quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Com quase 7 bi, população mundial preocupa

Pense na maior multidão com a qual você já esteve --talvez 50 mil pessoas em um estádio. Em apenas 6 horas a partir de agora, haverá mais este número de pessoas no mundo, e outras 50 mil nas próximas 6 horas, e assim por diante. Não é de admirar que o aumento da população humana é visto, muitas vezes, como um dos maiores problemas do nosso mundo.

Há quase 7 bilhões de seres vivos atualmente, o dobro do que havia em 1965, com a adição média de 75 milhões de pessoas por ano. Projeções da ONU dizem que pode haver um adicional entre 2 e 4 bilhões até 2050. O planeta jamais passou por algo semelhante.

O mundo consegue sustentar este crescimento populacional? É uma questão controversa. Embora esteja claro que a população não possa aumentar para sempre, a história está repleta com terríveis, mas falhas, previsões de fome e morte resultantes da superpopulação. A mais famosa delas é a de Thomas Malthus, que alertou, há mais de dois séculos, que a população seria mantida "sob controle" pela elevação da mortalidade. O que ele não previu foi a capacidade das sociedades recém-industrializadas para suportar um grande número de pessoas.

Hoje, o "problema populacional" está de volta à agenda. No começo deste ano, o conselheiro científico do governo britânico John Beddington projetou uma população sob crise global em 2030.

Mais: um grupo de bilionários influentes, incluindo Bill Gates e George Soros, identificou a superpopulação como a maior ameaça que a humanidade enfrenta. Toda a vez que a "New Scientist* publica um texto detalhando mais uma das desgraças ambientais do planeta, leitores respondem argumentando que o problema real é a superpopulação.

As estatísticas populacionais são, de fato, impressionantes. Números brutos, contudo, escondem uma infinidade de complexidades. Olhando atentamente, fica claro que a suposição, baseada no senso-comum de que a população é a raiz de todos os males, é simplista.

Por exemplo, enquanto a população está crescendo em números absolutos, a taxa de crescimento (média) está reduzindo a velocidade --de um máximo de 2% nos anos 1960 para 1% hoje. No Japão, Rússia e muitos dos países europeus, mulheres estão tendo poucos filhos, o que está diminuindo a população, ou vai diminuir, em breve. Ao mesmo tempo, as populações de muitas das nações menos desenvolvidas estão explodindo, com mulheres em alguns países dando origem a mais de cinco filhos, em média.

Algumas dessas complexidades são desfeitas por especialistas. O demógrafo Paul Ehrlich, que reacendeu o debate há uma geração com seu best-seller "A Bomba Populacional", endossa a afirmação de que é preciso agir para conter a fertilidade (leia o artigo, em inglês, aqui).

Por outro lado, o escritor de ambiente Fred Pearce insiste que enfocar na população traz uma distração perigosa da questão real: o consumo. Depois, há o "admirável mundo novo" do encolhimento populacional que está em curso na Europa, como explica o demógrafo Reiner Klingholz.

"Estamos muito pesados para o mundo, os recursos são escassos para nós. A natureza não nos sustentar". Assim escreveu Tertuliano, um dos primeiros cristãos, no século 3. Naquela época, a população mundial era de cerca de 200 milhões de europeus. Dezoito séculos depois, e com 34 vezes mais pessoas no planeta, o debate continua.

Fonte - Folha

Nota DDP: Salvo engano, estamos diante de uma iminente proposta de controle populacional. Sugiro a leitura em conexão de "Europa sob ameaça de bomba relógio demográfica" e "Ted Turner: Somos muitos, é por isso que temos o 'aquecimento global'".


quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Solução simples para o aquecimento global

O movimento 10:10 apoiado pelo Guardian é uma maneira maravilhosa de capacitar as pessoas comuns a participar do grande movimento de mitigar o aquecimento global. Nós não podemos esperar até que os governos estejam iluminados o suficiente para legislar e superar as emissões de carbono. As questões são urgentes. Temos que agir agora, sem qualquer atraso. O poder da opinião pública e da ação popular terá um forte impacto sobre a conferência sobre o clima a decorrer em Copenhagem.

Uma coisa que podemos facilmente fazer para alcançar este objetivo: podemos declarar o domingo um dia livre de combustível fóssil ou um dia de baixo carbono ou, pelo menos um dia de economia de energia. Podemos começar esta semana, este mês ou em 2010. Podemos começar individualmente e coletivamente. A longa viagem para reduzir as emissões de dióxido de carbono pode começar aqui e agora. Há não muito tempo o domingo era usado para ser um dia de descanso, um dia de renovação espiritual, um dia para as famílias se reunirem, mas mudamos o domingo de um dia de descanso para um dia de compras, vôos e direção de carros. No entanto, no contexto das emissões excessivas de dióxido de carbono na atmosfera, que estão trazendo transformações catastróficas, podemos e devemos restaurar o domingo para ser um dia de Gaia, um dia para a Terra. [grifo acrescentado]

Não haverá grandes dificuldades em reduzir o uso de todos os não-essenciais e não-urgentes combustíveis fósseis para um dia por semana. Podemos facilmente fechar supermercados, lojas e postos de gasolina. Podemos reduzir a nossa mobilidade ao estritamente necessário e sem prejudicar a economia de qualquer forma. Podemos desfrutar o domingo, mais uma vez, com a nossa família e amigos. Podemos participar de jardinagem, escrever, pintar, caminhar, fazer pão ou simplesmente passar o tempo na contemplação. Isto será bom para a nossa saúde pessoal, bem como para a saúde do planeta. Teremos tempo para nossos amigos, tempo para brincar com os nossos filhos e tempo para a família. De repente podemos reduzir 10% das nossas emissões de carbono na atmosfera fazendo do domingo um dia de baixo carbono e ao mesmo tempo, tornar-nos mais saudáveis e felizes. Então, vamos fazer do domingo um dia de descanso e renovação, em vez de um dia de viagem e trabalho.

O aquecimento global ou as mudanças climáticas são apenas um sintoma do nosso profundo desejo de consumir, consumir e consumir. O problema externo das emissões de carbono está relacionada com o problema interno do desejo. Se ficarmos numa corrida exaustiva 24 horas, sete dias por semana, somos obrigados a poluir o nosso espaço interior, bem como o espaço exterior. A velocidade é a maldição da civilização moderna. A solução para o aquecimento global é simples: diminuir o ritmo. Devagar é bonito. Mesmo se não podemos diminuir todo dia, pelo menos, desacelerar no domingo.

Se você é um cristão então o domingo lento deve ser natural para você, se você é um muçulmano, faça da sexta-feira seu dia de baixa emissão de carbono, se você é judeu, então o sábado pode ser o seu dia para economizar energia, se você seguir uma forma secular de vida, então escolha o seu próprio dia de carbono-livre. Pelo menos no domingo, nós podemos ser cidadãos e não consumidores.

Fonte: Guardian

NOTA: Bingo! Há dois anos e meio o blog Minuto Profético alertou seus leitores de que esse dia chegaria. E chegou! A ligação entre a suposta "crise" do aquecimento global e o descanso dominical obrigatório era óbvio demais para passar desapercebida. A adoração luciferiana (através da guarda do domingo - dia de Gaia) será imposta ao mundo mediante legislação civil conforme o apocalipse já havia revelado. O que no texto acima é apenas sugestão, logo se transformará em obrigação legal. O verdadeiro dia de guarda - o sábado do sétimo dia - será pisado pelo mundo. De que lado você vai ficar?

"Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a tua lei está sendo violada" (Sl 119:126).

Fonte - Minuto Profético


O Grande Conflito


Série de estudos com o Pr. Luis Gonçalves que revela o Grande Conflito entre o bem e o mal e nos indica como podemos ser vitoriosos nesta batalha espiritual.

“Uma contínua batalha prossegue entre as forças do bem e as forças do mal. Estamos agora no meio … deste conflito e não podemos ser neutros. Devemos nos posicionar de um lado ou do outro”.

Neste grande conflito, o que está em jogo é a vida ou a morte eterna!

“Vivemos em um mundo onde o bem e o mal, o certo e o errado lutam pela supremacia. Há apenas dois lados nesse grande conflito espiritual. De que lado estamos? Esta é uma escolha de conseqüências eternas, porque a vida e a morte são, literalmente, eternas” Clifford Goldstein.

Só há uma maneira de conhecer sobre este conflito e só há um livro, A Bíblia Sagrada, que revela tudo que você precisa saber para estar do lado vencedor.

Abaixo seguem as 18 lições em vídeo, web e pdf para você estudar!

01) - O Livro que revela tudo (Vídeo)(web)(pdf)
02) -
Os Símbolos das profecias (Vídeo)(web)(pdf)
03) -
As Colunas da verdade (Vídeo)(web)(pdf)
04) -
A Estratégia do inimigo (Vídeo)(web)(pdf)
05) -
Deus e o conflito (Vídeo)(web)(pdf)
06) -
Jesus e o Grande Conflito (Vídeo)(web)(pdf)
07) -
O Espirito Santo e o Conflito (Vídeo)(web)(pdf)
08) -
A Bíblia Sagrada e o conflito (Vídeo)(web)(pdf)
09) -
A Lei e o grande conflito (Vídeo)(web)(pdf)
10) -
A Restauração da verdade (Vídeo)(web)(pdf)
11) -
O Selo de Deus e o conflito (Vídeo)(web)(pdf)
12) -
O Santuário e o conflito (Vídeo)(web)(pdf)
13) -
O Juízo Final (Vídeo)(web)(pdf)
14) -
Os livros do Juízo (Vídeo)(web)(pdf)
15) -
O fechamento da porta da Graça (Vídeo)(web)(pdf)
16) -
O segredo da morte (Vídeo)(web)(pdf)
17) -
Decisão (Vídeo)(web)(pdf)
18) -
O fim do Grande Conflito (Vídeo)(web)(pdf)

[Extraído do site Esperança]

Outros Estudos Proféticos podem ser acessados aqui.


Domingo da comunhão mundial

Celebrado no primeiro domingo de outubro, é um dos mais veneráveis dos "domingos especiais". Este dia adquiriu nova relevância e profundo significado em um mundo onde a globalização tem prejudicado muitas vezes a paz e a justiça - e em um tempo quando o medo divide os povos da terra de Deus. Neste dia, celebramos a nossa unidade em Cristo, o Príncipe da Paz, no meio do mundo onde somos chamados a servir - um mundo cada vez mais necessitado do restabelecimento da paz.

A Observância Ecumênica começou en 1936

O domingo da comunhão mundial teve origem na Igreja Presbiteriana (E.U.A.). Em 1936, pela primeira vez, no primeiro domingo de outubro foi comemorado em igrejas presbiterianas nos Estados Unidos e no exterior. Desde o início, foi planejado para que outras denominações pudessem fazer uso dele e, depois de alguns anos, a idéia se espalhou para além da Igreja Presbiteriana.

O Departamento de Evangelismo do Conselho Federal de Igrejas (um organismo antecessor do Conselho Nacional de Igrejas) foi o primeiro associado com a World Wide Communion Sunday em 1940, quando o secretário-executivo do departamento, Jesse Bader, o expandiu para um número de igrejas por todo o mundo.

Hoje em dia se realizam esforços para promover o Domingo da Comunhão Mundial pelas denominações participantes, onde são produzidos vários materiais voltados para incentivar esta observância. [Tradução livre]
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Fonte - World Communion Sunday

Nota DDP: O mesmo sítio sinaliza que tal iniciativa reúne mais de 100.000 congregações locais e 45 milhões de pessoas por todos os EUA. Ecumenismo e observância dominical de grande vulto dentro dos EUA, coincidentemente os temas chaves do pontificado de BXVI.

[Colaboração - Hiscael Moreno]


"Eucaristia: Comunhão com Cristo e entre nós"

Vaticano, 22 Set. 09 / 11:35 am (ACI).- "A Eucaristia: Comunhão com Cristo e entre nós" é o tema eleito pelo Papa Bento XVI para realização do 50º Congresso Eucarístico que será realizado de 10 a 17 de junho em 2012 em Dublin, Irlanda.

Conforme indica um comunicado dado a conhecer hoje pelo Comitê Pontifício para os Congressos Eucarísticos Internacionais "a eleição do tema nasce da feliz coincidência da celebração do congresso com o 50 aniversário da inauguração do Concílio Vaticano II.

Este importante evento eclesiástico, diz o Arcebispo do Dublin, Dom Diarmuid Martin, representou "um momento de renovação e de aprofundamento do ensino da Igreja e de sua auto-compreensão como Corpo de Cristo e Povo de Deus".

O argumento está diretamente inspirado no número sete da Constituição Lumen Gentium, onde se lê: «Ao participar realmente do corpo do Senhor, na fracção do pão eucarístico, somos elevados à comunhão com Ele e entre nós. ; «Porque há um só pão, nós, que somos muitos, formamos um só corpo, visto participarmos todos do único pão» (1 Cor. 10,17). E deste modo nos tornamos todos membros desse corpo (cfr. 1 Cor. 12,27), sendo individualmente membros uns dos outros»

O texto assinala que "o Arcebispo de Dublin sublinha ademais a possibilidade de desenvolver o argumento do próximo Congresso Eucarístico Internacional com a reflexão sobre alguns temas importantes".

Entre estes temas estão "a comunhão com Cristo como fundamento da existência cristã, a Eucaristia como forma de vida para os presbíteros, as famílias cristãs, as comunidades religiosas, o gesto de 'partir o pão' como princípio da solidariedade cristã, a Eucaristia, semente de vida para o mundo do sofrimento e a fragilidade; o ecumenismo e a participação no único pão".

Fonte - ACI Digital

Nota DDP:
Como já destacado inúmeras vezes neste espaço, eucaristia tem na base de sua interpretação a missa dominical; as "comunidades religiosas" são em outras palavras as comunidades cristãs que não aceitam a liderança da igreja romana; o ecumenismo é a pretensão que fará com que todos estes elementos novamente se vejam unificados.

As intenções são absolutamente claras, que se consumarão, a profecia bíblica trata de antecipar, o tempo destes fatos é que ainda não se definiu, mas pelo andar da carruagem, parece bem próximo.


Interveniente político surpreendente (ou talvez não...)

Algum tempo atrás, assistia a uma entrevista de Mário Soares, ex-presidente da República de Portugal, histórico socialista e um dos maiores ativistas no derrube do regime político autoritário que governou o país por décadas, com Jean Daniel, um jornalista judaico-francês, fundador do semanário Le Nouvel Observateur, que, na sua ideologia, questiona seriamente o papel da religião na moralidade moderna.

A certo ponto da conversa, falou-se desse momento histórico que referi atrás - a queda do fascismo em Portugal - e de um interessantíssimo pormenor que só recentemente a História registou oficialmente: as conversas entre Henry Kissinger, secretário de estado americano de então e Franco, o ditador no poder em Espanha. Discutia-se a possibilidade da ex-URSS (comunista) assumir o controlo de Portugal e de como os EUA se preparavam para esse fato.

Espantosamente, Mário Soares revela a existência de documentos que comprovam o teor dessas conversas na qual, um surpreendente - ou talvez não... - interveniente é trazido à cena politico-estratégica - se não declaradamente, pelo menos nos bastidores!

Veja aqui de seguida, num excerto da entrevista, de quem se trata.



Não! Por muito que se queira esconder, o Vaticano é muito mais do que um estado religioso; trata-se sim, de um dos principais agentes políticos da cena mundial - desde há séculos e até hoje.

Não se esqueça que a Bíblia profetiza que essa influência irá crescer cada vez mais à medida que nos aproximamos das cenas finais deste mundo.

Por isso, não se deixe surpreender ou amedrontar; apenas esteja atento e vigilante, conforme o conselho bíblico: 'vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o senhor da casa; se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã. Para que, vindo de improviso, não vos ache dormindo. E as coisas que vos digo, digo-as a todos: vigiai' (Marcos 13:35-37).

Fonte - O Tempo Final


Desempenho de Obama levanta dúvidas sobre sua capacidade

Apesar de o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ter sido eleito sob o lema da mudança e da retomada do prestígio de seu país pelo mundo, seriamente prejudicado pelo governo de seu antecessor George W. Bush (R), o líder parece estar perdendo seu brilho, por não estar tomando medidas renovadoras, segundo alguns críticos.

Segundo um artigo de Edward Lucas, publicado no jornal britânico Telegraph, os atuais regimes russo, norte-coreano e iraniano simplesmente embolsaram suas concessões e continuaram como antes. A imagem transmitida pela Casa Branca é preocupante, e mostra um planejamento tímido, bagunçado e apenas para um prazo curto. Alguns analistas dizem que Obama é o presidente mais fraco desde Jimmy Carter.

Mesmo quando Obama fez algo correto, segundo Lucas, como a suspensão da construção de um escudo antimísseis no leste da Europa, proposto por Bush, seu anúncio foi feito de maneira ofensiva à Polônia e às República Tcheca, já que o presidente parecia tentar agradar Moscou.

O homem formado simplesmente pela faculdade de Direito da Universidade de Harvard está começando a perder credibilidade, e ele precisará mostrar ações concretas, ao invés de utilizar apenas de sua eficiente oratória para tentar recuperá-la.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: A "Guerra contra o clima" pode ser um bom tema para retomada de popularidade do líder americano. Há de ser considerada ainda a questão de governabilidade: como já destacado neste espaço, em um período muito curto de mandato, se consumaram algumas manifestações importantes naquele país. O tempo apontará as ações do povo americano, bem como de seu líder.


Spots da "Guerra contra o clima"

O presidente norte-americano Barack Obama desafiou o mundo na terça-feira a agir com presteza para combater o aquecimento global, mas não ofereceu novas propostas que pudessem relançar as conversações sobre um pacto climático da ONU, que enfrentam um impasse.
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"A resposta dada por nossa geração a este desafio será julgada pela história, pois, se deixarmos de fazer frente a ele -com ousadia, presteza e união- corremos o risco de legar uma catástrofe irreversível às gerações futuras," disse ele.

"O tempo que temos para reverter esta maré está se esgotando."
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O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que convocou a reunião, disse que as conversações estão procedendo muito lentamente.

"Deixarmos de fechar um pacto amplo em Copenhague seria moralmente indesculpável, um ato de miopia econômica e inconveniência política," disse Ban.

"Não podemos seguir por esse caminho. Se aprendemos alguma coisa com as crises do último ano, é que nossos destinos estão interligados," disse ele.
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O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, disse que as negociações estão "perigosamente próximas de um impasse" e correm o risco de um "colapso amargo" se não houver progressos mais rápidos. (O Globo)
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Martin Kaiser, diretor de políticas climáticas da entidade Greenpeace, disse que o presidente tem permitido que "interesses velados" afetem suas promessas.

"Esta é a oportunidade para que Obama seja um líder global e sinalize para o restante do mundo que os EUA irão assumir sua parcela justa no esforço para cortar as emissões de gases do efeito estufa nos próximos dez anos", disse Kaiser em nota. (O Globo)
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Para Ban, a cúpula em Nova York é uma tentativa de injetar ânimo nas negociações sobre o clima, que atualmente estão emperradas.

"Suas decisões terão consequências", afirmou. "O destino das futuras gerações, e as esperanças e o sustento de bilhões de pessoas hoje em dia estão, literalmente, nas mãos dos senhores." (BBC)

Imagem: BBC


ONU: Desastres naturais desalojam milhões de pessoas

LONDRES (Reuters) - Enchentes, tempestades, estiagens e outros desastres naturais levaram 20 milhões de pessoas a abandonar suas casas no ano passado, quase quatro vezes mais do que o número de pessoas desalojadas por conflitos, informou um novo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) na terça-feira. O estudo tentou quantificar pela primeira vez o número de pessoas forçadas a deixar suas casas por causa da mudança climática.

O aquecimento global está provocando um aumento na frequência e na intensidade das tempestades e em outros padrões de alteração do clima, então, os desastres são agora "um motivador extremamente significativo de desalojamento forçado no mundo", disse o relatório.
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Fonte - Último Segundo



James Lovelock, profeta da catástrofe climática, insiste em suas teorias

Enquanto os chefes de Estado e de Governo do planeta se reunem em Nova York para uma cúpula extraordinária sobre o clima, o cientista britânico James Lovelock continua, aos 91 anos, provocando polêmica com sua visão apocalíptica das consequências do aquecimento climático.

A menos de tres meses da conferência decisiva de Copenhague, Lovelock que provoca admiração e incômodo entre seus colegas, continua a alertar que "é tarde demais para salvar o planeta tal como o conhecemos", em entrevista concedida à AFP.

"Estejam preparados para as mudanças, adaptem-se às mudanças que virão. E preparem-se para enormes perdas humanas", acrescenta o autor dos livros "Gaia, cura para um planeta doente" e "A vingança de Gaia".

Pois, para ele, inclusive se pararmos taxativatemente nossas emissões de gases do efeito estufa, seu nível de concentração na atmosfera é tal que muitos fenômenos naturais contribuirão para aumentar o aquecimento em curso.

"Considera que a tendência atual, que consiste em interpretar as mudanças climáticas como um processo regular, relativamente controlável, pode levar ao engano, pois é muito provável que ocorra um ajuste abrupto e um processo incontrolável", explicou Andrew Watson, climatologista da Universidade East Anglia, no leste da Inglaterra.

Por enquanto, a posição de Lovelock é minoritária no mundo científico.
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Fonte - Último Segundo

Nota DDP: Mais sobre Lovelock em "ECOmenismo: Uma verdade inconveniente".


terça-feira, 22 de setembro de 2009

“Convergência” entre Santa Sé e delegação de deputados franceses

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 21 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Entre a Santa Sé e a delegação do grupo France-Sainte-Siège, da Assembleia Nacional Francesa, há “uma profunda convergência de pontos de vista, tanto no âmbito internacional quanto no referente aos grandes desafios que a sociedade atual enfrenta”.

Assim afirmou o presidente do grupo, deputado Jacques Remiller, ao descrever a visita que os representantes franceses realizaram ao Vaticano entre 14 e 17 de setembro, como informa L’Osservatore Romano em sua edição da última sexta-feira.

O programa da visita, que se inscreve dentro do processo de diálogo querido pela Câmara dos Deputados e que foi organizado junto com a Embaixada da França na Santa Sé e seu embaixador, Stanislas de Laboulaye, incluiu numerosos encontros com personalidades da Santa Sé e a visita ao Seminário francês, que para Remiller reflete a vivacidade da Igreja na França e de sua juventude em estado de missão.

A delegação foi recebida pelo arcebispo Dominique Mamberti, secretário para as Relações com os Estados, tratando de temas de interesse comum, como a situação da África, as relações com o Islã e a situação do Oriente Médio e da Terra Santa. Da mesma forma, falaram também sobre questões sociais, como a lei sobre a bioética e a vida em sua fase terminal.

Além disso, os parlamentares tiveram um encontro com Dom Jean-Marie Speich, chefe da seção francófona da Secretaria de Estado, reafirmando o apego da França aos valores cristãos e a importância do diálogo entre a Igreja e o Estado com suas instituições, e com o secretário da Congregação para a Educação Católica, Dom Jean-Louis Bruguès, sublinhando a urgência de educar as novas gerações.

Dada a importância da comunicação para um deputado, os delegados se reuniram com o secretário do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, Dom Paul Tighe, com o diretor da Rádio Vaticano, da Sala de Imprensa da Santa Sé e do Centro Televisivo Vaticano, Pe. Federico Lombardi, SJ, e com o diretor do L’Osservatore Romano, Giovanni Maria Vian.

“No informe que entregaremos a Bernard Accoyer, presidente da Assembleia Nacional, os deputados franceses não deixarão de referir-se à atmosfera de esperança e de otimismo para o futuro que respiraram durante sua visita, em particular com o cardeal Roger Etchegaray, mas também e sobretudo durante a audiência geral com o Papa, ponto culminante de sua visita”, conclui o jornal vaticano.

Fonte - Zenit


Representante Ortodoxo Russo: não há rivalidade com os católicos

ROMA, segunda-feira, 21 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- A Igreja católica e a ortodoxa devem ser aliadas na hora de reafirmar os valores cristãos no mundo de hoje: assim declarou o arcebispo Hilarión de Volokolamsk, em uma coletiva de imprensa após o encontro da sexta-feira passada com Bento XVI em Castel Gandolfo.

O prelado, presidente do Departamento para as Relações Eclesiásticas Externas do Patriarcado de Moscou, desejou que Bento XVI e o Patriarca Kirill possam encontrar-se logo, durante uma conversa com um grupo de jornalistas reunidos na igreja ortodoxa de Santa Catarina em Roma.

“Nós apoiamos o Papa em seu empenho pela defesa dos valores cristãos – afirmou – o apoiamos também quando suas valentes declarações suscitam reações negativas por parte de alguns políticos ou personalidades públicas, ou são recebidas com hostilidade e às vezes mal entendidas por parte de alguns meios de comunicação”.

“Cremos que ele tem o dever de dar testemunho da verdade e portanto estamos também com ele quando sua palavra encontra oposição”, acrescentou o arcebispo.

Precisamente por isto, o arcebispo ortodoxo desejou que se realize o quanto antes o encontro tão longamente esperado entre o Papa e o Patriarca de Moscou.

“Pessoalmente espero que cedo ou tarde se realize o encontro esperado por muitos entre o Papa e o Patriarca de Moscou. Posso dizer com responsabilidade que em ambas partes existe o desejo de preparar cuidadosamente este encontro”, assegurou.

Um encontro, declarou, que representaria um grande salto adiante nas relações entre católicos e ortodoxos.

Hilarión assegurou que existe atualmente uma ampla possibilidade de cooperação entre ambas Igrejas.

“Diante de nós – afirmou – se abre o vastíssimo campo do mundo descristianizado de hoje”.

“A estes desafios nós cristãos e particularmente ortodoxos e católicos podemos e devemos responder juntos – acrescentou –. Juntos podemos oferecer nossa visão cristã da família, afirmar nosso conceito de justiça social, de um empenho pela salvaguarda do meio ambiente, pela defesa da vida humana e de sua dignidade”.
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Fonte - Zenit

Nota DDP: Quase um milênio de rompimento sendo sanado. Outro ramo cristão com uma história de rompimento muito mais recente deve caminhar rapidamente no mesmo sentido.


ONU pede maior pressão sobre líderes contra aquecimento

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu nesta segunda-feira, 21, à sociedade civil internacional que aumente a pressão sobre os líderes políticos que se reunirão na terça-feira, 22, em Nova York para tentar dar um novo impulso à luta contra a mudança climática.

Ban fez essa convocação acompanhado pelo ex-primeiro-ministro do Reino Unido Tony Blair e o ator australiano Hugh Jackman, na cerimônia de abertura da chamada Semana da Mudança Climática em Nova York.

"Quero que a pressão sentida nesta sala seja transferida aos líderes que se reunirão aqui amanhã", disse o secretário-geral das Nações Unidas aos executivos de empresas e ativistas de ONGs presentes no ato, realizado na Biblioteca Pública de Nova York.

O evento serviu como prévia da cúpula que a partir de terça-feira reunirá na sede da ONU mais de 100 chefes de Estado e de Governo, convocados pelo secretário-geral para impulsionar as negociações de um novo acordo mundial para combater o aquecimento global.

Ban solicitou aos presentes que transmitam a seus Governos a necessidade de alcançar um acordo para reduzir as emissões de gases poluentes na conferência sobre mudança climática de dezembro próximo em Copenhague.

"É um imperativo moral e político que selemos um acordo em Copenhague", insistiu Ban, que assinalou que o objetivo da cúpula é "acelerar a passagem das negociações".
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Fonte - Estado


Seja feita a vontade de quem?

(adaptado de autor desconhecido)

"Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração" (Salmos 40:8)

Um pequeno menino, de menos de 10 anos, fazia somente o que queria. Seu pai certa vez lhe disse: "Ricardinho, você não devia fazer apenas aquilo que tem vontade". Ele balançou a cabeça como se tivesse um grande problema a resolver. Depois de pensar por alguns instantes, ele disse ao pai: "Pai, se eu fizer a vontade do Senhor, porque eu quero, não estaria fazendo, do mesmo modo, a minha vontade?"

Diante desta ilustração, fica aqui a pergunta: Qual tem sido a nossa vontade? Fazer a nossa própria vontade de uma maneira ou de outra ou fazer a vontade do Deus que nos criou e sabe o que é melhor para cada um de nós? E quando obedecemos, pensamos em nossos próprios interesses ou na glória que ao Senhor deve ser dada?

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Ciência e Política: Aquecimento global e Eugenia

Quando eu denuncio aqui que o consenso na ciência é uma tungada na sua carteira epistêmica, a Nomenklatura científica sente arrepios raivosos e a Galera de meninos e meninas de Darwin tem faniquitos bem próprios da idade e seus arroubos impensados.

O artigo de Lindzen é de 1995, mas o que me chamou a atenção sobre o KONSENSO em ciência foi isso: “normal behavior to be expected from the interaction of science, advocacy groups, and politics”.

E ainda dizem que a ciência é objetiva, neutra, não se envolve em política, não tem panelinhas y otras cositas mas. Nada mais falso. A ciência é um construto humano e sujeita às nossas mais degradantes paixões: humana, demasiadamente humana!

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Ciência e Política: Aquecimento global e Eugenia

Richard S. Lindzen

Professor de Meteorologia

M.I.T.

31 de Agosto, 1995

A questão do aquecimento global tem sido uma das mais confusas e enganadoras apresentadas ao público. Apesar da ausência de uma base científica significativa para a maioria das previsões, o público tem sido levado a acreditar que existe um esmagador consenso científico de que é uma questão de urgência imediata e que requer controle do uso de energia. A primeira parte deste artigo irá descrever brevemente esta situação. O pensamento de que os cientistas permitiriam tal abuso da ciência é difícil para a maioria dos leigos acreditar. No entanto, sugiro que o que está acontecendo pode, de fato, ser o comportamento normal de se esperar a partir da interação da ciência, grupos de defesa e política.

Um estudo de um exemplo anterior de tal interação, a interação da genética, da eugenia e lei de imigração durante a primeira parte deste século, revela o comportamento quase análogo.

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PDF gratuito do artigo aqui.

Fonte - Desafiando a Nomenklatura Científica


Reflexões

Sobre o pecado:
"Nunca pense que você encontrará mel no pote, se Deus escreveu 'veneno' no rótulo."
William Gurnall


As reformas americanas

A semana foi tão rica em acontecimentos políticos dignos de atenção, que não resta ao comentarista senão anotar brevemente uns poucos, como num índice temático, para analisá-los com mais detalhe na primeira oportunidade, se alguma houver.
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Nos EUA, a maior manifestação de protesto da história americana, reunindo mais de um milhão de pessoas (fotos), foi solenemente ignorada pelos jornais e TVs, com exceção da FoxNews, exatamente como tinha acontecido com as manifestações preparatórias realizadas em duas mil cidades - um movimento mais vasto e poderoso do que todos os protestos dos anos 70 contra a guerra do Vietnã. Cada vez está mais claro que a "grande mídia" se tornou mero instrumento de ocultação e desinformação a serviço do aparato partidário-estatal esquerdista, reduzindo sua própria confiabilidade a zero. O espantoso na mobilização (voltada contra a política econômica do governo e especialmente contra o plano de saúde, o Obamacare, que muitos chamam de Obamascare) é que não tem nenhum financiamento bilionário por trás e nenhum apoio partidário (os republicanos chegaram tarde, rebocados pela massa). Se alguma vez houve no mundo um "movimento popular", é esse.
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Ainda na mesma semana, os fatos mostraram a perfeita convergência de propósitos entre o governo Obama, a ONU e os generais da China na luta pela destruição da soberania americana e pela instauração de um governo mundial. Enquanto Obama anuncia uma política econômica que inevitavelmente traz de volta a inflação, os chineses, que têm enormes reservas de dólares, clamam pela instauração de uma moeda única em todo o planeta e são secundados nisso pelas mentes iluminadas da ONU. Só pessoas com QI inferior a 12 verão nisso um lindo encontro de coincidências. Criar dificuldades para vender facilidades é o truque mais velho do mundo, e não é a primeira vez que os globalistas o aplicam.

Fonte - Mídia sem Máscara

Nota DDP: As questões ligadas à crise econômica americana já fazem parte das considerações cotidianas deste espaço, uma vez focadas as possibilidades que envolvem os fatores de caráter comercial inerentes aos eventos proféticos. Mais detalhes podem ser obtidos, por exemplo, aqui, em um estudo de lavra do irmão Carlos Santana.

“Sob a liderança de Satanás, há homens hoje em dia que estão fazendo tudo o que podem
para mergulhar o mundo num conflito comercial. Assim, Satanás está procurando suscitar um estado de coisas que fará com que o mundo se torne incivilizado. Ele deseja ver a realização de coisas estranhas que Deus, O qual é demasiado sábio para errar, não ordenou.” (Este Dia Com Deus, pág. 307)

O que chama a atenção em relação à reforma do sistema de saúde americano é o seu atrelamento aos sindicatos, como observado no discurso do dia do trabalho proferido pelo presidente americano. Os sindicatos não somente são os principais apoiadores da reforma proposta, como ainda subsidiaram o maior evento do dia do trabalho já realizado nos EUA através de seu órgão mais representativo para dar voz à reforma.

"Bem depressa se aproxima o tempo em que o poder controlador dos sindicatos será muito opressivo.
...
Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo." (Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 141 e 142).

Outro poder envolvido nos eventos proféticos vislumbrados pela Revelação Bíblica e que recentemente reiterou a importância dos sindicatos foi o Vaticano através do Papa BXVI, encorajando que a voz dos trabalhadores seja ouvida e apoiando as associações de trabalhadores que devem se adaptar ao crescimento da economia global para continuarem relevantes. Coincidência?


Organizações católicas pressionam obtenção de acordo sobre alterações climáticas

A CIDSE, união internacional de agências de desenvolvimento católicas, e a Caritas Internacional anunciaram o envio de uma delegação ao encontro das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas, que se realiza hoje, 22 de Setembro, em Nova Iorque.

Os dois organismos juntar-se-ão aos responsáveis eclesiais e especialistas dos países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento, para pedir aos líderes mundiais que dêem a máxima prioridade a um novo acordo sobre o clima.

“Exortamo-vos a pensar nas populações mais pobres do mundo, porque é necessária uma acção enérgica que as defenda dos impactos devastadores da mudança climática”, refere o site da CIDSE.

O cardeal britânico Keith O’Brien, chefe da delegação, afirmou que “os países ricos têm um dever moral inequívoco de reduzir as suas emissões e de ajudar os países em vias de desenvolvimento, que já sofreram as consequências do nosso uso excessivo de combustíveis fósseis com o intuito dos lucros”.

Os líderes mundiais encontrar-se-ão em Nova Iorque para obter a vontade política necessária a um acordo na conferência das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas, que se realizará em Copenhaga, de 7 a 18 de Dezembro.

A CIDSE e a Caritas Internacional constituem a maior aliança humanitária e de desenvolvimento do mundo, actuando contra a pobreza em mais de 200 países.

Fonte - Ecclesia


Conferência sobre o clima

Nova Iorque, 22 set (RV) - Faltando 80 dias para a Conferência de Copenhagen, na Dinamarca, o encontro que tem início hoje em Nova Iorque tem a finalidade avançar o mais possível no processo de negociação para um novo acordo que estabeleça limites juridicamente vinculantes às emissões de gases que provocam o efeito estufa.

Para o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o encontro sobre o clima é o vértice com a mais alta participação de chefes de Estado e de governo. "Nossa finalidade é mostrar a vontade política indispensável para alcançar um acordo global que seja justo, eficaz e cientificamente ambicioso".

Depois do encontro de alto nível, as negociações entre as delegações governamentais prosseguirão até quinta-feira na cidade de Pittsburgh.

Fonte - Radio Vaticano


Novo tremor de 6,3 graus no Nordeste indiano

NOVA DÉLI - O nordeste indiano voltou a tremer nesta terça-feira, 22, depois do terremoto de 6,3 graus na escala Richter que provocou a morte de 11 pessoas no vizinho Butão na segunda-feira.

O primeiro terremoto aconteceu esta segunda-feira às 05h23 de Brasília em Mongar, situada no leste do Butão e nas proximidades da região nordeste indiana de Assam, que também foi afetada. "Morreram 11 pessoas e há várias mais feridas. Estamos analisando os danos e reunindo informação no terreno", disse à agência indiana Ians desde Thimpu um oficial do Departamento de Gestão de Desastres do Butão, U. Tenzing.

Um novo terremoto afetou parte do noroeste da Índia nesta terça-feira com epicentro na vizinha Mianmar (Mianmar), informou o Departamento indiano de Meteorologia. "Não há informação sobre vítimas ou danos a propriedades no terremoto de hoje, mas as pessoas se assustaram e saíram correndo de suas casas, com o terremoto de ontem ainda na memória", disse a Ians um funcionário do departamento.

No Butão, os funcionários de desastres continuam trabalhando no terreno, na busca de possíveis vítimas entre escombros.

Segundo o Sistema Global para o Alerta e a Coordenação de Desastres (GDACS) da União Europeia, o movimento de placas pode ter um "impacto humanitário médio": na zona de Mongar vivem cerca de 104 mil pessoas. A localidade mais próxima ao epicentro do tremor se encontra a cerca de 3 quilômetros.

Fonte - Estado


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