segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

"O Remanescente"

Clifford Goldstein, editor das Lições da Escola Sabatina desde 1999 e autor de 18 diferentes livros, disse que se houvesse um desses livros que ele especialmente recomendasse a leitura, seria "O Remanescente - Realidade Bíblica ou Desejo Imaginário?". Acabo de ler esta obra e percebo bem o porquê...

sua boa maneira, Clifford Goldstein não é propriamente um autor de escrita convencional (nem o seu discurso o é como palestrante). Alguns talvez lhe chamariam de irreverente e inoportuno; para mim, reconheço-lhe uma perspicácia audaz, uma clareza desconcertantee um compromisso apenas com o que é a verdade, sem demasiada preocupação com efeitos colaterais. E é tudo isso e muito mais que ele transporta para esta brilhante obra.

Reconfirmei a minha certeza de que há muito não estamos em tempos de palavrinhas mansas que se acomodam confortavelmente no nosso raciocínio, mas que não apelam para a urgência dos tempos (e este livro já foi escrito em 1994). Goldstein, com um sentido positivamente crítico altamente apurado, avalia criteriosamente o estado na nossa Igrejasob a perspetiva única que temos ao nos anunciarmos como o último remanescente da História da Terra.

Para tal, ele analisa o conceito de remanescente de Deus desde a sua origem, bem lá remotamente no tempo, cerca de 16 séculos depois da Criação, até aos tempos atuais, em que um povo errante, cheio de falhas e vidas poluídas pelo pecado, muitas vezes horrível, se ergue com essa mesma pretensão. Pelo meio, percorre a história bíblica, em particular a do(s) povo(s) escolhidos(s), traçando uma linha constante e regular que permite perceber que, afinal, o tempo passa e nada muda do que ao comportamento humano diz respeito,incluindo o do povo de Deus.

Contudo, ainda que o erro humano seja um fator comum a qualquer era da História, um outro fator mais elevado também é provado e assumido como indiscutívelDeus tem sempre um remanescente! Nunca as desgraçadas falhas do homem (que tantas vezes foram piores entre o povo de Deus no que entre aqueles que não o eram...) anularam este propósito divino!

Mas, e esta noção será, porventura, um dos pontos altos do livro, a riqueza do nosso movimento profético, da nossa Igreja, não é a igreja em si, mas sim a mensagem (ou verdade presente) final de Deus a este mundo que carregamos e temos obrigação de pregar.

Goldstein deixa bem claro que, conforme o ensinamento bíblico e a posição historico-doutrinária desta Igreja, não há melhor alternativa (nem sequer existe outra...); ora, isto não faz de nós melhores do que os não Adventistas - aliás, o autor explana de forma a percebermos que se os Adventistas não são iguais aos outros, é porque são piores... - mas simdiferentes, com um propósito específico, uma mensagem e missão distintas! Por isso é que sabemos que entre as outras religiões se encontram milhares e milhares que tomarão posição nesta igreja - não porque os seus membros são perfeitos e justos, mas pela mensagem, pela verdade que partilhamos!

E para demonstrar isso mesmo, ele não hesita em dizer que, quando se levantarem as perseguições finais a este povo escolhido, muitos serão lançados nas prisões não tanto pela fé, mas porque há muito lá deveriam estar...

Contudo, é mais do que certo que esta Igreja permanecerá até ao fim; o que resta saber, équem fará parte dela. Porque muitos dos atuais membros sairão; mas ainda um número maior do que esse, se juntará a ela. E esta urgência apenas remete para a decisão individual, sem esperar que a igreja se mexa coletivamente - até porque, isso nunca sucederá...

Talvez eu deva terminar fazendo uma sugestão semelhante à do autor, com a qual iniciei: entre os livros que já tive oportunidade de ler, este é um dos primeiríssimos a ser recomendado!

Nota: para descarregar uma apresentação PowerPoint com o título 'O Remanescente na História Bíblica' (preparada pelo Pr. Paulo Cordeiro) que inclui vários excertos do deste livro, clique aqui (e depois em 'Click here to start download').


Fonte - O Tempo Final

"Pobres"



FAQ

A música que agrada ao Céu

“Crer e observar tudo quanto ordenar; / O fiel obedece ao que Cristo mandar.” Algum tempo atrás, em meu devocional, deparei-me com uma lembrança importante: somos chamados “filhos de Deus”. Pus-me, então, a pensar na grande responsabilidade que me pesa nos ombros conhecer e aplicar essa realidade. Filho de Deus! Ele, que tem sob Seu comando todo o Universo, Se preocupa comigo, um insignificante pecador, tão pequeno ante a magnitude da obra criada pelo Pai... Sim, Ele é nosso Pai! Ele Se preocupa com Seus filhos. Por isso, deixou importantes recomendações para nossa proteção e referência. Cabe a nós, como filhos obedientes, prestar atenção a todos os sábios conselhos deixados com um amor infinitamente maior do que o de um pai terrestre.

Mas o assunto é Música. Por que começar um artigo sobre esse assunto dessa forma? Fácil. Somos desobedientes. Somos egoístas. Mas por que somos assim? Isso também é fácil. O inimigo de nossas almas não nos quer obedientes. Aliás, o significado de “alma” (nephesh, no original hebraico) é entidade provida de personalidade e escolha. Só que escolhemos mal. Deus deseja que tenhamos condições de aprimorar nossa personalidade através de escolhas prudentes, alicerçadas nas instruções paternas à nossa disposição.

Tenho ciência da imensa dificuldade de escrever para irmãos meus que têm bastante conhecimento musical. Também tenho ciência da existência de músicos “tradicionais”, “moderados” e “liberais”, termos esses criados não faz muito tempo, para “diferenciar” um músico do outro. Mas tenho ciência do mais importante: só há dois caminhos – um certo e um errado. Quanto a isso, por incrível que pareça, todos concordam. Porém, há uma condição: “Não mexam em minha música!”

Por que deve prevalecer a minha vontade, e não a de Deus, se, quando sou batizado, faço o seguinte voto: “Conheço e compreendo os princípios bíblicos fundamentais, conforme ensinados pela Igreja Adventista do Sétimo Dia”, e “é meu propósito, pela graça de Deus, cumprir Sua vontade, ordenando minha vida de acordo com esses princípios”?

Talvez seja necessária uma oração ao Pai agora, pedindo-Lhe iluminação e submissão, porque, na verdade, muito do que temos oferecido como louvor não passa de estratagemas do inimigo por conta de seus intentos em ampliar ao máximo a apostasia iminente entre o povo escolhido por Deus.

Lúcifer foi criado e dotado com os mais excelentes recursos musicais jamais imaginados pelo homem. Ele dava apenas uma nota e todo o coro angelical se punha a cantar. Isso, para os que dirigem grupos vocais, é realmente difícil. Só um grupo muito bem treinado poderia desenvolver tal recurso. E ele tinha mais: era um querubim cobridor, além de estar apenas abaixo de Deus e Jesus, no Céu. Mas ele queria ainda mais. Olhou para si, desenvolveu o egoísmo e almejou um lugar de mais destaque. E foi expulso do Céu, com todos os anjos por ele enganados. Alguém disse, uma vez, que Satanás hoje é o maior músico na face da Terra. E é verdade. Ele realmente sabe de tudo, e certamente usará a música para procurar enganar a você e a mim.

Mas, se há realmente um interesse especial de Deus quanto à música praticada por nós, como ela deve ser, se há somente o certo e o errado?

Em primeiro lugar, o Manual da Igreja nos diz que “grande cuidado deve ser exercido na escolha da música. Toda melodia que pertença à categoria dojazzrock ou formas correlatas, e toda expressão de linguagem que se refira a sentimentos tolos ou triviais, serão evitadas. Usemos apenas a boa música, em casa, nas reuniões sociais, na escola e na igreja” (p. 180). Isso significa que a liderança da Igreja Adventista do Sétimo Dia desaprova qualquer tipo de música que nos faça lembrar os ritmos musicais descritos acima. Mas por quê?

Ellen G. White escreveu, em seu livro Patriarcas e Profetas, que “a música faz parte do culto a Deus nas cortes celestiais, e devemos esforçar-nos, em nossos cânticos de louvor, por nos aproximar tanto quanto possível da harmonia dos coros celestiais. O devido treino da voz é um aspecto importante da educação, e não deve ser negligenciado. O cântico, como parte do culto religioso, é um ato de adoração, da mesma forma que a prece. O coração deve sentir o espírito do cântico, a fim de dar-lhe a expressão correta” (p. 594).

São várias as aplicações que podemos retirar desse texto. A primeira é, sem dúvida, a mais questionada pelos músicos da atualidade. Aliás, devo dizer-lhe que uma ordem divina não deveria ser questionada, mas aceita e incorporada à nossa vontade. Estaremos dispostos a isso? Pergunta-se por aí: “Mas como é a música no Céu? Que referência existe na Terra para nos servir de parâmetro?” Com profundo amor, meu amigo, gostaria de sugerir que pegue seu CD (ou DVD) preferido, coloque em seu aparelho e o ponha para tocar. Agora, feche os olhos, e imagine seu anjo cantando no lugar daquele(a) cantor(a). Procure imaginá-lo sentado junto a uma bateria, marcando fortemente o ritmo, de preferência contrário ao ritmo natural que toda música tem. Mais ainda, esforce-se para visualizar seu anjo protetor, representante divino e seu melhor amigo, tendo dificuldade para ir para casa porque seus fãs querem tirar uma foto, ter seu autógrafo, comprar seu CD pop-gospel (lançamento)... Você consegue realmente imaginar essas cenas? Se não consegue, por favor, admita: a música praticada por você não é para agradar a Deus, mas para alimentar seu ego, agradando o inimigo de nossas almas.

Uma segunda aplicação é que a irmã White fala da harmonia dos coros celestiais. Pergunto: harmonia e coro são palavras adequadas para identificar a prática do solo nos cultos que apresentamos a Deus atualmente? Aliás, a irmã White nos orienta que devemos evitar essa prática. Por que se insiste tanto em questionar ordens dadas por Deus, aquele a quem dizemos que direcionamos nosso “louvor”?

Terceiro, se o pastor, separado para um ministério específico, antes de assumir o púlpito, faz curso de oratória, homilética, teologia bíblica, hebraico e grego, entre tantos outros, a fim de apresentar seu sermão de forma clara e buscando alcançar uma alma sedenta pela verdade, por que a música pode ser apresentada sem preparo técnico nem (e principalmente) espiritual? Sei o que estou falando. Já vi a atitude de muitos que afirmam ser usados por Deus: ao serem anunciados para ir à frente, levantam-se sorrindo, na passagem sorriem para outros, como a dizer: “Agora é a minha vez!” E quando terminam, nem sentam de novo para participar da adoração como todos fazem. Precisam divulgar seu “trabalho” (em pleno sábado...) para as pessoas. Não me interprete errado, mas pensei que a música servisse para ensinar doutrina... Que ela deveria ser uma benção tanto quanto um excelente sermão... E ainda justificam suas práticas afirmando que Deus sabe o que está no coração. E como isso é o mais importante, não importa a forma como se deve adorar...

Devemos ter consciência de que Deus sabe de nossas capacidades e de nossas limitações. Mas Ele sabe também que está à nossa disposição toda a orientação divina publicada quanto à adoração. Cabe a nós ser humildes o suficiente para reconhecer nossas limitações e buscar o conhecimento necessário para um louvor aceitável.

Irmão, leia o que a própria escritora falou em outra oportunidade: “Tenho ouvido em algumas de nossas igrejas solos completamente inadequados ao culto na casa do Senhor. As notas prolongadas e os floreios, comuns nas óperas, não agradam aos anjos. Eles se deleitam em ouvir os simples cânticos de louvor entoados em tom natural. Unem-se a nós nos cânticos em que cada palavra é pronunciada claramente, em tom harmonioso. Eles combinam o coro, entoado de coração, com o espírito e o entendimento” (Evangelismo, p. 510).

As expressões abaixo, sua definição e aplicação são um forte auxílio para que compreendamos os motivos para a orientação recebida do Céu.

Ad libitum. Essa expressão aparece na partitura de algumas óperas e outras formas musicais. Refere-se principalmente às partes dos solistas, nas quais eles têm liberdade de interpretação, aparte da contagem rítmica. As notas musicais (sons definidos, com nome e altura) podem ser identificadas nesse tipo de recurso vocal. É o que chamamos coloratura. Em geral, isso faz com que o solista seja exaltado pela plateia porque ele pode mostrar ali todo o seu virtuosismo. Ou seja, ato egoísta. Meu caro, veja se isso não se assemelha à prática, infelizmente, muito comum em nossas mais diversas reuniões, denominada melisma. Nesse recurso, pior ainda, não há a possibilidade de identificarmos as notas musicais. Entendo que muitas vezes as pessoas não conseguem alcançar notas mais agudas, por isso fazem uma pequena curvatura nelas, até as definirem. Mas se não alcançam, por que não experimentam cantar aquelas músicas que sabem que não precisarão de um “jeitinho”? Aliás, esse jeitinho já virou, como disse certa vez um amigo, um “contorcionismo vocal”. Devo dizer que é difícil imaginar os anjos cantando dessa maneira. Se cada palavra deve ser pronunciada claramente, em tom harmonioso, para que serve o melisma?

Alguns afirmam ainda que se adéquam ao mercado atual. Deus precisa disso? Deus precisou se adequar aos Seus filhos, ou Ele deu ordens específicas de como deveria ser o serviço “aceitável ao Senhor”? A única coisa de Deus que conheço é que “Eu, porém, não mudo”. Quem somos nós, então, para querermos mudar as coisas que Ele criou? Sabe o que Deus pensa, quando agimos assim, com arrogância e autossuficiência? A resposta encontramos em Amós 5:21 e 23: “Odeio, desprezo as vossas festas, e as vossas assembleias solenes não Me exalarão bom cheiro. Afasta de Mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas violas.”

Quero lhe deixar alguns conselhos. Atenda ao chamado de Cristo, quando disse: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” Mas, se você não consegue fazê-lo da forma como sabe ser o que Deus espera, então procure outra atividade, como auxiliar na instrução dos desbravadores; ofereça-se para ajudar no diaconato, no trabalho missionário, na assistência social... Trabalho para todos não faltará, até que Ele venha.

“A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que não se comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Educação, p. 57)

Nesse mesmo livro, na página 40, a irmã White nos diz que “aqueles que desejam comunicar verdade, devem por sua vez praticar seus princípios. Apenas refletindo o caráter de Deus na retidão, nobreza e abnegação de sua vida, poderão eles impressionar os outros”.

As escolas dos profetas foram uma instituição divina, e “os principais assuntos nos estudos destas escolas eram a lei de Deus, com as instruções dadas a Moisés, história sagrada, música sacra e poesia. [...] Não somente se ensinava aos estudantes o dever da oração, mas eram eles ensinados a orar, a aproximar-se de seu Criador e ter fé nEle, compreender os ensinos de Seu Espírito, e aos mesmos obedecer” (ibidem, p. 47).

Não sejamos como Jonas. Temos instruções claras do que devemos fazer. O fim está muito próximo para querer experimentar outros caminhos. Não é mais tempo de “novas tendências”. Os marcos antigos devem ser restaurados, e não reformados. A reforma deve ser feita, sim, em nosso coração. Estamos nós dispostos a isso?

(Aurélio Ludvig é professor de Educação Musical no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas [Ifam]. Passou a infância em Novo Hamburgo, RS, e hoje é membro da Igreja Adventista de Cachoeirinha, em Manaus, AM. É pianista congregacional e dirige um grupo musical feminino)

Fonte - Michelson Borges

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Os Segredos de Daniel: Quatro Animais e o Filho do Homem

"Esforço pela unidade entre os cristãos deve ser inquestionável"

Lisboa, 03 Fev (Ecclesia) – O cardeal alemão Walter Kasper, presidente emérito do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos (CPPUC), disse hoje em Lisboa que o diálogo estabelecido nos últimos anos entre as várias Igrejas é “um processo irreversível”.

Numa conferência proferida na sede da Universidade Católica Portuguesa, este responsável afirmou que “as Igrejas e cristãos separados já não se encontram como inimigos ou competidores”.

A intervenção foi dedicada ao tema «Que todos possam ser um. Uma visão da unidade cristã para a próxima geração».

O cardeal Kasper considera que os cristãos devem apostar num “ecumenismo espiritual”, ou seja, a partilha da “vida”, nos seus aspectos concretos, e não apenas de “ideias”.

“O ecumenismo espiritual não se restringe a um lote de peritos escolhidos, é acessível e obrigatório para todos”, precisou.

Lembrando o seu trabalho no CPPUC, este responsável declarou que as “possibilidades” que hoje se abrem neste diálogo ecuménico deveriam permitir dar “não só um, mas dois ou três passos em frente”.

Falando numa “nova fase” do diálogo entre os cristãos, o cardeal alemão assinalou que “a unidade deve ser distinguida da uniformidade”, frisando que este processo “não é fácil e vai levar muito tempo”.

Walter Kasper foi nomeado em 2001 pelo Papa João Paulo II para presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, cargo que exerceu até Julho de 2010.

Para este especialista, o ecumenismo não deve ser um mero “assunto académico” nem embarcar num “activismo” inconsequente.

“O ecumenismo não é uma invenção humana, uma questão ou um interesse político”, referiu.

O cardeal alemão passou em revista as principais divisões entre as Igrejas, separadas, nalguns casos, desde o século V, e os passos dados no diálogo com as mesmas, por parte da Santa Sé.

Sobre a relação com as Igrejas Ortodoxas, divididas desde o século XI, D. Walter Kasper pediu “paciência e tempo”, sobretudo no que diz respeito à definição do papel do Papa e a sua autoridade universal (primado).

Para este especialista, a própria integração europeia só pode ser conseguida com a presença das Igrejas Ortodoxas do Leste, “que marcaram a cultura e a mentalidade” dos seus povos.

O presidente emérito do CPPUC admitiu, por outro lado, dificuldades acrescidas no diálogo com as Igrejas que se afastaram no século XVI, com a Reforma Protestante, devido à “ordenação de mulheres” ou “temas éticos” como o divórcio, o aborto ou o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

“A paisagem ecuménica está em mudança, de forma muito rápida”, assinalou, aludindo ao crescimento de movimentos “carismáticos e pentecostais” em todo o mundo, face ao decréscimo das “comunidades eclesiais protestantes tradicionais”.

Sobre a criação de ordinariato pessoal para acolher pastores e fiéis da Igreja Anglicana que desejem entrar em comunhão com a Igreja Católica, o cardeal Kasper lembrou que esta não foi uma "iniciativa do Vaticano", mas dos próprios fiéis que pediram essa mudança.

Na sua conferência, o teólogo germânico destacou que todos os Papas que se seguiram ao Concílio Vaticano II (nos anos 60 do século passado) “reafirmaram” o compromisso de actuar pela unidade entre todas as Igrejas e comunidades cristãs.

A intervenção enquadrou-se na cerimónia do doutoramento «honoris causa» que a UCP vai conceder ao cardeal Kasper, no dia 4 de Fevereiro, assinalando o Dia Nacional da Universidade.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Veja o papel do ecumenismo na profecia bíblica, clicando aqui.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Nick Vujicic

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Momento Profético #18

Foi-me mostrado que, se o povo de Deus não fizer esforços, de sua parte, mas esperar apenas que sobre eles venha o refrigério, para deles remover os defeitos e corrigir os erros; se nisso confiarem para serem purificados da imundícia da carne e do espírito, e preparados para tomar parte no alto clamor do terceiro anjo, serão achados em falta

(Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 214)

A engenharia social de Obama

Deu na Veja desta semana (2/2/2011): “Como [o presidente norte-americano] Obama pode desempatar o jogo [com a China]? Do jeito de sempre: desfraldando a bandeira do medo, um negócio que tem cartaz junto ao eleitorado americano. Em escala tremendamente mais reduzida, Obama tenta fazer do perigo chinês o mesmo que Bush filho fez do terrorismo islâmico: unir o país em torno de suas propostas, ao martelar nos ouvidos dos americanos que os bárbaros estão forçando o portão. Para isso, talvez nada seja mais eficaz do que embaralhar a concorrência externa que vem da Ásia com a velha ameaça espacial soviética [Obama disse que a ascensão da China é ameaça comparável à corrida espacial com os soviéticos].”

Essa mesma estratégia foi utilizada por Hitler ao eleger um inimigo comum e insuflar medo na população alemã. E a mesma engenharia social tem sido responsável por preparar o mundo para a aceitação de leis dominicais que visem à “salvação do planeta”, afinal (este é o argumento), se não nos unirmos para reverter um problema que supostamente foi causado por nós mesmos (o aquecimento global), estaremos fadados à extinção. E que medo é maior do que o da morte, da aniquilação? Quem viver verá ainda mais manipulação das massas e limitação das liberdades individuais em nome de um coletivismo perigoso para as minorias que não quiserem seguir o “rebanho”.

Nada melhor que o medo para unir o mundo em torno de uma causa comum. Só que Deus não trabalha assim. Ele nos dá liberdade de escolha e afirma que “o perfeito amor lança fora o medo” (1 João 4:18).

Fonte - Michelson Borges

Fãs ou seguidores de Jesus

Nem todo aquele que Me diz: “Senhor, Senhor”, entrará no reino dos Céus. Mateus 7:21

Você já deve ter escutado esta história várias vezes. Vou repeti-la como técnica de reforço. É a história de Charles Blondin, famoso equilibrista francês. Quando visitou os Estados Unidos, ficou fascinado com as cataratas do Niágara. Decidiu atravessá-las equilibrando-se em um cabo de aço. Extensão da travessia: 330 metros. Altura: 220 metros.

Cem mil pessoas se reuniram para ver a façanha. Era um negócio de vida ou morte. Não havia rede de segurança. Blondin atravessou a primeira vez. Na segunda vez, tirou fotografia das pessoas. Numa outra vez, levou uma cadeira e ficou em pé nela. Em outra, preparou um omelete. E então atravessou com um carrinho de mão. Foi aí que se aproximou da multidão e perguntou: “Vocês acreditam que eu consigo atravessar?” Claro, todos acreditavam. “Quem quer entrar no carrinho?”, perguntou Blondin. Fez-se grande silêncio. Então, um homem, Harry Colcord, que conhecia Blondin e tinha trabalhado com ele, e o havia visto atravessar cem vezes, entrou no carrinho de mão e foram para o outro lado. Blondin tinha milhares de fãs, mas apenas um seguidor.

Estrelas da TV e do cinema, jogadores e heróis têm seus fãs. Às vezes, esses fãs assistem ao espetáculo em que seus ídolos se apresentam. Fora isso, nenhum compromisso.

Conhecemos pessoas que são fãs de Jesus, mas nunca elevam seu nível de compromisso com Ele. Permanecem apenas como fãs. Há muitos que visitam nossas igrejas e ficam maravilhados, se desdobram em elogios. “Que ensinamentos bonitos vocês têm! Como seria se mais gente soubesse disso! Que música inspiradora! Senti-me perto do céu!” “Os anjos estavam cantando com vocês!” Outros dizem: “Gente, era isso que eu estava precisando. Eu quero conhecer mais.” Mas, na hora de decidir, deixar de ser fã para se tornar seguidor, colocar-se ao lado de Deus, vacilam.

Lembro-me de quando era pastor da Igreja Adventista Central de Brasília e comecei uma série de estudos bíblicos com uma senhora. Ela recebia como se fosse novidade tudo que eu lhe mostrava na Bíblia. Ao estudarmos sobre a volta de Jesus, percebi a inquietação dela. No fim do estudo, ela disse: “Infelizmente, não vai dar para continuar. Para aceitar isso vou ter que renunciar a muita coisa. E, por enquanto, não estou disposta.”

Fãs ou seguidores de Jesus? Ele disse: “Se alguém quiser acompanhar-Me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-Me” (Lc 9:23).

Fonte - Meditações Matinais 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Os Segredos de Daniel: Leões Encantados

Related Posts with Thumbnails