segunda-feira, 2 de junho de 2008
Mensagens de advertência
"Quando os raciocínios da filosofia houverem banido o temor dos juízos de Deus; quando ensinadores religiosos estiverem a apontar no futuro para longas eras de paz e prosperidade, e o mundo estiver absorto em sua rotina de negócios e prazeres, plantando e construindo, banqueteando-se e divertindo-se, rejeitando as advertências de Deus e zombando de Seus mensageiros, então é que súbita destruição lhes sobrevirá, e não escaparão" (Patriarcas e Profetas, p. 101, 102, 104).
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Cristãos devem viver diariamente os mandamentos
LIMA, 26 Mai. 08 / 07:00 pm (ACI).- O Arcebispo de Lima e Primado do Peru, Cardeal Juan Luis Cipriani, chamou os católicos a viver diariamente os mandamentos da lei de Deus, pois "são o caminho para formar uma verdadeira sociedade".
"Eu acredito em cada um dos mandamentos da lei de Deus, acredito que são o caminho para ser feliz, acredito que são o caminho para formar uma verdadeira sociedade", assinalou o Cardeal durante a celebração do Corpus Christi na capital peruana, e a qual assistiram milhares de fiéis para render homenagem e adoração a Jesus Eucaristia.
....
"O mundo de hoje está esquecendo a dimensão moral e ética do desenvolvimento e bem-estar", advertiu, e indicou que acreditar que "tudo vale se tiver êxito" faz mal ao homem e à sociedade.
...
Finalmente, alentou aos católicos a ir ao sacramento da Reconciliação, e convidou "aos sacerdotes a ajudar muito às pessoas, porque todos estão desejando ir a esse sacramento que lhes dá paz, alegria e que os convida a ter a valentia de pedir perdão a Deus".
Fonte - ACI
Vaticano recorda aos religiosos a virtude da obediência
...
O texto de 50 páginas aborda o tema da obediência religiosa, cuja raiz é vista na procura de Deus e de sua vontade, assumida pelos fiéis. A obediência cristã e religiosa – esclarece a Congregação – não se configura simplesmente no cumprimento de leis ou disposições eclesiásticas ou religiosas, mas no momento de um percurso de busca de Deus, que passa através da escuta de sua Palavra, na conscientização sobre seu desígnio de amor, na experiência fundamental de Cristo, obediente por amor até a morte de Cruz.
...
Fonte - Radio Vaticano
"Eu acredito em cada um dos mandamentos da lei de Deus, acredito que são o caminho para ser feliz, acredito que são o caminho para formar uma verdadeira sociedade", assinalou o Cardeal durante a celebração do Corpus Christi na capital peruana, e a qual assistiram milhares de fiéis para render homenagem e adoração a Jesus Eucaristia.
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"O mundo de hoje está esquecendo a dimensão moral e ética do desenvolvimento e bem-estar", advertiu, e indicou que acreditar que "tudo vale se tiver êxito" faz mal ao homem e à sociedade.
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Finalmente, alentou aos católicos a ir ao sacramento da Reconciliação, e convidou "aos sacerdotes a ajudar muito às pessoas, porque todos estão desejando ir a esse sacramento que lhes dá paz, alegria e que os convida a ter a valentia de pedir perdão a Deus".
Fonte - ACI
Vaticano recorda aos religiosos a virtude da obediência
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O texto de 50 páginas aborda o tema da obediência religiosa, cuja raiz é vista na procura de Deus e de sua vontade, assumida pelos fiéis. A obediência cristã e religiosa – esclarece a Congregação – não se configura simplesmente no cumprimento de leis ou disposições eclesiásticas ou religiosas, mas no momento de um percurso de busca de Deus, que passa através da escuta de sua Palavra, na conscientização sobre seu desígnio de amor, na experiência fundamental de Cristo, obediente por amor até a morte de Cruz.
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Fonte - Radio Vaticano
Ahmadinejad solicitou reunião com Papa
ROMA, 27 MAI (ANSA) - O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, cuja presença é esperada em Roma no começo de junho para a cúpula da FAO sobre emergência alimentar, pediu uma audiência com o Papa Bento XVI, informaram fontes do Vaticano.
Embora a presença de Ahmadinejad na cúpula ainda não tenha sido oficialmente confirmada, ele próprio ordenou que a diplomacia iraniana solicitasse para esse período uma reunão privada com o pontífice Joseph Ratzinger, com quem já se correspondeu no ano de 2006.
...
Muito dos líderes que estarão presentes em Roma solicitaram audiências com o Papa e a Santa Sé poderia se ver em um embaraço diplomático caso atenda a alguns países e exclua outros.
...
(ANSA)
Nota DDP:
E a influência romana vai se elastecendo...
Embora a presença de Ahmadinejad na cúpula ainda não tenha sido oficialmente confirmada, ele próprio ordenou que a diplomacia iraniana solicitasse para esse período uma reunão privada com o pontífice Joseph Ratzinger, com quem já se correspondeu no ano de 2006.
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Muito dos líderes que estarão presentes em Roma solicitaram audiências com o Papa e a Santa Sé poderia se ver em um embaraço diplomático caso atenda a alguns países e exclua outros.
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(ANSA)
Nota DDP:
E a influência romana vai se elastecendo...
Papa se encontrará com líderes de outras religiões na Austrália
Bento XVI se encontrará com líderes judeus, muçulmanos, budistas e hindus durante a visita à Austrália em julho, disseram os organizadores. O líder da Igreja Católica Romana falará com cerca de 40 representantes de outras religiões durante o Dia Mundial da Juventude, em Sidney, uma celebração de seis dias da fé católica visando os jovens... (AFP)
Fonte - Minuto Profético
Fonte - Minuto Profético
“Não foi Israel que guardou o sábado, mas o sábado guardou Israel”
O Dr. Jacques Doukhan, diretor do Instituto de Estudos Judaico-Cristãos do Seminário Teológico Adventista da Universidade Andrews, em Berrien Springs, Michigan, perguntou ao presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia em Israel, pastor Richard Elofer (foto), sobre o assunto da suposta mudança do sábado para o domingo. Eis aqui a resposta:
Queridos amigos, tenho recebido e-mails de alguns de vocês sobre uma suposta mudança na legislação em Israel a respeito do sábado. A última foi de Jacques Doukhan me perguntando se essas notícias são verdadeiras.
É importante difundir esse e-mail entre nosso povo para substituir sua fantasia por uma realidade e pensar que o povo judeu seguirá o papado para mudar o sábado pelo domingo. Os judeus fiéis remanescentes, como os ortodoxos e os do movimento conservador, nunca desistirão do sábado em favor do domingo. Temos que dizer e pregar isso. Se há uma igreja remanescente, há um Israel remanescente que se manterá fiel à lei de Deus, mesmo embora de tempos em tempos pensemos que eles estão mantendo isso demais.
Aqui está minha resposta sobre essa legislação:
Prezado Dr. Doukhan,
Obrigado por me enviar seu e-mail e por sua pergunta sobre esse assunto de “Israel mudando sua legislação do sábado para domingo”. Estou vivendo em Israel e fico feliz por você ter vindo a mim a fim de saber se essa proposta de “Leis Dominicais” é verdadeira ou não.
Primeiro de tudo, de acordo com suas notícias, essa iniciativa viria do PNR, que significa Partido Nacional Religioso em Israel. As pessoas que pensam que essas notícias são verdadeiras realmente não conhecem os judeus religiosos de Israel, do Brooklin e de outras partes do mundo. Eles estão prontos para ser mártires antes de permitir uma mudança na lei do sábado. Há uma máxima em Israel que diz que “não foi Israel que guardou o sábado, mas o sábado guardou Israel”. Os religiosos judeus sabem muito bem que se eles subsistiram até hoje é porque têm sido fiéis a Deus e à Sua Lei, e não é hoje que eles desistirão de sua fidelidade ao sábado.
Algumas pessoas, especialmente adventistas que estão com muita pressa de ver a perseguição chegar, estão prontos mesmo para distorcer quaisquer notícias sobre o sábado e o domingo, para levar o nosso povo a pensar que está cada vez mais perto do fim. Eles estão prontos para tornar suas fantasias em realidade, acreditando que mesmo os judeus passarão as “Leis Dominicais.” Isso não acontecerá.
Eis o assunto exatamente:
Israel é um país que quis, desde a sua criação, seguir a lei de Deus e essa lei especifica que temos que trabalhar seis dias e então descansar um dia, no sábado. É por isso que a semana de cinco dias de trabalho e dois dias de folga não existe em Israel. Mas algumas pessoas religiosas reclamam que não têm tempo para visitar suas famílias, nem de aproveitar alguns entretenimentos saudáveis, nem ir a algum lugar com seus carros durante o dia de folga, porque o dia de folga em Israel é somente o sábado e é proibido para os judeus quebrarem a lei do sábado com todas essas atividades. Em adição a isso, eles argumentam que se tivessem um segundo dia de folga, como os países ocidentais, talvez mais judeus retornassem à observância do sábado e teriam outro dia para ir à praia, e se tornariam mais religiosos.
Mas o governo não está pronto para ir nessa direção de dar um segundo dia de folga oficialmente. Eles calcularam que custaria bilhões de dólares por ano para a economia israelense, caso decidissem dar um segundo dia de folga. E mesmo se o Knesset decidisse tal coisa, não seria obrigatório, porque de acordo com a Bíblia temos que trabalhar seis dias e descansar no sábado; somente o sábado seria obrigatório para companhias que empregam pessoas. Se você tem sua própria companhia e não tem nenhum empregado, então você é livre para fazer o que quiser quando quiser, mesmo abrir no sábado. De fato, muito poucos cafés e armazéns estão abertos no sábado e a maior parte do tempo os empregados são palestinos, assim como a maioria dos empregados de hotéis no sábado.
A discussão é também para decidir se esse segundo dia de folga seria sexta-feira ou domingo. Aqueles que defendem sexta-feira, dizem que sexta-feira já é um “meio dia” de folga. Para algumas administrações e companhias, já é um dia de folga; e os Ministérios já estão fechados na sexta-feira. A consultoria jurídica de nossa organização é fechada na sexta-feira e no sábado. Outros locais de trabalho, como bancos, fecham na sexta-feira ao meio-dia para dar tempo a seus empregados de se prepararem para o sábado. E todas as outras companhias como supermercados, construtoras, etc., fecham por volta das 3h da tarde. Então, eles dizem que uma vez que muitas companhias e escritórios têm meio dia de folga, custaria menos decidir que sexta-feira seja o segundo dia de folga.
Aqueles que defendem o domingo são os banqueiros e pessoas que têm negócios fora do país. Porque na maioria dos países o domingo é um dia de folga, Wall Street e outros mercados de ações estão fechados e os bancos são limitados em suas transações. Toda vez que tenho que fazer câmbio no domingo, meu banco poderia não fazer, porque eles dizem que o mercado de ações está fechado na Europa e eles não sabem quanto será a cotação na segunda-feira de manhã, na abertura do mercado. Finalmente, teve um ano em que nossa agência bancária decidiu fechar no domingo e abrir mais tarde da noite durante a semana, para resolver esse problema (mas muitas outras agências e bancos ainda abrem aos domingos).
Mas tudo isso não tem nada a ver com substituir o sábado pelo domingo.
Acredito que as pessoas que estão por trás desses rumores poderiam ser anti-semitas ou mesmo partidárias da “Teologia da Substituição”, e estão felizes em dizer: “Veja, Israel realmente tem sido rejeitado por Deus; eles têm até rejeitado a lei de Deus e o sábado.” Deixe-me dizer a essas pessoas que isso jamais acontecerá. Talvez judeus reformados que não acreditam na inspiração da Bíblia possam ir por esse caminho de dizer que não importa se é sábado ou domingo, mas os judeus conservadores e ortodoxos, jamais. Eles darão a vida, se necessário (como têm feito durante os últimos 4 mil anos), mas não desistirão da lei de Deus e do sábado.
Como pastores e ministros adventistas do sétimo dia, temos que ter cuidado com o que pregamos. Lembro-me que estava em uma convenção da ASI, em agosto, e alguém veio até mim dizer que G. Edward Reid, diretor de Mordomia da NAD, fez uma pregação e falou sobre essa nova legislação. Ele me perguntou se era verdadeiro ou não. Eu disse a ele que não é verdadeiro. E mais tarde, em setembro, eu estava em um conselho pastoral na Holanda, onde conheci o irmão Reid, e lhe disse que temos que ter cuidado com o que pregamos ou dizemos, porque com nossa autoridade, enquanto pastores e líderes, temos grande influência sobre nosso povo e não podemos espalhar notícias falsas.
No entanto, de fato, a lei em Israel não mudou e duvido que mudará algum dia (enquanto Israel for um país judeu). Mas, mesmo que uma nova legislação venha a dar um segundo dia de folga, nunca será no lugar do sábado que Deus santificou no sétimo dia da semana da Criação.
Espero que minha resposta seja útil para elucidar a situação atual em Israel nas mentes de muitos membros e amigos.
Richard Elofer, presidente da IASD em Israel
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP:
Tenho uma pequena observação: Realmente não haveríamos de esperar que TODO Israel aceitasse uma legislação "substitutiva" do Sábado. Mais: sequer a notícia veiculada sugeria somente esta nuance. Sugeria na verdade exatamente o que defendido neste post: a inserção de um segundo dia por interesses múltiplos. Os limites de como isso se daria é outra discussão. Outra coisa, a fonte da notícia não é adventista.
Neste quadro, lembro apenas que a controvérsia do Sábado/Domingo no seio da Igreja Cristã iniciou-se de forma extremamente parecida...
Queridos amigos, tenho recebido e-mails de alguns de vocês sobre uma suposta mudança na legislação em Israel a respeito do sábado. A última foi de Jacques Doukhan me perguntando se essas notícias são verdadeiras.
É importante difundir esse e-mail entre nosso povo para substituir sua fantasia por uma realidade e pensar que o povo judeu seguirá o papado para mudar o sábado pelo domingo. Os judeus fiéis remanescentes, como os ortodoxos e os do movimento conservador, nunca desistirão do sábado em favor do domingo. Temos que dizer e pregar isso. Se há uma igreja remanescente, há um Israel remanescente que se manterá fiel à lei de Deus, mesmo embora de tempos em tempos pensemos que eles estão mantendo isso demais.
Aqui está minha resposta sobre essa legislação:
Prezado Dr. Doukhan,
Obrigado por me enviar seu e-mail e por sua pergunta sobre esse assunto de “Israel mudando sua legislação do sábado para domingo”. Estou vivendo em Israel e fico feliz por você ter vindo a mim a fim de saber se essa proposta de “Leis Dominicais” é verdadeira ou não.
Primeiro de tudo, de acordo com suas notícias, essa iniciativa viria do PNR, que significa Partido Nacional Religioso em Israel. As pessoas que pensam que essas notícias são verdadeiras realmente não conhecem os judeus religiosos de Israel, do Brooklin e de outras partes do mundo. Eles estão prontos para ser mártires antes de permitir uma mudança na lei do sábado. Há uma máxima em Israel que diz que “não foi Israel que guardou o sábado, mas o sábado guardou Israel”. Os religiosos judeus sabem muito bem que se eles subsistiram até hoje é porque têm sido fiéis a Deus e à Sua Lei, e não é hoje que eles desistirão de sua fidelidade ao sábado.
Algumas pessoas, especialmente adventistas que estão com muita pressa de ver a perseguição chegar, estão prontos mesmo para distorcer quaisquer notícias sobre o sábado e o domingo, para levar o nosso povo a pensar que está cada vez mais perto do fim. Eles estão prontos para tornar suas fantasias em realidade, acreditando que mesmo os judeus passarão as “Leis Dominicais.” Isso não acontecerá.
Eis o assunto exatamente:
Israel é um país que quis, desde a sua criação, seguir a lei de Deus e essa lei especifica que temos que trabalhar seis dias e então descansar um dia, no sábado. É por isso que a semana de cinco dias de trabalho e dois dias de folga não existe em Israel. Mas algumas pessoas religiosas reclamam que não têm tempo para visitar suas famílias, nem de aproveitar alguns entretenimentos saudáveis, nem ir a algum lugar com seus carros durante o dia de folga, porque o dia de folga em Israel é somente o sábado e é proibido para os judeus quebrarem a lei do sábado com todas essas atividades. Em adição a isso, eles argumentam que se tivessem um segundo dia de folga, como os países ocidentais, talvez mais judeus retornassem à observância do sábado e teriam outro dia para ir à praia, e se tornariam mais religiosos.
Mas o governo não está pronto para ir nessa direção de dar um segundo dia de folga oficialmente. Eles calcularam que custaria bilhões de dólares por ano para a economia israelense, caso decidissem dar um segundo dia de folga. E mesmo se o Knesset decidisse tal coisa, não seria obrigatório, porque de acordo com a Bíblia temos que trabalhar seis dias e descansar no sábado; somente o sábado seria obrigatório para companhias que empregam pessoas. Se você tem sua própria companhia e não tem nenhum empregado, então você é livre para fazer o que quiser quando quiser, mesmo abrir no sábado. De fato, muito poucos cafés e armazéns estão abertos no sábado e a maior parte do tempo os empregados são palestinos, assim como a maioria dos empregados de hotéis no sábado.
A discussão é também para decidir se esse segundo dia de folga seria sexta-feira ou domingo. Aqueles que defendem sexta-feira, dizem que sexta-feira já é um “meio dia” de folga. Para algumas administrações e companhias, já é um dia de folga; e os Ministérios já estão fechados na sexta-feira. A consultoria jurídica de nossa organização é fechada na sexta-feira e no sábado. Outros locais de trabalho, como bancos, fecham na sexta-feira ao meio-dia para dar tempo a seus empregados de se prepararem para o sábado. E todas as outras companhias como supermercados, construtoras, etc., fecham por volta das 3h da tarde. Então, eles dizem que uma vez que muitas companhias e escritórios têm meio dia de folga, custaria menos decidir que sexta-feira seja o segundo dia de folga.
Aqueles que defendem o domingo são os banqueiros e pessoas que têm negócios fora do país. Porque na maioria dos países o domingo é um dia de folga, Wall Street e outros mercados de ações estão fechados e os bancos são limitados em suas transações. Toda vez que tenho que fazer câmbio no domingo, meu banco poderia não fazer, porque eles dizem que o mercado de ações está fechado na Europa e eles não sabem quanto será a cotação na segunda-feira de manhã, na abertura do mercado. Finalmente, teve um ano em que nossa agência bancária decidiu fechar no domingo e abrir mais tarde da noite durante a semana, para resolver esse problema (mas muitas outras agências e bancos ainda abrem aos domingos).
Mas tudo isso não tem nada a ver com substituir o sábado pelo domingo.
Acredito que as pessoas que estão por trás desses rumores poderiam ser anti-semitas ou mesmo partidárias da “Teologia da Substituição”, e estão felizes em dizer: “Veja, Israel realmente tem sido rejeitado por Deus; eles têm até rejeitado a lei de Deus e o sábado.” Deixe-me dizer a essas pessoas que isso jamais acontecerá. Talvez judeus reformados que não acreditam na inspiração da Bíblia possam ir por esse caminho de dizer que não importa se é sábado ou domingo, mas os judeus conservadores e ortodoxos, jamais. Eles darão a vida, se necessário (como têm feito durante os últimos 4 mil anos), mas não desistirão da lei de Deus e do sábado.
Como pastores e ministros adventistas do sétimo dia, temos que ter cuidado com o que pregamos. Lembro-me que estava em uma convenção da ASI, em agosto, e alguém veio até mim dizer que G. Edward Reid, diretor de Mordomia da NAD, fez uma pregação e falou sobre essa nova legislação. Ele me perguntou se era verdadeiro ou não. Eu disse a ele que não é verdadeiro. E mais tarde, em setembro, eu estava em um conselho pastoral na Holanda, onde conheci o irmão Reid, e lhe disse que temos que ter cuidado com o que pregamos ou dizemos, porque com nossa autoridade, enquanto pastores e líderes, temos grande influência sobre nosso povo e não podemos espalhar notícias falsas.
No entanto, de fato, a lei em Israel não mudou e duvido que mudará algum dia (enquanto Israel for um país judeu). Mas, mesmo que uma nova legislação venha a dar um segundo dia de folga, nunca será no lugar do sábado que Deus santificou no sétimo dia da semana da Criação.
Espero que minha resposta seja útil para elucidar a situação atual em Israel nas mentes de muitos membros e amigos.
Richard Elofer, presidente da IASD em Israel
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP:
Tenho uma pequena observação: Realmente não haveríamos de esperar que TODO Israel aceitasse uma legislação "substitutiva" do Sábado. Mais: sequer a notícia veiculada sugeria somente esta nuance. Sugeria na verdade exatamente o que defendido neste post: a inserção de um segundo dia por interesses múltiplos. Os limites de como isso se daria é outra discussão. Outra coisa, a fonte da notícia não é adventista.
Neste quadro, lembro apenas que a controvérsia do Sábado/Domingo no seio da Igreja Cristã iniciou-se de forma extremamente parecida...
Papa e imprensa norte-americana
DETROIT, terça-feira, 27 de maio de 2008 (ZENIT.org).- Olhando e lendo as resenhas de vários meios de comunicação antes que o Santo Padre chegasse para sua histórica visita no mês passado a Washington e Nova York, era fácil ter a impressão de que não ia acontecer nada além de mais preconceitos e escassa representação da própria mídia.
Esperava-se que os meios de comunicação girassem em torno das usuais suspeitas, dos autores não ortodoxos, dos chamados estudiosos e comentaristas que são católicos somente de nome e não podem aceitar o ensinamento da Igreja sobre o aborto, a contracepção e o sacerdócio masculino, e os questionam ou os citam na imprensa de maneira que podem mais uma vez atacar a Igreja por não seguir os caprichos da cultura americana.
...
Isto foi assim até que o próprio Santo Padre impressionou a mídia.
...
Wheeler acrescenta que viu um giro notável no tipo de especialistas dos principais meios de comunicação que representavam o ponto de vista da Igreja.
...
«Meus sentimentos, baseados nas reações que ouvi por trás do cenário de membros dos meios de comunicação são que o Papa Bento XVI realmente surpreendeu a mídia leiga», disse Wheeler. Acharam-no autêntico, aberto e inexorável em seu candor sobre temas que afetam o país e o mundo.
«Minha esperança é que, se muitos membros leigos da mídia que cobriram esta visita leram e escreveram sobre os discursos do Santo Padre, seus corações se transformem de maneira que possa dar-se uma renovação da mídia.»
Fonte - Zenit
"Aquele 'eu me envergonho', com o qual assumiu a humilhação e a dor de toda a Igreja pelo escândalo causado por sacerdotes acusados de pedofilia, foi como o início do renascimento, a retomada de um caminho novo", disse o cardeal. (BF)
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP:
E a ferida havida, parece cada vez mais coisa do passado...
Esperava-se que os meios de comunicação girassem em torno das usuais suspeitas, dos autores não ortodoxos, dos chamados estudiosos e comentaristas que são católicos somente de nome e não podem aceitar o ensinamento da Igreja sobre o aborto, a contracepção e o sacerdócio masculino, e os questionam ou os citam na imprensa de maneira que podem mais uma vez atacar a Igreja por não seguir os caprichos da cultura americana.
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Isto foi assim até que o próprio Santo Padre impressionou a mídia.
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Wheeler acrescenta que viu um giro notável no tipo de especialistas dos principais meios de comunicação que representavam o ponto de vista da Igreja.
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«Meus sentimentos, baseados nas reações que ouvi por trás do cenário de membros dos meios de comunicação são que o Papa Bento XVI realmente surpreendeu a mídia leiga», disse Wheeler. Acharam-no autêntico, aberto e inexorável em seu candor sobre temas que afetam o país e o mundo.
«Minha esperança é que, se muitos membros leigos da mídia que cobriram esta visita leram e escreveram sobre os discursos do Santo Padre, seus corações se transformem de maneira que possa dar-se uma renovação da mídia.»
Fonte - Zenit
"Aquele 'eu me envergonho', com o qual assumiu a humilhação e a dor de toda a Igreja pelo escândalo causado por sacerdotes acusados de pedofilia, foi como o início do renascimento, a retomada de um caminho novo", disse o cardeal. (BF)
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP:
E a ferida havida, parece cada vez mais coisa do passado...
Mais destruição na China
Enquanto a China se recupera do terremoto que atingiu Sichuan há duas semanas, e réplicas de menor magnitude que vêm acontecendo desde então, o país sofre agora com chuvas torrenciais, que já deixaram pelo menos 50 mortos e 4 mil isolados na região sudoeste.
A área mais atingida foi a região de Guizhou onde 36 pessoas morreram. Outras 14 estão mortas em outras quatro províncias e pelo menos 26 estão desaparecidas. Calcula-se que mais de 500 mil pessoas, em 17 cidades foram afetadas e 6.700 casas foram danificadas.
Autoridades chinesas esperam chuvas muito intensas nos três próximos dias, com alto risco de inundações.
Fonte - Opinião e Notícia
Dois tremores secundários voltaram a abalar a região na China devastada por um terremoto há 15 dias e provocaram o desabamento de 420 mil casas nesta terça-feira, de acordo com a agência estatal de notícia Xinhua.
A área mais atingida foi a região de Guizhou onde 36 pessoas morreram. Outras 14 estão mortas em outras quatro províncias e pelo menos 26 estão desaparecidas. Calcula-se que mais de 500 mil pessoas, em 17 cidades foram afetadas e 6.700 casas foram danificadas.
Autoridades chinesas esperam chuvas muito intensas nos três próximos dias, com alto risco de inundações.
Fonte - Opinião e Notícia
Dois tremores secundários voltaram a abalar a região na China devastada por um terremoto há 15 dias e provocaram o desabamento de 420 mil casas nesta terça-feira, de acordo com a agência estatal de notícia Xinhua.
Segundo as informações da agência, um dos tremores, no condado de Qinchuan, atingiu 5,7 graus na escala Richter. A Xinhua acrescentou que ainda não há relatos de mortos.
No domingo, tremores secundários já haviam destruído 300 mil construções.
Fonte - BBC
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Pr. Gambetta e seu encontro com o Pr. Fine
Os vídeos a seguir são um testemunho do Pr. Gambetta de seu encontro com o Pr. Fine, ratificando todos os termos do sermão da KTF Ministry, assim como o Pr. Meyer também já havia feito, como declinamos em recente post.
Segue para apreciação dos amigos deste espaço. As advertências são as de praxe...
Segue para apreciação dos amigos deste espaço. As advertências são as de praxe...
Igreja contra comércio no domingo para proteger a família
Leiria, 01 Mai (Lusa) - A Liga Operária Católica (LOC) e o bispo das Forças Armadas contestam a abertura dos hipermercados aos domingos, considerando que esse dia deve ser vocacionado para a família.
Fátima Almeida, coordenadora nacional da LOC, defende que os domingos devem ser dias "dedicados ao encontro das famílias", limitando-se ao máximo qualquer actividade laboral.
Os funcionários dos hipermercados "também têm famílias", recordou Fátima Almeida, que aponta a excessiva precariedade laboral, os turnos rotativos e a falta de emprego como motivos para a perda da estabilidade familiar.
"Perdeu-se o domingo como espaço de encontro das famílias" e embora "esses espaços comerciais sejam uma espécie de centros de culto" para os agregados familiares modernos, têm de se encontrar outras "soluções e novos espaços de diálogo, de partilha e de entreajuda" diferentes.
Posição semelhante tem D. Januário Torgal Ferreira, bispo das Forças Armadas e antigo porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) quando esta polémica se verificou.
"O domingo é o dia da família" em que deve haver o "cumprimento de valores sociais como é o descanso e a tranquilidade que um trabalhador merece", afirmou D. Januário Torgal Ferreira, rejeitando que a posição da Igreja se deva à realização das eucaristias dominicais.
"Não renegamos os aspectos religiosos" mas o que motiva esta posição é a necessidade de "encontro das famílias", considerou o bispo, que admite a abertura de hipermercados apenas em "circunstâncias ou lugares" em que não exista opção à satisfação das "necessidades básicas".
"O supermercado deve estar ao serviço das necessidades das pessoas mas, até aos fins-de-semana, as famílias têm de se encontrar", considerou D. Januário Torgal Ferreira.
"Com bom senso e grande sensatez, as pessoas deveriam abrir os olhos" até porque "não é uma questão religiosa" mas sim o respeito da "dignidade humana".
"É importante que um trabalhador tenha direito ao domingo" até porque "há uma razão história e social para o fim-de-semana ser um espaço de legítimo descanso", acrescentou.
Fonte - Rádio e Televisão Portugal
Nota DDP:
Mais em "Igreja lusa critica abertura de supermercados aos domingos" e "Igreja opõe-se à abertura de hipermercados ao domingo para proteger a família". Discussão recente em outro país em "Querem que os domingos sejam "sagrados"".
Fátima Almeida, coordenadora nacional da LOC, defende que os domingos devem ser dias "dedicados ao encontro das famílias", limitando-se ao máximo qualquer actividade laboral.
Os funcionários dos hipermercados "também têm famílias", recordou Fátima Almeida, que aponta a excessiva precariedade laboral, os turnos rotativos e a falta de emprego como motivos para a perda da estabilidade familiar.
"Perdeu-se o domingo como espaço de encontro das famílias" e embora "esses espaços comerciais sejam uma espécie de centros de culto" para os agregados familiares modernos, têm de se encontrar outras "soluções e novos espaços de diálogo, de partilha e de entreajuda" diferentes.
Posição semelhante tem D. Januário Torgal Ferreira, bispo das Forças Armadas e antigo porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) quando esta polémica se verificou.
"O domingo é o dia da família" em que deve haver o "cumprimento de valores sociais como é o descanso e a tranquilidade que um trabalhador merece", afirmou D. Januário Torgal Ferreira, rejeitando que a posição da Igreja se deva à realização das eucaristias dominicais.
"Não renegamos os aspectos religiosos" mas o que motiva esta posição é a necessidade de "encontro das famílias", considerou o bispo, que admite a abertura de hipermercados apenas em "circunstâncias ou lugares" em que não exista opção à satisfação das "necessidades básicas".
"O supermercado deve estar ao serviço das necessidades das pessoas mas, até aos fins-de-semana, as famílias têm de se encontrar", considerou D. Januário Torgal Ferreira.
"Com bom senso e grande sensatez, as pessoas deveriam abrir os olhos" até porque "não é uma questão religiosa" mas sim o respeito da "dignidade humana".
"É importante que um trabalhador tenha direito ao domingo" até porque "há uma razão história e social para o fim-de-semana ser um espaço de legítimo descanso", acrescentou.
Fonte - Rádio e Televisão Portugal
Nota DDP:
Mais em "Igreja lusa critica abertura de supermercados aos domingos" e "Igreja opõe-se à abertura de hipermercados ao domingo para proteger a família". Discussão recente em outro país em "Querem que os domingos sejam "sagrados"".
Merkel reafirma sua fé cristã durante evento católico
Berlim, 22 mai (EFE).- A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, reafirmou hoje sua fé cristã durante o Congresso da Igreja Católica do país, que está sendo realizado em Osnabrück (oeste).
"Temos um Deus, temos Jesus, que nos mostra como podemos viver e isso é algo que a mim também me dá força", disse Merkel, filha de um pastor protestante e membro da Igreja Evangélica.
Ainda assim, Merkel comemorou a ampla participação de protestantes durante o Congresso da Igreja Católica.
"Isso é algo que dá esperanças ao ecumenismo", disse a chanceler.
O presidente do Partido Social-Democrata (SPD), Kurt Beck, também compareceu hoje ao encontro e assistiu, junto com Merkel, a uma missa ao ar livre.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP:
Para quem não se lembra, Merkel era até pouco tempo a Presidenta da União Européia e esteve diretamente atrelada à discussão da Constituição continental, onde se pretendia a inserção das raízes cristãs da Europa, conforme pretendia o Papa BXVI.
"Temos um Deus, temos Jesus, que nos mostra como podemos viver e isso é algo que a mim também me dá força", disse Merkel, filha de um pastor protestante e membro da Igreja Evangélica.
Ainda assim, Merkel comemorou a ampla participação de protestantes durante o Congresso da Igreja Católica.
"Isso é algo que dá esperanças ao ecumenismo", disse a chanceler.
O presidente do Partido Social-Democrata (SPD), Kurt Beck, também compareceu hoje ao encontro e assistiu, junto com Merkel, a uma missa ao ar livre.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP:
Para quem não se lembra, Merkel era até pouco tempo a Presidenta da União Européia e esteve diretamente atrelada à discussão da Constituição continental, onde se pretendia a inserção das raízes cristãs da Europa, conforme pretendia o Papa BXVI.
Pelo menos oito pessoas morrem em onda de tornados nos EUA
WASHINGTON - Pelo menos oito pessoas morreram e várias dezenas ficaram feridas hoje durante um onda de tornados e de fortes tempestades que assolaram o meio oeste dos Estados Unidos, segundo dados divulgados pela rede de televisão CNN.
Os fenômenos meteorológicos causaram também várias dezenas de feridos e graves danos materiais em casas e várias estruturas dos povoados. A tempestade destruiu, além disso, cerca de 50 casas e provocou graves danos em outras 150 no município de Hugo, a 40 quilômetros da capital do estado.
A maioria das vítimas mortais aconteceu no nordeste do estado de Iowa, onde sete pessoas perderam a vida como conseqüência de um tornado que castigou as localidades de Parkersburg e New Hartford. Cinco pessoas morreram em Parkersburg depois que o tornado tocou solo e outras duas morreram na localidade vizinha de New Hartford, para onde se deslocou a tempestade.
No Estado de Minnesota uma criança de dois anos morreu e outra ficou gravemente ferida junto a outras oito pessoas em uma localidade próxima a Mineápolis.
Fonte - Estado
Os fenômenos meteorológicos causaram também várias dezenas de feridos e graves danos materiais em casas e várias estruturas dos povoados. A tempestade destruiu, além disso, cerca de 50 casas e provocou graves danos em outras 150 no município de Hugo, a 40 quilômetros da capital do estado.
A maioria das vítimas mortais aconteceu no nordeste do estado de Iowa, onde sete pessoas perderam a vida como conseqüência de um tornado que castigou as localidades de Parkersburg e New Hartford. Cinco pessoas morreram em Parkersburg depois que o tornado tocou solo e outras duas morreram na localidade vizinha de New Hartford, para onde se deslocou a tempestade.
No Estado de Minnesota uma criança de dois anos morreu e outra ficou gravemente ferida junto a outras oito pessoas em uma localidade próxima a Mineápolis.
Fonte - Estado
Crescem as ameaças à liberdade na internet
As iniciativas de controle da internet por governos aumentam em todo o mundo. A OpenNet Initiative - uma parceria entre a Universidade de Toronto, Harvard, Cambridge e Oxford - identificou que pelo menos 24 países praticam hoje algum tipo de filtragem da rede mundial, bloqueando conteúdo considerado inadequado. Em 2002, eram somente dois.
"A internet é uma força para a abertura da sociedade", afirmou Karin Karlekar, editora da Freedom of the Press, pesquisa anual da Freedom House sobre liberdade de imprensa. "Por causa disso, vários governos estão expandindo seus métodos para controlar e monitorar a internet." Karin participou ontem do evento Computers, Freedom, and Privacy 2008.
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Fonte - Estado
"A internet é uma força para a abertura da sociedade", afirmou Karin Karlekar, editora da Freedom of the Press, pesquisa anual da Freedom House sobre liberdade de imprensa. "Por causa disso, vários governos estão expandindo seus métodos para controlar e monitorar a internet." Karin participou ontem do evento Computers, Freedom, and Privacy 2008.
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Fonte - Estado
Eucaristia revoluciona a história
Bento VXI vem enfatizando na importância da Eucaristia para a solução dos grandes problemas da humanidade. Faz parte do plano de santificação do domingo, em todos os lugares do mundo, por todas as pessoas.
Nessa quinta-feira, (22-05-2008) ao presidir a celebração do Corpus Cristi, o papa enfatizou a Eucaristia declarando que ela “...trouxe a maior revolução da história da humanidade. Uma revolução social, pois perante a Eucaristia os fiéis reúnem-se deixando de lado sua condição social, suas convicções políticas e até suas preferências mútuas.” Citando Paulo, o papa disse que “‘já não há judeu nem grego; nem escravo nem livre; nem homem nem mulher, já que todos vós sois um em Cristo Jesus.’”
Agrega que “percebe-se a verdade e a força da revolução cristã, a revolução mais profunda da história humana, que se experimenta precisamente ao redor da Eucaristia...” E o papa conclui que “estamos unidos para além de nossas diferenças de nacionalidade, de profissão, de classe social, de idéias políticas: nos abrimos uns aos outros para nos convertermos em uma só coisa a partir d´Ele” reforçando que “esta, desde o início, foi uma característica do cristianismo realizada visivelmente em torno da Eucaristia, e é bom sempre velar para que as recorrentes tentações de particularismo, ainda que de boa fé, não vão, de fato, no sentido oposto”.
O plano do Vaticano que vem sendo divulgado pelo mundo tem a seguinte orientação básica: “Domingo: dia da família, dia do Senhor”. Ou seja, para ajudar na solução dos grandes problemas sociais do mundo, há que se levar todas as pessoas a santificar o domingo. Ele assim torna-se no dia da família, para que esta obtenha mais união, e nela formem-se cidadãos de bem. Agora o papa expande a importância do domingo e da Eucaristia, sugerindo que por meio dela unem-se povos e culturas diferentes. Foi isso que ele propôs na ONU no mês passado: unir os povos mediante o Ecumenismo e o diálogo inter-religioso. São expectativas proféticas que se cumprem, sinalizando cada vez mais a breve volta de JESUS.
Fonte: http://www.zenit.org/article-18510?l=portuguese
Em: 23-05-2008
Fonte - Cristo Voltará
Nessa quinta-feira, (22-05-2008) ao presidir a celebração do Corpus Cristi, o papa enfatizou a Eucaristia declarando que ela “...trouxe a maior revolução da história da humanidade. Uma revolução social, pois perante a Eucaristia os fiéis reúnem-se deixando de lado sua condição social, suas convicções políticas e até suas preferências mútuas.” Citando Paulo, o papa disse que “‘já não há judeu nem grego; nem escravo nem livre; nem homem nem mulher, já que todos vós sois um em Cristo Jesus.’”
Agrega que “percebe-se a verdade e a força da revolução cristã, a revolução mais profunda da história humana, que se experimenta precisamente ao redor da Eucaristia...” E o papa conclui que “estamos unidos para além de nossas diferenças de nacionalidade, de profissão, de classe social, de idéias políticas: nos abrimos uns aos outros para nos convertermos em uma só coisa a partir d´Ele” reforçando que “esta, desde o início, foi uma característica do cristianismo realizada visivelmente em torno da Eucaristia, e é bom sempre velar para que as recorrentes tentações de particularismo, ainda que de boa fé, não vão, de fato, no sentido oposto”.
O plano do Vaticano que vem sendo divulgado pelo mundo tem a seguinte orientação básica: “Domingo: dia da família, dia do Senhor”. Ou seja, para ajudar na solução dos grandes problemas sociais do mundo, há que se levar todas as pessoas a santificar o domingo. Ele assim torna-se no dia da família, para que esta obtenha mais união, e nela formem-se cidadãos de bem. Agora o papa expande a importância do domingo e da Eucaristia, sugerindo que por meio dela unem-se povos e culturas diferentes. Foi isso que ele propôs na ONU no mês passado: unir os povos mediante o Ecumenismo e o diálogo inter-religioso. São expectativas proféticas que se cumprem, sinalizando cada vez mais a breve volta de JESUS.
Fonte: http://www.zenit.org/article-18510?l=portuguese
Em: 23-05-2008
Fonte - Cristo Voltará
Bush pede a Deus que acelere o fim do sofrimento dos cubanos
WASHINGTON (AFP) — O presidente americano George W. Bush revelou nesta quarta-feira durante um discurso na Casa Branca diante de famílias de dissidentes presos que pediu a Deus para confortar "as pessoas que sofrem sob a ditadura de Castro" e acelere "o fim do sofrimento dos cubanos".
"Neste dia de solidariedade, pedimos especialmente a Deus que conforte as pessoas que sofrem sob a ditadura cubana e que acelere o fim do sofrimento dos cubanos", declarou Bush.
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Fonte - AFP
Nota DDP:
Cada vez mais uma teocracia...
"Neste dia de solidariedade, pedimos especialmente a Deus que conforte as pessoas que sofrem sob a ditadura cubana e que acelere o fim do sofrimento dos cubanos", declarou Bush.
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Fonte - AFP
Nota DDP:
Cada vez mais uma teocracia...
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Mais uma vez a KTF e o Decreto Dominical
É a terceira oportunidade que tratamos do assunto. As advertências anteriores ainda são pertinentes, não serão repetidas.
A KTF editou novo sermão onde trata de diversas questões que poderiam se relacionar com a edição na prática do decreto dominical e, trata também de manifestar-se sobre o sermão anterior que editou neste tema. O original do texto que ora comentamos pode ser lido mais uma vez diretamente no site da KTF Ministry.
Para resumir, o sermão trata de analisar as necessárias retificações do texto anterior, com base na busca de elementos que pudessem sustentar as afirmativas feitas, muito embora reitere que tivesse tomado o cuidado de checar cada uma das palavras anteriormente utilizadas com sua fonte. Assume ainda que verificar dados de uma reunião secreta é uma missão inglória, bem como que poderia ter melhor verificado os fatos antes de veicular a notícia.
A partir daí o Pastor passa a reiterar, sob o benefício razoável da dúvida, a possibilidade de que sua fonte seja fidedigna, apontando questões relacionadas com a eventual veracidade dos fatos narrados, inclusive citando links que já consideramos neste espaço quando fizemos a primeira checagem acerca dos termos do sermão em consideração.
Analisa ainda, individualmente, questões relacionadas à presença de personagens citados no sermão anterior (Gore, Pelosi, etc) e o paralelo das questões ambientais, o que, como já inclusive relatado neste espaço, nos parecia o ponto alto do relato, por se alinhar com muito do que tem sido postado aqui.
Finalmente, conclui que é bastante razoável acreditar-se na existência de tal reunião em novembro passado, enumerando cada um dos fatores que litigam a favor da tese, especialmente na possibilidade de se acreditar na pessoa do Pr. Allen Fine.
A KTF editou novo sermão onde trata de diversas questões que poderiam se relacionar com a edição na prática do decreto dominical e, trata também de manifestar-se sobre o sermão anterior que editou neste tema. O original do texto que ora comentamos pode ser lido mais uma vez diretamente no site da KTF Ministry.
Para resumir, o sermão trata de analisar as necessárias retificações do texto anterior, com base na busca de elementos que pudessem sustentar as afirmativas feitas, muito embora reitere que tivesse tomado o cuidado de checar cada uma das palavras anteriormente utilizadas com sua fonte. Assume ainda que verificar dados de uma reunião secreta é uma missão inglória, bem como que poderia ter melhor verificado os fatos antes de veicular a notícia.
A partir daí o Pastor passa a reiterar, sob o benefício razoável da dúvida, a possibilidade de que sua fonte seja fidedigna, apontando questões relacionadas com a eventual veracidade dos fatos narrados, inclusive citando links que já consideramos neste espaço quando fizemos a primeira checagem acerca dos termos do sermão em consideração.
Analisa ainda, individualmente, questões relacionadas à presença de personagens citados no sermão anterior (Gore, Pelosi, etc) e o paralelo das questões ambientais, o que, como já inclusive relatado neste espaço, nos parecia o ponto alto do relato, por se alinhar com muito do que tem sido postado aqui.
Finalmente, conclui que é bastante razoável acreditar-se na existência de tal reunião em novembro passado, enumerando cada um dos fatores que litigam a favor da tese, especialmente na possibilidade de se acreditar na pessoa do Pr. Allen Fine.
George W. Bush e os Batistas do Sul
A notícia é antiga, Junho/06, mas os fatos que dela constam são importantes para análise e cumprimento do quadro profético esperado:
Mais de 18.000 «mensageiros de Deus» participaram da Convenção Anual da Igreja Batista do Sul entre 13 e 14 de Junho de 2006, na Carolina do Sul. Se tratava de um dos acontecimentos mais importantes da vida política e social de Estados Unidos já que esta denominação religiosa representa a principal reserva eleitoral do presidente George W. Bush. Por esse motivo, os discursos que ali se pronunciaram não devem ser vistos como simples histórias folclóricas. São representativos da maneira de pensar de uma maioria relativa e não deixam de ter consequências, implicando que a teologia dos Batistas do Sul rege o Partido Republicano e serve de fundamento popular a guerra que se desenrolava no Iraque.
Os Batistas do Sul são atualmente a expressão coletiva mais importante no sul dos EUA, politicamente ativos e fundamentalistas, defendem o dispensacionalismo e o fim dos tempos, sendo contra o ecumenismo.
Antes da convenção encontraram-se com representante das Forças Armadas Americanas, onde pastores evangélicos realizaram um trabalho de restauração de valores morais e instalaram, inclusive, um certo puritanismo. Pouco a pouco foram transformados em um exército de Deus. O Pentágano incorporou missionários evangélicos às suas fileiras no Iraque estabelecendo a conversão do povo local como objetivo estratégico.
George W. Bush e a secretária de Estado Condoleezza Rice participaram, o primeio de maneira privada e a segunda de forma oficial, na Convenção Anual dos Batistas do Sul. Ali explicaram que governam de forma a propagar a justiça divina com vistas ao advento do Fim dos Tempos.
Pouco depois da abertura, a Convenção foi interrompida por uma mensagem surpresa não programada de George W. Bush que se dirigiu em vídeo aos participantes desde Bagdad, na terra bíblica.
O presidente se expressou a título pessoal, já que sua intervenção não aparece no sitio da Casa Blanca. Depois de saudar o presidente da Convenção, Bush recordou que numerosos batistas do sul são atualmente membros das forças armadas estadudinenses.
Também rendeu homenagem ao pastor Billy Graham.
Em seguida, Bush recordou aos «mensageiros de Deus» seu projeto de modificar a Constituição dos Estados Unidos para impedir que «juízes militantes» autorizem os matrimônios entre homossexuais. Finalmente, Bush enumerou um conjunto de decisões presidenciais inspiradas em sua fé.
No segundo dia os «mensageiros de Deus» foram convidados a escutar Condoleezza Rice, que se expressou a título pessoal e como secretária de Estado, uma que que sua intervenção aparece no sítio oficial do Departamento de Estado e foi ecoada nos despachos do Serviço de Informação dos Estados Unidos.
Primeiramente Rice se colocou em sintonia com a platéia ao relembrar a educação que recebeu de seu pai presbiteriano. Demonstrou sua adesão à crença do arrebatamento, fazendo alusão à iminência do Final dos Tempos. Utilizando-se de expressões de pastores evangélcios, identificou o atual período como o tempo de prova durante o qual os cristãos têm que reafirmar sua fé em Cristo antes que Ele venha. Depois explorou o papel dos EUA no plano divino, missão que constitui-se em objeto da ação diplomática e militar. Disse:
...
"a dignidade humana não é um dom do governo aos seus cidadãos, nem um dom dos homens entre si outorgados. É uma graça divina para toda a humanidade." [Transcrevi porque é exatamente isso que o Papa BXVI defendeu na tribuna da ONU recentemente]
...
"Vivemos momentos críticos e importantes,... momento em que temos que reafirmar porque nos levantamos como nação e qual é esse papel que temos que desempenhar no mundo" [Ecoado em chamado do Papa aos EUA antes de sua visita]
...
"Temos que perguntar-nos, se não é a América, quem unirá as demais nações à consciênciaa da defesa internacioanl e da liberdade religiosa?" [Outra exigência do Papa]
...
"A liberdade religiosa é um objetivo que exige transparência moral. E, senhoras e senhores, a mensagem da América não pode ser mais clara: Os governos nâo têm nenhum direito de interporem-se entre os indivíduos e o Todo-Poderoso. [Guerra santa moderna?!]
Definitivamente, senhoras e senhores, temos que considerar outra questão mais. Quem senão a América unirá as nações que amam a liberdade para defender a mesma e a democracia no mundo?"
...
"Nesta ótica, os EUA recusam-se a ser a polícia mundial encarregada de fazer respeitar o direito internacional. Simplemente, Deus deu a esse país a missão de fazer justiça."
"Não se deve perguntar com que base legal os EUA tomaram a decisão de bombardear o Iraque. Os militares americanos não eram mais que o instrumento de Deus na execução do castigo supremo. Melhor seria perguntar o que farão amanhã neste estado de exaltação."
...
Fonte - Noticia Cristiana
Mais de 18.000 «mensageiros de Deus» participaram da Convenção Anual da Igreja Batista do Sul entre 13 e 14 de Junho de 2006, na Carolina do Sul. Se tratava de um dos acontecimentos mais importantes da vida política e social de Estados Unidos já que esta denominação religiosa representa a principal reserva eleitoral do presidente George W. Bush. Por esse motivo, os discursos que ali se pronunciaram não devem ser vistos como simples histórias folclóricas. São representativos da maneira de pensar de uma maioria relativa e não deixam de ter consequências, implicando que a teologia dos Batistas do Sul rege o Partido Republicano e serve de fundamento popular a guerra que se desenrolava no Iraque.
Os Batistas do Sul são atualmente a expressão coletiva mais importante no sul dos EUA, politicamente ativos e fundamentalistas, defendem o dispensacionalismo e o fim dos tempos, sendo contra o ecumenismo.
Antes da convenção encontraram-se com representante das Forças Armadas Americanas, onde pastores evangélicos realizaram um trabalho de restauração de valores morais e instalaram, inclusive, um certo puritanismo. Pouco a pouco foram transformados em um exército de Deus. O Pentágano incorporou missionários evangélicos às suas fileiras no Iraque estabelecendo a conversão do povo local como objetivo estratégico.
George W. Bush e a secretária de Estado Condoleezza Rice participaram, o primeio de maneira privada e a segunda de forma oficial, na Convenção Anual dos Batistas do Sul. Ali explicaram que governam de forma a propagar a justiça divina com vistas ao advento do Fim dos Tempos.
Pouco depois da abertura, a Convenção foi interrompida por uma mensagem surpresa não programada de George W. Bush que se dirigiu em vídeo aos participantes desde Bagdad, na terra bíblica.
O presidente se expressou a título pessoal, já que sua intervenção não aparece no sitio da Casa Blanca. Depois de saudar o presidente da Convenção, Bush recordou que numerosos batistas do sul são atualmente membros das forças armadas estadudinenses.
Também rendeu homenagem ao pastor Billy Graham.
Em seguida, Bush recordou aos «mensageiros de Deus» seu projeto de modificar a Constituição dos Estados Unidos para impedir que «juízes militantes» autorizem os matrimônios entre homossexuais. Finalmente, Bush enumerou um conjunto de decisões presidenciais inspiradas em sua fé.
No segundo dia os «mensageiros de Deus» foram convidados a escutar Condoleezza Rice, que se expressou a título pessoal e como secretária de Estado, uma que que sua intervenção aparece no sítio oficial do Departamento de Estado e foi ecoada nos despachos do Serviço de Informação dos Estados Unidos.
Primeiramente Rice se colocou em sintonia com a platéia ao relembrar a educação que recebeu de seu pai presbiteriano. Demonstrou sua adesão à crença do arrebatamento, fazendo alusão à iminência do Final dos Tempos. Utilizando-se de expressões de pastores evangélcios, identificou o atual período como o tempo de prova durante o qual os cristãos têm que reafirmar sua fé em Cristo antes que Ele venha. Depois explorou o papel dos EUA no plano divino, missão que constitui-se em objeto da ação diplomática e militar. Disse:
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"a dignidade humana não é um dom do governo aos seus cidadãos, nem um dom dos homens entre si outorgados. É uma graça divina para toda a humanidade." [Transcrevi porque é exatamente isso que o Papa BXVI defendeu na tribuna da ONU recentemente]
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"Vivemos momentos críticos e importantes,... momento em que temos que reafirmar porque nos levantamos como nação e qual é esse papel que temos que desempenhar no mundo" [Ecoado em chamado do Papa aos EUA antes de sua visita]
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"Temos que perguntar-nos, se não é a América, quem unirá as demais nações à consciênciaa da defesa internacioanl e da liberdade religiosa?" [Outra exigência do Papa]
...
"A liberdade religiosa é um objetivo que exige transparência moral. E, senhoras e senhores, a mensagem da América não pode ser mais clara: Os governos nâo têm nenhum direito de interporem-se entre os indivíduos e o Todo-Poderoso. [Guerra santa moderna?!]
Definitivamente, senhoras e senhores, temos que considerar outra questão mais. Quem senão a América unirá as nações que amam a liberdade para defender a mesma e a democracia no mundo?"
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"Nesta ótica, os EUA recusam-se a ser a polícia mundial encarregada de fazer respeitar o direito internacional. Simplemente, Deus deu a esse país a missão de fazer justiça."
"Não se deve perguntar com que base legal os EUA tomaram a decisão de bombardear o Iraque. Os militares americanos não eram mais que o instrumento de Deus na execução do castigo supremo. Melhor seria perguntar o que farão amanhã neste estado de exaltação."
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Fonte - Noticia Cristiana
Nota DDP:
E que ninguém se engane que o quadro poderia ser diferente com a vitória da ala democrata. Basta ler outro texto da mesma fonte.
Visita do Papa à ONU terá impacto sobre Direito Internacional
NOVA YORK, terça-feira, 20 de maio de 2008 (ZENIT.org).- A visita de Bento XVI às Nações Unidas provocou um grande entusiasmo no Palácio de Cristal e está destinada a ter um impacto sobre o Direito Internacional, explica o observador permanente da Santa Sé na ONU.
O arcebispo Celestino Migliore, que recebeu o Papa em sua residência durante os dias de sua permanência em Nova York, nesta entrevista concedida à Zenit revela alguns detalhes dos encontros privados que teve com o Pontífice e fala sobre como as palavras do Papa foram acolhidas nas Nações Unidas.
...
–Quais foram as reações das delegações nacionais presentes na ONU sobre o discurso do Papa?
–Dom Migliore: Também a ONU se encontra em um período de dificuldades e de tensões. Mas o Papa teve a capacidade de elevar os ânimos. Sabendo que na ONU nem tudo são flores, tive a impressão de que muitos diplomatas que o ouviram sublinhar os aspectos mais potencialmente belos das Nações Unidas, sentiram-se confortados e animados a trabalhar por uma ONU que funcione.
Sem dúvida, foi o encontro com essas pessoas que suscitou maior entusiasmo nas Nações Unidas. Durante sua intervenção, o Papa olhou várias vezes para a audiência sorrindo. Seu calor e seu sentir-se à vontade encontraram eco na resposta das pessoas, com sua excitação e aplausos e com a longa ovação que lhe tributaram. Uma resposta entusiasta que não era só uma excitação de estado, mas estava motivada também pelo conteúdo de sua mensagem.
–O Papa disse que a Igreja crê nas Nações Unidas e convidou a ONU a voltar aos princípios fundadores da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Como esta mensagem foi recebida pelos membros das Nações Unidas?
–Dom Migliore: A impressão geral é de que o Papa estava lendo em seus corações o desejo pessoal de justiça e liberdade. Pelos comentários dos diplomatas e dos funcionários da ONU, as palavras do Papa estão destinadas a ter uma ressonância e um seguimento profundo e consciente, sobretudo com relação ao papel das Nações Unidas e do Direito Internacional.
–De que forma a «responsabilidade de proteger», citada pelo Santo Padre, poderá se apresentar como um novo princípio do Direito Internacional? Em que se diferencia da tradicional resposta da comunidade internacional contra os governos opressores?
–Dom Migliore: O Papa sustentou que o fundamento moral no qual um governo pode afirmar sua autoridade, sua soberania, é seu senso de responsabilidade, sua vontade e sua eficácia em proteger sua população de todo tipo de violação dos direitos humanos.
Assumindo esta expressão do documento final aprovado pelos chefes de estado e de governo em 2005, o Papa estendeu o conceito: a responsabilidade de proteger cobre não só as chamadas intervenções humanitárias (militares), mas poderia ser usada como sinônimo de soberania, que por sua vez não é só um direito, mas é sobretudo uma responsabilidade dirigida a proteger e promover as populações em sua vida cotidiana.
Fonte - Zenit
O arcebispo Celestino Migliore, que recebeu o Papa em sua residência durante os dias de sua permanência em Nova York, nesta entrevista concedida à Zenit revela alguns detalhes dos encontros privados que teve com o Pontífice e fala sobre como as palavras do Papa foram acolhidas nas Nações Unidas.
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–Quais foram as reações das delegações nacionais presentes na ONU sobre o discurso do Papa?
–Dom Migliore: Também a ONU se encontra em um período de dificuldades e de tensões. Mas o Papa teve a capacidade de elevar os ânimos. Sabendo que na ONU nem tudo são flores, tive a impressão de que muitos diplomatas que o ouviram sublinhar os aspectos mais potencialmente belos das Nações Unidas, sentiram-se confortados e animados a trabalhar por uma ONU que funcione.
Sem dúvida, foi o encontro com essas pessoas que suscitou maior entusiasmo nas Nações Unidas. Durante sua intervenção, o Papa olhou várias vezes para a audiência sorrindo. Seu calor e seu sentir-se à vontade encontraram eco na resposta das pessoas, com sua excitação e aplausos e com a longa ovação que lhe tributaram. Uma resposta entusiasta que não era só uma excitação de estado, mas estava motivada também pelo conteúdo de sua mensagem.
–O Papa disse que a Igreja crê nas Nações Unidas e convidou a ONU a voltar aos princípios fundadores da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Como esta mensagem foi recebida pelos membros das Nações Unidas?
–Dom Migliore: A impressão geral é de que o Papa estava lendo em seus corações o desejo pessoal de justiça e liberdade. Pelos comentários dos diplomatas e dos funcionários da ONU, as palavras do Papa estão destinadas a ter uma ressonância e um seguimento profundo e consciente, sobretudo com relação ao papel das Nações Unidas e do Direito Internacional.
–De que forma a «responsabilidade de proteger», citada pelo Santo Padre, poderá se apresentar como um novo princípio do Direito Internacional? Em que se diferencia da tradicional resposta da comunidade internacional contra os governos opressores?
–Dom Migliore: O Papa sustentou que o fundamento moral no qual um governo pode afirmar sua autoridade, sua soberania, é seu senso de responsabilidade, sua vontade e sua eficácia em proteger sua população de todo tipo de violação dos direitos humanos.
Assumindo esta expressão do documento final aprovado pelos chefes de estado e de governo em 2005, o Papa estendeu o conceito: a responsabilidade de proteger cobre não só as chamadas intervenções humanitárias (militares), mas poderia ser usada como sinônimo de soberania, que por sua vez não é só um direito, mas é sobretudo uma responsabilidade dirigida a proteger e promover as populações em sua vida cotidiana.
Fonte - Zenit
Governo britânico considera monitorar ligações e emails
O governo britânico está estudando a possibilidade de criar um banco de dados com detalhes de todas as ligações telefônicas, mensagens de texto e emails trocados na Grã-Bretanha, segundo revelou a edição desta terça-feira do jornal britânico The Times.
Os planos estão em fase inicial e poderão ser incluídos no rascunho do Projeto de Lei de Comunicações a ser apresentado no fim do ano, segundo confirmou o Ministério do Interior.
Um porta-voz do Ministério disse que os dados são "uma ferramenta crucial" para proteger a segurança nacional e evitar crimes.
Os secretários do governo ainda não viram os planos, que foram elaborados por funcionários do Ministério. Segundo a reportagem do Times, as informações poderiam ser guardadas por pelo menos um ano, e a polícia e os serviços de segurança precisariam de autorização da Justiça para ter acesso a elas.
Um porta-voz do Ministério do Interior disse que "a Lei de Dados de Comunicação vai ajudar a garantir que o uso de dados de comunicação para combater o terrorismo e as investigações criminais vão continuar disponíveis".
"Esses poderes vão continuar a ser rigorosamente salvaguardados para garantir o equilíbrio entre privacidade e a proteção ao público."
Segundo o porta-voz, são necessárias mudanças no Ato de Regulação dos Poderes de Investigação 2000 "para garantir que as autoridades públicas possam continuar tendo acesso a dados de comunicação essenciais no combate ao terrorismo e na investigação de crimes".
Mas a Comissão da Informação, uma autoridade independente criada para proteger informações pessoais, disse que o banco de dados pode "ir longe demais" e destacou o risco de dados serem perdidos, comercializados ou roubados.
O comissário assistente de informação Jonathan Bamford disse que "não estamos cientes de nenhuma justificativa para que o Estado guarde os registros de telefone e internet de todos os cidadãos britânicos. Nós temos sérias dúvidas se esta medida é justificada, proporcionada ou desejável".
"Derrotar o crime e o terrorismo é de máxima importância, mas não estamos cientes de nenhuma necessidade premente que justifique o governo a guardar esses dados."
...
Fonte - BBC
Os planos estão em fase inicial e poderão ser incluídos no rascunho do Projeto de Lei de Comunicações a ser apresentado no fim do ano, segundo confirmou o Ministério do Interior.
Um porta-voz do Ministério disse que os dados são "uma ferramenta crucial" para proteger a segurança nacional e evitar crimes.
Os secretários do governo ainda não viram os planos, que foram elaborados por funcionários do Ministério. Segundo a reportagem do Times, as informações poderiam ser guardadas por pelo menos um ano, e a polícia e os serviços de segurança precisariam de autorização da Justiça para ter acesso a elas.
Um porta-voz do Ministério do Interior disse que "a Lei de Dados de Comunicação vai ajudar a garantir que o uso de dados de comunicação para combater o terrorismo e as investigações criminais vão continuar disponíveis".
"Esses poderes vão continuar a ser rigorosamente salvaguardados para garantir o equilíbrio entre privacidade e a proteção ao público."
Segundo o porta-voz, são necessárias mudanças no Ato de Regulação dos Poderes de Investigação 2000 "para garantir que as autoridades públicas possam continuar tendo acesso a dados de comunicação essenciais no combate ao terrorismo e na investigação de crimes".
Mas a Comissão da Informação, uma autoridade independente criada para proteger informações pessoais, disse que o banco de dados pode "ir longe demais" e destacou o risco de dados serem perdidos, comercializados ou roubados.
O comissário assistente de informação Jonathan Bamford disse que "não estamos cientes de nenhuma justificativa para que o Estado guarde os registros de telefone e internet de todos os cidadãos britânicos. Nós temos sérias dúvidas se esta medida é justificada, proporcionada ou desejável".
"Derrotar o crime e o terrorismo é de máxima importância, mas não estamos cientes de nenhuma necessidade premente que justifique o governo a guardar esses dados."
...
Fonte - BBC
terça-feira, 20 de maio de 2008
Querem que os domingos sejam "sagrados"
O Arcebispado de Corrientes está juntando assinaturas para evitar que se trabalhe esses dias e também nos feriados. Buscam que os empregados possam descansar e compartilhares seus dias em família.
Paróquias e sedes católicas de Corrientes começaram a campanha, que foi copiada de uma iniciativa de uma dona de casa cordobesa.
Naquela província se logrou reunir 400.000 assinaturas que serão levadas ao Congresso nacional junto com um projeto de lei que impõe que os comércios fechem às 13 horas do sábado até a última hora do domingo. Também, incluem na petição que não se trabalhe nos feriados.
A precursora sustenta que estes dias, "desde o alvorecer do século XX", são "o tempo necessário para o encontro semanal da família, que se reúne em torno da mesa avós, pais, filhos e netos; o assado, o macarrão caseiro, os diálogos sobre política, desporto ou religião. "
A precursora sustenta que estes dias, "desde o alvorecer do século XX", são "o tempo necessário para o encontro semanal da família, que se reúne em torno da mesa avós, pais, filhos e netos; o assado, o macarrão caseiro, os diálogos sobre política, desporto ou religião. "
A mulher crê que é o momento em que cada membro da família pode muito bem saber o que ocorre aos outros membros. Por isso, considera necessária a medida, para promover a união.
Basicamente, eles acreditam que a origem deste problema é que os supermercados estão abertos nos fins de semana e horas extraordinárias. Estes, para além do pessoal que trabalha nos mesmos, obrigam muitas outras empresas menores a abrir também para não perder clientes.
Por seu lado, o Arcebispo correntino acredita que os domingos são também um dia para o encontro religioso. De acordo com o Jornal Diário República, a iniciativa já conta com o apoio de 110 delegações de sindicatos de trabalhadores e "o movimento é patrocinado pela Conferência Episcopal Argentina."
Nota DDP:
Mais detalhes em La Republica.
"Haverá governos que seguirão apelo do Papa"
D. Joaquim Gonçalves, BISPO DE VILA REAL
Como interpreta as declarações de Bento XVI, acreditando que pode haver uma solução mundial para o fim das bombas de fragmentação?
Embora ainda não tenha lido nem ouvido essas declarações, elas são, tanto quanto me parece, um aviso ao bom senso e à profundidade das coisas do governo internacional. Hoje, infelizmente, parece aceitar- -se que a guerra é inevitável, que certas bombas são inevitáveis, que isto não tem conserto e que temos, então, de nos resignar.
Mas há alternativa?
Corre-se, de facto, o perigo de não reagir - e isso é gravíssimo -, porque se está perante uma "coisa" muito repetida e que movimenta milhões. O Papa faz este aviso, digamos, profético, para tentar desbloquear os espíritos. Podemos viver todos, mesmo os países que têm essas fábricas de guerra, sem recorrer a isso. É portanto uma resposta ousada para a apatia que estamos a viver e que quer desbloquear os sentimentos dos governos internacionais para uma novidade que é preciso criar.
Que importância pode ter esse aviso?
Pelo menos da parte do Papa é muito bom que o faça. E há também no mundo o despertar da consciência internacional em muita gente. Temos de acreditar nisso. O mundo está sacudido por um espírito de renovação. E o Papa lança como que um fôlego novo e de certeza que há muita gente que comunga dos seus ideais. Temos de acreditar que haverá governos que seguirão o seu apelo ou que pensem nele, várias vezes. Eu acredito, até porque se não criarmos um bloqueio constante, ficamos anestesiados. Esta mensagem do Papa é como um grito profético. Bento XVI disse, na ONU, também em relação aos direitos humanos, que temos de badalar estas posições, que não são utopia e são possibilidades reais, não são do mundo da fantasia.
É grande a autoridade do Papa no mundo?
O Papa actual goza de um grande prestígio internacional. Não é um comunicador, é um homem denso e o seu pensamento é amadurecido. Mesmo para quem não tem fé, ele é uma autoridade. Ouvi-o quando falou na ONU e estava toda a gente atentíssima ao que ele dizia, incluindo pessoas não cristãs, mas que também defendem os valores humanos que são sublinhados pela mensagem do Papa. Gente que acredita que ele não fala por falar, nem pelo prazer de ser ouvido.
Ele é um homem desinteressado pessoalmente e traz uma mensagem de grande valor, de repercussão mundial. Daí a grande importância do seu apelo. Quem tem a autoridade mundial que tem o Papa Bento XVI, no plano ético, evidentemente, fala para os responsáveis do mundo também como um homem responsável pelo mundo.
Fonte - Diário de Notícias
E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. Apocalipse 13:3
Como interpreta as declarações de Bento XVI, acreditando que pode haver uma solução mundial para o fim das bombas de fragmentação?
Embora ainda não tenha lido nem ouvido essas declarações, elas são, tanto quanto me parece, um aviso ao bom senso e à profundidade das coisas do governo internacional. Hoje, infelizmente, parece aceitar- -se que a guerra é inevitável, que certas bombas são inevitáveis, que isto não tem conserto e que temos, então, de nos resignar.
Mas há alternativa?
Corre-se, de facto, o perigo de não reagir - e isso é gravíssimo -, porque se está perante uma "coisa" muito repetida e que movimenta milhões. O Papa faz este aviso, digamos, profético, para tentar desbloquear os espíritos. Podemos viver todos, mesmo os países que têm essas fábricas de guerra, sem recorrer a isso. É portanto uma resposta ousada para a apatia que estamos a viver e que quer desbloquear os sentimentos dos governos internacionais para uma novidade que é preciso criar.
Que importância pode ter esse aviso?
Pelo menos da parte do Papa é muito bom que o faça. E há também no mundo o despertar da consciência internacional em muita gente. Temos de acreditar nisso. O mundo está sacudido por um espírito de renovação. E o Papa lança como que um fôlego novo e de certeza que há muita gente que comunga dos seus ideais. Temos de acreditar que haverá governos que seguirão o seu apelo ou que pensem nele, várias vezes. Eu acredito, até porque se não criarmos um bloqueio constante, ficamos anestesiados. Esta mensagem do Papa é como um grito profético. Bento XVI disse, na ONU, também em relação aos direitos humanos, que temos de badalar estas posições, que não são utopia e são possibilidades reais, não são do mundo da fantasia.
É grande a autoridade do Papa no mundo?
O Papa actual goza de um grande prestígio internacional. Não é um comunicador, é um homem denso e o seu pensamento é amadurecido. Mesmo para quem não tem fé, ele é uma autoridade. Ouvi-o quando falou na ONU e estava toda a gente atentíssima ao que ele dizia, incluindo pessoas não cristãs, mas que também defendem os valores humanos que são sublinhados pela mensagem do Papa. Gente que acredita que ele não fala por falar, nem pelo prazer de ser ouvido.
Ele é um homem desinteressado pessoalmente e traz uma mensagem de grande valor, de repercussão mundial. Daí a grande importância do seu apelo. Quem tem a autoridade mundial que tem o Papa Bento XVI, no plano ético, evidentemente, fala para os responsáveis do mundo também como um homem responsável pelo mundo.
Fonte - Diário de Notícias
E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. Apocalipse 13:3
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