Lisboa, 03 Fev (Ecclesia) – O cardeal alemão Walter Kasper, presidente emérito do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos (CPPUC), disse hoje em Lisboa que o diálogo estabelecido nos últimos anos entre as várias Igrejas é “um processo irreversível”.
Numa conferência proferida na sede da Universidade Católica Portuguesa, este responsável afirmou que “as Igrejas e cristãos separados já não se encontram como inimigos ou competidores”.
A intervenção foi dedicada ao tema «Que todos possam ser um. Uma visão da unidade cristã para a próxima geração».
O cardeal Kasper considera que os cristãos devem apostar num “ecumenismo espiritual”, ou seja, a partilha da “vida”, nos seus aspectos concretos, e não apenas de “ideias”.
“O ecumenismo espiritual não se restringe a um lote de peritos escolhidos, é acessível e obrigatório para todos”, precisou.
Lembrando o seu trabalho no CPPUC, este responsável declarou que as “possibilidades” que hoje se abrem neste diálogo ecuménico deveriam permitir dar “não só um, mas dois ou três passos em frente”.
Falando numa “nova fase” do diálogo entre os cristãos, o cardeal alemão assinalou que “a unidade deve ser distinguida da uniformidade”, frisando que este processo “não é fácil e vai levar muito tempo”.
Walter Kasper foi nomeado em 2001 pelo Papa João Paulo II para presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, cargo que exerceu até Julho de 2010.
Para este especialista, o ecumenismo não deve ser um mero “assunto académico” nem embarcar num “activismo” inconsequente.
“O ecumenismo não é uma invenção humana, uma questão ou um interesse político”, referiu.
O cardeal alemão passou em revista as principais divisões entre as Igrejas, separadas, nalguns casos, desde o século V, e os passos dados no diálogo com as mesmas, por parte da Santa Sé.
Sobre a relação com as Igrejas Ortodoxas, divididas desde o século XI, D. Walter Kasper pediu “paciência e tempo”, sobretudo no que diz respeito à definição do papel do Papa e a sua autoridade universal (primado).
Para este especialista, a própria integração europeia só pode ser conseguida com a presença das Igrejas Ortodoxas do Leste, “que marcaram a cultura e a mentalidade” dos seus povos.
O presidente emérito do CPPUC admitiu, por outro lado, dificuldades acrescidas no diálogo com as Igrejas que se afastaram no século XVI, com a Reforma Protestante, devido à “ordenação de mulheres” ou “temas éticos” como o divórcio, o aborto ou o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
“A paisagem ecuménica está em mudança, de forma muito rápida”, assinalou, aludindo ao crescimento de movimentos “carismáticos e pentecostais” em todo o mundo, face ao decréscimo das “comunidades eclesiais protestantes tradicionais”.
Sobre a criação de ordinariato pessoal para acolher pastores e fiéis da Igreja Anglicana que desejem entrar em comunhão com a Igreja Católica, o cardeal Kasper lembrou que esta não foi uma "iniciativa do Vaticano", mas dos próprios fiéis que pediram essa mudança.
Na sua conferência, o teólogo germânico destacou que todos os Papas que se seguiram ao Concílio Vaticano II (nos anos 60 do século passado) “reafirmaram” o compromisso de actuar pela unidade entre todas as Igrejas e comunidades cristãs.
A intervenção enquadrou-se na cerimónia do doutoramento «honoris causa» que a UCP vai conceder ao cardeal Kasper, no dia 4 de Fevereiro, assinalando o Dia Nacional da Universidade.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja o papel do ecumenismo na profecia bíblica, clicando aqui.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Momento Profético #18
Foi-me mostrado que, se o povo de Deus não fizer esforços, de sua parte, mas esperar apenas que sobre eles venha o refrigério, para deles remover os defeitos e corrigir os erros; se nisso confiarem para serem purificados da imundícia da carne e do espírito, e preparados para tomar parte no alto clamor do terceiro anjo, serão achados em falta.
(Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 214)
A engenharia social de Obama
Deu na Veja desta semana (2/2/2011): “Como [o presidente norte-americano] Obama pode desempatar o jogo [com a China]? Do jeito de sempre: desfraldando a bandeira do medo, um negócio que tem cartaz junto ao eleitorado americano. Em escala tremendamente mais reduzida, Obama tenta fazer do perigo chinês o mesmo que Bush filho fez do terrorismo islâmico: unir o país em torno de suas propostas, ao martelar nos ouvidos dos americanos que os bárbaros estão forçando o portão. Para isso, talvez nada seja mais eficaz do que embaralhar a concorrência externa que vem da Ásia com a velha ameaça espacial soviética [Obama disse que a ascensão da China é ameaça comparável à corrida espacial com os soviéticos].”Essa mesma estratégia foi utilizada por Hitler ao eleger um inimigo comum e insuflar medo na população alemã. E a mesma engenharia social tem sido responsável por preparar o mundo para a aceitação de leis dominicais que visem à “salvação do planeta”, afinal (este é o argumento), se não nos unirmos para reverter um problema que supostamente foi causado por nós mesmos (o aquecimento global), estaremos fadados à extinção. E que medo é maior do que o da morte, da aniquilação? Quem viver verá ainda mais manipulação das massas e limitação das liberdades individuais em nome de um coletivismo perigoso para as minorias que não quiserem seguir o “rebanho”.
Nada melhor que o medo para unir o mundo em torno de uma causa comum. Só que Deus não trabalha assim. Ele nos dá liberdade de escolha e afirma que “o perfeito amor lança fora o medo” (1 João 4:18).
Fonte - Michelson Borges
Fãs ou seguidores de Jesus
Nem todo aquele que Me diz: “Senhor, Senhor”, entrará no reino dos Céus. Mateus 7:21
Você já deve ter escutado esta história várias vezes. Vou repeti-la como técnica de reforço. É a história de Charles Blondin, famoso equilibrista francês. Quando visitou os Estados Unidos, ficou fascinado com as cataratas do Niágara. Decidiu atravessá-las equilibrando-se em um cabo de aço. Extensão da travessia: 330 metros. Altura: 220 metros.
Cem mil pessoas se reuniram para ver a façanha. Era um negócio de vida ou morte. Não havia rede de segurança. Blondin atravessou a primeira vez. Na segunda vez, tirou fotografia das pessoas. Numa outra vez, levou uma cadeira e ficou em pé nela. Em outra, preparou um omelete. E então atravessou com um carrinho de mão. Foi aí que se aproximou da multidão e perguntou: “Vocês acreditam que eu consigo atravessar?” Claro, todos acreditavam. “Quem quer entrar no carrinho?”, perguntou Blondin. Fez-se grande silêncio. Então, um homem, Harry Colcord, que conhecia Blondin e tinha trabalhado com ele, e o havia visto atravessar cem vezes, entrou no carrinho de mão e foram para o outro lado. Blondin tinha milhares de fãs, mas apenas um seguidor.
Estrelas da TV e do cinema, jogadores e heróis têm seus fãs. Às vezes, esses fãs assistem ao espetáculo em que seus ídolos se apresentam. Fora isso, nenhum compromisso.
Conhecemos pessoas que são fãs de Jesus, mas nunca elevam seu nível de compromisso com Ele. Permanecem apenas como fãs. Há muitos que visitam nossas igrejas e ficam maravilhados, se desdobram em elogios. “Que ensinamentos bonitos vocês têm! Como seria se mais gente soubesse disso! Que música inspiradora! Senti-me perto do céu!” “Os anjos estavam cantando com vocês!” Outros dizem: “Gente, era isso que eu estava precisando. Eu quero conhecer mais.” Mas, na hora de decidir, deixar de ser fã para se tornar seguidor, colocar-se ao lado de Deus, vacilam.
Lembro-me de quando era pastor da Igreja Adventista Central de Brasília e comecei uma série de estudos bíblicos com uma senhora. Ela recebia como se fosse novidade tudo que eu lhe mostrava na Bíblia. Ao estudarmos sobre a volta de Jesus, percebi a inquietação dela. No fim do estudo, ela disse: “Infelizmente, não vai dar para continuar. Para aceitar isso vou ter que renunciar a muita coisa. E, por enquanto, não estou disposta.”
Fãs ou seguidores de Jesus? Ele disse: “Se alguém quiser acompanhar-Me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-Me” (Lc 9:23).
Fonte - Meditações Matinais 2011
Você já deve ter escutado esta história várias vezes. Vou repeti-la como técnica de reforço. É a história de Charles Blondin, famoso equilibrista francês. Quando visitou os Estados Unidos, ficou fascinado com as cataratas do Niágara. Decidiu atravessá-las equilibrando-se em um cabo de aço. Extensão da travessia: 330 metros. Altura: 220 metros.
Cem mil pessoas se reuniram para ver a façanha. Era um negócio de vida ou morte. Não havia rede de segurança. Blondin atravessou a primeira vez. Na segunda vez, tirou fotografia das pessoas. Numa outra vez, levou uma cadeira e ficou em pé nela. Em outra, preparou um omelete. E então atravessou com um carrinho de mão. Foi aí que se aproximou da multidão e perguntou: “Vocês acreditam que eu consigo atravessar?” Claro, todos acreditavam. “Quem quer entrar no carrinho?”, perguntou Blondin. Fez-se grande silêncio. Então, um homem, Harry Colcord, que conhecia Blondin e tinha trabalhado com ele, e o havia visto atravessar cem vezes, entrou no carrinho de mão e foram para o outro lado. Blondin tinha milhares de fãs, mas apenas um seguidor.
Estrelas da TV e do cinema, jogadores e heróis têm seus fãs. Às vezes, esses fãs assistem ao espetáculo em que seus ídolos se apresentam. Fora isso, nenhum compromisso.
Conhecemos pessoas que são fãs de Jesus, mas nunca elevam seu nível de compromisso com Ele. Permanecem apenas como fãs. Há muitos que visitam nossas igrejas e ficam maravilhados, se desdobram em elogios. “Que ensinamentos bonitos vocês têm! Como seria se mais gente soubesse disso! Que música inspiradora! Senti-me perto do céu!” “Os anjos estavam cantando com vocês!” Outros dizem: “Gente, era isso que eu estava precisando. Eu quero conhecer mais.” Mas, na hora de decidir, deixar de ser fã para se tornar seguidor, colocar-se ao lado de Deus, vacilam.
Lembro-me de quando era pastor da Igreja Adventista Central de Brasília e comecei uma série de estudos bíblicos com uma senhora. Ela recebia como se fosse novidade tudo que eu lhe mostrava na Bíblia. Ao estudarmos sobre a volta de Jesus, percebi a inquietação dela. No fim do estudo, ela disse: “Infelizmente, não vai dar para continuar. Para aceitar isso vou ter que renunciar a muita coisa. E, por enquanto, não estou disposta.”
Fãs ou seguidores de Jesus? Ele disse: “Se alguém quiser acompanhar-Me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-Me” (Lc 9:23).
Fonte - Meditações Matinais 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Reflexões sobre adoração e música
Alguns anos atrás, fui convidado para pregar num congresso de jovens, organizado por duas associações fora dos Estados Unidos.A tarefa da qual fui incumbido era de apresentar uma série sobre a distinta mensagem profética e missão da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Por isso, coloquei mãos ao trabalho e dediquei não poucas horas a preparar essa série. O dia do congresso finalmente chegou, e apanhei o voo de nove horas com grandes expetativas de que o congresso seria uma grande bênção.
As reuniões decorreram durante um fim-de-semana, num pavilhão desportivo. Na sexta-feira à noite, eu cheguei cedo. Lenta mas convitamente, a juventude começou a encher a sala em pequenos grupos. Em pouco tempo, todos no pavilhão permaneciam em pé, com mais de mil jovens presentes. Tudo indicava que este congresso seria uma grande bênçãos para todos os participantes. Mas não foi preciso muito tempo para as minhas expetativas otimistas serem destruídas!
O programa começou com uma equipa de louvor, todos em calças de ganga e t-shirts, que subiram ao palco para liderar o serviço musical. Na plataforma, havia um teclado, guitarras elétricas e bateria. Com o som retumbando em decibéis ao nível da surdez a banda começou a tocar e a equipa de louvor a cantar. O batimento sincopado e rítmico juntamente com a letra repetitiva, eram acompanhados de luzes coloridas que oscilavam sobre a multidão e o teto do auditório. Na plataforma havia uma máquina que soltava fumo que enchia o palco de nevoeiro. Os jovens dançavam, assobiavam, batiam mãos e pés e balançavam. A maioria deles nem sequer cantava – falavam, riam e balançavam.
O serviço de música durou mais de uma hora. Os jovens tinham sido excitados até um estado frenético e eu podia pressentir que eles não tinham inclinação alguma para ouvir uma mensagem que apelava à sua razão desapaixonada! Finalmente, por volta das nove horas da noite, o diretor de jovens que estava responsável, disse-me que era a minha vez de pregar, mas que eu teria de ser rápido, pois já era tarde! Abatido, perguntei a mim próprio: “Como posso partilhar a mensagem de Cristo num ambiente em que a juventude está em tal estado hipnótico?” Era pacificamente claro na minha mente que os corações dos jovens não estavam preparados para receber a semente da verdade profética, por isso decido alterar o meu tema completamente, e preguei por vinte minutos. Foi extremamente difícil pregar num ambiente onde havia pouco interesse na verdade Bíblica e nenhuma reverência para com Deus. Foram precisos cinco minutos só para acalmar os jovens antes de eu poder começar a falar!
O fim-de-semana completo continuou no mesmo estilo. Embora vários líderes jovens tenham pregado, eu não ouvi um único sermão que apresentasse a distinta mensagem Adventista do Sétimo Dia. O congresso bem poderia ter sido organizado pelos Pentecostais, os Baptistas ou qualquer outra denominação Protestante. Para não exagerar, foi uma experiência frustrante e decepcionante!
O que mais me perturbou foi que os Pastores que estavam presentes, não apenas fizeram de conta que não viram, mas também toleraram e participaram no serviço de adoração que me lembrou o episódio do bezerro de ouro no Monte Sinai. Era óbvo para mim que os Pastores não viam nada de errado no que se estava a passar.
Quando voltei ao meu quarto nessa noite, o meu ânimo estava em baixo. Perguntei a mim próprio: “É este o tipo de serviço de adoração que agrada a Deus? É este o método pelo qual os anjos adoram? Estava Ellen White errada quando afirmou que a música no céu é melodiosa e harmoniosa como o canto dos pássaros? É este o tipo de música que devia acompanhar a proclamação na nossa precisa mensagem da verdade presente? Este estilo de adoração prepara a nossa juventude para uma maior experiência no céu?” Eu caí de joelhos e orei para que o Senhor tocasse o coração dos líderes e lhes desse discernimento espiritual.
Reunião Campal de Indiana
Este estilo de adoração lembrou-me o que aconteceu na reunião campal de Indiana, de 13 a 23 de setembro de 1900. Além da heresia da carne santa, Ellen White teve muito que dizer sobre o estilo de adoração apóstata que foi usado nessa reunião. A esposa de Stephen Haskell, que esteve presente na reunião, descreveu o que viu:
“Temos um grande tambor, duas pandeiretas, um grande contrabaixo, dois pequenos violinos, uma flauta e duas cornetas, e um órgão e algumas vozes. Eles usam ‘Garden of Species’ como hinário e tocam melodias de dança com letras sagradas.” (Ella Robinson, S. N. Haskell Mano f Action, p. 168)É significativa a parte da declaração que diz que eles tocaram “melodias de dança com letras sagradas”. Não é isto que está a acontecer em muitas das nossas igrejas onde a música é ‘rock and roll’ enquanto as letras são cristãs?
Ouvi alguns Pastores dizerem que Ellen White apenas condenou a heresia da carne santa e não o estilo de adoração e a música. Mas não é o caso. Ela condenou, sim, a heresia da carne santa. Mas ela também estava muito preocupada por a música apelar aos sentidos e emoções enquanto distraía da solene mensagem do tempo do fim que Deus tinha comissionado ao Seu povo. Por outras palavras, a preocupação de Ellen White era em como este tipo de adoração e música causava impacto na teologia Adventista do Sétimo Dia. A sua preocupação era que a música cativasse os sentidos, apelasse às emoções e sentimentos, mas não atraísse o povo para as verdades contidas nas três mensagens angélicas.
Estilo de Adoração Proibido
Ellen White foi explícita na sua condenação do estilo de adoração e música que foi apresentado na reunião campal de Indiana:
“O Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de Satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo. É melhor nunca ter o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos músicos para fazer a obra que, foi-me apresentado em janeiro último, seria introduzida em nossas reuniões campais. A verdade para este tempo não necessita nada dessa espécie em sua obra de converter almas. Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção. As forças dos agentes satânicos misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e isto é chamado de operação do Espírito Santo.Ao findar a reunião campal, o bem que devia haver sido feito e poderia havê-lo sido pela apresentação da verdade sagrada, não se realiza. Os que participam do suposto reavivamento recebem impressões que os levam ao sabor do vento. Não podem dizer o que sabiam anteriormente quanto aos princípios bíblicos.” Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 36-37.Repare os pontos salientes nesta citação inspirada:
a) O Espírito Santo nunca se revela por tais métodos
b) Satanás inventou este método de adoração para fazer sem efeito a verdade para este tempo
c) Seria melhor nunca ter adoração misturada com música do que usar instrumentos musicais inapropriadamente
d) A verdade para este tempo não precisa deste tipo de música para converter almas
e) Este tipo de música choca os sentidos e perverte aquilo que poderia ter sido uma bênção de conduzido propriamente
f) Agências satânicas misturam-se no alarido e barulho
g) Aqueles que participam neste tipo de adoração desorientam-se e não são capazes de dizer o que sabiam anteriormente acerca de princípios Bíblicos
Como Adventistas do Sétimo Dia, acreditamos que a nossa missão é levar as três mensagens angélicas ao mundo. Satanás sabe isso e tudo faz no seu poder para anular o efeito dessa mensagem, usando a música como uma armadilha:
“A maneira por que têm sido dirigidas as reuniões em Indiana, com barulho e confusão, não as recomendam a espíritos refletidos e inteligentes. Nada existe nessas demonstrações que convença o mundo de que possuímos a verdade. Mero ruído e gritos não são sinal de santificação, ou da descida do Espírito Santo. Vossas desenfreadas demonstrações só criam desagrado no espírito dos incrédulos. (…) Eles [Adventistas do Sétimo Dia] devem ser muito cuidadosos de não representar mal e nem desonrar as santas doutrinas da verdade mediante estranhas exibições, por confusão e tumulto.” Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 35-36Antes do Fim do Tempo da Graça
Este estilo de adoração, não é algo meramente do passado. De vez em quando neste capítulo, Ellen White avisa que aquilo que sucedeu no passado voltará a suceder novamente no futuro nas nossas próprias reuniões religiosas. Ellen White escreveu ao irmão Haskell que tinha sido uma testemunha ocular do que se tinha passado na reunião campal de Indiana:
“As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo.” Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 36
"Mas em janeiro último o Senhor mostrou-me que seriam introduzidos em nossas reuniões campais teorias e métodos erróneos, e que a história do passado se repetiria. Senti-me grandemente aflita. Fui instruída a dizer que, nessas demonstrações, acham-se presentes demônios em forma de homens, trabalhando com todo o engenho que Satanás pode empregar para tornar a verdade desagradável às pessoas sensatas; que o inimigo estava procurando arranjar as coisas de maneira que as reuniões campais, que têm sido o meio de levar a verdade da terceira mensagem angélica perante as multidões, venha a perder sua força e influência.” Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 37
“Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida.” Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 38.Motivação Errada
E, o que motivaria as nossas igrejas a adotarem tais estilos de adoração? Ellen White não apenas explicou a motivação, como também descreveu qual seria o resultado certo: estranhas doutrinas!
“Mas a comichão do desejo de dar origem a algo de novo dá em resultado doutrinas estranhas, e destrói largamente a influência dos que seriam uma força para o bem, caso mantivessem firme o princípio de sua confiança na verdade que o Senhor lhes dera.” Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 38.Acerca dos reavivamentos falsos que existirão no mundo cristão, Ellen White assinala:
“Avivamentos populares são muitas vezes levados a efeito por meio de apelos à imaginação, excitando-se as emoções, satisfazendo-se o amor ao que é novo e surpreendente. Conversos ganhos desta maneira têm pouco desejo de ouvir a verdade bíblica, pouco interesse no testemunho dos profetas e apóstolos. A menos que o culto assuma algo de caráter sensacional, não lhes oferece atração. Não é atendida a mensagem que apele para a razão desapaixonada. As claras advertências da Palavra de Deus, que diretamente se referem aos seus interesses eternos, não são tomadas a sério.” O Grande Conflito, p. 463.Perigo Para a Juventude
Ellen White reconheceu o sério perigo que os jovens enfrentarão nestes últimos dias e diz que Satanás sabe exatamente que botões acionar:
“Eles [a juventude] têm um agudo ouvido para a música, e Satanás sabe que órgãos provocar para animar, absorver e seduzir a mente, de maneira que Cristo não seja desejado. Os anseios espirituais da alma por conhecimento divino, por crescimento na graça, estão ausentes.” O Lar Adventista, p. 407.Noutra citação precisa, Ellen White avisou:
“Foi-me mostrado que a juventude necessita assumir posição mais alta e fazer da Palavra de Deus sua conselheira e guia. Solenes responsabilidades repousam sobre os jovens, as quais eles levianamente consideram. A introdução de música em seus lares, em vez de incitá-los à santidade e espiritualidade, tem sido um meio de desviar-lhes a mente da verdade. Canções frívolas e peças de música popular do dia parecem compatíveis com seus gostos. Os instrumentos de música têm tomado o tempo que devia ter sido dedicado à oração. A música, quando não abusiva, é uma grande bênção; mas quando usada erroneamente, é uma terrível maldição. Ela estimula, mas não comunica a força e a coragem que o cristão só pode encontrar no trono da graça enquanto humildemente faz conhecidas suas necessidades e, com fortes clamores e lágrimas, suplica força celestial para se fortificar contra as poderosas tentações do maligno. Satanás está levando cativos os jovens. Oh, que posso eu dizer para levá-los a quebrar seu poder de sedução! Ele é um hábil sedutor para levá-los à perdição.” O Lar Adventista, p. 407/8.Luz em Meio às Trevas
Deixem-me voltar ao congresso de jovens com o qual iniciei. Existe uma luz no meio das trevas nesta história! Havia um jovem Pastor presente no encontro de jovens que tinha ensinado aos seus jovens os princípios da adoração reverente e música sagrada. Quando a banda começava a tocar, este Pastor com todos os seus jovens, levantava-se e saía da sala em protesto. A sua atitude lembrou-me da posição que foi tomada pelos levitas no Monte Sinai.
Infelizmente, alguns dos colegas deste Pastor abordaram o presidente da Conferência e queixaram-se que ele não estava a colaborar com o programa da conferência. Quando este jovem Pastor me contou o que tinha sucedido, eu telefonei ao presidente da Conferência e recomendei que em vez de repreender este jovem Pastor, ele devia congratulá-lo por se manter firme ao seu princípio. O presidente da conferência disse-me que também estava profundamente perturbado com o estilo de adoração e que iria tomar medidas definitivas para corrigir o problema (não o Pastor). Para encurtar a história, o presidente da conferência manteve a sua palavra e grandes mudanças ocorreram nos ministérios jovens. E o Pastor jovem foi ordenado ao ministério evangélico a 18 de dezembro de 2010.
Sinais de Reavivamento
Em face de sérias mudanças doutrinárias e de adoração, Deus está a mover-Se de forma poderosa na Sua igreja. Existe sinais de reavivamento por todo o mundo. O nosso novo presidente da Conferência Geral, Pr. Ted Wilson, fez do reavivamento e reforma a principal prioridade da sua administração. Publicamente e sem vergonha, ele saiu em defesa das três mensagens angélicas, uma criação literal e a fiabilidade do Espírito de Profecia. O Concílio Anual experimentou este ano o derramamento do Espírito de Deus ao serem derramadas lágrimas por muitos dos nosso líderes mundiais, ao serem feitas confissões públicas. Mais, organizações jovens conservadoras estão a florescer em todo o globo.
Temos AFCOE, Mission College, ARME, PEACE, GYC, GYC Latino, Advent Hope, Souls West, Arise, and Ouachita Hills, só para nomear algumas. É entusiasmante ir à ASI e verificar os stands de centenas de ministérios cujo propósito central é terminar o trabalho para que possam ir para casa.
Duas vezes por ano eu tenho o privilégio de por três dias dar aulas no AFCOE (Amazing Facts Center of Evangelism). Normalmente, dou aulas na última semana de uma série de quatro meses, quando seria de esperar que os estudantes estivessem com sobrecarga de informação. Mas a verdade é o contrário. A última série que eu ensinei tinha 51 alunos, a maioria dos quais com 20-30 anos. Foi entusiasmante ver como os alunos respondiam ao estudo profundo de profecia Bíblica. Quando novas perspetivas de verdade eram partilhadas, os seus olhos brilhavam e cintilavam, tomavam notas, procuravam textos na Bíblia, faziam perguntas incisivas, e manifestavam uma fome e sede de verdade. Contudo, existem milhares de jovens noutras escolas de evangelismo que manifestam o mesmo espírito.
Juventude Bem Preparada
Ellen White afirmou claramente o incrível potencial de um corretamente ensinado exército de jovens:
“Não há outro ramo de trabalho em que seja possível aos jovens receber maior benefício. Todos os que se empenham em servir são a mão auxiliadora de Deus. São coobreiros dos anjos; ou antes, são o poder humano por meio do qual os anjos cumprem a sua missão. Os anjos falam pela sua voz e agem por suas mãos. E os obreiros humanos, cooperando com os seres celestiais, recebem o benefício da educação e experiência deles. E, como meio de educação, que curso universitário poderá igualar a este?Um Movimento Crescente
Com tal exército de obreiros como o que poderia fornecer a nossa juventude devidamente preparada, quão depressa a mensagem de um Salvador crucificado, ressuscitado e prestes a vir poderia ser levada ao mundo todo! Quão depressa poderia vir o fim - o fim do sofrimento, tristeza e pecado! Quão depressa, em lugar desta possessão aqui, com sua mancha de pecado e dor, poderiam nossos filhos receber a sua herança onde "os justos herdarão a Terra e habitarão nela para sempre" (Sal. 37:29); onde "morador nenhum dirá: Enfermo estou" (Isa. 33:24) e "nunca mais se ouvirá nela voz de choro!" (Isa. 65:19).” Educação, p. 271.
Há atualmente um movimento crescente que procura levar-nos de volta à nossa mensagem e missão, da qual temos estado há tantos anos distraídos. Há um despertamento! As gotas de chuva do Espírito de Deus predizem as chuvas de bênçãos pelas quais todos temos esperado, trabalhado e orado.
Muitos dos nossos jovens estão cansados do esplendor e brilho do mundo que não satisfaz a alma. Estão cansados de métodos evangelísticos que apelas ao eu em vez de ao serviço. Eles procuram oportunidades para fazer a diferença na vida das pessoas – eles procuram uma missão, e como líderes devemos fornecê-la. Então, o que poderemos fazer neste tempo de incrível oportunidade? Terminando, gostaria de fazer algumas sugestões práticas.
O Que Podemos Fazer?
a) Primeiro, como líderes, devemos ser como Moisés. Devemos manter-nos pelo princípio mas ao mesmo tempo devemos amar a igreja com tal intensidade que estejamos prontos para dar a nossa própria vida põe ela
b) Muitos adventistas enviaram-me e-mails ou escreveram-me expressando quase desespero com o que está a acontecer nas suas igrejas locais. Alguns queixam-se que já não conseguem encontrar um local reverente para adorar. Não perca a esperança ou fique desmotivado. Não abandone a igreja para formar grupos espalhados. Lembre-se que esta é a igreja de Deus e que Ele está ao comando. Ele trabalhará de formas inesperadas para corrigir o que está errado.
c) Se a sua igreja tem um estilo de adoração tradicional, esteja sempre vigilante. Satanás usará pequenas concessões para plantar sementes que amadurecerão ao ponto de alterar o estilo de adoração para um mais contemporâneo. Como diz o provérbio popular: “dá um metro e eles tomaram uma milha”.
d) Certifique-se que o seu exemplo em gostos musicais e entretenimento é merecedor de ser seguido.
e) Não baixe as normas na esperança de atingir a juventude. Erga bem alto os padrões e dê à juventude algo que lutar por.
f) Ore por aqueles que não têm a visão espiritual para distinguir entre adoração verdadeira e falsa.
g) Fale com amor quando vir coisas que não estão em harmonia com os nossos princípios. Deus tomar-nos-á por responsáveis se nos mantivermos silenciosos num tempo de crise.
h) O Pr. Ted Wilson tem-nos encorajado a manter os nossos Pastores e líderes responsáveis por aquilo que ensinam e pregam. Segure-os sobre o fogo, e mantenha-os em bicos de pés.
i) Dê à juventude oportunidades para estudo Bíblico e serviço.
Em Seu serviço.
Pr. Stephen Bohr
Fonte - O Tempo Final
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Momento Profético #17
Vi que ninguém poderia participar do "refrigério" a menos que obtivesse a vitória sobre toda tentação, orgulho, egoísmo, amor ao mundo, e sobre toda má palavra e ação. Deveríamos, portanto, estar-nos aproximando mais e mais do Senhor, e achar-nos fervorosamente à procura daquela preparação necessária para nos habilitar a estar em pé na batalha do dia do Senhor.
(Primeiros Escritos, pág. 71)
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Ecumenismo é mais que pluralismo, exige conversão
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 31 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) - Ecumenismo é mais do que simples tolerância e pluralismo, exige conversão, disse o porta-voz vaticano, ao fazer um balanço da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos 2011, que terminou em 25 de janeiro.
O Pe. Federico Lombardi SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, fez a sua análise no editorial do último número de Octava Dies, informativo semanal do Centro Televisivo Vaticano.
O porta-voz retomou as palavras do Papa durante as vésperas de 25 de janeiro, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, em Roma, como uma advertência, e acrescentou: "A busca do restabelecimento da unidade entre os cristãos divididos não pode ser reduzida a um reconhecimento das diferenças recíprocas e à conquista de uma convivência pacífica".
O Pe. Lombardi reconheceu: "Quantas vezes, dadas as dificuldades de debate e diálogo, nós nos fechamos em nossas posições e nos conformamos com evitar a tensão, reconhecendo cordialmente as distâncias mútuas, mas renunciando a dar passos de maior compromisso, o que poderia ser percebido como um risco para os costumes ou seguranças alcançadas!".
"Uma cultura da tolerância e do pluralismo faz que essa postura pareça natural e, muitas vezes, apresenta-se como realista e prudente. Mas será que é assim?", pergunta-se o porta-voz vaticano.
"A unidade é outra coisa", respondeu, e novamente citou o Papa, acrescentando: "O que queremos é essa unidade pela qual o próprio Jesus rezou, e que por sua natureza se manifesta na comunhão da fé, dos sacramentos, do ministério".
Diante da "tentação da resignação e do pessimismo", Lombardi mostrou como Bento XVI nos convida a reavivar "a confiança no poder do Espírito Santo" e a "prosseguir com paixão o caminho". São Paulo cai do cavalo quando encontra Jesus e sua vida muda. Conversão.
"O que Cristo quer de nós? - perguntou o porta-voz. Ele não quer que fiquemos onde já chegamos. Se fosse assim, os nossos encontros ecumênicos seriam belas coreografias e reflexo das divisões do passado, ao invés de uma semente para o futuro e um testemunho crível da presença do Espírito de Deus. Espírito ao qual - com o realismo de amor - é preciso deixar mais espaço em nosso mundo marcado pelo ódio", concluiu Lombardi.
Fonte - Zenit
O Pe. Federico Lombardi SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, fez a sua análise no editorial do último número de Octava Dies, informativo semanal do Centro Televisivo Vaticano.
O porta-voz retomou as palavras do Papa durante as vésperas de 25 de janeiro, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, em Roma, como uma advertência, e acrescentou: "A busca do restabelecimento da unidade entre os cristãos divididos não pode ser reduzida a um reconhecimento das diferenças recíprocas e à conquista de uma convivência pacífica".
O Pe. Lombardi reconheceu: "Quantas vezes, dadas as dificuldades de debate e diálogo, nós nos fechamos em nossas posições e nos conformamos com evitar a tensão, reconhecendo cordialmente as distâncias mútuas, mas renunciando a dar passos de maior compromisso, o que poderia ser percebido como um risco para os costumes ou seguranças alcançadas!".
"Uma cultura da tolerância e do pluralismo faz que essa postura pareça natural e, muitas vezes, apresenta-se como realista e prudente. Mas será que é assim?", pergunta-se o porta-voz vaticano.
"A unidade é outra coisa", respondeu, e novamente citou o Papa, acrescentando: "O que queremos é essa unidade pela qual o próprio Jesus rezou, e que por sua natureza se manifesta na comunhão da fé, dos sacramentos, do ministério".
Diante da "tentação da resignação e do pessimismo", Lombardi mostrou como Bento XVI nos convida a reavivar "a confiança no poder do Espírito Santo" e a "prosseguir com paixão o caminho". São Paulo cai do cavalo quando encontra Jesus e sua vida muda. Conversão.
"O que Cristo quer de nós? - perguntou o porta-voz. Ele não quer que fiquemos onde já chegamos. Se fosse assim, os nossos encontros ecumênicos seriam belas coreografias e reflexo das divisões do passado, ao invés de uma semente para o futuro e um testemunho crível da presença do Espírito de Deus. Espírito ao qual - com o realismo de amor - é preciso deixar mais espaço em nosso mundo marcado pelo ódio", concluiu Lombardi.
Fonte - Zenit
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Momento Profético #16
Ouvi os que estavam revestidos da armadura falar sobre a verdade com grande poder. Isto produzia efeito. ... Perguntei o que havia operado esta grande mudança. Um anjo respondeu: "Foi a chuva serôdia, o refrigério pela presença do Senhor, o alto clamor do terceiro anjo."
(Primeiros Escritos, pág. 271)
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