sábado, 13 de fevereiro de 2010

Neve nos EUA é novo front de guerra sobre mudança do clima

Enquanto milhões de pessoas na costa leste dos EUA se escondem em suas casas cobertas de neve, os dois lados do debate climático usam as tempestades para reforçar suas visões.

Céticos do aquecimento estão usando a nevasca recorde para desdenhar de quem alerta para as mudanças climáticas perigosas causadas pelos seres humanos --está mais para resfriamento global, provocam.

A maioria dos climatologistas diz que as tempestades são consistentes com as previsões de que um planeta mais quente produzirá eventos extremos mais frequentes e intensos. Mas alguns cientistas dizem que as nevascas no Nordeste dos EUA não são mais prova de que o planeta está esfriando do que a falta de neve em Vancouver (Canadá) é prova de que ele está esquentando.

Para ilustrar seu ponto de vista, a família do senador republicano James Inhofe (Oklahoma), um dos principais céticos do clima no Congresso, construiu um iglu de dois metros de altura em frente ao Capitólio e pôs em seu topo um cartaz que dizia: "A nova casa de Al Gore". O extremo meteorológico, disse Inhofe, reforça as dúvidas sobre as conclusões dos cientistas de que o aquecimento é "inequívoco".

Bobagem, replica Joseph Romm, especialista em mudança climática que escreve sobre o assunto para a ONG liberal Center for American Progress. "Os ideólogos no Senado ficam forçando informações anticientíficas de que grandes nevascas são evidências contra o aquecimento", escreveu Romm na última quarta-feira.

A guerra em torno das nevascas está acontecendo na esteira de uma série de controvérsias climáticas: nos últimos meses, críticos da ideia do aquecimento global atacaram o relatório de 2007 do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática) e afirmaram que e-mails roubados de um centro de climatologia na Inglaterra levantam dúvidas sobre a integridade acadêmica de alguns cientistas do clima.

Mas os climatologistas dizem que nenhum episódio meteorológico extremo pode ser atribuído a tendências climáticas globais --embora digam que tais eventos ficarão mais frequentes à medida que as temperaturas globais sobem e que o ar carrega mais umidade.

Fonte - Folha


Economia europeia volta a pisar no freio

A economia europeia está estagnada e a recuperação foi freada, mesmo com os bilhões de euros injetados pelos governos desde a eclosão da crise em setembro de 2008. Na Grécia, a queda da economia está sendo mais acentuada que em meados de 2009, enquanto a Alemanha interrompeu sua recuperação e confirmou que teve no ano passado a pior recessão desde a 2ª Guerra Mundial. Itália, República Tcheca e outras economias voltaram a ter uma contração de suas economias e a Espanha não consegue sair da recessão.

Dados divulgados ontem pela Comissão Europeia mostram que a recuperação que se esperava dos países ricos promete ser mais lenta do que o previsto, voltando a derrubar as bolsas e o euro.

A UE já estava sendo abalada pela crise da dívida em países como Grécia, Portugal e Espanha. Na quinta-feira, o bloco prometeu ajudar as economias em dificuldades. Mas ainda não saiu nada de concreto.

Agora, os novos números mostram que, além da dívida, os pacotes de resgate não estão sendo suficientes para tirar o bloco da crise, mesmo com os bilhões investidos. Na Grécia, as ações de bancos sofreram perdas de mais de 5%.
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Fonte - Estadão


França pretende triplicar câmeras de vigilância em áreas públicas

O ministro de Interior da França, Brice Hortefeux, disse neste sábadoo que um novo esquema está sendo montado para aumentar a segurança no país, a partir do qual o número de câmeras de vigilância em espaços públicos deverá ser triplicado, para 70 mil unidades.

Em entrevista à rádio "Europe 1", Hortefeux disse que as câmeras são de "proteção" e que novas unidades serão instaladas porque "a criminalidade diminuiu duas vezes mais rápido" nos municípios em que foram colocadas.

O ministro explicou ainda que as câmeras poderão ajudar a esclarecer algumas ocorrências, como conflitos registrados durante intervenções da polícia.

De acordo com o projeto de lei que está tramitando no Legislativo, o governo francês poderá colocar câmeras mesmo nas cidades que não quiserem, mas só se o objetivo dos dispositivos for combater o terrorismo ou proteger instalações de importância vital, como usinas nucleares, e centros de interesse nacionais.

Embora o Executivo nacional vá pagar as despesas de instalação do sistema de vigilância, autoridades locais eleitas pela oposição socialista manifestaram sua preocupação com os custos que a manutenção do sistema acarretarão para suas Administrações.

Fonte - Último Segundo



Conflito Cósmico - A Origem do Mal


Fonte - O Tempo Final


Nota DDP: Produção do Ministério americano "Amazing Facts", dirigido pelo Pr. Doug Bachelor, que pode ser adquirida aqui. Outras programações do mesmo Ministério:

- "As mais surpreendentes profecias"
- "O Código Profético"
- "Eventos Finais"


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Viva esperança do Papa nos progressos do diálogo luterano-católico

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- Ao receber hoje uma delegação da Igreja Evangélica Luterana na América, Bento XVI expressou sua satisfação pelos resultados alcançados até agora no diálogo luterano-católico e augurou que possam representar uma sólida base sobre a qual é preciso construir o futuro.

“Desde o início do meu pontificado, alentou-me que as relações entre católicos e luteranos tenham continuado crescendo, especialmente no âmbito da colaboração prática ao serviço do Evangelho”, confessou aos seus hóspedes, a quem encontrou na sala contígua à Paulo VI.

“Espero profundamente que a continuação do diálogo luterano-católico, tanto nos Estados Unidos como no resto do mundo, ajude a construir a partir dos acordos alcançados até agora”, acrescentou.
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A Igreja Evangélica Luterana da América foi fundada em 1988. Tem mais de 4 milhões de fiéis e está presidida pelo bispo Mark Hanson, presente hoje na audiência geral com o Papa.

Fonte - Zenit


A Doutrina Social é o anúncio da Verdade de Cristo na Sociedade

ROMA, quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org). – No primeiro dos encontros de 2010 na Catedral de Roma, ocorrido nessa segunda-feira, o cardeal Camilo Ruini explicou a relevância da Doutrina Social da Igreja como uma verdadeira revolução antropológica, cuja proposta é anunciar a verdade de Cristo na sociedade.

O tema do encontro, organizado pelo Vicariato de Roma, foi “Caritas in veritate. Reflexões sobre seus fundamentos antropológicos”.

Apresentando o tema, o cardeal Agostino Vallini, vigário de Roma, precisou que com a encíclica Caritas in Veritate, o Papa ofereceu à Igreja e a todos os homens de boa vontade uma reflexão de grande empenho argumentativo acerca do desenvolvimento humano, um documento orgânico de análise e de propostas por um mundo novo; poderíamos dizer, um manual ético para a economia e também – em certo sentido – um guia para a política. Enfim, um texto de ampla inspiração e esperança”.

“Para o Papa Bento XVI” – acrescentou o purpurado – nenhuma questão que diga respeito ao homem – incluída a questão social – pode prescindir de remeter aos fundamentos. O conceito de homem não muda, e o modo pelo qual são interpretadas as relações entre homem e natureza, homem e liberdade, homem e trabalho, homem e economia, alteram, consequentemente, o conceito de sociedade, o escopo do processo econômico, as regras e objetivos do desenvolvimento”.
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Quando se considera a centralidade do homem, sob a ótica da ética e da lei natural, é inevitável a questão sobre Deus”, explicou.

A conclusão da encíclica abre-se assim com uma afirmação contundente, que representa a instância central do magistério de Bento XVI: “Sem Deus, o homem não sabe para onde ir, e não é capaz nem sequer de compreender quem é”.
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Fonte - Zenit

Nota DDP: Onde se lê "lei natural", como já debatido inúmeras vezes neste espaço, entenda-se mandamentos católicos. O que se prega portanto, em todos estes documentos citados,nada mais é que o retorno aos mandamentos para garantia de sobrevivência do homem nas mais diversas áreas.


Terremoto de magnitude 5,7 atinge a região da Indonésia

Um tremor de magnitude 5,7 atingiu nesta sexta-feira (horário local) a costa da Ilha de Java, na Indonésia, segundo o Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA.

O tremor ocorreu às 2h43 de sexta (16h43 de quinta em Brasília), a 215 km de Denpasar e a 900 km da capital, Jacarta, e a uma profundidade de 53,9 km.

Ainda não há informação sobre o impacto. Não houve alerta imediato de tsunami.

Fonte - G1


Nota DDP: Veja também "Dois fortes tremores sacodem o norte de Honduras" e "Terremoto de 4,3 graus atinge cidade na costa do Peru".


Rio de Janeiro tem 2ª pior sensação de calor do mundo

Com o calor que não dá trégua para os cariocas, o Rio já está entre os lugares mais quentes do mundo e registrou nesta quarta-feira (10) a segunda maior sensação térmica do planeta.

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, às 13h foi registrada uma das maiores sensações térmicas do planeta: 43,9 graus. Perdeu apenas para Ada, em Gana, no continente africano.

O bairro de Jacarepaguá ficou em segundo lugar entre as mais de 3,2 mil estações de medição ligadas à organização meteorológica mundial.

O deserto do Saara também não foi páreo. A sensação térmica mais quente no verão do deserto hoje foi de 40 graus. Nem os camelos estão sofrendo tanto quanto os cariocas.

A chuva da noite de terça não trouxe refresco. E nunca fevereiro teve um início de mês tão quente na história das medições do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em cem anos. A média dos nove primeiros dias do mês foi de 39,7°C.
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Fonte - Correio

Nota DDP: Veja também "Onda de calor já deixou mais de 30 mortos no Paraguai" e "Onda de calor causa morte de 32 idosos em Santos".


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Scanners corporais

As afirmações de autoridades britânicas de que scanners de raio-x de pessoas embarcando em aeroportos seriam destruídas logo após sua passagem por eles foram provadas falsas. Imagens do ator de filmes indianos Shahrukh Khan foram impressas e circularam pelo aeroporto de Heathrow, em Londres.

Os scanners têm causado polêmica por mostrar, com boa resolução, a pessoa nua. Khan teria descoberto o caso após ver autoridades de segurança do aeroporto com um papel na mão. O ator acreditou se tratar de um formulário e pediu para assinar, quando foi mostrada a figura, ele a autografou e devolveu.

Além da questão de invasão de privacidade, o Comitê Interagência para Segurança e Radiação acredita que os scanners podem ser uma ameaça. O grupo pede um estudo mais aprofundado sobre os efeitos que a radiação pode ter na saúde dos passageiros.

Fonte - Opinião e Notícia


Total de mortos do Haiti chega a 230 mil e supera o do tsunami de 2004

O número de pessoas mortas em consequência do terremoto que atingiu o Haiti no dia 12 de janeiro chegou a 230 mil, segundo afirmou o governo do país nesta terça-feira.

O novo total supera em 18 mil a estimativa anterior, feita na semana passada, e ultrapassa algumas estimativas do número de mortes no tsunami que atingiu o sudeste asiático em dezembro de 2004.

Um relatório do Centro de Pesquisas sobre Epidemiologia de Desastres encomendado pela ONU e publicado em janeiro indicava o tsunami de 2004 como o desastre mais mortífero da primeira década do milênio, com cerca de 220 mil mortes.
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Fonte - BBC


Cuidado: a rede espiona seus movimentos

A internet, como rede das redes que ninguém governa, não conhece fronteiras. Mas os regimes autoritários, sim. Países como China e Irã investiram verdadeiras fortunas em tecnologias para restringir a liberdade de expressão em suas conexões à rede. Já não se limitam a fechar páginas ou censurar resultados em máquinas de busca. Agora são capazes de espionar o internauta através de seus provedores de conexão. Leem suas mensagens eletrônicas e blogs restritos e controlam em detalhe que páginas visitam. Essa tecnologia acaba com a intimidade na rede. E não é aplicada só por governos antidemocráticos. Provedores de internet nos EUA a utilizam para combater o que consideram pirataria.

Existe na internet uma nova cortina de ferro cibernética, que separa os países que respeitam a liberdade democrática na rede dos regimes que a silenciam para impor doutrinas políticas. Foi o que definiu meticulosamente a organização privada Repórteres Sem Fronteiras, que em um relatório de março do ano passado identificou os 12 "inimigos da internet": Irã, China, Cuba, Egito, Coreia do Norte, Síria, Tunísia, Arábia Saudita, Vietnã, Mianmar, Turcomenistão e Usbequistão.
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...a imensa maioria dos provedores de internet nos EUA dispõem dessa mesma tecnologia que tantos estragos causa na China ou no Irã. E a utilizam. "Há usos da Inspeção de Pacotes que são legítimos, dentro da lei, como quando a segurança nacional está em jogo ou quando se trata de combater a pirataria ou ataques de hackers. Nesses casos seu uso é legal", explica o advogado Brookman, do Centro para Democracia e Tecnologia.

É verdade que as empresas usam essa tecnologia, mas com fins puramente legais e comerciais, segundo afirmam. Têm acesso a esses envelopes de informação e se descobrem que o usuário está enviando pacotes que contêm arquivos descarregados através de um programa de troca de arquivos P2P, potencialmente ilegais, podem desacelerar a conexão. Fazem isso, afirmam, para poder oferecer serviços de máxima qualidade e para que a rede não entre em colapso, naufragada por músicas e filmes compartilhados ilegalmente.

A Comissão Federal de Comunicações desautorizou em 2008 um dos maiores provedores de internet dos EUA por esse mesmo motivo, em um relatório: "Fomos encarregados de considerar se a Comcast, provedor de banda larga através de cabo, está interferindo seletivamente sobre certas conexões de programas P2P. Embora a Comcast afirme que precisa fazê-lo necessariamente para combater o congestionamento da rede, concluímos que essas práticas discriminatórias e arbitrárias restringem a existência de uma internet aberta e acessível e não conforma uma gestão de redes razoável".

A professora de direito da Universidade de Santa Clara, Catherine Sandoval considera que se trata de uma prática que acarreta sérios riscos e pode levar a infrações da lei. "A Comcast diz que só tem acesso à informação que está no cabeçalho, nos envelopes desses pacotes, para discriminar qual informação é legítima e qual não", explica. "Mas não pode saber se duas pessoas que trocam arquivos P2P estão enviando documentos de trabalho ou arquivos pessoais, totalmente legais, a menos que entre nesses envelopes e tenha acesso à informação."

"Os provedores de internet estão demonizando uma série de programas, como o BitTorrent, e com isso pretendem fazer o que lhes dê vontade na hora de administrar as conexões que oferecem a seus clientes. E, claro, utilizam uma tecnologia que é usada no Irã e na China para outros fins, e que encerra as possibilidades de inspecionar totalmente as comunicações na rede e infringir a legislação vigente sobre direito à privacidade."

Afinal, inclusive os robôs do Google leem as mensagens eletrônicas que são enviadas e recebidas através de seu serviço de correio Gmail, para incluir nelas publicidade relevante e de suposto interesse para o internauta. O mundo da internet ainda é caótico, com normas vigentes em alguns países e totalmente ausentes em outros. Diversas técnicas de censura vigoram em países totalitários. Mas assumem a forma de controle legal do tráfego na internet em países que respeitam o livre mercado e a liberdade de informação.

Fonte - UOL


terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Terremoto de 5,9 graus atinge sul do México

México, 8 fev (EFE).- Um terremoto de 5,9 graus na escala Richter sacudiu hoje o estado mexicano de Oaxaca (sul), onde seu epicentro foi registrado, e a Cidade do México, sem notícias de vítimas ou danos materiais até o momento.

Segundo o Serviço Sismológico Nacional mexicano (SSN), o tremor ocorreu às 18h47 locais (21h47 de Brasília) e seu epicentro foi localizado a 32 quilômetros ao nordeste da cidade de Puerto Escondido, no litoral do Oceano Pacífico.

O secretário de Defesa Civil da Cidade do México, Elias Brizuela, disse à "Milenio Televisión" que, após a primeira revista dos principais locais da capital e a consulta a todas as delegações municipais, não houve reportes sobre danos ou vítimas na cidade.

Em Oaxaca também não há notícias de danos até o momento, informou à Agência Efe um porta-voz da Defesa Civil local.

Fonte - G1

Nota DDP: Veja também "Terremoto de 6,6 graus sacode sul do Japão e causa alerta de tsunami".


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Promoção do diálogo ecumênico

Cidade do Vaticano, 08 fev (RV) - O presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Cardeal Walter Kasper, disse hoje que o diálogo ecumênico é útil e deve ser promovido. "Devemos olhar o que nos une a fim de dar um testemunho comum no mundo" – frisou o purpurado. ´

O Cardeal Kasper falou sobre o ecumenismo durante a abertura, esta manhã, na sede do Pontifício Conselho para Promoção da Unidade dos Cristãos de um simpósio que se realizará durante três dias, sobre o livro "Colhendo os frutos. Aspectos fundamentais da fé cristã no diálogo ecumênico. Consensos, convergências e diferenças", lançado em outubro de 2009 pela Santa Sé.

Participam do evento, que acontece, no Vaticano, católicos, luteranos, anglicanos, reformados e metodistas. Segundo o Cardeal Kasper, o ecumenismo está entrando "numa nova fase de diálogo que pode ser menos entusiasta em relação ao da nossa juventude, mas será mais maduro e não menos embebido de coragem e esperança".

"Deixemo-nos guiar pela consciência de que não há alternativa responsável ao diálogo inspirado pelo Espírito Santo, que acreditamos capaz de cumprir o que iniciou", frisou o purpurado.

O Cardeal Kasper ressaltou a importância do diálogo ecumênico, afirmando que "por meio dele, ou melhor, por meio do intercâmbio de dons, todas as Igrejas aprendem a crescer e a amadurecer em sua fidelidade a Cristo".

"É muito importante hoje a cooperação entre as Igrejas porque temos muito em comum e devemos testemunhar juntos a nossa fé numa sociedade secularizada, que não partilha os nossos valores éticos. Aqui as Igrejas devem falar com um só voz" – concluiu o purpurado.

O livro faz uma análise sobre as principais comunidades protestantes que estabeleceram um diálogo com a Igreja Católica a partir do Concílio Vaticano II, realizado entre 1962 e 1965.

Fonte - Radio Vaticano


sábado, 6 de fevereiro de 2010

Estão os Adventistas a perder o foco?

Eu sou Adventista do Sétimo Dia. Convicto e convencido. Isso quer dizer, antes de tudo mais, que acredito na breve volta de Jesus à Terra, e na guarda do Sábado do sétimo dia como dia de repouso bíblico, ordenado e santificado por Deus.

Adicionalmente, quer dizer também que me identifico e subscrevo a doutrina que esta igreja, desde a sua fundação, vem anunciando. Acima de tudo, creio que a sua existência cumpre um propósito específico determinado por Deus e profetizado na Sagrada Escritura, ao desempenhar esta igreja um papel fundamental na pregação da última e urgente mensagem de Deus a este mundo.

Na minha perspetiva, estes dados não fazem dos Adventistas do Sétimo Dia melhores nem piores do que todas as outras religiões. Simplesmente, faz-nos diferentes. E são essas diferenças que desde sempre me habituei a ver e viver.

Recordo quando em criança fazia a pé os oito quilómetros (ida e volta) que separavam a minha casa da igreja, para frequentar as atividades dos Desbravadores, então chamados de Missionários Voluntários. Pelo caminho, eram evidentes os olhares indiscretos de vizinhos e conhecidos, comentando, normalmente em termos negativos, o lenço de cores vivas e a Bíblia debaixo do braço que fazia questão de sempre transportar. Quantas vezes, ouvia da parte destes o já clássico 'lá vão os filhos dos protestantes...'.

Na escola, era motivo de surpresa o fato de nem sempre almoçar a mesma comida. Quando esta não respeitava a ordem bíblica, felizmente me contentava com vários pratos de sopa e a fruta que era servida. Mais ainda, a minha saída das aulas bem antes do fim das mesmas à sexta-feira de tarde, era encarado por alguns como um privilégio injusto, motivando comentários irónicos do tipo, 'também quero ir para a tua religião!'

Ainda bem que assim foi, pois assim é que tudo estava certo. Eu não era melhor nem pior; simplesmente, era diferente, e por isso tinha de me comportar como tal. E fazia-o com toda a alegria e satisfação.

O mesmo eu via a partir dos nossos púlpitos. Homens que eu achava corajosos, e que ainda hoje respeitosamente mantenho como referência, erguiam a voz sem medos ou receios de qualquer tipo, para falarem daquilo que é a pregação adventista, e que nos distingue e demarca das outras crenças: como referi a volta de Jesus e o Sábado, bem apoiados por questões como os Dez Mandamentos, o arrependimento e conversão dos pecados, o santuário, o juízo divino e as profecias de Daniel e Apocalipse.

Em relação a este último aspeto, lemos o seguinte em Testemunhos para Ministros, capítulo 11, que Ellen White escreveu: 'há necessidade de mais íntimo estudo da Palavra de Deus; especialmente devem Daniel e Apocalipse merecer a atenção como nunca antes na história de nossa obra'.

Ora, esta afirmação é uma marca específica da nossa teologia e pregação. Os assuntos proféticos daqueles dois livros são fundamentais à nossa doutrina; fazem parte de nós como povo de forma tão intrínseca quanto a raiz a uma árvore. Muito do que nos distingue e separa de quase todos encontra-se ali, daí que, principalmente para esses assuntos somos chamados a erguer a nossa voz, proclamando a palavra de Deus.

Lamentavelmente, parece que algo tem vindo a mudar com relação ao enfoque principal do nosso discurso, da nossa pregação.

A minha memória não me leva mais do que trinta anos atrás. Mas este é o tempo suficiente para eu poder afirmar que, nesse mesmo período, apenas por duas vezes vi a minha igreja local promover Seminários de Daniel e Apocalipse. Apenas por uma vez vi um programa dedicado aos Dez Mandamentos. E mesmo nos sermões dos Cultos de Sábado, os assuntos de Daniel e Apocalipse têm estado algo ausentes. Creio que o panorama não será muito diferente por outras bandas...

Por outro lado, nos últimos anos multiplicaram-se grandemente as iniciativas de saúde, desde planos para deixar de fumar, cursos de cozinha vegetariana, temperança, etc..

Da mesma forma, as obras caritativas da Igreja, como, globalmente, a ADRA, e, localmente, as habituais recolhas e entregas de bens aos necessitados por ocasião do Natal, são, em qualquer lado, um (talvez deva dizer o) fator de reconhecimento externo.

E o que dizer da crescente importância que temos atribuído a assuntos sociais, como por exemplo a violência familiar, seja para com a mulher ou as crianças, ou a pobreza (entenda-se, material)?

Mas ainda, e aqui assumo que coloco o dedo na ferida, são frequentes as ocasiões, mesmo nos tais Cultos de Sábado, que atribuímos todo o destaque a estas causas, em detrimento daquilo que, repito, sempre foi o núcleo da nossa existência! Elas, parecem estar a tomar de assalto o lugar de protagonismo e referência (interna e externa) que nunca antes lhes foi dado entre nós

Repare, caro leitor, que em nada as minhas palavras retiram a importância reconhecida que cada um daqueles aspetos tem na nossa igreja - tão somente, não é essa a nossa marca identificativa, não é por isso que nos diferenciamos, não são estas as razões que nos fazem um povo separado, distinto! No fundo, não é este o motivo, primeiro e maior, da nossa ação e da nossa pregação!

Ao afrouxarmos, e é nítido que o temos feito, a nossa pregação das mais importantes verdades para este tempo, e que foram a razão do nosso surgimento, abrimos caminho àquilo que ameaça transformar-nos em apenas mais uma igreja de ações sociais, arrisco mesmo dizer humanistas, quase roçando por vezes um ativismo de esquerda política, que nunca se pode justificar entre nós. (Curiosa e paradoxalmente, a ação social é também uma marca... da Igreja Católica.)

Creio que isso acontece, pelo menos em parte, porque é mais fácil sermos... iguais, no mínimo, parecidos. É mais fácil, aparentemente, agir de forma a recolher simpatias e créditos junto dos que nos rodeiam. E quando digo mais fácil, não deixo sem resposta os que se questionam 'mais fácil do que o quê...?'

Caro leitor, digo-lhe com toda a seriedade: mais fácil do que manter a mensagem de advertência que Deus desde sempre nos mandou pregar: que Ele está quase a voltar e que o Seu Santo Sábado deve ser honrado! Mais fácil do que pregar a terrível mensagem de Apocalipse 13: que Satanás se ergue nas trevas desde mundo usando o poder político (EUA) e o pode religioso (Vaticano) para fazer guerra contra Deus!

Sim, mais fácil; mas não o motivo pelo qual Deus nos fez surgir!

Irão alguns argumentar que tais métodos são apenas a forma moderna de nos aproximarmos das pessoas, de lhes granjearmos uma justa simpatia para, então depois, lhes apresentarmos as verdades eternas, as tais que nos distinguem. O problema desta argumentação reside no fato de, na maioria das vezes, aquilo que deveria ser o tal método de aproximação, acaba tornado-se o fim. E nada mais do que isso.

Caro irmão Adventista, cuidado se, mesmo sem nos apercebermos, estamos a ceder, desviando o foco da nossa ação
 



O papa e a ética dos mercados

Norte-americanos buscam mudança política e econômica real
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Ética nos negócios

Curiosamente, em 1985, Bento XVI, então cardeal Ratzinger, advertiu das consequências de um sistema que elimina sua base moral. Ele disse: “Está-se convertendo em um fato cada vez mais evidente da história econômica que o desenvolvimento dos sistemas econômicos se concentram no bem comum e dependem de um sistema ético determinado, que por sua vez só pode nascer e se manter sozinho por fortes convicções religiosas. Pelo contrário, também há fatos evidentes de que a diminuição dessa disciplina pode causar realmente o colapso das leis do mercado”.

Observamos de forma separada a ética e o mercado, e vimos o colapso do mercado sob o peso de práticas de investimento gananciosas e egoístas. A pergunta é: podemos alcançar um sistema de mercado ético?

No ano passado, em uma pesquisa dos Cavaleiros de Colombo e dos Maristas, concluímos que 3/4 dos americanos e 94% dos executivos consideram que uma empresa pode ser ética e obter sucesso. O necessário é que essa maioria esmagadora abrace as decisões morais. [Da ICAR]

Se os executivos estiverem dispostos a intensificar suas normas éticas, então poderão proporcionar ao povo americano uma alternativa real à regulação do governo - que se mostra incapaz de resolver uma crise, e muito menos de impedir a próxima.

Mas se não quiserem limpar sua própria casa, os líderes empresariais vão deixar os americanos com a escolha forçada entre lançar-se aos joguetes de Wall Street ou à mão pesada de Washington.

Não é de estranhar que, além de ser pessimistas sobre as medidas do governo para resolver a crise econômica, a maioria dos americanos ve que a crise afeta pessoalmente. Em nossa pesquisa, 55% disseram que suas carreiras podem ser afetadas negativamente pelo entorno econômico atual.

Com a maioria dos americanos acreditando que serão afetados negativamente pela crise, isso não é um problema que vai desaparecer por si só.

Voto de não-confiança

Na rua há decepção - ou oposição - tanto à regulação do governo quanto à cobiça empresarial - nenhuma das duas pode resolver a quebra moral dos que separaram a ética da economia.

Até que o povo americano não veja a mudança em que pode acreditar, em Washington e em Wall Street, até que não veja decisões empresariais tomadas sobre uma base moral, a crise de confiança entre os trabalhadores e os consumidores continuará, e isso fica ruim para todos nós.

Mas há esperança. De fato, para os católicos que são proprietários de negócios, executivos, investidores e consumidores, devemos nos dar conta de que nossa própria falta de ação - ou falta de ação pública - está contribuindo para o silêncio em torno das dimensões morais da crise econômica.

Deveríamos dizer, com Shakespeare, que a culpa não está nas estrelas, mas em nós mesmos, e, uma vez que nos dermos conta disso, podemos dar conta também de que esta situação pode ser superada.

Bento XVI nos deu um grande roteiro para um futuro que inclui a ética na economia. Durante anos, e especialmente em sua mais recente encíclica Caritas in Veritate, tem nos mostrado um caminho para o futuro em que a ética está no centro da economia, não às margens.

Devemos despertar os 75% dos americanos e os 94% dos executivos que acreditam que se pode fazer dinheiro de forma ética. Com essa maioria, não deveria ser difícil fazer uma verdadeira diferença na forma de fazer negócios.

Esse é o tipo de mudança em que já acreditam 3/4 do país, e que poderia mudar o mundo para um lugar melhor para todos nós.

Fonte Zenit

Nota Resta uma Esperança: A Encíclica Papal como bússola para resolver os problemas americanos. A profecia parece caminhar para seu desfecho final. Apocalipse 13. Uma besta fazendo imagem da outra besta. Não podemos esquecer que a Encíclica Papal sugere uma nova ordem mundial, com um líder mundial que tome decisões para proteger o meio ambiente, a economia e família.


Tremor de 5,9 graus é sentido na costa da Califórnia

Um terremoto com magnitude preliminar de 5,9 graus na escala Richter foi sentido ontem no Oceano Pacífico, ao largo da costa norte do Estado da Califórnia (EUA), informou o Centro de Geologia dos Estados Unidos. O epicentro do terremoto localizou-se a 56 quilômetros de Petrolia e a 363 quilômetros de Sacramento.

Fonte - A Gazeta


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Grupo britânico oculta erros em dados sobre aquecimento

Pesquisadores da Universidade de East Anglia (Reino Unido), um dos centros acadêmicos de maior prestígio em mudança climática, teriam ocultado erros na compilação de dados que foram fundamentais para consolidar a teoria da influência humana no aquecimento global.

Foi o que informou na terça-feira (2) o jornal britânico "The Guardian", que leva novamente ao centro da polêmica o professor Phil Jones, o responsável da Unidade de Mudança Climática (CRU) da citada Universidade, em torno da que se gerou o chamado Climagate às vésperas da cúpula de Copenhague, realizada em dezembro do ano passado.

O roubo de uma série de e-mails a Jones revelou, segundo os céticos sobre a mudança climática, que foram ocultadas informações ao Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC) para não criar dúvidas sobre o efeito do dióxido de carbono (CO2) na temperatura do planeta.

O que "The Guardian" acrescenta agora é que milhares de e-mails e documentos da Universidade que também foram pirateados demonstram que uma série de medições de temperaturas feitas em estações meteorológicas na China continha graves erros que foram ocultados de maneira intencional.

Segundo essa informação, Jones não divulgou os erros cometidos por alguns de seus colaboradores, o professor Wei-Chyung Wang, da Universidade de Albany (Estados Unidos), apesar de outros colegas terem lhe advertido que tinham se equivocado.

Essas supostas tentativas de ocultar erros nos dados sobre temperatura na China demonstram, segundo o jornal britânico, a relação entre o Climagate e o IPCC, já que um estudo baseado nessas medições equivocadas contribuiu para que o IPCC advertisse sobre os perigos imediatos da mudança climática.

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Fonte - Folha


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Patriarca ortodoxo e o papa

Moscou, 03 fev (RV) - No ano 2009 foram registradas "tendências positivas" no diálogo entre a Igreja Ortodoxa russa e a Igreja Católica. O patriarca de Moscou e de todas as Rússias Kirill I traçou um balanço positivo ao falar nesta terça-feira, na Conferência dos bispos que se realizou na capital russa na Sala dos Concílios da Catedral de Cristo Salvador.

Participaram da Conferência os bispos da Igreja ortodoxa reunidos em Moscou para celebrar o primeiro aniversário de entronização de Kirill I. O patriarca apresentou aos bispos um longo relatório sobre as atividades, visitas e viagens que caracterizaram este seu primeiro ano de liderança, reservando um parágrafo detalhado também para as relações com a Igreja Católica.

A esse propósito, Kirill disse: "As atividades comuns e os numerosos encontros mantidos com os representantes da Igreja Católica confirmaram que as nossas posições coincidem sobre numerosas questões que interpelam os cristãos no mundo moderno. São a agressiva secularização, a globalização, a erosão dos tradicionais princípios éticos. Vale a pena ressaltar que sobre esses temas Papa Bento XVI tomou posições muito próximas às posições ortodoxas. E isso é demonstrado por seus discursos, mensagens, bem como pelas opiniões de altos representantes da Igreja Católica com os quais mantemos contatos".

O patriarca Kirill observou que também durante o encontro que o arcebispo Hilarion Volokolamsky teve em setembro com o papa e com outros líderes da Cúria Romana emergiu "uma visão comum da tutela da dignidade humana na Europa".

Em seu discurso, o patriarca também recordou a decisão tomada em novembro pela Corte européia dos direitos do homem sobre a inadmissibilidade da presença dos crucifixos nas escolas italianas e comentou: "foi um claro ataque às tradições cristãs européias", por isso a Igreja Ortodoxa russa expressou a sua solidariedade para com a Igreja Católica na Itália".

A esse propósito, o patriarca acrescentou: "temos reiterado que a civilização européia possui raízes cristãs, razão pela qual é absolutamente inaceitável privar a Europa e as suas instituições dos símbolos da sua identidade espiritual".

No relatório, o patriarca não esconde "os problemas existentes" nas relações bilaterais sobre os quais se continua trabalhando". Em particular, falou da "difícil situação na Ucrânia" auspiciando "passos concretos" por parte da Igreja Católica.

Fonte - Radio Vaticano



quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Escaneador passivo permite revistar pessoas sem seu conhecimento

O aparelho desenvolvido pelo Instituto Fraunhofer escaneia a distância indivíduos em movimento em meio a uma multidão. Tecnologia pode ser usada em lugares públicos às escondidas, além de ser útil para fins militares.

Como uma câmera de vigilância de circuito interno, o escaneador passivo desenvolvido pelo Instituto Fraunhofer poderia ser instalado no teto de aeroportos, sem chamar muito a atenção. A diferença é que essa nova câmera não tem sensor ótico, mas uma tecnologia distinta.

Helmut Essen, pesquisador do Instituto Fraunhofer, explica que o aparelho é capaz de captar e analisar as ondas de calor emitidas pelo corpo humano. Assim como uma câmera de vídeo convencional, o aparelho também pode ter o foco ajustado – o zoom permite observar em detalhe um indivíduo isolado ou uma aglomeração de pessoas.

Essen destaca que o equipamento pode escanear corpos em movimento, permitindo a identificação de suspeitos a distância. Não é preciso se aproximar da pessoa para revistá-la, um método de segurança denominado stand off detection.
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Fonte - DW-World


terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

BXVI e a lei natural

CIDADE DO VATICANO, 1 FEV (ANSA) - O papa Bento XVI criticou hoje em reunião com bispos da Inglaterra e do País de Gales as regras que contrariam a lei natural, em referência indireta à norma britânica que tenta obrigar agências católicas de adoção a conceder a guarda de crianças a casais homossexuais.

De acordo com o Pontífice, as leis criadas para garantir "iguais oportunidades a todos os membros da sociedade" têm o efeito de "impor injustas limitações à liberdade da comunidade religiosa de agir de acordo com sua fé".

"Mesmo em meio às pressões do secularismo, existem muitos sinais de fé viva e devoção entre os católicos", explicou o Papa, afirmando que este sentimento é posto à prova por normas que, pela igualdade acima de qualquer discriminação, colidem com princípios fundamentais da moral cristã.

Segundo o Pontífice, estas regras "violam, de qualquer maneira, a lei natural sobre a qual se baseia a igualdade entre todos os seres humanos e da qual é garantia".

Bento XVI pediu aos bispos, recebidos no Vaticano em visita "ad limina", que assegurem-se de "que o ensino da moral da Igreja seja sempre apresentado em sua integridade e defendido com convencimento".

Para o chefe máximo da Igreja católica, "a fidelidade do Evangelho não restringe em nenhum caso a liberdade dos outros", mas, "pelo contrário, se põe a serviço da liberdade oferecendo-lhes a verdade".

O Papa também solicitou aos religiosos britânicos que continuem a participar do debate nacional em "respeitoso diálogo" com outros membros da sociedade, mantendo a fé na tradição inglesa sobre liberdade de expressão e intercâmbio de informação e dando voz aos que não conseguem se exprimir.

"Em um contexto social que encoraja a expressão de uma variedade de opiniões sobre todas as questões que se colocam, é importante reconhecer a dissidência pelo que é e não confundi-la com uma contribuição madura a um debate equilibrado e amplo".
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Fonte - ANSA


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