sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Terra Santa: A guerra pela paz

Neste domingo, 17 de agosto, a TV Novo Tempo apresenta o “Especial NT — Terra Santa: a Guerra pela Paz”, abordando o histórico conflito Israel-Palestina.
O programa vai ser exibido, ao vivo, às 19h.

O Jornalismo da Novo Tempo fará um retrato da atualidade, da história e das perspectivas para os povos da região a partir da análise de especialistas das diversas áreas do conhecimento humano, como História, Ciências Políticas e Sociais, Relações Internacionais e Teologia.

Estarão no estúdio, ao vivo, Suhad Nasser, professora de Relações Internacionais, analista de Relações Governamentais e Organismos Internacionais; Andre Lajst, cientista político, mestre em Segurança Nacional e Contraterrorismo e ex-oficial da Força Aérea de Israel; Carlos Flávio Teixeira, doutor em Ciências da Religião, e Edson Nunes, teólogo especialista em Antigo Testamento, Hebraico Bíblico e diálogo inter-religioso.

Então, anote na sua agenda e convide os seus amigos: neste domingo, 17 de agosto, às 19h, acompanhe e participe do Especial NT – Terra Santa: a Guerra pela Paz. Aqui, na sua TV Novo Tempo.

Fonte - Novo Tempo

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Papa defende a paz entre as Coreias por meio do diálogo

Francisco evitou citar o regime comunista norte-coreano.
Ele elogiou os esforços feitos a favor da reconciliação na península.

O Papa Francisco fez nesta quinta-feira (14) em Seul uma apelo às duas Coreias para que superem as recriminações e interrompam a mobilização de forças, ao destacar que a paz só poderá ser alcançada com o diálogo e o perdão.

Diante da presidente sul-coreana, Park Geun-Hye, e de várias autoridades do país, o pontífice elogiou "os esforços feitos a favor da reconciliação e da estabilidade na península coreana", o "único caminho para uma paz duradoura".

O Papa, que falou em inglês pela primeira vez em um evento oficial, evitou cuidadosamente citar o regime comunista norte-coreano, apesar das referências às injustiças, perseguições e mobilização de forças que representaram uma alusão a Pyongyang.

As palavras "comunismo" ou "marxismo" não foram citadas no discurso de Francisco.

"A diplomacia, como arte do possível, se baseia na convicção firme e perseverante de que se pode alcançar a paz através da escuta tranquila e do diálogo, mais do que através de recriminações mútuas, críticas estéreis e mobilização de forças", destacou o pontífice.

China

Francisco chegou na manhã desta quinta à Coreia do Sul para uma visita de cinco dias. Antes da viagem, o Papa enviou seus "melhores desejos" ao presidente da China, Xi Jinping, e à população do país em um telegrama enviado pouco antes de o avião em que viajava sobrevoasse pela primeira vez a potência asiática.

"Antes de entrar no espaço aéreo chinês, estendo meus melhores desejos a sua excelência (Xi Jinping) e a seus concidadãos, e invoco bênçãos divinas de paz e bem-estar a toda a nação", disse o pontífice no habitual telegrama que envia aos países que sobrevoa, revelou o jornal oficial chinês "Global Times".

O fato de Pequim aprovar a rota sobre seu espaço aéreo do avião papal foi interpretado como um sinal de relaxamento das tensas relações entre China e Vaticano, já que em uma viagem semelhante à Coreia do Sul em 1989 esse roteiro foi negado a João Paulo II.

Existem na China entre oito e 12 milhões de católicos, segundo dados do Vaticano, divididos entre os pertencentes à Igreja oficial ("Patriótica") - controlada pelo governo comunista - e a clandestina, em comunhão com Roma e perseguida por Pequim.

O Vaticano e a China não mantêm relações diplomáticas desde 1951, depois de Pio XII excomungar dois bispos designados pelo governo chinês, que por sua vez expulsou o núncio apostólico, que se estabeleceu na ilha de Taiwan.

Para retomar as relações diplomáticas, Pequim exige que o Vaticano rompa antes com Taiwan e não "interfira" nos assuntos internos chineses.

No entanto, alguns católicos chineses foram até Coreia do Sul para acompanhar a visita do Papa, embora não tenha havido viagens organizados por igrejas locais.

Mais cristãos que budistas

Ao contrário do Norte, onde o catolicismo é muito perseguido, no Sul os cristãos, entre todas as diferentes denominações, são mais numerosos que os budistas. Os católicos (10,7% da população) integram uma Igreja dinâmica, influente, mas ameaçada por um certo "aburguesamento" que Francisco pretende ajudar a dissipar.

A última visita de uma papa a Coreia do Sul havia acontecido em 1989.

O programa do primeiro dia de visita incluiu uma cerimônia na 'Casa Azul" (sede da presidência), na presença de 800 personalidades do país, e depois um encontro com 35 bispos.

O pontífice, de 77 anos, também pretende levar uma mensagem aos jovens de 23 países em uma mini-JMJ (Jornada Mundial da Juventude) do continente. E deve deixar claro que os católicos chineses estão em seus pensamentos.

"O Papa Francisco vai dirigir-se a todos os países do continente, com uma mensagem para o futuro da Ásia", declarou o número dois do Vaticano, o secretário de Estado Pietro Parolin.

A última viagem de um sumo pontífice ao continente asiático havia sido feita por João Paulo II, que visitou a Índia em 1999.

Fonte - G1

A bênção do Papa sobre a China

Seul (RV) – Pela primeira vez um avião levando um Pontífice pode sobrevoar o espaço aéreo da República Popular da China, graças à autorização de Pequim.

O Papa Francisco enviou um telegrama ao Presidente Xi Jinping: “Entrando no espaço aéreo chinês, expresso os meus melhores votos à sua excelência e a todos os seus cidadãos e invoco a bênção divina de paz e bem-estar sobre a nação”.

O Pontífice também enviou telegramas de saudação aos presidentes dos outros países sobrevoados na viagem à Coreia: Itália, Croácia, Eslovênia, Áustria, Eslováquia, Polônia, Belarus, Rússia e Mongólia. (JE)

Fonte - Rádio Vaticano

O evangelismo divino e o livro de Daniel

Um Deus que Se revela

[A propósito do início da leitura do livro do profeta Daniel no projeto Reavivados por Sua Palavra, publico este texto do pastor Luís Gustavo Assis.] Deus encontra as pessoas onde elas estão. Esse é um princípio conhecido de evangelismo público. Mas ele não deve ser limitado a isso. Esse é um dos principais princípios de interpretação bíblica. Ao comunicar Sua mensagem, Deus não a revelou de uma forma desconhecida para o público. Antes, Ele a revelou de uma forma que fez sentido para os recipientes da mensagem. Creio que o livro do profeta Daniel seja capaz de demonstrar a aplicação desse princípio. É evidente que Daniel tem um significado especial para o adventismo. Nos últimos anos, diversos novos estudos foram produzidos por nossos teólogos abordando aspectos interessantes dessa obra.[1] Abaixo, gostaria de compartilhar como o livro de Daniel é capaz de nos ensinar muito sobre a didática divina e como esse conteúdo pode ajudar em nosso trabalho missionário.

Daniel 2 – Quem sabe esse seja o capítulo de Daniel mais abordado em estudos bíblicos, sermões e evangelismos. Gostamos de enfatizar o poder da profecia bíblica e sua capacidade de revelar o futuro muito tempo antes de ele acontecer. Mas por que será que Deus utilizou uma imagem para representar a história da humanidade? Entre os povos do antigo oriente médio, a história da humanidade costumava ser descrita como uma estátua humana.[2] Se os sábios da corte real soubessem qual era o sonho, eles não teriam muita dificuldade para entendê-lo. Eles estavam familiarizados com essa linguagem.

Mas aquela não era uma simples imagem. Era um ídolo. Se virarmos a página e lermos o capítulo três, veremos isso mais claramente. Ali está o relato de que o rei Nabucodonosor construiu uma imagem de ouro – o mesmo metal que representava seu reino na estátua do capítulo 2 –, e ela deveria ser adorada! Para um rei pagão como Nabucodonosor Deus revelou o futuro da humanidade na forma de um ídolo, e este sendo destruído. Deus estava indo ao encontro do rei em sua própria realidade!

A visão é concluída com uma rocha destruindo toda a estátua e se tornando uma grande montanha que encheu a terra. Trata-se do reino de Deus sendo estabelecido e durando para todo o sempre (2:44, 45). Essa linguagem não era desconhecida nem para Nabucodonosor, nem para o profeta Daniel. Inúmeros textos sumerianos, como o Cilindro de Gudea (c. 2500 a.C.), de Lagash, descrevem a inauguração de um templo como uma pedra se tornando uma montanha e enchendo toda a terra![3]

O que seria o reino de Deus, senão a presença de Deus com Seu povo, proporcionando paz e segurança? E o que seria um templo, senão a habitação de Deus entre Seu povo? Parte do currículo acadêmico de Babilônia envolvia o estudo da língua e da literatura sumeriana, tópicos a que Daniel deve ter sido exposto durante seus três anos de treinamento lá (1:5).[4] Deus moldou Sua mensagem de forma que Nabucodonosor e Daniel a compreendessem! Para nós que temos um abismo cultural e linguístico separando nossa realidade da deles, pode ser difícil reconhecer isso, mas, quando analisamos a cultura da época, esses símbolos fazem muito mais sentido.

Daniel 7 – A visão de Daniel 7 é basicamente a mesma do capítulo 2. Para tentar amenizar o fato de um rei pagão receber uma revelação divina, costumamos dizer que Nabucodonosor teve um sonho e Daniel teve uma visão. Na verdade, ambos foram profetas. O aramaico de Daniel 2:28 e 7:1 é praticamente idêntico. Tanto o profeta hebreu como o rei babilônico receberam a mesma revelação divina. No caso de Daniel, um fiel judeu, a visão não foi de um ídolo composto de vários metais. Ao invés disso, Deus utilizou o esboço da história da criação. Em Gênesis 1, temos as águas caóticas (v. 2; o ruach, palavra que pode significar tanto “espírito” como “vento”; pairar do Espírito de Deus), criação dos animais e a criação do homem, e este recebendo domínio sobre toda a criação. A mesma sequência pode ser vista em Daniel 7. A visão começa com os quatro ventos do céu agitando o mar (v. 1), quatro animais surgem na visão (v. 3), e o Filho do homem aparece para ter domínio sobre esses animais (v. 13 e 14). Esse simbolismo não seria claro para Nabucodonosor, mas para o profeta hebreu era. Deus foi ao encontro de Daniel com uma linguagem que era conhecida por ele.[5]


Além de Gênesis 1, outros elementos parecem ter influenciado a forma como Deus apresentou a visão no capítulo 7. A linguagem do capítulo é muito parecida com aquela usada em manuais de interpretação de sonhos e presságios da religião babilônica, algo que era muito familiar para alguém responsável por todos os magos, encantadores, caldeus e feiticeiros (Dn 5:11). Expressões como “quatro ventos do céu” (Dn 7:1) e animais com múltiplas cabeças e chifres são comuns nesse tipo de literatura.[6]


Outra influência provável na escolha dos animais da visão pode ser encontrada em Oseias 13:7, 8. Ali Deus afirma que atacaria Israel como um leão, um leopardo e uma ursa. O que temos em Daniel 7 é justamente isto: poderes opressores do povo de Deus ao longo dos séculos, isto é, Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma. Se essa reconstrução estiver correta, Deus apresentou uma visão que fez perfeito sentido para o profeta, não apenas como um fiel seguidor e conhecedor das tradições do Antigo Testamento, mas também como um acadêmico da religião babilônica.

Essa visão deve ter encorajado o profeta. Por anos ele estava vivendo em Babilônia e até aquele momento Nabucodonosor, um rei pagão, era quem recebia mensagens divinas (capítulos 2 e 4). Agora Daniel recebe a confirmação de que um dia o Filho do homem terá todo o domínio em Suas mãos, e esse domínio não passará para outra pessoa.


Daniel 8 – Alguns estudiosos do livro de Daniel tentaram ver uma conexão entre o capítulo 8 e calendários astrológicos usados entre os persas e gregos.[7] Ali, o carneiro simbolizava a Pérsia e o bode, a Síria, território dominado pelos Selêucidas após a morte de Alexandre, o Grande. Apesar de atrativa, essa ideia apresenta sérias fragilidades, sendo a principal delas o fato de estar baseada em fontes tardias (2º século a.C.), o que torna difícil verificar se alguém vivendo na Babilônia no 6º século a.C. estaria familiarizado com essa associação.


Se o pano de fundo de Daniel 7 parece ter sido Gênesis 1 e manuais de interpretações de sonhos e presságios babilônicos, o conteúdo da visão do capítulo 8 parece ser exclusivamente cúltico.[8] Por cúltico quero dizer que estava totalmente relacionado com a linguagem do tabernáculo israelita. Por exemplo, os símbolos do carneiro e do bode nos remetem a Levítico 16, o capítulo que descreve a cerimônia do Dia da Expiação. O “príncipe do exército” (v. 11) está relacionado com o homem vestido de linho em Daniel 10:5, exatamente o tipo de vestes que o sumo sacerdote usava nesse dia (Lv 16:4, 23, 32).[9] O uso do termo pesha’, traduzido como “transgressão” ou “abominação”, é sugestivo, já que esse tipo de pecado também era removido do tabernáculo no dia da expiação (cf. Dn 8:12, 13; Lv 16:16, 21). O uso do verbo “purificar” (heb. nisdaq; v. 14) também parece ter uma conotação cúltica, sendo utilizado como sinônimo do verbo hebraico tahar, purificar (cf. Jó 4:17; 17:9),[10] o mesmo utilizado para descrever a atividade de purificação no Yom Kippur.[11]


Um judeu piedoso como Daniel entenderia todo o simbolismo do capítulo 8. Depois de revelar que há um futuro promissor (Dn 7), Deus revelou quando Ele responderia aos diversos ataques dos Seus inimigos, neste caso, do chifre pequeno (Dn 8:9-14). O conteúdo básico da mensagem divina era compreensível para o profeta, apesar de uma porção precisar de mais esclarecimentos, no caso “a visão da tarde e da manhã” (Dn 8:26; 9:23-27). De qualquer forma, ao revelar Sua mensagem, Deus não o fez de uma forma totalmente aleatória em relação ao conhecimento e à realidade do profeta.



Concepção artística de Babilônia na época de Daniel

Conclusão – Especialmente em Daniel 2 e 7, Deus deu a mesma revelação para pessoas com bagagens culturais e religiosas totalmente diferentes e creio que essa postura divina tem muito a nos ensinar. Se Ele vai ao encontro das pessoas onde elas estão, por que não podemos fazer o mesmo? Por muitas décadas nosso evangelismo pessoal tem sido focado quase que exclusivamente entre cristãos de outras denominações. Quase que esquecemos por completo aqueles que não têm um vínculo religioso. Alguns mensageiros são tão afoitos que já começam um estudo bíblico falando sobre a guarda do sábado, o que a Bíblia ensina sobre a morte, santuário celestial, e outras doutrinas distintivas do adventismo. O que nos esquecemos é que em cada pessoa existe uma história, uma cultura, um estilo de vida. Se não criarmos uma ponte entre nossa mensagem e a realidade diária do ouvinte, a beleza da mensagem que temos não será apreciada.


Permita-me ilustrar. Quando fui professor de ensino religioso em Esteio, RS, aprendi na prática como não dar uma aula. Foi muito simples. Era simplesmente trazer um conteúdo pronto e despejar em cima dos alunos. Por outro lado, quando comecei a fazer debates sobre o conteúdo de alguns filmes que faziam parte da realidade deles e a partir daí levá-los às Escrituras Sagradas, podia notar o interesse crescente deles. Pegue, por exemplo, um filme como Man of Steel, a mais recente versão da história do Super-Homem. São inegáveis as semelhanças do enredo com Apocalipse 12 e a história de Jesus. Por que não posso usar essa produção de Hollywood como uma introdução ou ponto de contato para apresentar o evangelho para um jovem? Seria inapropriado? Não à luz do que vimos em Daniel 2! Essa abordagem pode ser útil para um adolescente ou jovem, mas não para uma senhora alheia a qualquer filme recém-lançado. Pessoas diferentes requerem abordagens diferentes. Não podemos imaginar que todos somos iguais.


Precisamos alcançar as pessoas onde elas estão. Isso envolve relacionamento, contato pessoal. Quem sabe isso seja difícil para nossa sociedade atual, já que estamos o tempo todo plugados em redes sociais. Elas podem ter o seu valor, mas nada substitui o contato pessoal. Quando o Deus do livro de Daniel Se tornou carne e habitou entre nós (Jo 1:14), Ele nos deixou um maravilhoso exemplo do que é alcançar as pessoas dentro da sua realidade. Será que estamos seguindo Seu exemplo?


(Luiz Gustavo Assis é pastor e faz mestrado nos Estados Unidos)

Fonte - Criacionismo


Referências:

1. Alguns dos recentes estudos feitos por teólogos adventistas sobre o livro de Daniel: Enrique Baez, Allusions to Genesis 11:1-9 in the Book of Daniel: An Exegetical and Intertextual Study (PhD. diss., Andrews University, 2013); Patrick Mazani, The Book of Daniel in Light of the Ancient Near Eastern Literary and Material finds: An Archaeological Perspective (PhD. diss., Andrews University, 2008); Winfried Vogel, The Cultic Motif in the Book of Daniel (New York, NY: Peter Lang, 2010); Martin Pröbstle, Truth and Terror: A Text-Oriented Analysis of Daniel 8:9-14 (PhD. diss., Andrews University, 2005); Lewis Anderson, The Michael Figure in the Book of Daniel (PhD. diss., Andrews University, 1997); Zdravko Stefanovic, Correlations Between Old Aramaic Inscriptions and the Aramaic Section of Daniel (PhD. diss., Andrews University, 1987); idem., Daniel, Wisdom for the Wise: Commentary on the Book of Daniel (Pacific Press, 2007).
2. Para uma introdução sobre o processo de interpretação de sonhos no Antigo Oriente Médio, ver A. Leo Oppenheim, The Interpretation of Dreams in the Ancient Near East (Gorgias Press, 2009).
3. Greg K. Beale, The Temple and the Church’s Mission: A Biblical Theology of the Dwelling Place of God (Downers Grove, IL: IVP Academic, 2004), p. 51.
4. Jacques Doukhan, Secrets of Daniel: Wisdom and Dreams of a Jewish Prince in Exile (Hagerstown, MD: Review and Herald, 2000), 17.
5. Devo a Jon Paulien a ideia da relação entre Gênesis 1 e Daniel 7. Ele os apresentou em uma palestra aos pastores da Associação Central Sul-Riograndense, em agosto de 2011. Para mais detalhes sobre a história da criação no livro de Daniel, ver: Martin G. Klingbeil, “Creation in the Prophetic Litetature of the Old Testament”, Journal of the Adventist Theological Society 20/1-2 (2009), p. 47, 48; Jacques B. Doukhan, “Allusions à la creation dans le livre de Daniel”, em Adam S. vam der Wounde, The Book of Daniel in Light of New Findings (Biblioteca Ephemeridum Theologicarum Lovaniensium 106, Leuven: University Press and Peeters, 1993).
6. Ernest Lucas, “The Source of Daniel’s Animals Imagery”. Tyndale Bulletin 41.2 (1990), p. 161-185.
7. Aage Bentzen, Daniel: Handbuch zum Alten Testament 19 (Tübingen: J. C. B. Mohr, 1952), p. 69; Andre Lacocque, The Book of Daniel (Atlanta: John Knox Press, 1979); Norman W. Porteus, Daniel (Philadelphia, PN: The Westminster Press, 1965), p. 122; John Goldingay, Daniel, in World Biblical Commentary (Dallas, TX: Word Books, 1989), p. 208, 209.
8. Para uma introdução à linguagem cúltica do livro de Daniel, ver a já citada obra de Winfried Vogel, The Cultif Motif in the Book of Daniel, uma das mais recentes obras sobre esse aspecto do livro de Daniel.
9. Para mais argumentos sobre a identificação de Miguel como o “homem vestido de linho” em Daniel 10 e 12, ver a já citada dissertação de Lewis Anderson, The Michael Figure in the Book of Daniel, p. 296-317.
10. Richard Davidson, “The Meaning of Nisdaq”, Journal of the Adventist Theological Society 7/1 (1996), 107–119.
11. Existem outros indicativos para um pano de fundo do Dia da Expiação em Daniel 8. Estes foram listados apenas a título de ilustração. Ver Luiz Gustavo Assis, “The Background of the Imagery of Daniel 8: Cultic or Pagan?”, artigo não publicado.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Google tem relatório com todos os lugares onde você esteve; confira com os seus próprios olhos

 Se você usa um celular Android, o Google monitora a sua localização. Talvez você já soubesse disso. Mas ao ver a lista compilada pelo Google, você provavelmente vai levar um susto. Ela mapeia todos os seus passos, 24 horas por dia, dia após dia, mês após mês, ano após ano – e organiza numa espécie de calendário. Clique aqui para conferir. Inclui absolutamente tudo.

O Google vigia a sua localização para fornecer “serviços relevantes”, como resultados de busca relacionados ao lugar onde você está. É legítimo, e não é exclusividade do Android (desde 2011, sabe-se que o iPhone faz algo similar). Mas também é meio perturbador – pois o celular transmite a sua localização mesmo se você estiver com o Google Maps fechado e o GPS desligado.

Um prato cheio para os robôs do Google (que já têm acesso aos seus emails, chats, buscas e até navegação na internet), e um banquete tentador para os espiões da NSA. Há quem diga que quem não deve não teme. Mas se você acha que isso tem um pouco de “1984″, em tese é possível desligar o monitoramento. Entre nas configurações do Android, abra o item Serviços de local e desmarque as opções “Serviços de localização do Google” e “Localização e pesquisa do Google”. Isso irá deixar o Google Maps mais lento, pois ele passará a depender exclusivamente do GPS (no iOS 7, as configurações relevantes ficam em “Serviços de localização”).

Fonte - Superinteressante

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Padre espanhol com Ebola morre em hospital de Madri

O padre espanhol Miguel Pajares, de 75 anos, o primeiro europeu infectado pelo surto do vírus Ebola que já matou mais de mil pessoas na África Ocidental, morreu num hospital de Madri, informou nesta terça-feira uma porta-voz das autoridades municipais de saúde.

A porta-voz não disse quando morreu Pajares, que tinha sido transportado da Libéria para a Espanha em 7 de agosto depois de contrair a doença enquanto trabalhava para uma organização não governamental no país africano.

O padre estava recebendo tratamento no hospital Carlos III, onde estava em quarentena desde seu retorno da África.

O Ministério da Saúde disse que ele estava sendo tratado com o medicamento experimental ZMapp, fabricado pela companhia norte-americana Mapp Biopharmaceutical. Dois trabalhadores humanitários norte-americanos infectados pela doença têm mostrado alguns sinais de melhora desde que receberam o medicamento. Pajares foi repatriado com a freira Juliana Bohi, que teve resultado negativo em exames para verificar se estava com o Ebola.

Fonte - Yahoo

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

"Visita do Papa, grande contribuição ao diálogo e à paz", dizem budistas coreanos

Seul (RV) – “É um grande privilégio dar as boas-vindas ao Papa Francisco. Nós budistas acreditamos que a visita de Sua Santidade tornará o diálogo inter-religioso mais significativo e contribuirá para criar um clima mais tranqüilo nesta península ainda dividida”. Palavras do Presidente da Ordem Jogye, o monge budista Jaseung, publicadas no jornal coreano ‘The Korea Times’.

“O Papa Francisco – lê-se na mensagem divulgada pela Agência Misna – consola os pobres e os marginalizados, levando a eles esperança e força. Com a sua presença, desejamos que os cidadãos coreanos aprendam a demonstrar amor e compaixão em relação aos seus vizinhos. Desejamos também que as suas orações por todos os homens continuem, em particular as suas orações sinceras, oferecidas para encontrar uma solução pacífica entre Palestina e israel”.

O monge budista sublinha também que “a Coréia é uma sociedade multi-religiosa e nós nos dirigimos às outras comunidades religiosas como nossos vizinhos. Entre as diversas comunidades inter-confessionais, buscamos manter uma comunicação e colaboração contínuas. O budismo coreano, de fato, tem uma grande ligação com a fé católica”. “Os monges budistas da Ermida de Cheonjinam e do Templo de Jueosa – observou o monge - deram a sua vida para proteger os católicos perseguidos” no século XIX.

“Desejamos – conclui a mensagem – que os esforços da sociedade coreana pelo diálogo inter-religioso e a paz possam contribuir a levar a paz no mundo. Desejamos que a visita do Papa seja uma ocasião para rezar pela salvação e a felicidade de todos os seres vivos”.

Fonte - News.VA

O que Tony Palmer ainda pode nos ajudar a perceber

Amizade e interesses comuns

O funeral do bispo Tony Palmer, amigo do papa Francisco e elo entre o líder romano e líderes evangélicos norte-americanos, foi realizado na semana passada. Por estes dias, recebemos algumas novas informações sobre a vida e a ação dele que certamente vale a pena considerar. Quando, em 2006, Tony Palmer já era amigo do então cardeal Mario Bergoglio, este último apoiou um evento conjunto entre católicos e carismáticos em Buenos Aires, organizado por Palmer. Isso representou alguma mudança na posição de Bergoglio, que até então se mostrava muito reservado quanto a essas aproximações. Durante esse tempo, Palmer, casado com uma católica, sentiu o apelo para unir-se à Igreja de Roma, e informou Bergoglio das suas intenções. O então cardeal respondeu que ele não deveria fazer isso; deveria manter-se na comunhão anglicana da qual fazia parte, pois eram necessários construtores de pontes. Ou seja, Bergoglio entendeu que Palmer seria bem mais útil à realização dos objetivos assumidos mantendo-se na comunidade anglicana, enquanto agia para reaproximar as partes.

Nas conversas que ambos mantinham, costumavam comparar as separações no cristianismo ao apartheid na África do Sul, um regime que todos concordarão em não mais querer repetir. Desses tempos, Palmer confessou que o papa não queria torná-lo um rebelde, mas sim um reformador, uma palavra cuja escolha nos soa de forma um pouco perturbadora...

Mais recentemente, depois de Palmer ter aparecido na Convenção Carismática de Kenneth Copeland, foram os evangélicos americanos que tomaram a iniciativa de contatá-lo, pedindo para fazerem parte da delegação que iria a Roma encontrar-se com o papa! Quando Francisco soube do grande e ampliado interesse, ficou espantado e combinou com Tony Palmer o encontro.

Nesse encontro que organizou entre os líderes protestantes americanos e o papa, no dia 24 de junho, Palmer propôs a adoção de uma Declaração de Fé na Unidade para a Missão, que os evangélicos tinham esboçado (repare que, mais uma vez, os protestantes é que estendem os braços para o compromisso; nem sequer é Roma que sugere o tal documento conjunto!), com o objetivo de ser assinado pelos protestantes e o Vaticano em Roma, em 2017, assinalando o 500º aniversário da Reforma. Acredite ou não, para celebrar a Reforma Protestante, os protestantes querem formalizar o fim dela!

A proposta tinha três elementos essenciais: o credo de Niceia-Constantinopla, que católicos e evangélicos partilham; o essencial da declaração católico-luterana de 1999, com o acordo sobre a justificação pela fé; e uma declaração formal confirmando que católicos e evangélicos estão unidos na missão, baseados no mesmo evangelho. Convém relembrar que quanto a dois pontos críticos relacionados aos eventos finais da História – a santificação do domingo e a imortalidade da alma –, o protestantismo americano e Roma estão, de fato, baseados no mesmo “evangelho”.

Espantosamente, a proposta que Tony Palmer levava incluía uma seção final sobre liberdade de consciência. Seria muito interessante saber o que Roma diria dessa parte...

O papa recebeu o esboço e ficou de pensar na proposta, devendo o assunto ser novamente abordado num próximo reencontro com Palmer que, como sabemos, não voltou nem voltará a suceder.

Nas horas que Palmer passou no hospital após o acidente de que foi vítima, o próprio Francisco ligou para o hospital para se inteirar do estado de saúde dele, o que mostra a preocupação do papa com o que aconteceu ao seu amigo de longa data.

O funeral de Palmer decorreu com um cerimonial católico romano e não anglicano (o setor à qual pertence a comunhão oficial de Palmer), por ordem do papa Francisco (!), que também designou um bispo romano para oficiar a cerimônia.

Contudo, havia questões protocolares a serem resolvidas: (1) os clérigos anglicanos deveriam autorizar o cerimonial romano, o que ocorreu; (2) mais complicado, Palmer não poderia ser sepultado como um bispo católico, porque nunca foi investido como tal – isso foi resolvido com a intervenção do papa, que ordenou o sepultamento como um bispo romano!

E onde Palmer foi sepultado? Na Capela de Eyre, um local histórico e revestido de altíssima honra, onde estão sepultados muitos católicos que resistiram às tentativas de conversão por parte dos anglicanos após a separação destes de Roma! Impressionante, não lhe parece?!

Durante a cerimônia fúnebre, a viúva leu uma mensagem privada que Francisco enviou à família dizendo que ambos oraram várias vezes no mesmo espírito, e que Palmer tinha deixado um enorme legado com sua compaixão pela unidade cristã. Na mensagem, o papa terá dado a entender que o trabalho de Palmer continuará, algo que não nos pode surpreender.

Creio que isso tudo lança mais alguma luz sobre a relação do papa com o falecido Tony Palmer, enquanto ficamos com uma perspectiva bem clara com respeito a como continuarão os esforços de aproximação e união que Palmer tão bem vinha desempenhando.

(Fontes: “Pope’s Protestant friend dies, but push for unity lives”, artigo de Austen Ivereigh [autora de uma biografia do papa Francisco que será publicada em novembro de 2014], no Boston Globe; “A few thoughts from the Requiem Mass Celebrating the Life of Rt Rev Anthony Palmer”, testemunho de Michael Daly, um padre que assistiu ao funeral de Tony Palmer.)

(O Tempo Final)

O dragão afia as garras

Papel profético e poder de sobra

Em entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo, o fundador do polêmico site WikiLeaks, Julian Assange, fala sobre geopolítica, espionagem e o livro que lançará no ano que vem. Confinado há mais de dois anos na Embaixada do Equador em Londres, ele continua divulgando documentos secretos do governo norte-americano. Assange questiona o grau de independência do Brasil em relação aos Estados Unidos e menciona mais alguns detalhes interessantes, que posicionam ainda mais os EUA na profecia de Apocalipse 13. Confira alguns trechos da entrevista:

Assange: “O que devemos questionar são os níveis verdadeiros de liberdade de expressão nesses países (da Europa, da América Latina). E, é claro, nos EUA, onde ele não se pôde falar livremente também (sobre Snowden).”

Assange: “A Agência de Segurança Nacional (dos EUA) intercepta quase todas as telecomunicações brasileiras com o resto do mundo. [...]. Os EUA são capazes de cortar o Brasil do resto do mundo em qualquer momento que queiram.”

Assange: “Uma guerra [...] indireta em relação à Rússia já está em andamento na Ucrânia. Esteve se desenvolvendo pelo menos desde 2004, com a expansão da Otan em outros países ao longo da fronteira russa e o crescente cercamento da Rússia. Uma abordagem similar vem sendo aplicada agora em países ao sul da China. [...] O Africom (comando militar americano na África) foi criado para manter sob controle a influência chinesa na África.”

Há quem pense que esses são os últimos suspiros do gigante. Chomsky já havia previsto que a quebra de hegemonia americana seria precedida de relações conflituosas com o Leste Europeu e disputas de mercado com a China na Ásia e na África. Se essa quebra da hegemonia vai ocorrer ou não, não sei. O que os estudantes do Apocalipse sabem é que os EUA terão poder suficiente para apoiar a primeira besta (Ap 13) e forçar o mundo à adoração do anticristo e a um falso sistema de culto.

Um livro que vale muito a pena ser lido nesse contexto é Dirty Wars: The World Is a Battlefield. Trata-se de um excelente exemplo para mostrar como o EUA estão cada vez mais parecidos com um dragão. Um dragão que afia as garras dia após dia.

Clique aqui e assista ao documentário do livro (ainda sem legenda).

Fonte - Criacionismo

domingo, 10 de agosto de 2014

Papa: “Não se faz a guerra em nome de Deus!”

Francisco lembrou as vítimas provocadas pelo conflito no Iraque, em Gaza e pelo surto do ébola.

O Papa lançou um apelo ao fim da violência no Iraque. Na oração do Angelus, Francisco lembrou os milhares de pessoas que foram obrigadas a fugir dos insurgentes do grupo Estado Islâmico (ISIS, na sigla inglesa).

Visivelmente comovido, o Papa recordou que não se faz a guerra em nome de Deus.

“Milhares de pessoas, incluindo muitos cristãos, expulsas de suas casas de forma brutal; crianças que morrem à sede e à fome durante a fuga; mulheres sequestradas; todo o tipo de violência; destruição de património religioso, histórico e cultural. Tudo isso ofende gravemente Deus e a humanidade. Não se pode praticar o ódio em nome de Deus! Não se faz a guerra em nome de Deus!”, disse.

O Papa também lembrou as vítimas do conflito israelo-palestiniano e pediu o empenho internacional e das partes envolvidas para que se consiga chegar a um entendimento.

“Também em Gaza, após um cessar-fogo logo recomeça a guerra, que mata vítimas inocentes e nada mais faz do que piorar o conflito entre israelitas e palestinianos. Rezemos juntos ao Deus da paz, por intercessão da Virgem Maria: dê a paz, Senhor, em nossos dias, e faz-nos construtores da justiça e da paz.”

No final do Angelus, Francisco pediu ainda para se rezar pelas vítimas do vírus ébola e por aqueles que lutam para travar a sua propagação. 

Fonte - Radio Renascença

Nota DDP: Alguém, em algum momento, dará eco ao discurso que leva à "paz e segurança".

Terremoto de magnitude 6 atinge o Nordeste do Japão

As autoridades japonesas não emitiram alerta de tsunami e ainda não há relatos de mortes ou danos.

Um terremoto de magnitude 6 atingiu neste domingo o nordeste do Japão. As autoridades japonesas não emitiram alerta de tsunami e ainda não há relatos de mortes ou danos.

Fonte - CBN

sábado, 9 de agosto de 2014

Militantes do Estado Islâmico dizem a famílias que se convertam ou morram

Foram ameaçadas mais de 300 famílias da minoria étnica yazidi.
Iraque vive onda de violência que ameaça se transformar em guerra civil.


Militantes do Estado Islâmico ameaçaram matar mais de 300 famílias da minoria étnica yazidi, no Iraque, a não ser que se convertam ao Islã, disseram testemunhas e um parlamentar yazidi neste sábado (9).

As famílias dos vilarejos de Koja, Hatimiya e Qaboshi estão cercadas pelos militantes sunitas que articulam uma ofensiva pelo norte do Iraque, provocando a fuga de milhares de yazidis e cristãos e indignação internacional.

O Iraque vive no último mês uma nova onda de violência que ameaça se transformar em uma guerra civil. O grupo muçulmano sunita Estado Islâmico (EI) tomou importantes cidades do norte e anunciou que levará a batalha até a capital, Bagdá, e cidades do sul. Eles anunciaram a criação de um califado entre o Iraque e a Síria que segue a lei islâmica, a Sharia.

O Ocidente se organiza, o Conselho de Segurança da ONU já pediu ajuda internacional e os Estados Unidos enviaram um porta-aviões ao Golfo.

O avanço do grupo fez o presidente americano, Barack Obama, autorizar bombardeios áreos sobre as áreas dominadas pelos islamitas. O primeiro foi realizado no dia 8 de outubro. Os EUA também começaram a lançar ajuda humanitária para os deslocados.

Washington ainda cogita uma ação conjunta com o Irã para impedir o avanço do grupo, considerado mais radical que a rede Al-Qaeda.

Fonte - G1


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

EUA lançam mais dois ataques aéreos no Iraque

Ataques foram feitos contra posições do Estado Islâmico (EI).
Um desses ataques foi feito com drone e o outro com quatro aviões.

Os Estados Unidos lançaram mais dois ataques aéreos contra posições do Estado Islâmico (EI) no norte do Iraque nesta sexta-feira (8), além do primeiro ataque anunciado mais cedo, afirmou o Pentágono por meio de comunicado.

Os novo ataques incluiram o de um drone (veículo aéreo não-tripulado) sobre a posição de lançamento morteiro e o de quatro aviões caça F/A-18 contra um comboio do EI perto da cidade de Erbil, capital da região do Curdistão iraquiano e pólo industrial de empresas norte-americanas, de acordo com a Reuters.

O EI é um grupo radical islâmico jihadista que se apoderou de uma parte do noroeste do país, na fronteira com a Síria, e proclamou a criação de um califado nas zonas conquistadas. Os membros desse grupo se apresentam como herdeiros de um regime que existiu da época do profeta Maomé até um século atrás.

Autoridades norte-americanas e europeias disseram que comboios do EI estavam indo em direção a Erbil. Governos ocidentais temiam que um dos comboios poderia estar a caminho de um ataque a comunidades cristãs da área de Erbil, disse uma das autoridades.
O governo regional do Curdistão e autoridades dos Estados Unidos disseram que combatentes curdos foram desarmados pelas forças do EI.

O governo do Iraque entregou um avião cheio de munição a Arbil nesta sexta, em um ato sem precedentes de cooperação militar entre as forças iraquianas e os curdos, segundo disse uma autoridade norte-americana à agência Reuters.

A administração de Obama está trabalhando com à do primeiro-ministro Nuri al-Maliki para atender a pedidos adicionais do Curdistão “o mais rápido possível”, disse a fonte sob condição de anonimato.

Obama autoriza ataques

Os bombardeios dos EUA foram autorizados nesta quinta-feira (7) pelo presidente Barack Obama para defender as minorias que estão sendo massacradas pelos jihadistas no país. Obama também autorizou uma operação humanitária de assistência aos deslocados.

Os EUA também começaram os lançamentos aéreos de suprimentos de emergência a membros da etnia Yazidi, dezenas de milhares dos quais estão em uma montanha deserta para evitar os combatentes, que ordenaram que eles se convertam ou morrerão.

O Departamento de Estado norte-americano disse que aviões lançaram 72 cargas com mantimentos, incluindo oito mil refeições prontas para consumo e milhares de litros de água potável.

No primeiro ataque desta sexta, duas aeronaves F/A-18 lançaram bombas guiadas por laser contra uma artilharia móvel dos jihadistas perto de Erbil, segundo o porta-voz do Pentágono, o almirante John Kirby. Ele afirmou que os rebeldes islamitas têm utilizado esta artilharia para bombardear as forças curdas que estão defendendo Erbil, onde tropas americanas estão localizadas.

Após a ação americana contra as posições jihadistas, o chefe de equipe do exército iraquiano disse esperar que as tropas federais e as forças curdas peshmergas recuperem grandes extensões de terra.

"Haverá grandes mudanças em terra nas próximas horas", declarou o tenente-general Babaker Zebari à AFP.

Na noite de quinta, quando as forças curdas haviam se retirado, os jihadistas tomaram posições em Qaraqosh, situada entre Mossul, a segunda cidade do país e em poder do EI, e Erbil.

O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, disse nesta sexta que os ataques militares dos EUA no Iraque não têm data para acabar, explicando que isso dependerá da situação de segurança no país.

“O presidente não disse uma data específica de fim”, disse ele, segundo a Reuters.

Sobre a ajuda militar dos EUA ao Iraque, o porta-voz disse que inicialmente ela será para proteger americanos que trabalham no Iraque e para lidar com a situação de emergência humanitária na montanha de Sinjar.

Segundo ele, os EUA poderiam oferecer mais ajuda militar ao governo do Iraque para ajudá-lo a combater os jihadistas, caso o país forme um novo governo “inclusivo”.

A Casa Branca também divulgou nesta sexta que Obama viajará de férias, com sua família, para a pequena ilha de Martha's Vineyard, em Massachusetts.

Segundo Josh Earnest, o presidente estará com sofisticados equipamentos de comunicação e acompanhado de seus conselheiros de Segurança Nacional, o que lhe permite "tomar decisões próprias de um comandante-em-chefe das Forças Armadas".

EUA proíbem vôos comerciais sobre Iraque

A Agência Federal de Aviação (FAA) proibiu nesta sexta-feira (8) a aviação comercial americana sobrevoar o Iraque, onde os Estados Unidos estão realizando os seus primeiros ataques aéreos contra os jihadistas do Estado Islâmico (EI).

A FAA citou 'situações potencialmente perigosas criadas pelo conflito armado' entre os militantes do IE e as forças de segurança do Iraque como a principal razão para esta proibição até novo aviso.

Empresas de outros países, como a Etihad Airways e a Turkish Airlines, cancelaram voos para o aeroporto de Erbil, no norte do Iraque, por razões de segurança.

Califado

Em junho de 2014, os jihadistas do EIIL anunciaram o restabelecimento de um califado, regime político islâmico encerrado há um século com a queda dos otomanos.

O Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), que a partir da proclamação do califado passou a se chamar Estado Islâmico (EI), pediu a todos os muçulmanos que jurem lealdade a seu chefe, proclamado califa, o que representa uma ameaça para o papel da Al-Qaeda na causa jihadista mundial. Eles já tomaram o controle de 17 cidades.

O avanço do grupo, favorecido pelo conflito entre a minoria sunita e os xiitas no poder, começou desde a saída de tropas dos Estados Unidos, em dezembro de 2011.

Presos nas montanhas

No domingo, a cidade de Sinjar, a 50 km da fronteira com a Síria, foi tomada pelos jihadistas, obrigando cerca de 200 mil pessoas a fugirem, segundo a ONU. Os jihadistas também invadiram Zumar, outra cidade perto de Mossul, de um poço de petróleo e de Rabia, um posto fronteiriço entre Síria e Iraque.

Milhares de civis, boa parte da minoria yazidi, estão presos nas montanhas do norte do Iraque, após fugirem dos jihadistas na região de Mossul.

O poderoso líder xiita Moqtada al-Sadr afirmou nesta sexta que os jihadistas estão a ponto de atacar a capital iraquiana, e prometeu mobilizar seus combatentes para defender Bagdá.

Fonte - G1

OMS: epidemia de ebola é emergência de saúde pública mundial

A Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou hoje (8) que a epidemia de febre hemorrágica pelo vírus ebola, registrada em pelo menos quatro países da África Ocidental, é emergência de saúde pública de alcance mundial.

"A OMS aceitou as conclusões" da Comissão de Emergência Sanitária, que esteve reunida quarta (6) e quinta-feira desta semana em Genebra, informou a diretora-geral da organização, Margaret Chan. Segundo ela, a comissão foi unânime em considerar que se verificam as condições de uma emergência de saúde pública de alcance mundial. Diante de uma situação que continua a agravar-se, é necessária uma resposta internacional coordenada para "travar e fazer recuar a propagação internacional do ebola", acrescentou.

A epidemia de ebola, que já causou a morte de cerca de mil pessoas desde o início do ano, com mais de 1.700 casos suspeitos, é a mais mais grave das últimas quatro décadas, destacou Chan.


Ela disse que os países da África Ocidental mais atingidos - Libéria, Serra Leoa, Guiné-Conacri e Nigéria - não têm meios para responder sozinhos à doença e pediu à comunidade internacional que forneça o apoio necessário.

A comissão alertou que os Estados devem estar preparados para detectar e tratar casos de ebola, além de facilitar a retirada de cidadãos, em particular pessoal médico, que estiveram expostos ao vírus da febre hemorrágica.

A comissão lembrou que os chefes de Estado dos países afetados devem "decretar estado de emergência" e "dirigir-se pessoalmente à nação para fornecer informações sobre a situação".

O responsável da OMS para a epidemia, Keiji Fukuda, adjunto de Margaret Chan, disse que a quarentena de pessoas suspeitas de infecção deve ser 30 dias, já que o tempo de incubação é 21 dias.

As pessoas que estiveram em contato com os doentes, à exceção do pessoal médico equipado com roupa protetora, não devem ser autorizadas a viajar.

Keiji Fukuda lembrou ainda que as tripulações de voos comerciais, que se desloquem a países afetados, devem receber formação específica e material médico para proteção pessoal e dos passageiros.

"Impedir as companhias aéreas de viajar para esses países iria afetar a sua economia", observou Chan.

A comissão recomendou também que todas as pessoas que saiam de países afetados sejam examinadas nos aeroportos, portos e principais postos fronteiriços, mediante um questionário e medição da temperatura, devendo ser impedidos de viajar quaisquer casos suspeitos.

O vírus já causou pelo menos 932 mortos e infectou mais de 1.700 pessoas desde que surgiu, no início do ano, na Guiné-Conacri, de acordo com a OMS.

A Libéria, a Guiné-Conacri e Serra Leoa decretaram estado de emergência. O vírus do ebola é transmitido por contato direto com o sangue, líquidos ou tecidos de pessoas ou animais infectados.

A febre manifesta-se por meio de hemorragias, vômitos e diarreias. A taxa de mortalidade varia entre 25% e 90% e não é conhecida uma vacina contra a doença. O vírus foi detectado pela primeira vez em 1976 na República Democrática do Congo.

Fonte - Yahoo

Missionários são presos na China e podem pegar pena de morte

Casal canadense fazia trabalho missionário com foco na Coreia do Norte
Esta semana, um casal foi preso na China, acusado de roubar “segredos de segurança nacional”. Essa poderia ser apenas mais uma história dentro do tumultuado cenário político chinês, onde o governo faz terrorismo com a população o tempo todo. O detalhe é que Pequim vem aumentando a repressão nos últimos meses contra as igrejas cristãs em todo o país.

Na terça-feira, as autoridades detiveram o casal de canadenses Kevin Garratt (54) e Julia Dawn (53) Garratt. Embora o governo diga que eles “são suspeitos de reunirem e roubarem material secreto sobre, entre outras coisas, os objetivos militares chineses e importantes projetos de investigação no âmbito da defesa nacional”, na verdade os dois são missionários evangélicos.

A família Garratt mora na China desde 1984, e desde 2008 mantinham uma cafeteria em Dandong, na fronteira com a Coreia do Norte. Da cidade de Dandong partem muitas excursões organizadas para a Coreia do Norte e acaba sendo o local por onde entram os refugiados norte-coreanos. Por isso o casal a escolheu para abrir um centro cristão e um local para treinar outros missionários com foco na Coreia do Norte.

Segundo o Código Penal chinês, a pena prevista por espionagem é no mínimo dez anos de prisão e em alguns casos, o acusado pode ser condenado a morte. O primeiro-ministro canadense, Steven Harper, já anunciou que vai à China, mas o governo chinês não tem divulgado detalhes sobre a prisão e o processo. Os missionários estão incomunicáveis até o momento.

Simeon Garratt (27), filho do casal detido, afirma que não consegue entender por que seus pais foram presos depois de trabalhar por três décadas no país. “É uma história absurdamente louca. Não faz sentido para mim.” Ele conta que não era segredo na cidade que seus pais eram cristãos e na cafeteria Peter´s Coffe Shop, música cristã era tocada continuamente.

Com a divulgação da prisão, a imprensa revelou a gravação de material usado pelos missionários para divulgar nas igrejas canadenses o seu trabalho na China. “Temos nossa base na China e nosso foco na Coreia do Norte, mas estamos centrados em Jesus”, disse Kevin numa mensagem divulgada recentemente.

Ele contou aos membros da igreja que tinham Bíblias disponíveis na cafeteria e mostrou um poster colocado no local que dizia: “Deixe sua fé ser maior que o seu medo”. Revelou também que eles recebiam no local norte-coreanos que fugiam do país vizinho e muitos se converteram em Dandong, aceitando voltar para seu país e atuar como missionários.

Kevin contou ainda para os presentes no culto que era preciso orar mais pela pregação do evangelho na Coreia do Norte, o lugar mais fechado da Terra para o evangelho.

A agência de Notícias chinesa Xinhua afirmou que o departamento de segurança da China está “investigando o caso”, mas em nenhum momento faz menções às atividades religiosas dos Garratt. Também não se sabe se a prisão dos canadenses foi a pedido do governo norte-coreano. A China é praticamente o único parceiro comercial da Coreia do Norte e o grande apoiador do regime, que persegue cristãos.

Fonte - Gospel Prime

Momentos Proféticos - Wanderley Dorneles

Pesquisa explica maior expectativa de vida dos adventistas


Estudioso percebeu que os bons hábitos alimentares e guardar o sábado contribuem para uma melhor qualidade de vida

O jornal “The Huffington Post” noticiou uma pesquisa feita pelo americano Dan Buettner que atestou que os adventistas vivem mais por conta da boa alimentação que seguem.

Para chegar a esta afirmação, o pesquisador estudou por anos as pessoas que vivem mais tempo que a média, encontrando grupo de pessoas não só nos Estados Unidos mas também em Sardenha, na Itália, e em Okinawa, no Japão.

Nos Estados Unidos o grupo de pessoas que vivem mais são os adventistas do sétimo dia, Buettner percebeu que esses religiosos vivem até 10 anos a mais que os outros americanos, tendo a expectativa de vida em 79 anos.

O trabalho realizado pelo pesquisador faz parte do Projeto Blue Zones (Zonas Azuis) e na semana passada ele concedeu uma entrevista à jornalista do Huffington Post, Caitlyn Becker, falando a respeito do que descobriu e revelando o segredo para se viver mais.

Segundo ele, os adventistas vivem mais porque seguem uma dieta baseada em vegetais e convivem em “uma rede social que reforça o comportamento certo”. Além disso, o pesquisador notou que a crença religiosa contribui e muito para esses resultados.

“Eles levam essa ideia do sábado muito a sério, e, fazendo assim, reduzem a pressão do estresse”, afirmou Buettner. O pesquisador também comentou que nos Estados Unidos 84% do dinheiro gasto com saúde poderiam ser economizados se as pessoas fizessem escolhas alimentares melhores.

“Cerca de 84 por cento dos dólares gastos com cuidados com a saúde são gastos por causa de escolhas alimentares ruins, sedentarismo e estresse não gerenciado, e os adventistas têm essa forma cultural de gestão do estresse através do seu sábado.”

Fonte - Gospel Prime

Grandes Apostasias da Bíblia: Estilo de Adoração Egípcio

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Cristãos fogem à medida que radicais islâmicos ampliam domínio no norte do Iraque

"Estado Islâmico" toma o controle de cidades cristãs no norte do Iraque, entre elas Qaraqosh e Tal Kayf, gerando nova onda de fugitivos. ONU fala em tragédia humanitária.

Militantes do "Estado Islâmico" ampliaram seu domínio em partes do norte do Iraque nesta quinta-feira (07/08), conquistando mais cidades e fortalecendo suas bases perto da região curda.

A ofensiva deixou em alerta o governo do país, além de ter causado um êxodo de cristãos, assustados com o avanço dos radicais. "Todas as vilas cristãs estão vazias", disse o arcebispo Joseph Thomas, na cidade curda de Kirkuk.

Dezenas de milhares de membros da minoria religiosa yazidi também fugiram do país rumo à Turquia, depois de jihadistas terem tomado o controle de grandes áreas no norte do Iraque.

Segundo relatos de testemunhas, os radicais tomaram Qaraqosh, a maior cidade cristã do Iraque, e outras localidades perto de Mossul. "Sei que as localidades de Qaraqosh, Tal Kayf, Bartella e Karamlesh foram esvaziadas de seus habitantes e estão sob controle dos rebeldes", afirmou o arcebispo.

Os combatentes do "Estado Islâmico" tomaram posições durante a noite, depois da retirada das forças curdas, explicaram residentes.

Qaraqosh é uma localidade totalmente cristã, situada entre Mossul, a principal cidade nas mãos do EI no Iraque, e Erbil, capital da região autônoma do Curdistão. A população residente era de 50 mil habitantes, mas recentemente começou a receber numerosos cristãos expulsos de Mossul.

Mais ao norte, Tal Kayf, onde também vivem muitos cristãos, mas também membros da minoria xiita Chabak, foi também esvaziada durante a noite. "Tal Kayf está nas mãos do Estado Islâmico. Eles não encontraram resistência alguma e chegaram ao local logo depois da meia-noite (hora local)", relatou um residente que fugiu da localidade, contactado por telefone em Erbil.

Perseguição religiosa

O "Estado Islâmico", grupo radical sunita considerado mais extremo do que a Al Qaeda, vê a maioria xiita e minorias de cristãos e yazidis como "infiéis". Os yazidis, em especial, são vistos como "adoradores do diabo".

"Esta é uma tragédia de proporções imensas que tem impacto na vida de centenas de milhares de pessoas", disse David Swanson, porta-voz do Escritório para a Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU. Segundo ele, cerca de 200 mil yazidis fugiram da cidade de Sinjar e estão escondidos nas montanhas da região.

Outra fonte da ONU alertou para a situação de crianças nas montanhas – muitas delas sofrendo de desidratação. De acordo com a fonte, pelo menos 40 crianças morreram desde que a ofensiva começou, no fim de semana passado.

O ataque de militantes do grupo levou o Iraque à sua pior crise desde a saída dos soldados americanos do país, em 2011.

Quando os radicais tomaram o controle de áreas habitadas por minorias, os cristãos foram obrigados a se converter, pagar uma taxa ou deixarem suas casas. Aqueles que não obedecessem, enfrentariam o risco de serem executados.

"A maioria dos deslocados está vivendo ao relento e pode morrer por causa do calor intenso e por causa da falta de água e comida", disse o católico Louis Raphael Sako. "É um desastre humanitário."

Avanço

De acordo com fontes turcas, centenas de yazidis chegaram ao país depois de serem expulsos do Iraque por militantes do "Estado Islâmico".

Um funcionário do Ministério do Exterior da Turquia descreveu a fuga como uma tragédia humana. "Não é possível para a Turquia permanecer indiferente diante disso. Nós cumpriremos nossa responsabilidade."

Antes da ocupação americana no Iraque, em 2003, havia pelo menos 1,2 milhão de cristãos no país. O número teria sido reduzido para cerca de 500 mil atualmente.

Em sua conta no Twitter, os militantes disseram ter tomado o controle de 15 cidades, além da represa de Mossul, no rio Tigre, e uma base militar.

Além de representar a pior ameaça para a integridade do Iraque desde a queda de Saddam Hussein, em 2003, o avanço dos militantes preocupa a região como um todo, que teme que outros radicais juntem-se à campanha do "Estado Islâmico".

Fonte - DW

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Obama nomeia Jesuíta para comissão de liberdade religiosa

Liberdade para todos?

O presidente norte-americano Barack Obama nomeou o padre jesuíta Thomas J. Reese como o mais novo membro da United States Commission on International Religious Freedom (USCIRF), que serve como um painel consultivo para o governo federal para proteger a liberdade religiosa no exterior. O padre Reese se junta a três colegas católicos na comissão: o presidente Robert P. George, bioeticista e professor da Universidade de Princeton; James Zogby, fundador e presidente do Instituto Árabe-Americano; e Mary Ann Glendon, professor de Direito da Universidade de Harvard e ex-embaixador dos EUA para o Vaticano. Ex-membros da comissão incluem o arcebispo Charles J. Chaput, o cardeal Theodore McCarrick, Dom William Murphy e o reverendo Ricardo Ramírez.

“A liberdade religiosa é um direito fundamental de cada pessoa na Terra”, o padre Reese escreveu em sua coluna mais recente, “Fé e Justiça”, para o National Catholic Reporter. “É fácil esquecer-se da liberdade religiosa, quando os políticos estão tão focados em segurança nacional, questões econômicas e outros direitos humanos”, escreveu ele.

O padre Reese, que terá um mandato de dois anos na comissão, é atualmente um analista sênior do National Catholic Reporter. Anteriormente, atuou como membro sênior do Centro Teológico Woodstock, na Universidade de Georgetown, em Washington, DC. [...] [Ele] entrou na Companhia de Jesus em 1962 e foi ordenado sacerdote em 1974. Recebeu um diploma de bacharel e um mestrado da Universidade de Saint Louis; um Mestrado em Divindade pela Faculdade Jesuíta de Teologia em Berkeley, e um Ph.D em ciência política pela Universidade da Califórnia, em Berkeley.

“Estou grato que esses indivíduos talentosos e dedicados concordaram em assumir esses papéis importantes e dedicar seus talentos a servir ao povo americano. Estou ansioso para trabalhar com eles nos próximos meses e anos”, disse Obama em um comunicado.

(Jesuits)

Nota Criacionismo: “A liberdade religiosa é um direito fundamental de cada pessoa na Terra”, disse o jesuíta Reese. Menos dos “fundamentalistas”, certo? (Confira aqui.)
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