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domingo, 26 de abril de 2026

Entre a fé e a violência: a perseguição que atravessa fronteiras e o sentido profético do nosso tempo (2026.04.24)

Os acontecimentos recentes na Nigéria, com ataques repetidos a vilas e comunidades cristãs, não podem mais ser lidos como episódios isolados de instabilidade regional. Quando colocados ao lado de relatos vindos de outras partes do mundo — da Ásia ao Oriente Médio — formam um quadro mais amplo, que revela uma realidade incômoda: a fé cristã continua sendo, em diversos contextos, motivo de perseguição, pressão e, em casos extremos, morte.

Na Nigéria, especialmente nos estados do centro-norte, a violência tem sido recorrente. Vilas invadidas durante a noite, igrejas atacadas, famílias inteiras atingidas em momentos de culto ou celebração. Embora os fatores locais incluam disputas territoriais, tensões étnicas e presença de grupos armados, o elemento religioso aparece de forma constante. Comunidades identificadas como cristãs tornam-se alvos frequentes, criando um ambiente de insegurança permanente.

Quando se amplia o olhar, percebe-se que esse padrão não se limita a um único país. Em diferentes regiões do mundo, a experiência do cristianismo assume contornos distintos, mas frequentemente envolve algum nível de oposição. Em alguns lugares, essa oposição é legal e institucional; em outros, social e cultural; e, em contextos mais extremos, física e violenta. O resultado é um fenômeno que, embora diverso em suas formas, aponta para uma tendência comum: a dificuldade crescente de professar a fé livremente em determinados ambientes.

À luz das Escrituras, esse cenário encontra ressonância em palavras que foram registradas muito antes de qualquer uma dessas crises contemporâneas. Ao descrever os eventos que marcariam o tempo do fim, Jesus afirmou que seus seguidores enfrentariam rejeição, perseguição e até morte por causa de sua fé. Não como um evento pontual, mas como parte de um processo que se intensificaria ao longo do tempo.

O ponto central dessa declaração não está apenas na existência da perseguição, mas no seu caráter progressivo e global. Não se trata de um único episódio histórico, mas de um padrão que se manifesta em diferentes contextos, assumindo formas variadas conforme o ambiente cultural e político. O que se observa hoje é a coexistência dessas diferentes formas, ocorrendo simultaneamente em várias partes do mundo.

Importante manter o equilíbrio: nem toda violência envolvendo cristãos pode ser atribuída exclusivamente à fé, e nem toda região apresenta o mesmo nível de risco. No entanto, a recorrência de casos em que a identidade religiosa está diretamente associada ao ataque revela um elemento que não pode ser ignorado.

Outro aspecto relevante é a forma como essas situações são percebidas globalmente. Em muitos casos, a cobertura é limitada, fragmentada ou perde espaço diante de outros acontecimentos. Isso não reduz a gravidade dos fatos, mas evidencia como determinadas realidades podem permanecer à margem do debate público mais amplo, mesmo quando envolvem perda de vidas e impacto significativo sobre comunidades inteiras.

Dentro da perspectiva profética, isso também encontra sentido. A Bíblia não apresenta esses eventos como fenômenos isolados, mas como parte de um cenário maior, no qual a fidelidade a princípios espirituais pode entrar em conflito com estruturas sociais, culturais ou políticas. Esse conflito não é necessariamente constante em intensidade, mas tende a se manifestar de forma mais evidente à medida que o tempo avança.

O que torna o momento atual particularmente significativo é a convergência de fatores. Ao mesmo tempo em que o mundo se torna mais conectado, com acesso ampliado à informação e comunicação, também se observa o surgimento de tensões que atravessam fronteiras. A perseguição não é uniforme, mas está presente em diferentes níveis, criando um panorama que, embora complexo, aponta para uma direção comum.

A resposta bíblica a esse cenário não é de temor, mas de consciência. A perseguição, ainda que dolorosa, não é apresentada como sinal de abandono, mas como parte de um processo que antecede um desfecho maior. A ênfase não está na violência em si, mas na perseverança diante dela.

No fim, a análise desses acontecimentos exige mais do que observação factual. Ela convida à reflexão sobre o significado da fé em um mundo em transformação. Porque, se a história mostra que a perseguição acompanha o cristianismo desde seus primeiros dias, a profecia aponta que, em determinados momentos, essa realidade ganha nova intensidade e alcance.

E talvez o aspecto mais relevante não seja apenas reconhecer que esses eventos estão acontecendo, mas compreender o que eles revelam sobre o tempo em que vivemos — um tempo em que a fé, em diferentes partes do mundo, continua sendo colocada à prova de maneiras cada vez mais evidentes.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

A perseguição aos cristãos no mundo: evidências atuais e perspectiva profética (2026.02.05)

A perseguição aos seguidores de Jesus tem sido uma realidade persistente em muitas partes do mundo — e os relatórios mais recentes revelam uma intensificação desse fenômeno nos últimos meses. Dados confiáveis de organizações especializadas mostram um quadro amplo e alarmante: centenas de milhões de cristãos enfrentam pressão, violência, discriminação e até morte por sua fé.

Segundo o relatório da Open Doors World Watch List 2026, mais de 388 milhões de cristãos enfrentam altos níveis de perseguição e discriminação globalmente — um aumento frente ao ano anterior e recorde nas estatísticas modernas.

A lista inclui vários países onde a liberdade de manifestação religiosa é limitada ou reprimida de forma sistemática — entre eles Coreia do Norte, Iêmen, Sudão, Eritreia, Síria, Paquistão, Irã, Índia e Nigéria, com diferentes graus de hostilidade contra a prática da fé cristã.

A Nigéria tem se destacado tragicamente como um dos locais mais letais: um relatório recente mostra que naquele país foram registradas milhares de mortes de cristãos em 2025, com grupos extremistas violentamente direcionando ataques contra comunidades religiosas. Além disso, em 2 de fevereiro de 2026 a polícia nigeriana afirmou que cerca de 80 fiéis de três igrejas, que teriam sido sequestrados durante ataques, foram liberados ou retornaram — ainda que grupos cristãos locais contestem as informações, apontando uma crise contínua de segurança.

Também em outras regiões africanas, grupos associados ao Estado Islâmico na África Central (ISCAP) vêm intensificando ataques brutais contra cristãos, com sequestros, execuções e destruição de casas e igrejas documentados desde dezembro de 2024.

Na China, uma comunidade cristã rural em Yayang foi alvo de uma grande operação policial após se recusar a aderir a rituais estatais de patriotismo misturados ao culto, resultando na prisão de líderes e na retirada de símbolos religiosos — um exemplo de perseguição não apenas física, mas também ideológica contra a fé.

Mesmo em países de maioria muçulmana ou com regimes rígidos, as pressões vão além da violência física. O líder da Igreja Católica, Papa Leão XIV, declarou que a perseguição aos cristãos não se manifesta apenas com armas e maus-tratos, mas também por meio de manipulação ideológica e mentiras, onde a verdade da fé é atacada pelo discurso e pela coerção moral.

Diante desse quadro, é claro que a perseguição contemporânea não se limita a incidentes isolados, mas descreve um padrão global de desafios e restrições à liberdade religiosa.

Perspectiva profética — o mundo em conflito de consciência

A Bíblia já anunciava que nos últimos dias o mundo viveria tempos difíceis em muitos níveis — físico, moral e espiritual. O apóstolo Paulo advertiu:

“Sabe também isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis…”
📖 2 Timóteo 3:1

Essa condição não se restringe apenas à ausência de paz, mas inclui conflitos de consciência, oposição crescente contra a fé e desprezo por princípios divinos — aspectos que podemos observar claramente quando cristãos são penalizados, hostilizados ou mesmo mortos por sua fidelidade a Cristo.

Jesus também apontou que, antes de Sua volta, haveria sinais que incluiriam oposição religiosa e sofrimento:

“Eles vos expulsarão das sinagogas; aliás, vem a hora em que todo o que matar-vos julgará que presta serviço a Deus.”
📖 João 16:2

Esse texto chama atenção para o fato de que o antagonismo contra os seguidores de Jesus chega a ser justificado pelas próprias estruturas religiosas humanas — algo que ressoa com a atual perseguição ideológica e institucional em alguns contextos.

Além disso, o apocalipse descreve um tempo em que “todas as nações serão reunidas contra Jerusalém” e onde a fidelidade a Cristo custará sofrimento para muitos (Apocalipse 11; Lucas 21), um padrão que se reflete não apenas em conflitos geopolíticos, mas também no turbilhão ideológico e religioso que hoje recai sobre os que escolhem seguir a Cristo em contextos hostis.

O chamado à perseverança e testemunho

A perseguição, como parte da realidade dos últimos tempos, não é apresentada na Bíblia como fatalismo, mas como prova de nossa fidelidade e oportunidade de testemunho:

“Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.”
📖 Apocalipse 14:12

Os números e relatos de sofrimento são um lembrete de que a fé em Jesus envolve mais do que conforto externo — envolve coragem, testemunho fiel, resistência e esperança além das circunstâncias.

O mundo em que vivemos manifesta polarização, radicalismo e hostilidade em várias esferas. Contudo, a profecia bíblica nos chama a olhar para além dos fatos com discernimento espiritual, sabendo que o sofrimento por causa da fé é uma expressão histórica do conflito entre verdade e poder, entre Cristo e o mundo.

Quem tem ouvidos, ouça.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Estado Islâmico crucifica cristãos todos os dias durante o Ramadã

Observatório Sírio dos Direitos Humanos está denunciando prática 
EI crucifica cristãos todos os dias durante o Ramadã 


Desde que as grandes empresas de mídia do mundo decidiram parar de divulgar as bárbaras execuções do Estado Islâmico, sob o pretexto de não “fazer propaganda” de sua ideologia, criou-se a impressão que as execuções haviam acabado.

Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (SOHR) os extremistas muçulmanos estão crucificando pessoas “todos os dias” durante o mês sagrado do Ramadã. O motivo seria que elas não estão respeitando as regras que obriga os fiéis a jejuarem durante o dia todo. As denúncias mais recentes dão conta que as execuções públicas como crucificações voltaram a acontecer para “fortalecer” os princípios do grupo. Mais imagens AQUI

Geralmente, isso é reservado aos cristãos, que são chamados de infiéis, por não seguirem as premissas do Alcorão. O presidente do SOHR, Rami Abdulrahman, afirma que é impossível saber a identidade das pessoas executadas, mas algumas fotos trazem o motivo da condenação, onde eles muitas vezes são chamados de “espiões” ou “aliados dos cruzados”, termo medieval para se referir aos exércitos cristãos que conduziram as cruzadas para libertar a Terra Santa.

O Observatório explica que um tribunal da Sharia [lei religiosa muçulmana] é instaurado e por vezes são dezenas de vítimas julgadas e condenadas de uma só vez. Isso inclui mulheres e crianças.
Batalha final pode estar próxima

Perdendo terreno a cada dia para as forças leais ao governo da Síria e para os bombardeios russos, os soldados jihadistas estão debandando. Para alguns analistas, a organização terrorista já perdeu mais de um terço do território original do “califado” que proclamaram em 2014. Crescem os rumores que seu líder foi morto e por isso não é visto publicamente há meses.

Omar Lamrani, que ajudou a preparar o relatório Stratfor, afirma: “Olhando as áreas principais que o grupo ocupa na Síria – no norte da província de Aleppo, Raqqa e Deir ez-Zor – podemos constatar, que [os terroristas] continuam perdendo terreno do seu autoproclamado império”.

Para ele, é preciso levar em conta que a maior parte do território controlado pelos terroristas atualmente é um deserto.

A província de Aleppo na Síria é fundamental para a sobrevivência do EI, pois por ali chegam novos militantes, além de armas e munições que vêm da Turquia. As forças curdas estão avançando sobre a região, que deve ser liberada em pouco tempo. Perto dali fica Dabiq que, de acordo com as profecias islâmicas, será o local do combate final do apocalipse.

Fonte - Gospel Prime

terça-feira, 5 de abril de 2016

Cristãos perseguidos: por que a situação piorou

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Em novo vídeo de execução, Estado Islâmico diz que “não há segurança ou abrigo” para os cristãos

Um novo vídeo de execução bárbara e covarde de um refém divulgado pelo Estado Islâmico trouxe novas ameaças aos cristãos por parte do grupo extremista muçulmano.

O mascarado que executa sua vítima em um local que se supõe que seja a Líbia diz, no vídeo, que aquela morte é uma retaliação em defesa dos “irmãos muçulmanos que eram perseguidos no Sudão do Sul”. No discurso, ele diz que os cristãos não terão paz: “Cristãos do Sudão do Sul, saibam que da mesma forma que vocês matam, também serão mortos e enquanto vocês desalojam nossos irmãos, vamos fazer o mesmo com vocês […] Não há segurança ou abrigo para vocês”.

O Sudão do Sul é a mais nova nação do planeta, fundada em 2011 após se separar do Sudão, e atualmente enfrenta uma guerra civil de motivações étnicas. No entanto, não há registro de especialistas em Direitos Humanos ou das autoridades locais sobre perseguição de muçulmanos por cristãos no país.

O carrasco do vídeo se identifica como integrante do Estado Islâmico de Cirenaica, região da costa leste da Líbia, de acordo com informações do Christian Headlines. A vítima seria Kual Gai Wek, um sul-sudanês que vive na Líbia desde 1989.

Em outro trecho do vídeo, um homem que seria soldado inimigo dos extremistas é identificado como Faraj Al-Saiti e é executado a tiros, de acordo com o Christian Post. Não há evidências que permitam a identificação exata do local dos crimes, nem a data em que foram cometidos.

Atualmente o Estado Islâmico vem enfrentando dificuldades em se manter organizado na Síria e Iraque, países onde pretendia estabelecer a sede de seu califado. No entanto, a expansão ao redor do mundo árabe vem sendo mantida, e as convocações para que muçulmanos de outras partes do planeta se juntem à sua jihad também continuam, com pedido de perseguição aos cristãos e judeus.

Fonte - Gospel Mais

sábado, 5 de setembro de 2015

Escrivã se recusa a casar gays e é presa nos EUA

Leis humanas x lei de Deus

Uma escrivã do estado americano do Kentucky foi presa nesta quinta-feira (3) por descumprir uma decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que regulamenta o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo. Na hora do “sim”, ela disse “não”. Kim Davis foi detida por se recusar a emitir certidões de casamento para casais [sic] do mesmo sexo. O juiz disse que as convicções pessoais não podem estar acima da lei. A escrivã alega que o casamento gay não é reconhecido por Deus. O caso ganhou destaque depois que ela bateu boca com dois homens que tentavam se casar. “Não estou fazendo certidões de casamento hoje”, disse ela. O noivo, David, perguntou: “Sob que autoridade?” E ela respondeu: “Sob autoridade de Deus.”

Nos Estados Unidos, a certidão de casamento é feita por funcionários públicos ligados ao sistema judiciário. Na cidade onde Kim Davis trabalha, o escrivão é eleito pelo povo. E só pode ser retirado do cargo por um impeachment. Mas tem gente que acha que a convicção religiosa de Kim não combina com a vida que ela leva – a escrivã está no quarto casamento. “Ela já se divorciou três vezes. Nós estamos juntos há vinte anos!”, disse mais um noivo que saiu da prefeitura sem aliança.

Há dois meses, a Suprema Corte legalizou o casamento [sic] gay nos 50 estados americanos. Mas Kim nunca assinou uma única certidão de dois noivos ou duas noivas. Ela entrou na Justiça - e perdeu. Recorreu - e agora foi parar na prisão.

Kim não está sozinha. Escrivães do Alabama e do Texas também têm usado a religião pra descumprir a lei. Protestos e manifestações de apoio chegam de vários estados. “Ela é uma heroína que desafia a Justiça pra cumprir a palavra de Deus”, diz uma manifestante de Ohio. “Você não escolhe quem ama. Casar é um direito do ser humano”, argumenta a ativista, do Kentucky.

Cinco escrivães que trabalham com Kim vão emitir as certidões de casamento pra todos os casais enquanto ela estiver presa. E o juiz avisou que ela vai ficar na cadeia até decidir cumprir a lei.

(G1 Notícias)

Nota Criacionismo: Esta frase do juiz é significativa no contexto profético das restrições das liberdades individuais: “...as convicções pessoais não podem estar acima da lei.” E quando outras leis humanas desafiarem as convicções religiosas de certas minorias? E quando essas minorias, para serem fieis aos mandamentos de Deus, tiverem que desafiar as leis humanas? O mesmo argumento será usado contra elas. E a cadeia será seu destino. Mas “mais importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29). Sempre. [MB]

domingo, 2 de agosto de 2015

Saiba quais são os dez piores países para ser cristão

O Pew Center, um dos institutos de pesquisa mais respeitados do mundo, divulgou um estudo publicado em abril de 2015 com as projeções para o crescimento das populações religiosas nas próximas quatro décadas. O relatório intitulado "O futuro das religiões do mundo: População e Projeções de Crescimento 2010-2050" constatou que na América Latina, os cristãos seguirão sendo o maior grupo religioso nas próximas décadas. O crescimento do grupo será de 25% entre 2010 e 2050.

O estudo projeta que em 2050 o número de cristãos irá girar em torno de 2,9 bilhões de pessoas. Hoje, os cristãos já são 2,17 bilhões em todo o mundo. O maior aumento será entre aqueles que dizem não ter uma crença, que passará de 45 milhões em 2010 para 65 milhões em 2050. Para os Estados Unidos, o estudo calcula que em 2050 a população de muçulmanos irá ultrapassar a de judeus, embora os cristãos ainda apareçam como maioria.

O documento do Pew Center também listou os países que os cristãos mais sofrem violência e perseguição. Conheça os dez piores países para ser cristão.

Fonte - Veja

terça-feira, 21 de julho de 2015

Nova legislação pode tornar crime pregar nas redes sociais

Denúncias dificultarão o evangelismo

Uma nova lei aprovada recentemente para combater o cyberbullying entre os internautas da Nova Zelândia pode, ao fim das contas, limitar a liberdade religiosa e levar à prisão quem compartilhar o Evangelho nas redes sociais. A lei prevê que qualquer pessoa que cause “sofrimento emocional grave” a terceiros, através de redes sociais, como Facebook e Twitter, pode ser considerado transgressor da lei. As mensagens passíveis de punição são as que forem consideradas racistas, sexistas, críticas às diversas orientações sexuais existentes, preconceituosas em relação a deficiências físicas ou intolerantes, religiosamente falando. No entanto, o perigo à liberdade de expressão de cristãos mora justamente nesse ponto. Qualquer usuário poderá denunciar umpost que fale sobre a fé cristã, ou que explique que dentro do cristianismo a homossexualidade é vista como uma ofensa a Deus.

O critério para definir se a mensagem é ofensiva será o pessoal. Caso alguém fique ofendido com a mensagem, poderá denunciar, e se a denúncia for aceita, o autor estaria sujeito às sanções previstas na lei.

Segundo informações do Berean Research, os casos que se enquadrem nessa tipificação podem ser resolvidos com mediação judicial, multa de até US$ 134 mil ou prisão. De acordo com a lei, incitações ao suicídio também são passíveis de prisão de até três anos.

“Muitas vezes, esquerdistas dizem que cristãos incitam jovens com gênero confuso ao suicídio, porque nós representamos a definição bíblica do casamento, que é entre um homem e uma mulher, e que todo o pecado sexual é pecado”, afirmou Amy Spreeman, editora do Berean, ilustrando como a nova lei permite distorções e abusos.

A alternativa aos editores de sites cristãos seria retirar do ar todo o material considerado ofensivo em até 48 horas após o registro da denúncia, uma forma de censura. “Qualquer pessoa que tenha um site como o nosso, ou qualquer um que compartilhe as Escrituras ou artigos sobre a verdade bíblica, está avisado. Sua liberdade como você conhecia será destruída caso a legislação seja mantida”, concluiu

(Gospel Mais)

Nota Criacionismo:
Igrejas e cristãos que não pregam em tempos de paz e liberdade terão que fazê-lo (se quiserem, evidentemente) em tempos de perseguição.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Movimento LGBT quer punir igrejas que não aceitam casamento gay

Devido a sua importância no cenário político e cultural do mundo atual, o que acontece nos Estados Unidos acaba influenciando muitos outros países. Após a aprovação do casamento gay pela Suprema Corte, muito tem se especulado qual seria o próximo passo do movimento LGBT.

Existe uma verdadeira “guerra jurídica e cultural” no momento, que de muitas maneiras é influenciada pela campanha eleitoral que está em andamento, apesar de as eleições ocorrerem apenas em 2016. Por isso, muito tem se comentado se o próximo governo manterá as “políticas inclusivas”.

A corrente liberal, fortalecida com as decisões tomadas pela administração Obama, deseja ver todos que não se adequarem a nova lei igualitária forçados a mudar de ideia. Os primeiros alvos parecem ser as instituições cristãs.

Historicamente, várias das melhores universidades americanas foram fundadas e mantidas por igrejas. Muitas deixaram de ser confessionais, mas um número considerável permanece fiel a seus ideais desde a fundação.

Várias Universidades cristãs persistem com suas declarações de fé, na qual o casamento é definido como a união entre um homem e uma mulher. Quando um aluno se matricula nessas universidades confessionais, geralmente precisa assinar em concordância.

Como as universidades não oferecem alojamentos para gays nem permitem relacionamentos homossexuais nem de alunos nem de professores, existem processos na justiça de organizações que exigem mudanças nesse sentido. Esse tipo de perseguição fiscal está ocorrendo de forma bem similar também no Canadá.

Como consequência da mudança na lei federal, por conta da decisão da Suprema Corte dos EUA, que derrubou a proibição do casamento entre homossexuais em 14 estados, instituições cristãs não sabem ainda qual será o impacto sobre suas políticas internas.

Especialistas dizem que a decisão não poderia forçar uma instituição privada a mudar suas crenças ou práticas, pois violariam a liberdade de culto. Contudo, pode acabar com o status de isenção fiscal que todas as instituições cristãs possuem como extensão da lei que beneficia igrejas. Além disso, muitas universidades e hospitais confessionais recebem benefícios do governo americano.

Em junho, antes da Suprema Corte julgar a questão, administradores de dezenas de universidades e faculdades cristãs assinaram uma “carta aberta” onde expressavam sua “profunda preocupação com a possível perda de status de isenção fiscal”.

Para a maioria delas, isso pode significar o fechamento já que teriam de aumentar as mensalidades para compensar os novos custos e isso implicaria em perda massiva de alunos.

Contribui para isso a recente declaração do procurador-geral Donald Verrilli, de que seria “um problema” decidir sobre as punições a instituições que se mostram contrárias à lei que sanciona o casamento gay.

De acordo com o MLive, Frank Ravitch, professor de direito da Universidade do Michigan, acredita que esse tipo de proibição viola os direitos fundamentais dos cidadãos americanos. Ele acredita que qualquer processo fará com que a Universidade seja obrigada a mudar as regras ou perderá imediatamente suas isenções fiscais.

Organizações que lutam em favor dos direitos dos homossexuais já pediram que a Suprema Corte se manifeste sobre o fim da isenção de impostos para igrejas. O motivo seria que elas descumprem uma decisão federal ao não reconhecer – nem realizar – o casamento de pessoas do mesmo sexo.

A influente revista Time publicou uma coluna assinada por Mark Oppenheimer na seção “Religião”. Ele afirmou que “Agora é a hora de acabar com isenções fiscais para Instituições religiosas”.

Seu argumento é que com o dinheiro extra que seria arrecadado, o governo dos EUA poderia investir em obras de assistência social, justamente por reconhecer que as igrejas são responsáveis por muitos deles, suprindo uma lacuna que sucessivas administrações deixaram no cuidado aos pobres.

Os Estados Unidos foram fundados sob forte influência de princípios bíblicos. A ideia da isenção de impostos para igrejas é baseada na Bíblia. Esdras 7:24 ensina que os reis não podiam ‘exigir impostos, tributos ou taxas’ daqueles que trabalhavam no templo de Deus.

Fonte - Gospel Prime

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Estado Islâmico ateia fogo a cristã de 80 anos; Terroristas prometeram ataque nuclear aos EUA

Os terroristas do Estado Islâmico assassinaram uma mulher cristã de 80 anos de idade em um vilarejo localizado a 20 km ao sudeste de Mosul, cidade que fica no norte do Iraque.

De acordo com relatos de Sa’ed Mamuzini, representante do escritório do Partido Democrata do Curdistão (KDP), em Mosul, a mulher foi queimada viva.

Os aldeões relataram a Mamuzini que os extremistas muçulmanos resolveram assassinar a cristã porque ela não aceitava se submeter às leis estabelecidas pelo Estado Islâmico, autoproclamado autoridade na região.

Este é o primeiro relato de que os extremistas voltaram a queimar uma pessoa desde a morte do piloto jordaniano no início deste ano, de acordo com informações da agência ABNA.

A cidade de Mosul e suas áreas vizinhas, que antes da ascensão do Estado Islâmico era um reduto de cristãos, agora é controlada pelos terroristas. A ocupação aconteceu em junho do ano passado.
Mais terror

Recentemente, o Estado Islâmico publicou informações de que poderia fazer um ataque nuclear aos Estados Unidos, pois teria meios de comprar uma ogiva do Paquistão, através de funcionários corruptos do governo.

“O Estado Islâmico tem bilhões de dólares no banco, que podem usar para chamar seus aliados do Paquistão a comprarem um dispositivo nuclear através de distribuidores de armas que tem ligações com altos funcionários corruptos desse país”, dizia o texto publicado pelos terroristas, de acordo com informações do jornal O Globo.

Aparentemente, a declaração não foi encarada como apenas mais uma bravata pelas autoridades norte-americanas. Na última quinta-feira, 21 de maio, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Chuck Hagel, afirmou que Estado Islâmico “é muito mais sofisticado” do que qualquer outro grupo terrorista que o país já tenha enfrentado.

“O Estado Islâmico é muito bem financiado e um grupo muito mais sofisticado [tecnológica e militarmente] do que outros. Isso está além do que qualquer coisa que já tenhamos visto antes. São mais do que um grupo terrorista. Eles não têm um padrão de decência, eles são uma ameaça iminente, sim, e devemos combatê-los”, destacou.

Fonte - Gospel Mais

sábado, 16 de maio de 2015

Cristão é preso por entregar folheto evangelístico na rua

Ele ficou dez dias preso e foi condenado a pagar um valor de 40 salários

No Uzbequistão há um crime chamado “atividade missionária ilegal”, bom pelo menos foi esse o motivo que fez com que a polícia local prendesse um cristão que distribuía folhetos evangelísticos na rua.

O caso aconteceu em março, mas só foi divulgado pelo Ministério Portas Abertas neste mês, com informações do Fórum 18. Segundo o site o homem preso foi Doniyor Akhmedov que ficou dez dias na prisão de Ahangaran.

Testemunhas alegam que é normal que os cristãos presos no Uzbesquistão sejam forçados a assinarem declarações que os acusam de quebrar a lei sobre religião do país, mas Akhmedov se recusou a assinar esses documentos.

Durante os dez dias ele ficou preso em uma pequena cela com outros 10 prisioneiros. “Eles foram espremidos e mal tinha espaço no chão para dormir”, diz a testemunha.

Akhmedov foi solto no dia 31 de março e foi convocado para comparecer no Tribunal Penal do Distrito de Ahangaran onde recebeu a punição de pagar uma multa no valor de 40 salários mínimos.

A sentença afirma que ele violou o artigo 184-2 que fala sobre a “distribuição de materiais religiosos”. Cristãos locais dizem que ele se recusou a pagar a multa defendendo que “ele só exerceu o seu direito humano fundamental”.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Governo chinês quer fechar todas as igrejas evangélicas do país

Programa de erradicação do cristianismo deve durar 10 anos

O governo da China está lançando uma campanha de três fases para erradicar todas as igrejas evangélicas do país. Esse foi o teor do comunicado divulgado em abril pela Associação de Ajuda à China, ONG que envia missionários para solo chinês.

A estratégia do governo foi claramente delineada em um documento divulgado em setembro passado, durante uma aula de treinamento gerido pela Administração Estatal para Assuntos Religiosos da China.

De janeiro a junho deste ano, o documento revela que as autoridades locais estão conduzindo uma investigação completa, para listar as igrejas de todo o país que funcionam nas casas chinesas, e fazer dossiês completos sobre cada uma delas.

Na fase dois, nos dois anos seguintes, as autoridades irão encorajar as “igrejas não registradas” para se filiar ao Movimento Patriótico da Tríplice Autonomia, que monitora tudo o que acontece nos templos. A fase três, a ser concluída em até 10 anos, as igrejas que se recusam a seguir as regras seriam fechadas e os líderes condenados.

Os funcionários do governo também devem banir as palavras “igreja nos lares” de todos os relatórios sobre igrejas em sites e outros meios de comunicação. Agora, só podem usar o termo “reuniões em casas”, um termo que remete aos grupos reunidos em sites afiliados ao MPTA.

Em uma pesquisa recente, conduzida em várias províncias chinesas, mais de 95% dos líderes de igrejas caseiras disseram que já sentiram o impacto dessas investigações, enquanto 85% disseram que investigadores já haviam feito um dossiê sobre seu grupo.

“Desde o início de 2012, temos notado um aumento na freqüência da perseguição”, disse a Associação de Ajuda à China em um comunicado de imprensa. “Além da perseguição contínua das igrejas em Pequim, o número de casos semelhantes aumentou 20% em comparação ao ano passado e se espalhou para outras áreas, incluindo ações contra educação, publicação e livrarias cristãs.”

A campanha foi lançada em dezembro de 2010 através de um documento intitulado “Operação Repressão”, emitido pelo Comitê Central do Partido Comunista. Esta diretriz pedia às autoridades de todos os níveis para “levar” os cristãos das igrejas nos lares a freqüentar somente as igrejas registradas e aprovadas pelo governo e acabar com igrejas grandes que se reúnem também em grupos menores.

A Igreja Shouwang, que reúne mil membros, viu a pressão aumentar muito nos últimos meses. “No ano passado … a nossa experiência com o Senhor era diferente a cada semana. Foi Sua graça e paz que nos protegeram e nos sustentaram até agora “, declara um líder da igreja

Essa operação também irá registrar todos os pastore, como uma maneira de continuar controlando o crescimento cristão e o surgimento de novas igrejas. Esse processo deverá estar concluído até o final de 2012, segundo um comunicado oficial.

Segundo o documento divulgado em setembro passado, o governo planeja usar “medidas humanas da lei de execução” para alcançar a erradicação total de igrejas nos lares. Ou seja, pastores que se negarem a cumprir a lei serão mortos por desobedeceram a lei.

Fonte - Gospel Prime

sábado, 18 de abril de 2015

Muçulmanos lançam cristãos no mar durante fuga para Itália

Doze cristãos, provavelmente de Gana e da Nigéria, foram lançados ao mar por cerca de 15 muçulmanos que estavam em um barco naufragado. Segundo relatos o barco não naufragou por condições climáticas, mas sim pelo ódio contra cristãos.

A polícia da Itália prendeu os acusados e ouviu algumas das testemunhas que relataram o que aconteceu. “Os náufragos, muitos deles em lágrimas, explicaram que tinham sobrevivido não a um naufrágio provocado pelas condições meteorológicas adversas ou pela precariedade da embarcação, mas pelo ódio humano”, disse a chefia da polícia de Palermo.

A embarcação deixou a Líbia em 14 de abril em direção à Itália com cerca de 105 passageiros, principalmente senegaleses e marfinenses. Os acusados são de origem africana como marfinense, malinesa e senegalesa e todos eles serão acusados de homicídio múltiplo agravado por ódio religioso.

Os refugiados do Oriente Médio e da África buscam apoio na Itália, mas o caminho pelo mar é perigoso. Em outro incidente 41 pessoas se afogaram no Mediterrâneo e apenas quatro sobreviveram e foram resgatados.

Os sobreviventes relataram para a Organização Internacional para Migração (IOM, na sigla em inglês) que ficaram quatro dias à deriva após o naufrágio do barco. Eles foram achados por um helicóptero e foram resgatados por um navio militar italiano.

Em outro caso o número de mortos foi ainda maior: 400 vítimas fatais. A embarcação partiu da Líbia com destino à Itália transportando cerca de 550 pessoas. Os sobreviventes foram resgatados e levados a um porto do sul da Itália.

Fonte - Gospel Prime

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Adolescente é queimado por ser cristão

Fontes da agência EFE afirmaram que um jovem adolescente está internado em estado grave em um hospital no leste do Paquistão depois de ser queimado por dois jovens.

O motivo do crime: Nauman Masih é cristão. Os agressores estavam encapuzados, pararam o jovem e questionaram a sua religião. Com a resposta, Nauman foi agredido e atiraram querosene e atearam fogo em seu corpo.

Os relatos foram divulgados por uma porta-voz da polícia local. O crime aconteceu na capital de Punyab na última sexta-feira (10) e a vítima foi levada para o Hospital Mayo de Lahore.

O médico responsável pelo caso, doutor Amjad Shehzad, afirma que o estado de Nauman é crítico, pois 55% do corpo dele foi queimado. “Nauman Masih está em situação muito crítica e respirando com a ajuda de aparelhos, com 55% do corpo queimado”, disse.

Por conta da gravidade, o jovem cristão não fala com clareza e o médico deixa claro que há poucas possibilidades deles sobreviver.

A cidade onde o cristão foi atacado é a mesma onde no mês passado duas igrejas foram atacadas com bombas. O responsável pelos ataques foi o grupo insurgente Jamaat-ut-Ahrar que reivindicou os atentados que deixaram 15 mortos e 75 feridos.

Na mesma província, em novembro do ano passado, um casal cristão foi assassinado e seus corpos foram queimados por um grupo que acusavam as vítimas de profanarem o Corão. No Paquistão 97% população segue o islamismo e os cristãos representam 1,5% da população.

Fonte - Gospel Prime

terça-feira, 14 de abril de 2015

Número de cristãos cresce em país muçulmano

O número de igrejas subterrâneas em um dos países do Oriente Médio tem crescido. Apesar das perseguições, o a quantidade de cristãos deve chegar a 1 milhão de pessoas segundo os missionários Jessé e Quésia, da Junta Mundial de Missões (JMM) que são responsáveis pelos trabalhos missionários na região.

Sem citar o nome do país para impedir retaliações e preservar a segurança física dos fiéis, os missionários afirmam que algo sobrenatural tem acontecido e que cada vez mais pessoas são alcançadas.

“Algo tremendo tem acontecido neste país muçulmano. O que ouvimos falar sobre o Sudeste da Ásia há algum tempo está ocorrendo hoje ali. Estima-se que haja mais de 1 milhão de convertidos. Só em 2015, já foram batizadas mais de 220 pessoas”, relata o Pr. Jessé.

O religioso pode ver de perto os trabalhos que estão sendo realizados naquele país e afirmou que há milhares de igrejas sendo estabelecidas em casas, reunindo cristãos clandestinamente como acontece na China.

“Há milhares de igrejas casas, reunindo-se clandestinamente. Existem centros de treinamentos em países vizinhos, aonde os convertidos vão para serem treinados e depois retornam para seus países para liderar igrejas nas casas.”

O projeto missionário nesse país muçulmano, considerado como um dos mais fechados para o evangelho, tem impressionado o pastor Jessé. “Fiquei impressionado com a ousadia desses irmãos. Eles saem de lá com duas convicções: a primeira é que um dia eles serão presos, pois irão compartilhar de sua fé aos outros, e a segunda é que eles querem voltar para lá, mesmo sabendo disso”.

Apesar desses riscos, esses novos convertidos estão dispostos a evangelizar seus amigos e familiares e fazer com que a mensagem da Cruz alcance a todos. Por essa intrepidez o Evangelho tem crescido no país e muitas pessoas estão se convertendo e sendo batizadas.
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Fonte - Gospel Prime

Estado Islâmico destrói casas de famílias cristãs em Nínive

O mês de abril começou trazendo grande dor para os moradores de Nínive, onde dez casas de famílias cristãs foram demolidas por soldados terroristas do Estado Islâmico.

A cidade iraquiana foi tomada pelos jihadistas que já começaram a espalhar terror e morte pelas ruas. O grupo saqueou objetos de valor dos cristãos e em seguida detonaram explosivos destruindo as residências por completo.

O ataque foi noticiado por uma fonte anônima que deu declarações para a TV al-Sumaria. O ataque aconteceu na cidade de Qada ‘Talkif, que fica a cerca de 15 km a nordeste da fortaleza iraquiana do Estado Islâmico em Mossul.

Destruir a casa de fiéis de minorias religiosas é a mais nova forma de ataque dos jihadistas que antes roubam todos os objetos de valores e dinheiros que essas famílias possam ter.

Além das casas, o grupo ainda atacou e explodiu um antigo mosteiro cristão que fica em outra cidade próxima a Qaraqosh onde a população é predominantemente cristã. Não há informações se houve mortos nesses ataques.

Fonte - Gospel Prime

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Arábia Saudita: pena de morte para quem carregar Bíblia

Caaba, em Meca, Arábia Saudita

A Arábia Saudita é o “berço” do Islamismo, tendo em Meca a cidade mais sagrada dessa religião. Já é proibido aos não muçulmanos entrar naquela cidade. De modo geral, a perseguição religiosa só aumenta. Não há igrejas conhecidas e a maioria dos cristãos naquela nação são imigrantes estrangeiros. Agora, o governo do país que já se diz regido pela lei sharia, anuncia modificações em uma lei sobre literatura. Isso poderá marcar o fim do cristianismo na região. O motivo é simples: está prevista pena capital para quem carregar Bíblias para dentro da Arábia. Ou seja, o que já era considerado contrabando, agora chega ao extremo. Não se pode comprar legalmente uma cópia das Escrituras por lá.

A missão Heart Cry [Clamor do Coração] divulgou em seu relatório mais recente que ao legislar sobre a importação de drogas ilegais, incluiu-se um artigo que aborda “todas as publicações de outras crenças religiosas não islâmicas e que tragam prejuízo”. Ou seja, na prática, entrar com uma Bíblia na Arábia Saudita será o mesmo que carregar cocaína ou heroína.

Segundo a lista publicada anualmente pelo Ministério Portas Abertas, em 2014 a Arábia Saudita figura como o 6º país que mais persegue cristãos. A conversão para outra religião já era proibida na Arábia Saudita, punida com a morte. Mesmo assim, existem relatos crescentes de que muçulmanos estão seguindo a Cristo após sonhos e visões.

O portal WND entrou em contato com a embaixada da Arábia Saudita para confirmar as mudanças na lei, mas a resposta oficial é que não haveria comentários. Por ser um importante parceiro comercial dos EUA, a Arábia raramente recebe cobertura negativa da imprensa.

O teólogo Joel Richardson, que tem escrito vários livros e produz documentários sobre o islamismo e o final dos tempos, afirmou: “Se os muçulmanos verdadeiramente tivessem confiança que sua religião é verdadeira, não teriam medo de pessoas que leem a Bíblia.” [...]

(Gospel Prime)

Nota Criacionismo: Os muçulmanos de todo o mundo, que desfrutam da liberdade de culto, que podem ler tranquilamente seu Corão e construir suas mesquitas, deveriam se manifestar contra essa barbaridade.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Líder muçulmano quer destruição de todas as igrejas cristãs

O sheik intolerante

O mundo ainda mal se recuperou das cenas horríveis da decapitação de 21 cristãos egípcios por membros do grupo jihadista Estado Islâmico (EI), e agora vem o maior líder muçulmano da Arábia Saudita pedir o fechamento de todas as igrejas cristãs! O sheik Abdul Aziz bin Abdullah, o grão-mufti da Arábia Saudita, maior líder religioso do país onde Maomé nasceu, declarou que é “necessário destruir todas as igrejas da região”. Tal comentário do líder muçulmano foi uma resposta ao questionamento de uma delegação do Kuwait, onde um membro do parlamento recentemente também pediu que igrejas cristãs fossem “removidas” do país. O grão-mufti salientou que o Kuwait era parte da Península Arábica, e por isso seria necessário destruir todas as igrejas cristãs de lá. “Como acontece com muitos muftis antes dele, o sheik baseou sua fala na famosa tradição, ou hadith, que o profeta do Islã teria declarado em seu leito de morte: ‘Não pode haver duas religiões na Península [árabe].’ Isso que sempre foi interpretado que somente o Islã pode ser praticado na região”, explicou Raymond Ibrahim, especialista em questões islâmicas.

A importância dessa declaração não deve ser subestimada, enfatiza Ibrahim: “O sheik Abdul Aziz bin Abdullah não é um líder muçulmano qualquer que odeia as igrejas. Ele é o grão-mufti da nação que levou o Islã para o mundo. Além disso, ele é o presidente do Conselho Supremo dos Ulemás [estudiosos islâmicos] e presidente do Comitê Permanente para a Investigação Científica e Emissão de Fatwas. Quando se trata do que o Islã prega, suas palavras são imensamente importantes.”

No Oriente Médio, os cristãos já estão enfrentando perseguição maior, incluindo a morte, nos últimos meses. Especialmente nos países onde as facções militares islâmicas têm aproveitado o vácuo de poder criado pelas revoluções da chamada “Primavera árabe”, como Egito, Líbia e Tunísia, Jordânia, Marrocos, Síria e Iêmen.

Os cristãos coptas, por exemplo, que vivem no Egito há milênios estão relatando níveis mais elevados de perseguição de muçulmanos. No Norte de África, os muçulmanos prometeram erradicar o cristianismo em alguns países, como a Nigéria. No Iraque, onde os cristãos tinham algumas vantagens durante o governo de Saddam Hussein, populações cristãs inteiras fugiram. O Irã também tem prendido crentes e fechado igrejas mais do que de costume.

Ibrahim escreveu ainda em sua coluna: “Considerando a histeria que aflige o Ocidente sempre que um indivíduo ofende o Islã, por exemplo, uma pastor desconhecido qualquer, imagine o que aconteceria se um equivalente cristão do grão-mufti, digamos o papa, declarasse que todas as mesquitas da Itália devam ser destruídas; imaginem o frenesi da mídia ocidental. Imediatamente todos os veículos gritariam insistentemente ‘intolerância’ e ‘islamofobia’, exigiriam desculpas formais e apelariam para uma reação dos políticos.”

O estudioso acredita que uma onda de perseguição sem precedentes está prestes a ser iniciada na região, que ainda testemunha Israel e Irã viverem ameaçando constantemente fazer ataques. O resultado disso pode ser um conflito de proporções globais.

Os reféns cristãos foram forçados a se ajoelhar e então foram decapitados. O vídeo foi divulgado em perfis de jihadistas líbios que apoiam o Estado Islâmico nas redes sociais, com a seguinte legenda: “O povo da cruz, os seguidores da igreja egípcia hostil.”

Fonte - Gospel Prime

Nota Criacionismo: A tensão realmente vem aumentando no Oriente, com clara repercussão no Ocidente. Líderes políticos e religiosos estão discutindo o que fazer para conter a barbárie dos fundamentalistas radicais religiosos, e chegando à conclusão (correta) de que o terrorismo religioso é um mal que deve ser combatido. O grande problema é como vem sendo interpretado o conceito de “fundamentalismo” e “radicalismo”...

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Estado Islâmico vende, crucifica e enterra crianças vivas no Iraque

A ONU denunciou mais barbáries cometidas pelo grupo radical Estado Islâmico (EI), braço da Al-Qaeda dirigido por Abu Bakr al-Bagdadi que atua no Iraque e Síria, responsável por sequestro, abuso sexual, tortura e assassinato contra crianças iraquianas.

Segundo o Comitê das Nações Unidas para os Direitos da Criança meninos menores de 18 anos estão sendo usados pelo EI em ataques suicidas, fabricas de explosivos, informantes ou escudos humanos para proteger instalações contra ataques aéreos.

A agência da ONU estaria preocupada com a matança sistemática de crianças, a perseguição a minorias religiosas, como cristãos que tem sido obrigados a deixar suas casas, incluindo vários casos de crianças enterradas vivas, execuções coletivas de meninos, assim como relatos de crianças decapitadas ou crucificadas pelo Estado Islâmico.

Os terroristas estariam usando crianças com problemas mentais para servirem como homens-bomba e promovendo leilões para venda de meninas sequestradas em comunidades cristãs para servirem como escravas sexuais. O EI publicou vídeos na internet que mostram crianças de aproximadamente 8 anos de idade sendo treinadas para servirem como soldados.

Renate Winter, especialista do comitê, disse que crianças tem morrido por desidratação, inanição e calor. O relatório do comitê também aponta que crianças de minorias têm sido capturadas em vários lugares e vendidas no mercado com etiquetas de preços nelas.

Fonte - Gospel Prime

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Polícia invade estudo bíblico e prende vinte cristãos

A perseguição de cristãos na China ganhou um novo episódio este ano, no dia 11 de janeiro dez policiais invadiram uma casa e prenderam 27 cristãos que participavam de um estudo bíblico.

O caso aconteceu no distrito de Shunyi, em Pequim, em uma casa que recebe cristãos que trabalham na cidade. A reunião estava no começo quando os fiéis foram surpreendidos pelos policiais.

“Assim que terminamos nosso momento de louvor e adoração, um missionário tomou à frente a fim de nos guiar na leitura de passagens da Bíblia. Nós estávamos orando quando a polícia chegou”, disse um membro da igreja parafontes do ministério Portas Abertas.

Todas as pessoas que participaram do estudo foram levadas à delegacia e as bíblias e os hinários foram confiscados. A liberação dos cristãos só aconteceu depois das 10h30 da noite.

“A polícia queria que nós entregássemos tudo que tínhamos, incluindo os dados salvos em nossos celulares. Eles checaram nossos documentos de identificação, e depois de terem feito um registro por escrito, nos deixaram ir embora”, disse um dos cristãos que foram presos.

“Inicialmente, eles alegaram que nosso encontro era proibido por lei. Depois, quando chegamos à delegacia, eles disseram que o local é ilegal e que não devíamos ir lá novamente”.

Essa não é a primeira vez que os cristãos são levados à delegacia e seus materiais eletrônicos são confiscados. O mesmo delegado, Li Jincheng, já realizou operações semelhantes segundo as testemunhas.

“O diretor da delegacia é Li Jincheng, o mesmo policial que nos atacou no ano passado. Na última vez, ele e sua equipe tentaram apagar todas as informações de nossos computadores. Eles só não concluíram porque não houve tempo suficiente, mas muito conteúdo foi deletado. A polícia também disse que não estávamos autorizados a pegar os computadores de volta. Eles disseram que devíamos abandonar nossa igreja”, contou o cristão.

Fonte - Gospel Prime
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