De um lado, Ele é o Criador. Aquele que fala, e tudo passa a existir. O Deus que está acima de tudo, além de tudo, sustentando o Universo com Sua palavra. Diante dessa grandeza, somos pequenos. Limitados. Dependentes.
Mas, ao mesmo tempo, esse mesmo Deus se inclina.
Ele forma o homem com as próprias mãos. Sopra vida em suas narinas. Aproxima-Se, toca, se envolve. Não é um Deus distante, observando de longe — é um Deus presente, que entra na história, que se relaciona, que se importa.
Essa é a beleza do caráter divino.
Se Deus fosse apenas poderoso, poderíamos temê-Lo.
Se fosse apenas próximo, poderíamos subestimá-Lo.
Mas sendo ambos, podemos confiar plenamente nEle.
O perigo está em perder esse equilíbrio.
Alguns enxergam apenas o Deus soberano — e vivem uma fé marcada pelo medo. Outros enxergam apenas o Deus próximo — e vivem uma fé superficial, sem reverência. Mas a Bíblia revela um Deus completo: grandioso e íntimo, elevado e acessível.
No grande conflito, conhecer Deus corretamente é essencial. Porque uma visão distorcida dEle inevitavelmente leva a uma vida distorcida.
E quanto mais O conhecemos, mais percebemos algo inevitável: é impossível não amá-Lo.
Hoje, o convite não é apenas reconhecer que Deus criou tudo — mas perceber que Ele se importa com você.
Que eu não veja Deus apenas como distante ou apenas como próximo, mas conheça a profundidade de quem Ele realmente é — e viva em resposta a essa verdade.
