Nota Michelson Borges: Membros da Igreja Adventista foram hostilizados e amaldiçoados na Ucrânia pela igreja tradicional do país, a Igreja Católica Ortodoxa. Apesar de a Ucrânia ser um país de considerável liberdade religiosa, os adventistas estavam em um pequena tenda, divulgando materiais do canal de TV Novo Tempo e entregando livros, revistas e folhetos a quem quisesse recebê-los, quando uma procissão se dirigiu até eles e os líderes religiosos jogaram água benta, amaldiçoando os adventistas e dizendo que os destruiriam se não parassem com aquilo. Oremos pelos adventistas da Ucrânia e por nós mesmos, pois isso é apenas uma pequena amostra do que vai acontecer logo, em escala global. (Colaboração: Fernando de Andrade)
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Membros da Igreja Adventista são hostilizados na Ucrânia
Nota Michelson Borges: Membros da Igreja Adventista foram hostilizados e amaldiçoados na Ucrânia pela igreja tradicional do país, a Igreja Católica Ortodoxa. Apesar de a Ucrânia ser um país de considerável liberdade religiosa, os adventistas estavam em um pequena tenda, divulgando materiais do canal de TV Novo Tempo e entregando livros, revistas e folhetos a quem quisesse recebê-los, quando uma procissão se dirigiu até eles e os líderes religiosos jogaram água benta, amaldiçoando os adventistas e dizendo que os destruiriam se não parassem com aquilo. Oremos pelos adventistas da Ucrânia e por nós mesmos, pois isso é apenas uma pequena amostra do que vai acontecer logo, em escala global. (Colaboração: Fernando de Andrade)
domingo, 29 de julho de 2012
Duzentos mil muçulmanos se convertem a Cristo
Xeiques, imans, líderes islâmicos e devotos comuns desafiam a morte e o ostracismo
WASHINGTON, EUA — Não é fácil deixar o islamismo num país muçulmano.
Pode colocar sua liberdade e a própria vida em risco.
Mas milhares estão fazendo isso, de acordo com um livro recente escrito por Jerry Trousdale, diretor de ministérios internacionais de City Team International. Aliás, ele escreve no livro “Miraculous Movements: How Hundreds of Thousands of Muslims Are Falling in Love With Jesus” (Movimentos Miraculosos: Como Centenas de Milhares de Muçulmanos Estão se Apaixonando por Jesus), uns 200.000 muçulmanos se converteram ao Cristianismo nos últimos seis anos. E eles incluem xeiques, imans, líderes muçulmanos e devotos comuns da religião muçulmana.
“Há um descontentamento e desânimo tremendo entre as próprias pessoas que mais conhecem o Corão e que estão desesperadas em busca de certezas em sua própria religião”, diz Trousdale.
City Team tem locais na Califórnia, Pensilvânia e Oregon e parcerias em 42 países no mundo inteiro. Desde 1998, a organização vem cuidando de pessoas no mundo inteiro treinando, equipando, mentorando e preparando líderes locais para cuidar dos que estão em necessidade em suas comunidades. Isso inclui treinar 600.000 novos cristãos que iniciaram 18.000 novas igrejas nos sete anos passados.
“Estamos iniciando um modo totalmente novo de pensar sobre a natureza da igreja”, diz Trousdale. “O modelo da igreja que está emergindo é muito diferente da igreja tradicional. Os movimentos discipuladores estão alcançando nações inteiras no mundo. É incrivelmente emocionante ser parte de um movimento onde vemos a vida das pessoas sendo radicalmente transformada pelo Evangelho”.

Ele crê que o que vem aprendendo com essa experiência pode tornar qualquer pessoa mais eficiente no compartilhamento do Evangelho — onde quer que ela esteja.
“Este livro, essas pessoas e os testemunhos miraculosos são de verdade!” exclama Chip Ingram, pastor sênior da Igreja Cristã de Ventura. “Há um movimento de Deus de mudança de paradigmas que toda e qualquer pessoa que tem o compromisso de fazer discípulos tem de ler e aplicar”.
Trousdale diz que viu mesquitas inteiras se convertendo ao Cristianismo. Ele conta de dois fazedores de discípulos que se recusaram a desistir de certa cidade que havia martirizado cinco cristãos.
Dentro de sete anos, havia sete igrejas na cidade.
O livro também documenta relatos de muçulmanos que estão descobrindo Jesus em sonhos e visões.
Fonte - WND
Tradução - Júlio Severo
WASHINGTON, EUA — Não é fácil deixar o islamismo num país muçulmano. Pode colocar sua liberdade e a própria vida em risco.
Mas milhares estão fazendo isso, de acordo com um livro recente escrito por Jerry Trousdale, diretor de ministérios internacionais de City Team International. Aliás, ele escreve no livro “Miraculous Movements: How Hundreds of Thousands of Muslims Are Falling in Love With Jesus” (Movimentos Miraculosos: Como Centenas de Milhares de Muçulmanos Estão se Apaixonando por Jesus), uns 200.000 muçulmanos se converteram ao Cristianismo nos últimos seis anos. E eles incluem xeiques, imans, líderes muçulmanos e devotos comuns da religião muçulmana.
“Há um descontentamento e desânimo tremendo entre as próprias pessoas que mais conhecem o Corão e que estão desesperadas em busca de certezas em sua própria religião”, diz Trousdale.
City Team tem locais na Califórnia, Pensilvânia e Oregon e parcerias em 42 países no mundo inteiro. Desde 1998, a organização vem cuidando de pessoas no mundo inteiro treinando, equipando, mentorando e preparando líderes locais para cuidar dos que estão em necessidade em suas comunidades. Isso inclui treinar 600.000 novos cristãos que iniciaram 18.000 novas igrejas nos sete anos passados.
“Estamos iniciando um modo totalmente novo de pensar sobre a natureza da igreja”, diz Trousdale. “O modelo da igreja que está emergindo é muito diferente da igreja tradicional. Os movimentos discipuladores estão alcançando nações inteiras no mundo. É incrivelmente emocionante ser parte de um movimento onde vemos a vida das pessoas sendo radicalmente transformada pelo Evangelho”.

Ele crê que o que vem aprendendo com essa experiência pode tornar qualquer pessoa mais eficiente no compartilhamento do Evangelho — onde quer que ela esteja.
“Este livro, essas pessoas e os testemunhos miraculosos são de verdade!” exclama Chip Ingram, pastor sênior da Igreja Cristã de Ventura. “Há um movimento de Deus de mudança de paradigmas que toda e qualquer pessoa que tem o compromisso de fazer discípulos tem de ler e aplicar”.
Trousdale diz que viu mesquitas inteiras se convertendo ao Cristianismo. Ele conta de dois fazedores de discípulos que se recusaram a desistir de certa cidade que havia martirizado cinco cristãos.
Dentro de sete anos, havia sete igrejas na cidade.
O livro também documenta relatos de muçulmanos que estão descobrindo Jesus em sonhos e visões.
Fonte - WND
Tradução - Júlio Severo
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
A religião global da URI
Um claro exemplo da multiplicidade unitária da URI e de seus tentáculos está na relação próxima que têm com acionistas majoritários das Organizações Ford e ex-dirigentes da KGB, políticos do partido republicano dos EUA e militantes socialistas na América Latina. Em outubro de 2010, em Florianópolis, foi realizado o Seminário Internacional de Tecnologia para a Mudança Social [1], promovido por diversas organizações nacionais e regionais, entre elas o ICom (Instituto Comunitário Grande Florianópolis), além de grandes empresas como o Grupo RBS, Fundação Social Itaú, Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho, UN Volunteers, entre outras. Sob o slogan “Together is better”, o evento propunha-se a:
“construir uma presença digital relevante e aproveitar os meios tecnológicos disponíveis para propagar sua causa social".
“As organizações da sociedade civil devem utilizar as tecnologias como um meio de mobilizar recursos, atrair e gerenciar voluntários e prestar contas para todos os seus públicos. A internet é hoje o meio mais rápido e efetivo de estabelecer relacionamentos e formar redes sociais”.[2]
A causa social, neste caso, é o grande mote. A mensagem do evento é um resultado da apropriação empresarial da proposta da mudança social e promoção de uma nova cidadania com ênfase na utilização da tecnologia para melhorar as relações sociais e, com isso, angariar mais negócios dinamizando a economia. Este é um perfeito exemplo de ação positiva de empresas, ongs e instituições públicas, unidas para uma causa aparentemente única e benéfica para todos. A mensagem principal da campanha, dessa forma, aparenta não só uma proposta inofensiva mas algo natural e de um elevado grau de boa intenção. É necessário, porém, que analizemos profundamente as relações por trás de toda essa benevolência apostolar.
Não há novidade nenhuma nesta retórica. Toda essa argumentação está presente na maioria dos movimentos sociais influenciados pela filosofia humanista e os seus descendentes, mais precisamente pelo novo humanismo promovido por intelectuais e políticos globalistas como Salvatore Puledda e Mikhail Gorbachev.
O destaque do seminário foi a presença de um palestrante internacional, o professor Emmet D. Carson, presidente e fundador da Sillicon Valley Community Foundation, considerado uma das principais lideranças do terceiro setor (ongs) nos Estados Unidos. Carson é responsável pela gestão de mais de 1500 fundos de investimento social de empreendedores da área de tecnologia e de empresas como eBay, Google e Sun Microsystems.
A Sillicon Valley Community tem publicado a lista das doações que faz em seu Relatório Anual. Eis um dado revelador, descoberto pelo jornalista americano Lee Penn [3]: no ano de 2000, consta a doação de cerca de US$1 milhão para uma organização chamada United Religions Initiate (URI). A Sillicon Valley Community não é a única organização empresarial que faz doações à URI. Descendo ainda mais os degraus do intrincado mundo oculto das finanças e ONGs, encontramos enfim, o fundo falso que há no subterrâneo das relações institucionais vigentes, até nos depararmos com o sinistro significado por trás das belas palavras ditas nas palestras do Sr. Carson.
É possível que Emmett Carson nem desconfie, mas a organização que ele preside faz anualmente doações milionárias para uma organização com objetivos macabros e, como mostrarei a seguir, realmente satânicos.
Muitos dizem que a URI busca ter o status da ONU. Ora, mas ela é parte dessa grande rede de ONGs que formam a mais cara das ONGs, nas palavras de Heitor de Paola. As ideias difundidas pela URI vêm se espalhando pelo mundo desde o século XIX, mas só na década de 1990 é que surgiu como entidade jurídica. Desde então a organização tem arrecadado todos os anos somas milionárias por meio de 72 organizações diretas e mais de 500 Círculos de Cooperação fixados em 167 países. No livro False Dawn, ainda não publicado no Brasil, o jornalista Lee Penn desmembra toda a teia de relações envolvendo essa grande ONG.
Essa organização gigantesca tem entre seus objetivos públicos o relacionamento e a integração entre as várias religiões afim de criar uma “cultura de paz, justiça e igualdade para todos os seres vivos”. Entre as ações propostas pelo grupo para chegar a esse objetivo, Lee Penn lista as seguintes:
1. Limitar a evangelização cristã em nome da promoção interreligiosa da paz;
2. Marginalizar os cristãos conservadores como intolerantes e fundamentalistas;
3. Preparar o caminho para uma nova espiritualidade global que possa acomodar formas mais domésticas das atuais religiões e movimentos espirituais;
4. Promover uma nova “ética global” coletivista;
5. A idéia de que o principal objetivo da religião é a reforma social a serviço de Deus;
6. A idéia de que todas as religiões e movimentos espirituais são iguais, verdadeiros, e igualmente eficazes como caminho para a comunhão com Deus;
7. Controle populacional – especialmente no Terceiro Mundo;
8. Elevar a respeitabilidade de cultos como ocultismo, bruxaria, theosofia, e outras formas discriminadas de religião [4];
A URI foi fundada pelo bispo episcopal da Califórnia William Swing, em 1995, e suas idéias têm atraído um número gigantesco de grupos ativistas dos mais diversos. Por mais diversos que sejam, entretanto, têm demonstrado uma impressionante capacidade de desarmar conflitos entre eles em prol de objetivos comuns. Entre os tipos de grupos apoiadores da URI estão:
Dalai Lama e religiosos apoiadores do regime chinês;
pró-gays e anti-gays seguidores da Revolução Chinesa;
muçulmanos radicais e feministas radicais;
fundações capitalistas e partidos comunistas;
entidades de George Soros e George W. Bush.
Não é preciso dizer que grupos como estes dificilmente se entendem em suas zonas de influência. Mas a URI tem uma estranha capacidade para agregar acólitos dos mais díspares. Essa propensão à “diversidade para a unidade” demonstrada pela URI, é fruto de uma articulação e conciliação entre diferentes objetivos em comum. Trata-se de um grupo que vê a multiplicidade de religiões como um fator de exclusão e de divisão dos seres humanos. Para minimizar os efeitos nocivos da separação entre as pessoas, a URI milita em uma causa que, em última instância, promove uma religião internacional, uma fé única e universalista a ser imposta para todo o Planeta.
A forma mais fácil de fazer isso, segundo a maioria dos religiosos que pertencem a entidades ligadas a este grande grupo, seria mesclar os conhecimentos adquiridos pelas várias religiões de modo que se crie um “conhecimento único”, uma “multi-fé”, sem dogmas e de um certo modo planetária, que una os homens em uma cultura de paz independente de denominações religiosas. A URI não prega somente um sincretismo religioso tal como o Brasil conhece, nomeadamente, entre catolicismo e umbanda. Busca uma mudança muito mais profunda no entendimento do que seja religião. Mostraremos como por diversos motivos a URI trabalha para a extinção de todas as religiões atuais, mediante o esvaziamento do seu conteúdo simbólico, descaracterização de dogmas e desvinculação das almas aos seus lugares de origem, para enfim criar dentro do espírito humano uma necessidade vazia de fé, cuja mais nobre forma reside em uma crença relativista na universalidade e multiplicidade do cosmos.
A origem, porém, deste pensamento, está longe de ter motivações pacíficas e de união das religiões. Entre os principais teóricos orientadores e fundadores de grupos pertencentes a URI estão ocultistas e satanistas como Helena Blavatsky, Alice Bailey, Aleister Crowley, entre muitos outros. E seus continuadores têm relacionamentos tão promíscuos com sociedades secretas (ou meramente discretas) que aliam-se desde a poderosas organizações capitalistas a perigosos grupos revolucionários e comunistas; em todos os países do mundo, sua causa é compartilhada tanto entre partidos de direita quanto de esquerda. Um claro exemplo dessa multiplicidade unitária da URI e de seus tentáculos está na relação próxima que têm com acionistas majoritários das Organizações Ford e ex-dirigentes da KGB, políticos do partido republicano dos EUA e militantes socialistas na América Latina. Essa teia de relações, como veremos, é um emaranhado de convivências tenebrosas entre o pior do conhecimento que o homem já produziu e a tentativa de perpetuação dos maiores erros da humanidade.
A origem da URI
A United Religions Initiate foi fundada oficialmente pelo bispo episcopal da Califórnia, William Swing, em 1995. A iniciativa da organização existia já há cinco anos e cerca seus primeiros fundadores foram não mais do que 55 pessoas. Mas o fundamento principal, motivo verdadeiramente fundador da URI teve início ainda no século XIX, no I Parlamento Mundial das Religiões, um encontro que ocorreu na cidade de Chicago, em setembro de 1893 [5]. O evento marcou o início do diálogo entre as religiões de todo o mundo e deu origem a uma agenda que iria ter continuidade pelos próximos séculos. Cem anos depois, em 1993, o Parlamento reuniu-se novamente, também na cidade de Chicago, quando já havia sido formado o Conselho do Parlamento das Religiões. Em 1993, o evento contou com cerca de 8 mil pessoas e tem sido organizado sem periodicidade certa, em diversas cidades pelo mundo.
O principal objetivo desse parlamento fora a elaboração da Declaração das Religiões para a Ética Global. Em uma introdução explicativa à sua proposta para essa declaração, o teólogo ecumênico holandês Hans Küng, autor do livro Projeto de Ética Mundial, escreveu em 1992 [6]:
Depois de duas guerras mundiais, do colapso do fascismo, nazismo, comunismo e colonialismo, e do fim da guerra fria, a humanidade entrou numa nova fase de sua história. Ela tem hoje suficientes recursos econômicos, culturais e espirituais para instaurar uma ordem mundial melhor. Mas novas tensões étnicas, nacionais, sociais e religiosas ameaçam a construção pacífica de um mundo assim. Nossa época experimentou um progresso tecnológico nunca antes ocorrido, e, no entanto ainda somos confrontados pelo fato de que a pobreza, a fome, a mortalidade infantil, o desemprego, a miséria e a destruição da natureza, em âmbito mundial, não diminuíram, mas aumentaram. Muitas pessoas estão ameaçadas pela ruína econômica, desordem social, marginalização política e pelo colapso nacional.
Em outro ponto, ele sustenta ainda:
Nosso planeta continua a ser impiedosamente pilhado. Um colapso dos ecossistemas nos ameaça. Repetidamente, vemos líderes e membros de religiões incitar a agressão, o fanatismo, o ódio e a xenofobia – e até inspirar e legitimar conflitos violentos e sangrentos. A religião é muitas vezes usada apenas para fins de poder político, incluindo a guerra.
O Parlamento Mundial das Religiões, ou das Religiões do Mundo, defende, portanto, a co-existência entre as religiões e a paz entre os seres humanos. Propõe que o mundo caminha para uma época próspera, devido os avanços científicos e tecnológicos, e que esta nova era seria incompatível com antigas visões de mundo que mais separam os homens do que unem.
Daqui para frente, as soluções para os novos problemas devem ser, por sua vez, igualmente novas.
Novamente temos afirmações claramente bem intencionadas e, em certa medida, acalentadoras para a humanidade. Mas, como já disse antes, a mensagem verdadeira está oculta entre verbos e adjetivos, entre nomes e sobrenomes, dilemas e soluções. O parágrafo anterior bem que poderia ser dito de outra forma, sem tantas benesses ou agrados ao gênero humano. No jargão acadêmico e científico de nosso tempo, a expressão “mudança de paradigma”, possivelmente tirada de Thomas Kuhn, ganhou uma nova feição, esotérica, mística e existencial. Tal expressão cabe perfeitamente na crença alegada pelos teóricos do Parlamento das Religiões de que um novo período se aproxima e de que as antigas soluções não podem mais resolver os supostos novos impasses. Nem o mundo empresarial ficou livre desse jargão que em toda parte ecoa, como um mantra, nos corredores das corporações, órgãos públicos, terceiro setor, etc.
Poucos se atém, porém, à origem desse termo, ou ainda, a origem da idéia que o termo enceta. Há muitos escritores que admitem que o começo disso tudo está no esoterismo de inspiração oriental que tão rapidamente tem tomado de assalto o mundo cultural do Ocidente.
O chamado Movimento Nova Era, do qual a URI se apropria do conteúdo,constitui-se hoje de um emaranhado de seitas e grupos esotéricos que crêem em uma mudança astral que daria início à Era de Aquários. Esse novo período, segundo a profecia astrológica, irá trazer paz e prosperidade à humanidade como nunca houve. A Nova Era e todas as suas subdivisões, é uma fusão de crenças e teorias metafísicas que mistura influência oriental, crenças espiritualistas, animistas e paracientíficas. Sua proposta é a criação de um modelo de consciência moral e social, mediante orientações psicológicas, resultando no amálgama entre Natureza, Cosmos e o Homem.
Não é coincidência o fato de que muitos princípios dos movimentos Nova Era tenham íntima concordância com as idéias propostas pelo Parlamento das Religiões, que culminaram na fundação da URI, pois ambos defendem uma nova ética global e universalista. Além de reunir as principais religiões do mundo, o Parlamento, assim como o Conselho das Religiões formado por ele, integrou, desde sua origem, teóricos fundadores das principais seitas esotéricas e ocultistas do século XIX. Não podemos esquecer que muitas dessas seitas participantes, ainda hoje ativamente dos movimentos que orientam o Conselho das Religiões e a URI, objetivavam em seu início a inversão das crenças cristãs.
A URI não cessa de trabalhar para implantar a sua religião global. Desde o início de suas atividades, tem arrecadado dinheiro e acólitos no serviço ao qual se propôs. Em fevereiro de 1996, o bispo William Swing iniciou uma longa jornada ao redor do mundo, onde se encontrou com lideranças religiosas que incluem a Madre Teresa de Calcutá, o Dalai Lama, o arcebispo anglicano de Canterbury, o arcebispo Fittzgerald, o cardeal Arinze do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso e o próprio papa João Paulo II.
Vejamos então, o que mais diz a URI sobre si mesma:
Em junho de 1996, aconteceu a I Conferência Mundial da URI, com 55 pessoas. A partir daí, seu crescimento tem sido vertiginoso. Hoje, está presente em mais de 167 países. Um mutirão de líderes religiosos dos cinco continentes escreveu sua Carta Fundacional. Em julho de 2000, a Carta da Iniciativa das Religiões Unidas foi assinada, com peregrinações de caminhadas e celebrações da paz entre as religiões, nas vilas, cidades e metrópoles em todo o mundo, marcando o início oficial da URI. A Iniciativa das Religiões Unidas é uma rede global dedicada à promoção permanente da cooperação inter-religiosa.
Seu objetivo é colocar um fim à violência por motivos religiosos, cultivar culturas de paz e cura para a Terra e todos os seres vivos. A cura da terra traz em si todo o desafio da questão ecológica, da necessidade do uso sustentável dos recursos do planeta, ameaçados pelo mau uso. Diz respeito, também, às relações injustas entre países e povos e à distribuição desigual das riquezas.
Sendo “uma iniciativa global por mudanças, a URI é um convite à participação de todos, procurando trazer as religiões e as tradições espirituais a uma mesa comum, a um encontro global permanente e cotidiano, no qual, a partir das peculiaridades de cada um, seja possível buscar a paz entre as religiões e trabalhar juntos pelo bem de toda a vida e para a cura do mundo”.
Ela não quer se tornar uma espécie de nova religião mundial ou a porta-voz única das religiões. Faz parte de seus princípios, estimular cada pessoa a enraizar-se profundamente em sua própria identidade religiosa. O seu fundador argumenta que, “da mesma forma que as Nações Unidas não são uma nação, as Religiões Unidas não serão uma religião”.
Dela podem fazer parte todas as pessoas e grupos que aceitam o Preâmbulo, o Propósito e os Princípios da Carta de Fundação, assinada no Encontro Estadual de URI dia 01/06 2000, por meio um Círculo de Cooperação (CC) que a partir do Preâmbulo, do Propósito e dos Princípios, tem autonomia e responsabilidade de condução e escolha de atuação.
As condições de criação de um CC são, ao menos, reunir sete membros, representando no mínimo três religiões, expressões espirituais ou tradições indígenas. Como a URI é auto-organizativa, cada CC pode escolher a forma de agir na sociedade e determinar o que quer fazer. Há grupos que trabalham das mais variadas formas e na mais diversas atividades: AIDS, mulheres, direitos humanos, meio-ambiente, justiça e paz… tudo o que contribua para a segurança, a felicidade e o bem estar de toda a vida.
...Entre as quase centenas de entidades parceiras comuns estão grupos que vão desde os internacionais como a União Européia, IANSA – International Action Network on Small Arms, IBM International Newcomers Club Knoll, USAID – United States Agency for International Development, Embaixada Britânica; até os mais atuantes órgãos e empresas do Brasil como o SESC, SESI, Banco do Brasil, Instituto Moreira Salles, Instituto Ayrton Senna, Fundação Roberto Marinho e muitas outras. Além disso, conta com o apoio institucional do estado brasileiro por meio dos Ministério da Justiça e da Cultura, OAB, INSS, Polícia Militar do Rio de Janeiro e secretarias estaduais por onde tem atividades.
Lendo e relendo os sites deste emaranhado de relações entre ongs nacionais e internacionais, passando por esta infinidade de entidades e grupos privados, já é possível compreendermos o tamanho do problema. Ocorre que, por trás das belas palavras, encontramos o alçapão que permeia todo o fundamento ou os fundamentos que regulam as Cartas da URI e, por meio delas, milhares de mentes pelo mundo. Desde os primórdios da proposta interreligiosa, as principais fontes teóricas e inspirações para o mundo de maravilhas almejado pela URI, são nomes como Crowley, Blavatsky, Bailey, Leary e tantos outros que, como sabemos, fazem parte do covil de culpados pelos maiores erros da humanidade. Alguns deles, porém, passam por processo de grande aceitação pública, embora quem as estude a fundo saiba exatamente do que se trata. Ao que tudo indica, o pior nos espera.
Notas:
[1] Site oficial do evento: http://seminariotib.org.br/
[2] Lucia Dellagnelo, coordenadora geral do ICom – Instituto Comunitário Grande Florianópolis, um dos realizadores do seminário”. http://seminariotib.org.br/release-florianopolis-promove-seminario-internacional-sobre-tecnologia-para-mudanca-social/
[3] PENN, Lee. False Dawn. 2009.
[4] www.uri.org
[5] Site official do Parlamento Mundial das Religiões: http://www.parliamentofreligions.org
[6] Texto na íntegra pode ser lido em http://www.comitepaz.org.br/religioes_1.htm
Fonte - Mídia Sem Máscara
Groenlândia perde 97% da neve e acontecimento é sem precedentes
Por William Camargo – Cerca de 97% da neve da Groenlândia derreteu em poucos dias do mês de Julho. O evento pode ser considerado uma catástrofe, pois desde que se observa via satélite, cerca de 30 anos, nunca aconteceu algo de tamanha magnitude. A foto do satélite mostra o derretimento. Do lado esquerdo vemos que no dia 8 de julho quase toda a área ainda estava coberta de gelo, cerca de 40%, algo normal para a época do ano, pois é verão. Porém, em apenas 4 dias, subitamente a Groenlândia perdeu quase que em toda sua extensão o gelo que havia, cerca de 97% da área, simplesmente derreteu. As observações foram feitas a partir de 3 satélites que monitoram a área. O fato causa espanto na comunidade cientifica e grande repercussão internacional.
Não se sabe ainda ao certo até que ponto esse derretimento da Groenlândia vai interferir no clima mundial e no nível do mar, tendo em vista que quando é verão, já se observa à muitos anos que parte da área realmente sofre esse derretimento, o que era considerado até então natural. Só que nunca, desde que a área é monitorada por satélites sofreu tão grande perda de sua superfice congelada, ficando apenas com 3% de sua área coberta com gelo.
Os Cientistas e a NASA (Agência Espacial Norte Americana), dizem que o aceitável seria que apenas 50% da Groenlândia tivesse o degelo, algo que acontece todos os anos. A explicação ainda não veio, porém os cientistas buscam os motivos que levaram ao derretimento.
Todos os anos, em altitudes elevadas, a maioria do gelo, a água volta a congelar rapidamente, mantendo assim o equilíbrio natural. Já, perto da costa, parte da água é retida pelas camadas de gelo que permanecem e a outra parte segue rumo ao oceano. O grau de derretimento em 2012 praticamente aumentou em quase 100%. A estranheza se dá por conta de que foram poucos dias, neste caso, só 4, e a Groenlândia praticamente descongelou num todo.
Inclusive na visão de leigos no assunto, questionam até que ponto isso pode acarretar algum tipo de desequilíbrio da vida naquela região, e inclusive já há questionamentos sendo feitos nas redes sociais, quanto ao que acontecerá com esse enorme volume de água despejado no Oceano. Os pesquisadores, perplexos com tal evento e sua magnitude não chegaram a nenhuma conclusão até o momento, para que seja explicado este fenômeno natural. Também, não podem afirmar ainda, quanto isso vai contribuir para a elevação do nível do mar.
Segundo Tom Wagner, que é gerente de programa da NASA: “o gelo da Groenlândia é uma vasta área com uma história variada de mudanças. Este evento, juntamente com outros fenômenos naturais, mas incomum, como o evento na semana passada em Petermann Glacier, são parte de uma história complexa”. As observações de satélite estão nos ajudando a entender estes eventos e se podem relacionar-se entre si, bem como para o sistema climático mais mundial.”
Nghiem, em Pasadena, Califórnia, disse que este era um evento tão extraordinário que no começo se questionou sobre os dados se eram reais ou se havia algum tipo de erro com o equipamento. Depois ele obteve a confirmação dos dados que foram lhe apresentados e apontaram para um real fenômeno de magnitude nunca vistos antes. Para isso foi usado o Moderate-Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) da NASA e dos satélites Aqua. Para seu espanto houve então a confirmação do MODIS, que, mostraram temperaturas excepcionalmente altas e que o degelo era real e em uma extensa área, cerca de 97% da Groenlândia.
Para o climatologista Thomas Mote, da Universidade da Georgia, e Marco Tedesco da CityUniversity de Nova York, em seus estudos das imagens de satélite, foram confirmados o derretimento capturado em duas imagens com apenas 4 dias de diferença, vistos pelo Oceansat-2 e MODIS com dados via satélite a partir do Imager Especial Sensor Microwave/Sounder na Força Aérea dos EUA e pelo satélite meteorológico.
A fusão se espalhou rapidamente. Os mapas gerados a partir dos três satélites mostraram que em 8 de julho, cerca de 40% da superfície da camada de gelo havia derretido. Já em 12 de julho, 4 dias depois, 97% haviam derretido sobre a superfície da Groenlândia.
Também, mesmo a área ao redor do cume que fica bem no centro da Groenlândia, e está a cerca de 2 quilômetros acima do nível do mar, o ponto mais alto com gelo, mostrou sinais de derretimento.
Para Lora Koenig, uma glaciologista, o derretimento aconteceu na hora certa, visto que a história conta que a cada 150 anos esse degelo ocorre de forma natural, porém nunca havia sido visualizado do espaço com tanta nitidez e dados tão precisos. A última vez, segundo contam os livros de história, foi no ano de 1889. No entanto, este tipo de derretimento pode trazer grande preocupação à população mundial, bem como à toda comunidade científica caso nos próximos anos ou meses, eventos como esses aconteçam com maior frequência. Nós estamos em um pico de elevação da temperatura na Terra, por causa do efeito estufa e foram anos de despejo em nossa atmosfera de produtos químicos que influenciaram e influenciam diretamente para que esse aquecimento global continue, sendo que inclusive perdemos parte de nossa camada protetora de ozônio.
Fonte - Folha Paulistana
quarta-feira, 25 de julho de 2012
70.000 cristãos estão em campos de concentração na Coreia do Norte
Os crentes são considerados "ameaça à segurança nacional" Quando Kim Jong Un sucedeu seu pai, Kim Jong Il, a comunidade internacional esperava que a Coreia do Norte diminuísse ou eliminasse de vez uma série de restrições para os cidadãos do país. A posse de Kim Jong II como ditador foi marcada por intensa perseguição e execuções dos cristãos e quando Kim Jong Un assumiu, o mesmo não se repetiu, passando uma mensagem de esperança de um futuro de tolerância no país.
De fato, proibições sobre alimentos ocidentais, como pizza e batatas fritas, e as restrições ao uso de telefones celulares, por exemplo, chegaram ao fim, explica Ryan Morgan, analista do International Christian Concern.
“O novo governante foi mostrado na televisão estatal, sorrindo estranhamente e visitando um parque de diversões”, disse Morgan.
No entanto, os habitantes dessa nação comunista isolada não possuem nenhuma evidência de qualquer melhoria na condição da igreja perseguida. “Não ouvimos qualquer relato de melhora para os cristãos no país e não temos motivos para acreditar que alguma coisa mudou”, revela.
“O regime norte-coreano ainda tem mais de 70.000 cristãos aprisionados em campos de concentração”.
Morgan explicou que um cristão fiel e toda sua família podem ir para a prisão por toda a vida apenas pelo “crime” de possuir uma Bíblia. O analista diz ainda que um recente relatório da Comissão Sobre a Liberdade Religiosa Internacional afirma que o regime norte-coreano está cada vez mais tratando as crenças religiosas como “ameaças potenciais à segurança do país”.
O relatório diz que o regime oferece recompensas para quem fornecer informações que levem à prisão de pessoas envolvidas na distribuição de literatura cristã. O ministério Portas Abertas relata que a segurança nas fronteiras com a China e a Coreia do Sul não é mais a responsabilidade do exército.
“O serviço secreto assumiu a responsabilidade de guardar as fronteiras. Eles pegam os contrabandistas e os forçam a espionar as redes de cristãos na China, especialmente aquelas que ajudam os refugiados”, disse um representante do Portas Abertas.
Os crentes na Coreia do Norte continuam sendo extremamente cuidadosos por causa da perseguição, mas afirmam estarem mais preocupados com seus ministérios do que com o novo ditador. “Os cristãos prestam atenção em Kim Jong Un, mas estão mais preocupados em fazer a obra de Deus”, disse a fonte. “Nosso trabalho não tem sido afetado por estas novas resoluções”. O Portas Abertas indica que a Coreia do Norte ainda está em primeiro lugar na lista dos maiores perseguidores dos cristãos no mundo.
“Acredita-se que pelo menos 25% dos cristãos estejam definhando em campos de trabalho forçados por que se recusaram a adorar o fundador da Coreia do Norte, Kim II-Sung [avô do atual líder].
Qualquer forma de adoração a outra pessoa além do ‘Grande Líder’ (Kim II-Sung) e do “líder supremo”(Kim Jong-II) é visto como traição. Cristãos norte-coreanos são frequentemente presos, torturados ou até mortos por sua fé em Jesus Cristo”, afirma o relatório da organização.
“Metade da população vive no norte, perto da China, onde existe a maior redes de igrejas subterrâneas. Em todo o país, cerca de dez milhões de habitantes estão desnutridos, com milhares de pessoas sobrevivendo apenas comendo grama e cascas de árvore”, finaliza o Portas Abertas.
Fonte - Gospel Prime
Nota DDP: Serve de parâmetro para os que ainda entendem como impossível algo parecido acontecer em países assinalados como livres, de forma que se instale uma perseguição religiosa em grande escala. Basta um motivo, como uma "ameaça à segurança", agora mundial.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
CRISES E DESAFIOS DO ADVENTISMO
Pr. Dilson BezerraQuarta-Feira, 18 de julho de 2012
As vezes fico confuso se o mundo entrou na igreja, ou se a igreja entrou no mundo. Eu vivo em uma parte do mundo onde tem muitos Mulçumanos, e de longe sei quem é Mulçumano. Mês passado (Junho 2012) fui a Israel pela primeira vez na Conferência Bíblica da Conferência Geral e fiquei impressionado. Lá você sabe quem é Judeu, quem é Arabe, quem é Armênio. Mas olhamos para nossos irmãos Adventistas, e muitos deles se vestem como se fosse do mundo, ouvem a musica do mundo, comem a mesma comida do mundo, assistimos os mesmos programas do mundo, nossos costumes só diferem do mundo em relação ao alcool, carne de porco, e o dia de observância. Em algum ponto da nossa JORNADA ADVENTISTA ficamos cansados de esperar o Segundo Advento, e decidimos desfrutar do mundo terrenal.
O que vi em Israel (muro das lamentações em Jerusalém) é que para o Judeu, Árabe, Armênio, Mulçumano, a religião é o centro da vida. Se você tirar a religião, você tira a vida. Para estes povos não há vida sem religião, e essa é a razão porque se vestem diferentes e tem costumes diferentes. Querer dizer que isso é CULTURA... É uma boa desculpa para justificar a pobreza da nossa religião, que atende mais a nossa conveniência do que a de Deus. Eu não estou julgando ninguém aqui, até mesmo porque não sei que é Laodiceano e quem é Remanescente. Mas que esperamos um Reino Eterno, e estamos aproveitando a vida aqui enquanto a outra não chega, isso é vero. E desse grupo de pecadores, eu sou o primeiro, porque sou ministro e tenho me acomodado também com estas coisas. EU SÓ VOU MUDAR A IGREJA, QUANDO EU MUDAR A MIM MESMO! PORQUE EU SOU A IGREJA!
É interessante como todo mundo fala e comenta sobre a condição espiritual da igreja, e alguns parecem até desabafar sua decepção. Talvez até eu mesmo esteja desabafando minha frustração nesse artigo. Mas é tão facil culpar a igreja, os lideres, os pastores, os administradores. Mas olhe para você. Como Jesus, tem você amado, tido compaixão, misericordia pelas pessoas da tua igreja? Que tipo de sal é você? Insipido ou aquele que dá o sabor? Que tipo de luz é você, aquela que só ilumina o seu caminho, ou aquela que ilumina a rua inteira para todos caminharem. O nosso problema é exatamente esse. É que nos sentimos justos, e por isso fica facil condenar os pecadores, a igreja, os pastores, os lideres. Mas não esqueça que essa igreja tem a verdade, tem a missão de Deus, e é a menina dos olhos de Deus. Se ela não estar melhor é porque perdemos a nossa capacidade de amar, de servir, de perdoar, de entender as pessoas, de ajudar a carregar os fardos uns dos outros, de exaltar o nome de Deus pelas nossas palavras, atos e ações. Eu passei muitos anos nesse ministério achando que era o melhor pastor do mundo, e aqueles foram os anos mais infelizes da minha vida. Mas quando descobri a sujeira da minha justiça própria foi ai que compreendi quão grande é o privilégio que Deus me deu de servi-lo.
Eu nunca esqueço uma frase do saudoso Pr. Enoque de Oliveira em um concilio de pastores no IASP quando ele disse: "ESTA IGREJA É UMA IGREJA TRIUNFANTE, MAS EU SÓ NÃO SEI SE VOCÊ VAI TRIUNFAR COM ELA". Vamos parar de criticar nossa igreja e lideres, e vamos amar ela e eles. Nunca esqueça que a igreja é você e eu. Não existe nada que destroi mais o amor do que a justiça própria. O tempo esta chegando quando o remascente vai tocar trombeta do alto clamor da pregação do evangelho, mas esta trombeta será tocada sobre a batuta do AMOR. Seja SAL, seja LUZ, ilumine o caminho da justiça amando sua igreja e seu irmão. A VERDADE SÓ TRIUNFARÁ SE FOR PREGADA COM AMOR! Que Deus nos ajude nessa missão. AMÉM!
Descanso dominical e ecumenismo na pauta européia
Europa em defesa da liberdade religiosaBruxelas, 12 jul 2012 (Ecclesia) – Os presidentes da Comissão e do Conselho Europeus reuniram-se hoje em Bruxelas com 24 representantes cristãos, judaicos e muçulmanos, bem como das comunidades Hindu e Baha'i, numa iniciativa anual marcada pela preocupação com a liberdade religiosa.
Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, reiterou que a União Europeia condena “todos os atos de violência contra minorias religiosas, seja na Europa, em África ou na Ásia, onde quer que estes aconteçam”.
“A liberdade religiosa deve ser respeitada em todo o lado e preocupa-nos bastante ver algumas minorias, cristãs ou outras, serem alvo de ódio por outras partes da sociedade, tal como aconteceu no passado, em muitos outros países, contra minorias muçulmanas ou judaicas”, acrescentou o político português.
O líder do executivo comunitário sublinhou ainda a União Europeia defende “o direito a qualquer pessoa ter uma religião, bem como o direito a não professar qualquer religião”.
O tema escolhido para o encontro, que se repete desde 2005, foi a solidariedade entre gerações, com os bispos católicos a alertar para as crises “económica e demográfica”.
D. André-Joseph Leonard, arcebispo de Bruxelas, pediu uma maior aposta nas famílias, que considerou como a única “forma sustentável” para sair da atual crise.
O vice-presidente da Comissão dos Episcopados Católicos da União Europeia (COMECE), D. Gianni Ambrosio, realçou, por seu lado, a “importância fundamental” do domingo como dia de “descanso comum”.
D. Adolfo Gonzales-Montes, bispo espanhol, denunciou as práticas políticas “imorais e irresponsáveis” no país vizinho que levam a “sacrificar as novas gerações”.
Já o bispo romeno D. Virgil Bercea, vice-presidente da COMECE, pediu que sejam criadas condições para que os países mais pobres possam desenvolver-se economicamente.
“Estes mecanismos devem incluir transparência na forma como os dinheiros públicos são gastos”, indicou o prelado, numa intervenção enviada à Agência ECCLESIA.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja ainda "Solidariedade entre gerações requer o apoio da União Européia", de onde se destaca:
Neste contexto, Dom Gianni Ambrosio, Itália, vice-presidente da COMECE, sublinhou a necessidade para a Europa e seus Estados membros, de proteger o domingo como dia de repouso semanal comum na Europa. "O descanso dominical comum é de fundamental importância, especialmente para a família, a vida espiritual de seus membros e relacionamentos pessoais, tanto no seio da família como com parentes e amigos." Ele lembrou que as igrejas fizeram causa comum com grandes sindicatos e a sociedade civil proteger o domingo sem trabalho no nível da legislação da UE e Estados-Membros.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Momentos do Papa Bento XVI nos últimos meses de atividade
Li no website Catholic News um interessante artigo fazendo uma pequena revista ao último ciclo de atividades (outubro 2011 – junho 2012) do papa Bento XVI . Não é muito longo, mas creio que faz uma boa resenha dos principais assuntos nos quais o Vaticano é interveniente e outros em que procurou manifestar a sua influência.
Coerentemente, faça-se-lhe justiça, o artigo menciona o caso conhecido como "VatiLeaks", o das fugas de informação que revelaram tensões internas, seguramente desconhecidas da maioria das pessoas. Mas, o conteúdo de alguns parágrafos de outro âmbito é que creio fazer sentido mencionar tendo em conta o âmbito deste espaço.
Reproduzo esses excertos de seguida. Coloco a negrito o que, claramente, se entende como relevante para aquilo que está para vir da ação de Roma. E coloco em itálico aquilo que me parece não corresponder à verdade.
“Se houve uma mensagem que a agenda e as declarações do Vaticano pareceram destinadas a transmitir este ano, foi que o mundo precisa da ajuda da Igreja Católica para resolver os seus mais urgentes problemas sociais e económicos.”
“Em cinco discursos feitos no período de seis meses aos bispos americanos na sua visita “ad limina” a Roma, o Papa Bento disse que a saúde e prosperidade da sociedade americana como um todo, exige o envolvimento dos seus cidadãos católicos, em fidelidade para com os ensinamentos da igreja em assuntos contenciosos, incluindo casamento, aborto, eutanásia, imigração e educação.”
“Numa visita em Novembro ao país oeste-africano do Benin, o Papa disse que uma “igreja reconciliada dentro de si pode tornar-se um sinal profético de reconciliação na sociedade”, num continente frequentemente dividido por violentos conflitos étnicos e religiosos.”
“Não admitindo nenhum domínio de atividade humana como para além do âmbito da igreja, o Vaticano mergulhou no campo altamente técnico de finanças internacionais com um controverso documento culpando a crise económica mundial com um “liberalismo que rejeita regras e controlo”, propondo regulação global da indústria financeira e do dinheiro circulante internacional.”
"O papa também insistiu que o compromisso da igreja para com a justiça social nunca deve ser separado de uma fé que transcende este mundo. Durante uma viagem ao México e Cuba em Março, o Papa disse que a “igreja não é um poder político, não é um partido”, e disse a uma multidão de mais de 600.000 pessoas numa missa ao ar livre que “estratégias humanas não bastarão para nos salvar” da guerra e injustiça.”
Fonte - O Tempo Final
Coerentemente, faça-se-lhe justiça, o artigo menciona o caso conhecido como "VatiLeaks", o das fugas de informação que revelaram tensões internas, seguramente desconhecidas da maioria das pessoas. Mas, o conteúdo de alguns parágrafos de outro âmbito é que creio fazer sentido mencionar tendo em conta o âmbito deste espaço.
Reproduzo esses excertos de seguida. Coloco a negrito o que, claramente, se entende como relevante para aquilo que está para vir da ação de Roma. E coloco em itálico aquilo que me parece não corresponder à verdade.
“Se houve uma mensagem que a agenda e as declarações do Vaticano pareceram destinadas a transmitir este ano, foi que o mundo precisa da ajuda da Igreja Católica para resolver os seus mais urgentes problemas sociais e económicos.”
“Em cinco discursos feitos no período de seis meses aos bispos americanos na sua visita “ad limina” a Roma, o Papa Bento disse que a saúde e prosperidade da sociedade americana como um todo, exige o envolvimento dos seus cidadãos católicos, em fidelidade para com os ensinamentos da igreja em assuntos contenciosos, incluindo casamento, aborto, eutanásia, imigração e educação.”
“Numa visita em Novembro ao país oeste-africano do Benin, o Papa disse que uma “igreja reconciliada dentro de si pode tornar-se um sinal profético de reconciliação na sociedade”, num continente frequentemente dividido por violentos conflitos étnicos e religiosos.”
“Não admitindo nenhum domínio de atividade humana como para além do âmbito da igreja, o Vaticano mergulhou no campo altamente técnico de finanças internacionais com um controverso documento culpando a crise económica mundial com um “liberalismo que rejeita regras e controlo”, propondo regulação global da indústria financeira e do dinheiro circulante internacional.”
"O papa também insistiu que o compromisso da igreja para com a justiça social nunca deve ser separado de uma fé que transcende este mundo. Durante uma viagem ao México e Cuba em Março, o Papa disse que a “igreja não é um poder político, não é um partido”, e disse a uma multidão de mais de 600.000 pessoas numa missa ao ar livre que “estratégias humanas não bastarão para nos salvar” da guerra e injustiça.”
Fonte - O Tempo Final
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Líderes muçulmanos e católicos se encontram para debate
Um grupo de lideranças muçulmanas e católicas reuniram-se no Vaticano para fazer um debate sobre suas relações diante da “situação atual do mundo”. De acordo com um comunicado oficial do Vaticano, o cardeal Jean-Louis Tauran, presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso e o presidente do Fórum Islâmico Internacional para o Diálogo, Hamid bin Ahmad Al-Rifaie, presidiram a reunião.
Oito muçulmanos e oito representantes católicos participaram da reunião. Os participantes “trocaram opiniões sobre as relações entre cristãos e muçulmanos”, segundo o comunicado.
Uma segunda reunião de dois dias foi agendada em Roma, em julho de 2013, cujo tema será “Os crentes na frente do materialismo e do secularismo”, disse o Vaticano.
Dando continuidade ao diálogo iniciado em 1995, até 2012 foram 17 encontros promovidos.
O Vaticano tem feito reuniões inter-religiosas regulares com estudiosos muçulmanos depois que 138 especialistas muçulmanos escreveram uma carta em 2007, defendendo o diálogo com os cristãos.
A carta chegou depois que o papa Bento XVI fez um discurso em Regensburg, Alemanha em setembro de 2006 citando observações de um imperador bizantino, criticando o Islã por ser uma religião violenta.
O papa posteriormente pediu desculpas aos muçulmanos, pois os comentários causaram uma reação violenta. Ele disse que o verdadeiro significado de seu discurso “era e é um convite ao diálogo franco e sincero, com grande respeito recíproco”.
Fonte - Gospel Prime
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