terça-feira, 13 de janeiro de 2009

O mundo ficou menos livre em 2008

Em 2008, o mundo ficou menos livre pelo terceiro ano consecutivo. Esta é a conclusão de um relatório anual divulgado nesta segunda-feira (12/01) pelo think-tank norte-americano Freedom House.

O relatório avalia o nível de liberdade de cada país, medindo se ele goza de mais ou menos direitos políticos e liberdades civis. Segundo esses critérios, 34 países ficaram menos livres no ano passado, especialmente o Afeganistão, onde a guerra e a repressão fizeram o país ficar entre "parcialmente livre" e "não livre", segundo a nomenclatura do relatório.

Vários países da África Subsaariana também tiveram a liberdade comprometida. Já as democracias eleitorais, cujo número em geral se mantinha estável desde meados da década de 1990, têm agora dois países a menos em sua relação, totalizando 119.

Fonte - Opinião e Notícia

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Bento XVI pede novo estilo de vida solidário para sair da crise

Cidade do Vaticano, 12 jan (EFE).- O papa Bento XVI disse hoje que a "grave" crise econômica no mundo está ligada a uma crise "estrutural, cultural e de valores", e que só com um estilo de vida baseado na sobriedade, na solidariedade e na responsabilidade é possível construir uma sociedade mais justa e um futuro melhor.
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O pontífice afirmou que, para sair da crise, é necessário superar as divisões e delinear projetos estratégicos para os anos futuros, inspirados nos princípios e valores que fazem parte do patrimônio dos povos.

O papa ressaltou que é necessária uma sinergia entre todas as instituições para oferecer respostas às crescentes necessidades das pessoas.

"Penso nas famílias, especialmente naquelas com filhos pequenos que têm direito a um futuro tranqüilo, e nos idosos, muitos dos quais vivem em solidão e em condições preocupantes. Penso na falta de casas, na falta de trabalho e no desemprego juvenil, e na não fácil convivência entre grupos étnicos, no grande problema da imigração e dos ciganos", disse.

Bento XVI disse que a obrigação do Estado é adotar as políticas sociais e econômicas, e, a da Igreja, é estimular a reflexão e a formação das consciências de todos os fiéis.

Segundo o papa, "nunca como agora a sociedade civil entende que só com estilos de vida inspirados na sobriedade, na solidariedade e na responsabilidade é possível construir uma sociedade mais justa e um futuro melhor para todos".

Bento XVI defendeu um estilo de vida "que reduza o individualismo e os interesses particulares em prol do bem de todos, prestando especial atenção às pessoas mais fracas, que não devem ser consideradas um peso, mas como um recurso que é preciso avaliar".

Fonte - G1

Nota DDP: A permear o discurso a chamada lei natural que para a igreja de roma é sinônimo dos mandamentos alinhados no catecismo, dentre eles, a guarda do domingo. Não se pode perder de vista ainda o declarado flerte com o Estado e, que se encontra no forno a próxima encíclica social, que deve trazer parâmetros interessantes nos temas relacionados.

Destaco do que já se sabe da próxima encíclica:

Com base nas “verdades morais” abertas, em princípio, a qualquer lei, assim como aos ensinamentos evangélicos, o Papa quer motivar ou crentes e pessoas de boa vontade para acções que possam contribuir para a resolução de questões comuns à humanidade inteira.

Kissinger comentando sobre Obama: “O mundo o está recebendo de forma tão extraordinária que… dá para se criar uma Nova Ordem Mundial”

John-Henry Westen

WASHINGTON, DC, 7 de janeiro de 2009 (LifeSiteNews.com) — Em entrevista a CNBC na segunda-feira, o ex-Secretário de Estado dos EUA Henry Kissinger disse que a tarefa mais importante e decisiva do presidente eleito Barack Obama seria a criação de uma “nova ordem mundial”

“O presidente eleito está tomando posse num momento em que há revoltas em muitas partes do mundo simultaneamente”, disse Kissinger. “Há a Índia, Paquistão; há o movimento muçulmano de ‘guerra santa’. Então, não dá para Obama realmente dizer que há só um problema e que este é o mais importante. Mas ele poderá dar novo estímulo às políticas externas dos EUA em parte porque o mundo o está recebendo de forma tão extraordinária. Penso que a tarefa dele será desenvolver uma estratégia abrangente para os EUA neste período em que, de fato, dá para se criar uma nova ordem mundial. É uma grande oportunidade, não é apenas uma crise”.

Alguns comentaristas sugerem que o aumento dos conflitos no Oriente Médio e a crise financeira mundial tornaram nossa época bem preparada para receber uma há muito antecipada e prevista “Nova Ordem Mundial”. O celebrado escritor canadense Michael O’Brien, que escreveu muito sobre a “nova ordem mundial”, falou com LifeSiteNews acerca da declaração de Kissinger.

“Só num sentido a análise de Kissinger está correta”, disse O’Brien. “A atual situação mundial apresenta uma multidão de crises e ao mesmo tempo um momento de oportunidade. Contudo, a idéia de que está avançando o que ele chama de ‘nova ordem mundial’ está repleta de problemas”.

“O que esse termo significa? Em toda a probabilidade pode só significar uma revolução política e global imposta de cima para baixo. Em outras palavras, as soluções então viriam de uma autoridade que governa todas as nações e que exclui a consciência individual e os princípios de auto-determinação de cada nação”.

O’Brien acrescentou: “Uma ordem verdadeira e saudável na comunidade humana só pode se levantar a partir de uma revolução interna da ordem moral. Não dá para impô-la sem provocar males maiores. Em toda a probabilidade, Kissinger e globalistas de mentalidade semelhante vêem a atual configuração mundial como uma desintegração criativa que conduziria a uma nova forma de governo mundial. Em tal situação, a administração da crise é muito mais importante do que o exercício autêntico da liberdade e responsabilidade humana”.

Para quem defende a vida, a proposta de uma “nova ordem mundial” está ligada a princípios anti-vida promovidos pela Organização das Nações Unidas. O Papa Bento 16, quando era ainda cardeal, esclareceu esse assunto na introdução de um livro publicado em 1997. O então cardeal Ratzinger escreveu o prefácio de um livro de Michel Schooyans, intitulado “The Gospel: Confronting World Disorder” [O Evangelho: Confrontando a Nova Ordem Mundial]. (Para ler o prefácio, veja: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jan/09010703.html)

No prefácio Ratzinger primeiramente denuncia a “nova ordem mundial” descrevendo-a mais ou menos como o apogeu do marxismo. Ele diz que o cristão tem a “obrigação de protestar” contra essa ordem.

“O caráter típico dessa nova antropologia, que está na base da Nova Ordem Mundial, se revela acima de tudo na imagem da mulher, na ideologia que concede poderes às mulheres, a qual foi proposta na Conferência da ONU em Beijing em 1995”, escreveu o cardeal. “A meta é a auto-realização das mulheres, para as quais os principais obstáculos são a família e a maternidade. Assim a mulher tem de ser liberada acima de tudo do que a caracteriza e bem simplesmente a torna especial: essa diferença da mulher terá de desaparecer diante da ideologia de ‘gênero, justiça e igualdade’, diante de um ser humano indistinto e uniforme, em cuja vida a sexualidade não tem outro sentido a não ser como droga de prazer que se pode usar de todas as formas concebíveis”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

Nota DDP: Impossível não se ler esta notícia com duas outras publicadas hoje neste espaço, "Situação econômica dos EUA é muito grave e está piorando, diz Obama" e "A mídia, o mercado e a fraude".

A mídia, o mercado e a fraude

Três meses depois da eclosão da crise financeira internacional, o Estado de S.Paulo publicou, no domingo (11/1), o primeiro texto que vai exatamente ao ponto central do tema. Em duas páginas, o artigo traduzido do New York Times traz como título, dividido em dois: "O fim do mundo financeiro que conhecemose como consertar um mundo quebrado".

A leitura dessa reportagem exige espírito forte. O texto relata como o sistema econômico mundial foi incapaz de evitar o crescimento e a implosão da bolha de fraudes e especulações que conduziram as economias do todo o mundo à beira da catástrofe.

O trabalho, de autoria dos jornalistas Michael Lewis e David Einhorn, revela que um executivo financeiro de Boston, Harry Markopolos, passou nove anos tentando alertar as autoridades da Securities and Exchange Comission, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, sobre os riscos da pirâmide financeira construída por Bernard Madoff, ex-presidente da bolsa Nasdaq.

O que se conclui do relato é que as autoridades encarregadas de fiscalizar o mercado e proteger os investidores mantiveram os olhos fechados ou simplesmente passaram a defender os predadores.

Nenhuma atenção

As revelações são assustadoras, no sentido em que fazem a radiografia de um sistema absolutamente caótico, que em algum momento perdeu o sentido e passou a atuar contra os interesses de longo prazo do próprio mercado.

Os altos proventos pagos aos executivos dos bancos e corretoras passaram a ser o objetivo perseguido por todo o sistema, em detrimento da economia real. O que se deve perguntar, neste posto de observação, é: qual foi a contribuição da imprensa para que o processo de degeneração do sistema chegasse ao ponto de ruptura?

Não é preciso um grande esforço de pesquisa para constatar que a imprensa passou a última década registrando recordes e recordes de lucros e incensando os deuses do mercado, fugindo do debate sobre a necessidade de controles externos sobre os fluxos de capital.

Visto de hoje, o sistema parece tão frágil que surpreende o fato de ninguém ter dado importância aos estudos de Harry Markopolos. Seu relatório de 2005, citado na reportagem do New York Times reproduzida pelo Estadão, revela que o sistema foi tomado pelos especuladores.

Aquilo que a imprensa chama de mercado financeiro é uma imensa fraude.

Fonte - Observatória da Imprensa

Nota DDP: Outra crise fabricada? Mais poderes ao estado americano? Coincidência?

Aquecimento global é questionado

Verões frios e invernos rigorosos ao mesmo tempo nas duas calotas do planeta vêm levantando dúvidas sobre a existência do aquecimento global. Mas os cientistas garantem que esta continua sendo uma ameaça séria.

De acordo com Diz Lincoln Alves, climatologista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), "a mudança climática é uma tendência de longo prazo que não pode ser fundamentada por apenas uma estação e que não inibe a ação das centenas de variáveis que influenciam o clima".

O aquecimento global continua mandando sinais de alerta, como o encolhimento das calotas polares. O Ártico é o indicador mais significativo da mudança climática porque nenhuma outra região do mundo é tão sensível ao efeito estufa.

Fonte - Opinião e Notícia

Abertura do comércio aos domingos será debatida

A Lei que proíbe a abertura do comércio aos domingos, em Cascavel, aprovada e sancionada no fim do ano passado, promete gerar discussões entre empresários e sindicalistas na próxima semana.

Na manhã de hoje (09), o prefeito Edgar Bueno (PDT), recebeu o presidente do Sindec (Sindicato dos Empregados do Comércio de Cascavel e Região), Paulo Roberto Moraes, para discutir o assunto. Moraes solicitou ao prefeito o cumprimento da lei, garantindo a folga dominical aos trabalhadores.

Segundo a assessoria de comunicação da Prefeitura, Edgar Bueno reafirmou a posição defendida antes durante a campanha eleitoral, de que é contra a abertura aos domingos. No entanto, um encontro será realizado com os representantes dos comerciários na próxima semana, para debater melhor o assunto e buscar um entendimento.

Segundo a lei, todo o comércio, inclusive os supermercados, não poderão mais funcionar aos domingos.

Fonte - Central Gazeta de Notícias

Nota DDP: As discussões locais vão se expandindo e, embora alguns entendam que observar este fenômeno seja alarmismo, parece-me ser muito mais um sinal de que discussões mais amplas se descortinam no horizonte e, que suscitadas localmente, estão preparando os particulares para o enferentamento da questão no atacado.

Isso pode se verificar inclusive pelo retorno das discussões acerca das "blue-laws" americanas, como já trazido neste espaço, inclusive porque tal condição voltou a ser foco de consideração na semana passada naquele país, agora no Oregon.

O interessante sobre a abertura da questão no Oregon, é que a mesma veio por conta da crise econômica no setor automobilístico e, sob a justificativa de que a paralização seria saudável neste processo. Outros onze estados têm legislações no mesmo sentido. Mais interessante ainda nisso tudo, é que os próprios revendedores estão exigindo que uma lei seja promulgada para que todos sejam a ela submetidos.

[Colaboração - Hiscael Moreno]

Aquecimento Global: oceanos subirão mais rápido que o previsto

Um novo levantamento feito por cientistas europeus mostra que o nível de elevação dos oceanos nos próximos 100 anos será três vezes maior do que o previsto pelo IPCC, o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas. Segundo o estudo, a altura do nível das águas oceânicas estimado pelo IPCC será atingido antes de 2040, sessenta anos antes do previsto.

Até agora, de acordo com o IPCC, a temperatura no planeta nos próximos cem anos será 2 a 4 graus mais quente do que hoje, mas a grande incerteza dos pesquisadores é como se comportará o gelo perene da Groenlândia e Antártida, uma vez que os oceanos e as capas de gelo se aquecem mais devagar que o ar.

Segundo o novo estudo, feito por universidades da Holanda, Inglaterra e Finlândia, os modelos de derretimento das camadas geladas que formam a base das previsões do IPCC não são capazes de mostrar as rápidas variações observadas recentemente.

No último encontro o IPCC divulgou que até o ano de 2100 o nível médio dos oceanos subiria 40 centímetros em relação ao ano 2000, mas segundo o recente trabalho esse nível será alcançado antes de 2040.
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Assumindo que o clima no próximo século será 3 graus mais quente, os novos modelos de previsão mostram que o nível médio do oceano subirá entre 90 centímetros e 1.3 metro. Essa rápida elevação indica que as camadas de gelo perene derreterão muito mais rápido do que se imaginava.

De fato, estudos relacionados à idade do gelo mostram que as capas polares podem derreter rapidamente, Quando a última glaciação terminou, há 11.700 anos, as capas de gelo derreteram tão rápido que os níveis do mar se elevaram 11 milímetros por ano, o equivalente a 1 metro a cada 100 anos. Na atual situação de aquecimento, Aslak Grinsted acredita que o nível do mar aumentará na mesma velocidade, ou seja, dentro do indicado pelo estudo.

Fonte - Apolo11

Situação econômica dos EUA é muito grave e está piorando, diz Obama

A situação econômica dos Estados Unidos "é muito grave e está piorando", declarou nesta sexta-feira (9) o presidente eleito Barack Obama, após o anúncio de uma forte alta do desemprego no mês de dezembro.

"É evidente, a situação é muito grave. Ela está piorando e isto exige a adoção imediata das medidas", declarou Obama em entrevista à imprensa, referindo-se a seu plano de retomada econômico, que pode chegar a US$ 775 bilhões.
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Fonte - G1

Nota DDP:

Não há “crise de crédito” nem recessão nenhuma, mas os gastos do governo americano para remediar problemas inexistentes podem criar um problema real: a hiperinflação. Os EUA ameaçam menos repetir a sua crise de 1929 do que o destino da República de Weimar em 1922, quando era preciso uma cesta de dinheiro para comprar um pãozinho.
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No entanto, é claro que os riscos não se limitam à hiperinflação. O anúncio espalhafatoso de uma crise inexistente deslancha, por si mesmo, uma crise real. O gráfico mostra claramente que a oferta de crédito caiu significativamente depois da Lei de Estabilização Econômica assinada em 3 de outubro (Emergency Economic Stabilization Act). Mas, se o remédio foi tão manifestamente culpado por reduzir ao estado de coma um paciente que estava são, não se pode dizer que esse fenômeno não teve precedentes na história da economia americana. Num discurso pronunciado em 8 de novembro de 2002 na Universidade de Chicago, o próprio Bernanke confessou que a Grande Depressão de 1929-1933 não foi causada pela ação espontânea dos fatores econômicos, mas pelo intervencionismo nefasto do Federal Reserve. O discurso foi feito na cerimônia de homenagem ao nonagésimo aniversário de Milton Friedmann – o economista que ao longo de décadas, contra tudo e contra todos, vinha responsabilizando o Federal Reserve pela crise de 1929. Agora era um dos diretores do próprio Federal Reserve que confessava publicamente as culpas da instituição. Mas nem sempre a confissão é um ato sincero de repúdio ao crime. Pode haver nela uma ponta de orgulho secreto, que prenuncia a reincidência. Decorridos seis anos, com Bernanke na presidência, o Federal Reserve está de novo criando uma crise do nada, e, como diz Marenzi, novamente “para justificar um acréscimo de intervenção governamental nos mercados”.

Mas, se é assim – e, depois de olhar a tabela anexa, não imagino como possa ter sido outra coisa –, então resta a pergunta: foi George W. Bush quem mandou Paulson e Bernanke fazerem isso? Por que um presidente que está nos últimos dias do mandato buscaria aumentar dessa maneira o poder do Executivo, se ele mesmo não poderá desfrutar dos novos instrumentos de comando? Obviamente, Bernanke e Paulson não estão entregando esses instrumentos nas mãos de George W. Bush, mas de Barack Hussein Obama. Trata-se de fazer com que o próximo presidente já assuma o cargo na condição de ditador financeiro.

Se a operação foi realizada na base do engodo e da ocultação premeditada de informações, não há nisso nada de estranho, de vez que a própria vitória eleitoral de Obama foi alcançada pelos mesmos meios: não há a menor dúvida de que, se a mídia armasse em torno do sumiço dos documentos de Obama um centésimo do escarcéu que fez quanto à gravidez da filha de Sarah Palin ou das multas de trânsito de Joe the Plumber, o candidato democrata não teria tantos votos. O eleitorado foi totalmente ludibriado quanto à identidade do homem em quem votava, substituída pelo símbolo “candidato negro”, como se tudo quanto os votantes precisavam saber do futuro presidente fosse a cor da sua pele – e qualquer curiosidade quanto aos capítulos incertos da sua biografia fosse crime de racismo: duas premissas que a mídia inteira adotou como cláusulas pétreas do seu manual de redação durante as eleições.

Se duas gigantescas operações de desinformação são empreendidas simultaneamente, uma para forçar o povo a escolher um candidato sem fazer perguntas, outra para ajudar esse candidato a subir ao cargo já com poderes incalculavelmente aumentados, só um idiota completo poderia supor que essas duas operações foram totalmente independentes, só unidas pela mera coincidência de um sincronismo junguiano ou de uma imponderável decisão divina.

Em compensação, é verdadeira a articulação das duas manobras com uma terceira, uma quarta e uma quinta, todas convergentemente destinadas a munir de poderes especiais o próximo presidente.

1) A mais óbvia de todas é invenção pessoal de Barack Hussein Obama: a menina-dos-olhos do presidente-eleito é o seu projeto de uma “força civil de segurança nacional”, militância estudantil armada, paga com o dinheiro dos contribuintes para atemorizá-los e persegui-los ao menor chamado do profeta ungido (v. http://www.ibdeditorials.com/IBDArticles.aspx?id=305420655186700).

2) Enquanto o diretor do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Khan, advertia que as restrições de crédito para pessoas de baixa renda podem provocar distúrbios sociais, o próprio Paulson informava que o governo está preparado para enfrentar com a lei marcial as eventuais agitações e protestos que a “crise” venha a suscitar. Lei marcial significa suspensão dos direitos e garantias individuais.

3) Discretamente, alguns expoentes do pensamento militar americano preparam-se para jogar no lixo a lei Posse Comitatus, que desde 1878 proíbe o uso das Forças Armadas como instrumento de repressão interna. Um relatório do Instituto de Estudos Estratégicos do U.S. Army War College afirma explicitamente: “O Departamento de Defesa pode ser forçado a conter e reverter ameaças violentas à tranqüilidade interna. Sob as mais extremas circunstâncias, isso pode incluir o uso da força militar contra grupos hostis dentro dos EUA.” (V. http://www.newsmax.com/headlines/military_domestic_use/2008/12/23/164765.html?s=al&promo_code=763E-1). Alguns conservadores, num lance de humor negro, chamam isso de Posse Obamitatus.

Aqueles seres superiores que adquirem suas certezas da contemplação diária de um aparelho de TV devem sentir-se livres, sem nenhum ressentimento da minha parte, para desprezar a convergência lógica desses fatos como pura “teoria da conspiração”. Mas não impedirão que, ao 61 anos de idade, eu já tenha compreendido que a obsessão de parecer normal, equilibrado e mainstream é um sintoma de insegurança muito mal disfarçado.

Fonte - Olavo de Carvalho

Aquecimento provocará crise alimentar

Metade da população mundial pode sofrer com a falta de comida até 2100 se nada for feito para adaptar a Terra ao aquecimento global. O alerta aparece em estudo publicado na revista "Science".

Segundo o artigo, no final deste século, há probabilidade de mais de 90% de as regiões tropicais e subtropicais conviverem com temperaturas mais altas do que os recordes de calor do século 20. Isso vai afetar as plantações e comprometer a produção de alimentos.
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Na opinião de Battisti, ainda há como evitar parte da desgraça. "Você pode deixar que isso aconteça e se adaptar dolorosamente, ou você pode se planejar", diz o pesquisador. "Você também poderia atenuar o aquecimento e não deixar que isso ocorra, mas não estamos fazendo um trabalho muito bom sobre a questão."
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Fonte - Folha

Nota DDP: Duas observações. A primeira é que estes números sempre começam em 2100 e vão baixando rapidamente. A segunda é que aproximadamente 15% da população mundial já tem problemas com alimentação, hoje.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

"Como folhas de outono..."


Semana de Oração do Unasp II, dirigida pelo Pastor Fernando Iglesias, orador da Voz da Profecia, recebendo como tema "Toque minhas mãos".

1) 20102006 - O maior de todos os milagres
2) 21102006 - Livres e escravos
3) 22102006 - Barco furado ou tábua de salvação
4) 23102006 - A escola da vida
5) 24102006 - Será que o tempo volta atrás
6) 25102006 - Quando Deus precisou de um milagre
7) 20162006 - Só para o gasto

Mais uma vez espero que seja útil aos irmãos.

Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

FAQ

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Tempestade espacial será catastrófica para a Terra

Novo estudo mostrou que uma grande tempestade solar poderá trazer consequências assustadoras para a humanidade. Danos à rede de força e sistemas de comunicação poderão ser catastróficos, os cientistas concluíram, com efeitos que podem levar ao descontrole governamental da situação. As previsões são baseadas em uma grande tempestade solar de 1859 que fez com que os fios dos telégrafos entrassem em curto nos EUA e Europa, levando a grandes incêndios. Possivelmente, foi a pior em 200 anos, de acordo com um novo estudo. Com o advento das redes de energia, comunicação e satélites atuais, temos muito mais em risco. “Uma repetição contemporânea do evento [de 1859] causaria distúrbios sócio-econômicos significativamente mais extensos”, concluíram os pesquisadores.

A cada 11 anos, quando o sol entra na sua fase mais ativa, pode enviar tempestades magnéticas poderosas que desligam satélites, ameaçam a segurança dos astronautas e até interrompem sistemas de comunicação na Terra. As piores tempestades atuais derrubam redes de energia ao induzir correntes que derretem os transformadores.

Apenas nos EUA, uma grande tempestade solar – que costuma ocorrer uma vez a cada 100 anos – pode deixar 130 milhões de pessoas sem eletricidade, de acordo com o estudo. Outros sistemas vitais seriam afetados por essas faltas de energia elétrica.

Os impactos da falta de eletricidade, por exemplo, acabariam com a distribuição de água potável em questão de horas, alimentos e medicamentos perecíveis seriam perdidos entre 12 e 24h; serviços de esgoto, telefones, transportes, abastecimento de combustíveis seriam interrompidos, etc. A energia poderia levar meses para ser restabelecida, segundo a pesquisa. Durante esse período, os bancos poderiam estar fechados e o comércio internacional seria suspenso. “Sistemas de emergência seriam levados ao limite e o controle e comando poderiam ser perdidos”, escreveram os pesquisadores da Universidade do Colorado, nos EUA.

“Sejam catástrofes terrestres ou incidentes do clima espacial, os resultados podem ser devastadores para as sociedades modernas que dependem, de uma miríade de modos, de sistemas tecnologicamente avançados”, os cientistas afirmaram em uma declaração divulgada junto com o relatório.

Tempestades solares têm efeitos significativos nos dias modernos. Em 1989 o Sol emitiu uma tempestade que derrubou a rede elétrica de toda Quebec, no Canadá. Em 2003, em um período de duas semanas, dois satélites foram desabilitados e instrumentos em uma sonda que orbita Marte foram danificados por tempestades solares.

O clima espacial pode produzir tempestades eletromagnéticas solares que induzem correntes extremas em fios interrompendo linhas de força, causando apagões generalizados e afetando cabos de comunicação da internet. Clima espacial severo produz partículas solares energéticas e desloca os cinturões de radiação da Terra, o que danifica satélites usados para comunicações comerciais, GPS e previsão do tempo.

O próximo pico da atividade solar é esperado em 2012. Atualmente o Sol está “tranquilo”, mas a atividade pode aumentar em qualquer momento e clima espacial severo (o quão severo será ninguém sabe) irá emergir um ou dois anos antes do pico. Alguns cientistas pensam que o próximo pico levará a eventos mais severos do que outros picos recentes.

O relatório foi delegado e financiado pela Nasa. Especialistas em indústria e governo, assim como acadêmicos de todo o mundo também participaram.

(Hypescience)

Fonte - Blog Michelson Borges

Para ter autocontrole, adote uma religião, afirmam psicólogos

Religiosos praticantes são mais centrados e disciplinados, sugere estudo.
Versão secular do efeito, envolvendo valores 'sagrados', poderia funcionar.

Se eu estiver realmente decidido a cumprir minhas promessas de Ano Novo para 2009, será que deveria acrescentar mais uma? Na lista de coisas a fazer, deveria acrescentar "ir à igreja"? Esta é uma reflexão estranha para um pagão, porém me senti obrigado a despertá-la com Michael McCullough depois de ler seu relatório a ser publicado na próxima edição da revista científica "Psychological Bulletin". Ele e um psicólogo da Universidade de Miami, Brian Willoughby, revisaram oito décadas de pesquisas e chegaram à seguinte conclusão: a crença religiosa e a devoção promovem o autocontrole.

Isso me soou desconfortavelmente similar à conclusão das freiras que me ensinavam na escola, mas McCullough, por sua vez, não tem nenhuma motivação evangélica. Ele confessa não ser, ele próprio, um devoto. "Em relação à religião", afirmou, "profissionalmente, sou fã, mas, pessoalmente, não vou muito a campo." Seu interesse profissional surgiu do desejo de entender por que a religião evoluiu e por que ela parece ajudar tantas pessoas. Pesquisadores de todo o mundo descobriram repetidamente que pessoas devotas de religiões tendem a se sair melhor na escola, vivem mais, têm casamentos mais satisfatórios e são mais felizes de modo geral.

Esses resultados têm sido atribuídos às regras impostas aos devotos e ao apoio social recebido por eles através dos colegas de religião, porém esses fatores externos não respondem por todos os benefícios. No novo artigo, os psicólogos de Miami analisaram a literatura para testar a proposição de que a religião dá às pessoas uma força interior. "Simplesmente perguntamos se havia boas evidências de que pessoas mais religiosas têm mais autocontrole", disse McCullough. "Por um longo tempo, não era legal que cientistas sociais estudassem religião, mas alguns pesquisadores o fizeram silenciosamente durante décadas. Quando você soma tudo, descobre fatos notavelmente consistentes de que a religiosidade se relaciona a um maior autocontrole."

Na década de 1920, pesquisadores descobriram que estudantes que passam mais tempo em escolas religiosas com aulas também aos domingos se saíram melhor em testes laboratoriais para medição da autodisciplina. Estudos subseqüentes mostraram que crianças devotas de uma religião foram classificadas pelos pais e professores como tendo baixa impulsividade, e a religiosidade se relacionou a maiores níveis de autocontrole em adultos também. Pessoas religiosas, conforme foi descoberto, têm mais tendência a usar cinto de segurança, ir ao dentista e tomar vitaminas.

No entanto, o que veio primeiro, a devoção religiosa ou o autocontrole? É preciso ter autodisciplina para freqüentar a escola ou cultos aos domingos, em um templo ou mesquita, então pessoas com menos autocontrole presumivelmente têm menos tendência a manter esses hábitos. Mas, mesmo depois de considerar o viés da auto-seleção, McCullough afirmou que ainda existe razão para acreditar na religião como uma forte influência.

Cérebro

"Estudos de imagens cerebrais geradas enquanto as pessoas rezam ou meditam, mostram muita atividade em duas partes do cérebro, importantes para a auto-regulação e o controle da atenção e da emoção", explicou ele. "Os rituais que as religiões têm encorajado durante milhares de anos parecem ser um tipo de exercício anaeróbico para o autocontrole."

Em um estudo publicado pela Universidade de Maryland em 2003, estudantes expostos de forma subliminar a palavras religiosas (como Deus, oração ou bíblia) foram mais lentos em reconhecer palavras associadas a tentações (como drogas ou sexo antes do casamento). De forma oposta, quando foram preparados com palavras de tentação, foram mais rápidos em reconhecer as palavras religiosas. "É como se as pessoas associassem a religião com a anulação dessas tentações", disse McCullough. "Quando as tentações passam por suas mentes no dia-a-dia, eles rapidamente usam a religião para dissipar esses pensamentos."

Num estudo de personalidade, pessoas altamente religiosas foram comparadas a pessoas que apoiavam noções espirituais mais genéricas, como a idéia de que suas vidas eram "dirigidas por uma força espiritual maior do que qualquer ser humano" ou que eles sentiam "uma conexão espiritual com outras pessoas". Os participantes religiosos obtiveram pontuação relativamente maior para nível de consciência e autocontrole, enquanto as pessoas espiritualizadas tenderam a obter pontuações relativamente menores. "Pensar na unificação da humanidade e na unidade da natureza não parece estar relacionado ao autocontrole", concluiu McCullough. "O efeito do autocontrole parece vir do envolvimento com instituições e comportamentos religiosos".

Isso significa que céticos como eu deveriam começar a freqüentar uma igreja? Mesmo se você não acredita em um deus sobrenatural, poderia tentar melhorar seu autocontrole ao, pelo menos, acompanhar os rituais de uma religião organizada. No entanto, provavelmente isso não funcionaria, como me contou McCullough, pois estudos de personalidade identificaram uma diferença entre devotos verdadeiros e aqueles que freqüentam os rituais por razões externas, como o desejo de impressionar as pessoas ou estabelecer ligações sociais. As pessoas intrinsecamente religiosas têm maior autocontrole, porém os extrinsecamente religiosos não.

Conselho para ateus

Sendo assim, o que um ateu deveria fazer em 2009? O conselho de McCullough é tentar participar de alguns dos mecanismos religiosos que parecem aumentar a autocontrole, como a meditação particular ou até o envolvimento público com uma organização com fortes ideais. Pessoas religiosas, ele disse, são autocontroladas não simplesmente porque temem a ira de Deus, mas porque absorveram os ideais de sua religião em seu próprio sistema de valores, e deram aos seus objetivos pessoais uma aura de santidade. Ele sugeriu que os descrentes tentem uma versão pagã dessa estratégia.

"As pessoas podem ter valores sagrados sem serem valores religiosos", ele disse. "A autoconfiança pode ser um valor sagrado para você, que é relevante para economizar dinheiro. A preocupação com os outros pode ser um valor sagrado, relevante para reservar um tempo para o trabalho voluntário. Você pode pensar em quais são os valores sagrados para você e fazer promessas de Ano Novo condizentes com eles."

Obviamente, é necessário um pouco de autocontrole para realizar esse exercício – e talvez um esforço maior do que ir à igreja. "Valores sagrados já vêm pré-fabricados para devotos religiosos", afirmou McCullough. "A crença de que Deus tem preferências sobre seu comportamento e os objetivos estabelecidos por você mesmo para sua vida deve ser a avó de todos os mecanismos psicológicos para motivar as pessoas a perseguir suas metas. Isso pode ajudar a explicar por que a crença em Deus tem sido tão persistente em todas as épocas."

Fonte - G1

Nota DDP: Embora não tenha a intenção de atingir nenhuma conotação específica do ponto de vista profético, vale uma reflexão que reputo importante:

Após o fracasso do sistema opressor da igreja da Idade Média e da falência do racionalismo como forma de resolver os problemas do homem, vemos no pós-modernismo a volta do ser humano à necessidade de exploração de seu lado espiritual, o que vem se acentuando pela cobertura que a mídia de massa tem dado a tal vertente.

Isso revela algo: O mundo está sendo preparado para a discussão religiosa que se avizinha.

Relógio GPS para crianças será mostrado na CES 2009

A empresa britânica Lok8u desenvolveu um localizador por satélite específico para crianças, que irá apresentar na Consumer Electronics Show (CES) que começa nesta quinta-feira, em Las Vegas.

Em formato de relógio, o Nu.M8 fica preso ao pulso da criança e não pode ser removido ou desativado sem o conhecimento dos pais, que acompanham tudo pelo computador ou celular.

O dispositivo GPS também permite estabelecer uma espécie de "cerca virtual", delimitando uma zona de segurança, segundo o fabricante. O sistema mostra um alerta imediato se a criança ultrapassa os limites determinados.

O aparelho será vendido no Reino Unido a partir de março, segundo o jornal britânico Telegraph, por cerca de 150 libras (pouco menos de R$ 500). A Lok8u divulgou que a assinatura mensal do serviço custará a partir de cinco libras (R$ 17).

Fonte - Terra

Economia americana vai encolher mais do que o esperado em 2009

Divulgada nesta terça-feira (6/1), a ata da última reunião do comitê de política monetária do Federal Reserve prevê que a economia dos Estados Unidos deve se contrair mais do que o previsto em 2009

A equipe do FED, no entanto afirmou que continua projetando uma recuperação moderada para 2010.

A ata do FED alerta ainda para o fato de que o mercado imobiliário dos EUA, onde a crise começou, "deve se contrair ainda mais".

Fonte - Opinião e Notícia

177 Estados têm relações diplomáticas com a Santa Sé

A Santa Sé mantém relações diplomáticas com 177 Estados de todo o mundo, revelou hoje a sua sala de imprensa.

O último país a entrar nesta lista foi a República do Botswana, a 4 de Novembro de 2008.

Para além destes países, a Santa Sé mantém relacionamento a nível diplomático com a UE e a Ordem Militar de Malta, para além de duas missões oficiais: a da Federação Russa (com embaixador) e o secretariado da Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

Em relação à presença nas organizações internacionais, a Santa Sé está na ONU com a qualidade de “Estado observador” e é membro de sete organizações ou agências das Nações Unidas e é observador noutras oito. Além disso, é membro ou observador em cinco organizações regionais.

Fonte - Ecclesia

2008 bate recorde de vítimas por desastres naturais

Apesar do número de desastres naturais ter caído em relação ao ano retrasado, em 2008 os fenômenos naturais provocaram mais vítimas e prejuízos. Segundo um relatório anual divulgado em Berlim, pelo menos 220 mil pessoas morreram em consequência das tragédias.

"Esses números confirmam a tendência de longo prazo que estávamos prevendo. As mudanças climáticas já começaram e é muito provável que aumente a frequência de extremos meteorológicos que provoquem catástrofes". A afirmação é de Torsten Jeworrek, analista de riscos da Munich Re, uma das maiores seguradoras do mundo, sediadas na Alemanha.
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Fonte - Apolo11

Salvar o planeta, é agora ou agora.

Este é o primeiro ano do resto de nossas vidas. Com a reunião da ONU sobre clima em Copenhagen no horizonte, o mundo está diante de seu maior desafio: estabilizar as emissões globais de CO2 em 2015 e construir uma economia de carbono zero até 2050. O ritmo acelerado das mudanças climáticas não nos deixa muitas opções: para salvar o planeta, é agora ou agora.

Fonte - Greenpeace

Nota DDP: A pressãopor medidas devem se acelerar daqui para frente, especialmente face ao novo posicionamento do governo americano.

Através do site do Greenpeace, chega-se ainda a um documento chamado "Green New Deal", onde se mistura ecologia e crise financeira, dando-se grande ênfase à criação de "empregos verdes", o que inicialmente se verifica em relação a atividades ligadas à produção de energia limpa, mas que pode facilmente apontar ao esperado "domingo verde".

É interessante notar a afirmação de que a partir de Agosto/08 o mundo tem apenas 100 meses para resolver o problema da atividade climática sob pena da mesma se tornar incontrolável, não é preciso pensar muito para se perceber que os prazos estão diminuindo. Não é preciso também deixar de constatar a interferência das Nações Unidas em todo o processo.

[Pesquisa - Resta uma Esperança]

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Guerra no Oriente Médio

Após vários dias de confronto entre Israel e os palestinos a sensação que se tem é de impotência total diante dessa realidade belicosa alimentada por ambos os lados (de fato, credito a maior parte da culpa aos radicais islãmicos que os demais palestinos não conseguem controlar).

Sem pender para o dispensacionalismo (doutrina que coloca as profecias do tempo do fim ligadas ao Estado de Israel), acredito que Israel sempre foi alvo de perseguição ao longo da história. É verdade também que sempre que buscaram a Deus em arrependimento foram protegidos por Deus. Sem dúvida, seria bem melhor para todos se a paz fosse alcançada mediante o diálogo (sem abrir mão, claro, dos princípios de consciência).

Se a profecia de Daniel 11:40-45 fala de uma guerra no Oriente Médio, envolvendo Israel e as demais potências (e eu creio nisso), é certo que quando acontecer será um dos últimos eventos (senão o último) antes do tempo de angústia começar, uma vez que Daniel 12:1 anuncia explicitamente o começo do período de angústia logo a seguir. A única dúvida é quando exatamente isso acontecerá...

"O tempo de angústia, que há de aumentar até o fim, está muito próximo. Não temos tempo a perder. O mundo está agitado com o espírito de guerra. As profecias do capítulo onze de Daniel quase atingiram o seu cumprimento final". (Eventos Finais, p. 12).

Ainda que a profecia revele um futuro sombrio, sabemos que Deus está acima da própria história, e que nossa parte é orar pelos judeus e pelos palestinos, para que a misericórdia divina preserve a todos, inclusive a nós que também seremos afetados quando a crise final chegar...

Para quem está acompanhando o noticiário do conflito, não deixe de ver também o outro lado da história (não só a mídia oficial), antes de emitir algum juízo de valor.

Que Deus tenha misericórdia de nós...

Fonte - Minuto Profético

Obama fala em déficit de trilhões de dólares

O presidente eleito dos EUA avisou os norte-americanos de que seu governo vai impor uma rigorosa disciplina em resposta à perspectiva sem precedentes de "déficit de trilhões de dólares nos próximos anos".

Apesar disso, Obama está preparando um pacote de estímulo à economia no qual o país deverá gastar em torno de US$ 800 bilhões nos próximos anos em novas despesas e em reduções fiscais. O futuro presidente dos EUA garantiu que o dinheiro será empregado com sabedoria e adiantou que trabalhará em parceria com o Congresso para implementar controles e padrões de eficiência.

Obama disse ainda que está disposto a fazer escolhas difíceis para lidar com a nova realidade. Ele procurou tranquilizar legisladores e mercados financeiros, dizendo que está ciente dos perigos de se administrar um déficit de grande porte a longo prazo.

Fonte - Opinião e Notícia

Preparação

Este blog foi criado com o objetivo de compartilhar com os irmãos as notícias, informações, estudos e tudo que servir de alguma maneira para realizar a reforma e reavivamento necessários para enfrentarmos os últimos dias, que estão, precisamente, diante de nós. Mas uma preocupação me veio à mente devido a inúmeros e-mails e mensagens com perguntas sobre o decreto dominical, crise financeira, aquecimento global e muitos outros temas aqui abordados. Por este motivo decidi colocar aqui um conselho que serve para cada um de nós.

Muitos são aqueles que estão colocando suas preocupações e seu foco nas profecias, estão esperando algo surpreendente acontecer para reformarem suas vidas. Eis o problema. As profecias servem para nos informar sobre o futuro deste planeta, e ele está chegando a passos largos. Contudo, não podemos ficar apreensivos, demasiadamente anciosos e cheio de espectativas sobre Obama, Bento XVI e todos os envolvidos nas cenas finais da história deste planeta, pois caso não venha a acontecer logo, poderemos esfriar e ficarmos despreparados para o fim, pois este fim virá de surpresa, nós sabemos disso. Não podemos passar por outro desapontamento.

Todos serão apanhados dormindo, tanto preparados, como despreparados, o detalhe está na provisão de Óleo (Espírito Santo) que foi buscado enquanto havia tempo e tranquilidade para assim fazer (Hoje). Pois é, Hoje é o dia de buscarmos o Óleo.

Cristo está dizendo as mesmas palavras que disse a João Batista quando seu coração foi tomado pela dúvida(Lucas 7:19-23). "Vejam os sinais". Os sinais apontam para o fim. Estes sinais deve provocar em nós alegria, pois está perto o dia de encontrarmos o nosso Salvador, não medo. Se você sente medo do futuro, isso é um indicativo que falta algo em sua vida, então busque "este algo" e prepare-se com alegria.

Angústia que virá será maior do que todas, porém é dito que haverá livramento, e quanto maior a angústia, maior o livramento. Então creia!

Você já sentiu dúvidas? João Batista também sentiu, justamente na hora da sua maior angústia, a sua prisão e morte. Isso é "normal", o importante é buscarmos a Cristo e não deixarmos com que a dúvida impeça isso. Creia que, embora venhamos passar por tudo que João passou, seremos livrados pelo clarím que chamará a cada verdadeiro cristão no último dia.

Lembre-se que nossa preparação deve ser focalizada no desejo de está com Cristo, no amor que nasceu em nosso coração pelo Seu sacrifício e na alegria de estarmos eternamente com Ele, não no medo.

Fonte - Resta uma Esperança
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