quinta-feira, 6 de novembro de 2008
UE já se coloca ao lado do novo presidente dos EUA
Esta notícia é anterior à eleição, mas tem contornos bem interessantes.
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Independentemente de quem for o grande vitorioso do pleito norte-americano de hoje, a Europa já demonstra que sonha em caminhar ao lado dos americanos daqui para a frente nas questões-chave como guerra no Oriente Médio, crise financeira e meio ambiente.
...
Surpreendendo pelo precipitado cortejo ao futuro vencedor, o texto a ser enviado ao novo eleito tão logo o resultado da eleição seja anunciado propõe desde já uma relação de parceria entre ambos. O jornal francês Le Monde definiu a atitude como "o mundo ao contrário", em uma insinuação de que, com o documento, o Velho Continente sacramenta os americanos como o centro do mundo - para muitos analistas, uma verdade que os europeus insistem em não aceitar.
...
O objetivo do precipitado documento de seis páginas e cinco capítulos seria, então, o de lembrar nas entrelinhas que a Europa quer retomar o seu poder.
...
"A América - e Obama é o seu símbolo vivo neste momento - continua a nos fazer sonhar: ninguém no mundo ocidental quer ver um mundo chinês ou russo. E mesmo se o mundo virou multipolar, somente a América porta uma mensagem universal e de uma visão normativa face às potências 'egoístas' como a Rússia e a China."
Fonte - Terra
Nota DDP: Reconhecimento de quem é o líder mundial, necessidadade de retomada de poder em âmbito global, que um outro organismo também pretende para os últimos dias, conclamando inclusive que a Europa reconheça suas raízes cristãs afim de não perder sua identidade e, um inimigo comum: o comunismo.
[Colaboração - Éder]
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Independentemente de quem for o grande vitorioso do pleito norte-americano de hoje, a Europa já demonstra que sonha em caminhar ao lado dos americanos daqui para a frente nas questões-chave como guerra no Oriente Médio, crise financeira e meio ambiente.
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Surpreendendo pelo precipitado cortejo ao futuro vencedor, o texto a ser enviado ao novo eleito tão logo o resultado da eleição seja anunciado propõe desde já uma relação de parceria entre ambos. O jornal francês Le Monde definiu a atitude como "o mundo ao contrário", em uma insinuação de que, com o documento, o Velho Continente sacramenta os americanos como o centro do mundo - para muitos analistas, uma verdade que os europeus insistem em não aceitar.
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O objetivo do precipitado documento de seis páginas e cinco capítulos seria, então, o de lembrar nas entrelinhas que a Europa quer retomar o seu poder.
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"A América - e Obama é o seu símbolo vivo neste momento - continua a nos fazer sonhar: ninguém no mundo ocidental quer ver um mundo chinês ou russo. E mesmo se o mundo virou multipolar, somente a América porta uma mensagem universal e de uma visão normativa face às potências 'egoístas' como a Rússia e a China."
Fonte - Terra
Nota DDP: Reconhecimento de quem é o líder mundial, necessidadade de retomada de poder em âmbito global, que um outro organismo também pretende para os últimos dias, conclamando inclusive que a Europa reconheça suas raízes cristãs afim de não perder sua identidade e, um inimigo comum: o comunismo.
[Colaboração - Éder]
Nova Bíblia destaca mensagem "verde"
Uma nova edição do livro mais vendido no mundo chegou às lojas dos EUA nesta semana impressa, em parte, em papel reciclado, e com tinta à base de soja. Ela traz um índice com todas as menções do texto bíblico aos animais, ao solo e à água.
A Bíblia ecológica traz em destaque, e em tinta verde, todos os versículos desta nova versão revisada que falam dos cuidados com o planeta. Um exemplo é o famoso versículo 31 do primeiro capítulo do Gênesis, sobre a criação: "E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom".
Há quem questione a eficácia de uma Bíblia em versão ecológica, uma vez que ela não seria muito lida por quem precisaria ser "evangelizado" sobre questões ambientais, ou seja, os cristãos evangélicos conservadores.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Dois aspectos: a vinculação da religião com a ecologia, bem como a crítica explícita aos que não se alinharem ao movimento ecológico (evangélicos conservadores).
A Bíblia ecológica traz em destaque, e em tinta verde, todos os versículos desta nova versão revisada que falam dos cuidados com o planeta. Um exemplo é o famoso versículo 31 do primeiro capítulo do Gênesis, sobre a criação: "E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom".
Há quem questione a eficácia de uma Bíblia em versão ecológica, uma vez que ela não seria muito lida por quem precisaria ser "evangelizado" sobre questões ambientais, ou seja, os cristãos evangélicos conservadores.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Dois aspectos: a vinculação da religião com a ecologia, bem como a crítica explícita aos que não se alinharem ao movimento ecológico (evangélicos conservadores).
"A mudança chegou" - 2
Obviamente o mundo não fala de outra coisa. Será novamente o recurso dos spots.
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Obamus primeiro
Você viu e ouviu aí pela televisão e pela internet, uma explosão de vitória na Copa do Mundo. Pois foi maior e mais fundo do que você viu nas telas.
...
Uma comemoração espontânea, de Chicago a Nova York, do Harlem ao Lower East Side, de Times Square a centenas de bares com telões. Choro, abraços e beijos. E não foi uma emoção contida nas fronteiras americanas. O mundo aderiu.
...
Se falhar, será uma das maiores decepções políticas do nosso tempo. E se acertar? Teremos Obamus, o primeiro César negro?
Fonte - BBC
Barack Obama superstar: primeiro lider global
Pelo que acabei de assistir na belíssima cobertura do “Jornal Nacional” sobre as eleições nos Estados Unidos, não foram apenas os americanos que festejaram a vitória do primeiro negro que assumirá em janeiro a presidência da república mais poderosa do mundo.
A festa foi geral, a alegria não teve donos, a esperança se espalhou por toda parte. Foi bonito, pá, como cantaram os portugueses na vitoriosa revolução dos cravos.
...
Fonte - iG
Especialista compara vitória de Obama à queda do muro de Berlim
...
"Eu vejo três momentos - a queda do muro de Berlim, com o reencontro dos dois mundos, que foi perdido em 11 de setembro de 2001 (com os ataques terroristas contra os Estados Unidos) e agora pode ser recuperado com eleição de Barack Obama. É o momento que ensaiamos durante a década de 90 e perdemos em 2001, onde fomos interrompidos pelas questões militares nas relações internacionais", afirmou Seitenfus.
...
Levantamentos de opiniões nos quatro cantos do mundo sempre deram a ele um enorme capital de simpatia. É de uma legalidade incontestável. Ele tem legitimidade interna e internacional. Sua eleição está carregada de esperanças para que se vire a página dos oito anos de administração Bush", afirmou.
...
Fonte - Terra
Obama poderia surpreender e negociar a paz entre Israel e Irã
...
O novo presidente tem que tentar entender os problemas reais que envolvem Israel e o Irã.
...
Por enquanto, pode parecer loucura. Mas, após os americanos elegerem Obama, não duvidem de uma surpresa neste sentido.
...
Fonte - Estadão
Nota DDP: Poderia colocar inúmeras outras. A verdade é que realmente temos um momento único da história desta terra. Gostei de alguém que disse que positiva ou negativamente Obama está relacionado com os eventos finais da história desta terra, ainda que estes não estejam próximos de chegar aos atos finais. É realmente a impressão que fica...
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Obamus primeiro
Você viu e ouviu aí pela televisão e pela internet, uma explosão de vitória na Copa do Mundo. Pois foi maior e mais fundo do que você viu nas telas.
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Uma comemoração espontânea, de Chicago a Nova York, do Harlem ao Lower East Side, de Times Square a centenas de bares com telões. Choro, abraços e beijos. E não foi uma emoção contida nas fronteiras americanas. O mundo aderiu.
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Se falhar, será uma das maiores decepções políticas do nosso tempo. E se acertar? Teremos Obamus, o primeiro César negro?
Fonte - BBC
Barack Obama superstar: primeiro lider global
Pelo que acabei de assistir na belíssima cobertura do “Jornal Nacional” sobre as eleições nos Estados Unidos, não foram apenas os americanos que festejaram a vitória do primeiro negro que assumirá em janeiro a presidência da república mais poderosa do mundo.
A festa foi geral, a alegria não teve donos, a esperança se espalhou por toda parte. Foi bonito, pá, como cantaram os portugueses na vitoriosa revolução dos cravos.
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Fonte - iG
Especialista compara vitória de Obama à queda do muro de Berlim
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"Eu vejo três momentos - a queda do muro de Berlim, com o reencontro dos dois mundos, que foi perdido em 11 de setembro de 2001 (com os ataques terroristas contra os Estados Unidos) e agora pode ser recuperado com eleição de Barack Obama. É o momento que ensaiamos durante a década de 90 e perdemos em 2001, onde fomos interrompidos pelas questões militares nas relações internacionais", afirmou Seitenfus.
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Levantamentos de opiniões nos quatro cantos do mundo sempre deram a ele um enorme capital de simpatia. É de uma legalidade incontestável. Ele tem legitimidade interna e internacional. Sua eleição está carregada de esperanças para que se vire a página dos oito anos de administração Bush", afirmou.
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Fonte - Terra
Obama poderia surpreender e negociar a paz entre Israel e Irã
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O novo presidente tem que tentar entender os problemas reais que envolvem Israel e o Irã.
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Por enquanto, pode parecer loucura. Mas, após os americanos elegerem Obama, não duvidem de uma surpresa neste sentido.
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Fonte - Estadão
Nota DDP: Poderia colocar inúmeras outras. A verdade é que realmente temos um momento único da história desta terra. Gostei de alguém que disse que positiva ou negativamente Obama está relacionado com os eventos finais da história desta terra, ainda que estes não estejam próximos de chegar aos atos finais. É realmente a impressão que fica...
Europa mal preparada para uma pandemia de gripe
Uma epidemia poderia matar de 1,4 a 70 milhões de pessoas, segundo a ONU. E o banco mundial estima que o custo econômico poderia chegar a US$ 3 trilhões.
Quando o perigo do vírus H5N1 se tornou conhecido, há cerca de três anos, o mundo estava totalmente despreparado. Já houve muito progresso, na opinião da ONU, com preparação para estado de alerta. Mas ainda há muito a fazer, especialmente no que diz respeito a troca de informações e coordenação entre os diversos países.
Fonte - Opinião e Notícias
Quando o perigo do vírus H5N1 se tornou conhecido, há cerca de três anos, o mundo estava totalmente despreparado. Já houve muito progresso, na opinião da ONU, com preparação para estado de alerta. Mas ainda há muito a fazer, especialmente no que diz respeito a troca de informações e coordenação entre os diversos países.
Fonte - Opinião e Notícias
Vaticano, Islam e Israel
Shimon Peres participa numa conferência sobre diálogo interreligioso
O Presidente israelita Shimon Peres vai participar numa conferência, da ONU, para a promoção do diálogo entre religiões, a realizar entre os dias 11 e 13 de Novembro, em Nova Iorque. A iniciativa partiu do rei Abdallah da Arábia Saudita.
Peres será acompanhado pelo ministro israelita dos Assuntos Estrangeiros, Tzipi Livni. De acordo com um comunicado, os dois responsáveis entendem que “esta conferência pode ajudar a futuros encontros dos dirigentes do mundo árabe”.
Fonte - Ecclesia
Forúm católico-muçulmano : Igreja não é Ocidental
...
Para D. Jean Louis Tauran, “paralelamente ao caminho diplomático, que representa «um canal privilegiado», o diálogo inter-religioso permite recordar os direitos e as aspirações legítimas dos nossos irmãos na fé, quando se tornam alvo de perseguições e violências”.
No entanto, “não temos outra escolha senão caminhar juntos. Estamos todos no caminho rumo à verdade. Quando nos encontramos em situações difíceis, não devemos ter medo de dizer no que acreditamos. Não devemos temer a denúncia de violações de direitos humanos, quaisquer que sejam, para que prevaleça a verdade, e não a força. A força do direito é predominante sobre o direito da força”.
Entretanto, Yahya Pallavicini, vice-presidente da COREIS, a Comunidade religiosa islâmica italiana, afirmou que os seus objectivos para este encontro visam “encontrar soluções concretas, que possam salvaguardar a dignidade da fé e a dignidade dos fiéis cristãos e muçulmanos, em todos os âmbitos da vida e da sociedade contemporânea”.
...
Fonte - Ecclesia
O Presidente israelita Shimon Peres vai participar numa conferência, da ONU, para a promoção do diálogo entre religiões, a realizar entre os dias 11 e 13 de Novembro, em Nova Iorque. A iniciativa partiu do rei Abdallah da Arábia Saudita.
Peres será acompanhado pelo ministro israelita dos Assuntos Estrangeiros, Tzipi Livni. De acordo com um comunicado, os dois responsáveis entendem que “esta conferência pode ajudar a futuros encontros dos dirigentes do mundo árabe”.
Fonte - Ecclesia
Forúm católico-muçulmano : Igreja não é Ocidental
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Para D. Jean Louis Tauran, “paralelamente ao caminho diplomático, que representa «um canal privilegiado», o diálogo inter-religioso permite recordar os direitos e as aspirações legítimas dos nossos irmãos na fé, quando se tornam alvo de perseguições e violências”.
No entanto, “não temos outra escolha senão caminhar juntos. Estamos todos no caminho rumo à verdade. Quando nos encontramos em situações difíceis, não devemos ter medo de dizer no que acreditamos. Não devemos temer a denúncia de violações de direitos humanos, quaisquer que sejam, para que prevaleça a verdade, e não a força. A força do direito é predominante sobre o direito da força”.
Entretanto, Yahya Pallavicini, vice-presidente da COREIS, a Comunidade religiosa islâmica italiana, afirmou que os seus objectivos para este encontro visam “encontrar soluções concretas, que possam salvaguardar a dignidade da fé e a dignidade dos fiéis cristãos e muçulmanos, em todos os âmbitos da vida e da sociedade contemporânea”.
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Fonte - Ecclesia
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Arcebispo de Paris critica o trabalho ao Domingo
D. André Vingt-Trois, Arcebispo de Paris e presidente da Conferência Episcopal de França, abriu a assembleia plenária dos bispos com uma crítica ao trabalho dominical.
“Ganhar mais é o principal objectivo da existência humana?”, questionou o Arcebispo, argumentando que, para os cristãos, o Domingo “é o dia do Senhor, mas também, o tempo da família”.
“Se as leis alargam o trabalho ao dia de Domingo, os danos humanos e sociais que resultam a partir daqui, terão impacto económico”. O Arcebispo indica que esta será uma “medida adicional na quebra da nossa vida colectiva e que não afecta apenas os cristãos”.
No seu discurso de abertura, D. Vingt-Trois recordou a recente viagem de Bento XVI a França que “mostrou aos observadores atentos e imparciais que a imagem de uma Igreja decadente não corresponde à realidade”.
Os bispos encontram-se reunidos em Assembleia plenária para falar sobre questões de bioética, da “visibilidade” da Igreja numa sociedade cada vez menos praticantes e ainda dos locais de culto.
O discurso de abertura do Cardeal Vingt-Trois mostrou que os factores actuais encontram lugar na discussão plenária. O Arcebispo referiu-se ainda à crise económica, lamentando que as preocupações mundiais sobre a economia “eclipsaram” os trabalhos do Sínodo dos Bispos.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Como já considerado há muito tempo neste espaço, na correlação da doutrina social da igreja com o tema da crise econômica, era questão de tempo para que se inserisse o descanso dominical no âmago do debate.
“Ganhar mais é o principal objectivo da existência humana?”, questionou o Arcebispo, argumentando que, para os cristãos, o Domingo “é o dia do Senhor, mas também, o tempo da família”.
“Se as leis alargam o trabalho ao dia de Domingo, os danos humanos e sociais que resultam a partir daqui, terão impacto económico”. O Arcebispo indica que esta será uma “medida adicional na quebra da nossa vida colectiva e que não afecta apenas os cristãos”.
No seu discurso de abertura, D. Vingt-Trois recordou a recente viagem de Bento XVI a França que “mostrou aos observadores atentos e imparciais que a imagem de uma Igreja decadente não corresponde à realidade”.
Os bispos encontram-se reunidos em Assembleia plenária para falar sobre questões de bioética, da “visibilidade” da Igreja numa sociedade cada vez menos praticantes e ainda dos locais de culto.
O discurso de abertura do Cardeal Vingt-Trois mostrou que os factores actuais encontram lugar na discussão plenária. O Arcebispo referiu-se ainda à crise económica, lamentando que as preocupações mundiais sobre a economia “eclipsaram” os trabalhos do Sínodo dos Bispos.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Como já considerado há muito tempo neste espaço, na correlação da doutrina social da igreja com o tema da crise econômica, era questão de tempo para que se inserisse o descanso dominical no âmago do debate.
O Vaticano e a "autenticidade"
Igreja tem de propor um «cristianismo de autenticidade»
LISBOA, terça-feira, 4 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Diante da realidade de um Portugal «menos cristão», a Igreja no país terá de propor «um cristianismo de autenticidade, radicalismo e fidelidade», afirma o presidente da CEP (Conferência Episcopal Portuguesa).
...
Fonte - Zenit
Ressurreição revela identidade autêntica de Cristo
...
Bento XVI explicou que em sua primeira carta aos Coríntios, São Paulo assinala a importância da ressurreição de Cristo para a nossa fé cristã. Somente com a Cruz, sem a ressurreição de Jesus, a vida cristã seria um absurdo. O mistério pascal consiste precisamente no fato que o Crucificado ressuscitou.
...
É justamente através dela que se revela definitivamente a autêntica identidade do Crucificado.
...
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Um cristianismo autêntico estaria atrelado ao reconhecimento da ressurreição de Cristo. Até aí tudo bem. Mas onde entra o discurso do radicalismo e fidelidade? Seria em relação ao dia da ressurreição?
LISBOA, terça-feira, 4 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Diante da realidade de um Portugal «menos cristão», a Igreja no país terá de propor «um cristianismo de autenticidade, radicalismo e fidelidade», afirma o presidente da CEP (Conferência Episcopal Portuguesa).
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Fonte - Zenit
Ressurreição revela identidade autêntica de Cristo
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Bento XVI explicou que em sua primeira carta aos Coríntios, São Paulo assinala a importância da ressurreição de Cristo para a nossa fé cristã. Somente com a Cruz, sem a ressurreição de Jesus, a vida cristã seria um absurdo. O mistério pascal consiste precisamente no fato que o Crucificado ressuscitou.
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É justamente através dela que se revela definitivamente a autêntica identidade do Crucificado.
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Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Um cristianismo autêntico estaria atrelado ao reconhecimento da ressurreição de Cristo. Até aí tudo bem. Mas onde entra o discurso do radicalismo e fidelidade? Seria em relação ao dia da ressurreição?
Perspectivas projetadas pela mídia
O vencedor das eleições vai decepcionar
As eleições do dia 4 podem ser desde já qualificadas como o pleito das dolorosas decepções. O vencedor vai se defrontar com obstáculos de vasta magnitude. O Estado americano não terá condições econômico-financeiras de sustentar as mudanças que são prometidas.
A grandeza de um presidente é julgada pelo que cumpre. A crise vem resistindo às tentativas de soluções que já custam ao governo e ao povo americano, que é quem paga as contas, o maior endividamento do país na historia conhecida. Não haverá recursos. Como Winston Churchill, o líder inglês na II Guerra Mundial, o americano terá de começar dizendo que só pode prometer suor e lágrimas até que voltem os bons dias.
Um dos paradoxos do quadro é que os Estados Unidos, o capitalismo, dependem da China, cujas reservas incluem cerca de dois trilhões em letras do Tesouro, letras de dívida americana que só podem pagar juros. A dívida é impagável e vai crescer ainda mais nos próximos meses. A China tem de se empenhar em se manter crescendo para o mundo capitalista pagar-lhe juros, importar.
Se decidir fazer liquidação das letras, sofrerá insuportável prejuízo que poderá ser ameaça ao seu sistema. A interdependência é absoluta.
...
O eleito vai assumir a função em um dos piores momentos da vida americana. Não poderá cumprir coisa alguma sem desfazer a situação que vai herdar de Bush.
Fonte - Último Segundo
As eleições do dia 4 podem ser desde já qualificadas como o pleito das dolorosas decepções. O vencedor vai se defrontar com obstáculos de vasta magnitude. O Estado americano não terá condições econômico-financeiras de sustentar as mudanças que são prometidas.
A grandeza de um presidente é julgada pelo que cumpre. A crise vem resistindo às tentativas de soluções que já custam ao governo e ao povo americano, que é quem paga as contas, o maior endividamento do país na historia conhecida. Não haverá recursos. Como Winston Churchill, o líder inglês na II Guerra Mundial, o americano terá de começar dizendo que só pode prometer suor e lágrimas até que voltem os bons dias.
Um dos paradoxos do quadro é que os Estados Unidos, o capitalismo, dependem da China, cujas reservas incluem cerca de dois trilhões em letras do Tesouro, letras de dívida americana que só podem pagar juros. A dívida é impagável e vai crescer ainda mais nos próximos meses. A China tem de se empenhar em se manter crescendo para o mundo capitalista pagar-lhe juros, importar.
Se decidir fazer liquidação das letras, sofrerá insuportável prejuízo que poderá ser ameaça ao seu sistema. A interdependência é absoluta.
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O eleito vai assumir a função em um dos piores momentos da vida americana. Não poderá cumprir coisa alguma sem desfazer a situação que vai herdar de Bush.
Fonte - Último Segundo
Católicos e muçulmanos se aproximam

Cinqüenta e oito autoridades religiosas, analistas e conselheiros, entre eles 29 católicos e alguns muçulmanos, reuniram-se hoje no Vaticano, no I Fórum Católico-Muçulmano, que irá até 6 de novembro.
O fórum tem como tema "Amor de Deus, amor do próximo" e se desenvolverá em duas linhas. Hoje, será dedicado aos "fundamentos teológicos e espirituais" e, amanhã, ficará centrado na "dignidade da pessoa e o respeito mútuo", informou hoje o Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso.
Fonte - BOL
Uma reunião de três dias teve início nesta terça-feira no Vaticano entre uma delegação de clérigos muçulmanos e acadêmicos católicos para tentar encontrar pontos em comum entre as duas religiões.
A carta que a delegação leva ao Vaticano, chamada "Palavra em Comum", cita passagens do Corão que, segundo os muçulmanos, mostra que o cristianismo e o Islã cultuam o mesmo Deus, e também pede que seus seguidores mostrem amizade uns para com os outros.
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Eles também querem incluir o judaísmo nas negociações entre cristãos e muçulmanos.
O papa está buscando mais diálogo com muçulmanos e seria a favor de uma aproximação mais sincera e forte.
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"Não concordamos com isto, então não deveríamos tentar enterrar estas diferenças em uma teologia deturpada, mas conversar tendo como base o 'concordar em discordar'", acrescentou.
Fonte - BBC
Católicos e muçulmanos vão se reunir a partir de hoje no Vaticano para tentar lançar uma iniciativa inédita na relação entre as duas religiões e criar um mecanismo permanente de diálogo. De um lado, o Vaticano quer maiores garantias de que as minorias cristãs possam praticar sua fé em países muçulmanos sem serem ameaçadas. De outro, os muçulmanos querem ser reconhecidos não como uma religião ligada à violência e apelam para que o Vaticano ajude a promover essa imagem.
O encontro que começa hoje é o primeiro dessa magnitude realizado nas dependências da Santa Sé e envolve acadêmicos e clérigos duas duas religiões. Na quinta-feira, os especialistas terão reunião com o papa Bento XVI. Um dos possíveis resultados seria a criação de um plano de gerenciamento de crise para evitar tensões entre as duas religiões.
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Fonte - Yahoo
Nota DDP: Vislumbra-se uma grande "troca de favores". Aguardemos os objetos da barganha.
Banco Mundial: crise transformará 20 milhões em pobres
Pelo menos 20 milhões de novos pobres surgirão no mundo em conseqüência da crise financeira internacional, afirmou nesta terça-feira em Lima o diretor-executivo do Banco Mundial (BM), o salvadorenho Juan José Daboub.
"Devido ao que acontece com o tema de alimentos, combustível e a situação financeira espera-se que o crescimento em nível global se reduza entre 1% e 2%, e, a cada ponto percentual que se reduz o crescimento econômico, são 20 milhões de novos pobres que aparecem", disse Daboub.
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Fonte - Invertia
"Devido ao que acontece com o tema de alimentos, combustível e a situação financeira espera-se que o crescimento em nível global se reduza entre 1% e 2%, e, a cada ponto percentual que se reduz o crescimento econômico, são 20 milhões de novos pobres que aparecem", disse Daboub.
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Fonte - Invertia
FAO: em um ano mais 100 milhões de pessoas sem alimentos
BRUXELAS, 4 Nov 2008 (AFP) - Mais 100 milhões de pessoas se unirão em um ano aos mais de 900 milhões de cidadãos com fome no mundo, advertiu o diretor geral da Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Jacques Diouf, que denunciou uma agricultura mundial "injusta".
"Enfrentamos uma situação na qual o número de pessoas que têm fome no mundo alcançou no último ano 923 milhões, o que significa 75 milhões a mais que em 2007", afirmou Diouf em uma conferência sobre o futuro da Política Agrícola Comum (PAC) da União Européia na Eurocâmara.
"Segundo nossas projeções, se a situação permanecer assim, em um ano teremos mais 100 milhões", acrescentou, antes de questionar novamente as promessas não cumpridas de doações dos países ricos e a organização da agricultura no mundo.
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Fonte - BOL
"Enfrentamos uma situação na qual o número de pessoas que têm fome no mundo alcançou no último ano 923 milhões, o que significa 75 milhões a mais que em 2007", afirmou Diouf em uma conferência sobre o futuro da Política Agrícola Comum (PAC) da União Européia na Eurocâmara.
"Segundo nossas projeções, se a situação permanecer assim, em um ano teremos mais 100 milhões", acrescentou, antes de questionar novamente as promessas não cumpridas de doações dos países ricos e a organização da agricultura no mundo.
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Fonte - BOL
Mudanças climáticas podem mudar o capitalismo
De acordo com o economista e cientista político alemão, Elmar Atlvater, o futuro do capitalismo está relacionado com o combate ao aquecimento global.
Para reverter as conseqüências do aquecimento global, Altvater defende uma mudança radical na produção econômica e no estilo de vida moderno.
Professor de ciência política da Universidade Livre de Berlim e autor do livro "O fim do capitalismo como nós o conhecemos", Altvater defende que um problema não tira a importância do outro, por isso, os governos e a sociedade deveriam dar a mesma atenção aos dois.
Fonte - Opinião e Notícia
Para reverter as conseqüências do aquecimento global, Altvater defende uma mudança radical na produção econômica e no estilo de vida moderno.
Professor de ciência política da Universidade Livre de Berlim e autor do livro "O fim do capitalismo como nós o conhecemos", Altvater defende que um problema não tira a importância do outro, por isso, os governos e a sociedade deveriam dar a mesma atenção aos dois.
Fonte - Opinião e Notícia
Na China, confiança se transforma em medo
Nas primeiras semanas da crise financeira global, membros do governo chinês garantiram que o país não seria afetado. Agora, com fábricas fechando, lucros diminuindo e perdas no mercado de ações, o sentimento no Partido Comunista mudou completamente.
Pela primeira vez em 30 anos, ou desde que começou sua transformação capitalista, existe na China a percepção de que a economia está em apuros. Para o Partido Comunista, isto significa que a crise não é apenas econômica; ela também é política.
A postura que vem sendo adotada pelo governo chinês espelha seu relacionamento ambíguo com o capitalismo: relativamente sem interferências quando as coisas vão bem, mas rápido em intervir diretamente ao primeiro sinal de problemas, a fim de evitar tumultos populares.
Fonte - Opinião e Notícia
Pela primeira vez em 30 anos, ou desde que começou sua transformação capitalista, existe na China a percepção de que a economia está em apuros. Para o Partido Comunista, isto significa que a crise não é apenas econômica; ela também é política.
A postura que vem sendo adotada pelo governo chinês espelha seu relacionamento ambíguo com o capitalismo: relativamente sem interferências quando as coisas vão bem, mas rápido em intervir diretamente ao primeiro sinal de problemas, a fim de evitar tumultos populares.
Fonte - Opinião e Notícia
"A mudança chegou"

"Barack Hussein Obama, 47 anos, foi eleito nesta terça-feira (4) o 44º presidente da história dos Estados Unidos. Ele será o primeiro negro a chefiar a nação mais rica do planeta.
No discurso da vitória, o senador democrata disse que a "hora da mudança chegou à América" " (G1)
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Como muito já se tratou sobre este assunto, limitar-me-ei apenas a reproduzir alguns spots que achei interessantes, de diversas fontes:
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Vaticano saúda Obama
A sala de Imprensa da Santa Sé já reagiu à eleição de Barack Obama como presidente dos Estados Unidos para os próximos quatro anos. O Pe. Federico Lombardi, director da sala de imprensa expressou o seu desejo de ver em Obama “a resposta aos problemas e a esperança para os americanos, servindo eficazmente o direito e a justiça”.
“O dever do novo presidente dos EUA é de enorme responsabilidade, não apenas no seu país, mas em todo o mundo, devido à importância que os EUA têm em todos os campos do cenário mundial”.
O Pe. Federico Lombardi sublinhou que “todos esperamos que Barack Obama tenha a possibilidade de responder às esperanças depositadas nele, servindo e encontrando os caminhos para promover a paz no mundo, favorecer o crescimento e a dignidade das pessoas, dos valores essenciais para a homem”.
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Fonte - Ecclesia
Imprensa mundial não esconde entusiasmo com Obama
O jornal britânico The Guardian declarou em seu site: "Obama é a esperança dos EUA, e a nossa também". A página do Liberatión, da França, fala em "revolução Obama". No espanhol El Mundo, o entendimento é que "Obama mudou a cor da História".
O El Mundo diz ainda que "O sonho de Martin Luther King se cumpriu, e o sonho americano também". A revista britânica Economist chama o triunfo de Obama de "Vitória histórica". O francês Le Monde exclama: "A mudança chegou!".
Fonte - Opinião e Notícia
Amuletos de Obama
...
“Os jornais americanos trouxeram nesta terça uma notícia curiosa: os amuletos que Barack Obama carregou durante toda a campanha. É uma pequena imagem da Virgem Maria com o menino Jesus, uma águia – que é símbolo dos Estados Unidos – e também uma imagem do Deus-Macaco, uma entidade hindu que representa coragem, esperança, sabedoria e devoção.”
...
Fonte - Michelson Borges
Obama fala de mudança, mas deve governar como Bush
Mesmo com toda a conversa de Barack Obama, 47, sobre mudança, há sinais claros em seu estilo que indicam que a Casa Branca verá um governo muito similar ao do atual presidente, George W. Bush.
...
Fonte - Folha
Vitória de Obama é convite ao sonho
A vitória de Barack Obama nas eleições presidenciais americanas foi destaque na imprensa internacional nesta quarta-feira, com o editorial do El País afirmando que “é um convite a sonhar”.
Fonte - BBC
Desafio de Obama é entregar os sonhos que vendeu
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Nos discursos de campanha, Obama dirigia-se, primeiro, ao coração de suas platéias. Só depois captuva-lhes as mentes.
Ficou a impressão de que sua fala carece de densidade. Numa fase em que Hillary Clinton ainda media forças pela vaga do Partido Democrata, Bill Clinton disse:
“Você pode fazer campanha em poesia, mas governa em prosa”. A metáfora do marido de Hillary resume o drama de Obama.
...
Muros "entre raças e tribos, nativos e imigrantes, cristãos e muçulmanos e judeus". São paredes que, no dizer de Obama, "não podem continuar de pé".
A hora, dicursara Obama, é de "construir pontes” ao redor do planeta. Nada mais sensato. Nada mais improvável, contudo.
...
Impossível desconhecer que há, de fato, um quê de poesia na trajetória do sucessor de George Bush. O alerta de Clinton não é despropositado. Longe disso.
Mas é preciso admitir que faltava à política, nos EUA e no mundo, uma dose daquele tipo de inspiração que conduz ao verso. Resta saber como será a migração para a prosa.
Fonte - Blog do Josias
Frases
"França e Europa [...] tirarão daí uma nova energia para trabalhar com os Estados Unidos para preservar a paz"
Nicolas Sarkozy, presidente francês
"Neste dia de esperança para os americanos, o presidente Hugo Chávez [...] expressa sua felicitação ao povo dos EUA"
Chancelaria da Venezuela
"Nós, crentes, rezamos para que Deus ilumine Obama e o ajude em sua tarefa de grande responsabilidade"
Porta-voz do Vaticano
Nota DDP: Que cada um tire as suas próprias conclusões.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Eleição americana, outro enfoque
As eleições estadunidenses são regulamentadas pela Constituição do país. Essa Constituição data de 1787. Tem, portanto, características que encontram fundamento naquele período histórico. A própria data do pleito, realizado na primeira terça-feira seguinte à primeira segunda-feira do mês de novembro, deve-se ao fato de que o norte-americano do século XVIII teria tempo de ir à igreja no domingo e de se deslocar até o local de votação. Os constituintes consideraram que, no mês de novembro, com a colheita já encerrada, dois dias de deslocamento seriam suficientes para que os eleitores chegassem aos locais de votação. Assim, a realização da eleição no próximo dia 4, uma terça-feira, não tem nenhuma relação com os tempos atuais, em que em poucos minutos é possível dirigir-se a uma urna.
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Fonte - Direto da Redação
Nota DDP: Ledo engano, tem relação sim:
“Serão promulgadas muitas leis para o governo das nações, com vistas a oprimir; e serão ressuscitadas velhas leis que praticamente se tornaram sem efeito.” (Este Dia Com Deus, pág. 248)
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Fonte - Direto da Redação
Nota DDP: Ledo engano, tem relação sim:
“Serão promulgadas muitas leis para o governo das nações, com vistas a oprimir; e serão ressuscitadas velhas leis que praticamente se tornaram sem efeito.” (Este Dia Com Deus, pág. 248)
O mundo prefere Obama

WASHINGTON - Se o resto do mundo pudesse participar da eleição americana, o candidato democrata Barack Obama ganharia a disputa pela Casa Branca. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Gallup entre maio e outubro apontou que cerca de três quartos da população mundial (24%) afirmam que gostariam de ver o senador de Illinois eleito na votação desta terça-feira, 4; apenas 7% gostariam que o republicano John McCain fosse o próximo presidente americano. Obama também é o preferido pelos leitores do estadao.com.br. Entre os mais de 4.500 mil internautas que participaram da enquete "em quem você votaria", o democrata venceu com ampla vantagem (78% contra 22% de McCain).
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Fonte - Estado
Do poder, se este for entregue às pessoas erradas, pode nascer a arbitrariedade ou o capricho que põe em xeque as vidas dos mais pequenos.
Os Estados Unidos, emergidos da Guerra Fria como única potência mundial, têm demasiado poder. E se o advento de gigantes como a China ou a ressurgida Rússia retira algo à hegemonia americana, a verdade é que em todas as latitudes e longitudes há quem pense que o mundo inteiro deveria participar na eleição da pessoa que vai ocupar a Casa Branca, tal a forma como ela influirá nas suas existências. Através da Internet, embora sempre com a pouca validade que pode ser atribuída a jogos, essas votações globais têm sido feitas, e todas redundam em esmagadoras vitórias de Barack Obama.
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Fonte - Jornal de Notícias
Nota DDP: Assim como tenho um pé atrás quando o presidente tupiniquim tem mais de 80% de aprovação da população, tenho os dois quando se trata de situação similar em relação ao líder da maior potência do planeta. Do dia para noite têm aparecido dois grandes líderes mundiais "eleitos" (o que se lê através dos fatos) pela aldeia global, um no setor político outro no eclesiástico. Coincidência? Aguardemos para ver se do plano fático passaremos ao de direito.
Mudanças climáticas podem mudar o capitalismo
De acordo com o economista e cientista político Alemão, Elmar Atlvater, o futuro do capitalismo está relacionado com o combate ao aquecimento global.
Para reverter as conseqüências do aquecimento global, Altvater defende uma mudança radical na produção econômica e no estilo de vida moderno.
Professor de ciência política da Universidade Livre de Berlim e autor do livro "O fim do capitalismo como nós o conhecemos", Altvater defende que um problema não tira a importância do outro, por isso, os governos e a sociedade deveriam dar a mesma atenção aos dois.
Fonte - Opinião e Notícia
Para reverter as conseqüências do aquecimento global, Altvater defende uma mudança radical na produção econômica e no estilo de vida moderno.
Professor de ciência política da Universidade Livre de Berlim e autor do livro "O fim do capitalismo como nós o conhecemos", Altvater defende que um problema não tira a importância do outro, por isso, os governos e a sociedade deveriam dar a mesma atenção aos dois.
Fonte - Opinião e Notícia
Países do euro vão desacelerar até parar
A Comissão Européia anunciou nesta segunda-feira que os países da zona do euro estão à beira de uma recessão, com retração de 0,2% na economia no segundo trimestre do ano.
"Em 2009, a economia da União Européia deve desacelerar até parar", afirma um comunicado da Comissão.
A redução do crescimento marcará a primeira recessão da zona do euro desde a entrada em vigor da moeda, em 1999.
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Fonte - BBC
"Em 2009, a economia da União Européia deve desacelerar até parar", afirma um comunicado da Comissão.
A redução do crescimento marcará a primeira recessão da zona do euro desde a entrada em vigor da moeda, em 1999.
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Fonte - BBC
Joe Biden usa religião para conquistar votos
Enquanto percorre os Estados decisivos no final da corrida presidencial norte-americana, que termina na terça-feira, Joe Biden, candidato a vice-presidente pelo Partido Democrata, nunca deixa de falar sobre suas raízes operárias e católicas e dos momentos difíceis que sua família enfrentou no passado.
Biden, que cresceu em uma parte pobre de Scranton (Pensilvânia), é uma das maiores apostas dos democratas para atrair votos entre a classe trabalhadora de áreas tradicionalmente republicanas onde o atual presidente dos EUA, George W. Bush, decidiu a corrida a seu favor em 2004
[...]
Biden também explora suas raízes católicas irlandesas e pontua seus discursos com expressões como "Deus ama vocês" e "Deus os abençoe".
Católicos têm mudado de voto por décadas, e se eleito, Biden será o primeiro vice-presidente católico dos Estados Unidos. John F. Kennedy foi o primeiro presidente católico.
Fonte: Terra
NOTA: Que os tempos mudaram não há dúvida,, uma vez que no passado os EUA não toleravam a intromissão do Vaticano em seus interesses. Hoje, um candidato até usa a imagem de católico para conquistar votos. Parece que a Igreja Católica está jogando nos dois lados ao apoiar o partido Republicano e ter um candidato democrata a vice presidente que até usa a imagem de católico para conquistar votos. Isso significa que qualquer um dos lados que venha a ganhar a eleição a Igreja Católica estará representada na Casa Branca. Fim dos tempos, não acha?
Saiba mais:
"Vaticano insiste na parceria política-religião" (Leia aqui).
"Conexão Vaticano-EUA" (Leia aqui).
"A imagem da besta" (Leia aqui).
Fonte - Minuto Profético
Biden, que cresceu em uma parte pobre de Scranton (Pensilvânia), é uma das maiores apostas dos democratas para atrair votos entre a classe trabalhadora de áreas tradicionalmente republicanas onde o atual presidente dos EUA, George W. Bush, decidiu a corrida a seu favor em 2004
[...]
Biden também explora suas raízes católicas irlandesas e pontua seus discursos com expressões como "Deus ama vocês" e "Deus os abençoe".
Católicos têm mudado de voto por décadas, e se eleito, Biden será o primeiro vice-presidente católico dos Estados Unidos. John F. Kennedy foi o primeiro presidente católico.
Fonte: Terra
NOTA: Que os tempos mudaram não há dúvida,, uma vez que no passado os EUA não toleravam a intromissão do Vaticano em seus interesses. Hoje, um candidato até usa a imagem de católico para conquistar votos. Parece que a Igreja Católica está jogando nos dois lados ao apoiar o partido Republicano e ter um candidato democrata a vice presidente que até usa a imagem de católico para conquistar votos. Isso significa que qualquer um dos lados que venha a ganhar a eleição a Igreja Católica estará representada na Casa Branca. Fim dos tempos, não acha?
Saiba mais:
"Vaticano insiste na parceria política-religião" (Leia aqui).
"Conexão Vaticano-EUA" (Leia aqui).
"A imagem da besta" (Leia aqui).
Fonte - Minuto Profético
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