domingo, 23 de novembro de 2014

Terremoto no Japão deixa pelo menos 39 feridos

Pelo menos 39 pessoas ficaram feridas, cinco delas em estado grave, por causa do terremoto de magnitude 6,7 que atingiu a cidade de Nagano (centro do Japão) e provocou a queda de uma dezena de casas, informou neste domingo a imprensa local.

O terremoto, posteriormente rebaixado pela Agência Meteorológica do Japão de 6,8 para 6,7 graus, aconteceu às 22h08 (horário local, 12h08 em Brasília) do sábado com epicentro em Hakuba, ao norte da cidade e a cerca de 200 quilômetros a noroeste de Tóquio.

O epicentro foi situado a dez quilômetros de profundidade. O terremoto foi seguido por duas réplicas de mais de magnitude 4 e de 30 tremores menores.

Os 39 feridos se dividem principalmente entre as três localidades mais afetadas, que são, além de Hakuba, Omachi, a 20 quilômetros da primeira, e a cidade de Nagano.

A polícia, bombeiros e um contingente das Forças de Autodefesa (Exército) ainda averiguam o alcance dos danos provocados pelo tremor.

Cerca de 1.600 casas na região permaneciam também sem luz, segundo a emissora "NHK".

Fonte - UOL

sábado, 22 de novembro de 2014

Comunidades "caluniadoras" não ajudam na evangelização


"Papa Francisco disse que as divisões entre os cristãos são um escândalo para a evangelização, e encorajou os membros da Igreja a irem além das opiniões pessoais e encontrarem valor no que os outros oferecem."


Nota DDP: Em outras palavras, aqueles que não se alinharem ao ecumenismo em marcha, principalmente os que insistirem em diretamente denunciar as práticas com que não concordam nos demais segmentos cristãos, o que o papa chama de "opiniões pessoais", serão nominados como "caluniadores", que não ajudam na evangelização. Dessa nominação inicial para 'crime de ódio', é uma questão de tempo...

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

EUA: Pastores fazem campanha para impedir casamento gay

Católicos e evangélicos se unem em causa comum

O casamento gay tem sido o grande embate na sociedade americana desde que 30 dos 50 estados norte-americanos optaram pela legalização nos últimos meses. O caso chegou até a Suprema Corte, que acabou rejeitando as apelações dos estados que ainda buscavam proibir as uniões entre pessoas do mesmo sexo.

Vários grupos evangélicos fizeram protestos, mas com pouco efeito prático. A opção de muitos pastores foi ceder, afinal nos EUA a maioria dos sacerdotes também atua como juiz de paz. Um movimento acabou incentivando juízes que são evangélicos a pedirem demissão, recusando-se a cumprir as novas leis.

Este mês, os pastores Christopher Seitz e Efraim Radner lançaram a campanha “The Marriage Pledge” [O compromisso de Casamento]. Eles explicaram suas motivações no jornal religioso conservador First Things.

“Como ministros cristãos, devemos dar um testemunho claro. Este é um momento perigoso. Divórcio e coabitação enfraqueceram a instituição do casamento. Temos sido muito complacentes em nossas respostas a essas tendências. Agora, o casamento está sendo fundamentalmente redefinido, e estamos sendo testados novamente. Se não formos capazes de tomar medidas claras, corremos o risco de falsificar a Palavra de Deus”, diz o texto.

Os pastores desejam que o maior número possível de pastores que atua como juiz de paz assine um compromisso que não irão realizar cerimonias de casamento civil de homossexuais.

“Não vamos mais assinar certidões de casamento fornecidas pelo governo… Realizaremos apenas aqueles casamentos que estiveram de acordo com os princípios vividos desde o início da vida da Igreja”. Essa atitude poderá ser enquadrada como desobediência civil e gerar diferentes consequências, por que, a priori, o juiz de paz deve seguir as leis do Estado.

Curiosamente, a organização responsável pela publicação do First Things reúne colaboradores e funcionários católicos e evangélicos. Este ano já organizou um simpósio sobre a relação entre casamento religioso e o Estado, debatendo com católicos, ortodoxos, judeus e vários protestantes o tema: “Igrejas, sinagogas e mesquitas devem deixar de realizar casamentos civis?”
O pastor Radner que também é professor de teologia histórica no Seminário Wycliffe College, argumenta que existe uma tentativa do governo em “redefinir” a palavra casamento, que consequentemente mudará o conceito daqui para a frente. Ele pede que a Igreja não permita que isso aconteça.

Até agora Seitz e Radner já receberam apoio de diferentes pastores presbiterianos, metodistas, luteranos, batistas, além de não denominacionais. Alguns bispos e padres católicos também assinaram o documento.

Embora a legislação no Brasil seja diferente, já existem casos de juízes de paz que estão se negando a realizar as cerimonia civis de casamento gay.

Fonte - Gospel Prime

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Papa alerta para autodestruição do planeta

Francisco prepara encíclica para 2015

O papa Francisco declarou nesta quinta-feira em um discurso na FAO que teme que o planeta se autodestrua pela superexploração dos recursos naturais, lembrando aos Estados sobre seus deveres para com quem tem fome. “Precisamos mais uma vez proteger a Terra para impedir sua autodestruição”, afirmou o papa diante dos ministros reunidos na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), por ocasião de uma conferência internacional sobre nutrição. “Enquanto falamos de novos direitos, os famintos continuam nas esquinas pedindo para serem incluídos na sociedade e terem o pão de cada dia. Essa é a dignidade que eles pedem e não esmolas”, acrescentou o papa, que faz sua primeira visita à FAO, que tem sua sede em Roma. “As pessoas que não têm o pão de cada dia são obrigadas a lutar para sobreviver, a ponto de não mais se preocupar com a vida social ou com as relações familiares”, observou, referindo-se à dissolução dos laços sociais resultantes da fome.

A Igreja Católica, segundo ele, espera “ajudar a adotar critérios capazes de desenvolver um sistema global justo”, que, “no plano jurídico, devem priorizar a alimentação e ao direito à vida, o direito a uma existência digna, o direito à proteção jurídica [...], mas também a obrigação moral de compartilhar a riqueza”. [...]

Francisco também enfatizou a gravidade da situação do meio ambiente, por falta de uma exploração adequada e equilibrada dos recursos naturais. “Deus perdoa sempre, os homens às vezes, mas a natureza nunca perdoa”, disse ele, enquanto prepara para o próximo ano uma encíclica sobre a proteção do meio ambiente e respeito pela natureza. [...]

(MSN Notícias) - Via @Criacionismo

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Diálogo Inter-religioso: Oração pela paz em Lisboa reuniu cristãos, judeus e muçulmanos

Iniciativa pela paz replicou gesto do Papa Francisco no Vaticano

Lisboa, 20 nov 2014 (Ecclesia) – A Lugar-Tenência de Portugal da Ordem de Cavalaria do Santo Sepulcro de Jerusalém reuniu esta quarta-feira, no Mosteiro dos Jerónimos, cristãos, católicos e ortodoxos gregos, a comunidade islâmica e a israelita numa oração pela paz.

Secundando o que o Papa fez, nós não podíamos ficar de fora de algo que nos deve empenhar a todos porque há efetivamente a parte a política e infelizmente de vez em quando a parte militar e de conflito”, explicou o patriarca de Lisboa.

À Agência ECCLESIA, D. Manuel Clemente disse que a sociedade deve manter “este problema” em agenda para que o “abalo” dos “acontecimentos atrozes” não seja momentâneo e esquecido pelo seguinte.

Temos uma tendência muito forte para esquecermos e deixarmos as coisas na poeira da memória. Não podem, têm de ser tomadas constantemente. Não sabemos como mas sabemos com quem, com Deus e com os outros”, acrescentou o patriarca, que é também grão-prior da Lugar-Tenência de Portugal.

Já para o representante da comunidade islâmica “nunca é demais” fazer uma oração pela paz, “mais concretamente pelo Médio Oriente” porque este conflito é uma “ferida e muitas delas são políticas, sociais, económicas”.

Duvido muito que exista uma ferida religiosa mas as três religiões estão presentes para dizer que caso haja estamos aqui para remover, sarar, curar esta ferida”, revelou o xeque David Munir.

O responsável religioso da mesquita de Lisboa disse que a sociedade e os portugueses podem fazer mais por esta região, em concreto, “desmistificar aquilo que é dito pelas religiões”, depois conhecer melhor cada uma e “cada cultura” para haver “boa convivência”.

Por sua vez, e em representação do judaísmo, o presidente da Comunidade Israelita de Lisboa assinalou que “todas” as iniciativas de diálogo inter-religioso são “fundamentais” porque o Próximo Oriente é uma questão “religiosa e não somente política”.

José Oulman Carp alerta que conhecer a religião do outro é um passo para a paz, “que é certamente possível”, e explica que “existe uma grande dose de ignorância” das duas partes: “A educação será um grande contributo para essa paz.”

Para o lugar-tenente de Portugal, da Ordem de Cavalaria do Santo Sepulcro de Jerusalém, replicar o gesto do Papa, de junho de 2014, reunindo as três religiões no Vaticano para um momento de oração, pretende chamar a atenção para que as pessoas “não fiquem indiferentes ao drama que se passa no Médio Oriente”.

“A dramática situação que se está a viver requerem a atenção e oração de todas as pessoas de boa vontade”, acrescentou Gonçalo Figueiredo Barros, no Mosteiro dos Jerónimos.

O comissário da Terra Santa em Portugal também esteve presente e destacou que a “paz é possível” quando os homens “quiserem deixar de sofrer” e frisou que atualizar o gesto do Papa “é uma iniciativa de louvar”.

Para o frei Miguel de Castro Loureiro a sociedade e, “sobretudo, nos meios jornalísticos” dá-se muito a notícia “pela negativa” e alerta que é necessário olhar “mais para as coisas boas” que acontecem nesses países do Médio Oriente.

Fonte - Ecclesia

Após 'trégua', 1 mil já morreram por conflito na Ucrânia, diz ONU

Uma média de 13 pessoas foi morta diariamente no leste da Ucrânia desde que passou a vigorar o cessar-fogo firmado no início de setembro, afirmou nesta quinta-feira o Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos (EACDH).

Segundo a ONU, 957 pessoas morreram em meio à escalada de violência dos dois lados do conflito, que opõe o governo ucraniano a rebeldes separatistas pró-Rússia.

Um novo relatório da EACDH evidencia o "colapso total da lei e da ordem" nas cidades de Donetsk e Luhansk, controladas pelos insurgentes.

O informe também destaca as acusações de abusos supostamente praticados por forças do governo.

Desde o início do confronto, a Rússia vem sendo repetidamente acusada de incentivar a violência ao fornecer armas aos rebeldes – alegação negada por Moscou.

O primeiro-ministro ucraniano, Arseny Yatseniuk, acusou a Rússia nesta quinta-feira de buscar "deliberadamente uma guerra de larga escala".

Segundo afirmou Yatseniuk a jornalistas, as ações do presidente da Rússia, Vladimir Putin, "são uma ameaça a todo mundo, à ordem global, à paz global".

Em outro desdobramento do conflito, Dalia Grybauskaite, presidente da Lituânia, país que integra a Otan e é membro da União Europeia, descreveu a Rússia como "um Estado terrorista" em entrevista a uma rádio.

Enquanto isso, Putin afirmou durante um encontro em Moscou que a "onda das chamadas revoluções coloridas" (levantes populares na Ucrânia, Geórgia e Quirguistão" vem provocando "consequências trágicas".

"Para nós é uma lição e um alerta", disse Putin em reunião no Conselho de Segurança da Rússia. "Devemos fazer tudo que é necessário para que nada parecido jamais aconteça na Rússia".

'Colapso total'

O conflito entre o governo ucraniano e rebeldes separatistas pró-Rússia teve início no leste da Ucrânia em abril deste ano, quando Kiev lançou uma operação para retomar o controle de áreas dominadas pelos insurgentes, após a anexação da península da Crimeia por Moscou.

Desde que o confronto começou, cerca de 900 mil pessoas já abandonaram suas casas. Desse total, 400 mil fugiram para a Rússia, informou o relatório da ONU, que cobre o período até o último dia 31 de outubro.

Os novos dados sobre as mortes em decorrência do conflito, contidos em um comunicado de imprensa de 18 de novembro, registram que outras 9.921 pessoas ficaram feridas no conflito.

Das 957 pessoas mortas desde o cessar-fogo, 119 eram mulheres, acrescenta a ONU. No total, pelo menos 4.317 pessoas foram mortas desde o conflito eclodiu em abril.

No relatório divulgado nesta quinta-feira, a ONU descreve a situação no leste da Ucrânia como "um colapso total da lei e da ordem, e uma falta de proteção de direitos humanos para a população" especialmente nas regiões de Donetsk e Luhansk.

O informe assinala que "casos de abusos de direitos humanos por grupos armados continuam a ser registrados, incluindo tortura, arbitrariedade e detenção incomunicável, execuções sumárias, trabalho forçado, violência sexual e destruição e apropriação ilegal de propriedade."

Tais abusos, segundo a ONU, "podem ser considerados crimes contra a humanidade".

Para as Nações Unidas, os direitos humanos estão sendo diretamente afetados, pela grande quantidade de armas e de rebeldes que incluem "funcionários da Federação Russa".

Forças do governo da Ucrânia e milícias que lutam voluntariamente contra os rebeldes também vêm sendo acusadas por abusos dos direitos humanos tais como detenção ilegal, tortura e maus-tratos, diz o relatório.

A ONU também pede uma investigação completa do uso de bombas de fragmentação no conflito. O governo da Ucrânia foi acusado pela ONG Human Rights Watch no mês passado por usar armas em áreas residenciais, uma alegação que Kiev nega.

Sob fogo

Como parte da trégua firmada na capital bielorrussa, Minsk, monitores do órgão de segurança da Europa, OSCE (Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, na sigla em inglês), inspecionaram as áreas no leste da Ucrânia que fazem fronteira com a Rússia.

Eles reclamaram que foram recebidos a tiros na quarta-feira por soldados uniformizados operando nos territórios controlados pelo governo.

Dois tiros foram disparados contra o comboio da OSCE perto de Mariinka, a 15 km a oeste da Donetsk, de uma distância de cerca de 80 metros, afirmou o órgão, mas ninguém se feriu.

Uma porta-voz da OSCE se recusou a especular se soldados do governo ucraniano estariam envolvidos na ação.

Raio-X do conflito na Ucrânia

4,317 mortos desde abril, 957 deles desde a trégua de 5 de setembro, e 9.921 feridos.

466,829 desabrigados dentro da Ucrânia

454,339 refugiados morando no exterior, 387,355 deles na Rússia

Busca de plena unidade é prioridade para a Igreja Católica, diz Francisco

Cidade do Vaticano (RV) – Caminhar juntos, conhecer e amar o Senhor, colaborando em comunhão no serviço e na solidariedade com os mais fracos e sofredores. Foi o que pediu o Papa Francisco na carta entregue aos participantes da Plenária do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, em andamento até esta sexta-feira, 21, no Vaticano, sob o tema “A meta do ecumenismo: princípios, oportunidades e desafios a 50 anos daUnitatis redintegratio”. Nas palavras do Pontífice, presente o convite para valorizar e reconhecer também o ecumenismo de sangue, ou seja, o testemunho de sangue de quem segue Cristo até o sacrifício da própria vida.

A busca da plena unidade dos cristãos permanece como uma prioridade para a Igreja Católica. Ela é, antes de tudo, um dom de Deus e é obra do Espírito Santo, mas todos somos chamados a colaborar sempre e em todas as circunstâncias”, escreveu o Pontífice aos participantes do encontro. Francisco ressalta a forte “mudança de mentalidade” realizada graças ao texto daUnitatis redintegratio, assim como ao ensinamento do Concílio Vaticano II, mas convida também as associações, movimentos, institutos de vida consagrada a comprometerem-se mais neste tempo, para que seja plenamente cumprida a oração de Jesus ao Pai, antes de sua paixão: “que todos sejam um”.

“Enquanto damos graças, devemos reconhecer que entre nós, cristãos, ainda somos divididos, e que divergências sobre novos temas antropológicos e éticos tornam mais complicado o nosso caminho em direção à unidade. Todavia, não podemos ceder ao desconforto e à resignação, mas continuar a confiar em Deus que coloca nos corações dos cristãos sementes de amor e de unidade, para enfrentar com renovado vigor os desafios ecumênicos de hoje: cultivar o ecumenismo espiritual, valorizar o ecumenismo de sangue, caminhar juntos na via do Evangelho”.

A hostilidade e a indiferença que haviam escavado fossas aparentemente impreenchíveis e produzido feridas profundas entre cristãos de diversas Igrejas e Comunidades eclesiais já pertencem ao passado”, afirmou o Santo Padre, louvando o novo fermento e a nova colaboração em prol da reconciliação e a comunhão entre todos os crentes. Hoje, ao contrário, disse ainda, “os cristãos trabalham juntos a serviço da humanidade sofredora e necessitada, pela defesa da vida humana e da inalienável dignidade, pela salvaguarda da criação e contra as injustiças que afligem tantos homens e povos” realizando de fato aquele ecumenismo espiritual autêntico:

“O ecumenismo espiritual, vive e se desenvolve por meio de inúmeros canais, que verdadeiramente somente o Senhor vê, mas que frequentemente também nós temos a alegria de conhecer: é uma rede mundial de momentos de oração que, do nível paroquial ao internacional, difundem no corpo da Igreja o oxigênio do genuíno espírito ecumênico; uma rede de gestos, que nos vê unidos trabalhando juntos em tantas obras de caridade”.

O Papa pede ainda mais, como ensina a Unitatis Redintegratio. É necessário aprender a valorizar “o ecumenismo do sangue”, isto é, saber reconhecer nos irmãos e nas irmãs de outras Igrejas e Comunidades a capacidade de dar testemunho de Deus até o sacrifício da vida, porque de fato, quem persegue os cristãos não faz diferença.

“Tais testemunhos nunca faltaram nestes cinquenta anos e continuam também nos nossos dias. Cabe a nós acolhê-los com fé e deixar que a sua força nos impulsione a nos converter a uma fraternidade sempre mais plena. Aqueles que perseguem Cristo nos seus fiéis não fazem diferença de confissão: os perseguem simplesmente porque são cristãos”.

"Coreia do Norte faz ameaças nucleares após votação na ONU"

A Coreia do Norte ameaçou nesta quinta-feira realizar um novo teste nuclear em resposta a uma resolução da ONU que constitui um primeiro passo para levar o regime comunista ante a justiça internacional por crimes contra a Humanidade.

Ao mesmo tempo, imagens feitas por satélites mostram que a Coreia do Norte poderia estar colocando em funcionamento uma fábrica de reprocessamento destinada à extração de plutônio de qualidade militar em seu complexo nuclear de Yongbyon.

A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Geral da ONU votou na terça-feira uma resolução na qual solicita ao Conselho de Segurança que recorra ao Tribunal Penal Internacional (TPI) para denunciar crimes imputados ao regime norte-coreano.

Para diretor da FAO, "Papa é um grande aliado no combate à fome"

José Graziano da Silva destaca que a fome também é uma questão moral e fala de projetos em parceria com o líder religioso; Papa Francisco discursa nesta quinta-feira em conferência internacional sobre nutrição.

Leda Letra, enviada especial da Rádio ONU a Roma.

Segundo o diretor da agência da ONU para Agricultura e Alimentação, FAO, líderes religiosos de calibre internacional podem excercer um grande papel no combate à fome e à nutrição inadequada.

Falando a jornalistas na sede da FAO, em Roma, José Graziano da Silva comentou sua expectativa em relação ao discurso do Papa Francisco. O líder da Igreja Católica fala na Segunda Conferência Internacional sobre Nutrição nesta quinta-feira.

Questão Moral

"Realmente a fome é também um tema moral, um tema que degrada a dignidade do ser humano. E o engajamento do Papa na luta contra a fome, contra o desperdício de alimentos tem sido uma constante. Eu já estive duas vezes com ele e nós sempre falamos de novos projetos e de como nós podemos trabalhar juntos para conseguir alcançar mais rapidamente esses objetivos. De modo que nós temos no Papa um grande aliado, além de um grande conselheiro."

Além de participar do debate geral na plenária da FAO, o Papa Francisco irá falar separadamente com os funcionários da agência da ONU.

Funcionários

Segundo Graziano da Silva, a alta demanda para participar da cerimônia levou a FAO a sortear passes especiais para os funcionários terem acesso ao encontro.

A Segunda Conferência Internacional sobre Nutrição é uma iniciativa da FAO com a Organização Mundial da Saúde, OMS. O evento segue até sexta-feira.

Fonte - Radio ONU

"Os 10 primeiros meses de 2014 são os mais quentes já registrados"

Os dez primeiros meses de 2014 foram os mais quentes do planeta desde que foram iniciados os registros de temperatura em 1880, informou nesta quinta-feira Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA).

Trata-se do 38° mês de outubro consecutivo em que a temperatura mundial esteve acima da média do século XX, observa a NOAA.

Para o período de janeiro a outubro de 2014, a temperatura média nos oceanos e na terra foi de 10,3 graus, ultrapassando assim em 1,05 grau a média do século anterior.

"A temperatura média global entre janeiro e outubro nas superfícies da terra e dos oceanos foi a mais quente nesse período, batendo os recordes de 1998 e 2010", disse a NOA.

Fonte - Terra

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Papa pede luta por terra em reunião com sindicalistas

Francisco recebeu uma comitiva Central de Trabalhadores do país

(ANSA) - O papa Francisco teve uma reunião com uma comitiva da Central de Trabalhadores da Argentina (CTA) nesta quarta-feira (19) e pediu que os sindicalistas "lutem pelos três T: Teto, Terra e Trabalho".

No encontro, que ocorreu na residência de Santa Marta, o deputado e sindicalista Victor De Gennaro expressou seu apoio ao Pontífice por ter convocado uma "assembleia de movimentos populares no Vaticano" e disse "apoiar firmemente a iniciativa".

O político se referiu ao Encontro Mundial dos Movimentos Populares, realizado entre os dias 27 e 29 de outubro, que trouxe para Roma centenas de líderes do mundo todo para "encontrar soluções alternativas para a economia do descarte e da exclusão".

O Papa ainda pediu para o grupo continuar "combatendo todo tipo de trabalho escravo" no país e no continente. As bandeiras sobre as formas de escravidão modernas e a luta pela inclusão social através do trabalho são os atuais focos do sucessor de Bento XVI na sociedade. O Pontífice, constantemente, ressalta a importância da "dignidade" para as pessoas que estão sem emprego e que são "deixadas de lado" pelo sistema capitalista atual.

Segundo Pablo Micheli, secretário-geral da CTA, Francisco ainda agradeceu o apoio dos argentinos as suas iniciativas, mas disse que "não é nada fácil" o processo de abertura de renovação da Igreja Católica.

Fonte - ANSA

Igreja: Santa Sé vai assinalar 50 anos de compromisso ecuménico

Decreto «Unitatis Redintegratio» sobre o diálogo entre as Igrejas cristãs foi promulgado a 21 de novembro de 1964

Cidade do Vaticano, 19 nov 2014 (Ecclesia) – O Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos vai assinalar esta sexta-feira o 50.º aniversário do decreto “Unitatis Redintegratio”, documento sobre o ecumenismo saído do Concílio Vaticano II.

Em entrevista à Rádio Vaticano, o presidente daquele organismo da Santa Sé sublinha a necessidade de, cinco décadas depois da publicação daquele texto, “relê-lo e torná-lo atual”, à luz dos desafios do esforço ecuménico de hoje.

Ver sobretudo “qual é a sua meta” e “onde se encontram os seus princípios e desdobramentos positivos”, frisa o cardeal Kurt Koch.

Reunido desde terça-feira em assembleia plenária no Vaticano, o referido Conselho vai promover na sexta-feira uma conferência na Universidade Pontifícia Gregoriana.

A iniciativa e contará com a participação de “representantes das Igrejas Católica, Ortodoxa, Batista, Luterana e Apostólica Arménia”.

Segundo o cardeal Kurt Koch, a abordagem ao texto vai ser feita a partir de “três leituras diferentes: uma católica, uma oriental e uma ocidental, para se entender como é que o decreto pode ser lido hoje e quais podem ser as estradas para um caminho futuro”.

Aquele responsável destaca os progressos que têm sido conseguidos no diálogo com “as antigas Igrejas ortodoxas orientais (siríaca, apostólica arménia, copta, etíope), que se separaram da Igreja mãe no século V após o Concílio de Calcedónia”.

“Neste campo estamos no bom caminho, há uma atmosfera bonita: todos os anos realiza-se uma assembleia geral e seguimos dando passos pequenos mas com uma atmosfera muito boa”, salienta o cardeal.

Quanto à relação com as outras Igrejas ortodoxas, também foram conseguidos desenvolvimentos positivos, sobretudo entre “1980 e 1990”, em que se chegou a um “consenso em torno de questões fundamentais da compreensão da Igreja, dos sacramentos, do ministério”.

No entanto, “as mudanças que se verificaram na Europa” a partir de 1989, com a queda dos regimes comunistas e o desmembramento da União Soviética trouxeram ao ecumenismo novos desafios.

“Com as transformações ocorridas saíram do silêncio as Igrejas católicas-orientais (a Igreja grego-católica, sobretudo na Ucrânia, na Roménia, na Transilvânia), que tinham sido proibidas por Estaline, e tudo isso despertou as antigas acusações de uniatismo e proselitismo”, recorda o cardeal Kurt Koch.

Na sequência destes desenvolvimentos, o diálogo ecuménico chegou a ser “fechado em 2000” mas foi retomado poucos anos depois, sobretudo a partir de um encontro em 2007 na cidade italiana de Ravena, entre responsáveis da Igreja Católica e da Igreja Ortodoxa.

Essa reunião centrou-se na questão do primado do bispo de Roma, que para o presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos “não é uma questão simples de ser tratada”.

O cardeal Kurt Koch mantém ainda assim “a convicção de que neste caminho ainda poderão ser feitos progressos”.

Fonte - Ecclesia

OMS indica que 750 milhões de pessoas não têm água potável

Genebra - Cerca de 750 milhões de pessoas não têm acesso a água potável de forma sustentada no mundo, e 1,8 bilhão usam fontes contaminadas com sedimentos, segundo um relatório divulgado nesta quarta-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O estudo indicou que 2,5 bilhões de pessoas não têm acesso a saneamento adequado, e que um bilhão defecam ao ar livre, nove em cada dez em áreas rurais.

Estas são as principais conclusões do relatório Glass 2014, realizado a cada dois anos pela OMS, e que este ano foi intitulado "Investir em água e saneamento, aumentar o acesso, reduzir as desigualdades".

O texto lembrou que o acesso à água potável e ao saneamento adequado tem implicações em uma ampla gama de aspectos, desde a redução da mortalidade infantil, passando pela saúde materna, ao combate de doenças infecciosas, à redução de custos sanitários e ao meio ambiente.

O estudo mostrou que nas duas últimas décadas 2,3 bilhões de pessoas passaram ater acesso a fontes de água melhoradas.

Nesse mesmo período o número de mortes de crianças por causa de doenças diarréicas - muito relacionadas com saneamento precário - caiu de 1,5 milhão em 1990 para 600 mil em 2012.

"Claro que podemos dizer que melhorou muito, mas 600 mil crianças continua sendo um número enorme", declarou em entrevista coletiva María Neira, diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS.

Segundo dados da organização, se o acesso a água potável melhorar e foram implementados serviços de saneamento adequados as mortes por diarreia poderiam diminuir 70%.

Além disso, o estudo calcula que a cada US$ 1 investido em serviços de água e saneamento é possível obter um retorno de US$ 4,3, com a redução dos custos de saúde, aumento da produtividade nos postos de trabalho e criação de novos empregos em indústrias de gestão de resíduos.

"Não só isso, a água e o saneamento são um tema básico de direitos humanos e tem um componente de gênero essencial. No mundo são majoritariamente as meninas que vão a buscar água, o que muitas vezes as impede de ir à escola", especificou Neira.

Mas para quem consegue ir à escola, acrescentou, "se nesses colégios não há banheiros adequados, as meninas não se sentirão nem confortáveis, nem seguras, dado que sua intimidade e inclusive sua integridade física estarão em perigo, e com isso abandonarão à escola, e assim seu direito à educação não estará assegurado".

Por isso, o relatório destacou a importância de melhorar o saneamento tanto em escolas como em centros de saúde, onde uma higiene ótima é essencial para evitar infecções.

O relatório concluiu que "ainda se deve fazer muito mais", e para isso pediu mais compromisso político nacional e internacional e mais fundos para implementar políticas efetivas, destacando a importância de se concentrar no saneamento, já que atualmente mais de 75% dos recursos são investidos em acesso à água potável e não em saneamento.

"É necessária uma mudança cultural. É preciso que as comunidades percebam a importância do saneamento. É preciso um esforço em sensibilização", ressaltou Chris Williams, diretor-executivo do Conselho de Acesso à Água e Saneamento (WSSCC).

Fonte - Exame

Nota DDP: Ver também "Um bilhão de pessoas vivem sem sanitários, diz OMS".

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Gripe aviária faz Inglaterra sacrificar 6 mil patos

(ANSA) - O governo britânico anunciou nesta terça-feira (18) que sacrificará cerca de seis mil patos de uma granja, onde, no último fim de semana, foi registrado um caso de gripe aviária. Localizada a leste de Yorkshire, a granja foi infectada pelo vírus da gripe aviária, mas, de acordo com especialistas, não há riscos para os seres humanos. Mesmo assim, o local continua isolado por um raio de 10 quilômetros. O vírus foi identificado como o H5 e as autoridades descartaram a possibilidade de ser uma variante do H5N1, que é letal aos humanos.

"Tomamos ações robustas e imediatas para controlar o vírus e evitar qualquer propagação potencial de infecação", disse a secretária britânica do Meio Ambiente, Liz Truss, em um comunicado ao Parlamento. Este é o primeiro caso de gripe aviária na Grã-Bretanha desde 2008, quando uma granja de frangos em Banbury contraiu o vírus. A Comissão Europeia, por sua vez, afirmou que os casos de contágio registrados nos últimos dias na Holanda, Alemanha e Grã-Bretanha podem ser consequência do contato com aves migratórias que viajam na direção sul.

Ataque em Jerusalém eleva temor por possível conflito religioso

O ataque a tiros e facadas, cometido por palestinos nesta terça-feira na sinagoga de Har Nof, é o mais grave de uma série de incidentes de caráter religioso ocorridos em Jerusalém nas últimas semanas.

As vítimas do ataque são quatro rabinos, que foram assassinados durante a oração matinal, em um bairro ultraortodoxo. Outras sete pessoas ficaram feridas, e os autores do atentado – dois palestinos de Jerusalém Oriental - foram mortos pela polícia.

Essa nova onda de violência começou no início deste mês, em meio a uma campanha movida por políticos da extrema-direita israelense em prol do "direito à oração de judeus" em um local sensível aos muçulmanos, dentro da Cidade Velha.

Como parte da campanha, alguns políticos e ativistas israelenses entraram na Esplanada das Mesquitas, terceiro lugar mais sagrado para a religião islâmica, despertando a fúria de fiéis palestinos que temem a concretização de promessas de "construir o Terceiro Templo no Monte do Templo", no lugar das Mesquitas de El Aqsa e do Domo da Rocha.

No dia 5 de novembro, policiais israelenses entraram na própria Mesquita de El Aqsa em busca de jovens que haviam jogado pedras, gerando uma escalada da tensão em Jerusalém e duros protestos por parte da Jordânia, que convocou seu embaixador em Israel para consultas.

Do ponto de vista da religião islâmica, a entrada de policiais "de botas" na área da Mesquita foi considerada uma "profanação" do santuário, já que a tradição proíbe que pessoas entrem calçadas no local sagrado.
'Provocações'

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, acusou Israel de fazer "provocações" religiosas e de "profanar" a mesquita. "As provocações de Israel podem levar o conflito a uma guerra religiosa", advertiu Abbas.

Em resposta, o chanceler de Israel, Avigdor Lieberman, acusou o presidente palestino de "incitamento antissemita".

No mesmo dia da entrada na mesquita pelos policiais, um palestino atropelou israelenses que estavam em uma estação de trem, matando duas pessoas e ferindo mais oito.

A esse atentado se seguiram outros ataques, nos quais palestinos utilizaram carros e facas como armas contra israelenses nas cidades de Jerusalém e Tel Aviv e também na Cisjordânia.

Essa nova onda de violência, que teve como estopim as tensões envolvendo a Esplanada das Mesquitas, já deixou 10 mortos do lado israelense e 14 do lado palestino, incluindo os autores dos ataques.

"Amplia-se o componente religioso no conflito com os palestinos", afirmou o analista Amos Harel, em artigo no jornal Haaretz. "A nova onda de terror começa a assumir caracteristicas de uma guerra religiosa."

"É bem provável que o alvo do grave atentado desta terça – a sinagoga do bairro de Har Nof – não tenha sido escolhido por acaso. Trata-se de um alvo explicitamente religioso, no contexto de um confronto religioso. É quase desnecessário explicar o quanto essa motivação é perigosa", prosseguiu Harel.

O prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, conclamou a população a manter a calma e advertiu sobre o perigo de possíveis represálias por parte de israelenses contra palestinos. "Não tomem a lei em suas mãos", disse o prefeito.

O ministro da Polícia, Itzhak Aharonovitz, prometeu medidas duras "contra os terroristas, seus chefes e suas famílias".

Aharonovitz também defendeu a diminuição das restrições ao porte da armas "para que haja mais mãos (atirando) contra terroristas que decidam cometer atentados".
Reações

O ataque desta terça-feira foi reivindicado pelo grupo nacionalista palestino Brigadas de Abu Ali Mustafa, braço militar da Frente Popular pela Libertação da Palestina, que também esteve por trás de atentados prévios.

O presidente palestino, Abbas, emitiu comunicado condenando "o ataque de judeus em seu local de oração e a morte de civis".

Na Faixa de Gaza, em contrapartida, o ataque foi comemorado, e o grupo radical Hamas, que administra a região, disse que ele foi uma vingança pela morte de um motorista de ônibus palestino encontrado enforcado dentro de um veículo em Jerusalém na segunda-feira. A polícia israelense havia considerado o caso um suicídio.

Fonte - BBC

"O protesto acabou"


"Um dos meus momentos favoritos do dia: @RickWarren se referindo ao Papa como 'o santo padre'. #ReformaAcabou" (Biógrafo do papa)

Visita do Santo Padre à Filadélfia é fruto de "inúmeras orações", afirma arcebispo

FILADELFIA, 18 Nov. 14 / 11:02 am (ACI/EWTN Noticias).- O Arcebispo da Filadélfia (Estados Unidos), Dom Charles Chaput, agradeceu a Deus pelo presente da viagem do Papa Francisco a este país em setembro de 2015 por ocasião do Encontro Mundial das Famílias, e afirmou que esta visita transformará os corações dos católicos e não católicos.

“Hoje é um grande dia de alegria para a nossa Arquidiocese, nossa cidade, nossa comunidade e nosso país! Foi um privilégio estar na presença de nosso Santo Padre nesta manhã em Roma quando anunciou ao mundo que estará conosco na Filadélfia no próximo ano para o Encontro Mundial das Famílias”, expressou Dom Chaput em um comunicado difundido nesta segunda-feira pela Arquidiocese.

Nesse sentido, chamou os fiéis a compartilharem com os outros este momento “histórico e estimulante”, pois “é a resposta às inúmeras orações de tanta gente que pediu a Deus que guie o Papa Francisco para a Filadélfia, é a culminação de muitos meses de antecipação esperançada e de cumprimento da minha própria confiança de que o Santo Padre nos honraria com a sua presença no próximo ano”.

O prelado destacou que essa será a primeira visita de Francisco aos Estados Unidos e a quarta visita de um pontífice. “Estes são os tipos de emoções que têm uma fonte: O verdadeiro amor de Cristo que enche os nossos corações”, afirmou.

Dom Chaput explicou que “uma característica distintiva do ministério do Papa Francisco foi um amor genuíno por todas as pessoas de boa vontade” assim como o seu grande enfoque sobre “os muitos e diversos desafios que as famílias enfrentam globalmente”.

Do mesmo modo, expressou a sua proximidade e admiração pelo agora Papa desde que o conheceu em 1997 durante o Sínodo para as Américas. “Independentemente das diferenças confessionais, bilhões de pessoas ao redor do mundo foram atraídas por este Papa”.

Nesse sentido, assegurou que o Encontro Mundial das Famílias está aberto “a todos aqueles que têm um coração generoso”. A visita do Papa, assegurou, transformará não só “o espírito da vida católica na nossa região, mas da nossa comunidade inteira. Será um momento diferente a qualquer outro”.

“Agora antecipamos com entusiasmo a chegada do Papa Francisco à Filadélfia no próximo mês de setembro. Estaremos preparados e lhe daremos as boas-vindas com alegria, com os braços abertos e os corações piedosos! Elevemos as nossas vozes em ação de graças a Deus Todo-poderoso pelo dom do Papa Francisco e pela decisão do Santo Padre de vir à Filadélfia”, concluiu.

O Papa anunciou a sua viagem aos Estados Unidos nesta segunda-feira durante a sessão inaugural do Congresso “A complementariedade do homem e a mulher” realizado na Santa Sé.

O Encontro Mundial das Famílias se realiza a cada três anos e foi instituído por São João Paulo II em 1994, no Ano da Família. O evento da Filadélfia acontecerá entre os dias 22 e 27 de setembro de 2015.

Fonte - ACI Digital

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Mundo tem 35,8 milhões de escravos

Um novo levantamento mostra que 35,8 milhões vivem como escravos no mundo. O total chega a 0,5% da população mundial, segundo a fundação Walk Free, que analisou dados em 167 países.

De acordo com o levantamento, o país com o maior número de escravos, proporcionalmente, é a Mauritânia, no noroeste da África, com 4% de sua população de 3,9 milhões submetida à servidão. Em números absolutos, a Índia aparece na frente, com 14 milhões de escravos. Tanto a Ásia quanto a África apresentam os números mais preocupantes, segundo a organização. A prática é menos prevalecente na Europa, mas a Rússia aparece em quinto lugar em números absolutos, com 1,05 milhão de escravos. Juntos os cinco países com mais escravos no mundo respondem por 61% dos números de pessoas submetidas à prática.

O número total revelado no relatório deste ano é 20% mais alto do que o apurado em 2013. Segundo a Walk Free, a explicação é a mudança na metodologia, e não um aumento geral da prática.

Embora ainda existam cativos à moda das antigas sociedades escravagistas, a pesquisa mapeia principalmente o que se convencionou chamar de trabalho escravo contemporâneo ou moderno. São pessoas vítimas de trabalho forçado - por violência ou por dívida -, tráfico humano, exploração sexual e casamentos forçados. Outros levantamentos, como da Organização Internacional do Trabalho, estimam que 21 milhões de pessoas vivem como escravos.

O Brasil tem 155.300 escravos, segundo o levantamento, ou 0,0775% de sua população, aparecendo em 143° lugar entre os países analisados. O número total é mais baixo do que o dado apurado no ano passado, 220.000. O relatório aponta alguns pontos preocupantes no Brasil, como a alta incidência de adolescentes trabalhando em serviços domésticos, mas faz elogios ao Brasil no combate à escravidão, citando o Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, que foi assinado por mais de 300 empresas até o ano passado.

Nas conclusões, a Walk Free pede mais esforços da comunidade internacional para combater a escravidão e aumentar as punições por tráfico humano e para as empresas que fazem uso da prática.

Fonte - Veja

Papa anuncia sua 1ª visita aos EUA em 2015

O papa Francisco anunciou nesta segunda-feira (17) que vai visitar os Estados Unidos no ano que vem, sua primeira viagem ao país como chefe da Igreja Católica, que tem 1,2 bilhão de fiéis.

A confirmação oficial da viagem aos Estados Unidos era amplamente esperada depois de meses de especulações.

O papa disse e uma conferência interreligiosa sobre casamento que iria à Filadélfia em setembro, para o Encontro Mundial de Famílias da Igreja Católica.

Espera-se também que a viagem inclua passagens pela Casa Branca e pelo Congresso, em Washington, além da sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, mas o pontífice não mencionou esses locais.

O papa deve visitar a Turquia e instituições europeias em Estrasburgo, França, em duas viagens separadas ainda neste mês.

Em janeiro, o papa Francisco vai às Filipinas e Sri Lanka, em sua segunda viagem à Ásia.

domingo, 16 de novembro de 2014

Julian Assange diz que estamos todos sob vigilância na Net

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, advertiu, este domingo, para o perigo de a civilização atual caminhar para o totalitarismo, em resultado da centralização de informação, e recomendou aos cibernautas a procura de caminhos alternativos.

O aviso foi dado num debate realizado em Lisboa, via teleconferência, emitida da embaixada do Equador em Londres, onde Assange reside há dois anos. O fundador da Wikileaks intervinha no âmbito do fórum "Reagir contra a vigilância de massas: abrir o espaço à sociedade", integrado no Festival de Cinema de Lisboa e Estoril (L&EFFest).

"O avanço da civilização, em termos cada vez mais de tecnologia complexa, pode levar-nos ao totalitarismo, como resultado da centralização de informação? Essa é a verdadeira questão que tem de ser respondida", disse o australiano, que desde meados 2012 está refugiado naquela embaixada, após o Supremo Tribunal britânico ter autorizado a sua extraditado.

Assange salientou que a globalização tende a ter como resultado um líder de mercado, como a Google, e defendeu que "podemos estar a caminhar" para uma situação de centralização em todo o mundo.

"A verdade é que, à medida que os serviços de inteligência [como o SIS e SIED, serviços de informações de Segurança e Estratégicas de Defesa, em Portugal] se tornam mais poderosos e mais secretos, e aumenta o fenómeno generalizado de ligação nas comunicações entre indivíduos, esses serviços tornam-se mais livres e poderosos e não há forma de escapar", avisou.

E Assange foi ainda mais longe nas acusações à Google, defendendo que é uma empresa que está a crescer e é muito ambiciosa, e que essa ambição não acontece só nas ligações que a Google cria com o Governo e o poder norte-americanos, mas também porque a Google chega a qualquer canto do mundo.

"Vigiar cada pessoa, entender onde está, o que cada um de nós está a fazer, a ler, com quem contata", precisou, defendendo que todos os que usam a internet, o facebook, o gmail, devem encontrar caminhos que permitam fugir dessa centralização da informação.

Assange defendeu ainda que, independentemente da verdade sobre os motivos da criação da Google, o seu modelo básico assenta no mesmo dos sistemas de segurança nacional, arrecadando informação de todo o mundo, tratando-a e organizando-a para cada pessoa.

E rebateu ainda os argumentos dos cibernautas que dizem não temer a Google ou a internet, por não terem nada a esconder: "A minha primeira pergunta é: o que está errado contigo? Deves ser muito aborrecido. Vai imediatamente arranjar algo para esconder", disse, provocando o riso da plateia, na maioria composta por jovens.

"Estamos todos ligados, juntos, a informação viaja de uns para outros, somos amigos uns dos outros, direta ou indiretamente", constatou, explicando que, se alguém usa o gmail para contatar uma pessoa ou "posta" algo sobre ela no facebook, acaba por dar informação sobre essa pessoa e sobre os seus familiares.

Assange defendeu que um dos passos importantes é tomar consciência sobre a centralização de informação e adquirir novos conhecimentos sobre alternativas de fugir a esse controlo, e recomendou: "Vão à pagina da wikileaks e comecem por ler um documento chamado 'Google Is Not What It Seems' (a Google não é o que parece)".

Julian Assange revelou ainda que a WikiLeaks se prepara para libertar mais documentos secretos, mas não deu mais pormenores.

Fonte - Jornal de Noticias

Bíblia é o livro “mais valioso” para humanidade, aponta pesquisa

Qual o livro mais valioso para a Humanidade? Essa era a pergunta da pesquisa realizada pela empresa YouGov, encomendada pela organização Folio Society, do Reino Unido.

Para surpresa de muitos, a Bíblia continua em primeiro lugar. Embora tenha sua história como nação intimamente ligada à questão religiosa, a Inglaterra é também o berço do movimento neoateísta, de Richard Dawkins e Cristopher Hitchens.

Recentemente, a legislação mudou e as escolas inglesas foram proibidas pelo governo de ensinar o criacionismo e passaram a promover desde as primeiras séries “o respeito pelos direitos dos homossexuais”.

O resultado da pesquisa mostra, que embora exista uma forte pressão da sociedade, alguns princípios não mudam tão facilmente. “A Origem das Espécies”, de Charles Darwin, livro que se tornou obrigatório nas instituições de ensino ficou em segundo lugar, numa disputa apertada.

Os últimos 50 anos trouxeram várias mudanças para a sociedade inglesa. Antigo berço de missões para o mundo, a Inglaterra hoje é considerada uma nação “pós-cristã”. Por causa dos fluxos constantes de imigrantes, o islamismo passou a ter grande influência e dezenas de igrejas cristãs foram fechadas para se tornar mesquitas. Por isso, o Alcorão aparece entre os livros mais citados.

O pastor e teólogo Alessandro Brito, que estudou na Inglaterra acredita que diante do quadro atual, essa é “uma ótima notícia”, mas ressalta que a valorização da Bíblia “deve ser cada vez mais promovida nos filhos pelos pais tementes a Palavra de Deus”.

A lista oficial da pesquisa é:

1) A Bíblia (37%)
2) A Origem das Espécies – Charles Darwin (35%)
3) Uma Breve História do Tempo – Stephen Hawking (17%)
4) Relatividade: A Teoria Especial e Geral – Albert Einstein (15%)
5) 1984 – George Orwell (14%)
6) Principia Mathematica – North Whitehead e Bertrand Russell (12%)
7) O Sol é Para Todos – Harper Lee (10%)
8) O Alcorão (9%)
9) A Riqueza das Nações – Adam Smith (7%)
10) A Dupla Hélice – James Watson (6%)

Ao todo, 30 títulos foram mencionados, mas apenas dois são romances. A maioria são livros científicos ou religiosos. Apareceram menções ao “Dicionário Oxford de Inglês” e ao clássico “O Senhor dos Anéis”, cujo autor é inglês. Nota-se a ausência de livros como “O Capital” e o “Manifesto Comunista”, que mudaram a história do mundo no século passado.

Segundo a pesquisa da YouGov, os entrevistados deveriam justificar suas escolhas não por gosto pessoal, mas pelo reconhecimento de sua importância.

A justificativa para a escolha da Bíblia foi porque “contém princípios/orientações sobre como ser uma boa pessoa”. Já o livro de Darwin foi apontado por “responder às perguntas fundamentais da existência humana”. Curiosamente entre os homens “A Origem” foi mais citada, sendo “A Bíblia” a escolha da maioria das mulheres.

Fonte - Gospel Prime

Aquecimento global pode provocar uma guerra no mundo?


Convocação para os líderes mundiais

O presidente francês, François Hollande, admitiu hoje em Brisbane, no âmbito da cimeira do G20, que pode haver uma guerra por causa das alterações climáticas. “Vamos nos reunir de novo em Paris para assinar um acordo global que evite que o planeta experimente um aquecimento global de mais três ou quatro graus [celsius], o que podia levar a uma catástrofe, se não a uma guerra”, afirmou o chefe do Estado francês naquela cidade australiana. “Uma maneira de prevenir os conflitos e a as catástrofes é tomar decisões”, sublinhou, dizendo esperar que todos os países se comprometam em assinar um acordo que limite o aquecimento global, durante a conferência, que decorre entre 30 e novembro e 11 de dezembro.

(DN Globo)

Nota Criacionismo: Como já disse aqui algumas vezes, quando o clima de medo é forte, leis restritivas são mais facilmente aprovadas. Do que estarão dispostas as pessoas e seus governantes para impedir a destruição da Terra e uma guerra mundial? Que decisões serão tomadas? É interessante notar que o Vaticano já tem uma proposta para a redução das emissões de carbono: reservar o domingo como dia de descanso. O papa prepara uma encíclica sobre o meio ambiente, que deve ser publicada no ano que vem. E também em 2015 deve ser realizado um encontro com líderes religiosos para tratar do mesmo assunto. Decisões e interesses parecem estar convergindo. Aguardemos os próximos movimentos das “peças nesse tabuleiro”.

sábado, 15 de novembro de 2014

Terremoto sacode leste da Indonésia e gera alerta de tsunami

Tremor atingiu a região das Ilhas Molucas neste sábado (15).
Há risco nas costas dentro de um raio de 300 quilômetros, diz USGS.


Um terremoto de 7,3 graus de magnitude sacudiu neste sábado (15) a região das Ilhas Molucas, no leste da Indonésia, informou o instituto geológico dos Estados Unidos (USGS), acrescentando que o abalo provocou tsunami. O tremor ocorreu às 10h31 local (00h31 Brasília) sob o oceano, a uma profundidade de 46 km, segundo o USGS.

O Centro de Alerta de Tsunami no Pacífico informou a ocorrência de "vagas nas costas situadas dentro de um raio de 300 quilômetros" do epicentro. Até o momento não há informação sobre vítimas ou danos.

De acordo com o alerta, as ondas poderão chegar a zonas da costa da Indonésia, Filipinas, Japão, Taiwan e as ilhas do Pacífico Sul. "Ondas de 30 cm a 1 metro devem atingir partes do litoral da Indonésia, enquanto ondas de 30 cm estão previstas para a costa das Filipinas", precisou o Centro de Alerta de Tsunami.

"Emitimos rapidamente um alerta de tsunami", disse à AFP um funcionário da agência sismológica indonésia.

Julius Galgiano, sismólogo do governo filipino, informou que seu país também emitiu um alerta de tsunami, mas não há ordem de evacuação diante da perspectiva de vagas menores.

A Indonésia está no 'Cinturão de Fogo' do Pacífico, onde o encontro de placas continentais provocam frequentes abalos sísmicos e vulcões.

Em 2004, um violento terremoto submarino provocou uma gigantesca tsunami que deixou mais de 170 mil mortos na província de Aceh, na ilha indonésia de Sumatra, além de dezenas de milhares de vítimas em outros países em torno do Oceano Índico.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Rússia nega envio de tropas à Ucrânia em meio à crescente tensão

Moscou negou novamente nesta quinta-feira que tenha tropas no leste separatista da Ucrânia, após a Otan confirmar a chegada de soldados russos à região, onde a tensão é crescente.

"Uma resposta curta: não" - declarou o porta-voz do ministério russo das Relações Exteriores, Alexandre Lukashevich, quando foi perguntado sobre a presença de militares russos na Ucrânia.

"Digo a todos, de forma categórica e oficial, que não há ou houve tropas ou movimento de tropas (russas) na fronteira. Não é possível falar da presença de tropas no território ucraniano".

O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, disse estar muito preocupado com "a chegada em massa de tropas e armamento pesado procedentes da Rússia", em conversa por telefone com seu homólogo finlandês.

"Segundo nossas estimativas, há atualmente 8.000 soldados russos, talvez mais, em nosso território", disse à AFP um alto oficial ucraniano que pediu para não ser identificado.

A Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), que tem observadores na zona, confirmou a chegada de material militar, e a Otan informou na quarta-feira que trata-se de reforço russo.

A porta-voz do departamento americano de Estado Jen Psaki destacou na véspera que os Estados Unidos "continuam trabalhando" com a União Europeia visando instaurar novas sanções contra a Rússia por seu "comportamento inaceitável".

O governo em Kiev e os ocidentais acusam a Rússia pelo agravamento do conflito no leste da Ucrânia, onde já morreram mais de 4 mil pessoas desde abril. O cessar-fogo decretado em setembro foi violado em várias oportunidades.

"Nos últimos dois dias, observamos a mesma coisa que a OSCE. Vimos colunas de equipamento russo, tanques russos, sistemas de defesa antiaérea russos, artilharia russa e tropas de combate russas entrando na Ucrânia", afirmou o comandante-em-chefe da Otan (Aliança Atlântica), Philip Breedlov.

Na terça-feira, a OSCE alertou para o "aumento do nível de violência no leste da Ucrânia e para o crescente risco de uma nova escalada" na região.

Jens Anders Toyberg-Frandzeno, assistente do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, revelou na quarta-feira que a organização está "profundamente preocupada com a possibilidade de que haja uma guerra total" na Ucrânia.

A Ucrânia afirma que está preparada para o combate contra as tropas russas e as forças separatistas que reforçam suas posições no leste do país.

"Observamos um reforço dos grupos terroristas (como o governo russo chama os rebeldes) e de parte da Rússia. Observamos seus movimentos, sabemos onde se encontram", afirmou o ministro ucraniano da Defesa, Stepan Poltorak, em uma reunião de governo.

"Nossa tarefa principal é nos prepararmos para o combate", acrescentou.

Nas últimas 24 horas, os combates mataram quatro soldados ucranianos e deixaram 18 feridos, segundo as autoridades de Kiev.

"A situação no leste continua sendo tensa. Nas últimas 24 horas, os criminosos atiraram 44 vezes contra posições ucranianas, sobretudo contra uma base nas proximidades do aeroporto de Donetsk, epicentro dos combates violentos".

Na cidade de Donetsk, principal reduto separatista, várias explosões foram ouvidas na quarta-feira à noite. Os insurgentes afirmaram que eram bombardeios ucranianos contra um bairro próximo ao aeroporto.

Os tiroteios prosseguiam durante a manhã na mesma região.

Fonte - Yahoo
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