domingo, 2 de outubro de 2011

Ecocídio, um crime mundial

Advogada ambientalista britânica propõe que desastres ambientais sejam considerados crimes contra a paz e passem a ser julgados pelo Tribunal Penal Internacional da ONU

Genocídio, crime contra a hu­manidade, agressão entre países e crime de guerra. Em breve, a lista de atrocidades passíveis de julgamento na mais alta corte da Organização das Nações Unidas, o Tribunal Penal Internacional, pode aumentar. E o delito em questão promete inaugurar um novo verbete em dicionários das mais diversas línguas: ecocídio, ou dano extensivo, destruição e perda de ecossistemas em qualquer parte do globo (leia a definição completa no quadro acima).

A ideia, que deve ser votada pela ONU em 2012, é fruto da mente inquieta da advogada ambientalista escocesa Polly Higgins. Filha de um meteorologista, ela abraçou a causa ambiental há cerca de uma década, depois de construir uma bem-sucedida carreira na vara trabalhista. Desde então, ganhou destaque como autora da Declaração Universal de Direitos do Planeta – baseada na Declaração Universal dos Direitos Humanos e já aceita pela ONU – e criadora da Wise Women Network (Rede de Mulheres Sábias), organização que tem como missão estimular a discussão sobre o aquecimento global entre as britânicas. Radical sem ser xiita, conquista cada vez mais respeito – e alguns detratores, claro – ao advogar em nome de um só cliente: o planeta Terra.

Depois de obter o apoio de figuras de peso na Grã-Bretanha, Higgins foi capaz de convencer a Suprema Corte de seu país a rea­lizar o julgamento de um ecocídio fictício. Encenado na sexta-feira 30 e transmitido ao vivo pela internet e via tevê por assinatura, ele foi protagonizado por procuradores e advogados de verdade, que acusaram e defenderam um alto executivo – interpretado por um ator – de uma gigante do petróleo. Sentado no banco dos réus, o CEO foi responsabilizado pelos danos causados por um derramamento sem precedentes no Golfo do México (alguém se lembra da tragédia da BP em 2010?) e por um desastre decorrente da extração de óleo de areias betuminosas no Canadá. O debate de improviso, segundo os organizadores, levantou questões importantes, como a divisão da culpa entre governos e empresas e as formas de medição do alcance dos danos. Depois de horas de argumentação, o júri considerou o CEO parcialmente culpado pelos desastres.

“Em sua essência, um ecocídio é a antítese da vida”, resumiu Higgins em conversa com ­ISTOÉ no Twitter enquanto o julgamento acontecia em Londres. Segundo a advogada, sua principal intenção ao propor a nova lei à ONU não tem nada a ver com o revanchismo típico dos defensores mais fundamentalistas da natureza. “Não quero ver um monte de executivos na cadeia. Acredito que uma lei para os ecocídios poderia fazer com que essas pessoas tenham mais responsabilidade sobre seu trabalho”, diz a escocesa.

Para Diogo Antônio Correa dos Santos, advogado especialista em direito internacional, a cruzada de Higgins na ONU não deve ser fácil. “Já existem diversas convenções que inclusive preveem sanções a quem não cumpri-las. Os Estados é que precisam se comprometer com a fiscalização”, afirma. Santos lembra que criar uma lei internacional ainda exige que ela esteja de acordo com o texto legal de cada país. “Se a legislação for contrária à Constituição local, não terá efeito”, diz. No caso das leis regidas pelo Tribunal Penal Internacional, elas precisam ser aprovadas por pelo menos 86 dos 116 países signatários – Brasil inclusive –, uma briga difícil.

A principal justificativa de Higgins em sua proposta para incluir o ecocídio na lista dos chamados crimes contra a paz é a de que a escassez de recursos inevitavelmente leva ao conflito. “A guerra vem a reboque nos lugares onde a natureza é destruída pela ação do homem”, conclui a ambientalista. Resta saber se o seu argumento será capaz de convencer o mundo.

Fonte - Isto É

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

"Início do fim... do fim" - Pr. Elmar Borges

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Nota DDP: O título utilizado foi retirado da fala do Pr. Elmar, tendo em vista a não localização do original dado à mensagem.

Pastor cristão é condenado a pena de morte no Irã por se recusar a mudar de religião

Um pastor que se converteu do islamismo para o cristianismo foi condenado à pena de morte no Irã por recusar voltar à sua antiga religião. As informações são do jornal britânico "Daily Mail".

Youcef Nadarkhani, 34, se recusou a cumprir uma ordem judicial que o obrigava a se converter novamente ao islamismo. A sentença foi proferida por uma corte na província de Gilan, na cidade de Rasht.

O pastor foi detido em outubro de 2009 quando tentava registrar sua igreja na cidade. Youcef começou a questionar a supremacia dos muçulmanos para doutrinar as crianças, e acabou acusado de tentar "evangelizar" muçulmanos e de abandonar o islamismo, o que pode levar à pena de morte no país.

Sua primeira condenação aconteceu em 2010, mas a Suprema Corte do Irã interveio e conseguiu adiar a sentença. Ao ser revisto, o processo resultou na mesma condenação ao fim do sexto dia de audiência, nesta quinta-feira.

No tribunal, o pastor disse que não tinha intenção de voltar ao islamismo, chamando sua crença anterior de "blasfêmia".

Agora, a defesa de Youcef tentará novamente recorre à Suprema Corte, pedindo a anulação da pena. O advogado de Youcef, Mohammed Ali Dadkhah acredita que tem 95% de chance de anular a sentença. No entanto, alguns apoiadores temem que a Suprema Corte demore para analisar o pedido e o pastor seja executado nos próximos dias.

O ministro de Relações Exteriores britânico, William Hague, comentou o caso e pediu que o Irã cancele a sentença. "Eu repudio o fato de que Youcef Nadarkhani, um líder cristão, possa ser executado por se recusar a cumprir a ordem da Suprema Corte para que ele se convertesse ao islamismo. Isso demonstra que o regime iraniano continua não respeitando o direito à liberdade religiosa".

O último cristão executado por questões religiosas no Irã foi o pastor da Assembleia de Deus, Hossein Soodmand, em 1990. No entanto, dezenas de iranianos que se converteram ao cristianismo foram misteriosamente assassinados nos últimos anos.

Fonte - UOL

Nota DDP: Aqui uma prévia do que seja perseguição, bem como sobre no que se constitui liberdade religiosa e sua respectiva violação, ou seja, a impossibilidade explícita de promover a manifestação religiosa sob qualquer ângulo que se analise.

Mundo ainda vai ficar pior antes de melhorar

A crise europeia poderá fazer de 2012 um ano ainda pior que 2011, quando os problemas dos países endividados na Europa e da economia norte-americana espalharam preocupações por todo o mundo. A opinião é de David Darst, diretor do Morgan Stanley Smith Barney e chefe global de investimentos estratégicos do banco.

“Mas pode ser diferente caso as autoridades façam as coisas certas. De qualquer forma, o mundo vai piorar antes que fique melhor,” afirma.

Na lista de “coisas certas” a serem feitas, Darst inclui reformas tributárias, pesados cortes de gastos e envolvimento de alguns países europeus com o problema de outros.

Atualmente, diz ele, existe uma batalha entre autoridades e mercados. “Os mercados estão pressionando os líderes globais, que estão sendo forçados a tomar atitudes econômicas “amigáveis”,” afirma. No entanto, apesar de as autoridades, primeiros-ministros, secretários do Tesouro, Bancos Centrais, tanto dos Estados Unidos e da Europa, estarem se esforçando para acalmar os ânimos dos mercados globais, Darst acredita que não estão indo no caminho correto.

“O tempo todo falam em mais estímulos e mais dinheiro, e não em uma reforma estrutural. A Europa, os Estados Unidos e o Japão ainda não fizeram grandes reformas, seus líderes acham que isso não é necessário.”
...
Fonte - iG

Nota DDP: A pergunta que fica é se realmente haverá uma espiral positiva no final desta curva negativa que já se estende por anos, como esperado neste noticiário. De toda forma, que ainda piorará muito antes de melhorar, não se tem dúvida, porque a "retirada" do Espírito de Deus dessa terra certamente propiciará ao homem atingir o ápice da maldade que vai em seu coração... A boa notícia é que, quando se atingir esse ponto, o Cristo de Deus colocará um ponto final na história da mazela do pecado para todo o sempre.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Facebook sabe tudo o que você faz na web

Um hacker australiano chamado Nik Cubrilovic afirmou que o Facebook é capaz de rastrear todos os passos de seus usuários na web, mesmo se fizerem o "log out" da rede social. De acordo com os testes dele, o Facebook não apaga os cookies de rastreamento após a saída do usuário. Assim, todas as vezes que o usuário visitar uma página com o botão ou o widget do Facebook, o navegador enviará informações aos servidores da rede social. Em uma entrevista para o site VentureBeat, Nik foi categórico em afirmar que "eles, definitivamente, armazenam essas informações. Mas só podemos especular o que farão com tudo isso".

Nik explica que chegou a essas conclusões ao analisar as informações que os navegadores enviam para o Facebook. Ele afirma, ainda, que qualquer desenvolvedor que tenha um browser com o kit de desenvolvimento conseguirá comprovar o que ele diz. Se a acusação for verdadeira, esta pode ser configurada como uma séria violação de privacidade.

O Facebook ainda não se pronunciou oficialmente a respeito do assunto. Mas, nos comentários da notícia, um usuário de nome Arturo Bejar afirmou trabalhar como engenheiro no Facebook. Ele explicou que esses cookies são usados apenas para prevenir spam, phishing e afins. "Não importa se você está logado ou não: não usamos nossos cookies para rastreamento, nem para direcionar anúncios ou vender informações para terceiros", completou.

Se você ficou "com a pulga atrás da orelha" e quer impedir que o Facebook siga todos os seus passos, é preciso apagar todos os cookies relacionados à rede social sempre que você fizer o "log out".

UPDATE: (27/09, 12h42) - O Facebook respondeu às acusações por meio de um release. "O Facebook não rastreia usuários pela web. Usamos cookies nos plugins sociais para personalizar conteúdo (por exemplo, mostrar quais amigos já 'curtiram' aquela página), para manter e melhorar o que fazemos (por exemplo, medir a taxa de click-through), ou por segurança (ex: evitar que menores de idade façam login em sites impróprios). Nenhuma informação que recebemos durante a navegação é utilizada para entregar anúncios específicos. Nós deletamos essa informação após 90 dias, e nunca a vendemos.

Fonte - Olhar Digital

Nota DDP: A invasão das liberdades individuais não têm mais limites e, o interessante, é que o próprio particular está franqueando esta faculdade aos invasores.

"Conseguirá o papa reconquistar a Europa?"

Em 21 de setembro de 2010, Bento 16 declarou oficialmente que o Ocidente precisava de uma “nova evangelização”. A declaração, uma notícia por si só, foi vista como reconhecimento da fraqueza da Igreja Católica, e uma fraqueza que não é temporária; e como reconhecimento de que o catolicismo de hoje representa uma minoria nos países ocidentais, uma minoria que vem encolhendo.

Mas, sob uma perspectiva mais geral, esse foi um passo “geo-religioso” importante para o pontífice.

O papa está convencido da relação estratégica entre o cristianismo e a Europa como sendo seu terreno geográfico e cultural natural de proselitismo. E ele quer que essa relação seja reafirmada e aprimorada.

Quando, em junho de 2010, Bento anunciou seus planos para um novo ministério para revigorar a religião, não foram divulgados detalhes sobre sua estrutura, conteúdo e metas.

Não havia segredo: o Vaticano sabia que precisava lidar com esse problema com urgência, mas ainda não calculara como concretizar essa missão. Bento 16 simplesmente sentia que era preciso fazer alguma coisa muito radical.

Agora, um ano depois de sua criação, o conselho pontifical para a promoção da nova evangelização representa uma referência importante para medir a capacidade do Vaticano de reconquistar alguma influência naquela que foi no passado a “sua” Europa.

CATOLICISMO OCIDENTAL

As coisas estão avançando em termos da organização e mobilização do catolicismo na Europa. Sob a orientação de um bispo dinâmico, Rino Fisichella, ex-reitor da Universidade Lateranense, do Vaticano, foi planejada uma rede de reuniões e iniciativas.

Mas o maior desafio é elaborar um mapa do catolicismo ocidental, identificar suas dificuldades e checar a estratégia instaurada, para avaliar seu êxito. O que a Igreja Católica está enfrentando, na realidade, é principalmente uma dificuldade cultural, não religiosa.

Ela é obrigada a lutar contra o inimigo escorregadio que o Vaticano vê como sendo “a supremacia dos fragmentos”: uma abordagem cultural que tende a isolar e dispersar as sociedades ocidentais, e, por conseguinte, os católicos –uma espécie de “relativismo de base”.

A primeira tarefa que Fisichella determinou para ele mesmo e seu ministério tem sido a de lembrar que o “catolicismo faça-você-mesmo” não á uma solução para a crise da fé. Pelo contrário –representa um perigo grande.

Ele é visto como a resposta errada para se enfrentar os tempos modernos e adaptar-se a eles. A receita católica consiste em seguir os ensinamentos do papa e das conferências episcopais e reunir um “Exército” católico enfraquecido e desorientado pelo secularismo, atingido dolorosamente pelos escândalos de abuso sexual e a concorrência do cristianismo evangélico e do islã.

VISITA

Mas como? A controvérsia com que Bento 16 se deparou em sua visita à Alemanha constitui outro sinal de perigo. A visita foi precedida por um livro sobre a descristianização da Alemanha: “Gesellschaft ohne Gott” (Uma sociedade sem Deus), do sociólogo Andreas Puttman. “A implosão religiosa terá dimensões enormes no longo prazo”, escreve o autor.

Ademais, o jornal do Vaticano “Osservatore Romano” observou em 20 de setembro que hoje há mais muçulmanos praticantes que católicos praticantes na França. Geopolítica e religião não parecem andar de braços dados na Europa. A premissa do Vaticano de que, sem o catolicismo, o Ocidente está fadado a declinar, não é tão largamente compartilhada quanto pode parecer.

Outra fonte de desentendimentos é a desconexão entre o Vaticano e vários governos europeus quanto ao tratamento dado aos escândalos de abuso sexual.

A construção de uma rede católica e do projeto “Missão Metrópole”, previsto para organizar uma data religiosa unificadora em 12 grandes cidades europeias em 2012, parece ter por objetivo mostrar que a força ainda existe: é preciso apenas reunir e reorientar as forças. “Identidade” é a palavra chave.

Mas qual identidade? A Europa de hoje parece ser a pátria não de um catolicismo unido, mas de católicos que pertencem a tribos nacionais diferentes. Isso pode representar uma grande oportunidade ou um obstáculo persistente.

Fonte - Novo Tempo

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Crise do euro assusta o mundo

O presidente norte-americano, Barack Obama, criticou a maneira como os europeus estão lidando com a crise econômica e disse que os problemas enfrentados por países como a Grécia estão "assustando o mundo". Ele cobrou soluções mais rápidas e efetivas dos líderes europeus.

"Eles (os líderes europeus) estão tentando tomar medidas responsáveis, mas essas medidas não têm sido tão rápidas quanto elas deveriam ser", afirmou Obama durante um fórum promovido pela rede social Linked-In na Califórnia, na noite desta segunda-feira (26/09).

O presidente norte-americano disse ainda que os europeus não se recuperaram totalmente da crise financeira de 2008 – iniciada nos EUA – e que o continente nunca encarou de fato os desafios que o seu sistema bancário enfrentou. "E agora isso se soma ao que está acontecendo na Grécia", afirmou.

Nesta segunda, líderes europeus tentaram acalmar os investidores, afirmando que buscam maneiras de fortalecer o sistema financeiro da zona do euro e evitar a expansão da crise da dívida que atingiu alguns países do bloco. No entanto, ainda há controvérsia sobre como os governos conseguirão atingir este objetivo.

Fonte: Deutsche Welle

NOTA Minuto Profético: Desde seu nascimento já se sabia que o euro escondia interesses políticos (leia-se união política das nações da Europa) conforme mostra a matéria do Estado de São Paulo:


Portanto, a profecia de Daniel 2 continua precisa em suas conclusões: "será esse um reino dividido" (v. 41). E o atual enfraquecimento do euro só vem confirmar uma vez mais a soberania de Deus: "Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus e não há outro, eu sou Deus e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade" (Is 46:9, 10).

sábado, 24 de setembro de 2011

"Não deixem isso acontecer!"

Pr. Robert H. Pierson, ex-presidente da Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia (1966-79), proferido a 16 de outubro de 1978 perante o Concílio Anual da Igreja mundial.

Esta será a última vez que me apresentarei no meu atual cargo perante os líderes mundiais da minha igreja, a vossa igreja, a nossa igreja, e tenho algumas palavras para vos deixar.

Tomo os meus pensamentos a partir de algo que o irmão e a irmã Ralph Neal escreveram, descrevendo como tipicamente uma seita evolui para uma igreja. Eles dizem que uma seita é muitas vezes iniciada por um líder carismático com tremenda energia e empenho, e que surge como um protesto contra o mundanismo e formalismo de uma igreja. É geralmente acolhida pelos pobres. Os ricos perderiam demasiado juntando-se-lhe, já que é impopular, desprezada e perseguida pela sociedade em geral. Tem crenças definidas, firmemente apoiadas por membros zelosos. Cada membro faz uma decisão pessoal de se juntar e sabe no que acredita. Há pouca organização ou propriedades e há poucos edifícios. Pregadores, muitas vezes sem educação, surgem por compulsão interior. Há pouca preocupação com relações públicas.

E então passa para a segunda geração. Com o crescimento vem a necessidade de organização e edifícios. Como resultado da indústria e frugalidade, os membros tornam-se prósperos. Com o aumento da prosperidade, a perseguição começa a diminuir. As crianças nascidas no movimento não têm que tomar decisões pessoais para nele participar. Eles não sabem necessariamente sabem no que acreditam. Não precisam para chegar às suas próprias decisões. Elas foram elaborados para eles. Pregadores surgem mais pela seleção e pelo aprendizado para os membros mais velhos do que por compulsão interna direta.

Na terceira geração, a organização desenvolve-se e as instituições são estabelecidos. É achada necessidade de escolas para transmitir a fé dos pais. Faculdades são estabelecidas. Os membros têm de ser exortados a viver de acordo com as normas, enquanto ao mesmo tempo, os padrões de adesão vão sendo rebaixados. O grupo torna-se negligente com o corte de membros não praticantes. O zelo missionário esfria. Há mais preocupação com relações públicas. Os líderes estudam métodos de propagação da sua fé, por vezes empregando recompensas extrínsecas como motivação aos membros para o serviço. Os jovens questionam porque são diferentes dos outros, e contraem matrimónio com aqueles que não são da sua própria fé.

Na quarta geração, há muito mecanismo; o número de administradores aumenta enquanto o número de trabalhadores nas bases torna-se proporcionalmente menor. São realizados grandes concílios de igreja para definir doutrina. Mais escolas, universidades e seminários são estabelecidas. Estes procuram acreditação do mundo e tendem a se tornar secularizados. Há um reexame das posições e modernização de métodos. É dada atenção à cultura contemporânea, com interesse nas artes: música, arquitetura, literatura. O movimento visa tornar-se relevante para a sociedade contemporânea, tornando-se envolvido em causas populares. Os serviços tornam-se formais. O grupo goza de aceitação completa pelo mundo. A seita tornou-se uma igreja!

Irmãos e irmãs, isto nunca deve acontecer com a Igreja Adventista do Sétimo Dia! Isto não é simplesmente mais uma igreja - é a igreja de Deus! Mas vós sois os homens e as mulheres sentados neste templo esta manhã, em quem Deus está a contar para garantir que isso não aconteça.

Agora mesmo, irmãos e irmãs, há forças subtis que estão começando a agitar-se. Infelizmente há aqueles na igreja que depreciam a inspiração da Bíblia, que desprezam os 11 primeiros capítulos do Génesis, que questionam a curta cronologia da Terra apresentada no Espírito de Profecia, e que de modo subtil e não tão subtil atacam o Espírito de Profecia. Há alguns que apontam para os reformadores e teólogos contemporâneos como fonte e norma para a doutrina Adventista do Sétimo Dia. Há aqueles que supostamente estão cansados dos conceitos antiquados do adventismo. Há aqueles que querem esquecer os padrões da Igreja que amamos. Há aqueles que cobiçam e que cortejariam o apreço dos evangélicos; aqueles que dispensariam o manto de um povo peculiar; e aqueles que iriam pelo caminho do mundo secular e materialista.

Colegas líderes, amados irmãos e irmãs – não deixem isso acontecer! Rogo-vos tão fervorosamente quanto eu posso esta manhã – não deixem isso acontecer! Faço um apelo à Universidade de Andrews, ao Seminário, à Universidade de Loma Linda – não deixem isso acontecer! Nós não somos Anglicanos do Sétimo Dia, não somos Luteranos do Sétimo Dia – somos Adventistas do Sétimo Dia! Esta é a última igreja de Deus com a última mensagem de Deus.

Vós, os líderes, sois os homens e as mulheres com quem Deus está a contar para manter a igreja Adventista do Sétimo Dia como a igreja remanescente de Deus, a igreja que Deus tem destinado a triunfar!

A serva do Senhor diz:
"Terríveis perigos se acham diante dos que têm responsabilidades na obra do Senhor - perigos cuja ideia me faz tremer" (Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 391).
E Ezequiel 22:30 diz:
"E busquei dentre eles um homem que estivesse tapando o muro, e estivesse na brecha perante mim por esta terra, para que eu não a destruísse."
Esta manhã eu acredito, colegas líderes, que Deus está procurando homens e mulheres que sejam líderes intrépidos, homens e mulheres que amam a igreja de Deus e a verdade de Deus mais do que amam as suas vidas, para fazer com que, por Deus, esta igreja chegue até ao reino. A tarefa à nossa frente não vai ser fácil. Se eu entendo corretamente a Bíblia e o Espírito de Profecia esta manhã, à frente encontra-se um tempo de angústia, um tempo de desafio como esta igreja e este mundo nunca antes conheceram.

A serva do Senhor diz-nos:
"O inimigo das almas tem procurado introduzir a suposição de que uma grande reforma devia efetuar-se entre os adventistas do sétimo dia, e que essa reforma consistiria em renunciar às doutrinas que se erguem como pilares de nossa fé, e empenhar-se num processo de reorganização. Se tal reforma se efetuasse, qual seria o resultado? Seriam rejeitados os princípios da verdade, que Deus em Sua sabedoria concedeu à igreja remanescente. Nossa religião seria alterada. Os princípios fundamentais que têm sustido a obra neste últimos cinqüenta anos, seriam tidos na conta de erros. Estabelecer-se-ia uma nova organização. Escrever-se-iam livros de ordem diferente. Introduzir-se-ia um sistema de filosofia intelectual. Os fundadores deste sistema iriam às cidades, realizando uma obra maravilhosa. O sábado seria, naturalmente, menosprezado, como também o Deus que o criou. Coisa alguma se permitiria opor-se ao novo movimento. Ensinariam os líderes ser a virtude melhor do que o vício, mas, removido Deus, colocariam sua confiança no poder humano, o qual, sem Deus, nada vale" (Mensagens Escolhidas, v. 1, p, 204, 205).
A Igreja Adventista do Sétimo Dia teve o seu alfa anos atrás. Você e eu somos os líderes que irão enfrentar o omega que será da mesma origem subtil e diabólica. O seu efeito será mais devastador do que o alfa. Irmãos, peço-vos, estudai, sabei o que está à frente, depois com a ajuda de Deus preparai o vosso povo para enfrentá-lo.
"Deus chama homens que estão preparados para enfrentar emergências, homens que numa crise não serão encontrados no lado errado" (Review and Herald, 06 de dezembro de 1892).
E então eu chamo a atenção para uma visão que a serva do Senhor teve, em que ela viu um navio indo rumo a um icebergue. Ela disse:
"Ali, elevando-se muito mais alto que o navio, estava um gigantesco icebergue. Uma voz autorizada exclamou: "Enfrentai-o!" Não houve um momento de hesitação. Urgia ação rápida. O maquinista pôs todo o vapor, e o timoneiro dirigiu o navio diretamente para cima do iceberg. Com um estrondo o navio deu contra o gelo. Houve tremendo choque e o icebergue se desfez em muitos pedaços, despencando sobre o convés, com um ruído de trovão. Os passageiros foram sacudidos violentamente pela força da colisão, nenhuma vida se perdeu. O navio sofreu avaria, mas não irreparável. Refez-se da colisão, tremendo de proa a popa, qual criatura viva. E seguiu então seu caminho.

Bem sabia eu o significado dessa representação. Eu tinha minhas ordens. Ouvira as palavras, como uma voz que viesse de nosso Comandante: "Enfrentai-o!" Sabia qual meu dever, e que não havia um momento a perder. Chegara o tempo para ação decidida. Eu devia, sem tardança, obedecer à ordem: "Enfrentai-o!"(Mensagens Escolhidas, v.1, p. 205, 206).
Colegas líderes, pode ser que no futuro não tão distante, você terá que enfrentá-lo. Eu oro para que Deus lhe dê graça e coragem e sabedoria.

Finalmente,
"Que admirável pensamento é esse de que o grande conflito se aproxima do fim! Na conclusão da obra enfrentaremos perigos com os quais não sabemos como lidar; não esqueçamos, porém, que os três grandes poderes do Céu estão operando, que uma mão divina se encontra ao leme, e que Deus levará a cabo os Seus desígnios. Ele reunirá do mundo um povo que O há de servir em justiça" (Mensagens Escolhidas v. 2, p. 391).
Que garantia maravilhosa temos esta manhã, irmãos e irmãs, que você e eu estamos na obra de Deus. Este trabalho não é dependente de homem algum; é dependente do nosso relacionamento com Ele. Há apenas um caminho para enfrentarmos o futuro, que é ao pé da cruz. Uma igreja com os seus olhos sobre o Homem do Calvário não andará em apostasia.

Obrigado, irmãos e irmãs, por me darem o privilégio de servi-Lo durante os últimos 45 anos, e que Deus abençoe cada um de vós.

Nota: por motivos de saúde e após servir durante 13 anos como presidente da Conferência Geral, o Pr. Pierson aposentou-se semanas depois desta última intervenção perante a igreja. Ele faleceu em 1989, com 78 anos.

Fonte - O Tempo Final

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

"Presidente Adão"

Se numa eleição você tivesse de votar num muçulmano fundamentalista ou num cristão fundamentalista, em quem você votaria?

Talvez você nunca tenha ouvido falar em dominionismo - não está no [dicionário] Houaiss -, mas vai ouvir. Neste momento, é a ala extremista mais influente do cristianismo evangélico nos Estados Unidos.

Eram considerados muito à direita do centro, mas em vez de pastores e versões mas moderadas, esta direita fracassada gerou o dominionismo, um filho radicalíssimo.

Na década de 80, a direita cristã ganhou poder liderada pelos reverendos Falwell e Pat Robertson. Decaíram na virada do século.

Os dominionistas acham que os cristãos tem o direito, mais, a obrigação divina, de controlar todas instituições. A essência da teoria vem de Gênesis, no Velho Testamento, onde Deus diz a Adão "para assumir o domínio do mundo animado e não animado". A missão: controlar as "Sete Montanhas" da sociedade: família, religião, artes e entretenimento, mídia, governo, educação e empresas.

Barack Obama e os democratas no Congresso são, literalmente, encarnações do demônio.
Outros movimentos religiosos eram mais sutis. Já o dominionismo é escancarado: entrar na política, infiltrar as instituições, expurgar os infiéis e conquistar o poder.

O homem deles é Rick Perry. No mundo dominionista os tribunais serão teocráticos com decisões jurídicas baseadas nos dez mandamentos e outras instruções da Bíblia. Homossexual? Pena de morte.

O universo religioso evangélico é vasto e complicado. Centenas, milhares de tendências. A novidade é o grupo dominionista da NAR - New Apostolic Reformation - conectado com alguns dos principais candidatos republicanos, entre eles o texano Rick Perry, em rápida ascendência, e Michele Bachman, em rápida decadência.

O Texas, do governador Perry, é, segundo os líderes religiosos, um Estado profético, foco da transformação que está a caminho.

Em agosto, o governador Rick Perry organizou “A Resposta”, um comício religioso num dos maiores estádios americanos. A mobilização contra Barack Obama foi um dos trampolins do governador Perry para se lançar na campanha presidencial e assumir a liderança entre os candidatos republicanos.

Sarah Palin, ex-governadora do Alasca e candidata à Vice-Presidência na última eleição, ainda é uma das maiores estrela dos fundamentalistas. Brilhante na frente das câmeras, misteriosa na vida pessoal.

O livro sobre ela lançado na terça-feira, The Rogue, Searching for the real Sarah Palin, de Joe McGinniss, é uma pá de cal ou lama na candidata - depende de sua inclinação política. A grande imprensa, intimidada e cheia de pruridos, fugiu do livro. A imprensa menor focalizou na relação sexual de Sarah com um atleta negro quando ainda era solteira.

Parece um problema menor, mas Sarah, adolescente, pediu para sair de uma escola secundária porque muitos colegas não eram brancos. Quando foi eleita governadora, uma das primeiras decisões foi demitir vários negros "porque não se sentia confortável na presença deles".

Dentro deste contexto, a relação sexual com um negro merece ser contada, diz McGinniss. Na época, o negro não era estrela, hoje é um conhecido jogador de basquete e não nega o affair: "a relação com Sarah foi ótima e continuamos amigos por muito tempo".

Ela nega, mas, para o autor, o affair revela o talento de Sarah para esconder vários aspectos da vida pessoal, entre eles se é a verdadeira mãe do filho retardado, Trig, que exibia em todos seus comícios. Para a esquerda, se Obama teve de mostrar a certidão de nascimento no Havaí, porque Sarah não mostra a certidão de nascimento do filho?

Se o personagem destas histórias fosse Barack Obama, elas seriam o prato do dia na imprensa conservadora, mas a grande imprensa não chega perto dos escândalos levantados no livro. Para McGinniss, um problema maior do que as transas sexuais de Sarah e seu semi-analfabetismo geopolítico, é o fanatismo religioso.

Aos oito anos de idade ela era uma missionette, como eram chamadas crianças engajadas pela igreja para distribuir panfletos religiosos de porta em porta. Ela continua missionária.

"Sarah Palin acredita em bruxaria. Fez 'proteções e encomendas' para fechar o corpo e destruir inimigos. A missão dela é transformar a democracia americana numa teocracia fundamentalista".

Sarah afirma, sem vacilar, diz McGinniss, "que o mundo só tem 6 mil anos. Vindo de uma pessoa que por poucos pontos percentuais quase foi vice-presidente dos Estados Unidos e poderia ter assumido o poder no caso da morte de um velho e frágil presidente McCain, é assustador".

Sarah ainda não é nem deve ser candidata a presidente. É muito bem sucedida como "celebridade" e não tem chances nem entre os próprios republicanos.

Mas neste século 21 temos um plantel de candidatos republicanos e celebridades políticas prontos para nos levar de volta ao século 17 ou, muitos antes, aos domínios de Adão.

Fonte: BBC Brasil

NOTA Minuto Profético: Filtrando as palavras do colunista da BBC, há uma verdade com a qual tenho que concordar: o perigo atual representado pela "teologia do domínio" na sociedade norte-americana.

O pastor Marvin Moore dedicou um capítulo do seu livro a esse tema. Segundo o autor, o principal expoente da "teologia do domínio" foi Rousas John Rushdoony, nascido em 1916, em Nova York, o qual publicou em 1973 uma obra (900 páginas) intitulada Institutes of Biblical Law. Ele considerava que as leis do A.T. ainda seguem vigentes no mundo moderno (com exceção daquelas que o N.T. aboliu especificamente). Baseado no plano de Deus para Adão de que ele exercesse o domínio sobre toda a Terra e sobre os animais (Gn 1:26), Rushdoony transformou essa idéia na grande comissão: os cristãos devem submeter todas as coisas e todas as nações a Cristo e a Sua lei, sendo responsáveis por aperfeiçoar a sociedade, incluindo os governos civis, de modo que Jesus possa voltar. Da mesma forma que o teólogo católico Agostinho, Rushdoony também acreditava que os cristãos terão êxito em converter o mundo colaborando para a chegada do milênio de paz na terra. É por isso que, atualmente, os católicos e a direita cristã norte-americana estão agindo politicamente em harmonia - tem o mesmo objetivo.

Como pode-se perceber, biblicamente falando, a grande comissão de Cristo aos Seus discípulos foi para testemunhar a todas as nações e não para dominá-las (Mt 28:19; 24:14; At 1:8). Nosso mandato é converter (pelo Espírito Santo) pessoas, não sociedades ou instituições. Portanto, a teologia do domínio está servindo de base para a futura união de Igreja e Estado e o consequente estabelecimento da Lei Dominical , a começar pelos EUA.

Quem viver verá...

Protestantes pedem ao Papa celebração conjunta dos 500 anos da Reforma

"A presidente do sínodo da Igreja Evangélica, Kathrin Göring-Eckardt, afirmou nesta sexta-feira de manhã à emissora NDR, antes do seu encontro com o Papa Bento XVI, que decorreu ao final da manhã, que deseja ver católicos e protestantes a celebrar juntos os 500 anos da Reforma iniciada por Martinho Lutero, que se assinalam em 2017.

Citada pela página de internet Religiondigital, Kathrin Göring-Eckardt acrescentou que não seriam de esperar, hoje, quaisquer acordos sobre os pontos centrais que dividem as duas igrejas. Um dos temas objecto de debate é a possibilidade de os católicos poderem comungar nas celebrações luteranas e os protestantes poderem fazer o mesmo na missa católica.

Essa prática, frequente na Alemanha apesar da interdição do Vaticano, é reivindicada por muitos crentes e comunidades, como forma de dar passos concretos na aproximação comum entre as diferentes igrejas cristãs.

Nesse sentido foi exactamente a declaração do presidente da Igreja Evangélica, Nikolaus Schneider, que pediu passos claros na reconciliação ecuménica. Em declarações à rádio pública alemã, Deutschlandfunk, afirmou Schneider, a propósito dos 500 anos da Reforma protestante: “Devemos encontrar-nos já ao mesmo nível.”

De acordo com a mesma fonte, Nikolaus Schneider acrescentou que, por muito que ambas as igrejas se aproximem, o Papa não poderá ser nunca, para os protestantes, a mais alta instância dogmática e jurídica. “Isso não seria aceitável.”

Já no encontro em Erfurt, no mosteiro onde Lutero viveu como monge católico, antes de romper com o papado, Nikolaus Schneider afirmou, perante o Papa, que Lutero “é a chave que une” a Igreja católica e a Igreja Evangélica (ou Luterana). (...)

Apesar de ter dito várias vezes, após ter sido eleito Papa, em Abril de 2005, que são necessários passos concretos no diálogo ecuménico, Ratzinger disse hoje que “o mais necessário para o ecumenismo” é que católicos e protestantes se ajudem mutuamente a acreditar e não percam “o que têm em comum, nem cedam perante a “pressão da secularização”.

No seu discurso, o Papa considerou como “um erro dos tempos de afirmação confessional tersublinhado sobretudo aquilo que separa” e não ter percebido “o que têm em comum” católicos e protestantes. E citou: “As grandes pautas da Sagrada Escritura e as profissões de fé do cristianismo antigo.” (...)

Fonte: Público (negritos meus para destaque)

Nota O Tempo Final: Recuperando a cada vez mais urgente mensagem Adventista:


"Os protestantes lançarão toda a sua influência e poder ao lado do papado" (Maranata, Meditações Matinais 1977, p. 179).

"O protestantismo dará a mão da comunhão ao poder romano" (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 910).

Duas breves notas: a primeira, para esclarecer a declaração do presidente da Igreja Evangélica que refere não ser "aceitável" que o Papa se venha a tornar "a mais alta instância dogmática". Na realidade, para o protestantismo apóstata, ele já o é; basta perceber porque razão a esmagadora maioria das denominações protestantes guardam o domingoem vez do Sábado do sétimo dia:

"A imposição da guarda do domingo pelos protestantes é uma obrigatoriedade do culto ao papado" ( Testemunhos Seletos, v. 2, p. 151).

A outra para dizer que nesta aproximação, as cedências relevantes e significativas estarão sempre do lado dos protestantes:

"Não conseguimos ver como a Igreja romana poderá desembaraçar-se da acusação de idolatria. E esta é a religião que os protestantes estão começando a encarar com tanto agrado e que finalmente se unirá com o protestantismo. Esta união não será, porém, efetuada por uma mudança no catolicismo, pois Roma não muda. Ela declara possuir infalibilidade. É o protestantismo que mudará. A adoção de idéias liberais, de sua parte, o conduzirá ao ponto em que possa apertar a mão do catolicismo" (Review and Herald, 1 de junho de 1886).

Todos estes movimentos servirão, em última instância, a estratégia de Roma. Mas tambémdemonstram que a Bíblia não falha e que a mensagem que Deus comissionou à Igreja Adventista do Sétimo Dia aumenta de importância a cada dia que passa. Saibamos nós estar à altura dos acontecimentos.

Nota DDP: Veja também "Papa Bento XVI critica igrejas pentecostais e convida evangélicos a trabalharem juntos com os católicos" e "Bento XVI defende o diálogo com muçulmanos e protestantes".
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