sexta-feira, 7 de novembro de 2008

"A mudança chegou" - 3

Mais uma rodada de notícias derivadas da "obamamania":
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O mundo volta a se apaixonar pelos EUA depois da vitória de Obama
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Shirley Mellor, uma britânica de 62 anos, explica que o governo Bush virou motivo de piada.

"Por isso Obama é tão importante. Isso vai influenciar o mundo inteiro", afirma.
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Peter Guttman, diretor do Centro de Política e Relações Internacionais SAIS da Universidade John Hopkins, adverte que ter expectativas exageradas sobre Obama pode levar a uma grande decepção.

"Não devemos achar que esse homem é um novo Messias porque não é. Ele não vai resolver todos os nossos problemas", enfatizou.

Fonte - AFP

Barack Obama eleito Presidente dos EUA: uma nova esperança para o mundo

Barack Obama foi eleito presidente dos Estados Unidos com números esmagadores, mobilizou milhões de pessoas de todas as camadas sociais, despertou uma nova geração de eleitores para o fenómeno político, promete mudar a América e também alterar a face do mundo, que olha para ele como um portador de esperança.
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Fonte - Radio Vaticano

Ban parabeniza Barack Obama pela vitória

Secretário-Geral das Nações Unidas afirmou que espera trabalhar com a próxima administração americana para alcançar objetivos comuns e que esta é uma oportunidade histórica.
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Fonte - Radio ONU

Príncipe Charles no diálogo interreligioso

O príncipe Charles (Inglaterra) esteve em Jacarta de 01 a 05 de novembro para uma visita oficial de cinco dias. Objetivo da visita: promover a luta contra a mudança climática e estimular o diálogo inter-religioso. "O meio ambiente e o entendimento entre as várias religiões são dois dos assuntos com os quais o príncipe Charles sempre se sentiu muito comprometido", afirmou o embaixador britânico em entrevista coletiva. "Estes dois assuntos também são duas prioridades do Governo do Reino Unido em suas relações bilaterais com a Indonésia", acrescentou.

Fonte: G1
Publicado em 06-11-2008

Fonte - Cristo Voltará

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A música na Igreja

A música é um poderoso recurso para inúmeras utilidades. Serve tanto para aproximar da pureza de DEUS quanto para o sensualismo mundano; para ensinar preciosidades como para aviltar; para elevar culturalmente como para rebaixar o comportamento moral, para separar do mundo e aproximar de DEUS como para associação com o mundanismo, para louvar a DEUS como para homenagear a satanás. Tudo na vida que se faz com música não é igual ao que sem faz sem ela. Sempre há algum tipo de propulsão havendo música. Poderosa, influencia a nossa mente, é forte recurso para a formação de princípios e hábitos de vida, seja para o bem, seja para o mal. A música jamais é neutra, ou é útil para elevar nossos referenciais de vida, ou para rebaixá-los.

Tendo isto e mente, estamos bastante tristes quanto a música que está entrando na nossa igreja. Decidimos estudar sobre o assunto, e como resultado, ficamos perplexos e preocupados com as tendências. Algo terrível está em andamento. É algo que foi profetizado, portanto, merece respeito consideração. Se é profecia, devemos estar atentos, pois ela se cumprirá. Ou, já está se cumprindo.

Decidimos contribuir para orientar sobre o assunto: música na igreja, dado que ela tem como foco louvar a DEUS e também nos aproximar d’Ele, bem como nos educar para sermos cidadãos do Reino de DEUS na vida eterna. A música de louvor deve contribuir nessa direção, outras músicas, nem tanto, ou positivamente fazem o contrário. Isso será feito por meio deste site, nessa seção específica sobre música. Aos poucos iremos colocar informações buscando ajudar a esclarecer sobre o louvor que DEUS deseja. Louvor não é questão de gosto. Louvor é uma definição feita por DEUS, e não somos nós que decidimos como deve ser esse louvor.

Sentimos a responsabilidade de nos posicionar, pois se nos omitirmos, um dia DEUS, e também quem sabe muitos irmãos, nos cobrarão pelo que sabíamos e não dissemos. Essa cobrança pode acontecer quando já for tarde demais.

Não é intenção polemizar, nem condenar, nem combater esta ou aquela pessoa. Pelo contrário, a intenção é sinceramente evitar que o estrago que certos tipos de música vem causando na igreja piorem a situação. Por exemplo, ela já dividiu o ministério, há líderes que não a admitem, e há os que a defendem. O que resta então aos assim chamados leigos no meio dessas posições cruzadas?

Há uma profecia de Ellen G. White preocupante sobre música na igreja. Essa profecia é um dos indicadores para se saber se estamos ou não no final dos tempos. Julgamos que seria boa a leitura do capítulo três (p. 31 a 39) do livro Mensagens Escolhidas, volume 2. Anexamos esse capítulo nessa seção, sob o seu título: “‘A doutrina da ‘carne santa’”. Ali descreve o que já aconteceu em Indiana no ano de 1900, e que se repetirá, um pouco antes do final do tempo da graça. Cremos sinceramente que isto já está acontecendo. A música já está aí, entre nós, faltam só a dança e os gritos, pois os tambores já estão rufando com seu som bem típico. Conforme a profecia, os gritos e a dança ainda virão. Mas aqueles que desejam ser salvos, disso não participarão, é evidente. É uma impressionante profecia que já se cumpre há alguns anos. Ou seja, JESUS está muito próximo de retornar. Mas essa música certamente não contribuirá para que alguém seja salvo. DEUS não lançará mão de instrumentos desenvolvidos pelo inimigo para transformar mentes e corações para seres capazes de louvá-Lo pela eternidade, no Céu, com música ritmada para distrair a mente e ativar os músculos.

Em 1900, em Indiana doutrina da ‘carne santa’ era uma demonstração física em que gritavam, pulavam ou dançavam até que alguém caísse exausto e inconsciente. A carne desse, seu corpo, era considerada santa, ou seja, sem pecado. Portanto estava salvo. Mas para que se excitassem, e para que tivessem energia para pular, dançar e gritar, usavam música adequada para esse fim. Os instrumentos eram: órgãos, flautas, violinos, tamboris, buzinas e um grande tambor baixo. Os tambores faziam o ritmo e a batida para dar energia aos músculos. Assim como se faz hoje nas academias, nos bailes, nas baladas e outros locais. Tudo acontecia lá em Indiana com som alto para dominar os sentidos e aviltar a racionalidade. A letra não interessava, valia o volume do som da música e o que o seu ritmo sugeria ao corpo que fosse feito. A música trocava a racionalidade pela êxtase do corpo. E por que os gritos? Pode alguém cantar suavemente tendo por fundo batidas de tambores?

Isso se repetirá, disse EGW, um pouco antes do fechamento da porta da graça. “As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça [nos dias da forte ação do ESPÍRITO SANTO]. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo” (Mensagens Escolhidas, v2, 36). Ou seja, antes do fim, exatamente quando o ESPÍRITO SANTO deverá agir mais intensamente, satanás confundirá a muitos repetindo aquilo que aconteceu em Indiana. Pensarão mesmo que é ação do ESPÍRITO SANTO em suas vidas. Nas igrejas pentecostais e carismáticas isso já está acontecendo, faz tempo. Na nossa ainda irá acontecer. Para esse fim, satanás já logrou êxito introduzindo a música gospel na igreja, até, nos CDs jovem. Os tambores já estão entre nós, seja em playback, seja em baterias eletrônicas, seja, em alguns casos, em baterias tradicionais. Falta o que? As danças e os gritos. Será a parte mais fácil, uma vez que a música já foi aceita. A profecia falhará nesse particular? As danças e os gritos não se cumprirão nessa profecia? A profetiza falhará dessa vez?

Essa música ritmada e batida, em som alto, contribui para preparar os jovens, e também aos demais, que sejam sacudidos quando as leis dominicais apertarem. Nesse tempo eles irão para onde? Para o movimento do Ecumenismo, onde música assim já está em estágio mais avançado. Onde manifestações espirituais do falso reavivamento já estão se manifestando intensamente, em meio a muita emoção e milagres. Pensam que se preparam para louvar a DEUS, mas estão se acostumando com o ritmo do mundo. O efeito dessa música nesses dias não será para dizer: te tornaste em carne santa, e sim, recebeste o ESPÍRITO SANTO. Pouca é a diferença. Mas qual o efeito? Recebeu o espírito, mas não o santo, e sim, o do inimigo. É o espiritismo que está em alta, e vem com muita força para enganar. Vem para atrapalhar, se possível inviabilizar a proclamação do alto clamor. Vem para tentar impedir a proclamação da iminente vinda de JESUS.

Atentem para o que a profetiza para os últimos dias disse mais: “É melhor nunca ter o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos músicos para fazer a obra que, foi-me apresentado em janeiro último [no caso de Indiana, em 1900], seria introduzida em nossas reuniões campais. ... Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção. As forças dos agentes satânicos misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e isto é chamado de operação do Espírito Santo.” (Mensagens Escolhidas, v2, 36). “Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida” (Mensagens Escolhidas, v2, 38).

E qual a finalidade dessa música, em nossos dias, na igreja? Já dissemos: confundir a ação finalizadora da pregação com máximo poder do ESPÍRITO SANTO, e obter o controle dessa ação por parte de satanás. Dito sem meias palavras.

A todos irmãos que sinceramente desejam louvar a DEUS como Ele deseja, pois o louvor é Ele que decide como deve ser, desejamos bom proveito nessa seção. Gradativamente colocaremos novas matérias para ajudar a entender o que se passa e o que vem pela frente. Nosso site tem por propósito fortalecer o entendimento das profecias bem como ajudar na preparação da conclusão do evangelho e na recepção de JESUS CRISTO, quando Ele vier, o que cremos, será em pouco tempo.

Se essa música secular com letra religiosa já entrou em nossa igreja, se não é mais possível tirá-la, ao menos que seja possível evitarmos que ela entre em nosso coração e ali domine a nossa mente. Se é profecia que ela viria para esse tempo, então ela virá, e já veio. Ou seria uma música diferente da que já está em nosso meio? Se é uma profecia, então se cumprirá (infelizmente). E ai daqueles por meio dos quais a profecia já está se cumprindo. Felizes aqueles que se mantiverem isentos da culpa do cumprimento de tal profecia. Mas, infelizes também aqueles que se mantiverem neutros nessa questão, vital quanto a adoração a DEUS, ou ao seu inimigo. Muitos poderão perecer porque não foram devidamente alertados. Que não sejamos nós.

Prof, Sikberto R. Marks
Publicado em: 14-10-2008

Fonte - Cristo Voltará

Download do artigo em formato .doc

Nota DDP: O tema é amplo e, penso que tem sido dada pouca atenção às suas reais implicações, muito pelo contrário, tem se caminhado rapidamente para o modelo pentecostalista, o que pessoalmente me parece um grande, um enorme erro.

Em complementação ao estudo supra articulado, podem ser acessados ainda, também de lavra do Prof. Sikberto Marks, os seguintes artigos, indispensáveis:

1) - Princípios da música de louvor
2) - Ellen G. White e a música
3) - A música prevista profeticamente
4) - Adoração a quem?
5) - Teste da música

Outro material que penso deveria ser distribuído em profusão em nossas igrejas para que as pessoas se posicionem conscientemente sobre o tema, que já nos afeta de forma absolutamente clara.

Este post será reeditado todas as quintas-feiras.

Papa busca apoio de mulçumanos para defender valores morais

CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Bento 16 conclamou líderes mulçumanos e estudiosos nesta quinta-feira a se aliar aos cristãos na defesa dos valores morais e do respeito pelos direitos humanos, apesar de diferenças teológicas entre eles.

Em uma audiência sem precedentes no Vaticano, o papa recebeu uma delegação de 29 mulçumanos do Oriente Médio, África, Ásia e países do ocidente que estimularam no último ano igrejas cristãs a redobrarem esforços para melhorar as relações interconfessionais.

A reunião aconteceu dois anos após o papa sugerir, em discurso, que o Islã é violento e irracional. O discurso provocou protestos de ira no Oriente Médio. Os mulçumanos então formaram um grupo para debater a polêmica e buscar um entendimento mútuo.

"Há um grande e vasto campo onde podemos agir juntos, defendendo e promovendo os valores morais que partilhamos", disse o papa nascido na Alemanha aos seus convidados, incluindo 29 especialistas católicos que participaram de conversações à portas fechadas com mulçumanos nos últimos dois dias.

"Nós podemos trabalhar juntos em promover o respeito genuíno pela dignidade do ser humano e os direitos humanos fundamentais, mesmo que nossas visões antropológicas e nossas teologias justifiquem isso de diferentes maneiras".

Esta reunião, intitulada de "Um mundo comum" é um dos muitos encontros que o Vaticano tem feito com mulçumanos.

O Vaticano também participou da reunião interconfessional lançada este ano pelo rei saudita Abdullah, que irá se encontrar na Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, na próxima semana com outras autoridades para promover essa iniciativa.

Fonte - O Globo

Nota DDP: Onte fiz o seguinte comentário em Católicos e muçulmanos se aproximam:

Vislumbra-se uma grande "troca de favores". Aguardemos os objetos da barganha.

Parece que a resposta veio mais rápido que o esperado. Quando leio "mesmo que nossas visões antropológicas e nossas teologias justifiquem isso de diferentes maneiras", o dia de guarda é a primeira coisa que me vem na mente.

Déjà vu

Artigo colado no blog em 04 de Janeiro de 2.008:

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O regime pós-Bush: um prognóstico

A fim de compreender algo acerca dos assuntos políticos americanos é preciso ter algum entendimento de quem é que realmente toma as decisões por trás do palco, e o que são os seus interesses. Deste modo podemos ter alguma esperança de identificar as agendas escondidas que estão a ser servidas pelas acções e programas do governo, e alguma esperança de identificar as estratégias a longo prazo que estão em jogo.
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Bush, que provavelmente nunca leu nem mesmo a agenda do PNAC, foi seleccionado por razões inteiramente diferentes. Sabendo que a agenda seria altamente impopular, a clique decidiu que defendê-la logicamente seria muito difícil, mesmo com o controle completo dos media. Um Presidente articulado e inteligente pareceria um idiota se tentasse defender as políticas insanas. Assim, a nossa clique imaginou com esperteza: por que não colocar alguém que é obviamente um idiota de modo a que o público acredite que está a lutar contra a idiotice de um homem, e não compreender o que realmente está a avançar. Bush, naturalmente, sendo despistado sobre todos os assuntos além do golf, saqueio, cocaína e efemização (womanizing) , precisaria sem mantido longe de qualquer papel na direcção da Casa Branca. Daí a necessidade de Cheney, o presidente real na sombra, que deixa todas as foto-oportunidades para Bush, que permanece fora das vistas do público, e que transporta a Caixa do Armagedão Negro com a todo lugar onde vai, algo que no passado apenas Presidentes oficiais o fizeram.
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Nota DDP: Interessante a linha de raciocínio que estabelece a necessidade de se instituir um "espantalho" para implementar as medidas impopulares que um "pensador" não faria, para em seguida, após viabilizados os meios, trazer ao poder um polarizador para colocar a máquina em ação. O foco do restante do artigo inclusive fala dos problemas ecológicos, que estão na agenda de Obama, que foi apoiado por Gore e que na época não era sequer um nome considerado na sucessão...

Aliás o artigo infra do Prof. Sikberto Marks, passa por esta questão.

E o presidente eleito cumpre exatamente esta espectativa de mudança denunciada, o que se infere pela euforia mundial em torno de seu nome. É um momento propício para que suas propostas sejam adotadas em nível global. Ou não?

Euforia no mundo com Obama

Fatos inéditos e impressionantes ocorrem nos Estados Unidos da América nesses últimos tempos. Primeiro, se elege e se reelege um presidente desastrado, querendo ser o xerife do mundo, guerreando e ameaçando qualquer país que não se alinha à sua política internacional. Os americanos votaram em 2004 num presidente que prometeu guerra aos terroristas. Votaram numa plataforma de guerra, e se arrependeram. Até o final de seu mandato conseguiu a antipatia de quase todas as pessoas do mundo, inclusive de muitos dos seus eleitores e compatriotas. A tal ponto se tornou rejeitado que nem mesmo podia apoiar o candidato de seu partido Republicano, pois isso o prejudicaria nas urnas. Na verdade, Bush prejudicou seu candidato McCain.

Para variar, seu partido resolve prorrogar a doutrina bélica de Bush lançando como candidato um veterano da guerra do Vietnã, guerra perdida pela maior e mais poderosa nação do mundo. McCain, soldado americano, perdeu aquela guerra, e agora a perdeu também a eleição. Chegou a hora da saída da doutrina beligerante do partido de Bush. Os EUA querem mudar! O mundo quer mudar! Todos agora querem paz e segurança, conforme a profecia de I Tess. 5:3.

Na terça-feira, dia 04/11/2008 o povo americano, racista contra os negros, vota num negro e o elege, pela primeira vez na história daquele país. Pois agora será um negro descendente de um queniano, um dos países mais pobres e atrasados do mundo, que se torna a esperança de um povo cujos princípios da nação foram definidas por brancos, um povo politicamente perdido e economicamente sem rumo. Um descendente de africanos torna-se a esperança do povo mais rico do mundo. E mais, se Bush indiretamente conclamou o mundo para uma cruzada contra os muçulmanos, agora, irônico, é um filho de muçulmano que vai dirigir o país de Bush. Enquanto Bush combatia um homem cujo sobre-nome era Hussein, e levou o povo americano a odiar esse nome, algo inexplicável leva esse mesmo povo a votar num outro homem cujo sobre-nome, pasmem, é Hussein!!! Barack Hussein Obama, um nome árabe, não europeu nem americano. Parece que a história se vinga. E o pai dele era muçulmano!!! A mudança já começou, radical e forte!

Quando Bush foi reeleito, houve um clamor popular e de muitos líderes mundo afora, e por parte da mídia, dizendo que o povo americano foi “estúpido” em votar outra vez em Bush. Agora, o mundo se congratula com o novo presidente, com raríssimas exceções, como a do pequeno Líbano. Até o arqui-inimigo dos EUA, o Hugo Chaves, presidente da Venezuela, ficou feliz, e por sua iniciativa se propôs a dialogar. Aliás, até a China já se pronunciou favoravelmente, dizendo que espera que o novo presidente seja mais disposto ao diálogo. A Europa está toda voltada ao novo presidente. A África nem se fala, ele é descendente de lá, e seus familiares vivem por lá. Obama é para os EUA e para o mundo o que o Lula foi para o Brasil, uma esperança de mudança. O presidente Medvedev, da Rússia disse “Esperamos que nossos sócios do novo governo americano optem por ter boas relações com a Rússia.” O mundo espera de Obama que ele dialogue. Essa é a palavra mais utilizada no vaticano nessa década. Vide expressões de apoio em: Correio da Manhã

Quem ficou numa situação tipo “saia justa” foi o Vaticano. Os padres americanos fizeram recomendações para que não se votasse em Obama, porque ele apóia o aborto. Agora ele venceu. E é dos EUA que vem a maior parte dos recursos de sustentação da Igreja Católica no mundo, e o Óbulo de Pedro. A Santa Sé já se apressou em felicitar o novo presidente, dizendo: "Deus ilumine Barack Obama na sua grandíssima responsabilidade de poder responder as expectativas e as esperanças que se direcionaram a ele." O autor da mensagem foi o porta-voz do Vaticano, o padre jesuíta Federico Lombardi, em nome do papa Bento XVI. Um posicionamento um tanto indireto. Vamos ver como evoluirão os entendimentos nos primeiros meses de governo Obama. Nas verdade, dadas as condições globais, tanto a Igreja católica depende dos EUA, como este país depende desta igreja. Isso se os dois desejarem o poder, como os fatos recentes sinalizam.

É tanto o apoio ao vencedor que, no dia da eleição, na mídia brasileira chegou-se a dizer que o mundo todo deveria participar dessa eleição, dado que os EUA são o país que mais influenciam no mundo. E se formos ver bem, de fato foi isso que aconteceu. Pois quem elegeu Obama? Os negros daquele país, os hispanos, outros estrangeiros, e os jovens. Praticamente todos os que não são americanos e nem descendentes de europeus elegeram Obama. Será que eles não representam a vontade do resto do mundo, já que eles se originam de quase todo mundo? Será que esse homem foi eleito pelo mundo para um projeto de importância global? O certo é que de um momento para outro, esse país, rejeitado mundo afora, torna-se a grande esperança para o mundo. O que há por trás de uma mudança tão rápida nos EUA e no mundo? Sim, há algo muito importante por trás!

O mundo estava sendo preparado para esse presidente diferente. Se não fosse a guerra contra o Iraque e a crise financeira recente, Bush faria eleger John McCain e sua elegante mas inexperiente vice Sara Palin. Por certo com McCain ficaria difícil uma harmonia e apoio global em favor de leis dominicais. Quem seguiria um país, emitindo decretos dele copiados, nas condições de relações internacionais que Bush estabeleceu? Agora vemos um mundo esperando algo de sua maior nação, numa expectativa favorável como talvez ainda não se viu antes. Vemos um mundo atônito diante do terrorismo, da criminalidade, da ameaça de crise econômica, e muitas outras ameaças mais. Vemos um mundo sedento por um grande acordo. Pode ser o momento para o Vaticano ditar o rumo do planeta, com o jovem Obama como primeiro apoiador. Pode ser! As condições nacionais e internacionais nesse momento estão bem favoráveis. Por exemplo, há um acordo, ou uma aliança feita em abril desse ano, entre os EUA, a Santa Sé e a ONU. Envolve o G8, (grupo dos oito países mais industrializados do mundo, liderado pelos EUA), o Ecumenismo (reunificação de todas as igrejas cristãs, liderado pela Igreja Católica) e o Diálogo Inter-religioso (unificação de todas as demais religiões com o cristianismo, entre elas o Islã e os judeus, também liderado pela Igreja Católica).

A crise financeira no mundo trouxe outro fato inédito até agora: nações se unindo para salvar o sistema bancário e assim tentar impedir o caos na economia do mundo. Isso envolveu os EUA, a Europa, países da Ásia e até mesmo a China. Todos unidos por uma nobre causa: salvar o sistema bancário do mundo. Falta salvar também a sociedade do mundo, para que mude de rumo, em direção à paz e fraternidade global. Essa parte está sob o comando da Igreja Católica.

Agora o grandioso projeto americano de conduzir e consolidar a Globalização (negócios internacionais para ganhar muito dinheiro) encontra, de um momento para outro, as condições mais favoráveis já vistas. Parece que poderemos ter a esperança de sair da crise financeira a curto prazo e sonhar com um mundo melhor. A crise financeira projetou nuvens negras sobre o planeta, a eleição de Obama projeta luz de paz e entendimento sobre o planeta. Ou seja, a crise financeira torna-se fator de união entre as nações, que pode agora ser comandado pelo novo presidente americano, assim como a situação social do mundo requer urgentes providências, algo que pode ser comandado pelo papa Bento XVI. Os dois tem credibilidade internacional para isso. E tanto Bento XVI quanto Obama tem pressa em agir. Bento porque já está idoso, Obama porque a grande euforia repentina e intensa pode se tornar em decepção se ele em pouco tempo não der respostas que agradem o mundo. o mundo está sedento de mudança, quer sonhar com a esperança, com a paz e a segurança, e também tem pressa. E os servos de DEUS tem pressa em que JESUS volte. Todos estão com pressa!

Estamos seguramente indo em direção a um novo mundo, cheio de votos de esperança na “paz e segurança” por uma economia favorável de se ganhar dinheiro, muito dinheiro. Afinal, dinheiro é o deus desse planeta, principalmente nesses últimos anos. Participam dessas condições em especial as igrejas do mundo inteiro, capitaneadas por uma coligação entre o Vaticano, os EUA e a ONU. Quem comanda essa coligação pouco perceptível é o papa, conforme as profecias previram. Até os árabes do Islã estão apoiando o grandioso projeto de harmonia global, assim como os judeus também. Se agora o mundo aceitar a santificação do domingo, e está favorável a isso, até mesmo por parte dos Judeus e dos muçulmanos, pode ser que o mundo melhore com respeito a criminalidade, terrorismo, imoralidade, corrupção, destruição da natureza, e assim por diante. Essa é a grande esperança dos principais líderes políticos e religiosos do mundo. É, parece que poderemos adentrar numa espécie de tempo de paz, esperança, prosperidade e segurança. Mudanças para um novo mundo.
E o que diz a profecia com relação a tais fatos? É só ler.

“O chamado mundo cristão será o palco de grandes ações decisivas. Homens com autoridade promulgarão leis para controlar a consciência, segundo o exemplo do papado. Babilônia fará que todas as nações bebam do vinho da ira de sua prostituição. Toda nação será envolvida. João, o Revelador, declara o seguinte sobre esse tempo: ... "Têm estes um só pensamento." (Apoc. 18:3-7; 17:13 e 14.) Haverá um laço de união universal, uma grande harmonia, uma confederação de forças satânicas. "E oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem." Assim é manifestado o mesmo poder arbitrário e opressor contra a liberdade religiosa, contra a liberdade de adorar a Deus de acordo com os ditames da consciência, que foi manifestado pelo papado, quando no passado ele perseguiu os que ousaram recusar conformar-se aos ritos e cerimônias religiosas dos romanistas.” (Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 392).

“O mundo está agitado pelo espírito de guerra. A profecia do capítulo onze de Daniel atingiu quase o seu cumprimento completo. Logo se darão as cenas de perturbação das quais falam as profecias. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 283.

“Foram-me mostrados os habitantes da Terra na maior confusão. Guerra, derramamento de sangue, privações, necessidades, fomes e pestilências estavam por toda parte. ... Minha atenção foi então desviada da cena. Parecia haver um pequeno tempo de paz. Mais uma vez os habitantes da Terra me foram apresentados; e novamente tudo se achava na maior confusão. Lutas, guerras e derramamento de sangue juntamente com fome e peste imperavam por toda parte. Outras nações se achavam empenhadas nesta luta e confusão. A guerra ocasionou a fome. A miséria e o derramamento de sangue deram lugar à pestilência. E então o coração dos homens desmaiou de terror, "na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo". Luc. 21:26. Testimonies, vol. 1, pág. 268.” (Serviço Cristão, 55 e 56, grifo nosso).

É hora é vigiar e orar, ou já estamos nas condições do cenário acima, ou estamos muito próximos dele. É preciso acompanhar os fatos para ver o que eles nos dizem. Mas acima de tudo, é preciso anunciar como jamais se fez que a volta de CRISTO se aproxima rapidamente.

Prof. Sikberto R. Marks
Postado em: 05/11/2008

Fonte - Cristo Voltará

O furacão Obama

O novo presidente já está dando o que falar. Ele pretende ser um grande diplomata. Quer, por exemplo, dedicar-se a todas as regiões do mundo. E também para a América Latina. Fala em comércio justo para os países das américas. Está aberto ao diálogo com Raul Castro, embora não pretenda interromper o embargo comercial que já faz 46 anos. Quer se encontrar com Hugo Chaves para dialogar. Vai continuar apoiando a Colômbia e o México no combate ao narcotráfico. E quanto a dívida de países pobres, acena para o perdão de países como a Bolívia, Guiana, Haiti, Honduras e Paraguai.

Em se confirmando a atual da aparência, ele poderá se tornar um poderoso líder global, bem ao contrário de Bush. Poder tipicamente necessário para tomar medidas a serem seguidas pelos países do mundo.

Fonte: O Globo
05-11-08

Fonte - Cristo Voltará

Gafe de Obama

Curiosa a gafe de Barack Obama em seus discurso após ser eleito. Falava a respeito de como sua fé é importante para ele. Então, dando uma demonstração de que é versado na Bíblia, disse que seu verso favorito é João 16:3. Por certo referia-se a João 3:16 “Porque DEUS amou o mundo de tal maneira que deus Seu Filho unigênito, para que todo aquele que n’Ele crê não pereça mas tenha a vida eterna.”

E o que diz em João 16:3? Curioso, mas ali se refere aos cristãos que seriam expulsos da sinagoga pelos fanáticos: “Isto eles farão porque não conhecem o Pai, nem a Mim.”

Ou seria esse verso mesmo que ele se referia?

2008-11-05

Fonte - Cristo Voltará

Obama, a ressurreição dos EUA

As palavras mais associadas à candidatura, e agora vitória, de Barack Obama são “mudança” e “esperança”. Mas, mantendo o espírito bíblico que o senador democrata tanto gosta de usar em seus emocionantes discursos, é possível falar também em “ressurreição”. Ressurreição de uma nação, a mais poderosa do planeta, que ao longo dos últimos oito anos perdeu o rumo e a confiança em si mesma. ...

Obama venceu porque simbolizava uma nova era e não poderia ser mais diferente do que o atual chefe de governo. George W. Bush, filho de um ex-presidente, chegou à Casa Branca com um projeto decidido entre quatro paredes, construído pelo estrategista político Karl Rove e associado a interesses empresariais texanos. A candidatura de Obama obteve apoio e dinheiro na internet, de jovens que se organizaram nos quatro cantos dos Estados Unidos, e transformou-se num movimento político avassalador. Ele decidiu enfrentar a favorita Hillary Clinton quando muitos lhe diziam para que esperasse sua vez. Ousou alterar o roteiro pré-definido pela liderança política do seu próprio partido. O senador de Illinois acreditou ser o político certo na hora certa, e o histórico 4 de novembro de 2008 não deixou dúvidas disso. ...

Talvez oito anos atrás, contra Al Gore, [McCain] tivesse chegado à Casa Branca. Mas contra um jovem senador negro de Chicago, de cuja boca só saem palavras de esperança e transformação, McCain não teve chances. A América parecia morta, e Barack Obama promete a ressurreição.

(Rogério Simões, BBC Brasil)

Nota: O primeiro-ministro português, José Sócrates, felicitou o presidente eleito e disse que a eleição de Obama “representa também a possibilidade de um novo ciclo para a relação entre os Estados Unidos e a Europa a serviço da paz e da cooperação entre os povos e de uma globalização mais justa e regulada”.

A União Européia considerou o êxito eleitoral de Barack Obama como “a promessa de uma aliança transatlântica reforçada a serviço dos valores universais”.

O presidente francês Nicolas Sarkozy afirmou que seu país e a Europa terão “uma nova energia para trabalhar com os Estados Unidos para preservar a paz e a prosperidade do mundo”.

Detalhe: o papa B16 já havia sido apresentado como “sinal de unidade” religiosa; agora Obama também é visto dessa maneira, do ponto de vista político. O cenário está ficando interessante, não? Quem estuda o Apocalipse, já “viu” isso por antecipação...

Leia também: “Imprensa mundial não esconde entusiasmo com Obama” e “Bispos católicos felicitam Obama”

Fonte - Michelson Borges

Saiba o que Obama pensa sobre religião

Fonte - Michelson Borges

UE já se coloca ao lado do novo presidente dos EUA

Esta notícia é anterior à eleição, mas tem contornos bem interessantes.
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Independentemente de quem for o grande vitorioso do pleito norte-americano de hoje, a Europa já demonstra que sonha em caminhar ao lado dos americanos daqui para a frente nas questões-chave como guerra no Oriente Médio, crise financeira e meio ambiente.
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Surpreendendo pelo precipitado cortejo ao futuro vencedor, o texto a ser enviado ao novo eleito tão logo o resultado da eleição seja anunciado propõe desde já uma relação de parceria entre ambos. O jornal francês Le Monde definiu a atitude como "o mundo ao contrário", em uma insinuação de que, com o documento, o Velho Continente sacramenta os americanos como o centro do mundo - para muitos analistas, uma verdade que os europeus insistem em não aceitar.
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O objetivo do precipitado documento de seis páginas e cinco capítulos seria, então, o de lembrar nas entrelinhas que a Europa quer retomar o seu poder.
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"A América - e Obama é o seu símbolo vivo neste momento - continua a nos fazer sonhar: ninguém no mundo ocidental quer ver um mundo chinês ou russo. E mesmo se o mundo virou multipolar, somente a América porta uma mensagem universal e de uma visão normativa face às potências 'egoístas' como a Rússia e a China."

Fonte - Terra

Nota DDP: Reconhecimento de quem é o líder mundial, necessidadade de retomada de poder em âmbito global, que um outro organismo também pretende para os últimos dias, conclamando inclusive que a Europa reconheça suas raízes cristãs afim de não perder sua identidade e, um inimigo comum: o comunismo.

[Colaboração - Éder]

Nova Bíblia destaca mensagem "verde"

Uma nova edição do livro mais vendido no mundo chegou às lojas dos EUA nesta semana impressa, em parte, em papel reciclado, e com tinta à base de soja. Ela traz um índice com todas as menções do texto bíblico aos animais, ao solo e à água.

A Bíblia ecológica traz em destaque, e em tinta verde, todos os versículos desta nova versão revisada que falam dos cuidados com o planeta. Um exemplo é o famoso versículo 31 do primeiro capítulo do Gênesis, sobre a criação: "E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom".

Há quem questione a eficácia de uma Bíblia em versão ecológica, uma vez que ela não seria muito lida por quem precisaria ser "evangelizado" sobre questões ambientais, ou seja, os cristãos evangélicos conservadores.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Dois aspectos: a vinculação da religião com a ecologia, bem como a crítica explícita aos que não se alinharem ao movimento ecológico (evangélicos conservadores).

"A mudança chegou" - 2

Obviamente o mundo não fala de outra coisa. Será novamente o recurso dos spots.
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Obamus primeiro

Você viu e ouviu aí pela televisão e pela internet, uma explosão de vitória na Copa do Mundo. Pois foi maior e mais fundo do que você viu nas telas.
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Uma comemoração espontânea, de Chicago a Nova York, do Harlem ao Lower East Side, de Times Square a centenas de bares com telões. Choro, abraços e beijos. E não foi uma emoção contida nas fronteiras americanas. O mundo aderiu.
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Se falhar, será uma das maiores decepções políticas do nosso tempo. E se acertar? Teremos Obamus, o primeiro César negro?

Fonte - BBC

Barack Obama superstar: primeiro lider global

Pelo que acabei de assistir na belíssima cobertura do “Jornal Nacional” sobre as eleições nos Estados Unidos, não foram apenas os americanos que festejaram a vitória do primeiro negro que assumirá em janeiro a presidência da república mais poderosa do mundo.

A festa foi geral, a alegria não teve donos, a esperança se espalhou por toda parte. Foi bonito, pá, como cantaram os portugueses na vitoriosa revolução dos cravos.
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Fonte - iG

Especialista compara vitória de Obama à queda do muro de Berlim
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"Eu vejo três momentos - a queda do muro de Berlim, com o reencontro dos dois mundos, que foi perdido em 11 de setembro de 2001 (com os ataques terroristas contra os Estados Unidos) e agora pode ser recuperado com eleição de Barack Obama. É o momento que ensaiamos durante a década de 90 e perdemos em 2001, onde fomos interrompidos pelas questões militares nas relações internacionais", afirmou Seitenfus.
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Levantamentos de opiniões nos quatro cantos do mundo sempre deram a ele um enorme capital de simpatia. É de uma legalidade incontestável. Ele tem legitimidade interna e internacional. Sua eleição está carregada de esperanças para que se vire a página dos oito anos de administração Bush", afirmou.
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Fonte - Terra

Obama poderia surpreender e negociar a paz entre Israel e Irã
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O novo presidente tem que tentar entender os problemas reais que envolvem Israel e o Irã.
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Por enquanto, pode parecer loucura. Mas, após os americanos elegerem Obama, não duvidem de uma surpresa neste sentido.
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Fonte - Estadão

Nota DDP: Poderia colocar inúmeras outras. A verdade é que realmente temos um momento único da história desta terra. Gostei de alguém que disse que positiva ou negativamente Obama está relacionado com os eventos finais da história desta terra, ainda que estes não estejam próximos de chegar aos atos finais. É realmente a impressão que fica...

Europa mal preparada para uma pandemia de gripe

Uma epidemia poderia matar de 1,4 a 70 milhões de pessoas, segundo a ONU. E o banco mundial estima que o custo econômico poderia chegar a US$ 3 trilhões.

Quando o perigo do vírus H5N1 se tornou conhecido, há cerca de três anos, o mundo estava totalmente despreparado. Já houve muito progresso, na opinião da ONU, com preparação para estado de alerta. Mas ainda há muito a fazer, especialmente no que diz respeito a troca de informações e coordenação entre os diversos países.

Fonte - Opinião e Notícias

Vaticano, Islam e Israel

Shimon Peres participa numa conferência sobre diálogo interreligioso

O Presidente israelita Shimon Peres vai participar numa conferência, da ONU, para a promoção do diálogo entre religiões, a realizar entre os dias 11 e 13 de Novembro, em Nova Iorque. A iniciativa partiu do rei Abdallah da Arábia Saudita.

Peres será acompanhado pelo ministro israelita dos Assuntos Estrangeiros, Tzipi Livni. De acordo com um comunicado, os dois responsáveis entendem que “esta conferência pode ajudar a futuros encontros dos dirigentes do mundo árabe”.

Fonte - Ecclesia

Forúm católico-muçulmano : Igreja não é Ocidental
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Para D. Jean Louis Tauran, “paralelamente ao caminho diplomático, que representa «um canal privilegiado», o diálogo inter-religioso permite recordar os direitos e as aspirações legítimas dos nossos irmãos na fé, quando se tornam alvo de perseguições e violências”.

No entanto, “não temos outra escolha senão caminhar juntos. Estamos todos no caminho rumo à verdade. Quando nos encontramos em situações difíceis, não devemos ter medo de dizer no que acreditamos. Não devemos temer a denúncia de violações de direitos humanos, quaisquer que sejam, para que prevaleça a verdade, e não a força. A força do direito é predominante sobre o direito da força”.

Entretanto, Yahya Pallavicini, vice-presidente da COREIS, a Comunidade religiosa islâmica italiana, afirmou que os seus objectivos para este encontro visam “encontrar soluções concretas, que possam salvaguardar a dignidade da fé e a dignidade dos fiéis cristãos e muçulmanos, em todos os âmbitos da vida e da sociedade contemporânea”.
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Fonte - Ecclesia

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Arcebispo de Paris critica o trabalho ao Domingo

D. André Vingt-Trois, Arcebispo de Paris e presidente da Conferência Episcopal de França, abriu a assembleia plenária dos bispos com uma crítica ao trabalho dominical.

“Ganhar mais é o principal objectivo da existência humana?”, questionou o Arcebispo, argumentando que, para os cristãos, o Domingo “é o dia do Senhor, mas também, o tempo da família”.

“Se as leis alargam o trabalho ao dia de Domingo, os danos humanos e sociais que resultam a partir daqui, terão impacto económico”. O Arcebispo indica que esta será uma “medida adicional na quebra da nossa vida colectiva e que não afecta apenas os cristãos”.

No seu discurso de abertura, D. Vingt-Trois recordou a recente viagem de Bento XVI a França que “mostrou aos observadores atentos e imparciais que a imagem de uma Igreja decadente não corresponde à realidade”.

Os bispos encontram-se reunidos em Assembleia plenária para falar sobre questões de bioética, da “visibilidade” da Igreja numa sociedade cada vez menos praticantes e ainda dos locais de culto.

O discurso de abertura do Cardeal Vingt-Trois mostrou que os factores actuais encontram lugar na discussão plenária. O Arcebispo referiu-se ainda à crise económica, lamentando que as preocupações mundiais sobre a economia “eclipsaram” os trabalhos do Sínodo dos Bispos.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Como já considerado há muito tempo neste espaço, na correlação da doutrina social da igreja com o tema da crise econômica, era questão de tempo para que se inserisse o descanso dominical no âmago do debate.

O Vaticano e a "autenticidade"

Igreja tem de propor um «cristianismo de autenticidade»

LISBOA, terça-feira, 4 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Diante da realidade de um Portugal «menos cristão», a Igreja no país terá de propor «um cristianismo de autenticidade, radicalismo e fidelidade», afirma o presidente da CEP (Conferência Episcopal Portuguesa).
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Fonte - Zenit

Ressurreição revela identidade autêntica de Cristo
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Bento XVI explicou que em sua primeira carta aos Coríntios, São Paulo assinala a importância da ressurreição de Cristo para a nossa fé cristã. Somente com a Cruz, sem a ressurreição de Jesus, a vida cristã seria um absurdo. O mistério pascal consiste precisamente no fato que o Crucificado ressuscitou.
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É justamente através dela que se revela definitivamente a autêntica identidade do Crucificado.
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Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Um cristianismo autêntico estaria atrelado ao reconhecimento da ressurreição de Cristo. Até aí tudo bem. Mas onde entra o discurso do radicalismo e fidelidade? Seria em relação ao dia da ressurreição?

Perspectivas projetadas pela mídia

O vencedor das eleições vai decepcionar

As eleições do dia 4 podem ser desde já qualificadas como o pleito das dolorosas decepções. O vencedor vai se defrontar com obstáculos de vasta magnitude. O Estado americano não terá condições econômico-financeiras de sustentar as mudanças que são prometidas.

A grandeza de um presidente é julgada pelo que cumpre. A crise vem resistindo às tentativas de soluções que já custam ao governo e ao povo americano, que é quem paga as contas, o maior endividamento do país na historia conhecida. Não haverá recursos. Como Winston Churchill, o líder inglês na II Guerra Mundial, o americano terá de começar dizendo que só pode prometer suor e lágrimas até que voltem os bons dias.

Um dos paradoxos do quadro é que os Estados Unidos, o capitalismo, dependem da China, cujas reservas incluem cerca de dois trilhões em letras do Tesouro, letras de dívida americana que só podem pagar juros. A dívida é impagável e vai crescer ainda mais nos próximos meses. A China tem de se empenhar em se manter crescendo para o mundo capitalista pagar-lhe juros, importar.

Se decidir fazer liquidação das letras, sofrerá insuportável prejuízo que poderá ser ameaça ao seu sistema. A interdependência é absoluta.
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O eleito vai assumir a função em um dos piores momentos da vida americana. Não poderá cumprir coisa alguma sem desfazer a situação que vai herdar de Bush.

Fonte - Último Segundo

Católicos e muçulmanos se aproximam


Cinqüenta e oito autoridades religiosas, analistas e conselheiros, entre eles 29 católicos e alguns muçulmanos, reuniram-se hoje no Vaticano, no I Fórum Católico-Muçulmano, que irá até 6 de novembro.

O fórum tem como tema "Amor de Deus, amor do próximo" e se desenvolverá em duas linhas. Hoje, será dedicado aos "fundamentos teológicos e espirituais" e, amanhã, ficará centrado na "dignidade da pessoa e o respeito mútuo", informou hoje o Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso.

Fonte - BOL

Uma reunião de três dias teve início nesta terça-feira no Vaticano entre uma delegação de clérigos muçulmanos e acadêmicos católicos para tentar encontrar pontos em comum entre as duas religiões.

A carta que a delegação leva ao Vaticano, chamada "Palavra em Comum", cita passagens do Corão que, segundo os muçulmanos, mostra que o cristianismo e o Islã cultuam o mesmo Deus, e também pede que seus seguidores mostrem amizade uns para com os outros.
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Eles também querem incluir o judaísmo nas negociações entre cristãos e muçulmanos.

O papa está buscando mais diálogo com muçulmanos e seria a favor de uma aproximação mais sincera e forte.
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"Não concordamos com isto, então não deveríamos tentar enterrar estas diferenças em uma teologia deturpada, mas conversar tendo como base o 'concordar em discordar'", acrescentou.

Fonte - BBC

Católicos e muçulmanos vão se reunir a partir de hoje no Vaticano para tentar lançar uma iniciativa inédita na relação entre as duas religiões e criar um mecanismo permanente de diálogo. De um lado, o Vaticano quer maiores garantias de que as minorias cristãs possam praticar sua fé em países muçulmanos sem serem ameaçadas. De outro, os muçulmanos querem ser reconhecidos não como uma religião ligada à violência e apelam para que o Vaticano ajude a promover essa imagem.

O encontro que começa hoje é o primeiro dessa magnitude realizado nas dependências da Santa Sé e envolve acadêmicos e clérigos duas duas religiões. Na quinta-feira, os especialistas terão reunião com o papa Bento XVI. Um dos possíveis resultados seria a criação de um plano de gerenciamento de crise para evitar tensões entre as duas religiões.
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Fonte - Yahoo

Nota DDP: Vislumbra-se uma grande "troca de favores". Aguardemos os objetos da barganha.

Banco Mundial: crise transformará 20 milhões em pobres

Pelo menos 20 milhões de novos pobres surgirão no mundo em conseqüência da crise financeira internacional, afirmou nesta terça-feira em Lima o diretor-executivo do Banco Mundial (BM), o salvadorenho Juan José Daboub.

"Devido ao que acontece com o tema de alimentos, combustível e a situação financeira espera-se que o crescimento em nível global se reduza entre 1% e 2%, e, a cada ponto percentual que se reduz o crescimento econômico, são 20 milhões de novos pobres que aparecem", disse Daboub.
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Fonte - Invertia
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