Um terremoto de magnitude 7,2 graus atingiu nesta terça-feira o sudoeste do Paquistão, perto da fronteira com o Afeganistão, informou o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), sem que por enquanto se conheça a existência de danos pessoais ou materiais. O epicentro do tremor foi a 84 km de profundidade.
Inicialmente, a informação do instituto geológico era de que o tremor seria uma magnitude de 7,4 graus e teria ocorrido uma profundidade de 10 km.
O tremor aconteceu a 55 quilômetros de uma localidade em que os EUA têm uma base aérea, de onde conduzem operações do conflito no Afeganistão.
...
Fonte - Último Segundo
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Adote um aluno na África
Além de alfabetizar os alunos, a ajuda financeira dá direito a um uniforme e a um lanche por dia. De acordo com uma das coordenadoras do projeto, a brasileira Érica Batista, esta é a única refeição diária de maioria dos alunos.” As crianças sofrem as conseqüências de um sistema educacional precário no país que foi destruído pela guerra e que carrega marcas da escravidão”, explica.
Atualmente, o Colégio Adventista de Chamba possui 80 alunos e depende totalmente de doações para se manter. O projeto “Adote um aluno na África” quer alcançar até 200 doadores. As aulas começam no dia 17 de janeiro, porém as matrículas estão abertas até o final do mês de fevereiro.
Quem participar da campanha poderá acompanhar o desempenho do aluno através de fotos, vídeos e relatórios que estarão disponíveis no Blog do projeto. Participe da campanha “Adote um aluno na África” acessando o seguinte endereço: www.cacmocambique.blogspot.com
Dúvidas serão esclarecidas pelo email: contato@novotempo.org.br
Veja vídeos e fotos da campanha e de alunos do Colégio Adventista de Chamba:
Degelo acelerado dos Andes ameaça América do Sul
Desaparecimento das geleiras em países como o Peru, que dependem delas para o fornecimento de água, já preocupa e pode resultar em milhões de refugiados climáticos e na desestabilização de todo o continente.O Peru possui 70% de todas as geleiras existentes na zona tropical do planeta, que são fundamentais para o fornecimento de água e para o próprio clima de diversos países. Porém o aumento da temperatura está provocando o degelo dessas regiões em um ritmo mais rápido que o previsto por cientistas e existe o risco de que nos próximos 10 anos geleiras inteiras deixem de existir.
Se esse cenário se confirmar, uma grande crise econômica e social pode desestabilizar todo o continente, fazendo surgir mais conflitos entre os países.
“Imagine o que pode acontecer se as geleiras andinas se forem e milhões de pessoas famintas tiverem que migrar para outras regiões”, explicou ao jornal Washington Post o ex-diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), James Woolsey.
Dados dos últimos 40 anos do governo peruano já mostram o impacto do degelo na agricultura e no modo de vida das pessoas que moram nas zonas mais próximas às geleiras.
“Antes eu caminhava duas horas e já alcançava a geleira. Mas agora, eu ando cinco, seis horas para chegar à ela. Nós pegamos toda a nossa água de lá, se o gelo desaparecer simplesmente não teremos mais água”, disse Maximo Juan Malpaso Carranza, agricultor da comunidade andina de Utupampa.
Mais de dois milhões de peruanos dependem diretamente da água coletada na chamada Cordilheira Branca. Porém, pesquisadores afirmam que essas montanhas já perderam 30% de suas geleiras desde 1970.
O próprio governo do país reconhece que precisa de ajuda para lidar com a situação, seja com a construção de reservatórios e represas ou com investimentos que melhorem a produção agrícola.
“Se o Peru e seus aliados não criarem projetos para conservar água, melhorar a infraestrutura e controlar o degelo nos próximos cinco anos, o desaparecimento das geleiras podem levar a um desastre social e econômico”, afirmou Alberto Hart, conselheiro de mudanças climáticas do Ministério de Relações Exteriores do Peru.
Para minimizar esse quadro, o governo peruano está tentando arrecadar junto à comunidade internacional US$ 350 milhões por ano até 2030.
No ano passado, o Peru recebeu US$ 30 milhões dos Estados Unidos em ajuda para mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Porém, a maior parte desses recursos acabou destinada para as áreas de florestas do país.
O Banco Mundial já vem trabalhando com o Peru para monitorar o suprimento de água e implementar modificações na agricultura. Japão, Austrália e Suiça também ofereceram ajuda.
Mas o degelo dos Andes não afetará apenas o Peru, pois terá sérias consequências de forma direta na Bolívia e no Equador, onde cidades já convivem com a ameaça de enchentes relâmpago e seca. Os rios que formam a Bacia Amazônica também deverão sofrer, já que nascem na cordilheira. Todos os impactos do degelo ainda não estão claros e mais estudos deveriam ser incentivados pelos governos sul-americanos.
A Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC) identifica a América do Sul como uma das áreas mais vulneráveis às mudanças climáticas. Além do degelo dos Andes, praticamente todo o litoral do continente está sujeito a fortes tempestades e enchentes, fenômenos extremos que põe em risco milhões de pessoas devido à densidade populacional e a ocupação desordenada nas cidades.
Fonte - Envolverde
«Testemunho da unidade» é «necessário para dar credibilidade» ao cristianismo
Beja, 18 Jan (Ecclesia) – O bispo de Beja considera que “o testemunho da unidade” dos cristãos é necessário para dar credibilidade” ao cristianismo, pois só assim é possível que ele ganhe “força” numa “sociedade agitada e submersa no materialismo”.
Na nota semanal transmitida aos microfones da Rádio Pax, D. António Vitalino defende que “o caminho de conversão à unidade” exige que os católicos se reconciliem e prestem atenção aos “irmãos” das outras Igrejas cristãs.
“Facilitar esta comunhão profunda é a missão da Igreja através dos séculos” frisa o prelado, referindo-se à Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, que começa hoje e se prolonga até 25 de Janeiro.
O tema da unidade é retomado por D. António Vitalino na referência ao Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, que a Igreja Católica assinalou no último Domingo.
No entender do bispo de Beja, “a humanidade precisa de luz, de guias” e de “libertadores” que a ajudem a “descobrir a grandeza da sua dignidade”, não se resignando “perante um mundo de desigualdades gritantes, como se houvesse seres humanos de primeira, de segunda, de terceira e de muitas mais outras categorias”.
A “unidade da família humana” manifesta-se “no acolhimento e hospitalidade manifestada para com os migrantes, com especial atenção para com os estudantes estrangeiros”, sublinha D. António Vitalino.
O presidente da Comissão Episcopal da Mobilidade Humana, departamento da Igreja Católica responsável pelo acompanhamento dos migrantes, também acentua o valor da “partilha e ajuda solidária para com os pobres e as vítimas de tragédias”.
Fonte - Ecumenismo
Na nota semanal transmitida aos microfones da Rádio Pax, D. António Vitalino defende que “o caminho de conversão à unidade” exige que os católicos se reconciliem e prestem atenção aos “irmãos” das outras Igrejas cristãs.
“Facilitar esta comunhão profunda é a missão da Igreja através dos séculos” frisa o prelado, referindo-se à Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, que começa hoje e se prolonga até 25 de Janeiro.
O tema da unidade é retomado por D. António Vitalino na referência ao Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, que a Igreja Católica assinalou no último Domingo.
No entender do bispo de Beja, “a humanidade precisa de luz, de guias” e de “libertadores” que a ajudem a “descobrir a grandeza da sua dignidade”, não se resignando “perante um mundo de desigualdades gritantes, como se houvesse seres humanos de primeira, de segunda, de terceira e de muitas mais outras categorias”.
A “unidade da família humana” manifesta-se “no acolhimento e hospitalidade manifestada para com os migrantes, com especial atenção para com os estudantes estrangeiros”, sublinha D. António Vitalino.
O presidente da Comissão Episcopal da Mobilidade Humana, departamento da Igreja Católica responsável pelo acompanhamento dos migrantes, também acentua o valor da “partilha e ajuda solidária para com os pobres e as vítimas de tragédias”.
Fonte - Ecumenismo
Há propósito nas catástrofes?
Há um século, a escritora Ellen White registrou: “É chegado o tempo em que haverá no mundo tristeza que nenhum bálsamo humano pode curar. O Espírito de Deus está sendo retirado. Catástrofes por mar e por terra seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Quão frequentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo” (Profetas e Reis, p. 277).Nunca é demais lembrar que não é Deus quem causa as tragédias. Elas são decorrentes de uma combinação de, basicamente, três fatores: (1) habitamos num mundo que agoniza sob os efeitos destrutivos do pecado; (2) o inimigo de Deus, ainda que restringido em suas ações, tem poder sobre os elementos e os usa para causar sofrimento; (3) damos lugar à imprudência e intensificamos, assim, os riscos de calamidades. Deus tem protegido os seres humanos dos males que por certo já os teriam feito desaparecer da face da Terra. Não fossem os anjos de Apocalipse 7, que seguram os “ventos” de destruição, a espécie humana não mais existiria. Mas, à medida que o fim se aproxima (leia-se volta de Jesus), a proteção divina vai aos poucos sendo retirada da Terra (o que não significa que o Espírito de Deus tenha deixado ou vá deixar de trabalhar até o último momento no coração dos humanos sinceros que almejam algo mais do que os prazeres deste mundo).
Note que Ellen White, embora não identifique a Deus como causador das tragédias, afirma que Ele as usa como “instrumentos” para despertar as pessoas da letargia e fazer com que pensem no perigo iminente. Que perigo? O maior de todos: a perda da vida eterna e a destruição deste planeta que, depois, será recriado – e nada mais poderá ser feito pelos impenitentes. Nada é mais urgente ou importante do que isso e as tragédias localizadas têm a capacidade de nos lembrar do que é perene e realmente significativo. Nos últimos anos, tem-se a impressão de que esses “instrumentos” têm sido usados com mais frequência, embora sejam considerados “sinais dos tempos” e não necessariamente do fim. Basta lembrar-se do mortífero tsunami na Ásia, das inundações em Santa Catarina e do devastador terremoto no Haiti, para citar três mais recentes.
Essas tragédias costumam trazer à luz o que há de melhor e pior na humanidade. O pior: pessoas que se aproveitam da situação de caos para saquear os poucos recursos que deveriam ser repartidos entre as vítimas. O melhor: a união de esforços que sobrepuja placas de igreja, etnias e hierarquias. Nessas horas, quem tem coração solidário é tão-somente humano; é irmão que sofre com os que sofrem – lágrimas não têm cor nem religião. Jesus, por certo, também derrama lágrimas, pois é Deus-homem que Se identifica com os sofredores. Ele tem interesse em cada um de Seus filhos, mas visa, sobretudo, à nossa salvação eterna, pois somente lá, na Nova Terra, estaremos finalmente longe de perigo. Enquanto o Céu não vem, Deus deseja que sejamos Seus braços e mãos aqui na Terra e estejamos prontos para aquele grande dia; ou para os dias terríveis nos quais confrontamos a morte.
“No grande conflito entre o bem e o mal, era neces¬sário dar a Satanás toda a oportunidade de mostrar seu verdadeiro caráter, para que o universo celestial e a raça pela qual Cristo estava oferecendo Sua vida vissem a justiça dos desígnios de Deus. Aos que estão sob o controle do inimigo deve ser permitido revelar os princípios do seu governo” (Ellen White, The Seventh-day Adventist Bible Commentary, v. 5, p. 1.107). Creio que já houve tempo suficiente para termos certeza de que este mundo não é um lugar seguro para se viver e que precisamos aceitar o plano de Deus para nossa vida.
Enquanto Jesus não traz a solução definitiva (em Sua vinda), oremos e trabalhemos para minorar a dor do semelhante e ajudá-lo a olhar para frente e para o alto, de onde vem nossa esperança real e definitiva.
Michelson Borges
P.S.: Acesse o site http://novotempo.com/solidariedade e veja como você pode ajudar as vítimas dessa que está sendo considerada a maior tragédia ambiental da história do Brasil.
Conta corrente da ADRA Rio
Banco: Bradesco
Agência: 1125-8
Conta corrente: 43493-0
Títular: Instituição Adventista Este Brasileira de Educação e Assistência Social
II Coríntios 8:1-5
Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus dada às igrejas da macedônia;
Como em muita prova de tribulação houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza abundou em riquezas da sua generosidade.
Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente.
Pedindo-nos com muitos rogos que aceitássemos a graça e a comunicação deste serviço, que se fazia para com os santos.
E não somente fizeram como nós esperávamos, mas a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor, e depois a nós, pela vontade de Deus.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Momento Profético #9
Não é a vontade de Deus que Seu povo fixe residência nas cidades, onde há constante agitação e confusão. Deveriam poupar a seus filhos tal coisa; pois todo organismo é prejudicado pela correria, precipitação e barulho.
(Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 357)
sábado, 15 de janeiro de 2011
ONU: deslizamento no RJ está entre 10 piores do mundo
O drama que assola a região serrana do Rio de Janeiro já está entre os dez piores deslizamentos do mundo nos últimos 111 anos. O número de vítimas do desastre ultrapassou o de uma tragédia na China que até então ocupava a décima posição no ranking da Organização das Nações Unidas (ONU) - ainda não atualizado. Além disso, o deslizamento desta semana já é o segundo maior do mundo no último ano e o terceiro maior da década.
Os dados fazem parte do banco de estatísticas do Centro para a Pesquisa da Epidemiologia de Desastres. A entidade com sede na Bélgica fornece os números oficiais da ONU para avaliar respostas a desastres naturais pelo mundo. Para especialistas, problemas semelhantes ao do Rio já vêm sendo registrados no Brasil há anos e as explicações estão na falta de vontade política e de investimentos.
...
Fonte - O Estado de Minas
Nota Cristo Voltará: A maior tragédia natural do Brasil. Fortes chuvas atingiram a região serrana do Estado do Rio de Janeiro nos dias 11 e 12 de janeiro, e provocaram enchentes inéditas, com tremendos deslizamentos de terra. As cidades mais atingidas são: Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto. O Inmet informa que choveu 300mm em 24 horas. O número de vítimas até o momento (são agora 16:30) é de 520 pessoas. No Rio de Janeiro um empresário viveu o pior pesadelo de sua vida, ele teve que enterrar 11 familiares. Ele está em estado de choque. O que aconteceu ali é indescritível e o que sentem as pessoas que sobreviveram é impossível de avaliar. Há tensão e medo por toda parte. Em Nova Friburgo rompeu uma caixa d’água e pessoas correram como puderam para fugir de outra avalanche. Felizmente foi só uma caixa d’água. Uma criança gritava na rua dizendo: “é o fim do mundo”. Só de ver na televisão as fotos e filmagens dá uma sensação ruim, um sentimento de impotência, e de respeito para com a natureza.
Os seres humanos abusaram da natureza, ela não tem culpa. E também que não se culpe a DEUS, pois Ele nos deu a natureza para que dela cuidássemos, não que dela só tirássemos. Constroem-se casas desde nas várzeas dos rios, à beira-mar e até nas encostas dos morros e montanhas. Amontoam-se prédios, asfaltam-se ruas e calçam-se terrenos. Nunca se pensou sobre se isso é prudente. Agora já está feito, é esperar os efeitos, e eles estão aí para se ver, e sofrer. E não só no Brasil, mas em muitos lugares do mundo. A tecnologicamente desenvolvida sociedade humana deveria ter umas aulas com os primitivos índios, para aprender como respeitar a natureza. Essas aulas deveriam ter ocorrido há uns 150 anos atrás, agora já é tarde. O ser humano está em guerra com a natureza, e ela aceitou a declaração de guerra, e está se defendendo e também atacando. Nessa tremenda luta, como em todas as guerras, morrem muitos inocentes.
Esse é o mundo, a tecnologia se desenvolvendo cada vez mais, porém, as condições de vida, só piorando. Para arrematar, a água nem ainda secou nessas cidades, as pessoas caminhando na lama, contudo, outros seres humanos, assaltando residências e comércios, aproveitando-se da situação para levar o que ainda sobrou.
DEUS tenha misericórdia de nós. Mesmo o ser humano sendo assim, JESUS morreu por todos nós.
Os dados fazem parte do banco de estatísticas do Centro para a Pesquisa da Epidemiologia de Desastres. A entidade com sede na Bélgica fornece os números oficiais da ONU para avaliar respostas a desastres naturais pelo mundo. Para especialistas, problemas semelhantes ao do Rio já vêm sendo registrados no Brasil há anos e as explicações estão na falta de vontade política e de investimentos.
...
Fonte - O Estado de Minas
Nota Cristo Voltará: A maior tragédia natural do Brasil. Fortes chuvas atingiram a região serrana do Estado do Rio de Janeiro nos dias 11 e 12 de janeiro, e provocaram enchentes inéditas, com tremendos deslizamentos de terra. As cidades mais atingidas são: Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto. O Inmet informa que choveu 300mm em 24 horas. O número de vítimas até o momento (são agora 16:30) é de 520 pessoas. No Rio de Janeiro um empresário viveu o pior pesadelo de sua vida, ele teve que enterrar 11 familiares. Ele está em estado de choque. O que aconteceu ali é indescritível e o que sentem as pessoas que sobreviveram é impossível de avaliar. Há tensão e medo por toda parte. Em Nova Friburgo rompeu uma caixa d’água e pessoas correram como puderam para fugir de outra avalanche. Felizmente foi só uma caixa d’água. Uma criança gritava na rua dizendo: “é o fim do mundo”. Só de ver na televisão as fotos e filmagens dá uma sensação ruim, um sentimento de impotência, e de respeito para com a natureza.
Os seres humanos abusaram da natureza, ela não tem culpa. E também que não se culpe a DEUS, pois Ele nos deu a natureza para que dela cuidássemos, não que dela só tirássemos. Constroem-se casas desde nas várzeas dos rios, à beira-mar e até nas encostas dos morros e montanhas. Amontoam-se prédios, asfaltam-se ruas e calçam-se terrenos. Nunca se pensou sobre se isso é prudente. Agora já está feito, é esperar os efeitos, e eles estão aí para se ver, e sofrer. E não só no Brasil, mas em muitos lugares do mundo. A tecnologicamente desenvolvida sociedade humana deveria ter umas aulas com os primitivos índios, para aprender como respeitar a natureza. Essas aulas deveriam ter ocorrido há uns 150 anos atrás, agora já é tarde. O ser humano está em guerra com a natureza, e ela aceitou a declaração de guerra, e está se defendendo e também atacando. Nessa tremenda luta, como em todas as guerras, morrem muitos inocentes.
Esse é o mundo, a tecnologia se desenvolvendo cada vez mais, porém, as condições de vida, só piorando. Para arrematar, a água nem ainda secou nessas cidades, as pessoas caminhando na lama, contudo, outros seres humanos, assaltando residências e comércios, aproveitando-se da situação para levar o que ainda sobrou.
DEUS tenha misericórdia de nós. Mesmo o ser humano sendo assim, JESUS morreu por todos nós.
Momento Profético #8
Durante anos me foi ministrada revelação especial acerca do nosso dever de não centralizar a nossa obra nas cidades. O bulício e confusão que enchem essas cidades, as condições que nelas criam as uniões trabalhistas e as greves, tornar-se-ão grande desvantagem para a nossa obra.
(Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 115)
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Mídia, religião e ódio
Sarah Palin não é a única responsável pela reativação da histeria política nos EUA. Nem os seus fiéis seguidores do Tea Party & adjacências. A mídia, especialmente as emissoras de rádio dominadas pelos evangélicos de diversas origens, é a vocalizadora desse novo delírio americano.
Palin, Tea Party e a mídia religiosa fundamentalista são francamente direitistas. Quase fascistas. Não defendem golpes de Estado, querem eleições para chegar ao poder, não estão preocupados em manter a sociedade tolerante que empolgou os patriarcas da independência. Refugiam-se nas aparências da Constituição, mas não se preocupam em respeitar os seus fundamentos.
Tal como Hitler e Goebbels, 80 anos atrás, apostam todas as fichas no poder do rádio como propagador de chavões, simplificações e fanatismo. As emissoras de TV regionais entraram no jogo. Ódio segura audiências. Ódio e religião mais ainda. O mix audiovisual é imbatível em matéria de rancor.
A mídia liberal, progressista ou apenas analítica, é impressa. E ao assumir-se como moribunda, em vias de extinção ante o avanço digital, torna-se ainda mais frágil, perde convicções, veemência e credibilidade.
...
Fonte - Observatório da Imprensa
Nota DDP: De se observar que os contornos trazidos com a análise são exatamente aqueles que permitem se verificar a viabilidade dos eventos proféticos que devem se consumar na América.
Palin, Tea Party e a mídia religiosa fundamentalista são francamente direitistas. Quase fascistas. Não defendem golpes de Estado, querem eleições para chegar ao poder, não estão preocupados em manter a sociedade tolerante que empolgou os patriarcas da independência. Refugiam-se nas aparências da Constituição, mas não se preocupam em respeitar os seus fundamentos.
Tal como Hitler e Goebbels, 80 anos atrás, apostam todas as fichas no poder do rádio como propagador de chavões, simplificações e fanatismo. As emissoras de TV regionais entraram no jogo. Ódio segura audiências. Ódio e religião mais ainda. O mix audiovisual é imbatível em matéria de rancor.
A mídia liberal, progressista ou apenas analítica, é impressa. E ao assumir-se como moribunda, em vias de extinção ante o avanço digital, torna-se ainda mais frágil, perde convicções, veemência e credibilidade.
...
Fonte - Observatório da Imprensa
Nota DDP: De se observar que os contornos trazidos com a análise são exatamente aqueles que permitem se verificar a viabilidade dos eventos proféticos que devem se consumar na América.
Assinar:
Postagens (Atom)
