sexta-feira, 29 de julho de 2016

O abandono do criacionismo e a decadência da humanidade

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Merkel diz que Alemanha está em guerra contra o "Estado Islâmico"

Refugiados que executam atentados zombam do país que os acolheu, dos voluntários que os ajudaram e também dos imigrantes que fogem da guerra e necessitam de ajuda, afirma chanceler, que apresenta plano de nove pontos.

Os recentes ataques em Würzburg e Ansbach, ambos reivindicados pelo grupo "Estado Islâmico" (EI), foram perpetrados por dois refugiados "que zombaram do país que os acolheu", dos trabalhadores e voluntários e também dos "refugiados que realmente buscam aqui ajuda devido à violência e à guerra", afirmou a chanceler federal Angela Merkel nesta quinta-feira (28/07), em Berlim.

Merkel classificou os ataques de "chocantes, angustiantes e deprimentes" e afirmou que as autoridades farão de tudo para esclarecer os incidentes, que ela chamou de terrorismo islâmico. "Acho que estamos num combate ou, se quiserem, numa guerra contra o EI", afirmou, para em seguida acrescentar: "Nós não estamos numa guerra ou combate contra o islã".

Desde os recentes ataques – incluindo o na cidade bávara de Ansbach no último domingo, em que um refugiado sírio deixou 15 feridos –, a sensação de insegurança aumentou na população. Alguns dias antes, um refugiado de 17 anos, supostamente afegão, atacou com uma faca e um machado passageiros de um trem perto de Würzburg, também no sul do país, deixando cinco feridos.

"Este é um momento difícil, mas também tivemos outros difíceis [...] Agora estamos diante de algo que envolve o cerne da sociedade", afirmou. Segundo a chefe de governo, que interrompeu suas férias para participar de uma entrevista à imprensa, o Estado precisa cumprir sua missão de restaurar a confiança da população.

"Nós vamos conseguir"

A chanceler federal afirmou que não importa se esses refugiados chegaram à Alemanha antes ou depois do último dia 4 de setembro. Em 5 de setembro de 2015, a Alemanha abriu suas fronteiras para mais de 10 mil refugiados que estavam retidos na Hungria. Nas semanas seguintes, dezenas de milhares de migrantes chegaram ao país.

Merkel disse que os alemães não devem se deixar abalar pelos terroristas, que têm como objetivo espalhar o medo, e não devem deixar que eles destruam o modo como vivem. Segundo ela, os terroristas semeiam o ódio e o medo entre as culturas e as religiões.

Quando questionada se o terrorismo islâmico chegou ao país, Merkel disse que essa afirmação já poderia ter sido feita antes. Ela remeteu ao assassinato de dois soldados americanos em Frankfurt por um extremista de origem albanesa e kosovar, em 2011, e ao ataque de uma militante do EI a um policial alemão no início do ano. "Agora vimos isso novamente com grande força", disse, referindo-se aos ataques em Würzburg e Ansbach.

A chanceler federal retomou sua famosa expressão sobre a crise dos refugiados, "nós vamos conseguir", várias vezes repetida por ela nos últimos meses. "Continuo convencida de que vamos conseguir cumprir nossa missão histórica. E já conseguimos muito nos últimos 11 meses", afirmou, mencionando o acordo migratório entre a União Europeia (UE) e a Turquia como exemplo.

Plano de nove pontos

Em reação aos recentes ataques, Merkel elencou um plano de nove pontos, incluindo um aumento do número de funcionários das autoridades de segurança e uma cooperação mais intensa com serviços de segurança de outros países.

A chefe de governo também anunciou uma diminuição dos obstáculos para a deportação de requerentes de refúgio, exercícios conjuntos da polícia e das Forças Armadas para operações antiterrorismo, um registro nacional de entrada e saída no país, um órgão para decodificação da comunicação via internet e um sistema de alerta para a radicalização de refugiados.

Fonte - DW World

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Encontro em Assis reunirá líderes religiosos pela paz

Roma (RV) – Passados 30 anos do histórico Dia de Oração das Religiões pela Paz, convocado pelo Papa João Paulo II em 1986 em Assis, terá lugar na cidade da Úmbria, de 18 a 20 de setembro, um novo encontro internacional pela paz promovido pela Comunidade de Santo Egídio.

A iniciativa, apresentada na manhã desta quarta-feira em Perugia, dá continuidade ao caminho traçado pelo Papa Wojtyla, como resposta às violências e aos desafios enfrentados pelo mundo de hoje. A respeito do encontro, intitulado “Sede de paz”, a Rádio Vaticano entrevistou o Presidente da Comunidade de Santo Egídio, Marco Impagliazzo:

“Em 1986 a questão central era a Guerra Fria: o mundo estava dividido em dois blocos e havia muitas guerras e focos de guerra provocados por esta Guerra Fria. Por isto João Paulo II quis reafirmar o papel decisivo das religiões pela paz. Foi um discurso profético, porque depois – como se viu – nos anos sucessivos, não somente cai o Muro de Berlim, mas nascem tantas pazes deste compromisso também das religiões. Eu penso em 1992, na paz em Moçambique: depois de tantos anos de guerra e mais de um milhão de mortos, foi mediada precisamente por uma comunidade cristã – a nossa – junto à Igreja de Moçambique. Também penso em tantos outros conflitos que terminaram nestes anos, até às boas notícias que chegam da Colômbia recentemente ou à reconciliação entre Estados Unidos e Cuba, graças à ação do Papa Francisco. Portanto, foi uma ideia profética e também genial para um mundo em que – infelizmente – as religiões, também em outros contextos, foram utilizadas como gasolina no fogo da guerra. Hoje o contexto é o do terrorismo, da violência difundida, da violência que nasce do narcotráfico, da difusão das armas. Portanto, os religiosos que nós chamamos para Assis, serão este ano chamados a tratar destes temas e, sobretudo, sobre o tema do valor de continuar a rezar pela paz, de fazê-lo mais, com mais força e com mais insistência”.

RV: Qual a contribuição concreta para a paz que vocês esperam deste encontro?

“Antes de tudo, não isolar nenhuma religião. Nós sabemos que o Islã não é um problema: é uma religião de paz nos seus livros sagrados, mas tem um problema no sentido de que dentro de certos países, que se definem islâmicos, nasceram grupos terroristas que estão semeando o terror não somente na Europa e no Ocidente, mas sobretudo no Oriente Médio. Penso em particular na Síria e no Iraque. Assim nós devemos, antes de tudo, pedir aos nossos irmãos muçulmanos um esforço maior e mais claro neste ponto, de uma separação total da violência de qualquer tema religioso. E depois, naturalmente, de serem todos mais unidos para trabalhar, junto à nossa gente e aos nossos povos, pela paz: as religiões devem fazer da pregação de paz e da educação à paz um elemento muito mais forte do que foi feito até agora. Devem deixar de falar sempre com uma linguagem pouco clara sobre este tema, mas ser muito mais fortes precisamente sobre o tema da paz”.

RV: Quem serão os representantes do mundo islâmico e das outras religiões que participarão deste evento?

“Do mundo islâmico temos personalidades expressivas: certamente o Reitor da Universidade de al-Azhar, o Grão Mufti do Líbano e de todos os países do Oriente Médio. Estarão também líderes da Ásia: penso na presença de dois líderes das duas maiores Irmandades muçulmanas indonésias, que englobam 60-70 milhões de seguidores. Depois, estamos muito felizes em poder anunciar a presença de Patriarcas das Igrejas Ortodoxas, primeiro de todos o Patriarca Bartolomeu, do Arcebispo de Cantuária. Estarão presentes os grandes líderes – quer pastores como bispos – das Igrejas Luteranas reformadas. Participarão também personalidades do mundo do budismo japonês, do mundo judaico de Israel e da Europa. Em suma, existe realmente uma sede de paz no mundo: uma sede que é a sede dos pobres, que é a sede das pessoas que sofrem pela guerra e pelas vítimas da violência. E penso nas tantas mulheres que são vítimas da violência. Portanto, a presença de um número tão vasto de personalidades religiosas, ao lado das populações que sofrem, me parece ser um belo sinal para o futuro do mundo”.

RV: Os representantes islâmicos que irão ao encontro são líderes que, com esta participação, manifestam também uma disposição ao diálogo e à abertura. O senhor espera e pensa que eles possam ter alguma influência significativa sobre aqueles que estejam, talvez, um pouco mais distantes deste diálogo?

“Acredito que o Islã esteja se confrontando com este problema: as grandes escolas, as grandes universidades são desafiadas hoje por uma mensagem simplificada, que é uma caricatura da religião, do qual fazem uso os terroristas e os seus apoiadores. Portanto, acredito que também o Islã esteja colocando o problema – e se o colocar também em Assis – de renovar a linguagem e de encontrar novos caminhos para tocar o coração dos jovens, para educar para a paz. Nós estaremos ao lado deles para ajudá-los nesta grande batalha pela paz”.

RV: O que se poderia falar sobre a presença do Papa Francisco?

“Nós soubemos recentemente que o Papa Francisco visitará Assis em 4 de agosto próximo, para a Festa do Perdão. É o Ano Jubilar e o Papa está muito empenhado em Roma com as celebrações jubilares. Certamente nós sentimos a sua presença, que será testemunhada de uma forma ou de outra, como foi anunciado. Não sabemos ainda de que forma, mas certamente não com a sua presença física. Mas haverá um acompanhamento da parte dele. O Papa foi atualizado recentemente sobre o evento pelo Prof. Riccardi e expressou toda a sua satisfação e apoio. Naturalmente, estarão presentes também personalidades da Cúria Romana, ou Bispos ou Cardeais que representarão – de uma forma ou outra – o pensamento do Papa neste evento”.

Fonte - Radio Vaticano

terça-feira, 19 de julho de 2016

O Mundo em Turbulência

Lei dominical na Argentina e superecumenismo nos EUA

Apenas um "ensaio"

Andam circulando pela internet comentários a respeito de um “decreto dominical” na Argentina. Tudo leva a crer que, num futuro próximo, a profecia relacionada com esse evento terá cumprimento, mas é preciso que se evitem certos exageros e certas distorções devidos, possivelmente, à falta de compreensão do que realmente a profecia anuncia. Primeiro ponto: o decreto dominical será uma lei promulgada nos Estados Unidos, com a anuência e o apoio direto do Vaticano (e se você duvida disso, aguarde para ver). Antes que isso aconteça, haverá ampla divulgação do assunto na mídia secular, uma vez que uma lei de tamanha importância não será aprovada sem que haja discussões (e quando isso começar a acontecer, lembre-se do que eu disse aqui e tome uma decisão do lado certo). Segundo, os que insistirem em guardar outro dia de repouso que não o domingo certamente serão alvo de interesse dos jornais, o que lhes dará uma boa oportunidade de testemunhar de sua fé e prática - de que são criacionistas e adoradores do Deus Criador que fez o céu, a Terra, o mar e tudo o que neles há (Apocalipse 14:6, 7). Terceiro, leis dominicais locais, em cidades, estados e até outros países, podem ser vistas como um ensaio do que virá, uma espécie de teste e de condicionamento da opinião pública. Isso já aconteceu no Parlamento Europeu, que apoia o movimento European Sunday Alliance, e até mesmo em cidades brasileiras, nas quais o comércio não mais abre aos domingos (confira). O que está acontecendo na Argentina é exatamente isso. É uma questão que envolve províncias e não o país todo. E mesmo que fosse uma lei federal, não se trataria do decreto dominical, ainda que fosse mais uma peça importante no panorama profético.

Precisamos acompanhar com atenção o que vem acontecendo em nosso planeta – com um olho na Bíblia e outro nos sinais –, mas é preciso, também, evitar alarmismos que apenas criam sensacionalismo e que, no fim das contas, quando tudo passa, deixam um rastro de frustração. Lembremo-nos sempre de que, mais importante do que os sinais em si é a pessoa para a qual os sinais apontam: Jesus Cristo. Devemos amar a vinda dEle, mas sem descuidar da nossa comunhão com Ele agora e da missão de falar do amor e da salvação que Ele ainda oferece. Ele voltará em breve? Sim, eu creio nisso. Mas minha vida pode ser ainda mais breve do que esse grande evento, posto que tão frágil e incerta. Isso é um lembrete de que nosso preparo tem que ser diário; nossa ligação com Deus tem que ser constante, e não dependente de acontecimentos e circunstâncias.

Mas falemos de algo factual e significativo, a respeito do que até já gravei um vídeo (confira abaixo): o megaencontro ecumênico “Together”, realizado nos Estados Unidos no último dia 16, por evangélicos, com o apoio do papa Francisco. Com os recentes atentados terroristas que, mais uma vez, abalaram o mundo, o clamor pela paz e pela união se agiganta. Todos querem viver em um mundo de paz, mas parecem se esquecer de que a paz real somente será uma realidade quando Jesus vier buscar Seu povo e quando Deus recriar este planeta à semelhança do Éden perdido. Devemos orar pela paz, sim, mas sem nos esquecer de que este mundo vai piorar muito antes de melhorar definitivamente. A união ecumênica despreza as verdades bíblicas. É um together em torno de alguns poucos pontos em comum. E aqueles que insistirem em ser verdadeiramente fieis à Palavra de Deus serão finalmente culpados de trazer desgraça ao mundo. Os fundamentalismos serão nivelados por baixo e colocados no mesmo saco chamado medo e intolerância. Nesse tempo, poderemos ver sendo usado novamente um argumento aplicado a Jesus: “É melhor que um pereça do que toda a nação.”

Fonte - Criacionismo

sábado, 16 de julho de 2016

Together 2016


Clip da transmissão ao vivo do evento Together 2016 que ocorreu no dia 16/07/2016 (sábado) em Washington. Ao longo do evento, que começou as 9h e terminou a tarde, foram enfatizadas mensagens sobre união, reavivamento, despertar espiritual, e exaltação de Jesus.

TOGETHER 2016: UNIÃO ENTRE CATÓLICOS, EVANGÉLICOS, PENTECOSTAIS.

Nota DDP: Como pregado pelos adventistas por mais de cem anos, sob a interferência do Vaticano e do governo americano os grupos cristãos vão se unindo e se reunifcando, tal qual previsto na profecia bíblica.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Arqueólogos descobrem cemitério filisteu em Israel

Descoberta respalda relato bíblico 

Pesquisadores em Israel afirmam ter descoberto um cemitério filisteu - seria, segundo eles, o primeiro a ser encontrado na história. O achado, ocorrido em 2013 e tornado público no domingo (10), pode trazer respostas sobre o antigo mistério em torno da origem do povo. A descoberta marcou o fim da escavação realizada pela Expedição Leon Levy na região do Parque Nacional de Ashkelon, no sul de Israel. Os trabalhos duraram 30 anos. Os líderes da pesquisa dizem ter encontrado 145 conjuntos de restos mortais em várias câmaras fúnebres, algumas cercadas por perfume, comida, joias e armas. As ossadas são originárias do período compreendido entre os séculos 11 a.C. e 8 a.C. Os filisteus são mencionados na Bíblia como arqui-inimigos dos antigos israelitas. Acredita-se que eles tenham migrado para as terras de Israel por volta do século 12 a.C., vindos de áreas do oeste.

O filisteu mais famoso é Golias, guerreiro gigante que, segundo o Livro sagrado, foi vencido pelo jovem Davi antes de ele se tornar rei.

“Após décadas estudando o que os filisteus deixaram para trás, nós finalmente ficamos cara a cara com essas pessoas”, afirmou Daniel M. Master, um dos líderes da escavação. “Com essa descoberta, estamos próximos de desvendar o segredo em torno de suas origens.”

O achado foi mantido em segredo por três anos, até que os trabalhos fossem finalizados. O objetivo era evitar atrair a atenção de ativistas judeus ultraortodoxos, que já haviam feito atos contra escavações. Os manifestantes acusavam os arqueólogos de perturbar locais de sepultamento. “Tivemos que segurar nossas línguas por um longo tempo”, disse Master.

Especialistas que estudaram o período divergem sobre a origem geográfica dos filisteus - Grécia, sua ilha Creta, Chipre e Anatólia, na Turquia, são apontados.

A equipe da expedição está agora fazendo exames de DNA, de datação por radiocarbono e outros testes nos restos mortais em uma tentativa de apontar com precisão sua ascendência.

A maioria dos corpos não foi enterrada com itens pessoais, afirmam os pesquisadores, mas perto de alguns havia utensílios onde eram guardados perfumes, jarras e pequenas tigelas.

Poucos indivíduos foram sepultados com pulseiras e brincos. Outros, com armas. “É assim que filisteus tratavam seus mortos, e esse é o ‘livro de códigos’ para decifrar tudo”, disse o arqueólogo Adam Aja, um dos participantes da escavação.

(G1 Notícias)

Nota Criacionismo: E mais um aspecto da história bíblica é confirmado pela pá dos arqueólogos, o que faz da Bíblia Sagrada o livro antigo mais respaldado por descobertas arqueológicas.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

O rei afronta a profecia de Daniel 2

No meu último artigo apresentei uma reflexão sobre o Brexit e a profecia de Daniel 2. Não tenho nenhuma dúvida de que a história está sendo conduzida por Deus e nada escapa do seu domínio e controle. As profecias bíblicas não tratam de suposições, mas de certezas.

Embora Nabucodonosor tivesse recebido uma clara revelação de Deus, ainda não foi suficiente para causar uma transformação em sua vida. No capítulo três de Daniel isso fica bem evidente quando o rei afronta aquilo que Deus havia dito.

No capítulo anterior, a história do mundo foi apresentada para Nabucodonosor. Na estátua com metais diferentes, ele era a cabeça de ouro. Os demais metais evidenciam que o Império de Babilônia, liderado pelo rei, teria fim. Depois do império de ouro surgiriam mais três (prata, bronze e ferro), antes da fragmentação em dez partes (barro e ferro misturados).

Como Nabucodonosor entendeu que o ouro estava relacionado ao seu império, o capítulo três apresenta um rei afrontando a revelação de Deus ao construir uma estátua toda de ouro. Para ele não tinha prata, bronze e ferro. O seu império era toda a estátua, pretensiosamente afirmando que o seu Império não teria fim.

Somos testemunhas de que as profecias não podem ser mudadas ao sabor da vontade humana. O Brexit ou qualquer outro evento que aconteça no continente europeu vai comprovar o que foi dito 600 anos antes de Cristo. Esses reinos não mais se uniriam.

O tema central do capítulo 3 de Daniel está na adoração. O verbo adorar aparece 4 vezes (versos 5,10,14 e 28) porque para a estátua de Nabucodonosor era necessário oferecer adoração. Essa batalha da adoração será a mesma que envolverá o número 666 de Apocalipse 13. Há dois caminhos diante de cada ser humano, reconhecendo as opções ou não, o conflito tem a ver com adoração a Deus ou a Besta.

Há um simbolismo na estátua, como por exemplo a sua altura. Ela media sessenta côvados, e a sua largura de seis côvados. Há uma relação com o número 6, que dentro da Bíblia tem um significado. Representa o número da imperfeição, número de homem. Segundo descobertas arqueológicas, as divindades babilônicas também usavam como numeração base o número 6.

6 – considerado Deus menor

60 – considerado Deus maior

600 – Panteon – todos os deuses somados de Babilônia

A somatória de toda a divindade de Babilônia corresponde ao mesmo número dado em Apocalipse como o número da besta (ver Apocalipse 13:18. As medidas da estátua referem-se às divindades babilônicas.

Em Babilônia, os sacerdotes pagãos usavam uma tábua numérica que era uma contrafação do peitoral do sumo-sacerdote. Curiosamente, em qualquer direção que se somar os números, o resultado será 111. Quando multiplicado pelas 6 linhas, o número resultará em 666.

01 32 34 03 35 06
30 08 27 28 11 07
20 24 15 16 13 23
19 17 21 22 18 14
10 26 12 09 29 25
31 04 02 33 05 36


O rei Nabucodonosor mandou ajuntar os sátrapas, os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juízes, os magistrados, e todos os oficiais das províncias, para que viessem à dedicação da estátua.

A ordem era para que ao ouvirem o som dos instrumentos, todos deveriam se prostrar e adorar a imagem construída pelo rei. O império sem fim, na cabeça do ingênuo rei. E qualquer que não se prostrasse seria lançado na fornalha de fogo.

Aconteceu que todos adoraram, exceto três judeus, amigos de Daniel que não atenderam ao apelo do rei. Na hora, os acusadores que queriam flagrar os judeus com alguma coisa, mas não estavam conseguindo, encontraram algo quando entraram na adoração.

No mesmo instante, Sadraque, Mesaque e Abednego foram condenados à morte. Os jovens tinham total confiança quando confrontados pelo rei: “Eis que o nosso Deus a quem nós servimos pode nos livrar da fornalha de fogo ardente; e ele nos livrará da tua mão, ó rei. ” (Daniel 3:17).

Então Nabucodonosor ficou nervoso e deu ordem para que a fornalha se aquecesse sete vezes mais do que se costumava aquecer. A fúria do fogo era tão grande que aqueles que foram conduzir os três hebreus até a fornalha foram instantaneamente consumidos pelo fogo.

Os jovens estavam amarrados quando foram lançados na fornalha, aumentando o desespero deles. A continuação da história é surpreendente. Em Daniel 3:24 diz que “Então o rei Nabucodonosor se espantou, e se levantou depressa; falou, e disse aos seus conselheiros: Não lançamos nós dentro do fogo três homens atados? Responderam ao rei: É verdade, ó rei. ”

Ao perceber Nabucodonosor o que estava ocorrendo dentro da fornalha ficou sobremodo espantado. Aqui acontece a segunda grande manifestação de Deus em sua vida, a primeira foi na solução do seu sonho. Disse ele: “Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, e nenhum dano sofrem; e o aspecto do quarto é semelhante a um filho dos deuses. ” (Daniel 3:25).

Nabucodonosor usa a expressão semelhante a um filho dos deuses reconhecendo em primeira mão que o ser que estava com os três hebreus na fornalha não era humano, mas sim representava um ser superior. A palavra deuses é fruto da sua mentalidade politeísta, prática de Babilônia. O ser visto na fornalha é uma manifestação de Jesus Cristo no Antigo Testamento.

O rei viu a atuação de Deus e percebeu que o fogo nada poderia fazer contra os três jovens, senão queimar as cordas que os atava, então resolveu chamá-los para fora da fornalha. O fogo não os afetou em nada porque Deus os protegeu. Disso podemos tirar uma grande lição espiritual. Deus está sempre ao nosso lado e nos ajuda. Aqueles que forem fiéis a Ele terão proteção nos momentos mais intensos e difíceis.

A proteção de Deus é sempre completa. Ser fiel pode ser complicado, assustador e até podemos ter vontade de desistir. Não desanime e tenha certeza de que Deus está sempre nos ajudando a sairmos vencedores. As derrotas são momentâneas e parciais, porque o melhor está por vir.

No final dos dias da história desse mundo a Igreja será fortemente perseguida. Os cristãos fiéis serão obrigados a desobedecer a Deus com penitência aos que decidem obedecer. Como Deus protegeu os Seus filhos no passado, protegerá no futuro. Essa é a esperança que deve nortear a vida dos cristãos. Deus nunca nos abandona.

Nabucodonosor mais uma vez testemunha em favor do Senhor. As suas declarações mostram que, para o rei, Deus era supremo, mas mesmo assim o rei ainda não se converte, o que vai acontecer no capítulo 4.

Diz o rei em Daniel 3:29: “Por mim, pois, é feito um decreto, que todo o povo, nação e língua que proferir blasfêmia contra o Deus de Sadraque, Mesaque e Abednego, seja despedaçado, e as suas casas sejam feitas um monturo; porquanto não há outro deus que possa livrar desta maneira.”

Nabucodonosor usa de suas prerrogativas para assim honrar o nome do Senhor. Estava ele convencido do poder de Deus. A fidelidade dos três jovens hebreus a Deus fez com que os homens também reconhecessem Seu poder. Nos eventos finais da história da humanidade, a mesma situação se repetirá. Pela fidelidade do Seu povo, o Senhor será sobre todos.

“Crede no Senhor vosso Deus e estareis seguros…” (2Crônicas 20:20).

Fonte - Adventistas.org

Mensagem papa ao evento Together

domingo, 10 de julho de 2016

A estranha quase-profecia do cardeal Biffi

As declarações hoje soariam estranha

Há pouco menos de dez anos, o líder católico disse que o anticristo seria ecologista, pacifista e ecumêmico

O cardeal Giacomo Biffi (1928-2015) apresentou a Bento XVI e à Cúria Romana “a advertência profética de Vladimir S. Soloviev” sobre o anticristo. O pregador dos exercícios espirituais fez referência ao filósofo e poeta russo, que viveu entre 1853 e 1900, para explicar que o anticristo, na verdade, consiste em reduzir o cristianismo a uma ideologia, em vez de ser um encontro pessoal com Cristo salvador. Citando a obra de Soloviev, Três diálogos (1899), o arcebispo emérito de Bolonha recordou que “o anticristo se apresenta como pacifista, ecologista e ecumênico. Convocará um Concílio ecumênico e buscará o consenso de todas as confissões cristãs, concedendo algo a cada um. As massas o seguirão, menos alguns pequenos grupos de católicos, ortodoxos e protestantes”, disse.

Segundo a síntese de sua pregação [...], oferecida pela Rádio Vaticano, o cardeal explicou que “o ensinamento que o grande filósofo russo nos deixou é que o cristianismo não pode ser reduzido a um conjunto de valores. No centro do ser cristão está, de fato, o encontro pessoal com Jesus Cristo”. “Chegarão dias nos quais na cristandade se tratará de resolver o fato salvífico em uma mera série de valores”, escreveu Soloviev nessa obra.

Em seu “Relato sobre o anticristo”, Soloviev prevê que um pequeno grupo de católicos, ortodoxos e filhos da Reforma resistirá e responderá ao anticristo: “Tu nos dás tudo, menos o que nos interessa: Jesus Cristo.”

Para o cardeal Biffi, essa narrativa é uma advertência. “Hoje, de fato, corremos o risco de ter um cristianismo que põe entre parênteses Jesus com sua Cruz e Ressurreição”, lamentou.

O arcebispo explicou que, se os cristãos se “limitassem a falar de valores compartilháveis, seriam mais aceitos nos programas de televisão e nos grupos sociais. Mas dessa maneira teriam renunciado a Jesus, à realidade surpreendente da Ressurreição”.

Para o purpurado italiano, este é “o perigo que os cristãos correm em nossos dias”: “O Filho de Deus não pode ser reduzido a uma série de bons projetos homologáveis com a mentalidade mundana dominante.” [...]

O pregador dos exercícios precisou na capela Redemptoris Mater, do Palácio Apostólico do Vaticano, que “há valores relativos, como a solidariedade, o amor pela paz e o respeito pela natureza. Se estes se convertem em absolutos, desarraigando ou inclusive opondo-se ao anúncio do fato da salvação, então esses valores se convertem em instigação à idolatria e em obstáculos no caminho da salvação”.

Ao concluir, o cardeal Biffi afirmou que, “se o cristão, para abrir-se ao mundo e dialogar com todos, dilui o fato salvífico, fecha-se à relação pessoal com Jesus e se coloca do lado do anticristo”.

(Padre Augusto Bezerra, via Zenit)

Nota Criacionismo: É realmente irônico que essas palavras do cardeal Biffi, ditas no ano de 2007, descrevam exatamente o perfil do atual papa Francisco: ecologista, pacifista e ecumêmico. Biffi morreu em 2015. Será que continuou sustentando seu ponto de vista?

sexta-feira, 1 de julho de 2016

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Papa afirma que Lutero não estava errado ao propor a reforma

O religioso destacou os erros da Igreja na época como a corrupção e o mundanismo
Papa afirma que Lutero não estava errado ao propor a reforma


Durante sua viagem de volta para Roma, o Papa Francisco concedeu uma coletiva onde foi questionado a respeito da Reforma Protestante, dizendo que para a Igreja da época, Lutero não estava errado.

“Acredito que as intenções de Lutero não tenham sido erradas, era um reformador, talvez alguns métodos não foram corretos, mas naquele tempo, se lemos a história do Pastor – um alemão luterano que se converteu e se fez católico – vemos que a Igreja não era precisamente um modelo a imitar: havia corrupção, mundanismo, apego à riqueza e ao poder”, declarou o líder católico que voltava da Armênia.

Francisco afirmou que Lutero era “inteligente” e “deu um passo adiante” dizendo os motivos que o levaram a tomar tais passos. “Hoje protestantes e católicos estamos de acordo na doutrina da justificação: neste ponto tão importante não havia errado. Ele fez um remédio para a Igreja, depois esse remédio se consolidou em um estado de coisas”.

O líder católico, porém, criticou as divisões entre as igrejas propondo uma aproximação. “A diversidade é o que talvez nos fez tanto mal a todos e hoje procuramos o caminho para encontrar-nos depois de 500 anos. Eu acho que o primeiro que devemos fazer é rezar juntos. Depois devemos trabalhar pelos pobres, os refugiados, tantas pessoas sofrendo, e, por fim, que os teólogos estudem juntos procurando… Este é um caminho longo.”

Contudo, o Papa entende que só haverá uma unidade plena depois da volta de Cristo. “Certa vez disse brincando: ‘eu sei quando será o dia da unidade plena, o dia depois da vinda do Senhor’. Não sabemos quando o Espírito Santo fará esta graça. Mas, enquanto isso, devemos trabalhar juntos pela paz”.

Fonte - Gospel Prime

Pastores fazem orações em nome de Alá “contra islamofobia”

Encontro de presbiterianos teve momento ecumênico liderado por líder muçulmano Pastores fazem orações em nome de Alá "contra islamofobia"

A Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA) fez orações a Alá durante a reunião da Assembleia Geral da denominação, realizada na semana passada.

“Alá nos abençoe e abençoe nossas famílias e abençoe nosso Senhor. Nos guie no caminho reto de todos os profetas: Abraão, Ismael, Isaque, Moisés, Jesus e Maomé”. Estas palavras foram repetidas diante da congregação durante o encontro nacional que reuniu líderes presbiterianos em Portland, Oregon.

Wajidi Said, co-fundador do Fundo de Educação Muçulmano, conduziu os participantes na invocação do nome do deus islâmico. O momento foi parte do momento do programa reservado ao ministério ecumênico e inter-religioso da PCUSA.

A oração realizada durante a sessão de abertura do encontro, acompanhou um momento dedicado à intercessão pelas pessoas feridas no atentado em Orlando, ocorrido recentemente. “Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso, louvemos ao Senhor… a paz esteja com eles e a paz esteja com Deus”, pediu Said. Ele também orou pela paz sobre a vida dos “fanáticos” e dos “islamofóbicos.” Centenas de pastores presentes concordaram com um “amém” no final.

Mais tarde, no final da sessão, o pastor Gradye Parsons fez um pedido de desculpas a quem, porventura, se ofendeu com a oração. A PCUSA afirmou durante a reunião que defende “relações positivas com pessoas de outras tradições religiosas” e está empenhada em lutar “contra o aumento da islamofobia”.

Com cerca de um milhão e seiscentos mil membros, a PCUSA é o maior segmento dos presbiterianos americanos. Pautada pela teologia liberal, desde 2011 ela ordena pastores homossexuais. No ano passado, anunciou o primeiro caso de ordenação de duas lésbicas que vivem maritalmente, como pastoras. A aproximação de evangélicos e muçulmanos é defendida por outras denominações americanas, como a Igreja Universalista, que cedeu um de seus templos para islâmicos fazerem suas orações.

Fonte - Gospel Prime

sexta-feira, 24 de junho de 2016

"Brexit" vence referendo e Reino Unido decide deixar a União Europeia; Cameron anuncia renúncia

Desunião europeia: cada vez mais barro e menos ferro

A profecia bíblica é infalível

Está em todos os jornais: primeiro-ministro britânico renuncia e Reino Unido abandona União Europeia. “Os britânicos votaram pela saída e sua vontade deve ser respeitada”, afirmou David Cameron. As Bolsas na Ásia despencaram e os mercados futuros da Europa e dos Estados Unidos também, antes mesmo de o resultado oficial ser divulgado. A libra esterlina, moeda do Reino Unido, atingiu o menor valor frente ao dólar em 31 anos. A opção de “sair” venceu por mais de um milhão de votos de diferença. A decisão é histórica e tem potencial para mudar o rumo da geopolítica mundial pelas próximas décadas. Há forte preocupação de que o voto pela saída tenha um efeito dominó, com outros países organizando consultas similares. Marine Le Pen, da extrema-direita francesa, afirmou que seu desejo é que cada país faça uma votação popular sobre a pertinência da União Europeia. Na Holanda, o chefe do Partido da Liberdade e membro do Parlamento, Geert Wilders, escreveu: “Agora é a nossa vez! Hora de um referendo holandês!”

Essa situação toda me fez viajar no tempo, mais de 20 anos atrás. Na época, exatamente no dia 27 de outubro de 1990, eu havia apresentado o tema da volta de Jesus no grupo de jovens católico do qual eu ainda fazia parte. Poucos meses antes, estudando as profecias de Daniel pela primeira vez, havia me deparado com o relato impressionante do capítulo 2, no qual a história da humanidade é esboçada por meio de uma estátua formada por partes de metais diferentes: a cabeça de ouro, que representa Babilônia; o peito e os braços de prata, símbolo dos medos e persas; o ventre de bronze, que representa a Grécia; as pernas de ferro, símbolo do Império Romano; e os pés de barro misturado com ferro (na verdade uma mistura imiscível), representando a fragmentação do Império Romano e a formação das nações da Europa que seriam em parte fortes, em parte fracas, e nunca mais se reunificariam, a despeito de vários esforços históricos, como os de Napoleão e Hitler, para mencionar apenas dois.

Conforme escreveu hoje Teresa de Souza, no portal de notícias Público, de Portugal, “as divisões, a falta de confiança mútua, a falta de coragem política, as vistas curtas apoderaram-se da Europa num grau demasiado elevado para alimentar algum otimismo”.

Quando expliquei isso para meus amigos duas décadas atrás, muitos deles expressaram incredulidade. Estávamos em plena fase 1 da União Econômica e Monetária (UEM) e já havia ocorrido a liberalização completa dos movimentos de capitais na União Europeia. Em dezembro do ano seguinte, o Tratado de Maastricht seria assinado, instaurando a União Europeia e prevendo uma moeda única no espaço de livre circulação de capitais. O tratado entrou em vigor em 1º de novembro de 1993. A unificação da Europa parecia fato consumado. E “minha” interpretação da profecia, ilusão. Saí daquela reunião um tanto frustrado, mas com a certeza de que a profecia era certa. Tanto que escrevi num papelzinho que carrego até hoje dentro de minha Bíblia de estudos: “Hoje, 27/10/90, de acordo com a profecia de Daniel 2, declaro que a Europa jamais se reunificará, como prova do iminente retorno de Jesus Cristo.” O tempo passou rápido. A Europa não se reunificou; a União Soviética caiu (sim, também sou desse tempo); e o evangelho do reino está sendo pregado em todo o mundo, como testemunho a todas as gentes, e então virá o fim (Mt 24:14).

Essa desagregação europeia, a crise financeira decorrente desse e de outros fatores, as ameaças terroristas, a aversão a todo tipo de fundamentalismo e a decadência moral no mundo clamarão pela interferência de um líder moral, influente o suficiente para conduzir as nações a uma falsa expectativa de paz (1Ts 5:3).

Bem, para quem estuda as profecias bíblicas, o fim desse filme já é conhecido. Leia sua Bíblia o quanto antes! Confira por si mesmo, como fiz lá nos anos 1990. Além do mais, não quero ficar dando spoilers por aqui. Por isso, vou dizer só mais uma coisa: o final será feliz!

Em 2012, publiquei em meu blog um texto do amigo Frank Mangabeira. Veja o que ele escreveu na época: “Ouro, prata, bronze e ferro: cada metal da estátua a seguir seu precedente é inferior. O poder humano está se desvanecendo na passagem dos séculos, embora aparente uma ilusória força. Os pés do ídolo já não são metal puro, e sim uma mistura de ferro com barro, denotando a debilidade e o iminente fracasso da civilização atual. O poderio tecnológico, a força pensante expressa na filosofia, o avanço e a arrogância do cientificismo, a suposta espiritualidade – elementos condensados nas grandes conquistas tão proclamadas pela raça humana – apresentam a aparência de ferro, mas estão fragilizados pela argila. O mundo moderno se faz de forte e resistente como o duro metal; contudo é evidente a sua fraqueza, especialmente nos campos moral e espiritual. As tentativas de melhora e união, nestes últimos dias, vêm resultando em fracassos contínuos. O homem, pobre barro, procura reafirmar-se sem Deus, esquecendo-se de que ‘tu és pó e em pó te tornarás’ (Gn 3:19). O barro nos pés da imperiosa estátua indica a falência do gênero humano, caso opte pela separação do Criador.

“No presente, na Terra ‘metalicamente’ dividida, as nações do mundo, sejam poderosas ou não, lutam em combate para ver qual ficará em ascensão. Entre o ouro da cabeça da estátua e a Pedra que inaugurará o reino do Altíssimo, estamos nós. Nesse intervalo histórico nossas escolhas definem nosso destino. Assim, em face do sonho profético dado a toda a humanidade, resta a cada indivíduo posicionar-se diante da Pedra. Só existem duas opções: ou cairemos sobre ela e nos despedaçaremos em arrependimento ou a Rocha dos Séculos cairá sobre nós e nos esmiuçará. O desejo de Deus é o melhor. Qual será o nosso? Nabucodonosor “caiu com o rosto em terra” (Dn 2:46) e reconheceu a grandeza e o poder do Altíssimo. O humilde gesto real foi a mais sábia e realista escolha. Expressaremos a mesma atitude ou nos manteremos arrogantemente erguidos?”

“Certamente cedo venho”! Esse é o aviso da Pedra que vem do céu, da Rocha eterna que breve virá.

Fonte - Criacionismo

terça-feira, 21 de junho de 2016

Estado Islâmico crucifica cristãos todos os dias durante o Ramadã

Observatório Sírio dos Direitos Humanos está denunciando prática 
EI crucifica cristãos todos os dias durante o Ramadã 


Desde que as grandes empresas de mídia do mundo decidiram parar de divulgar as bárbaras execuções do Estado Islâmico, sob o pretexto de não “fazer propaganda” de sua ideologia, criou-se a impressão que as execuções haviam acabado.

Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (SOHR) os extremistas muçulmanos estão crucificando pessoas “todos os dias” durante o mês sagrado do Ramadã. O motivo seria que elas não estão respeitando as regras que obriga os fiéis a jejuarem durante o dia todo. As denúncias mais recentes dão conta que as execuções públicas como crucificações voltaram a acontecer para “fortalecer” os princípios do grupo. Mais imagens AQUI

Geralmente, isso é reservado aos cristãos, que são chamados de infiéis, por não seguirem as premissas do Alcorão. O presidente do SOHR, Rami Abdulrahman, afirma que é impossível saber a identidade das pessoas executadas, mas algumas fotos trazem o motivo da condenação, onde eles muitas vezes são chamados de “espiões” ou “aliados dos cruzados”, termo medieval para se referir aos exércitos cristãos que conduziram as cruzadas para libertar a Terra Santa.

O Observatório explica que um tribunal da Sharia [lei religiosa muçulmana] é instaurado e por vezes são dezenas de vítimas julgadas e condenadas de uma só vez. Isso inclui mulheres e crianças.
Batalha final pode estar próxima

Perdendo terreno a cada dia para as forças leais ao governo da Síria e para os bombardeios russos, os soldados jihadistas estão debandando. Para alguns analistas, a organização terrorista já perdeu mais de um terço do território original do “califado” que proclamaram em 2014. Crescem os rumores que seu líder foi morto e por isso não é visto publicamente há meses.

Omar Lamrani, que ajudou a preparar o relatório Stratfor, afirma: “Olhando as áreas principais que o grupo ocupa na Síria – no norte da província de Aleppo, Raqqa e Deir ez-Zor – podemos constatar, que [os terroristas] continuam perdendo terreno do seu autoproclamado império”.

Para ele, é preciso levar em conta que a maior parte do território controlado pelos terroristas atualmente é um deserto.

A província de Aleppo na Síria é fundamental para a sobrevivência do EI, pois por ali chegam novos militantes, além de armas e munições que vêm da Turquia. As forças curdas estão avançando sobre a região, que deve ser liberada em pouco tempo. Perto dali fica Dabiq que, de acordo com as profecias islâmicas, será o local do combate final do apocalipse.

Fonte - Gospel Prime

sábado, 18 de junho de 2016

Papa não gosta do 666 e discute Jesus com pentecostais

Ecumenismo de vento em popa

A Igreja Católica está novamente em pauta. Na semana em que estourou mais um caso de pedofilia, desta vez no Brasil, estampado como matéria de capa da revista Veja, o papa rejeitou uma doação milionária do presidente da Argentina para uma entidade católica. O gesto gerou um grave incidente político de repercussão internacional e tem feito os argentinos questionarem a verdadeira relação de Jorge Mario Bergoglio com o presidente Mauricio Macri. O papa alegou dois motivos para a recusa: (1) o valor é exagerado para um país que luta para sair da crise, e (2) a cifra foi interpretada como provocação: 16,666 milhões de pesos argentinos. O papa escreveu uma carta a fim de devolver o dinheiro, escrevendo em um pós-escrito: “Eu não gosto do número 666.” E o Vatican Insider disse que “esses três últimos dígitos [666] pareceram uma piada de mau gosto para Francisco, cujos passatempos quase desconhecidos incluem acrósticos e numerologia”. Ou Bergoglio vestiu a carapuça de vez ou quer é se afastar da identificação com o famigerado número apocalíptico. E vai saber o que Macri tinha na cabeça ao decidir o valor da doação...

Também nesta semana foi divulgado o encontro entre Francisco e um grupo de pentecostais que foi ao Vaticano com o objetivo de manter o diálogo contínuo sobre a visão do pontífice a respeito de Jesus e do cristianismo. Entre dezenas de líderes evangélicos da América do Norte e da Europa, alguns dos nomes que estiveram com ele são bem conhecidos: Mike Bickle, Che Ahn, Kris Vallotton e Stacey Campbell, entre outros.

“A reunião durou algumas horas. Eles nos deram a oportunidade de fazer perguntas. O encontro foi muito caloroso e pessoal”, afirmou Bickle à revista Charisma. “Eu perguntei a ele [Francisco] sobre o grave erro e engano do universalismo, o qual afirma que ‘todos os caminhos levam a Deus’. Essa ideia de que alguém pode ser salvo em qualquer religião, sem receber a graça de Deus que só vem através de Jesus. Mas ele me assegurou acreditar que Jesus é o único caminho da salvação.”

Bickle diz que não se deu por satisfeito. “Jesus é o único caminho para a salvação?”, insistiu. O papa Francisco respondeu de modo “muito forte” que Cristo é o único Salvador do mundo e enfatizou seu amor por Jesus e pelas Escrituras.

O líder da IHOP perguntou então sobre as declarações polêmicas do pontífice sobre os muçulmanos e membros de outras religiões também serem “filhos de Deus”. O papa respondeu a ele que estava se referindo ao fato de que todos os seres humanos são filhos do Criador e filhos de Adão, mas não “filhos da redenção”. O líder mundial dos católicos assegurou ao grupo de pastores que é preciso que as lideranças católicas valorizem mais a fé dos crentes protestantes.

Stacey Campbell, que ficou conhecida no Brasil por causa de uma profecia sobre as mudanças políticas no país, contou que já havia se encontrado com Francisco em 2007, quando ele ainda era o bispo Jorge Bergoglio da Argentina. Na ocasião, ela afirma que profetizou que ele seria o novo papa e que essa aproximação com o Vaticano eram parte de um mover de Deus.

Também foi divulgado que o papa gravou um vídeo que será apresentado durante o evento Together 2016, que acontecerá em julho em Washington. Esse evento promete reunir um milhão de cristãos na capital dos Estados Unidos para orar pelo país. Entre os músicos confirmados estão o Hillsong United e o cantor Kirk Franklin. Haverá cerca de 40 pregadores, sendo que a mensagem principal é a necessidade de união do país.

Idealizado pelo evangelista Nick Hall, o material de divulgação afirma: “Nossa esperança e a ajuda de que precisamos são encontradas em Jesus, não em líderes políticos. Estamos nos reunindo para juntos buscarmos a Deus, clamar por nossa nação e orar pela unidade. Nosso objetivo é reunir os crentes para buscarem a Jesus e mudarmos nossa nação através da oração e adoração.”

Será a primeira vez que um pontífice participará (mesmo que por vídeo) de um evento evangélico tão importante. Hall acredita que a decisão de Francisco é “histórica e um testemunho da urgência e da necessidade dos seguidores de Jesus em se unirem”.

No ano passado, o Papa Francisco realizou um encontro público na Praça de São Pedro, reunindo lideranças evangélicas, católicas e judaicas para orarem juntos. Uma das apresentações musicais ficou a cargo de Darlene Zschech, ex-líder de louvor da igreja Hillsong da Austrália.

(Com informações de UOL e Gospel Prime)

Nota Criacionismo:
Cada vez mais o líder católico se “descola” das profecias que o identificam, é reconhecido como autoridade incontestável pelos evangélicos e outros religiosos que vivem indo ao Vaticano beijar-lhe a mão, e promove a aceleração do ecumenismo, que ganhará ainda mais força com esse grande evento sediado justamente onde? Nos Estados Unidos da América de Apocalipse 13. Dias solenes estes!

Para os evangélicos, num tom conciliador, o papa diz que Jesus é o único salvador. Ocorre que um dos dogmas católicos diz que “ninguém será salvo se, sabendo que a Igreja foi divinamente instituída por Cristo, todavia não aceita submeter-se à Igreja ou recusa obediência ao Romano Pontífice, vigário de Cristo na Terra” (trecho de uma Carta do Santo Ofício, escrita sob a autoridade de Pio XII). E o papa Francisco também já disse que somente a Igreja Católica pode interpretar as Escrituras (confira). Ninguém se iluda...

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Igrejas se unem para promover “avivamento final”

Contrafação que antecede o fim

O movimento mundial conhecido como “nova reforma apostólica” é liderado por Peter Wagner. Há muitos anos, ele e pregadores como Cindy Jacobs (que já esteve no Brasil) vêm anunciando que a igreja necessitaria de uma mudança na sua maneira de agir como uma preparação para a segunda vinda de Jesus. Um desses “sinais” seria uma restauração do ministério apostólico. A revista Charisma, maior publicação pentecostal do mundo, deu destaque nesta semana para uma série de profecias que os membros desse movimento estão divulgando desde o início do ano. São dez palavras proféticas vindas de líderes de diferentes países, mas todas com a mesma mensagem básica. Catherine Brown e Marshall Cross (Escócia), Alice Cresswell (Inglaterra) e sete outros líderes norte-americanos (incluindo Wagner e Jacobs) reuniram suas revelações em um documento.

“O Senhor confirma que a igreja como um todo viverá um novo tempo e, consequentemente, precisa edificar sobre o fundamento apostólico e profético apresentado em Efésios 2:20”, diz o material compilado pelo pastor Thomas Harry. Eles afirmam que essa é a direção do Espírito Santo que deve ser comunicada à igreja global.

“Certamente, trata-se de uma das palavras mais importantes para a igreja em muitos anos”, afirma Harry, que lidera a Igreja do Evangelho Pleno de Falkirk, na Escócia. Através do relato de uma série de sonhos, visões e revelações, os dez profetas citados por ele estabelecem que no ano que vem ocorrerão sinais inegáveis disso. [Sim, e no ano que vem, também, será realizado um megaencontro de várias igrejas nos EUA, com a participação do papa Francisco.]

“A maioria de nós percebe que há um grande mover de Deus chegando e o Senhor quer garantir que estamos com as nossas bases prontas para isso... Acredito que será a maior mudança na Igreja desde a Reforma”, escreveu Thomas.

Segundo a Charisma, existem mais de 40 “promessas proféticas” que foram reveladas desde novembro de 2014 e que apontam para mesma coisa. Seria o avivamento final, que se espalharia por toda a Terra.

O Brasil possui ministérios ligados a esse movimento mundial. Por aqui, foi formado o Conselho Apostólico Brasileiro, mas não há nada no site oficial da entidade sobre o assunto.

O pastor Augustus Nicodemus Lopes escreveu sobre o crescimento desse movimento apostólico, que no Brasil já reúne centenas de apóstolos. Segundo ele, “os adeptos desse movimento acreditam que ele seja um complemento necessário, ainda que tardio, à Reforma do século 16, a qual teria deixado inacabado o restabelecimento, na igreja, dos dons espirituais mencionados na Bíblia”.

Mas sua conclusão é que seus ensinamentos são “estranhos ao cristianismo histórico” e carecem de embasamento bíblico, estando frequentemente baseados apenas em experiências pessoais.

(Gospel Prime)

Nota Criacionismo:
Concordo com o pastor Nicodemus e vou além: a verdadeira Reforma sempre foi fundamentada na Palavra de Deus, no estudo profundo e racional dela, não em experiências de transe místico como as verificadas em igrejas pentecostais (se quiser estudar o que a Bíblia diz sobre o tal “dom de línguas”, clique aqui). Não é estranho que pessoas que dizem ter contato direto com Deus por meio do Espírito Santo não tenham sido avisadas pelo mesmo Espírito Santo que inspirou as Escrituras que o sábado é o dia do Senhor; que certos alimentos e bebidas devem ser evitados, pois poluem o templo do Espírito Santo e embotam o discernimento; que o ser humano não tem uma alma fantasmagórica e imortal dentro dele; etc.? Reconheço que há nessas igrejas muitas pessoas sinceras que amam a Deus de todo o coração. Mas a verdadeira reforma e o verdadeiro reavivamento só poderão ocorrer se forem calcados na Palavra de Deus. Os realmente sinceros compreenderão isso e tomarão sua decisão.

A verdade é que esse “reavivamento” emotivo é um dos eventos que antecedem a volta de Jesus, sendo uma contrafação do verdadeiro reavivamento. Note o que escreveu Ellen White há mais de cem anos: “Antes de os juízos finais de Deus caírem sobre a Terra, haverá, entre o povo do Senhor tal avivamento da primitiva piedade como não fora testemunhado desde os tempos apostólicos. O Espírito e o poder de Deus serão derramados sobre Seus filhos. Naquele tempo muitos se separarão das igrejas em que o amor deste mundo suplantou o amor a Deus e à Sua Palavra. Muitos, tanto pastores como leigos, aceitarão alegremente as grandes verdades que Deus providenciou fossem proclamadas no tempo presente, a fim de preparar um povo para a segunda vinda do Senhor. O inimigo das almas deseja estorvar esta obra; e antes que chegue o tempo para tal movimento, esforçar-se-á para impedi-la, introduzindo uma contrafação. Nas igrejas que puder colocar sob seu poder sedutor, fará parecer que a bênção especial de Deus foi derramada; manifestar-se-á o que será considerado como grande interesse religioso. Multidões exultarão de que Deus esteja operando maravilhosamente por elas, quando a obra é de outro espírito. Sob o disfarce religioso, Satanás procurará estender sua influência sobre o mundo cristão” (O Grande conflito, p. 464).

E escreveu também: “Em muitos dos reavivamentos ocorridos durante o último meio século, têm estado a operar, em maior ou menor grau, as mesmas influências que se manifestarão em movimentos mais extensos no futuro. Há um reavivamento apenas emotivo, mistura do verdadeiro com o falso, muito apropriado para desviar. Contudo, ninguém necessita ser enganado. À luz da Palavra de Deus não é difícil determinar a natureza desses movimentos. Onde quer que os homens negligenciem o testemunho da Escritura Sagrada, desviando-se das verdades claras que servem para provar a alma e que exigem a renúncia de si mesmo e a do mundo, podemos estar certos de que ali não é outorgada a bênção de Deus. E, pela regra que o próprio Cristo deu – ‘por seus frutos os conhecereis’ (Mt 7:16) – é evidente que esses movimentos não são obra do Espírito de Deus (Reavivamento e Seus Resultados, p. 10).

sexta-feira, 22 de abril de 2016

No Dia da Terra, lideranças assinam acordo sobre clima

Nova York (RV) – Neste 22 de abril, em que o mundo comemora o Dia da Terra, mais de 150 países devem assinar o acordo sobre mudanças climáticas alcançado em dezembro do ano passado em Paris, na COP 21.

Jamais, na história da Organização das Nações Unidas, um número tão grande de países (162) assinaram uma convenção internacional no primeiro dia em que fica aberta para assinatura. Em cerimônia oficial na sede da ONU, em Nova York, mais de 60 chefes de Estado e de governo, entre eles a brasileira Dilma Rousseff, estarão presentes.

Entre os signatários estarão algumas das maiores potências industriais do mundo e vários dos principais emissores de gases do efeito estufa, como China, Estados Unidos, Índia, Japão e vários países da União Europeia.

O primeiro pacto universal de combate à mudança climática indica medidas como o compromisso das nações em reduzirem as emissões de gases de efeito estufa e assim, evitar que a temperatura média global suba mais do que 2º C, limitando o aumento a 1,5°C.

Os prejuízos causados pelo aquecimento da Terra são inúmeros. O derretimento das calotas polares causa o avanço do nível do mar, e o número de áreas desertas por causa da falta de chuva e do calor extremo, cresce. Segundo cientistas, o planeta já esquentou 1°C, suficiente para desequilibrar a natureza.

O Dia da Terra, Casa Comum, é uma festa que pertence à humanidade e não é regulada por uma entidade ou organismo, nem está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas.

No Brasil, o Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social, parceiro da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, atua no desenvolvimento de políticas de proteção ao clima, cobrar a responsabilidade do poder público; aumentar o nível de conhecimento nas organizações e na sociedade sobre as causas das mudanças climáticas, estratégias e abordagens para enfrentá-las.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP:  As potências seculares vão se alinhando e, embora se afirme que o tema esteja acima de questões religiosas, não se pode perder de vista a pressão que entidades neste segmento têm feito, especialmente a igreja de roma. Nesse sentido a matéria "Dia da Terra segue pegada ecológica do Papa Francisco". Destacamos:

"O professor universitário Pedro Aguiar Pinto afirmou que o Dia da Terra é um convite à redução pessoal da “pegada ecológica” e disse que o Papa Francisco aborda o tema de forma “inovadora” na encíclica ‘Laudato Si’"

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Apocalipse de Elias - Semana Profética



Acompanhe ao vivo pelo www.tvjuveve.com.br

Coloque na sua agenda!!!
Related Posts with Thumbnails