O "New York Times" noticiou no sábado um fenômeno que parece ser crescente na Europa: suicídios "devidos à crise econômica" --pessoas que se matam por desespero devido ao desemprego e à falência comercial. Foi uma reportagem de partir o coração. Mas estou certo de que eu não fui o único leitor dela, especialmente entre economistas, a se indagar se o fenômeno mais amplo não dirá respeito não tanto a indivíduos quanto à aparente determinação dos líderes europeus em cometer o suicídio econômico da Europa como um todo.
Poucos meses atrás, eu sentia alguma esperança em relação à Europa. Você talvez se recorde que no final do outono europeu passado a Europa parecia estar à beira do derretimento financeiro, mas que o Banco Central Europeu, o equivalente europeu ao Fed, veio socorrer o continente. Ele ofereceu aos bancos da Europa linhas de crédito sem prazo fixo para terminar, desde que dessem como garantia os títulos de dívida de governos europeus. Isto garantiu apoio direto aos bancos e apoio indireto aos governos, pondo fim ao pânico.
A questão era, então, se essa ação corajosa e efetiva assinalaria o início de uma revisão mais ampla, se os líderes europeus aproveitariam a brecha criada pelo banco para reconsiderar as políticas que tinham levado as coisas àquela situação, em primeiro lugar.
Mas eles não o fizeram. Ao invés disso, reafirmaram suas políticas e ideias falidas. E está ficando cada vez mais difícil acreditar que qualquer coisa os fará mudar de rumo.
Considere a situação atual na Espanha, que hoje está no epicentro da crise. Ignore o discurso sobre recessão: a Espanha se encontra numa depressão plena, com o índice de desemprego geral em 23,6%, comparável ao dos EUA na pior fase da Grande Depressão, e o índice de desemprego entre os jovens passa dos 50%. As coisas não podem continuar assim, e a percepção de que não podem é o que está empurrando os custos de crédito da Espanha cada vez mais para cima.
De certa maneira, não interessa realmente como a Espanha chegou a este ponto. Mas, já que estamos falando nisso, a história espanhola não guarda nenhuma semelhança com as histórias com moral tão apreciadas pelas autoridades europeias, especialmente as da Alemanha. A Espanha não era fiscalmente perdulária: na véspera da crise o país tinha dívida baixa e um superávit orçamentário. Infelizmente, também tinha uma enorme bolha imobiliária, bolha essa possibilitada em parte por enormes empréstimos feitos por bancos alemães a bancos espanhóis. Quando a bolha estourou, a economia espanhola ficou sem recursos. Os problemas fiscais da Espanha são consequência da depressão da Espanha, e não sua causa.
Mesmo assim, a receita que emana de Berlim e Frankfurt é --sim, você adivinhou-- ainda mais austeridade fiscal.
Para falar francamente, isto não é apenas uma insanidade. A Europa já teve vários anos de experiência com programas de austeridade rígidos, e os resultados são exatamente o que os estudantes de história previam que aconteceria: esses programas empurraram economias deprimidas ainda mais para baixo, numa depressão ainda mais profunda. E, pelo fato de os investidores analisarem o estado da economia de um país quando avaliam sua capacidade de saldar dívidas, os programas de austeridade nem sequer têm funcionado para reduzir os custos do crédito.
Qual é a alternativa? Bem, na década de 1930 --uma era que a Europa moderna está começando a reproduzir com fidelidade crescente--, a condição essencial para a recuperação foi o abandono do padrão ouro. A medida equivalente hoje seria o abandono do euro e a restauração das moedas nacionais. Você pode dizer que isso é inconcebível, e, de fato, seria um evento tremendamente perturbador, tanto econômica quanto politicamente. Mas continuar no rumo atual, impondo austeridade cada vez mais intransigente a países que já estão sofrendo desemprego típico da Grande Depressão --isso, sim, é o que é realmente inconcebível.
Assim, se os líderes europeus quisessem realmente salvar o euro, estariam procurando uma saída alternativa. E, na realidade, a forma que tal alternativa assumiria está bastante clara. A Europa precisa de mais políticas monetárias de expansão, sob a forma de uma disposição anunciada da parte do Banco Central Europeu de aceitar uma inflação um pouco mais alta. Ela precisa de mais políticas fiscais de expansão, sob a forma de orçamentos na Alemanha que se contraponham à austeridade na Espanha e outros países em crise na periferia do continente, ao invés de reforçar a austeridade. Mesmo com essas políticas, os países periféricos enfrentariam anos de dificuldades. Mas pelo menos haveria alguma esperança de recuperação.
Mas o que estamos testemunhando na realidade é a inflexibilidade completa. Em março, líderes europeus assinaram um pacto fiscal que, na prática, define a austeridade fiscal como resposta a todos e quaisquer problemas. Enquanto isso, autoridades chaves no banco central estão fazendo questão de destacar a disposição do banco em elevar os juros diante do menor sinal de alta na inflação.
Assim, é difícil evitar um sentimento de desesperança. Ao invés de admitir que estavam errados, os líderes europeus parecem estar determinados a empurrar sua economia --e sociedade-- penhasco abaixo. E o mundo inteiro pagará o preço.
Fonte - Folha
Nota DDP: Uso como comentário ainda outra notícia:
A saída da Grécia da Zona Euro não seria «o fim de uma evolução negativa», mas «o início de uma evolução ainda mais negativa», defendeu esta sexta-feira o presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz.
«Muitos veem o final de uma evolução negativa, para mim [seria] o início de uma evolução ainda mais negativa», disse Martin Schulz, em declarações à rádio alemã, Deutschlandfunk, a partir de Atenas, onde se irá reencontrar com o Presidente grego, Carolos Papoulias.
«Eu não disse que essa opção não existia, mas considero-a muito arriscada», afirmou, ao apontar que, na eventualidade disso suceder, a economia grega entraria em colapso «em dias».
"O Mundo pagará o preço."
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Mais terremotos abalam Japão, Itália e Brasil
Um terremoto de 6,2 graus na escala aberta de Richter sacudiu neste domingo o nordeste do Japão sem que se tenha informado de vítimas nem danos materiais, informou a Agência Meteorológica japonesa, que não emitiu alerta de tsunami. O tremor aconteceu às 16h20 (horário local, 4h20 de Brasília) e teve seu epicentro no Oceano Pacífico frente ao litoral da província de Iwate, uma das assoladas pelo devastador terremoto e tsunami que em março do ano passado causou mais de 19 mil mortos. O terremoto foi sentido sobretudo nas províncias de Iwate e Miyagi, onde em alguns pontos alcançou 3 graus na escala fechada japonesa de 7, que se centra mais nas zonas afetadas que na intensidade do tremor. Além disso, foi sentido com menor intensidade em outras nove províncias, entre elas Hokkaido e Aomori (norte). Oito minutos depois houve nessa mesma região uma réplica de 5,7 graus Richter que afetou principalmente Iwate. O nordeste do Japão foi sacudido no dia 11 de março de 2011 por um terremoto de 9 graus Richter, com epicentro no Pacífico em frente ao litoral de Miyagi, desencadeando um devastador tsunami que, além de milhares de mortos e desaparecidos, causou em Fukushima o pior acidente nuclear desde o de Chernobyl. [Fonte] Um forte terremoto de 5,9 graus de magnitude atingiu a Itália neste domingo, informou a Defesa Civil do país. Segundo as autoridades, pelo menos cinco pessoas morreram e outras 50 estão feridas, após o tremor que afetou a região de Bondeno e Emilia Romagna. [...] Após a réplica de magnitude 4,9 graus na escala Richter que sacudiu o norte da província de Modena às 5h03 (horário local, 0h03 de Brasília) - uma hora depois do terremoto de magnitude 5,9 sentido em todo o nordeste da Itália -, aconteceram desmoronamentos.
Segundo Demetro Egli, responsável de Defesa Civil da região e dos bombeiros, que já estão trabalhando na região, pode haver pessoas presas. Também a igreja de San Felice sul Panaro, na província de Modena, veio abaixo após o terremoto, assegura Defesa Civil.
Na localidade de Mirandola, província de Ferrara, os doentes em estado grave do hospital local foram removidos, assim como os idosos de um asilo, informa a Defesa Civil.
O tremor, que teve seu epicentro a 5 quilômetros a leste da localidade de San Felice sul Panaro, segundo o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia da Itália, foi precedido por outros dois, um de intensidade 4,1 - umas três horas antes do principal - e outro, de 2,2 graus.
Em várias cidades, segundo informa a imprensa local, muitas pessoas saíram para as ruas em pânico ao sentir o tremor, que durou cerca de 20 segundos. Segundo o Serviço de Vigilância Geológica dos Estados Unidos (USGS), o tremor foi registrado a uma profundidade de 10,1 quilômetros.
Os italianos reviveram o terremoto de Abruzos (centro da Itália) que no dia 6 de abril de 2009 teve uma magnitude de 5,8 graus na escala Richter, provocou a morte de 308 pessoas, 1.600 feridos e milhares de deslocados, devastando povoados da região e o centro histórico da cidade de Áquila. [Fonte]
Dois tremores de terra assustaram os moradores de Montes Claros, no Norte de Minas Gerais, neste sábado (19). De acordo com o chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB), Lucas Barros, o mais forte foi registrado às 10h50, com duração de três segundos e intensidade entre 4,0 e 4,5 graus na escala Richter. O segundo tremor foi registrado às 14h. [...]
As imagens de uma câmera do circuito interno de um shopping popular registraram a correria no momento do tremor de terra. Várias pessoas assustadas foram para o meio da rua. De acordo com o Corpo de Bombeiros, foram recebidas mais de 300 ligações desde às 11h, mas não houve registro de feridos.
Os bombeiros de Montes Claros disseram também que houve aproximadamente 40 solicitações para vistorias em edificações que sofreram algum tipo de rachadura. A Universidade Estadual de Montes Claros e o Shopping Popular estão entre elas.
Montes Claros fica a 417 quilômetros de Belo Horizonte. [Fonte]
Fonte - Criacionismo
quarta-feira, 16 de maio de 2012
'Estamos precisados de entrar numa nova ordem mundial'
O ex-Presidente da Assembleia Geral das
Nações Unidas Diogo Freitas do Amaral considerou hoje que está para breve uma nova ordem mundial e defendeu que ela seja construída com base na Declaração Universal dos Direitos Humanos.Ao participar num debate sobre direitos humanos promovido pela Amnistia Internacional e pela Universidade Lusófona, o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros fez um resumo da história da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), aprovada pela ONU em 1948.
Referindo-se à atualidade, admitiu que, "a pretexto da luta contra a crise económica, [o mundo vive] outra vez uma fase baixa, uma fase difícil, quase de parêntesis" na DUDH, mas recordou, citando a história, que "uma vez aprovados, estes textos internacionais acabam por triunfar" quando as circunstâncias permitem "repensar tudo outra vez".
"O meu voto é de que nessa nova ordem mundial, em que não somos capazes de adivinhar como vai ser, a DUDH continue a ser uma peça fundamental porque é na base do respeito da dignidade do homem que se pode passar para um mundo melhor".
Para Freitas do Amaral, "a ordem mundial que resultou do final da II Guerra Mundial, que se corporizou na ONU e na DUDH, está a chegar ao fim ou pelo menos está no fim de um primeiro ciclo".
"O poder soviético desapareceu, está a emergir o poder chinês, os EUA estão a perder força e influência, a Europa está mergulhada numa crise da qual não consegue sair, ou pelo menos até agora não conseguiu e já lá vão três ou quatro anos, e por isso está tudo em causa", exemplificou o fundador do CDS-PP.
Referindo-se ainda ao "perigo nuclear no Irão e na Coreia do Norte", afirmou que o mundo se sente "um pouco impotente para resolver esses grandes problemas".
"Estamos precisados de entrar numa nova ordem mundial e já temos quase todos os elementos necessários para a construir, não vai tardar muito. Quer a Europa resolva a sua crise, quer não; quer o Euro se mantenha, como eu desejo, quer expluda, vamos ter uma nova ordem mundial muito em breve", antecipou.
Fonte - Diário de Notícias (Via @OTempoFinal)
Forças Armadas dos EUA desenvolvem chips espiões para soldados
Governo alega apenas querer benefícios de “saúde” com os nanosensoresAs forças armadas americanas querem implantar nanosensores nos soldados para monitorar sua saúde em futuros campos de batalha e responder imediatamente às suas necessidades, mas especialistas em privacidade alertam que o avanço é apenas mais um passo no caminho que levará à obrigatoriedade de chips para todos os cidadãos.
Nunca será o caso de o governo lhe apontar uma arma e dizer: ‘Você vai usar um chip de rastreamento’”, disse Katherine Albrecht, coautora, junto com Liz McIntyre, de “Spychips” (Chips Espiões), um livro que alerta para a ameaça à privacidade representada pela RFID, ou identificação de radiofrequência.
“Sempre são passos gradativos. Se você colocar em uma pessoa um microchip que não a rastreia... todos dirão, ‘Ah vá’”, disse ela. “Será interessante ver aonde isso vai chegar”.
...
Albrecht disse que a ação é outro passo no caminho de ter chips implantados em todas as pessoas, que poderiam muito bem monitorar a saúde, mas também outras áreas da vida.
Os microchips, diz ela, já são comuns em animais estimação em várias partes do país, e que a sua aceitação tornará mais fácil para exigir o mesmo para pessoas.
Ela afirma que já se esperava que a população confinada, como prisioneiros e tropas, seria a primeira sujeitada à obrigação, o que tornaria mais fácil para o público geral também aceitá-lo.
“É interessante”, disse ela. “Estou surpresa com a apatia dessa geração nova. Eles não enxergam o problema… ‘Por que alguém não iria querer ser rastreado?’”
Mas ela afirma que todos os americanos terão que decidir e dizer não a esses vanços gradativos, ou então quando as autoridades finalmente lançarem a ideia de chips para todos, querendo eles ou não, será tarde demais para decidir.
“A analogia que faço é [a de um trem], e se estou na Califórnia e não quero ir parar em New City, cada parada me leva mais próximo”, afirma. “Em algum momento, terei que descer do trêm”.
Albrecht também ajudou a desenvolver e lançar um novo projeto chamado StartPage, que agora está processando 2 milhões de solicitações de busca por dia.
O benefício da página é a sua privacidade. O site explica que cada vez que uma pessoa utiliza um típico site de busca, como o Google, “os dados da sua busca são armazenados”.
“Eles então armazenam as informações em um enorme banco de dados”, explica.
Como resultado, os empresários americanos e o governo têm acesso a “uma quantidade impressionante de informações sobre você, como seus interesses, circunstâncias familiares, inclinações políticas, condições de saúde e mais”.
...
O WND também noticiou que existem alertas sobre um chip de radiofrequência que permitiria a identificação de indivíduos por agentes do governo simplesmente ao passarem por eles.
A proposta, que recebeu o apoio de Janet Napolitano, diretora do Departamento de Segurança Interna, iria implantar chips de radiofrequência em carteiras de motorista, ou “carteiras de motorista aprimoradas”.
“Carteiras de motorista aprimoradas dão a garantia de que a pessoa portando a carteira seja a sua verdadeira dona, e é menos complicada do que o REAL ID (Documento de Identidade Real)”, disse Napolitano em uma reportagem do Washington Times.
O REAL ID foi um plano para um sistema federal de identificação padronizado por toda a nação que preocupou tanto os governadores que muitos estados adotaram planos formais para impedi-lo. No entanto, um defensor da privacidade disse ao WND que a carteira de motorista aprimorada é muito pior.
O WND também noticiou anteriormente sobre tais chips quando os hospitais os usavam para identificar recém-nascidos, quando uma empresa foi encarregada de implantar dispositivos eletrônicos em imigrantes, quando uma exposição de saúde do governo os demonstrou e quando o Wal-Mart utilizou microchips para rastrear clientes.
Fonte - Mídia Sem Máscara
Nota DDP: Sempre lembrando que a marca da besta NÃO se refere com qualquer tipo de chip, no entanto, tais sistemas eletrônicos certamente serão utilizados para impedir de "comprar e vender" quem não se submeter aos devaneios de satanás.
Mundo vive “estresse hídrico” e nem as grandes economias escapam
Relatório da consultoria Maplecroft mostra que o uso insustentável da água põe em risco negócios, agricultura e populações em países pobres, ricos e emergentes
São Paulo – A equação é de assustar. Embora repleto de rios, mares e oceanos, o planeta Terra tem apenas 3% de água doce disponível para o consumo de cerca de 7 bilhões de pessoas. Abundante em alguns países, escasso em outros, esse recurso natural essencial para a sobrevivência humana é usado intensamente pela agricultura, indústria e em atividades domésticas – só que de forma cada vez mais insustentável.
É o que alerta um novo relatório da consultoria britânica de risco Maplecroft, que avaliou a pressão sobre a demanda de água em mais de 160 países. O resultado precoupa. Economias em crescimento como China e Índia, e até mesmo a maior do mundo, Estados Unidos, são identificadas pela empresa de análise tendo grandes regiões geográficas e setores da economia onde a demanda de água está superando a oferta.
Segundo a Maplecroft, a situação tem o potencial de limitar o crescimento econômico, restringindo atividades empresariais e agrícolas. E à medida que aumenta a insegurança hídrica, cresce também o medo em relação à capacidade de produzir alimentos suficientes para alimentar o mundo.
...
"O bombeamento de águas subterrâneas é uma opção politicamente atraente para aliviar questões de curto prazo de estresse hídrico, mas tem graves consequências a longo prazo", afirma Charlie Beldon, analista da Maplecroft. "As fontes podem secar ou água salgada pode acabar sendo ‘arrastada’ para a oferta, tornando o recurso inútil para o consumo comercial, doméstico e agrícola".
Fonte - Exame
São Paulo – A equação é de assustar. Embora repleto de rios, mares e oceanos, o planeta Terra tem apenas 3% de água doce disponível para o consumo de cerca de 7 bilhões de pessoas. Abundante em alguns países, escasso em outros, esse recurso natural essencial para a sobrevivência humana é usado intensamente pela agricultura, indústria e em atividades domésticas – só que de forma cada vez mais insustentável.
É o que alerta um novo relatório da consultoria britânica de risco Maplecroft, que avaliou a pressão sobre a demanda de água em mais de 160 países. O resultado precoupa. Economias em crescimento como China e Índia, e até mesmo a maior do mundo, Estados Unidos, são identificadas pela empresa de análise tendo grandes regiões geográficas e setores da economia onde a demanda de água está superando a oferta.
Segundo a Maplecroft, a situação tem o potencial de limitar o crescimento econômico, restringindo atividades empresariais e agrícolas. E à medida que aumenta a insegurança hídrica, cresce também o medo em relação à capacidade de produzir alimentos suficientes para alimentar o mundo.
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"O bombeamento de águas subterrâneas é uma opção politicamente atraente para aliviar questões de curto prazo de estresse hídrico, mas tem graves consequências a longo prazo", afirma Charlie Beldon, analista da Maplecroft. "As fontes podem secar ou água salgada pode acabar sendo ‘arrastada’ para a oferta, tornando o recurso inútil para o consumo comercial, doméstico e agrícola".
Fonte - Exame
Vaticano: Papa pede respeito pelo descanso dominical
Bento XVI sublinha necessidade de «equilíbrio» no mundo laboral para ajudar famílias Cidade do Vaticano, 16 mai 2012 (Ecclesia) – Bento XVI apelou hoje no Vaticano ao respeito pelo domingo como “dia de descanso”, pedindo atenção às necessidades das famílias na sua relação com o mundo do trabalho.
O Papa falava perante milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, para a audiência pública desta semana, evocando a celebração, esta terça-feira, do Dia Internacional das Famílias, promovida pela ONU e dedicada este ano ao “equilíbrio entre duas questões estreitamente ligadas: a família e o trabalho”.
“Este último não deveria colocar obstáculos à família, mas, pelo contrário, sustentá-la e uni-la, ajudá-la à abrir-se à vida e a entrar em relação com a sociedade e com a Igreja”, disse.
Bento XVI pediu, neste contexto, que “o domingo, dia do Senhor e Páscoa da semana, seja dia de descanso e ocasião para reforçar os laços familiares”.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Não por mera coincidência, o que evidencia o entrelaçamento do braço religioso com o político, noticia a Radio Vaticano que a "ONU pede condições de trabalho favoráveis às famílias", de onde se pode destacar:
"Evocando o tema do próximo Encontro Mundial das Famílias, “A família, o trabalho e a festa”, Ban destaca a necessidade do equilíbrio trabalho-família, ou seja, de ajudar os trabalhadores a sustentaram financeira e emocionalmente suas famílias, contribuindo, ao mesmo tempo, com o desenvolvimento sócio-econômico."
Mais do que isso, pode ainda ser aproveitado no contexto, o severo quadro de crise econômica vivido pela Europa, trazendo para o debate político e religioso, também o vetor econômico, como a mesma Radio Vaticano noticia em "Caritas preocupada com a situação na Europa".
Ainda sobre o destaque do representante da ONU sobre “A família, o trabalho e a festa” lembramos as considerações de BXVI sobre o evento programado para iniciar-se em 29 de Maio próximo:
"Por isso –continua–, é necessário promover uma reflexão e um compromisso para conciliar as exigências e os tempos do trabalho com os da família e a recuperar o verdadeiro sentido da festa, especialmente do domingo, páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade".
Alguma dúvida sobre o que o braço político (ONU), está a promover do braço religioso (Vaticano)?
Maranata.
terça-feira, 15 de maio de 2012
O domingo é designado como dia de repouso por causa de um tornado
Na noite de 28 de fevereiro deste ano (terça-feira), um tornado F2 (na escala de F0 - F5) destruiu centenas de casas e matou várias pessoas nos estados de Kansas e Missouri, nos EUA. Poucos dias depois, "o domingo foi designado como dia de descanso na minúscula cidade de Harveyville (Kansas), duramente atingida pelo tornado". O objetivo desta proposta, aparentemente, foi de apenas proporcionar folga aos trabalhadores para que muitos se dispusessem como voluntários na prestação de auxílio humanitário aos desabrigados. Todavia, a relação entre "calamidades naturais" e "descanso dominical obrigatório" não deve ser subestimada dentro do contexto profético:
"Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades [naturais] que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta". O Grande Conflito, p. 590. A profecia mostra que o dia de adoração do sol (SUN-DAY) será estabelecido mediante ato legislativo, e o sábado do sétimo dia - o verdadeiro dia de repouso - será ignorado. É ainda oportuno lembrar que há precedente histórico de perseguição aos cristãos por causa de "calamidades naturais". Na época do Império Romano, por exemplo, o imperador Marco Aurélio (161-180 d.C.), ao mesmo tempo um homem culto e supersticioso, perseguiu sem compaixão os cristãos do Império:
“Durante os primeiros anos do seu reinado, as invasões, inundações, epidemias e outros desastres pareciam suceder uns aos outros sem trégua alguma. Logo correu a voz de que tudo isto se devia aos cristãos, que haviam atraído sobre o Império a ira dos deuses, e se desatou então a perseguição”. Justo González, Uma História Ilustrada do Cristianismo, Vol. 1, pág. 74. Não falta muito para a história se repetir...
Fonte - Minuto Profético
quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
Solo de regiões superpovoadas da China está afundando
Densas áreas da China que somam um total de 79 mil quilômetros quadrados, o equivalente à ilha da Irlanda, estão afundando progressivamente devido a diminuição das águas subterrâneas, unida em muitos casos à construção excessiva de arranha-céus, segundo um estudo oficial.
O estudo, publicado nesta segunda (30) pelo China Daily, destaca que o delta do rio Yang Tsé (onde está Xangai), a planície da norte da China (Pequim se encontra em seu extremo setentrional) e a bacia dos rios Fen e Wei, no centro do país, são as zonas com maiores riscos. Segundo a pesquisa, dirigida pelo Instituto Geológico da China, nessas áreas há mais de 50 cidades cujo nível agora é pelo menos 20 centímetros inferior ao de 30 anos (e algumas superam os dois metros).
Fonte - Folha
O estudo, publicado nesta segunda (30) pelo China Daily, destaca que o delta do rio Yang Tsé (onde está Xangai), a planície da norte da China (Pequim se encontra em seu extremo setentrional) e a bacia dos rios Fen e Wei, no centro do país, são as zonas com maiores riscos. Segundo a pesquisa, dirigida pelo Instituto Geológico da China, nessas áreas há mais de 50 cidades cujo nível agora é pelo menos 20 centímetros inferior ao de 30 anos (e algumas superam os dois metros).
Fonte - Folha
Bíblia lidera a lista dos 10 livros mais lidos nos últimos 50 anos
Você vê a lista de dez livros bestseller da semana e se sente na obrigação de ler? A lista das dez canções que estão bombando, e acha que devia ouvir? As maiores bilheterias do momento te fazem correr para o cinema? Como reagir, então, à lista dos dez livros mais vendidos? Do planeta? Nas últimas cinco décadas? Eu não li todos. Desconfio que pouquíssima gente leu todos. Você pode encontrar a lista original aqui. Eu li a Bíblia, primeiríssimo lugar, 3.9 bilhões de exemplares vendidos!
...
Meus poderes proféticos não são capazes de delinear um mundo em que livros serão só peças de colecionador. Mas minha bola de cristal garante: daqui a um século, no início do século 22, destes dez, só um continuará sendo lido e continuará influente. E você não precisa acreditar em Deus para acreditar em mim.
Fonte - R7
"E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim." (Mt 24)
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