Sério, gente, é o papa mais carisma de todos os tempos!Francisco, você tá, oh, no <3 dos brasileiros! #yahoobr
Posted by Yahoo Noticias on Sexta, 7 de agosto de 2015
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Influência papal
O pior está por vir: Bolsa chinesa se aproxima do crash de 1929
Um disparo nas operações de compra com margem ajudou a inflar a Bolsa chinesa nos últimos meses. Alimentada pela demanda dos investidores de varejo, o índice Xangai Composite saltou mais de 150% desde meados do ano passado até o início de junho de 2015. No mesmo período, o índice Shenzen subiu mais de 200%. Essa exuberância chegou a um fim violento, com índices abaixo, quase um terço do pico de 12 de junho, com mais de U$ 10 trilhões em capitalização de mercado.
Junto a esse salto das bolsas e posterior correção, as operações de compra com margem bateram 9,6% da capitalização do mercado acionário chinês de junho - nível alarmante, tanto na história chinesa como no mundo, e como pode ser visto no gráfico abaixo, colocou a China em um território inquietante. Segundo dados divulgados pelo diretor da Guggenheim, Scott Minerd, nesse patamar a China só perde para o nível atingido pelo mercado americano no crash de 1929, quando a margem alcançou 12% da capitalização das ações.
Para ele, se os responsáveis pela política chinesa não alterarem em breve o curso do mercado, a correção da Bolsa chinesa poderia se transformar em um mergulho do mercado semelhante ao que aconteceu em 1929 nos Estados Unidos. Para efeito de comparação, atualmente, a margem das operações nos EUA é menor do que 3%.
Minerd acredita que o melhor cenário para China pode ser o que ocorreu nos EUA em 1987, quando a forte queda do mercado estabeleceu as bases para o próximo grande rali.
"Se o atual momento da China vai se tornar uma versão da quinta-feira negra do crash de 1929 nos EUA ou um cenário mais saudável da segunda-feira negra de 1987, isso vai depender muito da estratégia que os responsáveis pelo mercado por lá adotarão nos próximos meses. Para a China, eu espero que seja o último mas, neste momento, os investidores devem ter em conta que a segunda maior economia do mundo poderia muito provavelmente encontrar-se no epicentro da maior correção do mercado de ações deste século", escreveu Minerd em artigo publicado no site da Guggenheim.
Fonte: InfoMoney
Junto a esse salto das bolsas e posterior correção, as operações de compra com margem bateram 9,6% da capitalização do mercado acionário chinês de junho - nível alarmante, tanto na história chinesa como no mundo, e como pode ser visto no gráfico abaixo, colocou a China em um território inquietante. Segundo dados divulgados pelo diretor da Guggenheim, Scott Minerd, nesse patamar a China só perde para o nível atingido pelo mercado americano no crash de 1929, quando a margem alcançou 12% da capitalização das ações.
Para ele, se os responsáveis pela política chinesa não alterarem em breve o curso do mercado, a correção da Bolsa chinesa poderia se transformar em um mergulho do mercado semelhante ao que aconteceu em 1929 nos Estados Unidos. Para efeito de comparação, atualmente, a margem das operações nos EUA é menor do que 3%.
Minerd acredita que o melhor cenário para China pode ser o que ocorreu nos EUA em 1987, quando a forte queda do mercado estabeleceu as bases para o próximo grande rali.
"Se o atual momento da China vai se tornar uma versão da quinta-feira negra do crash de 1929 nos EUA ou um cenário mais saudável da segunda-feira negra de 1987, isso vai depender muito da estratégia que os responsáveis pelo mercado por lá adotarão nos próximos meses. Para a China, eu espero que seja o último mas, neste momento, os investidores devem ter em conta que a segunda maior economia do mundo poderia muito provavelmente encontrar-se no epicentro da maior correção do mercado de ações deste século", escreveu Minerd em artigo publicado no site da Guggenheim.
Fonte: InfoMoney
Maioria do eleitorado latino nos EUA aprova Papa Francisco
Washington (RV) – Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos revela que 71% dos votantes latinos têm uma visão favorável do Papa Francisco. A sondagem, divulgada na quinta-feira (6/8), foi realizada a pedido dos principais sindicatos do país.“A mensagem de solidariedade, comunidade, inclusão e equidade do Papa tem um amplo alcance e aceitação entre o eleitorado latino”, afirma uma análise dos dados feita pelos sindicatos AFL-CIO y SEIU e pela organização Faith in Public Life. “Os votantes latinos estão especialmente interessados em mensagens relacionadas com direitos dos trabalhadores, temas econômicos orientados às famílias e a reforma migratória”, acrescentaram.
A pesquisa foi realizada por telefone em inglês e espanhol, num universo de 750 prováveis votantes, entre 27 e 30 de junho, pouco mais de dois meses antes da viagem do Pontífice ao país.
De fato, Bergoglio visitará os Estados Unidos pela primeira vez no mês de setembro, passando por Washington, Nova York e Filadélfia. Na capital estadunidense, Francisco se reunirá com o Presidente Barack Obama na Casa Branca e presidirá a missa de canonização do franciscano Junípero Serra, evangelizador e fundador de várias missões na Califórnia no século XVIII.
Em Nova York, celebrará as vésperas com o clero na Catedral de São Patrício, pronunciará um discurso na Sede das Nações Unidas e presidirá uma Missa no Madison Square Garden.
Por fim, na Filadélfia, participará do encerramento do VIII Encontro Mundial das Famílias.
Fonte - Radio Vaticano
Maioria do eleitorado latino nos EUA aprova Papa Francisco
Washington (RV) – Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos revela que 71% dos votantes latinos têm uma visão favorável do Papa Francisco. A sondagem, divulgada na quinta-feira (6/8), foi realizada a pedido dos principais sindicatos do país.“A mensagem de solidariedade, comunidade, inclusão e equidade do Papa tem um amplo alcance e aceitação entre o eleitorado latino”, afirma uma análise dos dados feita pelos sindicatos AFL-CIO y SEIU e pela organização Faith in Public Life. “Os votantes latinos estão especialmente interessados em mensagens relacionadas com direitos dos trabalhadores, temas econômicos orientados às famílias e a reforma migratória”, acrescentaram.
A pesquisa foi realizada por telefone em inglês e espanhol, num universo de 750 prováveis votantes, entre 27 e 30 de junho, pouco mais de dois meses antes da viagem do Pontífice ao país.
De fato, Bergoglio visitará os Estados Unidos pela primeira vez no mês de setembro, passando por Washington, Nova York e Filadélfia. Na capital estadunidense, Francisco se reunirá com o Presidente Barack Obama na Casa Branca e presidirá a missa de canonização do franciscano Junípero Serra, evangelizador e fundador de várias missões na Califórnia no século XVIII.
Em Nova York, celebrará as vésperas com o clero na Catedral de São Patrício, pronunciará um discurso na Sede das Nações Unidas e presidirá uma Missa no Madison Square Garden.
Por fim, na Filadélfia, participará do encerramento do VIII Encontro Mundial das Famílias.
Fonte - Radio Vaticano
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Gigantes de gelo derretem em ritmo recorde
São Paulo - Não é apenas o Ártico que está em apuros. Ao redor do mundo, os gigantes glaciares perdem gelo em um ritmo sem precedentes e que está acelerando. A constatação é de um estudo publicado no periódico científico Journal of Glaciology. O Serviço de Monitoramento Mundial de Glaciares, coordenado pela Universidade de Zurique, compilou dados mundiais sobre as mudanças na cobertura das geleiras ao longo de mais de 120 anos.
Na pesquisa, as observações da primeira década do século 21 (2001-2010) foram comparadas com todos os dados anteriores, disponíveis a partir de observações de campo e registros transmitidos por satélites.
"As geleiras observadas atualmente perdem entre meio metro e um metro de sua espessura de gelo a cada ano - isto é duas a três vezes mais do que a média correspondente do século 20", explica Michael Zemp, diretor do Serviço de Monitoramento Mundial de Glaciares e líder do estudo.
Os pesquisadores têm testemunhado o recuo crescente das geleiras na Groenlândia, Antártica Ocidental, montanhas costeiras do Canadá e Alasca, assim como na Europa e no Himalaia.
"Medidas exatas desta perda de gelo são relatadas a partir de apenas algumas centenas de geleiras. No entanto, estes resultados se confirmam por observações de campo e por satélite para dezenas de milhares de geleiras em todo o mundo", pondera Zemp.
E o futuro não parece promissor. "As geleiras em muitas regiões, muito provavelmente sofrerão mais perdas de gelo", disse Zemp. "Mesmo que o clima permaneça estável", conclui o estudo.
Fonte - Exame
Terceira Guerra Mundial está prestes a eclodir
Dois meses atrás, quando o megainvestidor Geroge Soros falou sobre a possibilidade de uma terceira guerra mundial, muita gente acreditou que era uma figura de retórica. Porém, o atual chefe do Conselho de Discernimento do Interesse do Estado, aiatolá Akbar Hashemi Rafsanjani advertiu nesta quarta (6) sobre o iminente início de uma terceira guerra mundial.
Para ele, o motivo será o aumento do terrorismo. O líder iraniano responsabilizou os EUA e a OTAN por incentivar este tipo de violência no Oriente Médio e no Norte da África.
“A ameaça da eclosão da Terceira Guerra Mundial por causa de terroristas é grave”, advertiu Rafsanjani, que foi presidente do Irã entre 1989 e 1997, durante uma reunião realizada com o Ministro das Relações Exteriores da Itália, Paolo Gentiloni, informa o site Russia Today.
Rafsanjani apontou que os responsáveis por isso são os Estados Unidos. “Os EUA e a OTAN invadiram o Afeganistão para erradicar o terrorismo e o tráfico de drogas, mas nós vimos que o terrorismo expandiu sob a forma do Estado islâmico, Boko Haram e a Frente Al-Nusra em partes remotas do mundo, bem como pela al Qaeda e os talibãs no Paquistão e no Afeganistão”.
Além disso, o ex-presidente iraniano pediu aos países ocidentais para parar de apoiar o terrorismo e tomar, em vez disso, medidas para combatê-lo. Convenientemente, o aiatolá esqueceu de mencionar que Moscou e Teerã assinaram um contrato de cerca de US$ 800 milhões para o fornecimento de 40 sistemas S-300. O equipamento será entregue agora, juntamente com outros armamentos, uma das primeiras grandes compras que o Irã fez após os fins das sanções econômicas e de ter assinado seu acordo nuclear.
O mesmo Irã que no Ocidente anuncia que luta pela paz no Oriente Médio e o fim “da guerra e o derramamento de sangue de pessoas inocentes”, trava contra a Arábia Saudita uma guerra civil no Iêmen, numa situação muito parecida com a Síria.
Embora pouco divulgado no Brasil, tem recebido cobertura do site Russia Today, pois o governo russo apoia os iranianos que estão por trás do movimento golpista dos houthis, um grupo islâmico xiita. O presidente iemenita, Abed Rabbo Mansour Hadi, fugiu do Iêmen e pediu exílio na Arábia Saudita.
Do outro lado, estão soldados de uma coalizão, que conta com a presença de Emirados Árabes, Catar, Bahrein e Egito. Esses, por sua vez, são apoiados pelos Estados Unidos.
Curiosamente, Rússia e Irã também estão do mesmo lado quando se trata de atacar Israel. Enquanto Moscou apoia o Hamas, Teerã continua financiando o Hezbolah.
Fonte - Gospel Prime
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
América Latina pode sofrer inundação completa até 2050
Nos próximos 35 anos, o territórios da América Latina poderão acabar inundados por conta do aumento abrupto do nível do mar. A conclusão veio de uma equipe russa de cientistas. Vice-diretor do Instituto de Pesquisa Científica do Ártico e da Antártida, Alexánder Danilov, afirmou que o problema será causado pela mudança drástica da temperatura do planeta.
“Os cálculos sugerem que a temperatura se estabilizará rapidamente, mas que o nível do oceano mundial continuará crescendo por vários séculos”, disse o cientista.
Segundo ele, os principais territórios afetados serão a América Latina, Europa, Canadá e Estados Unidos. Ao todo, cerca de 150 milhões de pessoas precisarão ser deslocadas.
De acordo com o estudo, até 2050 o nível dos oceanos pode subir cinco metros. Apesar de não parecer muito, o aumento pode trazer consequências de proporções gigantescas.
“Esses cinco metros de crescimento do oceano são um sinal muito sério. Na realidade, os grandes territórios baixos, onde vive a maior parte da população do planeta, estarão em zonas de inundação”, explicou Natalia Riazánova, responsável pelo Laboratório de Geoecologia do Instituto Estadual de Relações Internacionais de Moscou.
O ano de 2014 foi o mais quente da história em pelo menos 20 países. Além disso, as concentrações de gases do efeito estufa nunca foram tão altas desde que a medição começou a ser feita.
Fonte - Yahoo
terça-feira, 4 de agosto de 2015
O pior está por vir: Bolsa chinesa pode estar se aproximando de seu 1929
#CriseEconomica
Posted by Diário da Profecia on Terça, 4 de agosto de 2015
Plano ambiental 'resgata credibilidade' dos EUA
Somos a primeira geração a sentir os impactos das mudanças climáticas e a última capaz de fazer algo a respeito",...
Posted by Diário da Profecia on Terça, 4 de agosto de 2015
EUA: Obama apresenta plano de proteção do ambiente. Bispos apreciam.
"Combater as mudanças climáticas é uma obrigação moral": passagens da Laudato Si’ ecoavam no discurso feito na noite passada pelo presidente Barack Obama ao lançar um plano ambicioso de proteção do meio ambiente.
Ambicioso porque estabelece para 2030 um corte de 32%, em relação a 2005, das emissões de dióxido de carbono das usinas de energia, fonte de um terço da poluição por monóxido nos Estados Unidos. Só assim, de acordo com o chefe da Casa Branca, podem-se reduzir em 90% as mortes prematuras associadas à poluição. "Serão 90.000 ataques de asma a menos entre crianças a cada ano", disse ele.
"Quando o mundo enfrenta os desafios mais difíceis, são os EUA quem lideram mais uma vez o caminho a ser seguido. É assim com este plano, porque nada ameaça mais o nosso futuro e o das novas gerações do que a mudança climática". Obama acrescentou, citando a encíclica papal, que o compromisso contra a mudança climática é acima de tudo uma obrigação moral.
"Nosso plano irá poupar a cada americano 85 dólares por ano", disse Obama em resposta às críticas republicanas de que o programa "irresponsável" atingiria duramente a economia, aumentando os custos de energia e causando o desemprego de milhares de pessoas.
Já os democratas e, neste caso, também os bispos dos EUA, consideraram o plano "um passo importante para proteger a saúde das pessoas, especialmente das crianças, dos idosos, dos pobres e das comunidades vulneráveis, diante da poluição e dos efeitos nocivos da mudança climática".
A Rádio Vaticano recorda que, em junho, dom Wenski havia pedido em carta aberta ao Congresso dos EUA que não se dificultassem os novos padrões de emissões de dióxido de carbono, evocando a encíclica em que o papa exorta a "todos a cuidar da Criação e da nossa casa comum, pelo bem das gerações presentes e futuras".
Fonte - Zenit
Ambicioso porque estabelece para 2030 um corte de 32%, em relação a 2005, das emissões de dióxido de carbono das usinas de energia, fonte de um terço da poluição por monóxido nos Estados Unidos. Só assim, de acordo com o chefe da Casa Branca, podem-se reduzir em 90% as mortes prematuras associadas à poluição. "Serão 90.000 ataques de asma a menos entre crianças a cada ano", disse ele.
"Quando o mundo enfrenta os desafios mais difíceis, são os EUA quem lideram mais uma vez o caminho a ser seguido. É assim com este plano, porque nada ameaça mais o nosso futuro e o das novas gerações do que a mudança climática". Obama acrescentou, citando a encíclica papal, que o compromisso contra a mudança climática é acima de tudo uma obrigação moral.
"Nosso plano irá poupar a cada americano 85 dólares por ano", disse Obama em resposta às críticas republicanas de que o programa "irresponsável" atingiria duramente a economia, aumentando os custos de energia e causando o desemprego de milhares de pessoas.
Já os democratas e, neste caso, também os bispos dos EUA, consideraram o plano "um passo importante para proteger a saúde das pessoas, especialmente das crianças, dos idosos, dos pobres e das comunidades vulneráveis, diante da poluição e dos efeitos nocivos da mudança climática".
A Rádio Vaticano recorda que, em junho, dom Wenski havia pedido em carta aberta ao Congresso dos EUA que não se dificultassem os novos padrões de emissões de dióxido de carbono, evocando a encíclica em que o papa exorta a "todos a cuidar da Criação e da nossa casa comum, pelo bem das gerações presentes e futuras".
Fonte - Zenit
Encíclica do papa serve de estímulo para Obama
"Fala, papa, que eu te escuto" Em visita à Feira Internacional que acontece até outubro na Itália, a Expo 2015, a líder dos Democratas no Congresso dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, comentou o plano sobre o clima anunciado por Barack Obama: “Por anos a União Europeia ficou à frente de nós em respeito aos temas ambientais, mas acredito que o presidente Obama tenha entendido que o Clean Power Plan é uma possibilidade para recuperar a liderança americana sobre esse tema. Um tema sobre o qual a Encíclica do papa Francisco foi de grande estímulo.” Durante uma coletiva com a imprensa, Pelosi sublinhou a importância da mensagem papal pela defesa do ambiente, definindo o pontífice como um “recurso”, porque é capaz de influenciar a opinião pública internacional. Se alguém pode ignorar as políticas de Barack Obama, enfatizou ela, “não pode ignorar a mensagem do papa. Como São Francisco, o primeiro grande ambientalista da história, o papa percebeu a conexão entre pessoas, ambiente, agricultura e energia”, enalteceu a líder dos Democratas, na manhã desta segunda-feira (3).
“Devemos ser sensíveis aos temas da fome e das mudanças climáticas, e encontrar soluções que respondam a ambas as urgências”, acrescentou ela, dizendo-se “muito confiante” sobre a aprovação do plano. O Clean Power Plan foi anunciado neste domingo (2) por Obama, por meio de um vídeo.
Segundo o site da Casa Branca, o Plano de Energia Limpa da América é um dos maiores e mais importantes passos para enfrentar a ameaça das mudanças climáticas. A proposta define, pela primeira vez, os padrões de poluição para as usinas de energia, através de normas para reduzir as emissões de carbono do setor elétrico em 32% até 2030. A regulação dará início a uma transformação abrangente do setor, encorajando uma agressiva mudança rumo a mais energias renováveis e afastando a geração via carvão.
(News.va)
Nota Criacionismo: Barack Obama e o papa Francisco estão de mãos dadas como manda a profecia! É bom lembrar que uma das propostas do papa para a diminuição das emissões de carbono na atmosfera consiste no respeito ao domingo como dia de descanso, a fim de que as pessoas fiquem com suas famílias, em contato com a natureza e em oração (se forem religiosas). O Parlamento Europeu já aprovou a ideia do descanso dominical (confira). Obama quer reconquistar a liderança norte-americana em questões climáticas. Quer cenário mais favorável do que esse para a adoção de uma lei dominical por parte, também, dos EUA e com o apoio de todo mundo? É bom lembrar que a lei do “casamento” de pessoas do mesmo sexo foi aprovada “da noite para o dia”. O que parecia impensável naquela nação cristã agora já é fato. Quantas coisas mais você acha que são impensáveis?
Encíclica do papa serve de estímulo para Obama
"Fala, papa, que eu te escuto"Em visita à Feira Internacional que acontece até outubro na Itália, a Expo 2015, a líder dos Democratas no Congresso dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, comentou o plano sobre o clima anunciado por Barack Obama: “Por anos a União Europeia ficou à frente de nós em respeito aos temas ambientais, mas acredito que o presidente Obama tenha entendido que o Clean Power Plan é uma possibilidade para recuperar a liderança americana sobre esse tema. Um tema sobre o qual a Encíclica do papa Francisco foi de grande estímulo.” Durante uma coletiva com a imprensa, Pelosi sublinhou a importância da mensagem papal pela defesa do ambiente, definindo o pontífice como um “recurso”, porque é capaz de influenciar a opinião pública internacional. Se alguém pode ignorar as políticas de Barack Obama, enfatizou ela, “não pode ignorar a mensagem do papa. Como São Francisco, o primeiro grande ambientalista da história, o papa percebeu a conexão entre pessoas, ambiente, agricultura e energia”, enalteceu a líder dos Democratas, na manhã desta segunda-feira (3).
“Devemos ser sensíveis aos temas da fome e das mudanças climáticas, e encontrar soluções que respondam a ambas as urgências”, acrescentou ela, dizendo-se “muito confiante” sobre a aprovação do plano. O Clean Power Plan foi anunciado neste domingo (2) por Obama, por meio de um vídeo.
Segundo o site da Casa Branca, o Plano de Energia Limpa da América é um dos maiores e mais importantes passos para enfrentar a ameaça das mudanças climáticas. A proposta define, pela primeira vez, os padrões de poluição para as usinas de energia, através de normas para reduzir as emissões de carbono do setor elétrico em 32% até 2030. A regulação dará início a uma transformação abrangente do setor, encorajando uma agressiva mudança rumo a mais energias renováveis e afastando a geração via carvão.
(News.va)
Nota Criacionismo: Barack Obama e o papa Francisco estão de mãos dadas como manda a profecia! É bom lembrar que uma das propostas do papa para a diminuição das emissões de carbono na atmosfera consiste no respeito ao domingo como dia de descanso, a fim de que as pessoas fiquem com suas famílias, em contato com a natureza e em oração (se forem religiosas). O Parlamento Europeu já aprovou a ideia do descanso dominical (confira). Obama quer reconquistar a liderança norte-americana em questões climáticas. Quer cenário mais favorável do que esse para a adoção de uma lei dominical por parte, também, dos EUA e com o apoio de todo mundo? É bom lembrar que a lei do “casamento” de pessoas do mesmo sexo foi aprovada “da noite para o dia”. O que parecia impensável naquela nação cristã agora já é fato. Quantas coisas mais você acha que são impensáveis?
EUA: Obama apresenta plano de proteção do ambiente. Bispos apreciam.
"Combater as mudanças climáticas é uma obrigação moral": passagens da Laudato Si’ ecoavam no discurso feito na noite passada pelo presidente Barack Obama ao lançar um plano ambicioso de proteção do meio ambiente.
Ambicioso porque estabelece para 2030 um corte de 32%, em relação a 2005, das emissões de dióxido de carbono das usinas de energia, fonte de um terço da poluição por monóxido nos Estados Unidos. Só assim, de acordo com o chefe da Casa Branca, podem-se reduzir em 90% as mortes prematuras associadas à poluição. "Serão 90.000 ataques de asma a menos entre crianças a cada ano", disse ele.
"Quando o mundo enfrenta os desafios mais difíceis, são os EUA quem lideram mais uma vez o caminho a ser seguido. É assim com este plano, porque nada ameaça mais o nosso futuro e o das novas gerações do que a mudança climática". Obama acrescentou, citando a encíclica papal, que o compromisso contra a mudança climática é acima de tudo uma obrigação moral.
"Nosso plano irá poupar a cada americano 85 dólares por ano", disse Obama em resposta às críticas republicanas de que o programa "irresponsável" atingiria duramente a economia, aumentando os custos de energia e causando o desemprego de milhares de pessoas.
Já os democratas e, neste caso, também os bispos dos EUA, consideraram o plano "um passo importante para proteger a saúde das pessoas, especialmente das crianças, dos idosos, dos pobres e das comunidades vulneráveis, diante da poluição e dos efeitos nocivos da mudança climática".
A Rádio Vaticano recorda que, em junho, dom Wenski havia pedido em carta aberta ao Congresso dos EUA que não se dificultassem os novos padrões de emissões de dióxido de carbono, evocando a encíclica em que o papa exorta a "todos a cuidar da Criação e da nossa casa comum, pelo bem das gerações presentes e futuras".
Fonte - Zenit
Ambicioso porque estabelece para 2030 um corte de 32%, em relação a 2005, das emissões de dióxido de carbono das usinas de energia, fonte de um terço da poluição por monóxido nos Estados Unidos. Só assim, de acordo com o chefe da Casa Branca, podem-se reduzir em 90% as mortes prematuras associadas à poluição. "Serão 90.000 ataques de asma a menos entre crianças a cada ano", disse ele.
"Quando o mundo enfrenta os desafios mais difíceis, são os EUA quem lideram mais uma vez o caminho a ser seguido. É assim com este plano, porque nada ameaça mais o nosso futuro e o das novas gerações do que a mudança climática". Obama acrescentou, citando a encíclica papal, que o compromisso contra a mudança climática é acima de tudo uma obrigação moral.
"Nosso plano irá poupar a cada americano 85 dólares por ano", disse Obama em resposta às críticas republicanas de que o programa "irresponsável" atingiria duramente a economia, aumentando os custos de energia e causando o desemprego de milhares de pessoas.
Já os democratas e, neste caso, também os bispos dos EUA, consideraram o plano "um passo importante para proteger a saúde das pessoas, especialmente das crianças, dos idosos, dos pobres e das comunidades vulneráveis, diante da poluição e dos efeitos nocivos da mudança climática".
A Rádio Vaticano recorda que, em junho, dom Wenski havia pedido em carta aberta ao Congresso dos EUA que não se dificultassem os novos padrões de emissões de dióxido de carbono, evocando a encíclica em que o papa exorta a "todos a cuidar da Criação e da nossa casa comum, pelo bem das gerações presentes e futuras".
Fonte - Zenit
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Folheto sobre o Sábado
#Evangelismo #Curta #Compartilhe
Posted by Diário da Profecia on Segunda, 3 de agosto de 2015
Obama autoriza ataques aéreos contra Estado Islâmico na Síria
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, autorizou nesta segunda-feira (03) as forças norte-americanas a realizar ataques aéreos na Síria. A medida tem como objetivo defender os grupos do país que foram treinados e equipados pelo Pentágono para derrotar o Estado Islâmico. A estratégia poderá atingir as forças leais ao governo de Bashar al-Assad, não apoiado por Obama, mas que também lutam contra os terroristas. Segundo o "The Wall Street Journal", a decisão foi tomada após um mês de debates e abre uma nova "crise" com o governo sírio.
Alistaur Baskey, porta-voz do Conselho para a Segurança Nacional da Casa Branca, não quis comentar as novas medidas de combate, mas destacou que a administração federal deixou claro que dará "os passos necessários para fazer com que estas forças conduzam com sucesso a sua missão".
Até o momento, os ataques da coalizão eram realizados apenas no Iraque, com o consentimento do governo local, atingindo diversos locais de fronteira. Há duas semanas, o governo da Turquia também autorizou que a Força Aérea dos EUA usasse suas bases militares para atacar os extremistas
EI ameaça governo na Líbia
O EI divulgou hoje um vídeo no qual ameaça "decapitar" o general Khalifa Haftar e os membros do Parlamento de Tobruk - que é reconhecido pela comunidade internacional. O jihadista, identificado como Abu Yahya al-Tunsi, afirma que a gravação "é uma advertência a Haftar e a seus companheiros, os ateus que se reúnem no Parlamento, que nós não seremos tolerantes e teremos prazer em degolá-los".
Ele ainda ressaltou que a "Sharia [lei islâmica] não se aplica com flores, mas com o derramamento de sangue". A Líbia vive uma guerra civil e uma divisão política profunda, tendo dois Parlamentos - o outro fica em Trípoli. Além dos diversos grupos terroristas que atuam no território e que tentam criar um califado no país, o EI tem conseguido avançar na região nos últimos meses. Os próprios políticos trocam acusações de atentados provocados entre eles.
Fonte - UOL
Europa corre risco de retrocesso e até conflito militar
E a profecia revelada por Daniel, alguns séculos antes de Cristo, continua inabalável em nossos dias...“E, como viste,...
Posted by Diário da Profecia on Terça, 4 de agosto de 2015
Para ONU, plano de energia limpa de Barack Obama é "visionário"
As Nações Unidas reagiram ao anúncio do Plano de Energia Limpa, divulgado esta segunda-feira (3) pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Na avaliação do secretário-geral da ONU, o projeto mostra "a determinação do país em combater o aquecimento global". Ban Ki-moon acredita que o plano vai beneficiar o crescimento econômico. A declaração de Ban foi lida em Nova York por seu porta-voz, Stephane Dujarric.
Sustentabilidade
Segundo o porta-voz, o projeto do presidente americano "reconhece que todos têm uma obrigação de deixar para as futuras gerações um planeta que ofereça oportunidades ao desenvolvimento sustentável".
Na avaliação do chefe da ONU, o plano "é um exemplo da liderança visionária necessária para reduzir as emissões e combater a mudança climática". Ban Ki-moon encontra-se com Barack Obama nesta terça-feira, em Washington.
Metas
O Plano de Energia Limpa apresentado por Obama prevê corte de um terço das emissões de gases que causam o efeito estufa durante os próximos 15 anos. A meta é que o setor de energia corte suas emissões em 32%, na comparação com os níveis de 2005.
Segundo agências de notícias, as medidas dão prioridade para fontes de energia renovável, como energia eólica e solar.
Fonte - UOL
Assinar:
Postagens (Atom)