terça-feira, 3 de abril de 2012

Os perigos dos uniformes escolares ‘dedo-duro’

Quanto mais isso crescer, menos privacidade teremos e não saberemos quem ou quantos terão acesso a estes dados e ficaremos potencialmente robotizados.

Notícias informam sobre a experiência que vai ser realizada em Vitória da Conquista, na Bahia (316 mil habitantes), que vai colocar um chip para fiscalizar se os alunos entraram na escola ou não. Vamos tentar olhar um pouco além da mera frequência às aulas.

Basicamente, tenho boa vontade. Acredito que quase todas as inciativas tomadas por políticos e administradores são bem intencionadas e são, em princípio, defensáveis em e por si. A porca torce o rabo, entretanto, é quando começamos a pensar em todas as implicações de cada uma dessas “boas” inciativas individualmente. Claro que o mundo está melhor graças à ciência e à tecnologia, mas raramente vamos além disso para examinar as implicações e consequências não antecipadas delas.

Para começar, o chip controlará a presença na escola, mas, rapidinho, algum burocrata vai começar a propor a instalação do chip em shoppings, campos de esporte e, a custo barato e muito cedo teremos mais um big brother fiscalizando-nos o tempo todo.

Li em algum lugar que, em 10 minutos de caminhada, em Nova York passamos por uma média de 16 câmeras que controlam o trânsito de pedestres e de veículos. Em boa parte dos casos não as vemos e o que os olhos não veem o coração não sente. Só que as câmeras lá estão e não sabemos quem está na outra ponta, nem com que intenções. Nossos telefones celulares já fornecem nossos roteiros a inúmeros burocratas sem face, desde os bem intencionados aos mal intencionados. O que nos leva à separação entre boas e más intenções.

Não tenho nenhuma dúvida que os tribunais da inquisição acreditavam que tinham as melhores intenções (mandar os hereges para o céu), bem como os oficiais nazistas que exterminaram milhões, judeus e muitos outros, cujas preferências, hábitos ou crenças não lhes agradavam. Quando tomamos conhecimento do que ocorreu na inquisição e durante o nazismo, ficamos horrorizados. Mas, as intenções, segundo seus autores, eram sempre apresentadas como sendo as “melhores.”

Hannah Arendt, cientista social judia, cobriu o julgamento de Eichmann. O livro chama-se Eichmann em Jerusalém. Mas, o que nos conta o horror da história é o subtítulo: A banalidade do mal. Eichmann não era louco, não era cruel, nem era doente. Era apenas um burocrata que foi encarregado de matar judeus e fê-lo com a maior eficiência que conseguiu porque “essa era sua tarefa.” Como ele, milhões de outros burocratas cumprem suas tarefas violando nossa privacidade sempre em busca de um bem maior, ou apenas porque essa é a sua tarefa. Acham que não lhes cabe julgar a ética ou a correção das suas tarefas. Fazem isso automaticamente. Piores são os que acham que estão fazendo o bem.

A inteligência artificial já nos informa que sensores são capazes de medir a direção de nossos olhos quando fitamos a tela de um computador. Se ele estiver ligado na internet, muitas outras pessoas estarão lendo ou adivinhando nossos pensamentos. Não está satisfeito, desligue a câmera que fica acima do seu visor. A má notícia: não adianta. Os sensores que vêm seus olhos e pensamentos estarão distribuídos por toda a tela de seu computador. Se quiser uma visão do que já fazem com os dados que coletam de nossas andanças pelo ciberespaço, uma boa leitura é o livro Numerati, de autoria de Stephen Baker (Editora ARX). Ele nos conta quantas coisas bons matemáticos competentes passam a saber a nosso respeito, apenas analisando números de nossos passeios pela Internet.

Agora vamos às consequências mais graves. Tudo isso, que já existe hoje, virou tão comum que nos acostumamos e consideramos tudo normal. A meninada de Vitória da Conquista, acabará se acostumando com os chips e daqui a pouco eles serão estendidos para outras cidades e as gerações que serão controladas desta maneira crescerão com a noção que todos esses controles (que podemos chamar também de espionagem) são coisas normais e inofensivas…até que alguém resolva fazer usos escusos (a rima é acidental). Quanto mais isso crescer, menos privacidade teremos e não saberemos quem ou quantos terão acesso a estes dados e ficaremos potencialmente robotizados.

Para um libertário antiquado como eu isso é assustador. Para as novas gerações isso será normal. As estatísticas dizem que não devo sobreviver para ver tudo isso, mas minha imaginação, quiçá fantasiosa, vê coisas muito assustadoras. Vamos tomar cuidado com as consequências não antecipadas dos burocratas que, como Eichmann, estão simplesmente cumprindo suas funções. Legisladores, fazedores de normas e burocratas quase nunca têm que conviver com as consequências de suas decisões. O que estamos perdendo, todos os dias, é o sagrado direito de sermos deixados em paz. Apesar de, no geral, ser um otimista racional, assusto-me muito com isso.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Sugiro também o vídeo abaixo: "Câmera de segurança é capaz de buscar 36 milhões de rostos por segundo". Realmente, também "minha imaginação, quiçá fantasiosa, vê coisas muito assustadoras", mas o final é repleto de esperança.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Agora é o tempo - compartilhe com o mundo

Autor: Pr. Ted Wilson, presidente da Conferência Geral ASD

No sábado, 24 de março, tive o grande privilégio de trabalhar lado a lado com nossos irmãos e irmãs do Brasil, entregando livros A Grande Esperança (O Grande Conflito – versão resumida) ao caloroso e amável povo da cidade de São Paulo.

Esse evento especial foi antecedido por semanas de planejamento cuidadoso. Os livros foram encomendados, a cidade dividida por regiões e o treinamento realizado. Quando o dia chegou, todos sabiam o que fazer. Os resultados foram surpreendentes. Pela graça de Deus, em apenas um dia, foram distribuídos aproximadamente 26 milhões de livros A Grande Esperança em toda a América do Sul – três milhões só em São Paulo.

Isso, porém, é apenas o começo. Nos últimos dois anos os membros da Igreja na Divisão Sul-Americana se comprometeram a distribuir cerca de 70 milhões desse poderoso livro em todo o continente. E já estão vendo grandes resultados.

Certo sábado à tarde, na cidade de Juiz de Fora, MG, um senhor batista recebeu um livro A Grande Esperança. No domingo à noite, ele já havia lido todo o livro, visitado a Igreja Adventista do Sétimo Dia mais próxima e pedido ao pastor para ser batizado! Imagine o que teria acontecido se ninguém tivesse dado o livro a ele.

Um Livro Singular

A distribuição do livro A Grande Esperança pela Divisão Sul-Americana é um excelente exemplo das várias Divisões do mundo que estão planejando, ou já começaram a distribuir O Grande Conflito em sua versão clássica ou abreviada. O inimigo não queria que Ellen White escrevesse O Grande Conflito, e a tentou matar enquanto estava no processo de escrevê-lo. Porém, pelo poder de Deus ela perseverou e declarou que esse livro, entre todos os outros, é o que ela gostaria que fosse mais divulgado.

Qual o motivo? Porque O Grande Conflito descreve o progresso e a vitória da obra de Deus desde o início da Igreja cristã, passando por nosso tempo e indo até os últimos dias que antecedem a vinda de Cristo. É claro que o inimigo não quer que as pessoas sejam alertadas para o modo como ele trabalha ou que fiquem cientes da importância da Palavra de Deus como fonte de vida. O Grande Conflito demonstra claramente os esforços diabólicos de Satanás para desviar nossa atenção da Palavra de Deus e da preciosa mensagem de salvação que Cristo oferece a todos.

Esse livro tem sido fonte de incontáveis experiências de conversão e essa é uma das razões mais importantes por que precisamos distribuí-lo. Esse é também um dos principais motivos de o inimigo não querer que aconteça.

Feiticeiro Convertido

Até feiticeiros aceitaram a Jesus Cristo como seu Salvador após lerem O Grande Conflito. Há alguns anos, um evangelista adventista do sétimo dia foi a uma pequena cidade na encosta de uma colina, no nordeste da Índia, para apresentar a mensagem de Cristo ao povo ali. O feiticeiro local ficou furioso e repetidamente ameaçou de morte o pastor adventista, que visitava esse homem e orava por ele.

Entretanto, após cinco meses, o feiticeiro ficou gravemente doente. O evangelista foi visitá-lo e explicou que em sua vida havia uma batalha entre os anjos de Cristo e os anjos maus, e deixou o livro O Grande Conflito com ele. Uma semana depois o evangelista voltou e descobriu que o feiticeiro havia não apenas lido o livro, mas mudado seu estilo de vida. Ele recebeu o evangelista com um sorriso e o convidou para uma refeição. Eles oraram juntos e, em um mês, o homem começou a se desfazer de todos os seus objetos de feitiçaria. O evangelista, então, voltou regularmente e estudou a Bíblia com esse querido homem e sua família. Como resultado, todos foram batizados na Igreja Adventista do Sétimo Dia. Quando os habitantes da vila vêm em busca de cura, o ex-feiticeiro compartilha com eles as verdades que aprendeu lendo O Grande Conflito, e lhes conta que aceitou a Jesus como seu Salvador.

Minha firme convicção é que haverá milhares de pessoas que se tornarão fieis adventistas do sétimo dia por meio do Projeto O Grande Conflito e pelo contato com membros dedicados da Igreja.

Forte Apoio de Leigos

As Divisões em todo o mundo estão apoiando esse projeto, a maioria de forma bem dinâmica. A IASD se comprometeu a distribuir cerca de 175 milhões de livros em várias versões do O Grande Conflito durante 2012 e 2013. Essa é uma obra do Espírito Santo! Esse projeto chamou a atenção e o entusiasmo dos membros das igrejas locais, que estão promovendo o livro massivamente.

Na Nigéria, doze membros leigos decidiram imprimir O Grande Conflito em quantidade suficiente para atingir dez por cento da população, com um alvo de 16,7 milhões de livros. Esse projeto foi uma maravilhosa surpresa para a Divisão Centro-Oeste Africana, que havia estabelecido o alvo de doze milhões de livros para o seu território.

Um empresário da Indonésia se ofereceu para imprimir meio milhão de cópias da versão clássica de O Grande Conflito no idioma indonésio (ao custo de 1,5 milhões de dólares), e desafiou outros empresários a financiar mais livros. Seu desafio foi imediatamente aceito por outro casal leigo que concordou em imprimir um adicional de vinte mil livros para serem distribuídos naquele país.

Nos Estados Unidos, uma igreja de 40 membros em Konnarock, Virgínia, está impactando fortemente a sua área. Embora a maioria dos membros tenha baixa renda, está apoiando fielmente o projeto. Associada a outras duas igrejas adventistas em Wytheville e Marion, distribuíram até agora cerca de 48 mil livros, e esperam alcançar todo estado de Oeste Virgínia.

Quando a Catástrofe se Torna Oportunidade

No Peru, durante uma entrevista ao vivo na televisão nacional, uma família adventista teve a oportunidade especial de distribuir O Grande Conflito diante de milhões de espectadores. No dia 13 de janeiro, a família Paredes estava a bordo do navio Costa Concórdia quando este encalhou.

A família se jogou na água gelada para salvar a vida e, esperou quase quarenta minutos para ser resgatada. O pai disse que sua família só conseguiu permanecer calma em meio à crise, devido à esperança que têm em Jesus e em Sua promessa de vida eterna. Ao final da entrevista, Paredes usou a oportunidade para falar sobre O Grande Conflito e explicou “que os Adventistas do Sétimo Dia oferecem esse livro como presente para as pessoas que querem aprender mais sobre Deus e Seu amor por nós”.

Os livros contêm informações de contato para solicitar a edição completa, assim como cursos bíblicos e outros materiais.

Uma Oportunidade para Todos

Quero dar uma palavra especial de estímulo para aqueles que gostariam de fazer parte desse projeto, mas não sabem como.

Primeiro, consiga alguns livros O Grande Conflito (A Grande Esperança, Brasil) e tenha-os perto de você no carro ou em casa. Deixe um exemplar em sua pasta, bolsa ou outro lugar de fácil acesso. Segundo, ore sinceramente: “Senhor, Tu disseste a Ellen White que esse livro deveria ser distribuído mais do que qualquer outro livro. Sou uma extensão dessa vontade, mas não sei a quem oferecer. Que nas próximas 24 horas, eu tenha a oportunidade de ajudar alguém a receber esse livro. Não sei quem ou como – um membro da minha família? Um vizinho? Dá-me a oportunidade e mostra-me a quem deva doar.”

Creia, então, que o Senhor vai lhe conceder a oportunidade. Quando você doar, faça com o maior amor e carinho por essa pessoa, como jamais teve. O Senhor criará a oportunidade; esse é o Seu trabalho. Ele é responsável por abrir as portas, mas vamos ficar bem atentos para enxergarmos que a porta está aberta.

Resultados Fenomenais

Enquanto as pessoas de todo o mundo, em todas as divisões, saem para distribuir esses livros, pedimos que você ore para que o Espírito Santo bloqueie qualquer esforço por parte do inimigo para impedir as pessoas que receberem de lê-lo. O Grande Conflito relata a notável intervenção da mão de Deus para proteger Sua Igreja ao longo dos séculos, e os leitores não conseguem permanecer apáticos à abordagem incrível e pró-ativa de Deus em relação a nós, e ao triunfo final como resultado dessa verdade.

Os resultados desse projeto, por meio da bênção direta de Deus, serão fenomenais. Vivemos num período crítico pouco antes dos eventos finais que o próprio livro descreve, eventos que estão fundamentados nas profecias de Daniel e Apocalipse. Como é importante que espalhemos essa mensagem, e que nós mesmos creiamos nela. Jesus logo voltará.

Publicado no número de abril 2012 da Adventist World

(Via @OTempoFinal)

Os EUA estão agora na matrix da lei marcial

Obama deu para si mesmo poderes ditatoriais. “Essa é uma aspiração que está no coração de todos os coletivistas desde tempos imemoráveis”, observa William Norman Grigg. Na imprensa brasileira, silêncio total a respeito.

WASHINGTON, D.C., EUA, 28 de março de 2012 (LifeSiteNews.com) — Uma ordem executiva pouco notada decretada neste mês permitirá que o governo dos EUA se apodere de todos os recursos nacionais (inclusive comida), aliste civis nas forças armadas ou trabalho escravo, controle todos os meios de comunicação e racione os serviços de saúde “para promover a defesa nacional”. O Congresso poderá receber informações sobre as ações do governo, mas não tem nenhum poder para alterá-las. A ordem executiva do presidente Obama completa a “matrix de lei marcial” que entrega todos os recursos nacionais ao governo central de Washington, um proeminente escritor disse para LifeSiteNews.com.

Barack Obama decretou a ordem executiva, “National Defense Resources Preparedness” (Prontidão dos Recursos de Defesa Nacional), em 16 de março.

Jim Garrison do [jornal esquerdista] The Huffington Post resumiu suas cláusulas:

* O ministro da Defesa tem poder sobre todos os recursos de água;
* O ministro do Comércio tem poder sobre todos os serviços e infraestruturas materiais, inclusive materiais de construção;
* O ministro dos Transportes tem poder sobre todas as formas de transporte civil;
* O ministro da Agricultura tem poder sobre recursos e infraestruturas de alimentos, recursos e usinas de gado e a distribuição nacional de equipamento agrícola.
* O ministro da Saúde tem poder sobre todos os recursos de saúde;
* O ministro das Energias tem poder sobre todas as formas de energia.

Cada poder tem todas as suas partes componentes. Por exemplo, “Os transportes civis incluem movimento de pessoas e propriedade mediante todos os meios de transportes interestaduais e intraestaduais, ou comércio estrangeiro dentro dos Estados Unidos, seus territórios e possessões, e o Distrito de Colúmbia, e locais públicos de armazenamento relacionados, portos, serviços, equipamento e infraestrutura”. Semelhantemente, “recursos de alimentos” significam mercadorias e produtos (simples, misturados ou compostos), ou complementos para tais mercadorias e produtos, que podem ser ingeridos por seres humanos ou animais”.

“Da perspectiva da Constituição, esses são poderes inteiramente ilegítimos”, o escritor e editor William Norman Grigg disse para LifeSiteNews.com. “Não há nem mesmo um indício ou sussurro de legitimidade aí”.

Você está lidando com alguém que claramente não vê a presidência como suscetível a nenhum limite, legal ou constitucional”, disse ele.

Grigg, que é editor-geral da revista Republic Magazine, disse: “O que é especialmente preocupante é que ele não está mostrando nenhum arrependimento por exercer todos os poderes que eram reivindicados por seus antecessores e acrescentando a essas leis poderes presidenciais extra-constitucionais”.

Esses vastos novos poderes podem ser invocados “em tempos de paz e em tempos de emergência nacional”, sempre que forem “considerados necessários ou apropriados para promover a defesa nacional”. O presidente é quem decidirá quando essas circunstâncias se aplicam.

O Congresso seria informado, mediante um resumo, acerca das ações das agências governamentais — anualmente —, mas não poderia alterar as leis.

Os defensores do presidente, inclusive alguns republicanos, dizem que a ordem executiva só atualiza a Lei de Produção de Defesa de 1950 e a Ordem Executiva 12919 de Bill Clinton, escrita em 1994. A principal diferença é que a nova ordem transfere funções da FEMA para o Departamento de Segurança Nacional.

Ed Morrissey do Hot Air escreveu: “Barack Obama pode ser arrogante, e a escolha do tempo do anúncio desse decreto pode ter parecido estranha, mas isso não é motivo algum para nos preocuparmos”.

Mas Grigg diz que a mudança de uma emergência de tempo de guerra para tempo de paz em si já é preocupante. “Quando estamos lidando com engenharia semântica que tem uma sintonia aguçada, isso parece muito como evidência de más intenções”, disse ele. “Eles jogaram fora a ideia de que precisa haver um acontecimento razoável que provocasse uma emergência nacional que seja importante”.

A dependência de ordens executivas anteriores também preocupa Grigg. “Obama tem (…) falado sobre as supostas virtudes do controle governamental sobre a população civil inteira dos EUA dentro do modelo militar”, disse ele. “Essa situação nos leva de volta a Bernard Baruch”, presidente da Diretoria das Indústrias Nacionais de Guerra no governo do presidente Woodrow Wilson durante a 1ª Guerra Mundial. Ele escreveu em 1918: “Estamos vivendo hoje num Estado altamente organizado de socialismo [nos EUA]. O Estado é tudo; o individuo é importante apenas enquanto contribui para o bem-estar do Estado”.

“Essa é uma aspiração que está no coração de todos os coletivistas desde tempos imemoráveis”, Grigg disse para LifeSiteNews.com.

Alguns que apóiam a ordem executiva estão preocupados porque ela se apóia numa lei de 62 anos atrás. Doug Mataconis, que acredita que a ordem executiva não é motivo para preocupação, escreveu: “O fato de que o presidente dos Estados Unidos está ainda exercendo autoridade garantida durante a Guerra da Coreia e no auge da Guerra Fria é ainda outro reflexo de como o poder, quando é usurpado pela presidência imperial, nunca é entregue”.

Os defensores do presidente em ambos os partidos dizem que a ordem é meramente um cenário na pior das situações no acontecimento de um ataque nuclear ou um desastre catastrófico que incapacitaria o fluxo normal da vida diária. Esse controle absoluto permitiria que o governo federal mantivesse a ordem.

“Não há realmente nenhum argumento estratégico ou tático que se possa fazer em favor de ditadura vindo da presidência como estratégia para administrar uma emergência”, disse Grigg.

“O problema aqui é a suposição de que o melhor meio de lidar com esse tipo de tragédia é centralizar o poder e assim dar um alvo conveniente para nossos inimigos. Num sentido estratégico, não faz nenhum sentido”.

Pelo contrário, o trabalho de neutralizar e localizar um governo [não centralizado] tornaria difícil que um inimigo abalasse completamente a vida nacional.

“O mesmo governo que mostrou os ‘benefícios’ dos tóxicos trailers da FEMA para os sobreviventes do Furacão Katrina agora tem a ‘humildade’ de mostrar mais coisas”, disse ele.

Contudo, a maior perda é a perda da liberdade, dizem eles. Chuck Norris escreveu: “promulgar essa lei marcial mesmo durante um tempo de paz é um abuso e descontrole sem precedentes do poder de um presidente… Os fundadores dos EUA nunca teriam permitido tal coisa, e nós não deveríamos permiti-la”.

Alguns dizem que é duplamente verdade sob o atual presidente. “Com suas ações ele tem mostrado uma disposição que dá para se descrever como ditatorial”, Grigg disse para LifeSiteNews.com. “É o caso de um homem que se deparou com a oportunidade perfeita. O homem e a oportunidade criaram essa arquitetura institucional de ditadura presidencial. Agora o ditador quer ficar no poder por um muito tempo”.

Fonte - Mídia Sem Máscara

Governo britânico quer apertar vigilância na Internet

O Ministério britânico do Interior confirmou, neste domingo, que está a preparar legislação com vista à monitorização em tempo real de toda a actividade online no Reino Unido – o que inclui emails, navegação em sites, blogues e redes sociais, e documentos. O combate ao crime e ao terrorismo está a tornar-se em invasão de privacidade, denunciam os críticos da proposta.

Os órgãos de comunicação ingleses dizem que a nova lei deve ser anunciada a 9 de Maio, no discurso da Rainha, e que prevê um aperto da vigilância na Internet mas não só. O Governo de David Cameron quer ainda que os serviços de informação possam aceder a chamadas telefónicas, no momento em que estão a ocorrer, sem a necessidade de um mandado judicial.

“É vital que a polícia e os serviços de segurança sejam capazes de obter dados de comunicações em certas circunstâncias, para investigar crimes sérios e [actos de] terrorismo, e para proteger as pessoas”, disse um porta-voz do Ministério do Interior, citado pela BBC, acrescentando que é necessário assegurar que as autoridades continuam a ter acesso a essa informação à medida que as tecnologias mudam.

“Conforme está estabelecido na Análise de Defesa Estratégica e de Segurança, vamos legislar, assim que o calendário do Parlamento o permita, para garantir que a utilização de dados de comunicação é compatível com a abordagem do Governo às liberdades civis”, afirmou ainda.

O problema com este tipo de legislação é que é mesmo vista como um ataque à privacidade. Nem sequer seria necessário esperar pelas reacções a esta proposta dos conservadores para conhecer o entendimento que os britânicos têm desta matéria. É que ainda em 2009 os trabalhistas, então no Governo, tentaram aprovar legislação idêntica, mas foram obrigados a deixá-la cair, dada a oposição com que a proposta foi recebida. E essa oposição não foi apenas política e popular. Foi também empresarial, veiculada pelas operadoras de Internet e telefone, devido à dificuldade e ao custo de implementação de um sistema funcional.

Os conservadores criticaram a proposta na altura e continuam a fazê-lo agora, que estão no poder. É o caso do deputado David Davis, que a considera “uma extensão desnecessária da capacidade do Estado para bisbilhotar as pessoas comuns”. O que se estão a propor fazer não é focarem-se nos terroristas ou nos criminosos, mas nos emails, chamadas telefónicas e acesso à rede de toda a gente”, disse à BBC.

O que preocupa este deputado é ainda o facto de o Governo preparar-se para propor que esta “monitorização”, como lhe chamam, seja feita dispensando qualquer mandado judicial. Algo que não é possível actualmente. “Não se deveria ultrapassar isso numa sociedade decente e civilizada, mas é o que está a ser proposto.”

“Isto é mais ambicioso do que qualquer outra coisa que tenha sido feita antes. É um passo muito drástico numa democracia”, disse o director da Liberty, Shami Chakrabarti. O principal responsável de outra organização de defesa dos direitos humanos, a Big Brother Watch, foi mais longe e disse tratar-se de “um passo sem precedentes, que levará o Reino Unido a adoptar o mesmo tipo de vigilância que se encontra na China e no Irão”.

Isto é um ataque absoluto à privacidade online e está longe de ser claro que vá realmente melhorar a segurança pública, ao mesmo tempo que acrescenta custos significativos para empresas de Internet”, sublinhou ainda Nick Pickle.

Fonte - Público

quinta-feira, 29 de março de 2012

Cristãos a favor dos judeus

Anos atrás, o Living Word Christian Center (Centro Cristão da Palavra Viva), uma igreja evangélica de Minneapolis realizou sua primeira “noite de homenagem a Israel”, para que – nas palavras de Tim Burt, um pastor ligado à igreja – cristãos “demonstrassem seu amor e apoio a Israel e o povo judeu”.

Mas três líderes judeus locais foram até ele e perguntaram o que havia por trás daquele evento. “Eles tiveram muita dificuldade em acreditar que não havia outra motivação por trás disso, além do amor por Israel”, explicou Burt.

Na última semana, Burt e um grupo de 130 evangélicos de Minnesota e do Texas passaram uma noite muito especial com o primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu. “Obrigado por defender Israel,” disse o primeiro-ministro às 800 pessoas que haviam se reunido em Jerusalém para a conferência deste ano dos Cristãos Unidos por Israel (CUFI, na sigla em inglês), uma associação evangélica norte-americana pró-Israel.

Há seis anos, o CUFI estava sendo criado. Hoje, com um milhão de membros, é de longe o maior grupo de defesa pró-Israel nos Estados Unidos. Existem agora 50 milhões de cristãos evangélicos nos Estados Unidos, muitos deles também fortemente pró-Israel. Em uma pesquisa do Pew Research Center, publicada no início deste mês, 40% dos evangélicos brancos afirmaram que os Estados Unidos “não dão apoio suficiente” a Israel (apenas 17% dos protestantes tradicionais brancos e 14% dos católicos concordaram).

Mas todo o apoio é bem-vindo? Embora Netanyahu tenha abraçado o apoio de grupos cristãos sem muito alarde, nem todos os israelenses são tão otimistas. Alguns questionam os motivos religiosos dos membros do CUFI – “Quando é que começarão com o proselitismo?” – ou estão preocupados com suas políticas, especialmente sua resistência para assumir um compromisso a respeito do conflito israelense-palestino.

É verdade que John Hagee, fundador e líder do CUFI, não é um homem de nuances. Quatro anos atrás, ele afirmou que Hitler era um “caçador” enviado por Deus para perseguir os judeus da Europa e “mandá-los de volta para a terra de Israel”. Esta declaração fez com que John McCain, então candidato à presidência, rejeitasse o apoio de Hagee. Com base em sua leitura das escrituras, Hagee se opõe a uma solução de dois Estados. Ele não quer que Israel abra mão da Terra Santa pela paz.

Hagee diz que apoia Israel. Mas ele poderia também apoiar um governo de esquerda israelense? Para isso, sua resposta é sempre: Israel está livre para tomar suas próprias decisões. Caso se veja em desacordo com as políticas do país, ele afirma que encontrará outras maneiras de expressar seu apoio. Doando a hospitais ou comunidades carentes em Israel, por exemplo.

Alguns continuam céticos e dizem que há um preço a ser pago pela associação com os evangélicos. Yossi Sarid, um comentarista de esquerda israelense e ex-líder do partido Meretz, escreveu, no ano passado, que Hagee, Glenn Beck e “seu enxame” são “antissemitas, que não são sequer conscientes do seu antissemitismo e a extensão de sua feiura”.

Os fundadores da CUFI parecem inabaláveis. “Depois de dois mil anos de antissemitismo cristão, é muito difícil para os judeus acreditarem que os cristãos subitamente abraçaram o filossemitismo de uma forma honesta e sincera”, diz David Brog, diretor executivo do CUFI. “E se eles mudaram, o que impede então que mudem de volta?”

Essa é uma boa pergunta, e a obstinação do CUFI diante da suspeita constante pode ser a melhor resposta a ele. Se Hagee ama tanto assim os judeus, talvez eles devessem encontrar uma maneira de amá-lo de volta.

Fonte: New York Times

Tradução: Opinião e Notícia

NOTA Minuto Profético:
A maneira como os protestantes em geral estão apoiando Israel tem uma explicação - a interpretação distorcida das profecias escatológicas do AT. Enquanto um pequeno número de protestantes ainda mantém a interpretação historicista da Reforma (que vê o cumprimento das profecias escatológicas do AT sobre Israel em Cristo e por extensão em Sua Igreja) a maioria dos protestantes (seduzidos pelas armadilhas teológicas dos jesuítas) abraçaram o Dispensacionalismo (que vê o cumprimento das profecias escatológicas do AT sobre Israel no Estado literal de Israel). Para esses, apoiar fortemente Israel é uma questão de provar seu próprio ponto de vista. Sem esse apoio que os protestantes estão oferecendo a Israel, o Vaticano jamais alcançaria seu objetivo de jogar os muçulmanos contra os judeus e protestantes, para enfraquecer ambos os lados e reassumir a supremacia mundial outrora perdida.

O advento da ditadura secreta

Escrito por Olavo de Carvalho | 28 Março 2012

Obama deu a si mesmo poderes ditatoriais em momentos calculados para desviar as atenções e frustrar a divulgação. A precaução acabou por se revelar desnecessária: jornais e canais de TV, levando a solicitude até o último limite, não publicaram praticamente nada a respeito.

Escolados pelo precedente do Foro de São Paulo, cuja existência lhes foi ocultada durante dezesseis anos pela mídia soi disant respeitável, alguns leitores brasileiros talvez não se sintam tão espantados ao ver que o New York Times, o Washington Post, a CNN e demais organizações jornalísticas de maior prestígio nos EUA, mesmo depois do pito que levaram do Pravda, continuam sonegando ao público qualquer notícia sobre os documentos forjados de Barack Hussein Obama.

Nos dois casos, a recusa de cumprir a mais primária obrigação do jornalismo pode se explicar, de início, pela reação automática de ceticismo ante condutas que, de tão perversas, maliciosas e abjetas, parecem inverossímeis.

Quem poderia acreditar, assim sem mais nem menos, que a esquerda, desmoralizada e aparentemente moribunda após a queda da URSS, estava preparando um retorno triunfal na América Latina por meio de um acordo secreto entre organizações legais e criminosas, planejado para controlar, pelas costas do eleitorado, a política de todo um continente? Quem poderia engolir, na primeira colherada, a hipótese de que um bandidinho com identidade falsa, subsidiado por bandidões, ludibriou a espécie humana praticamente inteira e, da noite para o dia, saiu do nada para se tornar presidente da nação mais poderosa do mundo?

É mesmo difícil. Mas quando nem mesmo o acúmulo incessante de provas inquestionáveis demove do seu silêncio os profissionais que são pagos para falar, então é impossível evitar a suspeita de que o engodo não foi tramado só por políticos, mas também pelos donos de jornais, revistas e canais de TV, secundados pelo proletariado intelectual das redações.

No entanto, como qualquer pessoa com mais de quinze anos tem a obrigação de saber, não há nada que esteja tão ruim que não possa piorar. Após ocultar a maior fraude política de todos os tempos, a mídia americana passou a esconder até decretos oficiais do governo Obama, que assim são impostos a uma população desprovida do elementar direito de saber que eles existem.

Os leitores mais velhos devem se lembrar de que a nossa ditadura militar inventou, um belo dia, um treco chamado "decreto secreto", que entraria em vigor sem precisar ser publicado. Inventou-o mas, que eu saiba, não teve a cara-de-pau de chegar a usá-lo. Pois bem, graças às empresas de comunicações de Nova York e também de Washington, essa deformidade jurídica inigualável está em pleno uso na mais velha e – até recentemente – mais estável democracia do mundo.

Quando o amor fanático da classe jornalística a um político se coloca acima da Constituição, das leis, da segurança nacional e de todas as regras básicas da moralidade, não há como explicar isso pela mera preferência espontânea dos profissionais de imprensa, por mais obamistas que eles comprovadamente sejam.

Alguns jornalistas chegaram a queixar-se ao chefe da Comissão Arpaio, Michael Zullo, de que haviam recebido ameaças diretas do governo para que nada publicassem das investigações. Artigos a respeito foram misteriosamente retirados até de sites conservadores como www.townhall.com, e uma entrevista marcada com Jerome Corsi, o incansável investigador da fraude documental, foi suspensa na Fox News por ordem explícita da diretoria. Com toda a evidência, o bloqueio vem de muito alto, envolvendo tanto funcionários do governo quanto potentados da mídia.

Quando se conhece, porém, o conteúdo dos decretos ocultados, vê-se que a coisa é infinitamente mais grave do que o simples boicote organizado do direito à informação.

Em 31 de dezembro, quando o povo estava distraído festejando o Ano Novo, Obama assinou o Defense Authorization Act, que lhe dava, simplesmente, o direito de mandar matar ou de prender por tempo indefinido, sem processo nem habeas corpus, qualquer cidadão americano.

No crepúsculo da sexta-feira, 16 de março, veio uma ordem executiva (o equivalente da nossa "medida provisória", com a diferença de que não é provisória) que confere ao presidente os poderes necessários para estatizar, a qualquer momento e sem indenização, todos os recursos energéticos do país, incluindo as empresas de petróleo, mais a indústria de alimentos, e ainda para instituir quando bem deseje, sem autorização do Congresso, o recrutamento militar obrigatório.

Em suma: o homem deu a si mesmo poderes ditatoriais, e nas duas ocasiões fez isso em momentos calculados para desviar as atenções e frustrar a divulgação. A precaução acabou por se revelar desnecessária: jornais e canais de TV, levando a solicitude até o último limite, não publicaram praticamente nada a respeito, de modo que, com exceção daqueles que já voltaram as costas à mídia elegante e preferem informar-se pela internet, os americanos, tendo adormecido numa democracia, acordaram numa ditadura sem ter ideia do que havia acontecido (v. os comentários de Dick Morris em http://www.dickmorris.com/obama-assumes-dictatorial-powers/).

Não que esta seja a primeira ditadura a ocultar sua própria existência. O segredo, ensinava René Guénon, é da essência mesma do poder. As diferenças são duas: 1– Pela primeira vez na história do mundo a ditadura secreta é implantada por um ilustre desconhecido cuja identidade permanece secreta, bloqueada a todas as investigações. 2– O episódio evidencia com clareza obscena o fenômeno mundial, a que já aludi muitas vezes, do giro de 180 graus na função da grande mídia, que de veículo de informação se transmutou maciçamente, nas últimas décadas, em órgão de censura e controle governamental da opinião pública.

Fonte - Mídia Sem Máscara

quarta-feira, 28 de março de 2012

Onipresente e invisível

Da noite para o dia, valores e critérios explosivamente revolucionários, hostis aos sentimentos de quase toda a população, passaram a ser apresentados como se fossem a opinião majoritária e obrigatória, o padrão supremo da normalidade.

É evidente que isso não é jornalismo, é um teatro psicológico planejado para produzir mudanças comportamentais.


Da noite para o dia, valores e critérios explosivamente revolucionários, hostis aos sentimentos de quase toda a população, passaram a ser apresentados como se fossem a opinião majoritária e obrigatória, o padrão supremo da normalidade.

É evidente que isso não é jornalismo, é um teatro psicológico planejado para produzir mudanças comportamentais.

Ao ouvir dizer que vive numa "democracia", o cidadão comum imagina que, malgrado algumas tramas urdidas pelos políticos por trás das cortinas, o esquema de poder que domina a sociedade coincide com a estrutura visível das instituições e, em última instância, pode ser controlado mediante a pressão do clamor público ou o exercício do voto.

Algum resíduo oculto, aqui e ali, será mais cedo ou mais tarde revelado pelos bravos jornalistas que destampam as latrinas e vasculham os esgotos, expondo os ladrões e conspiradores à luz do dia para que sofram as penas da lei. Não obstante falhas ocasionais, no conjunto o sistema, aerado pelos bons ventos da liberdade de imprensa, encarna os ideais iluministas da transparência e da racionalidade.

Lamento informar que há pelo menos vinte anos esse sistema cessou de existir. O poder dos governos sobre as populações civis já é praticamente incontrolável, reduzindo cada vez mais a um mero formalismo jurídico a diferença entre democracia e ditadura. Não se trata de nenhuma “teoria da conspiração”. Conspirações existem, mas não são elas que produzem esse estado de coisas. Ao contrário, é ele que torna viável, hoje em dia, a criação de um governo global onipotente, imunizado contra qualquer tentativa de controle popular. O fenômeno resulta da convergência de três fatores:

Primeiro: A complexidade crescente da administração pública, continuamente fortalecida pelos aportes da tecnologia e das ciências sociais, fornece aos governos instrumentos para implantar as medidas que bem desejem sem passar pelo controle legislativo e pelo debate público.

Das decisões fundamentais que alteraram a estrutura de poder no mundo nas últimas duas décadas, diluindo soberanias e transferindo a autoridade dos Estados para organismos internacionais, só uma parte ínfima chegou a ser matéria de discussão parlamentar, e a maioria nem sequer recebeu da mídia cobertura proporcional à vastidão das consequências políticas que produziu.

Segundo: A progressiva concentração dos meios de comunicação nas mãos de reduzido número de grandes grupos econômicos íntimos do poder estatal, associada à tomada das redações por uma nova geração de jornalistas ideologicamente comprometidos, transformou jornais, revistas e canais de TV, de veículos de informação e debate, em agências de engenharia comportamental e controle político.

A censura de notícias inconvenientes, a exclusão das opiniões divergentes, a promoção descarada dos ídolos da esquerda, a militância sistemática em favor dos objetivos propugnados pela revolução globalista tornaram-se quase que normas de redação.

Da noite para o dia, valores e critérios explosivamente revolucionários, hostis aos sentimentos de quase toda a população, passaram a ser apresentados como se fossem a opinião majoritária e obrigatória, o padrão supremo da normalidade. Em todo o Ocidente não há, por exemplo, um só grande jornal ou canal de TV que não trate toda oposição às propostas gayzistas e abortistas como conduta aberrante e criminosa, dando a impressão de que os novos códigos de comportamento que se deseja implantar são consensos universais milenares, só rejeitados por fanáticos e doentes mentais. É evidente que isso não é jornalismo, é um teatro psicológico planejado para produzir mudanças comportamentais. É a engenharia da complacência.

Terceiro: a queda da URSS deixou desorientadas e órfãs as massas militantes por toda parte, liberando um enorme potencial humano que, não sabendo viver sem uma "causa social" que justifique sua existência, foi facilmente remanejado para servir, agora fartamente subsidiado pela elite financeira, sob as novas bandeiras da revolução global.

Foi a vitória completa do fabianismo e do gramscismo sobre as versões mais arcaicas do movimento comunista. Com velocidade impressionante, as militâncias locais foram unificadas, criando, pela primeira vez na História, a possibilidade de mobilizações de massa quase instantâneas em escala mundial – a mais formidável máquina de pressão política e intimidação psicológica que o mundo já conheceu.

Sob o influxo desses três fatores, a velha democracia representativa tornou-se apenas a camuflagem jurídica e publicitária de novos esquemas de poder que a maioria dos cidadãos não compreende e em geral não conhece.

Graças a isso, o avanço da tirania global é hoje tão rápido, tão intenso, que para registrar a sucessão diária dos fatos que o exemplificam, seria preciso um jornal inteiro, não este pobre comentário semanal.

Não se passa um dia sem que se criem novas estruturas de poder, novos meios de controle social, novos instrumentos de manipulação psicológica destinados a ter um impacto brutal, não só na política e na economia, mas na vida privada e na mente de todos os seres humanos colocados sob a sua órbita. E esses fatos se desenrolam, quase todos, à margem da atenção pública, seja porque são produzidos por meios burocráticos discretos, contornando o debate, seja porque não chegam a ser noticiados, seja porque o são de maneira propositadamente deficiente, sumária e eufemística, de modo que somente uma fração mínima e inofensiva da população se dê conta do seu verdadeiro alcance e significado.

O sonho de Antonio Gramsci, o "poder onipresente e invisível", já é uma realidade em todo o mundo ocidental.

Fonte - Mídia Sem Máscara

Nota DDP: A visão do Grande Conflito nunca foi tão atual e é nos bastidores que os movimentos estão se definindo. Infelizmente tem gente esperando que os contornos da última grande crise sejam noticiados no Jornal Nacional...

Suécia quer acabar com cédulas de papel

Conforme matéria da Associated Press, reproduzida no site Yahoo News, a Suécia está abolindo aos poucos o uso de cédulas de dinheiro. De acordo com a publicação, o país foi a primeira nação europeia a introduzir notas como moeda corrente em 1661. Agora, os suecos querem ser pioneiros também na adoção de métodos de pagamentos online.

Na maioria das cidades suecas, os transportes públicos não aceitam mais dinheiro. As passagens são pré-pagas ou adquiridas por meio de mensagens de textos enviadas pelo celular. Uma pequena parcela das empresas, que está em crescimento acelerado, só aceita pagamentos efetuados com cartões de débito e crédito.

Além disso, até mesmo algumas agências bancárias pararam de lidar com notas, focando seus serviços apenas em transações eletrônicas. Qual o resultado desse “boicote” às cédulas? O número de assaltos aos bancos da Suécia caiu de 110 em 2008 para 16 durante o ano de 2011. Os roubos aos serviços de transportes de valores também apresentaram uma redução considerável.

Fonte: TecMundo

NOTA Minuto Profético:
Esse é um passo importante para o estabelecimento da Babilônia mundial. Com o uso exclusivo do dinheiro eletrônico vai ficar muito fácil CONTROLAR a vida da população, inclusive proibindo de comprar e vender aqueles que não se ajustarem à religião de mistério da Babilônia (culto ao sol através da guarda do domingo)... Estamos realmente no fim...

Todos os automóveis brasileiros ganham chip até 2014

Não há como dizer que o trânsito nas principais cidades do país não é um problema. Congestionamentos são apenas o mais visível deles, existe ainda uma grande de gama de falhas no sistema de transporte que representa a falta de segurança no envio de cargas, filas em pedágios e roubos de veículos particulares.

Pensando nisso, o DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito) está começando a colocar em prática o novo SINIAV (Sistema de Identificação Automática de Veículos). Este sistema será responsável por uma série de vantagens para todos aqueles que constituem os tráfegos de veículos das metrópoles brasileiros.

De uma maneira bastante resumida: trata-se de um projeto que irá colocar chips eletrônicos em veículos para que possam ser identificados eletronicamente por antenas dispostas nas cidades. Estas antenas irão enviar os dados para centrais de processamento e verificar a situação do veículo analisado.
...
Novamente recorremos à Resolução do DENATRAN para responder. “Nenhum veículo automotor, elétrico, reboque e semirreboque poderá ser licenciado e transitar pelas vias terrestres abertas à circulação sem estar equipado com a placa eletrônica de que trata esta Resolução”.

Isso significa que todos os carros, motos, carretas para carregamento de barcos, reboques e quaisquer outros que trafeguem por via terrestre (salvo veículos bélicos militares) deverão possuir placas eletrônicas cadastradas nos servidores do SINIAV.
...
Fonte - Tecmundo

Nota DDP: Pouco a pouco vai se tornando absolutamente impossível ao cidadão comum não ter todos os seus passos controlados.

Aquecimento global está se tornando irreversível

O aquecimento global está próximo de se tornar irreversível, o que torna esta década crítica nos esforços para preveni-lo, disseram cientistas nesta segunda-feira, 26. As estimativas científicas diferem, mas é provável que a temperatura mundial suba até 6ºC até 2100, caso as emissões de gases do efeito estufa continuem aumentando de forma descontrolada. Mas, antes disso, haveria um ponto em que os estragos decorrentes do aquecimento – como o degelo das camadas polares e a perda das florestas – se tornariam irrecuperáveis.
Um motivo maior de preocupação para os cientistas é que um novo tratado climático obrigando grandes poluidores como EUA e China a reduzirem suas emissões só deve ser definido até 2015, para entrar em vigor em 2020.

Estamos no limiar de algumas grandes mudanças”, disse Will Steffen, diretor do instituto para a mudança climática da Universidade Nacional Australiana, falando em uma conferência em Londres. “Podemos limitar o aumento das temperaturas a 2ºC, ou cruzar o limite além do qual o sistema passa para um estado bem mais quente.”

No caso das camadas de gelo, cruciais para desacelerar o aquecimento, esse limiar provavelmente já foi ultrapassado, segundo Steffen. A capa de gelo da Antártida ocidental já encolheu na última década, e a região da Groenlândia perde 200 quilômetros cúbicos de cobertura por ano desde a década de 1990.

A maioria dos especialistas prevê também que a Amazônia se tornará mais seca em decorrência do aquecimento. Uma estiagem que tem matado muitas árvores motiva temores de que a floresta também poderia estar perto de um ponto irreversível, a partir do qual deixará de absorver emissões de carbono e passará a contribuir para elas.

No pior cenário, 30 a 63 bilhões de toneladas de carbono por ano seriam liberadas até 2040, ficando entre 232 e 380 bilhões de toneladas por ano até 2100. Isso é um volume bem mais expressivo do que os cerca de 10 bilhões de toneladas de CO2 liberadas por ano pela queima de combustíveis fósseis.

Durante a sessão plenária da Cúpula sobre Segurança Nuclear, em que participam 53 países, em Seul, o primeiro-ministro francês, François Fillon, afirmou nesta terça, 27, que “não se pode abrir mão das vantagens do nuclear”, considerando que o aquecimento global poderá ser mais perigoso do que “qualquer acidente tecnológico”.

“O aquecimento global, que poderá causar danos bem mais graves do que qualquer acidente tecnológico, a escassez de recursos energéticos (..) encorajam-nos a continuar as pesquisas em matéria nuclear”, declarou Fillon aos jornalistas em Seul.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Seja para qual área se incline os olhos, a tônica sempre se direciona para "grandes mudanças". Veja também "2011 foi um dos anos mais quentes da história".
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