quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Terremoto de 6,7 graus atinge fronteira entre China, Rússia e Coreia do Norte

Um forte terremoto de 6,7 graus na escala Richter estremeceu nessa quinta-feira uma região da fronteira entre a China, Rússia e a Coreia do Norte, informou o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês).

Os sismógrafos da USGS detectaram o sismo às 23h13 de Brasília. Seu epicentro estava a 562 quilômetros de profundidade, a 110 km de Chongjin, na Coreia do Norte, e a 110 km a sudoeste de Vladivostok, na Rússia.

Fonte - Terra


Mais dúvidas sobre formas de medir aquecimento

Uma campanha de blogs formada por céticos em relação ao aquecimento global deu início a mais questionamentos sobre a confiabilidade dos dados que medem a temperatura do planeta.

De acordo com os céticos, os medidores de temperatura nos Estados Unidos estariam localizados em locais artificialmente quentes, criando a noção de que a Terra estaria se aquecendo.

No entanto, cientistas afirmam que, na realidade, a localização dos medidores estaria errada, mas daria a impressão de que a Terra estaria na verdade se resfriando, não aquecendo.

Fonte - Opinião e Notícia


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

A crise econômica grega aproxima-se dos EUA

Começou em Atenas. Está a estender-se a Lisboa e Madrid . Mas seria um erro grave supor que a crise da dívida soberana que se está a desdobrar ficará confinada às economias mais fracas da zona euro. Porque isso é mais do que apenas um problema mediterrâneo de âmbito local . É uma crise fiscal do mundo ocidental. Suas ramificações são muito mais profundas que a maioria dos investidores supõe atualmente.

Há, naturalmente, uma característica distinta na crise da zona do euro. Devido ao modo como foi concebida a União Monetária Européia, não há de fato nenhum mecanismo de socorro para o governo grego por parte da União Européia, de outros estados-membros ou do Banco Central Europeu (artigos 123 e 125 do Tratado de Lisboa). É verdade que o Artigo 122 pode ser invocado pelo Conselho Europeu para ajudar um estado-membro "seriamente ameaçado por dificuldades severas causadas por desastres naturais ou ocorrências excepcionais além de seu controle", mas neste momento ninguém quer fingir que o escancarado déficit da Grécia foi um ato de Deus. Nem há possibilidade de a Grécia desvalorizar sua moeda, como deveria ter feito nos dias pré-UME do dracma. Não há nem mesmo um mecanismo para que a Grécia deixe a zona do Euro.

Isso deixa apenas três possibilidades: um dos mais excruciantes esmagamentos fiscais na história moderna da Europa – reduzir o déficit de 13% a 3% do produto interno bruto em apenas três anos; moratória imediata de parte ou de toda a dívida do governo grego; ou (o mais provável, como apontado por funcionários alemães na quarta feira) algum tipo de socorro liderado por Berlim. Dado que nenhuma destas opções é atrativa, e porque qualquer decisão sobre a Grécia gera implicações para Portugal, Espanha e possivelmente outros países, deve haver muitas negociações cautelosas antes alcançar uma delas.

A CRISE É DE NATUREZA GERAL

Trabalhadores manifestam-se em Atenas. Mas as idiossincrasias da zona do euro não devem distrair-nos da natureza geral da crise fiscal que agora aflige a maioria das economias ocidentais. Chame-se a isto geometria fractal da dívida: o problema é essencialmente o mesmo da Islândia à Irlanda, à Inglaterra e aos Estados Unidos. Apenas as dimensões sã muito diferentes.

O que estamos a aprender no mundo ocidental é que não existe o tal almoço gratuito keynesiano. As dívidas não nos "salvam" nem a metade do que o faria a política monetária – taxas de juro nulas mais a facilidade quantitativa (quantitative easing) [NT] . Primeiro, o impacto do gasto do governo (o sagrado "multiplicador") tem sido muito menor do que os proponentes do estímulo esperavam. Em segundo lugar, há uma boa dose de "vazamento" das economias abertas num mundo globalizado. Por fim, e crucialmente, explosões da dívida pública incorrem em contas que vencem muito mais rápido do que esperamos.

Para a maior economia do mundo, os EUA, o dia do juízo ainda parece reconfortantemente remoto. Quanto pior ficam as coisas na zona do euro, mais o dólar americano se revigora, à medida em que investidores nervosos alocam seus recursos no "porto seguro" da dívida governamental americana. Esse efeito pode persistir por alguns meses, do mesmo modo como o dólar e os Tesouros se reanimaram quando estávamos no fundo do poço do pânico bancário no final de 2008.

Entretanto, mesmo uma olhada casual na posição fiscal do governo federal (para não falar dos estados) torna absurda a frase "porto seguro". A dívida do governo americano é um porto seguro no mesmo sentido em que Pearl Harbor o foi em 1941.

EQUILÍBRIO ORÇAMENTAL NUNCA MAIS

Mesmo pelas novas projeções orçamentárias da Casa Branca, a dívida federal bruta detida pelo público excederá 100% do PNB já nos próximos dois anos. Neste ano, como no ano passado, o déficit federal estará em volta dos 10% do PNB. As projeções de longo prazo do Gabinete de Orçamento do Congresso sugerem que os Estados Unidos nunca mais administrarão um orçamento equilibrado. É isso mesmo, nunca.

O Fundo Monetário Internacional publicou recentemente estimativas dos ajustes fiscais que as economias desenvolvidas teriam que fazer para restabelecer a estabilidade fiscal na próxima década. Os piores foram o Japão e a Inglaterra (um aperto fiscal de 13% do PNB). Em seguida vêm Irlanda, Espanha e Grécia (9%). E no sexto lugar? Os EUA, que terão que apertar a política fiscal em 8,8% do PNB para satisfazer o FMI.

Explosões da dívida pública prejudicam as economias de várias maneiras, como vários estudos empíricos têm mostrado. Elevando-se os temores de moratória e/ou depreciação da moeda acima da inflação real, aumentam as taxas de juros reais. Taxas de juro mais altas, por sua vez, agem como obstáculos ao crescimento, especialmente quando o setor privado está também pesadamente endividado – como no caso da maioria das economias ocidentais, não apenas os EUA.

Apesar da taxa de poupança interna americana ter subido desde que começou a Grande Recessão, não aumentou o suficiente para absorver um milhão de milhões (trillion) de dólares de emissões do Tesouro por ano. Assim, somente duas coisas até agora ficaram entre os EUA e retornos maiores para os títulos: compras dos títulos federais (e títulos hipotecários, que muitos vendedores essencialmente trocaram por títulos federais) pelo Federal Reserve, e acumulação de reserva pelas autoridades monetárias da China.

Mas agora o Fed está reduzindo essas compras e deve acabar com a quantitative easing. Ao mesmo tempo, os chineses reduziram abruptamente suas compras de títulos federais americanos de cerca de 47% das emissões novas em 2006 para 20% em 2008 e para estimados 5% no último ano. Não é de admirar que o Morgan Stanley suponha que os rendimentos dos títulos a 10 anos se elevarão de cerca de 3,5% a 5,5% este ano. Sobre uma dívida federal bruta se aproximando rapidamente de $1,5 milhão de milhões, isso significa mais de $300 mil milhões de pagamentos de juros adicionais – e chega-se lá bem depressa com o vencimento médio da dívida hoje inferior a 50 meses.

O novo orçamento da administração Obama supõe alegremente um crescimento real do PNB de 3,6% nos próximos cinco anos, com inflação média de 1,4%. Mas, com taxas reais de juro crescentes, o crescimento pode muito bem ser menor. Nestas circunstâncias, os pagamentos de juros podem elevar sua participação na receita federal – de um décimo a um quinto a um quarto.

Na semana passada, o Moody's Investors Service avisou que a classificação (rating) de crédito AAA dos EUA não pode ser considerada líquida e certa. Esse aviso lembra a questão fatal de Larry Summers (formulada antes do seu retorno ao governo): "Por quanto tempo o maior tomador de empréstimos do mundo pode continuar a ser a maior potência mundial?"

Ao refletir-se sobre isso, parece apropriado que a crise fiscal do ocidente tenha começado na Grécia, o berço da civilização ocidental. Ela logo cruzará o canal para a Inglaterra. Mas a questão chave é quando esta crise chegará ao ultimo bastião do poder do Ocidente, no outro lado do Atlântico.

Fonte - Financial Times

Tradução - Resistir.Info


A lei moral como solução

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- A bioética precisa da referência da lei moral para que a dignidade humana seja reconhecida como direito inalienável.

Assim afirmou o Papa no sábado passado, ao receber em audiência os participantes da 16ª Assembleia Geral da Academia Pontifícia para a Vida.

“Conjugar bioética e lei moral permite verificar da melhor maneira possível a referência, necessária e que não se pode eliminar, à dignidade que a vida humana possui intrinsecamente desde seu primeiro instante até seu fim natural”, disse.

No entanto, constatou Bento XVI, no contexto atual, os direitos que garantem a dignidade da pessoa nem sempre são reconhecidos à vida humana em seu desenvolvimento natural e nos estágios de maior fraqueza.

Para o pontífice, “semelhante contradição torna evidente o compromisso que é preciso assumir nos diversos âmbitos da sociedade e da cultura, para que a vida humana seja reconhecida sempre como sujeito inalienável do direito e nunca como objeto submetido ao arbítrio do mais forte”.
...
Sobre a lei natural, Bento XVI explicou que “o reconhecimento da dignidade humana, de fato, enquanto direito inalienável, encontra seu fundamento primeiro nesta lei não escrita pela mão do homem, mas inscrita por Deus Criador no coração do homem, que todo ordenamento jurídico está chamado a reconhecer como inviolável e cada pessoa deve respeitar e promover”.
...
Bento XVI destacou que “a lei moral natural, fonte do seu próprio caráter universal, permite conjurar este perigo [do estado legislar sobre a vida] e sobretudo oferece ao legislador a garantia para um autêntico respeito, tanto da pessoa como da ordem inteira da criação”.

E concluiu: “Esta se coloca como fonte catalisadora de consenso entre pessoas de culturas e religiões diferentes e permite ir muito além das diferenças, porque afirma a existência de uma ordem impressa na natureza pelo Criador e reconhecida como instância do verdadeiro juízo ético racional para fazer o bem e evitar o mal”.

Fonte - Zenit


Colapso da moeda seria inevitável

Albert Edwards, estrategista do banco francês Société Générale avisou, em nota para investidores, que o colapso do euro seria “inevitável”. De acordo com Edwards, a decisão da União Europeia de salvar a economia grega não é uma solução, e apenas esconde falhas fundamentais no bloco.

Mats Persson, diretor da consultoria Open Europe, acredita que o grande problema dos países na zona do euro é a disparidade de competitividade entre os membros mais ricos e os mais pobres. Persson afirma que a Grã-Bretanha tomou a decisão correta ao não adotar o euro como moeda de seu país.

Edwards argumenta ainda que as economias de Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha são muito fracas para “sustentar os rigores do euro”. O problema estaria no fato de que economias sem competitividade poderiam desvalorizar a moeda para alimentar sua própria economia. No entanto, isto não é possível no caso dos países na zona do euro.

Fonte - Opinião e Notícia

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Papa quer ética comum baseada na lei natural

Cidade do Vaticano, 13 fev (RV) - Bento XVI recebeu em audiência na manhã deste sábado, na Sala Clementina, no Vaticano, os membros da Pontifícia Academia para a Vida, reunidos nestes dias em assembléia geral e conduzidos por seu presidente, o arcebispo Rino Fisichella.

A ciência sozinha não basta para compreender o valor da dignidade humana, nem para garantir o respeito pela sacralidade da vida. Isso é possível somente se se reconhece que nela brilha o fundamento da lei natural, inscrita não pelo homem, mas por Deus, disse o papa, no discurso que dirigiu aos presentes, no qual abordou o delicado tema da bioética em relação aos problemas atuais.

A idéia de que a vida seja matéria "manipulável" pela ciência igualmente a outros aglomerados orgânicos, ou o pietismo fácil de quem se comove diante de "situações-limite" e crê que isso vale como respeito pela dignidade humana: todas derivas perigosas – como a de um Estado que pretenda fixar por leis questões éticas fazendo-se ele mesmo princípio de ética – se se ignora ou se desconhece o valor da lei natural.

Como em análogas ocasiões, ou como na última encíclica "Caritas in veritate", o pontífice fez afirmações de grande clareza. Hoje – reiterou – a partida do "desenvolvimento humano integral" se joga no campo da bioética:

"Trata-se de um âmbito delicadíssimo e decisivo, em que emerge com força dramática a questão fundamental: se o homem é produzido por si mesmo ou se ele depende de Deus. As descobertas científicas neste campo e as possibilidades de intervenção técnica parecem tão avançadas a ponto de impor a escolha entre as duas racionalidades: a racionalidade da razão aberta à transcendência ou a racionalidade da razão fechada na imanência."

A própria bioética, no momento em que emergem "possíveis conflitos interpretativos", necessita de uma sólida "evocação normativa", e isso – precisou o papa – se funda na "lei moral natural".

É nela – explicou – que o reconhecimento da dignidade humana, "enquanto direito inalienável, encontra o seu fundamento primeiro naquela lei não inscrita por mão humana, mas inscrita por Deus Criador no coração do homem".

Vice-versa – objetou o Santo Padre – "sem o princípio básico da dignidade humana seria árduo encontrar uma fonte para os direitos da pessoa e impossível alcançar um juízo ético em relação às conquistas das ciências que intervêm diretamente na vida humana":

"É necessário, portanto, repetir com firmeza que não existe uma compreensão da dignidade humana ligada somente a elementos externos como o progresso da ciência, o gradualismo na formação da vida humana ou o fácil pietismo diante de situações-limite. Quando se evoca o respeito pela dignidade da pessoa é fundamental que tal respeito seja pleno, total e incondicional, reconhecendo encontrar-se sempre diante de uma vida humana."

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: O foco da manifestação está na questão da bioética, no entanto, o raciocínio utilizado peolo pontífice, de forma reiterada, pretende ser aplicado em todos os ramos da vida que apontem para "um desenvolvimento integral do ser humano". Onde se lê "lei natural", entenda-se "mandamentos católicos".


Bactérias resistentes se tornam mais comuns

As bactérias resistentes a antibióticos estão se tornando comuns entre humanos. A tendência é preocupante, e mais ainda porque os mesmo genes que conferem esta resistência estão sendo encontrados em bactérias que atacam outros animais.

Bactérias resistentes que pulam de animais para humanos são comuns, e em geral não muito mais fortes que o normal. Para descobrir de onde estas bactérias conseguem a resistência, cientistas examinaram ursos polares, animais que vivem no ambiente mais selvagem e isolado de humanos que existe.

O que se descobriu é que as bactérias nos ursos polares têm pouca resistência a antibióticos. De acordo com os cientistas, isto é boa notícia, pois mostraria que apenas bactérias vivendo em animais em contato constante com humanos desenvolvem resistência a antibióticos.

Fonte - Opinião e Notícia



domingo, 14 de fevereiro de 2010

Diálogo avança rumo à unidade dos cristãos

O Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos emitiu um comunicado sobre o Simpósio Harvesting the Fruits [Colhendo os frutos], que aconteceu em Roma entre os dias 8 e 10 de fevereiro.

Em outubro de 2009, Harvesting the Fruits: Basic Aspects of Christian Faith in Ecumenical Dialogue [Colhendo os frutos: aspectos básicos da fé cristã no Diálogo Ecumênico] foi publicado. Esse livro reúne os resultados de quarenta anos de diálogos bilaterais entre a Igreja Católica Romana e a Federação Luterana Mundial, a Aliança Mundial das Igrejas Reformadas, a Comunhão Anglicana e o Conselho Metodista Mundial. A obra também levanta questões importantes para a futura direção e conteúdo do diálogoecumênico. O Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos organizou um Simpósio entre os dias 8 e 10 de fevereiro sobre as questões apresentadas no livro Colhendo os frutos. Teólogos de tradição luterana, reformada, anglicana e metodista conheceram a sede do Pontifício Conselho, a convite de seu presidente, Cardeal Walter Kasper.

O objetivo do Simpósio não foi meramente ter em conta os muitos elementos de acordo produzido por quarenta anos de diálogo oficial, mas considerar formas de comunicar esta conquista notável para os membros de todas as diferentes comunidades Cristãs, para que eles possam manifestar mais plenamente em suas vidas os progressos no sentido da unidade que têm sido feitos. Durante os três dias de discussão, houve um exame detalhado da questão da recepção de declarações e acordos conjuntos, a necessidade do testemunho comum dos cristãos em todos os níveis, e a mudança no contexto em que o cristianismo deve realizar sua missão.

O Simpósio também olhou para a frente, questionou como discernir o lugar que o diálogo ecumênico terá no futuro. Houve uma análise aprofundada das etapas que devem ser tomadas para a meta do ecumenismo, que continua a ser a plena e visível comunhão. Como o Cardeal Kasper lembrou aos participantes, "o que faz significa comunhão no sentido teológico? Isso não significa comunidade no sentido horizontal, mas "communio sanctorum" - o que poderíamos chamar de participação vertical no que é 'sagrado', nas 'coisas sagradas "- ou seja, o Espírito de Cristo presente na sua Palavra e nos sacramentos administrados por ministros [...] devidamente ordenados".

O Simpósio explorou como discordâncias tradicionais podem ser reavaliadas se analisadas no contexto da Missão e da visão do Reino de Deus. Houve menção de uma nova e promissora abordagem em que o diálogo ecumênico seja visto como uma troca de dons, e as conversas francas foram realizadas nos limites da diversidade e do papel da hierarquia de verdades. A discussão também incluiu propostas concretas para incentivar a busca da unidade, mais particularmente a produção de uma Declaração Comum do que se tem conseguido ecumenicamente. Uma possível forma pela qual isso poderia acontecer seria uma afirmação comum da fé no Batismo, incluindo um comentário sobre o Credo dos Apóstolos e a Oração do Senhor.

Os participantes no Simpósio foram tanto experts no diálogo bilateral quanto teólogos mais novos para o ecumenismo. A discussão teológica foi produzida em um nível elevado, e as muitas sugestões positivas que propôs serão levadas à Plenária do Pontifício Conselho em novembro deste ano. Os participantes expressaram gratidão pela oportunidade de discutir em profundidade os desafios reais encontrados na busca pela unidade dos Cristãos, e afirmaram que a possibilidade de convocar reuniões desta natureza é um potencial particular de Roma, indicando o grande serviço que o ministério petrino pode oferecer ao ecumenismo.

Fonte - Canção Nova

Nota DDP: Veja também "Cardeal propõe um catecismo ecumênico".


sábado, 13 de fevereiro de 2010

Nova direita cresce nos EUA

Se alguém acredita que a dupla Bush-Cheney é a versão mais extrema do conservadorismo americano, é possível que logo comprove que está errado. O movimento conservador em desenvolvimento nos últimos meses nos EUA, alimentado pelo rancor de uma classe média empobrecida e pela ambição de uma nova classe política pós-partidária, rompeu os moldes do republicanismo tradicional e lembra o caráter racista, nacionalista e fanático do fascismo. Por enquanto só lhe falta o ingrediente da violência.

O último sinal de alarme foi a recente reunião do movimento Tea Party em Nashville (Tennessee), e o discurso de seu líder mais visível, Sarah Palin, que levou o populismo ao grau de elogiar a ignorância como mostra de autenticidade e de destacar como maior qualidade política de Scott Brown, o recém-eleito senador por Massachusetts, o fato de ser "simplesmente um homem com uma camionete".

Palin é aclamada por seus seguidores pela simplicidade de seu expediente acadêmico, uma simples graduação em jornalismo pela modesta Universidade de Wyoming, contra os títulos da Ivy League que Barack Obama acumula em Columbia e Harvard. O próprio Brown ganhou adeptos pela virilidade abertamente exibida na revista "Cosmopolitan", contra o refinamento pudico dos políticos tradicionais.

A nação dos Tea Party se mostra, com efeito, convencida de ter implementado uma revolução contra a oligarquia de Washington semelhante à que no século 18 expulsou os colonialistas britânicos. De repente, os republicanos com mais "pedigree" estão em perigo diante dessa onda. O governador da Flórida, Charlie Crist, um moderado que no ano passado gozava de 70% de popularidade, hoje se vê superado nas pesquisas por um jovem desconhecido ultrarreligioso chamado Marco Rubio. Até John McCain, o indiscutível vice-rei do Arizona, hoje está seriamente ameaçado por J. D. Hayworth, um charlatão de uma rádio local que, na definição do "New York Times", "todo dia ataca, e nem sempre nesta ordem, a imigração ilegal, a perda de patriotismo no país e tudo o que Obama faz".

Todas as manhãs surge entre as fileiras do Tea Party algum desconhecido que em meia hora da demagogia mais radical ganha 10 pontos nas pesquisas. "O movimento está amadurecendo", afirma Judson Phillips, um dos fundadores desse fenômeno. "As manifestações estavam bem para o ano passado, mas este ano é preciso mudar as coisas, este ano temos de ganhar."

Ganhar o quê? Para conduzir o país aonde? Alguns conservadores moderados e cultos, como Peggy Noonan ou David Brooks, afirmam que não há nada a temer, que esses grupos são enraizados nas tradições libertárias dos EUA e que sua contribuição servirá para dinamizar a vida política do país.

É possível. Certamente, a hostilidade que este movimento manifesta em relação a Obama não se afasta muito da que a esquerda exibiu contra Bush - devem-se lembrar as menções a seu vício em álcool ou sua suposta indigência intelectual - e cabe perfeitamente, portanto, no jogo da democracia.

Mas de um ponto de vista europeu, no que está acontecendo hoje nos EUA, se observa algo mais que isso. Um dos oradores em Nashville afirmou com convicção que "o nascimento de Cristo está melhor documentado que o de Obama". "É africano", gritou uma mulher da platéia. Por trás dessa campanha que nega ao presidente sua cidadania norte-americana, parece esconder-se tanto um sentimento ultranacionalista quanto uma rejeição a sua raça.

Ninguém fala nos EUA sobre esse último fator. Para os que apoiam Obama, pode parecer vantagismo recorrer ao grito de racismo cada vez que se critica o presidente. Seus inimigos, é claro, não admitem esse pecado, por mais que na reunião de Nashville se escutasse só uma voz negra, obviamente exibida para ocultar o caráter puramente branco do movimento. Esse novo conservadorismo reúne muito da frustração do homem branco acumulada desde a liberação feminina, os direitos civis, de todas as leis para a igualdade que foram reduzindo o poder do setor social eternamente dominante. Esse homem branco que tampouco se viu favorecido pelos bons contatos, as amizades úteis, o dinheiro fácil, e que foi engrossando nas últimas décadas uma classe média que foi o orgulho da nação nos anos 1950, mas que foi impiedosamente maltratada pela última revolução tecnológica e a recente crise econômica.

Essa classe média branca ferida dispara contra o que está mais perto: os imigrantes, as minorias raciais, os dirigentes políticos. Tenta reduzir a concorrência, que considera injusta, e pretende que os EUA sejam só para os verdadeiros americanos. Busca a salvação em novas doutrinas, e atende à voz maternal de Palin e aos alaridos patrióticos dos locutores de rádio. Glenn Beck ou Rush Limbaugh se transformam assim nos Walter Conkrite dos novos tempos.

Os conservadores americanos não creem que haja qualquer perigo. Confiam cegamente na força integradora dessa democracia e em sua capacidade indestrutível de conter qualquer ameaça. Mas, de uma óptica europeia, essa combinação de demagogia, racismo, nacionalismo e xenofobia, assumida por uma classe média ferida e agitada, é uma receita muito conhecida e ainda temida. É verdade que o novo movimento conservador americano se orgulha sua defesa da liberdade e ainda não parece compatível com um governo que não garantisse o respeito ao indivíduo. Mas o aroma de Nashville semeia dúvidas, traz más sensações, assusta.

Fonte - BOL


Presidente Lula aprova Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva promulgou nesta quinta-feira (11/2) o acordo assinado em 2008 pelo governo brasileiro com a Santa Sé (Vaticano), que define o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil. Entre outros pontos polêmicos, o acordo, destaca a importância do ensino religioso, "católico e de outras confissões" e o considera "disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental", embora de matrícula facultativa.

O Estatuto foi aprovado pelo decreto 7.107 e publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial. O acordo estabelece normas também sobre o casamento, concede imunidade tributária para entidades eclesiásticas e garante sigilo de ofício dos sacerdotes, entre outros pontos.

Ainda durante a tramitação do decreto legislativo, houve críticas, no Congresso, ao dispositivo que determina que municípios reservem, no planejamento urbano, espaços para atividades religiosas.

A proposta inicial do acordo assinado pelo presidente Lula, em 2008, surgiu por meio do secretário de Estado da Santa Sé, Cardeal Tarcisio Bertone, em uma carta enviada em setembro de 2006. Depois de passar por consulta em diversas áreas do governo, o texto teve breves adaptações sugeridas pelo Ministério das Relações Exteriores. O acordo integral só foi acordado pelas duas partes em novembro do ano passado.

Segundo o embaixador Samuel Pinheiro Neto Guimarães, o Brasil é o país que “abriga a maior população católica do mundo e era o único que não dispunha de acordo sobre a presença da Igreja Católica em seu território”. Em texto, ele afirma ainda que as diretrizes seguidas pelas autoridades brasileiras na negociação do acordo foram a “preservação das disposições da Constituição e da legistação ordinária sobre o caráter laico do estado brasileiro”.

No acordo, o Brasil reconhece à Igreja Católica o direito de desempenhar sua missão apostólica, protege o patrimônio histórico e cultural da Igreja Católica e reconhece a personalidade jurídica das Instituições Eclesiásticas nos termos da legislação brasileira. Um dos artigos dispõe que os “direitos, imunidades, isenções e benefícios das pessoas jurídicas eclesiásticas que prestam também assistência social serão iguais aos das entidades com fins semelhantes, conforme previstos no ordenamento jurídico brasileiro”.

Outro ponto em destaque trata da concessão de visto permanente ou temporário para sacerdotes, membros de institutos religiosos e leigos, que venham exercer atividade pastoral no Brasil, nos termos da legislação brasileira sobre a matéria.

Fonte - Olhar Direto

Nota DDP: Ver também "Governo e Santa Sé firmam acordo sobre ensino religioso".


Neve nos EUA é novo front de guerra sobre mudança do clima

Enquanto milhões de pessoas na costa leste dos EUA se escondem em suas casas cobertas de neve, os dois lados do debate climático usam as tempestades para reforçar suas visões.

Céticos do aquecimento estão usando a nevasca recorde para desdenhar de quem alerta para as mudanças climáticas perigosas causadas pelos seres humanos --está mais para resfriamento global, provocam.

A maioria dos climatologistas diz que as tempestades são consistentes com as previsões de que um planeta mais quente produzirá eventos extremos mais frequentes e intensos. Mas alguns cientistas dizem que as nevascas no Nordeste dos EUA não são mais prova de que o planeta está esfriando do que a falta de neve em Vancouver (Canadá) é prova de que ele está esquentando.

Para ilustrar seu ponto de vista, a família do senador republicano James Inhofe (Oklahoma), um dos principais céticos do clima no Congresso, construiu um iglu de dois metros de altura em frente ao Capitólio e pôs em seu topo um cartaz que dizia: "A nova casa de Al Gore". O extremo meteorológico, disse Inhofe, reforça as dúvidas sobre as conclusões dos cientistas de que o aquecimento é "inequívoco".

Bobagem, replica Joseph Romm, especialista em mudança climática que escreve sobre o assunto para a ONG liberal Center for American Progress. "Os ideólogos no Senado ficam forçando informações anticientíficas de que grandes nevascas são evidências contra o aquecimento", escreveu Romm na última quarta-feira.

A guerra em torno das nevascas está acontecendo na esteira de uma série de controvérsias climáticas: nos últimos meses, críticos da ideia do aquecimento global atacaram o relatório de 2007 do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática) e afirmaram que e-mails roubados de um centro de climatologia na Inglaterra levantam dúvidas sobre a integridade acadêmica de alguns cientistas do clima.

Mas os climatologistas dizem que nenhum episódio meteorológico extremo pode ser atribuído a tendências climáticas globais --embora digam que tais eventos ficarão mais frequentes à medida que as temperaturas globais sobem e que o ar carrega mais umidade.

Fonte - Folha


Economia europeia volta a pisar no freio

A economia europeia está estagnada e a recuperação foi freada, mesmo com os bilhões de euros injetados pelos governos desde a eclosão da crise em setembro de 2008. Na Grécia, a queda da economia está sendo mais acentuada que em meados de 2009, enquanto a Alemanha interrompeu sua recuperação e confirmou que teve no ano passado a pior recessão desde a 2ª Guerra Mundial. Itália, República Tcheca e outras economias voltaram a ter uma contração de suas economias e a Espanha não consegue sair da recessão.

Dados divulgados ontem pela Comissão Europeia mostram que a recuperação que se esperava dos países ricos promete ser mais lenta do que o previsto, voltando a derrubar as bolsas e o euro.

A UE já estava sendo abalada pela crise da dívida em países como Grécia, Portugal e Espanha. Na quinta-feira, o bloco prometeu ajudar as economias em dificuldades. Mas ainda não saiu nada de concreto.

Agora, os novos números mostram que, além da dívida, os pacotes de resgate não estão sendo suficientes para tirar o bloco da crise, mesmo com os bilhões investidos. Na Grécia, as ações de bancos sofreram perdas de mais de 5%.
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Fonte - Estadão


França pretende triplicar câmeras de vigilância em áreas públicas

O ministro de Interior da França, Brice Hortefeux, disse neste sábadoo que um novo esquema está sendo montado para aumentar a segurança no país, a partir do qual o número de câmeras de vigilância em espaços públicos deverá ser triplicado, para 70 mil unidades.

Em entrevista à rádio "Europe 1", Hortefeux disse que as câmeras são de "proteção" e que novas unidades serão instaladas porque "a criminalidade diminuiu duas vezes mais rápido" nos municípios em que foram colocadas.

O ministro explicou ainda que as câmeras poderão ajudar a esclarecer algumas ocorrências, como conflitos registrados durante intervenções da polícia.

De acordo com o projeto de lei que está tramitando no Legislativo, o governo francês poderá colocar câmeras mesmo nas cidades que não quiserem, mas só se o objetivo dos dispositivos for combater o terrorismo ou proteger instalações de importância vital, como usinas nucleares, e centros de interesse nacionais.

Embora o Executivo nacional vá pagar as despesas de instalação do sistema de vigilância, autoridades locais eleitas pela oposição socialista manifestaram sua preocupação com os custos que a manutenção do sistema acarretarão para suas Administrações.

Fonte - Último Segundo



Conflito Cósmico - A Origem do Mal


Fonte - O Tempo Final


Nota DDP: Produção do Ministério americano "Amazing Facts", dirigido pelo Pr. Doug Bachelor, que pode ser adquirida aqui. Outras programações do mesmo Ministério:

- "As mais surpreendentes profecias"
- "O Código Profético"
- "Eventos Finais"


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Viva esperança do Papa nos progressos do diálogo luterano-católico

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- Ao receber hoje uma delegação da Igreja Evangélica Luterana na América, Bento XVI expressou sua satisfação pelos resultados alcançados até agora no diálogo luterano-católico e augurou que possam representar uma sólida base sobre a qual é preciso construir o futuro.

“Desde o início do meu pontificado, alentou-me que as relações entre católicos e luteranos tenham continuado crescendo, especialmente no âmbito da colaboração prática ao serviço do Evangelho”, confessou aos seus hóspedes, a quem encontrou na sala contígua à Paulo VI.

“Espero profundamente que a continuação do diálogo luterano-católico, tanto nos Estados Unidos como no resto do mundo, ajude a construir a partir dos acordos alcançados até agora”, acrescentou.
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A Igreja Evangélica Luterana da América foi fundada em 1988. Tem mais de 4 milhões de fiéis e está presidida pelo bispo Mark Hanson, presente hoje na audiência geral com o Papa.

Fonte - Zenit


A Doutrina Social é o anúncio da Verdade de Cristo na Sociedade

ROMA, quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org). – No primeiro dos encontros de 2010 na Catedral de Roma, ocorrido nessa segunda-feira, o cardeal Camilo Ruini explicou a relevância da Doutrina Social da Igreja como uma verdadeira revolução antropológica, cuja proposta é anunciar a verdade de Cristo na sociedade.

O tema do encontro, organizado pelo Vicariato de Roma, foi “Caritas in veritate. Reflexões sobre seus fundamentos antropológicos”.

Apresentando o tema, o cardeal Agostino Vallini, vigário de Roma, precisou que com a encíclica Caritas in Veritate, o Papa ofereceu à Igreja e a todos os homens de boa vontade uma reflexão de grande empenho argumentativo acerca do desenvolvimento humano, um documento orgânico de análise e de propostas por um mundo novo; poderíamos dizer, um manual ético para a economia e também – em certo sentido – um guia para a política. Enfim, um texto de ampla inspiração e esperança”.

“Para o Papa Bento XVI” – acrescentou o purpurado – nenhuma questão que diga respeito ao homem – incluída a questão social – pode prescindir de remeter aos fundamentos. O conceito de homem não muda, e o modo pelo qual são interpretadas as relações entre homem e natureza, homem e liberdade, homem e trabalho, homem e economia, alteram, consequentemente, o conceito de sociedade, o escopo do processo econômico, as regras e objetivos do desenvolvimento”.
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Quando se considera a centralidade do homem, sob a ótica da ética e da lei natural, é inevitável a questão sobre Deus”, explicou.

A conclusão da encíclica abre-se assim com uma afirmação contundente, que representa a instância central do magistério de Bento XVI: “Sem Deus, o homem não sabe para onde ir, e não é capaz nem sequer de compreender quem é”.
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Fonte - Zenit

Nota DDP: Onde se lê "lei natural", como já debatido inúmeras vezes neste espaço, entenda-se mandamentos católicos. O que se prega portanto, em todos estes documentos citados,nada mais é que o retorno aos mandamentos para garantia de sobrevivência do homem nas mais diversas áreas.


Terremoto de magnitude 5,7 atinge a região da Indonésia

Um tremor de magnitude 5,7 atingiu nesta sexta-feira (horário local) a costa da Ilha de Java, na Indonésia, segundo o Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA.

O tremor ocorreu às 2h43 de sexta (16h43 de quinta em Brasília), a 215 km de Denpasar e a 900 km da capital, Jacarta, e a uma profundidade de 53,9 km.

Ainda não há informação sobre o impacto. Não houve alerta imediato de tsunami.

Fonte - G1


Nota DDP: Veja também "Dois fortes tremores sacodem o norte de Honduras" e "Terremoto de 4,3 graus atinge cidade na costa do Peru".


Rio de Janeiro tem 2ª pior sensação de calor do mundo

Com o calor que não dá trégua para os cariocas, o Rio já está entre os lugares mais quentes do mundo e registrou nesta quarta-feira (10) a segunda maior sensação térmica do planeta.

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, às 13h foi registrada uma das maiores sensações térmicas do planeta: 43,9 graus. Perdeu apenas para Ada, em Gana, no continente africano.

O bairro de Jacarepaguá ficou em segundo lugar entre as mais de 3,2 mil estações de medição ligadas à organização meteorológica mundial.

O deserto do Saara também não foi páreo. A sensação térmica mais quente no verão do deserto hoje foi de 40 graus. Nem os camelos estão sofrendo tanto quanto os cariocas.

A chuva da noite de terça não trouxe refresco. E nunca fevereiro teve um início de mês tão quente na história das medições do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em cem anos. A média dos nove primeiros dias do mês foi de 39,7°C.
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Fonte - Correio

Nota DDP: Veja também "Onda de calor já deixou mais de 30 mortos no Paraguai" e "Onda de calor causa morte de 32 idosos em Santos".


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Scanners corporais

As afirmações de autoridades britânicas de que scanners de raio-x de pessoas embarcando em aeroportos seriam destruídas logo após sua passagem por eles foram provadas falsas. Imagens do ator de filmes indianos Shahrukh Khan foram impressas e circularam pelo aeroporto de Heathrow, em Londres.

Os scanners têm causado polêmica por mostrar, com boa resolução, a pessoa nua. Khan teria descoberto o caso após ver autoridades de segurança do aeroporto com um papel na mão. O ator acreditou se tratar de um formulário e pediu para assinar, quando foi mostrada a figura, ele a autografou e devolveu.

Além da questão de invasão de privacidade, o Comitê Interagência para Segurança e Radiação acredita que os scanners podem ser uma ameaça. O grupo pede um estudo mais aprofundado sobre os efeitos que a radiação pode ter na saúde dos passageiros.

Fonte - Opinião e Notícia


Total de mortos do Haiti chega a 230 mil e supera o do tsunami de 2004

O número de pessoas mortas em consequência do terremoto que atingiu o Haiti no dia 12 de janeiro chegou a 230 mil, segundo afirmou o governo do país nesta terça-feira.

O novo total supera em 18 mil a estimativa anterior, feita na semana passada, e ultrapassa algumas estimativas do número de mortes no tsunami que atingiu o sudeste asiático em dezembro de 2004.

Um relatório do Centro de Pesquisas sobre Epidemiologia de Desastres encomendado pela ONU e publicado em janeiro indicava o tsunami de 2004 como o desastre mais mortífero da primeira década do milênio, com cerca de 220 mil mortes.
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Fonte - BBC


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