terça-feira, 18 de novembro de 2008

É urgente humanizar a sociedade

VALENCIA, 16 Nov. 08 / 08:26 pm (ACI).- O Arcebispo de Valência, Cardeal Agustín García-Gasco, ressaltou em sua habitual carta semanal que "humanizar a sociedade é urgente. Da escola até a universidade é imprescindível emprestar o serviço formativo de transmitir a mensagem cristã, de promover o encontro entre o Evangelho e os distintos saberes para uma melhor promoção da dignidade da pessoa humana".

O Cardeal advertiu que "quando fica o centro do progresso em sujeitos abstratos e inconcretos como 'a humanidade', 'a coletividade' ou inclusive o 'Estado', comete-se um grave engano, pois se acaba esquecendo a grandeza única e irrepetível de cada ser humano, que os cristãos proclamam em toda sua intensidade ao lembrar que cada um é 'imagem e semelhança de Deus'".

Depois de lembrar que "a Igreja não só é consciente dessa centralidade da pessoa para o desenvolvimento, mas também expressa sua missão evangelizadora com seu compromisso pela dignidade de todos os seres humanos", o Cardeal García-Gasco explicou que "a insistência do Magistério ao propor" a Doutrina Social da Igreja "como fonte inspiradora do apostolado e da reta ação social nasce de uma dupla convicção: trata-se de um extraordinário instrumento formativo que é plenamente adequado para que as pessoas vivam e atuem segundo sua dignidade".

Por isso, é necessário o testemunho dos cristãos, como uma forma de permitir que outros percebam "a beleza da verdade, a força liberadora do amor de Deus e o valor da felicidade incondicionada a todas as exigências da lei do Senhor".

Ao referir-se logo a esta realidade e sua estreita relação com a Doutrina Social da Igreja, o Arcebispo de Valência sublinhou que esta "capacita em primeiro lugar aos cristãos leigos para represar eficazmente a tarefa cotidiana nos âmbitos culturais, sociais, econômicos e políticos, desenvolvendo neles o sentido de orientar seus esforços ao serviço do bem comum. Nenhum cristão, nenhuma pessoa de boa vontade, deve permanecer alheio ao compromisso por fazer a vida mais humana".

Fonte - ACI

Invasão de privacidade?

Acadêmicos, advogados e funcionários corporativos lançaram nesta segunda-feira nos EUA uma iniciativa de defesa da privacidade cujo objetivo é ajudar a elaborar normas para coleta, armazenamento e utilização pelas empresas de dados dos consumidores.

O Fórum Futuro da Privacidade, que é patrocinado pela AT&T, buscará maneiras de permitir aos consumidores exercerem maior controle sobre as informações pessoais que são utilizadas na internet para publicidade de segmentação comportamental.

Empresas da internet vêm sendo criticadas por monitorar o comportamento online dos usuários a fim de elaborar anúncios direcionados. O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, tem na questão da privacidade um dos pontos que pretende abordar entre os assuntos tecnológicos.

Em nossa opinião o perigo de invasão de privacidade é grande. Usuários que fazem compras na internet deixam o rastro de seu padrão de consumo, o que é uma informação valiosa para anunciantes. A participação em grupos e sites de relacionamento deixa informações ainda mais pessoais, que poderiam ser utilizadas de maneira nociva por pessoas mal-intencionadas.

Fonte - Opinião e Notícia

Recessão no Japão pode ir até 2010

O ministro da Polícia Fiscal e Economia do Japão, Kaoru Yosano, afirmou nesta terça-feira (18) que a contração na segunda maior economia do mundo pode se arrastar durante por todo o ano fiscal de 2009, cujo período só termina em março de 2010, informou a agência local “Kyodo”.

“É difícil achar fatores que possam contribuir para trazer o PIB ao território positivo”, afirmou o ministro, em entrevista à agência de notícias japonesa.
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Fonte - G1

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Crise financeira é consequência de uma crise de valores

Bispos Europeus apelam a um novo modelo de sociedade, distante do mero consumismo

«A actual crise financeira manifesta uma profunda crise espiritual e um conjunto equivocado de valores». É a convicção dos bispos da Europa ao concluir nesta sexta-feira a Assembleia Plenária do Comité de Representantes das Conferências Episcopais da Europa (COMECE), realizada nestes dias em Bruxelas.

A crise actual reflecte-se na Europa numa tripla vertente: em primeiro lugar, «o resultado do referendo irlandês, que suspendeu o Tratado de Lisboa e a reforma institucional da UE»; em segundo lugar, «a crise geopolítica surgida do conflito do Cáucaso»; e em terceiro lugar, «a crise financeira e económica».

Centrando-se nesta última, os bispos assinalam com pesar que «o sentido e o valor do trabalho humano foram retirados pela luta generalizada pelo benefício».

O presidente da COMECE, D. Adrianus Van Luyn, bispo de Roterdão, advertiu que não se subestima a crise, porque o que se está a questionar é todo o modelo de sociedade ocidental.

«Quem considerar que a causa da crise financeira reside só na falta de transparência e de responsabilidade legal, talvez não perceba o facto de que é o nosso modelo social que está sendo posto em dúvida», acrescentou.

«Um modelo económico que está baseado no consumo continuado e ilimitado de recursos limitados só pode acabar mal», sublinhou.

Neste sentido, os bispos crêem que o debate sobre a mudança climática «oferece a oportunidade de questionar o estilo de vida da sociedade ocidental», já que «pergunta pela sobrevivência de uma grande parte da humanidade».

É necessário, portanto, «persuadir não só as mentes, mas também os corações de cidadãos, e convencê-los de que se distanciem do modo de viver predominante nos nossos países, muito enfocados no consumo».

A importância do Domingo

Outro dos temas tratados, dentro da preocupação geral pelas repercussões da crise, foi o respeito do Domingo como dia festivo, questão que está prevista no debate do Parlamento Europeu do próximo mês de Dezembro.

Os bispos europeus pedem que se respeite o descanso dominical «como um dos fundamentos da ordem social europeia», assim como «uma forma de equilibrar a vida familiar e o trabalho», frente a recentes legislações europeias que ameaçam o Domingo por questões políticas ou simplesmente consumistas.

Neste sentido, apelam à «responsabilidade dos membros do Parlamento» para que incluam a protecção do domingo na directriz sobre o horário de trabalho, especialmente neste momento de crise.

Por último, A COMECE pede à Europa que se envolva mais na defesa da minoria cristã do Iraque, e lamentam que a Europa «não se esforce o suficiente» para exigir de outros países o respeito à liberdade religiosa.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: A ponte crise ambiental/crise econômica/dia de descanso, há muito nas entrelinhas anunciada, agora é revelada às claras. Como visto na notícia anterior, o próprio novo presidente dos EUA já declinou que tratará de retomar o patamar moral americano. Ecos do discurso religioso no meio político é questão de tempo.

O futuro chegou. Se amarre na mão poderosa de Cristo.

"Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são perturbadores do povo, impedindo a sua restauração ao favor divino e à prosperidade temporal." -- O Grande Conflito, pág. 590.

Obama promete recuperar aos EUA sua 'estatura moral'

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu reconstruir "a estatura moral" dos Estados Unidos no mundo em sua primeira entrevista desde que ganhou a disputa para a Casa Branca.
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Obama também prometeu fazer "o que for necessário" para estabilizar a economia americana, com ajudas financeiras à indústria automobilística e a mutuários.
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Fonte - BBC

Nota DDP: Moralidade virou ponto chave para reconstrução pós-crise.

A nova ordem econômica mundial

WASHINGTON - O que parecia improvável se tornou realidade. O G-20, formado pelos países ricos e os emergentes mais importantes, criou um conjunto de princípios e uma série de medidas a serem aplicadas daqui por diante para neutralizar a atual crise financeira e evitar outras.
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Das ações consideradas prioritárias, a serem implantadas até 31 de março de 2009, a mais aguardada é a que servirá como o maior teste da nova ordem econômica mundial: a escolha das 30 instituições financeiras multinacionais cujas operações serão monitoradas por uma equipe de supervisores.
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Fonte - O Globo

Nota DDP: Só para acrescentar a movimentação paralela ao debate, o Concílio Mundial de Igrejas publicou artigo dizendo que o G20 não é suficiente e que deve ser ampliado o campo de discussão, com a participação da sociedade civil e das direções religiosas, inclusive.

Homem que viveu na Alemanha nazista dá aviso aos EUA

“Todo dia os EUA se aproximam mais do abismo totalitário no estilo nazista”

© 2008 WorldNetDaily

WASHINGTON, EUA – Pelo fato de que abandonaram os absolutos morais e sua fé cristã histórica, os EUA estão se aproximando mais de um totalitarismo de estilo nazista, avisa um ex-membro alemão da Juventude Hitlerista num livro recém publicado.

“Todo dia os EUA se aproximam mais do abismo totalitário no estilo nazista”, escreve Hilmar von Campe, hoje um cidadão americano e autor do livro “Defeating the Totalitarian Lie: A Former Hitler Youth Warns America”.

Von Campe fundou o Instituto Nacional em prol da Verdade e da Liberdade para lutar por um retorno ao governo constitucional nos EUA – que é a chave, crê ele, para se manter a liberdade nos EUA.

“Vivi no pesadelo nazista e, como diz o velho ditado, ‘Um homem com experiência nunca fica à mercê de um homem com um argumento’”, escreve von Campe. “Tudo o que escrevo se baseia em minha experiência pessoal na Alemanha nazista. Não há nada de teórico acerca da minha descrição do que acontece quando uma nação joga Deus para fora do governo e da sociedade, e os cristãos se tornam espectadores religiosos. Não quero ver uma reprise. O papel de Deus na sociedade humana é uma questão decisiva para esta geração. Meu livro é parte da minha vida de restituição pelos crimes de um governo ímpio, do mal do qual fiz parte”.

Von Campe cresceu durante o nazismo, serviu na Juventude Hitlerista e lutou contra o Exército Vermelho na Iugoslávia como artilheiro de tanque no exército alemão. Ele foi capturado no fim da guerra e escapou cinco meses depois de um campo de prisioneiros de guerra na Iugoslávia comunista.

”Levou-me muito tempo para entender e definir a natureza do nacional socialismo”, diz von Campe. “E, infelizmente, a filosofia deles continua a florescer sob diferentes rótulos que permanecem uma ameaça para os EUA e para a sociedade humana livre”.

Ele escreve: “A parte mais dolorosa de definir o nacional socialismo era reconhecer minha própria responsabilidade moral pelo desastre nazista e seus crimes contra a humanidade. A conclusão é que aceitando a verdade de que ‘assim como sou, assim é minha nação’, e percebendo que se todo alemão era como eu, não era de maravilhar que a Alemanha se tornou um esgoto de gângsteres. Essa compreensão é tão válida hoje para qualquer pessoa em qualquer nação como foi então, e é verdade para os EUA e todo americano agora”.

A mensagem de Von Campe é que apenas liberdade política e leis democráticas não são o suficiente para governar a humanidade com justiça.

“Os processos democráticos podem ser subvertidos e políticos desonestos são abundantes, estão em toda parte e são destrutivos”, escreve ele. “O que vejo nos EUA hoje são pessoas pintando suas cabines enquanto o navio afunda. Hoje nos EUA estamos testemunhando uma reprise da tragédia que aconteceu em 1933 quando uma nação inteira se deixou ser conduzida como cordeiro para o matadouro socialista. Desta vez, se os EUA não se levantarem para defender sua missão e destino, o fim de sua liberdade é inevitável”.

Von Campe diz que ele vê o paralelo espiritual entre os americanos e sua infância na Alemanha.
“O silêncio de nossos púlpitos com relação ao colapso moral da sociedade americana provocado por corrosão interna não é muito diferente do silêncio que ecoou dos púlpitos na Alemanha para com as políticas nazistas”, explica ele. “Nossa família viveu durante os anos nazistas na Alemanha, uma experiência típica de milhões de europeus independente de qual lado estavam. Pagamos um preço elevado pelas perversões morais de um governo alemão que excluía Deus e seus mandamentos de suas políticas. Os EUA não devem continuar seguindo o mesmo caminho de destruição, mas em vez disso dar atenção às lições da história e ao aviso que estou dando”.
Especificamente, von Campe avisa os americanos que seus líderes políticos estão no fundamento errado, “negando nossas raízes culturais e tradicionais baseadas em nossa constituição exclusiva e orientação cristã como nação. Os cristãos não entendem sua missão”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo

Fonte: WND

Reunião mundial de representantes religiosos no Chipre

ROMA, sexta-feira, 14 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Neste domingo se inaugura no Chipre a reunião anual de representantes religiosos organizada pela Comunidade de Sant'Egidio, nesta ocasião em cooperação com a Igreja Ortodoxa do Chipre, 22 anos depois da histórica Jornada Mundial da Oração pela Paz em Assis, convocada por João Paulo II.

O encontro «Homens e Religiões» reunirá durante três dias, com o slogan «A civilização da paz: religiões e culturas em diálogo», chefes de Estado da Europa, África e América Central e mais de 200 personalidades religiosas e leigas, cardeais, patriarcas, primazes de igrejas cristãs, o rabino chefe de Israel, Yona Metzger, e o conselheiro do rei dos Emirados Árabes Unidos, além de líderes de outras confissões.
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Fonte - Zenit

Nicósia, 17 nov (RV) - “Mantenham alta a chama da paz, alimentem-na com gestos cotidianos de caridade e amizade fraterna” – recomendou o papa em sua saudação aos participantes do encontro inter-religioso de Chipre, onde a Comunidade de Santo Egídio e a Igreja Ortodoxa da ilha mediterrânea reuniram 40 líderes religiosos e chefes de Estado.

“O encontro de Chipre – lê-se na mensagem do papa – é uma forte experiência de comunhão para abrir os olhos à realidade e ao confronto, para conhecer realmente as diferenças e os elementos em comum. Somente através do diálogo é possível integrar-se neste multiforme e poliédrico cosmo lingüístico, neste tesouro precioso que é a criação, confiada à responsabilidade e ao bem de todos”.

Fonte - Radio Vaticano

É hora da “paz e segurança”

O presidente israelense, “Shimon Peres saudou a iniciativa do rei Abdullah, da Arábia Saudita, de empreender um diálogo inter-religioso para promover a paz, estimando que esta iniciativa "dá um novo tom" à política no Oriente Médio.” "O que vimos hoje não é o fim da história, mas o começo de uma nova história", declarou Peres em entrevista coletiva à margem de uma reunião na Assembléia Geral das Nações Unidas sobre uma nova "cultura de paz", uma iniciativa do soberano saudita.” E ele disse mais: "O fato desta sessão ser resultado de uma iniciativa dos sauditas não tem precedentes".

A Arábia Saudita não tem relações diplomáticas com Israel. É uma monarquia islâmica ultraconservadora. Mesmo assim, surpreendeu o mundo com uma postura inédita ao convocar para julho passado todas as religiões do mundo para um "diálogo construtivo para abrir uma nova página de reconciliação, após tantos conflitos" entre as religiões.” A reunião ocorreu em Madrid, e dentre outras recomendações, ouve a realização da reunião da ONU, nesta semana, sobre como apressar a união das igrejas a fim de colaborar na solução dos grandes problemas do planeta.

Fonte - Cristo Voltará

A atitude do Islã

De uns tempos para cá altos líderes do Islã vem desejando incentivar o diálogo com os cristãos e outras religiões. Foi surpreendente o que aconteceu em Julho desse ano, quando o rei da Arábia Saudita promoveu um histórico e inédito encontro na capital espanhola com mais ou menos 200 líderes religiosos de todo o mundo. O rei da Arábia Saudita é guardião de duas mesquitas, o que lhe confere importância e autoridade na realização de tais reuniões. O mundo apoiou a iniciativa, por sinal, muito elogiada. Dela ficou decidido entre outras coisa que a ONU deveria também se engajar na promoção do diálogo inter-religioso. Mas afinal, qual a verdadeira motivação de tamanho interesse por parte do Islã em tal diálogo?

O Islã é a maior religião do mundo. Possui mais de 1,25 bilhão de adeptos, enquanto que o catolicismo, a segunda maior, possui 1,1 bilhão de adeptos. A grande diferença é que os adeptos do Islã aderiram quando adultos, e os católicos logo após nascerem, o que quase não garante que sejam o mesmo ao se tornarem adultos. Pois bem, o Islã sendo a maior, deve portanto ter poder. No entanto, pesa sobre essa religião o estigma de formação de terroristas. E bem agora que o mundo prepara a Globalização dos negócios internacionais, isto é, o grande esquema global para ganhar muito dinheiro promovendo negócios entre todos os países do mundo. E ninguém quer ficar fora. E o Ecumenismo bem como o diálogo inter-religioso estão agora sendo utilizados para, por meio da santificação do domingo, re-educar as pessoas do mundo a que colaborem para a globalização, não roubando tanto, nem sendo tão corruptos, não traficando armas nem drogas, respeitando a natureza, não fazendo terrorismo, etc. e se isso não for feito, o mundo não tem futuro.

E onde entra o Islã nisso? Ora, como as religiões vem se unindo para adequar a sociedade humana para que a Globalização seja viável, o Islã quer que o mundo não o veja como fonte do terrorismo, e sim, uma religião pacífica e digna de confiança, como uma parceira desse grande projeto global. Aliás, ninguém quer ficar de fora da Globalização, e a organização que ficar terá dificuldades para sobreviver. Agora quase todas as igrejas querem colaborar (as grandes estão todas engajadas no diálogo inter-religioso), pois sentem o desejo de poder bem como dos lucros com os negócios internacionais que estão sendo previstos. As igrejas terão o papel de giárdias dos bons costumes e da cidadania na Nova Ordem Mundial, e isso não é pouca coisa. Pretendem, assim, granjear o apoio e proteção oficial dos estados do mundo, coisa que já está a caminho. Trata-se de uma lógica poderosa para enganar a maciça maioria dos seres humanos, desde os seus líderes aos mais humildes e iletrados para uma adoração a um ser inimigo até de si mesmo. Cairão nesse engano inclusive muitos daqueles que pretendem ser salvos para a vida eterna.

Fonte - Cristo Voltará

A Crise Global e Apocalipse 13:16-17

Numa palestra para investidores americanos, o presidente do Banco Central brasileiro, Henrique Meirelles, afirmou que é preciso parar com as “piadas” a respeito da crise global: “É uma situação muito, muito séria”. [1]

Sim, o economista brasileiro – vencedor do prêmio Bravo, da revista de economia Latin Trade, na categoria ‘financista do ano’ – está certo. Aquilo que surgiu como uma bolha imobiliária, uma onda de calotes no mercado imobiliário dos Estados Unidos, logo se transformou em uma crise nos mercados de ações, de crédito e de câmbio do planeta – e os efeitos já começam a chegar ao comércio, aos empregos e ao cotidiano de todos.

A crise ocupa o espaço principal e mais generoso em toda a mídia. Está estampada nas capas das principais revistas. É destaque nas manchetes dos jornais – o principal jornal do país, Folha de S. Paulo, já até criou uma espécie de “selo” que a dimensiona em seu caderno “dinheiro”: “Crise Global” – e já está incorporada às conversas e preocupações das pessoas em geral.

“O Brasil é parte do mundo. Tivemos o bônus, agora vamos pagar o ônus por estar no mundo”, afirma o ex-ministro da Fazenda Antonio Delfim Netto. A grande questão nesta tisunami gerada a partir desta que é a maior crise global desde 1929, arrasando economias de vários países, quebrando alguns dos maiores bancos e instituições dos Estados Unidos e do mundo e pondo em polvorosa os mercados financeiras, é onde ela vai desaguar.

Nesse quesito, embora os economistas e líderes mundiais divirjam um pouco tanto sobre o alcance da crise quanto sobre as medidas a serem adotadas, são unânimes ao afirmar que nada será como antes. As palavras ou expressões correntes são: “nova arquitetura financeira”, “nova (mais forte) regulação dos mercados”, “redesenhar a estrutura internacional da economia”, “novos mecanismos mundiais de controle ou regulação dos mercados financeiros”.

O que dizem os gurus da Economia

O problema é antigo e desde a quebra da Bolsa de Nova York, 1929, as crises se sucedem. “Há mais de 20 anos uma onda de crises financeiras acompanha a globalização”, afirma Robert Kurz. “Todas as medidas aparentemente bem-sucedidas para evitar uma ‘fusão nuclear’ do sistema financeiro internacional só lograram reformular o problema, em vez de solucioná-lo”. [2]

“Chegamos a um ponto crítico”, escreveu John Maynard Keynes em março de 1933. “Podemos divisar claramente o abismo ao qual nosso caminho atual nos conduz. Sem a ação dos governos, devemos esperar a progressiva dissolução da estrutura existente de contratos e instrumentos de dívida, acompanhada pelo completo descrédito da liderança ortodoxa nas finanças e no governo, cujo desfecho final não podemos prever”. [3]

Com a maior crise planetária desde 1929, as idéias de Keynes do máximo intervencionismo do Estado voltaram à moda – com toda força. “Não há mercado sem o Estado. O mercado resolveu os seus problemas – dentro das leis e regras do Estado. Só no Brasil encontrei liberais tão radicais”, sentencia o economista francês Guy Sorman.

O historiador inglês Paul Kennedy, autor de “Ascensão e Queda das Grandes Potências” (Editora Campus) assinala a nova distribuição mundial do poder: “ … o equilíbrio mundial está realmente mudando. Não em termos militares, porque os EUA respondem por metade do orçamento bélico mundial. A transformação fica evidente na composição das reservas internacionais estratégicas dos países”. [4]

Quando o jornalista pergunta se “É possível tirar alguma lição dessa crise”, Kennedy faz aquilo que nove em cada dez autoridades da área fazem – recomenda novos mecanismos mundiais de controle ou regulação financeira:

“O efeito dominó, de país a país e de banco a banco, fez os líderes perceberem que eles precisam trabalhar mais juntos. O Banco da Inglaterra e o Banco da Suíça entenderam que devem atuar conjuntamente com o Fed e o Banco do Japão e do Canadá, e assim por diante. O Banco Mundial e o FMI são instituições ótimas, mas até então, por causa da liberalização do fluxo de capitais, não havia nada relevante em matéria de concertação sobre sistemas bancários. Acho que poderá surgir uma espécie de cartel de bancos centrais das 12 maiores economias, comprometidas em atuar juntas para evitar que seus maiores bancos não quebrem. Esse grupo se reuniria com freqüência, possivelmente substituindo o G7 e o G8”. [5]

Muitos têm escrito e falado sobre a crise, dando suas receitas e apresentando o seu pacote de medidas para debelá-la; no entanto, ninguém foi tão direto ao ponto e didático como Jeffrey Garten, professor de Comércio Internacional e Finanças na Escola de Administração de Empresas da Universidade Yale. Num artigo de página inteira do caderno “Crise Global”, do principal jornal do país, Jeffrey chama a atenção com o título da sua matéria: “Mundo precisa de autoridade monetária”. [6]

Sem prejuízo para o leitor, reproduzo abaixo os principais trechos do referido artigo:

“Mesmo que a imensa operação de resgate financeiro dos Estados Unidos obtenha sucesso, ela deveria ser seguida por algo de muito mais abrangente – o estabelecimento de uma autoridade monetária mundial para fiscalizar mercados que não respeitam mais fronteiras. [...] Os bancos centrais também vêm sincronizando suas injeções de fundos nos mercados. Essas medidas devem ser passos em direção de uma resposta internacional mais abrangente concebida não apenas para apagar o atual incêndio, mas para reconstruir e manter os mercados de capitais em longo prazo”.

“O vácuo que existe no centro do sistema é perigoso para todos. [...] Por muitos anos, Wall Street e Washington não serão capazes de se manter sem forte cooperação de outros mercados. Além disso, as dimensões internacionais do mundo financeiro se tornaram estonteantes. Os ativos mundiais cresceram de US$ 12 trilhões em 1980 para US$ 200 trilhões em 2007, superando de longe o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em qualquer nação ou o ritmo de expansão do comércio. Montante crescente desse capital hoje reside na Ásia e no Golfo Pérsico, e não mais nos Estados Unidos e na Europa”.

Pegando emprestada uma expressão usada pelo escritor Max Lucado, diria que Jeffrey “vai direto na jugular”, sem tergiversações ou indiretas: “Todas essas considerações apontam para a necessidade futura de uma nova autoridade monetária mundial (AMM). Ela ditaria o tom para os mercados de capital de uma maneira que não seria visceralmente oposta a uma forte função de fiscalização pública, com regras de intervenção, e devolveria à formação de capital a condição de objetivo do crescimento econômico e do desenvolvimento, com o abandono da idéia de que é suficiente operar por operar”.

“O conselho da AMM seria formado por dirigentes de bancos centrais não apenas dos Estados Unidos, do Reino Unido, da zona do Euro e do Japão, mas também da China, da Arábia Saudita e do Brasil. A instituição será financiada por contribuições compulsórias de todos os países capazes de pagar e por prêmios à maneira de seguros pagos pelas empresas financeiras do planeta – as de capital aberto, as estatais e as de capital fechado igualmente. Em termos de política norte-americana e internacional, a autoridade monetária mundial provavelmente representa uma idéia cujo momento ainda não chegou. Mas isso pode mudar, à medida que evolui a crise atual”.

A Nova Bretton Woods

O momento propício, de que fala o renomado professor da Universidade Yale, já chegou. Recentemente, quando a França apresentou proposta semelhante abrangendo a União Européia, o ministro das Finanças sueco, Andrés Berg, foi taxativo: “O mais importante agora é criar um bom corpo de bombeiros. Depois talvez possamos discutir normas de segurança”. [7]

Com a ação acanhada do FMI e do próprio Banco Mundial, em meio ao turbilhão da crise global, além de “ressuscitar” Keynes os economistas também trouxeram de volta um nome pouco conhecido “Bretton Woods”. O professor emérito da Fundação Getúlio Vargas e ex-ministro da Fazenda (governo Sarney), Luiz Carlos Bresser Pereira foi um desses; num artigo intitulado “Nova Bretton Woods”, Bresser afirma:

“Nos próximos dias, os líderes políticos e econômicos dos grandes países reunir-se-ão para discutir uma Bretton Woods, ou seja, uma nova arquitetura e um sistema de regulação mais rigoroso para o sistema financeiro mundial”. [8]

Embora esteja claro o que Bresser e outros economistas querem dizer quando afirmam que o mundo precisa de uma “Nova Bretton Woods”, para o leitor poder assimilar em profundidade o que isso significa, lembramos que o termo é uma referência ao encontro histórico que, em 1944, redesenhou o sistema financeiro mundial.

Na reta final da Segunda Guerra Mundial, com a Europa destruída, 44 países se reuniram na cidade americana de Bretton Woods, sob a batuta dos EUA, criando instituições tais como o FMI e o Banco Mundial.

Para o economista Luís Gonzaga Belluzo, da Unicamp, a conjuntura mundial exige uma “supervisão financeira global”. “Talvez um novo organismo”, diz, “para evitar bolhas como a do subprime”. Quando indagado se seria o tal organismo um super Banco Central Internacional, Belluzo responde: “Essa era a proposta do [economista inglês John] Keynes [em 1944]. Ele defendia uma espécie de moeda internacional, com gestão multilateral, para servir como referência às reservas nacionais”. [9]

A proposta de Keynes não vingou e o dólar se estabeleceu definitivamente como a moeda internacional. Foi o chamado “padrão ouro”, que estabelecia um lastro do metal para cada dólar americano. Os demais países tinham então suas reservas referenciadas em dólar e poderiam trocar no Federal Reserve seus dólares por ouro. Em 1971, no governo Richard Nixon, os EUA abandonaram unilateralmente o sistema. Nascia o câmbio flutuante e começava a grande farra que veio desembocar na maior crise financeira de todos os tempos.

Remédio amargo

Os Estados Unidos precisam regular, e rápido, o seu sistema financeiro sob pena de não conseguirem controlar a atual crise e perderem sua hegemonia no setor, advertiu a economista Maria da Conceição Tavares em entrevista à Agência Reuters. “Ou os EUA resolvem quais são as regras agora, enquanto são donos do cassino, ou daqui a pouco não adianta nada porque não serão mais os donos. É mais fácil fazer acordo quando eu, que sou a banca, faço as regras e convido os demais a seguirem ou se adaptarem”, completa a professora da UFRJ e da Unicamp e uma das principais vozes da economia brasileira desde a década de 1970.

Como vimos no início deste artigo, a crise é “muito séria”; não existe esse negócio de “marolinha”, como haviam rotulado o Presidente Lula e a sua “favorita” ministra Dilma Rousseff. “Nunca chegamos tão perto de um colapso completo do sistema, desde os anos 30”, afirma o megainvestidor George Soros.

Para situações drásticas, atitudes drásticas. É isso que espera o novo presidente americano, Barack Obama. Não é à toa que a jornalista Kathleen Parker, colunista do “Washington Post” e comentarista da NBC, escreveu um artigo publicado nesta quarta-feira com o título “Parabéns e pêsames”. “Os dois maiores desafios do novo presidente são a economia e a política externa, dois pedaços do mesmo rolo de tecido. Quem for presidente [ela escreveu antes de saber o resultado] terá que aceitar uma velha máxima conservadora segundo a qual é preciso fazer o que é necessário, mesmo que doa”. [10]

O apocalipse, como já foi tratado aqui em outros artigos, nos mostra que no final da história, pouco antes da volta de Jesus, haverá uma conjugação dos poderes terrestres contra o fiel povo de Deus (Apocalipse 12:17 e 14:12). Neste conluio, estarão unidos a Igreja e o Estado e será promulgado um decreto religioso com aplicação no campo econômico:

“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte; para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome” (Apocalipse 13:16-17).

Faz alguns anos, um jornalista da revista Veja, numa entrevista publicada nas páginas amarelas da revista, fez a seguinte pergunta para a senhora Alice Rivlin, citada na época como a mais poderosa economista americana:

“Veja – O banco central americano, o Fed, já mexe com a economia de todo o mundo, quando toma suas decisões. Vai existir algum dia um banco central mundial?

Rivlin – Os bancos centrais hoje se relacionam de modo muito intenso e, eventualmente, vai existir um mecanismo mundial de controle de moeda”. [11]

Sim. Há muito tempo inúmeras forças – principalmente nos campos político e religioso – vêm trabalhando em prol desta união. O mundo está maduro e com o palco preparado para os eventos finais da História. Todos os atores e protagonistas mundiais estão assumindo os seus papéis e, de forma consciente ou não, seguindo o “script” das profecias.

Olhando para o quadro que se forma no cenário mundial, pergunto: Como negar que estamos, de fato, vivendo os dias finais da História? Como duvidar que o Senhor Jesus está voltando?

Elizeu C. Lira, Editor do site IASD em Foco

Fonte - IASD em Foco

Fungo ameaça segurança alimentar mundial

Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, afirma que o fungo do trigo, conhecido como Ug99, representa uma grande ameaça para plantações em todo o mundo.

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, anunciou, nesta quarta-feira, que os representantes dos países produtores de trigo lançaram um apelo para ação conjunta no controle e prevenção do fungo Ug99.

Segundo a FAO, o fungo que ataca o talo do trigo, representa uma grande ameaça para plantações e para a segurança alimentar mundial.
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Fonte - Radio ONU

Ingresso de Igrejas Ortodoxas no Conic é histórico

O presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), pastor sinodal Carlos Augusto Möller, classificou de "histórico" o ingresso da Igreja Greco-Ortodoxa de Antioquia e da Igreja Ortodoxa Grega (Patriarcado de Constantinopla) como Igrejas-membro do Conic. O ato de adesão aconteceu durante a 13ª Assembléia que o Conselho realiza, desde o dia 13, em Luziânia (GO).

"O ingresso de duas Igrejas Ortodoxas é histórico e altamente significativo porque elas se juntam a nós e querem conosco dialogar, caminhar no ecumenismo e dar testemunho do que vivemos no Brasil", disse Möller. Segundo o presidente, a função do movimento ecumênico, no Brasil e no mundo, passa por uma fase de reflexão "muito crítica". Por esta razão, a adesão das duas Igrejas assume um caráter significativo.

"O ingresso das duas igrejas fortalece o Conic e reitera o mandato de sermos um Conselho que reúne as Igrejas para a convivência ecumênica. Além disso, anima as Igrejas para seu testemunho no país. A sociedade brasileira clama por um testemunho claro das Igrejas", afirmou o presidente. O Conic, agora, passa a ter oito Igrejas-membro.

Fonte - Canção Nova

Nota DDP: A ICAR agradece.

Holanda derruba artigo que proíbe blasfemar

Por decisão do governo holandês, o polêmico artigo 147, que proíbe a blasfêmia, será abolido do Código Penal do país. Com isso, insultos a divindade, a religião ou o que é considerado sagrado não serão mais considerados crimes.
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Para facilitar a retirada do artigo 147, o ministro disse que se aplicará o artigo 137, que penaliza a pessoa que proferir injúrias contra um grupo, raça ou religião.
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Fonte - Radio Nederland

Nota DDP: Em outras palavras, fale e faça o que quiser com o nome de Deus, mas não levante nada contra qualquer religião. Além da inversão de valores, a clara intenção de se penalizar qualquer pessoa que disser algo contra outro segmento religioso. Dizer que ele seja representante da besta, por exemplo?

Ventos acalmam-se e facilitam trabalho dos bombeiros no sul da Califórnia

Incêndios florestais devastam na área metropolitana de Los Angeles.Centenas de casas foram queimadas, e 50 mil pessoas foram evacuadas.
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Fonte - G1

Nota DDP: Impressionante a quantidade de incêndios ocorridos nesta área dos EUA nos últimos tempos.

Terremoto na Indonésia deixa um morto

O terremoto que atingiu ilhas ao norte da Indonésia matou ao menos uma pessoa, informaram as autoridades locais. O índice, no entanto, não é definitivo, pois o governo admite a destruição de muitas casas na região atingida. Não há informações sobre feridos.

As autoridades enviaram equipe de resgate e especialistas à região, para elaborar um informe sobre a situação, incluído o número de vítimas e de imóveis destruídos ou danificados.

A agência oficial da Indonésia, Antara, disse que milhares de pessoas fugiram de suas casas e hotéis na província de Gorontalo. Na cidade, uma pessoa estava ferida e vários edifícios desmoronaram. Na capital Jacarta, autoridades afirmaram não saber se há vítimas.

“Em um terremoto desses, é muito provável que haja vítimas”, disse um funcionário dos serviços geológicos indonésios. Os habitantes de Tolitoli - a 250 km do epicentro – também disseram que prédios caíram.

Fonte - G1

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Obama deve afastar tribunais dos EUA da direita

WASHINGTON (Reuters) - O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, terá a oportunidade de nomear dezenas de juízes federais nos próximos quatro anos, revertendo assim a guinada direitista do Judiciário, registrada no governo de George W. Bush.

Com a ajuda de uma ampla maioria no Senado, Obama, ex-professor de Direito Constitucional, vai nomear juízes que poderão interferir sobre questões polêmicas, como o casamento gay, a pena de morte, o aborto e temas ligados às guerras do Iraque e Afeganistão.

Esses juízes, na Suprema Corte e em tribunais federais inferiores, também deverão receber contestações a políticas de Obama, como a reforma na saúde pública.

Os magistrados podem ser o legado mais duradouro de um presidente, pois suas nomeações são vitalícias. John Roberts e Samuel Alito, nomeados por Bush, ainda não completaram 60 anos e devem se manter como vozes conservadoras na Suprema Corte durante décadas.

Obama, que foi contra essas indicações, por causa da suposta tendência dos juristas de se alinharem com os poderosos ao invés dos indefesos, diz que o direito deve ser uma forma de corrigir desequilíbrios.

"Precisamos de alguém que tenha coração, empatia, que reconheça o que é ser uma mãe adolescente", disse ele no ano passado à entidade Planned Parenthood.

"Ele tem a oportunidade de selecionar juízes que possam restaurar o equilíbrio dessas cortes e ampliar proteções a trabalhadores, mulheres e pessoas de cor, proteções constitucionais que os juízes de Bush rejeitaram", disse Nan Aron, presidente da Aliança pela Justiça.

Mas as primeiras indicações de Obama não devem alterar a composição ideológica da Suprema Corte, pois os primeiros a se aposentarem devem ser juízes liberais - John Paul Stevens, Ruth Bader Ginsburg e David Souter.

Mas a substituição deles por outros liberais já será uma derrota para os conservadores, que durante décadas se empenharam em criar uma maioria de "construcionistas estritos", que interpretam a Constituição ao pé da letra.

"A perda final é que haverá pessoas mais jovens (na Suprema Corte) que perpetuarão uma idéia de Constituição que os conservadores gostaria de pensar que fosse transitória", disse Manuel Miranda, presidente da Third Branch Conference.

Observadores do Judiciário dizem que Obama será pressionado a indicar uma mulher. Possíveis candidatas são as juízas Diane Wood e Sonia Sotomayor, ou a professora de Harvard Dean Elena Kagan.

Se for reeleito em 2012, Obama terá então uma maior oportunidade de levar a Suprema Corte para a esquerda. Curt Levey, do conservador Comitê para a Justiça, estima que Obama teria 75 por cento de chance de estabelecer uma maioria liberal se conseguir um segundo mandato.

Fonte - O Globo

Bush defende expansão da democracia contra extremismos religiosos

Nações Unidas, 13 nov (EFE) - O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, defendeu hoje na Assembléia Geral da ONU a expansão internacional da democracia como a melhor arma para combater os extremismos religiosos e abrir caminho para a paz.

Em seu último pronunciamento no fórum multilateral antes de deixar a Casa Branca em janeiro, o líder assegurou que nos últimos oito anos teve "o privilégio de presenciar como a liberdade e a fé podem resgatar vidas e dirigir o mundo à paz".

"A melhor maneira de salvaguardar a liberdade de religião é acudir em ajuda da democracia", assegurou o presidente americano em seu discurso no diálogo inter-religioso realizado desde quarta-feira na sede da ONU em Nova York.

"A expansão da democracia também representa o caminho mais promissor à paz", acrescentou.

Bush citou a defesa da liberdade religiosa exercida por seu país em situações que vão desde "a libertação dos campos de concentração na Europa, à proteção de muçulmanos em lugares como o Kosovo, Afeganistão e Iraque".

"Hoje, os EUA continuam com a nobre tradição de considerar a liberdade religiosa como um dos eixos centrais de nossa política externa", ressaltou.

Nesse sentido, estimulou outros países a entender que a liberdade religiosa é o fundamento de uma sociedade "saudável e com esperança".

"Não temos medo de respaldar os dissidentes religiosos e crentes que praticam sua fé, inclusive ali onde não são bem-vindos", disse.

O presidente observou que os povos que gozam de liberdade de expressão e opinião "podem desafiar as ideologias do ódio, defender suas crenças religiosas e denunciar os que querem manipular com fins ruins".

Bush disse que a religião faz parte do "núcleo" de suas crenças e destacou o efeito transformador que a fé teve "há muito anos" em sua vida.

Ele assegurou que sua religião -pertence à Igreja metodista- lhe sustentou ao longo das "dificuldades e alegrias" de sua Presidência.

"Talvez professemos cultos diferentes e oremos em lugares diferentes, mas nossa fé nos conduz a valores comuns", destacou.

O presidente americano advertiu de que a Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada há 60 anos pelas Nações Unidas recolhe a liberdade de professar e mudar de religião.

"A liberdade é o presente de Deus a cada homem, mulher e criança, e essa liberdade inclui o direito de todo o mundo a render culto da maneira mais apropriada que lhe pareça", afirmou.

A reunião que terminou hoje na Assembléia Geral a ONU sobre a "Cultura da Paz" é uma iniciativa da Arábia Saudita para aprofundar o diálogo entre confissões religiosas que começou na conferência realizada em julho em Madri.

Fonte - G1

Bispos europeus proporão resposta ética frente à mudança climática

13.11.2008 - Os cristãos devem promover «estilos de vida moderados

A postura dos cristãos frente à mudança climática é um dos temas abordados pela Comissão de Representantes das Conferências Episcopais da Europa (COMECE), durante a Assembléia Plenária de outono que se celebra até amanhã em Bruxelas.

Os prelados têm previsto estudar o informe «Visão cristã sobre a mudança climática», que foi elaborado por um grupo de especialistas nomeado pela própria COMECE no mês de janeiro passado, e presidido pelo antigo comissionado da União Européia, Franz Fischler.

Este informe sublinha que a mudança climática supõe um «grande desafio para a humanidade», ao qual se deve responder desde «propostas éticas», especialmente duas: a justiça intergeracional e a solidariedade para com os países do sul do mundo.

Durante a apresentação deste informe, em 24 de outubro passado, seus responsáveis afirmaram que «é necessário reconhecer que a luta contra a mudança de clima é antes de tudo um problema de ethos público. Será difícil de solucionar sem desafiar certos modos de organizar a sociedade, sem perguntar-nos sobre nosso modo de convivência e nosso sistema de valores».

Segundo o informe, esta reflexão ética «poderia estar baseada na teologia cristã, especialmente nos valores e nos princípios do ensinamento social da Igreja – a justiça global, a preferência pelos mais fracos, a subsidiariedade e a responsabilidade para com o bem comum».

Mas antes de tudo, sublinham os autores, a mudança climática «é um problema de justiça intra e intergeracional», frente aos países em vias de desenvolvimento e as futuras gerações, que enfrentarão o problema.

A mudança de clima «é somente um sintoma de um modo de viver insustentável, de modos de produção e modelos de consumo que não sobreviverão no futuro», acrescenta o informe.

Neste sentido, a Europa tem uma «especial responsabilidade» em combater a mudança climática, dada sua capacidade tecnológica e financeira e sua experiência em ações de cooperação. É também uma especial responsabilidade por parte dos cristãos.

O informe exige que se proponham «modos de viver baseados na moderação voluntária». «A Igreja Católica e todos os cristãos são os mais preparados para propor uma mudança na forma de viver, com iniciativas concretas e com seus exemplos de moderação».

«Nas décadas recentes, a teologia cristã preparou o mundo para uma visão renovada da criação de Deus e uma percepção mais afinada sobre o lugar e o papel do gênero humano», como «administrador da Criação». Portanto, a relação da humanidade com o ambiente «pode ser considerada racionalmente também como um problema moral».

A proposta ética cristã sobre a criação, acrescenta o informe, deve basear-se no «respeito à dignidade humana», na «visão global da justiça social», na «subsidiariedade», na «solidariedade» e na «sustentabilidade», assim como no «princípio de precaução» diante de condutas das quais não haja segurança de que não gerarão danos indesejáveis.

Fonte - Zenit

Países europeus anunciam recessão

As economias européias anunciaram nesta sexta-feira a contração no Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre Apenas a França escapou, registrando leve expansão de 0,1% no período.

Em comparação ao segundo trimestre, o PIB da Itália diminuiu 0,5%, o que representa a maior queda desde 1998, depois de contrair-se 0,4% no segundo trimestre ante o primeiro. Dessa forma, o país entra em recessão pela primeira vez desde o início de 2005. Já a Espanha registrou contração de 0,2% em relação ao segundo trimestre.

O PIB francês, por sua vez, registrou leve expansão de 0,1% no terceiro trimestre em relação ao segundo, mostraram dados do instituto de estatísticas Insee. Economistas esperavam queda de 0,1%. No segundo trimestre, a economia francesa havia registrado contração de 0,3%, de acordo com informação da ministra das Finanças francesa, Christine Lagarde. Dois trimestres seguidos de contração do PIB significariam uma recessão técnica.

Fonte - Opinião e Notícia

Vaticano e Brasil assinam acordo jurídico sobre Igreja Católica

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No ato, Amorim lembrou que, apesar da grande presença da Igreja Católica no Brasil, "sempre se respeitou a separação entre Igreja e Estado" e que "não existia um acordo bilateral que regulamentasse os direitos e deveres das relações" entre eles.

O chanceler brasileiro destacou que seu país sempre reconheceu a liberdade das atividades eclesiásticas e avaliou positivamente a importante tarefa dos sacerdotes que trabalham no Brasil "dando apoio espiritual e colaborando em obras sociais".

Mamberti pediu que este acordo não seja considerado um "privilégio", pois "não é um privilégio reconhecer uma realidade tão relevante como a Igreja Católica".

Além disso, expressou seu desejo de que este texto "favoreça a missão da Igreja" no Brasil.

Fonte - EFE

Nota DDP: Estado laico, sei. Desculpem-me pela ironia, mas lembrei da declaração de um jogador de futebol: "Eles fingem que pagam nosso salário e nós fingimos de que jogamos". "Nós fingimos que o estado é laico e o povo finge que acredita."

Grande nuvem asiática de poluição disfarça aquecimento, diz ONU

PEQUIM (Reuters) - Uma nuvem de 3 quilômetros de espessura formada de fuligem marrom e outros poluentes está escurecendo cidades da Ásia, matando milhares de pessoas e prejudicando a produção agrícola, mas estaria protegendo a região dos piores efeitos das mudanças climáticas, afirmou a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta quinta-feira.

A imensa coluna de fumaça formada por dejetos de fábricas, incêndios, carros e desmatamento contém algumas partículas que refletem a luz do Sol para longe da Terra, diminuindo o aquecimento do planeta.

"Uma das consequências da nuvem marrom atmosférica tem sido mascarar a natureza real do aquecimento global em nosso planeta", disse Achim Steiner, chefe do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. As declarações foram dadas no lançamento, em Pequim, de um novo relatório sobre o fenômeno.

O montante de luz solar que chega à Terra atravessando essa nuvem caiu em até um quarto nas áreas mais afetadas e, se o véu marrom dispersar-se, as temperaturas globais podem subir até 2 graus Celsius.

No entanto, o efeito derradeiro de brecar as mudanças climáticas não representa o lado positivo de um fenômeno prejudicial.

A sufocante nuvem de poluentes pode controlar a temperatura, mas a mistura de partículas significa que a poluição está acelerando o aquecimento em algumas das áreas mais vulneráveis e intensificando as consequências mais devastadoras do aumento de calor.
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Há nuvens marrons semelhantes sobre partes da Europa, da América do Norte, da África e da bacia Amazônica. Os cientistas, no entanto, concentraram-se por enquanto na nuvem asiática, que se estende da península Arábica ao oceano Pacífico.

Fonte - Reuters

Lula pede para papa dar conselho sobre a crise

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o papa Bento XVI manifestou preocupação com a crise financeira internacional em uma audiência fechada que tiveram no Vaticano nesta quinta-feira (13). “Ele disse que a crise é grave”, relatou o presidente. “Eu pedi ao papa que nos seus pronunciamentos ele fale da crise econômica, pois, se todo o domingo o papa der um ‘conselhozinho’, quem sabe a gente encontra mais facilidade para resolver o problema”, afirmou. O encontro, que ocorreu na biblioteca do Vaticano, durou 24 minutos e foi acompanhado por dois tradutores. Lula afirmou ter dito ao papa que sua preocupação é com a situação das camadas mais pobres da população. (...)

“O Brasil sempre trabalhou e trabalhará para ter uma boa relação com os papas”, disse Lula. O presidente presenteou o papa com uma escultura de barro de uma família de retirantes nordestinos e ganhou uma caneta do pontífice. “Eu disse uma vez, logo depois da visita dele ao Brasil, que a imagem que eu tinha dele era a que passava na TV: um homem sisudo e de poucos amigos. A verdade é que ele é um homem afável e fiquei surpreso por ele ser bem informado sobre o Brasil.” (...)

Em seguida, representantes do governo brasileiro e do Vaticano assinaram acordo que ratifica normas já previstas na legislação brasileira, da atuação de religiosos no país.

“Não são estipulados privilégios e, sim, é reconhecida a importância da Igreja católica no Brasil”, afirmou Mamberti em seu discurso, no qual manifestou a satisfação da Igreja pelo acordo alcançado. “Acho que é um acordo histórico porque regulamenta todos os aspectos jurídicos da Igreja, que conviveu muitos anos tranqüilamente no Brasil”, declarou à imprensa o cardeal Claudio Hummes, que assistiu à cerimônia. (...)

(G1 Notícias)

Nota: Talvez Lula não esteja atento, mas o papa já andou dando “conselhozinhos” sobre como lidar com a crise ambiental: observar o domingo como dia sagrado (dia de descanso para a "mãe Terra"). Talvez o conselho para resolver a crise financeira vá na mesma direção.[MB]

Primeira cúpula religiosa na ONU

Realiza-se dias 12 e 13/11/2008 a primeira reunião na ONU envolvendo religiões e políticos em busca de uma cultura de paz no mundo. É a “Conferência para o diálogo entre fé e culturas”, promovida por desejo do soberano saudita, Rei Abdallah. Essa reunião resulta de outra, ocorrida em Madri, em Julho de 2008, que fora convocada pelo rei da Arábia Saudita, reunindo quase todas as igrejas do mundo para discutir sobre o diálogo inter-religioso. Na reunião de Madri, que envolveu islâmicos, judeus, cristãos e outras religiões, houve a solicitação de que a ONU se inserisse no diálogo inter-religioso. E ela está fazendo, pelo visto, tem pressa nessas reuniões. “Mais de uma dezena de líderes políticos se reunirão na Organização das Nações Unidas para impulsionar uma “cultura de paz”, insistindo em combater os equívocos em torno das religiões, especialmente o islã, e contra o crescimento do racismo, da xenofobia e da intolerância no mundo.”

A maior parte dos chefes de estado virão de países árabes, muçulmanos. O presidente George Bush estará presente nos dois dias. “Será uma conferência muito importante”, assegurou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmando que a ONU é o centro dos esforços mundiais no sentido de impulsionar respeito mútuo, compreensão e diálogo. “Está prevista a participação na Conferência de Nova Iorque de dez chefes de Estado, seis chefes de Governo, além de numerosas delegações ministeriais de alto escalão. A Inglaterra estará representada pelo Premier Gordon Brown, e a França pelo ex-presidente francês, Jacques Chirac. Até agora, 65 delegações pediram para intervir durante os trabalhos de dois dias.” A iniciativa da reunião foi do rei Abdulá bin Abdulaziz, da Arábia Saudita, guardião de duas mesquitas sagradas.”

A reunião objetiva promover a “compreensão e o reconhecimento entre religiões, diferentes confissões e culturas, a comunidade internacional poderá promover mais diálogo, harmonia e reconciliação, disse Ban. “Estou certo de que darão um bom impulso”, ressaltou.” Não há justificativa para discursos de ódio que incite à violência ressaltou Ban Ki-moon. A “Conferência para o Diálogo entre as confissões e as culturas” espera poder difundir um novo clima de otimismo na cena mundial e no Oriente Médio.”

È de se lembrar que, paralelamente, corre pelo mundo outro debate sobre o proselitismo. Vai na direção de que todas as religiões fiquem com seus membros e nenhuma religião tente “roubar” membros de outra. A prática de proselitismo vem sendo cada vez mais visto como ato terrorista entre as religiões. Aliás, deverá ficar uma exceção para a Igreja Católica uma vez que “ela possui toda a verdade”.

“O presidente da Assembléia Geral da ONU, o sacerdote católico nicaragüense Miguel d’Escoto, afirmou que a questão da reunião não é a religião. Se falará sobre os valores comuns das diferentes culturas, sejam religiosos, de civilizações, éticos ou filosóficos, acrescentou.” São pontos em comum que facilitam a unificação de todo o sistema de adoração.

Baseado em: MWGlobal e O Ecumene
2008-11-12

Fonte - Cristo Voltará

Crise financeira fecha supermercados aos domingos

A crise financeira vem ajudando pela santificação do domingo. O comércio atacadista e os supermercados do estado do Espírito Santo estarão baixando as portas aos domingos a partir de 1º de janeiro de 2009. É uma solução para baixar custos. “A redução de custos é a principal explicação para manter os estabelecimentos fechados, destaca o superintendente da Associação Capixaba de Supermercados (Acaps), Héli Schneider.” A notícia informa que “a multa para quem não cumprir a convenção é pagar um salário para cada funcionário (no valor do salário do mesmo) por cada domingo trabalhado. Desse montante, 70% ficam com o empregado e 30% são destinados ao sindicato.” O rateio da multa é algo parecido ao que se fazia na Idade Média, com os denunciantes que repartiam os bens do denunciado com a igreja.]

(Gazeta Online)

Fonte - Cristo Voltará

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Vaticano e Brasil assinam acordo jurídico sobre Igreja Católica

O Vaticano e o Brasil assinaram hoje um acordo que regulamentará aspectos jurídicos da Igreja Católica no país. O acordo foi assinado durante a visita realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao papa Bento 16.

O núncio apostólico no Brasil, Lorenzo Baldisseri, disse à "Rádio Vaticana" que o acordo defende "a personalidade jurídica da igreja para o pleno desenvolvimento de sua missão apostólica e pastoral".

A assinatura do estatuto aconteceu no Palácio Apostólico, pouco depois da reunião entre Bento 16 e Lula.

Ao protocolar a assinatura, estavam presentes Lula, o secretário de Estado vaticano, Tarcisio Bertone; e os ministros de Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, e o da Santa Sé, Dominique Mamberti.

Embora o papa não estivesse presente durante o ato, durante a audiência com Lula, Bento 16 expressou seu agradecimento ao presidente brasileiro pelo acordo que seria assinado pouco depois.

O Vaticano anunciou que não serão divulgados detalhes do estatuto jurídico assinado hoje, que, segundo fontes brasileiras, inclui "aspectos relativos à liberdade de credos e ao ensino religioso nas escolas públicas".

Fonte - BOL

Nota DDP: Por que será que é feito em secreto, hein?

Obama como presidente dos EUA: Quem ganha, quem perde

Já faço antecipadamente a ressalva sobre o aspecto ideológico dos argumentos encampados, mas achei interessante o enfoque, tendo em vista que vem de um grupo que não entende os EUA no mesmo prisma escatológico que os adventistas do sétimo dia.

Quero fixar a atenção apenas na linha de argumentação religiosa.

Interessante também ler antecipadamente a primeira parte do FAQ deste blog.
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“Eu vim em nome de meu Pai, e não me aceitais; se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis.” — Jesus Cristo

Hugo Chavez, da Venezuela. Fidel Castro, de Cuba. Mahmoud Ahmadinejad, do Irã. Lula, do Brasil. O que eles têm em comum? Historicamente, eles sempre optaram pelo antiamericanismo. Eles nunca pensariam em louvar Jesus Cristo. Apesar do antiamericanismo deles, eles louvaram Barack Obama por ter sido eleito presidente dos EUA.
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A própria ONU, toda alegre, não perdeu tempo em fazer contato com Obama.
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E agora, como ficam os EUA espiritualmente?

Bill Keller, o principal evangelista do mundo na esfera da internet, está há preocupado com a crise econômica e com a eleição de Barack Hussein Obama como o 44º presidente dos EUA. Keller declarou: “A mão de Deus foi removida desta nação”.

Keller disse que os EUA elegeram um homem que garantirá o fortalecimento das leis para que o aborto seja disponível em todo o território americano, promoverá a radical agenda homossexual e terá amizade com as nações que querem ver a destruição de Israel. Ele também disse:

“A destruição virá de muitas formas, tais como a introdução de leis que permitirão que a Bíblia seja tratada como discurso preconceituoso, como já fizeram outros países. Pela primeira vez, aqueles que se recusam a negociar a verdade da Bíblia e pregar o Evangelho sentirão perseguição real e tangível”.
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Obama, com seu messianismo esquerdista sofisticado, ameaça mergulhar não só os EUA, mas também o mundo inteiro nos mesmos absurdos.

Sem perda de tempo, representantes de Obama já entraram em contato com o governo da Síria, prometendo eliminar o isolamento desse país. Esse isolamento foi imposto pelos EUA anos atrás por causa do envolvimento da Síria no terrorismo contra Israel.

Mas, no que depender da imprensa liberal, o povo não verá o perigo desses absurdos. O povo verá apenas os “messias” e a beleza de suas promessas. Em seu primeiro discurso após a eleição, Obama fez o compromisso declarado de promover “paz e segurança” ao mundo.

Sob os aplausos dos inimigos de Israel, ele também declarou seu compromisso total de dar “paz e segurança” para Israel e para a “Palestina”.

Embora a Bíblia contenha avisos fortes contra os falsos messias — homens que prometem soluções miraculosas para o povo —, o mundo está encantado. Mas até onde irão? “Quando disserem: ‘Há paz e segurança’, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão”. (1 Tessalonicenses 5:3 ACF)

Fonte - Blog Júlio Severo

Bispos católicos pedem que Obama ajude na união dos EUA

12.11.2008 - A Igreja Católica dos Estados Unidos prometeu hoje colaborar com o presidente eleito americano, o democrata Barack Obama, e lhe pediu que os ajude em seus esforços para concretizar a união do país.

Em declaração emitida no encerramento de uma assembléia em Baltimore, estado de Maryland, a Conferência Episcopal dos EUA assinalou que, no entanto, essa unidade se vê ameaçada pelas divisões criadas na sociedade pelo problema do aborto.
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"Os bispos da Igreja Católica nos Estados Unidos recebem comprazidos este momento de transição histórica e esperam trabalhar com o presidente eleito Obama e os membros da nova legislatura pelo bem de todos", afirmaram.

Os representantes da Igreja disseram ainda que "a união desejada por Obama e todos os americanos neste momento de crise será impossível de ser alcançada" se as políticas da nova Administração aumentarem os abortos.

"Mais uma vez expressamos nosso grande desejo de trabalhar com todos que desejam o bem comum de toda a nossa nação", assinalaram os bispos.

"O bem comum não é a soma total dos interesses individuais. O bem comum é alcançado mediante a concretização de uma vida comum baseada na razão e na boa vontade para todos", acrescentaram.

Fonte - G1

Nota DDP: Está lançada a moeda de troca (apoio x interesses). A famosa chantagem. Aguardemos em que termos ela será tratada diplomaticamente. Questões como aborto e união homoafetiva podem ser "trocadas" por outras de mais interesse das partes... Especialmente de uma delas...

Bento XVI explica por que não precisamos temer futuro

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 12 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- O cristão não tem medo do futuro nem do fim do mundo, pois Cristo está do seu lado, assegura Bento XVI.
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Fonte - Zenit

Nota DDP: O discurso encampado sobre a volta de Jesus nesta notícia é tão ambíguo que prefiro me abster aos comentários. Mas gostaria de deixar registrado, caso venham novas manifestações neste sentido, o que imagino que acontecerá.

Obama agirá rapidamente na questão climática

WASHINGTON - O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, tomará medidas contra o aquecimento global logo no início do seu governo, disse na quarta-feira um consultor ambiental, num momento de dúvidas sobre a adoção de um programa de limitação às emissões de carbono no país antes de 2010.

"O presidente eleito agirá rapidamente a respeito da mudança climática", disse Jason Grumet, que foi o principal consultor de energia e meio ambiente da campanha de Obama, durante uma conferência de empresários e dirigentes setoriais sobre o mercado das emissões de carbono.

"Minha sugestão a todos vocês é que aproveitem a temporada de festas e descansem, porque acho que será um 2009 muitíssimo movimentado", disse Grumet, citado como possível secretário de Energia.

Ele não entrou em detalhes nem respondeu a perguntas. Mas afirmou que os EUA têm sido omissos "há muitos anos na sua política climática federal, num programa federal climático com elementos compulsórios."

Os EUA são o único grande país industrializado que rejeitou suas metas de redução de emissões sob o Protocolo de Kyoto, um tratado internacional que expira em 2012.

Um projeto que criaria um sistema de comércio de carbono foi rejeitado neste ano no Senado. Este tipo de mercado permite que uma empresa ultrapasse suas metas de emissões de carbono adquirindo créditos gerados pela não emissão de outros setores ou por projetos ambientais.

O democrata Jeff Bingaman, presidente da Comissão de Energia e Recursos Naturais do Senado, disse que uma legislação energética - voltada para o desenvolvimento de fontes alternativas e à melhoria da eficiência energética - precisaria ser aprovada antes que fosse instituído o sistema de limitação e comércio de carbono.

"Eu não limitaria isso ao primeiro ano ", disse Bingaman na conferência. "Acho que a realidade é que pode levar mais do que o primeiro ano para que tudo seja feito."

A complexidade da empreitada e a atual crise financeira são fatores que poderiam atrasar o processo, segundo ele.

Fonte O Estadão

Nota Resta uma Esperança: Que possamos nos preparar para enfrentar venha o que vier no anos seguintes, pois acredito fielmente que estamos à beira do fim. Devemos aproveitar o tempo que ainda temos para pregar e nos preparar para este fim. Acredito que o tempo de descansarmos em cima da tarefa que nos foi confiada por Deus, terminou, ou trabalhamos agora ou ficaremos em débito com o Senhor e isso poderá trazer um final de consequências eternas terríveis para os negligentes.

Crise econômica convoca testemunho dos empresários cristãos

LISBOA, quarta-feira, 12 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- No contexto da crise econômica, os empresários cristãos são chamados a testemunhar sua liderança e os valores da Doutrina Social da Igreja, recorda uma entidade portuguesa.
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Ao destacar que «a ética teria evitado a crise mundial que hoje vivemos», a ACEGE sublinha «o papel decisivo dos valores, bem como do contínuo processo de formação ética dos empresários e gestores».

Fonte - Zenit

Nota DDP: E dos empresários cristãos aos demais...

Recuperação da Europa, EUA e Japão virá em 2010

PARIS - Os EUA irão arrastar muitos países desenvolvidos para uma longa recessão, afirmou a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), prevendo que a maior economia mundial será a mais atingida durante a desaceleração atual. Segundo o órgão, as economias da OCDE como um todo entraram em recessão e irão encolher 0,3% no próximo ano e se recuperar em 2010, com um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,5%. A OCDE projeta que tanto os EUA quanto a zona do euro podem experimentar quatro trimestres consecutivos de contração.
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Fonte - Estadão

Alemanha entra em recessão pela primera vez em cinco anos

A Alemanha, maior economia da zona euro, entrou oficialmente em recessão pela primeira vez em cinco anos, após a redução do Produto Interno Bruto (PIB) durante dois trimestres consecutivos, informa um comunicado oficial do Escritório Federal de Estatísticas (DESTATIS).

No terceiro trimestre, o PIB caiu 0,5% em relação ao período anterior, anunciou o DESTATIS em uma estimativa provisória. No segundo trimestre, a redução foi de 0,4%, depois de uma alta de 1,4% no primeiro, segundo dados definitivos.

Normalmente, considera-se que uma economia entra em recessão após o registro de queda por dois trimestres consecutivos.

A situação é mais grave que as previsões dos economistas entrevistados pela agência Dow Jones Newswire, que apostavam em uma queda de 0,1%.
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Fonte - G1

Nova ferramenta do Google rastreia gripe nos EUA

O Google lançou uma nova ferramenta de internet para ajudar a rastrear o contágio por gripe nos Estados Unidos.
A empresa de buscas online afirma que os americanos que ficam doentes procuram conselhos na internet através do Google sobre como combater gripe antes mesmo de ir ao médico.

Segundo o repórter da BBC Greg Morsbach, o Google implantou uma ferramenta que registra os pedidos de buscas para palavras comuns como "sintomas de gripe" ou "dores musculares".

A idéia é mapear grupos de pessoas infectadas pela gripe nos Estados Unidos para tentar rastrear a contaminação pela doença. A companhia também tem planos de expandir este sistema para outros países.
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Fonte - BBC

Nota DDP: Já foi considerada a peneteração do Google anteriormente:
- Google: serviço de imagens Street View pode gerar problemas
- CIA vai usar tecnologia da Google
- Big Google começa a assustar estrategistas e usuários da Web
- Tem alguém de olho em você
- Google é último em ranking de privacidade de ONG
- Crescimento do Google cria medo de um "Big Brother"
Se eles são capazes de mapear focos de gripe, imagine em relação a outros tipos de informação, como por exemplo, "rebeldes" da paz mundial, pregadores da divisão religiosa, como este blog e seu responsável. Aliás este espaço é do Google...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Mudanças climáticas: Quanto tempo mais?

A Agência Internacional de Energia, que NÃO É UMA ONG AMBIENTALISTA, informa que as temidas mudanças climáticas são inevitáveis. Com as atuais tendências ao consumo de combustíveis fósseis e o consequente aumento dos níveis de concentração de CO na atmosfera, a Agência fala num aumento de temperatura entre 3 (Folha de São Paulo) e 6 graus Celsius (New Scientist).

Até agora, o Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas afirmava que uma elevação entre 1 e 5 graus Celsius seria suficiente para causar sérios impactos no meio ambiente. A possibilidade de um aumento de 6 graus não era sequer considerada. E já não se fala mais em “até 2100”, mas em 2030.

O relatório de 2008 da Agência Internacional de Energia (www.iea.org) sobre as fontes e usos de energia no mundo será divulgado no dia 12.11.2008, em Londres, mas algumas informações nele contidas já começam a ser publicadas aqui e ali.
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Com isso, todos os demais problemas ambientais passam a ser periféricos. A prioridade absoluta passa a ser – como de fato já deveria ser há algum tempo – a elaboração de políticas de adaptação a uma nova realidade. Isso é o que os países sérios vêm fazendo.

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Para os que não acompanham o assunto de perto, vale lembrar que o Instituto Nacional de PesquisaS EspaciaIS - INPE, que tampouco é uma ONG mas um órgão do governo brasileiro, e onde não trabalham “ambientalistas” mas cientistas, entregou, há quase dois anos, ao presidente Lula, um extenso relatório sobre os impactos das mudanças climáticas no Brasil. Nele, os autores do relatório sugerem que o governo brasileiro se prepare para remover cerca de 46 milhões de pessoas do litoral. O relatório descreve, também, um semi-árido nordestino transformado numa região desértica ou quase, e a Amazônia caminhando em direção a uma savana.

Fonte - Luiz Prado Blog

Nota DDP: Nunca é demais fazer a ressalva. Ninguém se arvoraria a negar que existem mudanças substanciais no clima. O que se considera é a interferência do homem neste quadro e, em última instância, quais as medidas restritivas que serão tomadas como solução, as tais "políticas de adaptação a uma nova realidade".

No mais, 20 anos. Esse é o tempo para eventualmente se cumprirem catástrofes, agora certificadas por cientistas. Como sempre digo, não são mais os "crentes fanáticos" que estão pregando o fim. Ele chegou e já se faz notar.

Só que o desfecho é outro, começa com uma pequena nuvem no céu e termina com o arrebatamento daqueles que aguardam a manifestação do Salvador.

Sobre a referência ao INPE, que segundo me informaram asseverou que já teremos problemas em no máximo cinco anos (não consegui confirmar estes dados), as conclusões citadas podem ser acessadas aqui.

Crise econômica revela crise antropológica

BARCELONA, terça-feira, 11 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Crise econômica: por trás dela se esconde uma «profunda crise humana», sustenta o cardeal Antonio Cañizares, arcebispo de Toledo e primaz da Espanha.
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O cardeal começou descrevendo a profunda crise humana que se esconde por trás da atual crise econômica.

Esta carência antropológica, considerou, foi causada «pela construção de nossas vidas à margem de Deus, pelo relativismo moral, pelo laicismo radical e por uma ideologia de gênero insidiosa que leva à destruição da verdade do homem».

A ausência de Deus, segundo o primaz, é a chave do que acontece: «Todo o esforço do homem sem Deus conduz a um beco sem saída», afirmou.

Cañizarez recordou então que o centro e futuro da Igreja estão na Eucaristia e na adoração de Jesus Cristo, e que a Igreja não existe para si mesma, mas porque é de Deus e para Deus.

O purpurado acrescentou: «Deus está presente no sofrimento e dá soluções porque vive deste sofrimento, padece-o e pode nos libertar». Por isso, convidou os presentes à oração e à adoração.

Finalmente, o cardeal pediu novas gerações de cristãos para que o mundo se desperte com a Luz de Cristo e propôs um novo desafio para a Igreja: «impulsionar uma pastoral missionária para construir uma Igreja evangelizada e evangelizadora».

Fonte - Zenit

Nota DDP: Em outras palavras, a crise deriva da desobediência aos mandamentos, regras morais de Deus (no fundo é verdade), e passa pela adoção da eucaristia pelos cristãos como rito comum, ou seja, serviços religiosos dominicais. Aliás, no relato a eucaristia vem antes de Cristo como solução, daí porque o domingo (falsa adoração) está na frente da verdadeira adoração.

Holanda punirá insultos e declarações ofensivas vinculadas à religião

12.11.2008 - As autoridades holandesas vão retirar do seu arsenal penal um artigo que sancionava a blasfêmia. Contudo, este será substituído por um dispositivo que condena a discriminação, os "insultos graves" e as declarações "inutilmente ofensivas" dirigidas a indivíduos, relativas "à sua raça, à sua orientação sexual e à sua religião". Em última instância, a reforma conduz a prever um provável aumento das restrições da liberdade de expressão, num país que já vivenciou diversos episódios tumultuados neste campo, no decorrer dos últimos anos.
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Movidas pela preocupação de apaziguar as relações entre os holandeses de origem e a importante comunidade muçulmana, as autoridades haviam acenado em diversas oportunidades com a idéia de restaurar na lei o delito de blasfêmia. Entretanto, o projeto havia se revelado politicamente complexo demais. Isso porque o governo de centro-esquerda, composto por um partido cristão majoritário - o CDA, liderado pelo primeiro-ministro Jan Peter Balkenende -, por protestantes rigoristas, e ainda pelo partido trabalhista PVDA, estava dividido.
Um complicado compromisso, elaborado por Ernst Hirsch Ballin, o ministro democrata-cristão da justiça, foi então negociado. Ele acabou resultando no abandono de um artigo de lei adotado em 1932, e que na origem se destinava supostamente a proteger os cristãos contra uma campanha anti-religiosa lançada pelos setores comunistas. Este dispositivo havia sido abandonado em 1968, em decorrência de um processo cujo alvo era um escritor que havia alardeado a sua atração sexual por um deus que ele comparava com um jumento.

Em contrapartida, Ernst Hirsch Ballin propôs ampliar daqui para frente o alcance da noção de discriminação, de maneira a proteger melhor as crenças religiosas. Simultaneamente, ele assegurou que os humoristas e os jornalistas não deveriam "estar com medo". "Com a exceção de Deus, ninguém tampouco poderá insultar daqui para frente Alá ou Karl Marx", ironiza um dirigente do partido ecologista GroenLinks. "Não há razão alguma que justifique que os crentes devam ser mais bem protegidos do que os não-crentes", considera, por sua vez, um porta-voz do Socialistische partij (partido da esquerda radical). A reforma tem sido igualmente uma causa de preocupação para numerosos juristas.

Fonte - UOL

Nota DDP: Interessante como o assunto começa a se tornar recorrente. Chegará rapidamente o tempo em que um grupo não mais poderá pregar para o outro.

Judeus e católicos juntos

Budapeste, 11 nov (RV) - Está em andamento em Budapeste, na Hungria, o encontro entre a Comissão da Santa Sé para as Relações Religiosas com o Judaísmo e a delegação do Grão-rabinato de Israel para a Relação com a Igreja Católica.

O tema do encontro é: "A sociedade civil e a religião, perspectivas católicas e judaicas". O encontro foi organizado no âmbito dos 70 anos da "noite dos cristais".

O arcebispo de Budapeste e primaz da Hungria, Cardeal Péter Erdö, recordou que nas violências anti-semitas de 1938 na Alemanha e na Áustria mais de 8000 lojas foram destruídas, 1.400 sinagogas queimadas e milhares de pessoas mortas e deportadas. "Mas o mundo não reagiu", recordou. "Se isso aconteceu uma vez, pode acontecer novamente", acrescentou.

Mas sobre o encontro de Budapeste, a Rádio Vaticano entrevistou o presidente da Comissão para as relações religiosas com o Judaísmo, Card. Walter Kasper: "Constatamos que católicos e judeus têm os mesmos valores ou pelo menos valores semelhantes. E já que temos hoje na sociedade moderna também os mesmos desafios, a nossa intenção é enfrentá-los juntos".

O cardeal indica os campos nos quais se poderá colaborar de modo mais intenso: "Em especial no campo dos direitos humanos e da liberdade e, depois, na luta contra a pobreza e a miséria no mundo. Outro setor importante é a educação. Em todo caso, trata-se de um encontro amigável e de confiança mútua. Nós nos conhecemos há anos e nesses anos a confiança certamente cresceu. Agora queremos prosseguir".

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Tem um valor que entre estes dois grupos é bem semelhante, vejamos quem influenciará quem. Embora já saibamos a resposta.

Conferencia Episcopal dos EUA apresenta desafios a Obama

O arcebispo de Chicago e Presidente da Conferência Episcopal dos EUA, Cardeal Francis George, inaugurou esta segunda feira os trabalhos da Conferência dos bispos, em Baltimore, dedicando parte do seu discurso à recente eleição do novo presidente dos EUA, Barack Obama.

Afirmou antes de mais que “Obama se encontra perante desafios extraordinários e, enfrentando-os, deverá ter em conta o bem comum”. Os legisladores católicos, disse, devem seguir as indicações da própria fé, ao julgarem as directrizes políticas da nova administração. Os bispos, disse o Presidente da Conferencia Episcopal dos Estados Unidos, respeitam os políticos católicos, mas exortam-nos a não se esquecerem da doutrina católica.

Comentando as tarefas de Obama, o cardeal Francis George ressaltou que, ao trabalhar pelo bem comum da sociedade, “a justiça racial é uma das colunas da nossa doutrina; e a justiça económica , especialmente em relação aos pobres, outro pilar consistente”

Fonte - Ecclesia

Selo de Deus X Marca da Besta (parte II)

Algumas citações do Espírito de Profecia, que clareiam o assunto da controvérsia entre o sábado e o domingo nos últimos dias.

SAÍDA DO DECRETO DOMINICAL

Retorno ao domingo para acabar as calamidades naturais
“E então o grande enganador persuadirá os homens de que os que servem a Deus estão motivando esses males. A classe que provocou o descontentamento do Céu atribuirá todas as suas inquietações àqueles cuja obediência aos mandamentos de Deus é perpétua reprovação aos transgressores. Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são perturbadores do povo, impedindo a sua restauração ao favor divino e à prosperidade temporal. Assim se repetirá com motivos igualmente bem definidos a acusação feita na antiguidade contra o servo de Deus: "E sucedeu que, vendo Acabe a Elias, disse-lhe Acabe: És tu o perturbador de Israel? Então disse ele: Eu não tenho perturbado a Israel, mas tu e a casa de teu pai, porque deixastes os mandamentos do Senhor, e seguistes a Baalim." I Reis 18:17 e 18. Ao despertar-se a ira do povo por meio de falsas acusações, agirão para com os embaixadores de Deus de modo muito semelhante àquele que o apóstata Israel seguiu com relação a Elias” – Grande Conflito, pág. 590.

Remédio para o rebaixamento moral
“O poder operador de milagres manifesto pelo espiritismo, exercerá sua influência contra os que preferem obedecer a Deus a obedecer aos homens. Comunicações por parte dos espíritos declararão que Deus os enviou para convencer de seu erro os que rejeitam o domingo, afirmando que as leis do país deveriam ser obedecidas como a lei de Deus. Lamentarão a grande impiedade no mundo, apoiando o testemunho dos ensinadores religiosos de que o estado de rebaixamento da moral se deve à profanação do domingo. Grande será a indignação despertada contra todos os que se recusam a aceitar-lhes o testemunho” – Idem, 590-591.

Acusados de originar todo o mal
“Os que honram o sábado bíblico serão denunciados como inimigos da lei e da ordem, como que a derribar as restrições morais da sociedade, causando anarquia e corrupção, e atraindo os juízos de Deus sobre a Terra. Declarar-se-á que seus conscienciosos escrúpulos são teimosia, obstinação e desdém à autoridade. Serão acusados de deslealdade para com o governo. Ministros que negam a obrigação da lei divina, apresentarão do púlpito o dever de prestar obediência às autoridades civis, como ordenadas de Deus. Nas assembléias legislativas e tribunais de justiça, os observadores dos mandamentos serão caluniados e condenados. Dar-se-á um falso colorido às suas palavras; a pior interpretação será dada aos seus intuitos” – Idem, 592.

Os legisladores cederão à pressão popular
“Os dignitários da Igreja e do Estado unir-se-ão para subornar, persuadir ou forçar todas as classes a honrar o domingo. A falta de autoridade divina será suprida por legislação opressiva. A corrupção política está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade; e mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo. A liberdade de consciência, obtida a tão elevado preço de sacrifício, não mais será respeitada. No conflito prestes a se desencadear, veremos exemplificadas as palavras do profeta: "O dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo." Apoc. 12:17.” – Idem, pág. 592.

O mundo será iluminado com a pregação do Evangelho
“Assim será proclamada a mensagem do terceiro anjo. Ao chegar o tempo para que ela seja dada com o máximo poder, o Senhor operará por meio de humildes instrumentos, dirigindo a mente dos que se consagram ao Seu serviço. Os obreiros serão antes qualificados pela unção de Seu Espírito do que pelo preparo das instituições de ensino. Homens de fé e oração serão constrangidos a sair com zelo santo, declarando as palavras que Deus lhes dá. Os pecados de Babilônia serão revelados. Os terríveis resultados da imposição das observâncias da igreja pela autoridade civil, as incursões do espiritismo, os furtivos mas rápidos progressos do poder papal - tudo será desmascarado. Por meio destes solenes avisos o povo será comovido. Milhares de milhares que nunca ouviram palavras como essas, escutá-las-ão. Com espanto ouvirão o testemunho de que Babilônia é a igreja, caída por causa de seus erros e pecados, por causa de sua rejeição da verdade, enviada do Céu a ela. Ao ir o povo a seus antigos ensinadores, com a ávida pergunta - São estas coisas assim? - os ministros apresentam fábulas, profetizam coisas agradáveis, para acalmar-lhes os temores, e silenciar a consciência despertada. Mas, visto que muitos se recusarão a satisfazer-se com a mera autoridade dos homens, pedindo um claro - "Assim diz o Senhor" - o ministério popular, semelhante aos fariseus da antiguidade, cheio de ira por ser posta em dúvida a sua autoridade, denunciará a mensagem como sendo de Satanás, e agitará as multidões amantes do pecado para ultrajar e perseguir os que a proclamam” – Idem, pág. 606-607.

“Estendendo-se a controvérsia a novos campos, e sendo a atenção do povo chamada para a lei de Deus calcada a pés, Satanás entrará em ação. O poder que acompanha a mensagem apenas enfurecerá os que a ela se opõem. O clero empregará esforços quase sobre-humanos para excluir a luz, receoso de que ilumine seus rebanhos. Por todos os meios ao seu alcance esforçar-se-á por evitar todo estudo destes assuntos vitais. A igreja apelará para o braço forte do poder civil, e nesta obra unir-se-ão católicos e protestantes. Ao tornar-se o movimento em prol da imposição do domingo mais audaz e decidido, invocar-se-á a lei contra os observadores dos mandamentos. Serão ameaçados com multas e prisão, e a alguns se oferecerão posições de influência e outras recompensas e vantagens, como engodo para renunciarem a sua fé. Mas sua perseverante resposta será: "Mostrai-nos pela Palavra de Deus o nosso erro" - a mesma que foi apresentada por Lutero sob idênticas circunstâncias. Os que forem citados perante os tribunais, defenderão corajosamente a verdade, e alguns que os ouvirem serão levados a decidir-se a guardar todos os mandamentos de Deus. Assim a luz chegará a milhares que de outra maneira nada saberiam destas verdades” – Idem, 607.

Muitos apostatarão da fé Adventista do 7º Dia
“Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona sua posição, passando para as fileiras do adversário. Unindo-se ao mundo e participando de seu espírito, chegaram a ver as coisas quase sob a mesma luz; e, em vindo a prova, estão prontos a escolher o lado fácil, popular. Homens de talento e maneiras agradáveis, que se haviam já regozijado na verdade, empregam sua capacidade em enganar e transviar as almas. Tornam-se os piores inimigos de seus antigos irmãos. Quando os observadores do sábado forem levados perante os tribunais para responder por sua fé, estes apóstatas serão os mais ativos agentes de Satanás para representá-los falsamente e os acusar e, por meio de falsos boatos e insinuações, incitar os governantes contra eles” – Idem, 608.

Já podemos ouvir os passos de um Rei que Se aproxima!

Fonte - Prof. Gilson Medeiros

Selo de Deus X Marca da Besta (parte I)

Por que os Adventistas crêem que o domingo será a "marca da besta" do Apocalipse?

Preparei um estudo esquemático sobre o tema, que você pode usar como sermão em sua igreja. Hoje vou postar a primeira parte.

Bom proveito!
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I. A Marca da Besta – Apoc. 13:15-17

A. Identificando a Marca

1. A marca é colocada sobre a “fronte” ou sobre a “mão”. Sobre a fronte recebem aqueles que aceitam conscientemente tal marca, e sobre a mão receberão os que serão obrigados a aceitarem o dia de adoração estipulado pelo papado.

2. A Daniel já havia sido revelado que o poder usurpador alteraria a própria Lei de Deus, o que aconteceu sem sombras de dúvidas, especialmente na alteração do 2º e do 4º Mandamentos (cf. Dn 7:25)

O erudito católico romano, John A. O’Brien, em seu livro "The Faith of Millions" (Edição Revista, Huntington: Our Sunday Visitor, 1974, pág. 400-401), declara o seguinte: “Visto que o sábado, e não o domingo, é especificado na Bíblia, não é curioso que os não-católicos, que alegam extrair sua religião diretamente da Bíblia, e não da Igreja, observem o domingo em lugar do sábado? O costume de guardar o domingo se baseia na autoridade da Igreja Católica, e não num texto explícito da Bíblia” – Lição da Escola Sabatina, Out-Dez/1994, p. 97.

Que declaração impressionante! Como os ditos "evangélicos" respondem a tal afirmação? Com o silêncio...

3. Como sempre, o diabo deseja se opor a Deus e a tudo que diga respeito a Ele. É por isso que, desde o início, o diabo sempre procurou adulterar a doutrina divina e fazer com que as pessaos aceitem outra doutrina em seu lugar. Por exemplo, o espiritismo - Deus disse: "morre"... o diabo, arrogantemente, disse: "não morre" (cf. Gên. 3)... e a mentira perdura até hoje nas novelas, filmes, livros... e nas igrejas.

4. Com o sábado foi a mesma coisa. Deus disse: "Lembra-te do sábado para o santificar"... então veio o diabo e disse: "o sábado passou, agora devemos guardar o domingo"... e a mentira perdura até hoje.

B. Ferramenta de Opressão e Dominação Religiosa

1. Apenas aqueles que possuírem a marca da besta (aceitarem trocar o dia do Senhor pelo dia do papado) é que poderão continuar realizando as transações comerciais e financeiras para a manutenção da vida diária.

2. Alguns acreditam que tal "controle" se dará por meio de um chip implantado sob a pele. Pode ser que sim, mas isso não é o mais importante.

II. O Selo de Deus – Apoc. 9:4; 7:3

A. As Duas Partes do Selo de Deus

1. O Espírito Santo sela os conversos por ocasião do novo nascimento (cf. Efés. 1:12-14; 4:30).

2. O outro momento do selo é o evento do tempo do fim (Apoc. 7:3)

B. Quem Receberá o Selo de Deus?

1. Os fiéis
O nome de Cristo e o do Pai, colocados em Suas frontes, simbolizam que, pelo Espírito Santo, eles são participantes do caráter de Deus. Desfrutam a experiência do novo concerto, tendo assim a Lei de Deus inscrita no coração (cf. Heb. 8:10-12).

2. Os que rejeitarem a marca da besta
Aqueles que se mantiverem leais ao Senhor, mesmo sofrendo penalidades e privações terrenas, e não aceitarem a marca da besta em suas vidas (santificando o dia do papado – o domingo), serão contados entre os escolhidos do Senhor.

C. O que Realmente é o Selo de Deus?

1. O Senhor escolheu a observância de Seu sábado como o selo ou sinal característico de leal e viva ligação com Ele (cf. Ezeq. 20:12 e 20).

2. O sábado de Deus é um selo ou sinal do poder e autoridade que Lhe pertencem em virtude da Sua função como Criador, Mantenedor e Redentor (cf. Gên. 2:1-3).

3. Ao observar o sábado, demonstramos os efeitos do poder e autoridade de Deus em nossa vida (cf. Êxo. 20:8-11). Ou seja, não guardamos o sábado PARA NOS SALVAR, mas o fazemos porque JÁ ESTAMOS SALVOS PELA FÉ, e agora queremos demonstrar nosso amor através da obediência humilde e sincera (cf. João 14:15).

III. Quando Ocorrerá a Separação Definitiva?

A. Antes das pragas

1. Os fiéis são selados antes que venham os ventos da contenda, que serão soltos perto do fim da história terrestre (Apoc. 7:1-3).

2. Apenas sobre os ímpios, que receberem a marca da besta, é que cairão as pragas dos últimos dias (cf. Apoc. 16:1-2).

B. Após a saída do decreto de morte

1. A profecia mostra que os Estados Unidos se tornará o principal defensor do poder e das orientações papais.

“Leis impondo a observância do domingo como o sábado ocasionarão uma apostasia nacional dos princípios do republicanismo em que se baseia o governo. A religião do papado será aceita pelos governantes, e será invalidade a lei de Deus” – Ellen White, Eventos Finais, p. 116.

“Quando a observância do domingo for imposta por lei, e o mundo for esclarecido relativamente à obrigação do verdadeiro sábado, quem então transgredir o mandamento de Deus para obedecer a um preceito que não tem maior autoridade que a de Roma, honrará desta maneira ao papado mais do que a Deus... E somente depois que esta situação esteja assim plenamente exposta perante o povo... é que, então, aqueles que continuam a transgredir hão de receber o sinal da besta” – Ellen White, O Grande Conflito, p. 450.

CONCLUSÃO

Estamos diante de eventos nunca antes presenciados na História humana. Deus e o diabo entrarão em sua última batalha, e o sábado será o ponto de definição. Mas sabemos de que lado estará a vitória...

Por isso, temos que buscar hoje, enquanto há liberdade, uma consagração tal que resista a estes tempos de provação e perseguição. Deus está ao nosso lado!

De que lado você deseja ficar – do lado do Senhor ou do lado do diabo?
Sua escolha selará seu destino eterno...

Adaptado de:
Lição Escola Sabatina, Outubro-Dezembro, 1994.

Fonte - Prof. Gilson Medeiros

Estilo de vida humano extrapola capacidade da Terra

A Terra perdeu, em pouco mais de um quarto de século, quase um terço de sua riqueza biológica e recursos, e no atual ritmo, a humanidade necessitará de dois planetas em 2030 para manter seu estilo de vida, advertiu (...) o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, por sua sigla em inglês). A demanda da população excede em cerca de 30% a capacidade regeneradora da Terra, segundo o Relatório Planeta Vivo 2008, divulgado por esta organização ambientalista a cada dois anos sobre a situação ambiental dos ecossistemas. “O mundo está lutando atualmente com as conseqüências de ter supervalorizado seus ativos financeiros. Mas uma crise muito mais grave ainda virá: um desastre ecológico causado pela não valorização de nossos recursos ambientais, que são a base de toda a vida e da prosperidade”, disse o diretor-geral da WWF, James Leape.

O estudo mostra que mais de 75% da população mundial vive atualmente em países que são “devedores ecológicos”, onde o consumo nacional superou sua capacidade biológica de regeneração. “A maioria de nós segue alimentando nosso estilo de vida e nosso crescimento econômico extraindo cada vez mais o capital ecológico de outras partes do mundo”, afirmou Leape. “Se as demandas em nosso planeta continuarem crescendo no mesmo ritmo, em meados dos anos 2030 necessitaremos do equivalente a dois planetas para manter nosso estilo de vida”, acrescentou.

O relatório, elaborado desde 1998, revela que o Índice Planeta Vivo (IPV) caiu quase 30% desde 1970. Isso significa que se reduziram nessa proporção aproximadamente 5 mil povoações naturais de cerca de 1.686 espécies, uma taxa superior a de 25% do relatório de 2006. Essas perdas se devem a fatores como desmatamento, poluição, pesca proibida, impacto de diques e mudança climática. (...)

(Terra)

Nota: além da crise financeira, o aquecimento global tem sido grande fator de união de pensamentos e esforços, por isso mesmo chamado ECOmenismo.

Leia também: “Desafios globais

Fonte - Michelson Borges
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