quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Dia Mundial de Jejum e Oração 2012

"Se Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar... Eu ouvirei..." 2 Crônicas 7:14

Dia Mundial da Oração 2012

Participe, divulgue, ore!

Baixe os materiais abaixo:

(Via @gerepetto)

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Número de guerras no mundo triplicou em 2011

Número de conflitos bélicos tende a aumentar no mundo todo

O Instituto Pesquisa Internacional de Conflitos de Heidelberg, da Alemanha, apresentou seu relatório anual do “Barômetro de conflitos”. Os especialistas alemães em pesquisa de conflitos revelaram um balanço com dados alarmantes. No último ano, o número de guerras no mundo mais do que triplicou.

Para Natalie Hoffmann, pesquisadora do Instituto de Heidelberg, é impossível esperar que a tendência futura seja de um mundo mais pacífico. Os números de 2011 foram os mais altos desde 1945, quando ocorreu a Segunda Guerra Mundial.

Os pesquisadores contabilizaram 20 guerras oficiais além de 166 “conflitos realizados de forma violenta”. A projeção do instituto alemão é que nos próximos meses esse número continue crescendo. Para efeitos de comparação, em 2010, foram registradas seis guerras e 161 “conflitos violentos”.

O “barômetro mundial de conflitos” é divulgado desde 1991, fazendo um monitoramento constante de crises, conflitos e guerras em curso no mundo. Além de guerras entre países e guerras civis, que disputam o poder dentro de uma mesma nação, o instituto também considera como guerra, por exemplo, a luta do governo do México contra os cartéis das drogas.

A grande maioria dos conflitos internos ocorrem no Oriente Médio e na África, observou Christoph Trinn, presidente do Instituto. Ele afirma que sua equipe aponta para três novas guerras em potencial: no Iêmen, na Síria e na Líbia. Para os pesquisadores alemães, a violência na Europa está concentrada no Cáucaso. Naquela região existem atualmente 19 conflitos e uma “guerra delimitada”.

Muitos especialistas em profecias vêm alertando que o que Jesus disse em Mateus 24, 6-10 está se cumprindo com maior velocidade no início deste século. Não apenas os conflitos de “nação contra nação”, mas as mudanças climáticas e aumento de desastres naturais como terremotos, tsunamis e, ao mesmo tempo, a perseguição aos cristãos ter atingido uma alta histórica.

Fonte - GospelPrime

domingo, 26 de fevereiro de 2012

sábado, 25 de fevereiro de 2012

O poder da música


Nota DDP: Acesse também a palestra em texto 'O poder da música'. Outro texto interessante da mesma fonte 'Ciência diz por que certas músicas fazem chorar'.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Israel sinaliza possibilidade de ataque militar ao advertir Irã

Jerusalém, 23 fev (EFE).- O presidente de Israel, Shimon Peres, afirmou nesta quinta-feira que seu país está realmente disposto a aplicar "todas as opções" para frear o programa nuclear do Irã, referindo-se sobre a possibilidade de um ataque militar.

"Quando dizemos que 'todas as opções estão sobre a mesa', realmente falamos a sério", afirmou Peres durante a conferência de presidentes das principais organizações judaicas americanas, realizada em Jerusalém, segundo um comunicado divulgado por seu escritório.

O chefe de Estado ressaltou que Israel é "soberano" e "tem todo o direito e toda a capacidade de defender-se perante qualquer ameaça".

"Imaginem se o Irã vencesse. Nenhum país poderá impedi-lo de exporte livremente terrorismo ou de dominar a economia mundial. Um Irã com a bomba nuclear é uma catástrofe", acrescentou Peres, citado pela edição online do jornal "Yedioth Ahronoth".

As declarações ocorrem no mesmo dia em que o jornal "Ha'aretz" publicou em sua capa que Peres manifestaria ao presidente americano, Barack Obama, sua oposição a uma operação militar no Irã no curto prazo, no encontro que os dois líderes manterão em Washington no dia 4 de março.

Peres viaja a Washington com toda as informações sensíveis sobre o programa nuclear iraniano recolhidas pelos serviços de inteligência israelenses.

Fonte - UOL

Tempestades catastróficas serão cada vez mais frequentes

São Paulo - No ano passado, o furacão atlântico carinhosamente apelidado de Irene devastou a região do Caribe, parte da costa leste americana e chegou até o Canadá. Na época, o evento foi classificado como natural e que ocorre a cada cem anos.

Contudo, um estudo conduzido por uma equipe do MIT (Massachusetts Institut of Technology) e da Universidade de Princeton, encontrou evidências nada animadoras. Segundo a pesquisa, tempestades de alta intensidade e suas inundações violentas vão acontecer em janelas de tempo bem menores que um século.

Os pesquisadores usaram a cidade de Nova York como exemplo de análise. Em média a cada 500 anos, a cidade é alvo de inundações que superam os 3 metros de altura. A equipe combinou quatro padrões climáticos com amostras de furacões específicos. Os modelos então geraram 45.000 tipos de tempestades, num raio de 200 km da ilha de Manhattan.

Em seguida, os modelos foram submetidos a dois possíveis cenários. O primeiro, atual, representou o clima entre 1980 e 2000, enquanto o segundo usou previsões do que está por vir entre os anos 2081 e 2100. Tais estimativas, segundo o MIT, foram baseadas em dados do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas sobre as emissões de dióxido de carbono.

A conclusão é que com o aquecimento global, inundações que superam a marca dos 2 metros devem passar a acontecer a cada três ou 20 anos. Enquanto que, a cada 25 e 240 anos, é possível que o nível da água chegue facilmente aos 3 metros.

Atualmente, os diques de Manhattan têm apenas 1,5 metro de altura. Ou seja, em qualquer um dos dois cenários previstos pela equipe, é possível que Nova York fique embaixo d’água. A equipe deixa o alerta e enfatiza que os resultados obtidos podem ser usados pelas autoridades para minimizar impactos que tempestades de alta intensidade podem trazer para uma região.

Fonte - Exame

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Mundo pós-americano? Nem tanto

Apesar de parecer que Obama está fazendo a transição dos EUA para uma nova realidade multipolar, modelos supostamente superiores ainda não são páreo para a potência americana

Em uma crítica ferina a Mitt Romney, no início do mês, Fareed Zakaria elogiou Barack Obama por sua compreensão nuançada do que Zakaria chamou de "mundo pós-americano":

"Este é um novo mundo, muito diferente do mundo 'americano-cêntrico' com o qual nos habituamos na última geração. Obama conseguiu preservar, e aumentar até, a influência dos Estados Unidos neste mundo precisamente porque reconheceu essas novas forças em ação. Ele viajou para nações emergentes e falou com admiração de sua ascensão. Ele substituiu o velho clube ocidental e fez do Grupo dos 20 o fórum central das tomadas de decisões para os assuntos econômicos globais. Com a ênfase em organizações multilaterais, estruturas de alianças e legitimidade internacional, ele obteve resultados. Foi a cooperação chinesa e russa que permitiu sanções mais duras contra o Irã. Foi o pedido formal da Liga Árabe, no ano passado, que tornou incontroversa a intervenção ocidental na Líbia. Em geral, o senhor ridicularizou essa abordagem da política externa argumentando que, em vez disso, expandiria as forças militares, agiria unilateralmente e não falaria apologeticamente. Isso pode agradar aos eleitores das primárias republicanas, mas as bravatas triunfalistas não o ajudarão a garantir os interesses ou os ideais americanos em um mundo habitado por novos líderes poderosos."
(...)
Faz muito tempo que ouvimos pela primeira vez as conversas pós-americanistas da moda. Modelos supostamente superiores na Alemanha nazista e no Japão imperial empolgavam as multidões e produziam armas modernas bem mais que a América da Grande Depressão. Depois, os "declinistas" nos advertiram sobre a União Soviética comunista ascendente, que invadia o Leste Europeu e a Ásia, e cujos mísseis subiam, diferentemente dos nossos, que explodiam na plataforma de lançamento. Depois foi a vez do Japão & Cia, nos anos 70, que ia se apossar de nossos campos de golfe, enquanto a nós caberia aparar seus gramados. Depois, no fim dos anos 90, foi a vez da União Europeia utópica, que lembrou os americanos do desperdício que era o orçamento militar e como era tola a desconfiança do aquecimento global causado pelo homem. Agora, o fato de que a China possui um trem-bala e os EUA não, supostamente deve convencer os americanos de que meio bilhão de chineses que nunca foram a um médico ao estilo ocidental e a paisagem industrial chinesa parecida com a área em torno do Lago Erie por volta de 1920 simplesmente não importam.

Mas será que devemos considerar a mais recente tendência a advertências enganosas? Os pós-americanos com certeza meteram-se numa arapuca financeira ao tomar emprestados US$ 12 trilhões adicionais de 2000 para cá. Se Obama for reeleito, o país terminará sua presidência com mais dinheiro emprestado do que todos os presidentes anteriores juntos. Os EUA incorrem em déficits comerciais crônicos e terceirizaram milhões de empregos no exterior. O desemprego permanece alto, o crescimento econômico, moroso.

Concessões federais para a exploração de petróleo são canceladas e oleodutos não são construídos. Os EUA não pacificaram o Iraque rapidamente, e continuam atolados no Afeganistão.

Mas isso tudo não significa um mundo pós-americano. Por quase todos os padrões históricos para avaliar civilizações, o século 21 parece muito mais brilhante para os EUA do que para seus rivais. O crescimento da população americana é robusto. Estamos aumentando diariamente nossas reservas conhecidas de combustíveis fósseis; as da Europa e da China estão em declínio. Copiar e rivalizar com a economia de livre mercado dos EUA são realizações impressionantes da China, mas dificilmente provam que a China pode imitar, da mesma maneira, nossa Constituição, inclusão racial, transparência ou dinamismo cultural. A despeito de toda conversa sobre a pós-America, não devemos esquecer que um americano ainda produz, em média, três vezes mais bens e serviços do que três chineses.

A Constituição americana facilita o intercâmbio econômico; a Rússia e a China pós-comunistas ainda não conseguem fazer a quadratura do círculo de governo autoritário e mercados livres. Em sua pior crise financeira nos últimos 80 anos, os EUA mesmo assim se mostraram mais robustos e estáveis que a União Europeia, que está prestes a se tornar pós. A Índia ainda é tolhida por problemas de casta, a Europa por fronteiras de classe, China, Japão e Coreia do Sul por fortes distinções raciais, e o mundo árabe por fidelidades tribais insidiosas.

A ideia de um presidente Obama brasileiro ou chinês é fantasiosa. Todos esses estereótipos parecem muito pós-alguma-coisa. Entre as grandes potências, os EUA são, ao contrário, uma sociedade aberta multirracial unida por uma cultura, onde o mérito, mais que raça, tribo, nascimento ou classe, determina o sucesso.

Quando os pós-americanos falam cretinamente sobre reduzir as forças militares, ainda deveríamos nos lembrar de que todas as outras forças-tarefa navais combinadas do mundo não terão, durante décadas, o poder de uma única das 11 dos EUA. A China enfrenta tumultos; a Rússia enfrenta tumultos; a Europa enfrenta tumultos; o mundo árabe é um grande tumulto ultimamente. Os EUA têm alguns carnavais de rua balbuciantes do Ocupe Wall Street.
(...)

A ONU também não oferece esperança de substituir a influência americana. Na Líbia, os EUA bravatearam que obtiveram aprovação da ONU para uma zona de exclusão aérea e ajuda humanitária, mas depois tiveram que violar essas resoluções para se unir a seus aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no bombardeio às forças de Muamar Kadafi. A possibilidade de o Irã criar uma bomba nuclear, ou a Coreia do Norte usar uma delas contra Coreia do Sul ou Japão, não vai depender do Conselho de Segurança da ONU, ou da dissuasão chinesa; vai depender do medo desses Estados renegados de uma resposta dos EUA. De novo, no pé em que estão as coisas na Síria, a ONU é irrelevante.

Evidentemente, os EUA deveriam trabalhar com seus aliados. Eles devem ser um bom cidadão internacional e, onde for possível, abraçar a cooperação internacional.

(...)No século 21, em comparação com as alternativas, o mais provável é estarmos numa era pré-americana do que pós-americana.

Fonte - Estadão

Nota DDP: Como se há de perceber, os EUA estão muito longe de perder sua supremacia, sobretudo militar, que lhes permite cumprirem seu papel profético esperado.

Sinais dos tempos



Um papa cercado por lobos

Intrigas e lutas pelo poder já preparam a sucessão de um Bento XVI solitário e doente

ROMA — Contam que perguntaram, em certa ocasião, a João Paulo II: "Sua Santidade, quanta gente trabalha no Vaticano?" A que o polonês Karol Vojtyla, que foi pontífice entre 1978 e 2005, respondeu com ironia: "Mais ou menos a metade..." Agora já sabemos — continuando com o que, na verdade, não era nem é tão piada assim — a que se dedica a outra metade.

De umas semanas para cá, o Vaticano vive em comoção por conta de uma série de documentos vazados, que levaram o porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, a admitir que a Igreja está sofrendo seu particular VatiLeaks — uma menção ao WikiLeaks.

A publicação de uma denúncia interna de corrupção e de um complô para matar Bento XVI deixam a descoberto as lutas de poder diante da possível iminência do fim de seu papado. Embora seja o representante de Deus na Terra, Joseph Ratzinger é, na realidade, um homem doente, às vésperas de completar 85 anos. Ou, nas palavras usadas pelo jornal "L'Osservatore Romano", "um pastor rodeado de lobos".

Os lobos em questão, embora se vistam com roupas vermelhas, se excitam com o sangue. E o pastor Ratzinger já avisou, há dois anos — em entrevista a Peter Seewald convertida em livro — que "quando um Papa alcança a clara consciência de não estar bem física e espiritualmente para levar adiante o encargo a ele confiado, então tem o direito — e, em algumas circunstâncias, também o dever — de se demitir. Pensaria Bento XVI em dar este passo coincidindo com o dia do seu aniversário de 85 anos — em 16 de abril — ou com o sétimo aniversário de seu papado — três dias depois?

Talvez apenas ele e Deus o saibam, mas o que parece estar muito claro é que, diante de tal possibilidade, os candidatos a sua sucessão já começaram a lutar como homens por um posto divino. E, para ser ainda mais preciso, como homens italianos. Tanto os nomes que ilustram essa história de intrigas e golpes baixos, como as armas escolhidas para o duelo são totalmente locais.

Há ainda uma outra razão de peso. O trono de Pedro vem sendo ocupado por um estrangeiro desde 1978. Já não seria a hora de o Espírito Santo voltar seu olhar para um cardeal italiano na próxima reunião na Capela Sistina?

A luta pelo poder no seio da Igreja está se desenrolando — de forma inédita e dolorosa para muitos verdadeiros homens de fé — nas páginas dos jornais diários. Como se se tratasse do último escândalo de Silvio Berlusconi.

O primeiro golpe chegou com a divulgação, por meio de um programa de televisão, de uma carta do arcebispo Carlos Maria Vigano, atual núncio nos Estados Unidos, na qual contava ao Papa diversos casos de corrupção dentro do Vaticano e pedia para ser afastado de seu então cargo como secretário geral do governo — departamento que se encarrega de licitações e abastecimentos. Vigano foi, de fato, enviado para longe de Roma, assumindo o cargo nos EUA.

O segundo vazamento revelava um suposto complô para matar o Pontífice. O jornal "Il fatto quotidiano" publicou uma carta bem recente enviada a Bento XVI pelo cardeal colombiano Dario Castrillón Hoyos, na qual contava que o cardeal italiano Paolo Romeo, arcebispo de Palermo (na Sicília), havia realizado uma viagem à China, durante a qual teria comentado: "O Papa morrerá em 12 meses."

Mas não foi só isso. Segundo a carta do arcebispo colombiano, escrita em alemão e sob o selo "estritamente confidencial", o arcebispo de Palermo estava com a língua solta na China, contando supostos segredos do Vaticano, tais como que o Papa e seu número dois, Tarcisio Bertone, não se dão bem e que, por isso, Bento XVI estaria deixando tudo pronto — e muito bem pronto — para que o seu sucessor à frente da Igreja seja o atual arcebispo de Milão, o cardeal Angelo Scola.

O que há de verdade e de mentira em tais confidências que vêm agora à luz? Talvez nada. Talvez, a única coisa certa seja que um setor da cúria vaticana, a casta dos diplomatas pontifícios, considere que o atual Papa tenha ido longe demais ao promover a transparência nas transações financeiras da Igreja e ao cortar, de uma só tacada, a vigente permissividade com os abusos contra menores.

Talvez muito longe e muito rapidamente para quem, no fim das contas, é um alemão de 85 anos, doente e solitário, perdido num labirinto estrangeiro, cheio de intrigas e golpes baixos.

Durante 26 anos reinou sobre o Vaticano um papa polonês, especialista em relações públicas. Há sete anos, o posto é de um introvertido Papa alemão. A impressão que se tem é que a Itália já deu início à reconquista do trono de Pedro.

Fonte - G1

Nota DDP: Um novo papa romano? Parece que fazem questão de dar cumprimento à "profecia" católica da sucessão de pontífices...

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Israel e Irã: à beira de um confronto

Será que é tudo parte de uma campanha cuidadosamente estruturada de blefes e boatos para apoiar sanções mais severas e trazer o Irã à mesa de negociações – ou será que o terreno está de fato sendo preparado para um ataque às instalações nucleares iranianas nos próximos meses? Talvez não seja nenhum dos dois, e as pessoas que contam, aqueles que ainda não se decidiram, estão especulando e debatendo freneticamente.

No início de fevereiro a conferência anual de segurança Herzliya em Israel deu uma plataforma para a elite militar e de inteligência do país tornar públicas as suas preocupações sobre os progressos do Irã na fabricação de uma arma nuclear. O belicoso ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a “janela” para um ataque efetivo estava se fechando rapidamente por causa da movimentação contínua de centrífugas essenciais de enriquecimento de urânio para as instalações no subsolo de Fordow, perto da cidade sagrada de Qom, que daria ao Irã uma “zona de imunidade” na qual eles poderiam fazer uma bomba independentemente de quaisquer intervenções vindas de fora.

O equivalente norte-americano de Barak, Leon Panetta, que estava viajando com jornalistas para uma conferência com seus colegas da Otan em Bruxelas, confessou pouco tempo depois que havia grandes chances de um ataque israelense ao Irã em abril, maio ou junho, quando os céus costumam estar mais claros. Panetta não falou oficialmente, mas recusou depois uma oportunidade de retirar suas afirmações.

Em meio à eminente guerra de palavras, preparações militares para um conflito estão, sem dúvida, acontecendo. O chefe das tropas terrestres da Guarda Revolucionária Iraniana anunciou exercícios no sul do país, perto do Estreito de Hormuz, e os Estados Unidos já deram início ao maior treinamento militar para um desembarque anfíbio em uma década, descrito pelo Almirante John Harvey, do Comando da Marinha, como “motivado por acontecimentos recentes” e “aplicável” ao Estreito de Hormuz. Enquanto isso, o DEBKAfile, um exagerado, mas às vezes bem-informado site de segurança israelense, anunciou que “muitos milhares” de tropas norte-americanas estavam chegando nas duas ilhas perto do Estreito, Masirah, em Omã, e Socotra, no Iêmen.

Mas mesmo com todos os alarmes e excursões, há poucas conclusões concretas sobre o possível ataque eminente ao Irã, ou sobre se Israel está preparado para agir de forma unilateral. E ainda não está claro se, caso fossem convencidos de que isso está prestes a acontecer, os Estados Unidos se sentiriam obrigados a apoiar Israel e dar continuidade aos ataques. Apenas aqueles nos cargos mais altos do governo de Israel (e talvez dos Estados Unidos) sabem se as forças aéreas israelenses são capazes de conduzir um ataque sem ajuda.

Fonte - Opinião e Notícia

Terremoto de 6,2 graus sacode o leste do Japão

Um terremoto de 6,2 graus na escala Richter sacudiu nesta terça-feira a costa leste do Japão, mas por enquanto não há informações sobre vítimas nem foi lançado um alerta de tsunami, informou a Agência Meteorológica japonesa.

Segundo o organismo, o tremor foi registrado às 15h22 locais (4h22 de Brasília) com epicentro a pouca profundidade no mar em frente à província de Ibaraki, no litoral oriental do arquipélago.

Na escala japonesa fechada de 7 graus, centrada mais no alcance que na intensidade do tremor, o terremoto foi sentido com grau 3 em várias cidades, entre elas Fukushima, capital da província de mesmo nome.

Por enquanto, não foram divulgadas anomalias na acidentada central de Daiichi, situada nessa região, que ficou gravemente danificada pelo terremoto de 9 graus e o posterior tsunami que assolou o nordeste do Japão em março do ano passado.

O tremor também alcançou uma intensidade 3 na escala japonesa em cidades como Iwaki, também em Fukushima, e Mito, na vizinha província de Ibaraki.

Em alguns distritos de Tóquio, o sismo foi sentido com intensidade entre 1 e 2 graus na escala japonesa, segundo a Agência Meteorológica.

O Japão está situado sobre o chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma das zonas sísmicas mais ativas do mundo, pelo que os sismos ocorrem com relativa frequência, embora na maioria dos casos sem graves consequências.

Em março do ano passado, no entanto, o forte terremoto de 9 graus na escala Richter que sacudiu o nordeste do país provocou um devastador tsunami que deixou mais de 19 mil vítimas, entre mortos e desaparecidos, e causou o pior acidente nuclear desde o de Chernobyl.

Fonte - Folha

Nota DDP: Ver também "Sismo abalou norte da Grécia".

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Sinais da volta de Jesus


Fonte - Está Escrito

A volta de Jesus




Fonte - Arena do Futuro

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Chuva serôdia, sacudidura e identificação do tempo









"Como folhas de outono..." #28


O REINO DE DEUS NÃO PARA DE DAR SEUS SINAIS.

Mas ainda não é o bastante. É preciso mais.

O + é o sinal da transformação.
O + é o sinal da esperança,
que toca o coração de quem
doa e de quem recebe.

No Reino,
menos é +
multiplicar é +
dividir é +

+ Reino, + sinais
+ sinais, + Reino
+ do Reino em nós,
+ de nós no Reino.

ONDE HOUVER UM + LÁ ESTARÁ UM SINAL DO REINO

1) (30.10.2011) + Generosidade
2) (06.11.2011) + Pão
3) (13.11.2011) + Humanidade
4) (20.11.2011) + Igualdade
5) (27.11.2011) + Compaixão
6) (04.12.2011) + Vida
7) (11.12.2011) + Esperança


Fonte - Igreja Batista de Água Branca (Pr. Ed René Kivitz)

Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor.

Soli Deo Gloria

Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

Outras programações:
Séries "Como folhas de outono..."

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Religiões podem garantir a estabilidade mundial

Nova Iorque (RV) - As religiões têm o potencial para promover a paz e estabilidade global. Foi o que disse o Presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Nassir Abdulaziz Al-Nasser nesta terça-feira ao final da Semana Mundial da Harmonia Interreligiosa, em Nova Iorque.

No encontro, que reuniu representantes de diferentes confissões religiosas, o embaixador Al-Nasser disse que as religiões e as Nações Unidas têm muito em comum.

“Essas semelhanças incluem o respeito pelos direitos humanos – como foi marcado na Declaração Universal dos Direitos Humanos – a afirmação de igual valor de todos os seres humanos e a importância da compaixão e serviço ao próximo e as aspirações universais pela paz”.

Fonte - Radio Vaticano

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Especialistas alertam para risco de conflito entre Israel e Irã

Distinguir os limites entre guerra psicológica e planos reais do governo israelense de atacar o Irã é uma tarefa difícil. Especialistas acreditam na possibilidade de um ataque e alertam para o risco de um conflito real.

O Irã já movimentou tropas em terra e ameaça com retaliações, caso Israel ataque mesmo o país. O presidente norte-americano, Barack Obama, tentou acalmar os ânimos: "Não acredito que Israel já tenha tomado uma decisão", disse ele no último domingo (05/02), na tentativa de encontrar uma solução diplomática para o conflito entre os dois países.

O mais recente debate sobre um possível ataque israelense a uma usina nuclear iraniana foi desencadeado por um artigo publicado pelo New York Times. Ronen Bergman, considerado um dos jornalistas israelenses mais bem informados, escreveu: "Depois de conversar com diversos políticos israelenses do alto escalão, bem como com autoridades militares e do serviço secreto, passei a acreditar que Israel vai atacar o Irã ainda em 2012". A seguir, o Washington Post escreveu sem ser contestado que o secretário norte-americano de Defesa, Leon Panetta, acredita que haverá um ataque entre abril e junho deste ano.

"O secretário de Defesa dispõe de fontes melhores do que eu", acrescentou Bergman. O jornalista parte do princípio de que o programa nuclear iraniano vá, nos próximos nove meses, chegar ao ponto de se tornar "imune" a ataques. Com isso, aumentaria a pressão de uma decisão em breve a respeito. Pois, para o governo israelense, o armamento nuclear do arqui-inimigo é um pesadelo em termos de política de segurança.

Os líderes iranianos conclamam regularmente a destruição do que chamam "complexo sionista", despertando em Israel temores de um novo Holocausto. Além disso, Teerã apoia abertamente grupos radicais islâmicos, como o Hisbolá. Bergman cita o ministro israelense da Defesa, Ehud Barak, em suas afirmações de que um Irã com armas nucleares poderia "limitar definitivamente nosso leque de operações" no combate aos grupos radicais.
...
Fonte - Terra

Nota DDP: Veja também "Irã ameça atacar alvos americanos em todo mundo".

Domingo sem trabalho

Em tempos de crise financeira e econômica, quando mais e mais direitos sociais e empregos estão sob pressão, o "Domingo sem trabalho" é uma demonstração clara e visível que as pessoas e as nossas sociedades não são somente dependentes do trabalho e da economia.

Acreditamos que todos os cidadãos da União Européia têm direito a beneficiar-se de horários de trabalho decentes que, por uma questão de princípio, exclui trabalhar altas horas da noite, a noite toda, nos feriados ou aos domingos. Somente os serviços essenciais devem funcionar aos domingos.

Hoje, a legislação e as práticas já em vigor na UE e nos Estados-Membros precisam ser mais protetoras da saúde, segurança e dignidade de todos e deveriam mais assertivamente promover a conciliação da vida profissional e familiar. Acreditamos que a coesão social para a cidadania européia deveria ser reforçada.

Portanto, a Aliança convida todos os membros, os defensores e todos os cidadãos para tornar visível nossa necessidade comum no domingo 4 de março de 2012!

Há Alianças do Domingo em alguns Estados-Membros da UE as quais possuem essa tradição por vários anos. Qualquer ação ou discussão política que você desejar organizar caberá a cada organização decidir. A visibilidade deste Domingo especial não dependerá apenas de um "grande evento", mas também de idéias e projetos inovadores que reflitam a cultura local e as tradições da UE. E essa ideia de um Dia Europeu ligado a um Domingo sem trabalho pode crescer a cada ano.

Fonte: European Sunday Alliance

NOTA Minuto Profético: "Muitos há, mesmo entre os que se empenham neste movimento em favor da imposição do domingo, que se acham cegos aos resultados que virão após essa ação. Não vêem que golpeiam diretamente a liberdade religiosa. Muitos existem que jamais compreenderam as reivindicações do sábado bíblico e o falso fundamento sobre o qual repousa a instituição do domingo. Qualquer movimento em favor da legislação religiosa é realmente um ato de concessão ao papado, que por tantos séculos tem constantemente guerreado contra a liberdade de consciência. A observância do domingo deve sua existência como assim chamada instituição cristã, ao 'mistério da iniquidade'; e sua imposição será o virtual reconhecimento dos princípios que são a pedra angular do catolicismo". Testemunhos para a Igreja, v. 5, p. 711.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Sua privacidade e as novas regras do Google

Ao passo em que aprimora sua gestão de informações, o Google passa a ter um dossiê global e integrado de cada usuário de internet. Preocupa, concorda?

Todos estão recebendo e-mails, popups e alertas do Google sobre sua nova “Política de Privacidade”. A partir de primeiro de março, usuários que continuam usando os serviços tacitamente declaram concordância com as novas regras impostas pelo provedor de serviços. Longe das declarações superficiais, apaziguadoras e que nunca dizem toda a verdade, por parte dos representantes do Google, é hora do cidadão saber realmente como ficará sua privacidade.

Se você acha que esta informação é dispensável, talvez não tenha percebido o valor deste direito, o direito de proteção dos dados pessoais, o direito de estar só, de não ser rastreado ou ter padrões, comportamentos privados e hábitos logados a cada passo que se dá no mundo virtual.

Primeiramente, na verdade, nada é para melhorar a “comodidade dos internautas”.

Você realmente acredita nisso? O fato é que hoje, além da política de privacidade geral, alguns serviços do provedor tinham regras próprias, adicionais. Com a nova política, estas regras (aproximadamente 60) ficam agrupadas em uma única regra. E o que tem de mal?

Ao unificar as políticas, o Google também cria o permissivo para utilizar o que já estruturou antes de consultar o cidadão: um grande centro de mineração de dados, um poderoso cérebro de cruzamento, que agora agrupará informações de todos os serviços, antes separados, isolados.

Quais os efeitos? Um cidadão que tenha uma conta de e-mail Gmail quebrada por determinação da Justiça, como os dados agora são coletados como um todo, poderá ver sua privacidade em outros serviços (Blogger, Orkut, Docs, etc.) quebrada. Não há garantias que diante desta nova política, não fique mais fácil a autoridades e interessados obter dados além dos necessários para uma investigação ou repressão de um ato ilícito.

Imagine que você faz uma pesquisa relacionada à sexualidade no buscador – neste momento YouTube e Gmail são influenciados por esta busca; no Orkut ou Google+ perfis de vendas de produtos eróticos lhe enviam mensagens. Como se livrar deste rastro?

Você está a caminho de uma reunião. O tráfego parece estar piorando. Um texto surge: “Você vai se atrasar, pegue a próxima saída para a rota alternativa”.

Você realmente deseja esta facilidade proposta pelo Google? Pois bem, para isso acontecer, considere que o Google bisbilhotou a localização de seu celular Android e além disso fuçou no seu Calendar, para saber para onde você ia e quais seus compromissos!

Segundo a revista ScientificAmerica, teríamos também um problema grave de integração de dados entre contas diferentes. Imagine que você tem uma conta pessoal (usada para diversão) e outra profissional? Você gostaria de ter a integração entre ambas, relacionamentos, contatos, termos pesquisados? Pense bem…

A revista vai além e explica que mais um problema futuro seria o descobrimento dos usernames, pois Google+ solicita nomes reais e outros serviços como YouTube não. A partir de 01 de março, em tese, seu nome real poderia aparecer em todos os seus produtos Google. Legal?

Ao passo em que aprimora sua gestão de informações, passa a ter um dossiê global e integrado de cada usuário de Internet, com cabeçalhos HTTP, IPs, localização geográfica, termos procurados, sua agenda do Calendar, conversas do Gtalk, documentos do Docs, etc. etc. Imagine tudo isto integrado, nas mãos das pessoas erradas?

Cada serviço do Google tem sua característica o que demanda proteções adicionais de privacidade. Não se pode, em prejuízo do princípio da especificidade (ou especialidade), conceder a serviços distintos regras idênticas. Cada dado deve ser coletado para finalidade específica. Agora, crio um simples e-mail e dou o direito ao Google de usar estes dados em todos os seus outros serviços? Sim! Não existe finalidade! E aliás, esta unificação parte do baseline mais protetivo a privacidade ou mais aberto? Com certeza do mais aberto. Pegue o serviço do Google que mais lhe dá direitos em relação a dados de usuários, unifique a todos os demais e pronto, estamos oferecendo “comodidade, facilidade aos internautas”.

Não se trata de comodidade, mas de estratégia para anúncios focados, para lucrar com seus dados.

Igualmente, é obscura a declaração da Privacy Officer do Google de que “os governos requisitaram regras menores e mais simples em relação à privacidade”. Fica clara a intenção, favorecer quebras de sigilo, investigações e anúncios publicitários.

E para o usuário o que resta? Não fazer login? Ignorar sua privacidade rumo a “novas experiências”. Não! Cabe ao Google nos dar o direito de escolhermos e desativarmos a combinação, conexão e intercâmbio de informações. Lembrando que pelo anteprojeto de lei de proteção de dados pessoais, toda a combinação de informações deve ser previamente e expressamente autorizada pelo usuário, que aliás poderá revogá-la a qualquer momento.

Não devemos buscar somente o direito de desligar anúncios, mas de desligar esta correlação de informações. Não devemos buscar o direito de limpar o histórico, mas efetivamente limpar os registros dos servidores do provedor…

O cidadão que quiser, por exemplo, manter dados desvinculados entre os serviços, segundo o Google só teria duas saídas, ou não fazer login ou criar novas contas. Imagine-se com uma conta para cada serviço?

É hora de buscarmos nossos direitos inerentes à privacidade digital, como os de poder peticionar e conhecer realmente cada informação que o provedor coleta sobre nós, o de realizar as chamadas “auditorias de privacidade” e principalmente o de “opt-out” de mudanças suspeitas nas regras do jogo, como a presente.

Nos Estados Unidos, um bom exemplo, os republicanos Ed Markey e Joe Barton já solicitaram à Federal Trade Comission (FTC) a investigação das violações à privacidade estampadas pela nova política (veja carta), zelando, efetivamente, pelos direitos dos usuários.

Então me desculpe, mas não vejo benefício algum na política do Google, a não ser para aqueles ávidos em conhecer o que fazemos – anunciantes, empresas, governo e o próprio Google, que terá mais tráfego em seus serviços.

Você pode até pensar, “Ora, mas o Google já faz isso faz tempo!” Ok, mas agora passa a legitimar seus atos, em uma política em que, ou você concorda ou está praticamente fora da Internet. Precisamos de figuras que também defendam nossa privacidade no Congresso. Pense e veja se não é hora de exigir de nossos congressistas maior atenção a estes temas e aos nossos direitos.

Aliás, para nós, nossos direitos, para o Google, “ideias erradas”. Pense bem antes de colocar seus dados nesta teia. Ou realmente você acredita que oferecer lembretes de sua reunião é mais importante do que seus dados e seu sagrado direito à privacidade?

Continue achando que o que é de graça não se questiona. Não há nada de graça – o preço de tudo isso são seus dados pessoais, o rastreamento da sua vida. Em síntese, como bem disse Jeff Chester, um cão de guarda da privacidade, diretor do Centro de Democracia Digital, a partir de primeiro de março receberemos uma “camisa de força digital”, forçados a compartilhar informações pessoais, sem defesa.

Até quando a destruição de nosso direito a privacidade será coberto pelo falso manto da “otimização da experiência do usuário”? Não queremos novas experiências impostas, mas liberdade para construí-las, quando bem nos convier.

Fonte - UOL

Nota DDP: Creio que o artigo deveria ser lido com bastante cuidado. Primeiro os dados foram coletados de forma dispersa, agora serão unificados. Enquanto forem usados para venda de produtos/serviços (?!) tudo bem (?!), mas certamente não irá parar por aí.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

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