quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Vai ou racha na Europa

Os governos na Europa não agiram enquanto havia tempo.

Agora, as saídas se fecham para os 17 países que têm o euro como moeda.

Sobram duas:

1) O fim da união monetária entre alguns países, com recessões brutais;

2) A Alemanha autorizar o BCE (Banco Central Europeu) a financiar indefinidamente os países quebrados.

A primeira saída é total incógnita. Nunca aconteceu.

Haveria corrida a bancos para saques em euros nos países suspeitos de sair. Pois suas novas moedas nasceriam muito desvalorizadas.

Já há saques fortes de correntistas nos bancos da Grécia, que mais se debate na atual crise (quadro ao lado).

Haveria também um empobrecimento imediato nos países que deixarem o euro. E sua exclusão imediata do mercado de crédito global.

Grécia, Irlanda e Portugal já foram socorridos.

O mercado agora sufoca Itália e Espanha (e em menor grau a França) para rolar suas dívidas.

Quanto mais tempo isso ocorrer, pior: maior será o aumento do endividamento, base da atual encrenca europeia.

Isso ocorre com os países em crise tendo ainda o euro como moeda.

Se tiverem de se refinanciar em dracmas, libras, escudos, liras (moedas anteriores ao euro), a rolagem de débitos será impossível. Por muito tempo.

Esses países não acabariam, por óbvio. Mas sofreriam um colapso brutal.

Um evento como esse arrastaria bancos em todo o mundo. São eles os credores dos governos ameaçados de deixar o euro e de quebrar.

Se levarem um calote, emprestarão menos a empresas e consumidores. Agravando a crise global.

Mesmo nos EUA, a exposição é enorme. Os bancos americanos têm quase US$ 700 bilhões a receber da Europa.

Uma crise bancária dessa natureza congelaria boa parte do crédito global, levando o mundo a uma enorme recessão.

O fim do euro (mesmo que restrito a alguns países) é uma saída tão caótica que é difícil especular sobre ela.

O menos caótico, mas politicamente impossível até agora, seria repassar a conta dos países mais endividados e menos dinâmicos aos mais ricos da zona do euro: Alemanha e, em menor grau, França.

Para isso, o Banco Central Europeu teria de se transformar em algo semelhante ao Fed (o BC dos EUA). E a zona do euro precisaria de um "Departamento do Tesouro da Europa" (que hoje não existe).

Assim, o BCE faria o que o BC dos EUA faz: ligaria a máquina de imprimir euros e financiaria indefinidamente os endividados. O Fed já injetou US$ 2 trilhões nisso desde 2008.

A conta futura na Europa seria então repartida entre os 17 países do euro.

Alemanha e França seriam os grandes fiadores de um novo ciclo de endividamento.

É isso o que está em jogo.

Estima-se em US$ 3 trilhões o custo para o BCE garantir a compra de títulos de países em dificuldade na Europa.

Os alemães não querem, mas empurrar com a barriga é algo possível.

O exemplo americano: mesmo com uma dívida pública que pode dobrar nos próximos dez anos, o dólar continua servindo de refúgio a investidores.

Isso porque o Fed pode imprimir dólares para sempre, desde que o mercado os aceite. Logo, o refinanciamento de dívidas é sempre possível.

Na zona do euro, isso é impraticável hoje.

Pois a Alemanha não quer que o BCE imprima euros indefinidamente para bancar os países quebrados.

Nem que os alemães financiem um Tesouro conjunto europeu, que assumiria dívidas futuras de outros países.

O máximo permitido pela Alemanha até aqui foi deixar o BCE comprar parte dos papéis que alguns países em dificuldade não conseguem vender no mercado.

Essas intervenções vêm aumentando rapidamente, mas não resolvem.

Elas não são como ter um Fed que pode imprimir quantos dólares quiser. E um Tesouro único por trás para dizer que garante as dívidas.

É por isso que o mercado cobra juros cada vez maiores de Espanha e Itália para refinanciar seus rombos: não há "bons" garantidores por trás da rolagem.

Nem a disposição do BCE de financiá-los.

Agravante: há uma forte recessão se aproximando. Com vários países da Europa ameaçados.

Até aqui, a aposta alemã foi a de que medidas de austeridade em vários países estancariam a crise.

Sem que os alemães precisassem ser fiadores dos quebrados.

Não funcionou.

O inacreditável fim euro pode levar a Alemanha a ceder finalmente. A endossar um BCE que financie sem limites a região.

As alternativas parecem piores.

Por incrível que pareça, é a Alemanha de novo.

Fonte - Folha

Nota DDP: Embora não diretamente relacionada com esta notícia, transcrevo as considerações sobre a crise constantes do sítio Cristo Voltará:

Tempo de bonança antes da crise

Os países ricos estão puxando a frente para a crise mundial. Nunca tal coisa aconteceu antes. A Europa, dividida desde a queda do Império Romano, cujos países não se ligas entre si, enfrenta uma crise sem precedentes em tempo de paz. A moeda européia, o Euro, mantém-se na base do remendo de solução, dando sustos quase todas as semanas. O desemprego por lá está crescendo, principalmente entre os jovens. Nem mesmo os formados em Universidade encontram emprego. Na Grã Bretanha um milhão e seiscentos mil jovens procuram por emprego. A situação tende a se tornar dramática.

Nos países em desenvolvimento, por enquanto, esse problema é pequeno. Há emprego, e a economia vai bem. Contudo, não por muito tempo. Fiquem todos atentos, uma crise sem precedentes vai se formando, e terá abrangência global. Essa crise pode ser a última, ou talvez a penúltima. Não é hora de fazer dívidas de longo prazo. Se tiver, faça caixa para não se surpreender. É hora do preparo da condição espiritual.

Esse é o momento para acertar as contas com DEUS. Ainda há tempo para a preparação para a crise final, seja do ponto de vista espiritual, seja do ponto de vista econômico. Antes do decreto dominical, como povo de DEUS ainda passaremos por situação de grande perplexidade.

JESUS vem logo! Considere os fatos e as profecias.

Shopping irá monitorar os clientes através do celular

É hora de encarar os fatos. Nós somos apenas dados que precisam ser monitorados para que as grandes lojas possam traçar nossos hábitos de consumo para poderem direcionar melhor as vendas. E mais um exemplo disso vai acorrer na próxima sexta, durante a famosa “Black Friday”.

Dois shoppings nos Estados Unidos irão monitorar toda a movimentação dos visitantes enquanto estiverem no local. Mesmo que os dados coletados sejam anônimos, será possível acompanhar os passos de cada pessoa sem que ela tenha permitido tal controle.

O sistema, chamado de FootPath Technology, funciona através de uma série de antenas posicionadas nas dependências do shopping center que captura o número de identificação único que existe em cada aparelho celular (como se fosse um número IP) e, então, monitora o movimento através de cada loja.

Embora os responsáveis pelo sistema afirmem que é impossível coletar informações pessoais dos aparelhos, como o número do telefone, essa ação está gerando controvérsias. No ano passado mesmo já vimos um caso em que hackers divulgaram uma lista com mais de 100 mil números de identificação e emails de proprietários de iPads 3G.

Aparentemente, a única maneira de não ser monitorado durante as compras é desligando o celular. Ou indo ao concorrente. E você, leitor do Tecmundo, o que faria se isso fosse implantado nas nossas lojas?

Fonte - Tecmundo

Nota DDP: Veja também "O Facebook consegue "espiar" o seu histórico na Net".

Terremoto na Bolívia é sentido em diversas cidades do Brasil

Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram um intenso abalo sísmico que atingiu 6.2 graus de magnitude foi registrado em território boliviano, as 16h48 pelo horário de Brasília.

O violento abalo teve seu hipocentro localizado sob as coordenadas 15.34S e 65.11W, a 533 km de profundidade, a 60 km do sul-Sudoeste de Trinidad. Os primeiros cálculos mostram que a ruptura se deu a 533 km de profundidade.

São Paulo

Observadores do site Painel Global informaram terem sentido o abalo nos bairros do Ipiranga imediações da Av. Paulista e também em algumas regiões do ABC. Na Vila mariana, o sismômetro do Apolo11 registrou o abalo.

Fonte - Apolo11

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Crise Européia

A TV Novo Tempo irá transmitir amanhã, quinta-feira 24, às 22h no Brasil, o programa Especial Crise Européia.

Como o título indica, o assunto é a grave crise que desde há algum tempo assola a Europa, nos seus mais variados âmbitos: financeiro, econômico, político, social, etc..

Veja a seguir o spot do programa.


"É hora de deixar o planeta"

Stephen Hawking acredita que a colonização do espaço é a chave para a sobrevivência da humanidade. Se isso não acontecer, diz ele, será difícil para os habitantes do planeta “evitarem um desastre nos próximos cem anos”.

O renomado astrofísico explora alguns dos avanços mais notáveis ​​da tecnologia na sua nova série de TV britânica-canadense “Admirável Mundo Novo Com Stephen Hawking”, que estreia no próximo sábado, 26, no Discovery HD Mundial. Antes da estreia do programa, Hawking falou sobre suas preocupações mais prementes em uma entrevista com o The Canadian Press, de Cambridge, na Inglaterra, em que declarou que a exploração do espaço é a missão mais urgente para a humanidade.

“Estamos entrando em um período cada vez mais perigoso da nossa história”, disse Hawking, portador da doença de Lou Gehrig, que o deixou quase completamente paralisado e incapaz de falar. “Nossa população e nosso uso dos recursos finitos do planeta Terra estão crescendo exponencialmente, junto com nossa capacidade técnica para mudar o meio-ambiente para o bem ou para o mal. Mas o nosso código genético ainda carrega os instintos egoístas e agressivos que eram vantajosos para a sobrevivência da espécie no passado. Vai ser difícil evitar um desastre nos próximos cem anos. Nossa única chance de sobrevivência a longo prazo não é permanecer à espreita no planeta, mas nos espalhar pelo espaço”.

Hawking disse que é por isso que favorece missões tripuladas ao espaço e incentiva ainda mais estudos sobre como tornar a colonização espacial algo possível.

(...)

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: As pedras clamam. Mais ainda há Esperança.

domingo, 20 de novembro de 2011

ONU quer nova moeda global para substituir o dólar

Em um relatório radical, a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) disse que o sistema monetário e as regras do capital que ligam a economia mundial não estão funcionando corretamente, e foram os grandes responsáveis pela crise econômica. E acrescenta que o sistema atual, em que o dólar funciona como moeda de reserva mundial, deveria ser sujeito a uma reconsideração por atacado.

Embora países como China e Rússia têm sugerido substituir o dólar como moeda de reserva mundial, com o relatório da UNCTAD é a primeira vez que uma grande instituição multinacional tem manifestado tal posição [...]

"Substituir o dólar por uma moeda artificial resolveria alguns dos problemas relacionados ao potencial de grandes déficits dos países, e ajudaria a estabilidade", disse Detlef Kotte, um dos autores do relatório.

"Mas você também vai precisar de um sistema de taxas de câmbio administradas. Os países deveriam manter taxas de câmbios reais (ajustadas pela inflação) estáveis. Os Bancos Centrais teriam de intervir, ou senão, uma instituição multilateral como o FMI lhes diria o que fazer" [...]

The Telegraph

NOTA Minuto Profético: Essa recomendação reduziria a identidade nacional (até mesmo a soberania) dos países e aumentaria a centralização do poder econômico nas mãos da elite ocultista mundial (e por tabela, do Vaticano). Traduzindo: CONTROLE, CONTROLE, CONTROLE... Por que será que as chamadas "instituições multilaterais" ou o próprio Vaticano nunca mencionam a real causa do problema econômico? Só não vê quem não quer...

Espanha e Itália estão muito perto do incumprimento

Economista-chefe do Citigroup diz que se a UE e o BCE não agirem Espanha e Itália podem estar muito perto do incumprimento.

A Europa tem semanas ou dias para evitar um 'default' de Espanha ou de Itália se o BCE não intervir e comprar dívida no mercado secundário, afirmou hoje Willem Buiter, economista chefe do Citigroup.

"O tempo esgota-se rapidamente", assegurou Buiter em declarações à Bloomberg Television. "Penso que temos uns meses - ou mesmo semanas ou dias - antes que tenhamos um risco importante de 'default' desnecessário em países com Espanha ou Itália", afirmou.

"Isso seria uma catástrofe financeira que arrastaria o sistema financeiro europeu e norte-americano com ele. Por isso têm que agir agora" insistiu.

Para Buiter, se não se aumentar o tamanho do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF), o BCE é o único canal para ajudar na zona euro.

"Podem ter que tapar o nariz enquanto o fazem, mas se não o fizerem é o fim da zona euro", disse, recordando que o BCE não pode emprestar dinheiro directamente aos governos ou comprar no mercado primário, explicou que "não há qualquer restrição em comprar qualquer quantidade de dívida soberana em qualquer momento no mercado secundário".

Fonte - Económico.pt

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Os movimentos de Roma

A cada dia que passa cresce a convicção de que a crise que atualmente atinge o mundo, em particular a Europa, não é apenas um momento isolado que logo passará como simplesmente mais um capítulo da História. Não devo ser o único que começa a discernir que podemos estar no limiar de algo grande, no âmbito do desfecho final deste mundo.

Não, não irei raciocinar no sentido de vincular rigorosamente os devaneios económico-financeiros que desde há alguns anos nos afligem a um qualquer cenário profético específico; mas, creio que podemos encontrar enorme cabimento para que esta peça seencaixe no contexto global desse processo que conduzirá, em última instância, às cenas finais da Terra.

Ainda no final da semana passada, o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy foi recebido num audiência oficial pelo Papa Bento XVI. Nada de anormal, tendo em vista que, formalmente, o líder católico também é um chefe de estado. Contudo, é de salientar quesem receio de qualquer eventual acusação de intromissão em assuntos de estados soberanos, a Igreja romana está cada vez mais ativa no apresentar de uma proposta de solução para a dita crise, e é vista com bons olhos pelos mais destacados líderes.

Por isso, o discurso que se tem intensificado desde Roma aponta quase sempre aquestões de ordem política, económica, financeira e social, e não tanto religiosa.

Tranquilamente, e sem deixar marcas indesejáveis, o Vaticano tem vindo a forçar a sua influência junto das mais altas esferas de governação, quer no âmbito nacional e europeu. Está gradualmente a revestir-se de um prestígio que, inquestionavelmente, escapa cada vez mais aos "tradicionais" governantes, tão céleres nos discursos mas ainda maisinconsequentes nas respostas eficazes aos problemas das pessoas.

Aquilo que não tenho dúvida alguma em afirmar é o seguinte: à medida que os problemas se agravam (veja-se os casos da Grécia e da Espanha), as populações irão voltar os seus olhospara quem, desde há muito, profere uma proposta no sentido da justiça social, da igualdade de oportunidades, de melhores condições de vida, especialmente para os mais carenciados, etc. - proposta esta, diga-se, com a qual todos poderemos estar de acordo.

Contudo, e à semelhança de qualquer iniciativa proveniente de um campo político, falta estabelecer-se, pelo menos de forma concreta, quais as contrapartidas exigidas, o que Roma requirirá em troca, ou, no mínimo, aquilo que será apresentado como o método ou mecanismo necessários que garantam a concretização do objetivo pretendido.

Para os mais atentos, basta perceber o que esconde o proclamado propósito ético e moralque Roma tem invocado como fundamental: o retorno a uma prática cristã católica romana, com o devido respeito por toda uma série de normas e princípios que não necessariamente se identifiquem como cristãos, mas que, sem dúvida, encontrarão total acolhimento debaixo da designação católico romanos.

Perceba o que, realmente, se passa nos bastidores do que, de forma visível, está perante os nosso olhos:
"Mas o catolicismo, como sistema não se acha hoje em harmonia com o evangelho de Cristo mais do que em qualquer época passada de sua história. As igrejas protestantes estão em grandes trevas, pois do contrário discerniriam os sinais dos tempos. São de grande alcance os planos e modos de operar da Igreja de Roma. Emprega todo expediente para estender a influência e aumentar o poderio, preparando-se para um conflito feroz e decidido a fim de readquirir o domínio do mundo, restabelecer a perseguição e desfazer tudo que o protestantismo fez. O catolicismo está a ganhar terreno de todos os lados." (Ellen White, O Grande Conflito, p. 566)

"A influência de Roma nos países que uma vez já lhe reconheceram o domínio, está ainda longe de ser destruída. E a profecia prevê uma restauração de seu poder. "Vi uma de suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta." Apoc. 13:3. A aplicação da chaga mortal indica a queda do papado em 1798. Depois disto, diz o profeta: "A sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta."" (idem, p. 579)
Assim, é fácil percebermos o objetivo final de todos os movimentos oriundos do Vaticano. E, é certo, isso será cada vez mais frequente e evidente.

Fonte - O Tempo Final

Ministério da Fazenda espanhol quer reduzir o pagamento em dinheiro vivo

Os Técnicos do Ministério da Fazenda [Espanha] (GESTHA) estimam que a medida proposta pelo candidato socialista, Alfredo Pérez Rubalcaba, de proibir o pagamento em dinheiro vivo de faturas de mais de 3.000 euros para lutar contra a fraude, permitiria diminuir a taxa da economia informal em 5,1 pontos, de 23,3% atual (uma redução em termos percentuais de 21,9%), o que implica uma arrecadação adicional de uns 19,66 milhões de euros anuais [...]

Os Técnicos recordam que os governos da Grécia e da Itália aprovaram recentemente medidas semelhantes para reduzir a elevada economia informal em seus países. Assim, a Grécia proibiu as transações em dinheiro vivo superiores aos 1.500 euros a partir de janeiro de 2011. A Itália, por sua vez, anunciou que vai conter a evasão de impostos generalizada declarando ilegais as transações em dinheiro vivo de mais de 5.000 euros, reduzindo o limite atual de 12.500 euros - as grandes fortunas pediam que o limite fosse de apenas 300 euros. Igualmente, a Assembléia Nacional da França defende a proibição de pagamentos em dinheiro vivo acima de 3.000 euros para as pessoas e acima de 1.100 euros para os comerciantes [...]

Os Técnicos da Fazenda lembram também que na Espanha as notas de 500, o instrumento preferido pelos fraudadores para realizar negócios à margem do Fisco, representam 73,15% do dinheiro total em circulação, mais que o dobro da média da Eurozona (33,54%), e junto com as notas de 200, as notas grandes equivalem a 78,05% do dinheiro total em circulação na Espanha [...]

Fonte: Libre Mercado

NOTA Minuto Profético: Já era esperado que no meio da crise financeira (das outras crises também) surgissem medidas prometendo mais segurança e salvação para o sistema, mas que no fundo contribuíssem para trazer MAIS CONTROLE SOBRE A POPULAÇÃO. As mudanças estão acontecendo rapidamente diante de nossos olhos e o poder opressor da Babilônia logo será sentido, proibindo aqueles que não concordarem com a adoração do sol (guarda do SUN-DAY) de comprar e vender (Ap 13:16 e 17). Quem viver verá...

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Três crises e a supremacia da Babilônia

A Babilônia moderna - o movimento religioso inspirado na antiga religião de mistério da Babilônia - está preparando o mundo para a chegada do anticristo. Em especial, três "crises" estão contribuindo para acelerar esse processo e  para provocar o caos e a desestabilização social da atual ordem mundial e, consequentemente, a implantação de uma "Nova Ordem". Com uma paternidade comum, essas três "crises" foram geradas (ou forjadas) e cresceram lentamente alcançando no estágio atual a sua maioridade - graças também à cumplicidade da mídia. A necessidade de "criar" um inimigo comum é sociologicamente fácil de se entender: O status quo é mantido pela submissão a uma sociedade e a seus valores. A submissão requer uma causa; e uma causa requer um inimigo. E melhor ainda se forem três:

1) Guerra contra o terrorismo: atingiu seu clímax com o 11 de setembro. Segundo o historiador Michael Scheuer que trabalhou para a CIA por vinte anos, "o maior inimigo dos EUA - o islã radical - nunca existiu, nem quando Bin Laden estava vivo nem agora". Os EUA tornaram-se mais tarde alvo de extremistas devido sua política externa expansionista e exploradora.

2) Crise ambiental: batizada de mudanças climáticas ou aquecimento global, atingiu seu clímax em 2007 com a divulgação do relatório da ONU (IPCC). Centenas de cientistas têm questionado a premissa básica desta "crise": que o homem é o culpado pelo aquecimento global.

3) Crise financeira: atingiu seu clímax atualmente com a crise na Europa, depois de ter feito vítimas também nos EUA (2008). Devido a intensidade com que está atingindo alguns países da União Européia, especialistas afirmam que pode provocar um "apocalipse econômico". Da mesma forma que as outras "crises", esta também é manipulada pela elite ocultista mundial (a serviço do Vaticano) - os donos dos grandes bancos centrais do mundo e detentores do poder especulativo do mercado. Note que no Apocalipse eles são chamados de "mercadores da terra" (18:3, 11, 15 e 23).

Essas três crises estão levando o mundo à máxima centralização do poder político-econômico-religioso, exatamente como na Babilônia antiga. Prova disso e também do envolvimento do Vaticano neste objetivo foi a recente defesa do próprio Vaticano de uma "autoridade política global" e um "Banco Central Mundial" para resolver o problema da crise financeira. "Solução" idêntica àquela defendida pela mídia secular (controlada pela elite ocultista). Por que será?

Fonte - Minuto Profético
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