quarta-feira, 11 de julho de 2012

Semana de Oração Jovem: "Escolhas"


A Semana de Oração Jovem desse ano acontece de 14 a 21 de julho. Quem fala pela TV nesse ano é o pastor Ivan Saraiva, apresentador dos programas Está Escrito e Está Escrito Adoração.

É possível assistir ao programa especial pela TV Novo Tempo (SKY e sinal aberto e mais de 500 cidades brasileiras às 21 horas -- horário de Brasília) ou pelo Canal Executivo (parabólica ou pela web às 20 horas - horário de Brasília) de 7 a 14.

http://www.novotempo.com/escolhas/

Explosão solar detona telecomunicações na Europa

Nesta semana, uma rajada de partículas emitidas pelo Sol causou interferência em transmissões de rádio por toda a Europa. Rajadas como essa, chamadas de “ejeções de massa coronal” (EMCs), são resultado de fortes distorções no campo magnético do Sol. Além de conter bilhões de toneladas de gases, raios-X e radiação ultravioleta, elas chegam à absurda temperatura de 100 milhões de graus Celsius. A ejeção que causou interferência na Europa sequer estava vindo diretamente para a Terra, o que nos dá uma ideia do poder desse fenômeno. Vez ou outra, nosso planeta (ou, melhor, seu campo magnético) é atingido por EMCs menores, e o resultado são intensos flashes de luz. Às vezes, contudo, uma EMC pode causar tempestades magnéticas, interferindo em satélites e redes de energia. Em 1989, seis milhões de moradores do Quebec (Canadá) ficaram sem eletricidade por causa de uma ejeção.

Sabe-se que as atividades solares ocorrem em ciclos de 11 anos – e o pico do ciclo atual está previsto para 2013. Em outras palavras, mais fenômenos violentos estão a caminho.

Além das EMCs, fortes alterações no campo magnético do Sol também causam as chamadas “manchas solares”. “Nos próximos dois anos, estamos esperando que o número de manchas solares visíveis chegue ao máximo”, relata o pesquisador Matthew Penn, do Observatório Solar Nacional dos Estados Unidos. “Elas são capazes de causar as maiores e mais danosas tempestades espaciais”, completa.

Parece que o campo magnético da Terra vai ter bastante trabalho para nos proteger no ano que vem.

(Hypescience)

Leia também: "Fúria solar e caos na Terra"


Mudança de regime na Síria: a verdadeira história

Por François-Alexandre Roy, no Asia Times Online

Quem assista às televisões e leia os jornais da mídia ocidental, só conhecerá a narrativa, repetida diariamente, segundo a qual a Síria estaria envolvida num levante democrático que seria extensão da Primavera Árabe. A verdadeira história é absolutamente outra.

Os sírios que exigem reformas ditas democráticas não são maioria significativa no país, como eram na Tunísia ou no Egito. Além disso, nem todos os “combatentes da liberdade”, entre os quais o Exército Sírio Livre, são sírios.

EUA e Al-Qaida: dessa vez, são aliados 

Houve muitas notícias segundo as quais as forças da “oposição síria” seriam um cadinho de diferentes ideologias, de curdos separatistas a membros da Al-Qaida. Sabe-se que há soldados da Al-Qaida entre as forças de oposição na Síria, como há também mercenários vindos diretamente da “Revolução Líbia” – outro bom exemplo de golpe de estado tratado como se fosse parte de alguma Primavera Árabe, pela imprensa-empresa ocidental.

No início no levante na Síria, Ayman Al-Zawahiri, líder máximo da Al-Qaida, convocou diretamente combatentes da Al-Qaida e mercenários sunitas, para juntar-se às forças de oposição na Síria. Assim sendo, é bem evidentemente claro que EUA, Al-Qaida, países do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) estão hoje todos do mesmo lado, aliados, no conflito sírio – tentando um golpe de estado na Síria, sem qualquer preocupação com o futuro da Síria, depois de derrubado o governo de Bashar al-Assad.

O jogo da Turquia 

O Conselho Nacional Sírio e o Exército Sírio Livre tampouco estão integrados, e nem sempre lutam do mesmo lado. Contudo, além de derrubar o estado policial de Assad, lhes caberia traçar algum plano coerente para o futuro da Síria pós-revolucionária. Mas o Conselho Nacional Sírio e o Exército Sírio Livre têm um importante traço comum: ambos são pesadamente apoiados pela Turquia, que conta com vir a ocupar lugar de mais destaque na região.

Abdulbaset Sieda, o presidente sírio-curdo do Conselho Nacional Sírio, foi acusado por outros grupos curdos de só representar a agenda do governo turco – inimigo de muito tempo das populações curdas na região. O Quartel-General e os campos de treinamento do Exército Sírio Livre são localizados na província de Hatay, sul da Turquia; foram ali instalados por forças especiais do Catar. Através da Turquia, o Exército Sírio Livre também recebe armas (que foram usadas na Líbia); e, da Otan, recebe equipamento de tecnologia avançada, para comunicações.

Já há algum tempo, a Turquia trabalha para ampliar seu espaço de ação e influência no Oriente Médio. Com uma “revolução democrática” acontecendo junto à sua fronteira leste, os turcos logo procuraram estimular a revolta, na esperança de vir a construir laços fortes com quem vier a governar a Síria, seja governo democrático ou ditador novo. Bom meio pelo qual a Turquia pode começar a construir laços com o futuro governo na Síria é apoiar a causa da “mudança de regime” desde o início, inscrevendo-se entre as forças que tenham ajudado a derrubar Assad.

Dia 22 de junho, a força aérea síria abateu um jato de combate F-4 turco, que, como diz a Síria, invadiu águas territoriais sírias. Além de reforço na presença militar turca na fronteira leste com a Síria, nada mais resultará desse incidente, porque a Turquia errou ao invadir águas territoriais sírias.

Mas, ao derrubar o Phantom turco, o exército sírio mostrou que suas capacidades de defesa antiaérea estão instaladas e operantes. É o que basta para tornar impraticável qualquer coisa semelhante à tal “zona aérea de exclusão” que abriu caminho para o golpe contra a Líbia. É possível que muitos ainda insistam em outras explicações para o “incidente” com o F-4 turco; nenhum jornal ou noticiário de televisão ocidental noticiará o fato: os turcos foram apanhados em operação de espionagem, tentando recolher informação sobre as defesas antiaéreas sírias; é sinal claro de que há planos para outros tipos de agressão à Síria.

A empresa-imprensa ocidental 

O modo como a empresa-imprensa ocidental apresenta os eventos que se desenrolam na Síria é o melhor indicador de que há um golpe em curso contra a Síria, chamado sempre “mudança de regime”. O “analista”, o “comentarista” ou o “jornalista” sempre só vê metade do fato, e sempre a metade que mais ajude a justificar e promover a agenda de “mudança de regime” da grotesca coalizão de forças que, hoje, está atacando a Síria: EUA e Turquia (dentro da Otan), aliados da Al-Qaida e do Conselho de Cooperação do Golfo.

Basta analisar o modo como a empresa-imprensa ocidental está cobrindo os desenvolvimentos do conflito na Síria, para ter certeza de que o que está em andamento na Síria nada tem a ver com Primavera Árabe e já é guerra civil provocada e “arrastada” para dentro do território sírio.

Absolutamente nenhum jornal, jornalista, especialista ou autoridade entrevistada nos veículos de mídia faz qualquer referência ao povo sírio ou a demandas dos próprios sírios. Todas as “matérias” e “noticiários” são carregados de imagens de bombardeios e matanças, sempre imediatamente declaradas ações criminosas do regime Assad. Mas sem qualquer tipo de prova.

O mais recente massacre, acontecido em Hula, é bom exemplo do tipo de ação de guerra operado por jornais e jornalistas, contra a Síria: sem qualquer tipo de confirmação ou prova, as imagens que chegaram ao ocidente foram imediatamente identificadas como efeito da ação das forças de Assad.

A BBC chegou a exibir imagem de centenas de cadáveres envolvidos em mortalhas brancas, identificados como vítimas do massacre em Hula. Não. Era foto feita no Iraque, em 2003, pelo fotógrafo Marco di Lauro...

À guisa de legenda, em letras convenientemente microscópicas, a BBC notificava que: “Essa imagem – que não pôde ser verificada – parece mostrar cadáveres de crianças mortas no massacre de Hula, à espera de serem enterrados”. A história espalhou-se pelo mundo, como argumento que comprovaria a crueldade do regime sírio, induzindo a opinião pública a aprovar alguma espécie de intervenção militar, para finalidades “humanitárias”, contra a Síria.

Pouco depois, o autor da fotografia manifestou-se, o “jornalismo” foi denunciado como fraude, e afinal noticiou-se que os reais autores do massacre haviam sido membros do Exército Sírio Livre fantasiados de shabiha (grupos de mercenários); e os mortos eram manifestantes sírios pró-Assad, cujas manifestações não recebem qualquer atenção dos “jornalistas”, jornais, comentaristas de televisão e colunistas e receberam tratamento diferente: a correção não foi tão amplamente divulgada quanto a notícia errada (ou propositalmente falsificada).

E onde se veem, no “jornalismo” das empresas de imprensa ocidental, imagens dos protestos pacíficos? Não há notícias, porque não há qualquer tipo de levante democrático ou Primavera Árabe na Síria, como dizem as empresas de imprensa no ocidente. O que há na Síria é guerra civil, na qual os “rebeldes” são “importados”, não representam qualquer tipo de maioria da população e não estão absolutamente unidos sob qualquer tipo de plataforma política; absolutamente não se sabe por que, afinal, tanto lutam para derrubar o regime de Assad.

Mais provas disso se veem nos confrontos sectários que irromperam no norte do Líbano. Toda e qualquer prova da guerra civil na Síria é censurada pelas empresas de imprensa ocidentais, porque não ajudariam a promover a causa do golpe contra Assad (“mudança de regime”). A opinião pública tem de ser convencida de que o golpe não é golpe; que há “boas razões” para uma “mudança de regime”.

Se o regime de Assad for afinal derrubado, será má notícia para o Irã e para o Hezbolá. O Irã estará cercado por “postos avançados” dos EUA em estados hospedeiros, a partir dos quais os EUA poderão, afinal, começar a atacar o regime iraniano: é o sonho, há vários anos, do complexo militar-midiático-industrial representado no Congresso dos EUA pelos neoconservadores dos dois principais partidos.

Mas, se houver ataque militar pelos exércitos dos EUA/Otan para “libertar” o povo sírio, como “libertaram” o povo líbio ao preço de destruir a Líbia, acontecerá na Síria o que não aconteceu nem na Líbia, pelo menos até agora: guerra civil sem prazo para acabar, mais sangrenta do que se viu até agora. E que permanecerá absolutamente ocultada pelos jornais, “jornalistas” e empresas de mídia do ocidente.

Fonte: Asia Times Online (retirado do sítio O Vermelho)

Nota O Tempo Final:
algum tempo atrás sugeri que as mudanças politico-sociais no norte de África e Médio Oriente eram muito mais do que apenas isso, mais do que um assunto interno dessas nações. As implicações citadas nos dois últimos parágrafos do texto são evidentes.

Não se de esqueça que estamos a apenas quatro meses de eleições presidenciais nos EUA. E Obama terá de saber jogar muito bem com todas as peças do tabuleiro...

terça-feira, 10 de julho de 2012

Guerra pelo poder no Vaticano

Com o papado envolvido em intrigas, começa a luta pela sucessão de Bento XVI

Poucas coisas irritam mais os membros do Vaticano do que as histórias que descrevem o papado como o coração secreto de uma conspiração global. O Cardinal Tarcisio Bertone, autoridade mais antiga do Vaticano e secretário de Estado do Papa Bento XVI, este mês acusou jornalistas de tentar imitar o escritor norte-americano Dan Brown em seu “absurdo” (e best seller) livro, O Código Da Vinci.

Entretanto, não foram os jornalistas que colocaram o mordomo papal, Paolo Gabriele, em uma cela de quatro por quatro metros quadrados, sob acusações de que ele teria vazado uma corrente de cartas confidenciais. Tampouco foram os jornalistas que, no dia seguinte, demitiram o chefe do Banco do Vaticano, Ettore Gotti Tedeschi, e publicaram uma declaração acusando-o de falhar em seu trabalho. Uma investigação da polícia italiana, na qual foram apreendidos os documentos de Ettore Gotti, trouxe o medo de mais escândalos. Desde então, Gotti tem dito temer pela sua vida.

Nas entrelinhas está uma intensa e ofensiva luta de poder para determinar a natureza do próximo papado, amplamente travada em torno de instituições financeiras do Vaticano. O Instituto para as Obras de Religião (IOR), nome formal do banco do Vaticano, não é estranho à controvérsia. Em 1980, o banco foi acusado de trapaça financeira e responsabilizado pela misteriosa morte de um proeminente banqueiro italiano Roberto Calvi. Agora, o banco do Vaticano busca limpar seu nome de envolvimento em lavagem de dinheiro.

Segundo o La Repubblica, um jornal italiano, um relatório do Conselho da Europa dá ao Vaticano um atestado de boas práticas em todos, menos oito de 49 critérios. Mais de dez avaliações negativas nestes critérios exporia o Vaticano ao risco de ser penalizado pela Autoridade de Informação Financeira, um órgão independente responsável pela supervisão de bancos.

Originalmente, Gotti Tedeschi foi introduzido no Vaticano com a bênção do Cardinal Bertone. Mas ele se opôs a uma nova lei, apoiada pelo cardinal, que estendia os poderes da Secretaria do Estado às custas da existência independente do órgão de supervisão de bancos, a Autoridade de Informação Financeira. A mudança criou outro padrão no Vaticano. Desde a sua volta, há seis anos, o Cardinal Bertone vem ganhando cada vez mais influência.

O eclesiástico Bertone, de 77 anos, não é um membro com acesso a informações privilegiadas. Ele era o braço direito do papa quando o então cardinal Joseph Ratzinger chefiou o departamento de apoio à doutrina ortodoxa. O resto de sua carreira foi dedicado ao clérigo pastoral. Alguns subordinados sentem-se ressentidos pela falta de experiência diplomática do ex-arcebispo.

Intrigas desse tipo não são incomuns no Vaticano. Contudo, o que torna esse conflito especial é o fato do cardinal Bertone se agarrar à máquina de controle financeiro. Ano passado ele tentou fazer com que o banco do Vaticano resgatasse da crise um renomado, porém endividado, hospital italiano. A recusa de Gotti Tedeschi anunciou o que veio a seguir. As cartas papais vazadas mostram também que o Cardinal Bertone tentou, sem sucesso, fazer com que o então arcebispo de Milão renunciasse ao cargo de controle da Universidade Católica da cidade.

Para consolidar ainda mais sua posição, o cardinal Bertone promoveu sócios próximos e ex-subordinados da região de sua antiga diocese em Genova e de sua terra natal, Piemonte. Bertone pôs um de seus ex-subordinados no comando do Tesouro do Vaticano e indicou outro para comandar o Banco Central (que não é o mesmo que o Banco do Vaticano). Um terceiro confidente de Bertoni foi eleito governador da cidade do Vaticano.

Essas promoções aumentaram as suspeitas dos críticos do cardinal Bertone de que ele estaria tentando formar a próxima conclave na assembleia de cardinais que irá eleger o próximo papa. Segundo outro documento vazado, o cardinal arcebispo de Palermo diz que o papa de 85 anos, Bento XVI, estará morto em novembro.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Essas constatações trazem à meditação quais os efetivos interesses por trás do poder romano, bem como, por simples inferência, lembrar que há uma lenda aceita por muitos e que até este momento fez questão de confirmar-se, não se sabendo a que título, no sentido deste atual pontífice ser o penúltimo papa.

Assim como assinalado abaixo sobre a questão do islamismo, temos a observar os reais contornos que esta contrafação poderia causar aos menos avisados.

Em conexão ainda com o post anterior, sugiro a leitura de "Católicos dos Estados Unidos estão cada vez mais divididos", de onde se pode destacar:

"...os católicos religiosos estão cada vez mais encontrando causas comuns com outros cristãos religiosos. Vários dos envolvidos no processo do HHS são representados pelo Fundo Becket para Liberdade Religiosa, um escritório de advocacia não-partidária que defende todas as formas de expressão religiosa. Os querelantes também têm encontrado forte apoio entre os evangélicos. Conservadores católicos e protestantes podem discordar sobre infalibilidade papal e a transubstanciação, mas eles compartilham um inimigo comum. E ele está na Casa Branca."

Especialista em liberdade religiosa alerta sobre o caminho até a violência anticristã nos EUA

ROMA, 05 Jul. 12 / 10:08 am (ACI/EWTN Noticias).- O presidente do novo grupo de supervisão da liberdade religiosa na Itália, Massimo Introvigne, alertou sobre o fato de que a "legislação discriminatória" nos Estados Unidos poderia dar como resultado a violência contra os cristãos nessa nação.

Em declarações ao grupo ACI em Roma, Introvigne disse que "num clima de discriminação é possível que alguém atue de acordo a essa discriminação e considere que ‘as leis não são suficientes’ e gere violência como acontece com os crimes de ódio".

Introvigne foi nomeado como presidente do Observatório para a Liberdade Religiosa que foi criado no mês de junho. O grupo foi promovido pelo ministério italiano de Assuntos Exteriores e pela cidade de Roma com o objetivo de monitorar a liberdade religiosa em todo mundo.

A sessão inaugural se realizou na sede de Roma da Associação de Imprensa Estrangeira no dia 28 de junho na qual interveio o Arcebispo de Baltimore (Estados Unidos), Dom William E. Lori, quem explicou que a liberdade religiosa nessa nação está em perigo devido ao recente mandato abortista da administração Obama que obriga às instituições católicas a adquirir seguros que cubram anticoncepcionais e fármacos abortivos.

Introvigne precisou que não quer gerar uma "falsa impressão" com suas palavras já que não é sua intenção igualar a situação dos Estados Unidos com "a sangrenta perseguição contra os cristãos" em alguns países africanos e asiáticos. Entretanto advertiu que pode gerar-se no Ocidente um "processo de três fases" que poderia levar a violência anticristã se a liberdade religiosa não for protegida.

"Começa com a intolerância que é um fenômeno cultural e depois se a intolerância for muito longa e popular, alguns políticos atuarão para introduzir leis discriminatórias", explicou.

O terceiro passo, advertiu Introvigne, é que neste clima de discriminação algumas pessoas possam decidir fazer "justiça" com suas próprias mãos e usar a violência para tentar suprimir a Cristandade.

Fonte - ACI Digital

Nota DDP: É exatamente o que ocorrerá, inclusive com a participação de quem atualmente "defende" a assinalda "liberdade religiosa". O quadro portanto, encontra-se inteiramente desenhado.

O show precisa acabar

A simplicidade e a praticidade do Evangelho são eventualmente mal interpretadas por muitas pessoas, porque a alma humana é por natureza ritualista e mistificada.

O significado do alcance da graça de Deus em Cristo Jesus torna-se insuportavelmente divinos demais, pelo fato de abolir as barganhas, as performances e os rituais humanos. De modo que, na ausência de discernimento, sutilmente o culto que por direito pertenceria a Deus, torna-se de fato um culto a personalidade humana.

Não quero confundir excelência no culto (o que deve sempre ser buscado) com espetáculo religioso (que ovaciona o ego humano). De modo que, pelo fato, de Deus ser excelente, o culto deve ter no mínimo quatro caráter:

1) Caráter espiritual: “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” Jo 4.24

2) Caráter Organizacional: “Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.” ICo 14.40

3) Caráter Funcional: Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento.”I Co 14.15

4) Caráter fundamental: “A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração.” Col 3.16

Dentro desses princípios básicos de um culto a Deus, certamente muitas habilidades, dons e talentos serão perceptivos na congregação cristã, de modo que, é necessária a lembrança de outro principio que também abrange o culto – “Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo…” Gl 6.14

Portanto, o culto apresentado a Deus que se manifesta na expressão do espírito em verdade, na exposição da palavra de Cristo, na ordem e na decência, no entendimento, nos cânticos e nos salmos, tem como único alvo a adoração a Deus e a edificação da Igreja de Cristo. Nisto, não existe espaço para a glorificação, exaltação, ou promoção de qualquer personalidade humana.

Porém, infelizmente, muita confusão existe por causa do desconhecimento bíblico do modelo de um autentico culto a Deus. E com isso, o culto passa a dar lugar ao show, entretenimento, espetáculo, e ambiências que descaracterizam o significado de um culto a Deus.

Observo que, o culto essencial a Deus precisa ser resgatado e mantido pela Igreja, enquanto que, o show religioso precisa acabar.

O show das performances humanas precisa acabar, para que, novamente o poder do Espírito Santo possa operar.

O show das palavras de motivação e autoajuda precisa acabar, para que, a palavra de Deus possa gerar arrependimento e mudança nos corações.

O show de lideranças amantes de si mesmas precisa acabar, para que, verdadeiramente pessoas venham ser conduzidas no Evangelho.

O show das experiências mistificadas e pagãs precisa acabar, para que, o Evangelho simples e puro venha transformar vidas.

O show da disputa de poderes institucionais religiosos precisa acabar, para que, a o poder do Evangelho seja a centralidade da vida cristã.

O show das teologias fundamentadas no materialismo e egoísmo precisa acabar, para que, a essência das escrituras possa ser desfrutada e vivenciada na pratica da vida.

O show precisa acabar…e o Evangelho de Cristo, precisa avançar!

Fonte - Gospel Prime

Nota DDP: Observações de quem percebeu que o mundo cristão já foi longe demais neste tema. O próximo passo é também perceber que não há mais volta.

E aos que ainda não chegaram lá, mas estão trilhando o caminho, vigiar e orar é o conselho bíblico.

Líder iraniano anuncia “fim do mundo” e vinda do “último profeta”

O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, afirmou que sua nação deve se preparar para a guerra e “o fim dos tempos”, enquanto continuam desenvolvendo armas nucleares.

Em um esforço coordenado, que envolveu os órgãos estatais de mídia, a mensagem semanal do aiatolá na última sexta-feira falou sobre a vinda do último profeta islâmico. Os meios de comunicação iranianos em geral citavam os clérigos dirigentes de seminários ao falarem sobre a questão do “messias” islâmico. No entanto, a ampla publicação das últimas declarações de Khamenei mostram a necessidade do povo se preparar para o fim dos tempos enquanto preveem um confronto iminente com o Ocidente por causa de seu programa nuclear.

“A questão do Imã Mahdi é de extrema importância, e seu reaparecimento foi claramente explicitado pela nossa santa religião do Islã”, disse Khamenei. Devemos estudar e lembrar-nos do fim dos tempos e a era do Imã Mahdi… Temos de preparar o ambiente para a vinda desse grande líder”.

A teologia muçulmana xiita afirma que grandes guerras devem ocorrer na Terra, durante as quais um terço da população mundial irá morrer em combate e outro terço por causa da fome e da violência. Israel deve ser destruído para que então o 12 º imã, chamado de Mahdi, apareça para matar todos os infiéis, levantando a bandeira do Islã em todos os cantos do mundo.

Sob a orientação de Khamenei, vários centros foram estabelecidos no Irã para fazer pesquisas e dar informações sobre a vinda do Mahdi, o último profeta, e uma conferência sobre o tema é realizada anualmente.

“Hoje nós temos o dever de se preparar para a vinda. Se… nós somos os soldados do 12 º imã, então devemos estar prontos para lutar”, disse Khamenei em seu discurso. “Com a orientação de Deus e de Sua ajuda invisível, nós faremos a civilização islâmica ser um orgulho no cenário mundial. Este… é o nosso destino… A juventude e os fiéis devem se preparar para este grande movimento”.

Citando o Alcorão, Khamenei disse que a vinda do imã foi prometida por Deus. “Haverá um momento em que todos os poderes opressores do mundo serão destruídos e a humanidade será iluminada na era do Imã Mahdi”.

O atual regime iraniano já distribuiu uma cartilha chamada “Os últimos seis meses” para suas forças militares, antecipando o confronto bélico com o Ocidente. O material adverte que a Guarda Revolucionária e as forças paramilitares Basij devem estar preparadas para cumprir deveres durante a próxima guerra.

A Guarda Revolucionária Mashregh, recentemente advertiu Israel e os EUA que eles vão ter que adivinhar que tipo de ogiva os mísseis iranianos estarão carregando, quando forem alvejá-los.

Em seu longo discurso, Mashregh discutiu o alcance dos mísseis iranianos e da devastação que podem causar sobre os inimigos em potencial. Referindo-se a bases militares americanas na região, disse que operações de guerra recentes, mísseis com ogivas de fragmentação destruído alvos semelhantes.

Os iranianos se gabam de que o míssil Sejil, de dois estágios de combustível sólido, pode perfurar o sistema de defesa antimísseis de Israel e isso tem feito os “sionistas perderem o sono”.

Após mais de uma década de negociações com o Irã, a ONU ainda não conseguiu parar o programa nuclear do regime de Khamenei.

O último relatório da Agência Internacional de Energia Atômica indica que o Irã continua enriquecendo urânio nas instalações militares de Natanz e em Fordow e agora tem material nuclear suficiente para lançar, pelo menos cinco armas nucleares. O regime negou um pedido da Agência para inspecionar uma base militar onde se acredita que o Irã realizou experiências secretas de uma arma de implosão do tipo nuclear.

Enquanto a maioria dos iranianos se opõem ao regime violento dos mulás, as sanções ocidentais não reduziram a fabricação de armas nucleares, o que não só pode levar ao colapso da economia global, mas matar dezenas de milhões de civis inocentes, incluindo os do Irã .

A maioria dos relatos históricos dizem que “Al Mahdi” viveu no século 13, mas desapareceu sem morrer. Ele voltará sobrenaturalmente pouco antes do Dia do Juízo. De acordo com a tradição, esse imã deve:

• Ser um descendente de Maomé e filho de Fátima
• Retornar pouco antes do fim do mundo
• Sua aparição será precedida por uma série de eventos proféticos durante 3 anos de caos, tirania e opressão mundiais
• Fugirá de Medina até Meca, onde milhares de pessoas prometerão lealdade a ele
• Reinará sobre os árabes e o mundo por 7 anos
• Erradicará toda a tirania e opressão, trazendo harmonia e paz total
• Liderará uma oração em Meca, durante a qual Jesus estará ao seu lado e se unirá a ele

O presidente do Irã Ahmadinejad, um xiita muçulmano, está profundamente comprometido com a divulgação da vinda desse messias islâmico. Ele alega que deve preparar pessoalmente o mundo para a vinda de Mahdi.

Para que possa ser salvo, o mundo deve estar em um estado de caos e de subjugação. Ahmadinejad afirma que ele foi “dirigido por Alá para preparar o caminho para o aparecimento glorioso do Mahdi”.

Fonte - Gospel Prime

Nota DDP: Além do aspecto profético direto ligado às guerras dos últimos dias, há de ser considerado também o traço religioso do noticiado, que embora não se relacione diretamente com o texto bíblico, demonstra o contorno de confusão gerado pelo conflito, de forma que inúmeros grupos religiosos estão a esperar o seu "messias", em contrafação à volta de Cristo.

sábado, 7 de julho de 2012


"Confesso que muitas vezes minha vida e meu testemunho apresentam uma sequência interrompida e manchada em vez de um belo tapete da GRAÇA. Assim também a igreja, pois é a soma de pessoas como eu. Mas a maravilha da multiesplendorosa GRAÇA é que ela aceita essa sequência confusa, interrompida.

A GRAÇA miraculosamente recria a minha vida e a igreja e nos torna belos e perfeitos aos olhos de Deus."
http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2012/frmd2012.html#7

#BomDia #7eliz7abado!®

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Fúria solar e caos na Terra

Na revista National Geographic Brasil do mês passado (páginas 66 a 81), a matéria de capa trata do aumento da atividade solar, cuja previsão é de intensificação até o ano que vem. O título é “Fúria solar”, e o olho de abertura do texto diz o seguinte: “Previsão do clima espacial para os próximos anos: intensa atividade do Sol, com catastróficos apagões na Terra. Estamos preparados para isso?” Depois de relembrar as consequências da megatempestade solar de 1859 (a maior já registrada), a matéria informa: “Como, desde 1859, não houve nenhuma outra megatempestade solar com a mesma intensidade, é difícil calcular o impacto que um evento similar teria em nosso mundo interconectado. Mas dá para fazer uma ideia do apagão ocorrido em Québec em 13 de maio de 1989, quando uma tempestade no Sol um terço mais fraca do que a observada por Carrington [em 1859] provocou, em menos de dois minutos, o desligamento da rede que fornecia eletricidade a mais de 6 milhões de pessoas. Uma tempestade como a de Carrington poderia queimar mais transformadores do que há no estoque das companhias de eletricidade, deixando milhões de pessoas sem luz, água potável, ar-condicionado, combustível, telefones ou alimentos e remédios perecíveis durante os meses que seriam necessários para fabricar e instalar transformadores novos. Segundo um recente relatório da Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos, uma tempestade solar dessa magnitude acarretaria o mesmo prejuízo ocasionado por 20 furacões do tipo do Katrina, ou seja, algo entre 1 trilhão e 2 trilhões de dólares apenas no primeiro ano.”

Num mundo que já sofre os efeitos de uma grave crise financeira, imagine o que uma catástrofe como essa seria capaz de fazer... Imagine o caos acarretado pelo blecaute nas grandes metrópoles...

Segundo Karel Schrijver, do Laboratório Solar e Astrofísico da empresa Lockheed Martin, em Palo Alto, na Califórnia, a expectativa é de que neste ano tenha início o período de máxima atividade solar. Ele diz que “os centros de acompanhamento do clima espacial estão atentos”.

Outro pesquisador entrevistado pela revista é John Kappenman, da empresa de consultoria Storm Analysis. De acordo com ele, uma megatempestade tão forte quanto a de 1859 poderia levar ao colapso de toda a rede elétrica da América do Norte, obrigando centenas de milhões de pessoas a viver sem eletricidade durante semanas ou meses. Uma (pequena) amostra disso já está acontecendo nos Estados Unidos, como consequência de uma das piores tempestades ocorridas em nove Estados americanos (confira aqui e aqui).

Será que é com algo assim que a Nasa está preocupada?

Em Lucas 21:25-28, Jesus diz: “Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados. Então, se verá o Filho do homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória. Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima.”

Cerca de dez anos antes da megatempestade solar de 1859, Ellen White escreveu o seguinte: “A 16 de dezembro de 1848, o Senhor me deu uma visão acerca do abalo das potestades do céu. Vi que quando o Senhor disse ‘céu’, ao dar os sinais registrados por Mateus, Marcos e Lucas, Ele queria dizer céu, e quando disse: ‘Terra’, queria significar Terra. As potestades do céu são o Sol, a Lua e as estrelas. Seu governo é no firmamento. As potestades da Terra são as que governam sobre a Terra. As potestades do céu serão abaladas com a voz de Deus. Então o Sol, a Lua e as estrelas se moverão em seus lugares. Não passarão, mas serão abalados pela voz de Deus” (Primeiros Escritos, p. 41).

Mas a promessa também é certa: “O povo de Deus não estará livre de sofrimento; mas, conquanto perseguidos e angustiados, conquanto suportem privações, e sofram pela falta de alimento, não serão abandonados a perecer” (Ellen White, O Grande Conflito, p. 629).

“Será para nós então tempo de confiar inteiramente em Deus, e Ele nos sustentará. Vi que nosso pão e nossa água serão certos nesse tempo, e que não teremos falta nem padeceremos fome, pois Deus é capaz de estender para nós uma mesa no deserto. Se necessário, Ele enviaria corvos para nos alimentar, como fez com Elias, ou faria chover maná do céu, como fez para os israelitas” (Ellen White, Primeiros Escritos, p. 56).

“No tempo de angústia, precisamente antes da vinda de Cristo, os justos serão preservados pelo ministério de anjos celestiais” (Ellen White, Patriarcas e Profetas, p. 256).

Fonte - Michelson Borges

terça-feira, 3 de julho de 2012

"Muitos supõem que, para se aproximar das classes mais altas, é preciso adotar uma maneira de vida e um método de trabalho que se harmonizem com seus fastidiosos gostos. Uma aparência de riqueza, custosos edifícios, caros vestidos, equipamentos e ambiente, conformidade com os costumes do mundo, o artificial polimento da sociedade da moda, cultura clássica, as graças da oratória, são considerados essenciais.

Isso é um ERRO. O caminho dos métodos do mundo não é o caminho de Deus para alcançar as classes mais elevadas. O que na verdade os tocará é uma apresentação do EVANGELHO de Cristo feita de modo coerente e isento de egoísmo." (CBV, 213-214)
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