Brasília, 06 ago (RV) - Da tribuna do Plenário o senador Marco Maciel (DEM-PE) leu ontem trechos da encíclica Caritas in veritate, publicada em 7 de julho passado pelo papa Bento XVI. “Documentos como esse - apontou - enriquecem a Doutrina Social da Igreja, com tomadas de posição sobre questões sociais em contínua evolução”.
Maciel destacou que a encíclica retoma uma tradição consolidada ao longo de mais de cem anos por diversos papas, e citou que “sem Deus, o desenvolvimento é negado; é desumanizado: o verdadeiro objetivo do progresso é o bem integral de todo ser humano”.
O senador ressaltou que já na encíclica Populorum progressio, o papa Paulo VI, em 1967, alertava que o progresso dos povos não podia prosseguir às cegas.
Marco Maciel também se referiu aos comentários de Dom Odilo Scherer a respeito da Caritas in veritate, lembrando que o arcebispo da Arquidiocese de São Paulo ressalta que o papa manifestou o desejo de que as escolhas econômicas tenham como objetivo prioritário o acesso de todos ao trabalho digno: “Bento XVI defende uma nova ordem política e financeira internacional para governar a globalização e superar a crise em que o mundo se encontra mergulhado”.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: "Uma nova ordem" no campo político e financeiro, de forma a proporcionar o "trabalho digno", obviamente através da visão "enriquecida" da doutrina social da igreja. Em algum momento esse quadro terá que passar pela discussão do dia de descanso...
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
"Haverá epidemias..."
Autor: Prof. Gilson Medeiros Um dos textos mais conhecidos da Bíblia é aquele onde Jesus orienta os discípulos sobre fatos que ocorreriam nos "últimos dias":
"Perguntaram-lhe: Mestre, quando sucederá isto? E que sinal haverá de quando estas coisas estiverem para se cumprir? (...) Quando ouvirdes falar de guerras e revoluções, não vos assusteis; pois é necessário que primeiro aconteçam estas coisas, mas o fim não será logo. (...) haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu" (Lucas 21:7-12).
Ultimamente, o mundo tem sido bombardeado com notícias e mais notícias de calamidades em diversas áreas, seja no mundo físico, no político, no social, no financeiro, etc.
As grandes guerras da Humanidade ocorreram nos últimos 90 anos; os avanços científicos e tecnológicos também estão se desenvolvendo a passar "larguíssimos"; a economia mundial, detonada na década de 1920, novamente enfrenta um abalo castastrófico (nada parecido com as "marolinhas" que tenham empurrar goela abaixo dos brasileiros); os desastres aéreos têm sido cada vez mais frequentes e devastadores; com relação ao clima mundial, não é necessário nem comentar - onde era deserto, hoje há devastação pela água, e nos locais que viviam sob a influência das chuvas, hoje sofrem com a seca...
Ou seja, não é necessário ser nenhum phD em Escatologia (se é que existe...rsrs), para ver que o nosso mundo enfrenta um processo cada vez mais crescente de destruição da qualidade de vida para a raça humana. Já falam até de escassez total de água potável daqui há algumas décadas! A Criação está "gemendo" (cf. Rom. 8:22)!
Haverá epidemias
Depois do surgimento devastador de doenças repentinas e letais, como o câncer, a AIDS, o ébola, o rantavírus, a doença da "vaca louca", o(a) cólera, a dengue, etc., passamos a enfrentar dificuldades com novos tipos de gripes, que surgem periodicamente. Foi a gripe do frango e agora é a do porco (que a indústria suinocultora conseguiu que os governos renomeassem de "Gripe A" - afinal, o consumo de bacon, presunto, e outras "bombas" do tipo, já estava sendo afetado...).
Milhares de pessoas estão sendo infectadas por este "novo" tipo de vírus da gripe, que foi descoberto em abril deste ano, nos EUA e México, e hoje tomou conta do mundo todo, inclusive no Brasil. Até hoje, só em nosso país, foram milhares de infectados e, pelo menos, umas 120 mortes já confirmadas (apesar de não podermos confiar plenamente nos informes "oficiais", sempre com o velho e "duvidoso" slogan: "está tudo sob controle").
Todas estas doenças mencionadas acima surgiram, ou passaram a matar seres humanos, apenas há alguns poucos anos. Nossos avós e bisavós não sabiam o que era o câncer, por exemplo, mas esta doença se tornou extremamente atual em nossos dias.
Para nós, povo de origem profética, que está sempre expectante e vigilante com relação aos "sinais" do tempo do fim (ou do "fim dos tempos", como queiram), os noticiários só trazem uma notícia importante: MARANATA... O SENHOR LOGO VEM!
Enquanto o mundo luta por descobrir as causas dos constantes acidentes aéreos... enquanto corre contra o tempo para descobrir vacinas que protejam contra as últimas e mortais doenças... enquanto elabore planos engenhosos para conter o avanço da criminalidade, do uso de drogas, dos assassinatos, etc.... enquanto se empenhe pelos acordos bélicos, que ponham um fim às guerras, e possam clamar "paz, paz"... nós sabemos que tudo se tornará cada vez mais difícil, devastador e mal. E por que sabemos disso?
Porque o homem, arrogante e egoisticamente, preferiu afastar-se do seu Criador, virando as costas para Ele, preferindo dar ouvidos às fábulas filosófico-biológicas do Evolucionismo, ou aos "contos do vigário" daqueles que desprezam o Dia do Senhor da Criação (cf. Gên. 2:1-3).
O homem desistiu de Deus, e passou a viver isolado dEle, mesmo, incoerentemente, tentando mostrar que O adora e ama, porém negando-Lhe o devido respeito, honra e obediência (cf. Mat. 7:21-23).
O resultado não poderia ser outro: CAOS.
Como disse o inspirado escritor bíblico, não há tempo para cochilarmos e "fazermos de conta" que não estamos vendo o que se desenrola diante de nós. É hora de despertarmos do sono, pois nossa Redenção se aproxima (cf. Rom. 13:11).
Nestes tempos de Gripe do Porco, não podemos deixar de lavar as mãos constantemente... mas também não podemos esquecer de "lavar nosso espírito" e permitir que o Espírito Santo de Deus, a maravilhosa Pessoa da Trindade responsável por nos conduzir à salvação, nos "vacine" contra as mazelas deste mundo.
Só falta um "sinal"
Para concluir esta reflexão, eu não poderia deixar de citar aquele que, segundo o próprio Cristo, será o último e definitivo sinal.
"E será pregado este Evangelho do Reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim" (Mat. 24:14).
Você sabe quantas cidades do Brasil ainda desconhecem a mensagem do Evangelho Eterno de Apoc. 14? Você sabe quantos municípios do nosso País nunca ouviram falar que estas calamidades já estavam previstas, e que a única solução é Jesus? Você sabe quantos pequenos povoados nos arredores das grandes metrópoles brasileiras vivem sem o privilégio de conhecerem uma igreja que ensina a obediência aos Mandamentos do Deus Criador de todas as coisas?
Enquanto nos preocuparmos mais com a climatização do nosso templo, com o acolchoamento de veludo dos bancos, com as infindáveis reuniões de Comissão cheias de blá-blá-blá, com a religião abarrotada de teorias e nada de práticas verdadeiras, com a ansiedade em poder trocar de carro pelo último modelo oferecido pela nossa concessionária preferida, com as incontáveis dívida feitas apenas para satisfazer o amor ao luxo e ostentação, com a construção de "catedrais" ou edifícios nababescos para promoção pessoal de algum líder em particupar, com a ânsia pela conquista de "cargos eclesiásticos", com a preocupação em se vestir conforme os ditames dos homossexuais da moda, etc., etc., etc... estaremos dizendo para o Senhor: "não volte ainda, pois estamos gostando muito daqui".
À medida em que perdermos tempo com tanta bobagem sem sentido algum, e não nos preocuparmos com os milhares (milhões) de pessoas que morrem a cada dia sem a luz do conhecimento da salvação em Cristo, talvez dê tempo de surgir a próxima gripe. Quem sabe será a vez da do "cachorro"!
"Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!" (Apoc. 22:20).
Fonte - Prof. Gilson Medeiros
"Perguntaram-lhe: Mestre, quando sucederá isto? E que sinal haverá de quando estas coisas estiverem para se cumprir? (...) Quando ouvirdes falar de guerras e revoluções, não vos assusteis; pois é necessário que primeiro aconteçam estas coisas, mas o fim não será logo. (...) haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu" (Lucas 21:7-12).
Ultimamente, o mundo tem sido bombardeado com notícias e mais notícias de calamidades em diversas áreas, seja no mundo físico, no político, no social, no financeiro, etc.
As grandes guerras da Humanidade ocorreram nos últimos 90 anos; os avanços científicos e tecnológicos também estão se desenvolvendo a passar "larguíssimos"; a economia mundial, detonada na década de 1920, novamente enfrenta um abalo castastrófico (nada parecido com as "marolinhas" que tenham empurrar goela abaixo dos brasileiros); os desastres aéreos têm sido cada vez mais frequentes e devastadores; com relação ao clima mundial, não é necessário nem comentar - onde era deserto, hoje há devastação pela água, e nos locais que viviam sob a influência das chuvas, hoje sofrem com a seca...
Ou seja, não é necessário ser nenhum phD em Escatologia (se é que existe...rsrs), para ver que o nosso mundo enfrenta um processo cada vez mais crescente de destruição da qualidade de vida para a raça humana. Já falam até de escassez total de água potável daqui há algumas décadas! A Criação está "gemendo" (cf. Rom. 8:22)!
Haverá epidemias
Depois do surgimento devastador de doenças repentinas e letais, como o câncer, a AIDS, o ébola, o rantavírus, a doença da "vaca louca", o(a) cólera, a dengue, etc., passamos a enfrentar dificuldades com novos tipos de gripes, que surgem periodicamente. Foi a gripe do frango e agora é a do porco (que a indústria suinocultora conseguiu que os governos renomeassem de "Gripe A" - afinal, o consumo de bacon, presunto, e outras "bombas" do tipo, já estava sendo afetado...).
Milhares de pessoas estão sendo infectadas por este "novo" tipo de vírus da gripe, que foi descoberto em abril deste ano, nos EUA e México, e hoje tomou conta do mundo todo, inclusive no Brasil. Até hoje, só em nosso país, foram milhares de infectados e, pelo menos, umas 120 mortes já confirmadas (apesar de não podermos confiar plenamente nos informes "oficiais", sempre com o velho e "duvidoso" slogan: "está tudo sob controle").
Todas estas doenças mencionadas acima surgiram, ou passaram a matar seres humanos, apenas há alguns poucos anos. Nossos avós e bisavós não sabiam o que era o câncer, por exemplo, mas esta doença se tornou extremamente atual em nossos dias.
Para nós, povo de origem profética, que está sempre expectante e vigilante com relação aos "sinais" do tempo do fim (ou do "fim dos tempos", como queiram), os noticiários só trazem uma notícia importante: MARANATA... O SENHOR LOGO VEM!
Enquanto o mundo luta por descobrir as causas dos constantes acidentes aéreos... enquanto corre contra o tempo para descobrir vacinas que protejam contra as últimas e mortais doenças... enquanto elabore planos engenhosos para conter o avanço da criminalidade, do uso de drogas, dos assassinatos, etc.... enquanto se empenhe pelos acordos bélicos, que ponham um fim às guerras, e possam clamar "paz, paz"... nós sabemos que tudo se tornará cada vez mais difícil, devastador e mal. E por que sabemos disso?
Porque o homem, arrogante e egoisticamente, preferiu afastar-se do seu Criador, virando as costas para Ele, preferindo dar ouvidos às fábulas filosófico-biológicas do Evolucionismo, ou aos "contos do vigário" daqueles que desprezam o Dia do Senhor da Criação (cf. Gên. 2:1-3).
O homem desistiu de Deus, e passou a viver isolado dEle, mesmo, incoerentemente, tentando mostrar que O adora e ama, porém negando-Lhe o devido respeito, honra e obediência (cf. Mat. 7:21-23).
O resultado não poderia ser outro: CAOS.
Como disse o inspirado escritor bíblico, não há tempo para cochilarmos e "fazermos de conta" que não estamos vendo o que se desenrola diante de nós. É hora de despertarmos do sono, pois nossa Redenção se aproxima (cf. Rom. 13:11).
Nestes tempos de Gripe do Porco, não podemos deixar de lavar as mãos constantemente... mas também não podemos esquecer de "lavar nosso espírito" e permitir que o Espírito Santo de Deus, a maravilhosa Pessoa da Trindade responsável por nos conduzir à salvação, nos "vacine" contra as mazelas deste mundo.
Só falta um "sinal"
Para concluir esta reflexão, eu não poderia deixar de citar aquele que, segundo o próprio Cristo, será o último e definitivo sinal.
"E será pregado este Evangelho do Reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim" (Mat. 24:14).
Você sabe quantas cidades do Brasil ainda desconhecem a mensagem do Evangelho Eterno de Apoc. 14? Você sabe quantos municípios do nosso País nunca ouviram falar que estas calamidades já estavam previstas, e que a única solução é Jesus? Você sabe quantos pequenos povoados nos arredores das grandes metrópoles brasileiras vivem sem o privilégio de conhecerem uma igreja que ensina a obediência aos Mandamentos do Deus Criador de todas as coisas?
Enquanto nos preocuparmos mais com a climatização do nosso templo, com o acolchoamento de veludo dos bancos, com as infindáveis reuniões de Comissão cheias de blá-blá-blá, com a religião abarrotada de teorias e nada de práticas verdadeiras, com a ansiedade em poder trocar de carro pelo último modelo oferecido pela nossa concessionária preferida, com as incontáveis dívida feitas apenas para satisfazer o amor ao luxo e ostentação, com a construção de "catedrais" ou edifícios nababescos para promoção pessoal de algum líder em particupar, com a ânsia pela conquista de "cargos eclesiásticos", com a preocupação em se vestir conforme os ditames dos homossexuais da moda, etc., etc., etc... estaremos dizendo para o Senhor: "não volte ainda, pois estamos gostando muito daqui".
À medida em que perdermos tempo com tanta bobagem sem sentido algum, e não nos preocuparmos com os milhares (milhões) de pessoas que morrem a cada dia sem a luz do conhecimento da salvação em Cristo, talvez dê tempo de surgir a próxima gripe. Quem sabe será a vez da do "cachorro"!
"Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!" (Apoc. 22:20).
Fonte - Prof. Gilson Medeiros
MPF pede retirada de símbolos religiosos das repartições públicas federais em São Paulo
O Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão propôs na última sexta-feira (31) uma ação civil pública pedindo uma liminar para obrigar as repartições de órgãos federais no Estado de São Paulo a retirar símbolos religiosos em locais de atendimento ao público. Se a Justiça Federal acatar o pedido, as repartições terão 120 dias para cumprir a decisão.
Em nota, o Ministério Público Federal defende a proibição à ostentação de símbolos religiosos em repartições por ofender a liberdade de crença das pessoas que procuram os serviços dos órgãos públicos e não compartilham da mesma fé. E, pelo fato de o Brasil ser um Estado laico, a administração pública não poderia abrigar manifestações religiosas sem o risco de ferir os princípios da impessoalidade e imparcialidade no atendimento aos cidadãos.
Ainda segundo o MPF, a ação civil pública foi amparada no artigo 5º da Constituição Federal, que garante a liberdade de crença religiosa ou a opção por não ter nenhuma.
Fonte - UOL
Nota Minuto Profético: Repartições públicas (portanto, ligadas à política) deveriam mesmo evitar a ostentação de símbolos religiosos, uma vez que o Estado deve ser laico. Logicamente, a Igreja Católica, cujo objetivo final é a supremacia política não apóia essa idéia... (Há mais de dois anos Bento XVI já havia se pronunciado).
Nota DDP: O outro lado da história está no direito dos agentes públicos ou até mesmo do particular que transita pelos órgãos públicos manifestarem sua expressão religiosa livremente. Muito embora os primeiros em suas funções atuem em nome do estado, muitas vezes o personificando em certo sentido, ou os segundos tenham que respeitar o estado laico, não podem ser considerados fora dos seus direitos de personalidade.
Outra questão: Estariam os citados funcionários ou particulares por extensão proibidos de se utilizarem de qualquer símbolo religioso enquanto estiverem em próprios do estado?
Os dias de liberdade religiosa, tal como profetizado, parecem contados, mesmo nos estados não confessionais...
[Colaboração - Marcos Correia e Silva]
Em nota, o Ministério Público Federal defende a proibição à ostentação de símbolos religiosos em repartições por ofender a liberdade de crença das pessoas que procuram os serviços dos órgãos públicos e não compartilham da mesma fé. E, pelo fato de o Brasil ser um Estado laico, a administração pública não poderia abrigar manifestações religiosas sem o risco de ferir os princípios da impessoalidade e imparcialidade no atendimento aos cidadãos.
Ainda segundo o MPF, a ação civil pública foi amparada no artigo 5º da Constituição Federal, que garante a liberdade de crença religiosa ou a opção por não ter nenhuma.
Fonte - UOL
Nota Minuto Profético: Repartições públicas (portanto, ligadas à política) deveriam mesmo evitar a ostentação de símbolos religiosos, uma vez que o Estado deve ser laico. Logicamente, a Igreja Católica, cujo objetivo final é a supremacia política não apóia essa idéia... (Há mais de dois anos Bento XVI já havia se pronunciado).
Nota DDP: O outro lado da história está no direito dos agentes públicos ou até mesmo do particular que transita pelos órgãos públicos manifestarem sua expressão religiosa livremente. Muito embora os primeiros em suas funções atuem em nome do estado, muitas vezes o personificando em certo sentido, ou os segundos tenham que respeitar o estado laico, não podem ser considerados fora dos seus direitos de personalidade.
Outra questão: Estariam os citados funcionários ou particulares por extensão proibidos de se utilizarem de qualquer símbolo religioso enquanto estiverem em próprios do estado?
Os dias de liberdade religiosa, tal como profetizado, parecem contados, mesmo nos estados não confessionais...
[Colaboração - Marcos Correia e Silva]
O papa é (mais do que nunca) pop
Fonte - Questão de Confiança
Caritas in veritate é luz "em meio de nuvens negras", diz Ministro do Trabalho da França
ROMA, 04 Ago. 09 / 06:47 am (ACI).- O Ministro do Trabalho da França, Xavier Darcos, assinala que a nova encíclica social do Papa Bento XVI, "Caritas in veritate chega no momento oportuno, como um relâmpago luminoso em meio das nuvens negras" e faz que a Doutrina Social da Igreja brilhe como resposta clara ante "as leis cínicas do aproveitamento e interdependência econômicos sem regras".Em um artigo publicado no L'Osservatore Romano titulado "Como um relâmpago no meio do mal-estar da sociedade", Darcos indica que a nova encíclica do Papa "anuncia que outras maneiras são possíveis e necessárias. Ele o assinala, tendo como fonte a mensagem cristã, a esperança e soluções inovadoras".
...
Trata-se, continua, "de fazer que os homens tomem consciência de que são parte de uma única família, que exige o retorno aos valores: o dom, o rechaço ao mercado como maneira de dominação, o abandono do consumismo hedonista, a redistribuição e a cooperação".
Depois de advertir logo que a fonte de algumas novas tecnologias genéticas que não respeitam o homem, "é a desumanização", o Ministro explica que para viver de verdade o amor e o perdão, "a acolhida ao próximo, a justiça e a paz", é necessária "a exigência moral; que se converteu em uma condição de sobrevivência".
Finalmente, o Ministro do Trabalho da França destaca que "raramente um Papa tocou assim de perto a realidade para analisar a fundo os males e para propor, com pragmatismo e lucidez, os antídotos mais úteis. Que sua mensagem possa ser compreendida!"
Fonte - ACI Digital
Nota DDP: Ontem no cenário político brasileiro, hoje por um expoente político francês. Se o noticiado ontem pudesse ser desconsiderado pelo relevo religioso da sociedade tupiniquim, a manifestação vindo do berço do estado laico por excelência, é de ser devidamente notado.
OMS prevê que gripe suína afetará 2 bilhões; mortes chegam a 1.154
Os infectados pela gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- já chegam a 162.380 casos, segundo o mais recente balanço da OMS (Organização Mundial da Saúde), divulgado nesta terça-feira. Desse total, 1.154 pessoas morreram. A organização informou ainda que, até o final da pandemia (epidemia generalizada), a doença irá afetar mais de 2 bilhões de pessoas.
Até agora, 168 países dos cinco continentes reportaram casos da gripe.
No boletim, a OMS esclarece que o total de casos 'subestima o número real de afetados', já que os países não recebem instruções da organização de reportar cada caso individual e muitas pessoas podem ter o vírus sem perceber por não apresentarem sintomas.
Embora o H1N1 seja altamente contagioso, a organização voltou a afirmar que ele tem efeitos moderados.
"No final da pandemia, entre 15% e 45% da população mundial terão sido infectados pelo vírus. O número de 30% constitui a estimativa média, e isto corresponde a cerca de 2 bilhões de pessoas", afirmou a porta-voz da OMS, Aphaluck Bhatiasevi.
O balanço divulgado nesta terça-feira toma como base os escritórios regionais da organização. Segundo o informe, as Américas são as mais afetadas pela doença, com 98.242 casos e 1.008 mortes.
Em seguida vêm o Pacífico Ocidental, com 26.661 casos e 39 mortes; a Europa, com 26.089 casos e 41 mortes; o Sudeste Asiático, com 9.858 casos, 65 mortes; o Mediterrâneo Oriental, com 1.301 casos e 1 morte, e a África, 229 casos.
...
Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).
Fonte - Folha
Nota DDP: Um contraponto interessante nesta questão, como inclusive já tratado anteriormente neste espaço, pode ser visto aqui.
Ver ainda "Anvisa: 50% dos testes de gripe suína dão erro"
[Colaboração - Haruo Yano]
Até agora, 168 países dos cinco continentes reportaram casos da gripe.
No boletim, a OMS esclarece que o total de casos 'subestima o número real de afetados', já que os países não recebem instruções da organização de reportar cada caso individual e muitas pessoas podem ter o vírus sem perceber por não apresentarem sintomas.
Embora o H1N1 seja altamente contagioso, a organização voltou a afirmar que ele tem efeitos moderados.
"No final da pandemia, entre 15% e 45% da população mundial terão sido infectados pelo vírus. O número de 30% constitui a estimativa média, e isto corresponde a cerca de 2 bilhões de pessoas", afirmou a porta-voz da OMS, Aphaluck Bhatiasevi.
O balanço divulgado nesta terça-feira toma como base os escritórios regionais da organização. Segundo o informe, as Américas são as mais afetadas pela doença, com 98.242 casos e 1.008 mortes.
Em seguida vêm o Pacífico Ocidental, com 26.661 casos e 39 mortes; a Europa, com 26.089 casos e 41 mortes; o Sudeste Asiático, com 9.858 casos, 65 mortes; o Mediterrâneo Oriental, com 1.301 casos e 1 morte, e a África, 229 casos.
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Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).
Fonte - Folha
Nota DDP: Um contraponto interessante nesta questão, como inclusive já tratado anteriormente neste espaço, pode ser visto aqui.
Ver ainda "Anvisa: 50% dos testes de gripe suína dão erro"
[Colaboração - Haruo Yano]
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Diário da Profecia no twitter
De forma a facilitar o acesso às informações e dinamizar a divulgação dos temas que são abordados neste espaço, este blog foi integrado ao twitter.
Basta clicar no logo para acessar, colar diretamente o endereço respectivo na barra de seu navegador de internet, ou clicar no link: http://twitter.com/diarioprofecia
Basta clicar no logo para acessar, colar diretamente o endereço respectivo na barra de seu navegador de internet, ou clicar no link: http://twitter.com/diarioprofeciaPior que a gripe H1N1
“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho perverso, e guia-me pelo caminho eterno” (Salmos 139:23-24)Desde que esta nova doença começou no México e logo se alastrou por todo o mundo, diariamente os noticiários relatam de novos casos de contaminação no Brasil e vários outros lugares do mundo. Já é possível ver-se pessoas usando máscaras com o objetivo de se proteger do contágio deste vírus (será!?). Em alguns lugares escolas estão sendo fechadas e eventos públicos cancelados para evitar que ela se alastre. Até se aconselha a não viajar para países onde já há um índice maior de propagação. A indústria farmacêutica trabalha incessantemente na busca de uma vacina contra este mal, já denominado como pandemia mundial. Como esta doença pode levar à morte, o homem tem medo e faz de tudo para não ser atingido. Ele vem tomando providências para se livrar da mesma e não sofrer as consequências causadas pela baixa resistência.
Mas há algo muito pior nesta terra do que a gripe A. Algo que desde o começo da história da humanidade vem sendo transmitido de ser humano para ser humano. Algo que nasce com a pessoa e já se manifesta nos seus primeiros meses de vida. Algo incontrolável, que se alimentado, cresce, se desenvolve e mata mesmo o ser humano mais vigoroso do planeta.
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Discurso no Senado sobre a Encíclica do Papa Bento XVI
O senador Fernando Collor (PTB/AL) discursou no Senado Federal na tarde desta segunda-feira (03) sobre a terceira Encíclica, de cunho social e econômico, intitulada “Cáritas in Veritáte” do Papa Bento XVI.
"Recentemente, o Papa Bento XVI tornou pública sua terceira Encíclica, de cunho social e econômico, intitulada “Cáritas in Veritáte” – “O amor na verdade”. Este interessante Escrito de um líder mundial de incontestável autoridade moral, dirige-se não só aos fiéis católicos, mas “a todos os homens de boa vontade”. Ora, somos isto (pessoas de boa vontade) e somos todos delegados de um Estado cujo Povo é historicamente caracterizado por raízes profundamente cristãs e majoritariamente católicas. Deve, pois, ecoar nesta Casa da República, o pensamento e as preocupações do Papa, sobretudo nesta hora de crise econômica internacional, que, na sua amplitude e complexidade, pode ter tanto de conseqüências para a humanidade e a convivência dos povos.
O que Bento XVI apresenta é uma visão de inspiração profundamente cristã e humanística da atual conjuntura neste particular contexto de crise global, e aponta possíveis pistas para a construção de um mundo mais digno do homem. Esta Encíclica, portanto, pode ser considerada um sonho; não daqueles que alienam e se afastam da realidade, mas, ao invés, daqueles outros, que jogam para adiante, provocam, inspiram, fazendo que se caminhe e se construa um futuro.
Gostaria, portanto, de expor a esta Casa alguns temas que julgo mais importantes presentes neste Documento que, certamente, merecem atenção e uma acurada leitura de nossa parte.
...
Fonte - GazetaWeb
Nota DDP: Sem que nos preocupemos com os contornos políticos internos do pronunciamento mas, tomando foco apenas do eco político da recente carta papal e considerando-se ainda a defesa de um "incontestável líder moral", que deve ser reconhecido pelas "raízes do estado" e, que propõe um "sonho" para solução do atual sistema, temos a passos largos o restabelecimento da supremacia romana em seu costumeiro alinhamento com o braço secular.
"Recentemente, o Papa Bento XVI tornou pública sua terceira Encíclica, de cunho social e econômico, intitulada “Cáritas in Veritáte” – “O amor na verdade”. Este interessante Escrito de um líder mundial de incontestável autoridade moral, dirige-se não só aos fiéis católicos, mas “a todos os homens de boa vontade”. Ora, somos isto (pessoas de boa vontade) e somos todos delegados de um Estado cujo Povo é historicamente caracterizado por raízes profundamente cristãs e majoritariamente católicas. Deve, pois, ecoar nesta Casa da República, o pensamento e as preocupações do Papa, sobretudo nesta hora de crise econômica internacional, que, na sua amplitude e complexidade, pode ter tanto de conseqüências para a humanidade e a convivência dos povos.
O que Bento XVI apresenta é uma visão de inspiração profundamente cristã e humanística da atual conjuntura neste particular contexto de crise global, e aponta possíveis pistas para a construção de um mundo mais digno do homem. Esta Encíclica, portanto, pode ser considerada um sonho; não daqueles que alienam e se afastam da realidade, mas, ao invés, daqueles outros, que jogam para adiante, provocam, inspiram, fazendo que se caminhe e se construa um futuro.
Gostaria, portanto, de expor a esta Casa alguns temas que julgo mais importantes presentes neste Documento que, certamente, merecem atenção e uma acurada leitura de nossa parte.
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Fonte - GazetaWeb
Nota DDP: Sem que nos preocupemos com os contornos políticos internos do pronunciamento mas, tomando foco apenas do eco político da recente carta papal e considerando-se ainda a defesa de um "incontestável líder moral", que deve ser reconhecido pelas "raízes do estado" e, que propõe um "sonho" para solução do atual sistema, temos a passos largos o restabelecimento da supremacia romana em seu costumeiro alinhamento com o braço secular.
Crise energética x crise econômica
O mundo está prestes a enfrentar uma das mais graves crises energéticas da história, capaz de quebrar a economia global. O motivo seria o fato de que os maiores campos de exploração de petróleo do mundo estarem prestes a chegar ao seu limite de produção. Quem afirma é o economista chefe da Agência Internacional de Energia (IEA), Fatih Birol.Em entrevista ao jornal The Independent, Birol, que é encarregado de avaliar o futuro do abastecimento de energia nos países pertencentes à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), afirmou que todos precisam ter consciência de que, com base na demanda atual, a disponibilidade de petróleo no mundo irá se esgotar muito antes do que se pensava.
Para o engenheiro, o pico do petróleo (pick oil) deverá vir à tona em dez anos – no mínimo uma década a menos do que muitos governos estimaram. Ele ainda afirmou que um dos estudos mais detalhados já feito sobre o assunto descobriu que a maioria das grandes bacias de petróleo do mundo já se esgotaram e que o ritmo de redução da produtividade das outras bacias está quase duas vezes mais rápido que o calculado há dois anos.
“Um dia nós ficaremos sem petróleo, não é hoje nem amanhã, mas um dia ficaremos sem e nós precisamos abandonar o petróleo antes que ele nos abandone. Precisamos nos preparar para esse dia”, afirmou Birol. “Quanto mais cedo começarmos, melhor. Porque toda a nossa economia e sistema social está baseado no petróleo, e essa mudança requer muito tempo e muito dinheiro, por isso devemos levar isso muito à sério”, completou.
A crise já pode ter início no próximo ano, quando o cenário será uma demanda maior que a oferta, e nenhuma medida suficientemente eficiente vem sendo feita para reverter o problema e criar novas soluções capazes de compensar a ausência do petróleo. Segundo a IEA, a queda da produção das bacias de petróleo está na casa dos 6,7% ao ano. Número substancialmente maior que os 3,7% computados em 2007.
“Se vemos um aperto no mercado, as pessoas nas ruas verão isso no aumento dos preços, que serão muito maiores do que nós vemos hoje em dia. Isso terá, definitivamente, um impacto em nossa economia, especialmente se nós virmos esse aperto no mercado nos próximos anos” alertou Birol.
Ele explica: “será especialmente importante porque a economia global ainda estará muito fragilizada, muito vulnerável. Muitas pessoas pensam que a recuperação se dará em poucos anos, mas a verdade é que será uma regeneração lenta e frágil e nós temos o risco dessa recuperação ser destruída com a alta dos preços do petróleo”, informou.
Segundo o especialista, em 2030, o mundo precisará do equivalente a quatro Arábias Sauditas para garantir seu consumo de petróleo a níveis atuais e seis para assegurar a demanda, caso ela continue crescendo nas proporções atuais.
“Muitos governos agora estão mais cientes de que, no mínimo, os dias de petróleo fácil e barato já acabaram. Apesar disso, eu não estou muito otimista de os governos estarem conscientes das dificuldades que poderemos enfrentar no fornecimento de petróleo”, adiantou Birol.
Outro problema levantado pelo engenheiro é a possibilidade de os países passarem a investir em alternativas ainda mais danosas frente à ausência do petróleo – como as areias impregnadas com alcatrão em Alberta, no Canadá.
“Se nós não nos prepararmos adequadamente para o pico de petróleo, o aquecimento global pode se tornar muito pior do que o esperado”, concluiu.
Fonte - EcoDesenvolvimento
Nota DDP: De crise em crise, aguardamos o momento em que todo este sistema há de ruir ou, que na tentativa de sustentá-lo, venham medidas que alterem radicalmente a ordem que hoje vivemos.
[Pesquisa - Hiscael Moreno]
Perseguição a cristãos
Cerca de 200 pessoas foram presas em um surto de violência anti-cristã na cidade de Gojra.
Sete pessoas foram mortas e 20 ficaram feridas no sábado, 1°, quando manifestantes muçulmanos puseram fogo em uma comunidade cristã, dando início aos conflitos. Segundo a polícia paquistanesa, os muçulmanos protestavam contra uma suposta profanação do Corão em um casamento cristão.
De acordo com o ministro paquistanês das Minorias, cerca de 50 casas foram queimadas e mais de 100 foram saqueadas pelos manifestantes. No Paquistão, existe uma lei que prevê pena de prisão perpétua para a profanação do Corão e até pena de morte para quem manchar o nome do profeta Maomé.
Opinião e Notícia
Segundo o Pakistan Christian Post, houve um protesto contra os ataques a cristãos, com o fechamento de 62 escolas desde domingo. Com isto, 50 mil alunos ficaram sem aulas.
Em tempo: Há focos de perseguição a cristãos, sobretudo em países muçulmanos e na China. Entretanto, chegará ao tempo em que a perseguição será a regra e não a exceção. Jesus mesmo asseverou que "[...] de fato, vem a hora em que qualquer pessoa que vos matar pensará estar oferecendo culto a Deus." Jo. 16:2. Ao mesmo tempo, felizes são aqueles que sofrerem perseguição por causa de sua fé - o Reino pertence a eles (Mt. 5:10)!
Fonte - Questão de Confiança
Sete pessoas foram mortas e 20 ficaram feridas no sábado, 1°, quando manifestantes muçulmanos puseram fogo em uma comunidade cristã, dando início aos conflitos. Segundo a polícia paquistanesa, os muçulmanos protestavam contra uma suposta profanação do Corão em um casamento cristão.
De acordo com o ministro paquistanês das Minorias, cerca de 50 casas foram queimadas e mais de 100 foram saqueadas pelos manifestantes. No Paquistão, existe uma lei que prevê pena de prisão perpétua para a profanação do Corão e até pena de morte para quem manchar o nome do profeta Maomé.
Opinião e Notícia
Segundo o Pakistan Christian Post, houve um protesto contra os ataques a cristãos, com o fechamento de 62 escolas desde domingo. Com isto, 50 mil alunos ficaram sem aulas.
Em tempo: Há focos de perseguição a cristãos, sobretudo em países muçulmanos e na China. Entretanto, chegará ao tempo em que a perseguição será a regra e não a exceção. Jesus mesmo asseverou que "[...] de fato, vem a hora em que qualquer pessoa que vos matar pensará estar oferecendo culto a Deus." Jo. 16:2. Ao mesmo tempo, felizes são aqueles que sofrerem perseguição por causa de sua fé - o Reino pertence a eles (Mt. 5:10)!
Fonte - Questão de Confiança
O perigo que vem das tundras
À medida que a tundra descongela em razão do aquecimento global, as bactérias avançam sobre a matéria orgânica que ela contém. Isso libera ainda mais dióxido de carbono, além de metano, outro gás de efeito estufa, que tem potencial de aquecimento 25 vezes maior do que o CO2.
Um cientista da Universidade da Flórida estima que as camadas de terra congelada de todo o mundo contêm o dobro do carbono que existe na atmosfera. Mesmo se uma fração disso fosse liberada, seria algo problemático para o planeta.
E isso não é tudo. Mudanças na ecologia da tundra podem ter efeito devastador sobre a presença humana neste ecossistema, comprometendo edifícios, estradas e oleodutos. Por todas essas razões foi iniciado um projeto de pesquisa sobre a tundra que reúne 17 equipes de pesquisa dos EUA e do Canadá, cujo objetivo é entender melhor um dos ecossistemas menos estudados do planeta.
Fonte - Opinião e Notícia
Os números católicos nos EUA
Nova Iorque, 03 ago (RV) - O Diretório Oficial Católico dos EUA deu a conhecer que o número de católicos no país já se situa por cima dos 68 milhões de americanos; o que representa na atualidade 22% da população.
O também conhecido “Diretório Kennedy”, relação dos dados vinculados às organizações cristãs, os sacerdotes e os bispos no país, inclui “o censo de religiosas que sobe a 60 mil e 715, o de diáconos permanentes que somam 16 mil e 935, o de diocesanos com 41 mil e 489, e o de irmãos religiosos cuja cifra chega aos 4 mil e 905. Entre outros dados também se destacam as 18 mil e 674 paróquias católicas disseminadas pelos 50 estados”.
Do mesmo modo, o documento oficial mostra que “2 milhões de alunos estudam em 7 mil colégios católicos e 800 mil jovens realizam seus estudos nas 234 universidades católicas das que consta o país. Por outro lado 4 mil e 973 pessoas estudam nos 189 seminários com os que consta os Estados Unidos”.
De igual maneira, o diretório assinala que “este último ano foram batizados nos Estados Unidos 887.145 menores e 46.629 adultos; e 81.775” pessoas se converteram ao cristianismo”.
De outro lado, acrescenta o relatório, as organizações vinculadas à Igreja destinaram 28 bilhões de dólares aos serviços educativos, sanitários e de caridade através da Associação Nacional de Educação Católica, a Associação Católica de Saúde e Cáritas.
“A Igreja administra – destaca o relatório – 562 hospitais católicos onde se atendem cada ano cerca de 85 milhões de pacientes. Os três mil centros de assistência social recebem 27 milhões de pessoas”.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Outro número interessante de ser considerado no quadro fático americano da atualidade: 2/3 da Suprema Corte americana, órgão máximo do judiciário daquele país é formado por juízes católicos.
Por este enfoque há de ser ainda observado que a maior nação protestante do mundo, fundada de forma a repelir a perseguição da igreja medieval, além destes relevantes números, tem ainda, após um arco de história que revela desde a rejeição patente do Presidente Harry S. Truman, até a recente declaração de George W. Bush, afirmando ver deus nos olhos do papa, uma absoluta transformação de paradigmas, o que parece se perpetuar nas falas do novo líder, Barack Obama, para quem este mesmo pontífice é muito mais que um chefe de estado.
Enfim, os fatos têm demonstrado que os braços através do abismo, o mesmo abismo que um dia os separou, parecem contar os dias para serem novamente estendidos.
O também conhecido “Diretório Kennedy”, relação dos dados vinculados às organizações cristãs, os sacerdotes e os bispos no país, inclui “o censo de religiosas que sobe a 60 mil e 715, o de diáconos permanentes que somam 16 mil e 935, o de diocesanos com 41 mil e 489, e o de irmãos religiosos cuja cifra chega aos 4 mil e 905. Entre outros dados também se destacam as 18 mil e 674 paróquias católicas disseminadas pelos 50 estados”.
Do mesmo modo, o documento oficial mostra que “2 milhões de alunos estudam em 7 mil colégios católicos e 800 mil jovens realizam seus estudos nas 234 universidades católicas das que consta o país. Por outro lado 4 mil e 973 pessoas estudam nos 189 seminários com os que consta os Estados Unidos”.
De igual maneira, o diretório assinala que “este último ano foram batizados nos Estados Unidos 887.145 menores e 46.629 adultos; e 81.775” pessoas se converteram ao cristianismo”.
De outro lado, acrescenta o relatório, as organizações vinculadas à Igreja destinaram 28 bilhões de dólares aos serviços educativos, sanitários e de caridade através da Associação Nacional de Educação Católica, a Associação Católica de Saúde e Cáritas.
“A Igreja administra – destaca o relatório – 562 hospitais católicos onde se atendem cada ano cerca de 85 milhões de pacientes. Os três mil centros de assistência social recebem 27 milhões de pessoas”.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Outro número interessante de ser considerado no quadro fático americano da atualidade: 2/3 da Suprema Corte americana, órgão máximo do judiciário daquele país é formado por juízes católicos.
Por este enfoque há de ser ainda observado que a maior nação protestante do mundo, fundada de forma a repelir a perseguição da igreja medieval, além destes relevantes números, tem ainda, após um arco de história que revela desde a rejeição patente do Presidente Harry S. Truman, até a recente declaração de George W. Bush, afirmando ver deus nos olhos do papa, uma absoluta transformação de paradigmas, o que parece se perpetuar nas falas do novo líder, Barack Obama, para quem este mesmo pontífice é muito mais que um chefe de estado.
Enfim, os fatos têm demonstrado que os braços através do abismo, o mesmo abismo que um dia os separou, parecem contar os dias para serem novamente estendidos.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
"Jesus em breve voltará": Quão breve é o breve?
Na esteira do post anterior, creio que em complementação à pergunta deixada ao final da referida palestra, o Pr. Rodrigo Silva explora o tema do título desta postagem.
Sugiro também do Pr. Rodrigo Silva uma palestra sobre "O Juízo investigativo", que se encontra na nossa seção de downloads, junto de outros temas proferidos no Unasp/EC, sob o tema "Eventos Finais".
Sugiro também do Pr. Rodrigo Silva uma palestra sobre "O Juízo investigativo", que se encontra na nossa seção de downloads, junto de outros temas proferidos no Unasp/EC, sob o tema "Eventos Finais".
A constelação de Órion e a volta de Jesus
'A 16 de dezembro de 1848, o Senhor me deu uma visão acerca do abalo das potestades do céu. (…) Nuvens negras e densas subiam e chocavam-se entre si. A atmosfera abriu-se e recuou; pudemos então olhar através do espaço aberto em Órion, donde vinha a voz de Deus. A Santa cidade descerá por aquele espaço aberto' (Ellen White, Vida e Ensinos p. 110).Este simples parágrafo tem fascinado muitos Adventistas ao longo das décadas. Sem mais explicação ou esclarecimentos noutros escritos, têm estas palavras motivado grande pesquisa bíblica e científica.
Poderá ser que os modernos equipamentos tecnológicos ao serviço da astronomia nos ajudam hoje a perceber e, eventualmente, comprovar a veracidade da previsão Adventista que Jesus voltará à Terra através do espaço na constelação de Órion?
Assista a uma fascinante palestra do Pastor (também arqueólogo) Rodrigo Silva, na qual ele apresenta provas irrefutáveis de que... algo se está a passar em Órion!
Será que há mesmo algo de esplendorosamente glorioso que em breve surgirá através de Órion, tal qual anunciado por Deus há 163 anos? Eu acredito que sim!
Reveja alguns pormenores neste estudo: 'Evidências de Deus na Constelação de Órion'.
Fonte - O Tempo Final
Nota DDP: Veja também "Imagem revela estrelas brotando em Órion" e "Cientistas registram gigantesca pluma de gás em estrela de Orion".
Mais sobre o tema com o Pr. Rodrigo Silva, aqui.
China põe 10 mil de quarentena após mortes por peste
O surto de um tipo de peste que ataca os pulmões matou duas pessoas na China e levou as autoridades a colocar uma cidade inteira de quarentena, informaram as autoridades chinesas nesta segunda-feira.Os casos da chamada peste pulmonar, ou pneumônica, ocorreram na remota província de Qinghai, no noroeste do país. A cidade de Ziketan, próxima de Xinhai, onde vivem 10 mil pessoas, foi totalmente isolada. Autoridades confirmaram que dez pessoas estão infectadas no local.
A doença é causada pela mesma bactéria que causa a peste bubônica, praga que matou cerca de 25 milhões de pessoas na Idade Média.
No entanto, enquanto a peste bubônica é transmitida por ratos e pulgas, a variante pulmonar, que ataca os pulmões, também pode ser passada de pessoa para pessoa através da respiração.
Segundo a OMS, a peste pneumônica tem uma taxa de mortalidade muito mais alta que a bubônica e é invariavelmente mortal quando não tratada.
...
Fonte - BBC
Nota DDP: Veja também "América Latina é região mais atingida pela gripe suína".
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Aquecimento global é nova religião
Ian Plimer, que é professor de geologia da mineração na Universidade de Adelaide, chega mesmo a dizer que a ideia do aquecimento global virou a nova religião para as elites urbanas dos países ricos. Ele é um crítico do chamado “aquecimento global antropogênico” — ou seja, produzido pelo ser humano — e da ortodoxia ambiental corrente, segundo a qual o fenômeno pode ser revertido por meio da redução da poluição atmosférica.
Para Plimer, o aquecimento global é algo natural, com muitos precedentes na história do planeta. Ele não é o primeiro cientista renomado a dizer isso, mas dá mostras de que não irá se dobrar ante a pressão do “jacobinismo ambiental”. Plimer acaba de publicar o seu mais recente livro sobre o tema do aquecimento global.
Trata-se de “Heaven and Earth — Global Warming: The Missing Science”, no qual ele retoma muito de um livro seu de 2001. Plimer encontrou dificuldades para achar uma editora disposta a publicar seu último livro devido à intimidação do lobby ambientalista, mas “Heaven and Earth” já vendeu cerca de 30 mil cópias na Austrália e parece estar indo bem no começo das vendas na Grã-Bretanha e nos EUA.
Basicamente, o geólogo australiano diz que o caráter dinâmico do clima da Terra sempre foi conhecido pelos geólogos, e essas mudanças são cíclicas e aleatórias, não sendo causadas ou significativamente afetadas pelo comportamento humano.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: E em se tratando de religião, o controle também desta já é uma prioridade:
- A paz e o ECOmenismo
- Papa dedica mensagem à crise ecológica
Mudança climática afeta geleiras na Bolívia e ameaça pequenas comunidades

Marcos Choque é um índio Aymara de 67 anos que parece feliz com a vida na vila de Khapi, nos Andes bolivianos, mas o humor dele parece mudar quando se fala da montanha Illimani, logo acima da aldeia.
“Quando eu era jovem, a neve descia até ali”, diz ele, apontando para as montanhas.
“Mas nos últimos anos, a linha da neve subiu 500 metros. Está ficando mais quente e o clima está derretendo a montanha”, disse.
Sentado com os outros companheiros da aldeia, Choque parece se divertir em contar piadas e se mostra animado com suas sandálias já bem usadas e as calças furadas.
Mas ao falar da montanha de 6,4 mil metros, seu humor fica sombrio.
Choque e outras 40 famílias que formam essa comunidade vêm observando a montanha Illimani com alarde. Eles dependem dela para parte do suprimento de água – tanto para beber como para irrigar seus pequenos pedaços de terra.
“Nós calculamos que não sobrará neve ou gelo na Illimani nos próximos 30 ou 40 anos. Será preto, ou como dizemos, despida de sua brancura”.
...
Fonte - BBC
quinta-feira, 30 de julho de 2009
O "Chifre Pequeno" de Dan. 8
Às segundas-feiras estou realizando uma classe de estudos doutrinários na IASD de Parque dos Coqueiros, aqui em Natal-RN. Tem sido uma bênção, especialmente para mim! Ontem começamos a estudar o capítulo 8 de Daniel, que concluirá com a profecia das 2300 "tardes e manhãs".Observei que um dos pontos mais complexos para os irmãos entenderem é a "identidade" do tal "chifre pequeno" deste capítulo. Graças ao bom Deus, e ao nosso Divino Professor - a Pessoa maravilhosa do Espírito Santo, chegamos ao final do estudo com todos os presentes entendendo os detalhes deste importante personagem das profecias de Daniel.
Aproveito para colocar aqui para vocês o esboço deste tema, pois sei que muitos também devem ter dificuldades para entender e explicar esta parte da profecia. Como Adventistas, somos muito eficientes em detalhar a profecia do verso 14. Mas se não entendermos o contexto no qual este verso está inserido, ficará difícil defendermos a fé diante das heresias que existem por ai com relação ao livro de Daniel.
O CHIFRE PEQUENO
I. Quem é o chifre pequeno de Daniel 8?
“O bode se engrandeceu sobremaneira; e, na sua força, quebrou-lhe o grande chifre, e em seu lugar saíram quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu. De um dos chifres saiu um chifre pequeno e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa. Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou. Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército; dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. O exército lhe foi entregue, com o sacrifício diário, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou. Depois, ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do sacrifício diário e da transgressão assoladora, visão na qual é entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados? Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” – Dan. 8:8-14.
O bode de que trata a profecia é a Grécia (vv. 21-22). Os 4 chifres notáveis do império grego foram os 4 generais que sucederam Alexandre, o Grande: Ptolomeu, Cassandro, Lisímaco e Selêuco.
Na versão Almeida Revista e Atualizada (uma das mais utilizadas no Brasil), o v. 9 começa com a expressão: “de um dos chifres”. Porém, o texto original traz o seguinte: “de um deles”. Esta tradução é confirmada pela respeitada King James Version, em inglês. Ou seja, a palavra "chifres" foi acrescentada na tradução para a nossa língua, mas não consta no original no qual o texto foi escrito.
É importante analisarmos o detalhe acima, porque o texto em português dá a entender que o chifre pequeno surgiu “dos outros 4 chifres”, ou seja, ele seria proveniente do império grego. Os que defendem esta teoria (os chamados preteristas), como a maioria dos evangélicos e católicos, baseados também neste equívoco de tradução, dizem que este chifre pequeno é representado por ANTÍOCO EPIFÂNIO. Eles apresentam os seguintes argumentos:
a) Antíoco foi um rei selêucida - Como membro desta dinastia de reis, ele surgiu de um dos 4 chifres mencionados em Dn 8:8, pois esta foi a origem do chifre pequeno.
b) A sucessão de Antíoco foi irregular - Este argumento está baseado no v. 24 do cap. 8.
c) Antíoco perseguiu os judeus.
d) Ele contaminou o templo de Jerusalém e interrompeu seus serviços.
Porém, um estudo mais acurado da Bíblia e da História nos mostra que Antíoco não satisfaz os requisitos para o poder representado pelo chifre pequeno de Daniel. A natureza do chifre pequeno rejeita Antíoco como sua identidade:
a) Grandeza comparativa do chifre pequeno - Antíoco jamais atingiu tão grande poder quanto o que é descrito relacionado ao chifre pequeno. O verbo “engrandecer” (GADAL) aparece somente uma vez em relação com à Pérsia e somente uma vez com relação à Grécia. Porém, aparece 3 vezes relacionando-se ao chifre pequeno. Mostra-se, assim, que o chifre teria um poder progressivo e crescente, até o tempo do fim (vv. 17, 19, 26).
b) Atividades do chifre pequeno - conquistas e atividades anti-templo muito maiores que as realizadas por Antíoco.
c) Fatores de tempo para o chifre pequeno - origem, duração, fim. Antíoco reinou por alguns anos (de 175 a.C. até 164/3 a.C.), porém o chifre pequeno tem seu reinado até dias bem posteriores a estes (8:17, 19, 26). Ele era o 8º de uma dinastia de mais de 20 reis selêucidas.
d) Natureza do chifre pequeno - conforme a profecia, este chifre seria “quebrado sem esforço de mãos humanas” (v. 25). Isto mostra a maneira singular com que o chifre seria derrotado. Ou seja, o próprio Deus intervirá para colocar um fim à perseguição de Seu povo, produzida por este poder blasfemo e arrogante. O que não ocorreu com Antíoco, que morreu de causas naturais durante uma campanha pelo Oriente.
e) Origem do chifre pequeno - como mencionado acima, há um problema na tradução do início do verso 9, pois o original hebraico afirma que o chifre pequeno sairia “de um deles”, fazendo referência aos 4 ventos citados no final do verso 8.
A tradução correta do início do v. 9 (ou seja, "de um deles"), sugere que o chifre pequeno sairia de um dos 4 "ventos" (é só ler o final do v. 8), ou seja, de um dos 4 pontos cardeais. Roma veio do lado Oeste, e cumpre todos os demais requisitos para que o chifre pequeno seja identificado com sua fase pagã e papal, principalmente.
II. Algumas Características Importantes (Dn 8:19-26)
1. Ele sobe no meio dos 10 chifres do animal, após derrubar 3 deles – o chifre surgiria do império romano, e abateria 3 dos 10 reinos que formaram este império (foram 3 destes 4 reinos: Visigodos, Vândalos, Hérulos e Ostrogodos).
2. Ele possuía olhos, como os de homem, bem como uma boca “arrogante” e “insolente” – o poder representado pelo chifre pequeno é um poder temporal, religioso e com pensamentos arrogantes e orgulhosos relativos ao seu alcance de dominação mundial.
3. O chifre pequeno parecia mais “robusto” do que os seus “companheiros” – ele conseguiria em certo momento dominar até mesmo o poder temporal, bem como o religioso.
4. Fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles – seria um perseguidor daqueles que desejassem permanecer fiéis às leis de Deus, e rejeitarem a contrafação que o chifre pequeno apresentaria ao mundo.
5. Proferiria palavras contra Deus – sua pretensão seria tal que até mesmo as prerrogativas divinas este poder tomaria para si.
6. Magoaria os santos de Deus – a perseguição seria feroz e grande.
7. Mudaria os tempos e a lei – o sábado da lei de Deus seria alterado por um outro dia de guarda, em obediência total ao poder do chifre pequeno.
8. Dominaria os santos por 3,5 tempos (ou seja, por 1260 anos - cf. Dn 4:16, 23, 25, 32; 7:25; 11:13; 12:7; Ap 11:2, 3; 12:6, 13; 13:5) - durante este período de tempo, os santos estariam quase que totalmente à mercê das sangrentas perseguições do chifre pequeno (isso ocorreu de 538 d.C. a 1798 d.C.).
9. Seria julgado pelo tribunal divino, e destruído – chegará o momento em que Deus mesmo intervirá definitivamente, e o chifre pequeno, com todos os seus seguidores, será destruído ante a autoridade do Deus Eterno.
Não há como fugir da realidade histórica de que apenas um poder encaixa-se nas características reveladas em Daniel sobre a identidade do chifre pequeno: ROMA, em suas fases pagã e papal. Vejamos porque:
1. Veio após o império grego;
2. Foi um poder forte e dominador;
3. Conseguiu prevalecer sobre o reino temporal e religioso;
4. Dominou quase todo o mundo por 1260 anos de perseguição religiosa;
5. Colocou um sistema de mediação para obscurecer o sistema do Santuário de Israel;
6. Proferiu blasfêmias e arrogâncias, ostentando-se como possuidor das prerrogativas da Divindade;
7. Alterou a Lei de Deus, exatamente no elemento de tempo desta lei – o sábado (Êx 20:8-11).
Um exemplo da arrogância com que o chifre pequeno tenta usurpar as prerrogativas que só pertencem a Deus, foi demonstrado aqui no Brasil, em 01 de maio de 2004, quando o então pontífice católico romano “concedeu” perdão total aos pecados de todos os brasileiros devotos de “Nossa Senhora Aparecida” (a cópia transcrita da reportagem, exibida por um telejornal de grande audiência no País, está em meus arquivos). Quer blasfêmia mais arrogante do que esta?!
Isso ainda é pouco para as pretensões do chifre pequeno de Daniel... muito mais ainda está para vir... é só aguardar.
Mais uma vez, os Adventistas saem ganhando por utilizarem o mesmo método que Jesus utilizava para interpretar as Escrituras, ou seja, o MÉTODO GRAMÁTICO-HISTÓRICO, que permite que a própria Bíblia se revele no estudo da História das nações.
Os preteristas (católicos ou evangélicos), que colocam os cumprimentos de Daniel e do Apocalipse, quase que totalmente no passado; e os futuristas (católicos ou evangélicos), que os colocam no futuro, não resistem a um estudo cuidadoso e profundo das profecias.
Vivemos no limiar dos últimos dias, quando aquela “pedra” de Daniel 2 será jogada dos céus, e um Reino Eterno será instituído, cujo poder e autoridade permanecerão pelos séculos dos séculos.
Amém!
"Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro. Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno. Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente" (Dan. 12:1-3).
A paz e o ECOmenismo
O Vaticano, repetidamente, tem associado o descanso dominical obrigatório a três outros temas sociais: a família, a solidariedade e a ecologia. Embora esses temas não possuam nada de errado em si mesmos, o grande problema fica por conta da substituição do verdadeiro sábado bíblico (o sétimo dia) pelo primeiro dia da semana antigamente dedicado ao deus sol. Uma mudança feita pela tradição católica sem a autorização das Escrituras. Usando a inteligência que possui, você saberia deduzir quais são as reais intenções do Vaticano para o mundo a partir dos últimos pronunciamentos papais para comemorar o Dia Mundial da Paz sempre no primeiro dia de cada ano novo? Vou dar uma ajuda. Em 2008, o tema escolhido foi a família. Em 2009, foi a solidariedade. E em 2010, será... Adivinha! Leia você mesmo aqui.Fonte - Minuto Profético
quarta-feira, 29 de julho de 2009
A proposta de roma
O site católico Zenit divulgou hoje que, no último dia 23, foi apresentada em Bogotá a proposta "Um Modelo Alternativo de Desenvolvimento Humano Integral” (de agora em diante, MADHI). Uma delegação do Centro Latino Americano para o Desenvolvimento, a Integração e a Cooperação (CELADIC) levou a proposta à Reunião Geral de Coordenação do Conselho Episcopal Latino Americano (CELAM). Mas em que consiste o chamado MADHI?
Em síntese: a MADHI é um chamado aos leigos para a cooperação dentro e (especialmente) fora da igreja, tendo em vista a promoção em vários setores da sociedade da doutrina social da igreja. Esta iniciativa visa endossar os ensinamentos do Papa Bento XVI, conforme expressos em sua encíclita Caritas em Veritate.
Isto dá bons motivos aos estudantes das profecias acreditarem, com parcimônia e bom senso, que os eventos apontam para um cumprimento cabal do quadro profético. Se for levada a sério em nível mundial, a MADHI (ou iniciativas similares) podem apressar o ritmo das coisas, culminando na hegemonia da igreja de Roma. Resta aguardar e fazer nós mesmos, cristãos portadores da última mensagem bíblica, a nossa parte, a fim de influenciar a sociedade com a Verdade.
Fonte - Questão de Confiança
Em síntese: a MADHI é um chamado aos leigos para a cooperação dentro e (especialmente) fora da igreja, tendo em vista a promoção em vários setores da sociedade da doutrina social da igreja. Esta iniciativa visa endossar os ensinamentos do Papa Bento XVI, conforme expressos em sua encíclita Caritas em Veritate.
Isto dá bons motivos aos estudantes das profecias acreditarem, com parcimônia e bom senso, que os eventos apontam para um cumprimento cabal do quadro profético. Se for levada a sério em nível mundial, a MADHI (ou iniciativas similares) podem apressar o ritmo das coisas, culminando na hegemonia da igreja de Roma. Resta aguardar e fazer nós mesmos, cristãos portadores da última mensagem bíblica, a nossa parte, a fim de influenciar a sociedade com a Verdade.
Fonte - Questão de Confiança
Caritas in Veritate se dirige a crentes e não crentes
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 28 de julho de 2009 (ZENIT.org).- Caritas in Veritate se dirige a crentes e não crentes pois se fundamenta na lei natural, explicou o colaborador mais próximo de Bento XVI ao apresentar nesta terça-feira a nova encíclica para o Senado da República Italiana.
...
Ou seja, segundo explicou, as propostas que o Papa faz em sua encíclica se baseiam na lei natural, que, segundo o número 1954 do Catecismo da Igreja Católica, “expressa o sentido moral original que permite ao homem discernir mediante a razão o que são o bem e o mal, a verdade e a mentira”.
Neste sentido o purpurado pôs em íntima relação a nova encíclica com o documento recentemente publicado (pelo momento em francês e italiano) pela Comissão Teológica Internacional com o título “Em busca de uma ética universal: novo olhar sobre a lei natural”.
Este texto, que havia sido começado sob o impulso do cardeal Joseph Ratzinger, quando era presidente da Comissão Teológica, documenta o que Bento XVI explicou em seu discurso de 18 de abril de 2008 ante a assembleia geral da ONU.
Os direitos humanos, disse nessa ocasião, “encontram seu fundamento na lei natural inscrita no coração do homem e presente nas diferentes culturas e civilizações”.
...
“Precisamente a ‘veritas’ e a ‘caritas’ nos indicam as exigências da lei natural que Bento XVI apresenta como critério fundamental da reflexão de ordem moral sobre a atual realidade sócio-econômica”, explicou seu colaborador.
Por isso, assinalou o cardeal, “a proposta da encíclica não é nem de caráter ideológico nem se reserva para quem compartilha a fé na Revelação divina, mas se fundamenta em realidades antropológicas fundamentais, como são precisamente a verdade e a caridade”.
Fonte - Zenit
Nota DDP: As reais intenções guardadas pelo recente documento veiculado pelo poder romano se demonstram cada vez mais claras em suas vinculações com os temas que realmente interessam ao pontífice, dentre eles, o domingo.
Não se pode perder de vista, que ao falar em "lei natural" obviamente, o pontífice remete "crentes e não crentes" aos mandamentos, não os de Deus, mas aqueles constantes do catecismo católico, como o próprio artigo declara. Em outras palavras, no debate sobre a lei natural se insere a questão do domingo.
...
Ou seja, segundo explicou, as propostas que o Papa faz em sua encíclica se baseiam na lei natural, que, segundo o número 1954 do Catecismo da Igreja Católica, “expressa o sentido moral original que permite ao homem discernir mediante a razão o que são o bem e o mal, a verdade e a mentira”.
Neste sentido o purpurado pôs em íntima relação a nova encíclica com o documento recentemente publicado (pelo momento em francês e italiano) pela Comissão Teológica Internacional com o título “Em busca de uma ética universal: novo olhar sobre a lei natural”.
Este texto, que havia sido começado sob o impulso do cardeal Joseph Ratzinger, quando era presidente da Comissão Teológica, documenta o que Bento XVI explicou em seu discurso de 18 de abril de 2008 ante a assembleia geral da ONU.
Os direitos humanos, disse nessa ocasião, “encontram seu fundamento na lei natural inscrita no coração do homem e presente nas diferentes culturas e civilizações”.
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“Precisamente a ‘veritas’ e a ‘caritas’ nos indicam as exigências da lei natural que Bento XVI apresenta como critério fundamental da reflexão de ordem moral sobre a atual realidade sócio-econômica”, explicou seu colaborador.
Por isso, assinalou o cardeal, “a proposta da encíclica não é nem de caráter ideológico nem se reserva para quem compartilha a fé na Revelação divina, mas se fundamenta em realidades antropológicas fundamentais, como são precisamente a verdade e a caridade”.
Fonte - Zenit
Nota DDP: As reais intenções guardadas pelo recente documento veiculado pelo poder romano se demonstram cada vez mais claras em suas vinculações com os temas que realmente interessam ao pontífice, dentre eles, o domingo.
Não se pode perder de vista, que ao falar em "lei natural" obviamente, o pontífice remete "crentes e não crentes" aos mandamentos, não os de Deus, mas aqueles constantes do catecismo católico, como o próprio artigo declara. Em outras palavras, no debate sobre a lei natural se insere a questão do domingo.
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Papa dedica mensagem à crise ecológica
O Vaticano divulgou esta Quarta-feira o tema da mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial da Paz 2010, desta feita intitulada "Se queres a paz, cuida da criação". O Papa fala numa crise ecológica e na necessidade de enfrentá-la globalmente.Numa nota divulgada pela sala de imprensa da Santa Sé, pode ler-se que o tema pretende fomentar uma tomada de consciência do "forte elo que existe no nosso mundo globalizado e interconectado entre salvaguarda da criação e cultivo do bem da paz", lembrando as "terríveis perspectivas que a degradação ambiental apresenta".
"Este elo íntimo e forte, de facto, é colocado cada vez mais em discussão por inúmeros problemas que dizem respeito ao ambiente natural do homem, como o uso dos recursos, as mudanças climáticas, a aplicação das biotecnologias e o crescimento demográfico", pode ler-se.
Segundo a apresentação do tema divulgada pela Santa Sé, "se a família humana não souber fazer frente a estes novos desafios com um renovado sentido de justiça e de equidade social e de solidariedade internacional, corre-se o risco de semear a violência entre os povos e entre as gerações presentes e futuras".
A mensagem deverá retomar as observações contidas nos números 48-51 da Encíclica Caritas in veritate, destacando a necessidade urgente de que a tutela do meio ambiente seja "um desafio para toda a humanidade".
"Trata-se do dever, comum e universal, de respeitar um bem colectivo, destinado a todos, impedindo que se possam utilizar de modo impune as diversas categorias de seres", refere a Santa Sé.
A celebração de 1 de Janeiro do próximo ano procurará "favorecer uma consciência renovada da interdependência que une entre si todos os habitantes da Terra".
"Esta consciência servirá para eliminar diversas causas de desastres ecológicos e garantir uma pronta capacidade de resposta quando esses desastres atingem povos e territórios", defende a apresentação da mensagem do Papa.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Além dos demais contornos do tema, não se pode perder de vista a "dimensão ecológica do domingo", pregada pelo papa neste contexto.
Brasil - Vaticano: um acordo "gravíssimo"
Na contramão do mundo, o presidente Lula entra no campo religioso longe dos olhos da sociedade brasileira. Em novembro de 2008, ele foi a Roma e viu o papa. Foram 24 minutos de conversa privada no escritório privativo de Bento 16. "Muito obrigado, presidente, pelo acordo que será assinado hoje", agradeceu o representante de Deus na Terra [sic]. Não era um encontro de estadistas. Era uma reunião do chefe supremo da Igreja com o líder popular da maior nação católica do mundo (125 milhões de fiéis entre 190 milhões de brasileiros). O agradecimento tinha sentido porque o Brasil se rendia a anos de pressão do Vaticano para ampliar a força do ensino religioso nas escolas públicas do ensino fundamental. O papa não conseguiu tornar "obrigatório" o ensino, mas formalizou uma intrusão impensável nas escolas de um país que se diz laico e soberano.O arcebispo Dominique Mamberti, chanceler das Relações Exteriores do Vaticano, tentou disfarçar: "Não são privilégios porque não se pode chamar de privilégio o reconhecimento de uma realidade social tão importante como é hoje em dia a Igreja Católica no Brasil." Diplomático, o bispo defendeu-se: "O acordo não afeta em nada os cidadãos de outros credos, já que garante o pluralismo religioso, assim como o laicismo saudável." O Brasil não se espantou com a condicionante, talvez por ter padecido muito tempo da "democracia relativa" dos militares, que guarda certa isonomia com o "laicismo saudável" dos padres.
O acordo de 20 artigos parecia inspirado pelos diabólicos atos secretos do Senado brasileiro: estranhamente, não foi discutido previamente com o principal interessado, a sociedade brasileira. "É uma autêntica Concordata com a Santa Sé que, além de ter sido preparada na clandestinidade, sem qualquer aviso ou debate, confronta o espírito da Carta Magna e os fundamentos de um Estado secular", protestou o jornalista Alberto Dines. "Por que o sigilo? Que tipo de pressão o governo sofreu? Como o presidente Lula faz isso sem abrir para a discussão?", perguntou a professora Roseli Fischmann, que coordena há 20 anos o grupo de pesquisa "Discriminação, Preconceito, Estigma" da Universidade de São Paulo (USP). Falando ao portal iG, Fischmann classificou o acordo de "gravíssimo" pelo que representa: "É uma violência à pluralidade de crenças da população, fere a democracia e cria cidadãos de segunda classe – o católico e o não-católico."
Por trás dos sorrisos de Bento e de Lula paira uma nuvem pesada, segundo a professora: "O acordo não contempla a liberdade de consciência. Não querer dar religião para os filhos é o direito da família. Isso não os torna menos cidadãos brasileiros. Ser ateu ou agnóstico é um direito de foro íntimo. É absolutamente estigmatizador e criará a cultura de que não é íntegro quem não teve ensino religioso."
Um dos maiores riscos, segundo a pesquisadora da USP, está no fim do documento, no Art. 18, que reza: "O presente acordo poderá ser complementado".
Fischmann traduz a ameaça ali inoculada: "Isso dá espaço para que a Igreja intervenha em questões como o aborto, casamento de pessoas do mesmo sexo, pesquisas com células-tronco, entre outras" [e aqui mora o perigo para outros cristãos não-católicos]. A professora deposita sua fé no Congresso Nacional, que precisa ratificar o acordo quase confessional firmado entre Lula e Bento 16: "Se ele passar no Parlamento, o Brasil dá poder à Igreja e veta a si mesmo. É preciso uma grande movimentação para que os parlamentares compreendam que o acordo contraria a Constituição e volta o Brasil 120 atrás, quando a República separou Igreja e Estado."
O jornal Correio Braziliense mostrou em três edições (12 a 14 de julho) que os temores insinuados em Roma já assombram as escolas brasileiras. Um estudo inédito – "Ensino religioso: qual o pluralismo?" –, financiado pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Comissão de Cidadania e Reprodução, prova que a Igreja já transborda os limites da Lei de Diretrizes e Bases (LDB), que determina como facultativo o ensino da religião e limita suas aulas a alunos do ensino fundamental. Na prática, porém, só metade dos 27 estados brasileiros cumpre a lei, restringindo o ensino religioso às escolas da 1ª à 8ª série, sem incluir a disciplina na carga obrigatória de 800 horas anuais. Oito estados (entre eles RS, PR, BA e DF) estendem as aulas de religião ao ensino médio ou infantil, outros oito (entre eles SP, PE, CE e PA) contabilizam a disciplina na carga obrigatória, desrespeitando o caráter facultativo da lei.
(Parte o artigo "O Brasil entra em campo", publicado no Observatório da Imprensa)
Nota Michelson Borges: Céticos, agnósticos e ateus se exasperam com esse acordo. Mal sabem eles que essa é exatamente a trilha por onde os eventos finais caminham. Já estava tudo bíblica e profetimente previsto. O Estado voltará a dar as mãos à Igreja Romana. Esse acordo com o Brasil é apenas um ensaio disso. Leia o livro O Grande Conflito, escrito há um século. Você terá algumas surpresas...
Nota DDP: Veja também "Portugal: Igreja mostra-se satisfeita com esforço do Governo para regulamentar concordata". Para entender o alcance jurídico deste documento, comece aqui.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Ainda queremos que Jesus volte?
Passaram 146 anos desde que, de forma organizada, se iniciou a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Desde então até hoje, tanto o mundo como a própria igreja sofreram enormes mudanças, que já se torna difícil encontrar aspetos comuns entre as duas épocas. Mas podemos fazer um esforço de comparação, para daí extraírmos algumas reflexões.Vejamos o mundo. Já com a Revolução Industrial em pleno andamento, começava a surgir um fenónemo novo: em relativamente pouco tempo, eram atingidos avanços científicos que durante séculos seriam simplesmente impensáveis. O conhecimento aumentou de forma incrível e veio transformar radicalmente a sociedade e os estilos de vida.
Analisemos rapidamente os dias de hoje para fazer uma breve lista de evidências. E perceber, em curtos exemplos, como é que os dias de hoje pouco ou nada têm de semelhante com a quase totalidade da restante História da Terra.
a) Meios de transporte: durante séculos, nada mais rápido e eficiente havia que um cavalo e/ou uma carroça; hoje, em menos de um dia podemos colocar-nos no outro lado do mundo, e voltar no seguinte.
b) Armamento militar: durante séculos, entre arco e flechas, espadas e talvez canhões, quase tudo se resumia à luta corpo a corpo; hoje, há nações que possuem a capacidade para lançarem mísseis devastadores a longas distâncias e armas nucleares que podem destruir a vida da Terra.
c) Formas de comunicação: durante séculos, nada melhor houve que um homem a correr ou a cavalo e um pombo-correio; hoje, um simples aparelho com poucos centímetros, permite falar com qualquer pessoa em qualquer parte do mundo (já para não mencionar a internet...).
Assim, se pudéssemos reunir hoje pessoas dos séculos, por exemplo, V, X e XV, elas poderiam facilmente discutir assuntos, técnicas e ferramentas que lhes foram comuns; mas se lhes fosse dado contemplar o que o mundo é hoje, creio que elas não iriam acreditar...
Quanto à Igreja Adventista, penso que sentimos no nosso meio o evoluir dos tempos, embora isso não seja uma surpresa. Ellen White, em Testemunhos para a Igreja, vol. 6, p. 476 escreveu: 'novos métodos e planos surgirão oriundos de novas circunstâncias'. Tenho a certeza que Deus tem feito cumprir fielmente esta profecia e facilmente o comprovo.
Ainda há dias recebi uma mensagem de um irmão que vive em Manaus, estado do Amazonas, Brasil, solicitando permissão para usar um texto publicado neste espaço online para uma pregação na sua igreja. Em minha casa, assisto em direto a muitas campanhas que evangelistas adventistas efetuam um pouco por todo o mundo, desde os EUA à América do Sul e mesmo África e Austrália. Ora, isto seria impossível poucas décadas atrás, quanto mais no tempo em que Ellen White escreveu aquelas palavras!
Na verdade, tal como no mundo, para nós, Adventistas do Sétimo Dia, quase tudo é diferente do que era há 146 anos. Disse quase, porque uma semelhança se mantém, e manter-se-á até ao fim: a nossa missão é anunciar o juízo de Deus, a guarda dos Seus mandamentos e a breve volta de Jesus.
Cada dia que passa, estamos mais próximos do fim da missão; paradoxalmente, esse fim depende exatamente do nosso empenho e entrega a essa mesma missão.
Estamos nós a cumprir o dever para o qual fomos chamados? Mantemos essa característica intocada desde o nosso início?
Os nossos pioneiros talvez tenham exagerado quando deixaram e venderam tudo na expetativa da (para eles) certa volta de Jesus; poderá dar-se o caso de hoje muitos Adventistas estarem a colocar-se perigosamente no outro extremo? Isto é, demasiado agarrados às coisas da Terra, negligentes quanto à urgência do tempo, não abandonando práticas, costumes e bens materiais que deveriam deixar de imediato?
No livro Serviço Cristão, p. 41, Ellen White escreveu: 'é uma solene declaração que faço à igreja de que nem um entre vinte dos nomes que se acham registrados nos livros da igreja está preparado para finalizar sua história terrestre, e achar-se-ia tão verdadeiramente sem Deus e sem esperança no mundo como o pecador comum'.
Este conceito da não preparação para a volta de Jesus não é algo novo. Apesar de quatro mil anos terem passado depois da primeira promessa de um libertador feita ao casal errante no Éden, e das imensas promessas do Antigo Testamento que anunciavam Jesus como Salvador do pecador, quase ninguém estava preparado para a vinda de Jesus à Terra, na forma humana, há cerca de 2.000 anos. Talvez estivessem os pais, porque isso lhes foi anunciado; talvez João Batista, porque esse foi o seu ministério; talvez ainda Simeão, porque esse era o desejo da sua vida... De resto, apenas os humildes animais de um estábulo estavam lá para O receberem.
Em 1844, milhares também se prepararam para O receber, desta vez de forma bem diferente da Sua primeira vinda. Estavam eles preparados? Bem, se muitos erros lhes podiam ser apontados, de um elogio eles eram merecedores: mantinham os olhos bem erguidos para cima à espera de Jesus!
Isto fazia com que, em meio ao erro na interpretação dos tempos e seu significado profético, todas as suas ações fossem positivamente condicionadas por esse acontecimento que tanto aguardavam: o regresso vitorioso de Jesus à Terra.
Como disse, talvez tenham exagerado na expetativa; mas o que não podemos negar é que a vida desses que O esperavam estava totalmente voltada para o encontro com o Senhor nos ares! Nenhuma ocupação terrena, nenhum projeto humano lhe era superior em importância e relevo. E isso, com o tal eventual exagero à mistura, refletia-se no seu estilo de vida, naquilo que eles conversavam, enfim, naquilo que eles eram.
Um outro pormenor a destacar nesses crentes de há mais de século e meio, é que, em relação aos não crentes, eles destacavam-se sempre pelas diferenças e não pelas semelhanças. E, já depois da Igreja Adventista organizada, este aspeto tornou-se mais e mais evidente.
Igualmente, nada de novo: Noé, Elias, Samuel, Daniel, os três jovens hebreus em Babilónia e tantos outros fiéis servos de Deus, não tiveram medo em ser sempre diferentes de quem os rodeava. E, julgo que basta lembrar o caso de Sansão para percebermos os perigos em ser demasiado igual ao que o mundo propõe...
À luz destes dados, históricos e indesmentíveis, fico a pensar se os Adventistas do século XXI mantém os mesmos propósitos e características identificativos desde o princípio do movimento... ou se algo mudou ou tem estado a mudar.
Será que, com o mesmo ou idêntico fervor dos nossos pioneiros, nós hoje queremos mesmo que o Senhor volte? Dito de outra forma, será que a volta de Jesus, o evento que deveria definir os nossos pensamentos e ações, está a colocar-se no caminho dos nossos próprios planos, que não passam desta terra? Será que o ardente anseio pela volta de Jesus deixou de ser a nossa prioridade para se tornar um obstáculo à realização dos nossos próprios projetos?
Veja com que facilidade introduzimos nas nossas conversas assuntos como a compra de uma nova casa, o nosso casamento ou a perspetiva de ter filhos, e até mesmo as nossas ocupações em grupo... Tudo isto, coisas de grande importância às quais devemos considerar tempo e atenção. Mas, repare como é que tantas vezes deixamos que elas coloquem em segundo (ou terceiro ou quarto...) lugar nas nossas prioridades, aquele que deveria ser o projeto número um: a nossa missão como Adventistas do Sétimo Dia, materializada na nossa vivência das três mensagens angélicas!
Ouvi certa vez um vice-presidente da Conferência Geral dos Advenistas do Sétimo Dia dizer algo no qual todos deveríamos refletir profundamente e decidir em conformidade: 'o evangelismo é um estilo de vida, não é um evento'.
Infelizmente, parece que ficamos muito satisfeitos apenas com alguns programas que organizamos como igreja e nos quais recebemos a visita deste ou daquele amigo não adventista, ou que atingem alguma projeção especial. E ali ficamos, uma ou duas horas do nosso tempo, supostamente cumprindo a nossa função de anunciadores da Palavra de Deus, para que, logo que isso termine, voltarmos, de novo, a nossa maior atenção para as coisas que ocupam o nosso pensamento seis dias por semana, tantas delas fúteis e que, sem nos apercebermos, afastam gradualmente a nossa mente do maior acontecimento da história que em breve sucederá.
Há dias dei comigo a pensar em como a vida de todos os seguidores de Deus na Bíblia foi cheia de lutas e aflições, tendo o mesmo sucedido com os pioneiros Adventistas. Isto, ao mesmo tempo que a vida dos Adventistas do Sétimo Dia no século XXI parece tão fácil, tão sem problemas, tão tranquila. Demasiadamente tranquila.
Talvez por esta razão, um irmão da igreja me disse: 'quanto tudo estiver bem, então tudo está muito mal!'. Quis ele dizer que por vezes o inimigo de Deus nos rodeia sossegadamente e nem precisa de nos provocar ao erro, pois é ele quem está satisfeito com o nosso proceder. O que, é mau. Muito mau!
Será que ainda queremos de Jesus volte, e refletimos isso na nossa vida mais do que nas nossas palavras?
Será que os outros, leia-se não Adventistas, ao olharem para nós, vêem isso no nosso estilo de vida? Ou será que não se apercebem de diferenças significativas, ao ponto de acharem que para serem como nós lhes bastaria... guardar e Sábado e não comer carne de porco?!!!
Muita coisa pode ainda mudar no que resta na História deste mundo. Mas a missão dos Adventistas do Sétimo Dia não é uma dessas coisas. E a missão é SER; não é DIZER ou FAZER!
A questão, para cada Adventista, está em saber se vai SER essa missão... ou ficar de fora.
Fonte - O Tempo Final
Eucaristia, prioridade pastoral dos bispos da Ásia
BANGKOK, segunda-feira, 27 de julho de 2009 (ZENIT.org).- A nona edição da Assembleia Plenária da Federação das Conferências Episcopais Asiáticas (FABC) acontecerá em Manila (Filipinas) de 10 a 16 de agosto, e o tema abordado pelos bispos e delegados do continente asiático na reunião que acontece a cada quatro anos será “Viver a Eucaristia na Ásia”.
Os bispos e os teólogos dos diferentes países elaboraram um projeto do Instrumentum laboris que será utilizado como base para as sessões de trabalho da Assembleia, após ser modificado nos próximos dias.
O documento reflete as indicações expressadas por Bento XVI sobre a Eucaristia (em particular as que surgiram durante o Sínodo dos Bispos), e nas encíclicas de natureza social como a Deus Caritas est e Caritas in veritate.
Na Ásia, a Eucaristia é vista como “uma experiência única do diálogo de Deus conosco e nossa resposta a Deus como um diálogo de vida e amor”, segundo informa aweb da FABC. O texto está dividido em vários capítulos titulados “Viver na comunidade”, “Viver na fé”, “Viver na esperança”, “Viver no amor” e “Viver na missão”.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: É importante sempre lembrar que a questão da eucaristia tem ligação direta com o domingo, como pode ser visto aqui, aqui e aqui.
Os bispos e os teólogos dos diferentes países elaboraram um projeto do Instrumentum laboris que será utilizado como base para as sessões de trabalho da Assembleia, após ser modificado nos próximos dias.
O documento reflete as indicações expressadas por Bento XVI sobre a Eucaristia (em particular as que surgiram durante o Sínodo dos Bispos), e nas encíclicas de natureza social como a Deus Caritas est e Caritas in veritate.
Na Ásia, a Eucaristia é vista como “uma experiência única do diálogo de Deus conosco e nossa resposta a Deus como um diálogo de vida e amor”, segundo informa aweb da FABC. O texto está dividido em vários capítulos titulados “Viver na comunidade”, “Viver na fé”, “Viver na esperança”, “Viver no amor” e “Viver na missão”.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: É importante sempre lembrar que a questão da eucaristia tem ligação direta com o domingo, como pode ser visto aqui, aqui e aqui.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Uma visão na Alemanha
(Pastor Sesóstris César Souza)“E um anjo do Senhor apareceu-lhes, e a glória do Senhor os cercou de resplendor; pelo que se encheram de grande temor. O anjo, porém, lhes disse: Não temais, porquanto vos trago novas de grande alegria que o será para todo o povo.” (Lucas 2:9-10)
Aconteceu em Hamburgo, Alemanha, no dia 5 de março de 1966, durante uma aula de linguagem num Instituto de ensino.
No decorrer da aula, um vulto de um homem suspenso no ar, apareceu parecendo-se como um anjo. Seu rosto era resplandecente e com voz solene disse: "Jesus Cristo em breve voltará". O professor da sala e os alunos ficaram assustados. E então o estranho continuou: "lguns dos presentes aqui estarão vivos quando Ele voltar. Estejam prontos. Examinem diligentemente a bíblia e procurem a igreja que está anunciando a última mensagem de advertência ao mundo. A sede desta organização está no país onde estão sendo tratados os destinos do mundo"
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Aconteceu em Hamburgo, Alemanha, no dia 5 de março de 1966, durante uma aula de linguagem num Instituto de ensino.
No decorrer da aula, um vulto de um homem suspenso no ar, apareceu parecendo-se como um anjo. Seu rosto era resplandecente e com voz solene disse: "Jesus Cristo em breve voltará". O professor da sala e os alunos ficaram assustados. E então o estranho continuou: "lguns dos presentes aqui estarão vivos quando Ele voltar. Estejam prontos. Examinem diligentemente a bíblia e procurem a igreja que está anunciando a última mensagem de advertência ao mundo. A sede desta organização está no país onde estão sendo tratados os destinos do mundo"
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