O mundo não se apresenta apenas como oposição aberta, mas como distração sutil. Ele oferece conforto, reconhecimento, facilidades — tudo aquilo que, pouco a pouco, enfraquece o compromisso com Deus. O perigo não está apenas em negar a fé, mas em diluí-la. É quando Cristo deixa de ser o centro e passa a ser apenas mais uma parte da vida.
Por isso, o chamado é claro: vigiar. Não viver distraído, mas consciente. Não adiar decisões espirituais, mas responder hoje. A volta de Cristo não será anunciada com aviso prévio para preparação tardia. Ela encontrará cada coração exatamente onde estiver.
No grande conflito, não há neutralidade. Servimos a quem amamos. E amamos aquilo que escolhemos alimentar todos os dias.
Hoje, a escolha não será feita em palavras, mas em direção.
Que meu coração não se divida — que ele pertença inteiramente a Deus.
