terça-feira, 11 de novembro de 2008

Religião: Em busca de uma cultura de paz


Nova York, 10/11/2008 – Mais de uma dezena de líderes políticos se reunirão na Organização das Nações Unidas para impulsionar uma “cultura de paz”, insistindo em combater os equívocos em torno das religiões, especialmente o islã, e contra o crescimento do racismo, da xenofobia e da intolerância no mundo. A grande maioria dos chefes de Estado e de governo que participarão do encontro, marcado para quarta-feira e quinta-feira (10 e 11/11), serão dirigentes de países muçulmanos como Arábia Saudita, Barein, Egito, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Kuwait, Marrocos, Paquistão e Qatar.

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, também fará parte do encontro de dois dias, no contexto da Assembléia Geral da ONU, de 192 membros, na que será sua segunda visita à sede das Nações Unidas este ano depois das sessões de setembro. “Será uma conferência muito importante”, assegurou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmando que a ONU é o centro dos esforços mundiais no sentido de impulsionar respeito mútuo, compreensão e diálogo. A iniciativa da reunião foi do rei Abdulá bin Abdulaziz, da Arábia Saudita, guardião de duas mesquitas sagradas.
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O presidente da Assembléia Geral da ONU, o sacerdote católico nicaragüense Miguel d’Escoto, afirmou que a questão da reunião não é a religião. Se falará sobre os valores comuns das diferentes culturas, sejam religiosos, de civilizações, éticos ou filosóficos, acrescentou. Na semana passada os países-membros das Nações Unidas divulgaram o documento “Combater a difamação das religiões”. O conceito de “difamação das religiões” não é contemplado pelo direito internacional e os esforços para combatê-la costumam terminar em restrições à liberdade de pensamento, de consciência, de religião e de expressão, segundo os Estados Unidos.

Esse país reconhece que do ponto de vista legal o conceito de “difamação das religiões” é “muito problemático porque a legislação em matéria de direitos humanos existe para proteger as pessoas, não as religiões nem as ideologias e nem as crenças. Mas, o conceito visa a expressar a idéia de que a religião pode ficar amparada pela legislação de direitos humanos, o que pode prejudicar a proteção das pessoas”.

Quanto à liberdade de expressão, os Estados Unidos afirmam que os governos não devem proibir nem castigar declarações, mesmo quando forem ofensivas o incitarem ao ódio, com base em uma confiança subjacente de que em uma sociedade livre esse tipo de idéia não prosperará por sua falta intrínseca de méritos. Os Estados Unidos também consideram que se deve fazer mais para promover a compreensão inter-religiosa, que devem ser tomadas medidas concretas para fomentar a tolerância e que os direitos das pessoas são o melhor instrumento para combater os abusos e as ideologias de ódio.

Fonte - Envolverde

Nota DDP: Comentei esta questão ontem em relação à concordata obscura em terras tupiniquins com o poder romano. Mas pode se ler mais sobre o assunto em "Bento XVI exalta a liberdade de religião" e "Papa acusa seitas de confundir católicos" (onde ele diz ser contrário ao proselitismo, dos outros claro, como pode ser visto em "Vaticano diz que fiéis têm o dever de evangelizar não-católicos").

Voltando um pouco mais no tempo, temos "Igrejas querem código de conduta por roubo de fiéis", que é onde realmente entra esta questão da ONU, ao interesse do Vaticano, lógico.

E por último, já há mais de um ano: "O "Grande Conflito" em movimento 2"

A livre pregação do Evangelho está com os dias contados.

Horizonte das mudanças: qual o papel do Estado?

Desde que a crise financeira global foi deflagrada crescem as apostas sobre quanto tempo vai durar e como ficarão os mercados depois de passada a tormenta. Conversando com um dos principais editores de publicações para o mercado financeiro, que está acompanhando muito de perto as reações de investidores e profissionais de Relações com Investidores (RI), fica a impressão de que a crise é mais profunda do que aparenta. No entanto, o olhar dele é direto no “olho do furacão”, no centro nervoso das perdas financeiras.

Por outro lado tenho conversado com empresários e executivos que atuam na produção e na prestação de serviços, longe do setor financeiro, e a percepção é outra. Há claramente o receio em relação ao aperto no crédito, mas não existe a sensação de “fim de mundo” que assolou o mercado financeiro. Em todas as falas, no entanto, há claramente a consciência de que “nada será como antes”. O Estado, esta entidade que “deveria ser mínima” conforme pregavam os liberais e neoliberais de ontem, agora “deve ter poder regulatório”, dizem aqueles que saltaram nos botes salva-vidas lançados pelos governos ao redor do mundo.
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O mundo não será como antes, mas principalmente o Estado não vai mais soltar as rédeas da economia como antes.
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Fonte - Envolverde

Nota DDP: Não só da economia.

Bin Laden prepara ataque devastador contra os EUA

Londres - O líder da organização Al-Qaeda, Osama bin Laden, está preparando um novo ataque contra os Estados Unidos que será "muito maior que a operação de 11 de setembro" de 2001 e que tem como objetivo "mudar o rosto do mundo política e economicamente".

A ameaça foi divulgada hoje por seu emissor na capital iemenita Sanaa, o jornal em língua árabe Al-Quds Al-Arabi, publicado em Londres, que faz referência à ação em seu site citando "uma fonte próxima à direção da Al-Qaeda no Iêmen".

Esta "grande operação" ocorrerá "num futuro próximo", disse a fonte e será "uma resposta à rejeição dos Estados Unidos à trégua proposta pela Al-Qaeda aos Estados ocidentais".

"As instruções operacionais do ataque foram dadas por Osama bin Laden", disse a fonte, apresentada como um ex-dirigente da Al-Qaeda.

A fonte acrescenta que a rede de Bin Laden está passando por "uma fase claramente positiva" com campos de treinamento em "vários países do mundo", o controle de grande parte da Somália, do Afeganistão, e do Iêmen, onde os "chefes tribais juraram sua fidelidade a Bin Laden".

Fonte - Jornal da Mídia

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

As concordatas romanas

O presidente brasileiro está na Itália. Aproveitou para visitar BXVI.

Quando este último esteve no Brasil, muito se falou acerca da assinatura de uma concordata entre os dois entes políticos. Na época o governo brasileiro desconversou sob a alegação que o Vaticano exigia muitos privilégios que não seriam concedidos.

Vejam a manifestação do porta-voz responsável sobre o momento atual desta negociação:

Entrevista coletiva concedida pelo Porta-Voz
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Na quinta-feira, 13 de novembro, no Vaticano, o Presidente terá encontro às 11h com Sua Santidade o Papa Bento XVI.

Além de retribuir a visita do Papa ao Brasil, realizada em maio de 2007, a programada audiência do presidente Lula com Bento XVI constitui ocasião para dar continuidade ao diálogo sobre temas de significativa importância para ambos chefes de Estado.

A agenda de política externa brasileira apresenta pontos de convergência com a da Santa Sé, em especial em suas vertentes relacionadas à solidariedade para com os países mais pobres, ao combate à fome e à pobreza, ao empenho na preservação da paz, aos esforços em prol da construção de uma sociedade mais justa e eqüitativa, ao respeito aos direitos humanos e à preocupação com a situação dos migrantes.
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Jornalista: Boa tarde. Eu gostaria que você desse mais detalhes desse encontro que o Lula terá com o Bento XVI.

Porta-voz: Será um encontro curto e, nesse encontro, não existe nenhuma pauta específica. Como eu disse a vocês, será um encontro no qual os dois discutirão esses temas que são comuns na agenda prioritária tanto do Vaticano quanto do Brasil: a cooperação para ajuda aos países em desenvolvimento, o tema das migrações, que também é importante para ambos. Existe também um outro tema que é importante, que está sendo desenvolvido entre os dois países, que é a questão do acordo entre o Vaticano e o Brasil, que é o acordo para disciplinar as relações bilaterais e a ação da Igreja no território brasileiro. Esse acordo está sendo negociado. As negociações estão se intensificando e existe uma possibilidade de que venha a ser assinado nessa ocasião, mas, fora isso, será uma visita curta e será um diálogo curto sobre temas gerais, de interesse de ambos os chefes de Estado.

Jornalista: Sobre esse acordo com o Vaticano, você já tem alguns detalhes do acordo, em que situação está, se tem possibilidade de assinar?

Porta-voz: Eu não teria detalhes do acordo. O que eu posso dizer a vocês é que ele tem sido negociado intensamente nos últimos meses, houve uma consulta grande, interna, no Brasil a vários ministérios a respeito desse acordo, foram dadas opiniões dos vários ministérios, das várias autoridades a respeito disso. Para as autoridades brasileiras é importante que o acordo preserve conceitos constitucionais de liberdade religiosa, de não-discriminação com base em credo, que disponha sobre direitos e deveres para a atuação de entidades religiosas nas áreas contempladas no texto, dentro dos limites estabelecidos na Constituição brasileira. O Presidente levará ao Papa a idéia do empenho e da seriedade com que os representantes do governo brasileiro conduziram as negociações para esse acordo-quadro Brasil-Santa Sé. O Presidente espera ter condições de assinar já esse acordo no encontro com o Papa.

Jornalista: Esse acordo, por exemplo, pode se referir... [Parece que falta algo aqui] Porque o Brasil tem um papel importante em relação à Igreja Católica, um dos países do mundo onde a religião católica prevalece mais do que outras religiões. Eu gostaria de saber se o presidente Lula tem essa preocupação, ou seja, a religião católica tem diminuído nos últimos tempos. E é esse tipo de conversa que vai ter durante esse acordo com o Bento XVI?

Porta-voz: Não, o Presidente espera poder assinar o acordo mas não será discutido especificamente, não será negociado no momento. O acordo está sendo negociado e espera-se que se possa assinar. O Brasil espera que o acordo mantenha um tratamento equânime para todos os credos legalmente estabelecidos no Brasil observada, é claro, a natureza singular da Santa Sé como sujeito no Direito Internacional.

Fonte - Secretaria de Imprensa

Nota DDP: Este é um bom exemplo de como as coisas funcionam quando existem interesses do Vaticano em discussão.

1) Inicialmente se assevera que a intenção do encontro dos chefes e estado era "continuar a discussão";
2) Em seguida se diz que estas negociações estão se intensificando, mas há uma "possibilidade" de que seja assinada a concordata nesta ocasião;
3) Indagado sobre os detalhes, revela o entrevistado que eles não existem, mesmo com a afirmativa de que houve "intensa" negociação nos últimos meses;
4) Em seguida, mesmo sem ter "detalhes" de algo tão intensamente discutido, revela que dispõe sobre a não discriminação religiosa com base no credo e, estabelece "direitos e deveres para a atuação de entidades religiosas nas áreas contempladas no texto" (?!);
5) Da intenção de continuar a discussão do item 1), passa-se à afirmação que o presidente espera assinar a concordata com BVXI já nesta visita;
6) Por fim, levantando-se a supremacia católica [ironic mode on]"como sempre houve na história deste país"[ironic mode off], restou consignado que o governo espera que os demais credos sejam respeitados, levando-se em consideração, no entanto, a natureza singular da sé católica como sujeito de direito internacional.

Eu só fico me perguntando, com todo o caráter obscuro destes termos, até porque penso que os maiores acertos não serão trazidos a público, muito menos assinados, que é meio estranho primeiro um país assinar com outro de caráter confessional regras que acabam por violar o tal estado laico (que na prática não existe), segundo que onde cabe direitos e deveres de outros credos por parte do Vaticano?

Muito se fala de acordos de não "proselitismo", como já considerado pelo Conselho Mundial de Igrejas, com normas estatais a regular esta condição, o que certamente passará por estas "concordatas", tudo em nome da paz. Daqui à pouco será bem difícil pregar o Evagelho.

[Colaboração - Éder Rocha]

EUA: cresce medo de ataques contra Barack Obama

Está crescendo o medo das autoridades americanas em relação a uma tentativa de assassinato do presidente eleito, Barack Obama. Segundo informou nesta segunda-feira o jornal britânico The Telegraph, o serviço secreto dos Estados Unidos já investigou mais de 500 ameaças contra o democrata durante toda a campanha presidencial.
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Fonte - Terra

A economia e a moral

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Dom Walmor Oliveira de Azevedo explica –em artigo enviado a Zenit nessa sexta-feira– que a crise «tem também um enraizamento profundo na dimensão moral».

«Ora, se é verdade que existe uma clara distinção entre economia e moral, não é verdade que existe uma separação entre estes dois âmbitos. Há, na verdade, uma reciprocidade entre eles.»

«É lamentável que as vozes que se levantam a partir do âmbito moral não sejam ainda suficientemente fortes para convencer os atores deste cenário a levarem em conta as implicações morais que subjazem em toda esta realidade da crise econômica mundial», afirma.
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Fonte - Zenit

Nota DDP: Este final de semana a Associação Paulistana promoveu um seminário sobre Liberdade Religiosa e os Eventos Finais, sob a direção do Prof. Sikberto Marks (site Cristo Voltará). Ele abriu falando sobre a base do governo de satanás no mundo: Riqueza, poder e prestígio.

É muito interessante a perspectiva lançada por ele de que para sustentar este estado de coisas (os privilégios), face à galopante escalada das mazelas mundiais, violência, corrupção, crise econômica, crise ambiental, e os demais aspectos de baixa moralidade atuais, os dirigentes mundiais precisarão de um líder moral (?!), universalmente aceito. Afinal de contas, todas essas coisas atrapalham muitas pessoas para ganhar dinheiro.

O mundo caminha rapidamente para esta realidade. É mais um vetor a ser considerado.

Igreja Católica homenageia protestantes

Países latino-americanos celebram desde longa data vários feriados católicos romanos. De Corpus Christi a São Pedro e São Paulo. Porém, neste ano, o Chile declarou o dia 31 de outubro como feriado em honra das igrejas evangélicas e protestantes. A data remete ao dia em que Martinho Lutero pregou suas 95 teses na porta de uma igreja no ano de 1517, em Wittenberg, na Alemanha, dando início à Reforma Protestante. Somente a Eslovênia e alguns estados alemães têm este dia como um feriado.

Outro motivo para estranhar o Chile comemorar a Reforma é o fato de ser o único país na América Latina que ainda tem um forte partido Democrata Cristão. Mesmo assim, o novo feriado foi aprovado por unanimidade de votos no Congresso. No último Censo, em 2002, 15% dos chilenos disseram ser evangélicos (sinônimo de protestantes na América Latina).

Agora, as escolas públicas oferecem a escolha de estudar catolicismo ou evangelismo e as forças armadas têm capelães das duas religiões. Mas, o Chile não está sozinho. Mais de 15% dos brasileiros e cerca de 20% da Guatemala são, hoje, evangélicos.

(Opinião e Notícia)

Nota: A Igreja Católica segue firme em seus esforços por promover maior aproximação com as demais religiões.

Fonte - Michelson Borges

Grandes expectativas


As três principais semanais do Brasil destacam nesta semana o papel "messiânico" do novo presidente norte-americano. Para muitos, ele será capaz de liderar o mundo numa coalização cujo objetivo é enfrentar a crise econômica e o aquecimento global. Aguardemos para ver os métodos que serão empregados na perseguição desses propósitos.

Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: Sendo repetitivo. O tom de salvador da pátria (e do mundo) é algo a ser notado.

Após economia, meio ambiente desafiará Obama

A vitória de Barack Obama pode estar ainda em clima de comemoração, mas o mundo já está de olho nos desafios e na maneira como o novo presidente americano os enfrentará. Depois das diretrizes contra a crise da economia, um dos maiores obstáculos para o novo governo será mostrar como os EUA lidarão com o meio ambiente. "Cuidar da mudança climática será a maior e mais importante prova que Obama enfrentará", avalia Ann Carlson, especialista em legislação ambiental da Universidade da Califórnia. "A administração de George Bush protelou decisões relativas a emissões de gases, e o novo presidente estará sob enorme pressão para regulamentar isso."

Diferentemente de seu antecessor, que deixa a Casa Branca sem ter ratificado o Protocolo de Kyoto, Obama mostrou ter uma agenda ambiciosa. Além de colocar seus prediletos na Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) e nas secretarias do Interior, de Agricultura e de Energia, seu governo terá um posto para lidar exclusivamente com agenda climática e aquecimento global.

Se depender do que Obama vem prometendo, o mundo voltará a confiar nos EUA para salvar o meio ambiente. Com o chamado czar das mudanças climáticas - sugere a revista ecológica on-line Grist - o país passa a mostrar que está realmente decidido a combater as alterações do clima.

Um dos mais prováveis nomes para assumir$ a pasta, o ex-vice-presidente Albert Arnold Gore Jr. terá de lidar de forma direta com as alterações climáticas e suas conseqüências. Além de Al Gore [tinha que ser ele, o defemsor da Mãe Gaia], são cogitados Terry Tamminen, conselheiro ambiental para o governo da Califórnia; e Bill Richardson, ex-embaixador da ONU, com experiência em meio ambiente.

"Richardson é interessante, mas Al Gore, sem dúvida, é o mais indicado para o posto", avalia Ann. "É um verde e elevará, com seriedade, a importância de temas relativos ao aquecimento para o nível mais alto que puder."

O futuro czar, provavelmente, funcionará como um conselheiro do presidente para assuntos ambientais. Para isso, no entanto, deverá ter de supervisionar decisões que envolvem desde o uso de combustíveis fósseis a energia nuclear, gestão agrícola, inversão climática e sustentabilidade. [E não nos esqueçamos da proposta de se reservar um dia por semana para "salvar" a Terra.]

"Vamos assistir à criação de leis mais agressivas contra a emissão de gases estufa, assim como reduzir nossa dependência em relação ao petróleo e ter maior engajamento junto a outros líderes mundiais", prevê Walter Rosenbaum, que ensina sobre políticas ambientais na Universidade da Flórida.

Os EUA ainda são um dos principais poluidores no mundo, e a esperança é que a próxima gestão, apesar das dificuldades pela frente, signifique um corte radical com a política ambiental levada anteriormente por Bush.

Para recuperar a confiança do mundo em relação à agenda ambiental, Ann diz ser essencial que o próximo presidente restabeleça e participe dos diálogos com a ONU, de modo a aumentar a presença americana no processo multilateral.

"O mais urgente é reforçar a iniciativa americana contra o aquecimento global, como um sinal de que estamos voltando à diplomacia global do meio ambiente", sugere Rosenbaum. "Neste sentido, os EUA deveriam preocupar-se particularmente em restabelecer a confiança da União Européia, que tem levado a causa adiante."

Para Bryan Leyland, da Coalizão de Ciência Climática Neozelandesa, o melhor seria o governo americano tornar-se "independente e criar uma comissão própria para analisar evidências do aquecimento global causado por iniciativas do homem".

Na equipe ambiental do governo americano, ainda, a já existente EPA poderá ter como administrador Mary Nichols, líder da lei do clima da Califórnia; Kathleen McGinty, ambientalista da Pensilvânia; ou Dan Esty, principal conselheiro de Obama em matérias da energia. O senador e procurador-geral Robert Kennedy, no entanto, é considerado o nome mais forte para o cargo. ...

(Terra)

Nota: Se alguém tinha dúvidas de que a agenda dos ECOmenistas seria levada avante no novo governo e que os EUA liderariam essa coalizão, essa reportagem é a resposta. As profecias estão cada vez mais atuais.

Fonte - Michelson Borges

"A mudança chegou" - 4

Sim, ele pode
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Em 20 de janeiro de 2009, Barack Obama entrará na Casa Branca para governar o país mais poderoso do planeta, que possui a maior economia e alimenta a cultura mais influente. “Obama é a liderança de que os Estados Unidos precisam”, diz Daryl Clay, contador numa igreja evangélica de Washington.
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Fonte - Época

Bush : Eleição de Obama é «triunfo» na história dos EUA

O presidente cessante George W. Bush considerou hoje que a vitória de Barack Obama na eleição presidencial representou um «triunfo» na história dos Estados Unidos, prometendo um «esforço sem precedentes» da sua administração para lhe facilitar o desempenho.
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Fonte - Diário Digital

Barack Aladim Obama
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As esperanças em Obama hoje não têm limites. Os americanos vão se reunir em torno de um colossal kumbayat, cantar músicas de John Lennon, We can Work it Out, e de Woody Guthrie, This Country is my land, this country is your land, e 300 milhões vão sair numa linha de conga rumbando pelo país inteiro.
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Obama gera esperanças universais, um momento mágico. Pode ser o último capítulo da história do racismo nos Estados Unidos e o primeiro de uma nova prosperidade mundial.

Fonte - Folha

Obama: a realização do sonho de Luther King
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A eleição de Obama parece possuir algo de providencial, como se fora um gesto da compaixão divina para com a humanidade. Vivemos tempos dramáticos com grandes crises: a ecológica, a climática, a alimentar, a energética e a econômica. O arsenal conceptual e pratico disponível não oferece condições para forjar uma saída libertadora. Precisamos de uma mudança, de um novo horizonte utópico, de coragem para inventar novos caminhos. Faz-se necessário uma figura carismática que inspire confiança, segurança e serenidade para enfrentar estes cataclismos e galvanizar as pessoas para um novo ensaio de convivência, um modo diferente de arquitetar a economia e de montar um tipo de globalização pluripolar que respeite as diferenças e possa incluir a todos num mesmo destino juntamente com a Casa Comum, a Terra.

Barack Obama preenche estas exigências de carisma. Se for realmente profunda, a esperança criará seu caminho por entre os escolhos e as ruínas da velha ordem.

Fonte - Envolverde

Barak Obama: mais do mesmo?
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É preciso estar cego pela ideologia disseminada pelos meios de comunicação para crer que Obama possa deixar de seguir a natureza do seu partido.
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Este é um brevíssimo resumo da história dos democratas - que praticamente em nada se diferem dos republicanos - que governam o país na mesma lógica do destino manifesto, ou seja, de que há uma missão divina dada aos Estados Unidos de ser o guardião da democracia mundial e que, por conta disso, o país pode intervir quando bem entender. É claro que se precisa perceber a palavra democracia aí significando toda e qualquer ameaça aos interesses das grandes corporações, já que o que está em jogo raramente é o interesse das gentes, mas sim das empresas.
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Fonte - Envolverde

Nota DDP: Confesso que é surpreendente esse tom "sobrenatural" empreendido pela mídia nesta eleição americana. Com o presidente "messiânico" de um lado do Atlântico e o "representante" de Deus na terra do outro, falta apenas o terceiro espírito imundo para a caracterização da tríplice aliança e, este anelo com o misticismo espiritual pode muito bem ser cumprido pela ONU.

Essa aqui é só para pensar:

"Não se esqueça de que o nosso mundo surgiu do caos, como prova a ciência. E que foi a palavra que criou a ordem, a palavra que Obama soube usar com tanta eficácia e inteligência." (Último Segundo)

A ciência prova?! Mas quem criou a ordem foi a palavra? Uma palavra, ou A Palavra? E que paralelo mais estranho, não?

Religiosos da Índia preocupados com o aquecimento global

Patna, 10 nov (RV) - A Conferência dos religiosos e das religiosas indianas também deseja fazer a sua parte para a salvaguarda do planeta, encorajando os seus membros a mudarem de atitudes e promovendo programas de informação e sensibilização sobre este tema. Este é o compromisso que nasceu de um recente encontro no qual participaram 50 membros da associação, que reúne 822 superiores e superioras maiores em representação das 334 congregações religiosas e dos 125 mil consagrados da Índia.

O encontro foi organizado pelo “Tarumitra” um centro católico indiano comprometido na defesa do meio ambiente com sede em Patna, no Estado de Bihar. Na declaração final os delegados da Conferência dos religiosos e das religiosas indianas destacaram como a atual crise ecológica global diz respeito a toda a humanidade, mas os primeiros a pagar são os pobres.

“O grito da terra – lê-se no texto – é também o grito dos pobres”. Neste momento estão ameaçados os recursos vitais do planeta como a água, as florestas, a terra cada vez mais poluída, enquanto o aquecimento global provocado pela emissão de gases aumenta o número e a intensidade dos fenômenos meteorológicos extremos e a poluição causa problemas à saúde de milhões de pessoas, sobretudo em países em via de desenvolvimento.

Para salvar o planeta – é a mensagem da Conferência – todos podemos fazer algo e os religiosos e as religiosas indianas também devem dar a sua contribuição. Por isso a associação pretende incentivar os seus membros a realizarem pequenos gestos que possam ajudar: da escolha do tipo de vestido eco-compatível, ao uso, onde é possível, de meios de transporte ecológicos, da utilização de lâmpadas de baixo consumo energético, à reciclagem de sacolas de plástico e embalagens, e o uso da energia solar.

O documento propõe também várias iniciativas em vários setores para sensibilizar religiosos e fiéis: a inserção da ecologia entre as matérias de ensino nos seminários, a promoção de grupos de serviço de pastoral do ambiente e de programas eco-espirituais, campanhas de informação nos meios de comunicação, uma mais estreita colaboração com as organizações ambientalistas e com as populações aborígines, mais sensíveis a este tema. (SP)

Fonte - Radio Vaticano

Forte terremoto atinge a China

Um forte terremoto de magnitude 6,5 atingiu a província de Qinghai, na China, nesta segunda-feira (10), informou Serviço Geológico dos Estados Unidos.

A TV estatal disse que não há informações sobre mortos ou feridos.

“Nós estamos no 10º andar. Senti um forte tremor há cerca de 10 minutos, mas não houve danos”, disse um oficial do governo que informou apenas o sobrenome, Wang.

O abalo também foi sentido em Golmud, uma cidade industrial.

A agência de notícias Xinhua disse que algumas casas em Da Qaidam, perto do epicentro, tiveram as paredes danificadas. As escolas tiveram de ser fechadas.

Em maio, um terremoto em Sichuan deixou cerca de 90 mil mortos.

Fonte - G1

Estabilizar clima pode ser inviável

A Agência Internacional de Energia tem uma má notícia para o planeta: na melhor das hipóteses, o aquecimento global neste século deverá ser de trágicos 3ºC em relação à era pré-industrial. A redução de emissões de gases-estufa necessária para evitar a mudança climática perigosa pode não ser tecnicamente viável.

O veredicto está no "Panorama Global de Energia 2008", documento que apresenta as tendências do cenário energético mundial. O período analisado vai de 2006 a 2030.
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Fonte - Folha

EUA: mais 2 bancos decretam falência por crise

Dois bancos locais americanos foram as últimas vítimas da crise pela qual passam os Estados Unidos, cuja falência elevou para 19 o número de entidades que quebraram por problemas financeiros, informou neste sábado a imprensa local.

As instituições afetadas são o Franklin Bank, de Houston, no Texas, e o Security Pacific Bank, de Los Angeles, na Califórnia, cujos depósitos serão adquiridos por outras entidades concorrentes.

A Corporação Federal de Seguros de Depósitos (FDIC, em inglês) informou que o Franklin Bank, que tem ativos brutos no valor de US$ 5 bilhões, passará a fazer parte do texano Prosperity Bank, que assumiu seus depósitos e uma parte de seus valores.

A FDIC assumirá os outros encargos do banco, o que terá um custo para a instituição de US$ 1,6 bilhão.

No caso do Security Pacific Bank, que conta com ativos de US$ 560 milhões, os depósitos e alguns dos ativos serão absorvidos pelo Pacific Western Bank, também de Los Angeles.

O resto dos encargos serão assumidos pela Corporação Federal de Seguros de Depósitos, que, segundo um de seus porta-vozes, David Barr, terá um custo para a instituição de US$ 210 milhões.

Neste ano, 19 bancos americanos fecharam por problemas financeiros, um número que contrasta com os três bancos que faliram entre junho de 2004 e fevereiro de 2007, segundo o jornal Los Angeles Times.

Fonte - Invertia

Canadá: degelo no Ártico cresce de maneira surpreendente

A Universidade de Trent no Canadá divulgou esta semana dados alarmantes do degelo no Oceano Ártico.

Blocos de gelo totalizando 214 quilômetros quadrados desapareceram este ano na costa norte da ilha Ellesmere, no Ártico canadense. A extensão corresponde a 23% da área de gelo do Canadá, ou numa comparação, o triplo da área da ilha de Manhattan.

A plataforma de Ward Hunt, a maior do Canadá, perdeu 40% de sua área, enquanto a geleira Markham, com total de 50km², se desprendeu completamente da ilha e está à deriva no Oceano Ártico.

Dois blocos de gelo também se desprenderam da plataforma Serson, reduzindo sua área em 60%.

O pesquisador Derek Mueller, ressalta a rapidez das mudanças na região. "Essas mudanças são irreversíveis nas condições climáticas atuais e indicam que as condições ambientais que mantiveram essas geleiras em equilíbrio durante anos já não estão mais presentes", disse Mueller.

A perda do gelo no Ártico tem sérias implicações globais. A superfície reflete a energia do Sol e ajuda a controlar a temperatura da Terra. Sem as imensas plataformas de gelo, o mar e a Terra absorvem toda a radiação solar, o que poderá acelerar ainda mais o aquecimento do planeta.

Fonte - Apolo 11

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

O Fim Virá e Não Tardará!

Se aquele servo mau disser consigo: O meu senhor tarde virá; e começar a espancar os seus conservos [...] virá o senhor daquele servo num dia em que o não espera, e à hora em que ele não sabe. Mateus 24:48-50, ARC

Li numa publicação religiosa uma declaração em que o articulista procura ridicularizar Guilherme Miller, pioneiro do movimento adventista, em relação à sua crença na volta de Jesus para 1844. Nas conferências sobre o ameaçador fim do mundo, dizia o artigo, contavam-se até 15 mil ouvintes. “Mas Miller errou feio, em seus cálculos, como tantos ‘profetas’ de antes e depois dele.”

Esse “servo mau” continua dizendo que os cientistas que estudaram e estudam o Universo bem mais que Miller, também concordam que o mundo vai ter um fim. Mas esse dia está muito distante. Descartando o fim do mundo relacionado com a volta de Jesus, esse “servo mau” diz que não há como fugir do fim que se dará “daqui a 6,5 bilhões de anos”, quando a Terra, pelo excessivo calor do Sol, se fundirá. “Pelo visto”, acrescenta ele, “é tolice alimentar o medo do fim do mundo neste e nos séculos vindouros”.

Concluindo a desastrada declaração, ele diz: “Se pessoas me perguntarem se há algo de verdadeiro em todos esses anúncios do fim dos tempos, responderei, para tranqüilizá-las, que este ainda está longe.” O “servo mau” da parábola também disse: “O meu senhor tarde virá.”

Quem, na lucidez de sua inteligência, pode acreditar em tamanha insensatez, se a cada momento estamos nos defrontando com o fantasma do suicídio ecológico em todos os sentidos? A contaminação do ar, a contaminação da água, a poluição do meio ambiente, o desaparecimento dos recursos naturais não renováveis, a ameaça do famoso “buraco” na camada de ozônio, a ameaça do aquecimento global e o derretimento das geleiras, a falta de alimento e de água potável. Essas são apenas algumas das calamidades que nos aguardam e nos assustam, caso esse mundo dure não bilhões de anos, mas poucas décadas, como prevêem alguns cientistas conscientes.

Mantenhamos esperança e fé inabaláveis na promessa de que o reino de nosso Senhor Jesus Cristo virá logo. Sua vinda será fatal para os ímpios e motivo de felicidade para os salvos. Jesus será o Soberano universal que reinará com Seus súditos, pela graça de Deus!

REFLEXÃO: “Ainda um poucochinho de tempo, e O que há de vir virá, e não tardará” (Hb 10:37, ARC).

Fonte - CPB

Outra crise nos EUA?

Provavelmente vou tomar pedradas pelo que vou expor, mas prefiro que assim o seja por ação, jamais por omissão. Ontem tomei contato com dois vídeos no Youtube, onde se fala de uma "crise" (?!?!) nos EUA no começo do ano que vem.

O primeiro é uma entrevista do ex-Secretário de Estado do Governo Bush, Gen. Colin Powell, o outro do novo vice-presidente americano Joseph Biden. O primeiro aparentemente não padece de edições, embora seja um pouco difícil entender se a manifestação transcrita abaixo decorre da própria pergunta do entrevistador, ou de um "escorregão" do entrevistado. O segundo é muito difícil dizer qualquer coisa, inclusive porque só se tem o áudio.

Procurei estas declarações na net e só as achei em sites especulativos e conspiracionistas. Decidi não colocá-los no blog, até que li esta afirmativa:

O vice-presidente eleito Joseph Biden advertiu durante a campanha que é certo que alguma potência estrangeira não vai demorar a colocar à prova a inexperiência de Obama.

Fonte - AFP

Como esta afimação se alinha um pouco com os vídeos, entendi conveniente postar.

Portanto, aqui vão os vídeos, e que cada um os considere com sabedoria, podem não traduzir absolutamente nada ou, podem ser prenúncio de uma grande crise já no começo do ano que vem. O princípio deste espaço é veicular a informação, considerando as possibilidades.

"Haverá uma crise, o qual virá entre os dias 21 e 22 de janeiro, sobre o qual nós sequer sabemos do que se trata" (?!?!) (Gen. Colin Powell)

"Guardem minhas palavras, guardem minhas palavras, não serão seis meses antes do mundo testar Barack Obama como fizeram com JFK. Lembrem-se do que eu disse em pé aqui na sua sala, se você não escutou nada mais do que eu disse - vejam, nós teremos uma crise internacional - uma CRISE FABRICADA - para testar a capacidade deste rapaz e ele terá de fazer coisas realmente duras - Eu não sei qual será a decisão a ser tomada, mas eu prometo que ela ocorrerá, eu garanto que isso era ocorrer." (Joseph Biden?)

Fonte - Digital Journal

Nenhum dos sites consultados têm caráter religioso. De qualquer forma, os norte-americanos adoram uma teoria do conspiração...

Cardeal Ruini e embaixadora americana debatem sobre laicidade

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Por sua parte, a embaixadora dos Estados Unidos na Santa Sé, Mary Ann Glendon, começou sua colocação citando as palavras do pensador francês Alexis de Tocqueville, que dizia que «todos os que amam a liberdade deveriam apressar-se em chamar a religião em sua ajuda», porque «deveriam saber que não se pode estabelecer o reino da liberdade sem os bons costumes nem criar bons costumes sem a fé».

A embaixadora explicou deste modo que um conceito positivo de laicidade «não só permite a co-existência pacífica entre muitas religiões, mas lhes permite também prosperar».

A embaixadora citou as palavras do Papa, que disse que nos Estados Unidos «a dimensão religiosa, na diversidade de suas expressões, não é só tolerada, mas também valorizada como a alma da nação ou como uma garantia fundamental de direitos e deveres humanos».
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Fonte - Zenit

Obama e a profecia

Barack Hussein Obama II, de 47 anos, foi eleito presidente dos Estados Unidos no dia 4 de novembro. Obama é filho de um economista queniano e de uma antropóloga americana. Após o divórcio dos pais, a mãe de Obama casou-se com um indonésio. Em 1967, Obama mudou-se com a família para Jacarta, onde estudou até os 10 anos de idade.

O senador democrata pelo Estado de Illinois é casado desde 1992 com Michelle Obama, com que tem duas filhas, Malia Ann e Natasha “Sasha”. Obama é graduado em Ciências Públicas pela Universidade de Columbia e em Direito pela Universidade de Harvard. Fato interessante é que Obama estudou em colégio católico, é filho de pai muçulmano e professa a fé evangélica. A tônica da campanha do 44º presidente dos Estados Unidos, que deve assumir no dia 20 de janeiro, foi a palavra “mudança”.

Em 1963, o pastor batista Martin Luther King profetizou: “Tenho um sonho que meus quatro filhos viverão, um dia, em um país onde não sejam julgados pela cor de sua pele, e sim por seu caráter”. Este dia chegou. “Sei que meu pai estaria orgulhoso dos Estados Unidos”, declarou a filha do ativista, morto no dia 4 de abril de 1968, Bernice, em entrevista à TV, segundo a agência France Press.

Após um breve e necessário histórico da vida do novo presidente dos Estados Unidos, vamos falar sobre o papel de Obama na profecia bíblica. Apocalipse (Revelação de Jesus Cristo) 13 fala de duas bestas que, em profecia, significam poderes.

Nos primeiros 10 versículos, a Bíblia faz menção à Igreja Católica. O texto: “e deu-se-lhe poder para continuar por quarenta e dois meses” (Apocalipse 13: 5) significa o domínio da Igreja Romana por 1260 dias (42 meses X 30 dias) proféticos ou 1260 anos. Em profecia, um dia equivale a um ano (ver Números 14:34 e Ezequiel 4:6).

Os 1260 anos se referem ao período de 538 a 1798 de nossa era, quando o papado “dominou” o mundo. No livro O Grande Conflito, Ellen White relata que em 1798 “um exército francês entrou em Roma e tomou prisioneiro o papa, que morreu no exílio. Posto que logo depois fosse eleito novo papa, a hierarquia papal nunca pôde, desde então, exercer o poder que antes possuíra”.

O poder do Vaticano era superior ao de reis e reinados e se colocava no lugar de Deus quando trazia para si adoração, intercessão e perdão de pecados, atributos que só pertencem a Deus. Venda da salvação por meio de indulgências e mistura da pura religião de Jesus com os ritos pagãos do Império Romano (observância do domingo, adoração a imagens, conceder caráter divino ao papa – antes era ao imperador vigente) foram outros erros cometidos pelo poder mencionado em Apocalipse 13.

A outra besta ou poder são os Estados Unidos. Apocalipse 13:12 diz que os Estados Unidos exercem “todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada”. A chaga mortal de 1798 foi curada quando, em 1929, Benito Mussolini assinou um tratado devolvendo as terras ao Estado do Vaticano.

Com relação aos Estados Unidos como besta, cabe o texto explicativo da escritora norte-americana Ellen White: “E tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro” (Apocalipse 13:1). Os chifres semelhantes aos do cordeiro indicam juventude, inocência e brandura, o que apropriadamente representa o caráter dos Estados Unidos, quando apresentados ao profeta como estando a “subir” em 1798. Entre os exilados cristãos que primeiro fugiram para a América do Norte e buscaram asilo contra a opressão real e a intolerância dos sacerdotes, muitos havia que se decidiram a estabelecer um governo sobre o amplo fundamento da liberdade civil e religiosa. Suas idéias tiveram guarida na Declaração da Independência, que estabeleceu a grande verdade de que “todos os homens são criados iguais”, e dotados de inalienável direito à “vida, liberdade, e procura de felicidade”.

Os textos utilizados até agora serviram como base para abordar o papel de Barack Obama na profecia. O novo presidente dos Estados Unidos é a esperança de um mundo melhor, esperança de paz, de mudanças.

Obama venceu porque todos esperam que ele realize câmbios radicais na política e na economia local e mundial. Um leitor da Folha On-line comentou assim a vitória do democrata: “A esperança nasce em todo planeta… A esperança de um mundo suficiente, sem racismo, sem violência e sem a guerra do Iraque que envergonhou os Estados Unidos e consternou o mundo.” Esquecemos que a única esperança é Jesus, “o Caminho, a Verdade e a Vida”!

Voltando a Apocalipse 13, o versículo 12 diz que os Estados Unidos farão com que “a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta”, que segundo já vimos é o papado. Mais adiante, a Bíblia diz que ninguém poderá comprar ou vender senão os que tiverem a marca da besta.

Ellen White profetiza: “Os Estados Unidos são o poder representado pela besta de chifres semelhantes aos do cordeiro, e que esta profecia se cumprirá quando aquela nação impuser a observância do domingo, que Roma alega ser um reconhecimento especial de sua supremacia. Mas nesta homenagem ao papado os Estados Unidos não estarão sós. A influência de Roma nos países que uma vez já lhe reconheceram o domínio está ainda longe de ser destruída.”

A escritora cristã tinha razão. De acordo com a embaixadora do Brasil no Vaticano, Vera Machado, o Vaticano tem acordos assinados para a regulamentação da Igreja Católica em mais de 100 países. Regulamentar significa tornar a Igreja como religião oficial do Estado. O governo Lula não aceitou o pedido de Bento XVI e optou “preservar e consolidar o país como Estado laico”, ou seja, sem religião oficial.

Os Estados Unidos cumprirão os propósitos de Roma, e esta, daquele. A nação mais poderosa do mundo tem poder cultural, exercido através de filmes e seriados que “impõem” seu estilo de vida e ideologia, poder armamentista e financeiro. O Vaticano tem poder religioso e financeiro, pois defraudou o mundo por 1260 anos.

Os Estados Unidos precisam de dinheiro para tapar os buracos de uma economia que viveu anos à mercê de especuladores e do consumismo de seus cidadãos. O papado necessita de poder, se necessário bélico, para impor a adoração a um falso dia de descanso.

O jesuíta Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, expressou o desejo do Vaticano de que Barack Obama sirva “eficazmente à justiça por meio das vias adequadas para promover a paz no mundo”.

Em sua visita aos Estados Unidos, em abril deste ano, o papa Bento XVI foi tratado com status de estrela de rock. Milhares de jovens utilizavam camisetas com a frase: “I belong to Pope” (Eu pertenço ao Papa). Os americanos batizaram o avião do Papa de “Shepherd One” (Pastor Um ou Pastor Principal).
Nem no Brasil, considerado o país com o maior número de católicos no mundo, Bento XVI teve tanto sucesso. Na missa feita na cidade de Aparecida, interior de São Paulo, no dia 13 de maio de 2007, participaram 150 mil pessoas das 500 mil esperadas.

Em junho deste ano, George W. Bush foi recebido no Vaticano. Bento XVI quebrou o protocolo e o levou a passear pelos Jardins Vaticanos.

Em setembro, ao inaugurar a 63º seção da ONU, em Nova Iorque, o secretario geral do organismo, Ban Ki-Moon, advertiu que o mundo enfrenta um “desafio de liderança” para lidar com a tormenta financeira, que se soma a uma crise energética e alimentícia.

Na ocasião, o presidente paraguaio, Fernando Lugo, ex-padre, manifestou apoio ao fortalecimento da ONU e à recuperação das funções da Assembléia como órgão de maior representatividade e fez um chamado a que essa se converta em parlamento mundial. Parlamento é onde se fazem leis.

Biblicamente, os Estados Unidos e o Vaticano se unem nestes últimos dias para impor uma lei dominical mundial. Os que adorarem a imagem da besta (domingo) estarão em clara oposição ao quarto mandamento de Deus (ler Êxodo 20:8-11), que O exalta como Criador.

A eleição presidencial norte-americana evidencia que a nação tem tradições que favorecem a observância do domingo. A data da votação, a primeira terça-feira de novembr0, é um exemplo disto. Como antigamente os Estados Unidos era uma nação agrícola, o início de novembro era uma data que intermediava entre o fim da colheita e o início do inverno, e era escolhida para que os votantes camponeses pudessem participar com tranqüilidade. A terça-feira era designada em virtude de que, no domingo, os agricultores assistiam aos cultos em suas igrejas e viajavam na segunda.

O mundo quer mudanças e necessita de um líder para efetuá-las. A Bíblia não apresenta um período de paz para os nossos dias, em que a depravação moral e o amor de muitos se esfria mais e mais.

Barack Obama é carismático, inteligente, perito em leis. O mundo espera muito dele, assim como do papa Bento XVI. As palavras de ambos poderão ressoar doces aos ouvidos. Contudo, analise se as mesmas não estarão em desacordo com a Palavra de Deus. Não apenas as palavras de Obama e do líder da Igreja Católica, mas as de qualquer pessoa.

Atenção, muita atenção, pois a Bíblia diz que “quando disserem: Há paz e segurança; então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão” (I Tessalonicenses 5:3).

O mundo caminha para as suas cenas finais. Alegremo-nos, regozijemo-nos, alcemos nossos olhos e, principalmente, preparemo-nos, pois nossa geração verá Jesus voltar! A Bíblia caracteriza o povo que estará preparado para encontrar com Cristo nos ares. Eles são “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12).

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Márcio Basso Gomes
Jornalista da Rede Novo Tempo

Fonte - Advir

Obama deverá unir progressistas e conservadores

O presidente eleito dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama, já escolheu membros de sua equipe de transição e pelo menos um nome de seu governo --o do chefe de gabinete, Rahm Emanuel. Essas decisões indicam, segundo analistas ouvidos pela Folha Online, que o democrata deverá apostar em uma mistura de conservadores, progressistas e liberais, de ambos os grandes partidos do país.

Essa escolha pelo bipartidarismo será uma resposta ao enorme anseio da população gerado tanto pela angústia da crise financeira como pelo marketing eleitoral da campanha que teve como bandeira a "mudança".

Para analistas, Obama será pressionado a apresentar soluções para conter a crise
"É muito difícil descrever como será o governo em uma palavra. Podemos dizer que será um 'mix' entre o governo progressista, conservador e liberal. A população neste momento passa por uma grande crise e exige resultados imediatos", afirma Paul Maslin, analista político democrata, sócio da Fairbank, Maslin, Maullin & Associates, sediada em Madison, Wisconsin [...]

Para o professor de Ciências Políticas da Universidade Estadual de Kennesaw, na Geórgia, Kerwin Swint, a administração de Obama irá tender para o "equilíbrio" entre democratas e republicanos, mas as diferenças serão sentidas em decisões relacionadas a política de taxas e a Guerra do Iraque [...]

Fonte: Folha Online

NOTA: Daqui para frente, a tendência será de "união" (leia-se sincretismo) em todos os setores, a começar pela política norte-americana (ecumenismo político). Os partidos aparentemente deixarão de lado suas diferenças e se unirão em torno de causas comuns (mudanças climáticas, combate ao terrorismo...).

Fonte - Minuto Profético

O Deus de Barack Obama

A vida religiosa do recém-eleito presidente norte-americano, Barack Obama, é descrita no livro O Deus de Barack Obama, editado pela Thomas Nelson Brasil. Escrito por Stephen Mansfield, mesmo autor de The Faith of George W. Bush [A Fé de George W. Bush], o livro conta a história religiosa do democrata e lembra que Obama será o primeiro presidente dos Estados Unidos não criado em um lar cristão. Ao contrário, ele passou seus primeiros anos de vida sob a influência do ateísmo, do islamismo popular e de um entendimento humanista que vê a religião como um produto do homem.

Apesar disso, ainda de acordo com o autor, durante a campanha era muito comum correligionários usarem palavras como "chamado", "escolhido" e "abençoado" para descrever o político. "Embora esses termos tenham pertencido ao discurso da direita religiosa, agora estão se tornando expressões correntes de uma esquerda religiosa a despertar de um movimento progressivo baseado na fé", defende Stephen Mansfield.

O livro revela um Obama responsável por uma virada na história religiosa dos Estados Unidos. Mansfield apresenta números de pesquisas de opinião realizadas em fevereiro de 2008 que mostram a preferência de eleitores evangélicos praticantes por um candidato democrata. Em contrapartida, no pleito que elegeu George W. Bush, esse número chegava a 62% em favor dos republicanos, partido do atual presidente. "Os números atuais mostram que os eleitores evangélicos, historicamente um suporte para políticos republicanos, começaram a abandonar o partido", analisa o autor.

Episódios curiosos a respeito da biografia de Obama também estão no livro. Desde 1985, Obama freqüenta uma igreja evangélica, mesmo assim, Mansfield chama a atenção para os questionamentos do democrata a respeito da fé cristã. Para ele, a religião de Obama é uma fé que admite dúvida, incerteza e mistério. "Há aspectos da tradição cristã com os quais me sinto confortável e outros com os quais não me sinto. Há passagens da Bíblia que fazem todo o sentido pra mim e outras sobre as quais eu digo não tenho certeza disso", revela o biografado. O livro relembra ainda a curiosa entrevista que Obama concedeu ao apresentador Jay Leno na qual foi perguntado se havia tragado quando fumou maconha. Barack respondeu "Essa é a idéia".

(Escritório de Comunicação Lu Fernandes)

Fonte - Michelson Borges

"A mudança chegou" - 3

Mais uma rodada de notícias derivadas da "obamamania":
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O mundo volta a se apaixonar pelos EUA depois da vitória de Obama
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Shirley Mellor, uma britânica de 62 anos, explica que o governo Bush virou motivo de piada.

"Por isso Obama é tão importante. Isso vai influenciar o mundo inteiro", afirma.
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Peter Guttman, diretor do Centro de Política e Relações Internacionais SAIS da Universidade John Hopkins, adverte que ter expectativas exageradas sobre Obama pode levar a uma grande decepção.

"Não devemos achar que esse homem é um novo Messias porque não é. Ele não vai resolver todos os nossos problemas", enfatizou.

Fonte - AFP

Barack Obama eleito Presidente dos EUA: uma nova esperança para o mundo

Barack Obama foi eleito presidente dos Estados Unidos com números esmagadores, mobilizou milhões de pessoas de todas as camadas sociais, despertou uma nova geração de eleitores para o fenómeno político, promete mudar a América e também alterar a face do mundo, que olha para ele como um portador de esperança.
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Fonte - Radio Vaticano

Ban parabeniza Barack Obama pela vitória

Secretário-Geral das Nações Unidas afirmou que espera trabalhar com a próxima administração americana para alcançar objetivos comuns e que esta é uma oportunidade histórica.
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Fonte - Radio ONU

Príncipe Charles no diálogo interreligioso

O príncipe Charles (Inglaterra) esteve em Jacarta de 01 a 05 de novembro para uma visita oficial de cinco dias. Objetivo da visita: promover a luta contra a mudança climática e estimular o diálogo inter-religioso. "O meio ambiente e o entendimento entre as várias religiões são dois dos assuntos com os quais o príncipe Charles sempre se sentiu muito comprometido", afirmou o embaixador britânico em entrevista coletiva. "Estes dois assuntos também são duas prioridades do Governo do Reino Unido em suas relações bilaterais com a Indonésia", acrescentou.

Fonte: G1
Publicado em 06-11-2008

Fonte - Cristo Voltará

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A música na Igreja

A música é um poderoso recurso para inúmeras utilidades. Serve tanto para aproximar da pureza de DEUS quanto para o sensualismo mundano; para ensinar preciosidades como para aviltar; para elevar culturalmente como para rebaixar o comportamento moral, para separar do mundo e aproximar de DEUS como para associação com o mundanismo, para louvar a DEUS como para homenagear a satanás. Tudo na vida que se faz com música não é igual ao que sem faz sem ela. Sempre há algum tipo de propulsão havendo música. Poderosa, influencia a nossa mente, é forte recurso para a formação de princípios e hábitos de vida, seja para o bem, seja para o mal. A música jamais é neutra, ou é útil para elevar nossos referenciais de vida, ou para rebaixá-los.

Tendo isto e mente, estamos bastante tristes quanto a música que está entrando na nossa igreja. Decidimos estudar sobre o assunto, e como resultado, ficamos perplexos e preocupados com as tendências. Algo terrível está em andamento. É algo que foi profetizado, portanto, merece respeito consideração. Se é profecia, devemos estar atentos, pois ela se cumprirá. Ou, já está se cumprindo.

Decidimos contribuir para orientar sobre o assunto: música na igreja, dado que ela tem como foco louvar a DEUS e também nos aproximar d’Ele, bem como nos educar para sermos cidadãos do Reino de DEUS na vida eterna. A música de louvor deve contribuir nessa direção, outras músicas, nem tanto, ou positivamente fazem o contrário. Isso será feito por meio deste site, nessa seção específica sobre música. Aos poucos iremos colocar informações buscando ajudar a esclarecer sobre o louvor que DEUS deseja. Louvor não é questão de gosto. Louvor é uma definição feita por DEUS, e não somos nós que decidimos como deve ser esse louvor.

Sentimos a responsabilidade de nos posicionar, pois se nos omitirmos, um dia DEUS, e também quem sabe muitos irmãos, nos cobrarão pelo que sabíamos e não dissemos. Essa cobrança pode acontecer quando já for tarde demais.

Não é intenção polemizar, nem condenar, nem combater esta ou aquela pessoa. Pelo contrário, a intenção é sinceramente evitar que o estrago que certos tipos de música vem causando na igreja piorem a situação. Por exemplo, ela já dividiu o ministério, há líderes que não a admitem, e há os que a defendem. O que resta então aos assim chamados leigos no meio dessas posições cruzadas?

Há uma profecia de Ellen G. White preocupante sobre música na igreja. Essa profecia é um dos indicadores para se saber se estamos ou não no final dos tempos. Julgamos que seria boa a leitura do capítulo três (p. 31 a 39) do livro Mensagens Escolhidas, volume 2. Anexamos esse capítulo nessa seção, sob o seu título: “‘A doutrina da ‘carne santa’”. Ali descreve o que já aconteceu em Indiana no ano de 1900, e que se repetirá, um pouco antes do final do tempo da graça. Cremos sinceramente que isto já está acontecendo. A música já está aí, entre nós, faltam só a dança e os gritos, pois os tambores já estão rufando com seu som bem típico. Conforme a profecia, os gritos e a dança ainda virão. Mas aqueles que desejam ser salvos, disso não participarão, é evidente. É uma impressionante profecia que já se cumpre há alguns anos. Ou seja, JESUS está muito próximo de retornar. Mas essa música certamente não contribuirá para que alguém seja salvo. DEUS não lançará mão de instrumentos desenvolvidos pelo inimigo para transformar mentes e corações para seres capazes de louvá-Lo pela eternidade, no Céu, com música ritmada para distrair a mente e ativar os músculos.

Em 1900, em Indiana doutrina da ‘carne santa’ era uma demonstração física em que gritavam, pulavam ou dançavam até que alguém caísse exausto e inconsciente. A carne desse, seu corpo, era considerada santa, ou seja, sem pecado. Portanto estava salvo. Mas para que se excitassem, e para que tivessem energia para pular, dançar e gritar, usavam música adequada para esse fim. Os instrumentos eram: órgãos, flautas, violinos, tamboris, buzinas e um grande tambor baixo. Os tambores faziam o ritmo e a batida para dar energia aos músculos. Assim como se faz hoje nas academias, nos bailes, nas baladas e outros locais. Tudo acontecia lá em Indiana com som alto para dominar os sentidos e aviltar a racionalidade. A letra não interessava, valia o volume do som da música e o que o seu ritmo sugeria ao corpo que fosse feito. A música trocava a racionalidade pela êxtase do corpo. E por que os gritos? Pode alguém cantar suavemente tendo por fundo batidas de tambores?

Isso se repetirá, disse EGW, um pouco antes do fechamento da porta da graça. “As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça [nos dias da forte ação do ESPÍRITO SANTO]. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo” (Mensagens Escolhidas, v2, 36). Ou seja, antes do fim, exatamente quando o ESPÍRITO SANTO deverá agir mais intensamente, satanás confundirá a muitos repetindo aquilo que aconteceu em Indiana. Pensarão mesmo que é ação do ESPÍRITO SANTO em suas vidas. Nas igrejas pentecostais e carismáticas isso já está acontecendo, faz tempo. Na nossa ainda irá acontecer. Para esse fim, satanás já logrou êxito introduzindo a música gospel na igreja, até, nos CDs jovem. Os tambores já estão entre nós, seja em playback, seja em baterias eletrônicas, seja, em alguns casos, em baterias tradicionais. Falta o que? As danças e os gritos. Será a parte mais fácil, uma vez que a música já foi aceita. A profecia falhará nesse particular? As danças e os gritos não se cumprirão nessa profecia? A profetiza falhará dessa vez?

Essa música ritmada e batida, em som alto, contribui para preparar os jovens, e também aos demais, que sejam sacudidos quando as leis dominicais apertarem. Nesse tempo eles irão para onde? Para o movimento do Ecumenismo, onde música assim já está em estágio mais avançado. Onde manifestações espirituais do falso reavivamento já estão se manifestando intensamente, em meio a muita emoção e milagres. Pensam que se preparam para louvar a DEUS, mas estão se acostumando com o ritmo do mundo. O efeito dessa música nesses dias não será para dizer: te tornaste em carne santa, e sim, recebeste o ESPÍRITO SANTO. Pouca é a diferença. Mas qual o efeito? Recebeu o espírito, mas não o santo, e sim, o do inimigo. É o espiritismo que está em alta, e vem com muita força para enganar. Vem para atrapalhar, se possível inviabilizar a proclamação do alto clamor. Vem para tentar impedir a proclamação da iminente vinda de JESUS.

Atentem para o que a profetiza para os últimos dias disse mais: “É melhor nunca ter o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos músicos para fazer a obra que, foi-me apresentado em janeiro último [no caso de Indiana, em 1900], seria introduzida em nossas reuniões campais. ... Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção. As forças dos agentes satânicos misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e isto é chamado de operação do Espírito Santo.” (Mensagens Escolhidas, v2, 36). “Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida” (Mensagens Escolhidas, v2, 38).

E qual a finalidade dessa música, em nossos dias, na igreja? Já dissemos: confundir a ação finalizadora da pregação com máximo poder do ESPÍRITO SANTO, e obter o controle dessa ação por parte de satanás. Dito sem meias palavras.

A todos irmãos que sinceramente desejam louvar a DEUS como Ele deseja, pois o louvor é Ele que decide como deve ser, desejamos bom proveito nessa seção. Gradativamente colocaremos novas matérias para ajudar a entender o que se passa e o que vem pela frente. Nosso site tem por propósito fortalecer o entendimento das profecias bem como ajudar na preparação da conclusão do evangelho e na recepção de JESUS CRISTO, quando Ele vier, o que cremos, será em pouco tempo.

Se essa música secular com letra religiosa já entrou em nossa igreja, se não é mais possível tirá-la, ao menos que seja possível evitarmos que ela entre em nosso coração e ali domine a nossa mente. Se é profecia que ela viria para esse tempo, então ela virá, e já veio. Ou seria uma música diferente da que já está em nosso meio? Se é uma profecia, então se cumprirá (infelizmente). E ai daqueles por meio dos quais a profecia já está se cumprindo. Felizes aqueles que se mantiverem isentos da culpa do cumprimento de tal profecia. Mas, infelizes também aqueles que se mantiverem neutros nessa questão, vital quanto a adoração a DEUS, ou ao seu inimigo. Muitos poderão perecer porque não foram devidamente alertados. Que não sejamos nós.

Prof, Sikberto R. Marks
Publicado em: 14-10-2008

Fonte - Cristo Voltará

Download do artigo em formato .doc

Nota DDP: O tema é amplo e, penso que tem sido dada pouca atenção às suas reais implicações, muito pelo contrário, tem se caminhado rapidamente para o modelo pentecostalista, o que pessoalmente me parece um grande, um enorme erro.

Em complementação ao estudo supra articulado, podem ser acessados ainda, também de lavra do Prof. Sikberto Marks, os seguintes artigos, indispensáveis:

1) - Princípios da música de louvor
2) - Ellen G. White e a música
3) - A música prevista profeticamente
4) - Adoração a quem?
5) - Teste da música

Outro material que penso deveria ser distribuído em profusão em nossas igrejas para que as pessoas se posicionem conscientemente sobre o tema, que já nos afeta de forma absolutamente clara.

Este post será reeditado todas as quintas-feiras.

Papa busca apoio de mulçumanos para defender valores morais

CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Bento 16 conclamou líderes mulçumanos e estudiosos nesta quinta-feira a se aliar aos cristãos na defesa dos valores morais e do respeito pelos direitos humanos, apesar de diferenças teológicas entre eles.

Em uma audiência sem precedentes no Vaticano, o papa recebeu uma delegação de 29 mulçumanos do Oriente Médio, África, Ásia e países do ocidente que estimularam no último ano igrejas cristãs a redobrarem esforços para melhorar as relações interconfessionais.

A reunião aconteceu dois anos após o papa sugerir, em discurso, que o Islã é violento e irracional. O discurso provocou protestos de ira no Oriente Médio. Os mulçumanos então formaram um grupo para debater a polêmica e buscar um entendimento mútuo.

"Há um grande e vasto campo onde podemos agir juntos, defendendo e promovendo os valores morais que partilhamos", disse o papa nascido na Alemanha aos seus convidados, incluindo 29 especialistas católicos que participaram de conversações à portas fechadas com mulçumanos nos últimos dois dias.

"Nós podemos trabalhar juntos em promover o respeito genuíno pela dignidade do ser humano e os direitos humanos fundamentais, mesmo que nossas visões antropológicas e nossas teologias justifiquem isso de diferentes maneiras".

Esta reunião, intitulada de "Um mundo comum" é um dos muitos encontros que o Vaticano tem feito com mulçumanos.

O Vaticano também participou da reunião interconfessional lançada este ano pelo rei saudita Abdullah, que irá se encontrar na Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, na próxima semana com outras autoridades para promover essa iniciativa.

Fonte - O Globo

Nota DDP: Onte fiz o seguinte comentário em Católicos e muçulmanos se aproximam:

Vislumbra-se uma grande "troca de favores". Aguardemos os objetos da barganha.

Parece que a resposta veio mais rápido que o esperado. Quando leio "mesmo que nossas visões antropológicas e nossas teologias justifiquem isso de diferentes maneiras", o dia de guarda é a primeira coisa que me vem na mente.

Déjà vu

Artigo colado no blog em 04 de Janeiro de 2.008:

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O regime pós-Bush: um prognóstico

A fim de compreender algo acerca dos assuntos políticos americanos é preciso ter algum entendimento de quem é que realmente toma as decisões por trás do palco, e o que são os seus interesses. Deste modo podemos ter alguma esperança de identificar as agendas escondidas que estão a ser servidas pelas acções e programas do governo, e alguma esperança de identificar as estratégias a longo prazo que estão em jogo.
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Bush, que provavelmente nunca leu nem mesmo a agenda do PNAC, foi seleccionado por razões inteiramente diferentes. Sabendo que a agenda seria altamente impopular, a clique decidiu que defendê-la logicamente seria muito difícil, mesmo com o controle completo dos media. Um Presidente articulado e inteligente pareceria um idiota se tentasse defender as políticas insanas. Assim, a nossa clique imaginou com esperteza: por que não colocar alguém que é obviamente um idiota de modo a que o público acredite que está a lutar contra a idiotice de um homem, e não compreender o que realmente está a avançar. Bush, naturalmente, sendo despistado sobre todos os assuntos além do golf, saqueio, cocaína e efemização (womanizing) , precisaria sem mantido longe de qualquer papel na direcção da Casa Branca. Daí a necessidade de Cheney, o presidente real na sombra, que deixa todas as foto-oportunidades para Bush, que permanece fora das vistas do público, e que transporta a Caixa do Armagedão Negro com a todo lugar onde vai, algo que no passado apenas Presidentes oficiais o fizeram.
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Nota DDP: Interessante a linha de raciocínio que estabelece a necessidade de se instituir um "espantalho" para implementar as medidas impopulares que um "pensador" não faria, para em seguida, após viabilizados os meios, trazer ao poder um polarizador para colocar a máquina em ação. O foco do restante do artigo inclusive fala dos problemas ecológicos, que estão na agenda de Obama, que foi apoiado por Gore e que na época não era sequer um nome considerado na sucessão...

Aliás o artigo infra do Prof. Sikberto Marks, passa por esta questão.

E o presidente eleito cumpre exatamente esta espectativa de mudança denunciada, o que se infere pela euforia mundial em torno de seu nome. É um momento propício para que suas propostas sejam adotadas em nível global. Ou não?

Euforia no mundo com Obama

Fatos inéditos e impressionantes ocorrem nos Estados Unidos da América nesses últimos tempos. Primeiro, se elege e se reelege um presidente desastrado, querendo ser o xerife do mundo, guerreando e ameaçando qualquer país que não se alinha à sua política internacional. Os americanos votaram em 2004 num presidente que prometeu guerra aos terroristas. Votaram numa plataforma de guerra, e se arrependeram. Até o final de seu mandato conseguiu a antipatia de quase todas as pessoas do mundo, inclusive de muitos dos seus eleitores e compatriotas. A tal ponto se tornou rejeitado que nem mesmo podia apoiar o candidato de seu partido Republicano, pois isso o prejudicaria nas urnas. Na verdade, Bush prejudicou seu candidato McCain.

Para variar, seu partido resolve prorrogar a doutrina bélica de Bush lançando como candidato um veterano da guerra do Vietnã, guerra perdida pela maior e mais poderosa nação do mundo. McCain, soldado americano, perdeu aquela guerra, e agora a perdeu também a eleição. Chegou a hora da saída da doutrina beligerante do partido de Bush. Os EUA querem mudar! O mundo quer mudar! Todos agora querem paz e segurança, conforme a profecia de I Tess. 5:3.

Na terça-feira, dia 04/11/2008 o povo americano, racista contra os negros, vota num negro e o elege, pela primeira vez na história daquele país. Pois agora será um negro descendente de um queniano, um dos países mais pobres e atrasados do mundo, que se torna a esperança de um povo cujos princípios da nação foram definidas por brancos, um povo politicamente perdido e economicamente sem rumo. Um descendente de africanos torna-se a esperança do povo mais rico do mundo. E mais, se Bush indiretamente conclamou o mundo para uma cruzada contra os muçulmanos, agora, irônico, é um filho de muçulmano que vai dirigir o país de Bush. Enquanto Bush combatia um homem cujo sobre-nome era Hussein, e levou o povo americano a odiar esse nome, algo inexplicável leva esse mesmo povo a votar num outro homem cujo sobre-nome, pasmem, é Hussein!!! Barack Hussein Obama, um nome árabe, não europeu nem americano. Parece que a história se vinga. E o pai dele era muçulmano!!! A mudança já começou, radical e forte!

Quando Bush foi reeleito, houve um clamor popular e de muitos líderes mundo afora, e por parte da mídia, dizendo que o povo americano foi “estúpido” em votar outra vez em Bush. Agora, o mundo se congratula com o novo presidente, com raríssimas exceções, como a do pequeno Líbano. Até o arqui-inimigo dos EUA, o Hugo Chaves, presidente da Venezuela, ficou feliz, e por sua iniciativa se propôs a dialogar. Aliás, até a China já se pronunciou favoravelmente, dizendo que espera que o novo presidente seja mais disposto ao diálogo. A Europa está toda voltada ao novo presidente. A África nem se fala, ele é descendente de lá, e seus familiares vivem por lá. Obama é para os EUA e para o mundo o que o Lula foi para o Brasil, uma esperança de mudança. O presidente Medvedev, da Rússia disse “Esperamos que nossos sócios do novo governo americano optem por ter boas relações com a Rússia.” O mundo espera de Obama que ele dialogue. Essa é a palavra mais utilizada no vaticano nessa década. Vide expressões de apoio em: Correio da Manhã

Quem ficou numa situação tipo “saia justa” foi o Vaticano. Os padres americanos fizeram recomendações para que não se votasse em Obama, porque ele apóia o aborto. Agora ele venceu. E é dos EUA que vem a maior parte dos recursos de sustentação da Igreja Católica no mundo, e o Óbulo de Pedro. A Santa Sé já se apressou em felicitar o novo presidente, dizendo: "Deus ilumine Barack Obama na sua grandíssima responsabilidade de poder responder as expectativas e as esperanças que se direcionaram a ele." O autor da mensagem foi o porta-voz do Vaticano, o padre jesuíta Federico Lombardi, em nome do papa Bento XVI. Um posicionamento um tanto indireto. Vamos ver como evoluirão os entendimentos nos primeiros meses de governo Obama. Nas verdade, dadas as condições globais, tanto a Igreja católica depende dos EUA, como este país depende desta igreja. Isso se os dois desejarem o poder, como os fatos recentes sinalizam.

É tanto o apoio ao vencedor que, no dia da eleição, na mídia brasileira chegou-se a dizer que o mundo todo deveria participar dessa eleição, dado que os EUA são o país que mais influenciam no mundo. E se formos ver bem, de fato foi isso que aconteceu. Pois quem elegeu Obama? Os negros daquele país, os hispanos, outros estrangeiros, e os jovens. Praticamente todos os que não são americanos e nem descendentes de europeus elegeram Obama. Será que eles não representam a vontade do resto do mundo, já que eles se originam de quase todo mundo? Será que esse homem foi eleito pelo mundo para um projeto de importância global? O certo é que de um momento para outro, esse país, rejeitado mundo afora, torna-se a grande esperança para o mundo. O que há por trás de uma mudança tão rápida nos EUA e no mundo? Sim, há algo muito importante por trás!

O mundo estava sendo preparado para esse presidente diferente. Se não fosse a guerra contra o Iraque e a crise financeira recente, Bush faria eleger John McCain e sua elegante mas inexperiente vice Sara Palin. Por certo com McCain ficaria difícil uma harmonia e apoio global em favor de leis dominicais. Quem seguiria um país, emitindo decretos dele copiados, nas condições de relações internacionais que Bush estabeleceu? Agora vemos um mundo esperando algo de sua maior nação, numa expectativa favorável como talvez ainda não se viu antes. Vemos um mundo atônito diante do terrorismo, da criminalidade, da ameaça de crise econômica, e muitas outras ameaças mais. Vemos um mundo sedento por um grande acordo. Pode ser o momento para o Vaticano ditar o rumo do planeta, com o jovem Obama como primeiro apoiador. Pode ser! As condições nacionais e internacionais nesse momento estão bem favoráveis. Por exemplo, há um acordo, ou uma aliança feita em abril desse ano, entre os EUA, a Santa Sé e a ONU. Envolve o G8, (grupo dos oito países mais industrializados do mundo, liderado pelos EUA), o Ecumenismo (reunificação de todas as igrejas cristãs, liderado pela Igreja Católica) e o Diálogo Inter-religioso (unificação de todas as demais religiões com o cristianismo, entre elas o Islã e os judeus, também liderado pela Igreja Católica).

A crise financeira no mundo trouxe outro fato inédito até agora: nações se unindo para salvar o sistema bancário e assim tentar impedir o caos na economia do mundo. Isso envolveu os EUA, a Europa, países da Ásia e até mesmo a China. Todos unidos por uma nobre causa: salvar o sistema bancário do mundo. Falta salvar também a sociedade do mundo, para que mude de rumo, em direção à paz e fraternidade global. Essa parte está sob o comando da Igreja Católica.

Agora o grandioso projeto americano de conduzir e consolidar a Globalização (negócios internacionais para ganhar muito dinheiro) encontra, de um momento para outro, as condições mais favoráveis já vistas. Parece que poderemos ter a esperança de sair da crise financeira a curto prazo e sonhar com um mundo melhor. A crise financeira projetou nuvens negras sobre o planeta, a eleição de Obama projeta luz de paz e entendimento sobre o planeta. Ou seja, a crise financeira torna-se fator de união entre as nações, que pode agora ser comandado pelo novo presidente americano, assim como a situação social do mundo requer urgentes providências, algo que pode ser comandado pelo papa Bento XVI. Os dois tem credibilidade internacional para isso. E tanto Bento XVI quanto Obama tem pressa em agir. Bento porque já está idoso, Obama porque a grande euforia repentina e intensa pode se tornar em decepção se ele em pouco tempo não der respostas que agradem o mundo. o mundo está sedento de mudança, quer sonhar com a esperança, com a paz e a segurança, e também tem pressa. E os servos de DEUS tem pressa em que JESUS volte. Todos estão com pressa!

Estamos seguramente indo em direção a um novo mundo, cheio de votos de esperança na “paz e segurança” por uma economia favorável de se ganhar dinheiro, muito dinheiro. Afinal, dinheiro é o deus desse planeta, principalmente nesses últimos anos. Participam dessas condições em especial as igrejas do mundo inteiro, capitaneadas por uma coligação entre o Vaticano, os EUA e a ONU. Quem comanda essa coligação pouco perceptível é o papa, conforme as profecias previram. Até os árabes do Islã estão apoiando o grandioso projeto de harmonia global, assim como os judeus também. Se agora o mundo aceitar a santificação do domingo, e está favorável a isso, até mesmo por parte dos Judeus e dos muçulmanos, pode ser que o mundo melhore com respeito a criminalidade, terrorismo, imoralidade, corrupção, destruição da natureza, e assim por diante. Essa é a grande esperança dos principais líderes políticos e religiosos do mundo. É, parece que poderemos adentrar numa espécie de tempo de paz, esperança, prosperidade e segurança. Mudanças para um novo mundo.
E o que diz a profecia com relação a tais fatos? É só ler.

“O chamado mundo cristão será o palco de grandes ações decisivas. Homens com autoridade promulgarão leis para controlar a consciência, segundo o exemplo do papado. Babilônia fará que todas as nações bebam do vinho da ira de sua prostituição. Toda nação será envolvida. João, o Revelador, declara o seguinte sobre esse tempo: ... "Têm estes um só pensamento." (Apoc. 18:3-7; 17:13 e 14.) Haverá um laço de união universal, uma grande harmonia, uma confederação de forças satânicas. "E oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem." Assim é manifestado o mesmo poder arbitrário e opressor contra a liberdade religiosa, contra a liberdade de adorar a Deus de acordo com os ditames da consciência, que foi manifestado pelo papado, quando no passado ele perseguiu os que ousaram recusar conformar-se aos ritos e cerimônias religiosas dos romanistas.” (Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 392).

“O mundo está agitado pelo espírito de guerra. A profecia do capítulo onze de Daniel atingiu quase o seu cumprimento completo. Logo se darão as cenas de perturbação das quais falam as profecias. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 283.

“Foram-me mostrados os habitantes da Terra na maior confusão. Guerra, derramamento de sangue, privações, necessidades, fomes e pestilências estavam por toda parte. ... Minha atenção foi então desviada da cena. Parecia haver um pequeno tempo de paz. Mais uma vez os habitantes da Terra me foram apresentados; e novamente tudo se achava na maior confusão. Lutas, guerras e derramamento de sangue juntamente com fome e peste imperavam por toda parte. Outras nações se achavam empenhadas nesta luta e confusão. A guerra ocasionou a fome. A miséria e o derramamento de sangue deram lugar à pestilência. E então o coração dos homens desmaiou de terror, "na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo". Luc. 21:26. Testimonies, vol. 1, pág. 268.” (Serviço Cristão, 55 e 56, grifo nosso).

É hora é vigiar e orar, ou já estamos nas condições do cenário acima, ou estamos muito próximos dele. É preciso acompanhar os fatos para ver o que eles nos dizem. Mas acima de tudo, é preciso anunciar como jamais se fez que a volta de CRISTO se aproxima rapidamente.

Prof. Sikberto R. Marks
Postado em: 05/11/2008

Fonte - Cristo Voltará

O furacão Obama

O novo presidente já está dando o que falar. Ele pretende ser um grande diplomata. Quer, por exemplo, dedicar-se a todas as regiões do mundo. E também para a América Latina. Fala em comércio justo para os países das américas. Está aberto ao diálogo com Raul Castro, embora não pretenda interromper o embargo comercial que já faz 46 anos. Quer se encontrar com Hugo Chaves para dialogar. Vai continuar apoiando a Colômbia e o México no combate ao narcotráfico. E quanto a dívida de países pobres, acena para o perdão de países como a Bolívia, Guiana, Haiti, Honduras e Paraguai.

Em se confirmando a atual da aparência, ele poderá se tornar um poderoso líder global, bem ao contrário de Bush. Poder tipicamente necessário para tomar medidas a serem seguidas pelos países do mundo.

Fonte: O Globo
05-11-08

Fonte - Cristo Voltará

Gafe de Obama

Curiosa a gafe de Barack Obama em seus discurso após ser eleito. Falava a respeito de como sua fé é importante para ele. Então, dando uma demonstração de que é versado na Bíblia, disse que seu verso favorito é João 16:3. Por certo referia-se a João 3:16 “Porque DEUS amou o mundo de tal maneira que deus Seu Filho unigênito, para que todo aquele que n’Ele crê não pereça mas tenha a vida eterna.”

E o que diz em João 16:3? Curioso, mas ali se refere aos cristãos que seriam expulsos da sinagoga pelos fanáticos: “Isto eles farão porque não conhecem o Pai, nem a Mim.”

Ou seria esse verso mesmo que ele se referia?

2008-11-05

Fonte - Cristo Voltará

Obama, a ressurreição dos EUA

As palavras mais associadas à candidatura, e agora vitória, de Barack Obama são “mudança” e “esperança”. Mas, mantendo o espírito bíblico que o senador democrata tanto gosta de usar em seus emocionantes discursos, é possível falar também em “ressurreição”. Ressurreição de uma nação, a mais poderosa do planeta, que ao longo dos últimos oito anos perdeu o rumo e a confiança em si mesma. ...

Obama venceu porque simbolizava uma nova era e não poderia ser mais diferente do que o atual chefe de governo. George W. Bush, filho de um ex-presidente, chegou à Casa Branca com um projeto decidido entre quatro paredes, construído pelo estrategista político Karl Rove e associado a interesses empresariais texanos. A candidatura de Obama obteve apoio e dinheiro na internet, de jovens que se organizaram nos quatro cantos dos Estados Unidos, e transformou-se num movimento político avassalador. Ele decidiu enfrentar a favorita Hillary Clinton quando muitos lhe diziam para que esperasse sua vez. Ousou alterar o roteiro pré-definido pela liderança política do seu próprio partido. O senador de Illinois acreditou ser o político certo na hora certa, e o histórico 4 de novembro de 2008 não deixou dúvidas disso. ...

Talvez oito anos atrás, contra Al Gore, [McCain] tivesse chegado à Casa Branca. Mas contra um jovem senador negro de Chicago, de cuja boca só saem palavras de esperança e transformação, McCain não teve chances. A América parecia morta, e Barack Obama promete a ressurreição.

(Rogério Simões, BBC Brasil)

Nota: O primeiro-ministro português, José Sócrates, felicitou o presidente eleito e disse que a eleição de Obama “representa também a possibilidade de um novo ciclo para a relação entre os Estados Unidos e a Europa a serviço da paz e da cooperação entre os povos e de uma globalização mais justa e regulada”.

A União Européia considerou o êxito eleitoral de Barack Obama como “a promessa de uma aliança transatlântica reforçada a serviço dos valores universais”.

O presidente francês Nicolas Sarkozy afirmou que seu país e a Europa terão “uma nova energia para trabalhar com os Estados Unidos para preservar a paz e a prosperidade do mundo”.

Detalhe: o papa B16 já havia sido apresentado como “sinal de unidade” religiosa; agora Obama também é visto dessa maneira, do ponto de vista político. O cenário está ficando interessante, não? Quem estuda o Apocalipse, já “viu” isso por antecipação...

Leia também: “Imprensa mundial não esconde entusiasmo com Obama” e “Bispos católicos felicitam Obama”

Fonte - Michelson Borges

Saiba o que Obama pensa sobre religião

Fonte - Michelson Borges

UE já se coloca ao lado do novo presidente dos EUA

Esta notícia é anterior à eleição, mas tem contornos bem interessantes.
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Independentemente de quem for o grande vitorioso do pleito norte-americano de hoje, a Europa já demonstra que sonha em caminhar ao lado dos americanos daqui para a frente nas questões-chave como guerra no Oriente Médio, crise financeira e meio ambiente.
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Surpreendendo pelo precipitado cortejo ao futuro vencedor, o texto a ser enviado ao novo eleito tão logo o resultado da eleição seja anunciado propõe desde já uma relação de parceria entre ambos. O jornal francês Le Monde definiu a atitude como "o mundo ao contrário", em uma insinuação de que, com o documento, o Velho Continente sacramenta os americanos como o centro do mundo - para muitos analistas, uma verdade que os europeus insistem em não aceitar.
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O objetivo do precipitado documento de seis páginas e cinco capítulos seria, então, o de lembrar nas entrelinhas que a Europa quer retomar o seu poder.
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"A América - e Obama é o seu símbolo vivo neste momento - continua a nos fazer sonhar: ninguém no mundo ocidental quer ver um mundo chinês ou russo. E mesmo se o mundo virou multipolar, somente a América porta uma mensagem universal e de uma visão normativa face às potências 'egoístas' como a Rússia e a China."

Fonte - Terra

Nota DDP: Reconhecimento de quem é o líder mundial, necessidadade de retomada de poder em âmbito global, que um outro organismo também pretende para os últimos dias, conclamando inclusive que a Europa reconheça suas raízes cristãs afim de não perder sua identidade e, um inimigo comum: o comunismo.

[Colaboração - Éder]

Nova Bíblia destaca mensagem "verde"

Uma nova edição do livro mais vendido no mundo chegou às lojas dos EUA nesta semana impressa, em parte, em papel reciclado, e com tinta à base de soja. Ela traz um índice com todas as menções do texto bíblico aos animais, ao solo e à água.

A Bíblia ecológica traz em destaque, e em tinta verde, todos os versículos desta nova versão revisada que falam dos cuidados com o planeta. Um exemplo é o famoso versículo 31 do primeiro capítulo do Gênesis, sobre a criação: "E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom".

Há quem questione a eficácia de uma Bíblia em versão ecológica, uma vez que ela não seria muito lida por quem precisaria ser "evangelizado" sobre questões ambientais, ou seja, os cristãos evangélicos conservadores.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Dois aspectos: a vinculação da religião com a ecologia, bem como a crítica explícita aos que não se alinharem ao movimento ecológico (evangélicos conservadores).

"A mudança chegou" - 2

Obviamente o mundo não fala de outra coisa. Será novamente o recurso dos spots.
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Obamus primeiro

Você viu e ouviu aí pela televisão e pela internet, uma explosão de vitória na Copa do Mundo. Pois foi maior e mais fundo do que você viu nas telas.
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Uma comemoração espontânea, de Chicago a Nova York, do Harlem ao Lower East Side, de Times Square a centenas de bares com telões. Choro, abraços e beijos. E não foi uma emoção contida nas fronteiras americanas. O mundo aderiu.
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Se falhar, será uma das maiores decepções políticas do nosso tempo. E se acertar? Teremos Obamus, o primeiro César negro?

Fonte - BBC

Barack Obama superstar: primeiro lider global

Pelo que acabei de assistir na belíssima cobertura do “Jornal Nacional” sobre as eleições nos Estados Unidos, não foram apenas os americanos que festejaram a vitória do primeiro negro que assumirá em janeiro a presidência da república mais poderosa do mundo.

A festa foi geral, a alegria não teve donos, a esperança se espalhou por toda parte. Foi bonito, pá, como cantaram os portugueses na vitoriosa revolução dos cravos.
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Fonte - iG

Especialista compara vitória de Obama à queda do muro de Berlim
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"Eu vejo três momentos - a queda do muro de Berlim, com o reencontro dos dois mundos, que foi perdido em 11 de setembro de 2001 (com os ataques terroristas contra os Estados Unidos) e agora pode ser recuperado com eleição de Barack Obama. É o momento que ensaiamos durante a década de 90 e perdemos em 2001, onde fomos interrompidos pelas questões militares nas relações internacionais", afirmou Seitenfus.
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Levantamentos de opiniões nos quatro cantos do mundo sempre deram a ele um enorme capital de simpatia. É de uma legalidade incontestável. Ele tem legitimidade interna e internacional. Sua eleição está carregada de esperanças para que se vire a página dos oito anos de administração Bush", afirmou.
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Fonte - Terra

Obama poderia surpreender e negociar a paz entre Israel e Irã
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O novo presidente tem que tentar entender os problemas reais que envolvem Israel e o Irã.
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Por enquanto, pode parecer loucura. Mas, após os americanos elegerem Obama, não duvidem de uma surpresa neste sentido.
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Fonte - Estadão

Nota DDP: Poderia colocar inúmeras outras. A verdade é que realmente temos um momento único da história desta terra. Gostei de alguém que disse que positiva ou negativamente Obama está relacionado com os eventos finais da história desta terra, ainda que estes não estejam próximos de chegar aos atos finais. É realmente a impressão que fica...

Europa mal preparada para uma pandemia de gripe

Uma epidemia poderia matar de 1,4 a 70 milhões de pessoas, segundo a ONU. E o banco mundial estima que o custo econômico poderia chegar a US$ 3 trilhões.

Quando o perigo do vírus H5N1 se tornou conhecido, há cerca de três anos, o mundo estava totalmente despreparado. Já houve muito progresso, na opinião da ONU, com preparação para estado de alerta. Mas ainda há muito a fazer, especialmente no que diz respeito a troca de informações e coordenação entre os diversos países.

Fonte - Opinião e Notícias

Vaticano, Islam e Israel

Shimon Peres participa numa conferência sobre diálogo interreligioso

O Presidente israelita Shimon Peres vai participar numa conferência, da ONU, para a promoção do diálogo entre religiões, a realizar entre os dias 11 e 13 de Novembro, em Nova Iorque. A iniciativa partiu do rei Abdallah da Arábia Saudita.

Peres será acompanhado pelo ministro israelita dos Assuntos Estrangeiros, Tzipi Livni. De acordo com um comunicado, os dois responsáveis entendem que “esta conferência pode ajudar a futuros encontros dos dirigentes do mundo árabe”.

Fonte - Ecclesia

Forúm católico-muçulmano : Igreja não é Ocidental
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Para D. Jean Louis Tauran, “paralelamente ao caminho diplomático, que representa «um canal privilegiado», o diálogo inter-religioso permite recordar os direitos e as aspirações legítimas dos nossos irmãos na fé, quando se tornam alvo de perseguições e violências”.

No entanto, “não temos outra escolha senão caminhar juntos. Estamos todos no caminho rumo à verdade. Quando nos encontramos em situações difíceis, não devemos ter medo de dizer no que acreditamos. Não devemos temer a denúncia de violações de direitos humanos, quaisquer que sejam, para que prevaleça a verdade, e não a força. A força do direito é predominante sobre o direito da força”.

Entretanto, Yahya Pallavicini, vice-presidente da COREIS, a Comunidade religiosa islâmica italiana, afirmou que os seus objectivos para este encontro visam “encontrar soluções concretas, que possam salvaguardar a dignidade da fé e a dignidade dos fiéis cristãos e muçulmanos, em todos os âmbitos da vida e da sociedade contemporânea”.
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Fonte - Ecclesia

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Arcebispo de Paris critica o trabalho ao Domingo

D. André Vingt-Trois, Arcebispo de Paris e presidente da Conferência Episcopal de França, abriu a assembleia plenária dos bispos com uma crítica ao trabalho dominical.

“Ganhar mais é o principal objectivo da existência humana?”, questionou o Arcebispo, argumentando que, para os cristãos, o Domingo “é o dia do Senhor, mas também, o tempo da família”.

“Se as leis alargam o trabalho ao dia de Domingo, os danos humanos e sociais que resultam a partir daqui, terão impacto económico”. O Arcebispo indica que esta será uma “medida adicional na quebra da nossa vida colectiva e que não afecta apenas os cristãos”.

No seu discurso de abertura, D. Vingt-Trois recordou a recente viagem de Bento XVI a França que “mostrou aos observadores atentos e imparciais que a imagem de uma Igreja decadente não corresponde à realidade”.

Os bispos encontram-se reunidos em Assembleia plenária para falar sobre questões de bioética, da “visibilidade” da Igreja numa sociedade cada vez menos praticantes e ainda dos locais de culto.

O discurso de abertura do Cardeal Vingt-Trois mostrou que os factores actuais encontram lugar na discussão plenária. O Arcebispo referiu-se ainda à crise económica, lamentando que as preocupações mundiais sobre a economia “eclipsaram” os trabalhos do Sínodo dos Bispos.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Como já considerado há muito tempo neste espaço, na correlação da doutrina social da igreja com o tema da crise econômica, era questão de tempo para que se inserisse o descanso dominical no âmago do debate.

O Vaticano e a "autenticidade"

Igreja tem de propor um «cristianismo de autenticidade»

LISBOA, terça-feira, 4 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Diante da realidade de um Portugal «menos cristão», a Igreja no país terá de propor «um cristianismo de autenticidade, radicalismo e fidelidade», afirma o presidente da CEP (Conferência Episcopal Portuguesa).
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Fonte - Zenit

Ressurreição revela identidade autêntica de Cristo
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Bento XVI explicou que em sua primeira carta aos Coríntios, São Paulo assinala a importância da ressurreição de Cristo para a nossa fé cristã. Somente com a Cruz, sem a ressurreição de Jesus, a vida cristã seria um absurdo. O mistério pascal consiste precisamente no fato que o Crucificado ressuscitou.
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É justamente através dela que se revela definitivamente a autêntica identidade do Crucificado.
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Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Um cristianismo autêntico estaria atrelado ao reconhecimento da ressurreição de Cristo. Até aí tudo bem. Mas onde entra o discurso do radicalismo e fidelidade? Seria em relação ao dia da ressurreição?
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