Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

"Como folhas de outono... " 14

Pastor Alejandro Bullón é peruano de nascimento e brasileiro de coração. Viaja pelo mundo, dirigindo cruzadas evangelísticas em igrejas, ginásios e estádios. É autor de 17 livros, alguns publicados em espanhol, inglês, português, francês e russo. É membro da União Brasileira de Escritores. Também é autor de centenas de artigos e colunas para jornais e revistas. Muito conhecido por ter sido apresentador do programa de televisão em português “Está Escrito”. É ouvido em mais de 200 emissoras de rádio e é visto na internet. Casado por 40 anos com Sara Orfilia, pai de José, Rubén, Samuel e Moacyr e avô de 5 netos.

Nesta série "As Revelações do Apocalipse", ele trata dos principais temas relacionados ao Livro do Apocalipse, em vinte e quatro lições imprescindíveis ao desenvolvimento da jornada cristã.

01) - Apocalipse, um livro aberto
02) - O Personagem central do Apocalipse
03) - O grande traidor desmascarado pelo Apocalipse
04) - As boas novas do Apocalipse
05) - As sete Igrejas: Sete cartas de Jesus e suas mensagens
06) - O Apocalipse diz que Jesus voltará
07) - Satanás acorrentado no fundo do abismo
08) - As promessas do Apocalipse
09) - Os sete selos do Apocalipse
10) - O selo de Deus no Apocalipse
11) - Porque se observa o domingo
12) - O Apocalipse revela o segredo da morte
13) - O Apocalipse fala de um Santuário no céu
14) - Chegou a hora do seu juízo
15) - A profecia que revela a hora do juízo
16) - O Apocalipse, visões e os Profetas
17) - Uma mulher vestida de sol
18) - A besta do Apocalipse 13 e o 666
19) - A marca da besta e a união das igrejas
20) - Quando o Deus de amor castiga
21) - O mistério de Babilônia, a grande meretriz
22) - Quem habitará na Santa Cidade
23) - As duas testemunhas de luto e as mensagens dos 3 anjos
24) - O soar da sétima trombeta

Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

FAQ

Outras programações:
- Com o Pr. Bullón, o mesmo tema em vídeo pode ser acessado aqui.
- Séries "Como folhas de outono..."

"Gripe suína" se propaga a velocidade sem precedentes, diz OMS

GENEBRA - A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou nesta sexta-feira que a "gripe suína" se propaga a uma "velocidade sem precedentes".

Em comunicado, a organização afirmou que "nas pandemias anteriores, os vírus gripais precisaram de mais de seis meses para se propagar tanto quanto o novo vírus A (H1N1) se propagou em menos de seis semanas".

Nesse sentido, afirmou que, em muitos países com transmissão sustentada do vírus, está sendo "extremamente difícil, se não impossível", confirmar cada caso mediante exames de laboratório.

Agora, a OMS considera que contabilizar os casos individuais não é mais necessário para que os países com grande quantidade de infectados possam avaliar o nível de risco do novo vírus e determinar as medidas apropriadas.

Por essa razão, a organização afirmou que não divulgará mais relatórios sobre o número global de casos confirmados de gripe suína por países, mas informará regularmente quando novos países forem atingidos.

A organização continuará pedindo que esses países informem sobre os primeiros casos que forem verificados e que, na medida do possível, forneçam dados semanais e uma descrição epidemiológica dos pacientes.

Embora os especialistas da OMS tenham insistido que a pandemia se caracteriza, até agora, por sintomas leves na grande maioria de casos, eles destacaram que é preciso manter sob vigilância os grupos nos quais apareçam casos mais graves ou fatais. Do mesmo modo, aconselhou que se continue observando qualquer mudança no modo de contágio.

Fonte - Último Segundo

Quem são os Adventistas do Sétimo Dia?


[Extraído do Blog O Tempo Final]

Nova encíclica: Repercussões 4

PRESIDENTE ITALIANO ESCREVE CARTA AO PAPA E ELOGIA NOVA ENCÍCLICA

CIDADE DO VATICANO, 16 JUL (ANSA) - O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, enviou uma carta ao papa Bento XVI, divulgada hoje, na qual afirma que a encíclica "Caritas in Veritate" é um convite a repensar a condição do homem na sociedade atual.

Para Napolitano, "a afirmação de Bento XVI, segundo a qual a questão social se tornou atualmente uma questão radicalmente antropológica, constitui um convite para repensar de forma profunda e serena os vários aspectos da vida e do funcionamento da humanidade".

"Li com grande interesse sua terceira encíclica", diz o chefe de Estado, que "traz uma mensagem no interior de uma sociedade em que existe apreensão e incerteza não apenas em relação ao futuro da economia e do desenvolvimento, mas também quanto às mudanças nas relações humanas, no mundo do trabalho, nas relações entre os habitantes do planeta e o meio ambiente".
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Fonte - ANSA

NOVA ENCÍCLICA DE BENTO XVI SERÁ APRESENTADA AO SENADO ITALIANO

CIDADE DO VATICANO, 15 JUL (ANSA) - O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, apresentará a nova encíclica do Papa Bento XVI ao Senado italiano no próximo dia 28.
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Fonte - ANSA

Nota DDP: Veja outras respostas do mundo político ao citado documento aqui.

No Reino Unido, pior cenário tem 65 mil mortos

Estimativas apontam que no melhor cenário 3.100 pessoas vão morrer em decorrência da gripe suína, e 5% da população vai contrair o vírus.

O governo britânico alertou que, de acordo com as estimativas mais pessimistas, 30% da população será infectada pelo vírus H1N1 no Reino Unido, ocasionando até 65 mil mortes.

Estas estimativas foram divulgadas nesta quinta-feira, 16, no mesmo dia em que o governo britânico anunciou que o número de mortes por gripe suína no Reino Unido chegou a 29. O vírus H1N1 está se espalhando rapidamente pela Grã-Bretanha, com 55 mil novos casos da doença registrados na Inglaterra na semana passada.

O governo britânico ressaltou, no entanto, que durante o inverno de 1999 para o ano 2000 houve 21 mil mortes na Grã-Bretanha devido à gripe comum, provocando pouco alarde.

No Brasil o número de mortes por causa da gripe suína subiu para 11, e há 1.175 casos da doença confirmados em todo o país.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Ver também "Gripe A: OMS vai deixar de contar casos individuais".

O Brasil também já está no rol de "circulação livre" do vírus. Portugal também tem previsões preocupantes sobre o número de infectados.

Terremoto sacode sul da Nova Zelândia

Sydney (Austrália), 17 jul (EFE).- Um terremoto de 6,0 graus de magnitude na escala Richter sacudiu hoje o mar ao sul da Nova Zelândia, 48 horas depois de um tremor de 7,8 graus ter provocado um alerta de tsunami posteriormente cancelado.

O terremoto ocorreu às 9h18 locais (19h18 de quinta-feira) a 175 quilômetros ao oeste da cidade de Invercargill, na ilha do Sul do arquipélago neozelandês, praticamente no mesmo ponto do tremor de quarta-feira, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Quando aconteceu o terremoto de 7,8 graus, o Centro de Alertas de Tsunami do Pacífico emitiu um aviso urgente de que a magnitude do tremor era de um potencial maremoto. Uma hora depois, a agência anulou o alerta.

O tremor não deixou feridos nem danos materiais graves nas cidades de Invercargill e Queenstown.

Fonte - BOL

Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Interpretando e aplicando conceitos de Ellen G. White - A questão de Indiana

Exposição de motivos: As linhas abaixo transcritas são de lavra do Pr. Douglas Reis e podem ser acessadas diretamente no blog pelo mesmo administrado no link infra declinado, originalmente derivadas do artigo "A música sacra dentro da cosmovisão Adventista: Interpretando e aplicando conceitos de Ellen White" (3ª Parte). Tal artigo foi elaborado em um contexto próprio que não guarda relação direta com a sua presente descrição e, que poderá ser compulsado diretamente na fonte, caso assim desejem os interessados. Aliás, extrapolando os próprios limites que impulsionaram a confecção do mesmo, entendo ser de bom alvitre a sua leitura completa, dada a amplitude de conceitos e o enfrentamento filosófico adequado estabelecido pelo autor em um tratamento amplo da questão da música no seio do adventismo.

Tem se estabelecido uma estranha dicotomia no trato de questões referente ao pensar do adventismo, especialmente no que concerne a um inconsciente coletivo que tem acabado por criar um pejorativo enquadramento de uma faixa de membros inicialmente sob a insígnia de "radicais" e, mais modernamente, dada a impropriedade do vocábulo inicialmente eleito, diretamente de "fanáticos" e "extremistas", o que bem estabele o tom visceral e inapropriado que o discurso tem tomado, além das possibilidades que se desenham neste mister.

Sem tomar partido destas questões na forma por alguns proposta, que de pleno repelimos, temos enveredado a linha de informar, resgatando o pensar da liderança engajada na condução do rebanho e que portanto tem compromisso com aquEle que lhes outorgou o encargo.

Neste diapasão e, diante da recente contraposição que se tem feito ao há muito assentado entendimento do episódio ocorrido em Indiana, temos trazido o subsídio necessário para que se entenda a dimensão e alcance do que naquele quadro se estabeleceu e, que na forma do quanto profetizado e pelo andar da carruagem, já se vislumbra em meios e condições favoráveis para novamente se infiltrar em suas nuances próprias no arraial adventista.

Realizadas estas necessárias considerações iniciais, desculpando-me ainda com os leitores deste espaço com a eventual insistência no tema, que reputo de importância, segue o texto em questão.

*.*.*.*.*

O reducionismo, tanto na abordagem histórica do contexto cultural no qual Ellen White estava inserida quando escreveu sobre a música, quanto na aplicação atual do que ela escreveu.

Para compreendermos melhor a questão da importância da Revelação na adoração, é necessário notarmos que, para os adventistas, o mundo é visto como caminhando para um fim irreversível; nestes últimos dias da História da Terra, Deus tem, então, preparado um povo, dando a ele um cabedal de verdades que devem ser anunciadas a todo mundo. A mensagem da obra de Cristo no Santuário, parte deste sistema e eixo integrador do corpo de verdades para o tempo do fim, deve atrair nossa consideração nesses últimos dias. Como afirma Ellen White:

“Encerrando-se o ministério de Jesus no lugar santo, e passando Ele para o lugar santíssimo e ficando de pé diante da arca, a qual contém a lei de Deus, enviou um outro anjo poderoso com uma terceira mensagem ao mundo. Um pergaminho foi posto na mão do anjo e descendo ele à Terra com poder e majestade, proclamou uma terrível mensagem de advertência com a mais terrível ameaça que já foi feita ao homem.Esta mensagem estava destinada a pôr os filhos de Deus de sobreaviso, mostrando-lhes a hora de tentação e angústia que diante deles estava.Disse o anjo: ‘Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e tem a fé de Jesus’ Apocalipse 14:12. Ao dizer estas palavras, aponta para o santuário celestial. As mentes de todos os que abraçam esta mensagem são dirigidas ao lugar santíssimo, onde Jesus está em pé diante da arca fazendo intercessão final por todos aqueles por quem a misericórdia ainda espera, e pelos que ignorantemente terão violado a lei de Deus.”[1]

Perceba que a doutrina da purificação do santuário, justamente por ser tanto crucial para a integração da verdade (juntamente com as três mensagens angélicas, também referidas no texto), quanto por servir de advertência de que “a hora da tentação e angústia” está se aproximando, deve ocupar a consideração das “mentes de todos os que abraçam esta verdade.” O processo de aquilatar a grande Verdade da obra de Cristo no Santuário Celestial acontece na mente.

Diante da importância do papel da mente para a compreensão da verdade, surge uma série de admoestações inspiradas para cuidarmos da mente: principal, mas não unicamente, Ellen White trata dos cuidados que os adventistas têm que ter com a alimentação. Hábitos errôneos, compreendendo o comer em demasia, não seguir um regime apropriado, são responsáveis pelo “entorpecimento” e “embotamento” da mente, impedindo-a de apreciar as grandes verdades para os presentes dias.[2] Propriamente dentro deste contexto, surge a afirmação “Com a mente servimos ao Senhor”[3]

Contudo, como relacionar o cuidado que devemos manifestar no que toca à mente com o curso que a música vem tomando no moderno adventismo?

Anteriormente, mencionamos o movimento da “Carne Santa”, uma heresia que surgiu no meio do adventismo. Aquela experiência serve não apenas como um exemplo histórico da maneira pela qual tendências pentecostais se insurgiram na denominação adventista, mas fornece um síloge do futuro paradigma na adoração adventista. Notemos o que Ellen White comenta:

“As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo. […]

“Não entrarei em toda a triste história; é demasiado. Mas em janeiro último o Senhor mostrou-me que seriam introduzidos em nossas reuniões campais teorias e métodos errôneos, e que a história do passado se repetiria. Senti-me grandemente aflita. Fui instruída a dizer que, nessas demonstrações, acham-se presentes demônios em forma de homens, trabalhando com todo o engenho que Satanás pode empregar para tornar a verdade desagradável às pessoas sensatas; que o inimigo estava procurando arranjar as coisas de maneira que as reuniões campais, que têm sido o meio de levar a verdade da terceira mensagem angélica perante as multidões, venha a perder sua força e influência."[4]

No contexto dos últimos dias, Ellen White afirma que manifestações como a ocorrida em Indiana serão a regra, não a exceção. De alguma forma, “gritos”, “tambores”, música” e “dança” acompanharão o repertório de nossa música. Obviamente, a autora relaciona essa mudança de valores musicais como um estratagema de Satanás, para confundir “os sentidos dos seres racionais”. Essa aproximação satânica com a maneira pagã de adorar seria considerada “operação do Espírito Santo”.

Já consideramos nos tópicos anteriores os fatores que têm permitido, paulatinamente, a ocorrência desse fenômeno de mudança paradigmática entre os adventistas. Somente a Revelação poderia reorientar nossa concepção musical dentro da perspectiva de nossa singularidade como movimento profético. Entrementes, a Revelação tem sido desconsiderada, mesmo no meio denominacional.

Faz-se necessário nos determos em um exemplo recente da história do Adventismo para percebermos o desenvolvimento de alguns conceitos responsáveis pelo desprestígio da Revelação. Uma das maiores crises que a Igreja Adventista enfrentou foi desencadeada quando Desmond Ford, um proeminente teólogo adventista, questionou a doutrina do santuário. Ele apresentou suas dúvidas de forma pública inicialmente em 27 de Outubro de 1979, em uma palestra sobre Hebreus 9 e suas implicações para a doutrina adventista, no Pacific Union College.[5] Diante da repercussão do fato, foram concedidas seis meses a Ford pela Associação Geral, a fim de que desenvolvesse e apresentasse suas idéias. O trabalho de Ford rendeu um texto de quase 1000 páginas que foi debatido entre teólogos adventistas, sendo possível encontrar muitas publicações sobre o ocorrido, bem como refutações à posição de Ford.[6]

O curioso é que, para sustentar sua nova compreensão sobre o santuário, Ford teve de reinterpretar os escritos de Ellen White, que para ele passaram a ser vistos como incorporando muitos dos erros de contemporâneos adventistas da autora, mais preocupados em prover uma explicação para o desapontamento do que em buscar uma perspectiva bíblica. Ellen White teria, para Ford, somente a finalidade de aconselhar de forma pastoral, sem autoridade doutrinária.[7]

Ford, certamente, não foi quem primeiro duvidou da autoridade profética de Ellen White, contudo, ele trouxe uma nova e perigosa abordagem restritiva da Revelação, limitando sua funcionalidade ao patamar “pastoral” (admoestativo). Mesmo em congregações brasileiras, nas quais geralmente o criticismo histórico raramente é encontrado, muitos dos livros de Ellen White são tratados como meros “conselhos”, como se a obediência voluntária àqueles aspectos da Revelação encontrados em tais livros não fosse relevante para a salvação ou desenvolvimento da vida cristã, mas meramente “opcional”.

O que ocorreu no caso de Ford ilustra a racionalização que tendemos a fazer quando nossa compreensão não se conforma com o que a Revelação apresenta sobre determinado assunto. Em uma esfera menor e, geralmente, de forma inconsciente, passamos a atribuir um valor reduzido ao que o profeta pronunciou ou acomodar sua mensagem às nossas preferências, sendo seletivos em relação ao que ele comunicou.

Infelizmente, no campo da adoração, que constitui um “tabu” entre os adventistas, os conselhos de Ellen White ainda são pouco explorados, e, lentamente, uma concepção popular, de influência marcadamente mais evangélica, vem substituindo os princípios especificamente adventistas. Quando estudamos os conselhos da mensageira do Senhor, reagimos inconscientemente a eles, no sentido de “enquadrá-los” em nossas preferências.
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Para resgatarmos o contexto em que Ellen White escreveu, temos necessidade de buscar entender que o século XIX constiuiu-se de uma era de despertamentos religiosos em solo americano. Ainda em 1800, Francis-Asbury, considerado o primeiro pregador itinerante, iniciava as reuniões campais de reavivamentos, chamadas de “Camp meetings”.[11] Visando alcançar o povo individualista e isolado que vivia na fronteira, os evangélicos daquela época mudaram sua abordagem, focalizando na “experiência de conversão profunda” para promover novas conversões. Na dinamicidade do processo, a religião passou a ser redefinida “em termos de emoção, no mesmo tempo que contribuía para negligenciar a teologia, a doutrina e o elemento cognitivo da crença.” Notoriamente, essa mudança no paradigma religioso levou a uma reestruturação do sistema de culto, que passou a incorporar “linguagem simples do povo e músicas populares”. [12] Note esta descrição de tais reuniões:

“‘Tenho visto presbiterianos, metodistas, quacres, batistas, anglicanos e independentes, todos tomados de sacudidelas; cavalheiros e damas, negros e brancos, velhos e moços, ricos e pobres sem exceção. […]

“Era a noite que o frenesi reavivamentista alcançava a intensidade máxima. Ao clarão das fogueiras que rodeavam o campo, os pregadores iam por entre a turba exortando aos pecadores a arrependerem-se para escapar do fogo do inferno. O canto se avolumava, transformando-se em portentoso rugido, os brados abalavam a terra, homens e mulheres sacudiam-se, saltavam ou rolavam pelo chão até que desmaiavam e tinham de ser carregados. Entre soluços, gemidos e gritos homens e mulheres apertavam as mãos uns dos outros e davam vazão a todas as suas frustrações e emoções em grandes transportes vocais que culminavam no ‘êxtase do canto’.”[13]

A influência da música cantada nos camp meetings atravessou o movimento milerita e demorou até ser sistematicamente rejeitada pelos primeiros hinários adventistas[14]. Reapareceu, contudo, durante o episódio da Carne Santa, que, à luz da História do evangelicalismo americano se torna ainda mais verossímil.

Na área secular, a influência da agitação religiosa também ajudava a criar um novo gênero, que marcaria a musicalidade norte-americana: o jazz. O homem negro, trazido da África como escravo, foi inserido no contexto musical americano, misturando a sua musicalidade primitiva àquela que encontrou no continente novo. Nos campos do Sul dos Estados Unidos, os escravos se comunicavam através dos “hollers”, gritos que funcionavam como uma espécie de sonar, e do qual várias canções se desenvolveram. Dentro desse cenário musical, a figura do “griot” desempenha importante papel: nas tribos da costa ocidental da África, eles ocupavam uma função social e religiosa de destaque.[15]
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“A Black Music nasceu dos antigos Negro-spirituals, canções folclóricas de fundo religioso, cantadas pelos escravos africanos nos Estados Unidos. Os spirituals não apenas deram origem ao gospel, mas a uma gama de estilos negros.”

A afinidade entre a música africana e a dos movimentos cristãos norte-americanos ultrapassou o período dos reavivamentos e se perpetuou nos movimentos pentecostais. Dorneles observa:

“O pentecostalismo, possuído pela ênfase na experiência tangível da salvação, encontrou nos elementos culturais africanos uma forma adequada de expressão. Essa forma incorporada ao culto abre espaço para uma liturgia emocional e corporal”[16]

A música profana da época recebeu direta influência da música negra, como também de várias outras culturas, que foram se imiscuindo, para criar as condições necessárias ao surgimento do Jazz. Com efeito:

“A ópera francesa, a canção popular, a música napolitana, os tambores africanos […], o ritmo haitiano, a melodia cubana, os refrões satíricos dos crioulos, os spirituals e os blues americanos, o ragtime, a música popular da época – tudo isso se fazia ouvir lado a lado nas ruas [de New Orleans].”[17]

É digno de nota a relação, tanto devido à proximidade geográfica, quanto à afinidade de ritmos entre o jazz e a música latino-americano (“o ritmo haitiano” e “a melodia cubana”). A História das Américas releva que os negros estiveram lado a lado com os conquistadores espanhóis, sendo que em “alguns casos, até os próprios líderes coloniais eram negros, como Estebanico” e “Juan Valiente”, que fizeram expedições às terras que hoje pertencem, respectivamente, ao México e ao Chile. “Entre 1502 e 1518, centenas de negros emigraram” para as Américas; os colonos negros, que moravam antes na Península Ibérica, já haviam “substituído a cultura africana original pela cultura moura (árabe)”, isto porque os árabes dominaram a Espanha desde o século VIII, e o ano em que Colombo partiu (1492) também havia marcado a queda do último “bastião dos mouros”. Quando a Espanha chegou a primazia no tráfico de escravos, estes provinham da África ocidental, “países com distintos padrões de cultura árabe”. Na Espanha, a tolerância aos costumes dos escravos era maior, por haverem influências árabes tanto na cultura espanhola como na de seus escravos africanos. A presença de elementos árabes nas culturas africanas e latino-americanas contribuiu para a formação de gêneros tipicamente norte-americanos, como o blues e o jazz. E o processo de “incrementação” da música negra nos Estados Unidos se deu ainda no século XIX.[18]

Tais informações históricas tornam-se úteis para entendermos as origens da música em desenvolvimento no período no qual foram dadas as advertências inspiradas, como a que consta no seguinte texto de Ellen G. White:

“Foi-me mostrado que a juventude necessita assumir posição mais alta e fazer da Palavra de Deus sua conselheira e guia. Solenes responsabilidades repousam sobre os jovens, as quais eles levianamente consideram. A introdução de música em seus lares, em vez de incitá-los à santidade e espiritualidade, tem sido um meio de desviar-lhes a mente da verdade. Canções frívolas e peças de música popular do dia parecem compatíveis com seus gostos. Os instrumentos de música têm tomado o tempo que devia ter sido dedicado à oração. A música, quando não abusiva, é uma grande bênção; mas quando usada erroneamente, é uma terrível maldição. Ela estimula, mas não comunica a força e a coragem que o cristão só pode encontrar no trono da graça enquanto humildemente faz conhecidas suas necessidades e, com fortes clamores e lágrimas, suplica força celestial para se fortificar contra as poderosas tentações do maligno. Satanás está levando cativa a juventude. Oh, que posso eu dizer para levá-los a quebrar seu poder de sedução! Ele é um hábil sedutor para levá-los à perdição.”[19]

Quando Ellen White comenta os efeitos danosos que a “música popular” de seus dias causava sobre os jovens, desviando-lhes “a mente da verdade”, temos de entender sua orientação dentro de uma “época em que o ‘jazz’ começava a se generalizar.[20] Mais uma vez, a preocupação é com a mente e com suas condições de receber, entender e aceitar o conjunto de verdades que Deus tem para o tempo do fim.

Merece a nossa atenção o fato de no século XIX, a cultura musical, tanto a religiosa quanto a secular, sofreram inúmeras influências, rompendo antigos padrões. É claro que o surgimento de uma atitude descompromissada se comparada às convenções estabelecidas dentro do protestantismo histórico em detrimento do sincretismo entre culturas influenciadas pelo emocionalismo cúltico, também foi um fenômeno perfeitamente explicado pelo surgimento do Romantismo, que se insurgia contra a autoridade, quer no âmbito particular ou público. “Este espírito foi incentivado pela Revolução Francesa”, responsável por muitos dos princípios da modernidade. Agora, a “partir de uma perspectiva protestante, a música se tornou carregada de emocionalismo”, perdendo de vista qualquer senso de responsabilidade.[21]

Assim, tornava-se ainda mais imperativo que Deus fornecesse informações concretas para o povo adventista, vivendo instantes antes do advento, a fim de não lhes deixar a mercê de critérios subjetivos, uma vez que tais critérios os levariam a cultivar uma qualidade de música tão emocional como os evangélicos contemporâneos deles.
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Cabe essa consideração:

"A capacidade de discernir entre o que é reto e o que não o é, podemos possuí-la unicamente pela confiança individual em Deus. Cada um deve aprender por si, com auxílio dEle, mediante a Sua Palavra. A nossa capacidade de raciocinar foi-nos dada para que a usássemos, e Deus quer que seja exercitada."[27]

O primeiro documento oficial dos adventistas do sétimo dia sobre a música afirma, a certa altura, que o cristão:

"Considerará músicas como "blues", "jazz", o estilo "rock" e formas similares como inimigas do desenvolvimento do caráter cristão, porque abrem a mente a pensamentos impuros a levam ao comportamento não santificado. Tais tipos de música têm uma direta relação com o ‘comportamento permissivo’ da sociedade contemporânea. A distorção do ritmo, da melodia, e da harmonia como empregados nestes gêneros de música e sua excessiva amplificação, embotam a sensibilidade e finalmente destroem a apreciação por aquilo que é bom e santo."[28]

Se este documento se apóia em princípios da Revelação, porque hoje assistimos apresentações musicais com os ritmos mencionados (“blues”, “jazz”, “rock” e “formas similares”) realizadas por cantores adventistas? No decurso de trinta anos, o tipo de música que antes destruía “a apreciação por aquilo que é bom e santo” passou a ser ele mesmo bom e santo? Esta mudança não indicaria uma rejeição sistemática, embora não-voluntária ou consciente, dos princípios revelados? Os líderes da Igreja Adventista na América do Sul coadunam com o pensamento de que não podemos nivelar nossa concepção musical pelos gêneros populares. Tanto que aprovaram um documento em anexo às orientações mundiais para orientar a música no território sul-americano.
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Com esses dados, somos levados a crer que a Igreja Adventista do Sétimo Dia possui uma filosofia musical distinta, a qual não é oriunda tão somente de sua tradição religiosa, todavia provém do mesmo Deus que convocou os adventistas como povo remanescente, para transmitir a última e solene advertência, dentro da qual se inclui o convite à verdadeira adoração e a rejeição à adoração falsa. Relativizar a música, que se enquadra na adoração, é, no mínimo, desconsiderar o aspecto da Revelação que incluí o referencial sobre o assunto, ou, na pior das hipóteses, rejeitar o que Deus revelou por ser contrário ao nosso gosto, formação ou opinião. Em tudo quanto envolve a vida cristã, é necessário todo o cuidado e submissão à vontade do Senhor, porque o verdadeiro cristão é aquele que vive de “toda a palavra que procede da boca Deus” (Mat. 4:4, NVI).

Fonte - Blog Questão de Confiança (3ª Parte)

[Destaques nossos]


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Nota DDP:
As demais partes deste artigo podem e devem ser lidas aqui (1ª Parte), aqui (2ª Parte) e aqui (4ª Parte).

As impressões do Pr. Douglas Reis neste contexto são acompanhadas de outros artigos já declinados neste espaço anterioremente, dos quais destacamos os Prs. Jorge Mário de Oliveira, Élbio Menezes, Erton Köeler (idem), Otimar Gonçalves, Paul Hamel e George Rice.

Links externos no mesmo sentido: Prs. Samuele Bacchiocchi, Cláudio Hirle, Lloyd Grolimund e Dário Pires de Araújo. Poderiam ser citados ainda outros adventistas leigos, inclusive músicos de expressão, que entendem, como a Igreja sempre entendeu (Os textos referentes a Indiana se encontram na compilação "Eventos Finais" de Ellen White), que a similar duplicação dos eventos de Indiana se descortinarão no futuro do movimento (dentro dele, não nele).

Acerca da análise da "evolução" da música no seio do adventismo e, como esta "evolução" se relaciona com os últimos eventos desta terra, especialmente com os próprios adventistas, não deixar de ler o recente comentário do Prof. Sikberto Marks publicado neste espaço e que muito se identifica com a articulação do Pr. Douglas Reis neste particular.

ET: Antecipadamente resta consignado que, na eventualidade da perda ou alteração do sentido original do texto eventualmente consumar-se pelos cortes que supra se verificaram para adequação ao espaço e desatrelamento da questão discutida em paralelo aos interesses aqui destacados, serão estas prontamente retificadas no que couber.

[1] Primeiros Escritos, p. 254, ênfase suprida. Tive a atenção chamada para este texto pelo Pr. Sidionil Biasi, durante suas palestras no Concílio pastoral da Associação Catarinense do segundo semestre de 2007.
[2] Há uma imensa quantidade de textos que tratam da alimentação dentro das preocupações mencionadas. Seria impossível, dentro desse espaço, fazer alusão a todos, mas, em especial, mencionamos Conselho sobre saúde, p. 577 e Carta 27, 1972, citada em Mente Caráter e personalidade, vol 2, p. 392.
[3] Temperança, p. 14.
[4] Mensagens Escolhidas, vol. II, p. 36 e 37.
[5] A palestra está disponível em http://www.goodnewsunlimited.org/library/1979forum/part1.cfm e http://www.goodnewsunlimited.org/library/1979forum/part2.cfm.
[6] Em especial, consultei um trabalho de conclusão de curso, da autoria de Glauber S. de Araújo, intitulado “Desmond Ford e a doutrina do santuário: análise comparativa de duas fases distintas”, disponível em http://www.unasp.br/kerygma/pdf/tcc5_glauber_revisado.pdf.
[7] Idem, pp. 53-55.
...
[12] Nancy Pearcey, “Verdade Absoluta”, p. 296.
[13] Gilbert Chase, “Do Salmo ao Jazz” (America’s music), p. 193, citado por Dario Pires de Araújo, idem.
[14] Em 1843, no auge do Milerismo, Joshua Himes, importante colaborador e responsável pela “arrancada” evangelística de William Miler, publicou “The Millenial Harp”, uma coletânea com mais de cânticos, moldados pela tradição reavivamentista. Entre o grupo que posteriormente se chamaria “Adventistas do Sétimo Dia”, a herança reavivamentista foi sendo depurada; na segunda coletânea adventista, organinada por James (Tiago) White, “Hymns and Spirituals Songs for Camp- Meetings and Other Religious Gatherings”, ao invés do que o nome possa sugerir, o paradigma musical das antigas reuniões de reavivamento deixou marcas insignificantes. Cf.: Dario Pires de Araújo, idem, p. 20-22.
[15] Roberto Muggiati, “Blues: da lama à fama” (São Paulo, SP: Editora 34, 1995), 1ª reimpressão, p. 10 e 11.
[16]Dorneles, p. 88
[17] François Billard, “A vida cotidiana no mundo do Jazz” (São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2001), p. 17. No mesmo contexto, o autor liga o surgimento do jazz ao carnaval de rua de New Orleans.
[18]Gunnar Lindgren, “Las raíces árabes del Jazz y los Blues”, disponível em: http://64.233.169.104/search?q=cache:TpOpzqMQ2RkJ:www.unesco.org/imc-OLD/mmap/pdf/prod-lindgren-s.pdf+%C3%A1rabe+%2B+melisma&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=4&gl=br, acesso: 29 de Agosto de 2007.
[19] Ellen G. White, Testimonies, vol. 1, págs. 496 e 497, grifos supridos.
[20] Dario Pires de Araújo, idem, p. 45.
[21] Adrian Ebens “A Música na Adoração: Fontes para um modelo cristão de música na adoração”, publicado em http://www.musicaeadoracao.com.br/livros/musica_adoracao/index.htm, acesso: 10 de Agosto de 2007.
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[27] E. G. White, Educação, p. 231.
[28] “Filosofia Adventista de Música”(Diretrizes Relativas a uma Filosofia de Música da Igreja Adventista do Sétimo Dia), Assocação Geral – IASD, Concílio Outonal – 1972, disponível em http://www.musicaeadoracao.com.br/documentos/filosofia.htm.
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A França aberta aos domingos

A Assembleia Nacional da França adotou ontem um projeto de lei, defendido pelo presidente Nicolas Sarkozy, que autoriza a abertura do comércio aos domingos em regiões comerciais e turísticas situadas em 40 dos 100 departamentos do país. O texto representa a primeira grande reforma no tema em mais de um século e foi referendado por 282 votos, contra 238.
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A legislação mexe com uma das mais antigas conquistas trabalhistas do país, a do "domingo de descanso para todos", datada de 1906, e prevê a abertura do comércio em 523 cidades, como Paris. Os trabalhadores terão a opção de trabalhar ou não, receberão folgas de compensação e terão o salário dobrado. Nas "áreas turísticas", essas garantias não estão previstas.
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A controvérsia opôs, de um lado, sindicatos e a Igreja e, de outro, o empresariado, ávido pela flexibilização. Jean-François Roudaud, presidente da Confederação de Pequenos e Médios Empresários (CGPME), foi um dos poucos a questionar a medida, em razão do risco de extinção do comércio de bairros, um patrimônio francês. "Uma vez mais, penalizamos os comerciantes das imediações. Recriamos a animosidade entre pequenos e os grandes distribuidores", afirmou.

A despeito das posições dos sindicatos, os trabalhadores também se dividem. "Havia uma situação de equilíbrio, que favorecia todas as atividades de lazer e assegurava à maioria o repouso dominical. Por que mudar isso?", questionou o comerciário Henry Fay. "Por que não deixar as pessoas que querem trabalhar no domingo fazê-lo? Essa medida me interessa muito, embora não seja a solução para a crise",argumentou Michel Pelletier, outro comerciário de Paris.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP: Embora possa aparentar uma derrota ao entendimento de que haverá um procedimento uniforme de guarda do domingo como dia descanso, o que há de ser notado no contexto é o fomento ao debate.

A França é o baluarte do sistema de separação entre igreja-estado, no entanto, como já devidamente alinhado aqui em "Sarkozy pede uma nova ordem mundial", vemos ali florescer uma discussão bem acentuada sobre a questão do descanso dominical, questão esta que muito tem se reproduzido em território americano por conta das "blue laws".

O que chama a atenção especificamente no caso da França, é a absoluta divisão de opiniões, especialmente em um contexto de crise econômica e o reconhecimento dos méritos da ICAR na última encíclica papal.

Na há dificuldade em se imaginar que o debate possa se alastrar por outros pontos do planeta, especialmente diante do discurso e possibilidade, de se incluir os parâmetros da doutrina social da ICAR no resgate da "ética" nas relações globalizadas.

Catolicismo como um antídoto ao capitalismo "selvagem"


MUNIQUE — O colapso do comunismo no leste duas décadas atrás não promoveu a abertura necessária para a Igreja Católica influenciar a política econômica, mas talvez o quase-colapso do capitalismo ocidental promoverá. Dois autores alemães - um deles chamado Marx, o outro o seu patrono em Roma - estão certamente esperando isso.

O arcebispo Reinhard Marx escreveu a primeira obra, "Das Kapital", e o Papa Bento XVI a segunda, a encíclica social e econômica "Caridade na verdade", mas que são baseadas essencialmente na mesma linha de pensamento. Na verdade a primeira ajuda a explicar o contexto intelectual em que a segunda foi composta.

Em ambas, a mensagem é no sentido de que o capitalismo saiu do trilho moral e os ensinos da Roma Católica podem ajudar na reconstrução da economia ocidental além de ajustar o foco para que se faça justiça aos fracos e na regulação dos mercados.

Diferentemente do primeiro Marx, que pensava que a religião organizada era um truque para controlar os mais desprovidos, o atual anseia por reforma, não guerra de classes. Assim, eles estão seguindo um eixo fundamental do ensino da igreja. O que agora difere, é que um deles agora vê esta crise econômica como um momento em que o pensamento da igreja sobre economia pode atrair grande atenção.

O arcebispo Marx defende que o capitalismo necessita dos aspectos éticos sujacentes do catolicismo. A alternativa, defende, é que o pós-crise pode apontar para um capitalismo "selvagem" ou, alternativamente, experimentar o renascimento da ideologia de Marx, baseado no ateísmo e nas divisões de classe.

As vozes católicas têm há muito influenciado o debate no ocidente sobre justiça social, mas nunca tanto quanto gostaria a igreja. Isso se refletiu no desafio permanente de elaborar políticas alternativas, mais do que simplesmente criticar as autoridades seculares.

Em seu livro, o qual foi publicado no outono passado, ele oferece a visão de um mundo governado pela cooperação entre as nações, refletindo o "amar ao próximo" imperativo do pensamento social católico.

Fonte - The New York Times

Nota DDP: Assim como os termos da encíclica, é necessário que este tipo de vertente ideológica seja recepcionada pelo braço secular para que seus efeitos possam ser vislumbrados. Haverá eco?

Rio Eufrates sofre há dois anos com seca e poderá desaparecer do Iraque

Por todos os pântanos, os coletores de junco, pisando em terra por onde antes flutuavam, gritavam para os visitantes em um barco de passagem."Maaku mai!" eles gritavam, erguendo suas foices enferrujadas. "Não há água!"

O Eufrates está secando. Estrangulado pelas políticas de água dos vizinhos do Iraque, a Turquia e a Síria; dois anos de seca e anos de uso inadequado pelo Iraque e seus agricultores, o rio está significativamente menor do que há apenas poucos anos. Algumas autoridades temem que em breve poderá ser a metade do que era.

O encolhimento do Eufrates, um rio tão crucial para o nascimento da civilização que o Livro do Apocalipse profetizou sua seca como um sinal do final dos tempos, tem dizimado as fazendas ao longo de suas margens, tem deixado pescadores empobrecidos e esvaziado as cidades à beira do rio, à medida que os agricultores fogem para cidades maiores à procura de trabalho.
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Fonte - UOL

Nota Gilberto Theiss: Não é desta forma que interpretamos a profecia referente ao rio Eufrates, mas pode servir de apoio para entendermos que estamos realmente no limiar da história humana de pecado.

Na profecia Bíblica (Ap 16:12), o rio Eufrates pronunciado na sexta praga Apocaliptica, indica enfraquecimento do poder religioso perseguidor, pois águas na profecia significam povos, nações, multidões e línguas (Ap 17:15), enquanto que o eufrates por seu histórico passado, representa o paganismo. O poder religioso no final dos tempos teria apoio das multidões e do poder político global para perseguir o fiél e verdadeiro povo de Deus (Ap 12:17). Chegará um momento neste contexto de perseguição em que os povos descobrirão que estão perseguindo as pessoas erradas e que consequentemente estavam sendo enganadas. O momento crucial deste episódio é exatamente o período entre a quinta e sétima praga quando os dez mandamentos são apresentados no céu com indescritível clareza (Sl 50:6). Todos olham para o céu e observam com atenção cada palavra escrita e se apercebem dos enganos com que foram acometidos pelo falso sistema religioso.

Os Reis do oriente representam a Divindade que sai do céu com todas as miríades de anjos (Ap 8:1) para buscar o seu povo humilhado e perseguido aqui na terra (Mt 24:30 e 31). O oriente representa a direção em que Cristo estará vindo e adentrando na terra (Mt 24:27). Chegamos a esta conclusão por vários fatores: Os magos quando vieram ver Jesus em seu nascimento vieram do oriente pois seguiam a estrela que apontava para o oriente, pois Jesus nasceu no lado do oriente (Mt 2:1 e 2). Os mandamentos de Deus foram dados no lado do oriente e para aguçar nossa curiosidade, nós adventistas acreditamos que Jesus descerá possívelmente pela constelação de órion, e por incrível que pareça, a constelação fica no lado do oriente.

Esse será sem dúvida o maior acontecimento de toda a história deste planeta. Jesus Cristo vindo nas nuvens do céu com grande poder e glória e todo olho o verá (Ap 1:7; I Ts 4:16 e 17).

Embora a igreja Adventista não aplique o rio Eufrates descrito em Apocalipse 16:12 como sendo literal, mesmo assim podemos reconhecer que diante da brevidade dos últimos eventos, o seu secamento literal poderia sim indicar um alerta para os que temem a Deus e estão se preparando para encontrar com o seu Senhor....Em breve estaremos presenciando o que sonhamos a tanto tempo em ver, o cumprimento de João 14:1-3.

Nota DDP: Em complementação aos termos do comentário supra, diz o CBASD (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia) em relação ao texto de Apocalipse 16:12:

Pelo geral, os comentadores adventistas aceitam duas interpretações dos vers. 12-16. Segundo a primeira interpretação, "o grande rio Eufrates" representa o império otomano; o secamento de suas águas, o debilitamento gradual desse império. Os "reis do oriente" simbolizam as nações do Oriente; e o Armagedom, o vale literal de Meguido no norte de Palestina. Portanto, o debilitamento do império otomano se considera como uma preparação do caminho para que as nações orientais vingam a combater contra as do Ocidente no vale de Meguido.

Segundo a outra interpretação, o Eufrates representava aos povos sobre as quais domina a Babilonia simbólica; e o secamiento de suas águas indicam que lhe tiram seu apoio a Babilonia. Os "reis do oriente" simbolizam a Cristo e os que lhe acompanham; e o Armagedom, a última batalha do grande conflito entre Cristo e Satanás, que se livrará no campo de batalha desta terra. De maneira que o retiro do apoio humano à Babilonia simbólica se considera como a eliminação da última barreira para sua derrota e castigo finais.
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A diferença fundamental entre as duas opiniões consiste na interpretação dos termos "Eufrates", "reis do oriente" e "Armagedom". A primeira opinião sustenta que estes três termos têm um significado geográfico; mas o segundo ponto de vista afirma que devem interpretar-se numa maneira completamente figurada, segundo os termos do contexto dos cap. 13 ao 19.

“Ser-me-eis santos, porque Eu, o Senhor, sou santo, e separei-vos dos povos, para serdes meus” (Lv 20:26)

Falsos mestres misturados com verdadeiros. Doutrinas sendo contestadas. Questionamento da natureza de CRISTO. ESPÍRITO SANTO tendo contestado sua natureza divina. Expectativa do fim do mundo para 2012. Profecias de São Malaquias (não o da Bíblia) sendo valorizadas. Nostradamus, virgem Maria, e outros profetas em evidência na igreja. Música mundana introduzida para agradar as multidões. Shows gospel para encher igrejas. Pregadores, músicos e cantores atraindo a atenção a si mesmos mais do que a DEUS. Valorização do material muito acima do espiritual. Associações, debates, colaborações e envolvimentos ecumênicos. Competição por cargos. Jogos violentos e competitivos. Este é um cenário da igreja de CRISTO nesses exatos dias em que estamos vivendo.

Madrugadas com CRISTO. Jovens e adolescentes se levantando com poder e trabalhando por CRISTO. Distribuição do livro “Os dez mandamentos”. Distribuição da revista “Esperança”. Distribuição do livro “Sinais de esperança”. Formação de pequenos grupos. Formação de muitas outras maneiras de ação missionária. Pessoas voluntariamente pedindo estudos bíblicos. Igrejas sendo reavivadas. Muitos fazendo a reforma da saúde. Outros muitos fazendo a reforma do sábado. Homens e mulheres, pregadores e mestres, viajando de um lugar para outro pregando com poder crescente. Grandes pregadores globais falando diretamente a mensagem com clareza e poder. Projeto “lares de esperança”; projeto “esperança viva”; madrugadas com DEUS. Colportores e obreiros bíblicos entrando em todos os lugares, dando estudos e deixando publicações. Pessoas leigas se consagrando ao trabalho em muitos lugares. Muitos jovens realizando trabalho pela internet, ou com seus colegas. Igrejas já sendo sacudidas em alguns lugares. Este é outro cenário da igreja de CRISTO nesses exatos dias em que estamos vivendo.

São dois cenários contraditórios na mesma igreja. Isto é o preparo para uma grande e forte sacudidura, que virá logo. Assim como JESUS, um pouco antes de seu sacrifício fez uma limpeza no templo, sacudindo-o, hoje, antes de conceder o poder máximo à Sua igreja, a sacudirá para retirar o joio com seu mundanismo.

O que está acontecendo entre nós? Assim como quando a igreja iniciou suas atividades na Terra ela foi atacada por inimigos de fora e de dentro para não prosperar, assim também, nesses últimos dias, ao se preparar para concluir o seu trabalho na Terra, vem sendo cada vez mais fortemente atacada, de fora e de dentro, para que não cumpra a missão dada por CRISTO. Se a igreja adventista é a verdadeira igreja da Bíblia, então é evidente que ela será atacada. E seus inimigos não estão só do lado de fora, estão também do lado de dentro. Aliás, os inimigos mais perigosos são os que fazem parte do rol de membros. São agentes de satanás muito bem disfarçados para fazer retardar a obra, ou até para tentar impedir esta obra.

Podem ter certeza, esses agentes não trabalham de uma maneira que fique flagrante a sua ação. São sutis, agem com uma estratégia adequada para obterem o apoio de quase todos. Para tanto, como nos tempos de Neemias, inimigos se propuseram para ajudar na reconstrução dos muros de Jerusalém, mas o que queriam mesmo é, por meio de infiltração inviabilizar a obra, assim também hoje, muitos dos nossos propõe-se a ajudar, introduzindo métodos não aprovados por DEUS, e assim atingir rapidamente os alvos. Usam estratégias que fazem parte das igrejas de babilônia, e que de fato, atraem multidões, mas não transformam ninguém. São inimigos infiltrados, estejam eles conscientes disso ou não.
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Esse é o conflito oculto aos nossos olhos. Se para o início da obra da igreja satanás a atacou, imagina como ele fará agora, ao termos que concluir esta obra. E não pense que satanás atacará de maneira que todos percebam. Pelo contrário, ele está atacando de maneira que obtenha apoio por parte de muitos, inclusive apoio oficial. Não se subestime a inteligência e o poder de satanás. Quem ainda estiver em pé, veja que não caia. E quem por ventura caiu, busque levantar-se, e fique em pé. Estar em pé é ser fiel a DEUS.
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Hoje essa situação se repete. DEUS hoje está provando os corações dos membros da igreja de CRISTO. É para ver o quanto são fiéis, e distinguir quais deverão ser sacudidos fora. Como isto está sendo feito? Como DEUS sempre fez ao longo da história. Ele permite que o Seu povo seja provado exatamente por aquelas coisas do mundo das quais se agradam tanto. Sempre foi assim e a história de Israel está recheada de exemplos. Assim hoje todos se posicionam, uns, pelo liberalismo, outros pelo zelo equilibrado nos princípios celestes.
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Estamos em dias de decisão. A nossa igreja está deixando de ser morna. Mas a mornidão, ou o calor, não é uma condição da igreja em si, e sim, de seus membros. É uma questão pessoal, individual. Não é a igreja que vai deixar de ser morna, mas alguns de seus membros. Os que não fizerem isso, estão se posicionando de modo errado, contra o Senhor. E se continuarem assim, cairão fora quando babilônia apertar o cerco. E isto está prestes a acontecer, falta bem pouco. Então, pela introdução de mundanismo os membros da igreja todos são levados a se posicionarem definitivamente, de modo mais consciente. Isto é a preparação para a sacudidura. Primeiro vem a sacudidura, depois vem o forte derramamento do poder do ESPÍRITO SANTO, que atualmente já está sendo concedido em medida crescente, mas não máxima.

De todo o mundanismo que está sendo introduzido por parte de muitos, que agem descuidadamente, sem zelo como o zelo do Senhor da igreja, a música gospel é a mais poderosa. Lúcifer, entre outras capacidades (liderança, psicologia, influência, comando, etc) tem o poder da música. Pela música pode-se exercer forte influência, seja para o bem, seja para o mal. Ela mexe com emoções, dependendo da música, também com os músculos e o corpo. É pela música que atualmente todo o falso reavivamento das igrejas populares está sendo impulsionado. É a sua plataforma básica, pois exerce sedutora atração. A música gospel dá a impressão de ter recebido o poder do ESPÍRITO SANTO. Mas se fosse assim, os pessoal que fica pulando três dias nos pagodes também teriam recebido o mesmo poder. Há outro poder em ação.

O falso reavivamento está sendo comandado por um músico (com respeito aos bons músicos da igreja). Assim como em todas as atividades humanas, também na música há dois grupos: os fiéis a DEUS e os indiferentes ao que DEUS deseja. O músico que comanda a arte no mundo é mesmo que começou a sedução que derrubou um terço de todos os inteligentíssimos anjos celestes, e que conheciam DEUS pessoalmente. Pela música se pode seduzir, coisa que jamais quem pretende salvar almas deveria utilizar. Não se seduz para o bem, só para o mal. A sedução é uma atração que viola o consciente e torna a pessoa embevecida pelo que a música simboliza. Se essa técnica estiver sendo utilizada para o bem, para salvar, essas pessoas na verdade estarão sendo enganadas, pois seu louvor, que pensam ser a DEUS, é a satanás, aquele do falso reavivamento, que atrai multidões em todas as igrejas, e agora também na nossa, em muitos lugares. Esta música, seu ritmo, atrai multidões, fascina, movimenta, emociona, atiça os músculos enchendo-os de energia, age com poder, mas não para a transformação e saída do mundo, e sim, para conformar-se com o mundo. Enche as igrejas? Sim! Ajuda na salvação das pessoas? Não, só engana as pessoas superficiais e as que ainda são ingênuas ou em fase de adolescência no conhecimento da verdade.

É a música da idolatria. São os shows gospel, as boates gospel, os concursos gospel, o carnaval gospel, discotecas gospel, tudo gospel. Qual a grande diferença com o resto do mundo? Só não tem cerveja! Tinha que haver alguma diferença, bem escolhida, para enganar as multidões.

O que é esse gospel? Pela conceituação americana, é ritmo mundano e vulgar com letra sagrada, embora quase sempre superficial. Pelo conceito bíblico, é prostituição, ou seja, mistura de algo correto com algo errado. Via de regra usa tambores, ou bateria, mas nem sempre. O problema não é tanto com a bateria que com o ritmo se faz com ela. Já vi e ouvi os desbravadores fazerem belos e solenes programas, e usavam tambores (não era bateria, se bem que, o simbolismo prático desse instrumento requer que o bom senso o exclua de nossos cultos). Sabiam usá-los para louvor.

É uma profecia de EGW de que essa música entraria na nossa igreja, antes do fim, ou seja, antes da sacudidura. Muitos que amam tal música, e que a estão introduzindo na igreja contestam com palavras fortes. Mas contra profecia não há argumentos, se ela é de DEUS, melhor é atentarmos ao profeta que as palavras de outros, para que estejamos fora de perigo. O assim diz o Senhor precisa e vai prevalecer.

Agora você vai entender o papel da entrada dessa música gospel (letra cristã mas ritmo vulgar mundano, seja com ou seja sem bateria) na igreja. De DEUS não se zomba, quem estiver fazendo isto, segure-se pois está tentando lutar contra DEUS. Nesse momento escrevo com zelo pelas vidas de todos os leitores, pois gostaria de ver todos salvos. Esse é o intuito aqui. Quem inadvertidamente, ou conscientemente (sabendo o que está fazendo, nesse caso,a gente contratado por satanás) está introduzindo essa música na igreja, tudo o que vai conseguir é fazer um favor a DEUS, pois o Criador é tão inteligente que transforma todos os ataques contra a igreja de CRISTO em alguma coisa positiva. Mas cuidado!

A presença dessa música é hoje, flagrantemente, a maior de todas as polêmicas internas. Está dividindo a igreja verticalmente de alto a baixo. Está dividindo desde a Conferência Geral, presidentes de campo, departamentais, pastores, líderes leigos e os membros. Fica uma sensação: afinal, nós outros, a quem ouviremos, e a quem seguiremos? É a divisão do posicionamento sobre, a final que louvor DEUS deseja ouvir, e como O adoraremos. É dramático, a polêmica que divide a igreja se abate sobre a essência da adoração: o louvor! É o ponto mais delicado em toda a relação com o nosso Criador e Salvador. A divisão causada leva a necessidade de posicionamento individual, e este posicionamento está definindo que permanecerá em pé, ao lado de CRISTO, quando a sacudidura ficar estonteantemente forte, insuportável senão pela fé. Fé é estar agarrado por meio da confiança, em CRISTO. É principalmente por meio da música, a essência do louvor, mas também por outros mundanismos, que as posições individuais estão se definindo e se firmando. Esta situação vai se intensificar a tal ponto que levará a todos se posicionarem, desde a mais alta administração de nossa igreja ao mais humilde dos membros, em dois lados opostos. E é preciso lembrar que divisão nunca vem de DEUS, sempre do inimigo. Tenhamos certeza disto. Sim, pois a música, mais do que outros fatores mundanos de divisão, está ATIVANDO O ZELO de muitos pelo Senhor, e ABRINDO AS GUARDAS DA ALMA de outros pela tolerância às coisas do mundo. É uma profecia que se cumpre nesses últimos dias, um pouco antes do alto clamor, às vésperas das leis opressoras (já sendo discutidas nos concílios religiosos e até no G8) que estão por vir, e do decreto dominical, que segue a essa leis.

Agora preste atenção à frase seguinte. Esse ritmo sedutor receberá um poderoso aliado para derrubar de vez os servos de DEUS: é o decreto dominical. E muitos cairão, é a sacudidura. Veja a descrição antecipara pela profecia: “A grande questão que está tão próxima [o cumprimento da lei dominical] eliminará aqueles a quem Deus não designou, e Ele terá um ministério puro, leal, santificado e preparado para a chuva serôdia” (Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 385). “O Senhor mostrou-me claramente que a imagem da besta formar-se-á antes que termine a graça; pois isso será a grande prova para o povo de Deus, pela qual será decidido seu destino eterno (Mensagens Escolhidas, v. 2, pág. 81).

E para onde estes que caem irão? Para o lugar onde essa música continuará sendo tocada, as igrejas ecumênicas do falso reavivamento, que estarão, nesses dias, alardeando mais do que nunca que possuem o poder do ESPÍRITO SANTO, onde mais do que nunca serão realizados sinais e maravilhas, de satanás. O que DEUS faria de mim, se, sabendo disso, não o escrevesse? Por favor, você que lê, ao menos pense com carinho, pela sua vida, pois não pode subestimar o inimigo, principalmente nesses dias finais.

Aliado com a música gospel vem as modas, a competição, a idolatria (do eu e dos artistas, do som alto, etc.), as novelas, os filmes impróprios, as noitadas sem dormir por passatempos mundanos (filmes, novelas, jogos, etc.), e muito mais. Em todas essas instâncias, o ritmo é o mesmo, une os corações num só espírito. O ritmo é igual, seja com letra para DEUS, seja com letra para o diabo. O que une o mundo hoje não é a letra, e sim, o ritmo. Com o ritmo diabólico, a letra não vale mais nada, pois esse ritmo atiça o corpo enquanto sufoca a mente e a razão. Este é o grande ensaio para não permanecer em pé na sacudidura.

Não escrevi essa parte para reformar a igreja quanto ao louvor. Não é minha função. Disso o Senhor da igreja está cuidando e Ele sabe o que está fazendo. Ele ainda está dando tempo para que todos se posicionem, por Ele, ou contra Ele. Por quanto tempo Ele vai esperar não sei. A minha função é só alertar aqueles que ainda não foram afetados pelo poder sedutor do gospel, para por ventura estes permanecerem em pé pelo Senhor. E também, se possível, ajudar aqueles que já caíram na cilada, para, se desejarem, retornarem ao que DEUS deseja que façam quanto ao louvor. Porém, cada um deve livremente tomar a sua decisão enquanto é tempo, a salvação é individual. Não me preocupa quanto ao futuro da igreja. Disto JESUS cuida. E já sabemos que ela é e continuará sendo vencedora. Não há perigo nesse sentido. Preocupa-me é que muitos membros se perderão por falta de conhecimento. E me preocupa é que muitos levarão outros à perdição por seu mau exemplo de vida, assim como João se preocupava em seu tempo.

Fonte - Cristo Voltará

[Destaques do autor]

Vaticano elogia filme de Harry Potter

O Vaticano elogiou com duas estrelas (alguns jornais dizem ‘abençoou’) o último filme de Harry Potter, “O enigma do príncipe”. O motivo foi que o filme deixa claro o embate entre o bem e o mal e como ele retrata o amor entre adolescentes, e torna os personagens mais verídicos para o público. Isso é revelador uma vez que todos sabem tratar-se de uma escola de bruxos, e o próprio Harry Potter um aprendiz de bruxo, portanto, tudo ligado ao antigo espiritismo. Segundo informações, já foram vendidos mais de 470 milhões de livros da série Harry Potter, em todo o mundo.

É importante atentar que o espiritismo vai fazer parte da poderosa tríplice aliança entre os poderes da primeira besta (Vaticano) e a segunda besta (Estados Unidos) para, por meio de sinais e maravilhas espíritas, congregar os reis do mundo inteiro contra o povo de DEUS. O princípio dessa aliança ocorreu no ano passado com a visita de Bento 16 aos Estados Unidos, em reunião da ONU. De lá para cá o espiritismo vem aumentando o seu espaço e a sua importância no mundo. Assim como, por outro lado a pregação da Bíblia também vem aumentando consideravelmente. O grande desfecho se aproxima. (G1)

Fonte - Cristo Voltará

Papa: 23 líderes recebidos no primeiro semestre

Cidade do Vaticano, 16 jul (RV) - Assim como o faz desde o início de seu pontificado, Bento XVI concedeu neste primeiro semestre do ano diversas audiências especiais a Presidentes, primeiros-ministros, Chefes de Estado e expoentes políticos de organismos internacionais. Desde o início de 2009, o pontífice recebeu 23 personalidades políticas de expressão.

Os últimos cinco líderes - Stephen Harper (Canadá), Barack H. Obama (EUA), Kevin Rudd (Austrália), Lee Myung-bak (Coréia do Sul) e Taro Aso (Japão) - estavam presentes na Itália para participar do G8 de L’Aquila.

Além do casal real britânico, Charles e Camilla, do Secretário geral da Liga Árabe, Amr Moussa, e da Presidente da Câmara dos Representes dos EUA, Nancy Pelosi, o Santo Padre recebeu 12 governantes europeus, 5 americanos, 2 asiáticos e 1 australiano. Neste ano, Bento XVI acolheu também, no serviço diplomático junto à Santa Sé, 15 novos embaixadores, inclusive o brasileiro, Luiz Felipe de Seixas Corrêa.

No ano passado, Bento XVI foi visitado por 19 líderes ou representantes políticos de alto nível, como Juan Somavia, Diretor Geral da Organização Internacional do Trabalho (fevereiro), e Ban Ki Moon, Secretário Geral da ONU (abril). No total, foram concedidas audiências a 3 líderes africanos, 4 asiáticos, 7 europeus, 3 da Oceania, 1 dos Estados Unidos e 1 latino-americano (Luis Inácio Lula da Silva).

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Logicamente nenhum destes líderes foi ao Vaticano na esperança de anelar boas relações comerciais com o líder romano. As possibilidades se envergam ou no sentido de estabelecerem trocas de favores políticos, ou no de reconhecerem a supremacia espiritual do pontífice. Em ambos os casos, o resultado prático, do ponto de vista profético, é exatamente o mesmo.

Veja também "Santa Sé-Rússia: Rumo a relações diplomáticas plenas".

Grã-Bretanha quer Blair na presidência da UE

A secretária britânica para a Europa, Glenys Kinnock, disse que o ex-primeiro-ministro está no páreo para ser o primeiro presidente do bloco.

O novo cargo será criado no âmbito do Tratado de Lisboa, que irá modernizar a maneira por meio da qual a União Europeia é comandada. O tratado está pendente de aprovação pelo povo da Irlanda, onde em outubro acontecerá um novo referendo.

Blair, que evita se declarar candidato antes do resultado do referendo irlandês, pode ser a primeira pessoa a ocupar o cargo. Caso o Tratado de Lisboa seja aprovado, os líderes da UE devem se reunir ainda no mês de outubro para decidir quem será nomeado. O mandato será de no mínimo 30 meses e no máximo cinco anos.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Sobre os possíveis reflexos que envolvem esta nomeação, sugiro a (re)leitura dos seguintes posts:

- O salto de fé de Tony Blair
- Tony Blair dará curso de fé e globalização em Yale
- Blair se converterá ao catolicismo após deixar governo britânico
- Blair reivindica papel da religião na solução de problemas mundiais
- Blair quer unir cristianismo, judaísmo e islamismo após deixar vida política

As chamadas já falam por si mesmas.

Votação do acordo Santa Sé-Brasil adiada

Brasília, 16 jul (RV) - A pressão de um grupo de parlamentares levou ontem ao adiamento para o dia 5 de agosto da votação do acordo entre Brasil e Vaticano, assinado em 2008 e enviado à Câmara.

A discussão se deve especialmente à previsão de ensino religioso em escolas públicas, mas também foi questionada a constitucionalidade do documento. Alguns deputados argumentam que o acordo fere a Constituição, principalmente no que se refere ao ensino religioso e às relações de dependência ou aliança do Estado brasileiro com confissões religiosas.

De acordo com o relator, Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), não há no texto algum atentado contra a Carta política e nem mesmo ao princípio de laicidade do Estado: “O texto subordina cada artigo, parágrafo e linha à legislação civil brasileira, não havendo nenhum risco de subordinação do Estado a qualquer religião”, sustentou.

Em declarações à agência da Câmara, o deputado afirma que “a Constituição em vigência enfatiza a necessidade de relações internacionais com todos os povos e admite a aproximação com todas as crenças religiosas”. Em sua opinião, o conceito de Estado laico “convive plenamente com as Igrejas através de acordos e convênios”.

Já o deputado Aldo Rebelo, do Partido Comunista do Brasil (PCdoB-SP), defende o acordo, que “se justifica pela contribuição do catolicismo à formação do povo brasileiro. Ao lado do Estado português, foi a Igreja Católica que criou o primeiro colégio do Brasil, o Pátio do Colégio, em São Paulo, para educar indígenas”, lembrou. O deputado destacou ainda que os jesuítas alfabetizaram também os escravos africanos.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Volto a recomendar os apontamentos que já fiz neste assunto em "Omissão da mídia sobre o acordo com o Vaticano". Duas questões devem ser notadas: Em primeiro plano uma quase "inexistência" de publicações deste assunto na grande mídia tupiniquim. Em segundo lugar, a "preocupação" excessiva com a questão do ensino religioso, quando existem outros dispositivos muito mais polêmicos no tratado.

Em entrando no ordenamento, a pregação das mensagens angélicas podem ser inviabilizadas a qualquer momento.

Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Deputados debatem e votam parecer favorável a acordo com o Vaticano

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara iniciou, nesta quarta-feira, a discussão e votação do Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil. O acordo, firmado entre o governo brasileiro e o Vaticano no fim do ano passado, tem parecer favorável do relator, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG). No entanto, quatro deputados apresentaram votos em separado contrários ao texto: Andre Zacharow (PMDB-PR), Bispo Gê Tenuta (DEM-SP), Ivan Valente (Psol-SP) e Pastor Pedro Ribeiro (PMDB-CE).

O governo brasileiro firmou com o Vaticano um acordo diplomático regulamentando a atuação da Igreja Católica no país. O documento ratifica as regras já seguidas pela Igreja, e, de acordo com autoridades brasileiras, não ferem o princípio da laicidade do Estado presente na Constituição Federal. Estado laico significa Estado desvinculado da religião. É um princípio que garante a liberdade e a diversidade de credos.

A proposta foi feita primeiramente pelo Vaticano e começou a ser negociada com o Brasil em outubro de 2006. O ponto mais controverso foi o que trata do ensino religioso nas escolas públicas. Na proposta inicial, o Vaticano queria a inclusão do ensino religioso católico como matéria opcional do ensino fundamental. O governo brasileiro aceitou, mas acrescentou a expressão “outras confissões” ao texto para garantir o respeito a diversidade religiosa no país.
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Fonte - Correio do Brasil


Nota DDP: Leia também "Arcebispo pede ratificação do acordo Brasil e Santa Sé".

Jornalista italiano é demitido por ironizar popularidade do papa Bento XVI

O jornalista italiano Roberto Balducci, da emissora de TV RAI 3, foi demitido na última terça-feira (14), após realizar um comentário irônico sobre o papa Bento XVI. Em reportagem, o profissional teria questionado a popularidade de Joseph Ratzinger junto aos fiéis.

"O papa vai de férias onde o esperam dois gatos que vão arrancar o seu sorriso, pelo menos como os proverbiais quatro gatos, e quem sabe alguns mais que, todavia, tem o valor e a paciência para escutar as suas palavras", disse Balducci, ao comentar sobre as férias de Bento XVI, na região italiana de Vale da Aosta.

O vice-presidente da emissora, Giorgio Merlo, classificou o incidente como uma tendência "anticlerical, singular e vulgar". Após o ocorrido, Balducci se defendeu, ao revelar "absoluto respeito pela Igreja". A informação é do jornal El País.

Fonte - Portal Imprensa

Três bilhões de pessoas sem água em 2025

RIO - Um esforço similar àquele empregado na missão Apollo que levou o homem à Lua é necessário se a Humanidade quiser ter uma chance real de lutar contra o aquecimento global e sobreviver à devastação das mudanças climáticas. O esforço precisa ser dessa monta porque, sem crescimento sustentável, "bilhões de pessoas serão condenadas à pobreza e muito da civilização entrará em colapso", segundo matéria publicada no "Independent".

Esta é a principal mensagem de alerta do maior relatório individual já feito sobre o futuro do planeta. Apoiado por uma vasta gama de instituições como a Unesco, o Banco Mundial (Bird), o Exército dos Estados Unidos a Fundação Rockefeller, o "State of the future 2009" é um relatório de 6.700 páginas que contou com a contribuição de 2.700 especialistas em todo o planeta. Suas descobertas foram descritas pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, "como valiosas visões do futuro para as Nações Unidas, seus membros e a sociedade civil".

O impacto da recessão global é um tema chave do documento. Os pesquisadores alertam para o fato de que a busca global por energias limpas, a disponibilidade de alimentos, a pobreza e o crescimento da democracia ao redor do globo estão em risco "por causa da recessão". E o relatório vai além: "Decisões excessivamente ambiciosas e desonestas levaram o mundo à recessão e demonstraram a interdependência internacional de economia e ética."

Metade da população mundial deverá enfrentar violência e instabilidade social devido ao aumento do desemprego combinado à escassez de água, comida e energia, além dos efeitos cumulativos das mudanças climáticas. O documento lista questões emergentes de segurança ambiental.

E os efeitos as mudanças climáticas vão piorar. Por volta de 2025, três bilhões de pessoas não teriam acesso à água. A urbanização maciça, a redução dos habitats animais e a concentração de rebanhos pode levar ao surgimento de novas pandemias.

O documento pede aos governos um esforço concentrado ao longo dos próximos dez anos para combater às crescentes ameaças à sobrevivência do homem.

Embora os efeitos das mudanças climáticas não tenham precedentes, as causas sejam bastante conhecidas e as consequências amplamente previsíveis, "a coordenação requerida para uma ação eficaz e adequada ainda é incipiente, e os problemas ambientais pioram mais rápido do que respostas e políticas preventivas são adotadas".

Fonte - O Globo

O “homem invisível” da ONU

Na metade do seu mandato de cinco anos como secretário-geral das Nações Unidas, o sul-coreano Ban Ki-moon pode ser definido por sua discrição.

Ban Ki-moon admitiu em uma entrevista que é conhecido como o “homem invisível”. Na verdade, o secretário-geral da ONU ainda luta para se afirmar no cenário internacional. A prova mais recente disso foi a sua fracassada viagem a Mianmar, quando a junta militar que governa a antiga Birmânia não deixou que ele se encontrasse com o líder oposicionista Aung San Suu Kyi.

Na semana passada, durante a reunião do G8 na Itália, Barack Obama contou que havia cobrado de Ban Ki-moon uma “revitalização” da ONU, de modo que as Nações Unidas possam tomar a dianteira da solução dos problemas globais, o que até agora estaria sendo feito pelo próprio G8 e pelo G20.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Interessantemente o "pedido" de Obama coincide com os termos veiculados na recente encíclica de BXVI. Obviamente, só uma mera "coincidência". Sugiro também a leitura da Sala de Debates do Jornal New York Times sob o título "Obama tem um amigo no Vaticano?" (em inglês). Os dois líderes parecem ter muito mais interesses comuns, que divergentes.

Liberdade religiosa diminuindo

Duas notícias me chamaram a atenção nesta semana em relação ao tema da liberdade religiosa, ambas veiculadas pela infoCatólica:

A primeira se configura através da análise de uma manifestação vinda da Espanha, sob o título "Ministro de Justiça anuncia que se limitará a liberdade religiosa e de consciência" onde, resumidamente, se critica o posicionamento explicitado no sentido de que "a liberdade de consciência não pode ser uma desculpa permanente para desobedecer a lei".

Tal declaração, proferida por Francisco Caamaño, durante a abertura do curso "A pluralidade religiosa na sociedade espanhola contemporânea", foram veiculadas ao se tratar da futura reforma da Lei de Liberdade Religiosa e de Consciência que está para ser trazida ao ordenamento jurídico espanhol, "o quanto antes".

A segunda já foi parcialmente tratada neste espaço, e se refere à proibição aos jogadores de futebol de mostrarem sua fé nos jogos, o que foi reiterado pelo líder máximo deste esporte no planeta, o Presidente da FIFA, Joseph Blatter, que intenta proibir as demonstrações de fé no futebol, como ocorreu com a oração da seleção brasileira no final da Copa das Confederações.

Tais questões, demonstram o quanto o tema é atual e o quanto se está em risco e certamente com os dias contados, a liberdade de crença, especialmente na forma de manifestação desta, tanto no que se refere à pregação, quanto na manutenção dos ritos divinamente ordenados.

Mais uma vez cabe se relembrar a inspirada admoestação:

"O trabalho que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz e prosperidade, terá de realizar em terrível crise, sob as circunstâncias mais desanimadoras, proibitivas." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 164.

Força do H1N1 surpreende autoridades britânicas

Diretor do Centro Mundial da Gripe, que tem sede em Londres, diz que pandemia pode ser mais séria do que se esperava.

“Fomos surpreendidos pelo grau de propagação deste vírus. Há algumas semanas estava previsto que surgiriam pequenos surtos que se esgotariam antes de regressarem no outono ou no inverno [do hemisfério norte], o que não veio a se confirmar”, disse Alan Hay, que alertou o ministério britânico da Saúde sobre a necessidade de se estar preparado para uma forma mais letal da doença.

Hay disse ainda que as autoridades “cochilaram” durante o aparecimento da gripe suína porque estavam com as preocupações voltadas para uma epidemia de gripe aviária. O Reino Unido já registra 17 mortos por infecção pelo vírus H1N1.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Outras notícias recentes no mesmo tema:

- Não há garantia de vacina segura contra gripe, diz OMS
- Vacina contra gripe não será suficiente para todos, diz OMS
- Médicos alertam para possível segunda onda da gripe

Terremoto atinge sul da Nova Zelândia

Um terremoto de magnitude 7,8 atingiu o sul da Nova Zelândia nesta quarta-feira (15), anunciou a agência metereológica japonesa, citada pela agência de notícias Reuters. Ainda não há informações sobre danos ou possíveis vítimas. Um alerta de tsunami foi lançado.

Segundo a agência Efe, citando o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o tremor aconteceu a 161 km oeste da cidade de Invercargill e a 33 km de profundidade sob o nível do mar.

Segundo a Reuters, um instituto do governo afirmou que a região atingida é a remota e pouco populosa Fiordland.

Fonte - G1

Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Ecumenismo: Inicia-se amanhã a assembléia das igrejas cristãs da Europa

Lyon, 14 jul (RV) – Será inaugurada amanhã, em Lyon, França, XIII Assembleia Geral da Conferência das Igrejas Europeias (KEK), que contará com a presença de 750 delegados das Igrejas Ortodoxas, Protestantes, Anglicana e Vetero-católica, representando as 120 Igrejas-membros da KEK. Participarão do encontro também, representantes de 40 organizações associadas, observadores e hóspedes, entre os quais a Igreja Católica.

As Igrejas Vatero-católicas não estão em comunhão com a Igreja de Roma, tendo-se separado dela, após a proclamação dos dogmas da infalibilidade do papa e da jurisdição universal do pontífice romano, com a Declaração de Utrecht, de 1889.

A inauguração oficial terá lugar na histórica Igreja de São Boaventura, e a dar as boas-vindas aos delegados serão o cardeal-arcebispo de Lyon, Philippe Barbarin, e o representante do Conselho das Igrejas local, Pe. Athanase Iskos, enquanto a homilia será feita pelo chefe da Igreja Ortodoxa albanesa, Arcebispo Anastasios.

A agenda do encontro – que tem por tema "Chamados a uma única esperança em Cristo" − prevê momentos de sessão plenária alternados a trabalhos em grupos.

Discutir-se-á sobre o caminho percorrido pela KEK, sobre o futuro do ecumenismo na Europa e sobre as prioridades para os próximos seis anos.

No domingo, dia 19, será celebrado o 50º aniversário de fundação da KEK. Durante os trabalhos estão previstos pronunciamentos do patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, do patriarca ortodoxo da Romênia, Daniel, e do bispo Wolfgang Huber, presidente da Igreja Evangélica alemã.

Fonte - Radio Vaticano

A nova encíclica - Repercussões 3

Sejamos nós os praticantes! Apontamentos duma leitura da Encíclica Caritas in veritate
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Direi que o mundo, a crise, a vida, as soluções precisam agora, pelo menos para os crentes, de ser orientados por esta moral social.
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Do Papa veio um estímulo; para nós, deve ser um compromisso. Sejamos nós os praticantes!

Ulisses Garrido, Sindicalista, membro do grupo Economia e Sociedade da CNJP, vice-Presidente do Fórum pela Paz e pelos Direitos Humanos

Fonte - Ecclesia


Eulogio López: “não existem crises econômicas, mas crises morais”

MADRI, segunda-feira, 13 de julho de 2009 (ZENIT.org).- A encíclica “Caritas in veritate” ensina políticos, empresários, economistas e sindicalistas que toda crise econômica esconde uma crise moral, assegura o diretor de Hispanidad (www.hispanidad.com).

Eulogio López, nesta entrevista concedida a ZENIT, ilustra algumas das surpresas que a terceira encíclica de Bento XVI suscita em seus leitores.
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Que a leiam! [os líderes mundiais] Fiquei surpreso quando o presidente norte-americano comentou que a leria em sua viagem Roma-Gana. Acho que não vai dar tempo. Esta encíclica não pode ser lida em diagonal. Quando os empresários e os políticos se derem conta – se darão conta? – do que realmente Bento XVI prega, começarão a tremer. O que está lhes dizendo é que a solidariedade não basta – o que, também, fazem com o dinheiro dos demais – mas que deve-se chegar à gratidão e que, quando o fizerem, deverão repetir as palavras de Cristo: “somos servos inúteis, fizemos o que tínhamos que fazer”.
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Fonte - Zenit

Cardeal diz esperar que G8 cumpra os compromissos assumidos

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Segundo o sacerdote, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, durante seu encontro com o papa Bento XVI, disse que a encíclica publicada pelo Pontífice na semana passada foi muito comentada pelos líderes do G8.
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Bertone considera que as visitas dos chefes de governo a Bento XVI "demonstraram também uma vontade de ouvir a autoridade moral representada pelo Pontífice". O cardeal disse esperar que "isto leve frutos positivos, para o bem da comunidade nacional".
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Fonte - ANSA

Nota DDP: Como era de se esperar, até pelo que a história ensina e, principalmente pelo momento de crise generalizada enfrentada pela comunidade global, o novo documento vem encontrando eco em diversos setores. O próximo passo a ser observado seria a evential passagem da teoria para a prática.

Ainda sobre esta questão, interessante ler o artigo do Jornal New York Times, "A audácia do papa" (em inglês).

Rick Warren intervém em conferência muçulmana

O pastor evangélico Rick Warren falou a uma multidão de 8 mil muçulmanos norteamericanos, animando-os a criar uma aliaça cristã-muçulmana.

Desafiando a muitos pastores e eruditos conservadores críticos, Rick Warren, um dos pastores mais destacados da atualidade, assistiu a uma conferência que congregou a milhares de muçulmanos americanos, onde expôs suas idéias. Em sua dissertação, que ocurreu no sábado de 4 de Julho, Warren manifestou que "as duas maiores religiões do planeta" devem trabalhar juntas para lutar e resolver os problemas mundiais.

"Digo-lhes que não estou interessado no diálogo interreligioso, estou interessado em um projeto interreligioso. Há nisso uma grande diferença... Falar é muito fácil. Podes falar e falar e falar e falar e nunca fazer nada. Amar é algo que vocês fazem. É algo que podemos fazer juntos".

Rick Warren foi calorosamente recebido pela audiência muçulmana, muits deles quiseram fotografar-se junto ao "pastor com propósito", e durante sua intervenção muito tomaram notas e não faltaram os aplausos quando a assembléia se sentiu animada por suas palavras.

Fonte - Entre Cristãos


Nota DDP: Embora a mesma notícia dê conta da reprovação veiculada por muitos outros segmentos cristãos dos EUA à iniciativa de Rick Warren, há de se notar que a notoriedade internacional alcançada por tal líder daquele país, a ponto de dirigir a cerimônia religiosa de posse do novo presidente americano, já o autoriza a andar sozinho e, muito mais do que isso, demonstrar que se encontra alinhado com os objetivos do próprio governo local nesta questão.

Para que se possa talvez visualizar com maior amplitude esta questão, sugiro o post "A nova era do cristianismo" e a notícia "Deus abençoe a América".

Por outro lado, não se pode perder de vista as recentes manifestações do mundo muçulmano em relação ao cristianismo, como também pode ser visto em "Príncipe jordaniano agradece valentia moral do Papa" e "Visita do Papa marca renascimento nas relações inter-religiosas", que podem sugerir quem pode sair fortalecido nesta questão de um "projeto" interreligioso.

[Pesquisa - Hiscael Moreno]

OMS diz que H1N1 é "incontrolável" e pede vacinação

Por Maggie Fox WASHINGTON (Reuters) - Chamando o vírus H1N1 de "incontrolável", a Organização Mundial de Saúde (OMS) deu sinal verde pleno nesta segunda-feira para os fabricantes de medicamentos produzirem vacinas contra a doença. Os trabalhadores em saúde devem ser os primeiros a receber o remédio, segundo a OMS.

Todos os países precisarão vacinar as pessoas contra a gripe H1N1 e devem escolher quem terá a prioridade depois de enfermeiras, médicos e agentes de saúde, segundo Marie-Paule Kieny, diretora da OMS, responsável pela área de vacinas.

Relatos mostram que o novo vírus ataca de forma diferente a da gripe normal, afetando os jovens, os muito obesos e os adultos aparentemente saudáveis e atacando com força os pulmões.

A gripe sazonal é também severa, está envolvida por ano em de 250 mil a 500 mil mortes no mundo. A maioria são de idosos ou pessoas com doenças crônicas, mais vulneráveis.

Kieny falou aos jornalistas sobre as descobertas do grupo de especialistas da OMS sobre imunização. "O comitê reconheceu que a pandemia de H1N1 é incontrolável, e assim todos os países precisam ter acesso à vacina".

"O grupo reconheceu que trabalhadores em saúde devem ser imunizados em todos os países para manter o sistema de saúde funcionando", completou ela.
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Fonte - Último Segundo

História da adoração – O mistério das estrelas e dos astros

Capítulo 10

A história da humanidade é a da guerra de satanás contra DEUS, envolvendo o ser humano. O interesse de satanás nessa guerra é não perder o controle sobre as pessoas no planeta Terra. Este controle lhe foi passado por Adão e Eva, quando, ainda no jardim de suas felicidades, em vez de se manterem obedientes ao DEUS que os criara, O desobedeceram e seguiram a uma sugestão de Lúcifer, que procurava um planeta nesse Universo para transformá-lo em seu império. E satanás foi muito bem sucedido nesse controle. Cedo conseguiu dividir a família de Adão, levando Caím a odiar Abel. O ódio foi originado porque Abel era fiel e obediente a DEUS na forma que Este desejava ser adorado, mas Caim não. Como a adoração de Caim não fora aceita por DEUS, este encheu-se de cólera e cometeu o primeiro assassinato, matando Abel. E assim tem sido ao longo da história. Sempre os rebeldes contra DEUS procuram o mal daqueles que Lhe são fiéis.

Depois, noutra investida de satanás contra a humanidade, seduziu-a para se tornar corrupta e violenta. Em resposta, DEUS numa intervenção radical eliminou todos os aliados de satanás por meio do dilúvio. Mesmo depois desse terrível e poderoso evento, satanás não se intimidou nem se deu por derrotado. Encheu-se de ódio pela batalha perdida, e engendrou outro plano: formar um império nesse planeta. Uma vez que, depois do dilúvio não havia tantas pessoas por aqui, isso não parecia difícil.

O inimigo de DEUS esperou por uns tempos, até que aparecesse o homem com o perfil adequado. Esse homem foi Ninrod, famoso caçador, homem poderoso, grande líder político, construtor de cidades, empreendedor, famoso e respeitado. Esse perfil sempre foi um dos focos de satanás, para seduzir e tornar seu aliado (Gên. 10:8 a 11), e Ninrod tornou-se o primeiro imperador. Satanás procura os líderes, ele sabe que tendo líderes como aliados, os liderados serão dele também. E Ninrod deixou-se seduzir, queria prestígio, fama e poder. Isso tudo ele teve de imediato, aliando-se a satanás.

E eles fizeram um plano contrário a tudo o que DEUS havia ordenado. Eles deveriam multiplicar-se e encher a Terra, portanto, deveriam espalhar-se sobre a superfície do planeta (Gên 9:1). Mas satanás os levou a se juntarem num lugar só (Gên. 11:4). E os levou a desejarem prestígio, queriam um nome célebre. Eles, sob a liderança de Ninrod, passaram a construir a capital do primeiro império de satanás após o dilúvio, se chamou Babilônia, a escada para o Céu, a porta de entrada ao Universo, a ligação com as divindades. Resolveram construir uma grande torre. Essa torre era para os aproximarem dos deuses que não muito depois do dilúvio já passaram a adorar. Os deuses foram o Sol, a Lua, as estrelas e os astros. Os babilônios queriam uma alta torre para se aproximarem de seus deuses. Eles assim desenvolveram sofisticada ciência para o estudo desses deuses, a astrologia, ou, o estudo dos astros como divindades a serem adoradas. Inventaram o horóscopo, a consulta aos astros, a adoração aos astros. Era o politeísmo e paganismo sendo inventado nesse planeta. E muito interessante, estabeleceram o número seis com base de sua matemática. Assim tudo girava em torno desse número. O dia tinha 12 horas, o círculo 360 graus. Seis era o número de Babilônia.

Também desenvolveram um culto místico. Pulavam, saltavam, dançavam, gritavam e assim buscavam a incorporação das divindades em seus corpos. Eles estavam estabelecendo o culto ao demônio, o primitivo culto natural, como ele tanto queria, desde que invejou o trono do Altíssimo (Isa. 14:14), que se difundiu pelo mundo todo.

Era plano de satanás envolver todos os seres humanos nessa forma de adoração, e se conseguisse esse intento, DEUS seria banido desse planeta, e seu inimigo teria aqui um império para sempre. Ou ao menos o tempo que ele conseguisse viver, até que ele mesmo morresse, ou se auto-destruísse.

Mas DEUS não permitiu que satanás viesse a controlar a humanidade inteira por meio de Ninrod. Por uma providência muito simples, DEUS fez com que a Sua ordem deles se espalharem sobre a Terra fosse cumprida. Ele fez com que cada família passasse a falar uma língua estranha, conforme podemos ler em Gên. Cap. 10:5, 20, 31 e 32. Eles foram espalhados, e dessa forma a Terra foi repartida entre as famílias (Gên. 11:8). Isso aconteceu nos dias de Pelegue (Gên. 10:25).

Esse desafio de satanás resultou em uma impressionante confusão. E confusão é a marca de tudo o que ele faz, uma vez que sempre se fundamenta em falsidades e mentiras. A primeira tentativa de criação de um império único sobre a Terra resultou em grande frustração a satanás. Desde aqueles dias ele vem tentando formar um império único, juntando o que sobrou de Babilônia, mas o que tem obtido é mais confusão e fragmentação. Os resultados sempre foram guerras entre os aliados de satanás, demonstrando as conseqüências da natureza do ódio. Nunca mais conseguiu reunificar os pedaços em que ficou seu império sob Ninrod, pois por ser um reino é de ódio o fazia por meio da Guerra. Ao longo da história, as tentativas foram: Império de Babilônia (com Nabucodonosor); Império Medo-Persa; Império Grego; Império Romano; Império papal; Império dos Estados Unidos da América (é o atual). Agora apavorado, tenta unir esse último império com o seu antecedente, ligando os dois com o poder do Espiritismo. Assim ele tenta, pela última vez, formar um super-império contra o povo de DEUS. É a tríplice aliança de Apoc. 16:13 e 14, para a última batalha nessa Terra.

Para este império, atualmente as forças de satanás trabalham intensivamente. Querem unificar todas as religiões do mundo impondo aos seres humanos a adoção a satanás. Os homens serão obrigados a essa adoração por força legal com decretos emitidos pelo atual império, os Estados Unidos da América. A estratégia de unificação é muito inteligente: unir pelos pontos em comum, por meio do diálogo em lugar da guerra. E é óbvio, pois há tantas divergências em cada pedaço dos cacos em que se tornou o primeiro império de satanás que ele deve, evidentemente, levar as pessoas a não visualizarem nessas diferenças, mas focar no que ainda tiverem de semelhanças.

E para arrematar, satanás tem um grande cartão de convite para todos entrarem e fazerem parte de seu império final da tríplice aliança. Esse cartão é a música de guerra dele. Essa música é frenética, de agitar os músculos, e que movimenta, é um canto de guerra, foi criada para que se fizesse presente em todos os lugares, desde nos grandes festivais até nos pequenos rádios a pilha, incluindo todas as igrejas. Por meio dessa música as pessoas sentem-se, digamos assim, em casa, seja lá onde estiverem. Elas são levadas à ação, à guerra contra tudo o que tem algo a ver com DEUS. Por meio dela as pessoas sempre se identificarão como tendo algo em comum contra DEUS.

Antes do final DEUS permitirá que satanás logre êxito em seus intentos. Enfim, ele conseguirá reunir os reis do mundo inteiro contra o povo de DEUS (ver em Apoc. 16:13, 14 e 16; 17:13 e 14), para a última batalha, chamada Armagedon. Esse será o seu império global. Ele durará apenas 15 dias, o tempo da sexta praga (Apoc. 17:12) e será vencido pelo Salvador do mundo (Apoc. 17:14). Nunca mais haverá outra tentativa de império por parte de satanás, a não ser para se juntarem outra e receberem o castigo da eterna destruição e eliminação (Apoc. 18:21 e 20:7 a 10).

Neste capítulo fizemos uma ponte de ligação entre o primeiro império de satanás após o dilúvio e sua ultima tentativa para ter um império global. Nos próximos, estaremos desvendando o que se passou entre esses dois grandes momentos. Veremos como se desenrolou a história de conflitos de satanás contra DEUS e Seu povo, e como DEUS sempre esteve presente nesses conflitos, ao lado de Seu fiel povo.

Fonte - Cristo Voltará (Destaques nossos)

Derretimento de geleiras pode causar conflitos

À medida que o aquecimento global se agrava, mais e mais países terão que renegociar suas fronteiras.

A ameaça à estabilidade vem principalmente da tríplice fronteira entre Índia, Paquistão e China. Os marcos fronteiriços da disputada região da Caxemira e da área onde aconteceu o conflito sino-indiano de1962 podem desaparecer com o derretimento das geleiras que hoje lá estão.

Ao mesmo tempo, o derretimento das geleiras nas águas que circundam o pólo norte está despertando antigas rivalidades e dando origem a reivindicações conflitantes de soberania sobre o que podem ser valiosas extensões de leito marinho que só agora se abrem à exploração.

No outro extremo do mundo, Chile a Argentina ainda não se acertaram formalmente a respeito da fronteira comum sobre o gelo da Patagônia. O aumento do nível dos oceanos também pode causar problemas. Temendo migrações em massa, a Índia já construiu uma cerca de 4.100 km ao longa da sua fronteira com Bangladesh, país que têm cerca de 10% do seu território com menos de um metro acima do nível do mar.

Fonte - Opinião e Notícia

Terremoto atinge a região de Taiwan

Um forte terremoto de magnitude 6,3 atingiu a região de Taiwan às 2h05 de terça-feira (14) no horário local (15h05 no horário de Brasília).

O epicentro ocorreu a 134 km da cidade de Taipei, segundo o Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA, e a 25 km de profundidade.

O centro sismológico local também avaliou o abalo em 6,3. Inicialmente, a agência americana havia dito que a magnitude era de 6,4, mas o dado foi revisado.

Ainda não há informações sobre danos ou vítimas. Também não foi divulgado alerta de tsunami.

Fonte - G1

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Economia papal

ROMA, segunda-feira, 13 de julho de 2009 (ZENIT.org).- A visão de Bento XVI sobre a atual crise financeira, incluída na sua primeira encíclica social, poder-se-ia tornar um best-seller nos Estados Unidos, no caso de uma recente pesquisa realizada pela Cavaleiros de Colombo ser válida.

A sondagem de uma ampla amostra de americanos em março deste ano mostrou que 57% dos cidadãos dos Estados Unidos estavam ansiosamente querendo ouvir Bento XVI discutir "a curta visão da ganância pessoal e do egoísmo", que se pensa ser a principal causa da atual crise. Outros 55% queriam ouvi-lo explicar como uma sociedade pode ser construída, "onde os valores espirituais desempenham um papel importante."

Igualmente interessante é que um estudo anterior realizado pelos Cavaleiros em fevereiro mostrou descontentamento generalizado do público com a ética empresarial: 76% dos americanos acreditavam que a bússola moral corporativa americana está apontada na direção errada. 90% dos pesquisados vêem o avanço na carreira e o ganho pessoal como os principais fatores que executivos corporativos têm em conta na tomada de decisões empresariais. Além disso, quase dois terços acreditavam que as crenças religiosas deveriam influenciar significativamente as decisões dos executivos de negócios, e mais de dois terços dos executivos concordam.

A encíclica, que Bento XVI assinou na solenidade de São Pedro e São Paulo vem apenas alguns dias após o financista Bernard Madoff ter sido condenado a 150 anos de prisão por fraudar milhares de investidores em bilhões de dólares. O texto papal também foi lançado na véspera do encontro do G8 na Itália.

"O que a nossa enquete mostra que é o público americano vê algo de errado e muito sério e vê a ética como parte da solução", diz Carl Anderson, cavaleiro supremo dos Cavaleiros de Colombo. "Uma vez que o país é predominantemente cristão, no sentido em que a maioria dos americanos são cristãos batizados, e um em cada quatro são católicos, a opinião do Papa sobre estas questões vai ser muito importante nos Estados Unidos."
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"Uma política econômica que ordenada para o bem comum da família humana exige um máximo de disciplina ética, e assim, um máximo de força religiosa", dizia ele.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Mais sobre a pesquisa dos Caveleiros de Colombo pode ser lido aqui.

"Agora, as pessoas estão buscando uma bússola moral e sabem que o Papa Bento XVI tem uma. Mas se uma bússola pode assinalar o caminho, segui-lo depende de nós." (Zenit)

Experiências carismáticas na Igreja Adventista do Sétimo Dia; Presente e Futuro

Experiências e Advertências no Passado

Conforme nos aproximamos do final da história da terra e ansiamos pela breve volta de Jesus, há um grande interesse entre o povo de Deus no papel do Espírito Santo. Falando sobre as chuvas temporã e serôdia, os autores da Bíblia nos deram a certeza de que o Espírito Santo estará ativamente envolvido nos eventos finais da história (Oséias 6:3; Zacarias 10:1; Tiago 5:7). Os Adventistas do Sétimo Dia vêem as profecias relativas às chuvas temporã e serôdia como se aplicando à história da igreja cristã, e à experiência do povo de Deus. Historicamente, as profecias que tratam da chuva temporã foram cumpridas pelo poder dado no Pentecoste, o qual impulsionou a igreja apostólica em sua missão mundial, mas uma maior demonstração do poder do Espírito Santo, a chuva serôdia, acompanhará o término da comissão evangélica. O simbolismo profético que descreve o derramamento da chuva serôdia é visto na obra do grande e poderoso anjo de Apocalipse 18.

As profecias que tratam das chuvas temporã e serôdia também são cumpridas na vida individual. Assim como a chuva temporã caía sobre a semente recém plantada no Oriente Médio, levando a semente a brotar e permitindo que a planta crescesse, também o Espírito Santo dirige o pecador arrependido a uma experiência de novo nascimento e a um relacionamento crescente com Jesus. Assim como a chuva serôdia preparava o grão para a colheita, também o derramamento final do poder do Espírito, justamente antes da volta de Jesus completará a obra de redenção nos corações do povo expectante de Deus, e os capacitará a estarem preparados para a transladação.

Muitos Adventistas do Sétimo Dia têm perguntado, As experiências extáticas e as livres demonstrações de emoções são evidência do batismo do Espírito Santo, e estas experiências acompanharão o derramamento da chuva serôdia? Demonstrações anteriores entre os mileritas, as quais incluíam desmaios, gritos e louvores a Deus em alta voz, foram levados, depois de 1844 para a experiência daqueles que estabeleceram a Igreja Adventista do Sétimo Dia, juntamente com pelo menos quatro experiências documentadas de falar em línguas. Será que a ausência destas experiências indica que a igreja tornou-se fria e formal, sem o poder do Espírito, e que devemos buscar reviver as experiências vívidas dos primeiros anos como sendo o poder da chuva serôdia sendo derramado sobre a igreja?

Um documento excelente pode ser encontrado no Ellen G. White Estate, o qual revisa e avalia as experiências que ocorreram entre os primeiros crentes na mensagem Adventista do Sétimo Dia. Este documento, "Charismatic Experiences in Early Seventh-day Adventist History", [Experiências Carismáticas na História Inicial dos Adventistas do Sétimo Dia] consiste de uma série de 12 artigos preparados para a “Review and Herald” em 1972 e 1973 por Arthur L. White, então secretário do Ellen G. White Estate. Não há necessidade de repetirmos aqui os detalhes históricos que Arthur White relata. Um resumo desta série seria útil, contudo, para a compreendermos o conselho que Ellen White dá à igreja enquanto aguardamos o derramamento da chuva serôdia. O leitor interessado nessas experiências carismáticas é encorajado a estudar por si mesmo este documento.

Experiências religiosas extáticas são relatadas nos escritos iniciais tanto de Tiago quanto de Ellen White, com relatos de glossolalia em 1847, 1848, 1849 e 1951 1851 (“Tongues in Early SDA History” [Línguas na História Inicial dos ADS], Review and Herald, 15 de Março de 1973). Arthur White resume seu estudo sobre o falar em línguas em nossa experiência primitiva dizendo: “Não há registro de Ellen White dando explícito apoio, ou expressando endosso a experiências extáticas com línguas desconhecidas, embora fosse testemunha visual de três dentre quatro de tais ocorrências. ... Posteriormente, foi-lhe mostrado que o pensamento e sentimentos de uma pessoa têm grande influência sobre essas experiências.” (“Bible Study Versus Ecstatic Experiences” [Estudo da Bíblia versus Experiências Extáticas], Review and Herald, 22 de Março de 1973).

Arthur White também notou que “É interessante observar que Ellen White, com as muitas e muitas visões que lhe foram dadas através dos anos, e deparando-se com muitas e muitas experiências, sentiu-se incapaz de declarar de forma inequívoca que haveria uma experiência extática, tal como falar em línguas desconhecidas, em conexão com o derramamento do Espírito de Deus. De fato, em tempo algum ela ligou as evidências do derramamento do Espírito – às vezes chamadas de batismo do Espírito Santo – com experiências extáticas” (“The Gift of Tongues at Portland, Maine” [O Dom de Línguas em Portland, Maine], Review and Herald, 5 de Abril de 1973).

Com referência à excitação fanática, a qual incluía falar em línguas, ocorrida entre um grupo de pessoas que estabeleceu o momento da vinda de Jesus para 1854, Ellen White escreveu: “Algumas dessas pessoas têm formas de culto a que chamam dons, e dizem que o Senhor os pôs na igreja. Têm uma algaravia sem sentido a que chamam língua desconhecida, desconhecida não só ao homem, mas ao Senhor e a todo o Céu. Tais dons são manufaturados por homens e mulheres ajudados pelo grande enganador. O fanatismo, a exaltação, o falso falar línguas e os cultos ruidosos, têm sido considerados dons postos na igreja por Deus. ... A influência dessas reuniões, porém, não é benéfica. Ao passar o auge do sentimento, essas pessoas imergem mais fundo que antes da reunião, pois sua satisfação não proveio da devida fonte” (Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p. 412).

Já em 1850, foi mostrado a Ellen White a ordem que existia no céu e entre os anjos de Deus. Ela foi advertida então acerca das “experiências” e lhe foi dito estas estavam em “grande perigo de ser adulteradas, ... Portanto, não se podia ter confiança implícita nelas.” Então ela disse, “Vi que deveríamos lutar em todo o tempo para estarmos isentos de excitações prejudiciais e desnecessárias. Vi que há grande perigo em deixar a Palavra de Deus para confiar e apoiar-se em experiências extáticas. Vi que Deus Se movia mediante Seu Espírito sobre vossa assembléia em algumas experiências e excitação deles; vi, porém, perigo à frente” (Manuscrito 11, 1850 – ver Manuscript Releases, vol. 5, pp. 226, 227).

Qual foi o perigo que a profetiza viu lançando sua sombra sobre a senda do povo de Deus? Poderia ser que ela compreendera que Satanás introduziria as experiências extáticas em nossos cultos de adoração com o propósito de desviar as pessoas para longe da Palavra de Deus como sendo o árbitro das experiências religiosas, para os exercícios emocionais como o critério para uma experiência genuína? Uma coisa é clara; conforme a compreensão de Ellen White se aprofundou e Deus revelou a ela os métodos que Satanás usaria para ganhar o controle das igrejas cristãs ao término do grande conflito, suas palavras de cautela tornaram-se mais claras e mais fortes, conforme ela se conduziu a igreja para longe das experiências extáticas e emocionais.

Advertências Relacionadas a Experiências Presentes e Futuras

Os Adventistas do Sétimo Dia sabem há décadas que pouco antes do derramamento do prometido poder da chuva serôdia Satanás faria um movimento tático, na tentativa de diminuir o impacto do poder do Espírito sobre o mundo cristão. Ellen White predisse: “Antes de os juízos finais de Deus caírem sobre a Terra, haverá, entre o povo do Senhor, tal avivamento da primitiva piedade como não fora testemunhado desde os tempos apostólicos. O Espírito e o poder de Deus serão derramados sobre Seus filhos. Naquele tempo muitos se separarão das igrejas em que o amor deste mundo suplantou o amor a Deus e à Sua Palavra. Muitos, tanto pastores como leigos, aceitarão alegremente as grandes verdades que Deus providenciou fossem proclamadas no tempo presente, a fim de preparar um povo para a segunda vinda do Senhor. O inimigo das almas deseja estorvar esta obra; e antes que chegue o tempo para tal movimento, esforçar-se-á para impedi-la, introduzindo uma contrafação. Nas igrejas que puder colocar sob seu poder sedutor, fará parecer que a bênção especial de Deus foi derramada; manifestar-se-á o que será considerado como grande interesse religioso. Multidões exultarão de que Deus esteja operando maravilhosamente por elas, quando a obra é de outro espírito. Sob o disfarce religioso, Satanás procurará estender sua influência sobre o mundo cristão” (O Grande Conflito, p. 464).

No movimento carismático, os Adventistas do Sétimo Dia têm testemunhado pelo menos um cumprimento parcial desta profecia. Os exercícios emocionais envolvidos nos cultos de adoração carismáticos são vistos como a obra do Espírito Santo e a evidência da presença e da bênção de Deus. Cristão que são apanhados nestas experiências extáticas aceitam os sentimentos de felicidade e os picos emocionais gerados nas reuniões carismáticas como o critério para a verdade espiritual. Se os ensinamentos bíblicos não são diretamente associados com a experiência carismática e os ensinamentos daqueles que dirigem os cultos carismáticos, estes ensinamentos bíblicos são questionados como sendo a representação da verdade e são rejeitados de imediato por muitos.

Isto levanta a questão que deve ser enfrentada pelos Adventistas do Sétimo Dia hoje: É possível a mesma coisa acontecer dentro de nossa igreja? Com base em nossa história passada, Ellen White não apenas acredita que é possível, mas afirma enfaticamente que Satanás introduzirá uma falsificação da experiência da chuva serôdia em uma tentativa de evitar a sua vinda ou fomentar a falha em reconhecê-la e recebê-la quando vier. O seguinte conselho guardará o povo de Deus de aceitar uma experiência “carismática” em lugar da experiência genuína a qual existirá sob a chuva serôdia.

Entusiasmo Saudável:

Nosso culto de adoração não deve ser frio e sem vida. Ellen White diz que existe um entusiasmo saudável, mas o que é um entusiasmo saudável? “Unicamente o Espírito de Deus pode criar um entusiasmo são. Deixai que Deus opere, e ande o instrumento humano silenciosamente diante dEle, vigiando, esperando, orando, olhando a Jesus a todo momento, conduzido e controlado pelo precioso Espírito que é luz e vida” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, pp. 16, 17). Um entusiasmo saudável é uma alegria santa que resulta de contemplarmos a obra de Deus. Esta alegria é expressa em louvor e adoração conforme o ser humano caminha mansa e reverentemente na presença do grande Criador e Redentor.

Experiência Espiritual a ser Edificada na Palavra:

Devemos estar em guarda, que nossa experiência espiritual esteja fundamentada na Palavra de Deus, e não em experiência extáticas. Fortes alertas são dados àqueles que buscam um pico emocional através de uma “experiência espiritual”. A Palavra de Deus deve ser o sólido fundamento sobre o qual construímos a nossa experiência. Qualquer outra coisa, eventualmente provará ser um fundamento na areia. Note a ênfase colocada sobre a Palavra como base para nossas vidas espirituais.

“O Senhor deseja que Seus servos hoje preguem a antiga doutrina evangélica - tristeza pelo pecado, arrependimento e confissão. Precisamos sermões à moda antiga, costumes à antiga, pais e mães em Israel à antiga. É preciso trabalhar pelo pecador perseverantemente, zelosa e sabiamente, até que ele veja que é transgressor da lei de Deus, e exerça arrependimento para com Deus, e fé no Senhor Jesus Cristo” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 19).

É por meio da Palavra - não de sentimentos ou de exaltação - que precisamos influenciar as pessoas a obedecer à verdade. Podemos permanecer em segurança sobre a plataforma da Palavra de Deus” (Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 375).

[Os cristãos nominais] ufanam-se de estar em conformidade com a vontade de Deus porque se sentem felizes; mas, quando são provados, quando a Palavra de Deus é aplicada a sua experiência, tapam os ouvidos para não ouvir a verdade, dizendo: ‘Estou santificado’, e isso põe fim à controvérsia. Não querem ter nada que ver com examinar as Escrituras para saber o que é a verdade, e demonstram estar terrivelmente iludidos. Santificação significa muito mais do que enlevo de sentimento.

Exaltação ou entusiasmo não é santificação. Inteira conformidade com a vontade de nosso Pai que está no Céu unicamente é santificação, e a vontade de Deus é expressa em Sua santa lei. A observância de todos os mandamentos de Deus é santificação. Demonstrar ser filhos obedientes à Palavra de Deus é santificação. A Palavra de Deus deve ser nosso guia, não as opiniões ou idéias de homens” (Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 204).

O Espírito Santo Não Está Presente em Balbúrdia e Ruído:


A declaração seguinte não é útil apenas pela advertência que dá, mas é instrutiva sobre o que podemos esperar pouco antes do término da graça: “As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo.

O Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de Satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 36).

Ellen White estava se referindo aos erros fanáticos do movimento carne santa, que varreu as fileiras dos Adventistas que moravam em Indiana durante o início da década de 1900. Os cultos de adoração eram marcados por todos os tipos de demonstrações emocionais acompanhados por música alta e ritmada com todos os tipos de instrumentos. Estas demonstrações eram chamadas de obra do Espírito Santo.

Vez após vez a igreja recebeu palavras de advertência contra o fanatismo que se revelava em demonstrações emocionais durante a adoração. Por exemplo, em 1909 Ellen White escreveu: “A genuína religião não requer grandes demonstrações corporais. ... Estas não são indício da presença do Espírito de Deus” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 26). Em 1908 ela relembrou a experiência passada dos crentes Adventistas e disse: “Durante aqueles dias probantes alguns de nossos mais preciosos crentes foram levados ao fanatismo. Eu disse posteriormente que antes do fim veríamos manifestações estranhas da parte daqueles que professavam ser guiados pelo Espírito Santo. Pessoas há que tratam como alguma coisa de grande importância essas manifestações peculiares, que não são de Deus, mas são calculadas a desviar a mente de muitos dos ensinos da Palavra” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 41).

E novamente: “Não se poderia causar maior dano à obra de Deus neste tempo do que permitirmos um espírito de fanatismo penetrar em nossas igrejas, acompanhado de estranhas manifestações, incorretamente tidas como operação do Espírito de Deus” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 42). “Terríveis ondas de fanatismo hão de sobrevir. Deus, porém, livrará Seu povo que busque diligentemente o Senhor, e se consagre a Seu serviço” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 47).

Música Seria um Laço:

Assim como foi no movimento carne santa, a música será novamente usada por Satanás para tentar levar o povo de Deus a experiências que obscurecerão as verdadeiras obras do Espírito Santo. “Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 38).

Um aumento nos decibéis não indica a presença do Espírito, nem leva à verdadeira adoração. Ellen White selecionou algumas palavras para uma pessoa que pensava que “forte” era santo: “Qualquer excentricidade ou traço de caráter esquisito chama a atenção das pessoas e destrói a séria e solene impressão que deve ser o resultado da música sacra. Qualquer coisa estranha e excêntrica no canto diminui a seriedade e o caráter sagrado do culto.

A movimentação física no cantar é de pouco proveito. Tudo que de algum modo está ligado com o culto religioso deve ser elevado, solene e impressivo. Deus não Se agrada quando pastores que professam ser representantes de Cristo, O representam mal quando movimentam o corpo em certas atitudes, fazendo gestos indignos e rudes. Tudo isso diverte, e estimula a curiosidade daqueles que desejam ver coisas estranhas, grotescas e curiosas, mas essas coisas não elevarão a mente e o coração daqueles que as presenciam.

Pode-se dizer a mesma coisa sobre o canto. Você assume atitudes indignas. Usa todo o poder e volume de voz que lhe é possível. Abafa a melodia e as notas mais musicais de outros cantores. Essa movimentação física e a voz áspera e estridente não trazem nenhuma melodia para aqueles que a ouvem na Terra e também no Céu. Essa maneira de cantar é defeituosa, e não é aceitável a Deus como acordes musicais perfeitos, suaves e melodiosos. Entre os anjos não há tais exibições musicais como as que tenho visto algumas vezes em nossas reuniões. Notas ásperas e gesticulações exageradas não são exibidas entre os componentes do coro angelical. O cântico deles não irrita os ouvidos. É macio e melodioso, e ocorre sem esse grande esforço que tenho testemunhado. Não é algo forçado que requer muito esforço físico” (Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 333).

A Presença do Espírito é Calma:

Como sabemos quando o Espírito de Deus está na nossa presença e abençoando nossos cultos de adoração? Ellen White diz: “Não demos lugar a essas estranhas tensões mentais, que afastam na verdade a mente das profundas atuações do Espírito Santo. A obra de Deus sempre se caracteriza pela calma e a dignidade” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 42).

“Precisamos ir ao povo com a sólida Palavra de Deus; e quando eles receberem essa Palavra o Espírito Santo poderá vir, mas Ele vem sempre, como declarei antes, por uma maneira que se recomenda ao discernimento das pessoas. Em nosso falar, nosso canto, e em todos os nossos cultos espirituais, devemos revelar a calma e a dignidade e o piedoso temor que atua em todo verdadeiro filho de Deus” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 43).

“Nos tratos de Deus com seu povo, tudo é tranqüilo; da parte dos que nEle confiam, tudo é calmo e despretensioso” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 97).

A compreensão de Ellen White acerca da obra do Espírito Santo entre o povo de Deus quando este se congrega pode ser melhor resumida pela seguinte declaração: “As mais proveitosas reuniões para o bem espiritual, são as que se caracterizam pela solenidade e o profundo exame do coração, cada um procurando conhecer-se a si mesmo e, com sinceridade e profunda humildade, buscando aprender de Cristo” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 1, p. 412).

Fonte - White State (Destaques nossos)

[Tradução - Levi Tavares]

Nota DDP: Apenas alguns apontamentos, absolutamente claros no texto:

1) - Já houve manifestações extáticas na IASD;
2) - Haverá um último engano neste tema, que é de conhecimento dos adventistas;
3) - Há um cumprimento parcial desta profecia no mundo carismático;
4) - Há possibilidade disso ocorrer na IASD? Segundo o artigo e com base em EGW, sim;
5) - Como isso se dará? Através do incentivo a um culto emocional;
6) - Como se proteger? Através da obediência irrestrita aos conselhos de Deus;
7) - Compontente importante deste quadro? Música.

Encíclica do papa norteou decisões do G8

ROMA, 13 JUL (ANSA) - O ministro das Relações Exteriores da Itália, Franco Frattini, afirmou hoje que a nova encíclica do papa Bento XVI, "Caritas in Veritate", serviu de "guia" para as decisões tomadas pelos líderes do G8, que se reuniram na cidade de L'Aquila entre quarta e sexta-feira da semana passada.

Em entrevista à TV italiana, o chanceler disse que também influenciou as discussões da cúpula a carta enviada por Bento XVI a seus participantes, encaminhada ao primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, anfitrião do encontro.

"Foram dois elementos preciosos de ensino", disse Frattini. "Já tínhamos ressaltado as orientações de nossa presidência [temporária do G8] em favor da ética e da prioridade à pessoa, mas o Papa coroou nossos sonhos e objetivos dando sua palavra", complementou.

Na opinião de Frattini, "não foi uma surpresa" que Bento XVI "tenha publicado a encíclica, nem que esta tenha um conteúdo muito importante". "Por todas estas razões, somos gratos ao santo padre", ressaltou.
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Fonte - ANSA

Nota DDP: Tudo como esperado, como esperado...

Bento XVI: “Domingo é um bem para o homem”

Pede a crentes e a não-crentes que respeitem seu valor

CIDADE DO VATICANO, domingo, 12 de julho de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI motiva a não perder o sentido do domingo, tanto para crentes como não-crentes, por considerar que “é um bem para o homem”.

O pontífice tocou no tema neste domingo, ao cumprimentar em francês os peregrinos reunidos na Praça de São Pedro por ocasião do Ângelus, em momentos em que na Europa, particularmente na França, multiplicam-se as propostas para estender o trabalho dominical, especialmente em lojas.

O domingo é um bem para o homem – afirmou o Santo Padre. De fato, este dia santo é, para os cristãos, um dia de oração que lhes permite retomar energias espirituais e sustentar sua vida com a escuta e meditação da Palavra de Deus, alimentando-se do Corpo de Cristo.”

“O domingo é, ao mesmo tempo, um dia de descanso e expansão merecidos para encontrar-se em família e entre amigos.”

E o Papa concluiu com estas palavras: “Alento cada um a viver este momento de graça que é o descanso dominical!”.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Para crentes e não crentes. Para o bem do homem. Leia-se: "Bem comum"

Obama e o papa


"Santidade, é uma honra para mim estar aqui", disse Obama, recebido pelo papa com um cordial apertão de mão na sala anexa à Biblioteca Privada, local da audiência. (G1)

"É uma grande honra para mim, muito obrigado", disse o presidente norte-americano, ao apertar a mão ao Papa, antes de revelar que a cimeira do Grupo dos 8 tinha sido muito "produtiva".
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"Temos a expectativa de relações muito fortes", disse à despedida Barack Obama, numa conversa captada pelas câmaras de televisão, após o encontro privado. Bento XVI respondeu, assegurando: "Rezo por si". (Ecclesia)

"Obama falou ao papa sobre seu compromisso de reduzir o número de abortos e sua atenção e respeito pelas posições da Igreja Católica", disse a jornalistas o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.
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Durante a sessão de fotos, após a parte privada da audiência, Obama disse ao papa: "Esperamos uma relação muito forte entre nossos dois países." (O Globo)

Michelle, vestindo um tailleur preto e com a cabeça coberta por um véu da mesma cor, estava visivelmente emocionada quando seu marido a apresentou ao pontífice. Ao se despedir de seus hóspedes, Bento XVI voltou-se para Obama, dizendo-lhe: "Presidente, rezo pelo senhor!" O presidente norte-americano respondeu: "Santidade, espero em um relacionamento muito forte entre os EUA e a Santa Sé!"(Radio Vaticano)

Este encontro era esperado com impaciência pelo Presidente norte-americano que é cristão protestante, e que até agora só falara com o Papa por telefone, pouco depois da sua eleição a 4 de Novembro, adiantou um dos seus conselheiros. (Publico)

Ao concluir o encontro, Bento XVI disse em inglês: "rezo por vós e abençôo seu trabalho". "Estou muito agradecido, espero que todos tenhamos relações frutíferas", respondeu Obama. (ACI Digital)

Esta não era uma visita qualquer para Obama. A prova é que pela primeira vez desde que se tornou presidente chegou a um encontro na hora exata, nem um minuto depois. Sabia que teria pela frente talvez o único homem que pode lhe fazer sombra hoje quanto à universalidade, influência e número de seguidores.
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Apesar de protestante, Obama sabe da importância da Igreja Católica, que o subvencionou e ajudou consideravelmente durante sua fase de ativista social em Chicago. Também conhece suas normas de fé, que aprendeu quando menino em uma escola católica na Indonésia.
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Embora se pudesse crer que o papa, um conservador em matéria de doutrina, se sentisse mais à vontade com George Bush, a verdade é que possivelmente se criou uma relação muito mais cálida e produtiva com Obama, tão famoso dentro dos muros do Vaticano quanto fora.

A mensagem de Obama frequentemente tem um tom de espiritualidade e transcendência que coincide bastante com a dessa instituição. (UOL)

Nota DDP: Em análise prévia aos fatos supra transcritos, que demonstram o nível de aparente integração entre o maior poder político e o maior poder eclisiástico do globo, sugiro a leitura do artigo "Os presidentes americanos e as visitas ao Vaticano".

A nova encíclica - Repercussões 2

Antes do encontro particular de mais de 20 minutos, Kevin Rudd [primeiro-ministro da Austrália] tinha dito que a nova encíclica papal pede aos líderes mundiais que considerem a ética e os valores na resposta à crise económica mundial. "Todos os líderes políticos deveriam levar a sério e examinar" o documento de Bento XVI, indicou. (Ecclesia)

Em uma entrevista publicada pelo jornal italiano Corriere della Sera em 8 de julho, o economista Ettore Gotti Tedeschi, expoente dos maiores grupos bancários mundiais, indicou o Papa Bento XVI para o Nobel de Economia. (Zenit)

Por sua vez, Bento XVI presenteou o chefe da Casa Branca com uma cópia de sua terceira encíclica (sua primeira encíclica social), apresentada nos dias passados − a Caritas in Veritate − encadernada em couro branco com um mosaico que representa a Praça São Pedro e a Basílica vaticana. "Obrigado, Santidade! Eu a lerei no avião!" – disse Obama, agradecendo o presente. O pontífice deu também de presente, aos demais hóspedes, como tradicionalmente, medalhas de seu pontificado e terços. (Radio Vaticano)

Um globalismo cristianizado?

Em qualquer texto doutrinário que vise a influenciar de algum modo a vida política, é preciso distinguir três níveis: (1) os princípios morais e políticos gerais proclamados ou implícitos; (2) a análise da situação concreta, e (3) as ações sugeridas ou apoiadas. No primeiro nível, a encíclica Caritas in Veritate proclama a necessidade de fundar toda política social na caridade, e esta na verdade: "Só na verdade é que a caridade refulge e pode ser autenticamente vivida. A verdade é a luz que dá sentido e valor à caridade." No segundo nível, oferece um diagnóstico totalmente falso das causas da presente crise econômica. No terceiro, sugere como remédio aos males da economia atual a intensificação e ampliação das mesmas causas que os determinaram. Por mais que eu respeite a pessoa do Papa e a santidade do seu ofício, não posso ver aí verdade nenhuma, nem portanto caridade, exceto se por esta palavra entendermos as boas intenções ineficazes que a própria Encíclica condena.
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Os beatos de sempre vão assegurar-nos, é claro, que a nova Encíclica não é um manifesto de apoio ao governo global. O texto mesmo dá-lhes o desmentido formal: "Para sanar as economias atingidas pela crise, ... urge a presença de uma verdadeira Autoridade política mundial" investida de "poder efetivo". Como modelo dessa autoridade, S. Santidade sugere... o Estatuto das Nações Unidas! Publicada com poucos dias de antecedência da nova reunião dos líderes do G-8, que já proclamam a necessidade de adotar em escala mundial uma política de "estímulos" como a implantada pelo presidente Barack Obama nos EUA, qual outro efeito real pode ter essa Encíclica senão o de um incentivo legitimador a que esses indivíduos façam precisamente o que querem fazer?
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A obstinação dos altos círculos católicos na idolatria do "controle global" não vem de hoje. Como o próprio Bento XVI reconhece, "depois da queda dos sistemas econômicos e políticos dos países comunistas da Europa Oriental,... na seqüência dos acontecimentos do ano 1989, o Pontífice (João Paulo II) pediu que o fim dos 'blocos' fosse seguido por uma nova planificação global do desenvolvimento, não só em tais países, mas também no Ocidente." Ou seja, do fracasso total do maior experimento de economia planificada já tentado neste mundo, João Paulo II concluía que era preciso mais planificação ainda, e de dimensões globais.
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A proclamação dos valores cristãos paira no céu da generalidades abstratas, enquanto, no plano da ação prática, só o que se sugere é a ampliação dos controles globais. Sem conexão com as medidas efetivas sugeridas, o apelo à verdade e à caridade funciona, nesse documento, tão-somente como um adorno retórico, embelezando um programa político que não tem com ele a menor conexão lógica e que oferece, como solução do mal, a ampliação das causas que o geraram. Os líderes do G-8 estão livres para brandir a encíclica Caritas in Veritate como um poderoso argumento em favor de políticas que já haviam escolhido de antemão.

Para piorar formidavelmente as coisas, é público e notório que o poder globalista em expansão, longe de se inspirar no que quer que seja de genuinamente cristão, tem como um de seus objetivos professos - intimamente associado às suas políticas econômicas -- a implantação de uma religião universal biônica, na qual a Igreja Católica, expurgada de seus elementos tradicionalistas, se integre como um instrumento dócil da maior farsa espiritual já tentada no universo.
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Enquanto os conservadores e cristãos não aprenderem que não é possível fazer face ao inimigo simplesmente "tomando posição" contra ou a favor disto ou daquilo, não haverá esperança para a humanidade senão a de adaptar-se servilmente a controles globais cada vez mais opressivos e anticristãos. A estratégia do inimigo não é linear: ela é dialética. Ela articula forças contrárias, fazendo-as trabalhar pelo sucesso da síntese global. O que é preciso não é combater propostas isoladas - favorecendo na esfera cultural o que se abomina na da política, ou cedendo na economia aquilo que se pretende defender na esfera cultural -, mas compreender a lógica total do "sistema do Anticristo" e oferecer-lhe resistência integral, tão articulada quanto a estratégia de que ele se serve.
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Fonte - Mídia sem Máscara

Nota DDP: Assim como no texto anterior, retirado da mesma fonte (MSM), o que falta à boa análise do articulista é a resposta à pergunta: "Por que o fez?" Por nova oportunidade, a resposta está no próprio texto...

As palavras do Papa

Li com tristeza a nova encíclica do Papa Bento XVI (Caritas in Veritate), por dois motivos principais. Primeiro, porque eu esperava uma palavra nova sobre os tremendos acontecimentos dos nossos tempos, e não falo apenas da crise econômica tão saliente que vivemos. E, segundo, pelas concessões que o Santo Padre fez às teses mais caras do esquerdismo mundial. Nunca esperei ver a assinatura do Cardeal Ratzinger em um documento que desse tanta ênfase ao politicamente correto e ao economicamente errado.
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Para meu grande espanto foi usado no texto a expressão "justiça social", esse pleonasmo que está na boca de todos os partidos de esquerda do mundo. Não creio que Sua Santidade ignore isso. Por que o fez? Não faço idéia.
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Mas o que verdadeiramente me deixou insatisfeito foi a exortação a uma temível forma de governo mundial patrocinada pela ONU.
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Penso que o Papa aqui caiu em uma armadilha política sem retorno. Engajou a Igreja de Cristo em um projeto suicida. Uma forma de governo mundial, qualquer que seja ela, só existirá em prejuízo da pessoa humana, apartando os poderes públicos dos indivíduos em carne e osso. A grande falácia é que a crise poderia ser superada por uma forma de governo assim. Ao contrário.
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A experiência da União Européia, tão próxima ao Vaticano, ensina-nos o significado de um governo central que se sobrepõe a outros. Criou-se uma burocracia cara e parasita sobreposta às burocracias nacionais, pouco acrescentando de bem-estar na vida das pessoas, mas obrigando a uma significativa elevação de custos. Uma experiência dessas, levada à escala mundial, será o primeiro passo para a instalação de uma ditadura mundial, um colosso que só pode emergir em prejuízo dos valores cristãos, da própria liberdade que é da essência do cristianismo. Estamos aqui diante da realização inusitada da Terceira Tentação de Cristo. Ora, o próprio Cristo a rejeitou e sabia por que o fazia: o monstro Estatal tem sido, desde sempre o instrumento para a ação nefasta dos inimigos do Povo de Deus.

Fonte - Mídia sem Máscara

Nota DDP: "Por que o fez?" A resposta foi dada pelo próprio articulista...

Acordo Brasil-Vaticano abre caminho a outras religiões

BRASÍLIA [ ABN NEWS ] - A bancada evangélica na Câmara dos Deputados, com cerca de 40 deputados, ameaça oferecer dificuldades para aprovação do Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil, documento firmado em 2008 entre o Brasil e a Santa Sé.

Tema de debates realizados na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, onde o relator, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) já deu seu parecer pela aprovação, o documento é criticado por deputados que o consideram inconstitucional por quebrar a condição laica do Estado brasileiro.

Bonifácio de Andrada afirmou, porém, que o acordo com a Santa Sé não gera privilégios e que abre caminho para a assinatura de tratados relativos a outras religiões.

Com esse parecer do habilidoso constitucionalista mineiro, é provável que se arrefeça a oposição e o documento seja enviado ao Plenário e aprovado com a rapidez desejada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil- CNBB.
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Fonte - Agência Brasileira de Notícias


Nota DDP:
Leia também "Arcebispo pede ratificação do acordo Brasil e Santa Sé", além poder perceber como esta questão se alastra pelo mundo em "Israel e Santa Sé avançam rumo a acordo econômico" e "Japão e Roma mais próximos que nunca".

Terremoto fere mais de 300 na China

Um terremoto de 5,5 graus na escala Richter no sudoeste da China feriu mais de 300 pessoas e destruiu quase 10 mil casas nesta sexta-feira (10), segundo informa a agência estatal de notícias "Xinhua".

O tremor foi registrado na província de Yunnan.

Segundo autoridades da região afetada, ao menos 30 feridos estão em estado grave.

O governo chinês enviou milhares de tendas para a região atingida, e mobilizou centenas de policiais para o trabalho de ajuda aos desabrigados.

O serviço geológico dos Estados Unidos confirmou o tremor, mas calculou uma magnitude um pouco mais forte: 5,7 graus, com epicentro a uma profundidade de 10 km.

A área tem sofrido temores frequentemente desde um terremoto de 8,0 na região vizinha de Sichuan, que em maio de 2008 matou cerca de 80 mil pessoas.

Fonte - G1

Nota DDP: Leia também "Urumqi".

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Religião e política pelo prisma romano

Assim como da análise da nova encíclica veiculada pela igreja romana, onde temas que lhe são caros embora não explicitamente constem do texto, são nas entrelinhas claramente subentendidos, as manifestações sobre separação entre igreja e estado caminham na mesma régua. Vejamos:

Igreja inspira mas não faz política

Em sua encíclica publicada nesta terça-feira, Bento XVI não pretende fazer política, mas inspirar, apresentando a “caridade na verdade” como orientação para a vida pessoal e social, explica um de seus colaboradores.
(Zenit)

Inspirar ou intervir?

Bento XVI exige que as "finanças, após seu mau uso, que prejudicou a economia real", retornem a ser um instrumento orientado ao desenvolvimento. (G1)

Diante disso, ficam mais claras as intenções do "pedido" enviado ao G8:

Papa pede "decisões úteis"» ao G8

Bento XVI pediu hoje "decisões úteis" aos participantes da cimeira do G8, que decorre na cidade italiana de L'Aquila de 8 a 10 de Julho.
(Ecclesia)

As repercussões em âmbito global, até porque o documento foi lançado em uma "data estratégica, prévia ao encontro internacional do G8" (G1), devem eventualmente delinear o que se pode esperar da sua aceitação no ambiente político internacional.

Se muito tem se pregado sobre o reconhecimento das raízes cristãs da Europa, já também com suas repercussões, há de se esperar que o assunto ora em foco possa enveredar pelo mesmo caminho.

A nova encíclica - Repercussões

POLÍTICOS ITALIANOS COMENTAM ENCÍCILIA DE BENTO XVI

ROMA, 7 JUL (ANSA) - O ministro Trabalho, Saúde e das Políticas Sociais da Itália, Maurizio Sacconi, elogiou a nova encíclica do papa Bento XVI afirmando que o documento condiz com o Livro Branco do governo italiano sobre o modelo social.
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O ministro da Economia italiano, Giulio Tremonti, disse, por sua vez, que a publicação é "um documento muito, muito importante".

Já o economista Giacomo Vaciago pontuou que o sistema financeiro mundial registrou "nos últimos anos grandes sucessos", mas agora começaram a aparecer os problemas.

Para Vaciago, a "Caristas in Veritate" é um documento que "desmonta o debate superficial entre Estado e mercado" e coloca em evidência a importância das pessoas, já que o Pontífice conseguiu enumerar os problemas de diversos setores sociais.
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Fonte - Ansa

ACNUR ELOGIA NOVA ENCÍCLICA DE PAPA BENTO XVI

ROMA, 7 JUL (ANSA) - O escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) na Itália elogiou as palavras do papa Bento XVI sobre os direitos dos imigrantes incluídas na encíclica "Caritas in Veritate", apresentada oficialmente hoje.
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Fonte - Ansa

ORGANIZAÇÕES COMERCIAIS ELOGIAM NOVA ENCÍCLICA DE BENTO XVI

ROMA, 7 JUL (ANSA) - Entidades italianas do comércio e da agricultura elogiaram a nova encíclica do papa Bento XVI, oficialmente publicada hoje, em que o Pontífice alerta para uma economia sem Deus que causou o atual colapso financeiro.

O presidente da Conferência Italiana de Agricultores (CIA), Giuseppe Politi, expressou por meio de uma nota sua "viva apreciação" e "apoio" ao documento papal, intitulado Caritas in Veritate (Caridade na Verdade).
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A confederação do comércio Confesercenti também comentou o documento pontifício, defendendo que a força moral da encíclica é "um respeitável apelo à responsabilidade para sair da crise, como um mundo que entendeu a lição e que voltar a crescer cada vez mais sólido e justo".
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Fonte - Ansa

Nota DDP: Certamente que estas manifestações iniciais devem ser consideradas no contexto do âmbito em que foram proferidas, a própria Itália, sede do poder eclesiástico romano, no entanto, não deixam de serem relevantes por este motivo.

Fora destes termos, pode ser citada ainda, vinda de Portugal, a manifestação de Alfredo Bruto da Costa, presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP), convidado da CEP (Conferência Episcopal Portuguesa) para comentar a nova encíclica, que qualificou como "um documento extremamente denso". Destaco:

'O documento de Bento XVI advoga uma nova ordem política e financeira internacional, que para o presidente da CNJP se justifica pelo facto de os Estados estarem a perder o seu poder político, porque "a actividade económica e financeira não tem fronteiras" e pela progressiva reunião dos Estados em organizações "supraregionais". Nesse sentido, acrescentou, há uma necessidade de "reavaliar o papel".' (Ecclesia)

Não se pode perder de vista ainda outra interessante constatação veiculada no dia de hoje, qual seja, a de que os americanos "querem ouvir o papa falar sobre economia":

"A pesquisa revela que 70% dos norte-americanos desejam escutar a palavra do Papa sobre a fome no mundo e a pobreza, 57% querem ouvir sua mensagem sobre a miopia da avareza, e 55% desejam ouvir o que tem a dizer sobre como os norte-americanos podem construir uma sociedade onde os valores espirituais desempenhem um papel importante.

Também, a pesquisa revela que 59% dos norte-americanos têm um ponto de vista muito favorável ou favorável sobre o Papa, apenas 20% têm um ponto de vista desfavorável ou muito desfavorável."
(Zenit)

É surpreendente que um país fundado de forma a se apartar totalmente do catolicismo romano, possa nos nossos dias subsidiar a premissa de que "os norte-americanos buscam uma bússola moral, e sabem que o Papa Bento XVI a tem".

Surpreendente, mas totalmente profético.

Mensagem ecumênica no funeral de Michael Jackson

Ainda ontem, o mundo idolatrava um vivo; hoje, foi a vez de um morto: Michael Jackson, no seu funeral.

Veja este vídeo da música 'We Are The World', cantada durante o serviço fúnebre do cantor americano. Repare no ecran ao fundo, por detrás dos cantores, o "culto ecuménico" que ali foi transmitido aos espetadores, que incluiu uma mistura de sagrado e profano, e até mesmo símbolos ligados à Nova Era.


Uma breve nota adicional: segundo consegui apurar, os pais de Michael Jackson pertencem às Testemunhas de Jeová. Consta-se que a mãe é uma fiel devota. Quanto ao cantor, crê-se que se tenha mantido fiel à educação religiosa que recebeu, embora corram algumas informações, não sei se suficientemente credíveis, da sua conversão aos islamismo.

Fonte - O Tempo Final

Nota DDP: Este componente importante dos últimos dias tende a ser utilizado com mais frequência na busca deste intento de "unificação". A mídia no geral e a música no particular é um instrumento poderoso que certamente faz parte do contexto do fim. Para entender um pouco mais sobre como isso se estabelece, clique aqui.

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

A nova encíclica - Primeiras impressões

Bento XVI propõe autoridade política e económica internacional

O papa Bento XVI defendeu um nova ordem política e económica internacional na encíclica ‘Caritas in veritae’ (A caridade na verdade), divulgada esta terça-feira.

Na encíclica, Bento XVI propõe a criação de uma “verdadeira autoridade política mundial”, através da reforma das Nações Unidas, para sanear as economias atingidas pela crise e evitar o seu agravamento.

Essa nova ordem política e económica internacional teria como objectivos prioritários o governo da economia mundial, o desarmamento, a segurança alimentar, a protecção do ambiente e a regulação dos fluxos migratórios.

Fonte - Correio da Manhã

Vaticano apresenta a 3ª encíclica de Bento XVI

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O papa afirma que a economia não elimina o papel dos Estados e tem necessidade de "leis justas".

Bento XVI exige que as "finanças, após seu mau uso, que prejudicou a economia real", retornem a ser um instrumento orientado ao desenvolvimento.

O papa pede uma "urgente" reforma da ONU e da arquitetura econômica e financeira internacional.

"Urge a presença de uma verdadeira autoridade política mundial que se atenha de maneira coerente aos princípios de subsídio e de solidariedade", escreve.
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Fonte - G1

Nota DDP: Apenas para destacar algumas nuances que ensejam as afirmações trazidas no novo documento elaborado pelo pontífice romano e que pode ser lido em sua íntegra aqui.

Para os interesses deste espaço, é de se notar que, tal como se podia eventualmente prever e, ainda que de forma não explícita (não apareceram os termos "domingo", "dia do senhor" e "eucaristia", e.g.), o texto passa pelos pontos e intenções já esperados, especialmente no que concerne aos quadros de crise (economia, trabalho, ecologia...), bem como das soluções que o meio religioso pode oferecer (especialmente a lei natural/moral, na perspectiva da doutrina social da igreja).

Expectativas confirmadas portanto. Aguardemos a repercussão no braço político, afinal era esta a intenção em veicular os termos antes da reunião do G8.

Bluetooth "Big Brother" faz rastreamento de pessoas em festivais

O time de pesquisadores da Universidade de Ghent, na Bélgica, acredita que o estudo pode gerar novas aplicações de navegação por satélite para os setores de varejo e segurança.

"Instalamos 36 scanners de bluetooth em todo o local e ao longo de algumas estradas das redondezas, além de pontos de ônibus", disse Nico Van de Weghe, da universidade, nesta sexta-feira, sobre o projeto no festival de Werchter, no nordeste da Bélgica, desta fim de semana.

Cobrindo uma área de 30 metros cada, os scanners buscam telefones celulares que têm bluetooth, um tipo de tecnologia sem fio de curta distância que permite que outros aparelhos se conectem um com o outro, geralmente para a transferência de arquivos.

Mas a multidão indo ver o Coldplay, o Kings of Leon ou o Metallica não precisão se preocupar com sua privacidade, afirmou Van de Weghe.

Os pesquisadores estão apenas rastreando o endereço MAC dos aparelhos ---um número que identifica cada celular em uma rede--, que não pode ser rastreado a um número de telefone ou a informações pessoais.

"Werchter é um caso muito interessante", disse Van de Weghe à Reuters, acrescentando que é a primeira vez que seu time, que trabalha em um projeto de pesquisa maior sobre o uso de tecnologia para rastrear objetos em movimento, irá coletar os dados completos de uma situação em tempo real.

O time está fazendo sua pesquisa com base em sistemas de informações geográficas, como por exemplo sistemas de navegação por satélite, e espera conseguir rastrear objetos em movimento em tempo real.

"Rastrear movimentação via bluetooth pode se tornar interessante. Isso pode ajudar varejistas a monitorar o número de clientes em diferentes momentos", disse Van de Weghe.

A técnica também poderia ser usada por serviços de segurança para rastrear movimentos suspeitos, ou monitorar a saída de grandes eventos.

Cerca de 80 mil pessoas de toda a Europa foram ao primeiro dia do festival na pequena cidade de Werchter, 40 quilômetros ao nordeste da capital Bruxelas, na quinta-feira. Milhares mais são esperados nesta sexta-feira e ao longo do fim de semana.

Fonte - iG Tecnologia


Nota DDP: Interessante como ninguém precisa se preocupar com nada, a privacidade sempre está protegida, mas cada vez existem mais mecanismos de controle, em todos os campos...

Função de Obama é ser um "professor do mundo"

O historiador britânico Simon Schama afirmou, durante a sabatina que a Folha promove na tarde desta segunda-feira (6), que o perfil de Barack Obama, atual presidente dos Estados Unidos, difere do perfil predominante entre os presidentes eleitos pelos norte-americanos. 'Obama é muito acadêmico e dificilmente pessoas assim são eleitas. A função dele é ser um professor do mundo', disse Schama.
...
Durante a conversa, Schama ainda comentou o fato de a campanha e a eleição de Obama serem consideradas fatos históricos. 'Obama entrou na campanha [presidencial] porque achou que aquele fosse um grande momento histórico. Para ele, aquele seria um momento de mostrar como os EUA tinham chegado à situação em que estavam.'

Ao falar sobre a atuação de Barack Obama agora como presidente dos EUA, Schama afirma que as crises econômicas que os EUA já enfrentaram não podem servir de modelo sobre como lidar com a crise atual. 'A história não se repete. Não estamos vivendo como naqueles tempos da Depressão. Não podemos pegar uma solução de 1933 e achar que ela vai funcionar.'

Para o historiador, Obama agora precisa decidir se quer ser 'um engenheiro de construção com uma postura de confronto ou se ele quer pegar aquele carro amassado e consertá-lo'.

Fonte - Olhar Direto

Nota DDP: Os últimos "ensinamentos" de Obama foram bem interessantes, como pode ser visto em 'Obama: "Papa é muito mais que um chefe de estado"'.

Sarkozy e Lula defendem "dimensão social da globalização"

Os presidentes francês e brasileiro defenderam segunda-feira que "para além da economia e do sistema financeiro" é preciso agora "dar uma atenção prioritária à dimensão social da globalização" para enfrentar a crise.

Nicolas Sarkozy e Luiz Inacio Lula da Silva manifestam-se num artigo com a assinatura dos dois chefes de Estado, publicado hoje pelos diários franceses Libération e brasileiro Folha de São Paulo.

"Pobreza e exclusão social agravam a instabilidade do sistema internacional", constaram Sarkozy e Lula.

Segundo eles, "por todo o lado no mundo, os assalariados, apanhados na tempestade económica, pedem mais justiça e mais segurança. Têm de ser escutados. As organizações internacionais devem ter em conta os efeitos sociais da crise actual. O papel da Organização internacional do Trabalho na governança económica mundial deve ser singularmente reforçado", afirmam.

Os dois responsáveis políticos pedem também "uma reforma de grande amplitude do Conselho de Segurança das Nações Unidas", a fim de "edificar uma ordem internacional mais equilibrada e solidária".

Aos seus olhos, isto deve passar por "um papel acrescido" para os grandes países em desenvolvimento de cada região, como o Brasil e a Índia", assim como "uma representação mais justa de África e dos grandes contribuidores para o sistema das Nações Unidas, tais como o Japão e a Alemanha".

"As instituições financeiras internacionais como o FMI e o Banco Mundial devem dar um lugar mais importante às economias emergentes dinâmicas no seu processo de decisão", dizem também.

"O Brasil e a França querem propor ao mundo a sua visão comum de um novo multilateralismo adaptado ao mundo multipolar que é o nosso (...) Com outros chefes de Estado, devemos formar uma Aliança para a mudança´ para transmitir esta visão de uma ordem mundial mais democrática, mais solidário e mais justa", exortam.

Fonte - Diário de Notícias

Nota DDP: Sobre outras nuances acerca desta "elevação" da OIT, sugiro a leitura do post "Sarkozy pede uma nova ordem mundial". O que se está "cavando" possivelmente neste discurso é o reconhecimento político do domingo.

17 mil já assinaram Declaração de Gaia

Documento defende que a Terra deve ser gerida em conjunto por todos como se fossse um condomínio.

A Declaração de Gaia, que defende uma articulação entre a economia, o direito e o funcionamento global do planeta, conta já com mais de 17 000 subscritores.

Segundo o ambientalista autor do livro Condomínio da Terra, Paulo Magalhães, à margem do fórum internacional com o mesmo nome que ontem terminou em Gaia, na Declaração sustenta-se que há "bens indivisíveis" no planeta - a atmosfera, a hidrosfera e a biodiversidade - que devem ser declarados "partes comuns", a gerir em conjunto como se o planeta fosse um condomínio. Os subscritores defendem que a manutenção dos ecossistemas deve ser entendida como actividade económica.

Fonte - Diário de Notícias

NOTA Minuto Profético:
O cenário para o fim está cada vez mais claro. O inimigo comum contra quem o mundo inteiro deve lutar chama-se "aquecimento global" (ainda que seja forjado). Qualquer um que não aderir a esse movimento, incluindo ao descanso dominical que logo entrará em cena será considerado perturbador da ordem pública. Já vi esse filme antes: o profeta Elias também foi acusado de perturbador da "ordem pública" - 1Rs 18:17, 18 - por causa do aquecimento global de sua época.

Recifes de corais podem desaparecer em breve

Cientistas alertaram que a quantidade de CO2 na atmosfera já está acima do nível que condena os recifes à extinção.

O dióxido de carbono deixa os oceanos mais ácidos, o que leva os corais a se dissolverem. Segundo cientistas, o desaparecimento dos recifes de corais causaria efeitos catastróficos para os oceanos, uma vez que eles abrigam 25% de toda a vida marinha, incluindo mais de 4 mil espécies de peixes.

Os recifes também são utilizados como ambiente de procriação, refúgio e zona de alimentação de animais como lagostas, caranguejos, estrelas-do-mar e tartarugas marinhas. Tudo isso os torna fundamentais para o ecossistema marinho, do qual mais de um bilhão de pessoas dependem para se alimentar.

Fonte - Opinião e Notícia

ONU estima que recessão vai levar 90 milhões de pessoas à pobreza

A Organização das Nações Unidas informou, nesta segunda-feira, que a recessão econômica deve colocar neste ano mais de 90 milhões de pessoas no ranking dos que passam fome no planeta. Isso representa um aumento de 6% em relação aos dados atuais.

Nomeado como “Relatório de Metas de Desenvolvimento do Milênio”, o documento também alerta que o recente declínio na ajuda externa, apesar das promessas de países ricos de aumentar o fluxo de recursos, provavelmente vai causar mais doenças e agitação social no hemisfério sul. O relatório foi apresentada em Genebra pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon.

Os recursos poderiam ajudar a mudar muitas vidas, mas o atraso na entrega combinado às mudanças climáticas e à crise financeira estão reduzindo o progresso nos países pobres”, afirmou Ban. Em um discurso no Conselho Econômico e Social da ONU, ele fez um apelo às nações industrializadas do Grupo dos Oito para que aumentem a ajuda, especialmente para a África, no próximo ano, dizendo que as promessas feitas por eles anteriormente ficaram aquém do anunciado.

As pessoas que vivem na pobreza, definidas pela ONU como as que têm rendimentos de menos de 1,25 dólares por dia, já sofreram bastante com a crise financeira e econômica nos últimos dois anos. Há dez anos, a Organização apresentou um relatório sobre um programa para conduzir países pobres ao desenvolvimento até 2015, indicando que 17 por cento dos 6,8 bilhões de habitantes do mundo estariam classificados como extremamente pobres no fim de 2009.

Fonte - Opinião e Notícia

ENEM - Outros esclarecimentos

Este meio foi recebido hoje através da Igreja local:

De: UCB - Orlando Mário Ritter (Orlando.ritter@ucb.org.br)

Prezados colegas: 

Eis a resposta padrão que o Departamento Jurídico da DSA esta fornecendo a todos: 

1)    A inscrição deve ser feita normalmente;
2)    O INEP irá emitir uma norma explicando o procedimento posterior à inscrição para os adventistas;
3)    Pessoalmente, informaram-nos que entraremos junto com os demais candidatos, mas permaneceremos em sala especial aguardando o pôr-do-sol.
4)    Teremos o mesmo tempo de prova dos demais candidatos;
5)    Tão logo saia a orientação oficial, divulgaremos nos sites e demais meios de mídia da Igreja;
6)    Por hora, precisamos fazer a. Inscrição que vai até o dia 17 de Julho.

DEPARTAMENTO JURÍDICO DSA
ADVOGADO LUIGI BRAGA 

Atenciosamente, 

Carlos A. Mesa
Director de Educación y Ministerio de Capellanía
carlos.mesa@adventistas.org.br

www.portaladventista.org/educacion

Nota DDP: Ver também "ENEM e a Liberdade de Consciência"