"Em 20 de junho será lançado em Bruxelas a Aliança Européia para o domingo. Pela primeira vez, sindicatos e igrejas da Europa estão na mesma linha". É o que garante a Comissão dos Bispos da União Europeia (COMECE), que adverte que as razões da aliança são tanto religiosas como sócio-políticas.
A proteção do domingo, cujo desaparecimento, na prática, como um dia festivo "poria em cheque um benefício social milenar" conduz à denúncia de uma nova escravidão: Enquanto muitos podem usar este dia para desfrutar de sua família e amigos, cada vez são mais aqueles que têm que trabalhar em grandes centros comerciais e de entretenimento.
Além da Igreja Católica, várias instituições evangélicas aderiram à iniciativa. E da Espanha aderiu a Irmandade Obreira de Ação Católica (em espanhol, HOAC).
Fonte: InfoCatólica
NOTA Minuto Profético: Desde o ano passado o movimento pela guarda do domingo tem se intensificado na União Européia, pretendendo mesmo até buscar assinaturas para levar ao Parlamento Europeu. Como pode ser visto, a Santa Sé nunca desistiu de suas pretensões de governar todas as nações e todas as consciências individuais, alcançando novamente a supremacia mundial. Sua grande marca é o domingo, e é por aí que todos deverão se curvar. Vale lembrar que isso representa um erro duplo: o verdadeiro dia de guarda na bíblia é o sábado (sétimo dia), e nenhum dia de guarda deveria ser imposto por lei civil, uma vez que isso fere o princípio de separação entre Igreja e Estado.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Terremoto de Lorca: o mais grave da Espanha desde 1956
O terremoto registrado nesta quarta-feira na cidade de Lorca, no sudeste da Espanha, e que provocou a morte de pelo menos dez pessoas e deixou várias feridas, é o mais grave registrado no país nos últimos 50 anos. O sismo que provocou o maior número de vítimas na Espanha desde a década de 1950 foi o registrado em 20 de abril de 1956. Esse terremoto causou a morte de 12 pessoas, deixou mais de 70 feridas e levou ao desabamento de 500 edifícios em Granada. O último terremoto com vítimas foi o de 28 de fevereiro de 1969, no litoral da também província de Huelva, que atingiu 7,5 graus na escala Richter e deixou quatro mortos por ataques cardíacos. Os dois terremotos registrados nesta quarta-feira na região de Múrcia, com epicentros localizados em Lorca, foram ocasionados por um “deslizamento horizontal da falha” dessa região, informaram fontes da unidade de registro sísmico da Universidade de Alicante. Um dos responsáveis da unidade explicou que a falha de Lorca tem uma superfície de entre 40 e 50 km e está situada em “um nível praticamente superficial”. Na Espanha, são registrados cerca de 2,5 mil terremotos por ano, dos quais apenas dois, em média, são sentidos pela população por mês, segundo a rede sísmica do Instituto Geográfico Nacional.(Terra)
Nota Michelson Borges: Curiosamente, há 30 anos o astrônomo Raffaele Bendandi previu um terremoto na Itália relacionado com o alinhamento de alguns planetas. Teria errado apenas o local? A propósito, o vulcão Etna está em atividade neste momento. Confira aqui.[MB]
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Não existe crise financeira
Começo por confirmar aquilo que leu acima: é isso mesmo! Não existe crise financeira! Ainda que todas as notícias à nossa volta girem em torno de dificuldades financeiras e de como os governantes tentam fazer-lhes face, o que realmente tem sucedido é que o setor financeiro é apenas o objeto, ou face visível do real problema que existe, da raiz de toda a perturbação. Infelizmente, são poucos os que têm feito um diagnóstico certo ao problema, o que, desde logo, coloca em causa a implementação de uma solução eficaz.Passo a explicar melhor: se a questão fosse eminentemente de âmbito financeiro, seria expetável que a injeção de fundos pudesse se não resolver totalmente, pelo menos obstar a que a situação se agravasse e, no mínimo, verificaríamos melhoras. Mas não é isso que tem sucedido; veja-se o caso europeu da Irlanda e da Grécia, que após terem já recebido há alguns meses avultadíssimas quantias de dinheiro, continuam com graves problemas que ameaçam, dizem, a falência do estado (!).
Contudo, creio que podemos, ao observar mais atentamente, confirmar sem necessidade de recorrer a dados técnicos, que estamos perante um problema de ordem não financeira, mas sim moral.
E moral, porquê? Porque todos os problemas com a falta de dinheiro ou liquidez, quer de empresas ou particulares, têm a sua origem na ganância do possuir, na ânsia desmedida de ter, numa quase loucura que não se contenta com o suficiente nem com o excesso - é preciso é somar sempre, acrescentar cada vez mais, não importando nem fazendo caso de princípios e valores de temperança, honestidade e seriedade. O acumular de tesouros que se medem através de números numa conta bancária, tornou-se a obsessão descontrolada de uma ambição humana que não se importa de atropelar quem seja mais frágil se isso representar o tal possuir e ter mais, sempre muito mais.
Daqui vem que para um problema moral, exigir-se-ão soluções morais, que corrijam comportamentos e regulem hábitos.
Mas, numa sociedade secular e materialista, onde impera a lei do lucro sobre a dos valores, como definir ao certo entre o que é moralmente aceitável ou reprovável? Como estabelecer um padrão de comportamento que seja consensual e respeitado por todas as partes?
Aparentemente, não é possível. Por isso, todas as tentativas de resolução se voltam para o objeto que é, paradoxalmente, a raiz de todos os problemas: o dinheiro, o bem material. Dito de outra forma: a procura desenfreada e sem regras por mais valor material tem causado problemas? Não é grave! Injeta-se ainda mais dinheiro e tudo ficará bem! Ou seja, ataca-se o problema... com o problema.
Mas, as normas que regulam as decisões são exatamente as mesmas desde sempre verificadas. E nada mais pode acontecer do que entrar num ciclo vicioso, cujos intérpretes, de tão cegos que ficaram, eventualmente nem se apercebem que dele fazem parte. Ou, apercebendo-se, não querem sair, preferindo insistir na busca incessante do mesmo de sempre: o que é material.
Curiosamente, e aqui está o que me parece mais relevante em tudo isto, creio que não falta muito tempo para que, agudizando-se a dita crise, todo o mundo reconheça uma única saída para esta questão.
Disse atrás que este era um problema moral. E isso provar-se-á definitivamente, quando se erguer alguém que se apresente como a solução moral para solucionar os problemas, o que ninguém até então se demonstrou capaz de fazer.
Quem, no espetro das grandes figuras mundiais, se tem mostrado mais preocupado com um retorno a práticas que assegurem o rigor em princípios e valores que incluam o respeito pelo outro, a manutenção e promoção de práticas sérias e até mesmo abnegadas, um exercício de responsabilidade social, etc., sempre segundo aquilo que ele mesmo define como certo e errado?
Já se deu conta que os governantes políticos têm perdido cada vez mais credibilidade (porque a maioria faz parte deste sistema corrupto!)? Então, coloque-se no lugar do comum cidadão: se não podemos acreditar e confiar em políticos, talvez possa haver um governante religioso que consiga (re)introduzir na sociedade esses tais valores morais cuja violação tanto mal nos tem causado!
Dirá que tudo isto é pura especulação minha - aceito isso. Mas em breve se verá se a especulação não se torna realidade concreta na pessoa do suspeito do costume...
Fonte - O Tempo Final
"Ainda Existe Esperança" - Audiobook
Introdução – O Autor da Esperança
Capítulo 1 – Esperança para Você
Capítulo 2 – A Esperança dos Séculos
Capítulo 3 – Amor Incomparável
Capítulo 4 – O Mestre da Esperança
Capítulo 5 – Palavras de Esperança
Capítulo 6 – Valores Eternos
Capítulo 7 – Verdades Essenciais
Capítulo 8 – A Fonte da Felicidade
Capítulo 9 – Milagres Prodigiosos
Capítulo 10 – Nascido para Morrer
Capítulo 11 – O Maior Presente
Capítulo 12 – Vida para Sempre
Capítulo 13 – Amigos da Esperança
Capítulo 14 – A Esperança do Futuro
Conclusão – O Caminho da Esperança
Fonte - Esperança
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Forte tremor atinge capital do México
CIDADE DO MÉXICO, 5 MAI (ANSA) - Um forte tremor de terra, de 5,8 graus na escala Richter, atingiu a região centro-sul do México, incluindo a capital.
O terremoto foi registrado às 8h24 locais (10h24 no horário de Brasília) e ativou o alarme sísmico em edifícios públicos e emissoras de rádio e TV. No entanto, não há informações sobre vítimas.
Milhares de pessoas tiveram que deixar os locais mais altos da cidade. Cinco helicópteros da prefeitura começaram sobrevoaram a capital para verificar a existência de alguma emergência.
O prefeito da Cidade do México, Marcelo Ebrard, anunciou que foi aplicado imediatamente o protocolo habitual para casos de desastre, que inclui medidas para identificar possíveis danos ou localizar eventuais vítimas.
O Serviço Sismológico Nacional informou que o epicentro do abalo foi localizado a 51 quilômetros a leste de San Marcos, no estado de Guerrero, na região sul do país.
Fonte - ANSA
O terremoto foi registrado às 8h24 locais (10h24 no horário de Brasília) e ativou o alarme sísmico em edifícios públicos e emissoras de rádio e TV. No entanto, não há informações sobre vítimas.
Milhares de pessoas tiveram que deixar os locais mais altos da cidade. Cinco helicópteros da prefeitura começaram sobrevoaram a capital para verificar a existência de alguma emergência.
O prefeito da Cidade do México, Marcelo Ebrard, anunciou que foi aplicado imediatamente o protocolo habitual para casos de desastre, que inclui medidas para identificar possíveis danos ou localizar eventuais vítimas.
O Serviço Sismológico Nacional informou que o epicentro do abalo foi localizado a 51 quilômetros a leste de San Marcos, no estado de Guerrero, na região sul do país.
Fonte - ANSA
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Estados Unidos querem se aliar ao Vaticano
Os Estados Unidos têm interesse em ser um aliado do Vaticano, de acordo com documentos revelados pelo site WikiLeaks e antecipados nesta quinta-feira pela revista italiana L’Espresso. Segundo os documentos, a secretária de Estado americana Hillary Clinton teria orientado os embaixadores e diplomatas do país a criarem uma página na internet para acompanhar as novidades do governo pontifício. “O Vaticano pode ser uma potência aliada ou um inimigo ocasional. Devemos fazê-lo ver que a nossa política pode ajudá-lo a avançar em muitos princípios”, orientou o Departamento de Estado. Os relatórios, que serão publicados na sexta-feira pela revista, informam que os Estados Unidos consideram o Vaticano um modelo a ser estudado com atenção. “Trata-se de uma armada impressionante: 400 mil sacerdotes, 750 madres, cinco mil monges e frades, relações diplomáticas com 177 países, três milhões de escolas, cinco mil hospitais, braço operativo da Caritas com 165 mil voluntários e dependentes que prestam assistência a 24 milhões de pessoas”, afirmam os documentos.O Departamento de Estado americano ainda apontou que a relação do país com o governo pontifício deve ser construída com cuidado. “Tudo depende da relação que possamos construir: devemos trabalhar juntos quando as nossas posições são complementares, assegurando que a nossa linha seja compreendida quando são divergentes”, dizem os textos.
(Veja)
Nota Michelson Borges: Há um século (quando isso era inconcebível), Ellen White escreveu: “Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através da voragem para apanhar a mão do espiritismo [de onde vêm, por exemplo, as principais produções espíritas do mundo]; estender-se-ão por sobre o abismo para dar mãos ao poder romano; e, sob a influência desta tríplice união, este país seguirá as pegadas de Roma, desprezando os direitos da consciência” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 588). Será que falta muito para que essa tríplice união seja consolidada? Tarefa de casa: reler atentamente o capítulo 13 do Apocalipse.
João Paulo II e Bento XVI, as duas faces de um mesmo projeto
CIDADE DO VATICANO (AFP) - Apesar de tudo que os opunha, Bento XVI, o sóbrio professor que esteve sempre à sombra do grande comunicador João Paulo II, encarna o mesmo projeto de seu antecessor, que será beatificado no domingo: resistir à decadência da fé.
"O Papa alemão contribui para redescobrir a autenticidade da mensagem do Evangelho, depois de um Papa polonês que lhe deu visibilidade", resume um cardeal que pediu o anonimato, poucos dias antes da beatificação de Karol Wojtyla.
...
João Paulo II se converteu rapidamente em um super astro, cuja influência iria para além do mundo cristão, mobilizando multidões em cada uma de suas viagens.
...
Quando este campeão de Deus morreu em 2005, poucos eram os que conheciam o alemão Joseph Ratzinger, para além de sua função de prefeito intransigente da doutrina da fé, apelidado de "Panzerkardinal".
Após seis anos de pontificado, Bento XVI está longe da popularidade de seu antecessor, mas soube imprimir sua marca, embora com erros que soube reconhecer.
...
No entanto, o Papa alemão perpetua a mensagem de João Paulo II, que consiste em propor ao mundo moderno a fé em sua integridade e resistir às críticas multifacetadas e ao desinteresse.
João Paulo II era um homem de intuições e gestos fortes. Joseph Ratzinger - a quem Wojtyla chama de "O Cardeal" com deferência e que o havia impedido de se aposentar - é homem de livros e sermões que prega a "beleza" da mensagem com precisão e clareza.
"É um Papa que argumenta o que diz", afirma o vaticanista Sandro Magister, da Rádio Vaticano.
"O anúncio (do Evangelho) é a prioridade deste pontificado, seu anúncio sempre é argumentado", acrescenta.
"Fé e razão" é uma das chaves que une os dois Papas. Ratzinger assistiu a Wojtyla em suas encíclicas sobre o tema. Razão e ciência devem admitir a dimensão religiosa do Homem. Crentes e não crentes podem se entender com base nos valores fundamentais. E nada é indiferente aos cristãos: dimensão social, cultural e ambiental.
Portadores desta mensagem nova e fundamentalmente conservadora, os dois Papas se uniram através de sua aversão pelo totalitarismo que ambos conheceram em sua juventude. E também por sua visão muito pessimista sobre o "relativismo", a defesa da família e da moral sexual, o respeito à tradição cristã, sem medo da impopularidade nestes temas.
Existe, no entanto, uma diferença em relação à instituição.
João Paulo II tinha confiança e era pouco exigente. Bento XVI está mais atento aos desvios. Depois do excesso de emoções e do impulso missionário de Wojtyla, Ratzinger iniciou uma obra tendente a dar coerência à mensagem e a moralizar a Igreja.
Fonte - Yahoo
"O Papa alemão contribui para redescobrir a autenticidade da mensagem do Evangelho, depois de um Papa polonês que lhe deu visibilidade", resume um cardeal que pediu o anonimato, poucos dias antes da beatificação de Karol Wojtyla.
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João Paulo II se converteu rapidamente em um super astro, cuja influência iria para além do mundo cristão, mobilizando multidões em cada uma de suas viagens.
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Quando este campeão de Deus morreu em 2005, poucos eram os que conheciam o alemão Joseph Ratzinger, para além de sua função de prefeito intransigente da doutrina da fé, apelidado de "Panzerkardinal".
Após seis anos de pontificado, Bento XVI está longe da popularidade de seu antecessor, mas soube imprimir sua marca, embora com erros que soube reconhecer.
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No entanto, o Papa alemão perpetua a mensagem de João Paulo II, que consiste em propor ao mundo moderno a fé em sua integridade e resistir às críticas multifacetadas e ao desinteresse.
João Paulo II era um homem de intuições e gestos fortes. Joseph Ratzinger - a quem Wojtyla chama de "O Cardeal" com deferência e que o havia impedido de se aposentar - é homem de livros e sermões que prega a "beleza" da mensagem com precisão e clareza.
"É um Papa que argumenta o que diz", afirma o vaticanista Sandro Magister, da Rádio Vaticano.
"O anúncio (do Evangelho) é a prioridade deste pontificado, seu anúncio sempre é argumentado", acrescenta.
"Fé e razão" é uma das chaves que une os dois Papas. Ratzinger assistiu a Wojtyla em suas encíclicas sobre o tema. Razão e ciência devem admitir a dimensão religiosa do Homem. Crentes e não crentes podem se entender com base nos valores fundamentais. E nada é indiferente aos cristãos: dimensão social, cultural e ambiental.
Portadores desta mensagem nova e fundamentalmente conservadora, os dois Papas se uniram através de sua aversão pelo totalitarismo que ambos conheceram em sua juventude. E também por sua visão muito pessimista sobre o "relativismo", a defesa da família e da moral sexual, o respeito à tradição cristã, sem medo da impopularidade nestes temas.
Existe, no entanto, uma diferença em relação à instituição.
João Paulo II tinha confiança e era pouco exigente. Bento XVI está mais atento aos desvios. Depois do excesso de emoções e do impulso missionário de Wojtyla, Ratzinger iniciou uma obra tendente a dar coerência à mensagem e a moralizar a Igreja.
Fonte - Yahoo
domingo, 24 de abril de 2011
iPhone registra os lugares que você frequentou
Pesquisadores descobriram que o iPhone rastreia todos os lugares que você visitou e mantém um registro detalhado destes dados em seu celular. As informações são memorizadas no dispositivo e sincronizadas quando você o conecta ao computador.O arquivo contém as coordenadas do celular com latitude e longitude, e as informações de data e horário. Isso significa que qualquer pessoa que tenha acesso ao seu celular ou ao seu computador é capaz de descobrir sua rotina e seu trajeto.
Esta não é a primeira vez que um dispositivo tecnológico gera esse tipo de informação. Determinados programas já permitiam usuários de serem localizados por meio do celular — o próprio “Google Latitude” fornece esse tipo de serviço mediante assinatura.
Algumas redes de celulares já gravavam as localizações dos dispositivos, mas disponibilizava essas informações apenas para polícia e outras organizações desde que apresentassem ordem da corte judicial.
A diferença do iPhone é de que o celular gera essas informações sem o usuário saber. E, até onde os pesquisadores sabem, também é o único celular a fazê-lo. Os celulares mais antigos não gravam esses dados.
“A Apple tornou possível para quase qualquer pessoa — uma esposa ciumenta ou um detetive particular — que tenha acesso ao seu telefone ou computador ter informações detalhadas sobre onde você tem estado”, explica Pete Warden, um dos pesquisadores.
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Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Vonluntária ou involuntariamente, as pessoas estão se colocando debaixo do controle de dados, inclusive de localização instantânea, sem qualquer tipo de oposição. Como isso será utilizado, certamente o será, o futuro dirá.
sábado, 23 de abril de 2011
A Eucaristia é a união visível entre todos, diz Papa
ROMA, quinta-feira, 21 de abril de 2011 (ZENIT.org) - O Papa advogou nesta Quinta-feira Santa por uma unidade dos cristãos “tão visível que constitua para o mundo a prova do envio de Jesus pelo Pai”.
Bento XVI celebrou a Missa da Ceia do Senhor no fim de tarde de hoje em Roma, na Basílica de São João de Latrão.
Em um momento de sua homilia, o Papa enfocou uma súplica da última ceia, “que, segundo João, Jesus repetiu quatro vezes na sua Oração Sacerdotal. Como O deve ter angustiado no seu íntimo! Tal súplica continua sem cessar sendo a sua oração ao Pai por nós: trata-se da oração pela unidade”, disse Bento XVI.
Jesus “pede que todos se tornem um só, ‘como Tu, ó Pai, estás em Mim, e Eu em Ti, que eles também estejam em nós, para que o mundo acredite’ (Jo 17, 21)”.
“Só pode haver a unidade dos cristãos se estes estiverem intimamente unidos com Ele, com Jesus. Fé e amor por Jesus: fé no seu ser um só com o Pai e abertura à unidade com Ele são essenciais.”
Portanto – afirmou Bento XVI –, “esta unidade não é algo somente interior, místico. Deve tornar-se visível; tão visível que constitua para o mundo a prova do envio de Jesus pelo Pai”.
“Por isso, tal súplica tem escondido um sentido eucarístico que Paulo pôs claramente em evidência na Primeira Carta aos Coríntios: ‘Não é o pão que nós partimos uma comunhão com o Corpo de Cristo? Uma vez que existe um só pão, nós, que somos muitos, formamos um só corpo, visto participarmos todos desse único pão’ (1 Cor 10, 16-17).”
Com a Eucaristia – disse o pontífice –, nasce a Igreja. “Todos nós comemos o mesmo pão, recebemos o mesmo corpo do Senhor, e isto significa: Ele abre cada um de nós para além de si mesmo. Torna-nos todos um só”.
“A Eucaristia é o mistério da proximidade e comunhão íntima de cada indivíduo com o Senhor. E, ao mesmo tempo, é a união visível entre todos. A Eucaristia é sacramento da unidade. Ela chega até ao mistério trinitário, e assim cria, ao mesmo tempo, a unidade visível.”
“Digamo-lo uma vez mais: a Eucaristia é o encontro pessoalíssimo com o Senhor, e no entanto não é jamais apenas um ato de devoção individual; celebramo-la necessariamente juntos. Em cada comunidade, o Senhor está presente de modo total; mas Ele é um só em todas as comunidades.”
“Por isso, fazem necessariamente parte da Oração Eucarística da Igreja as palavras: ‘una cum Papa nostro et cum Episcopo nostro’. Isto não é um mero acréscimo exterior àquilo que acontece interiormente, mas expressão necessária da própria realidade eucarística”, afirmou o Papa.
“E mencionamos o Papa e o Bispo pelo nome: a unidade é totalmente concreta, tem nome. Assim, a unidade torna-se visível, torna-se sinal para o mundo, e estabelece para nós mesmos um critério concreto.”
Segundo Bento XVI, “todos nós devemos aprender sempre de novo a aceitar Deus e Jesus Cristo como Ele é, e não como queríamos que fosse. A nós também nos custa aceitar que Ele esteja à mercê dos limites da sua Igreja e dos seus ministros”.
“Também não queremos aceitar que Ele esteja sem poder neste mundo. Também nos escondemos por detrás de pretextos, quando a pertença a Ele se nos torna demasiado custosa e perigosa.”
“Todos nós temos necessidade da conversão que acolhe Jesus no seu ser Deus e ser Homem. Temos necessidade da humildade do discípulo que segue a vontade do Mestre.”
“Nesta hora, queremos pedir-Lhe que nos fixe como fixou Pedro, no momento oportuno, com os seus olhos benévolos, e nos converta”, disse o Papa.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Sempre interessante se considerar que não se trata apenas de contornos do ecumenismo, ou a simples promoção da eucaristia como fator de união entre as religiões, mas o pano de fundo está em reunir as confissões em torno da celebração eucarística dominical, o sonhado dia de adoração comum buscado pelo papa.
Bento XVI celebrou a Missa da Ceia do Senhor no fim de tarde de hoje em Roma, na Basílica de São João de Latrão.
Em um momento de sua homilia, o Papa enfocou uma súplica da última ceia, “que, segundo João, Jesus repetiu quatro vezes na sua Oração Sacerdotal. Como O deve ter angustiado no seu íntimo! Tal súplica continua sem cessar sendo a sua oração ao Pai por nós: trata-se da oração pela unidade”, disse Bento XVI.
Jesus “pede que todos se tornem um só, ‘como Tu, ó Pai, estás em Mim, e Eu em Ti, que eles também estejam em nós, para que o mundo acredite’ (Jo 17, 21)”.
“Só pode haver a unidade dos cristãos se estes estiverem intimamente unidos com Ele, com Jesus. Fé e amor por Jesus: fé no seu ser um só com o Pai e abertura à unidade com Ele são essenciais.”
Portanto – afirmou Bento XVI –, “esta unidade não é algo somente interior, místico. Deve tornar-se visível; tão visível que constitua para o mundo a prova do envio de Jesus pelo Pai”.
“Por isso, tal súplica tem escondido um sentido eucarístico que Paulo pôs claramente em evidência na Primeira Carta aos Coríntios: ‘Não é o pão que nós partimos uma comunhão com o Corpo de Cristo? Uma vez que existe um só pão, nós, que somos muitos, formamos um só corpo, visto participarmos todos desse único pão’ (1 Cor 10, 16-17).”
Com a Eucaristia – disse o pontífice –, nasce a Igreja. “Todos nós comemos o mesmo pão, recebemos o mesmo corpo do Senhor, e isto significa: Ele abre cada um de nós para além de si mesmo. Torna-nos todos um só”.
“A Eucaristia é o mistério da proximidade e comunhão íntima de cada indivíduo com o Senhor. E, ao mesmo tempo, é a união visível entre todos. A Eucaristia é sacramento da unidade. Ela chega até ao mistério trinitário, e assim cria, ao mesmo tempo, a unidade visível.”
“Digamo-lo uma vez mais: a Eucaristia é o encontro pessoalíssimo com o Senhor, e no entanto não é jamais apenas um ato de devoção individual; celebramo-la necessariamente juntos. Em cada comunidade, o Senhor está presente de modo total; mas Ele é um só em todas as comunidades.”
“Por isso, fazem necessariamente parte da Oração Eucarística da Igreja as palavras: ‘una cum Papa nostro et cum Episcopo nostro’. Isto não é um mero acréscimo exterior àquilo que acontece interiormente, mas expressão necessária da própria realidade eucarística”, afirmou o Papa.
“E mencionamos o Papa e o Bispo pelo nome: a unidade é totalmente concreta, tem nome. Assim, a unidade torna-se visível, torna-se sinal para o mundo, e estabelece para nós mesmos um critério concreto.”
Segundo Bento XVI, “todos nós devemos aprender sempre de novo a aceitar Deus e Jesus Cristo como Ele é, e não como queríamos que fosse. A nós também nos custa aceitar que Ele esteja à mercê dos limites da sua Igreja e dos seus ministros”.
“Também não queremos aceitar que Ele esteja sem poder neste mundo. Também nos escondemos por detrás de pretextos, quando a pertença a Ele se nos torna demasiado custosa e perigosa.”
“Todos nós temos necessidade da conversão que acolhe Jesus no seu ser Deus e ser Homem. Temos necessidade da humildade do discípulo que segue a vontade do Mestre.”
“Nesta hora, queremos pedir-Lhe que nos fixe como fixou Pedro, no momento oportuno, com os seus olhos benévolos, e nos converta”, disse o Papa.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Sempre interessante se considerar que não se trata apenas de contornos do ecumenismo, ou a simples promoção da eucaristia como fator de união entre as religiões, mas o pano de fundo está em reunir as confissões em torno da celebração eucarística dominical, o sonhado dia de adoração comum buscado pelo papa.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
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