segunda-feira, 14 de abril de 2014

Aquecimento global não está a ser levado a sério - Presidente do Banco Mundial e The New York Times

Washington, 11 abr (Lusa) - O aquecimento global não está a ser levado a sério e o tempo está a esgotar-se para evitar consequências como a seca e a inundação de cidades, disse na quinta-feira o presidente do Banco Mundial.

"Estamos a chegar rapidamente a um ponto em que não vamos ser capazes de manter o aquecimento global abaixo dos dois graus Celsius ", disse Jim Yong Kim no início da reunião de primavera do Banco Mundial e do FMI, em Washington.

O presidente do Banco Mundial defendeu que "o aquecimento de dois graus Celsius vai ter grandes implicações", indicando que "40% das terras aráveis de África desaparecerão e a cidade de Banguecoque poderá ficar submersa".

Fonte Expresso

Nota Resta uma Esperança: The New York Times publicou uma matéria ontem (10/04/2014), criticando a forma que está sendo utilizada para convencer o público de que deve ser feito alguma coisa contra o aquecimento global. A matéria afirma que o discurso do medo não tem sido eficiente, levando muitas pessoas a desacreditarem de relatórios sensacionalistas. Esse assunto, também, já foi abordado neste espaço, alertando para a forma como a ONU e as Instituições Ligadas ao Meio Ambiente em parceria com a Mídia têm utilizado o discurso do medo e exagerando em suas reportagens e relatórios. Isso tem levado as pessoas a questionarem os motivos por trás de tanto sensacionalismo. Na minha opinião, por trás de tudo isso há uma estratégia: primeiro, incutimos o medo, depois falaremos dos benefícios que poderemos ter com uma sociedade melhor, e quando vier os desastres, o medo ressurgirá e teremos o maior exército que este planeta já viu para combater aqueles que não estiverem do nosso lado. Gostaria de deixar claro que essa estratégia não está sendo elaborada por aqueles que estão na frente do movimento (talvez eles nem saibam as verdadeiras intenções por trás de tudo isso), mas para um poder oculto por trás do movimento (Satanás e seus anjos).

quarta-feira, 9 de abril de 2014

OMS diz que surto de ebola na África é um dos mais graves da história

Segundo a organização, propagação da doença, iniciada no sul da Guiné, é uma das mais preocupantes desde o aparecimento do vírus, há quatro décadas. Total de mortos já passa dos 100

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que o atual surto epidêmico de ebola na África Ocidental está entre os "mais assustadores" desde o aparecimento da doença, há 40 anos. O número total de mortos já passa dos cem, a maioria na Guiné.

Keiji Fukuda, o diretor-geral adjunto da OMS, afirmou na terça-feira 8, em conferência de imprensa em Genebra, que a agência está preocupada com a disseminação do vírus. Ele adiantou que o surto, que eclodiu no sul da Guiné, pode estar se propagando em direção à capital, Conacri, e ao país vizinho, Libéria, o que seria, segundo ele, particularmente preocupante.

"Nunca tivermos antes um surto de ebola nessa parte da África", comentou Fukuda. A OMS enviou dezenas de trabalhadores de ajuda humanitária para a região, para tentar conter a o avanço da doença. "Este é um dos focos de ebola mais desafiadores que já enfrentamos."

As formas mais graves da doença apresentam uma taxa de mortalidade de 90% e não existe vacina, cura ou tratamento específico. De acordo com os últimos dados divulgados na terça-feira pela OMS, há 157 casos de ebola registrados só na Guiné, dos quais 101 resultaram em mortes. Segundo a OMS, 67 casos foram confirmados por análises laboratoriais.

Vinte casos foram registrados na cidade portuária de Conacri, e 21 casos na Libéria, dos quais dez foram fatais. Foram também confirmados casos em Serra Leoa, em que se suspeita que as pessoas tenham contraído a doença na Guiné. No Mali, há nove casos suspeitos, mas dois testes revelaram-se negativos.

"Não devemos dar demasiada importância aos números", recomendou Stéphane Hugonnet, médico especialista da OMS que regressou recentemente da Guiné. "O mais importante é a tendência e a propagação da infecção. Aparentemente, há um risco de outros países estarem sendo infectados. Portanto, devemos permanecer vigilantes a todo custo."

Origens

O vírus foi detectado pela primeira vez em 1976, em dois surtos simultâneos no Sudão e na República Democrática do Congo. Desde 1976, o ebola causou a morte de pelo menos 1.200 pessoas, dos 1.850 casos detectados. Os surtos mais fortes foram registrados na República Democrática do Congo, em 1976 (318 casos), 1995 (315 casos) e 2007 (264 casos); no Sudão, em 1976 (284); e em Uganda, em 2000 (425 casos).

Os surtos surgem normalmente em aldeias remotas da África Central e Ocidental, próximo a florestas tropicais, de acordo com a OMS. Neste momento, o vírus, que tem cinco estirpes, só existe no continente africano, mas já houve casos nas Filipinas e na China.

O ebola provoca febre, causando dores musculares, fraqueza, vômitos, diarreia e, em casos mais graves, falência dos órgãos e sangramentos intermitentes internos e externos. Para evitar o contágio humano, a OMS recomenda evitar o contato com morcegos e macacos e o consumo da sua carne crua, assim como evitar o contato físico com pacientes infectados, em particular com os seus fluidos corporais.

As chances de sobrevivência aumentam se os pacientes são mantidos hidratados e se são tratados de infecções secundárias.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Bispos católicos pedem que cristãos e muçulmanos se unam

Falar da perseguição aos cristãos só “facilita o jogo dos extremistas”

A visita do papa à Terra Santa no final de maio deve durar três dias e passar por lugares santos na Jordânia, Palestina e Israel. A situação dos cristãos na região é um dos principais assuntos que Francisco tratará com os líderes israelenses, jordanianos e palestinos explica Wadi Abu-Nassar, porta-voz da instituição.

Por isso, os Bispos da Assembleia dos Ordinários Católicos da Terra Santa emitiu esta semana um documento oficial, onde pede a união de cristãos e muçulmanos em questões políticas. “Perseguição! Em muitas partes do Ocidente esta palavra está na boca das pessoas. Diz-se que hoje, os cristãos no Oriente Médio são perseguidos. Mas o que está realmente acontecendo? Como podemos falar com verdade e sem censuras, como cristãos e como Igreja, dos sofrimentos e da violência que se perpetuam na região?”, questiona a nota.

Para os bispos, muitos cristãos e muçulmanos sofrem juntos. Ao abordar em particular a situação no Egito, Iraque e Síria, os bispos lembram que, sob os “regimes ditatoriais” anteriores, “os cristãos viveram em relativa segurança”.

Mas a tendência extremista que está por trás dos movimentos políticos na região mudou essa relação. “Cristãos e muçulmanos devem estar juntos contra estas novas forças de extremismo e destruição porque todos aqueles que buscam dignidade, democracia, liberdade e prosperidade estão sendo atacados”, justificam. Esse é, para eles, “o jogo dos extremistas”.

Embora reconheçam que o número de mortes de cristãos aumentou nos últimos anos, os bispos dizem que “é preciso levar em conta que os cristãos não são as únicas vítimas desta violência e brutalidade. Muitos muçulmanos não fanáticos, definidos “heréticos”, também pagam um alto preço. Nas áreas onde prevalecem extremistas sunitas, os muçulmanos xiitas são atacados e mortos, e vice-versa. Certas vezes, “os cristãos são perseguidos por serem cristãos”, e outras, são vítimas da mesma violência que atinge todos os outros”.

Repudiando o que chamam de “jogo”, explicam que ao falar somente na perseguição aos cristãos, a mídia ocidental acaba semeando ódio e preconceito contra povos e religiões. A seu ver, cristãos e muçulmanos devem resistir juntos contra as novas formas de extremismo e destruição sem esquecer que “as potências internacionais e regionais visam somente seus próprios interesses”.

Montes Claros sofre o sexto tremor de terra em dois dias

A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros registraram cinco abalos sísmicos, às 10h39 da manhã de domingo, em Montes Claros, na região norte de Minas Gerais. Nesta segunda-feira a cidade registrou um novo tremor no fim da noite, segundo informações do Jornal Folha de São Paulo.

Este é o sexto tremor, e foi o maior desta série com 4.2 graus de magnitude na escala Ritcher, que registrou pelo menos cinco tremores no último domingo. O primeiro abalo aconteceu às 10h39 de domingo e uma adolescente de 14 anos teve escoriações leves após a queda de parte do recobo da casa.

As pessoas procuravam informações sobre o acontecimento, e os bombeiros receberam 200 ligações. Por causa deste tremor, 80 mil pessoas ficaram sem energia por 45 minutos em Montes Claros.

A recomendação é de que a população procure o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil, mas só em casos de emergência.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Surto de ebola na África já deixa pelo menos 90 mortos

Número de casos da doença já chega a 127 na África Ocidental e padrão migratório do vírus deixa agentes de saúde perplexos

A epidemia do vírus Ebola na África Ocidental já deixou pelo menos 90 mortos e no último domingo, 6, chegou a Gana e ao Mali.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), já foram confirmados 127 casos da doença, sendo que 90 resultaram em mortes. A cepa do vírus causador do surto tem uma taxa de letalidade de 90%.

O surto está espalhando o pânico entre moradores de regiões afetadas. Na Guiné, segundo informações da Reuters, uma multidão atacou um centro de tratamento de infectados. O local é suspeito de espalhar o vírus. Em algumas cidades do país, as pessoas evitam apertar as mãos.

O principal motivo do temor é o fato do ebola não ter cura, nem tratamentos eficazes. O atendimento aos infectados é focado no tratamento dos sintomas. Os pacientes devem permanecer em quarentena, e a morte pela doença ocorre após sofrimentos terríveis. Para evitar a contaminação, os familiares não podem ter contato com o infectado, ou com corpo do mesmo após a morte.

O padrão migratório da doença tem espantado agentes de saúde. Antes, os casos se concentravam em regiões remotas da Guiné, mas se espalharam rapidamente e chegaram à capital do país, Conacri.

A escassez de médicos na Guiné torna o cenário ainda pior. Segundo um relatório feito pela OMS e publicado pelo Banco Mundial, no país existe apenas um profissional para cada mil habitantes. A taxa é uma das menores do mundo, mais baixa que a do Afeganistão.

Fonte - Opinião e Notícia

Ainda sobre o avanço do ecumenismo



O bispo Tony Palmer, da Igreja Evangélica Episcopal (Anglicana, tradição celta), publicou o seguinte post esta noite, no seu mural no Facebook, depois dos anunciados encontros mantidos em Roma:

“Queridos amigos e companheiros – OBRIGADO por todas as vossas Orações e amáveis comentários. As nossas reuniões em Roma foram altamente frutíferas. Passamos mais de três horas com o Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, que incluiu almoço (eu gosto de exercer ministério em Itália…!). E depois a nossa tarde com o Papa Francisco foi como estar em casa com um sábio e gracioso Pai. Ele deu-me Luz Verde para dar o próximo passo, e por isso vamos levar uma pequena delegação de Líderes Evangélicos para se encontrarem com o Papa Francisco, para fazerem a bola rolar. O Milagre da Unidade está a ACONTECER! Paz e Bem”

Fonte - O Tempo Final

domingo, 6 de abril de 2014

ONU: tempo para resolver o aquecimento global está no fim

As potências internacionais estão correndo contra o tempo para reduzir o uso de combustíveis fósseis altamente poluentes e ficar abaixo dos limites acertados para evitar o aquecimento global, aponta um estudo preliminar da Organização das Nações Unidas (ONU) a ser aprovado nesta semana.

Autoridades governamentais e cientistas especialistas no estudo do clima irão reunir-se em Berlim entre os dias 7 a 12 deste mês para revisar o estudo de 29 páginas, que também estima que a mudança para o uso de energia de baixo carbono poderia custar algo entre dois e seis por cento da produção mundial em 2050.

O documento afirma que as nações terão de impor drásticas restrições às emissões de gases do efeito estufa para manter a promessa feita entre quase 200 países em 2010, para limitar o aquecimento global a menos de 2 graus Celsius acima da era pré-industrial.

As temperaturas já aumentaram cerca de 0,8 grau desde 1990 e devem atingir o teto dos 2 graus Celsius nas próximas décadas, caso as tendências atuais sejam mantidas, diz o relatório.

O aumento na na temperatura pode elevar os riscos para a produção de alimentos e obtenção de água, além de provocar danos irreversíveis, como o derretimento de gelo na Groenlândia, diz o estudo da ONU.

O documento preliminar, visto pela Reuters, destaca maneiras de cortar emissões e estimular o uso de energia de baixo carbono.

Fonte Terra

Nota Resta uma Esperança: Desde 2008, quando iniciamos este blog, um dos temas que tem sido muito recorrente é o Aquecimento Global. Temos alertado sobre os problemas que poderão surgir devido à pressão que está sendo realizada sobre as pessoas comuns. Na postagem Confira os Problemas que Mais Preocupam a Humanidade, as mudanças climáticas preocupam mais de 50% da população mundial e esse número tem crescido a cada ano e a cada estudo que a ONU tem divulgado. Outro dado importante da pesquisa é o fato de que 49% da população mundial apontou suas preocupações para os extremistas islâmicos (fundamentalistas religiosos). Agora, compare as duas informações e pense no seguinte: Um grupo religioso fundamentalista que não guarda o dia da semana determinado pela maioria para proteção ao meio ambiente, mas permanece firme guardando o sábado, como ele será tratado? Fique atento, pois estamos perto do fim.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Guerra por comida e água está próxima, alerta Banco Mundial

São Paulo - Em uma entrevista ao britânico The Guardian, Jim Yong Kim, presidente do Banco Mundial, disse que acredita que as batalhas por alimento e água devem eclodir dentro de cinco a dez anos, devido ao efeitos das mudanças climáticas.

Ele pediu que ativistas e cientistas trabalhem em conjunto para criar uma solução para este problema global, e usou o exemplo do HIV para demonstrar como a união de esforços pode resultar em soluções mais rápidas e mais eficazes.

A fim de manter o aquecimento global abaixo do limite acordado internacionalmente, de 2 graus Celsius, Kim disse que o mundo precisa de um plano para mostrar que está comprometido com a meta.

Ele delineou quatro áreas em que o Banco Mundial poderia ajudar a combater a mudança climática: investir em cidades mais limpas e sustentáveis, encontrar um preço estável para o carbono, reduzir os subsídios aos combustíveis fósseis e desenvolver uma agricultura mais inteligente e resistente ao clima.

Os comentários de Kim seguem a publicação da segunda parte do quinto relatório do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (IPCC), que advertiu que nenhuma nação ficaria intocada pelo aquecimento global.

O relatório também alertou para os efeitos que as mudanças climáticas teriam sobre os preços dos alimentos, assim como em muitas outras áreas, como recursos hídricos. A produtividade agrícola pode cair 2% por década até o final do século, ao passo que a demanda deverá aumentar 14% até 2050.

Fonte - Exame

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Congressistas de Israel chegam a acordo sobre a guarda do domingo

Os congressistas de Israel Silvan Shalom (Likud), Naftali Bennett (Jewish Home), e Rabbi Shai Piron (Yesh Atid), chegaram a um acordo sobre a proposta em andamento para introduzir o domingo como um dia livre de trabalho e de aulas. Entendendo: propuseram um domingo de descanso por mês.

O compromisso é o resultado de uma série de encontros entre os congressistas e o presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel. A ideia da mudança gradual é uma solução temporária, a qual equilibra as necessidades das famílias com as necessidades da economia de Israel.

Se o acordo for implementado, um fim de semana longo [sábado/domingo] por mês será decretado durante o ano letivo - mas não durante as férias de verão ou o período de Grandes Festas. Em compensação, dias de aula serão implementados em datas atualmente tidas como "dias extras" durante o ano letivo.

O congressista Shalom [Likud] tem liderado a iniciativa por três anos, com algum sucesso; a qual tem sido bem recebida pelos três maiores partidos da coalizão - Likud, Jewish Home, e Yesh Atid. O anúncio torna a proposta mais provável de ser implantada na prática.

Já o partido de Naftali Bennett, o Jewish Home, demonstrou apoio para incluir o domingo no fim de semana. Enquanto a sexta-feira é frequentemente usada para a preparação do sábado, os congressistas do Jewish Home acreditam que fazer do domingo um segundo dia de descanso tornaria os israelenses mais aptos a guardar o sábado.

Vários israelenses atualmente usam o sábado para fazer suas compras e outras tarefas que violam a santidade do sábado, argumentou Rabbi Eli Ben-Dahan, congressista do Jewish Home.

Redefinindo o fim de semana ao incluir o domingo em lugar da sexta-feira poderia também causar impacto na população de não-judeus em Israel. Opositores da proposta dizem que isso seria ruim para o maior grupo minoritário de Israel - os muçulmanos - que guardam a sexta-feira como dia de descanso.

Fonte: Israel National News

NOTA Minuto Profético: Até o Estado de Israel está dobrando os joelhos perante Roma!! (O domingo é o sinal da supremacia de Roma). A crise final está às portas...

Forte terremoto atinge novamente a região norte do Chile

Um dia depois de ser atingido por um terremoto de 8,2 graus de magnitude, seguido por várias réplicas e que gerou alerta de tsunami e deixou ao menos seis mortos, o norte do Chile voltou a sentir um forte tremor nesta quarta-feira, desta vez de 7,6 graus.

O Serviço Hidrográfico e Oceanográfico da Marinha (SHOA) decretou inicialmente um alerta de tsunami para toda a extensa costa chilena, o que provocou o início do processo de evacuação - nessa área, a população é orientada a deixar suas casas para se dirigir a zonas mais altas. Às 2h, o ministro do Interior, Rodrigo Peñailillo, indicou que o órgão retirou o alerta de tsunami no país. "As pessoas podem retornar tranquilamente para suas casas", disse o ministro.

A presidente Michelle Bachelet foi imediatamente evacuada. Ela estava hospedada em um local a apenas 40 metros da praia na cidade de Arica, e por isso foi rapidamente deslocada para um lugar seguro, de acordo com informações da rádio Bio Bío.

Pouco depois, Bachelet se dirigiu até a sede do Escritório Nacional de Emergência do Chile (Onemi) em Arica para monitorar a situação. A mandatária viajou para a região nessa quarta para conferir os danos causados pelo forte tremor de terça-feira.

Segundo o SHOA, há um Estado de preocupação por um tsunami menor", e são esperadas variações no nível do mar inferiores a um metro de altura. Ricardo Toro, diretor do Onemi, pediu para que a população dirija-se a zonas de segurança a pé.

A Marinha do vizinho Peru também chegou a lançar um alerta de tsunami para o sul do país, decretando a evacuação imediata da região. O alarme foi cancelado nas primeiras horas da madrugada.

Fonte - Terra

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Catolicismo ganha fiéis nos EUA

O catolicismo está prosperando nos EUA, graças em parte aos hispânicos

Um quarto dos americanos se denomina católico, proporção que permaneceu constante mesmo diante da queda da parcela de batistas e outros protestantes. De acordo com uma estimativa, os EUA terão 100 milhões de católicos até o meio do século.

A resistência da proporção católica do país disfarça grandes mudanças. Os americanos gostam de trocar de religião. Dados do Pew Research Center sugerem que mais da metade dos americanos adultos mudaram de religião ou denominação em algum momento de suas vidas. A Igreja Católica se sai particularmente mal nesse contexto: para cada convertido, quatro fieis são perdidos. Como resultado, 10% dos americanos são ex-católicos. O abandono começou antes de serem divulgados os escândalos sobre abusos de crianças e o hábito da igreja de tentar ocultá-los, mas isso não ajudou na conversão de novos fieis.

O número de pessoas que abandonaram a religião no nordeste e no meio-oeste do país causou um encolhimento do catolicismo nos seus principais ex-redutos. No nordeste uma paróquia típica teve uma perda líquida de 167 fieis registrados entre 2008 e 2012, de acordo com o CARA, um instituto de pesquisa da Georgetown University. O encolhimento foi compensado pelo crescimento nas regiões sul e sudoeste do país. O número de católicos da arquidiocese de Atlanta, por exemplo, aumentou em 180% entre 2010 e 2011. Nessas áreas de crescimento dois terços do total de católicos são hispânicos.

A igreja dos latinos

Cerca de um terço dos católicos americanos são hispânicos, mas para aqueles com menos de 40 anos a proporção sobe para quase 50%. Os hispânicos católicos esperam um tipo diferente de prática religiosa. Procissões que incluem o carregamento de cruzes durante a Semana Santa se tornaram lugar comuns. O modo como o sinal da cruz é feito pode ser diferente, bem como o uso da água benta e dos santos e altares escolhidos para a veneração – o crescente culto da Virgem de Guadalupe é o melhor exemplo. As missas também contam com mais música e pregação carismática.

Viagem do Papa à Terra Santa terá forte caráter ecumênico

Cidade do Vaticano (RV) – “Em Amã será muito importante o encontro do Papa Francisco com as vítimas da catástrofe humanitária causada pela guerra na Síria, após a tragédia no Iraque. O encontro com os refugiados mostrará que a Igreja está ao lado daqueles que mais sofrem e representará um apelo ao mundo inteiro para uma ajuda concreta a estas pessoas”. Foi o que afirmou o Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, Cardeal Leonardo Sandri, ao comentar a viagem do Papa Francisco à Terra Santa em maio próximo.

Numa entrevista publicada na edição março-abril do bimestral Terrasanta, o Cardeal recordou que “a viagem terá fundamentalmente um significado ecumênico, na esteira de um questionamento que nos interpela a todos e que é cada vez mais incompreensível: por que estamos divididos? Por que, se todos cremos em Cristo, estamos dando este espetáculo de divisão? É muito significativo – acrescentou o Cardeal – que o Papa encontrará o Patriarca Bartolomeu e o abraçará exatamente como há 50 anos se abraçaram Paulo VI e Atenágoras, justamente no Santo Sepulcro, que representa o lugar onde se percebe mais fortemente a divisão entre cristãos”.

Na entrevista, o Cardeal Sandri concentra-se também nas longas tratativas com Israel para a restituição do Cenáculo, entendida como um possível gesto para com o Papa Francisco: “As surpresas não estão excluídas, afirmou, especialmente para um povo sensível às instâncias religiosas como o povo de Israel, um povo que entende a importância deste lugar para os cristãos, e para os católicos em particular”. Um gesto como a restituição – explicou o Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais – seria magnífico não somente porque seria um ato unilateral, mas sobretudo como gesto de correspondência ao amor que o Papa Francisco demonstra pelo povo hebraico, e que todos manifestamos pela fé de Abraão”.

Fonte - Radio Vaticano

Batismo de outras Confissões reconhecido por anglicanos e protestantes

Berna (RV) - No próximo 21 de abril, as Confissões reunidas na Comunidade de trabalho das Igrejas Cristãs Suíças (CTE), assinarão a extensão do reconhecimento recíproco do Sacramento do Batismo às Igrejas Anglicana e Luterana. A assinatura – informa um comunicado da CTE – será celebrado com Vésperas solenes, em Riva San Vitale, no Cantão Ticino.

O documento será assinado por representantes da Igreja Anglicana e da Federação das Igrejas Evangélicas Luteranas da Suíça e do Principado de Liechtenstein, junto à Conferência Episcopal Católica (CES), à Federação das Igrejas Protestantes Suíças (FEPS) e à Igreja Católica Cristã, que já haviam reconhecido reciprocamente o seus batismos em 1973.

O Exército da Salvação e a União das Comunidades Batistas da Suíça (Bund Schweizer Baptistengemeinden) acrescentarão um anexo ao texto. Não participarão da assinatura, as Igrejas Ortodoxas membros da CTEC, que participaram, no entanto, da elaboração do documento.

“Com o mútuo reconhecimento do Batismo – afirma o comunicado – sublinhamos que as Igrejas estão ligadas por suas origens na fé no Deus Trinitário e que isto é uma expressão da unidade visível ao qual eles aspiram”.

Fonte - Radio Vaticano

Forte terremoto sacode Chile e gera tsunami

Um forte terremoto de magnitude 8.2 na escala Richter sacudiu o norte do Chile no começo da noite desta terça-feira (1º). Inicialmente, autoridades informaram que a magnitude do tremor era 8.0, mas revisaram a informação. Esse é o tremor mais poderoso registrado no mundo este ano.

Segundo o jornal chileno "El Mercurio", o sismo foi seguido de ao menos seis réplicas com intensidade de magnitude de até 5.3.

Segundo a Marinha chilena, o terremoto provocou um tsunami com ondas de até dois metros que atingiu algumas áreas no norte do país. Há alerta para mais ondas gigantes para toda a costa da América Latina no Pacífico. Segundo o ministério do Interior, o fenômeno não provocou vítimas ou danos significativos.

O sismo foi registrado às 20h46 (19h46 de Brasília) e teve seu epicentro no mar, a 85 km ao sudoeste de Cuya, próximo à cidade de Iquique, onde já foram registradas ao menos duas ondas com mais de dois metros e o aeroporto foi fechado. Esta é a cidade mais afetada pelo sismo no Chile.

O tremor também afetou as regiões chilenas de Arica e Antofagasta, fazendo soar as sirenes de alerta em diversas cidades do litoral norte.

Mas a ordem das autoridades é de evacuação de toda costa chilena. A informação é do CSN (Centro Sismológico Nacional) e também foi confirmada pelo Serviço Geológico dos EUA.

"Um terremoto deste tamanho tem potencial para gerar um tsunami destrutivo e que pode atingir o litoral mais próximo do epicentro em questão de minutos e as costas mais distantes em algumas horas", informou o Serviço Geológico americano.

Além do Chile, o Peru emitiu alerta de tsunami. Pelo Twitter, o presidente equatoriano, Rafael Correa, fez um alerta à população: "Todos na costa devem ficar atentos e preparados".
Cidades ficam às escuras; energia e comunicações são cortadas

Além de forte, o terremoto foi muito superficial, apenas 10 quilômetros abaixo do solo oceânico, o que teria feito com que fosse sentido com mais força. O sismo foi sentido também no Peru e na Bolívia. Em ambos os países edifícios chegaram a balançar por alguns segundos.

No Chile, sabe-se que várias das cidades estão às escuras, enquanto os analistas esperam "o trem de ondas" que costuma acontecer após um forte tremor como o desta noite com características de terremoto. Imagens da TV chilena mostraram a população abandonando as regiões costeiras, de forma ordenada, formando longas filas de automóveis.

No Peru, o terremoto abalou as regiões de Tacna, Arequipa e Moquegua, e com menor intensidade, a zona de Puno, segundo o Instituto Geofísica.

Nas regiões de Tacna, Arequipa e Moquegua o abalo interrompeu o fornecimento de energia e as comunicações, segundo a Defesa Civil, que não registrou vítimas ou danos materiais significativos.

Também foram cortadas as transmissões de rádio na área e algumas empresas telefônicas já trabalham para retomar o serviço.

Em 2010, um terremoto de magnitude 8,8 provocou um tsunami que causou grandes danos em várias cidades costeiras no centro-sul do Chile e matou centenas de pessoas.

terça-feira, 1 de abril de 2014

O ecumenismo avança


Post de Tony Palmer, no Facebook:

"Amigos e Companheiros - Estou a caminho de Roma para duas reuniões muito importantes com: a) o Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos e b) o Papa Francisco. Estamos a discutir a variedade e amplitude de todos os comentários sobre a publicação do vídeo do Papa Francisco 'O Milagre da Unidade começou'. Foi visto, nas suas várias formas, mais de 800.000 vezes e agora temos uma grande delegação de líderes de Igrejas não-católicas romanas que querem encontrar-se com o Papa Francisco e dar o próximo passo em direção à Unidade. Por favor, mantenha-nos nas suas orações. Estamos a viver um momento histórico. Vosso irmão em Cristo."

 Fonte - O Tempo Final

segunda-feira, 31 de março de 2014

Terra em transe: alertas inquietantes do IPCC para o mundo

Uma janela para o futuro

São Paulo - É comum ouvir no debate sobremudanças climáticas que o pior ainda está por vir. Ao olhar para foto de uma mãe em prantos com uma criança no colo, na cidade de Tacloban, nas Filipinas, que foi detruída por um tufão no ano passado, não dá para ignorar o óbvio: nós já vivemos o pior que poderíamos em nossa geração. E nossos filhos e nossos netos enfrentarão - se nada for feito até lá - o que de pior poderão viver no seu tempo.

É exatamente isso o que mostra a segunda parte do IPCC, o painel de cientistas da ONU, que faz um diagnóstico do clima e de seus efeitos para o meio ambiente, as pessoas, as cidades, os governos, o mundo como o conhecemos hoje.

O alerta vem na forma de previsões que consideram o aumento de 2 a 4 graus Celsius na temperatura do globo. Nos próximos slides, você vai conhecer os principais perigos que o futuro nos reserva em frente da atual falta de ação dos governos.

Ameaças à mesa

O relatório traz uma conta que, além de salgada, não fecha: a produtividade agrícola pode cair 2% por década até o final do século, ao passo que a demanda deverá aumentar 14% até 2050. É uma perda preocupante contra a qual será preciso lutar, sob a dura pena de mergulhar bilhões de pessoas na fome – um mal que atinge um em cada sete habitantes do planeta.

Mais pobres e mais famintos

A escalada dos preços dos alimentos é uma questão de vida e morte para as populações que vivem em países em desenvolvimento e que gastam até 75% de sua renda para conseguir comer. Como se não bastasse, os mais pobres também são os mais afetados pelos extremos do clima, uma vez que seus países estão menos preparados para lidar com essas alterações.

Imigrações em massa

Segundo o documento, "centenas de milhões de pessoas" serão forçadas a migrar por causa de inundações costeiras e cheias fluviais e outras catástrofes que afetarão suas terras. São os chamados refugiados climáticos.

Escassez de água

A água também se tornará mais escassa. Considerando um cenário com uma população mundial 7% maior do que a de hoje, para cada aumento de um grau na temperatura, haverá 20% menos disponibilidade de água.

Riscos à saúde humana

As ameaças à saúde são um tema comumente negligenciado nas discussões sobre mudanças climáticas, que costumam focar no debate sobre o meio ambiente e efeitos econômicos. Mas o novo relatório do IPCC mostra que os riscos à saúde são reais e precisam ser encarados. Na lista, entram o aumento de doenças transmitidas por mosquitos ou típicas de zonas úmidas e incremento da mortalidade e de doenças provocadas pelo calor. Outro perigo vem da contaminação de alimentos e da água consumidos nas regiões mais vulneráveis do globo.

Aumento de cheias

Não são poucas as regiões no mudo vulneráveis à elevação do nível do mar e às cheias de rios, e a situação pode piorar. Segundo o novo relatório do IPCC, centenas de milhões de pessoas correm risco de ser afetadas por cheias no litoral, a maior parte na Ásia, até 2100. Até lá, o número de vulneráveis poderá triplicar considerando o pior cenário de aquecimento, de mais 4.8 graus Celsius, em comparação com o cenário mais brando, de até 1,7 graus.

Oceanos pedem ajuda

Como a água, que ajuda a regular a temperatura do corpo humano, os oceanos são os maiores aliados da Terra para manutenção do seu equilíbrio climático. Eles absorvem grande parte da radiação solar que atinge o Planeta e também funcionam como sumidouros de dióxido de carbono (CO2). Mas esses heróis do clima já se revelam vítimas do aquecimento global.

Desde o início da era industrial, a acidez das águas do planeta aumentou 30% alcançando um nível sem igual nos últimos 55 milhões de anos. Várias formas de vida marinhas podem ser prejudicadas. O relatório destaca que a acidificação interfere principalmente no desenvolvimento das espécies com carapaça ou esqueleto de carbonato cálcico, como corais e moluscos.

O estudo também alerta para uma grande redistribuição pelos oceanos em todo o mundo até 2060, diminuindo nas regiões tropicais e crescendo nas latitudes médias e altas, em decorrência das mudanças climáticas.

Prejuízos econômicos

O Painel da ONU não define com exatidão as possíveis perdas econômicas decorrentes das mudanças climáticas e catástrofes naturais. Mas faz uma estimativa conservadora, que dá uma ideia dos riscos ennolvidos: as perdas econômicas podem variar de 0,2% a 2% do PIB mundial. Considerando a pior hipótese, estamos falando de US$ 1,4 trilhão de dólares por ano.

Fonte - Exame

Nota DDP: Veja também "População mundial deve consumir menos carne e leite para conter mudança climática".

Impacto do aquecimento global será 'grave e irreversível', diz ONU

O impacto do aquecimento global será "grave, abrangente e irreversível", segundo um relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês) divulgado nesta segunda-feira.

Autoridades e cientistas reunidos no Japão afirmam que o documento é a avaliação mais completa já feita sobre o impacto das mudanças climáticas no planeta.

Integrantes do IPCC dizem que até agora os efeitos do aquecimento são sentidos de forma mais acentuada pela natureza, mas que haverá um impacto cada vez maior sobre a humanidade.

Mudanças climáticas vão afetar a saúde, a habitação, a alimentação e a segurança da população no planeta, segundo o relatório.

O teor do documento foi alvo de intensas negociações em reuniões realizadas em Yokohama. Este é o segundo de uma série de relatórios do IPCC previstos para este ano.

O texto afirma que a quantidade de provas científicas do impacto do aquecimento global dobrou desde o último relatório, lançado em 2007.

"Ninguém neste planeta ficará imune aos impactos das mudanças climáticas", disse o diretor do IPCC, Rajendra Pachauri, a jornalistas nesta segunda-feira.

O secretário-geral da Associação Mundial de Meteorologia, Michel Jarraud, disse que se no passado as pessoas estavam destruindo o planeta por ignorância, agora já não existe mais esta "desculpa".
Enchentes e calor

O relatório foi baseado em mais de 12 mil estudos publicados em revistas científicas. Jarraud disse que o texto é "a mais sólida evidência que se pode ter em qualquer disciplina científica".

Nos próximos 20 a 30 anos, sistemas como o mar do Ártico estão ameaçados pelo aumento da temperatura em 2 graus Celsius. O ecossistema dos corais também pode ser prejudicado pela acidificação dos oceanos.

Na terra, animais, plantas e outras espécies vão começar a "se deslocar" para pontos mais altos, ou em direção aos polos.

Um ponto específico levantado pelo relatório é a insegurança alimentar. Algumas previsões indicam perdas de mais de 25% nas colheitas de milho, arroz e trigo até 2050.

Enquanto isso, a demanda por alimentos vai continuar aumentando com o crescimento da população, que pode atingir nove bilhões de pessoas até 2050.

"Na medida em que avançamos [as previsões] no futuro, os riscos só aumentam, e isso acontecerá com as pessoas, com as colheitas e com a disponibilidade de água", disse Neil Adger, da universidade britânica de Exeter – outro cientista que assina o relatório.

Enchentes e ondas de calor estarão entre os principais fatores causadores de mortes de pessoas. Trabalhadores que atuam ao ar livre – como operários da construção civil e fazendeiros – estarão entre os que mais sofrerão. Há também riscos de grandes movimentos migratórios relacionados ao clima, além de conflitos armados.
Quem paga?

Em lugares como a África, as pessoas estarão particularmente vulneráveis. Muitos que deixaram a pobreza nos últimos anos podem voltar a ter condições de vida miseráveis.

Mas o professor Saleemul Huq, outro coautor do relatório, disse que os países ricos não estarão imunes.

"Os ricos terão que se preparar para as mudanças climáticas. Estamos vendo isso agora na Grã-Bretanha, com as enchentes de poucos meses atrás, as tempestades nos Estados Unidos e a seca no Estado da Califórnia", disse Huq.

"Estes eventos são multibilionários, que precisam ser pagos pelos ricos, e existe um limite no que eles podem pagar."

Outro coautor, Chris Field, apontou que existem alguns lados positivos do relatório. Segundo ele, o mundo tem condições de administrar os riscos previstos no documento.

"Aquecimento global é algo muito importante, mas nós temos muitas ferramentas para lidar de forma eficiente com isso. Só é preciso lidar de forma inteligente com isso", diz Field.

Mas um dos problemas que ainda não tem resposta é: quem pagará a conta?

"Não cabe ao IPCC definir isso", disse José Marengo, cientista brasileiro do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que participou das negociações em Yokohama.

"O relatório fornece a base científica para dizer que aqui está a conta, alguém precisa pagar, e com essas bases científicas é relativamente mais fácil ir às negociações da UNFCCC [Convenção Quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas] e começar a costurar acordos sobre quem pagará pela adaptação [do planeta]."

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