CIDADE DO VATICANO, Santa Sé, 2 Jul 2011 (AFP) -O Vaticano convidará personalidades que se definem como não religiosas ao encontro mundial inter-religioso pela paz previsto para o fim de outubro em Assis (centro da Itália), anunciou o cardeal Tarcisio Bertone.
Fonte - UOL
Nota DDP: O círculo de atuação deve se ampliar e, quando disserem "paz e segurança"...
sexta-feira, 8 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Israel analisa incluir o domingo como dia festivo
O Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ordenou seja estudada a a possibilidade de redução da jornada de trabalho para quatro dias e meio, prolongando o fim de semana em um dia e declarando feriado no domingo, que atualmente é trabalhado.Netanyahu indicou seu assessor econômico e presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel para estudar a questão, que teria importantes consequências econômicas, sociais e religiosas. O Vice-Primeiro-ministro Silvan Shalom, que havia proposto a medida, argumentou que se deve "passar a um longo fim de semana o mais rapidamente possível, de acordo com todos os países do mundo desenvolvido".
Segundo o jornal Haaretz apontou, o plano é para que sábado e domingo sejam feriados e a sexta-feira seja um dia de trabalho até meio-dia.
Kandel espera estabelecer uma comissão composta por todos os ministérios relevantes para considerar as implicações da proposta. Netanyahu admitiu que a questão é complexa e requer um estudo sério de vários ângulos: econômicos, sociais, religiosos e ideológicos.
O fim de semana em Israel é celebrado da sexta-feira ao sábado, sendo que as lojas e escritórios estão abertos na manhã de sexta-feira. Os feriados no país começam ao anoitecer da sexta-feira, como uma marca do judaísmo, até o anoitecer do sábado, sendo este intervalo santo e de descanso para que a confissão.
Shalom, disse que a iniciativa tem a aprovação da Associação dos Fabricantes de Israel, Câmaras de Comércio, União das Autoridades Locais, Associação de Hotéis, sindicatos de professores, Conselho Econômico Nacional e do Diretor Geral do Gabinete do Primeiro-Ministro.
Dois membros do Knesset Likud, Zeev Elkin e Yariv Levin apresentaram um projeto de lei sobre a introdução de um longo fim de semana. A iniciativa destinava-se a forçar o gabinete a tomar uma decisão a este respeito.
Shalom sugeriu que o fim de semana seja sábado e domingo, enquanto a semana de trabalho seria de segunda a sexta ao meio-dia. "Em troca do fim de semana prolongado, vamos trabalhar meia hora mais por dia", disse ele. Uma das razões para a proposta foi a ausência de um "fim de semana" real em Israel, como no mundo ocidental.
Mais de 75 por cento da população mundial e 100 por cento da população do mundo desenvolvido têm adotado os sábados e domingos como dias de descanso.
Shalom disse que a mudança seria boa para a economia de Israel.
A medida também resultará em uma semana escolar de cinco dias, o que significaria a introdução uma hora na escola e da obrigação de fornecer o almoço nas escolas.
Fonte - IGNews
Nota DDP: Tudo absolutamente previsível. O mundo caminha a passos largos para o cumprimento das profecias. A pergunta que sempre fica é: "Quanto tempo mais?"
Ele sabe.
[Pesquisa - Hiscael Moreno]
Encontro das religiões
Assis, 05 jul (RV) - Realizar-se-á em Assis, na Itália, em 27 de outubro próximo, o encontro de diálogo e oração entre as religiões do mundo.
Nessa data será comemorado o 25° aniversário do histórico "Dia de Oração pela Paz no Mundo", realizado em Assis, em 1986, pelo Beato João Paulo II.
O tema escolhido por Bento XVI para celebrar esse evento é "Peregrinos da verdade, peregrinos da paz" que será vivido através da reflexão, do diálogo e da oração.
Na carta intitulada "Religiões em diálogo para além dos estereótipos", o Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean-Louis Tauran, ressalta que o "diálogo que a Igreja busca instaurar com os fiéis de outras religiões e com aqueles que buscam o Absoluto, procura sempre conciliar verdade e caridade".
"O diálogo é um espaço para o testemunho recíproco dos fiéis de várias religiões a fim de que possam conhecer melhor a religião do outro e suas componentes éticas. Por meio do conhecimento direto e objetivo do outro aumentam o respeito e a estima recíproca, a compreensão mútua, a confiança e amizade" – frisa o purpurado.
Segundo o Cardeal Tauran, os fiéis de várias religiões são chamados a conversar sobre: o diálogo da vida, partilha das alegrias e provações da vida cotidiana; o diálogo das obras, colaboração em vista da promoção do desenvolvimento integral da pessoa humana; o diálogo teológico, compreensão das respectivas heranças religiosas, e o diálogo da experiência religiosa, partilha das mútuas riquezas espirituais.
O purpurado conclui a missiva desejando que os participantes do encontro, em Assis, possam compreender melhor o significado do quanto afirmado na Declaração Nostra aetate, sobre a Igreja e as religiões não cristãs: "A Igreja católica nada rejeita do que nessas religiões existe de verdadeiro e santo. Olha com sincero respeito esses modos de agir e viver, esses preceitos e doutrinas que, embora se afastem em muitos pontos daqueles que ela própria segue e propõe, todavia, refletem não raramente um raio da verdade que ilumina todos os homens".
Fonte - Radio Vaticano
Nessa data será comemorado o 25° aniversário do histórico "Dia de Oração pela Paz no Mundo", realizado em Assis, em 1986, pelo Beato João Paulo II.
O tema escolhido por Bento XVI para celebrar esse evento é "Peregrinos da verdade, peregrinos da paz" que será vivido através da reflexão, do diálogo e da oração.
Na carta intitulada "Religiões em diálogo para além dos estereótipos", o Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean-Louis Tauran, ressalta que o "diálogo que a Igreja busca instaurar com os fiéis de outras religiões e com aqueles que buscam o Absoluto, procura sempre conciliar verdade e caridade".
"O diálogo é um espaço para o testemunho recíproco dos fiéis de várias religiões a fim de que possam conhecer melhor a religião do outro e suas componentes éticas. Por meio do conhecimento direto e objetivo do outro aumentam o respeito e a estima recíproca, a compreensão mútua, a confiança e amizade" – frisa o purpurado.
Segundo o Cardeal Tauran, os fiéis de várias religiões são chamados a conversar sobre: o diálogo da vida, partilha das alegrias e provações da vida cotidiana; o diálogo das obras, colaboração em vista da promoção do desenvolvimento integral da pessoa humana; o diálogo teológico, compreensão das respectivas heranças religiosas, e o diálogo da experiência religiosa, partilha das mútuas riquezas espirituais.
O purpurado conclui a missiva desejando que os participantes do encontro, em Assis, possam compreender melhor o significado do quanto afirmado na Declaração Nostra aetate, sobre a Igreja e as religiões não cristãs: "A Igreja católica nada rejeita do que nessas religiões existe de verdadeiro e santo. Olha com sincero respeito esses modos de agir e viver, esses preceitos e doutrinas que, embora se afastem em muitos pontos daqueles que ela própria segue e propõe, todavia, refletem não raramente um raio da verdade que ilumina todos os homens".
Fonte - Radio Vaticano
domingo, 3 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Grécia pode desencadear nova crise financeira mundial
Apesar de os mercados terem reagido bem à aprovação do pacote de austeridade pelo parlamento da Grécia nesta quarta-feira, a avaliação dos especialistas é que o movimento serviu apenas para a zona do euro adiar a moratória da dívida do país. Mesmo que o bloco tenha ganhado tempo para se preparar para o pior, a falência de uma economia integrante da união monetária teria consequências de profundidade e duração imprevisíveis, uma vez que não há precedentes na história. Os gregos e seus pares da União Europeia estão, no momento, a estudar maneira de reduzir os impactos. De antemão, é possível antever que o evento macularia a imagem do euro e agravaria a crise no setor bancário mundial, que dura desde 2008. Muitas das grandes instituições financeiras europeias dependem do pagamento das dívidas gregas para manterem seus balanços positivos e perpetuarem a circulação do dinheiro na economia.Crise do euro – A Grécia, do ponto de vista produtivo, é pouco expressiva tanto para a Europa quanto para a economia mundial. O risco que representa é monetário, isto é, para a estabilidade do euro. O país faz parte de um projeto de moeda única que envolve outras 16 economias e, portanto, impõe um risco de contágio para seus parceiros. Uma vez que a Grécia se endivida usando o euro e não consegue honrar seus compromissos, as emissões de dívida dos outros países que usam a mesma moeda começam a ser comprometidas – sobretudo daquelas nações também ditas ‘periféricas’ do bloco, como Portugal e Irlanda, e que têm problemas semelhantes. “O euro é uma moeda nova ainda. Embora seja emitida pelo Banco Central Europeu, uma entidade confiável, ela requer credibilidade e reputação”, explica Fernando Ribeiro, professor de economia do Insper.
Uma eventual moratória grega minaria a confiança dos mercados no euro, desvalorizando-o, e prejudicaria a recuperação de toda a região que adota a moeda única – e que, com exceção da Alemanha, ainda patina para sair da crise financeira iniciada em 2008. Portanto, um episódio extremo como esse seria acompanhado de outras crises, desta vez envolvendo a Irlanda, Portugal ou Espanha. “A Grécia é apenas uma carta neste castelo de cartas que pode desmoronar”, afirma Luiz Niemeyer, professor de economia do Ibmec Rio.
Crise bancária – Um possível calote da dívida soberana da Grécia também traria duras consequências a bancos espalhados pelo continente. De acordo com um levantamento feito pelo banco de investimentos Barclays Capital, o Credit Agricole, uma das maiores instituições financeiras da França, possui perto de 272 bilhões de euros em títulos gregos; valor superado apenas pelo belga KBC, que detém 273 bilhões de euros. Já o banco da Alemanha mais exposto aos papéis gregos é o Munich RE, que tem em mãos 271 bilhões de dólares em dívidas do país. “Se a Grécia não honrar o seus pagamentos, os bancos ao redor do mundo ficarão descapitalizados. Com menos dinheiro em caixa, eles emprestarão menos à economia e a percepção de risco aumentará”, afirmou Homero Guizzo, economista da consultoria LCA.
Novo Lehman Brothers – A hipótese de um calote na Grécia, principalmente se ocorrer de forma desordenada, já espalha nos investidores o temor de um novo episódio Lehman Brother – em referência à abrupta falência do grande banco americano, em 2008, que desencadeou um efeito dominó no sistema financeiro internacional.
“O grande receio é em relação aos bancos. Um calote da dívida grega traria um impacto imediato nos balanços das instituições financeiras”, afirma Alessandra Ribeiro, analista da Tendências Consultoria. A economista e também Guizzo, da LCA, destacam, ao menos, uma boa notícia. Há quase três anos, bancos europeus e americanos estão em processo de recuperação e hoje contam com menor alavancagem – cenário oposto ao encontrado no período pré-crise, em que as instituições financeiras dispunham de recursos com valor quase 40 vezes superiores ao do seu patrimônio.
O alerta final é que a relação dos grandes bancos que têm papéis gregos – e que devem balançar em caso de calote – pode estar subestimada. “Bancos que não entram na lista dos credores diretos da Grécia podem estar, na realidade, também muito expostos ao problema. O CDS (credit default swap), instrumento financeiro que teve participação na derrocada do banco Lehman Brothers, é o que pode colocá-los nesta situação”, revela Alessandra. Este mecanismo funciona como um seguro contra calotes de dívidas. Se a Grécia declara que não pagará determinado papel que está segurado, o custo recairá sobre o CDS. Logo, um mecanismo criado para trazer segurança imporá perdas a bancos e seguradoras que o detêm, agravando a crise. Para piorar, estes instrumentos são negociados fora do ambiente das bolsas de valores e são difíceis de serem rastreados. Em resumo, ninguém sabe ao certo o tamanho do problema.
Fonte - Veja
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Novos esforços ecumênicos
Na solenidade de São Pedro e São Paulo, o Papa Bento XVI saudou a presença de um grupo em especial. Tratava-se da delegação enviada à Roma por Bartolomeu I, patriarca de Constantinopla. A interação entre o papa e o líder máximo da igreja Ortoxa recebeu destaque no NewsVa., canal de notícias do Vaticano divulgado pelo papa, ao usar o microblog twitter pela primeira vez.
Como Bento XVI fez questão de salientar, “sua participação [da delegação] nesta [ocasião], nosso dia de festa, como a presença de nossos representantes em Istambul para a Festa de Santo André, expressa a verdadeira amizade e irmandade que une a Igreja de Roma e o Patriarcado Ecumênico, sendo que ambos são baseados na fé recebida do testemunho dos apóstolos.”
O NewsVa. ainda recapitula a história desta aproximação entre Roma e Istambul, a qual remonta ao concílio Vaticano Segundo. A partir de então, cada denominação tem enviado delegações às festas religiosas da outra.
O que não deixa de despertar a curiosidade é que Ratzinger reconhecesse a legitimidade da herança apostólica da igreja Ortodoxa. Durante séculos, desde o cisma em 1054, as acusações mútuas eram comuns. A Igreja Católica Apostólica Romana, por exemplo, não cansou de acusar o patriarcado de heresia, enquanto reivindicava que o papa era a única cabeça da igreja universal de Cristo.
Agora, o quadro mudou. Bento XVI tem um alvo: o Dia Mundial da Reflexão. Este evento, marcado para o próximo 27 de Outubro, é definido como um momento de “diálogo e oração pela paz e justiça no mundo”. Claramente, o pontífice respira ecumenismo!
Fiquemos alertas aos próximos passos de Bento XVI. Os eventos finais estão acontecendo bem diante de nós – como reagiremos a eles? Queira Deus que, pela fé, permaneçamos em pé!
Fonte - Questão de Confiança
Como Bento XVI fez questão de salientar, “sua participação [da delegação] nesta [ocasião], nosso dia de festa, como a presença de nossos representantes em Istambul para a Festa de Santo André, expressa a verdadeira amizade e irmandade que une a Igreja de Roma e o Patriarcado Ecumênico, sendo que ambos são baseados na fé recebida do testemunho dos apóstolos.”
O NewsVa. ainda recapitula a história desta aproximação entre Roma e Istambul, a qual remonta ao concílio Vaticano Segundo. A partir de então, cada denominação tem enviado delegações às festas religiosas da outra.
O que não deixa de despertar a curiosidade é que Ratzinger reconhecesse a legitimidade da herança apostólica da igreja Ortodoxa. Durante séculos, desde o cisma em 1054, as acusações mútuas eram comuns. A Igreja Católica Apostólica Romana, por exemplo, não cansou de acusar o patriarcado de heresia, enquanto reivindicava que o papa era a única cabeça da igreja universal de Cristo.
Agora, o quadro mudou. Bento XVI tem um alvo: o Dia Mundial da Reflexão. Este evento, marcado para o próximo 27 de Outubro, é definido como um momento de “diálogo e oração pela paz e justiça no mundo”. Claramente, o pontífice respira ecumenismo!
Fiquemos alertas aos próximos passos de Bento XVI. Os eventos finais estão acontecendo bem diante de nós – como reagiremos a eles? Queira Deus que, pela fé, permaneçamos em pé!
Fonte - Questão de Confiança
terça-feira, 28 de junho de 2011
É inevitável que algum país deixe a Zona do Euro
Unindo-se a nomes como Buffett, Roubini e Jack Straw, o bilionário George Soros acredita que eventualmente algum país irá deixar a Zona do Euro. Neste domingo, o megainvestidor solicitou aos formuladores de política econômica que criem um “plano B” que possa salvar a União Europeia do iminente colapso econômico. Soros, famoso por ganhar US$ 1 bilhão ao apostar contra a libra britânica em 1992, não nomeou nenhum país que ele acredite que deixará o euro, mas as especulações sobre o destino da Grécia estão aumentando, à medida que os políticos discutem sobre novas medidas de austeridade requeridas por organismos internacionais como pré-requisito para novos resgates.Em um painel em Viena, Soros reiterou sua visão de que o euro tem uma falha básica desde o começo, que é não ser apoiada por uma união política ou um tesouro conjunto. “O euro não teve provisão para correção. Não houve nenhuma disposição sobre países deixando o euro, o que nas circunstâncias atuais é provavelmente inevitável”, disse o megainvestidor.
Ao mesmo tempo em que disse que a sobrevivência da União Europeia é de “interesse vital de todos”, Soros afirmou que o bloco precisa de mudanças estruturais para interromper um processo de desintegração. “Não há um plano B no momento. É por isso que as autoridades estão se apegando ao status quo e insistindo em preservar as disposições existentes ao invés de reconhecer que há falhas fundamentais que precisam ser corrigidas”.
A crise da dívida em alguns membros periféricos testa a coesão da União Europeia, enquanto em países saudáveis há crescente inquietação da população em relação aos resgates. Segundo Soros, os líderes agora precisam adotar medidas para remediar a situação. “Vamos encarar os fatos: estamos à beira de um colapso econômico que se inicia, vamos dizer, na Grécia, mas que poderia facilmente se espalhar. O sistema financeiro permanece extremamente vulnerável... Estamos à beira do colapso e este é o momento de reconhecer a necessidade de mudança.” [...]
(iG Economia)
Nota Michelson Borges: Além de a União Europeia não contar com uma união política, a própria união econômica se encontra à beira do colapso. Essa é outra matéria que reforça a precisão da profecia de Daniel capítulo 2 (escrita meio milênio antes de Cristo), segundo a qual a Europa (pés da estátua) jamais será reunificada.
Leia também: "Daniel 2: zona do euro enfrenta crise de sobrevivência" e "O futuro da UE já estava escrito em Daniel 2"
Seca mais grave em 60 anos afeta 10 milhões de pessoas na África
Genebra, Suíça, 28 Jun 2011 (AFP) -Mais de 10 milhões de pessoas são afetadas pela seca mais grave em 60 anos no Chifre da África e precisam com urgência de ajuda humanitária para enfrentar a desnutrição em algumas regiões, anunciou a ONU nesta terça-feira.
"No Chifre da África, mais de 10 milhões de pessoas estão afetadas em algum nível pela seca que já dura anos", afirmou a porta-voz do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) da ONU, Elisabeth Byrs.
"Não se via tal seca há 60 anos", acrescentou, antes de explicar que a falta de chuvas provoca provoca "hoje uma crise alimentar importante nesta região do mundo".
"Em várias regiões longe das costas do Quênia, Etiópia e Somália estamos perto da fome", disse.
A desnutrição das crianças é particularmente importante, destacou a ONU.
"Os índices nas regiões mais afetadas são mais que o dobro do nível de urgência de 15% e devem aumentar", declarou a porta-voz.
"Na Somália, uma criança em cada três está desnutrida", completou.
Fonte - BOL
"No Chifre da África, mais de 10 milhões de pessoas estão afetadas em algum nível pela seca que já dura anos", afirmou a porta-voz do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) da ONU, Elisabeth Byrs.
"Não se via tal seca há 60 anos", acrescentou, antes de explicar que a falta de chuvas provoca provoca "hoje uma crise alimentar importante nesta região do mundo".
"Em várias regiões longe das costas do Quênia, Etiópia e Somália estamos perto da fome", disse.
A desnutrição das crianças é particularmente importante, destacou a ONU.
"Os índices nas regiões mais afetadas são mais que o dobro do nível de urgência de 15% e devem aumentar", declarou a porta-voz.
"Na Somália, uma criança em cada três está desnutrida", completou.
Fonte - BOL
sexta-feira, 24 de junho de 2011
ONU alerta que mundo caminha para "crise social global"
O mundo enfrenta uma "crise social global" emergente provocada pelo desemprego generalizado, o elevado preço dos alimentos e combustíveis e outros efeitos da recessão económica de 2008-2009, alertou, esta quarta-feira, a ONU num relatório divulgado em Genebra.
No documento, a ONU adverte, por outro lado, que as políticas de austeridade adoptadas em vários países, designadamente em Espanha e na Grécia, ameaçam o emprego e põem em risco o relançamento das economias, potenciando um agravamento da referida crise social.
O secretário-geral adjunto da ONU para o desenvolvimento económico, o malaio Jomo Kwame Sundaram afirmou que os governos mundiais não estão a conseguir ajudar as 200 milhões de pessoas desempregadas em 2010 e que têm dificuldade em obter alimentos devido ao elevado preço destes.
Segundo Sundaram, a acentuada subida dos preços dos alimentos e dos combustíveis que precedeu a crise financeira mundial fez aumentar o número de pessoas com fome no mundo para mais de mil milhões em 2009, o mais alto de sempre.
E a situação pode ser agravada pelas políticas de austeridade, alerta o relatório 2011 do Conselho Económico e Social da ONU, aconselhando prudência aos governos.
"As medidas de austeridade tomadas por alguns países excessivamente endividados, como a Grécia ou a Espanha, ameaçam o emprego no sector público e a despesa social como tornam a retoma mais incerta e mais frágil", lê-se no documento.
Fonte - JN
No documento, a ONU adverte, por outro lado, que as políticas de austeridade adoptadas em vários países, designadamente em Espanha e na Grécia, ameaçam o emprego e põem em risco o relançamento das economias, potenciando um agravamento da referida crise social.
O secretário-geral adjunto da ONU para o desenvolvimento económico, o malaio Jomo Kwame Sundaram afirmou que os governos mundiais não estão a conseguir ajudar as 200 milhões de pessoas desempregadas em 2010 e que têm dificuldade em obter alimentos devido ao elevado preço destes.
Segundo Sundaram, a acentuada subida dos preços dos alimentos e dos combustíveis que precedeu a crise financeira mundial fez aumentar o número de pessoas com fome no mundo para mais de mil milhões em 2009, o mais alto de sempre.
E a situação pode ser agravada pelas políticas de austeridade, alerta o relatório 2011 do Conselho Económico e Social da ONU, aconselhando prudência aos governos.
"As medidas de austeridade tomadas por alguns países excessivamente endividados, como a Grécia ou a Espanha, ameaçam o emprego no sector público e a despesa social como tornam a retoma mais incerta e mais frágil", lê-se no documento.
Fonte - JN
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