sexta-feira, 16 de março de 2012

Google contrata diretora do Pentágono

O Google contratou Regina Dugan, a diretora de pesquisa do DARPA, no Departamento de Defesa dos Estados Unidos, para um cargo executivo dentro da companhia de Mountain View, na Califórnia. A informação é do site Business Insider.

Dentro do Pentágono, Dugan participava de pesquisas táticas e não de projetos práticos. Ela também estava sendo investigada pelo escritório de inspeção do próprio Pentágono por dúvidas em relação à cessão de contratos para a RedXDefense, uma companhia de detecção de bombas que ela mesma havia fundado.

O Pentágono, no entanto, afirma que a saída do órgão do governo dos Estados Unidos e a ida para o Google não tem a ver com a investigação. Ainda não está claro com o que Dugan trabalhará no Google, mas tudo indica que será ao lado do cofundador Sergey Brin em projetos de pesquisa a longo prazo.

Fonte: Jornal do Brasil

NOTA Minuto Profético: O que só aumentam as suspeitas de que o Google tenha planos cuja ligação com o setor de segurança dos EUA envolvam inclusive a "vigilância" de seus usuários... É o Big Brother espiando a sociedade à serviço da Nova Ordem Mundial...

quarta-feira, 14 de março de 2012

Apenas EUA podem conseguir mundo mais pacífico

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, afirmou nesta terça-feira que "apenas os Estados Unidos tem o alcance, os recursos e as relações para conseguir um mundo mais pacífico e próspero" e que, perante as recentes mudanças geopolíticas, "a liderança dos Estados Unidos é ainda mais importante".

"Ao observar estas transformações, em primeiro lugar no mundo árabe, mas não exclusivamente ali, estamos vendo o aumento de novos poderes, o novo traçado do mapa estratégico. Há novas oportunidades para a associação, assim como para a crescente concorrência econômica, e também há novas ameaças", explicou a secretária de Estado.

Hillary, que abriu em Washington a segunda Conferência Global de Chefes de Missão, insistiu perante o estado maior da diplomacia americana que "como líderes dentro da política externa" o objetivo dos diplomatas deve ser reforçar a posição dos Estados Unidos, "não apenas para o resto do ano, mas também durante as décadas que virão".

A chefe da diplomacia americana se referiu aos novos desafios do mundo atual, como a segurança cibernética e a energia, assim como ao surgimento de novas organizações civis que estão adquirindo seu próprio papel e presença internacional.
...
Fonte - Folha

Nota DDP: Retirando-se o traço político e nacionalista da declaração, a questão de fundo é absolutamente verdadeira, dado o posicionamento profético dos EUA e os fatos que ratificam a proeminência na nação americana no mundo atual.

Consumo diário de carne aumenta risco de morte precoce

Um estudo realizado em uma das universidades mais prestigiadas dos Estados Unidos concluiu que o consumo diário de carne vermelha aumenta o risco de doenças graves - que podem levar à morte precocemente.

Foram quase 30 anos acompanhando 120 mil pessoas para chegar a essa conclusão: o consumo de carne vermelha pode aumentar o risco de morte precoce.

O estudo da Universidade de Harvard mostrou que comer uma porção de carne vermelha diariamente eleva a possibilidade de morrer mais cedo em 13% e aumenta o risco de desenvolver doenças do coração, câncer e dois tipos de diabetes.

E a porção que os cientistas consideraram nesse estudo não é grande não. Apenas 85 gramas de carne. Se essa carne for processada, os riscos são ainda maiores. Linguiça, salsicha e hambúrguer podem aumentar a mortalidade prematura em 20%.

A equipe do Jornal Nacional conversou, pela internet, com o coordenador da pesquisa, doutor An Pan. Ele explica que a carne tem gordura saturada, que prejudica as artérias, e que a processada oferece ainda mais risco para a saúde porque possui conservantes como o nitrato de sódio, que pode elevar a pressão do sangue.

Para diminuir esses riscos, os pesquisadores recomendam substituir as porções de carne vermelha por peixe, frango, verduras e legumes ricos em ferro, como feijão, lentilha e espinafre.

“Mas isso não significa que todos nós agora precisamos virar vegetarianos”, diz o pesquisador.

Segundo ele, se o consumo de carne fosse reduzido para pelo menos meia porção ao dia, entre 7% e 9% das mortes de pessoas acompanhadas pelo estudo poderiam ter sido evitadas.

"Diminuir o consumo para duas ou três vezes por semana já seria um bom começo. Eu gosto de um bom churrasco. Mas o importante é conseguirmos ter moderação e comer com qualidade", diz ele.

Fonte - Jornal Nacional

II Crônicas 20:20: “Crede no Senhor vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas, e prosperareis."

domingo, 11 de março de 2012

"Aliança Dominical Europeia" - iniciativa de promoção do domingo sem trabalho


A European Sunday Alliance (Aliança Dominical Europeia) é uma rede europeia de alianças dominicais, sindicatos, organizações da sociedade civil e comunidades religiosas, cujo objetivo é criar consciência para uma mais eficaz e produtiva regulação dos tempos de trabalho, visando em particular a promoção de um descanso generalizado e comum ao domingo.

Recentemente, no dia 4 de março, esta organização e seus membros levaram a efeito uma série de ações em várias países, tentando promover este dia como "Dia Europeu do Domingo sem Trabalho". Estas iniciativas incluíram ações públicas, cartazes e posters de divulgação e propaganda na rua, imprensa e internet.

Veja de seguida algumas dessas iniciativas.

1. Excerto de apresentação no website da organização. Na parte a vermelho, na coluna do meio, lê-se: "[a Aliança] compromete-se a salvaguardar e promover o domingo sem trabalho..."; na coluna da direita, lê-se: "[a Aliança] apela aos governos e estados membros [da União Europeia] a assumirem as suas responsabilidades para melhorarem, implementarem e aplicarem legislação..."



2. Na Áustria, dois montanhistas subiram ao topo de um monte onde colocaram uma cruz e mostraram um cartaz onde se lê: "Aliança para um Domingo Livre".



3. Em Itália, várias uniões sindicais uniram-se à campanha, tendo como mote "O domingo não tem preço".



4. Em Espanha, uma organização de trabalhadores católicos promoveu a campanha dizendo que várias entidades cristãs se uniram para esta campanha.



5. Essas entidades emitiram um comunicado conjunto. O terceiro ponto refere: "Mais do que qualquer outro dia da semana, o domingo festivo permite o desenvolvimento espiritual".



6. Na Polónia, um cartaz tem como inscrição central: "Não faça compras ao domingo".



7. Um outro cartaz com a mesma inscrição, inclui também uma criança que vê a sua mãe na TV a trabalhar e diz num sentido de lamentação: "Hoje é domingo e a mamã está a trabalhar".



8. Na Hungria, uma cartaz escrito em inglês diz: "Parem o trabalho ao domingo".



9. Em França, uma cartaz apresenta um carrinho de compras por baixo da inscrição: "Trabalho ao domingo - não empurrar".



10. Um outro cartaz também faz apelo aos valores familiares. Por baixo da pergunta "Abertura das lojas ao domingo?", uma criança com o bolo de aniversário à frente vê os pais saírem e pergunta: "Onde vocês vão?", ao que os pais respondem: "Trabalhar!".



11. Um excerto do manifesto divulgado em França, inclui algumas ações que se pretendem tomar. A quinta medida na coluna da esquerda diz: "uma carta aberta ao Presidente da República e aos parlamentares".



12. Finalmente, veja neste vídeo divulgado, de novo em França, como se destacam os papéis dos sete dias da semana: tudo igual de segunda a Sábado, somente o domingo é diferente.


Fonte - O Tempo Final

sexta-feira, 9 de março de 2012

Europa quer transformar domingo em “dia sem trabalho”


No domingo (4), a aliança européia apelou a todos os membros e simpatizantes para tomarem medidas e transformarem o domingo no “dia europeu sem trabalho.”

O movimento European Sunday Alliance está tomando corpo na Europa.

O correspondente Felipe Reis, que está em Vila Nova de Gaia, Portugal, fala mais sobre o assunto.

OUÇA :

Podcast: Download (4.2MB) / Novo Tempo

(Via @MegaphoneAdv)

Terremoto de 7,1 graus atinge Vanuatu, no Pacífico Sul

Um terremoto de 7,1 graus de magnitude sacudiu nesta sexta-feira as águas ao sul de Vanuatu, no Pacífico Sul, sem que as autoridades tenham informado, ao menos por enquanto, de vítimas ou alertas de tsunami.

O tremor ocorreu às 18h09 locais (4h09 de Brasília) e a 36 quilômetros sob o nível do mar, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, que vigia a atividade sísmica no mundo todo.

Seu epicentro foi localizado 60 quilômetros ao noroeste de Isangel e 206 quilômetros ao sudeste de Port Vila, a capital do arquipélago.

Vanuatu fica próximo do chamado Anel de Fogo do Pacífico e dos vulcões submarinos da Cuenca de Lau, pelo que frequentemente registra tremores de origem sísmica.

A República de Vanuatu, com cerca de 250 mil habitantes, é formada por um arquipélago de origem vulcânica.

Fonte - UOL

Nota DDP: Veja também "Terremoto de 6 graus sacode noroeste chinês".

segunda-feira, 5 de março de 2012

Pense como um adventista


Fonte - Questão de Confiança

ONU insiste para que haja união de todas as religiões

Nassir Abdulaziz Al-Nasser, presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, destacou recentemente o potencial “de todas as religiões do mundo” para promoverem a paz e a estabilidade no mundo. “Reconhecemos e celebramos os valores que são partilhados pelas tradições religiosas”, disse. Ele afirmou também que as religiões têm princípios comuns que podem ser usados ​​para trazer unidade e harmonia entre as pessoas.

Seu discurso foi por ocasião da Semana Mundial da Harmonia Interreligiosa, realizada em Nova York, e reuniu representantes de diferentes credos religiosos.

Para Al-Nasser, as religiões e as Nações Unidas têm muito em comum: “Essas semelhanças incluem o respeito pelos direitos humanos – confrme está na Declaração Universal dos Direitos Humanos – a afirmação do valor igual de todos os seres humanos e a importância da compaixão e serviço ao próximo e as aspirações universais pela paz”.

Os estados-membros da ONU decidiram num assembleia em 2010 realizar o evento anualmente. O presidente da Assembleia Geral detacou que a ONU foi estabelecida para “permitir a procura de valores universais como a paz, liberdade, direitos humanos, dignidade e uma unicidade da humanidade, que também são adotados por muitas religiões no mundo”.

A Vice-Secretária-Geral Asha-Rose Migiro destacou que, embora a fé seja ”a ligação que muitas vezes une as comunidades e as culturas ao redor do mundo”, muitas vezes foi usada como uma desculpa para “enfatizar as diferenças e aprofundar as divisões”.

“Só ao encontrarmos uma causa comum, no respeito mútuo de valores espirituais e morais é que podemos esperar que haja verdadeira harmonia entre as nações e os povos”, disse ela.

Migiro enfatizou: “O evento de hoje é uma prova dos benefícios que podem derivar de caminharmos juntos e aprendermos uns com os outros”.

Ela pediu ainda que as comunidades religiosas se posicionem contra o extremismo e a intolerância, permanecendo firmes na luta pela justiça social, dignidade e compreensão mútua.

Foi anunciado ainda que em 22 de março haverá um dia temático na Assembleia, visando “promover a compreensão intercultural para a construção de sociedades pacíficas e inclusivas”, questões que já foram levantadas ano passado no 4 º Fórum da ONU - Aliança das Civilizações em Doha, no Catar.

Fonte - Gospel Prime

Nota Cristo Voltará: Os que deram grande incentivo para que a ONU se envolvesse na união das religiões e igrejas foram o rei da Arábia Saudita e líderes políticos da Rússia. Ou seja, vem basicamente do Islã e de um país ex. comunista. E tem o apoio de grandes líderes mundiais. A intenção é criar condições para a “paz e segurança” no mundo, e esse é o objetivo primeiro no Estatuto da ONU bem como no movimento do Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso. A expressão “paz e segurança” vem sendo muito pronunciada nos altos fóruns globais. Porém, se atentar bem para o texto acima, na verdade ele permite perceber que vem pela frente a não tolerância da pregação do evangelho de CRISTO, em seu lugar, uma outra pregação, filosófica e comum entre as religiões e igrejas, associada aos desejos oriundos dos líderes políticos e econômicos.

Organizações católicas e sindicatos por um «domingo sem trabalho»

Bruxelas, 02 mar 2012 (Ecclesia) – Organizações católicas e sindicais da Europa vão mobilizar-se este domingo pelo fim das atividades produtivas e profissionais neste dia da semana, promovendo várias ações de rua.

“Nestes tempos de crise económica e financeira, durante a qual cada vez mais direitos económicos e sociais são colocados sob pressão, o domingo livre do trabalho é uma demonstração clara e visível de que as pessoas e as nossas sociedades não dependem apenas do trabalho e da economia”, assinala a ‘Aliança Europeia pelo Domingo’ (ESA - European Sunday Alliance).

O movimento engloba, entre outros, a Comissão dos Episcopados Católicos da União Europeia (COMECE) e várias associações de inspiração cristã.

As iniciativas visam sublinhar a importância do domingo como dia de descanso, frisando que “apenas os serviços essenciais” deveriam estar disponíveis.

A ESA pede que as leis e práticas comunitárias protejam mais “a saúde, a segurança e a dignidade de todos”, permitindo “a reconciliação da vida profissional com a familiar”.

Fonte - Ecclesia

quinta-feira, 1 de março de 2012

Valores religiosos ocupam o centro da campanha republicana

O peso crescente das questões religiosas, sexuais e morais na campanha republicana é um fenômeno inesperado. Inclusive em estados açoitados pela crise, como Michigan, que votou na terça-feira (28) com o Arizona, o debate, em vez de se concentrar no desemprego e na economia, deriva para temas como os anticoncepcionais, o aborto ou o papel da religião na vida pública.

As chamadas guerras culturais - a oposição entre valores tradicionais e valores seculares -, que nos anos 1970 e 80 impulsionaram um renascimento do movimento conservador nos EUA, voltam a ser motivo de disputa política. Por que os EUA voltam a falar de questões como o uso dos anticoncepcionais, um debate que estava encerrado há décadas? Uma explicação é que a maior economia do mundo começa a oferecer sinais animadores.

O desemprego baixa e o Produto Interno Bruto sobe. A recuperação ainda é incerta, mas projeta algumas dúvidas sobre um dos argumentos centrais da campanha: que o presidente Barack Obama é um incompetente e que três anos depois de chegar à Casa Branca deixa a economia em pior situação do que a encontrou. Não é que de repente o democrata tenha se transformado em um gênio: o desemprego continua elevado, o déficit descontrolado e os argumentos para questionar sua política são sólidos.

Mas nas últimas semanas, diante da melhora dos dados, as críticas perderam força. Por isso os republicanos buscaram outro flanco, além do econômico, pelo qual atacar o presidente. No processo de eleições primárias e caucus (assembleias eletivas) que começou em janeiro e poderá se prolongar até junho, os eleitores costumam ser republicanos convictos, mais à direita do que o eleitor médio nas eleições gerais.

À falta de um discurso econômico atraente, a religião e o que aqui chamam de valores ou temas sociais sempre podem funcionar com esse eleitorado. Que Rick Santorum, ex-senador pela Pensilvânia e pai de sete filhos, seja candidato também ajuda. Santorum é o homem da direita religiosa na corrida republicana para a nomeação.

É católico, e admirador de Josemaría Escrivá de Balaguer. Algumas de suas posições lhe valeram críticas não só da esquerda como também de republicanos moderados. Santorum se opõe ao aborto inclusive em casos de violação e incesto.

Embora defenda a legalidade dos anticoncepcionais, declarou: "Não creio que seja algo saudável para o país". Também equiparou as relações homossexuais com a poligamia e o incesto.

São posições das quais a maioria dos americanos se sente afastada, mas que representam a preocupação central de um segmento da população que se conduz pela Bíblia na hora de votar. O católico Santorum se sente muito perto desses eleitores, que em boa parte pertence a igrejas evangélicas. Para o candidato, assim como para muitos evangélicos, a religião ocupa um lugar central na vida pública. Separar ambos os campos é uma aberração.

Esse é o significado da polêmica declaração deste fim de semana, quando Santorum vilipendiou o famoso discurso de John F. Kennedy durante a campanha de 1960. Kennedy lutava então contra os receios pelo fato de ser católico. Alguns protestantes o retratavam como um agente do Vaticano. No discurso, aquele que foi o único presidente católico dos EUA reiterou sua crença na separação da Igreja e do Estado - princípio fundamental do país - e disse que nenhum funcionário público deveria aceitar instruções do papa ou de outro líder eclesiástico.

"Dizer que as pessoas de fé não têm nenhum papel na praça pública?", disse Santorum na rede ABC depois de se referir ao discurso de Kennedy. "Me faz vomitar." A deriva preocupa o estabelecimento republicano, convencido de que se Santorum se impuser a seu favorito, Mitt Romney, na nomeação, nas presidenciais de novembro Obama ocupará o centro com comodidade e ganhará sem problemas.

Rick Santorum sabe tocar algumas fibras sensíveis do eleitorado mais direitista, e o faz quando critica a defesa que Kennedy fez em 1960 da separação entre Igreja e Estado. Ou quando no mesmo fim de semana qualificou de esnobe o presidente Obama, por ter dito que gostaria que todo mundo recebesse algum tipo de educação superior. Santorum afirma que nem todos os americanos estão capacitados ou querem ir para a universidade. Podem se realizar em outros âmbitos.

Também afirma que em muitas universidades professores progressistas "tentam doutrinar" seus filhos. "Entendam por que ele quer que vão para a universidade. Quer fazê-los a sua imagem e semelhança", disse.
Também retoma a velha tradição do antielitismo e anti-intelectualismo da direita americana. Desde Joe McCarthy até Sarah Palin, a arrogância do conhecimento foi suspeita para uma parte do país.

Fonte: La Vanguardia
Tradução: UOL

(Via @MinutoProfético)

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Dia Mundial de Jejum e Oração 2012

"Se Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar... Eu ouvirei..." 2 Crônicas 7:14

Dia Mundial da Oração 2012

Participe, divulgue, ore!

Baixe os materiais abaixo:

(Via @gerepetto)

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Número de guerras no mundo triplicou em 2011

Número de conflitos bélicos tende a aumentar no mundo todo

O Instituto Pesquisa Internacional de Conflitos de Heidelberg, da Alemanha, apresentou seu relatório anual do “Barômetro de conflitos”. Os especialistas alemães em pesquisa de conflitos revelaram um balanço com dados alarmantes. No último ano, o número de guerras no mundo mais do que triplicou.

Para Natalie Hoffmann, pesquisadora do Instituto de Heidelberg, é impossível esperar que a tendência futura seja de um mundo mais pacífico. Os números de 2011 foram os mais altos desde 1945, quando ocorreu a Segunda Guerra Mundial.

Os pesquisadores contabilizaram 20 guerras oficiais além de 166 “conflitos realizados de forma violenta”. A projeção do instituto alemão é que nos próximos meses esse número continue crescendo. Para efeitos de comparação, em 2010, foram registradas seis guerras e 161 “conflitos violentos”.

O “barômetro mundial de conflitos” é divulgado desde 1991, fazendo um monitoramento constante de crises, conflitos e guerras em curso no mundo. Além de guerras entre países e guerras civis, que disputam o poder dentro de uma mesma nação, o instituto também considera como guerra, por exemplo, a luta do governo do México contra os cartéis das drogas.

A grande maioria dos conflitos internos ocorrem no Oriente Médio e na África, observou Christoph Trinn, presidente do Instituto. Ele afirma que sua equipe aponta para três novas guerras em potencial: no Iêmen, na Síria e na Líbia. Para os pesquisadores alemães, a violência na Europa está concentrada no Cáucaso. Naquela região existem atualmente 19 conflitos e uma “guerra delimitada”.

Muitos especialistas em profecias vêm alertando que o que Jesus disse em Mateus 24, 6-10 está se cumprindo com maior velocidade no início deste século. Não apenas os conflitos de “nação contra nação”, mas as mudanças climáticas e aumento de desastres naturais como terremotos, tsunamis e, ao mesmo tempo, a perseguição aos cristãos ter atingido uma alta histórica.

Fonte - GospelPrime

domingo, 26 de fevereiro de 2012

sábado, 25 de fevereiro de 2012

O poder da música


Nota DDP: Acesse também a palestra em texto 'O poder da música'. Outro texto interessante da mesma fonte 'Ciência diz por que certas músicas fazem chorar'.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Israel sinaliza possibilidade de ataque militar ao advertir Irã

Jerusalém, 23 fev (EFE).- O presidente de Israel, Shimon Peres, afirmou nesta quinta-feira que seu país está realmente disposto a aplicar "todas as opções" para frear o programa nuclear do Irã, referindo-se sobre a possibilidade de um ataque militar.

"Quando dizemos que 'todas as opções estão sobre a mesa', realmente falamos a sério", afirmou Peres durante a conferência de presidentes das principais organizações judaicas americanas, realizada em Jerusalém, segundo um comunicado divulgado por seu escritório.

O chefe de Estado ressaltou que Israel é "soberano" e "tem todo o direito e toda a capacidade de defender-se perante qualquer ameaça".

"Imaginem se o Irã vencesse. Nenhum país poderá impedi-lo de exporte livremente terrorismo ou de dominar a economia mundial. Um Irã com a bomba nuclear é uma catástrofe", acrescentou Peres, citado pela edição online do jornal "Yedioth Ahronoth".

As declarações ocorrem no mesmo dia em que o jornal "Ha'aretz" publicou em sua capa que Peres manifestaria ao presidente americano, Barack Obama, sua oposição a uma operação militar no Irã no curto prazo, no encontro que os dois líderes manterão em Washington no dia 4 de março.

Peres viaja a Washington com toda as informações sensíveis sobre o programa nuclear iraniano recolhidas pelos serviços de inteligência israelenses.

Fonte - UOL

Tempestades catastróficas serão cada vez mais frequentes

São Paulo - No ano passado, o furacão atlântico carinhosamente apelidado de Irene devastou a região do Caribe, parte da costa leste americana e chegou até o Canadá. Na época, o evento foi classificado como natural e que ocorre a cada cem anos.

Contudo, um estudo conduzido por uma equipe do MIT (Massachusetts Institut of Technology) e da Universidade de Princeton, encontrou evidências nada animadoras. Segundo a pesquisa, tempestades de alta intensidade e suas inundações violentas vão acontecer em janelas de tempo bem menores que um século.

Os pesquisadores usaram a cidade de Nova York como exemplo de análise. Em média a cada 500 anos, a cidade é alvo de inundações que superam os 3 metros de altura. A equipe combinou quatro padrões climáticos com amostras de furacões específicos. Os modelos então geraram 45.000 tipos de tempestades, num raio de 200 km da ilha de Manhattan.

Em seguida, os modelos foram submetidos a dois possíveis cenários. O primeiro, atual, representou o clima entre 1980 e 2000, enquanto o segundo usou previsões do que está por vir entre os anos 2081 e 2100. Tais estimativas, segundo o MIT, foram baseadas em dados do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas sobre as emissões de dióxido de carbono.

A conclusão é que com o aquecimento global, inundações que superam a marca dos 2 metros devem passar a acontecer a cada três ou 20 anos. Enquanto que, a cada 25 e 240 anos, é possível que o nível da água chegue facilmente aos 3 metros.

Atualmente, os diques de Manhattan têm apenas 1,5 metro de altura. Ou seja, em qualquer um dos dois cenários previstos pela equipe, é possível que Nova York fique embaixo d’água. A equipe deixa o alerta e enfatiza que os resultados obtidos podem ser usados pelas autoridades para minimizar impactos que tempestades de alta intensidade podem trazer para uma região.

Fonte - Exame

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Mundo pós-americano? Nem tanto

Apesar de parecer que Obama está fazendo a transição dos EUA para uma nova realidade multipolar, modelos supostamente superiores ainda não são páreo para a potência americana

Em uma crítica ferina a Mitt Romney, no início do mês, Fareed Zakaria elogiou Barack Obama por sua compreensão nuançada do que Zakaria chamou de "mundo pós-americano":

"Este é um novo mundo, muito diferente do mundo 'americano-cêntrico' com o qual nos habituamos na última geração. Obama conseguiu preservar, e aumentar até, a influência dos Estados Unidos neste mundo precisamente porque reconheceu essas novas forças em ação. Ele viajou para nações emergentes e falou com admiração de sua ascensão. Ele substituiu o velho clube ocidental e fez do Grupo dos 20 o fórum central das tomadas de decisões para os assuntos econômicos globais. Com a ênfase em organizações multilaterais, estruturas de alianças e legitimidade internacional, ele obteve resultados. Foi a cooperação chinesa e russa que permitiu sanções mais duras contra o Irã. Foi o pedido formal da Liga Árabe, no ano passado, que tornou incontroversa a intervenção ocidental na Líbia. Em geral, o senhor ridicularizou essa abordagem da política externa argumentando que, em vez disso, expandiria as forças militares, agiria unilateralmente e não falaria apologeticamente. Isso pode agradar aos eleitores das primárias republicanas, mas as bravatas triunfalistas não o ajudarão a garantir os interesses ou os ideais americanos em um mundo habitado por novos líderes poderosos."
(...)
Faz muito tempo que ouvimos pela primeira vez as conversas pós-americanistas da moda. Modelos supostamente superiores na Alemanha nazista e no Japão imperial empolgavam as multidões e produziam armas modernas bem mais que a América da Grande Depressão. Depois, os "declinistas" nos advertiram sobre a União Soviética comunista ascendente, que invadia o Leste Europeu e a Ásia, e cujos mísseis subiam, diferentemente dos nossos, que explodiam na plataforma de lançamento. Depois foi a vez do Japão & Cia, nos anos 70, que ia se apossar de nossos campos de golfe, enquanto a nós caberia aparar seus gramados. Depois, no fim dos anos 90, foi a vez da União Europeia utópica, que lembrou os americanos do desperdício que era o orçamento militar e como era tola a desconfiança do aquecimento global causado pelo homem. Agora, o fato de que a China possui um trem-bala e os EUA não, supostamente deve convencer os americanos de que meio bilhão de chineses que nunca foram a um médico ao estilo ocidental e a paisagem industrial chinesa parecida com a área em torno do Lago Erie por volta de 1920 simplesmente não importam.

Mas será que devemos considerar a mais recente tendência a advertências enganosas? Os pós-americanos com certeza meteram-se numa arapuca financeira ao tomar emprestados US$ 12 trilhões adicionais de 2000 para cá. Se Obama for reeleito, o país terminará sua presidência com mais dinheiro emprestado do que todos os presidentes anteriores juntos. Os EUA incorrem em déficits comerciais crônicos e terceirizaram milhões de empregos no exterior. O desemprego permanece alto, o crescimento econômico, moroso.

Concessões federais para a exploração de petróleo são canceladas e oleodutos não são construídos. Os EUA não pacificaram o Iraque rapidamente, e continuam atolados no Afeganistão.

Mas isso tudo não significa um mundo pós-americano. Por quase todos os padrões históricos para avaliar civilizações, o século 21 parece muito mais brilhante para os EUA do que para seus rivais. O crescimento da população americana é robusto. Estamos aumentando diariamente nossas reservas conhecidas de combustíveis fósseis; as da Europa e da China estão em declínio. Copiar e rivalizar com a economia de livre mercado dos EUA são realizações impressionantes da China, mas dificilmente provam que a China pode imitar, da mesma maneira, nossa Constituição, inclusão racial, transparência ou dinamismo cultural. A despeito de toda conversa sobre a pós-America, não devemos esquecer que um americano ainda produz, em média, três vezes mais bens e serviços do que três chineses.

A Constituição americana facilita o intercâmbio econômico; a Rússia e a China pós-comunistas ainda não conseguem fazer a quadratura do círculo de governo autoritário e mercados livres. Em sua pior crise financeira nos últimos 80 anos, os EUA mesmo assim se mostraram mais robustos e estáveis que a União Europeia, que está prestes a se tornar pós. A Índia ainda é tolhida por problemas de casta, a Europa por fronteiras de classe, China, Japão e Coreia do Sul por fortes distinções raciais, e o mundo árabe por fidelidades tribais insidiosas.

A ideia de um presidente Obama brasileiro ou chinês é fantasiosa. Todos esses estereótipos parecem muito pós-alguma-coisa. Entre as grandes potências, os EUA são, ao contrário, uma sociedade aberta multirracial unida por uma cultura, onde o mérito, mais que raça, tribo, nascimento ou classe, determina o sucesso.

Quando os pós-americanos falam cretinamente sobre reduzir as forças militares, ainda deveríamos nos lembrar de que todas as outras forças-tarefa navais combinadas do mundo não terão, durante décadas, o poder de uma única das 11 dos EUA. A China enfrenta tumultos; a Rússia enfrenta tumultos; a Europa enfrenta tumultos; o mundo árabe é um grande tumulto ultimamente. Os EUA têm alguns carnavais de rua balbuciantes do Ocupe Wall Street.
(...)

A ONU também não oferece esperança de substituir a influência americana. Na Líbia, os EUA bravatearam que obtiveram aprovação da ONU para uma zona de exclusão aérea e ajuda humanitária, mas depois tiveram que violar essas resoluções para se unir a seus aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no bombardeio às forças de Muamar Kadafi. A possibilidade de o Irã criar uma bomba nuclear, ou a Coreia do Norte usar uma delas contra Coreia do Sul ou Japão, não vai depender do Conselho de Segurança da ONU, ou da dissuasão chinesa; vai depender do medo desses Estados renegados de uma resposta dos EUA. De novo, no pé em que estão as coisas na Síria, a ONU é irrelevante.

Evidentemente, os EUA deveriam trabalhar com seus aliados. Eles devem ser um bom cidadão internacional e, onde for possível, abraçar a cooperação internacional.

(...)No século 21, em comparação com as alternativas, o mais provável é estarmos numa era pré-americana do que pós-americana.

Fonte - Estadão

Nota DDP: Como se há de perceber, os EUA estão muito longe de perder sua supremacia, sobretudo militar, que lhes permite cumprirem seu papel profético esperado.

Sinais dos tempos



Um papa cercado por lobos

Intrigas e lutas pelo poder já preparam a sucessão de um Bento XVI solitário e doente

ROMA — Contam que perguntaram, em certa ocasião, a João Paulo II: "Sua Santidade, quanta gente trabalha no Vaticano?" A que o polonês Karol Vojtyla, que foi pontífice entre 1978 e 2005, respondeu com ironia: "Mais ou menos a metade..." Agora já sabemos — continuando com o que, na verdade, não era nem é tão piada assim — a que se dedica a outra metade.

De umas semanas para cá, o Vaticano vive em comoção por conta de uma série de documentos vazados, que levaram o porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, a admitir que a Igreja está sofrendo seu particular VatiLeaks — uma menção ao WikiLeaks.

A publicação de uma denúncia interna de corrupção e de um complô para matar Bento XVI deixam a descoberto as lutas de poder diante da possível iminência do fim de seu papado. Embora seja o representante de Deus na Terra, Joseph Ratzinger é, na realidade, um homem doente, às vésperas de completar 85 anos. Ou, nas palavras usadas pelo jornal "L'Osservatore Romano", "um pastor rodeado de lobos".

Os lobos em questão, embora se vistam com roupas vermelhas, se excitam com o sangue. E o pastor Ratzinger já avisou, há dois anos — em entrevista a Peter Seewald convertida em livro — que "quando um Papa alcança a clara consciência de não estar bem física e espiritualmente para levar adiante o encargo a ele confiado, então tem o direito — e, em algumas circunstâncias, também o dever — de se demitir. Pensaria Bento XVI em dar este passo coincidindo com o dia do seu aniversário de 85 anos — em 16 de abril — ou com o sétimo aniversário de seu papado — três dias depois?

Talvez apenas ele e Deus o saibam, mas o que parece estar muito claro é que, diante de tal possibilidade, os candidatos a sua sucessão já começaram a lutar como homens por um posto divino. E, para ser ainda mais preciso, como homens italianos. Tanto os nomes que ilustram essa história de intrigas e golpes baixos, como as armas escolhidas para o duelo são totalmente locais.

Há ainda uma outra razão de peso. O trono de Pedro vem sendo ocupado por um estrangeiro desde 1978. Já não seria a hora de o Espírito Santo voltar seu olhar para um cardeal italiano na próxima reunião na Capela Sistina?

A luta pelo poder no seio da Igreja está se desenrolando — de forma inédita e dolorosa para muitos verdadeiros homens de fé — nas páginas dos jornais diários. Como se se tratasse do último escândalo de Silvio Berlusconi.

O primeiro golpe chegou com a divulgação, por meio de um programa de televisão, de uma carta do arcebispo Carlos Maria Vigano, atual núncio nos Estados Unidos, na qual contava ao Papa diversos casos de corrupção dentro do Vaticano e pedia para ser afastado de seu então cargo como secretário geral do governo — departamento que se encarrega de licitações e abastecimentos. Vigano foi, de fato, enviado para longe de Roma, assumindo o cargo nos EUA.

O segundo vazamento revelava um suposto complô para matar o Pontífice. O jornal "Il fatto quotidiano" publicou uma carta bem recente enviada a Bento XVI pelo cardeal colombiano Dario Castrillón Hoyos, na qual contava que o cardeal italiano Paolo Romeo, arcebispo de Palermo (na Sicília), havia realizado uma viagem à China, durante a qual teria comentado: "O Papa morrerá em 12 meses."

Mas não foi só isso. Segundo a carta do arcebispo colombiano, escrita em alemão e sob o selo "estritamente confidencial", o arcebispo de Palermo estava com a língua solta na China, contando supostos segredos do Vaticano, tais como que o Papa e seu número dois, Tarcisio Bertone, não se dão bem e que, por isso, Bento XVI estaria deixando tudo pronto — e muito bem pronto — para que o seu sucessor à frente da Igreja seja o atual arcebispo de Milão, o cardeal Angelo Scola.

O que há de verdade e de mentira em tais confidências que vêm agora à luz? Talvez nada. Talvez, a única coisa certa seja que um setor da cúria vaticana, a casta dos diplomatas pontifícios, considere que o atual Papa tenha ido longe demais ao promover a transparência nas transações financeiras da Igreja e ao cortar, de uma só tacada, a vigente permissividade com os abusos contra menores.

Talvez muito longe e muito rapidamente para quem, no fim das contas, é um alemão de 85 anos, doente e solitário, perdido num labirinto estrangeiro, cheio de intrigas e golpes baixos.

Durante 26 anos reinou sobre o Vaticano um papa polonês, especialista em relações públicas. Há sete anos, o posto é de um introvertido Papa alemão. A impressão que se tem é que a Itália já deu início à reconquista do trono de Pedro.

Fonte - G1

Nota DDP: Um novo papa romano? Parece que fazem questão de dar cumprimento à "profecia" católica da sucessão de pontífices...

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Israel e Irã: à beira de um confronto

Será que é tudo parte de uma campanha cuidadosamente estruturada de blefes e boatos para apoiar sanções mais severas e trazer o Irã à mesa de negociações – ou será que o terreno está de fato sendo preparado para um ataque às instalações nucleares iranianas nos próximos meses? Talvez não seja nenhum dos dois, e as pessoas que contam, aqueles que ainda não se decidiram, estão especulando e debatendo freneticamente.

No início de fevereiro a conferência anual de segurança Herzliya em Israel deu uma plataforma para a elite militar e de inteligência do país tornar públicas as suas preocupações sobre os progressos do Irã na fabricação de uma arma nuclear. O belicoso ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a “janela” para um ataque efetivo estava se fechando rapidamente por causa da movimentação contínua de centrífugas essenciais de enriquecimento de urânio para as instalações no subsolo de Fordow, perto da cidade sagrada de Qom, que daria ao Irã uma “zona de imunidade” na qual eles poderiam fazer uma bomba independentemente de quaisquer intervenções vindas de fora.

O equivalente norte-americano de Barak, Leon Panetta, que estava viajando com jornalistas para uma conferência com seus colegas da Otan em Bruxelas, confessou pouco tempo depois que havia grandes chances de um ataque israelense ao Irã em abril, maio ou junho, quando os céus costumam estar mais claros. Panetta não falou oficialmente, mas recusou depois uma oportunidade de retirar suas afirmações.

Em meio à eminente guerra de palavras, preparações militares para um conflito estão, sem dúvida, acontecendo. O chefe das tropas terrestres da Guarda Revolucionária Iraniana anunciou exercícios no sul do país, perto do Estreito de Hormuz, e os Estados Unidos já deram início ao maior treinamento militar para um desembarque anfíbio em uma década, descrito pelo Almirante John Harvey, do Comando da Marinha, como “motivado por acontecimentos recentes” e “aplicável” ao Estreito de Hormuz. Enquanto isso, o DEBKAfile, um exagerado, mas às vezes bem-informado site de segurança israelense, anunciou que “muitos milhares” de tropas norte-americanas estavam chegando nas duas ilhas perto do Estreito, Masirah, em Omã, e Socotra, no Iêmen.

Mas mesmo com todos os alarmes e excursões, há poucas conclusões concretas sobre o possível ataque eminente ao Irã, ou sobre se Israel está preparado para agir de forma unilateral. E ainda não está claro se, caso fossem convencidos de que isso está prestes a acontecer, os Estados Unidos se sentiriam obrigados a apoiar Israel e dar continuidade aos ataques. Apenas aqueles nos cargos mais altos do governo de Israel (e talvez dos Estados Unidos) sabem se as forças aéreas israelenses são capazes de conduzir um ataque sem ajuda.

Fonte - Opinião e Notícia
Related Posts with Thumbnails