domingo, 22 de janeiro de 2012

"O que se passa em Portugal?"

Desde a terceira semana de janeiro de 2012 estamos recebendo notícias de arrocho legal contra os guardadores do sábado, em Portugal. Estamos em nosso site divulgando desde quase um ano sobre a iminência de uma crise econômica muito forte, a 3ª depressão na economia global. Os países adiantados estão, de forma inédita, em gravíssima crise econômica em tempos de relativa paz. E aos poucos se justificam medidas drásticas para salvar as economias e os empregos. Os sindicatos irão aliar-se nessa luta pela sobrevivência. E o sábado será atacado. Começou em Portugal, um país onde a Inquisição foi forte, assim como na Espanha, Itália e França.

O governo português tomou uma decisão, que tornou legal, com apoio dos sindicatos, que os empresários lá poderão convocar os trabalhadores em 25 sábados ao ano, sem pagamento de hora extra. Agora o sábado é um dia normal de trabalho, como os dias que o antecedem.

Com agirão os que guardam o sábado, nesse país? Deverão começar a viver pela fé. É a sacudidura mais forte iniciando.

Elen G. White explica que haveria 4 estratégias de satanás contra a Igreja Adventista, antes do fim. Estamos explicando isso de forma simplificada, mas podem ler na próxima inserção, a que segue essa, sob o título “Ciladas de satanás” (ver abaixo). Ali entenderão sobre essas quatro estratégias. É preciso ler bem, pois a irmã White não usa esses termos.

As quatro estratégias são:

1ª) mornidão, ou mundanismo: manter a igreja voltada para o mundo, de modo que ela morna e não conclua nunca a pregação do evangelho;

2ª) opressão, caso a igreja se reaviva (o que acontece desde 2009, por iniciativa do Pr Ted Wilson), e inicie a pregação do Alto Clamor (também a igreja já está crescendo na pregação de verdades que incomodam Babilônia), ensine sobre o verdadeiro dia de guarda, virá a opressão, para tornar impossível a santificação do sábado (é isso que está acontecendo em Portugal);

3ª) decreto dominical, caso a opressão não intimide os guardadores do sábado, então vem o decreto dominical;

4ª) decreto de morte, último recurso, o mais radical, contra o povo de DEUS. Essa estratégia antecede a sétima praga, e é um ato de vingança diante da iminente derrota de satanás e seus aliados, mas será sem efeito prático, pois nenhum santo será morto.

É importante que entendamos o que se passa pelo mundo. Mas muito mais importante é o preparo para permanecermos em pé e não sermos sacudidos da igreja em direção ao mundo.

Fonte - Cristo Voltará

Segundo é indicado no rodapé da página, esse capítulo foi publicado originaria-mente no ano 1884, em The Spirit of Prophecy, vol. 4, escrito para a Igreja. Quando Ellen White planejou a apresentação do relato que agora constitui a "Série do Conflito dos Séculos", a qual poderia ser divulgada entre o povo em geral, ela resolveu omitir da edição ampliada de O Grande Conflito, publicada em 1888, alguns trechos escritos es-pecialmente para a Igreja. Ela reconhecia que algumas coisas, que podiam ser ditas apropriadamente para a Igreja, não seriam tão apropriadas para os que não eram mem-bros da Igreja.

Ao se aproximar o povo de Deus dos perigos dos últimos dias, faz Satanás ardo-rosa consulta com seus anjos quanto ao plano de maior êxito no sentido de lhes trans-tornar a fé. Vê que as igrejas populares já estão sendo embaladas para dormir, pelo seu poder enganador. Por meio de agradáveis enganos e mentirosas maravilhas, pode ele continuar a conservá-los sob o seu domínio. Dirige portanto seus anjos para que lancem suas ciladas especialmente para os que aguardam o segundo advento de Cristo e se estão esforçando por observar todos os mandamentos de Deus.

Diz o grande enganador: "Devemos vigiar aqueles que estão chamando a atenção do povo para o sábado de Jeová; eles levarão muitos a ver as exigências da lei de Deus; e a mesma luz que revela o verdadeiro sábado, revela também a missão de Cristo no santuário celestial, e revela que a última obra para a salvação do homem está agora indo avante. Conservai nas trevas a mente do povo até que esta obra termine, e teremos conseguido o mundo e a igreja também.

"O sábado é a grande questão que deve decidir o destino de almas. Devemos exaltar o sábado criado por nós. Temos feito com que ele seja aceito tanto pelos munda-nos como pelos membros da igreja. Deve agora a igreja ser levada a unir-se com o mundo em sua defesa. Devemos trabalhar por meio de sinais e maravilhas para lhes cegar os olhos quanto à verdade, e levá-los a pôr de lado a razão e o temor de Deus e a seguir os costumes e tradições.

"Influenciarei os pastores populares a desviar dos mandamentos de Deus a aten-ção dos ouvintes. Aquilo que as Escrituras declaram ser uma perfeita lei de liberdade, será representado como um jugo de servidão. O povo aceita as explanações das Escritu-ras de seus pastores, e não estuda por si mesmo. Portanto, atuando por meio de seus pastores, posso dominar o povo de acordo com a minha vontade.

"Mas nossa principal preocupação é silenciar esta seita de observadores do sába-do. Devemos despertar contra eles a indignação popular. Alistaremos ao nosso lado grandes homens e homens sábios segundo o mundo, e induziremos aos que estão em autoridade a executar os nossos propósitos. Então o sábado que eu estabeleci será força-do pelas leis mais severas e obrigatórias. Os que as desrespeitarem, serão tocados das cidades e vilas e levados a passar fome e privação. Uma vez que tenhamos o poder, mostraremos o que podemos fazer com os que não se desviam de sua fidelidade a Deus. Levamos a igreja romana a infligir prisão, tortura e a morte àqueles que recusavam seguir aos seus decretos; e agora que estamos pondo as igrejas protestantes e o mundo em harmonia com esse braço direito de nossa força, finalmente termos uma lei para exter-minar a todos os que não se submeterem à nossa autoridade. Quando se fizer da morte a penalidade da violação do nosso sábado, então muitos dos que agora estão nas fileiras dos observadores dos mandamentos, passarão para o nosso lado.

"Mas antes de adotarmos estas medidas extremas, devemos exercer toda a nossa sabedoria e sutileza para enganar os que honram o verdadeiro sábado e engodá-los. Po-demos separar muitos de Cristo, pela mundanidade, luxúria e orgulho. Podem julgar-se salvos porque crêem na verdade, mas a condescendência com o apetite, as paixões mais baixas que confundirão o juízo e destruirão o discernimento, causar-lhes-ão a queda.

"Ide, fazei com que os donos de terras e de dinheiro se embriaguem com os cui-dados desta vida. Apresentai o mundo diante deles em sua mais atraente luz, que acu-mulem o seu tesouro aqui, e fixem sua atenção sobre as coisas terrenas. Devemos fazer o máximo para evitar que os que trabalham na causa de Deus obtenham meios para usar contra nós. Conservai o dinheiro em nossas próprias fileiras. Quanto mais dinheiro obti-verem, tanto mais prejudicarão nosso reino tirando de nós os nossos súditos. Fazei com que se preocupem mais com o dinheiro do que com a edificação do reino de Cristo e a disseminação das verdades que odiamos, e não precisamos temer-lhes a influência, pois sabemos que toda a pessoa egoísta e cobiçosa cairá em nosso poder, e finalmente se separará do povo de Deus.

"Por meio daqueles que têm uma forma de piedade, mas não lhe conhecem o poder, podemos ganhar muitos que de outra maneira nos causariam grande mal. Os mais amantes dos prazeres do que amantes de Deus, serão os nossos mais eficientes auxiliares. Os que pertencem a essa classe, forem mais aptos e inteligentes, servirão de chamariz para atrair outros para as nossas ciladas. Muitos não lhes temerão a influência, porque professam a mesma fé. Levá-los-emos então a concluir que as reivindicações de Cristo são menos estritas do que uma vez creram, e que pela conformação com o mundo exercerão maior influência sobre os mundanos. Assim se separarão de Cristo; então não terão forças para resistir ao nosso poder, e dentro de pouco tempo estarão prontos para ridicularizar o seu antigo zelo e devoção.

"Enquanto não for dado o grande golpe decisivo, devem nossos esforços contra os observadores dos mandamentos ser incansáveis. Devemos estar presentes em todos os seus ajuntamentos. Especialmente em suas grandes reuniões, nossa causa muito sofrerá, e devemos exercer grande vigilância, e empregar todas as nossas artes sedutoras para evi-tar que as almas ouçam a verdade e por ela sejam impressionadas.

"Terei no terreno, como meus agentes, homens que mantenham falsas doutrinas misturadas com justamente suficiente verdade para enganar almas. Também terei pre-sentes pessoas incrédulas, que expressarão dúvidas quanto às mensagens de advertência do Senhor à Sua igreja. Lesse o povo e cresse essas admoestações, e pouca esperança poderíamos ter de vencê-los. Mas se pudermos desviar-lhes a atenção dessas advertên-cias, permanecerão ignorando nosso poder e sagacidade, e finalmente os ganharemos para as nossas fileiras. Deus não permitirá que Suas palavras sejam menosprezadas im-punemente. Se pudermos conservar as almas enganadas durante algum tempo, retirar-se-á a misericórdia de Deus, e Ele as abandonará ao nosso completo domínio.

"Temos de causar lutas e divisões. Temos de destruir a ansiedade deles por sua própria alma e levá-los à crítica, aos juízos temerários, acusando e condenando-se uns aos outros, a idolatrar o egoísmo e a inimizade. Por causa destes pecados, Deus baniu-nos de Sua presença; e todos quantos seguirem o nosso exemplo terão sorte idêntica."

(Testemunhos para ministros e obreiros evangélicos, cap. 66 no CD, p. 472 a 475).

Todos Devem Representar a Cristo

“Todos os que assim falsamente representam a Cristo estão imprimindo um molde errado à obra; pois encorajam os que com eles estão ligados a fazerem o mesmo. Por amor de sua alma, por amor àqueles que correm o risco de sua in-fluência, devem eles resignar sua posição; pois no Céu aparecerá o registro de que o praticante do mal tem em suas vestes o sangue de muitas pessoas. Ele fez com que alguns ficassem exasperados, de tal modo que abandonaram a fé; alguns se têm imbuído dos seus próprios atributos satânicos, sendo impossível avaliar o dano a eles causado. Somente aqueles que manifestam que seu coração está sendo santificado pela verdade devem ser mantidos em posições de confiança na obra do Senhor” (Testemunhos para ministros e obreiros evangélicos, 262, grifos acrescentados)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Santificação do domingo: tem base bíblica?



Palestrante:
Prof. Sikberto Marks

Declaração dos bispos da COMECE defende o domingo

Em sua declaração sobre a economia social de mercado, publicada em 12 de janeiro, os bispos da COMECE clamam pela proteção dos domingos sem trabalho na União Européia:

"Hoje, nossa tarefa é proteger-nos de um cenário onde o mercado e sua lógica interna conseguem invadir todas as áreas da vida e as mantêm cativas. Existem necessidades comuns e qualitativas que não podem ser satisfeitas pelo mercado, particularmente em relação à a família. É por isso que é a tarefa do governo fornecer a garantia de tempo livre de comércio e espaços de convivência onde as pessoas podem buscar formas para atender a essas necessidades. É necessário que a atividade do mercado seja restrita em feriados oficiais e domingos, porque nesses dias, por razões nacionais, culturais ou religiosas, paz, tranquilidade e tempo para recolher os pensamentos têm precedência sobre as atividades econômicas."

Fonte - European Sunday Alliance

Nota DDP: A igreja de roma iniciou o ano focada nas prioridades de BXVI anunciadas no início de seu pontificado, quais sejam, o domingo e o ecumenismo. Movimentações na Europa e nos EUA neste sentido demonstram que o ano promete ser recheado de novidades nesses temas.

Discurso de Bento XVI aos bispos dos EUA

Audiência com a presidência da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, Sala do Consistório, Palácio Apostólico Vaticano, 19 de janeiro de 2012

"Queridos irmãos bispos,

Saúdo todos vós com afeto fraterno e rezo para que esta peregrinação de renovação espiritual e comunhão profunda confirme-vos na fé e compromisso com a sua tarefa como pastores da Igreja nos Estados Unidos da América.

Como vocês sabem, é minha intenção, no decorrer deste ano, refletir convosco sobre alguns dos desafios espirituais e culturais da nova evangelização. Um dos aspectos mais memoráveis da minha Visita Pastoral para os Estados Unidos foi a oportunidade que me proporcionou de refletir sobre a experiência histórica da América de liberdade religiosa e, especificamente, a relação entre religião e cultura.

No centro de cada cultura, seja percebida ou não, está um consenso sobre a natureza da realidade e do bem moral, e, portanto, sobre as condições para o florescimento humano.

Nos Estados Unidos, este consenso, consagrado nos documentos de fundação de sua nação, foi fundamentado em uma visão de mundo moldada não só pela fé, mas num compromisso com certos princípios éticos decorrentes da natureza e da natureza de Deus.

Hoje, este consenso erodiu significativamente em face de novas e poderosas correntes culturais que não são apenas diretamente opostas aos ensinamentos morais da tradição judaico-cristã, mas cada vez mais hostil ao cristianismo como tal.

Por sua parte, a Igreja nos Estados Unidos é chamada, em tempo e fora de temporada, a proclamar um Evangelho que não só propõe verdades morais imutáveis, mas as propõe com precisão como a chave para a felicidade humana e social prosperidade (cf. Gaudium et Spes , 10).

Na medida em que algumas tendências culturais atuais contêm elementos que poderiam diminuir a proclamação destas verdades, se contraindo-as dentro dos limites de uma racionalidade meramente científica, ou suprimi-las em nome do poder político ou governo da maioria, elas representam uma ameaça não apenas a fé cristã, mas também para a própria humanidade e à verdade mais profunda sobre o nosso ser e vocação suprema, nossa relação com Deus.

Quando uma cultura tenta suprimir a dimensão do último mistério, e fecha as portas para a verdade transcendente, ela inevitavelmente torna-se empobrecida e sucumbida, como o falecido Papa João Paulo II viu tão claramente, para leituras reducionistas e totalitária da pessoa humana e a natureza da sociedade.

Com sua longa tradição de respeito pela justa relação entre fé e razão, a Igreja tem um papel fundamental a desempenhar na luta contra as correntes culturais que, com base em um individualismo extremo, procuram promover noções de liberdade separadas da verdade moral.

Nossa tradição não fala de fé cega, mas de uma perspectiva racional que liga o nosso compromisso de construir uma sociedade autenticamente justa, humana e próspera para a nossa garantia definitiva de que o cosmos é dotado de uma lógica interna acessível ao raciocínio humano.

A defesa da Igreja de um raciocínio moral baseada na lei natural é fundamentada em sua convicção de que esta lei não é uma ameaça à nossa liberdade, mas sim uma "linguagem" que nos permite compreender a nós mesmos e a verdade do nosso ser, e assim moldar um mundo mais justo e humano. Ela propõe, assim, o seu ensinamento moral como umamensagem não de restrição, mas de libertação, e como base para a construção de um futuro seguro.

O testemunho da Igreja, então, é de sua natureza pública: ela procura convencer, propondo argumentos racionais na esfera pública. A separação legítima da Igreja e do Estado não podem ser tomadas para significar que a Igreja deve estar em silêncio sobre certas questões, nem que o Estado pode optar por não se envolver ou não escutar as vozes dos fiéis comprometidos em determinar os valores que irão moldar o futuro da nação.

À luz destas considerações, é imperativo que toda a comunidade católica nos Estados Unidos venha a compreender as graves ameaças ao testemunho moral público da Igreja apresentado por uma laicidade radical que encontra expressão crescente nas esferas política e cultural.

gravidade dessas ameaças deve ser claramente apreciada em todos os níveis da vida eclesial. Particularmente preocupantes são certas tentativas feitas para limitar uma das liberdades mais queridas dos americanos, a liberdade de religião.

Muitos de vocês têm apontado que esforços concentrados foram feitos para negar o direito de objeção de consciência por parte de indivíduos e instituições católicas em matéria de cooperação nas práticas intrinsecamente más. Outros falaram-me de uma preocupante tendência para reduzir a liberdade religiosa à simples liberdade de culto sem garantias de respeito pela liberdade de consciência.

Aqui, mais uma vez, vemos a necessidade de leigos casados, articulados e bem formados com um forte senso crítico de uma cultura dominante e com coragem para contrariar um secularismo redutor que deslegitima a participação da Igreja no debate público sobre as questões que estão determinando o futuro da sociedade americana.

A preparação de líderes leigos comprometidos e a apresentação de uma articulação convincente da visão cristã do homem e da sociedade permanecem uma das tarefas primárias da Igreja em seu país, como componentes essenciais da nova evangelização, estas preocupações devem moldar a visão e os objetivos dos programas catequéticos e em todos os níveis.

A este respeito, gostaria de mencionar, com apreço seus esforços para manter contatos com os católicos comprometidos na vida política e para ajudá-los a entender sua pessoal responsabilidade a fim de oferecer o testemunho público de sua fé, especialmente com relação a grandes questões morais do nosso tempo: o respeito ao dom divino da vida, a protecção da dignidade humana e a promoção dos autênticos direitos humanos.

Como o Conselho tomou conhecimento, e desejei reinteirar durante minha Visita Pastoral, o respeito à justa autonomia da esfera secular também deve levar em consideração a verdade de que "não há nenhuma esfera dos assuntos mundanos que pode ser separado do Criador e seu domínio "(Gaudium et Spes, 36).

Não se pode duvidar que quanto mais consistente foi o testemunho por parte dos católicos e mais profundas forem suas convicções, maior poderá ser a contribuição para a renovação da sociedade como um todo.

Queridos Irmãos Bispos, em breves considerações, eu quis tocar sobre algumas das questões prementes que vocês enfrentam em seu serviço ao Evangelho e sua importância para a evangelização da cultura americana.

Ninguém que olha estas questões de forma realista pode ignorar as dificuldades genuínas que a Igreja encontra no momento presente. No entanto, na fé podemos ter ao coração uma crescente conscientização da necessidade de preservar uma ordem civil claramente enraizada na tradição judaico-cristã, bem como da promessa oferecida por uma nova geração de católicos cuja experiência e convicções terão um papel decisivo ao renovar a presença da Igreja e do testemunho na sociedade americana.

A esperança que esses "sinais dos tempos" nos dá é que esta é uma razão para renovar nossos esforços em mobilizar os recursos intelectuais e morais de toda a comunidade católica a serviço da evangelização da cultura americana e da construção da civilização do amor.

Com grande afeto, recomendo todos vocês, e do rebanho confiado aos vossos cuidados, à intervenção de Maria, Mãe da Esperança, e cordialmente concedo a minha Bênção Apostólica como penhor de graça e paz em Jesus Cristo nosso Senhor."

Fonte: Canção Nova (negritos de O Tempo Final)


Nota DDP: Indo direito ao ponto de interesse deste espaço, emerge do texto de forma muito clara a preocupação com a manutenção da lei natural (leia-se mandamentos pela cosmovisão romana) nos EUA, o que deve ser alcançado inclusive pela atuação dos agentes políticos comprometidos com a igreja.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Reforma trabalhista em Portugal reforça o descanso dominical

O acordo que será assinado hoje [18] entre o Governo, os patrões e a UGT estabelece a eliminação do descanso compensatório por trabalho suplementar. Ou seja, trabalhar a um sábado passará a traduzir-se apenas num acréscimo de remuneração, que não acumula com um dia de descanso.

A medida consta da versão final do "Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego" e terá "carácter imperativo". Isto é, os patrões deixarão de ter a opção de escolher entre as duas formas de compensação. Na prática, isto significa que os empregados poderão ser chamados a trabalhar seis dias por semana, até um máximo de 25 vezes no ano. (Diário de Notícias)

"Com os bancos de horas agora aprovados vai ser possível trabalhar até 25 sábados por ano. Se um ano tem apenas 52 sábados e se contarmos com os sábados das férias concluímos que o descanso ao domingo é o único dia que fica garantido", disse à Lusa o secretário geral da CGTP, Carvalho da Silva. (Diário de Notícias).

O governo de Portugal e sindicatos fecharam nesta terça-feira (17) a um acordo sobre um pacote de reformas trabalhistas sob os termos de um plano de resgate econômico patrocinado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia (UE).

Para obter o apoio da União Geral de Trabalhadores (UGT), uma das maiores centrais sindicais, o governo derrubou uma de suas principais propostas: o aumento de oito para oito horas e meia da jornada de trabalho.

Entre outras medidas, o acordo encurta o período de férias de 25 para 22 dias por ano e elimina quatro feriados nacionais, dois religiosos e dois civis. Além disso, flexibiliza a maneira como as empresas administram as horas extras dos funcionários. Também aumentou de 200 para 250 o limite de horas extras quando a negociação é feita por convenção coletiva.

Houve também alteração nas regras da indenização por demissões e do auxílio-desemprego. Já está em vigor desde novembro uma lei que diminuiu o valor das indenizações de 30 para 20 dias por ano trabalhado, com teto de 12 salários.

O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho celebrou o acordo, dizendo que “temos hoje uma importante coligação social” em Portugal. Ele agradeceu “a todos aqueles que saem da sua zona de conforto” e encontraram “a abertura necessária” para o acordo. Já o sindicalista Arménio Carlos, da CGTP, disse que o acordo é um “retorno ao feudalismo” que aumentará a a desigualdade e a pobreza” no país.

Portugal é um dos países mais afetados pela crise da dívida na Europa e vem adotando medidas de austeridade para receber um socorro de € 78 bilhões. (Valor Econômico)

NOTA Minuto Profético: "Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo".Eventos Finais, p. 116.

O tempo de angústia mencionado no texto acima é o de Daniel 12:1. Portanto, a atual crise econômica e todas as "reformas trabalhistas" queforem surgindo ao redor do mundo daqui para frente também evidenciam que a crise final está às portas...

Nota DDP: As reformas não param em Portugal e até mesmo na França, como assinalado pelo Minuto Profético. Veja  "Crise faz Europa reformar as suas leis trabalhistas". Destaque:

Após Portugal, agora é a vez de Espanha, França e Itália impulsionarem por profunda flexibilização do mercado do trabalho, alegando que isso é essencial para evitar ainda mais desemprego em meio à deterioração econômica.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Trabalhar seis dias por semana

"O acordo que será assinado hoje entre o Governo, os patrões e a UGT estabelece a eliminação do descanso compensatório por trabalho suplementar. Ou seja, trabalhar a um sábadopassará a traduzir-se apenas num acréscimo de remuneração, que não acumula com um dia de descanso.

A medida consta da versão final do "Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego" e terá "carácter imperativo". Isto é, os patrões deixarão de ter a opção de escolher entre as duas formas de compensação.

Na prática, isto significa que os empregados poderão ser chamados a trabalhar seis dias por semana, até um máximo de 25 vezes no ano."

Fonte: Diário de Notícias

Nota O Tempo Final: Releia este excerto do último parágrafo: "chamados a trabalhar seis dias por semana". E para não deixar dúvidas, o artigo refere qual será esse sexto dia...

Embora falemos do pequeno âmbito do mercado de trabalho português, não deixa de ser, no mínimo, um ante-aviso para o que aí virá...

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Índia cria maior e mais avançado banco de identidades do mundo

Lançado em 2010, o sistema de identidade única (UID) promete ajudar os mais pobres e servir de modelo para outros países

Para um país que não cumpre os seus desafios mais básicos, como alimentar seus famintos, investir em saneamento básico e construir estradas, parece incrível que a Índia tenha construído tão rapidamente o maior e mais avançado banco biométrico de identidades pessoais do mundo. Lançado em 2010, sobre a supervisão de um genial ex-magnata, Nandan Nilekani, a “identidade única” (UID) é um esquema para a implantação de um sistema confiável com números de identidades que não podem ser copiados, baseados em dados biométricos e outras informações.

Qualquer residente que queira uma identidade biométrica pode ser um voluntário. O sistema combina o trabalho dos governos federal e estadual, além de uma série de outras empresas parceiras – de onde vem, em grande parte, a tecnologia para capturar e processar os dados dos indivíduos. De acordo com o deputado Nilekani, o objetivo é ajudar a Índia em sua investida para melhorar serviços públicos após a maior e mais rápida expansão de serviços sociais da história do país, na última década: “É um sistema essencialmente para a melhoria dos serviços públicos”, disse o deputado.

A ideia tinha tudo para ser uma receita para um projeto atolado em atrasos, brigas internas, construção de impérios e resultados desastrosos. O UID parecia ter metas ambiciosas. Um ano atrás, alguns milhões estavam inscritos e cerca de 1 milhão de números de identidades tinham sido emitidos. Avisos sobre a tecnologia frágil, processamento de dados sobrecarregado e centros com custos cada vez maiores, sugeriam um progresso lento.

Semana passada, o UID atingiu o número de 110 milhões de identidades emitidas. As inscrições – que precedem os números emitidos por alguns meses – deve chegar a 200 milhões em algumas semanas. Nilekani, mostra entusiasmado em seu laptop os dados do sistema. De acordo com o deputado, 20 milhões de pessoas devem assinar o registro a cada mês, e a expectativa é chegar a 400 milhões até o final do ano.

O resultado é surpreendente. Para um governo que tem concluído quase nada desde a sua reeleição em maio de 2009, o esquema está emergindo como um exemplo de progresso real. Em 2014, a provável data da próxima eleição geral, mais da metade de toda a população indiana deve ter se cadastrado no UID. Se o bem-estar também começar a fluir, as consequências para os eleitores podem ser profundas.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Impressiona o caráter voluntário com que as pessoas estão sendo "carimbadas". Há um mote considerável (ajudar os menos favorecidos) e a pretensão de servir de modelo. Em pouco tempo, pela própria iniciativa do cidadão comum, repita-se, será viável não se poder "comprar ou vender", sem que se esteja alinhado ao sistema vigente.

Cristãos têm de deixar de competir entre si

Lisboa, 16 jan 2012 (Ecclesia) – As Igrejas têm de deixar de competir entre si e podem precisar de reformar a sua estrutura interna para acabarem com as separações, recomenda o guião da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos deste ano.

“A unidade, pela qual oramos, não é simplesmente uma noção ‘confortável’ de amizade e cooperação. Ela exige a disposição de renunciar à competição entre nós”, refere o caderno enviado à Agência ECCLESIA.

A edição portuguesa do documento, publicada pela Igreja Católica e pelo Conselho Português das Igrejas Cristãs (Copic), indica que a união “pode exigir a renovação de formas da vida eclesial”, perspetiva “emocionante” mas que pode levar “medo” às comunidades.

A Semana de Oração, que decorre de quarta-feira até 25 de janeiro, é dedicada ao tema “Todos seremos transformados pela vitórias de nosso Senhor Jesus Cristo”, frase apoiada na carta bíblica de São Paulo aos Coríntios.

O guião foi originalmente concebido pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, organismo católico sediado no Vaticano, e pelo Conselho Mundial de Igrejas, a partir do trabalho de um grupo ecuménico polaco que se baseou na experiência de “alegria e adversidade” dos cristãos daquele país do leste europeu.

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Fonte - Ecclesia

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Os sinais cósmicos mencionados em Mateus 24:29 ainda estão para se cumprir?

O texto bíblico declara que a segunda vinda de Cristo seria precedida por um grande terremoto, bem como por sinais cósmicos no Sol, na Lua e nas estrelas (ver Jl 2:31; Mt 24:29; Mc 13:24, 25; Lc 21:25; Ap 6:12, 13). Os adventistas creem que estes sinais se cumpriram respectivamente com o terremoto de Lisboa, no dia 1º de novembro de 1755; o escurecimento do Sol e a Lua em cor de sangue, em 19 de maio de 1780; e a queda das estrelas, na noite de 13 de novembro de 1833. Mas pelos menos três argumentos básicos têm sido usados contra tais identificações.

Um dos argumentos é que esses acontecimentos não passariam de fenômenos naturais, reincidentes e explicáveis cientificamente, que não poderiam ser considerados cumprimentos proféticos. Devemos reconhecer, no entanto, que esses fenômenos são “sinais” (Lc 21:25) mais importantes pelo seu significado do que pela sua própria natureza. Além disso, em várias outras ocasiões Deus usou meios naturais com propósitos espirituais. Por exemplo, o dilúvio envolveu água e uma arca (Gn 6-8); e entre as pragas do Egito haviam rãs, piolhos, moscas, pestes, úlceras, saraiva, gafanhotos e trevas (Êx 7-12). De modo semelhante, os sinais cósmicos, mesmo podendo ser explicados cientificamente, apontavam para importantes realidades espirituais.

Outro argumento usado contra as identificações acima mencionadas é que elas já estão demasiadamente distantes da segunda vinda de Cristo para ainda ser consideradas sinais desse evento. Mas Cristo deixou claro que esses sinais deveriam ocorrer “logo em seguida à tribulação daqueles dias” (Mt 24:29), ou seja, próximo ao término dos 1.260 anos de supremacia papal (Dn 7:25). Apocalipse 6:12-14 esclarece que a sequência terremoto>sol>lua>estrelas ocorreria no contexto da abertura do sexto selo, e não do sétimo selo, que é a segunda vinda de Cristo. William H. Shea, em seu artigo “A marcha dos sinais”, Ministério, maio-junho de 1999, p. 12-13, identifica a seguinte sequência profética: (1) o grande terremoto de 1755; (2) o dia escuro de 1780; (3) o juízo sobre a besta em 1798; (4) a queda das estrelas em 1833; e (5) o início do juízo investigativo pré-advento em 1844. Assim como o grande terremoto e o dia escuro precederam o juízo sobre a besta, a queda das estrelas antecedeu o início do juízo investigativo.

Um terceiro argumento contra tais identificações é que o terremoto de Lisboa em 1755 não foi o mais intenso abalo sísmico já registrado. Independentemente de sua intensidade, o terremoto de Lisboa foi o mais significativo, em temos proféticos. Como prenúncio do término dos 1.260 anos de supremacia papal, o terremoto ocorreu em um domingo, Dia de Todos os Santos, quando os devotos católicos estavam reunidos em suas igrejas, e nenhum dos supostos santos os conseguiu proteger. Otto Friedrich, em sua obra O fim do mundo (Rio de Janeiro: Record, 2000), p. 227-271, afirma que alguns padres e freiras anteviram em sonhos e visões que Lisboa seria destruída.

A posição tradicional adventista é confirmada em Nisto Cremos: as 28 Crenças Fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia, 8ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008), p. 417-419; e Tratado de Teología Adventista del Séptimo Día (Buenos Aires: Asociación Casa Editora Sudamericana, 2009), p. 1015-1017. Ellen G. White, em O Grande Conflito, p. 636-637, reconhece que, por ocasião da segunda vinda de Cristo, “o Sol aparecerá resplandecendo” à meia-noite e um “grande terremoto” abalará a Terra (Ap 16:18). Mas na mesma obra (p. 304-308, 333-334), a Sra. White assegura que os sinais cósmicos mencionados especificamente pelo profeta Joel (Jl 2:31), por Cristo (Mt 24:29; Mc 13:24, 25; Lc 21:25) e pelo apóstolo João (Ap 6:12, 13) se cumpriram respectivamente em 1755, 1780 e 1833. Portanto, a Igreja Adventista do Sétimo Dia aceita os eventos ocorridos nessas datas como sendo os sinais preditos em Mateus 24:29.

Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista do Ancião (outubro – dezembro de 2010).

Fonte - Sétimo Dia

domingo, 15 de janeiro de 2012

"Como folhas de outono..." #27

Jovem Pastor, natural de Recife/PE, filho de Pastor, formou-se em Teologia em 2007 no Unasp/EC e, inclusive já foi apresentador do Programa Código Aberto da TV Novo Tempo.

Também Jornalista e Compositor, o Pr. Delmar Reis iniciou seu ministério na Igreja Central de Campinas e encontra-se atualmente à frente do Distrito de Matão/SP.

Nesta programação, realizada na Igreja Adventista do Sétimo Dia de Moema/SP, dirige as meditações dentro do tema "Cartas para Deus".

01) - 11/07/23 - Um simples pedido
02) - 11/07/24 - Lições de uma festa
03) - 11/07/25 - Encontro secreto
04) - 11/07/26 - Quando a esperança acaba
05) - 11/07/27 - O menos favorecido
06) - 11/07/28 - Onde mora o perigo
07) - 11/07/29 - Enquanto ele não vem
08) - 11/07/30 - Ele orou por você

Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor.

Soli Deo Gloria

Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

Outras programações:
Séries "Como folhas de outono..."
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