Um terremoto de 6,2 graus na escala Richter sacudiu nesta terça-feira a costa leste do Japão, mas por enquanto não há informações sobre vítimas nem foi lançado um alerta de tsunami, informou a Agência Meteorológica japonesa.
Segundo o organismo, o tremor foi registrado às 15h22 locais (4h22 de Brasília) com epicentro a pouca profundidade no mar em frente à província de Ibaraki, no litoral oriental do arquipélago.
Na escala japonesa fechada de 7 graus, centrada mais no alcance que na intensidade do tremor, o terremoto foi sentido com grau 3 em várias cidades, entre elas Fukushima, capital da província de mesmo nome.
Por enquanto, não foram divulgadas anomalias na acidentada central de Daiichi, situada nessa região, que ficou gravemente danificada pelo terremoto de 9 graus e o posterior tsunami que assolou o nordeste do Japão em março do ano passado.
O tremor também alcançou uma intensidade 3 na escala japonesa em cidades como Iwaki, também em Fukushima, e Mito, na vizinha província de Ibaraki.
Em alguns distritos de Tóquio, o sismo foi sentido com intensidade entre 1 e 2 graus na escala japonesa, segundo a Agência Meteorológica.
O Japão está situado sobre o chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma das zonas sísmicas mais ativas do mundo, pelo que os sismos ocorrem com relativa frequência, embora na maioria dos casos sem graves consequências.
Em março do ano passado, no entanto, o forte terremoto de 9 graus na escala Richter que sacudiu o nordeste do país provocou um devastador tsunami que deixou mais de 19 mil vítimas, entre mortos e desaparecidos, e causou o pior acidente nuclear desde o de Chernobyl.
Fonte - Folha
Nota DDP: Ver também "Sismo abalou norte da Grécia".
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
"Como folhas de outono..." #28
O REINO DE DEUS NÃO PARA DE DAR SEUS SINAIS.
Mas ainda não é o bastante. É preciso mais.
O + é o sinal da transformação.
O + é o sinal da esperança,
que toca o coração de quem
doa e de quem recebe.
No Reino,
menos é +
multiplicar é +
dividir é +
+ Reino, + sinais
+ sinais, + Reino
+ do Reino em nós,
+ de nós no Reino.
ONDE HOUVER UM + LÁ ESTARÁ UM SINAL DO REINO
1) (30.10.2011) + Generosidade
2) (06.11.2011) + Pão
3) (13.11.2011) + Humanidade
4) (20.11.2011) + Igualdade
5) (27.11.2011) + Compaixão
6) (04.12.2011) + Vida
7) (11.12.2011) + Esperança
Fonte - Igreja Batista de Água Branca (Pr. Ed René Kivitz)
Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor.
Soli Deo Gloria
Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
Outras programações:
Séries "Como folhas de outono..."
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Religiões podem garantir a estabilidade mundial
Nova Iorque (RV) - As religiões têm o potencial para promover a paz e estabilidade global. Foi o que disse o Presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Nassir Abdulaziz Al-Nasser nesta terça-feira ao final da Semana Mundial da Harmonia Interreligiosa, em Nova Iorque.
No encontro, que reuniu representantes de diferentes confissões religiosas, o embaixador Al-Nasser disse que as religiões e as Nações Unidas têm muito em comum.
“Essas semelhanças incluem o respeito pelos direitos humanos – como foi marcado na Declaração Universal dos Direitos Humanos – a afirmação de igual valor de todos os seres humanos e a importância da compaixão e serviço ao próximo e as aspirações universais pela paz”.
Fonte - Radio Vaticano
No encontro, que reuniu representantes de diferentes confissões religiosas, o embaixador Al-Nasser disse que as religiões e as Nações Unidas têm muito em comum.
“Essas semelhanças incluem o respeito pelos direitos humanos – como foi marcado na Declaração Universal dos Direitos Humanos – a afirmação de igual valor de todos os seres humanos e a importância da compaixão e serviço ao próximo e as aspirações universais pela paz”.
Fonte - Radio Vaticano
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Especialistas alertam para risco de conflito entre Israel e Irã
Distinguir os limites entre guerra psicológica e planos reais do governo israelense de atacar o Irã é uma tarefa difícil. Especialistas acreditam na possibilidade de um ataque e alertam para o risco de um conflito real.
O Irã já movimentou tropas em terra e ameaça com retaliações, caso Israel ataque mesmo o país. O presidente norte-americano, Barack Obama, tentou acalmar os ânimos: "Não acredito que Israel já tenha tomado uma decisão", disse ele no último domingo (05/02), na tentativa de encontrar uma solução diplomática para o conflito entre os dois países.
O mais recente debate sobre um possível ataque israelense a uma usina nuclear iraniana foi desencadeado por um artigo publicado pelo New York Times. Ronen Bergman, considerado um dos jornalistas israelenses mais bem informados, escreveu: "Depois de conversar com diversos políticos israelenses do alto escalão, bem como com autoridades militares e do serviço secreto, passei a acreditar que Israel vai atacar o Irã ainda em 2012". A seguir, o Washington Post escreveu sem ser contestado que o secretário norte-americano de Defesa, Leon Panetta, acredita que haverá um ataque entre abril e junho deste ano.
"O secretário de Defesa dispõe de fontes melhores do que eu", acrescentou Bergman. O jornalista parte do princípio de que o programa nuclear iraniano vá, nos próximos nove meses, chegar ao ponto de se tornar "imune" a ataques. Com isso, aumentaria a pressão de uma decisão em breve a respeito. Pois, para o governo israelense, o armamento nuclear do arqui-inimigo é um pesadelo em termos de política de segurança.
Os líderes iranianos conclamam regularmente a destruição do que chamam "complexo sionista", despertando em Israel temores de um novo Holocausto. Além disso, Teerã apoia abertamente grupos radicais islâmicos, como o Hisbolá. Bergman cita o ministro israelense da Defesa, Ehud Barak, em suas afirmações de que um Irã com armas nucleares poderia "limitar definitivamente nosso leque de operações" no combate aos grupos radicais.
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Fonte - Terra
Nota DDP: Veja também "Irã ameça atacar alvos americanos em todo mundo".
O Irã já movimentou tropas em terra e ameaça com retaliações, caso Israel ataque mesmo o país. O presidente norte-americano, Barack Obama, tentou acalmar os ânimos: "Não acredito que Israel já tenha tomado uma decisão", disse ele no último domingo (05/02), na tentativa de encontrar uma solução diplomática para o conflito entre os dois países.
O mais recente debate sobre um possível ataque israelense a uma usina nuclear iraniana foi desencadeado por um artigo publicado pelo New York Times. Ronen Bergman, considerado um dos jornalistas israelenses mais bem informados, escreveu: "Depois de conversar com diversos políticos israelenses do alto escalão, bem como com autoridades militares e do serviço secreto, passei a acreditar que Israel vai atacar o Irã ainda em 2012". A seguir, o Washington Post escreveu sem ser contestado que o secretário norte-americano de Defesa, Leon Panetta, acredita que haverá um ataque entre abril e junho deste ano.
"O secretário de Defesa dispõe de fontes melhores do que eu", acrescentou Bergman. O jornalista parte do princípio de que o programa nuclear iraniano vá, nos próximos nove meses, chegar ao ponto de se tornar "imune" a ataques. Com isso, aumentaria a pressão de uma decisão em breve a respeito. Pois, para o governo israelense, o armamento nuclear do arqui-inimigo é um pesadelo em termos de política de segurança.
Os líderes iranianos conclamam regularmente a destruição do que chamam "complexo sionista", despertando em Israel temores de um novo Holocausto. Além disso, Teerã apoia abertamente grupos radicais islâmicos, como o Hisbolá. Bergman cita o ministro israelense da Defesa, Ehud Barak, em suas afirmações de que um Irã com armas nucleares poderia "limitar definitivamente nosso leque de operações" no combate aos grupos radicais.
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Fonte - Terra
Nota DDP: Veja também "Irã ameça atacar alvos americanos em todo mundo".
Domingo sem trabalho
Em tempos de crise financeira e econômica, quando mais e mais direitos sociais e empregos estão sob pressão, o "Domingo sem trabalho" é uma demonstração clara e visível que as pessoas e as nossas sociedades não são somente dependentes do trabalho e da economia.Acreditamos que todos os cidadãos da União Européia têm direito a beneficiar-se de horários de trabalho decentes que, por uma questão de princípio, exclui trabalhar altas horas da noite, a noite toda, nos feriados ou aos domingos. Somente os serviços essenciais devem funcionar aos domingos.
Hoje, a legislação e as práticas já em vigor na UE e nos Estados-Membros precisam ser mais protetoras da saúde, segurança e dignidade de todos e deveriam mais assertivamente promover a conciliação da vida profissional e familiar. Acreditamos que a coesão social para a cidadania européia deveria ser reforçada.
Portanto, a Aliança convida todos os membros, os defensores e todos os cidadãos para tornar visível nossa necessidade comum no domingo 4 de março de 2012!
Há Alianças do Domingo em alguns Estados-Membros da UE as quais possuem essa tradição por vários anos. Qualquer ação ou discussão política que você desejar organizar caberá a cada organização decidir. A visibilidade deste Domingo especial não dependerá apenas de um "grande evento", mas também de idéias e projetos inovadores que reflitam a cultura local e as tradições da UE. E essa ideia de um Dia Europeu ligado a um Domingo sem trabalho pode crescer a cada ano.
Fonte: European Sunday Alliance
NOTA Minuto Profético: "Muitos há, mesmo entre os que se empenham neste movimento em favor da imposição do domingo, que se acham cegos aos resultados que virão após essa ação. Não vêem que golpeiam diretamente a liberdade religiosa. Muitos existem que jamais compreenderam as reivindicações do sábado bíblico e o falso fundamento sobre o qual repousa a instituição do domingo. Qualquer movimento em favor da legislação religiosa é realmente um ato de concessão ao papado, que por tantos séculos tem constantemente guerreado contra a liberdade de consciência. A observância do domingo deve sua existência como assim chamada instituição cristã, ao 'mistério da iniquidade'; e sua imposição será o virtual reconhecimento dos princípios que são a pedra angular do catolicismo". Testemunhos para a Igreja, v. 5, p. 711.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Sua privacidade e as novas regras do Google
Ao passo em que aprimora sua gestão de informações, o Google passa a ter um dossiê global e integrado de cada usuário de internet. Preocupa, concorda?Todos estão recebendo e-mails, popups e alertas do Google sobre sua nova “Política de Privacidade”. A partir de primeiro de março, usuários que continuam usando os serviços tacitamente declaram concordância com as novas regras impostas pelo provedor de serviços. Longe das declarações superficiais, apaziguadoras e que nunca dizem toda a verdade, por parte dos representantes do Google, é hora do cidadão saber realmente como ficará sua privacidade.
Se você acha que esta informação é dispensável, talvez não tenha percebido o valor deste direito, o direito de proteção dos dados pessoais, o direito de estar só, de não ser rastreado ou ter padrões, comportamentos privados e hábitos logados a cada passo que se dá no mundo virtual.
Primeiramente, na verdade, nada é para melhorar a “comodidade dos internautas”.
Você realmente acredita nisso? O fato é que hoje, além da política de privacidade geral, alguns serviços do provedor tinham regras próprias, adicionais. Com a nova política, estas regras (aproximadamente 60) ficam agrupadas em uma única regra. E o que tem de mal?
Ao unificar as políticas, o Google também cria o permissivo para utilizar o que já estruturou antes de consultar o cidadão: um grande centro de mineração de dados, um poderoso cérebro de cruzamento, que agora agrupará informações de todos os serviços, antes separados, isolados.
Quais os efeitos? Um cidadão que tenha uma conta de e-mail Gmail quebrada por determinação da Justiça, como os dados agora são coletados como um todo, poderá ver sua privacidade em outros serviços (Blogger, Orkut, Docs, etc.) quebrada. Não há garantias que diante desta nova política, não fique mais fácil a autoridades e interessados obter dados além dos necessários para uma investigação ou repressão de um ato ilícito.
Imagine que você faz uma pesquisa relacionada à sexualidade no buscador – neste momento YouTube e Gmail são influenciados por esta busca; no Orkut ou Google+ perfis de vendas de produtos eróticos lhe enviam mensagens. Como se livrar deste rastro?
Você está a caminho de uma reunião. O tráfego parece estar piorando. Um texto surge: “Você vai se atrasar, pegue a próxima saída para a rota alternativa”.
Você realmente deseja esta facilidade proposta pelo Google? Pois bem, para isso acontecer, considere que o Google bisbilhotou a localização de seu celular Android e além disso fuçou no seu Calendar, para saber para onde você ia e quais seus compromissos!
Segundo a revista ScientificAmerica, teríamos também um problema grave de integração de dados entre contas diferentes. Imagine que você tem uma conta pessoal (usada para diversão) e outra profissional? Você gostaria de ter a integração entre ambas, relacionamentos, contatos, termos pesquisados? Pense bem…
A revista vai além e explica que mais um problema futuro seria o descobrimento dos usernames, pois Google+ solicita nomes reais e outros serviços como YouTube não. A partir de 01 de março, em tese, seu nome real poderia aparecer em todos os seus produtos Google. Legal?
Ao passo em que aprimora sua gestão de informações, passa a ter um dossiê global e integrado de cada usuário de Internet, com cabeçalhos HTTP, IPs, localização geográfica, termos procurados, sua agenda do Calendar, conversas do Gtalk, documentos do Docs, etc. etc. Imagine tudo isto integrado, nas mãos das pessoas erradas?
Cada serviço do Google tem sua característica o que demanda proteções adicionais de privacidade. Não se pode, em prejuízo do princípio da especificidade (ou especialidade), conceder a serviços distintos regras idênticas. Cada dado deve ser coletado para finalidade específica. Agora, crio um simples e-mail e dou o direito ao Google de usar estes dados em todos os seus outros serviços? Sim! Não existe finalidade! E aliás, esta unificação parte do baseline mais protetivo a privacidade ou mais aberto? Com certeza do mais aberto. Pegue o serviço do Google que mais lhe dá direitos em relação a dados de usuários, unifique a todos os demais e pronto, estamos oferecendo “comodidade, facilidade aos internautas”.
Não se trata de comodidade, mas de estratégia para anúncios focados, para lucrar com seus dados.
Igualmente, é obscura a declaração da Privacy Officer do Google de que “os governos requisitaram regras menores e mais simples em relação à privacidade”. Fica clara a intenção, favorecer quebras de sigilo, investigações e anúncios publicitários.
E para o usuário o que resta? Não fazer login? Ignorar sua privacidade rumo a “novas experiências”. Não! Cabe ao Google nos dar o direito de escolhermos e desativarmos a combinação, conexão e intercâmbio de informações. Lembrando que pelo anteprojeto de lei de proteção de dados pessoais, toda a combinação de informações deve ser previamente e expressamente autorizada pelo usuário, que aliás poderá revogá-la a qualquer momento.
Não devemos buscar somente o direito de desligar anúncios, mas de desligar esta correlação de informações. Não devemos buscar o direito de limpar o histórico, mas efetivamente limpar os registros dos servidores do provedor…
O cidadão que quiser, por exemplo, manter dados desvinculados entre os serviços, segundo o Google só teria duas saídas, ou não fazer login ou criar novas contas. Imagine-se com uma conta para cada serviço?
É hora de buscarmos nossos direitos inerentes à privacidade digital, como os de poder peticionar e conhecer realmente cada informação que o provedor coleta sobre nós, o de realizar as chamadas “auditorias de privacidade” e principalmente o de “opt-out” de mudanças suspeitas nas regras do jogo, como a presente.
Nos Estados Unidos, um bom exemplo, os republicanos Ed Markey e Joe Barton já solicitaram à Federal Trade Comission (FTC) a investigação das violações à privacidade estampadas pela nova política (veja carta), zelando, efetivamente, pelos direitos dos usuários.
Então me desculpe, mas não vejo benefício algum na política do Google, a não ser para aqueles ávidos em conhecer o que fazemos – anunciantes, empresas, governo e o próprio Google, que terá mais tráfego em seus serviços.
Você pode até pensar, “Ora, mas o Google já faz isso faz tempo!” Ok, mas agora passa a legitimar seus atos, em uma política em que, ou você concorda ou está praticamente fora da Internet. Precisamos de figuras que também defendam nossa privacidade no Congresso. Pense e veja se não é hora de exigir de nossos congressistas maior atenção a estes temas e aos nossos direitos.
Aliás, para nós, nossos direitos, para o Google, “ideias erradas”. Pense bem antes de colocar seus dados nesta teia. Ou realmente você acredita que oferecer lembretes de sua reunião é mais importante do que seus dados e seu sagrado direito à privacidade?
Continue achando que o que é de graça não se questiona. Não há nada de graça – o preço de tudo isso são seus dados pessoais, o rastreamento da sua vida. Em síntese, como bem disse Jeff Chester, um cão de guarda da privacidade, diretor do Centro de Democracia Digital, a partir de primeiro de março receberemos uma “camisa de força digital”, forçados a compartilhar informações pessoais, sem defesa.
Até quando a destruição de nosso direito a privacidade será coberto pelo falso manto da “otimização da experiência do usuário”? Não queremos novas experiências impostas, mas liberdade para construí-las, quando bem nos convier.
Fonte - UOL
Nota DDP: Creio que o artigo deveria ser lido com bastante cuidado. Primeiro os dados foram coletados de forma dispersa, agora serão unificados. Enquanto forem usados para venda de produtos/serviços (?!) tudo bem (?!), mas certamente não irá parar por aí.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
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