sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Daniel e Apocalipse

"Quando os livros de Daniel e Apocalipse forem bem compreendidos, terão os crentes uma experiência religiosa inteiramente diferente. Ser-lhes-ão dados tais vislumbres das portas abertas do Céu que o coração e a mente se impressionarão com o caráter que todos devem desenvolver a fim de alcançar a bem-aventurança que deve ser a recompensa dos puros de coração". EGW, Testemunhos para Ministros, p. 114.

Daniel:

Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 5
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 11

O Surgimento de Alexandre
Paralelos em Daniel
O Cerimonial do Santuário Terrestre

Apocalipse:

Símbolos Proféticos
Conferências Proféticas de Albury Park
A Imagem da Besta
Bento XVI nos EUA
O Papel dos EUA na Profecia
O Bispo de Roma nos EUA
Conexão Vaticano-EUA
A Questão Básica na Crise Final
O Apocalipse e a Marca da Besta
O Grande Debate Final da História Humana

Fonte - Minuto Profético

"Chegou a hora"

"Avisos de Deus"


"Chegou a hora"


Nota DDP: Veja mais em "Chegou a hora".

Nervos à flor da pele

Os investidores estão outra vez nervosos. O único motivo: vou perder dinheiro? As bolsas do mundo estão caindo outra vez, no dia de hoje. Há temor de que se forme uma recessão mundial. Os EUA estão demonstrando que sua economia vai parando. Na Europa, a Alemanha que puxava a economia, está dando sinais de recessão. Os outros países há mais tempo assim sinalizam. As quedas nas cotações, nesse momento, no mundo, estão por volta de 5%.

Para refletir: a economia do mundo, de onde se ganha o pão de cada dia, anda como em cima de estreita ponte, tentando o equilíbrio para não cair. Quando a ponte balança, como nesse momento, há temor ao redor do mundo, por parte de quem tem muito capital. Ele pode evaporar, não valer nada, em questão de horas. E o pior, pode não mais se recuperar em questão de anos. A recessão pode transformar-se, como alguns acham, em depressão. E esse está sendo o caminho, se bem que ainda não dessa vez.

Quando os quatro anjos de Apoc. 7 soltarem os ventos, então é que o temor e o medo se transformarão e desmaios de terror, por parte dos poderosos e gananciosos. Mas os salvos sabem que esse é o indicativo de que a volta de JESUS será uma questão de meses.

Prepara-te para um bom futuro, mas não nesse mundo. Invista a tua vida no reino de DEUS. (Correio do Brasil)

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP: Veja também "Crise é pior na Europa; há risco de colapso em vários países" e "Bento XVI pede que jovens digam 'não' ao consumismo e à corrupção".

Apenas duas considerações: os problemas aparentam ser bem maiores do que parecem. Quando aqueles que têm a obrigação de fazer o papel de otimistas, começam a anunciar os problemas, é porque não há mais muito a esconder. O outro lado da questão é que a igreja de Roma já havia usado a crise anterior para pregar seus pontos de vista, vide a questão da Encíclica lançada à época. Em algum momento se admitirá que os problemas do mundo derivam de uma crise moral, o que é verdade, mas as soluções propostas (doutrina social da igreja) divergem desta realidade.

Forte terremoto de 6,8 graus atinge Fukushima

Um terremoto de 6,8 graus na escala Richter foi registrado no mar em frente à costa de Fukushima. O tremor ocorreu às 14h30 do horário local (2h30 de Brasília), com epicentro no mar e a cerca de 20 quilômetros de profundidade, segundo a agência meteorológica japonesa.

Um alerta de tsunami chegou a ser emitido para as regiões de Fukushima e Miyagi, mas foi retirado cerca de duas horas depois, após não ser constatada nenhuma onda de até meio metro, como previsto.
Segundo a emissora "NHK", o terremoto não afetou a central nuclear de Fukushima Daiichi, e também não foi registrada elevação dos níveis de radiação.

Além disso, nas centrais próximas de Onagawa e Fukushima Daini, paradas desde o terremoto de 11 de março, também não foi detectada nenhuma avaria.

Por enquanto, nenhum meio de comunicação local divulgou informações sobre danos graves, nem foram relatadas vítimas do terremoto. O tremor, que também foi notado em Tóquio, alcançou 5 graus na escala japonesa fechada de 7, que foca-se mais nas áreas afetadas do que na intensidade do terremoto.

Fonte - Último Segundo

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

“A Europa está à beira do abismo”

Jacques Delors, antigo presidente francês da Comissão Europeia, afirma que a Europa está à beira do abismo, com risco de desintegração, e denuncia a reacção demasiado tímida face a esta crise, sobretudo da Alemanha e da França.

As afirmações de Delors surgem numa entrevista conjunta aos diários belga Le Soir e suíço Le Temps, onde diz também que a cimeira franco-alemã de terça-feira não trouxe verdadeiras soluções para a crise actual.

“Abramos os olhos: o euro e a Europa estão à beira do abismo. Para não caírem, a escolha parece-me simples: ou os Estados-membros aceitam a cooperação económica reforçada, que sempre defendi, ou eles transferem poderes suplementares para a União. A segunda opção é recusada pela maioria dos países, resta a primeira”, afirma o presidente da Comissão entre 1985 e 1994, um período de fortes avanços na integração dos países que tinham começado por se reunir numa Comunidade Económica Europeia (CEE) e de alargamento a novos membros.

Na sua opinião, ignorar o precipício que se abre hoje perante a moeda única e a construção europeia, sem adoptar a cooperação económica reforçada que defende, levará à implacável desintegração do projecto comunitário.

Delors foi um dos grandes impulsionadores do mercado único europeu e, aos 86 anos, continua a ser uma referência importante nos assuntos europeus.

Fonte - Público

Nota DDP: Ao longo da história e, sob as mais diversas justificativas, tentou-se a reunificação da Europa, no entanto, Daniel Capítulo 2 continua intacto:

43 Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

"Ateísmo Adventista"


Será que existem professos seguidores de Cristo que dizem acreditar em Deus mas vivem como se Ele não existisse? Será que existem Adventistas assim? Mesmo embora não gostemos de admitir, podemos encontrar esse tipo de “ateísmo” na experiência religiosa de cada um de nós. Ateísmo Adventista é um chamado para todos aqueles que tenham coragem suficiente para admitir sua própria hipocrisia. Se você permitir, os temas abordados irão confrontá-lo, desafiá-lo e despertá-lo. Que tal, de uma vez por todas, viver segundo sua crença?

20/08/2011 | “Eu Creio em Deus, Mas…”
27/08/2011 | “Eu Creio em Deus, Mas Não Falo Sobre Ele.”
03/09/2011 | “Eu Creio em Deus, Mas Ainda Vivo Preocupado.”
10/09/2011 | “Eu Creio em Deus, Mas Não Acho Que Ele Seja Justo.”
17/09/2011 | “Eu Creio em Deus, Mas Não Consigo Perdoar.”
24/09/2011 | “Eu Creio em Deus, Mas O Que É Meu . . . É Meu.”
01/10/2011 | “Eu Creio em Deus, Mas Não Acho que Jesus Volte Tão Cedo.

www.novasemente.org

domingo, 14 de agosto de 2011

Google deu informação de utilizadores a serviços secretos

Um porta-voz da Google, em declarações à revista alemã 'WirtschaftsWoche', admitiu esta semana que o gigante da Internet cedeu dados de utilizadores europeus aos serviços secretos americanos, criando um conflito em relação à violação de várias leis de privacidade.

O EUA Patriot Act, uma lei concebida para combater o terrorismo, mas muitas vezes criticada por 'abrir a porta' à violação de direitos do cidadão, requer que as empresas sediadas em território americano entreguem ao governo, se solicitado, os dados que recolheram das suas subsidiárias no estrangeiro. Empresas como a Google, Microsoft ou Amazon não têm grande escolha.

Contrariamente ao que esta lei exige, as normas da União Europeia estabelecem que as empresas que operam sob a sua competência devem proteger as informações pessoais dos seus cidadãos.

Não há, no entanto, nenhum sinal de que os países vão discutir o assunto. Até que o façam, as empresas subsidiárias dos EUA que operem no estrangeiro estão tecnicamente veiculadas a duas leis, o que fará com que as empresas tenham, forçosamente, de violar uma delas.

Fonte - DN

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Papa saúda delegação ortodoxa: novos esforços ecumênicos

Na solenidade de São Pedro e São Paulo, o Papa Bento XVI saudou a presença de um grupo em especial. Tratava-se da delegação enviada à Roma por Bartolomeu I, patriarca de Constantinopla. A interação entre o papa e o líder máximo da igreja Ortoxa recebeu destaque no NewsVa., canal de notícias do Vaticano divulgado pelo papa, ao usar o microblog twitter pela primeira vez.

Como Bento XVI fez questão de salientar, "sua participação [da delegação] nesta [ocasião], nosso dia de festa, como a presença de nossos representantes em Istambul para a Festa de Santo André, expressa a verdadeira amizade e irmandade que une a Igreja de Roma e o Patriarcado Ecumênico, sendo que ambos são baseados na fé recebida do testemunho dos apóstolos."

O NewsVa. ainda recapitula a história desta aproximação entre Roma e Istambul, a qual remonta ao concílio Vaticano Segundo. A partir de então, cada denominação tem enviado delegações às festas religiosas da outra.

O que não deixa de despertar a curiosidade é que Ratzinger reconhecesse a legitimidade da herança apostólica da igreja Ortodoxa. Durante séculos, desde o cisma em 1054, as acusações mútuas eram comuns. A Igreja Católica Apostólica Romana, por exemplo, não cansou de acusar o patriarcado de heresia, enquanto reivindicava que o papa era a única cabeça da igreja universal de Cristo.

Agora, o quadro mudou. Bento XVI tem um alvo: o Dia Mundial da Reflexão. Este evento, marcado para o próximo 27 de Outubro, é definido como um momento de "diálogo e oração pela paz e justiça no mundo". Claramente, o pontífice respira ecumenismo!
Fiquemos alertas aos próximos passos de Bento XVI. Os eventos finais estão acontecendo bem diante de nós - como reagiremos a eles? Queira Deus que, pela fé, permaneçamos em pé!

Fonte - Outra Leitura

terça-feira, 9 de agosto de 2011

"A Grande Esperança"

Livro A Grande Esperança
A profecia Maia de que o mundo acabará em 2012 tem preocupado muita gente.

O livro A Grande Esperança traz a resposta: é possível viver sem medo do futuro.

Participe da campanha que vai distribuir 36 milhões de livros:

1. Acesse nosso site
2. Compartilhe nas redes sociais ou por e-mail.

Incentive sua igreja e desafie seus jovens a participarem. Um simples clique pode salvar vidas.
Livro A Grande Esperança
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Os mercados financeiros governam o mundo

Os governantes das principais nações do mundo não têm mais domínio da situação, afirma o jornalista Bernd Riegert, da DW, pois os rumos da economia mundial são determinados pelos mercados financeiros.

Os líderes políticos dos Estados Unidos, da Europa e da Ásia assistem impotentes à maneira como os anônimos mercados financeiros direcionam fluxos bilionários para as bolsas de todo o mundo e ditam as políticas fiscal e econômica.

Há tempos que o presidente Barack Obama, a chanceler federal Angela Merkel e o presidente Nicolas Sarkozy não agem mais, mas são empurrados. Merkel e Sarkozy procuram acalmar a situação com declarações desvalidas de que eles teriam, há menos de três semanas, tomado decisões maravilhosas na última cúpula do euro. Isso não ajuda mais em nada.

Os mercados financeiros, os investidores e gestores de fundos de pensão encontram-se num clima irracional de fim dos tempos. Na prática, os fatos econômicos e político-financeiros não mudaram nos últimos 14 dias, mas mesmo assim vende-se nas bolsas de valores o que ainda dá para vender.

O rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos pela agência de rating Standard & Poor's agravou ainda mais todo esse tumulto. A agência comprovou o que os mercados financeiros já sabiam há muito: que também o homem supostamente mais poderoso do mundo, o presidente norte-americano, é impotente na hora de enfrentar Wall Street.

Para os Estados Unidos, a obtenção de novos empréstimos vai agora se tornar mais difícil. Há possibilidades de uma reincidência de recessão, o que teria consequências para todo o mundo. A próxima onda da crise financeira e econômica mundial, que teve início em 2008, vem a nosso encontro.

Se a conjuntura econômica sofrer uma retração mundial, não haverá mais recursos estatais para programas de incentivo ao consumo e à produção: os principais países da zona do euro não estão mais em condições de contrair ainda mais dívidas.

O poder dos mercados financeiros é de dar medo. Se as especulações se voltarem agora contra a Itália, com a perda de confiança no Estado italiano, ou seja, se os títulos públicos do país se tornarem impagáveis, a zona do euro também não vai conseguir escapar.

As dívidas da Itália não podem ser assumidas por outros, uma injeção de liquidez é impensável. Caso isso acontecesse, até mesmo a Alemanha, que ainda conduz a Europa como locomotiva solitária da conjuntura, ficaria sobrecarregada. A União Europeia terá que se imbuir de medidas mais acirradas que as tomadas até agora, a fim de impressionar os mercados financeiros, que notoriamente determinam o caminho a ser seguido.

Chegou a hora de transformar os pacotes de ajuda num fundo monetário europeu decente, capaz de ajudar países em crise. Chegou a hora de dar à zona do euro um governo econômico digno deste nome. Chegou a hora de contar a verdade aos cidadãos europeus e dizer a eles que todos nós teremos de carregar as dívidas dos países da zona do euro com altas taxas de inflação.

Se Merkel, Sarkozy e companhia continuarem enrolando, o euro, como moeda comum, não terá mais salvação. Aí será apenas uma questão de tempo até que as agências de rating tirem a melhor nota, o A triplo, da França, do Reino Unido e até mesmo da Alemanha.

Pois a situação estrutural na França não é muito diferente da dos Estados Unidos. A Alemanha está aumentando suas dívidas públicas em velocidade recorde. É questionável se a União Europeia, o Grupo dos 7 países industrializados mais importantes ou o G20, com os emergentes a bordo, ainda serão capazes de fazer algo. A crise econômica mundial se aproxima, os mercados financeiros reinam e as agências de rating governam.

Fonte DW-World

Nota DDP: Ainda sobre a turbulência que parece se generalizar no plano internacional:

Tumultos em Londres revelam os problemas das metrópoles - CBN
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