Por isso, a mentalidade celestial exige uma ruptura com a mentalidade terrena. Aquilo que antes parecia natural — desejos desordenados, ambições egoístas, paixões que dominam a mente — precisa ser tratado como algo que não pertence mais à nova vida. O cristão não vence essas coisas pela força da disciplina isolada, mas pela realidade de que recebeu uma nova vida em Cristo. A mesma graça que perdoa também concede poder para expulsar aquilo que destrói.
O mundo tenta corrigir os sintomas da crise humana, mas raramente questiona o coração que produz esses sintomas. O evangelho vai mais fundo. Ele chama cada pessoa a morrer para o velho domínio e viver sob uma nova autoridade. Esse processo não acontece apenas uma vez; ele precisa ser reafirmado todos os dias.
Que hoje eu não negocie com aquilo que Cristo já condenou na cruz, mas viva como alguém que realmente morreu para o velho caminho e ressuscitou para uma nova vida nEle.
