terça-feira, 10 de julho de 2012

Guerra pelo poder no Vaticano

Com o papado envolvido em intrigas, começa a luta pela sucessão de Bento XVI

Poucas coisas irritam mais os membros do Vaticano do que as histórias que descrevem o papado como o coração secreto de uma conspiração global. O Cardinal Tarcisio Bertone, autoridade mais antiga do Vaticano e secretário de Estado do Papa Bento XVI, este mês acusou jornalistas de tentar imitar o escritor norte-americano Dan Brown em seu “absurdo” (e best seller) livro, O Código Da Vinci.

Entretanto, não foram os jornalistas que colocaram o mordomo papal, Paolo Gabriele, em uma cela de quatro por quatro metros quadrados, sob acusações de que ele teria vazado uma corrente de cartas confidenciais. Tampouco foram os jornalistas que, no dia seguinte, demitiram o chefe do Banco do Vaticano, Ettore Gotti Tedeschi, e publicaram uma declaração acusando-o de falhar em seu trabalho. Uma investigação da polícia italiana, na qual foram apreendidos os documentos de Ettore Gotti, trouxe o medo de mais escândalos. Desde então, Gotti tem dito temer pela sua vida.

Nas entrelinhas está uma intensa e ofensiva luta de poder para determinar a natureza do próximo papado, amplamente travada em torno de instituições financeiras do Vaticano. O Instituto para as Obras de Religião (IOR), nome formal do banco do Vaticano, não é estranho à controvérsia. Em 1980, o banco foi acusado de trapaça financeira e responsabilizado pela misteriosa morte de um proeminente banqueiro italiano Roberto Calvi. Agora, o banco do Vaticano busca limpar seu nome de envolvimento em lavagem de dinheiro.

Segundo o La Repubblica, um jornal italiano, um relatório do Conselho da Europa dá ao Vaticano um atestado de boas práticas em todos, menos oito de 49 critérios. Mais de dez avaliações negativas nestes critérios exporia o Vaticano ao risco de ser penalizado pela Autoridade de Informação Financeira, um órgão independente responsável pela supervisão de bancos.

Originalmente, Gotti Tedeschi foi introduzido no Vaticano com a bênção do Cardinal Bertone. Mas ele se opôs a uma nova lei, apoiada pelo cardinal, que estendia os poderes da Secretaria do Estado às custas da existência independente do órgão de supervisão de bancos, a Autoridade de Informação Financeira. A mudança criou outro padrão no Vaticano. Desde a sua volta, há seis anos, o Cardinal Bertone vem ganhando cada vez mais influência.

O eclesiástico Bertone, de 77 anos, não é um membro com acesso a informações privilegiadas. Ele era o braço direito do papa quando o então cardinal Joseph Ratzinger chefiou o departamento de apoio à doutrina ortodoxa. O resto de sua carreira foi dedicado ao clérigo pastoral. Alguns subordinados sentem-se ressentidos pela falta de experiência diplomática do ex-arcebispo.

Intrigas desse tipo não são incomuns no Vaticano. Contudo, o que torna esse conflito especial é o fato do cardinal Bertone se agarrar à máquina de controle financeiro. Ano passado ele tentou fazer com que o banco do Vaticano resgatasse da crise um renomado, porém endividado, hospital italiano. A recusa de Gotti Tedeschi anunciou o que veio a seguir. As cartas papais vazadas mostram também que o Cardinal Bertone tentou, sem sucesso, fazer com que o então arcebispo de Milão renunciasse ao cargo de controle da Universidade Católica da cidade.

Para consolidar ainda mais sua posição, o cardinal Bertone promoveu sócios próximos e ex-subordinados da região de sua antiga diocese em Genova e de sua terra natal, Piemonte. Bertone pôs um de seus ex-subordinados no comando do Tesouro do Vaticano e indicou outro para comandar o Banco Central (que não é o mesmo que o Banco do Vaticano). Um terceiro confidente de Bertoni foi eleito governador da cidade do Vaticano.

Essas promoções aumentaram as suspeitas dos críticos do cardinal Bertone de que ele estaria tentando formar a próxima conclave na assembleia de cardinais que irá eleger o próximo papa. Segundo outro documento vazado, o cardinal arcebispo de Palermo diz que o papa de 85 anos, Bento XVI, estará morto em novembro.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Essas constatações trazem à meditação quais os efetivos interesses por trás do poder romano, bem como, por simples inferência, lembrar que há uma lenda aceita por muitos e que até este momento fez questão de confirmar-se, não se sabendo a que título, no sentido deste atual pontífice ser o penúltimo papa.

Assim como assinalado abaixo sobre a questão do islamismo, temos a observar os reais contornos que esta contrafação poderia causar aos menos avisados.

Em conexão ainda com o post anterior, sugiro a leitura de "Católicos dos Estados Unidos estão cada vez mais divididos", de onde se pode destacar:

"...os católicos religiosos estão cada vez mais encontrando causas comuns com outros cristãos religiosos. Vários dos envolvidos no processo do HHS são representados pelo Fundo Becket para Liberdade Religiosa, um escritório de advocacia não-partidária que defende todas as formas de expressão religiosa. Os querelantes também têm encontrado forte apoio entre os evangélicos. Conservadores católicos e protestantes podem discordar sobre infalibilidade papal e a transubstanciação, mas eles compartilham um inimigo comum. E ele está na Casa Branca."

Especialista em liberdade religiosa alerta sobre o caminho até a violência anticristã nos EUA

ROMA, 05 Jul. 12 / 10:08 am (ACI/EWTN Noticias).- O presidente do novo grupo de supervisão da liberdade religiosa na Itália, Massimo Introvigne, alertou sobre o fato de que a "legislação discriminatória" nos Estados Unidos poderia dar como resultado a violência contra os cristãos nessa nação.

Em declarações ao grupo ACI em Roma, Introvigne disse que "num clima de discriminação é possível que alguém atue de acordo a essa discriminação e considere que ‘as leis não são suficientes’ e gere violência como acontece com os crimes de ódio".

Introvigne foi nomeado como presidente do Observatório para a Liberdade Religiosa que foi criado no mês de junho. O grupo foi promovido pelo ministério italiano de Assuntos Exteriores e pela cidade de Roma com o objetivo de monitorar a liberdade religiosa em todo mundo.

A sessão inaugural se realizou na sede de Roma da Associação de Imprensa Estrangeira no dia 28 de junho na qual interveio o Arcebispo de Baltimore (Estados Unidos), Dom William E. Lori, quem explicou que a liberdade religiosa nessa nação está em perigo devido ao recente mandato abortista da administração Obama que obriga às instituições católicas a adquirir seguros que cubram anticoncepcionais e fármacos abortivos.

Introvigne precisou que não quer gerar uma "falsa impressão" com suas palavras já que não é sua intenção igualar a situação dos Estados Unidos com "a sangrenta perseguição contra os cristãos" em alguns países africanos e asiáticos. Entretanto advertiu que pode gerar-se no Ocidente um "processo de três fases" que poderia levar a violência anticristã se a liberdade religiosa não for protegida.

"Começa com a intolerância que é um fenômeno cultural e depois se a intolerância for muito longa e popular, alguns políticos atuarão para introduzir leis discriminatórias", explicou.

O terceiro passo, advertiu Introvigne, é que neste clima de discriminação algumas pessoas possam decidir fazer "justiça" com suas próprias mãos e usar a violência para tentar suprimir a Cristandade.

Fonte - ACI Digital

Nota DDP: É exatamente o que ocorrerá, inclusive com a participação de quem atualmente "defende" a assinalda "liberdade religiosa". O quadro portanto, encontra-se inteiramente desenhado.

O show precisa acabar

A simplicidade e a praticidade do Evangelho são eventualmente mal interpretadas por muitas pessoas, porque a alma humana é por natureza ritualista e mistificada.

O significado do alcance da graça de Deus em Cristo Jesus torna-se insuportavelmente divinos demais, pelo fato de abolir as barganhas, as performances e os rituais humanos. De modo que, na ausência de discernimento, sutilmente o culto que por direito pertenceria a Deus, torna-se de fato um culto a personalidade humana.

Não quero confundir excelência no culto (o que deve sempre ser buscado) com espetáculo religioso (que ovaciona o ego humano). De modo que, pelo fato, de Deus ser excelente, o culto deve ter no mínimo quatro caráter:

1) Caráter espiritual: “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” Jo 4.24

2) Caráter Organizacional: “Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.” ICo 14.40

3) Caráter Funcional: Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento.”I Co 14.15

4) Caráter fundamental: “A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração.” Col 3.16

Dentro desses princípios básicos de um culto a Deus, certamente muitas habilidades, dons e talentos serão perceptivos na congregação cristã, de modo que, é necessária a lembrança de outro principio que também abrange o culto – “Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo…” Gl 6.14

Portanto, o culto apresentado a Deus que se manifesta na expressão do espírito em verdade, na exposição da palavra de Cristo, na ordem e na decência, no entendimento, nos cânticos e nos salmos, tem como único alvo a adoração a Deus e a edificação da Igreja de Cristo. Nisto, não existe espaço para a glorificação, exaltação, ou promoção de qualquer personalidade humana.

Porém, infelizmente, muita confusão existe por causa do desconhecimento bíblico do modelo de um autentico culto a Deus. E com isso, o culto passa a dar lugar ao show, entretenimento, espetáculo, e ambiências que descaracterizam o significado de um culto a Deus.

Observo que, o culto essencial a Deus precisa ser resgatado e mantido pela Igreja, enquanto que, o show religioso precisa acabar.

O show das performances humanas precisa acabar, para que, novamente o poder do Espírito Santo possa operar.

O show das palavras de motivação e autoajuda precisa acabar, para que, a palavra de Deus possa gerar arrependimento e mudança nos corações.

O show de lideranças amantes de si mesmas precisa acabar, para que, verdadeiramente pessoas venham ser conduzidas no Evangelho.

O show das experiências mistificadas e pagãs precisa acabar, para que, o Evangelho simples e puro venha transformar vidas.

O show da disputa de poderes institucionais religiosos precisa acabar, para que, a o poder do Evangelho seja a centralidade da vida cristã.

O show das teologias fundamentadas no materialismo e egoísmo precisa acabar, para que, a essência das escrituras possa ser desfrutada e vivenciada na pratica da vida.

O show precisa acabar…e o Evangelho de Cristo, precisa avançar!

Fonte - Gospel Prime

Nota DDP: Observações de quem percebeu que o mundo cristão já foi longe demais neste tema. O próximo passo é também perceber que não há mais volta.

E aos que ainda não chegaram lá, mas estão trilhando o caminho, vigiar e orar é o conselho bíblico.

Líder iraniano anuncia “fim do mundo” e vinda do “último profeta”

O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, afirmou que sua nação deve se preparar para a guerra e “o fim dos tempos”, enquanto continuam desenvolvendo armas nucleares.

Em um esforço coordenado, que envolveu os órgãos estatais de mídia, a mensagem semanal do aiatolá na última sexta-feira falou sobre a vinda do último profeta islâmico. Os meios de comunicação iranianos em geral citavam os clérigos dirigentes de seminários ao falarem sobre a questão do “messias” islâmico. No entanto, a ampla publicação das últimas declarações de Khamenei mostram a necessidade do povo se preparar para o fim dos tempos enquanto preveem um confronto iminente com o Ocidente por causa de seu programa nuclear.

“A questão do Imã Mahdi é de extrema importância, e seu reaparecimento foi claramente explicitado pela nossa santa religião do Islã”, disse Khamenei. Devemos estudar e lembrar-nos do fim dos tempos e a era do Imã Mahdi… Temos de preparar o ambiente para a vinda desse grande líder”.

A teologia muçulmana xiita afirma que grandes guerras devem ocorrer na Terra, durante as quais um terço da população mundial irá morrer em combate e outro terço por causa da fome e da violência. Israel deve ser destruído para que então o 12 º imã, chamado de Mahdi, apareça para matar todos os infiéis, levantando a bandeira do Islã em todos os cantos do mundo.

Sob a orientação de Khamenei, vários centros foram estabelecidos no Irã para fazer pesquisas e dar informações sobre a vinda do Mahdi, o último profeta, e uma conferência sobre o tema é realizada anualmente.

“Hoje nós temos o dever de se preparar para a vinda. Se… nós somos os soldados do 12 º imã, então devemos estar prontos para lutar”, disse Khamenei em seu discurso. “Com a orientação de Deus e de Sua ajuda invisível, nós faremos a civilização islâmica ser um orgulho no cenário mundial. Este… é o nosso destino… A juventude e os fiéis devem se preparar para este grande movimento”.

Citando o Alcorão, Khamenei disse que a vinda do imã foi prometida por Deus. “Haverá um momento em que todos os poderes opressores do mundo serão destruídos e a humanidade será iluminada na era do Imã Mahdi”.

O atual regime iraniano já distribuiu uma cartilha chamada “Os últimos seis meses” para suas forças militares, antecipando o confronto bélico com o Ocidente. O material adverte que a Guarda Revolucionária e as forças paramilitares Basij devem estar preparadas para cumprir deveres durante a próxima guerra.

A Guarda Revolucionária Mashregh, recentemente advertiu Israel e os EUA que eles vão ter que adivinhar que tipo de ogiva os mísseis iranianos estarão carregando, quando forem alvejá-los.

Em seu longo discurso, Mashregh discutiu o alcance dos mísseis iranianos e da devastação que podem causar sobre os inimigos em potencial. Referindo-se a bases militares americanas na região, disse que operações de guerra recentes, mísseis com ogivas de fragmentação destruído alvos semelhantes.

Os iranianos se gabam de que o míssil Sejil, de dois estágios de combustível sólido, pode perfurar o sistema de defesa antimísseis de Israel e isso tem feito os “sionistas perderem o sono”.

Após mais de uma década de negociações com o Irã, a ONU ainda não conseguiu parar o programa nuclear do regime de Khamenei.

O último relatório da Agência Internacional de Energia Atômica indica que o Irã continua enriquecendo urânio nas instalações militares de Natanz e em Fordow e agora tem material nuclear suficiente para lançar, pelo menos cinco armas nucleares. O regime negou um pedido da Agência para inspecionar uma base militar onde se acredita que o Irã realizou experiências secretas de uma arma de implosão do tipo nuclear.

Enquanto a maioria dos iranianos se opõem ao regime violento dos mulás, as sanções ocidentais não reduziram a fabricação de armas nucleares, o que não só pode levar ao colapso da economia global, mas matar dezenas de milhões de civis inocentes, incluindo os do Irã .

A maioria dos relatos históricos dizem que “Al Mahdi” viveu no século 13, mas desapareceu sem morrer. Ele voltará sobrenaturalmente pouco antes do Dia do Juízo. De acordo com a tradição, esse imã deve:

• Ser um descendente de Maomé e filho de Fátima
• Retornar pouco antes do fim do mundo
• Sua aparição será precedida por uma série de eventos proféticos durante 3 anos de caos, tirania e opressão mundiais
• Fugirá de Medina até Meca, onde milhares de pessoas prometerão lealdade a ele
• Reinará sobre os árabes e o mundo por 7 anos
• Erradicará toda a tirania e opressão, trazendo harmonia e paz total
• Liderará uma oração em Meca, durante a qual Jesus estará ao seu lado e se unirá a ele

O presidente do Irã Ahmadinejad, um xiita muçulmano, está profundamente comprometido com a divulgação da vinda desse messias islâmico. Ele alega que deve preparar pessoalmente o mundo para a vinda de Mahdi.

Para que possa ser salvo, o mundo deve estar em um estado de caos e de subjugação. Ahmadinejad afirma que ele foi “dirigido por Alá para preparar o caminho para o aparecimento glorioso do Mahdi”.

Fonte - Gospel Prime

Nota DDP: Além do aspecto profético direto ligado às guerras dos últimos dias, há de ser considerado também o traço religioso do noticiado, que embora não se relacione diretamente com o texto bíblico, demonstra o contorno de confusão gerado pelo conflito, de forma que inúmeros grupos religiosos estão a esperar o seu "messias", em contrafação à volta de Cristo.

sábado, 7 de julho de 2012


"Confesso que muitas vezes minha vida e meu testemunho apresentam uma sequência interrompida e manchada em vez de um belo tapete da GRAÇA. Assim também a igreja, pois é a soma de pessoas como eu. Mas a maravilha da multiesplendorosa GRAÇA é que ela aceita essa sequência confusa, interrompida.

A GRAÇA miraculosamente recria a minha vida e a igreja e nos torna belos e perfeitos aos olhos de Deus."
http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2012/frmd2012.html#7

#BomDia #7eliz7abado!®

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Fúria solar e caos na Terra

Na revista National Geographic Brasil do mês passado (páginas 66 a 81), a matéria de capa trata do aumento da atividade solar, cuja previsão é de intensificação até o ano que vem. O título é “Fúria solar”, e o olho de abertura do texto diz o seguinte: “Previsão do clima espacial para os próximos anos: intensa atividade do Sol, com catastróficos apagões na Terra. Estamos preparados para isso?” Depois de relembrar as consequências da megatempestade solar de 1859 (a maior já registrada), a matéria informa: “Como, desde 1859, não houve nenhuma outra megatempestade solar com a mesma intensidade, é difícil calcular o impacto que um evento similar teria em nosso mundo interconectado. Mas dá para fazer uma ideia do apagão ocorrido em Québec em 13 de maio de 1989, quando uma tempestade no Sol um terço mais fraca do que a observada por Carrington [em 1859] provocou, em menos de dois minutos, o desligamento da rede que fornecia eletricidade a mais de 6 milhões de pessoas. Uma tempestade como a de Carrington poderia queimar mais transformadores do que há no estoque das companhias de eletricidade, deixando milhões de pessoas sem luz, água potável, ar-condicionado, combustível, telefones ou alimentos e remédios perecíveis durante os meses que seriam necessários para fabricar e instalar transformadores novos. Segundo um recente relatório da Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos, uma tempestade solar dessa magnitude acarretaria o mesmo prejuízo ocasionado por 20 furacões do tipo do Katrina, ou seja, algo entre 1 trilhão e 2 trilhões de dólares apenas no primeiro ano.”

Num mundo que já sofre os efeitos de uma grave crise financeira, imagine o que uma catástrofe como essa seria capaz de fazer... Imagine o caos acarretado pelo blecaute nas grandes metrópoles...

Segundo Karel Schrijver, do Laboratório Solar e Astrofísico da empresa Lockheed Martin, em Palo Alto, na Califórnia, a expectativa é de que neste ano tenha início o período de máxima atividade solar. Ele diz que “os centros de acompanhamento do clima espacial estão atentos”.

Outro pesquisador entrevistado pela revista é John Kappenman, da empresa de consultoria Storm Analysis. De acordo com ele, uma megatempestade tão forte quanto a de 1859 poderia levar ao colapso de toda a rede elétrica da América do Norte, obrigando centenas de milhões de pessoas a viver sem eletricidade durante semanas ou meses. Uma (pequena) amostra disso já está acontecendo nos Estados Unidos, como consequência de uma das piores tempestades ocorridas em nove Estados americanos (confira aqui e aqui).

Será que é com algo assim que a Nasa está preocupada?

Em Lucas 21:25-28, Jesus diz: “Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados. Então, se verá o Filho do homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória. Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima.”

Cerca de dez anos antes da megatempestade solar de 1859, Ellen White escreveu o seguinte: “A 16 de dezembro de 1848, o Senhor me deu uma visão acerca do abalo das potestades do céu. Vi que quando o Senhor disse ‘céu’, ao dar os sinais registrados por Mateus, Marcos e Lucas, Ele queria dizer céu, e quando disse: ‘Terra’, queria significar Terra. As potestades do céu são o Sol, a Lua e as estrelas. Seu governo é no firmamento. As potestades da Terra são as que governam sobre a Terra. As potestades do céu serão abaladas com a voz de Deus. Então o Sol, a Lua e as estrelas se moverão em seus lugares. Não passarão, mas serão abalados pela voz de Deus” (Primeiros Escritos, p. 41).

Mas a promessa também é certa: “O povo de Deus não estará livre de sofrimento; mas, conquanto perseguidos e angustiados, conquanto suportem privações, e sofram pela falta de alimento, não serão abandonados a perecer” (Ellen White, O Grande Conflito, p. 629).

“Será para nós então tempo de confiar inteiramente em Deus, e Ele nos sustentará. Vi que nosso pão e nossa água serão certos nesse tempo, e que não teremos falta nem padeceremos fome, pois Deus é capaz de estender para nós uma mesa no deserto. Se necessário, Ele enviaria corvos para nos alimentar, como fez com Elias, ou faria chover maná do céu, como fez para os israelitas” (Ellen White, Primeiros Escritos, p. 56).

“No tempo de angústia, precisamente antes da vinda de Cristo, os justos serão preservados pelo ministério de anjos celestiais” (Ellen White, Patriarcas e Profetas, p. 256).

Fonte - Michelson Borges

terça-feira, 3 de julho de 2012

"Muitos supõem que, para se aproximar das classes mais altas, é preciso adotar uma maneira de vida e um método de trabalho que se harmonizem com seus fastidiosos gostos. Uma aparência de riqueza, custosos edifícios, caros vestidos, equipamentos e ambiente, conformidade com os costumes do mundo, o artificial polimento da sociedade da moda, cultura clássica, as graças da oratória, são considerados essenciais.

Isso é um ERRO. O caminho dos métodos do mundo não é o caminho de Deus para alcançar as classes mais elevadas. O que na verdade os tocará é uma apresentação do EVANGELHO de Cristo feita de modo coerente e isento de egoísmo." (CBV, 213-214)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

A grande ilusão da Europa

Ao longo dos últimos meses tenho lido várias avaliações otimistas quanto às perspectivas da Europa. Um fato estranho é que nenhuma delas argumenta que a fórmula de redenção pelo sofrimento imposta à Europa pela Alemanha tem qualquer chance de funcionar. Ao invés disso, o argumento em favor do otimismo diz que o fracasso --em especial, a fratura do euro-- seria um desastre para todo o mundo, incluindo os alemães, e que, no final, essa perspectiva vai induzir os líderes europeus a fazerem o que for preciso para salvar a situação.

Espero que esse argumento tenha razão. Mas, cada vez que leio um artigo que segue esse raciocínio, me pego pensando em Norman Angell.

Norman quem? Em 1910, Norman Angell lançou um livro famoso intitulado "The Great Illusion" (A grande ilusão), no qual argumentou que a guerra se tornara obsoleta. O comércio e a indústria, ele observou, e não a exploração de povos sujeitados, eram as chaves da riqueza das nações; logo, nada se ganharia com os custos imensos exigidos pelas conquistas militares.

Angell argumentou ainda que a humanidade estava começando a apreciar essa realidade e que as "paixões do patriotismo" estavam declinando rapidamente. Ele não chegou a afirmar que não haveria mais grandes guerras, mas passou essa impressão.

Todos sabemos o que aconteceu depois disso.

A questão é que a perspectiva de desastre, por mais óbvia seja, não é garantia de que os países farão o que for preciso para evitar esse desastre. E esse é o caso especialmente quando o orgulho e o preconceito deixam os líderes pouco dispostos a enxergar algo que deveria ser evidente.

Isto me traz de volta à situação econômica da Europa, ainda extremamente grave.

Para aqueles de nós que estamos acompanhando a história desde o início, é assustador perceber que mais de dois anos já se passaram desde que os líderes europeus se engajaram com sua estratégia econômica atual --uma estratégia baseada na ideia de que a austeridade fiscal e a "desvalorização interna" (basicamente, cortes salariais) resolveriam os problemas dos países devedores. Durante todo esse período, a estratégia não rendeu nem uma história de sucesso; o máximo que os defensores da ortodoxia podem fazer é apontar para dois países bálticos pequenos que viveram recuperações parciais de recessões dignas da Grande Depressão, mas que, mesmo assim, ainda estão muito mais pobres do que estavam antes da crise.

Enquanto isso, ocorreu uma metástase da crise do euro, que se espalhou da Grécia para as economias muito maiores da Espanha e Itália, e a Europa como um todo está claramente escorregando de volta à recessão. No entanto, as prescrições de políticas emitidas por Berlim e Frankfurt praticamente não mudaram.

Mas alto lá, diz você --a cúpula da semana passada não gerou algum movimento? Sim. A Alemanha cedeu um pouco, concordando em facilitar as condições de empréstimos para a Itália e Espanha (mas não com a compra de obrigações pelo Banco Central Europeu) e com um plano de resgate a bancos privados que poderia realmente fazer algum sentido (embora seja difícil saber ao certo, em vista da escassez de detalhes fornecidos). Mas essas concessões ainda são minúsculas em comparação com a escala dos problemas.

O que seria necessário realmente para salvar a moeda única europeia? A resposta quase certamente teria que envolver tanto grandes aquisições de obrigações governamentais pelo banco central e uma disposição declarada desse banco central de aceitar um índice de inflação um pouco mais alto. Mesmo com essas políticas, boa parte da Europa enfrentaria a perspectiva de anos de desemprego muito alto. Mas pelo menos haveria um caminho visível para a recuperação.

No entanto, é realmente difícil enxergar como poderia acontecer uma mudança de posição como essa.

Parte do problema está no fato de que os políticos alemães passaram os dois últimos anos dizendo aos eleitores algo que não é verdade --ou seja, que a crise é inteiramente obra de governos irresponsáveis do sul da Europa. Aqui na Espanha, o atual epicentro da crise, o governo na realidade tinha dívida baixa e superávit orçamentário; se o país agora se encontra em crise, é em decorrência de uma enorme bolha imobiliária que bancos de toda a Europa, incluindo os alemães, ajudaram a inflar. Mas agora a narrativa falsa constitui um obstáculo que dificulta qualquer solução funcional.

No entanto, eleitores mal informados não constituem o único problema; mesmo a opinião da elite europeia ainda não encarou a realidade. A leitura dos relatórios mais recentes de instituições ditas "especialistas" da Europa, como o relatório lançado na semana passada pelo Banco de Compensações Internacionais, faz você sentir que mergulhou num universo alternativo em que nem as lições da história nem as leis da aritmética são válidas --um universo em que a austeridade ainda funcionará se todos tiverem fé, e em que todos poderão cortar gastos ao mesmo tempo sem produzir uma depressão.

A Europa poderá se salvar? Os trunfos em jogo são muito altos, e os líderes da Europa, em sua maioria, não são maus nem estúpidos. Mas, acredite se quiser, o mesmo poderia ter sido dito dos líderes da Europa em 1914. Resta esperar que desta vez seja diferente.

Fonte - BOL

sexta-feira, 29 de junho de 2012

O tempo do fim

Vivemos no tempo do fim. Os sinais dos tempos, que se cumprem rapidamente, declaram que a vinda de Cristo está próxima, às portas. Os dias em que vivemos são solenes e importantes. O Espírito de Deus está, gradual mas seguramente, sendo retirado da Terra. Pragas e juízos já estão caindo sobre os que desprezam a graça de Deus. As calamidades em terra e mar, as condições sociais agitadas, os rumores de guerra, são assombrosos. Prenunciam a proximidade de acontecimentos da maior importância.

As forças do mal estão se arregimentando e se consolidando. Elas estão se robustecendo para a última grande crise. Grandes mudanças estão prestes a ocorrer no mundo, e os acontecimentos finais serão rápidos.

As condições do mundo mostram que estão iminentes tempos angustiosos. Os jornais estão repletos de indícios de um terrível conflito em futuro próximo. Roubos ousados são ocorrência freqüente. As greves são comuns. Cometem-se por toda parte furtos e assassinatos. Homens possuídos de demônios tiram a vida de homens, mulheres e crianças. Os homens têm-se enchido de vícios, e estão generalizados todos os tipos de males. O inimigo tem conseguido perverter a justiça e encher do desejo de ganho egoísta o coração das pessoas. “A justiça se pôs longe; porque a verdade anda tropeçando pelas ruas, e a eqüidade não pode entrar”. Isaías 59:14. Nas cidades grandes há multidões vivendo em pobreza e miséria, quase privadas de alimento, abrigo e vestuário; ao passo que nas mesmas cidades há os que têm mais do que o coração poderia desejar, que vivem no luxo, gastando o dinheiro com casas ricamente mobiliadas, com adornos pessoais, ou pior ainda, com a satisfação das paixões carnais, com bebidas alcoólicas, fumo e outros artigos que destroem as faculdades do cérebro, desequilibram a mente e degradam a vida. Sobem para Deus os clamores da humanidade que perece de fome, ao mesmo tempo em que, por toda sorte de opressões e extorsões, os homens acumulam fortunas colossais.

Uma ocasião, achando-me eu na cidade de Nova York, fui convidada, à noite, para contemplar os edifícios que se erguiam, andar sobre andar, para o céu. Garantia-se que esses edifícios seriam à prova de fogo, e haviam sido construídos para glorificar seus proprietários e construtores. Erguiam-se eles cada vez mais alto, e neles era empregado o mais precioso material. Aqueles a quem essas construções pertenciam não perguntavam a si mesmos: “Como melhor poderemos glorificar a Deus?” O Senhor não fazia parte de suas cogitações. [...]

Enquanto se erguiam esses edifícios, os proprietários se regozijavam com ambicioso orgulho de que tivessem dinheiro para empregar na satisfação do próprio eu e provocar a inveja de seus vizinhos. Grande parte do dinheiro que assim empregavam havia sido alcançado por extorsões, oprimindo os pobres. Esqueciam-se de que no Céu se conserva registro de todas as transações comerciais; todo trato injusto, cada ato fraudulento, acha-se ali registrado. [...]

A cena que em seguida passou perante mim foi um alarme de incêndio. Os homens olhavam aos altos edifícios, supostamente à prova de fogo, e diziam: “Estão perfeitamente seguros.” Mas esses edifícios foram consumidos como se fossem feitos de piche. Os aparelhos contra incêndios nada podiam fazer para deter a destruição. Os bombeiros não podiam fazer funcionar as máquinas.

Fui instruída de que quando vier o tempo do Senhor, se não houver sido realizada mudança no coração dos soberbos, ambiciosos seres humanos, descobrirão os homens que a mão que fora forte para salvar, será igualmente forte para destruir. Nenhuma força terrestre poderá deter a mão de Deus. Não há como, na construção de edifícios, usar material que os preserve da destruição quando vier o tempo determinado por Deus para fazer cair sobre os homens as retribuições do desrespeito à Sua lei e também da ambição egoísta.

Não há muitos, mesmo entre educadores e estadistas, que compreendam as causas que servem de base para o presente estado da sociedade. Os que têm nas mãos as rédeas do governo não têm condições de resolver o problema da corrupção moral, da pobreza, da miséria e do crime crescente. Estão lutando em vão para colocar as operações comerciais sobre base mais segura. Se os homens dessem mais atenção aos ensinamentos da Palavra de Deus, achariam uma solução para os problemas que os desconcertam.

As Escrituras descrevem a condição do mundo exatamente antes da segunda vinda de Cristo. Dos homens que por meio de roubos e extorsões estão acumulando grandes riquezas, está escrito: “Entesourastes para os últimos dias. Eis que o jornal dos trabalhadores que ceifaram as vossas terras, e que por vós foi diminuído, clama; e os clamores dos que ceifaram entraram nos ouvidos do Senhor dos exércitos. Deliciosamente vivestes sobre a Terra, e vos deleitasses; cevastes os vossos corações, como num dia de matança. Condenastes e matastes o justo; ele não vos resistiu”. Tiago 5:3-6.

Quem, no entanto, lê as advertências feitas pelos sinais dos tempos, as quais estão se cumprindo rapidamente? Que impressão é causada sobre os mundanos? Que mudança se vê em sua atitude? Nada mais do que foi visto na atitude dos habitantes do mundo contemporâneo de Noé. Absortos com negócios e prazeres profanos, os antediluvianos “não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos”. Mateus 24:39. Tinham advertências, enviadas do Céu, mas recusaram-se a lhes dar atenção. E hoje o mundo, em completo desrespeito à voz de Deus, apressa-se para a ruína eterna.

O mundo está agitado pelo espírito de guerra. A profecia do capítulo onze de Daniel atingiu quase o seu cumprimento completo. Logo se darão as cenas de perturbação das quais falam as profecias.

“Eis que o Senhor esvazia a Terra, e a desola, e transtorna a sua superfície, e dispersa os seus moradores. [...] Porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos, e quebram a aliança eterna. Por isso a maldição consome a Terra; e os que habitam nela serão desolados. [...] Cessou o folguedo dos tamboris, acabou o ruído dos que pulam de prazer, e descansou a alegria da harpa”. Isaías 24:1-8.

“Ah! Aquele dia! Porque o dia do Senhor está perto e virá como uma assolação do Todo-poderoso”. Joel 1:15. [...]

“Observei a Terra, e eis que estava assolada e vazia; e os céus, e não tinham a sua luz. Observei os montes, e eis que estavam tremendo; e todos os outeiros estremeciam. Observei e vi que homem nenhum havia e que todas as aves do céu tinham fugido. Vi também que a terra fértil era um deserto, e que todas as suas cidades estavam derribadas”. Jeremias 4:23-26.

“Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante! e é tempo de angústia para Jacó; ele porém será livrado dela”. Jeremias 30:7.

Nem todos neste mundo tomaram o partido dos inimigos de Deus. Nem todos se tornaram desleais. Uns poucos existem que são fiéis a Deus; pois escreve João: “Aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus”. Apocalipse 14:12. Logo será travada a violenta luta entre os que servem a Deus e os que O não servem. Logo tudo que pode ser abalado o será, para que permaneçam as coisas que não podem ser abaladas.

Satanás é diligente estudante da Bíblia. Sabe que seu tempo é curto e procura em todos os pontos opor-se à obra do Senhor na Terra. É impossível dar uma idéia da experiência do povo de Deus que há de viver na Terra quando se misturarem a glória celestial e a repetição das perseguições do passado. Eles andarão à luz que procede do trono de Deus. Por meio dos anjos haverá constante comunicação entre o Céu e a Terra. E Satanás, rodeado de anjos maus, e declarando-se Deus, operará milagres de todas as espécies, para enganar, se possível, os próprios eleitos. O povo de Deus não encontrará sua segurança na operação de milagres; pois Satanás imitará os milagres que forem operados. O provado e experimentado povo de Deus, encontrará seu poder no sinal de que fala. Êxodo 31:12-18. Hão de postar-se do lado da palavra viva: “Está escrito”. Mateus 4:4. Essa é a única base sobre que poderão estar seguros. Os que quebraram o seu concerto com Deus estarão naquele dia sem Deus e sem esperança.

Os adoradores de Deus serão distinguidos especialmente pelo seu respeito ao quarto mandamento, visto ser esse o sinal do poder criador de Deus e a testemunha do Seu direito de reclamar a reverência e a homenagem do homem. Os ímpios serão distinguidos pelos seus esforços para demolir o monumento comemorativo do Criador e exaltar a instituição de Roma. Na conclusão do conflito, todo o cristianismo ficará dividido em dois grandes grupos: Os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus, e os que adoram a besta e sua imagem, e recebem o seu sinal. Embora Igreja e Estado unam o seu poder para obrigar a todos, “pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos” (Apocalipse 13:16), a receberem o sinal da besta, o povo de Deus não o receberá. O profeta de Patmos contemplou “os que saíram vitoriosos da besta, e da sua imagem, e do seu sinal, e do número do seu nome, que estavam junto ao mar de vidro, e tinham as harpas de Deus. E cantavam o cântico de Moisés, [...] e o cântico do Cordeiro”. Apocalipse 15:2, 3.

Tremendas provas e aflições aguardam ao povo de Deus. O espírito de guerra está incitando as nações de um a outro extremo da Terra. Mas em meio ao tempo de angústia que está para vir — tempo de angústia qual nunca houve desde que existe nação — o povo escolhido de Deus ficará inabalável. Satanás e seu exército não o poderão destruir; pois anjos magníficos em poder o protegerão. — Testimonies for the Church 9:11-17.

Ellen G. White, Conselhos para a Igreja, Capítulo 2.

(Via @SetimoDia)

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Proteja sua Família!



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