terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Ecumenismo: Papa convida ao perdão entre Igrejas após erros do passado

Francisco encerrou Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos e evocou mártires de hoje 

Cidade do Vaticano, 25 jan 2016 (Ecclesia) - O Papa Francisco presidiu hoje em Roma a uma celebração de oração com representantes de todas as Igrejas e comunidades cristãs da capital italiana, convidando todos ao “perdão” recíproco.

“Peçamos, antes de mais, perdão pelo pecado das nossas divisões, que são uma ferida aberta no Corpo de Cristo. Como bispo de Roma e pastor da Igreja Católica, quero invocar misericórdia e perdão pelos comportamentos não evangélicos que católicos tiveram em relação a cristãos de outras Igrejas”, disse, na Basílica de São Paulo fora de muros, durante a tradicional oração de vésperas na solenidade da conversão de São Paulo, dia em que se conclui a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos.

O pontífice argentino convidou depois os católicos a “perdoar, se hoje ou no passado, sofreram ofensas de outros cristãos”.

“Não podemos eliminar o que se passou, mas não queremos permitir que o peso das culpas passadas continue a inquinar as nossas relações”, acrescentou.

Depois de ter rezado diante do túmulo de São Paulo, juntamente com representantes da Igreja Ortodoxa e da Igreja Anglicana, o Papa evocou todos os que, tal como o apóstolo, perderam a vida por causa da sua fé, falando num "ecumenismo de sangue".

“A nossa humilde prece é sustentada pela intercessão da multidão dos mártires cristãos de ontem e de hoje”, realçou.

A assembleia foi convidada a rezar pelos cristãos “vítimas de perseguições”, pedindo que estes possam sentir “a solidariedade de todos os homens e sobretudo dos seus irmãos na fé”.

Francisco desafiou depois as várias Igrejas a desenvolver as “múltiplas formas de colaboração” que as podem ajudar na sua missão, “para lá das diferenças” que ainda as separam.

“Podemos avançar no caminho da plena comunhão visível entre os cristãos não só quando nos aproximamos uns dos outros mas sobretudo na medida em que nos convertemos ao Senhor”, prosseguiu.

O Papa recordou que a Igreja Católica celebra o terceiro ano santo extraordinário da sua história, o Jubileu da Misericórdia (dezembro de 2015-novembro de 2016), pedindo que este tempo ajude a lembrar que “não há uma autêntica busca da unidade dos cristãos sem confiar-se plenamente à misericórdia” de Deus.

O ‘oitavário pela unidade da Igreja’, hoje com outra denominação, começou a ser celebrado em 1908, por iniciativa do norte-americano Paul Wattson, presbítero anglicano que mais tarde se converteu ao catolicismo.

Fonte - Ecclesia

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Forte terremoto atinge Espanha

Serviço de emergência recebeu 250 ligações de moradores preocupados.
Tremor e as réplicas foram sentidos na região da Andaluzia, no sul do país.


Um forte terremoto de magnitude 6,3 atingiu a costa sul da Espanha nesta segunda-feira (25), a cerca de 160 quilômetros de Málaga, mas não houve relatos imediatos de mortes ou grandes danos na região.

O tremor ocorreu às 2h22 da madrugada (horário de Brasília), informou o Instituto Nacional Espanhol de Geografia, e foi seguido por seis tremores secundários menores. O Serviço Geológico dos Estados Unidos relatou anteriormente que o tremor tinha magnitude 6,6 e foi registrado a 33 quilômetros de profundidade.

Serviços de emergência na região de Andaluzia, no sul do país, informaram em publicações no Twitter que receberam 250 ligações de moradores preocupados.

O tremor e as réplicas foram sentidos por toda a região, incluindo as cidades de Málaga, Córdoba, Sevilha e Granada.

Em Melilla, enclave espanhol na costa marroquina, serviços de emergência informaram que receberam mais de 200 ligações de pessoas alertando sobre danos à propriedade. Escolas continuam fechadas nesta segunda-feira para inspeção dos prédios.


Fonte - G1

Terremoto na Espanha e no Marrocos registra nove réplicas

Nove réplicas, com magnitude entre 2,9 e 4,6 graus, foram sentidas esta manhã após o sismo registado de madrugada no Mar de Alboran, no Mediterrâneo, que causou danos materiais em Melilla (Espanha).

O movimento sísmico – de magnitude 6,1, segundo o Centro Geológico dos Estados Unidos da América e 6,3, de acordo com o Instituto Nacional Geográfico espanhol – foi sentido com maior intensidade em Melilla, mas também em vários outros pontos de Espanha, como na Andaluzia, Ceuta, Múrcia e Madri.

Após o sismo principal, que levou muitos habitantes de Melilla (cidade espanhola próximo ao Norte da África) a sair às ruas, sucederam-se réplicas, também com o epicentro no Mar de Alboran.

A magnitude dessas réplicas oscilou entre os 2,9 e 4,6 graus, mas só as de maior magnitude foram sentidas pela população.

O sismo não causou vítimas, mas registaram-se alguns danos materiais, principalmente em Melilla, onde algumas fachadas de edifícios ficaram danificadas. Os bombeiros tiveram de evacuar algumas casas, por receio de desabamentos.

A linha de emergências 112 recebeu mais de 250 chamadas de toda a Andaluzia, denunciando que o sismo foi sentido em toda a região.

Fonte - Terra

Histórica nevasca nos EUA deixou 23 mortos

A histórica tempestade cobriu de neve o leste do país na sexta-feira e no sábado, paralisando cidades como Nova York e Washington, DC. Cerca de 85 milhões de pessoas foram afetadas, o que equivale a 25% da população do país.

Mais de 11 mil voos foram cancelados nos três dias de tormenta, sendo 3.500 somente neste domingo, segundo o site especializado FlightAware.

Os aeroportos de Nova York, Filadélfia, Washington e Baltimore foram fechados. A capital dos Estados Unidos e sua principal metrópole suspenderam todas as viagens.

Pelo menos 23 pessoas morreram pela tempestade, segundo autoridades locais. Cinco faleceram na região de Nova York; seis, na Carolina do Norte; cinco, na Virgínia; e duas, em Kentucky. Maryland, Arkansas, Ohio, Delaware e Washington tiveram uma vítima cada um.

Muitos desses óbitos resultaram de acidentes de estrada e de ataques cardíacos durante a tentativa de remover a neve das ruas. Este foi caso das cinco vítimas em NY e em Long Island, relatou o governador de Nova York, Andrew Cuomo.

Mais de 200.000 casas ficaram sem energia elétrica, enquanto 2.200 oficiais da Guarda Nacional foram mobilizados.

A Meteorologia informou que a tempestade - que recebeu o apelido de "Snowzilla", mistura de "snow", neve em inglês, e o nome do monstro do cinema "Godzilla" - deixou 56 centímetros de neve acumulada em Washington.

Os 68 centímetros de neve que caíram em um único dia sobre o Central Park, em Nova York, representam a segunda maior marca desde o início dos registros, em 1869.

Os recordes de nevascas também foram quase batidos na Filadélfia e em Baltimore. Jonas foi acompanhada por rajadas de vento superiores a 80 km/h.

"Esta foi uma tormenta verdadeiramente histórica e, apesar de termos feito grandes avanços, ainda não terminamos o trabalho", advertiu o governador Andrew Cuomo.

A forte nevasca provocada pela tempestade Jonas, que deixou pelo menos 23 mortos, parece ter começado finalmente a perder força, neste domingo, na costa leste dos
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Fonte - Exame

Sala de Imprensa confirma viagem do Papa à Suécia

Cidade do Vaticano (RV) – Francisco viajará à Suécia em outubro. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (25/01) pelo Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi.

“O Papa irá a Lund, na Suécia, em 31 de outubro, onde participará de uma cerimônia conjunta entre a Igreja católica e a Federação Luterana mundial em virtude dos 500 anos da Reforma”, diz o comunicado.

Em uma nota, a Federação Luterana explica que o Papa Francisco, o Bispo Munib A. Younan e o Reverendo Martin Junge, Presidente e Secretário Geral da Federação, respectivamente, presidirão juntos à celebração ecumênica.

A celebração vai dar destaque aos sólidos progressos ecumênicos entre católicos e luteranos e às conquistas recíprocas frutos do diálogo e será norteada pelo guia litúrgico católico-luterano ‘Oração Comum’, recentemente publicado”, escreve ainda a Federação Luterana, cuja sede está justamente na cidade de Lund.

Um Pontífice volta à Escandinávia

Será a primeira visita de um Pontífice ao país após a peregrinação de São João Paulo II à Escandinávia, no Verão de 1989.

Durante nove dias, entre 1º e 10 de junho de 1989, João Paulo II visitou Noruega, Islândia, Finlândia, Dinamarca e Suécia, com um total de 38 discursos pronunciados.

Na capital sueca, João Paulo II visitou a Catedral de Santo Henrique, presidiu à Santa Missa no Estádio “Globo” e saudou os representantes das obras assistenciais alemãs em Estocolmo.

Em Upsala, participou de um Encontro Ecumênico na Catedral Luterana, encontrou os universitários na Sala Magna da Universidade de Upsala. Esteve ainda na Igreja de São Lourenco onde encontrou as Superioras Maiores e celebrou a Santa Missa ao lado da antiga igreja luterana.

Como encerramento da peregrinação na Escandinávia, celebrou a Santa Missa no Castelo de Vadstena. A despedida de São João Paulo II da Suécia aconteceu em 10 de junho de 1989, no aeroporto de Linköping.

Visita da Rainha

Em 27 de abril do ano passado, o Papa recebeu em audiência a Rainha Silvia da Suécia. Contudo, à época, não se falou de nenhum convite oficial por parte da monarca.

No encontro, a Rainha conversou principalmente em espanhol com o Papa, já que durante a sua juventude havia trabalhado na embaixada da Alemanha em Buenos Aires. Alemã de nascimento, a mãe da Rainha Silvia era brasileira de São Paulo.

Fonte - Radio Vaticano

domingo, 24 de janeiro de 2016

Terremoto de 7,1 graus é registrado no Alasca

Não há ainda qualquer registo de feridos ou danos materiais.

Um terremoto de grande intensidade atingiu o sul do Alasca nas primeiras horas deste domingo, informou o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), desencadeando tremores que foram sentidos em Anchorage, maior cidade do Estado localizada a mais de 280 quilômetros de distância.

Os peritos estimam que tenha ocorrido a uma profundidade de 127 quilómetros (79 milhas).

O centro de alerta de tsunamis com base no Havai afirmou não haver risco de uma onda gigante porque "o tremor de terra se verificou muito no interior da terra".

O movimento pode ser sentido até em Anchorage que, com cerca de 370 mil habitantes, é a cidade mais populosa do Alasca.

Fonte - Terra

sábado, 23 de janeiro de 2016

De onde veio este papo de fundamentalismo

Muitos que se presumem espertos, até mesmo dentro da Igreja, acabam por apregoar justamente este conceito, construído para exterminá-los.

Quando você expõe um argumento racionalmente, com todo rigor metodológico, apresentando fontes primárias, documentação farta, e o seu interlocutor lhe fixa o rótulo de “fundamentalista”, inicialmente você tolera, mas depois começa a desconfiar que a recorrência da ideia não é casual…

De fato, hoje em dia, quanto mais uma pessoa repete chavões como quem pontifica infalivelmente, respaldado pelo chorum uníssimo da coletividade, mais é necessário averiguarmos qual a origem do bordão, essa sim, quase sempre infalivelmente ignorada pelo acusador.

O termo em questão foi uma invenção de teólogos conservadores presbiterianos e batistas que, por volta de 1910, para se distinguirem de teólogos “liberais”, acabaram por se autodenominarem “fundamentalistas”.

Contudo, a noção de “fundamentalismo” sofreu uma mutação, e esta sua nova acepção foi criada propositalmente para liquidar com a resistência religiosa ao secularismo-laicismo imposto pelos agentes globalistas com sua nova ética relativista.

Numa obra muito conhecida sobre o tema, Karen Armstrong afirma que o “fundamentalismo” é um fenômeno recente, característico do final do século passado.

“Um dos fatos mais alarmantes do século XX foi o surgimento de uma devoção militante, popularmente conhecida como ‘fundamentalismo’, dentro das grandes tradições religiosas. Suas manifestações são às vezes assustadoras. Os fundamentalistas não hesitam em fuzilar devotos no interior de uma mesquita, matar médicos e enfermeiras que trabalham em clínicas de aborto, assassinar seus presidentes e até derrubar um governo forte. Os que cometem tais horrores constituem uma pequena minoria, porém até os fundamentalistas mais pacatos e ordeiros são desconcertantes, pois parecem avessos a muitos dos valores mais positivos da sociedade moderna. Democracia, pluralismo, tolerância religiosa, paz internacional, liberdade de expressão, separação entre Igreja e Estado – nada disso lhe interessa” (Karen Armstrong, Em nome de Deus. O Fundamentalismo no judaísmo, no cristianismo e no islamismo, Companhia das Letras, São Paulo, 2009, p. 9).

Pouco mais abaixo, a autora explicita ainda mais o motivo pelo qual seria necessário enquadrar os tais “fundamentalistas”: “Em meados do século XX acreditava-se que o secularismo era uma tendência irreversível e que nunca mais a fé desempenharia um papel importante nos acontecimentos mundiais. Acreditava-se que, tornando-se mais racionais, os homens já não teriam necessidade da religião ou a restringiriam ao âmbito pessoal e privado. Contudo, no final da década de 1970, os fundamentalistas começaram a rebelar-se contra essa hegemonia do secularismo e a esforçar-se para tirar a religião de sua posição secundária e recolocá-la no centro do palco” (Ibidem, p. 10).

Em outras palavras, a preocupação fundamental da autora é assegurar aos agentes secularistas que continuem expandindo-se vorazmente, corroendo as raízes religiosas do ocidente, confinando os “religiosos” em sua intimidade até que os mesmos sejam totalmente aniquilados, e o homem pós-moderno possa continuar sendo alvo de um projeto pseudo-civilizatório irreligioso.

“No início de seu monumental Projeto Fundamentalista, em seis volumes, Martin E. Marty e R. Scott Appleby afirmam que todos os ‘fundamentalismos’ obedecem a determinado padrão. São formas de espiritualidade combativas, que surgiram como reação a alguma crise. Enfrentam inimigos cujas políticas e crenças secularistas parecem contrarias à religião. Os fundamentalistas não vêem essa luta como uma batalha política convencional, e sim como uma guerra cósmica entre as forças do bem e do mal. Tentam aniquilá-lo e procuram fortificar sua identidade sitiada através do resgate de certas doutrinas e práticas do passado. Para evitar contaminar-se, geralmente se afastam da sociedade e criam uma contracultura; não são, porém, sonhadores utopistas. Absorveram o Racionalismo pragmático da modernidade e, sob a orientação de seus líderes carismáticos, refinam o ‘fundamental’ a fim de elaborar uma ideologia que fornece aos fiéis um plano de ação. Acabam lutando e tentando ressacralizar um mundo cada vez mais cético” (Ibidem, p. 11).

A obra citada por Karen Armstrong é a maior enciclopédia sobre o “fundamentalismo”, composta em cinco volumes, escrita ao longo de quatro anos e conduzida sob os auspícios de – nada mais, nada menos que – a Fundação MacArthur, que patrocina centenas de projetos de pesquisa científica.

Trata-se de uma ação coordenada e inteligente para bloquear a resistência religiosa à Nova Ordem Mundial pela via da estigmatização verbal: qualquer tipo de pretensão pública da religião ou das pessoas religiosas deve ser taxada implacavelmente como “fundamentalista”.

Para eles, a religião deve ser aprisionada na vida privada, até desaparecer por completo. Toleram momentaneamente conviver com ela, desde que se restrinja à intimidade de cada indivíduo e não tenha nenhuma incidência na coletividade. E tudo em nome de um secularismo que precisa se impor, a despeito da reação espontânea do povo, que anseia pela transcendência, pela espiritualidade.

O pior é que muitos que se presumem espertos, até mesmo dentro da Igreja, acabam por apregoar justamente este conceito, construído para exterminá-los. Caíram numa armadilha preparada justamente para não ser percebida, e caíram feito patinhos. Sucumbiram à sua própria ausência de fundamentos e, chamando os outros de “fundamentalistas”, não perceberam que foram induzidos a fazê-lo e que o uso indiscriminado do termo “fundamentalismo” favorece unicamente um esquema de poder.

Fonte - MSM

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Fecho aos domingos pode afectar Jerónimo Martins

O governo polaco estará a ponderar a possibilidade de fechar as grandes superfícies aos domingos, uma decisão que poderá afetar a Jerónimo Martins, detentora da cadeira de supermercados Biedronka naquele país.

O assunto deverá ser analisado pelo Ministério do Trabalho polaco depois de serem aprovados os novos impostos sobre as vendas dos retalhistas.

A medida já chegou a ser equacionada no passado mas nunca avançou por receio dos impactos negativos ao nível do emprego.

Fonte - SOL

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Ameaça de bomba fecha mais de 900 escolas em Los Angeles

Washington - Los Angeles, o segundo maior distrito escolar nos Estados Unidos, fechou todas as suas escolas nesta terça-feira depois que autoridades relataram ter recebido uma ameaça não especificada e determinaram uma busca a todas as escolas.

Autoridades pediram aos pais para manter todos os 643.000 alunos do sistema em casa para dar tempo para uma busca completa a mais de 1.200 escolas.

Foi o primeiro fechamento de todo o distrito em pelo menos uma década.

Os alunos que já estavam na escola foram mandados para casa, segundo as autoridades.

A ameaça aconteceu menos de duas semanas depois que um casal inspirado por militantes do Estado Islâmico matou a tiros 14 pessoas em San Bernardino, na Califórnia, cerca de 100 km a leste de Los Angeles.

O distrito escolar recebe regularmente ameaças, mas esta se destacou pela sua escala, disse o superintendente de escolas Ramon Cortines.

"Esta é uma ameaça rara...Não foi para uma escola, duas escolas ou três escolas, foi para muitas escolas", afirmou Cortines a repórteres.

A polícia de Los Angeles e o FBI foram notificados da ameaça e estavam investigando, disseram autoridades.

Fonte - Exame

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Envolvimento Total dos Membros

sábado, 12 de dezembro de 2015

Acordo da Cúpula de Paris é aprovado e determina verba para países pobres


"Pela primeira vez, cada país do mundo se compromete a reduzir as emissões, fortalecer a resiliência e se unir em uma...
Posted by Diário da Profecia on Domingo, 13 de dezembro de 2015

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Papa pede compromisso global com pacto climático firmado em Paris

#ECOmenismo #Vaticano

Posted by Diário da Profecia on Domingo, 13 de dezembro de 2015

Isso vai dar certo?

Grandes potências globais anunciam novos bombardeios contra bases do Estado Islâmico na Síria e no Iraque, mas fracassos recentes mostram que a estratégia não é suficiente diante da tática guerrilheira adotada pelos terroristas

A ofensiva dos Estados Unidos contra o Estado Islâmico (EI), grupo terrorista que instaurou um califado entre a Síria e o Iraque, começou em setembro do ano passado, quando o presidente Barack Obama foi a público anunciar um plano para conter seu avanço. Àquela altura, o grupo terrorista havia decapitado dois jornalistas americanos e começava a subir o tom das ameaças ao Ocidente. Um ano depois, enquanto a campanha de ataques aéreos conquistou poucos resultados práticos, o terror espalhado pelo EI atraiu novos atores políticos para essa batalha. A França, que, no início, hesitava em atacar a Síria, foi a primeira a aderir ? e a primeira a sofrer com essa decisão, quando uma série de atentados matou 130 pessoas em Paris em novembro. Há alguns dias, os Parlamentos da Grã-Bretanha e da Alemanha aprovaram a participação de seus países no lançamento de bombardeios contra o EI na Síria. Na quarta-feira 9, o premiê britânico, David Cameron, disse que trabalharia junto com o presidente russo, Vladimir Putin, que iniciou os ataques há três meses. A participação alemã será menos direta e se restringirá ao envio de equipamentos. ?Vamos destruir o EI e qualquer outra organização que tente nos fazer mal?, disse Obama, em rede nacional. A estratégia vai funcionar?

O discurso feito no Salão Oval da Casa Branca, em ocasião rara, ocorreu na noite do domingo 6, quatro dias depois que um casal de muçulmanos radicalizados realizou um tiroteio num centro de serviços sociais em San Bernardino, Califórnia, matando 14 pessoas. Ao classificar o massacre como um ?ato terrorista?, Obama pediu para o Congresso restringir o acesso de suspeitos a armas e revisar a política de visto para estrangeiros. O presidente dos EUA reconheceu que, nos últimos anos, ?a ameaça terrorista evoluiu para uma nova fase.? Agora a ideologia do terror circula livremente pelas redes sociais a ponto de inspirar jovens como os autores da chacina de San Bernardino e do atentado à Maratona de Boston, em 2013. Por isso, Obama exaltou a adesão de seus maiores aliados ? François Hollande, Angela Merkel e David Cameron ? aos bombardeios aéreos contra o EI no Iraque e na Síria. Aos seus críticos, para quem essa política é demasiadamente branda, ele deixou um recado: colocar tropas americanas para lutar em solo é exatamente o que os jihadistas querem, porque, além de custosa para os EUA, só ajudaria a visão do ?nós contra eles? e o recrutamento de jovens muçulmanos dispostos a morrer como mártires.

?A política do governo americano para a Síria é incoerente?, disse à ISTOÉ o historiador Vijay Prashad, professor de Relações Internacionais do Trinity College, de Connecticut. ?Todo mundo concorda que os bombardeios aéreos não são suficientes.? Para ele, a estratégia mais efetiva inclui fechar a fronteira com a Turquia, que é por onde as armas e a logística chegam ao EI e de onde sai o petróleo comercializado pelos terroristas, e se juntar às forças que já estão combatendo o EI em solo, como os curdos, os Exércitos do Iraque e da Síria e outras milícias rebeldes. ?Mas isso não é possível agora porque os turcos são contrários aos curdos e a coalizão ocidental é contrária ao regime de Bashar al-Assad na Síria?, afirma. ?Se essas divergências políticas não forem resolvidas, não haverá pressão real sobre o EI.? Um dos pontos levantados por Obama para derrotar o EI é sufocar o grupo pelo lado financeiro. Segundo relatório da consultoria de risco IHS, o grupo recebe cerca de US$ 80 milhões por mês, sobretudo com a venda de petróleo e a cobrança de impostos nas áreas que controla. Mas, para isso, a Turquia, até aqui reticente no combate aos terroristas, precisaria assumir o protagonismo. Nas últimas semanas, Moscou tem acusado o país de ser o maior consumidor do petróleo contrabandeado pelo EI.

Enquanto as grandes potências tentam afinar o tom do ataque derradeiro, os terroristas espalham sua influência. Desde janeiro de 2014, de acordo com o Instituto para o Estudo da Guerra, de Washington, o EI faz ?campanha para aterrorizar e polarizar a Europa? e já ?inspirou, financiou e dirigiu tentativas e ataques bem-sucedidos no Reino Unido, França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Espanha, Bósnia, Kosovo e Turquia.? Parte desse plano estaria também em provocar reações contrárias às comunidades muçulmanas nesses países, o que encorajaria outros jovens a juntar-se a eles, como já tem ocorrido. Na semana passada, a polícia identificou um jovem de 23 anos da comuna de Estrasburgo, leste da França, como o terceiro autor do ataque à boate Bataclan, em mais um indicativo de que os atentados de Paris foram realizados apenas por europeus treinados pelo EI na Síria. A aliança de Obama, Hollande, Merkel e Cameron será capaz de frear isso?

Fonte - Isto É

Cristãos palestinos e muçulmanos unidos pela paz

Cristãos palestinos e muçulmanos marcharam juntos nesta quinta-feira para o início das comemorações do Natal em Ramallah, na Cisjordânia. Os manifestantes também protestaram contra a violência entre israelenses e palestinos.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Zika e microcefalia podem se espalhar por todo o país

É uma questão de tempo para que o zika vírus tenha casos registrados em todo o país. A afirmação é do ministro da Saúde, Marcelo Castro, feita horas depois de ter divulgado um novo boletim de casos suspeitos de microcefalia. Na terça-feira pela manhã, em uma coletiva realizada em Brasília, Castro apresentou que oBrasil já soma 1.761 registros de bebês nascidos em 2015 com a má-formação em 14 Estados, que pode estar relacionada à infecção das mães, durante a gravidez, por zika. No mesmo dia, enquanto lançava campanha de combate ao mosquito no Rio de Janeiro, o ministro disse que concordava com as tendências apontadas por especialistas de que casos de zika e microcefalia vão se espalhar por quase todos os Estados. Será o clima, segundo o responsável pela pasta, que poderá afastar a doença do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

– Os cientistas são unânimes em afirmar que (o surto) se espalhará para os demais Estados, dificilmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, por causa do clima. É uma situação extremamente grave. Entendo que este é o problema número 1 que o Brasil tem hoje. E tem de ser atacado com todas as forças, porque são vidas humanas que estão em jogo – disse o ministro.

"Não fiquei com medo de enfrentar uma deficiência, mas de perder ele", diz mãe de criança com microcefalia

Para Lavínia Faccini, médica geneticista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e uma das especialistas envolvidas na elaboração do Protocolo de Vigilância e Resposta à Ocorrência de Microcefalia Relacionada à Infecção pelo Vírus Zika do governo federal, o ministro foi muito otimista ao colocar os dois Estados na lista dos imunes ao zika e à microcefalia.

– Não deve ser considerada uma situação que a gente fique tranquilo e despreocupado. Nada impede que, se não tomarmos os cuidados necessários, haja proliferação do mosquito e a transmissão do zika – alerta, lembrando que o Rio Grande do Sul ainda não registrou nenhum caso autóctone (contraído dentro do Estado) de zika e nem de microcefalia relacionada à contaminação.

Entenda o que está sendo feito para combater o Aedes Aegypti no Brasil

Paulo Behar, chefe do Serviço de Infectologia da Santa Casa de Misericórdia da Capital, também não acredita que os dois Estados saiam imunes ao surto observado nas outras regiões:

– Não dá para apostar. O RS é pouco ou parcialmente privilegiado para casos de dengue, chikungunya e zika, mas afirmar que não há risco não tem base científica.
Segundo o especialista, questões climáticas e geográficas colaboram para que estas doenças, consideradas tropicais, demorem para chegar até aqui. O Aedes aegypti se reproduz muito menos em climas subtropicais, o que reduz o risco de circulação dos vírus. Entretanto, a expectativa de um verão com chuvas acima da média deixa as autoridades cada vez mais atentas para a chegada de possíveis casos importados de zika.

– Estamos trabalhando com a hipótese de que vamos ser afetados. A possibilidade do vírus vir para o Estado é concreta. Muito também por causa das viagens de final do ano para regiões que vivem com a epidemia. Talvez o problema não seja de grande magnitude. Trabalhamos para evitar casos e para que eles sejam poucos, não um surto – diz Marilina Bercini, diretora do Centro Estadual de Vigilância em Saúde da Secretaria Estadual da Saúde.

Para reduzir riscos e protelar a chegada do vírus no RS, o governo coloca todas as suas forças no combate ao transmissor das doenças, que hoje já está presente em 168 municípios gaúchos. Ontem, as secretarias Estadual e municipais da Saúde dos locais infestados pelo mosquito estão reunidas para discutir medidas de extermínio ao Aedes aegypti.

Só neste ano, o Estado registrou 1.283 casos confirmados de dengue. Conforme boletim epidemiológico do governo estadual, com dados coletados até o último dia 5, 1.039 dessas ocorrências se referem a casos autóctones. Caibaté, Santo Ângelo, Panambi e Erval Seco, na Região Noroeste, foram os municípios que mais notificaram esse tipo de caso.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Forte terremoto é registrado na Indonésia

Um terremoto de magnitude 6.9 foi registrado nesta quarta-feira (9) na região da Indonésia. Segundo o Centro Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), o tremor ocorreu às 19h21 locais (7h21 de Brasília).

O terremoto foi registrado no mar, a 106 km da cidade e Amahai, na Indonésia. Ele ocorreu a uma profundidade de 33 km.

Ainda não há informações sobre danos ou vítimas.

Fonte - G1

Alemanha vai ganhar o primeiro “templo da religião mundial”

Com o afluxo de milhões de refugiados para a Europa nos últimos meses, a Alemanha está no centro do debate que tem dividido os europeus. Principal destino dos homens e mulheres que desejam recomeçar a vida longe da pobreza e da guerra, o discurso alemão tem sido o da tolerância, em especial por que a imensa maioria dos que chegam são muçulmanos.

Agora, a iniciativa House of One (Casa de Um Só) comemora o primeiro milhão de euros doado para a construção do que é chamado de o primeiro “templo da religião mundial”. O edifício servirá como sinagoga, mesquita e igreja ao mesmo tempo.

O local multirreligioso é a primeira inciativa do gênero no mundo. O início das obras está marcado para os primeiros meses de 2016. Ano passado, quando o projeto foi lançado, o rabino Tovia Ben Chorin estava ao lado do pastor luterano Gregor Hohberg e do imã Kadir Sanci. A foto oficial mostra cada um deles segurando um tijolo, símbolo de sua união para a edificação do futuro templo.

Enquanto em vários países do mundo os muçulmanos matam e perseguem os membros de outras religiões, na Europa secularizada, seu discurso é de “paz e tolerância”.

Com orçamento de 43 milhões de euros, o site da House of One, disponível em sete idiomas, explica que qualquer pessoa poderá contribuir, comprando um tijolo. Ele usa o mesmo raciocínio dos projetos de crowdfunding, cada um dá um pouco para que no final todos ganhem.

Também explica que os seguidores de outras religiões serão convidados para os diferentes cultos na House of One. O foco principal do templo multirreligioso é atrair os jovens, que dificilmente são vistos nas igrejas. Os judeus em Berlin são uma comunidade pequena. Por outro lado, a presença de muçulmanos é crescente em toda a Europa.

O espaço que concretiza o ecumenismo será usado pelos islâmicos na sexta, judeus no sábado e cristãos no domingo, respeitando o “dia sagrado” de cada grupo. Nos demais dias da semana, terá atividades diversificadas.

O projeto arquitetônico foi escolhido em um concurso e recebeu total apoio da Comunidade Judaica de Berlim, do Seminário Abraham Geiger, do Fórum de Diálogo Intercultural Islâmico e da Congregação Luterana das Igrejas.

O prédio ficará na Praça Petriplatz, no centro histórico da cidade. O terreno está vazio e funciona como estacionamento. Curiosamente, durante séculos naquele terreno cristãos celebraram seus cultos.

Vários prédios diferentes abrigaram congregações de cristãos, até a última igreja ser parcialmente destruída na Segunda Guerra Mundial. Acabou sendo demolida em 1964, durante o regime comunista, pois fica numa região que pertencia à antiga Alemanha Oriental.

Fonte - Gospel Prime

ONU: Vaticano apela a um «trabalho conjunto» para travar ameaças globais

Conflitos armados, migrações, pobreza e ambiente foram alguns dos desafios apontados pela Santa Sé na 32.ª conferência internacional da Cruz Vermelha

Genebra, Suíça, 09 dez 2015 (Ecclesia) – O representante da Santa Sé junto das Nações Unidas em Genebra apelou ao esforço conjunto dos organismos internacionais humanitários, católicos e da sociedade civil, face às ameaças que se colocam à humanidade.

“Desarmamento, e desamamento nuclear em particular, migrações, pobreza, conflitos armados, respeito pelos direitos humanos e pelas leis em vigor, mudanças climáticas e problemas ambientais, doenças, entre outros, são áreas que devemos trabalhar em conjunto, para assegurar um futuro melhor para as próximas gerações”, frisou D. Silvano Tomasi.

O arcebispo italiano participou em Genebra, Suíça, na 32.ª conferência internacional do Movimento Cruz Vermelha e Crescente Vermelho.

Segundo um comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA, o responsável católico apontou para a necessidade de uma maior “vontade política”, acompanhada de mais “investimento económico e disponibilização de recursos humanos”, para responder às várias frentes que estão em aberto, um pouco por todo o globo.

Numa era em que os conflitos armados parecem ser “intermináveis” e os “desastres naturais”, consequência “da degradação do ambiente e das alterações climáticas, têm um “custo trágico”, é essencial apostar na “prevenção”.

E “a melhor prevenção”, salientou o representante da Santa Sé, “é através do desenvolvimento integral das pessoas, que tem de ter em conta aspetos como o progresso humano, social, económico, educacional, emocional e espiritual”.

“A melhoria da qualidade de vida, tanto dos indivíduos como das famílias, e a promoção das liberdades e dos direitos humanos, especialmente dos mais pobres e marginalizados, podem ser decisivas para evitar novos conflitos armados ou guerras civis”, disse D. Silvano Tomasi.

Uma aposta mais efetiva na formação e educação das pessoas pode também contribuir para que “as leis internacionais e humanitárias” deixem de ser tão “ignoradas e violadas”, complementou o arcebispo.

A 32.ª conferência internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho coincidiu com o 50.º aniversário da proclamação dos princípios fundamentais do Movimento: “Humanidade, imparcialidade, neutralidade, independência, serviço voluntário, unidade e universalidade”.

Na sua intervenção, o delegado permanente da Santa Sé junto da ONU em Genebra enalteceu o “contributo inestimável” que aquela rede humanitária tem dado ao serviço dos mais carenciados e desfavorecidos, “especialmente em situações de crise”.

“Em nome da Santa Sé, quero reconhecer particularmente o esforço da Cruz Vermelha em resposta à epidemia de ébola que causou tanto sofrimento na Guiné, na Libéria e na Serra Leoa”, concluiu.

Durante a conferência em Genebra, foi decidida a atribuição de um louvor a todos os voluntários que “abnegadamente” prestaram apoio às comunidades locais e às famílias vítimas do vírus.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Mil judeus aceitam a Jesus como Messias numa única noite

Em meio a inúmeros relatos de conflito raciais, ataques terroristas e tensão religiosa, há algo diferente no ar em Israel. Segundo a revista Charisma, é a presença sobrenatural de Deus em um grande avivamento.

Pela primeira vez em quase dois mil anos há o registro de 1.000 judeus ouvindo e aceitando o evangelho de Jesus Cristo ao mesmo tempo. A reunião em Tel Aviv lotou o espaço para conferências utilizado pelo ministério do judeu convertido Sid Roth.

Pregando em inglês, com tradução simultânea para o russo, o evento atraiu um público incomum para um evento desses realizado em solo israelense. Segundo a Charisma, foi algo comparado ao relato do Livro de Atos.

Embora Israel seja o país com maior liberdade religiosa do Oriente Médio, judeus que confessam a Jesus como Messias enfrentam dificuldades em seu convívio social. Menos de dois por cento da população de Israel afirma ser cristã.

Sid Roth é um pregador pentecostal, conhecido nos Estados Unidos pelo seu programa de TV It’s Supernatural [É Sobrenatural]. Há anos ele tem falado sobre um avivamento em Israel antes da volta de Jesus.

Seu ministério também abriga a Visão Messiânica, que trabalha especificamente na evangelização de judeus. O evangelista tem viajado regularmente a Israel para encontros do tipo, mas relata que nas últimas viagens a recepção à mensagem tem sido sem precedentes.

Ele tem apelado para que a Igreja ore por um mover entre os judeus nestes últimos dias. Sua pregação em Tel Aviv exaltou o amor incondicional de Deus. Depois começou a orar pelo toque de Deus na vida das pessoas presentes no encontro. Enquanto orava pela cura física, centenas levantaram as mãos, afirmando que haviam recebido o milagre.

As Escritura declaram que o judeu exige sinais (1 Co 1:22). Logo em seguida, Roth fez o convite para quem queria fazer de Yeshua (Jesus) seu Messias e Senhor. Quase todos os presentes levantaram-se e fizeram a oração de arrependimento e salvação. Pastores messiânicos locais irão acompanhar e discipular aqueles que tomaram a decisão de seguir a Jesus.

Fonte - Gospel Prime
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