sexta-feira, 15 de junho de 2012

"Como folhas de outono..." #29

Semana de Oração dirigida pelo Pastor Ranieri Sales, tendo como tema "O Profeta Elias". Meditações mais do que importantes, indispensáveis para o nosso tempo.

Ranieri Sales nasceu em Catende, uma pequena cidade do interior de Pernambuco e cresceu no ABC Paulista (Mauá). Casado com Mara Núbia Sales, pai de Rennan e Renata.

Graduado e Mestrado em Teologia pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo (UNASP). Em seus 20 anos de ministério pastoral, atuou como líder de jovens, evangelista e conselheiro ministerial no Brasil e América do Sul.

Atualmente é Pastor da Igreja do UNASP/Engenheiro Coelho.

1) - Começo dramático
2) - Elias e a viúva de Serepta

3) - Dê e receba mais

4) - O profeta do Senhor e servo do rei

5) - O desafio do Carmelo

6) - Do outro lado do nada

7) - Que fazes aqui

8) - O fim da história

Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

Nota DDP: Acesse as outras séries "Como folhas de outono..."

terça-feira, 12 de junho de 2012

Ajuda à Espanha é um passo para união bancária

O pacote de ajuda de até € 100 bilhões (US$ 125 bilhões) para os bancos da Espanha é apenas o primeiro passo em direção a uma união bancária na zona do euro, afirmou nesta terça-feira o ministro das Finanças da França, Pierre Moscovici.

Moscovici disse que os eventos das próximas semanas, incluindo as eleições legislativas na Grécia e na França na semana que vem e a cúpula de líderes europeus no final de junho, serão decisivas para o futuro da Europa.

"O que nós fizemos para a Espanha foi uma ação convincente, mas ainda precisamos ir mais longe", disse o ministro à rádio Europe 1.

"Este é o momento em que os europeus têm que definir as bases para definitivamente consolidar o euro em termos políticos, orçamentários e sociais", acrescentou ele.

O presidente socialista da França, François Hollande, que assumiu o gabinete no mês passado, demonstrou o apoio do país por uma "união bancária" na Europa, o que criaria um regulador financeiro comum, uma garantia única de depósito e um fundo de capitalização para os bancos.

Hollande é mais aberto à ideia de ceder soberania a instituições europeias a fim de proteger o euro do que seu predecessor conservador Nicolas Sarkozy, mas enfrenta uma luta difícil para convencer os franceses, muitos dos quais estão insatisfeitos com os grandes custos dos resgates e o alto desemprego.

Fonte: Folha de São Paulo

NOTA Minuto Profético:
"Consolidação política" do euro é o mesmo que "cimentar a união política" da Europa. Desde a implantação do euro esse é o objetivo final. A profecia de Daniel 2 já revelou que esse objetivo jamais seria alcançado até a Volta de Jesus...

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Um novo resgate aos bancos

Nossa... Mais um resgate a bancos, desta vez na Espanha. Quem poderia ter previsto?

A resposta, claro, é "todo mundo". Na verdade, essa história toda começa a parecer uma cena de comédia: uma vez mais a economia está tropeçando, o desemprego dispara, os bancos se encrencam, os governos correm em socorro -mas de algum modo apenas os bancos são beneficiados pelo resgate, e não os desempregados.

É bom esclarecer que os bancos espanhóis de fato precisavam de resgate. A Espanha estava claramente à beira de um ciclo destrutivo, um processo bem conhecido sob o qual preocupações quanto à solvência dos bancos os forçam a vender ativos, o que causa queda nos preços dos ativos e assim gera ainda mais preocupação quanto à solvência das instituições. Os governos têm a capacidade de impedir que esses ciclos se desenvolvam por meio de injeções de capital; mas no caso a solvência do governo espanhol está em questão, e por isso o dinheiro precisa vir de um fundo europeu mais amplo.

Portanto, não há nada de necessariamente errado quanto ao mais recente resgate (se bem que muita coisa dependa dos detalhes). O que espanta, porém, é que no exato momento em que os líderes europeus estavam montando esse pacote de socorro estavam também sinalizando fortemente que não têm a intenção de mudar as políticas que conduziram quase um quarto dos trabalhadores espanhóis ao desemprego -o que sobe a mais de 50% entre os jovens.

O mais importante é que na semana passada o Banco Central Europeu se recusou a cortar as taxas de juros. Era uma decisão previsível, mas isso não deveria nos levar a ignorar que se trata de uma escolha profundamente bizarra. O desemprego na zona do euro disparou, e todos os indicadores apontam para uma nova recessão no continente. Enquanto isso, a inflação está em queda e as expectativas do mercado quanto à inflação futura despencaram. Sob as regras usuais de política monetária, a situação exigiria um corte agressivo nos juros. Mas o banco central se recusa a agir.

E não estou nem incluindo no cômputo o risco crescente de um racha no euro. Há anos a Espanha e os demais países em crise vêm ouvindo que só podem se recuperar por meio de uma combinação de austeridade fiscal e "desvalorização interna", o que significa basicamente um corte de salários. Agora está completamente claro que essa estratégia funcionará sem forte crescimento e, sim, uma dose moderada de inflação no "núcleo" europeu, especialmente a Alemanha -o que oferece motivação adicional para manter baixos os juros e imprimir muito dinheiro. Mas o banco central se recusa a agir.

Enquanto isso, autoridades governamentais vêm afirmando que austeridade e desvalorização interna funcionariam, desde que as pessoas acreditassem de verdade que são necessárias.

Considere, por exemplo, o que Jörg Asmussen, representante alemão no conselho executivo do Banco Central Europeu, acaba de declarar na Lituânia, que se tornou o grande exemplo de um programa de austeridade supostamente bem sucedido. (Até recentemente, o modelo era a Irlanda, mas a economia irlandesa continua recusando a se recuperar.) "A diferença essencial entre, digamos, a Lituânia e a Grécia", afirmou Asmussen, "está no grau de aceitação nacional do programa de ajuste -não apenas pelas autoridades do país mas entre a população em geral".

É o modelo Darth Vader de política econômica. Asmussen na verdade está dizendo aos gregos que "sua falta de fé me perturba".

Oh, e o suposto sucesso da Lituânia consiste de um ano de bom crescimento depois de um declínio digno da Grande Depressão nos três anos precedentes. Crescer 5,5% é de fato bem melhor que nada. Mas vale recordar que a economia dos Estados Unidos cresceu quase o dobro disso -10,9%!- em 1934, ao se recuperar do pior momento da Grande Depressão. No entanto, a Depressão estava longe de encerrada.

Se somarmos todos esses elementos, o quadro é o de uma elite política europeia sempre pronta a entrar em ação em defesa dos bancos mas completamente indisposta a admitir que suas políticas estão fracassando em socorrer o povo a que a economia supostamente deve servir.

Mas será que nossa situação é muito melhor? A perspectiva de curto prazo dos Estados Unidos é menos sombria que a da Europa, mas as projeções do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), indicam inflação muito baixa e desemprego muito elevado pelos próximos anos -exatamente as condições sob as quais o Fed deveria estar entrando em ação para estimular a economia. Mas o Fed não se mexe.

O que explica essa paralisia transatlântica diante do desastre econômico e humano que continua a se desenrolar? A política certamente é parte da explicação -não importa o que digam os dirigentes do Fed, eles foram claramente intimidados pela advertência de que adotar uma política expansiva seria visto como socorro ao presidente Barack Obama. Outro fator é uma mentalidade que vê o sofrimento econômico como redentor, algo que um jornalista britânico certa feita definiu como "sado-monetarismo".

Quaisquer que sejam as raízes profundas dessa paralisia, está se tornando mais claro que será necessária uma completa catástrofe para gerar ação política que vá além do resgate aos bancos. Mas não se desespere: ao ritmo atual, especialmente na Europa, a catástrofe pode estar bem próxima. 

Fonte - Folha

Superbactéria de gonorreia se espalha pela Europa

As cepas de uma superbactéria de gonorreia foram responsáveis por quase um em cada dez casos da doença sexualmente transmissível em 2010, mais do que o dobro da taxa do ano anterior, disseram autoridades sanitárias nesta segunda-feira (11).

As cepas resistentes a drogas também estão se espalhando pelo continente, advertiram as autoridades. Elas foram encontradas em 17 países europeus em 2010, sete a mais do que no ano anterior.

A gonorreia foi a segunda DST (doença sexualmente transmissível) mais comum na Europa em 2010, com mais de 32 mil infecções, indicaram dados do ECDC (Centro Europeu para Prevenção e Controle de Doenças, na sigla em inglês), com sede em Estocolmo.

Embora a clamídia seja a DST mais registrada, com mais de 345 mil casos, o diretor do ECDC ressaltou que a gonorreia apresenta uma "situação crítica".

Marc Sprenger afirmou que o aumento dos casos de cepas de superbactérias indica que há o risco de a gonorreia se tornar uma doença sem tratamento no futuro próximo.

A proporção de casos de gonorreia com resistência ao antibiótico recomendado para tratar a doença, a cefixima, subiu de 4% em 2009 para 9% em 2010.

O relatório do ECDC segue-se à advertência da OMS (Organização Mundial da Saúde) de que as formas intratáveis da gonorreia resistente a drogas estão se disseminando pelo mundo.

A gonorreia é uma infecção bacteriana que, se deixada sem tratamento, pode provocar doença inflamatória pélvica, gravidez ectópica, morte fetal, infecções oculares graves em bebês e infertilidade em homens e mulheres.

Ela é uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns do mundo e é mais prevalente no sul e sudeste asiático e na Ásia Subsaariana.

Apenas nos Estados Unidos estima-se que o número de casos por ano seja de cerca de 700 mil, de acordo com o CDC (Centro para Controle e Prevenção de Doenças).

O surgimento da gonorreia resistente a drogas é causado pelo acesso não regulamentado e pelo uso excessivo de antibióticos, que ajuda a alimentar mutações genéticas da bactéria.

"Especialistas em saúde pública e médicos devem estar cientes da situação crítica atual e ficar vigilantes para fracassos do tratamento", disse Sprenger em um comunicado.

Os especialistas afirmam que a melhor maneira de reduzir o risco de desenvolver uma resistência ainda maior --além da necessidade urgente de desenvolver drogas novas --é diagnosticar a doença de forma precisa e rápida e tratá-la com combinações de dois ou mais tipos de antibióticos ao mesmo tempo.

Fonte - Folha

Liberdade na internet está sob ataque

O criador do movimento software livre, Richard Stallman, participou [na] segunda-feira (4), no Palácio Piratini, do lançamento da 13ª edição do Fórum Internacional Software Livre, que será realizada de 25 a 28 de julho, no Centro de Eventos da PUC-RS, em Porto Alegre. Em um ato que contou com a presença do governador Tarso Genro, Stallman falou sobre as crescentes ameaças à liberdade na sociedade digital. [...] A fala de Richard Stallman foi marcada por graves advertências acerca das crescentes restrições na internet. Para o criador do Projeto GNU, iniciado em 1983 nos Estados Unidos, coisas muito sérias estão acontecendo na sociedade digital. “A inclusão digital pode ser uma coisa muito boa ou muito ruim. Depende de onde a sociedade será incluída. O que vemos hoje é que a liberdade está sendo atacada de várias maneiras. Talvez tenhamos que diminuir um pouco a nossa inclusão para preservar as nossas liberdades”, sugeriu.

Após um período de euforia e liberdade, os usuários da internet devem começar a se policiar, pois tudo o que fazem está sendo gravado e classificado. A palavra “tudo”, aqui, não é força de expressão. É “tudo” mesmo. Stallman citou os casos do Facebook, do Google e do Google Analytics como exemplos de um sistema de vigilância que está sendo feito em vários níveis. O mais perigoso, defendeu, é aquele controlado pelos governos.

“Grandes empresas privadas como Amazon, Microsoft, Apple e grandes empresas de telefonia também têm seus sistemas de vigilância. Nós podemos controlar isso usando software livre, por exemplo. Mas quando se trata de governos, a situação é mais complicada. Na Inglaterra, há um sistema que diz onde está cada automóvel do país pelo controle da placa. É algo que Stálin não teve, mas que gostaria de ter”, brincou.

Durante a sua fala, Stallman anunciou, em tom de lamento, que [na terça-feira visitou] a Argentina pela última vez em virtude de um sistema de gravação das impressões digitais de todas as pessoas que entram ou saem do país. “Será meu último voo para a Argentina. Algumas coisas não podem ser toleradas. O Estado não pode saber tudo sobre todos. A polícia secreta da União Soviética não tinha esse controle sobre a vida das pessoas”, protestou o fundador da Free Software Foundation, que acrescentou: “Numa sociedade livre, não pode ser fácil para a polícia saber tudo sobre todas as pessoas. Se for fácil, então não estaremos vivendo em uma sociedade livre.” [...]

(Carta Maior)

Nota Michelson Borges: Stallman provavelmente nem imagine quão proféticas são suas palavras...

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Bispo defende «valorização do Domingo» para contrariar crise espiritual

Viseu, 08 jun 2012 (Ecclesia) – O bispo de Viseu diz que só a revitalização da vivência cristã e particularmente do Domingo, ponto alto da relação com Deus e o próximo, poderá contrariar a crise espiritual que atinge atualmente Portugal e a Europa.

Para D. Ilídio Leandro, “os resultados dos inquéritos feitos nos últimos tempos”, que apontam para um “decréscimo acentuado da relação com a prática cristã”, devem suscitar na Igreja Católica um esforço renovado de evangelização, que permita antes de mais a “valorização do Domingo” como “dia do Senhor” e ocasião de “festa” comunitária e de “família”.

O prelado deixou este alerta durante a celebração da solenidade do Corpo de Deus, esta quinta-feira em Viseu, numa homilia transmitida aos fiéis e enviada à Agência ECCLESIA.

Segundo aquele responsável, a primeira condição para transformar o Domingo numa referência cristã, no meio da sociedade, é fazer daquele dia um tempo privilegiado de “fé” e de “celebração comunitária”, através da participação na “eucaristia”.

“O Domingo cristão não quer nem pode ser o parente pobre do fim-de-semana”, apontou o bispo de Viseu, que neste tempo litúrgico do Corpo de Deus convidou os católicos a refletirem sobre a qualidade da “resposta” que é dada hoje ao desafio que Cristo deixou a todos os homens, com a sua entrega na Cruz.

O que temos feito da Páscoa de Jesus, transmitida pela Igreja e celebrada, cada Domingo, na Eucaristia? Como temos vivido e cumprido a nova Aliança, que Jesus celebra e renova connosco, sempre que participamos na Sua Páscoa?”, questionou D. Ilídio Leandro.

Reforçando as palavras que Bento XVI dedicou ao último Encontro Mundial das Famílias, que decorreu no início deste mês em Milão, o vogal da Comissão Episcopal do Laicado e Família sublinhou a urgência de “não ocupar o Domingo com atividades que mudem o seu sentido e o seu centro”.

Para além da importância de salvaguardar “o tempo em família”, hoje ameaçado “por uma predominância de compromissos devidos ao trabalho” - como salientou o Papa - o bispo viseense chamou a atenção para o perigo de um calendário sobrecarregado de atividades educativas, recreativas, culturais ou desportivas que, por vezes, pode dificultar o aproveitamento mais adequado dos “diversos ritmos e desafios da vida”.

“Importa ajudar e não impedir a que as crianças, adolescentes, jovens e adultos possam viver os seus compromissos familiares, sociais e cristãos, de modo a que o importante ditado ‘alma sã em corpo são’ não seja invertido ou pervertido, esquecendo a alma com a atenção única ao corpo”, concluiu.
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Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Sobre os vínculos claramente observados no texto retro, notadamente no que se refere à eucaristia, que obviamente têm intenções bem definidas, recomenda-se também a leitura de "Bento XVI: Eucaristia é o coração do mundo", "Congresso desafia católicos portugueses a entender que ir à missa é mais do que uma obrigação" e "Bento XVI: Não há futuro para a humanidade sem a família", de onde finalmente se destaca:

"Aqui queria recordar o que disse em defesa do tempo para a família, ameaçado por uma espécie de ‘prepotência’ dos compromissos de trabalho: o domingo, o dia do Senhor e do homem, é um dia no qual todos devem ser livres, livres para a família e livres para Deus. Defendendo o domingo, defende-se a liberdade do homem!"

Como se percebe, os temas domingo, família, eucaristia e espiritualidade, além das crises social, política, econômica e ambiental estão sendo todos entrelaçados pela igreja de Roma, de forma que, em algum momento, dado o caos que está se estabelecendo em vários segmentos, encontrarão eco fora do âmbito estritamente religioso, com o apoio do braço político, como antecipado pela profecia bíblica.

Rio+20 e a Nova Ordem Mundial

De 13 a 22 de junho de 2012, o Rio de Janeiro abrigará a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Por se tratar de um evento inserido em uma agenda que visa transformar a cosmovisão de toda humanidade, fundar uma nova economia e aprofundar a agenda da Nova Ordem Mundial, cabe aos conservadores e às pessoas dotadas de bom senso refletir sobre o mesmo.

O evento Rio+20 recebe esse nome porque marca os vinte anos da realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a chamada Rio 1992.

O site da Rio+20 destaca que o evento “deverá contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas”.
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De 13 a 22 de junho de 2012, o Rio de Janeiro abrigará a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Por se tratar de um evento inserido em uma agenda que visa transformar a cosmovisão de toda humanidade, fundar uma nova economia e aprofundar a agenda da Nova Ordem Mundial, cabe aos conservadores e às pessoas dotadas de bom senso refletir sobre o mesmo.

O evento Rio+20 recebe esse nome porque marca os vinte anos da realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a chamada Rio 1992.

O site da Rio+20 destaca que o evento “deverá contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas”.

A Rio 92, por sua vez, resultou numa série de documentos e convenções, tais como a Carta da Terra, a Convenção Sobre Mudanças Climáticas e a Agenda 21. A Carta da Terra exulta o surgimento de uma sociedade civil global que servirá para “construir um mundo democrático e humano” e, alinhada com a espiritualidade da Nova Era, propõe a promoção de uma “cultura de tolerância, não-violência e paz” (para tanto, propõe, por exemplo, a desmilitarização dos sistemas de segurança nacional[8]). A Carta da Terra ainda enfatiza a necessidade de se “adotar estilos de vida que acentuem a qualidade de vida e subsistência material num mundo finito” (quem definirá esse “estilo de vida”?). Já a Convenção Sobre Mudanças Climáticas preparou o terreno para a elaboração do Protocolo de Kyoto e para o fortalecimento da hipótese do aquecimento global antropogênico. E a Agenda 21, por sua vez, estabelece que o desenvolvimento sustentável deve ser arquitetado em âmbito global com o apoio dos países. Embora cada país tenha sua própria Agenda 21, as diretrizes para a elaboração da agenda vêm da cúpula globalista.

De certa forma, a construção teórica do desenvolvimento conseguiu neutralizar as propostas revolucionárias da teoria da dependência e o discurso anti-industrialização do Clube de Roma. Já o desenvolvimento sustentável, por ser parte de uma agenda globalista, dificilmente se afastará do radicalismo ambientalista, das pretensões novordistas e do seu elemento, por assim dizer, “espiritual”, o movimento da Nova Era.

A precariedade de abordagens sinceras sobre a relação entre economia, sociedade e meio ambiente e a preferência pelos referenciais teóricos globalistas e neopagãos torna a defesa do desenvolvimento sustentável uma mera engrenagem de um projeto globalista.

Os totalitaristas sabem que não podem implantar a Nova Ordem Mundial de supetão, por isso se valem de propostas aparentemente bem intencionadas para camuflar seus mais macabros projetos. O processo de justificação da Nova Ordem Mundial está em marcha e conta com o apoio da mídia, de governos, de diversas empresas, de ONGs e de inúmeras instituições renomadas de ensino superior.

O evento Rio+20 não é apenas a continuação da Rio-92. As raízes da Rio+20 são bem mais profundas; é a continuidade de uma estratégia lançada pelo Clube de Roma.

Embora a Rio+20 se proponha a “definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas”, cumpre destacar que essa agenda já existia e o evento, na verdade, é apenas mais um item dessa agenda. A agenda na qual a Rio+20 se insereé chamada de agenda do desenvolvimento sustentável, mas na verdade é a agenda da Nova Ordem Mundial, a qual propõe uma espiritualidade anti-cristã, o abortismo, a supressão gradual das liberdades civis e da soberania dos Estados.

Fonte - Mídia sem Máscara

Forte terremoto de 6,1 graus Richter atinge o Peru

Um forte terremoto de 6,1 graus na escala Richter atingiu nesta quinta-feira (7) a região de Arequipa (sul), causando grande alarme entre a população, mas sem ocasionar, até o momento, vítimas ou danos materiais, informou o chefe do Instituto Geofísico do Peru, Hernán Tavera.

O movimento teve seu epicentro a 19 km a sudoeste da localidade de Chuquibamba, em Arequipa (1.000 km ao sul de Lima), a uma profundidade de 110 km.

O tremor também foi sentido nas regiões vizinhas de Ica e Moquegua, e provocou o corte temporário das linhas telefônicas.

O Peru está localizado no Cingurão do Fogo do Pacífico, zona onde ocorrem 85% dos terremotos do mundo.

Fonte - Diário de Pernanbuco

quinta-feira, 7 de junho de 2012

8 sinais de que estamos à beira do apocalipse econômico

Analista prevê colapso bancário e surgimento de um novo sistema financeiro até 2013

São Paulo – Não faltam visões pessimistas sobre os rumos da crise econômica, mas o ex-gestor de fundos hedge na GLG Partners e na Goldman Sachs e fundador do Global Macro Investor, Raoul Pal caprichou nas previsões tenebrosas.

Em uma apresentação compartilhada na internet, Pal prevê o colapso do sistema bancário mundial, com os governos das principais economias quebrando e o sistema financeiro passando por uma reorganização completa.

Quando isso vai acontecer? Para ele, entre 2012 e 2013. “Temos cerca de seis meses de negociação nos mercados ocidentais para fazer dinheiro suficiente para compensar as perdas futuras”, alerta Pal.

Na visão do analista, após o efeito dominó, que não pouparia Europa, Estados Unidos e China, o mercado de títulos morreria e só sobraria o ouro e o dólar.

“O colapso bancário e os calotes em massa trariam o maior choque econômico que o mundo já viveu”, diz Pal. “Gostaria de ver outro cenário com igual probabilidade, mas não consigo... Tudo que podemos esperar é que eu esteja errado, mas, de qualquer forma, um sistema completamente novo vai surgir e vai abrir uma série de oportunidades”, destaca o analista, em sua apresentação.

Veja, a seguir, trechos dos slides em que Pal explica por que, em sua visão, o fim está próximo: 

  • O mundo não tem um motor de crescimento, com todas as economias do G20 entrando em “velocidade de estol” (velocidade abaixo da qual um avião não se sustenta mais no ar e começa a cair) ao mesmo tempo.
  • O mundo está prestes a entrar em sua segunda recessão, com uma depressão em andamento. Pela primeira vez desde a década de 1930, estamos entrando em uma nova recessão antes que os índices de produção industrial, encomendas de bens duráveis, emprego e PIB do setor privado tenham voltado ao patamar anterior.
  • Este será o pico cíclico mais baixo de crescimento do PIB na história dos países do G7, ou seja, é o alicerce mais fraco para se entrar em uma recessão.
  • As 10 nações mais devedoras do mundo têm uma dívida superior a 300% do PIB mundial.
  • A história mostra que quando uma nação dá o calote na dívida soberana, outros calotes vêm em seguida. Um calote da União Europeia significaria um calote do Reino Unido, seguido por Japão, Coréia do Sul, China, Estados Unidos e, finalmente, a maior crise bancária da história.
  • Não sabemos exatamente o que está por vir, mas podemos ligar os pontos entre o ponto que estamos agora e o colapso do primeiro grande banco. Há pouco espaço para resgates governamentais, o que permite facilmente ligar os próximos pontos entre o primeiro banco fechado e o colapso de todo o sistema bancário europeu, e depois a quebra dos governos.
  • Praticamente não há freios para evitar essa situação e quase ninguém percebe a seriedade da situação.
  • O problema não são os 70 trilhões de dólares em dívida do G10. O problema é o colateral de 700 trilhões de dólares em derivativos associados a eles. Isso equivale a 1200% do PIB mundial e está apoiando em bases muito, muito fracas.

Confira a apresentação completa, em inglês:


Fonte - Revista Exame

(Via @MinutoProfético)

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Família tem de ser defendida da sobrecarga laboral e domingo deve ser dia livre, sublinha Papa

«É possível, ainda que com esforço, viver o amor fiel, para sempre, aberto à vida», afirmou Bento XVI

Cidade do Vaticano, 06 jun 2012 (Ecclesia) – O Papa afirmou hoje no Vaticano que as famílias têm de ser defendidas da sobrecarga laboral e que o domingo deve ser reservado ao convívio familiar e a Deus.

É preciso preservar o tempo em família, ameaçada por uma predominância de compromissos devidos ao trabalho”, sublinhou Bento XVI na audiência geral realizada perante milhares de fiéis na Praça de São Pedro.

No discurso, enviado à Agência ECCLESIA, o Papa frisou que o domingo “deve ser livre para a família e livre para Deus”, e nas saudações que proferiu em vários idiomas disse que reza para que “o amor conjugal, a paternidade e a maternidade sejam percursos para a santidade”.

A intervenção de Bento XVI recordou os principais momentos da sua participação no 7.º Encontro Mundial das Famílias, que decorreu entre quarta-feira e domingo na cidade italiana de Milão.

O encontro que o Papa classificou de “inesquecível” constituiu “um inspirado testemunho da rica e variedade identidade da família como comunhão de amor baseado no casamento, um santuário de vida, uma igreja doméstica e célula primária da sociedade”, afirmou.

“Família, trabalho e festa”, tema das Jornadas, “devem encontrar um equilíbrio harmonioso para construir sociedades de rosto humano”, sustentou Bento XVI, salientando que “é possível, ainda que com esforço, viver o amor fiel, ‘para sempre’, aberto à vida”.

Na sexta-feira, primeiro dia da visita à cidade e arquidiocese milanesa, que nunca tinha visitado enquanto Papa, Bento XVI lembrou que a família é o espaço onde as pessoas fazem a “primeira experiência” de não viverem “fechados em si mesmas, mas na relação com os outros”.

Na missa de domingo, em que segundo as autoridades participaram um milhão de pessoas, o Papa acentuou a importância de cada família “evangelizar não só com a palavra, mas pela vivência do amor, a única força capaz de mudar o mundo”.

“Desça a minha bênção sobre vós, vossas famílias e comunidades ao serviço do menor, dos mais pequeninos e necessitados”, disse Bento XVI em português ao saudar os peregrinos lusófonos.

A audiência semanal terminou com um convite aos fiéis de Roma para participar na procissão do Corpo de Deus que esta quinta-feira vai percorrer as artérias da capital italiana entre as igrejas de São João de Latrão, onde o Papa celebra missa a partir das 18h00 de Lisboa, e de Santa Maria Maior.

“Convido os fiéis de Roma e os peregrinos a unirem-se neste ato de profunda fé na Eucaristia, que constitui o tesouro mais precioso da Igreja e da humanidade”, declarou.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Dado o número de crises que a humanidade enfrenta, muitas delas se tornando absolutamente insuportáveis, torna-se cada vez mais factível a adoção do discurso papal sobre a necessidade de proteção do domingo, o que desencadeará todos os eventos finais antecipados pela Bíblia.
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