O Governo inglês tem um plano de contingência para retirar os seus nacionais de Portugal e Espanha de aviões, barcos e automóveis se o euro colapsar, noticia hoje a imprensa britânica. “Crise na zona euro: Relações Exteriores tem plano de retirada de expatriados” é a manchete do jornal The Daily Telegraph. O jornal afirma que os britânicos que vivem em Espanha e em Portugal “podem ter ajuda do Governo para deixarem os países se a crise na zona euro arrastar os seus bancos” e eles deixarem de “ter acesso às suas contas bancárias”. Segundo o jornal, vivem na Espanha cerca de um milhão de britânicos e 55 mil em Portugal. Ao jornal Sunday Times, o Ministério das Finanças confirmou os planos, mas recusou-se a dar mais detalhes. O Ministério das Relações Exteriores disse ao diário que está se preparando para um “cenário de pesadelo”, com milhares de britânicos sem dinheiro dormindo nos aeroportos e sem meios para chegar em casa.
(DN Globo)
Leia também no blog Criancionismo: “Alunos desmaiam na escola com fome, na Grécia” e “Crise europeia é um risco para todas as economias do mundo, diz FMI”
Nota DDP: Acrescento outro lado possível dessa história em "Será que a China vai quebrar?".
"Espero que tudo isto seja apenas um rompante de alarmismo desnecessário. Mas é impossível deixar de lado a preocupação: o caso da China se parece muito com as quebras que já vimos em outros países. E uma economia mundial já afetada pela bagunça na Europa realmente, definitivamente não precisa de um novo epicentro de crise."
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Crise europeia é um risco para todas as economias do mundo
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, disse nesta segunda-feira (19) que a crise da dívida europeia impõe um risco para "todas as economias do mundo", ao se encontrar com oficiais na Nigéria e sua primeira vista à África no comando da instituição."O que está acontecendo em economias avançadas, particularmente na Europa, é obviamente uma preocupação ao redor do mundo no momento", afirmou Lagarde em reunião com o presidente do Senado da Nigéria, David Mark.
Por causa da severidade da crise e da dificuldade que os europeus têm ao lidar com ela, a crise terá um efeito triplo em todas as economias do mundo, acrescentou Lagarde.
Fonte - G1
A lei de detenção indefinida é aprovada no senado americano
Depois de um vai-e-vem nos últimos dias entre o Senado e a Câmara que rendeu intensas críticas dos norte-americanos tentando manter seus direitos constitucionais, a NDAA para 2012 está agora a caminho da Casa Branca, onde ontem a administração Obama revelou que o presidente não iria vetar a legislação, alterando um comunicado feito por ele mesmo a menos de um mês.
Obama finalmente trouxe a mudança para a América [Yes, We Can], mas não é nada que traga esperança.
Falando perante o Senado, esta tarde, o senador Lindsey Graham (Republicano - Carolina do Sul) disse a seus colegas, "Eu espero que vocês acreditem que a América é parte do campo de batalha". Os Estados Unidos estão em guerra, ele insistiu, e qualquer um que faça oposição ao plano do governo dos EUA vai agora estar sujeito a detenção de estilo militar por tempo indeterminado [...]
Russia Today
NOTA Minuto Profético: Os direitos e as liberdades estão seriamente ameaçados nos EUA. Esta lei que o senado norte-americano acaba de aprovar torna sem validade a 6ª emenda da Constituição Americana, que afirma que nenhum cidadão americano pode ser acusado ou preso sem ter o direito de defesa garantido. Então fica a pergunta: Quanto falta para a 1ª emenda (que garante liberdade de culto e religião) também ser anulada?
"Quando nossa nação, em seus conselhos legislativos, promulgar leis para coagir a consciência dos homens no tocante a seus privilégios religiosos, impondo a observância do domingo e empregando o poder opressivo contra os que guardam o sábado do sétimo dia, a lei de Deus será, para todos efeitos, invalidada em nosso país [EUA]... quando essa terra, por meio de seus legisladores, renunciar aos princípios do protestantismo e der apoio à apostasia papal, falsificando a lei de Deus - então é que será revelada a obra final do homem do pecado". Maranata, p. 177
"Quando nossa nação [EUA] abjurar os princípios de seu governo de tal forma que vote uma lei dominical, nesse próprio ato o protestantismo dará a mão ao papado" Testemunhos para a Igreja, v. 5, p. 712.
"Quando falharem as medidas mais brandas, serão promulgadas as leis mais opressivas. Alegar-se-á que os poucos que se levantam em oposição a uma instituição da igreja e a uma lei do país, não devem ser tolerados". Maranata, p. 186.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Estados Unidos da Europa?
Estaremos presenciando o nascimento dos Estados Unidos da Europa? São espantosas as semelhanças entre as atuais discussões e negociações na Europa e a fundação dos EUA.
A Convenção da Filadélfia de 1787 foi a segunda tentativa dos EUA para uma união continental. Em 1781, os 13 Estados uniram-se respaldados por uma Constituição-tratado que se assemelha aos atuais acordos na Europa. A primeira tentativa dos EUA foram os Artigos da Confederação. Como os tratados da União Europeia, eles garantiam a todo cidadão o direito de se locomover por todos os Estados da confederação e de usufruir de todos os privilégios econômicos em qualquer Estado. Deram origem também a um Congresso unicameral frágil e um Judiciário para solucionar as disputas entre os Estados.
Mas não garantiram poderes independentes de tributação a essa Confederação, impedindo-a de garantir os títulos de guerra emitidos por esses Estado. Como muitos estavam em péssimas condições financeiras, os títulos por eles emitidos perderam consideravelmente seu valor, corroendo a confiança dos investidores europeus em projetos no Novo Mundo. Este foi um dos problemas que impulsionaram o movimento “por uma união mais sólida”.
A Constituição de 1787 conferiu novos poderes à união para cobrar impostos e criar uma instituição análoga ao Banco da Inglaterra. Quando ela entrou em vigor, o governo federal adotou imediatamente medidas para criar um banco nacional e pagar a dívida estatal desvalorizada. O que encerrou a crise de crédito e restabeleceu a credibilidade da república junto aos mercados financeiros europeus.
Mas antes de tudo isso ocorrer, os fundadores da nação defrontaram-se com um problema: enquanto vivessem ligados às leis da Confederação, seria impossível conseguir que a nova Constituição fosse ratificada. Do mesmo modo que os atuais tratados da União Europeia, os artigos da Confederação exigiam um consenso unânime para qualquer revisão de seus termos, e estava muito óbvio que este consenso nunca seria alcançado.
Rhode Island era a Grã-Bretanha da época – este pequeno Estado não cedeu sua soberania para o colosso federal. Os membros do novo tratado da zona do euro não vão atacar a Grã-Bretanha por causa da sua capitulação no estilo de Rhode Island. Mas se o premiê britânico, David Cameron, continuar firme na sua posição, seu veto provavelmente provocará a exclusão de seu país da União Europeia.
O proposto tratado deverá criar um enorme bloco cujos interesses divergem sistematicamente de outros membros, mas que dependerá de um fluxo constante de decisões de apoio ao bloco da parte das instituições da UE, de modo a manter a credibilidade da zona do euro.
Este é um momento em que o governo Barack Obama precisa adotar uma posição diplomática séria. Se não for controlada, a atual dinâmica institucional deve gerar os Estados Unidos da Europa Continental a um preço inaceitável, fragilizando seriamente o Ocidente por um longo tempo no futuro.
BRUCE ACKERMAN, LOS ANGELES TIMES, É PROFESSOR DA YALE UNIVERSITY (EUA)
Fonte - Estadão
Nota DDP: Outra forma de se tentar uma união que profeticamente não ocorrerá (Dn 2)? Outra face da escalada de influência americana na Europa? Há relevância profética? O tempo dirá.
A Convenção da Filadélfia de 1787 foi a segunda tentativa dos EUA para uma união continental. Em 1781, os 13 Estados uniram-se respaldados por uma Constituição-tratado que se assemelha aos atuais acordos na Europa. A primeira tentativa dos EUA foram os Artigos da Confederação. Como os tratados da União Europeia, eles garantiam a todo cidadão o direito de se locomover por todos os Estados da confederação e de usufruir de todos os privilégios econômicos em qualquer Estado. Deram origem também a um Congresso unicameral frágil e um Judiciário para solucionar as disputas entre os Estados.
Mas não garantiram poderes independentes de tributação a essa Confederação, impedindo-a de garantir os títulos de guerra emitidos por esses Estado. Como muitos estavam em péssimas condições financeiras, os títulos por eles emitidos perderam consideravelmente seu valor, corroendo a confiança dos investidores europeus em projetos no Novo Mundo. Este foi um dos problemas que impulsionaram o movimento “por uma união mais sólida”.
A Constituição de 1787 conferiu novos poderes à união para cobrar impostos e criar uma instituição análoga ao Banco da Inglaterra. Quando ela entrou em vigor, o governo federal adotou imediatamente medidas para criar um banco nacional e pagar a dívida estatal desvalorizada. O que encerrou a crise de crédito e restabeleceu a credibilidade da república junto aos mercados financeiros europeus.
Mas antes de tudo isso ocorrer, os fundadores da nação defrontaram-se com um problema: enquanto vivessem ligados às leis da Confederação, seria impossível conseguir que a nova Constituição fosse ratificada. Do mesmo modo que os atuais tratados da União Europeia, os artigos da Confederação exigiam um consenso unânime para qualquer revisão de seus termos, e estava muito óbvio que este consenso nunca seria alcançado.
Rhode Island era a Grã-Bretanha da época – este pequeno Estado não cedeu sua soberania para o colosso federal. Os membros do novo tratado da zona do euro não vão atacar a Grã-Bretanha por causa da sua capitulação no estilo de Rhode Island. Mas se o premiê britânico, David Cameron, continuar firme na sua posição, seu veto provavelmente provocará a exclusão de seu país da União Europeia.
O proposto tratado deverá criar um enorme bloco cujos interesses divergem sistematicamente de outros membros, mas que dependerá de um fluxo constante de decisões de apoio ao bloco da parte das instituições da UE, de modo a manter a credibilidade da zona do euro.
Este é um momento em que o governo Barack Obama precisa adotar uma posição diplomática séria. Se não for controlada, a atual dinâmica institucional deve gerar os Estados Unidos da Europa Continental a um preço inaceitável, fragilizando seriamente o Ocidente por um longo tempo no futuro.
BRUCE ACKERMAN, LOS ANGELES TIMES, É PROFESSOR DA YALE UNIVERSITY (EUA)
Fonte - Estadão
Nota DDP: Outra forma de se tentar uma união que profeticamente não ocorrerá (Dn 2)? Outra face da escalada de influência americana na Europa? Há relevância profética? O tempo dirá.
Responsável do Vaticano reafirma necessidade de reforma da ONU
"O secretário do Conselho Pontifício Justiça e Paz (CPJP), organismo da Santa Sé, defendeu hoje a necessidade de uma “reforma” da ONU e de uma nova “arquitetura económica e financeira internacional”.D. Mario Toso falava no Vaticano, em conferência de imprensa, durante a apresentação da mensagem de Bento XVI para o 45.º Dia Mundial da Paz, dedicada em 2012 ao tema ‘Educar os jovens para a justiça e para a paz’.
No documento, o Papa pede “adequadas modalidades de redistribuição da riqueza, de promoção do crescimento, de cooperação para o desenvolvimento e de resolução dos conflitos”. Para o secretário do CPJP, esta afirmação obriga a “tomar conta das novas exigências do bem comum mundial e da justiça social global”.
O prelado italiano falou das questões suscitadas pelas migrações, a pobreza, a dívida externa, a queda de regimes ditatoriais, a crise financeira, alimentar e ecológica, bem como da “transformação da democracia, num sentido populista, oligárquico”.
Citando a recente nota do CPJP sobre “uma autoridade pública de competência universal”, D. Mario Toso considerou que a comunidade internacional precisa de uma “autoridade política proporcional, articulada em diversos planos”, para poder responder às “exigências de uma justiça social global”.
Presente na conferência de imprensa, o cardeal Peter Turkson, presidente do Conselho Pontifício, aludiu às “manifestações de jovens em quase todas as capitais europeias”, admitindo que 2012 se vai iniciar “num clima de pessimismo e desconfiança”.
Este responsável diz que a mensagem do Papa para o próximo Dia Mundial da Paz, celebrado a 1 de janeiro, contraria uma atitude generalizada de “desespero” e propõe “um novo humanismo, uma nova aliança entre os seres humanos”, para lá uma “lógica tecnicista”. (...)
Fonte: Agência Ecclesia (negritos meus para destaque)
Nota O Tempo Final: Pela enésima vez, lá vem a referência ao "bem comum" que a Igreja de Roma propõe à sociedade. E, desta vez, segue-se a palavra "mundial", o que está perfeitamente de acordo com as suas ambições de alargamento de influência a tudo quanto seja sítio neste planeta onde exista pessoas. Isto é reforçado pela tal "autoridade financeira de competência universal" mencionada e da qual já ouvimos falar.
Repare que, segundo o artigo, os temas abordados por este clérigo foram: migrações, pobreza, dívida externa, queda de regimes ditatoriais, rise financeira, alimentar e ecológica, e transformação da democracia: ou seja, muitos e diferentes temas entre os quaisnão se contam os de âmbito religioso - pudera, neste momento faz-se o diagnóstico ao estado de coisas, o que não é difícil... Quando se forem a apresentar as soluções, logo seremos inundados de religiosidade... (E se acha este ponto sem significado, tenteobservar outros líderes religiosos: eles falam, sim, de religião, e não tanto, ou quase nunca, de outros assuntos...)
Não admira, portanto, a ideia que a comunidade internacional, isto é, todos no mundo,precisam de uma "autoridade politica proporcional". Mas proporcional a quê? Bem, se o texto indica proporcional às necessidades da sociedade, eu sugiro proporcional às próximas exigências católicas.
É evidente que para o Vaticano, não é prejudicial que 2012 se inicie num "clima de pessimismo e desconfiança"; pelo contrário, isso só irá provocar nas pessoas um sentimento de desalento e descredibilidade para com os governantes atuais, de forma a que fiquem sensíveis a alternativas. E nós sabemos que Roma poderá levantar-se como uma bem forte!
Isto é nitidamente demonstrado pela manifestação de que para contrariar esse estado de "desespero", o Papa proporá, no próximo dia 1 de janeiro, um "novo humanismo, uma nova aliança entre os seres humanos".
Nas palavras do pontífice, essa aliança estará além de uma "lógica técnica" - hum, além de técnica, será também... religiosa?
Cá estaremos para saber quais serão essas novidades...
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Crise de dívida europeia está aumentando
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou nesta quinta-feira, 15, que a crise da União Europeia está "aumentando" e requer ação também de países de fora da UE, segundo a rede Bloomberg News.
A "crise não apenas está se desdobrando, mas aumentando", afirmou Lagarde durante evento em Washington.
Segundo Lagarde, o panorama econômico mundial "não é particularmente auspicioso", mas sim "bastante sombrio". "Não é uma crise que será resolvida por um grupo de países tomando ações", destacou. "Ela deve ser resolvida por todos os países, todas as regiões, por países de todas as categorias realmente tomando ações."
Ela pediu "o apoio da comunidade internacional, provavelmente canalizado pelo FMI, organizando a responsabilidade financeira coletiva, a solidariedade fiscal" e também o compartilhamento de riscos para se superar a crise da dívida na zona do euro.
Lagarde disse que, se não houver uma união e a tomada compartilhada de riscos, mas sim o aumento do protecionismo e do isolamento, o quadro será similar ao dos anos 1930, "e o que ocorreu então não é algo que estamos buscando".
Fonte - Estadão
Nota DDP: Creio que nunca na história tivemos tantos assuntos catalizadores e sinais proféticos em alinhamento. Podemos rapidamente enumerar:
- Falsos cristos e falsos profetas, guerras e rumores de guerras, fome, pestes e terremotos;
- Catástrofes naturais de todo tipo;
- Aumento latente da maldade e indiferença do coração humano;
- Devaneio completo em relação a todo tipo de imoralidade sexual;
- Retomada da relevância política do Vaticano no cenário mundial;
- Manutenção da influência americana em todos os campos do conhecimento;
- Várias frentes de debates sobre a relevância do domingo como dia de descanso;
- Busca generalizada pelo alinhamento das religiões;
- Penetração dos fenômenos espiritualistas em todas as esferas da sociedade;
- Aumento galopante do controle sobre as pessoas com a abertura digital;
- Apostasia no seio da Igreja;
- Crises catalizadoras, como econômica, alimentar e ecológica.
Em contrapartida:
- Crescimento das iniciativas para pregação do Evangelho;
- Conscientização da necessidade de reavivamento e reforma;
- União do povo de Deus em busca do Espírito Santo.
Não perca as esperanças, Ele vem!
A "crise não apenas está se desdobrando, mas aumentando", afirmou Lagarde durante evento em Washington.
Segundo Lagarde, o panorama econômico mundial "não é particularmente auspicioso", mas sim "bastante sombrio". "Não é uma crise que será resolvida por um grupo de países tomando ações", destacou. "Ela deve ser resolvida por todos os países, todas as regiões, por países de todas as categorias realmente tomando ações."
Ela pediu "o apoio da comunidade internacional, provavelmente canalizado pelo FMI, organizando a responsabilidade financeira coletiva, a solidariedade fiscal" e também o compartilhamento de riscos para se superar a crise da dívida na zona do euro.
Lagarde disse que, se não houver uma união e a tomada compartilhada de riscos, mas sim o aumento do protecionismo e do isolamento, o quadro será similar ao dos anos 1930, "e o que ocorreu então não é algo que estamos buscando".
Fonte - Estadão
Nota DDP: Creio que nunca na história tivemos tantos assuntos catalizadores e sinais proféticos em alinhamento. Podemos rapidamente enumerar:
- Falsos cristos e falsos profetas, guerras e rumores de guerras, fome, pestes e terremotos;
- Catástrofes naturais de todo tipo;
- Aumento latente da maldade e indiferença do coração humano;
- Devaneio completo em relação a todo tipo de imoralidade sexual;
- Retomada da relevância política do Vaticano no cenário mundial;
- Manutenção da influência americana em todos os campos do conhecimento;
- Várias frentes de debates sobre a relevância do domingo como dia de descanso;
- Busca generalizada pelo alinhamento das religiões;
- Penetração dos fenômenos espiritualistas em todas as esferas da sociedade;
- Aumento galopante do controle sobre as pessoas com a abertura digital;
- Apostasia no seio da Igreja;
- Crises catalizadoras, como econômica, alimentar e ecológica.
Em contrapartida:
- Crescimento das iniciativas para pregação do Evangelho;
- Conscientização da necessidade de reavivamento e reforma;
- União do povo de Deus em busca do Espírito Santo.
Não perca as esperanças, Ele vem!
Comentário ao livro "1844 - Uma Explicação Simples das Profecias de Daniel"
Por alguma razão, até hoje nunca tinha lido na íntegra um importante livro de Clifford Goldstein: "1844 - Uma Explicação Simples das Profecias de Daniel". Embora o tema principal pareça, e seja mesmo, profecia, os raciocínios expostos são fundamentais para definir a nossa própria identidade como Adventistas do Sétimo Dia.Isto porque 1844, melhor dizendo, a interpretação profética que lhe confere valor, está na base de tudo quanto é Teologia e doutrina Adventistas. Ignorá-lo, remetê-lo ao esquecimento, menor relevância ou até mesmo colocá-lo em causa, é o mesmo que renegar a condição de Adventista do Sétimo Dia, perder a razão de existir.
Daí que Clifford Goldstein, no seu estilo habitual, não perca tempo com rodeios: ou percebemos muito bem a implicação profética acerca de 1844, esse momento crítico da nossa história, e estamos prontos a apresentá-lo como fundamento de fé, ou então, simplesmente, algo está muito errado e seremos facilmente derrubados nas nossas fracas convicções.
O autor trata ao pormenor a simbologia profética de Daniel, que pode confundir os menos habituados a lidar com estes temas. Relaciona-a entre si, elabora as exigidas sequências lógicas e segue um rumo que conduz o leitor a um cabal esclarecimento da posição Adventista quanto às profecias de Daniel 2, 7, 8 e 9, com particular ênfase para a das "2.300 tardes e manhãs" (Daniel 8:14).
Com recurso a explicações acerca de palavras que Daniel usou no original hebraico, Goldstein leva o leitor a uma perceção mais exata do significado profético, histórico e cronológico dos eventos apresentados.
Ele dá-nos também uma panorâmica muito concreta de acontecimentos fulcrais à nossa mensagem, tal e qual eles são exibidos e confirmados no texto bíblico. Um exemplo flagrante é a sua explanação acerca não apenas dos tempos mas também das cenas que sucedem no céu, cuja descrição profética entendemos distintamente de qualquer outra denominação.
Mas este não é apenas mais um estudo profético. Antes, é algo que dá razão de existir à Igreja Adventista, que lhe serve de fundamento (não único), sem o qual tudo quanto temos pregado e defendido ao longo da nossa existência perde sentido, desmorona-se totalmente.
Na parte final, são tratadas objetivamente algumas das principais objeções que os nossos detratores nos apontam, relacionadas ao nosso entendimento das profecias de Daniel.
Não pense que estamos perante um estudo erudito apenas acessível às mentes mais inteletuais - bem pelo contrário, este é um livro que qualquer pessoa pode facilmente escrutinar em paralelo estreito com o texto bíblico.
Nota DDP: Querido leitor deste espaço, entendi como importante a transcrição deste texto do irmão Filipe Reis do blog O Tempo Final, tendo em vista que existe entre nós de tempos em tempos um tipo de "canto de sereia", que sob as vestes de "piedade" ataca frontalmente nossas crenças e a revelação que nos foi graciosamente entregue pelo Criador.
Há um crescente de contestação do dom profético entre o povo remanescente, no esforço de diminuí-lo e com isso obviamente anulá-lo, o que também se estende ao assunto em causa.
Leia o post, leia o livro, leia nossas crenças fundamentais. E não se deixe enganar com "novas interpretações".
Não estamos em tempo de "novidades".
Catástrofes provocaram perdas recordes em 2011
Centro de Gerenciamento de Desastres, em Minamisanriku: símbolo da devastação provocada pelo tsunami de 11 de março no JapãoAs catástrofes naturais ou de origem humana provocaram perdas de 350 bilhões de dólares em 2011, um valor recorde, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira pela empresa de resseguros Swiss Re. Com as catástrofes, as seguradoras terão de desembolsar 108 bilhões de dólares em 2011, um valor 2,25 superior ao de 2010, que foi de 48 bilhões de dólares, destaca o relatório da Swiss Re, que explica tratar-se de uma estimativa preliminar. O terremoto seguido de tsunami no Japão, em março, foi a principal catástrofe do ano. Nos 11 primeiros meses do ano, quase 30 mil pessoas morreram nas catástrofes, a maioria delas no Japão. Para o economista chefe da Swiss Re, Kurt Karl, 2011 “permanecerá na memória como um ano marcado por trágicos terremotos, de consequências muito caras”. [...]
(Veja)
Nota Michelson Borges: Em termos de catástrofes “naturais”, 2010 já havia sido pior que 2009. É recorde atrás de recorde. Só não vê quem não quer. E 2012 vem aí... Vem logo, Senhor Jesus![MB]
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
A democracia sob risco
Quando se fala em depressão econômica, a referência é o que aconteceu nos anos 30 em escala mundial, especialmente nos Estados Unidos: profunda paradeira, estancamento do comércio mundial, alto desemprego, quebradeira nos negócios e pânico generalizado.
Os analistas relutam em dar este nome para a crise atual pelos registros funestos que evoca e por remeter às suas consequências, principalmente a 2.ª Grande Guerra. Um importante estudioso das crises financeiras globais, o economista Kenneth Rogoff, da Universidade Harvard, escreveu artigo em agosto que ganhou notoriedade. Nele, prefere chamar o atual colapso econômico de “Segunda Grande Contração”.
Mas há fatores que parecem justificar a relutância em chamar de depressão o que acontece hoje. As bolsas de valores, por exemplo, estão, sim, em relativo estancamento, mas mantêm-se longe de um crash generalizado – como o dos anos 30. Salvo em alguns momentos muito particulares – como durante a quebra do Lehman Brothers, em setembro de 2008 –, não há pânico nos mercados. O comércio mundial está recuando, mas não é uma catástrofe. Os preços das matérias-primas (principalmente das commodities) seguem relativamente altos. Os grandes bancos centrais podem não estar fazendo tudo o que está a seu alcance para reverter a situação, mas vêm atuando como não fizeram nos anos 30. E também não se registram quebras em cadeia de empresas, em parte, porque os Tesouros nacionais também têm agido.
Provavelmente, o fator que parece diferenciar definitivamente o panorama de hoje do prevalecente na década de 1930 é o bom desempenho das economias emergentes da Ásia, com destaque para China e Índia. Naquele período, o maior país emergente eram os Estados Unidos, que estavam prostrados. Desta vez, as economias em desenvolvimento (e o Brasil continua lhes fazendo companhia) mostram surpreendente grau de imunidade à peste.
Krugman está preocupado sobretudo com o acirramento das tendências autoritárias na Europa, em boa dose, decorrente do desvanecimento do sonho de um continente unificado.
Não há um Hitler a caminho, admite o economista. No entanto, partidos de extrema direita ganham repentino respaldo político com as massas desempregadas e espalham discursos xenófobos por toda a Europa, com maior intensidade na Áustria, na Finlândia e na Hungria.
Paira no ar outra síndrome politicamente desintegradora, não mencionada por Krugman. Trata-se do atual endividamento insuportável dos Estados soberanos da Europa cujo tratamento está exigindo mais austeridade e sacrifícios e menos crescimento econômico. A enorme dívida imposta à Alemanha pelo Tratado de Paz de Versalhes (1919) foi justamente o caldo de cultura que gerou o nazismo e tudo o que veio com ele. O maior risco vai por aí.
(...)
Fonte - Estadão
A religião molda as leis em Washington
Washington é a capital dos lobbistas. Diz-se que o termo surgiu no saguão [lobby] do Hotel Willard de Washington durante a presidência de Ulysses Grant (1822-1885). Depois de uma longa jornada de trabalhos no Salão Oval, Grant costumava ir à pé ao Willard, situado próximo a Casa Branca, para tomar um conhaque e fumar um charuto. Muitas pessoas se dirigiam ao saguão [lobby] do hotel para tentar influenciar o presidente, daí que foram chamados lobbistas.Os lobbistas tem inclusive uma rua na capital, onde se concentra a maior parte dos grupos de pressão: a rua "K", que se converteu em um símbolo de seu poder. Este ano há 12.220 lobbistas federais registrados na capital, pouco menos que os 12.941 de 2010 e os 14.861 de 2007, segundo a ONG Center for Responsive Politics.
A industria farmacêutica, os bancos, os fabricantes de armamentos, as imobiliárias, as seguradoras, as construtoras e também os grupos religiosos gastam cada ano milhões de dólares para tentar influenciar o Congresso, o Pentágono e a Casa Branca. No conjunto, os lobbies gastarão este ano 2,45 bilhões de dólares para influenciar a agenda política de Washington, segundo os dados da ONG.
Nos últimos anos se tem registrado um aumento significativo dos lobbies religiosos ativos no Capitólio e na Casa Branca. Embora façam parte do panorama político de Washington desde o séc. XIX, seu número multiplicou-se por cinco nas últimas décadas, passando de 40 em 1970, a mais de 200 na atualidade, segundo um recente estudo do Pew Research Center.
Os lobbies religiosos gastam cerca de 390 milhões de dólares por ano para influenciar a política norte-americana: em questões nacionais como o aborto, a pena de morte, o casamento homossexual, a investigação com células-tronco ou as relações entre Igreja e Estado e questões internacionais, como a promoção dos direitos humanos, a paz e a democracia.
Milhares de lobbistas religiosos trabalham na região de Washington. Para influenciar a política organizam campanhas públicas, fazem petições, escrevem cartas aos congressistas, realizam campanhas na internet, participam em manifestações ou depõem perante o Congresso.
Allen Hertzke, professor de Ciências Políticas da Universidade de Oklahoma e autor do estudo, se mostra "surpreendido pelo número de grupos, seu tamanho e seu orçamento, assim como a grande diversidade e amplitude de assuntos de suas agendas. O lobbismo religioso é agora permanente e de um tamanho considerável no cenário político de Washington".
Cerca de 19% dos lobbies religiosos que procuram influenciar em Washington são católicos romanos, 18% evangélicos, 12% judeus e 8% pertencem a outras igrejas protestantes, segundo declara o documento. Os grupos de pressão católicos, protestantes e judeus são os mais numerosos (124 grupos no total), já que somados constituem 58% dos grupos religiosos que fazem lobby na capital [...]
Fonte - Minuto Profético
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