito tem falado das preocupações ecológicas e os EUA finalmente se demonstram dispostos a se engajarem na discussão do tema, o espiritualismo tende a trilhar os mesmos caminhos. Sobressalta ainda a identidade de terminologia utilizada e o alinhamento de idéias de caráter "ecumênico".

"Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo" (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v. 2, pág. 151. [Eventos Finais, p. 131]).


História da adoração – O paganismo em outros impérios

Capítulo 16

O Império Babilônico formou-se não muito depois do Dilúvio que deve ter ocorrido no ano 2.344 aC, conforme o “Diagrama Histórico Religioso da Terra", de Edson Pereira Gomes. Ninrod é bisneto de Noé, portanto, deve ter demorado mais de cem anos após o Dilúvio para tornar-se imperador. Não temos os anos de vida dos filhos de Cam, portanto, façamos uma analogia com os filhos de Sem. O bisneto de Noé por parte de Sem foi Salá, e este nasceu no ano 2.307, 37 anos após o Dilúvio. Se Ninrod, bisneto de Noé por parte de Cam nasceu também aproximadamente nesta data, então, 100 anos após o dilúvio ele já deveria estar com idade por volta de 60 anos. Naqueles tempos, até aos bisnetos de Noé se vivia mais de 400 anos.

A Bíblia diz que nos dias de Peleg a terra foi repartida (Gên. 10:25). Refere-se a confusão de línguas, cada família passou a falar uma língua diferente (Gên. 10:5; 20; 31 e 32). Gênesis 10 trata das famílias descendentes de Jafé, Cam e Sem, que repartiram a terra entre seus descendentes, conforme suas línguas surgidas pela tentativa da construção da Torre de Babel. Peleg nasceu em 2.243 aC, e viveu até o ano 2004 aC, portanto, por 239 anos. Durante os seus dias é que houve a confusão de línguas. Logo, nos dias de Peleg Ninrod já era imperador e estava construindo a torre, isto é, por esse tempo que se desenvolveu a falsa adoração que resultou no paganismo e outras formas que influenciaram a adoração até os dias de hoje.

Abraão deve ter nascido no ano 1992 aC. Isso quer dizer que ele veio ao mundo não muito depois da tentativa da construção da Torre de Babel. Ou seja, Abrão veio ao mundo em meio a um intenso paganismo, falsa adoração e idolatria. Até seu pai, Therá, se tornou idólatra. Abraão nasceu e viveu na terra próxima de Babilônia, e foi de lá que DEUS mandou que saísse. Ele foi para a terra de Canaã, onde a idolatria também estava se alastrando, andou no Egito, onde a idolatria já chegara. O Egito pode ser visto como a réplica de Babilônia, seja pela construção de pirâmides, seja pela forte adoração falsa. É certo que essa adoração se espalhou pelo mundo com a confusão de línguas. Imagine o que os homens teriam feito sem essa confusão. Em contra-partida à terrível má influência de Ninrod, DEUS chama Abraão e pede que saia de Babilônia para dele fazer uma grande nação, e ser uma bênção sobre a Terra (Gên. 12:1 a 3). Abraão veio ao mundo pouco depois de Ninrod ter estabelecido seu império.

De Babilônia a falsa adoração da idolatria se espalhou pelo mundo, por meio do espalhamento das famílias com sua línguas. Em cada povo a falsa adoração desenvolveu características próprias, mas conservou algumas comuns, como a adoração ao Sol, conjunto de estrelas e astros. Também o paganismo se caracteriza pela adoração a deusa mãe Terra, pois as pessoas, desligadas do DEUS Criador, entendem que sua vida vem da Terra e dependia dela. Assim inventaram para si deuses relacionados com a mãe Terra, deuses para a chuva, para semeadura, para colheita. Também imaginaram deuses para a fertilidade feminina, para a guerra e outros.

Os gregos foram um povo muito estudioso. Lá se desenvolveu a filosofia, que sistematizou a herança anterior da idolatria, misticismo, politeísmo e falsa adoração, para obter respostas às suas perguntas relacionadas com a origem do homem. Os gregos deram uma conotação científica à falsa adoração, pelo menos o que para eles era considerado ciência. O que Ninrod iniciou, e o que depois se disseminou pela terra, os gregos tornaram em filosofia e crença defendida por grandes intelectuais, por meio de sofisticada argumentação retórica.

Depois do Império Grego veio o Império Romano. Se os romanos conquistaram os gregos militarmente, culturalmente foi o contrário. O paganismo grego influenciou fortemente os romanos, que, por sua vez, determinaram, por meio de Constantino, o que viria a ser o cristianismo paganizado por tradições herdadas da filosofia grega, e que hoje se encontra na Igreja Católica. Esta igreja teve seus dogmas e crenças definidas não pelos apóstolos, mas pelos 33 patrísticos, que foram filósofos, não teólogos. Eles é que introduziram o paganismo originado na antiga Babilônia no cristianismo. Esse é um bom motivo de a Bíblia chamar o moderno sistema de adoração de Babilônia, e da última ordem de que saiam dela aqueles que desejam adorar ao DEUS verdadeiro, por meio da verdadeira adoração (Apoc. 18:4).

Assim se liga a primeira Babilônia com a última Babilônia. Ao longo dos tempos DEUS tem chamado as pessoas a saírem dela. Estamos nos aproximando do último convite.

Fonte - Cristo Voltará


terça-feira, 15 de setembro de 2009

Mais uma vez Blair e a religião

Cidade do Vaticano, 15 Set (Lusa) - O ex-primeiro ministro britânico Tony Blair advoga que a religião deve ter um "papel central, único, na sociedade e para o seu desenvolvimento", e acredita que afirmar isso "não significa que acabaram os debates ou as oposições".

Blair fez estas declarações numa entrevista publicada segunda-feira pelo vespertino do Vaticano "L`Osservatore Romano", na qual o político britânico fala da sua conversão ao catolicismo, da família, do seu trabalho como pai e dos seus gostos.

Apesar de muitas pessoas quererem deixar a religião "fora da esfera pública" ele, Blair, defende que a religião tenha nela um papel importante: "Não significa que acabaram as contraposições, antes pelo contrário, já que em muitos temas a Igreja estará de um lado e os líderes políticos do outro".

Fonte - RTP

Logo depois de referir-se à maneira em que se faz política na Inglaterra em comparação aos Estados Unidos, aonde "a referência a Deus" é virtualmente uma obrigação, afirmou o Ex-Primeiro Ministro comentando a recente encíclica do Papa Bento XVI, Caritas in veritate, assegurando que "compartilho plenamente tudo o que o Santo Padre escreve nela, um texto brilhante que deve ser lido e re-lido". (ACI)


Milhares de pessoas manifestam contra a política de Obama em Washington

Dezenas de milhares de pessoas participaram de uma manifestação contra o presidente Barack Obama, acusando-o de aumentar em excesso a presença do Estado no país, neste sábado, em Washington.

As críticas contra o projeto de reforma do sistema de saúde prevaleceram nos cartazes dos manifestantes, que foram andando da Casa Branca até o Capitólio, sede das duas câmaras do governo.

"O aborto não é cuidado de saúde", dizia um dos cartazes.

A manifestação foi organizada pelo Freedomworks, um movimento que defende redução de impostos, menor presença do Estado e mais liberdade econômica.

A polícia ainda não divulgou dados precisos sobre esta manifestação.

Fonte - Último segundo

Nota DDP: Ver também "Contra o humanitarismo de Estado" e "A "Segunda Revolução Americana" já começou".


Terremoto atinge o centro da Itália

ROMA, 14 SET (ANSA) - Um terremoto de 4,2 graus na escala Richter atingiu hoje o centro da Itália, entre Bolonha e Florença, mas não causou vítimas nem danos materiais graves, de acordo com as primeiras informações de autoridades locais.

O abalo sísmico, que ocorreu por volta das 22h locais (17h em Brasília), teve seu epicentro entre as comunas de Barberino del Mugello, Scarperia e Borgo San Lorenzo, na Toscana, a uma profundidade de 3,5 quilômetros.

No local, temendo desabamentos, famílias deixaram suas residências e se concentraram nas ruas. O tremor também foi sentido nas províncias de Modena, Ímola, Pistoia e Prato. Dez minutos depois, uma réplica de 2,8 graus foi registrada.

"A partir das primeiras informações, não temos relatos de danos", disse Demetrio Egidi, funcionário da Defesa Civil local.

No dia 6 de abril, um terremoto de 5,8 graus na escala Richter atingiu a região de Abruzzo, também no centro da Itália, deixado quase 300 mortos e mais de 50 mil pessoas desabrigadas

Fonte - Ansa


Celebração ecumênica na ONU

Nova York, 14 set (RV) - Realiza-se nesta tarde, na Igreja da Sagrada Família, em Nova York, o encontro ecumênico de oração em vista do início amanhã, terça-feira, da 64ª Assembleia Geral das Nações Unidas.

A celebração ecumênica é promovida a cada ano pela Arquidiocese de Nova York e pela Missão Permanente da Santa Sé na ONU que convidam os diplomatas, funcionários da ONU e todos os católicos de Nova York a participarem do evento.

A cerimônia é presidida pelo cardeal-arcebispo de Nova York, Timothy Michael Dolan, e pelo Observador Permanente da Santa Sé na ONU, Dom Celestino Migliore.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Veja também "Encontro ecumênico sobre espiritualidade".


Controle da natalidade e proteção do meio ambiente

Um estudo divulgado pela London School of Economics (LSE) sugere que o controle da taxa de natalidade é uma forma muito mais eficiente de cortar as emissões de carbono que poluem o meio ambiente.

No trabalho intitulado “Menos emissores, menos emissões, menos gastos”, a equipe de especialistas da universidade britânica conclui que o planeta ficará mais protegido se o número de nascimentos diminuir.

A pesquisa indica que para cada 4 libras (R$ 12) gastas com planejamento familiar e métodos contraceptivos, é possível diminuir a emissão de gases em uma tonelada. Em contrapartida, para obter o mesmo resultado investindo em tecnologias ecológicas, são necessárias 19 libras (R$ 57).

Ao mesmo tempo, nesta quinta-feira, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, anunciou a criação de um novo imposto sobre a emissão de dióxido de carbono.

Com a medida, a França passa a ser a primeira grande economia do mundo a introduzir o imposto. A nova taxa vai incidir sobre petróleo, gás e carvão. O governo deverá cobrar 17 euros (o equivalente a cerca de R$ 45) por tonelada de dióxido de carbono (CO2) emitida.

O imposto se aplicará a residências e a empresas, mas não a indústrias pesadas e do setor energético que estão incluídas no esquema de comércio de emissões da União Europeia.

O que você acha do controle de natalidade como forma de preservar o meio ambiente? Você concorda com a iniciativa da França? Acha que o Brasil deve fazer o mesmo?

Fonte - BBC

Nota DDP: Interessante correlacionar este post com "As ideias infames do consultor científico de Obama".


O sinal do fim

“E será pregado este evangelho do reino por todo mundo, para testemunho de todas as nações, então virá o fim” (Mat. 24:14)

Para sabermos sobre a proximidade do fim devemos atentar para o cumprimento das profecias. Mas para sabermos algo consistente sobre o fim, devemos atentar para a Igreja Adventista do Sétimo Dia, aquela que tem a incumbência de pregar este evangelho a todas as nações (Mat. 28:19 e 20). Enquanto a igreja estiver em estado de Laodicéia, morna, o fim não virá. Mas assim que a igreja de CRISTO despertar, e isto é o reavivamento, a oposição aparece, e se desencadeia o fim, e JESUS volta. “Haja um reavivamento da fé e poder da primitiva igreja, e o espírito de opressão reviverá, reacendendo-se os fogos da perseguição” (História da Redenção, 325).

Então vem a pergunta: a Igreja Adventista está reavivando, ou ainda não? Resposta: está sim, e o reavivamento está acelerando.

Em 2006, nos Estados Unidos das América, foi distribuído um livreto sobre os Dez Mandamentos. Em 2007, no Brasil se fez o mesmo. Antes disso, a igreja, por meio da liderança maior, vem desenvolvendo programas de reavivamento em todos os lugares, como as 40 madrugadas, e outros programas. Foi distribuído o folheto Viva com Esperança, o livreto Sinais de Esperança e agora vai ser disponibilizado o livro Tempo de Esperança, do pastor Mark Finley. Isso para citar alguns exemplos. Nessas campanhas de distribuição de livretos e folhetos milhares saem às ruas num só dia, como foi no caso do folheto, que deve ter mobilizado perto de um milhão de pessoas.

A campanha “Impacto Esperança” de 2010 terá como tema principal o sábado bíblico, ensinando sobre as bênçãos de sua santificação. Esse será, sem dúvida alguma, o maior impacto que a IASD terá dado na América Latina desde que foi fundada, mas não o maior daí por diante, pois esse reavivamento continuará crescendo, até o dia em que a grande incumbência for concluída com todo o poder do ESPÍRITO SANTO.

Portanto, para quem deseja saber, o fim está próximo e JESUS vai voltar logo. Esse é o sinal!

Fonte - Cristo Voltará


Ensino religioso não pode ser substituído

Diz fonte do Vaticano: “O ensino da religião católica "não poderá ser substituída por matérias como história das religiões, de ética ou de cultura religiosa" porque isso significaria dano e marginalização dos estudantes que pedem para estudá-la.” Ele “"não pode estar limitado a uma exposição das distintas religiões, em modo comparativo ou neutro", mas deve concentrar-se no ensino da religião católica, acrescenta.” “"O poder civil deve reconhecer a vida religiosa dos cidadãos e favorecê-la", mas sairia de seus limites se tentasse dirigir ou impedir os atos religiosos, "pois concerne à Igreja estabelecer os conteúdos autênticos do ensino da religião católica na escola garantindo assim aos pais e aos alunos o que vem ensinando no catolicismo".” “"O ensino da religião na escola - continua - se transformou em objeto de debate em alguns casos de novas regulamentações civis em determinados países, que tendem em substituí-lo com um ensino religioso multiconfessional ou de ética ou de cultura religiosa". “"Se o ensino religioso fosse limitado a uma exposição das diversas religiões em modo comparativo ou neutro, se poderia criar confusão ou gerar relativismo ou indiferença religiosa", explica.”

Há uma ordem do Vaticano aos bispos de todo o mundo de “se oporem a qualquer tentativa de "ensino multirreligioso ou ética".”

Aos poucos aquela concordata recentemente assinada por Lula e o papa Bento XVI se torna compreensível em seus verdadeiros intentos. Essa concordata ainda vai revelar muitas surpresas aos cidadãos brasileiros. Ela já foi aprovada pela Câmara dos Deputados, falta ser aprovada pelo Senado. (G1)

Fonte - Cristo Voltará


Lei dominical em Novo Hamburgo

“O prefeito Tarcísio Zimmermann (PT) sancionou ontem à tarde [09-09-09] a lei que restringe o horário de funcionamento dos hiper, super, minimercados e atacados em Novo Hamburgo [RS] e destacou três razões para a sanção da lei: a preservação do comerciante local, a defesa do domingo para a família e a não concentração comercial.” Em entrevista á TV Feevale, o prefeito disse: “entendo que esse valor do domingo como um dia dedicado à espiritualidade, à família, à comunidade é um valor muito importante que precisa ser preservado...”. Disse mais: “filosoficamente sou contrário ao trabalho em domingos por que eu acho que nós devemos preservar esse espaço como um espaço da família, da espiritualidade e da comunidade.”

O procurador-geral do Município, Ruy Noronha disse que a lei deve entrar em vigor até dezembro. Os novos horários de atendimento serão de segunda à sábado, das 7h30 às 21 horas, e nos domingos até o meio-dia.

A nova lei está gerando polêmica não pequena na cidade. O Partido Progressista entrou com ação contra a lei dos mercados em Novo Hamburgo no Tribunal de Justiça em Porto Alegre.

Há fortes posições a favor e também contra a lei. A Igreja Católica diz, por meio de Dom Zeno Hastenteufel, Bispo Diocesano : “Para nós, cristãos, é uma conquista, mas gostaríamos que fosse o domingo inteiro.” E o pastor Hardy Brandenburg da IECLB disse: “É legítimo, mas não resolve o descanso dominical, nem a desigualdade comercial.”

Sindicatos patronais, Associação Comercial, o Conselho de Diretores Lojistas todos são contra a lei por motivos comerciais e econômicos. (Jornal NH)

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP: Veja mais em "Polêmica sobre regulamentação da abertura do comércio se amplia no interior do RS".


Obama tem confiança do mundo para acordo climático

WASHINGTON (Reuters) - Apesar de ter diversos outros problemas urgentes para confrontar, o presidente dos EUA, Barack Obama, ainda goza da confiança de líderes ambientais e empresariais para enfrentar o desafio da mudança climática.

"Ele tem muitas montanhas para escalar, mas acho que já demonstrou uma grande liderança e uma grande capacidade de liderar em múltiplas questões", disse nesta semana Yvo de Boer, chefe do Secretariado de Mudança Climática da ONU, no evento Reuters Global Climate and Alternative Energy Summit.

Embora Obama e o Congresso priorizem a discussão de projetos relativos a saúde e economia, De Boer e outros observadores do setor dizem que seu governo mantém o foco na questão climática antevendo a cúpula da ONU em Copenhague, em dezembro, que tentará lançar um novo tratado global contra a mudança climática.

Mas Joan Ruddock, vice-ministra britânica para Energia e Clima, admitiu que a equipe de Obama terá problemas em aprovar a tempo a nova legislação ambiental no Senado.

"A comunidade mundial terá de fazer um julgamento sobre quais promessas eles poderão fazer sem uma base legislativa, e quão aceitável isso é", disse Ruddock em entrevista durante o evento da Reuters.

"Não duvidamos das suas boas intenções e estamos incentivando-os o tempo todo a ver o que podem apresentar e fazer disso o mais ambicioso possível", acrescentou.

De Boer disse que Obama precisa de um "avanço internacional" em Copenhague para que possa dizer ao eleitorado dos EUA: "Nós moldamos algo em Copenhague que está à altura do desafio, e estamos todos colocando nosso peso (para cumprir)."

Segundo Carl Pope, diretor-executivo da entidade Sierra Club, não é necessário que os EUA tenham uma legislação formal para demonstrar seu empenho na reunião global de dezembro.

"O que devemos obter de Copenhague é um compromisso de identificar todas as coisas que podemos fazer juntos para entrar em um caminho diferente, e acho que isso é factível", disse Pope.

"Não estou seguro de que seja essencial para isso que o Congresso dos EUA tenha aprovado a legislação, porque não se trata de cronogramas bipartidários, trata-se de investimentos e incentivos."

MDL

Jeff Kenna, executivo-chefe da empresa contabilizadora de carbono Camco International, disse ser improvável que o Senado aprove neste ano uma legislação climática com um sistema de limites e créditos para as emissões de gases do efeito estufa.

Na opinião dele, os EUA virão a se tornar o maior mercado global de créditos de carbono, mas um mecanismo para isso só será adotado no país em 2012 ou 13.

Lex de Jonge, presidente da comissão da ONU que concede créditos por projetos de energia limpa, sob o processo conhecido como Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), disse estar "muito feliz com os desenvolvimentos sob Obama".

"Ainda há algumas forças críticas ao MDL, mas elas se baseiam em argumentos que não são mais válidos."

Alden Meyer, diretor de estratégia e política da União de Cientistas Preocupados, disse que parte da comunidade internacional está frustrada com a demora na tramitação da legislação climática dos EUA.

Porém, segundo ele, "não há a sensação... na comunidade ambiental de que a Casa Branca tenha abandonado a questão e esteja se afastando dela."

Recentes pesquisas indicam que a maioria dos norte-americanos aprova a forma como Obama trata da questão energética.

No levantamento de agosto do Washington Post-ABC News, 52 por cento eram favoráveis ao sistema de limites e créditos de carbono. No mesmo mês, pesquisa Zogby apontou que 71 por cento dos eleitores são favoráveis ao projeto climático já aprovado na Câmara.

Fonte - O Globo


“Crise só está escamoteada” , afirma Rabello de Castro

RIO DE JANEIRO - Economista incensado por várias correntes de pensamento, Paulo Rabello de Castro continua cético quanto à conjuntura mundial: acha que a crise vai bem, obrigado; foi apenas escamoteada e camuflada para que os políticos possam dizer que a recuperação está à vista, uma prática que tende a acirrar-se já no próximo trimestre, quando as comparações estatísticas forem feitas a partir dos números negativos registrados no fim de 2008.

Presidente e fundador da SR Rating, única agencia brasileira de classificação de risco, Rabello de Castro entende que o governo americano continua refém das grandes instituições financeiras. E, mesmo evitando usar a palavra controle, que considera maldita no contexto, considera preocupante a valorização cambial que, a seu ver, ao atrair especuladores internacionais pode tornar mais lento o desenvolvimento brasileiro.

Um dos expoentes brasileiros da Escola de Chicago, onde concluiu doutorado, o economista teme que o processo de recuperação da crise, que prevê como longo, ainda possa ser entremeado por turbulências e eventuais terremotos de intensidade tão grande quanto os que aconteceram há um ano.
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Fonte - JB Online


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Papa convida a descobrir dimensão religiosa da ecologia

CASTEL GANDOLFO, quinta-feira, 10 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI fez um convite, nesta quinta-feira, a descobrir a dimensão espiritual e religiosa da defesa do ambiente e da natureza.
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“O ser humano descobre o valor intrínseco da natureza se aprende a vê-la como o que é na realidade: expressão de um projeto de amor e de verdade que nos fala do Criador e do seu amor à humanidade, e que encontrará sua plenitude em Cristo, no final dos tempos”, indicou, fazendo referência à sua nova encíclica, Caritas in veritate.

“Neste sentido, é oportuno recordar mais uma vez a estreita relação que existe entre o cuidado do meio ambiente e o respeito às exigências éticas da natureza humana, já que quando se respeita a ecologia humana na sociedade, também a ecologia ambiental se beneficia”, continuou explicando o Papa.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Na "ética da natureza humana", expressa referência temos à lei natural (leia-se mandamentos católicos), onde se encaixa com facilidade o já conclamado pelo pontífice, "sentido ecológico do domingo".


Religiões recusam a guerra

As religiões recusam a guerra e recusam ser usadas em nome da guerra. Este é o apelo final que sai do encontro internacional organizado pelo Comunidade de Sant’Egídio, em Cracóvia, na Polónia. Um encontro que juntou líderes religiosos e chefes de Estado para juntos reflectirem sobre «Religiões e Culturas em diálogo» e o seu contributo para a paz.

“Falar de guerra em nome de Deus é uma blasfémia. Nenhuma guerra é santa. A humanidade sai sempre derrotada pela violência e pelo terror”.

Os vários líderes religiosos afirmaram que o “diálogo contraria o medo e a desconfiança”, sendo esta a grande “alternativa à guerra”.

Os participantes sublinharam ainda que o diálogo “não enfraquece a identidade mas faz redescobrir o melhor de si e do outro. Nada se perde com o diálogo. O diálogo escreve a melhor história, enquanto o conflito abre abismos”.

No final do encontro os participantes comprometeram-se a construir “com paciência e audácia um novo tempo de diálogo”.
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Fonte - Ecclesia


As ideias infames do consultor científico de Obama

John Holdren é co-autor de um livro de 1977 no qual defende o aborto compulsório e a esterilização em massa.

No livro “Ecoscience: Population, Resources, Environment”, Holdren e dois co-autores dizem: “com efeito, concluiu-se que leis de controle populacional obrigatório, incluindo até mesmo leis que exigem o aborto compulsório, podem ser sustentadas pela Constituição em vigor, caso a crise demográfica se torne suficientemente grave para comprometer a sociedade”.

E continua: “um programa de esterilização de mulheres após seu segundo ou terceiro filho, apesar da dificuldade relativamente maior da operação em relação à vasectomia, poderia ser mais fácil de implementar do que tentar esterilizar os homens”.

O livro diz ainda que “o desenvolvimento de uma cápsula de esterilizante de longo prazo, que poderia ser implantada sob a pele e removida quando a gravidez fosse desejada, abre novas possibilidades para o controle coercitivo da fertilidade”. Ele sugere ainda “adicionar um esterilizante à água potável ou a alimentos básicos”.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Está bem assessorado o Presidente americano. As idéias são bem propícias aos tempos que serão enfrentados nesta terra.


Déficit público americano precisa diminuir, diz Nobel

Em entrevista à revista Exame, o professor de Columbia e vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2006 Edmund Phelps diz que se o governo americano não reduzir o déficit os investidores podem perder a confiança na economia americana e “procurar outro lugar para colocar o dinheiro”.

Ele compara ainda a trajetória de crescimento do déficit público americano com a situação de “montar em um tigre”, e avalia que os Estados Unidos irão precisar de ao menos 15 anos para recuperar a riqueza que perderam. Isso considerando uma recuperação de 6% ao ano. Para ele, este período de 10 a 15 anos é uma projeção otimista.

Phelps considera a situação das contas públicas a sua maior preocupação. Para ele, se o déficit continuar crescendo isso pode fazer com que os juros aumentem e o valor dos ativos caia. Pode ainda vir a enfraquecer o dólar.

Fonte - Opinião e Notícia


quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Cristãos mais ou menos


Ver também as outras partes: Primeira, Segunda, Quarta.


Começou encontro Ecumênico Internacional

Nesta quarta-feira (09-09-2009), em Bose, no Piemonte, Itália, teve início a XVII edição do Simpósio Ecumênico Internacional de Espiritualidade Ortodoxa. Participam representantes da Igreja Católica, do patriarcado de Moscou e de outras Igrejas Ortodoxas e Orientais e ainda delegados da Comunhão Anglicana e do Conselho Ecuménico de Igrejas.

Foram enviadas mensagens ao encontro. Bento XVII “fez votos para que o encontro “suscite uma consciência renovada do valor da luta espiritual como consequência do amor a Cristo e um compromisso generoso a uma formação ascética das novas gerações”.” O patriarca de Constantinopla Bartolomeu I disse que “esses encontros “são o testemunho eloquente da contribuição única do monaquismo para as relações ecuménicas entre as diversas confissões cristãs”.” Kirill, patriarca de Moscou e de todas as Rússias disse que a luta espiritual é “um tema fundamental, do qual dificilmente se pode exagerar a importância, na medida em que toca a própria essência da vida de quem quiser seguir Cristo radicalmente”. O Cardeal Walter Kasper do presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, deseja que o encontro contribua para “um ulterior crescimento no recíproco conhecimento com vista a um maior testemunho comum de Cristo no mundo”.

O Ecumenismo é a união necessária para o mundo formar um poder global pela santificação do domingo. Quanto mais as igrejas avançam no Ecumenismo, mas próximos estamos da imposição da santificação do domingo por meio de força legal.

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP: Ver também "Quem é o Conselho Mundial das Igrejas – CMI?" (Ecclesia) e "Semana de oração pela unidade dos cristãos em 2010" (Vaticano).


Bento XVI pede ética na economia

No dia 09 desse mês, o papa Bento XVI incentivou os líderes políticos globais, bem como os empresários, a um retorno à ética na economia, pois isto “pode reavivar a esperança em meio à crise atual.” “Segundo o papa, é necessário seguir o exemplo de São Pedro Damião "para encontrar o silêncio dentro de nós para falar com Deus", buscar um lugar onde "Deus fale conosco; na oração e na meditação se aprende o caminho de Deus e da vida".” O papa ultimamente vem sendo convidado a dar conselhos aos políticos do mundo sobre como devem conduzir os negócios para mais facilmente se enriquecerem.

Qual o objetivo destas palavras? Elas estão no contexto da Globalização por meio da Nova Ordem Mundial, que poucos sabem o seu significado. Globalização é o nome que se dá para a realização de intensos negócios internacionais, viabilizados pelo acentuado desenvolvimento tecnológico que permite a produção de uma infinidade de bens e serviços a serem negociados. O mundo, ao longo de sua história, nunca esteve em situação tão propícia para realizar tantos negócios como se pretende pela Globalização.

Mas por outro lado, o mundo também nunca esteve tão próximo de um precipício social e natural, que pode levar ao caos total, e estamos muito próximos dele. Por esse precipício entendemos o conjunto dos grandes problemas que arrastam a humanidade a uma situação dramática sem saída. Dentre outros, os principais problemas são: terrorismo, tráfico de armas, de drogas e de pessoas, criminalidade, corrupção, intolerância, imoralidade, degeneração dos recursos naturais e suas respectivas catástrofes. Para uma ação de reação a essas tendências, o mundo pensa em uma Nova Ordem Mundial, pois se nada for feito, a Globalização se torna inviável e a sociedade humana se auto-destrói.

Contraditoriamente, por uma lado nunca o mundo esteve em situação tão favorável para os negócios, mas também, por outro lado, nunca esteve tão próximo de um colapso universal. Para evitar o colapso é que se pensa na Nova Ordem Mundial que garanta a reversão das atuais tendências catastróficas.

Como deverá ser essa Nova Ordem Mundial e qual o seu objetivo? A Nova Ordem Mundial será encabeçada pela união de todas as formas de adoração, buscando, por meio da santificação do domingo, das famílias reunidas nesse dia, se realize a reeducação dos cidadãos do planeta para que se tornem pessoas de bem. Isso está sendo coordenado pela Igreja Católica, por meio de seu papa. Tem o apoio de muitas grandes autoridades políticas do mundo, bem como da ONU. Pois as palavras acima citadas em relação a ética na economia estão nesse contexto.

Esse discurso está em perfeita sintonia com a Nova Ordem Mundial, em que, pela liderança da Igreja Católica, apoiada pelo poder político-militar dos Estados Unidos e pelo poder das maravilhas do espiritismo, buscará unir todas as forças do mundo inteiro para salvar a Globalização dos negócios, e possibilitar aos poderosos de se enriquecerem ainda mais. Para entender o sentido profético da notícia citada, leia, pela ordem, os seguintes versos bíblicos:

Apoc. 16:12 a 16 (sobre a união das forças de satanás para atacar o povo de DEUS, isto é o secamento do Rio Eufrates, tempo em que se torna real a Nova Ordem Mundial);
Apoc. 17:12 a 14 (sobre a intenção desse movimento de união, lutar contra o povo de DEUS porque dizem ser o responsável pelo fracasso da Globalização dos negócios);
Apoc. 17:16 (sobre o que o povo do mundo fará contra os seus pastores quando DEUS revelar que o sábado é o verdadeiro dia de guarda, revelação que ocorrerá no momento em que intentam cumprir o decreto de morte, entre a sexta e sétima pragas);
Apoc. 18:5 a 19 (onde se descreve em detalhes o que acontecerá durante a sétima praga, note como choram os reis e os mercadores da Terra em remorso porque estão vendo a destruição da Nova Ordem Mundial e da Globalização por meio da devastação da Babilônia, percebem então que eles não tem mais futuro).

É preciso atentar que os versos estão entremeados por declarações que acontecem antes da sétima praga, como o de Apoc. 18:4, esse clamor ocorre um pouco antes do fechamento da porta da graça.

Se prestar atenção aos textos bíblicos acima, verá algo importante. A Nova Ordem Mundial, que a Bíblia chama “um só pensamento” (a tal ponto estão eles unidos em torno de seus interesses pelo poder do dinheiro), o de oferecer à besta (a 2ª) o poder e a autoridade que possuem (Apoc. 17:13), visando guerrear contra o povo de DEUS (Apoc. 17:14) que na aparência é para salvar o mundo de suas tendências degenerativas, mas na verdade é para levar o mundo a adorar a satanás por meio da santificação do domingo (profetizado em Apoc. 13:16-17). A questão da adoração, se a DEUS se a satanás, o mundo saberá distinguir claramente pela pregação em forma de Alto Clamor que o povo de DEUS anunciará antes do fechamento da porta da graça, mas muitos não aceitarão, preferindo o assim chamado deus do dinheiro da Globalização. Porém, ao final da sexta praga, quando DEUS mostrar os Dez Mandamentos, as pessoas do mundo todo verão que se deixaram enganar pelos falsos pastores de Babilônia, por isso se revoltarão contra esses pastores, e os devastarão (isso quer dizer, devastarão babilônia) (ver Apoc. 17:16; 18:6 a 8; 10; 16 e 18-19), ao mesmo tempo em que ela já está recebendo de DEUS o seu juízo (Apoc. 18:8) as sete pragas.

Se o leitor prestar atenção aos noticiários, perceberá que as autoridades globais já estão se expressando no contexto da “Paz e Segurança” necessária para a Globalização. Isso implica em unir todas as igrejas do mundo como uma força para garantir essa paz, e garantir as condições aos negócios globais intensos pelo enriquecimento dos poderosos, que desejam se fazer ainda mais poderosos. Mas por trás da Globalização está, disfarçada, a adoração a satanás por meio da santificação do domingo, forçada por leis nacionais a partir dos Estados Unidos da América.

Notícias assim nos dizem que estamos nos aproximando do dia da vinda de CRISTO. (G1)

Fonte - Cristo Voltará


quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Mundo sofrerá nova crise financeira

Em entrevista à BBC, o ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) Alan Greenspan afirmou que o mundo sofrerá outra crise financeira.

“A crise acontecerá novamente, mas será diferente”, disse Greenspan ao programa Love of Money, da emissora BBC Two.

Segundo ele, a nova crise viria como uma reação a um longo período de prosperidade.

De acordo com Greenspan, apesar de levar tempo e de se tratar de um processo difícil, a economia global eventualmente irá “superar” a crise.
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Fonte - BBC

Nota DDP: Ao que parece um novo ciclo de crise parece ser inevitável. O que varia nas previsões, desde as mais otimistas como esta do Greenspan, até as mais pessimistas como por exemplo de Roubini e Krugman, é o tempo e a intensidade do que virá.


Medo da natureza

Mais uma vez o tempo, a chuva e o granizo assustam as pessoas. Era segunda-feira à noite e o céu escureceu em minha cidade. Relâmpagos e trovões se sucediam rapidamente. Nuvens negras, pesadas e ameaçadoras passavam como que carregadas de canhões poderosos, buscando algo para destruir. Em minha cidade nada aconteceu, mas fiquei pensando, em algum lugar esse poder todo vai descarregar sua fúria.

O que está havendo com a natureza? Ela não faz mais aquilo para o qual foi planejada. A chuva era para regar a terra produzir, mas cada vez mais frequentemente ela vem para destruir. E acompanhada de ventos e granizo, onde passa, pouco sobra. É uma questão de minutos, e muitos perdem tudo o que economizaram ao longo da vida. Quando não há vítimas fatais, resta o medo das nuvens.

Na Argentina, na província de Missiones, tornado levou um rastro de destruição total. Em Buenos Aires, o prefeito Orlando Walfart disse: “Nunca vimos nada assim antes!”. O tornado matou 10 pessoas e deixou outras 18 em estado grave. “Segundo Walfart, no meio do tornado, os fortes ventos arrancaram um bebê dos braços de sua mãe. As testemunhas indicaram que o tornado carregou animais, além de derrubar árvores e postes de luz. "Uma catástrofe" foi a definição do ministro da Saúde, Juan Manzur, que viajou para San Pedro, para coordenar pessoalmente os trabalhos de assistência à população da arrasada cidade. Manzur sustentou que a faixa de destruição do tornado oscilou entre 100 e 200 metros de largura.”

Em Santa Catarina, no Vale do Itajaí no final do ano passado também ainda não haviam visto algo assim, morros desmoronando sobre as residências e matando 135 pessoas e resultando em prejuízos estimados em R$300 milhões. Estive por lá duas vezes após a catástrofe, e relataram como se sentiam em meio ao poder da fúria da natureza. Todos sentiam medo do que uma nuvem acima de suas cabeças poderia fazer, trazendo água, ventos e raios.

Em São Paulo na manhã de terça-feira (08/09/2009) choveu 70% da quantidade do mês, a maior precipitação desse mês desde 1943, quando começaram a medir a quantidade de chuva que cai.

No oeste catarinense a população também passou por momentos de pânico. Casas arremessadas a mais de 50 metros. Autoridades não descartam que as rajadas de vento tenham chegado aos 200 km/h.

Devemos nos acostumar a convier com o medo da natureza. Ela está aos poucos deixando suas funções de nos prover, e com freqüência cada vez maior, destrói em minutos o que os seres humanos construíram durante anos. (Estado)

“É chegado o tempo em que haverá no mundo tristeza que nenhum bálsamo humano pode curar. O Espírito de Deus está sendo retirado. Catástrofes por mar e por terra seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Quão freqüentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo” (Profetas e Reis, p 277).

Fonte - Cristo Voltará


Representantes de todas as religiões visitam Auschwitz

CRACÓVIA, terça-feira, 8 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Representantes religiosos de todo o mundo foram nesta manhã ao antigo campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, dentro dos atos conclusivos do Simpósio "Homens e Religiões".
Este simpósio, convocado pelo cardeal Stanislaw Dziwisz, arcebispo de Cracóvia e promovido pela Comunidade de Sant'Egidio, quis reunir personalidades de todos os credos "no espírito da Ásia".

Assim explicou nesta terça-feira o atual presidente da Comunidade, Marco Impagliazzo, em declarações à Rádio Vaticano, destacando que esta peregrinação a Auschwitz "nos reafirma a convicção de que a única via para evitar estas tragédias é o diálogo".

Nesta breve mas comovente cerimônia dois sobreviventes do campo de extermínio deram seu testemunho, um rabino e uma mulher austríaca de origem cigana. Depositaram-se mais de vinte coroas de flores em recordação às vítimas, por parte de cada grupo religioso.

O encontro terminou nesta noite, na praça do mercado de Cracóvia, com a mensagem "Chamado à paz 2009", precedido por encontros de oração de cada grupo religioso em todos os rincões da cidade polonesa.

Durante os três dias que durou o congresso, no qual participaram cristãos de todas as confissões, muçulmanos, hindus, budistas e outras religiões minoritárias, falou-se da paz, do desenvolvimento dos povos, da crise econômica e do diálogo inter-religioso, mas sobretudo sobre a herança da segunda Guerra Mundial e sobre o legado do papa João Paulo II.
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Fonte - Zenit


Papa adverte sobre autossecularização de comunidades eclesiais

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 8 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI advertiu ontem bispos brasileiros sobre a “autossecularização de muitas comunidades eclesiais”, um fenômeno que é fruto da interpretação equivocada do conceito de “abertura ao mundo” difundido após o Concílio Vaticano II.

O Papa falou aos bispos dos Regionais Oeste 1 e 2 (Mato Grosso do Sul e Mato Grosso) da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, no contexto da visita “ad limina apostolorum”.

Segundo o Papa, “nos decênios sucessivos ao Concílio Vaticano II, alguns interpretaram a abertura ao mundo não como uma exigência do ardor missionário do Coração de Cristo”.

Mas a interpretaram “como uma passagem à secularização, vislumbrando nesta alguns valores de grande densidade cristã como igualdade, liberdade, solidariedade, mostrando-se disponíveis a fazer concessões e descobrir campos de cooperação”.

“Assistiu-se assim –prosseguiu o Papa– a intervenções de alguns responsáveis eclesiais em debates éticos, correspondendo às expectativas da opinião pública, mas deixou-se de falar de certas verdades fundamentais da fé, como do pecado, da graça, da vida teologal e dos novíssimos.”
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“Assim esses jovens aprenderão a ser sensíveis ao encontro com o Senhor, na participação diária da Eucaristia, amando o silêncio e a oração, procurando, em primeiro lugar, a glória de Deus e a salvação das almas.”
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Fonte - Zenit

Nota DDP: Em outras palavras: as comunidades eclesiais (igrejas da reforma) se afastaram dos mandamentos e devem reencontrá-los na eucaristia (missa dominical?).


terça-feira, 8 de setembro de 2009

ONU sugere moeda global no lugar do dólar para evitar crises

A reforma do sistema monetário e financeiro, com uma moeda internacional emitida por um banco central mundial, é a receita que oferece o órgão das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) com objetivo de evitar que se repita uma crise como a atual.

O secretário-geral da organização, Supachai Panitchpakdi, afirmou que "o predomínio do dólar como principal meio de pagamento internacional teve um papel importante na formação de desequilíbrios mundiais que desembocaram na crise financeira".

Por isso, a Unctad defende um sistema de taxas de câmbio aceito internacionalmente e baseado no princípio de porcentagens reais, constantes e sustentáveis para todos os países. Com isso se conseguiria colocar um freio à especulação, porque o principal fator desencadeante da especulação cambial é o diferencial de inflação e de taxas de juros.

Assim se evitariam as crises monetárias, porque desapareceria o principal incentivo para especular com moedas de países altamente inflacionários, e se poderiam prevenir desequilíbrios mundiais fundamentais e de longa duração, evitando que os países em desenvolvimento sejam apanhados pela dívida.

Também se poderia evitar a condicionalidade procíclica em caso de crise e se reduziria a necessidade de manter reservas internacionais. "A crise atual se deve ao predomínio das finanças sobre os setores produtivos da economia que geram a autêntica riqueza, o que foi possível graças à euforia suscitada pela eficiência do livre mercado", assinala a Unctad em seu relatório de 2009.

Como destacou Panitchpakdi, "nos Estados Unidos, a parte do Produto Interno Bruto (PIB) que corresponde ao setor financeiro aumentou de 5% para 8% entre 1983 e 2007, enquanto sua parte no total de lucros empresariais passou de 7,5% para 40%".

- As autoridades econômicas deveriam ter receado de um setor que aspira o tempo todo a lucros de dois dígitos em uma economia que cresce a um ritmo muito menor - acrescentou.

O relatório da organização diz que um sistema baseado em uma moeda nacional sempre dependerá das decisões de política monetária que adotam os bancos centrais que emitem essas moedas e que se adotam em função das necessidades e preferências da política nacional, e não em resposta às necessidades do sistema de pagamentos internacionais e da economia mundial.

E critica também que este sistema, em momentos de desequilíbrio da conta corrente, impõe toda a carga do ajuste aos países deficitários. "O Fundo Monetário Internacional (FMI) reforçou esse viés deflacionário ao impor políticas restritivas aos países deficitários como parte de suas condições para conceder empréstimos, em vez de exigir políticas mais expansivas aos países com excedentes", afirma o estudo.

Fonte - JBOnline


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