quarta-feira, 24 de outubro de 2012

"A última esperança"

Roma no controle dos EUA

Desde 1946, a cada ano é celebrado em Nova York o jantar em memória de Alfred E. Smith. Embora essa celebração possa passar desapercebida por muitos, o evento tem um valor simbólico e uma importância que é necessário ressaltar. O evento é organizado pela Fundação Alfred E. Smith, fundada em 1946 pelo Cardeal e Arcebispo de Nova York, Francis Spellman, para honrar a figura de Alfred E. Smith. O edifício por excelência do Arcebispo de Nova York é a Catedral de São Patrício situada entre o Rockefeller Center e o Council of Foreign Relations (CFR).

Para entender o que este evento representa, primeiro temos que saber quem foi Alfred E. Smith. Este homem foi um católico irlandês que por três vezes foi Governador do Estado de Nova York. Porém, mais importante do que isso, ele foi o primeiro candidato católico para presidente dos EUA (1928). Sendo que o Arcebispo de Nova York representa a cabeça visível do papado nos EUA, quando se convoca o jantar em memória de Alfred E. Smith, os convidados não só rendem tributo a um católico, mas também a sua igreja. Não é coincidência que no ano em que há eleições nos EUA, exatamente poucos dias antes da eleição, os dois principais candidatos para presidente compareçam ao jantar em memória de quem foi o primeiro candidato católico a presidência do país.

Embora durante a campanha se apresentem como ferozes adversários políticos, no jantar se colocam gentilmente ao lado do Arcebispo de Nova York como uma tradição. Para um simples observador, o evento e a imagem podem não ser significativos, porém, fica evidente que para Roma é uma demostração de poder. A mensagem pode ser resumida da seguinte maneira: “Não importa quem ganhe, Roma está no controle”.


John Kennedy (esquerda), Richard Nixon (direita), Cardeal Francis Spellman (centro)
1960 - Jantar em homenagem a Alfred E. Smith


George Bush (esquerda), Al Gore (direita), Arcebispo N.Y. - Edward Michael Egan (centro)
19/Out/2000 - Jantar em homenagem a Alfred E. Smith


John McCain (esquerda), Barack Obama (direita), Cardeal e Arcebispo N.Y. - Edward Michael Egan (centro)
16/Out/2008 - Jantar em homenagem a Alfred E. Smith


Barack Obama (esquerda), Mitt Romney (direita), Cardeal Timothy Dolan (centro)
18/Out/2012 - Jantar em homenagem a Alfred E. Smith

Fonte: Tocad Trompeta

(Via @MinutoProfético)

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Decálogo da carta apostólica "Dies Domini" sobre a eucaristia e o domingo

O domingo nos lembra a ressurreição do Senhor.

I - No domingo se celebra a vitória de Cristo.
II - Não converter o domingo em final de semana.
III - O domingo é o dia da fé e da esperança.
IV - A missa dominical.
V - Obrigação de ir à missa.
VI - Dia da alegria.
VII - O descanso é algo sagrado.
VIII - O domingo é a escola da caridade.
IX -  O domingo revela o sentido do tempo.
X - O cristão não pode viver sem participar da missa dominical.

Fonte - Revista Ecclesia

Igreja apela à revalorização do domingo

Fátima, Santarém, 22 out 2012 (Ecclesia) – O presidente da Comissão Episcopal do Laicado e da Família, da Igreja Católica em Portugal, afirmou que a “debilidade da fé” afeta o domingo e a coesão do tecido familiar.

D. Antonino Dias disse à ECCLESIA que, atendendo “à perda do sentido de Deus”, se deixou de viver “o domingo da família”, questão que esteve em debate nas jornadas nacionais da família, realizadas em Fátima, entre sexta-feira e domingo.

Durante a iniciativa subordinada ao tema ‘A Família em festa no dia do Senhor’, os oradores refletiram sobre a festa e o sentido do domingo, porque é fundamental que “a família tenha o gosto para fazer festa nestes tempos que estão um pouco não tendentes para isso”.

Sendo este dia da semana a festa por “excelência dos cristãos”, D. Antonino Dias apela às famílias para que tenham “tempo para si e para os seus” e que façam festa.

“A família precisa de momentos que promovam a sua coesão e o seu investimento interno”, acrescentou o bispo de Portalegre-Castelo Branco.

A entidade familiar deve exercer a sua “cidadania” como um todo, por isso a formação tem estar presente em agregados que se proclamam cristãos, mas são “dominados por uma espécie de ateísmo prático”.

Fátima e Luis Lopes, responsáveis nacionais pelo setor da pastoral familiar, sublinham que existem “desafios novos”, mas que o domingo é “essencial” para os cristãos.

Quando a esperança é diminuta, Fátima Lopes apela às famílias para que procurem “alternativas e lógicas diferentes” que possam dar resposta à vida das pessoas.

Os cristãos, como “portadores de um humanismo grande”, podem apresentar “caminhos de esperança” e “novas formas de viver em família”, acrescenta.

Fonte - Ecclesia

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

“Quando o Senhor no início me deu mensagens para levar ao Seu povo, foi-me difícil apresentar-lhas, e muitas vezes eu as amenizei e as tornei mais suaves pelo temor de ferir a alguém. Foi uma grande prova declarar-lhes as mensagens como o Senhor mas entregou. Eu não compreendia que estava sendo infiel e não via o pecado e o perigo de tal procedimento até que fui levada em visão à presença de Jesus. Ele me olhou com o cenho carregado e desviou de mim o Seu rosto. Não é possível descrever o terror e agonia que senti. Caí sobre o meu rosto diante dEle, mas não tive força para proferir uma só palavra. Oh! como ansiei ser coberta e ocultada daquela fronte severa! Pude então compreender um pouco de como se sentirão os perdidos ao clamarem aos montes e às rochas: "Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto dAquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro." Apoc. 6:16."” PE., pág. 76.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

"Oferta de sacrifício"



  

Nota DDP: Testemunho do Dr. Luigi Braga, Advogado da Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Vale cada minuto.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Tempos difíceis...

Vulcão gigante nos Andes está se mexendo

Satélites de monitoramento ambiental detectaram deformações do solo acima de um gigantesco corpo de magma subterrâneo. A movimentação, que pode indicar uma atividade vulcânica futura, está ocorrendo no centro da Cordilheira dos Andes.
(...)

Quando e onde aparecerá a próxima pandemia?

Duas mortes recentes causadas por vírus até então desconhecidos deixaram as agências de saúde mundiais em estado de alerta
(...)

Fukushima pode afundar no mar

Um afundamento de 80 centímetros no chão segurando o reator 4 de Fukushima pode derrubar toda a estrutura, causando graves danos não só para o Japão, mas para o mundo inteiro, o diplomata japonês confessou Mitsuhei Murata em uma entrevista recente. Tepco, a empresa responsável pela usina, dia Sincero atrás e informou que o desastre era completamente evitável.
(...)

Nota DDP:
Crise econômica, crise ambiental, crise alimentar, crise moral, o "Big One" na Califórnia...

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Rumor da vinda do Messias preocupa judeus


Documentos divulgados na internet geram polêmica entre rabinos
Rumor da vinda do Messias preocupa judeus


Muitas teorias sobre o fim do mundo acontecer ainda este ano têm se espalhado, sobretudo na Internet. Mas poucas delas falam sobre a possível volta do Filho de Deus à Terra para salvar a humanidade.

O povo judeu espera a chegada do messias salvador há muitos séculos e, segundo alguns grupos, esse momento estaria muito perto.

Semanas atrás começou a circular na internet a notícia de que líderes judeus estariam cogitando a vinda do Messias para breve. Alguns estariam marcando a data para os últimos meses de 2012, elevando as expectativas em algumas comunidades judaicas.

Segundo o portal Terra, do Chile, toda a questão começou quando duas das maiores autoridades judaicas do mundo, os rabinos Yona Metzger e Shlomo Amar, enviaram uma carta onde falavam sobre o aborto em massa e a vinda do messias.

Logo surgiram documentos “proféticos” que denunciavam esse Messias como falso, denominando-o de “o anticristo”.

O portal Terra tentou verificar a veracidade dessas declarações e entrevistou o rabino líder da comunidade judaica no Chile, Eduardo Wangortin.

De acordo com ele, foi levantada a hipótese que, entre novembro e dezembro deste ano, o messias viria finalizar o ciclo da humanidade como a conhecemos. No entanto, esta teoria não é aceita pela maioria dos judeus.

“Na verdade, os judeus sempre acham que o Messias virá a qualquer momento, mas de nenhuma maneira marcam a data. Em nenhum lugar dos escritos dos sábios existe um número que indica a data da vinda do Messias. Então, esperamos o Messias todos os dias e ensinamos que nosso comportamento deve ser tão bom que nos faça merecer a sua vinda”, explica ele.

Wangortin acrescenta que, “a expectativa pelo messias é uma marca de esperança constante, nossa visão da história é esperançosa e constantemente pensamos que o próximo dia será melhor que o anterior porque está mais próxima a vinda do messias. Ele pode ser o próprio Deus, ou pode ser uma geração de jovens que iniciem um caminho de fraternidade, de paz e amor, e seria uma geração messiânica. Mas não definimos uma data específica para sua vinda, que não depende de nós, mas apenas de Deus. Nós somos, basicamente, racionalistas e positivistas”, conclui.

Fonte - Gospel Prime

Nota DDP: Interessante perceber esse sentimento comum de várias vertentes religiosas e, inclusive não religiosas, de que algo grande está prestes a acontecer.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Número de protestantes cai nos Estados Unidos, diz estudo

Pesquisa revela que 1 em cada 5 americanos, ou 19,6%, disseram que são ateus, agnósticos ou "neutros"

Pela primeira vez desde que pesquisadores começaram a estudar a identidade religiosa dos americanos, menos da metade dos pesquisados disseram ser protestantes, uma queda acentuada em comparação a 50 anos atrás, quando as igrejas protestantes reivindicavam a lealdade de mais de dois terços da população.

Um novo estudo, divulgado pelo Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública na terça-feira, 9 de outubro, revelou que não foram apenas protestantes liberais, como metodistas ou episcopais, que abandonaram sua fé, mas também os mais conservadores. As perdas ocorreram entre os protestantes brancos, mas não entre os protestantes afro-americanos ou de outras minorias, segundo o estudo.

Quando eles desistem da religião, ao invés de de mudarem de igreja, eles se juntam às fileiras crescentes que não se identificam com nenhuma religião. Quase 1 em cada 5 americanos, ou 19,6% , disseram que são ateus, agnósticos ou "neutros".

Esta é uma mudança significativa em comparação ao cenário de apenas cinco anos atrás, quando os adultos que diziam não ter religião representavam cerca de 15% da população. Além disso, trata-se de uma mudança sísmica em comparação a 50 anos atrás, quando cerca de 7% dos adultos americanos disseram não ter filiação religiosa.

Agora, mais de um terço dos americanos com idades entre 18 e 22 não possuem qualquer filiação religiosa. Estes jovens irão substituir as gerações mais velhas que estiveram muito mais envolvidas com a religião ao longo de suas vidas.

"Nós realmente não havíamos presenciado nada como isso antes", disse Gregory A. Smith, um pesquisador sênior do Fórum Pew. "Mesmo quando os baby boomers envelheceram, no início dos anos 1970, havia metade da probabilidade de terem uma ligação religiosa do que os jovens de hoje."

Os "neutros", como são chamados pelos pesquisadores, hoje compõem o segundo maior agrupamento religioso da nação. O maior grupo é o dos católicos, que compõem cerca de 22% da população. Seus números se mantêm, principalmente porque um afluxo de imigrantes substituiu 14% dos católicos que foram criados na igreja e a abandonaram nos últimos cinco anos, disse Smith.

O aumento de pessoas que afirmam não pertencer a uma religião é susceptível de ter consequências políticas, disse Phil Zuckerman, professor de sociologia e estudos seculares na Faculdade Pitzer, na região do Sul da Califórnia.

O relatório Pew oferece várias teorias para explicar o surgimento dos não religiosos. Uma das teorias é a de que os jovens adultos ficaram desiludidos com a religião organizada quando as igrejas protestantes evangélicas e católicas tornaram-se ativas em causas políticas conservadoras, como a oposição ao homossexualismo e ao aborto.

Outra teoria é a de que a mudança reflete uma tendência mais ampla de não participar mais da vida social local e comunitária, o fenômeno apelidado de "Bowling Alone" (jogando boliche sozinho, em tradução literal), de Robert D. Putnam, professor de políticas públicas da Universidade de Harvard.

Outra explicação é que os Estados Unidos estão simplesmente seguindo a tendência de secularização já vista em muitos países economicamente desenvolvidos, como Austrália e Canadá, e alguns na Europa. Esta teoria postula que pessoas que são saudáveis e financeiramente seguras têm menos necessidade existencial para uma religião.

Os Estados Unidos sempre foram a grande exceção desta tendência secularizante, e não está claro se os americanos estão necessariamente tendendo em direção ao modelo europeu.

O relatório Pew descobriu que, mesmo entre os americanos que alegaram não ter religião, poucos se qualificaram como sendo puramente seculares. Dois terços disseram ainda acreditar em Deus, e um quinto disse rezar todos os dias. Apenas 12% do grupo sem filiação religiosa disseram ser ateus e 17% agnósticos.
A Reverenda Eileen W. Lindner, que vem narrando as estatísticas religiosas durante anos como editora do Anuário de Igrejas americanas e canadenses, observou essa complexidade.

Ela disse, "Muitas pessoas irão ler este estudo e dizer: 'Isso é terrível! O que está acontecendo com a nossa cultura?' Eu, como cientista social e pastora, pediria cautela."

"Muitos jovens não participam muito dos cultos, mas se fazemos um projeto de missão, eles normalmente comparecem", disse Lindner. "Eles administram as cozinhas, eles constroem as casas no projeto Habitat para a Humanidade".

Eles podem até não comparecerem nos domingos, disse ela, mas não abandonaram a sua fé.

Portal de Notícias IG
Por Laurie Goodstein

Nota Gilberto Theiss: Jesus não foi muito otimista quando olhou para os dias finais que antecedem Seu retorno à Terra. Lucas 18:7 e 8 coloca em cheque a fé dos que estariam preparados para Sua vinda em Glória e Magestade. Serão muito poucos os que ainda manterão as chamas da fé acesas. Serão poucos os que não se comprarão e não se venderão diante do arsenal de prazeres e luxo impostos pelo mundo. Os EUA que já se jactou-se por ser uma nação protestante, hoje, vive num estado de plena secularização como ocorrido na Europa. Muitos cristãos já não possuem mais tanta certeza da existência de Deus ou do papel espiritual da religião para a vida. Dias piores ainda virão, pois o homem irá de mau a pior, enganando e sendo enganado (II Tm 3:13).

Crise acentua desejo de independência na UE

'A atual crise económica na União Europeia está a despertar antigas aspirações independentistas em algumas regiões, aumentando as preocupações dos líderes políticos com o futuro do projeto europeu.

Reclamam independência política por considerarem que lhes está a ser exigido um enorme esforço financeiro ao mesmo tempo que os governos centrais cortam nos serviços que lhes prestam.

Catalunha (Espanha), Escócia (Reino Unido) e Antuérpia (Bélgica) são os casos mais recentes, mas é preciso também não esquecer a Irlanda do Norte e a região do Tirol do sul, em Itália, onde os cidadãos cada vez se sentem menos responsáveis pela crise que o país vive.

Josef Janning, diretor de estudos do Centro Europeu de Políticas Públicas, referiu ao jornal americano ""The New York Times" que, tradicionalmente, os líderes destas regiões veem com bons olhos a União Europeia. Mas a independência destas regiões coloca perguntas às quais os dirigentes europeus não sabem ainda o que responderFonte: Jornal de Notícias (negritos meus para destaque)

Nota O Tempo Final: o idealizado federalismo europeu continua a não resistir à força profética de Daniel 2! E por aqui se prova que essa "união" na Europa funciona apenas ao nível das lideranças; quanto aos povos, acho que estão cada vez mais afastados...


Nota DDP: Veja também "Pés de barro: crise reanima separatismo na Europa".
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