quinta-feira, 12 de abril de 2012

Cristão na Europa: Encontros em 150 cidades

No sábado de 12 de maio, a manifestação principal terá lugar em Bruxelas, conectada com outros locais de outras capitais européias onde os movimentos e associações exporão uma manifestação programática

Como anunciou a agência católica Zenit antes da Páscoa, estão sendo providenciados os últimos detalhes para a grande manifestação "Juntos pela Europa", que lançará um manifesto sobre o tema da unidade no velho continente, partindo dos valores do cristianismo. Bruxelas será o principal centro, no entanto, mais de 300 movimentos e comunidades de diferentes confissões tratarão de contribuir para construção da "nova Europa do espírito" em diferentes capitais européias, para despertar e renovar as raízes cristãs do continente. A manifestação se inspirou no encontro dos movimentos eclesiais e de novas comunidades que surgiram ne igreja católica a partir do convite de João Paulo II no pentecostes de 1998.

No anto seguinte, em 31 de outubro de 1999, se encontraram em Ottamaring (Alemanha) os responsáveis de diferentes movimentos católicos e evangélicos depois de terminada a cerimônia para a assinatura da Declaração Conjunta entre a Igreja Católica e a Federação Luterana Mundial sobre a doutrina da justificação.

Desta maneira começaram novas relações, donde nasceu o encontro público na catedral de Munique em 08 de dezembro de 2001, em que muitos membros de 45 movimentos, comunidades e grupos de igrejas católicas, evangélicas e livres formaram o «pacto do amor recíproco», fundado em sua comunhão. Stuttgart foi a sede de três encontros (2004, 2007 e 2009), com os objetivos de difundir o espírito de comunhão e analisar juntos as realidades das próprias nações.

No ano passado, em Loppiano (Florença), o congresso “Em Tua Palavra... caminhamos juntos” foi o momento de reflexão e de preparação para o grupo italiano da manifestação italiana deste ano que se levará a cabo em Roma, no Campidoglio, a partir das 15.30 hrs. Haverá outros encontros na Eslovênia, Hungría, Bélgica, França, Eslováquia... para propor as bases da manifestação européia.

As associações do Comitê promotor de Roma: Ação Católica, Associação Int.le Caterinati, a Comunidade de Sant’Egidio, a Comunidade Gesù Risorto, a Comunidade Nuovi Orizzonti, a Comunidade Quinta Dimensione, a Comunidade Vittoria di Dio, os Cursillos de Cristianidad, as Equipes Notre Dame, a Instituição Teresiana, o Movimento dos Focolares, o Movimento por um Mundo Melhor, Regnum Christi, Renovamento no Espírito Santo, Turris Eburnea prepararam un rico programa que prevê mesas redondas e entrevistas sobre a família, um caleidoscópio sobre a integração e o diálogo, propostas para o bem comum e uma economia justa, além de coreografias e concertos de diferentes grupos.

Fonte - Vatican Insider

México é abalado por segundo terremoto, de magnitude 6, 9

Após ser abalado por um terremoto de 7 de magnitude na noite de quarta-feira (11), o México voltou a sofrer com um forte tremor de terra, nas primeiras horas desta quinta-feira (12).

O abalo, de 6,9 magnitude na escala Richter, foi sentido no noroeste do país, no estado de Baixa Califórnia Sul, por volta das 2h15 (4h15 de Brasília), e chegou a balançar edifícios.

Assustadas, as pessoas abandonaram os escritórios e correram para as ruas, mas não há informações sobre vítimas ou danos materiais, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

Ainda de acordo com o órgão, o tremor teve o epicentro a 109 km da localidade de Guerrero Negro, com uma profundidade de 10 km, segundo os dados preliminares.

Ao que tudo indica, o tremor não foi sentido na capital mexicana.

Este foi o quarto terremoto de grande intensidade registrado em menos de um mês nas costas de Pacífico do México.

O tremor de quarta-feira (11), de magnitude 7, que abalou boa parte do oeste e centro do país, incluindo a capital, gerou alarme, mas também sem danos consideráveis ou vítimas. O epicentro foi registrado na costa de Michoacán (oeste).

Fonte - UOL

Terremoto de magnitude 7 atinge a costa oeste do México

Terremoto teve epicentro com profundidade de 84km.
Minutos antes, tremor de magnitude 5,9 foi sentido na costa americana.


Um tremor de magnitude 7 atingiu nesta quarta-feira (11) a costa oeste do México, na região do estado de Michoacán, informou o Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA. O terremoto teve epicentro com profundidade de 84km.

Segundo a agência de notícias Reuters, o tremor fez prédios balançarem e pessoas deixarem escritórios e irem para as ruas. Não há informações sobre possíveis vítimas ou danos.

Minutos antes, o centro americano havia reportado um tremor de magnitude 5,9 na costa oeste americana, nas proximidades do estado de Oregon.

Fonte - G1

quarta-feira, 11 de abril de 2012

O Futuro Revelado


Método historicista de interpretação profética ajuda a identificar os eventos finais.

Os capítulos 12 a 14 do Apocalipse são preponderantes para a escatologia adventista do sétimo dia. O capítulo 12 esboça a história da igreja cristã desde o primeiro século até o tempo do fim, quando Satanás guerreia contra “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17). O capítulo 13 pinta em termos simbólicos o clímax dessa guerra. A primeira besta que surge do mar e a segunda besta que surge da terra seca operam juntas para impor sua marca de adoração a todo o mundo.

Fundamentados no método historicista de interpretação profética, os adventistas têm compreendido essas duas bestas como símbolos respectivos do papado e do protestantismo da América. De acordo com Apocalipse 13, em algum momento no futuro, o protestantismo apostatado apelará ao mundo para adorar a primeira besta, isto é, obedecer ao papado por meio da observância do domingo, o primeiro dia da semana, em lugar do sábado bíblico do sétimo dia. Essa legislação dominical resultará em decreto de morte para todos os que recusarem aceitar a marca da besta. Porém, a libertação desses fiéis está garantida (Ap 14).

Desde 1844, estamos vivendo no tempo do juízo investigativo pré-advento, também mencionado em Apocalipse 14:7. 1 Durante esse tempo, terão lugar os seguintes eventos:

No Céu. O juízo investigativo trata das pessoas cujos nomes são encontrados no livro da vida e que foram salvas por meio da obra de Cristo em nosso favor e em nós (1Jo 4:17; 5:12).

Na Terra. Justamente antes do fechamento da graça, durante o período que algumas vezes é mencionado como o início ou pequeno tempo de angústia, será formada uma imagem da besta e a lei dominical universal será promulgada, a qual culminará com um decreto de morte para aqueles que recusam o recebimento da marca da besta. Durante esse período, a igreja remanescente faz soar o alto clamor, no poder da chuva serôdia, e experimenta a sacudidura, o selamento e o verdadeiro reavivamento.

Nem a Bíblia nem Ellen White apresentam sequência cronológica para esses eventos. Muitos deles podem ocorrer paralelamente, mas ocorrerão antes que o decreto de Apocalipse 22:11 seja proclamado e tenha início o grande período de angústia. Embora não nos seja informado nenhum tempo específico para tais eventos, é-nos dito que “os últimos acontecimentos serão rápidos”.3

Reavivamento e reforma

Um completo reavivamento e reforma prepara a igreja para os eventos finais e para o grande clamor, incluindo milagres de cura e conversões genuínas. Satanás envidará esforços para impedir esse reavivamento, produzindo uma contrafação: “Nas igrejas que puder colocar sob seu poder sedutor, fará parecer que a bênção especial de Deus foi derramada; manifestar-se-á o que será considerado como grande interesse religioso. Multidões exultarão de que Deus esteja operando maravilhosamente por elas, quando a obra é de outro espírito. Sob o disfarce religioso, Satanás procurará estender sua influência sobre o mundo cristão.”6

Assim, podemos compreender as palavras de Paulo no sentido de que “o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígio da mentira” (2Ts 2:9).

Direcionando-nos para Apocalipse 7, que também se refere ao tempo do fim, os ventos de provas são retidos até que o povo de Deus seja selado e preparado para o tempo de angústia. “Esse selo não é qualquer marca que possa ser vista, mas uma sedimentação na verdade, tanto no sentido intelectual como espiritual, que não pode ser removida.” 7

A chuva serôdia e o alto clamor

Assim como a igreja apostólica recebeu a chuva temporã no Pentecostes, o remanescente receberá a chuva serôdia, pela qual será habilitado a finalizar a tarefa de proclamar o evangelho eterno (Jl 2:23, 28, 29).

“Assim como a ‘chuva temporã’ foi dada, no derramamento do Espírito Santo no início do evangelho, para efetuar a germinação da preciosa semente, a ‘chuva serôdia’ será dada em seu final para o amadurecimento da seara.” 8

Essa promessa é para nós, hoje, e temos que estar preparados para recebê-la, por meio da busca pelo Senhor em humildade e, através do poder do Espírito Santo, purificando-nos de tudo o que é desagradável a Ele. 9

A mensagem da queda de Babilônia, dada pelo segundo anjo (Ap 14:8), é repetida na mensagem do anjo de apocalipse 18:1-4. “A obra desse anjo vem, no tempo devido, unir-se à última grande obra da mensagem do terceiro anjo, ao tomar esta o volume de um alto clamor.” 10

Tempo de angústia e marca da besta

Antes do fechamento da graça, haverá um tempo de angústia para o mundo e para a igreja (Lc 21:25). Ellen White se refere a esse tempo, com as seguintes palavras: “E ao início do tempo de angústia fomos cheios do Espírito Santo ao sairmos para proclamar o sábado mais amplamente.” Posteriormente, ela escreveu: “O ‘início do tempo de angústia’ ali mencionado não se refere ao tempo em que as pragas começarão a ser derramadas, mas a um breve período, pouco antes, enquanto Cristo está no santuário. Nesse tempo, enquanto a obra de salvação está se encerrando, tribulações virão sobre a Terra, e as nações ficarão iradas, embora contidas para não impedir a obra do terceiro anjo.” 11

Haverá também uma sacudidura entre o povo de Deus, causada “pelo testemunho direto” da “Testemunha verdadeira” de Laodiceia 12 e a introdução de falsas teorias. Muitos adventistas deixarão a igreja 13 porque não são plenamente convertidos e veem os assuntos religiosos “sob a mesma luz” com que o mundo os vê. 14

A imagem da besta será formada quando as igrejas protestantes da América do Norte se unirem com o Estado para usar a força a fim de impor decretos e apoiar as instituições da igreja. Então, “haverá uma apostasia nacional que resultará apenas em ruína nacional”15 Como ato culminante no grande drama do engano, o próprio Satanás personificará Cristo.” 16 Isso ilumina as palavras de Jesus quando mencionou que esses sinais enganariam, “se possível, os próprios eleitos” (Mt 24:24).

Desde que Constantino promulgou, em 321 a. D., a primeira lei dominical têm havido leis semelhantes em muitos países, bem como na América do Norte. Porém, muitas dessas leis foram limitadas em extensão e focalizaram principalmente, se não exclusivamente, atividades comerciais. Apocalipse 13 prediz que a futura legislação dominical será nacional, até mesmo internacional, e que tais decretos incluirão observâncias religiosas (Ap 13:3). Ellen White escreveu sobre isso: “Quando a América, um país de liberdade religiosa, mostrar unidade com o papado em forçar a consciência e compelir pessoas a honrar o falso sábado, pessoas de todo país do mundo serão levadas a seguir seu exemplo. 17 “Muitas estrelas que temos admirado por seu brilho então cairão em trevas.” Uma razão para essa apostasia será a “ameaça de prisão e morte”.18

Em visão, Ellen White ouviu Satanás dizer: “Quando se fizer da morte a penalidade da violação do nosso sábado, então muitos dos que agora estão nas fileiras dos observadores dos mandamentos, passarão para o nosso lado.” 19 Como não haverá mudança de lado até o fechamento da graça, o teste da ameaça de morte deve, portanto, ser antes desse evento. “Quando, porém, a observância do domingo for imposta por lei, e o mundo for esclarecido relativamente à obrigação do verdadeiro sábado, quem então transgredir o mandamento de Deus para obedecer a um preceito que não tem maior autoridade que a de Roma… [esses] aceitarão, de fato, o sinal de fidelidade para com Roma – ‘o sinal da besta’.” 21

O fechamento da graça marca o fim do ministério de Cristo no Céu. A obra de investigação e julgamento será terminada e a porta de misericórdia para o mundo será para sempre fechada. 22 Nesse tempo, Cristo anuncia o fechamento da graça com as palavras de Apocalipse 22:11, o povo de Deus já terá sido selado 23 e estará protegido das pragas derramadas durante o grande tempo de angústia, assim como o antigo Israel foi protegido das pragas que caíram sobre o Egito.

Embora a ordem precisa dos futuros eventos não tenha sido revelada, sabemos que o tempo da vinda do Senhor está perto: “Observem a figueira e todas as árvores. Quando elas brotam, vocês mesmos percebem e sabem que o verão está próximo. Assim também, quando virem estas coisas acontecendo, saibam que o Reino de Deus está próximo” (Lc 21:29-31, NVI).

Referências:

Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 425.
Donald Ernest Mansell, The Shape of the Coming Crisis: A Sequence of End-time Events Based on the Writings of Ellen G. White (Nampa, ID: Pacific Press, 1998).
Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 9, p. 11.
___________, O Grande Conflito, p. 464.
___________, Testemunhos Para a Igreja, v.9, p. 126.
___________, O Grande Conflito, p. 464.
The Seventh-Day Adventists Bible Commentary, v. 4, p. 1161.
Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 611.
___________, Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 50, 51.
10 __________, Primeiros Escritos, p. 277.
11 Ibid., p. 33, 85, 86.
12 Ibid., p. 270.
13 Ellen G. White, Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 112.
14 ___________, O Grande Conflito, p. 608.
15 The Seventh-day Adventist Bible Commentary, v. 7, p. 976.
16 Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 624.
17 ___________, Testemunhos Para a Igreja, v.6, p. 18.
18 Ibid., v. 5, p. 81.
19 Ellen G. White, Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 473.
20 Ver The Seventh-day Adventist Bible Commentary, v. 7, p. 976.
21 Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 449.
22 Ibid., p. 428.
23 Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v.5, p. 212.

Gerhard Pfandl – Diretor associado do Instituto de Pesquisa Bíblica, Silver Spring, Estados Unidos.Publicado na Revista Ministério Jan/Fev-2012.

Forte terremoto atinge Indonésia

Um forte terremoto de 8,6 graus de magnitude atingiu a costa oeste da Indonésia nesta quarta-feira, provocando um alerta de tsunami para vários países e levando moradores a se abrigar em regiões mais altas.

De acordo com autoridades indonésias, o terremoto provocou ondas de até 80 centímetros na província de Aceh, mas não causou danos graves. Segundo o Instituto Geológico dos EUA (USGS, na sigla em inglês), terremotos secundários foram sentidos na região, um deles de 8,2 graus de magnitude, que provocou novo alerta de tsunami.

Segundo o USGS, o epicentro do primeiro temor foi localizado a 33 quilômetros de profundidade e 431 quilômetros ao sudoeste de Banda Aceh, a capital da província de Aceh. A região atingida é a mesma na qual outro terremoto formou o tsunami que deixou cerca de 230 mil mortos em 2004.

A Indonésia faz parte do chamado Anel de Fogo do Pacífico e sofre cerca de sete mil tremores todos os anos, a maioria de baixa magnitude. O tremor desta quarta-feira foi tão forte que chegou a ser sentido em outros países como Malásia, Cingapura, Tailândia, Bangladesh e Índia.

“Foi o terremoto mais forte que já senti”, disse Tuti Rahmi, 22 anos, enquanto pessoas choravam e gritavam ao seu lado. “Durou apenas alguns minutos, mas pareceu uma eternidade.”

Nas ruas de Aceh, houve caos. Horas após o primeiro temor, moradores continuavam fora de suas casas e escritórios, com medo de voltar. Pacientes internados em hospitais correram de suas camas e, em algumas regiões, houve queda de energia.

Fonte - iG

domingo, 8 de abril de 2012

Goldman Sachs: "santificarás as festas"

Goldman Sachs, uma das incontestáveis deidades do suspeito Olimpo global dos bancos de investimento, acaba de proibir o trabalho no domingo de seus trabalhadores alemães. "De agora em diante, qualquer trabalho realizado durante o fim de semana deverá ser aprovado expressamente pelos diretores e somente será permitido em situações de extrema necessidade", explica o presidente da empresa, Alexander Dibelius, em uma entrevista publicada em "Frankfurter Allgemeine".
 
A meta da empresa é manter algum atrativo como empregador, numa altura em que o mercado se movimenta para atrair talentos.

"Temos que competir por talentos e escritórios abertos no domingo desencorajam o pessoal qualificado que desejamos contratar e que terminam na competição", explica Dibelius, que diante do zelo dos funcionários alemães se viu forçado a lembrar que "não somos máquinas".

Além deste terceiro mandamento, Goldman Sachs se apressa em esculpir em pedra um quarto que, aparentemente, ninguém tinha pensado em estampá-la nas tábuas da lei do banco de investimento e que está a dizer: "Honre seus investidores e os investidoras."
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Fonte - El Mundo

Nota DDP: Alguém ainda tem dúvida que o discurso religioso se entrelaça com os demais campos do cotidiano humano, tal como a economia e, especialmente a política? O caminho da aceitação do domingo ao que parece está sendo implementado a passos largos...

ET: Os destaques constam da notícia original.

terça-feira, 3 de abril de 2012

A verdadeira Páscoa


Nota DDP: Compartilhe!

Os perigos dos uniformes escolares ‘dedo-duro’

Quanto mais isso crescer, menos privacidade teremos e não saberemos quem ou quantos terão acesso a estes dados e ficaremos potencialmente robotizados.

Notícias informam sobre a experiência que vai ser realizada em Vitória da Conquista, na Bahia (316 mil habitantes), que vai colocar um chip para fiscalizar se os alunos entraram na escola ou não. Vamos tentar olhar um pouco além da mera frequência às aulas.

Basicamente, tenho boa vontade. Acredito que quase todas as inciativas tomadas por políticos e administradores são bem intencionadas e são, em princípio, defensáveis em e por si. A porca torce o rabo, entretanto, é quando começamos a pensar em todas as implicações de cada uma dessas “boas” inciativas individualmente. Claro que o mundo está melhor graças à ciência e à tecnologia, mas raramente vamos além disso para examinar as implicações e consequências não antecipadas delas.

Para começar, o chip controlará a presença na escola, mas, rapidinho, algum burocrata vai começar a propor a instalação do chip em shoppings, campos de esporte e, a custo barato e muito cedo teremos mais um big brother fiscalizando-nos o tempo todo.

Li em algum lugar que, em 10 minutos de caminhada, em Nova York passamos por uma média de 16 câmeras que controlam o trânsito de pedestres e de veículos. Em boa parte dos casos não as vemos e o que os olhos não veem o coração não sente. Só que as câmeras lá estão e não sabemos quem está na outra ponta, nem com que intenções. Nossos telefones celulares já fornecem nossos roteiros a inúmeros burocratas sem face, desde os bem intencionados aos mal intencionados. O que nos leva à separação entre boas e más intenções.

Não tenho nenhuma dúvida que os tribunais da inquisição acreditavam que tinham as melhores intenções (mandar os hereges para o céu), bem como os oficiais nazistas que exterminaram milhões, judeus e muitos outros, cujas preferências, hábitos ou crenças não lhes agradavam. Quando tomamos conhecimento do que ocorreu na inquisição e durante o nazismo, ficamos horrorizados. Mas, as intenções, segundo seus autores, eram sempre apresentadas como sendo as “melhores.”

Hannah Arendt, cientista social judia, cobriu o julgamento de Eichmann. O livro chama-se Eichmann em Jerusalém. Mas, o que nos conta o horror da história é o subtítulo: A banalidade do mal. Eichmann não era louco, não era cruel, nem era doente. Era apenas um burocrata que foi encarregado de matar judeus e fê-lo com a maior eficiência que conseguiu porque “essa era sua tarefa.” Como ele, milhões de outros burocratas cumprem suas tarefas violando nossa privacidade sempre em busca de um bem maior, ou apenas porque essa é a sua tarefa. Acham que não lhes cabe julgar a ética ou a correção das suas tarefas. Fazem isso automaticamente. Piores são os que acham que estão fazendo o bem.

A inteligência artificial já nos informa que sensores são capazes de medir a direção de nossos olhos quando fitamos a tela de um computador. Se ele estiver ligado na internet, muitas outras pessoas estarão lendo ou adivinhando nossos pensamentos. Não está satisfeito, desligue a câmera que fica acima do seu visor. A má notícia: não adianta. Os sensores que vêm seus olhos e pensamentos estarão distribuídos por toda a tela de seu computador. Se quiser uma visão do que já fazem com os dados que coletam de nossas andanças pelo ciberespaço, uma boa leitura é o livro Numerati, de autoria de Stephen Baker (Editora ARX). Ele nos conta quantas coisas bons matemáticos competentes passam a saber a nosso respeito, apenas analisando números de nossos passeios pela Internet.

Agora vamos às consequências mais graves. Tudo isso, que já existe hoje, virou tão comum que nos acostumamos e consideramos tudo normal. A meninada de Vitória da Conquista, acabará se acostumando com os chips e daqui a pouco eles serão estendidos para outras cidades e as gerações que serão controladas desta maneira crescerão com a noção que todos esses controles (que podemos chamar também de espionagem) são coisas normais e inofensivas…até que alguém resolva fazer usos escusos (a rima é acidental). Quanto mais isso crescer, menos privacidade teremos e não saberemos quem ou quantos terão acesso a estes dados e ficaremos potencialmente robotizados.

Para um libertário antiquado como eu isso é assustador. Para as novas gerações isso será normal. As estatísticas dizem que não devo sobreviver para ver tudo isso, mas minha imaginação, quiçá fantasiosa, vê coisas muito assustadoras. Vamos tomar cuidado com as consequências não antecipadas dos burocratas que, como Eichmann, estão simplesmente cumprindo suas funções. Legisladores, fazedores de normas e burocratas quase nunca têm que conviver com as consequências de suas decisões. O que estamos perdendo, todos os dias, é o sagrado direito de sermos deixados em paz. Apesar de, no geral, ser um otimista racional, assusto-me muito com isso.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Sugiro também o vídeo abaixo: "Câmera de segurança é capaz de buscar 36 milhões de rostos por segundo". Realmente, também "minha imaginação, quiçá fantasiosa, vê coisas muito assustadoras", mas o final é repleto de esperança.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Agora é o tempo - compartilhe com o mundo

Autor: Pr. Ted Wilson, presidente da Conferência Geral ASD

No sábado, 24 de março, tive o grande privilégio de trabalhar lado a lado com nossos irmãos e irmãs do Brasil, entregando livros A Grande Esperança (O Grande Conflito – versão resumida) ao caloroso e amável povo da cidade de São Paulo.

Esse evento especial foi antecedido por semanas de planejamento cuidadoso. Os livros foram encomendados, a cidade dividida por regiões e o treinamento realizado. Quando o dia chegou, todos sabiam o que fazer. Os resultados foram surpreendentes. Pela graça de Deus, em apenas um dia, foram distribuídos aproximadamente 26 milhões de livros A Grande Esperança em toda a América do Sul – três milhões só em São Paulo.

Isso, porém, é apenas o começo. Nos últimos dois anos os membros da Igreja na Divisão Sul-Americana se comprometeram a distribuir cerca de 70 milhões desse poderoso livro em todo o continente. E já estão vendo grandes resultados.

Certo sábado à tarde, na cidade de Juiz de Fora, MG, um senhor batista recebeu um livro A Grande Esperança. No domingo à noite, ele já havia lido todo o livro, visitado a Igreja Adventista do Sétimo Dia mais próxima e pedido ao pastor para ser batizado! Imagine o que teria acontecido se ninguém tivesse dado o livro a ele.

Um Livro Singular

A distribuição do livro A Grande Esperança pela Divisão Sul-Americana é um excelente exemplo das várias Divisões do mundo que estão planejando, ou já começaram a distribuir O Grande Conflito em sua versão clássica ou abreviada. O inimigo não queria que Ellen White escrevesse O Grande Conflito, e a tentou matar enquanto estava no processo de escrevê-lo. Porém, pelo poder de Deus ela perseverou e declarou que esse livro, entre todos os outros, é o que ela gostaria que fosse mais divulgado.

Qual o motivo? Porque O Grande Conflito descreve o progresso e a vitória da obra de Deus desde o início da Igreja cristã, passando por nosso tempo e indo até os últimos dias que antecedem a vinda de Cristo. É claro que o inimigo não quer que as pessoas sejam alertadas para o modo como ele trabalha ou que fiquem cientes da importância da Palavra de Deus como fonte de vida. O Grande Conflito demonstra claramente os esforços diabólicos de Satanás para desviar nossa atenção da Palavra de Deus e da preciosa mensagem de salvação que Cristo oferece a todos.

Esse livro tem sido fonte de incontáveis experiências de conversão e essa é uma das razões mais importantes por que precisamos distribuí-lo. Esse é também um dos principais motivos de o inimigo não querer que aconteça.

Feiticeiro Convertido

Até feiticeiros aceitaram a Jesus Cristo como seu Salvador após lerem O Grande Conflito. Há alguns anos, um evangelista adventista do sétimo dia foi a uma pequena cidade na encosta de uma colina, no nordeste da Índia, para apresentar a mensagem de Cristo ao povo ali. O feiticeiro local ficou furioso e repetidamente ameaçou de morte o pastor adventista, que visitava esse homem e orava por ele.

Entretanto, após cinco meses, o feiticeiro ficou gravemente doente. O evangelista foi visitá-lo e explicou que em sua vida havia uma batalha entre os anjos de Cristo e os anjos maus, e deixou o livro O Grande Conflito com ele. Uma semana depois o evangelista voltou e descobriu que o feiticeiro havia não apenas lido o livro, mas mudado seu estilo de vida. Ele recebeu o evangelista com um sorriso e o convidou para uma refeição. Eles oraram juntos e, em um mês, o homem começou a se desfazer de todos os seus objetos de feitiçaria. O evangelista, então, voltou regularmente e estudou a Bíblia com esse querido homem e sua família. Como resultado, todos foram batizados na Igreja Adventista do Sétimo Dia. Quando os habitantes da vila vêm em busca de cura, o ex-feiticeiro compartilha com eles as verdades que aprendeu lendo O Grande Conflito, e lhes conta que aceitou a Jesus como seu Salvador.

Minha firme convicção é que haverá milhares de pessoas que se tornarão fieis adventistas do sétimo dia por meio do Projeto O Grande Conflito e pelo contato com membros dedicados da Igreja.

Forte Apoio de Leigos

As Divisões em todo o mundo estão apoiando esse projeto, a maioria de forma bem dinâmica. A IASD se comprometeu a distribuir cerca de 175 milhões de livros em várias versões do O Grande Conflito durante 2012 e 2013. Essa é uma obra do Espírito Santo! Esse projeto chamou a atenção e o entusiasmo dos membros das igrejas locais, que estão promovendo o livro massivamente.

Na Nigéria, doze membros leigos decidiram imprimir O Grande Conflito em quantidade suficiente para atingir dez por cento da população, com um alvo de 16,7 milhões de livros. Esse projeto foi uma maravilhosa surpresa para a Divisão Centro-Oeste Africana, que havia estabelecido o alvo de doze milhões de livros para o seu território.

Um empresário da Indonésia se ofereceu para imprimir meio milhão de cópias da versão clássica de O Grande Conflito no idioma indonésio (ao custo de 1,5 milhões de dólares), e desafiou outros empresários a financiar mais livros. Seu desafio foi imediatamente aceito por outro casal leigo que concordou em imprimir um adicional de vinte mil livros para serem distribuídos naquele país.

Nos Estados Unidos, uma igreja de 40 membros em Konnarock, Virgínia, está impactando fortemente a sua área. Embora a maioria dos membros tenha baixa renda, está apoiando fielmente o projeto. Associada a outras duas igrejas adventistas em Wytheville e Marion, distribuíram até agora cerca de 48 mil livros, e esperam alcançar todo estado de Oeste Virgínia.

Quando a Catástrofe se Torna Oportunidade

No Peru, durante uma entrevista ao vivo na televisão nacional, uma família adventista teve a oportunidade especial de distribuir O Grande Conflito diante de milhões de espectadores. No dia 13 de janeiro, a família Paredes estava a bordo do navio Costa Concórdia quando este encalhou.

A família se jogou na água gelada para salvar a vida e, esperou quase quarenta minutos para ser resgatada. O pai disse que sua família só conseguiu permanecer calma em meio à crise, devido à esperança que têm em Jesus e em Sua promessa de vida eterna. Ao final da entrevista, Paredes usou a oportunidade para falar sobre O Grande Conflito e explicou “que os Adventistas do Sétimo Dia oferecem esse livro como presente para as pessoas que querem aprender mais sobre Deus e Seu amor por nós”.

Os livros contêm informações de contato para solicitar a edição completa, assim como cursos bíblicos e outros materiais.

Uma Oportunidade para Todos

Quero dar uma palavra especial de estímulo para aqueles que gostariam de fazer parte desse projeto, mas não sabem como.

Primeiro, consiga alguns livros O Grande Conflito (A Grande Esperança, Brasil) e tenha-os perto de você no carro ou em casa. Deixe um exemplar em sua pasta, bolsa ou outro lugar de fácil acesso. Segundo, ore sinceramente: “Senhor, Tu disseste a Ellen White que esse livro deveria ser distribuído mais do que qualquer outro livro. Sou uma extensão dessa vontade, mas não sei a quem oferecer. Que nas próximas 24 horas, eu tenha a oportunidade de ajudar alguém a receber esse livro. Não sei quem ou como – um membro da minha família? Um vizinho? Dá-me a oportunidade e mostra-me a quem deva doar.”

Creia, então, que o Senhor vai lhe conceder a oportunidade. Quando você doar, faça com o maior amor e carinho por essa pessoa, como jamais teve. O Senhor criará a oportunidade; esse é o Seu trabalho. Ele é responsável por abrir as portas, mas vamos ficar bem atentos para enxergarmos que a porta está aberta.

Resultados Fenomenais

Enquanto as pessoas de todo o mundo, em todas as divisões, saem para distribuir esses livros, pedimos que você ore para que o Espírito Santo bloqueie qualquer esforço por parte do inimigo para impedir as pessoas que receberem de lê-lo. O Grande Conflito relata a notável intervenção da mão de Deus para proteger Sua Igreja ao longo dos séculos, e os leitores não conseguem permanecer apáticos à abordagem incrível e pró-ativa de Deus em relação a nós, e ao triunfo final como resultado dessa verdade.

Os resultados desse projeto, por meio da bênção direta de Deus, serão fenomenais. Vivemos num período crítico pouco antes dos eventos finais que o próprio livro descreve, eventos que estão fundamentados nas profecias de Daniel e Apocalipse. Como é importante que espalhemos essa mensagem, e que nós mesmos creiamos nela. Jesus logo voltará.

Publicado no número de abril 2012 da Adventist World

(Via @OTempoFinal)

Os EUA estão agora na matrix da lei marcial

Obama deu para si mesmo poderes ditatoriais. “Essa é uma aspiração que está no coração de todos os coletivistas desde tempos imemoráveis”, observa William Norman Grigg. Na imprensa brasileira, silêncio total a respeito.

WASHINGTON, D.C., EUA, 28 de março de 2012 (LifeSiteNews.com) — Uma ordem executiva pouco notada decretada neste mês permitirá que o governo dos EUA se apodere de todos os recursos nacionais (inclusive comida), aliste civis nas forças armadas ou trabalho escravo, controle todos os meios de comunicação e racione os serviços de saúde “para promover a defesa nacional”. O Congresso poderá receber informações sobre as ações do governo, mas não tem nenhum poder para alterá-las. A ordem executiva do presidente Obama completa a “matrix de lei marcial” que entrega todos os recursos nacionais ao governo central de Washington, um proeminente escritor disse para LifeSiteNews.com.

Barack Obama decretou a ordem executiva, “National Defense Resources Preparedness” (Prontidão dos Recursos de Defesa Nacional), em 16 de março.

Jim Garrison do [jornal esquerdista] The Huffington Post resumiu suas cláusulas:

* O ministro da Defesa tem poder sobre todos os recursos de água;
* O ministro do Comércio tem poder sobre todos os serviços e infraestruturas materiais, inclusive materiais de construção;
* O ministro dos Transportes tem poder sobre todas as formas de transporte civil;
* O ministro da Agricultura tem poder sobre recursos e infraestruturas de alimentos, recursos e usinas de gado e a distribuição nacional de equipamento agrícola.
* O ministro da Saúde tem poder sobre todos os recursos de saúde;
* O ministro das Energias tem poder sobre todas as formas de energia.

Cada poder tem todas as suas partes componentes. Por exemplo, “Os transportes civis incluem movimento de pessoas e propriedade mediante todos os meios de transportes interestaduais e intraestaduais, ou comércio estrangeiro dentro dos Estados Unidos, seus territórios e possessões, e o Distrito de Colúmbia, e locais públicos de armazenamento relacionados, portos, serviços, equipamento e infraestrutura”. Semelhantemente, “recursos de alimentos” significam mercadorias e produtos (simples, misturados ou compostos), ou complementos para tais mercadorias e produtos, que podem ser ingeridos por seres humanos ou animais”.

“Da perspectiva da Constituição, esses são poderes inteiramente ilegítimos”, o escritor e editor William Norman Grigg disse para LifeSiteNews.com. “Não há nem mesmo um indício ou sussurro de legitimidade aí”.

Você está lidando com alguém que claramente não vê a presidência como suscetível a nenhum limite, legal ou constitucional”, disse ele.

Grigg, que é editor-geral da revista Republic Magazine, disse: “O que é especialmente preocupante é que ele não está mostrando nenhum arrependimento por exercer todos os poderes que eram reivindicados por seus antecessores e acrescentando a essas leis poderes presidenciais extra-constitucionais”.

Esses vastos novos poderes podem ser invocados “em tempos de paz e em tempos de emergência nacional”, sempre que forem “considerados necessários ou apropriados para promover a defesa nacional”. O presidente é quem decidirá quando essas circunstâncias se aplicam.

O Congresso seria informado, mediante um resumo, acerca das ações das agências governamentais — anualmente —, mas não poderia alterar as leis.

Os defensores do presidente, inclusive alguns republicanos, dizem que a ordem executiva só atualiza a Lei de Produção de Defesa de 1950 e a Ordem Executiva 12919 de Bill Clinton, escrita em 1994. A principal diferença é que a nova ordem transfere funções da FEMA para o Departamento de Segurança Nacional.

Ed Morrissey do Hot Air escreveu: “Barack Obama pode ser arrogante, e a escolha do tempo do anúncio desse decreto pode ter parecido estranha, mas isso não é motivo algum para nos preocuparmos”.

Mas Grigg diz que a mudança de uma emergência de tempo de guerra para tempo de paz em si já é preocupante. “Quando estamos lidando com engenharia semântica que tem uma sintonia aguçada, isso parece muito como evidência de más intenções”, disse ele. “Eles jogaram fora a ideia de que precisa haver um acontecimento razoável que provocasse uma emergência nacional que seja importante”.

A dependência de ordens executivas anteriores também preocupa Grigg. “Obama tem (…) falado sobre as supostas virtudes do controle governamental sobre a população civil inteira dos EUA dentro do modelo militar”, disse ele. “Essa situação nos leva de volta a Bernard Baruch”, presidente da Diretoria das Indústrias Nacionais de Guerra no governo do presidente Woodrow Wilson durante a 1ª Guerra Mundial. Ele escreveu em 1918: “Estamos vivendo hoje num Estado altamente organizado de socialismo [nos EUA]. O Estado é tudo; o individuo é importante apenas enquanto contribui para o bem-estar do Estado”.

“Essa é uma aspiração que está no coração de todos os coletivistas desde tempos imemoráveis”, Grigg disse para LifeSiteNews.com.

Alguns que apóiam a ordem executiva estão preocupados porque ela se apóia numa lei de 62 anos atrás. Doug Mataconis, que acredita que a ordem executiva não é motivo para preocupação, escreveu: “O fato de que o presidente dos Estados Unidos está ainda exercendo autoridade garantida durante a Guerra da Coreia e no auge da Guerra Fria é ainda outro reflexo de como o poder, quando é usurpado pela presidência imperial, nunca é entregue”.

Os defensores do presidente em ambos os partidos dizem que a ordem é meramente um cenário na pior das situações no acontecimento de um ataque nuclear ou um desastre catastrófico que incapacitaria o fluxo normal da vida diária. Esse controle absoluto permitiria que o governo federal mantivesse a ordem.

“Não há realmente nenhum argumento estratégico ou tático que se possa fazer em favor de ditadura vindo da presidência como estratégia para administrar uma emergência”, disse Grigg.

“O problema aqui é a suposição de que o melhor meio de lidar com esse tipo de tragédia é centralizar o poder e assim dar um alvo conveniente para nossos inimigos. Num sentido estratégico, não faz nenhum sentido”.

Pelo contrário, o trabalho de neutralizar e localizar um governo [não centralizado] tornaria difícil que um inimigo abalasse completamente a vida nacional.

“O mesmo governo que mostrou os ‘benefícios’ dos tóxicos trailers da FEMA para os sobreviventes do Furacão Katrina agora tem a ‘humildade’ de mostrar mais coisas”, disse ele.

Contudo, a maior perda é a perda da liberdade, dizem eles. Chuck Norris escreveu: “promulgar essa lei marcial mesmo durante um tempo de paz é um abuso e descontrole sem precedentes do poder de um presidente… Os fundadores dos EUA nunca teriam permitido tal coisa, e nós não deveríamos permiti-la”.

Alguns dizem que é duplamente verdade sob o atual presidente. “Com suas ações ele tem mostrado uma disposição que dá para se descrever como ditatorial”, Grigg disse para LifeSiteNews.com. “É o caso de um homem que se deparou com a oportunidade perfeita. O homem e a oportunidade criaram essa arquitetura institucional de ditadura presidencial. Agora o ditador quer ficar no poder por um muito tempo”.

Fonte - Mídia Sem Máscara
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