A Europa, assim como grande parte dos países ricos, está afundando na crise econômica. Na Europa se salva a Alemanha. Os países em piores condições são a Irlanda (com uma dívida de 100% do PIB), e a Grécia. Outros países em situação desesperadora são: Espanha, Portugal e Itália, pela ordem dos piores. Os investidores não querem mais comprar títulos desses países, em especial, da Irlanda. Notícias de recomposição das dívidas reanimam o mercado, e empurram o problema para um pouco mais adiante, como já vem ocorrendo. Paralelo a isto, o desemprego ameaça, principalmente os jovens, que na Espanha está em 40%. Essa situação torna bem mais difícil a vida para aquelas pessoas que por convicção de fé, guardam o sábado. Essa é uma situação digna dos precedentes do final da história, quando a crise econômica se transformará numa depressão global tão intensa que homens desmaiarão de terror.
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP: Veja também "Ameaça da Moody's sobre EUA e crise da Itália deprimem bolsas na Europa" e "Alerta contra dívida dos EUA e crise na Itália afetam bolsas europeias".
quinta-feira, 14 de julho de 2011
João Paulo II, padroeiro de uma Europa finalmente unida?
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 13 de julho de 2011 (ZENIT.org) – A embaixadora da Polônia na Santa Sé, Hanna Suchocka, expressou seu desejo de que o Beato João Paulo II se torne o padroeiro de uma Europa finalmente unida.
O secretário da Santa Sé para as Relações com os Estados, arcebispo Dominique Mamberti, presidiu nesta terça-feira, na Basílica de São Pedro, uma Missa pela Polônia e pelo futuro da Europa, na presença de embaixadores acreditados ante a Santa Sé.
A Eucaristia foi realizada por iniciativa da embaixadora polonesa na Santa Sé, informou a Rádio Vaticano. Seu país ocupa, desde 1º de julho, a presidência da União Europeia.
No final da Missa, o arcebispo Mamberti e os membros do corpo diplomático se detiveram junto ao túmulo do Beato João Paulo II.
Suchocka agradeceu aos participantes e expressou o desejo de que o Papa polonês possa ser considerado por todos como o "padroeiro de uma Europa unida e capaz de respirar plenamente por ambos os pulmões".
Por sua parte, o arcebispo Mamberti lembrou, em sua homilia, da urgência da "conversão", de um retorno aos valores de solidariedade e fraternidade na Europa. Lançou um "alerta contra a perda das raízes europeias" e "um convite à conversão”.
"Cegos pelo progresso e pelo bem-estar, os homens de hoje estão interessados apenas em coisas materiais e se esquecem de Deus, ou vivem como se Ele não existisse", lamentou.
Entre outras coisas, Dom Mamberti recomendou inspirar-se no exemplo de São Bento, padroeiro da Europa.
No dia seguinte à festa de São Bento, a quem o Papa mencionou no Ângelus do domingo, Dom Mamberti exortou o "Velho Continente" a "encontrar em sua cultura e em suas raízes a força necessária para um renascimento espiritual e humanista”.
"No dia do Juízo Final – disse Dom Mamberti –, teremos de prestar contas não só dos pecados cometidos, mas também das graças recebidas que não fizemos frutificar."
Fonte - Zenit
O secretário da Santa Sé para as Relações com os Estados, arcebispo Dominique Mamberti, presidiu nesta terça-feira, na Basílica de São Pedro, uma Missa pela Polônia e pelo futuro da Europa, na presença de embaixadores acreditados ante a Santa Sé.
A Eucaristia foi realizada por iniciativa da embaixadora polonesa na Santa Sé, informou a Rádio Vaticano. Seu país ocupa, desde 1º de julho, a presidência da União Europeia.
No final da Missa, o arcebispo Mamberti e os membros do corpo diplomático se detiveram junto ao túmulo do Beato João Paulo II.
Suchocka agradeceu aos participantes e expressou o desejo de que o Papa polonês possa ser considerado por todos como o "padroeiro de uma Europa unida e capaz de respirar plenamente por ambos os pulmões".
Por sua parte, o arcebispo Mamberti lembrou, em sua homilia, da urgência da "conversão", de um retorno aos valores de solidariedade e fraternidade na Europa. Lançou um "alerta contra a perda das raízes europeias" e "um convite à conversão”.
"Cegos pelo progresso e pelo bem-estar, os homens de hoje estão interessados apenas em coisas materiais e se esquecem de Deus, ou vivem como se Ele não existisse", lamentou.
Entre outras coisas, Dom Mamberti recomendou inspirar-se no exemplo de São Bento, padroeiro da Europa.
No dia seguinte à festa de São Bento, a quem o Papa mencionou no Ângelus do domingo, Dom Mamberti exortou o "Velho Continente" a "encontrar em sua cultura e em suas raízes a força necessária para um renascimento espiritual e humanista”.
"No dia do Juízo Final – disse Dom Mamberti –, teremos de prestar contas não só dos pecados cometidos, mas também das graças recebidas que não fizemos frutificar."
Fonte - Zenit
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Em dia com as Profecias - #01
OS TERREMOTOS E A VOLTA DE JESUS
O pecado é o principal fator de desequilíbrio em nosso planeta, e a instabilidade geológica é decorrência dele. Não posso crer que a Terra tenha sido originalmente firmada pelo Criador sobre oscilantes placas tectônicas impregnadas de fissuras e rodeadas por falhas. Creio que, ao sair das mãos de Deus, a Terra era um todo harmônico, perfeito e solidamente estabelecido. Uma crosta maciça, compacta, inabalável servia de esteio para o planeta destinado a ser o habitat do ser humano.
Como disse o poeta de Israel, Deus "firmou o mundo para que não se abale" (l Cr 16:30).
Mas a rebelião se infiltrou, gerando transitoriedade, inconstância, inconsistência, fragilidade e risco.
Para um grande número de geólogos, a formação das placas tectónicas e das falhas geológicas se processou no transcurso de milhões de anos. Porém, para os que crêem na Bíblia, elas se originaram do dilúvio universal que sobreveio à Terra mais ou menos dezesseis séculos depois de ter sido criada. A era antediluviana não deve ter conhecido nenhum tipo de tremor, mas por ocasião do dilúvio "romperam-se todas as fontes do grande abismo" (Gn 7:11). "Os fundamentos do grande abismo... se partiram. Jatos de água irrompiam da terra, com força indescritível, arremessando pedras maciças a muitos metros para o ar; e ao caírem, sepultavam-se profundamente no solo" (Ellen G. White, História da Redenção, p. 66,67). A crosta terrestre foi literalmente fragmentada, originando condições ideais para futuros terremotos.
Além disso, homens, animais e plantas foram tragados pela fúria das águas e arremessados às profundezas. Ali, agregados a elementos químicos, se tornar am finalmente matéria em combustão abaixo da crosta terrestre. "Nesse tempo, imensas florestas foram sepultadas. Estas foram depois transformadas em carvão, formando as extensas camadas carboníferas que hoje existem, também fornecendo grande quantidade de óleo. O carvão e o óleo frequentemente se acendem e queimam debaixo da superfície da terra. Assim as rochas são aquecidas, queimada a pedra de cal, e derretido o minério de ferro. A ação da água sobre a cal aumenta a fúria do intenso calor, e determina os terremotos, vulcões e violentas erupções. Vindo o fogo e a água em contato com as camadas de pedra e minério, há graves explosões subterrâneas... Seguem-se erupções vulcânicas; e, deixando estas muitas vezes de dar vazão suficiente aos elementos aquecidos, a própria terra é agitada, o terreno se ergue e dilata-se como as ondas do mar, aparecem grandes fendas" (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 108).
Conhecedor das leis naturais, Satanás pode, naturalmente, provocar terremotos. Certamente aquele que tem prazer na destruição, principalmente de vidas, está por trás de muita catástrofe que tem castigado o planeta. Mas terremotos também cumpr em um propósito divino, como os ocorridos por ocasião da morte de Jesus (Mt 27:51-54), de Sua ressurreição (28:2), e naquela noite em que Paulo e Silas estiveram acorrentados no cárcere em Filipos (At 16:26).
O homem também pode causar terremotos, e o tem feito através de explosões subterrâneas e pela formação de grandes represas artificiais. É possível que a demasiada extração de petróleo esteja, de alguma forma, contribuindo para a incidência de tremores.
Sinal do fim - Terremotos são declaradamente um sinal da proximidade da volta de Jesus. "Haverá grandes terremotos", disse Ele em Seu sermão profético (Lc 21:11).
Tem-se notícia de terremotos desde o longínquo passado (cf. lRs 19:11; Am 1:1; Zc 14:5; At 16:26). O que torna, então, os de nossos dias um sinal do fim? Precisamente o fato de as predições proféticas os incluírem.
Por exemplo, consideramos o terremoto de Lisboa (1º de novembro de 1755) como o que marca a abertura do sexto selo (Ap 6:12) não porque simplesmente o escolhemos entre outros, mas porque levamos em conta quando e onde ele ocorreu e o fato de estar em um contexto amplo de cumprimento profético. Esse contexto envolve o escurecimento do Sol, em 1780, o fim dos 1.260 anos de supremacia papal, em 1798, a queda das estrelas, em 1833, e o fim das 2.300 tardes e manhãs de Dani el 8:14, em 1844 - eventos significativos da aproximação do tempo do fim. Outro ponto foi o assustador aumento de terremotos devastadores, particularmente após 1755 (veja o quadro). Bem analisados, os males que sempre caracterizaram a vida de nosso planeta se acentuam nos dias finais. Por exemplo, a baixa moral de Sodoma ganharia proporções mundiais (Lc 17:28-30). Ou t ro exemplo - a guerra, que já ocorria nos dias de Abraão (Gn 14:1,2), seria incrementada com o passar do tempo até o nível de conflitos mundiais, quando o fim se aproximasse (Mt 24:6,7).
O mesmo ocorre com os abalos sísmicos. A profecia prevê para o fim não só grandes terremotos, mas fala deles como ocorrendo em muitos lugares (Mt 24:7; Mc 13:8). Há um sentido de intensificação aqui. Estações sismológicas, implantadas em pontos estratégicos ao redor do mundo, registram a ocorrência de um milhão de vibrações sísmicas por ano, entre as quais há, em média, um terremoto de grandes proporções, 18 abalos significativos e cerca de 120 tremores considerados fortes.
Ilustrando a onda avassaladora dos terremotos de nossos dias, mencionamos um de 9 graus na escala Richter, ocorrido em 26 de dezembro de 2004 e que assolou o sudeste da Ásia, matando mais de 280 mil pessoas em 11 países; aquele que provocou as ondas gigantes (tsunamis), as quais também invadiram países da África Oriental. Esse foi considerado o mais longo da História, criando uma falha submarina de 1500 quilômetros, sacudindo o planeta. Diante do que o mundo testemunhou, as palavras de Ellen G. White soam pertinentes: "Nas últimas cenas da história terrestre... as águas do oceano transporão seus limites. Propriedades e vidas serão destruídas" [Eventos Finais, p. 24).
Logo em seguida (8 de janeiro de 2005), a região foi atingida por outro terremoto de intensidade menor (7.6 na escala Richter).
Último terremoto - Os noticiários dão conta que 2010 começou sacudindo nosso planeta. Nos primeiros 19 dias do ano, houve terremotos no Haiti, na Argentina, em Papua-Nova Guiné, no Irã, na Guatemala, El Salvador e Chile. Os tremores continuaram em fevereiro, culminando com outro terremoto no Chile, dessa vez de magnitude 8,8 na escala Richter, com um minuto de duração. Resultados: um milhão de prédios danificados numa área equivalente a 80% do território do país, e a mor te de 497 pessoas (dados até 8 de março/2010).
De fato, a instabilidade da Terra se acentua mais e mais no decorrer do tempo. Como disse o profeta: "a Terra está de todo quebrantada, ela totalmente se romperá, a Terra violentamente se moverá. A Terra cambaleiará como um bêbado, e balanceará como rede de dormir" (Is 24:19,20). A fragilidade do planeta continuará se intensificando até que o último e mais terrível de todos os terremotos ocorra, por ocasião da sétima praga; um terremoto "como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra" (Ap 16:18).
Comentando os lances de destruição que se abatem sobre a Terra em virtude das novas circunstâncias do mundo geradas pelo dilúvio, Ellen G. White acrescenta: "Estas assombrosas manifestações serão mais e mais frequentes e terríveis precisamente antes da segunda vinda de Cristo e do fim do mundo, como sinais de sua imediata destruição... Manifestações mais terríveis do que as que o mundo jamais viu, serão testemunhadas por ocasião do segundo advento de Cristo... Unindo-se os raios do céu com o fogo na Terra, as montanhas arderão como uma fornalha, e derramarão terríveis correntes de lava, submergindo jardins e campos, vilas e cidades. Massas fervilhantes derretidas, ao serem arremessadas nos rios, farão com que as águas entrem em ebulição, arremetendo rochas maciças com indescritível violência, e espalhando seus fragmentos sobre a terra. Rios se tornarão secos. A Terra se convulsionará, por toda parte haverá tremendos terremotos e erupções" [Patriarcas e Profetas, p. 107-109).
Pelo poder da graça, precisamos fazer o preparo necessário para permanecermos de pé no dia final. E não esqueçamos: só em Deus há segurança. Ele é rocha, alto refúgio e salvação. Quem nEle confia pode dizer como Davi: "não serei jamais abalado" (Sl 62:6). Até mesmo no dia em que Jesus voltar.
JOSÉ CARLOS RAMOS, jubilado, foi professor de Teologia
Fonte - Revista Adventista - Jun/10 - p. 12-14
O pecado é o principal fator de desequilíbrio em nosso planeta, e a instabilidade geológica é decorrência dele. Não posso crer que a Terra tenha sido originalmente firmada pelo Criador sobre oscilantes placas tectônicas impregnadas de fissuras e rodeadas por falhas. Creio que, ao sair das mãos de Deus, a Terra era um todo harmônico, perfeito e solidamente estabelecido. Uma crosta maciça, compacta, inabalável servia de esteio para o planeta destinado a ser o habitat do ser humano.
Como disse o poeta de Israel, Deus "firmou o mundo para que não se abale" (l Cr 16:30).
Mas a rebelião se infiltrou, gerando transitoriedade, inconstância, inconsistência, fragilidade e risco.
Para um grande número de geólogos, a formação das placas tectónicas e das falhas geológicas se processou no transcurso de milhões de anos. Porém, para os que crêem na Bíblia, elas se originaram do dilúvio universal que sobreveio à Terra mais ou menos dezesseis séculos depois de ter sido criada. A era antediluviana não deve ter conhecido nenhum tipo de tremor, mas por ocasião do dilúvio "romperam-se todas as fontes do grande abismo" (Gn 7:11). "Os fundamentos do grande abismo... se partiram. Jatos de água irrompiam da terra, com força indescritível, arremessando pedras maciças a muitos metros para o ar; e ao caírem, sepultavam-se profundamente no solo" (Ellen G. White, História da Redenção, p. 66,67). A crosta terrestre foi literalmente fragmentada, originando condições ideais para futuros terremotos.
Além disso, homens, animais e plantas foram tragados pela fúria das águas e arremessados às profundezas. Ali, agregados a elementos químicos, se tornar am finalmente matéria em combustão abaixo da crosta terrestre. "Nesse tempo, imensas florestas foram sepultadas. Estas foram depois transformadas em carvão, formando as extensas camadas carboníferas que hoje existem, também fornecendo grande quantidade de óleo. O carvão e o óleo frequentemente se acendem e queimam debaixo da superfície da terra. Assim as rochas são aquecidas, queimada a pedra de cal, e derretido o minério de ferro. A ação da água sobre a cal aumenta a fúria do intenso calor, e determina os terremotos, vulcões e violentas erupções. Vindo o fogo e a água em contato com as camadas de pedra e minério, há graves explosões subterrâneas... Seguem-se erupções vulcânicas; e, deixando estas muitas vezes de dar vazão suficiente aos elementos aquecidos, a própria terra é agitada, o terreno se ergue e dilata-se como as ondas do mar, aparecem grandes fendas" (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 108).
Conhecedor das leis naturais, Satanás pode, naturalmente, provocar terremotos. Certamente aquele que tem prazer na destruição, principalmente de vidas, está por trás de muita catástrofe que tem castigado o planeta. Mas terremotos também cumpr em um propósito divino, como os ocorridos por ocasião da morte de Jesus (Mt 27:51-54), de Sua ressurreição (28:2), e naquela noite em que Paulo e Silas estiveram acorrentados no cárcere em Filipos (At 16:26).
O homem também pode causar terremotos, e o tem feito através de explosões subterrâneas e pela formação de grandes represas artificiais. É possível que a demasiada extração de petróleo esteja, de alguma forma, contribuindo para a incidência de tremores.
Sinal do fim - Terremotos são declaradamente um sinal da proximidade da volta de Jesus. "Haverá grandes terremotos", disse Ele em Seu sermão profético (Lc 21:11).
Tem-se notícia de terremotos desde o longínquo passado (cf. lRs 19:11; Am 1:1; Zc 14:5; At 16:26). O que torna, então, os de nossos dias um sinal do fim? Precisamente o fato de as predições proféticas os incluírem.
Por exemplo, consideramos o terremoto de Lisboa (1º de novembro de 1755) como o que marca a abertura do sexto selo (Ap 6:12) não porque simplesmente o escolhemos entre outros, mas porque levamos em conta quando e onde ele ocorreu e o fato de estar em um contexto amplo de cumprimento profético. Esse contexto envolve o escurecimento do Sol, em 1780, o fim dos 1.260 anos de supremacia papal, em 1798, a queda das estrelas, em 1833, e o fim das 2.300 tardes e manhãs de Dani el 8:14, em 1844 - eventos significativos da aproximação do tempo do fim. Outro ponto foi o assustador aumento de terremotos devastadores, particularmente após 1755 (veja o quadro). Bem analisados, os males que sempre caracterizaram a vida de nosso planeta se acentuam nos dias finais. Por exemplo, a baixa moral de Sodoma ganharia proporções mundiais (Lc 17:28-30). Ou t ro exemplo - a guerra, que já ocorria nos dias de Abraão (Gn 14:1,2), seria incrementada com o passar do tempo até o nível de conflitos mundiais, quando o fim se aproximasse (Mt 24:6,7).
O mesmo ocorre com os abalos sísmicos. A profecia prevê para o fim não só grandes terremotos, mas fala deles como ocorrendo em muitos lugares (Mt 24:7; Mc 13:8). Há um sentido de intensificação aqui. Estações sismológicas, implantadas em pontos estratégicos ao redor do mundo, registram a ocorrência de um milhão de vibrações sísmicas por ano, entre as quais há, em média, um terremoto de grandes proporções, 18 abalos significativos e cerca de 120 tremores considerados fortes.
Ilustrando a onda avassaladora dos terremotos de nossos dias, mencionamos um de 9 graus na escala Richter, ocorrido em 26 de dezembro de 2004 e que assolou o sudeste da Ásia, matando mais de 280 mil pessoas em 11 países; aquele que provocou as ondas gigantes (tsunamis), as quais também invadiram países da África Oriental. Esse foi considerado o mais longo da História, criando uma falha submarina de 1500 quilômetros, sacudindo o planeta. Diante do que o mundo testemunhou, as palavras de Ellen G. White soam pertinentes: "Nas últimas cenas da história terrestre... as águas do oceano transporão seus limites. Propriedades e vidas serão destruídas" [Eventos Finais, p. 24).
Logo em seguida (8 de janeiro de 2005), a região foi atingida por outro terremoto de intensidade menor (7.6 na escala Richter).
Último terremoto - Os noticiários dão conta que 2010 começou sacudindo nosso planeta. Nos primeiros 19 dias do ano, houve terremotos no Haiti, na Argentina, em Papua-Nova Guiné, no Irã, na Guatemala, El Salvador e Chile. Os tremores continuaram em fevereiro, culminando com outro terremoto no Chile, dessa vez de magnitude 8,8 na escala Richter, com um minuto de duração. Resultados: um milhão de prédios danificados numa área equivalente a 80% do território do país, e a mor te de 497 pessoas (dados até 8 de março/2010).
De fato, a instabilidade da Terra se acentua mais e mais no decorrer do tempo. Como disse o profeta: "a Terra está de todo quebrantada, ela totalmente se romperá, a Terra violentamente se moverá. A Terra cambaleiará como um bêbado, e balanceará como rede de dormir" (Is 24:19,20). A fragilidade do planeta continuará se intensificando até que o último e mais terrível de todos os terremotos ocorra, por ocasião da sétima praga; um terremoto "como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra" (Ap 16:18).
Comentando os lances de destruição que se abatem sobre a Terra em virtude das novas circunstâncias do mundo geradas pelo dilúvio, Ellen G. White acrescenta: "Estas assombrosas manifestações serão mais e mais frequentes e terríveis precisamente antes da segunda vinda de Cristo e do fim do mundo, como sinais de sua imediata destruição... Manifestações mais terríveis do que as que o mundo jamais viu, serão testemunhadas por ocasião do segundo advento de Cristo... Unindo-se os raios do céu com o fogo na Terra, as montanhas arderão como uma fornalha, e derramarão terríveis correntes de lava, submergindo jardins e campos, vilas e cidades. Massas fervilhantes derretidas, ao serem arremessadas nos rios, farão com que as águas entrem em ebulição, arremetendo rochas maciças com indescritível violência, e espalhando seus fragmentos sobre a terra. Rios se tornarão secos. A Terra se convulsionará, por toda parte haverá tremendos terremotos e erupções" [Patriarcas e Profetas, p. 107-109).
Pelo poder da graça, precisamos fazer o preparo necessário para permanecermos de pé no dia final. E não esqueçamos: só em Deus há segurança. Ele é rocha, alto refúgio e salvação. Quem nEle confia pode dizer como Davi: "não serei jamais abalado" (Sl 62:6). Até mesmo no dia em que Jesus voltar.
JOSÉ CARLOS RAMOS, jubilado, foi professor de Teologia
Fonte - Revista Adventista - Jun/10 - p. 12-14
Quem vai pagar o pato?
Pela primeira vez desde o início da crise grega, os ministros financeiros da zona do euro estão considerando a hipótese de uma moratória da Grécia. Eles ainda não dizem isso explicitamente, mas as omissões de seus depoimentos na noite da última segunda-feira, 11, não deixam muitas dúvidas sobre o assunto.
Em meio ao alarme de que o contágio estaria se espalhando para a Espanha e a Itália, ministros financeiros discutiram a crise por mais de oito horas em Bruxelas, e no fim reforçaram o seu “compromisso absoluto com a proteção da estabilidade financeira da zona do euro”. O novo ministro financeiro francês, François Baroin, que substituiu Christine Lagarde, declarou que os ministros redescobriram “o espírito da primavera de 2010”, quando resgataram a Grécia e criaram um fundo de € 500 bilhões de euros para ajudar outros países.
Essa retórica não deve ser levada em consideração, pois serve apenas para esconder as desavenças que permanecem. A declaração estava recheada de promessas, entre elas, a de “melhorar a capacidade da zona do euro de resistir aos riscos do contágio”. Mas não apresentava muitos detalhes quanto a cronogramas, e isso não deve convencer os mercados de que os líderes da região estão próximos de uma solução para a crise.
Até pouco tempo atrás, os ministros pensavam que tinham evitado uma catástrofe iminente. A moratória da Grécia foi adiada por meses, após empréstimos de € 12 bilhões do FMI e da União Europeia. Os ministros acreditavam que teriam semanas ou meses para elaborar um formato para um segundo resgate econômico que preservaria a Grécia até 2014. Mas a ilusão foi destruída pela chegada da turbulência financeira à Itália, um país grande demais para ser resgatado, e à Espanha. Títulos dos dois países atingiram altas históricas nesta terça-feira, 12, após a declaração dos ministros.
Subitamente, os ministros passaram a considerar medidas que, até poucos dias, eram consideradas impensáveis. Isso foi o que os ministros disseram no dia 2 de julho:
Em sintonia com as conclusões do Conselho Europeu, de 24 de junho, consultas com os credores da Grécia estão sendo realizadas para definir as modalidades de envolvimento voluntário do setor privado, visando atingir uma redução substancial das necessidades financeiras anuais da Grécia, e evitando a moratória seletiva.
E isso foi o que eles disseram na noite de segunda-feira, 11 de julho:
Os ministros receberam bem a decisão do FMI de pagar a última porção da assistência financeira à Grécia, assim como as propostas do setor privado de contribuir voluntariamente para o financiamento de um segundo programa, que daria continuidade ao trabalho que já está sendo feito. O BCE confirmou sua posição, reafirmada por seu Conselho Deliberativo, de que eventos de crédito ou moratória seletiva devem ser evitados.
A diferença? Na primeira declaração, os ministros apoiavam o compromisso de evitar a moratória seletiva. Na segunda-feira, eles meramente registraram que essa ainda é uma visão do Banco Central Europeu, mas não a apoiaram.
Isso parece confirmar a ressurreição do plano original alemão de encorajar donos de títulos a trocar os títulos gregos por novas obrigações válidas por sete anos. Em meio a objeções de que essa era uma medida muito dura, as negociações passaram a se concentrar em um plano francês mais suave, porém mais complexo, que foi criticado por fazer muito pouco para ajudar a Grécia, e muito para ajudar os bancos. Em todo caso, o plano foi rejeitado pela Standard & Poor’s, uma das maiores agências de classificação do planeta, que disse que esse plano poderia forçar a Grécia a declarar uma moratória seletiva.
Quando os detalhes dos novos planos dos ministros serão desenvolvidos? A declaração usa termos como “em breve” e “quanto antes possível”. Mas não há qualquer data, nem mesmo para outro encontro de emergência do grupo do euro, que deve ser inevitável nas próximas semanas. Esses assuntos não podem nem ao menos ser adiados até setembro: isso garantiria um contágio ainda maior.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Ao que parece, as crises estão se tornando generalizadas, seja financeira, climática, alimentar, ambiental, populacional... O quebra cabeças parece depender do encaixe de suas últimas peças para que os últimos movimentos sobre esta terra sejam desencadeados.
Em meio ao alarme de que o contágio estaria se espalhando para a Espanha e a Itália, ministros financeiros discutiram a crise por mais de oito horas em Bruxelas, e no fim reforçaram o seu “compromisso absoluto com a proteção da estabilidade financeira da zona do euro”. O novo ministro financeiro francês, François Baroin, que substituiu Christine Lagarde, declarou que os ministros redescobriram “o espírito da primavera de 2010”, quando resgataram a Grécia e criaram um fundo de € 500 bilhões de euros para ajudar outros países.
Essa retórica não deve ser levada em consideração, pois serve apenas para esconder as desavenças que permanecem. A declaração estava recheada de promessas, entre elas, a de “melhorar a capacidade da zona do euro de resistir aos riscos do contágio”. Mas não apresentava muitos detalhes quanto a cronogramas, e isso não deve convencer os mercados de que os líderes da região estão próximos de uma solução para a crise.
Até pouco tempo atrás, os ministros pensavam que tinham evitado uma catástrofe iminente. A moratória da Grécia foi adiada por meses, após empréstimos de € 12 bilhões do FMI e da União Europeia. Os ministros acreditavam que teriam semanas ou meses para elaborar um formato para um segundo resgate econômico que preservaria a Grécia até 2014. Mas a ilusão foi destruída pela chegada da turbulência financeira à Itália, um país grande demais para ser resgatado, e à Espanha. Títulos dos dois países atingiram altas históricas nesta terça-feira, 12, após a declaração dos ministros.
Subitamente, os ministros passaram a considerar medidas que, até poucos dias, eram consideradas impensáveis. Isso foi o que os ministros disseram no dia 2 de julho:
Em sintonia com as conclusões do Conselho Europeu, de 24 de junho, consultas com os credores da Grécia estão sendo realizadas para definir as modalidades de envolvimento voluntário do setor privado, visando atingir uma redução substancial das necessidades financeiras anuais da Grécia, e evitando a moratória seletiva.
E isso foi o que eles disseram na noite de segunda-feira, 11 de julho:
Os ministros receberam bem a decisão do FMI de pagar a última porção da assistência financeira à Grécia, assim como as propostas do setor privado de contribuir voluntariamente para o financiamento de um segundo programa, que daria continuidade ao trabalho que já está sendo feito. O BCE confirmou sua posição, reafirmada por seu Conselho Deliberativo, de que eventos de crédito ou moratória seletiva devem ser evitados.
A diferença? Na primeira declaração, os ministros apoiavam o compromisso de evitar a moratória seletiva. Na segunda-feira, eles meramente registraram que essa ainda é uma visão do Banco Central Europeu, mas não a apoiaram.
Isso parece confirmar a ressurreição do plano original alemão de encorajar donos de títulos a trocar os títulos gregos por novas obrigações válidas por sete anos. Em meio a objeções de que essa era uma medida muito dura, as negociações passaram a se concentrar em um plano francês mais suave, porém mais complexo, que foi criticado por fazer muito pouco para ajudar a Grécia, e muito para ajudar os bancos. Em todo caso, o plano foi rejeitado pela Standard & Poor’s, uma das maiores agências de classificação do planeta, que disse que esse plano poderia forçar a Grécia a declarar uma moratória seletiva.
Quando os detalhes dos novos planos dos ministros serão desenvolvidos? A declaração usa termos como “em breve” e “quanto antes possível”. Mas não há qualquer data, nem mesmo para outro encontro de emergência do grupo do euro, que deve ser inevitável nas próximas semanas. Esses assuntos não podem nem ao menos ser adiados até setembro: isso garantiria um contágio ainda maior.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Ao que parece, as crises estão se tornando generalizadas, seja financeira, climática, alimentar, ambiental, populacional... O quebra cabeças parece depender do encaixe de suas últimas peças para que os últimos movimentos sobre esta terra sejam desencadeados.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Perigo real: o clima ou a liberdade?
Com o subtítulo: "O que está correndo perigo? O clima ou a liberdade?", o doutor em economia e presidente da República Tcheca, Vaclav Klaus, expõe em seu livro Planeta Azul em Algemas Verdes, a postura ideológica do ambientalismo que tende a destruir a liberdade política e econômica."O problema do aquecimento global tem bem mais a ver com as ciências sociais do que com as naturais, mais com economia do que com climatologia, mais a ver com o ser humano e sua liberdade do que com um aumento na temperatura média global em alguns décimos de grau Fahrenheit", afirma.
"A coerção do politicamente correto, mais severa do que nunca, está ficando cada vez mais forte, e só há espaço para uma verdade, a qual é, mais uma vez, imposta a todos nós", conclui.
Saiba mais no Minuto Profético: "ECOmenismo: uma verdade inconveniente". "Alarmistas do aquecimento global defendem métodos fascistas". "Sem pressão?" "Aquecimento global: interesses escondidos". "Muitos céus, uma Terra". "Solução simples para o aquecimento global". "Ban Ki-moon exorta líderes religiosos a agir com firmeza para proteger o planeta". "Distanciada da ciência e da razão". "Berlim deve ter dia sem carro". "O Vaticano e a Hora da Terra". "Ministra da Dinamarca quer apoio ecológico dos EUA". "Relatório da Montanha de Ferro". "Aquecimento global ou HAARP?" "Papa pede respeito aos domingos".
FMI: um default da dívida por parte dos EUA coloca em risco a economia mundial
A nova chefe do FMI, Christine Lagarde, afirmou neste domingo que um eventual não cumprimento, ou default, por parte dos Estados Unidos em relação a seus comprpmisso de dívida poderá colocar em risco a estabilidade da economia mundial, e pediu aos políticos americanos que cheguem a um acordo sobre o orçamento.
"Isso, sem dúvida, vai de encontro ao propósito e missão do Fundo Monetário Internacional. Por isso estamos preocupados", enfatizou.
Se os políticos americanos não conseguirem um acordo, será "um grande golpe para os mercados de ações e terá consequências muito feias, não apenas para os Estados Unidos, como para toda a economia em geral, porque os Estados Unidos são um ator muito importante e afeta muito a outros países", explicou.
Mas Lagarde ressaltou sua confiança de que os Estados Unidos não optarão pelo default, apesar das tensas negociações entre a Casa Branca e os líderes republicanos para subir o limite da dívida que o país pode assumir.
"Não posso imaginar nem por um segundo que os Estados Unidos caiam em default", concluiu.
Numa reação imediata, o secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner, afirmou que os Estados Unidos cumprirão com seus compromissos financeiros.
"Os Estados Unidos não cairão em default, já que os líderes do Congreso entendem isso", afirmou Geithner, repetindo que haverá um acordo até 2 de agosto.
Na véspera, o presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, o republicano John Boehner, anunciou sua retirada das negociações com a Casa Branca para alcançar um acordo global sobre a redução da dívida americana.
Boehner disse em comunicado que seu partido se centrará agora na busca de medidas menores sobre o tema da dívida, em meio aos temores de que a maior economia do mundo caia em default.
"Apesar dos esforços de boa fé para encontrar um consenso, a Casa Branca não tentará chegar a um acordo maior sobre a redução da dívida sem aumentar os impostos. Acredito que o melhor enfoque será centrar-se em uma medida menor", afirmou em sua declaração.
O presidente Barack Obama prevê reunir-se neste domingo com os líderes do Congresso para revisar as negociações sobre o orçamento, depois de afirmar que a incerteza em torno da luta contra o déficit contribuiu para impulsionar o desemprego nos Estados Unidos.
Os diálogos foram retomados na quinta-feira em meio aos temores de que os Estados Unidos caiam em default. Obama se reunirá à tarde com os líderes da Câmara dos Representantes, dominada pelos republicanos, e do Senado, controlado pelos democratas.
As negociações ocorrem em contagem regressiva para o 2 de agosto, data na qual - segundo o Tesouro - a maior economia mundial já não estará em condições de pagar suas dívidas caso o Congresso não aprove um aumento do limite do endividamento federal.
Os republicanos, por sua vez, negam-se a dar seu voto a menos que o executivo aceite drásticos cortes nos gastos orçamentários.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: Veja também "União Europeia convoca reunião de emergência por crise de dívida".
"Isso, sem dúvida, vai de encontro ao propósito e missão do Fundo Monetário Internacional. Por isso estamos preocupados", enfatizou.
Se os políticos americanos não conseguirem um acordo, será "um grande golpe para os mercados de ações e terá consequências muito feias, não apenas para os Estados Unidos, como para toda a economia em geral, porque os Estados Unidos são um ator muito importante e afeta muito a outros países", explicou.
Mas Lagarde ressaltou sua confiança de que os Estados Unidos não optarão pelo default, apesar das tensas negociações entre a Casa Branca e os líderes republicanos para subir o limite da dívida que o país pode assumir.
"Não posso imaginar nem por um segundo que os Estados Unidos caiam em default", concluiu.
Numa reação imediata, o secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner, afirmou que os Estados Unidos cumprirão com seus compromissos financeiros.
"Os Estados Unidos não cairão em default, já que os líderes do Congreso entendem isso", afirmou Geithner, repetindo que haverá um acordo até 2 de agosto.
Na véspera, o presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, o republicano John Boehner, anunciou sua retirada das negociações com a Casa Branca para alcançar um acordo global sobre a redução da dívida americana.
Boehner disse em comunicado que seu partido se centrará agora na busca de medidas menores sobre o tema da dívida, em meio aos temores de que a maior economia do mundo caia em default.
"Apesar dos esforços de boa fé para encontrar um consenso, a Casa Branca não tentará chegar a um acordo maior sobre a redução da dívida sem aumentar os impostos. Acredito que o melhor enfoque será centrar-se em uma medida menor", afirmou em sua declaração.
O presidente Barack Obama prevê reunir-se neste domingo com os líderes do Congresso para revisar as negociações sobre o orçamento, depois de afirmar que a incerteza em torno da luta contra o déficit contribuiu para impulsionar o desemprego nos Estados Unidos.
Os diálogos foram retomados na quinta-feira em meio aos temores de que os Estados Unidos caiam em default. Obama se reunirá à tarde com os líderes da Câmara dos Representantes, dominada pelos republicanos, e do Senado, controlado pelos democratas.
As negociações ocorrem em contagem regressiva para o 2 de agosto, data na qual - segundo o Tesouro - a maior economia mundial já não estará em condições de pagar suas dívidas caso o Congresso não aprove um aumento do limite do endividamento federal.
Os republicanos, por sua vez, negam-se a dar seu voto a menos que o executivo aceite drásticos cortes nos gastos orçamentários.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: Veja também "União Europeia convoca reunião de emergência por crise de dívida".
sábado, 9 de julho de 2011
"Grécia e seus vizinhos vão falir em 18 meses"
São Paulo – O investidor estrategista Dennis Gartman, colunista do programa Fast Money, da rede de televisão norte-americana CNBC, diz que Grécia, e seus vizinhos que formam os PIIGS (Portugal, Espanha, Irlanda e Itália) vão falir em até 18 meses.Colaborador do Fast Money desde 2008, Gartman afirma que, no curto prazo, os problemas de endividamento destes países serão contornados. Mas em um ano e meio, no máximo, todos os países vão sucumbir por não conseguir se livrar dos rombos da dívida pública.
Segundo o investidor, nem mesmo o recém-aprovado empréstimo de 110 bilhões de euros que a União Europeia deve conceder à Grécia nas próximas semanas vai livrar o país dos apuros fiscais em que se envolveu.
Gartman não está sozinho nesta previsão catastrófica. Jon Najarian, investidor que escreve para um blog da CNBC, confirma a previsão de que os PIIGS vão mesmo à bancarrota. Mas ele estima um tempo maior para a falência – de três a cinco anos.
“As dívidas destes países são insustentáveis. E a coisa errada a se fazer é aumentar os impostos, que é exatamente o que eles estão fazendo”, diz Najarian. Gartman concorda. Para ele, não há como um aumento dos impostos ser útil em um momento em que o desemprego na Grécia chega perto dos 20%.
...
Fonte - Exame
sexta-feira, 8 de julho de 2011
O que há por trás da conferência sobre lei dominical
Na segunda-feira, dia 20 de junho, a European Sunday Alliance (Aliança Europeia para o domingo - ESA) promoveu em Bruxelas, Bélgica, uma conferência sobre a proteção do domingo como jornada não laborável, sob o título “O valor agregado da sincronização do tempo livre”. A ESA é uma rede de alianças nacionais formadas por sindicatos, organizações da sociedade civil e comunidades religiosas, entre as quais também se encontram a Comissão dos Episcopados da Comunidade Europeia (COMECE) e a Conferência das Igrejas Europeias (KEK).
Entre os temas tratados estão a segurança dos trabalhadores, o equilíbrio entre trabalho e vida profissional com a vida familiar, e a importância do fim de semana para a vida comunitária. Os organizadores assinalam que “o encontro procura informar os responsáveis políticos europeus sobre a importância de um tempo de qualidade sincronizado não só no aspecto cultural dentro do patrimônio europeu, mas também como um importante fator de construção da Europa social: uma UE consciente das exigências de seus cidadãos”.
Notícia original em http://www.europeansundayalliance.eu/site/home
Nota Realidade em Foco: Essa conferência, noticiada em alguns sites religiosos, faz parte de um conjunto de ações que já têm sido desenvolvidas no sentido de fortalecer o domingo como um dia especial em que o trabalho regular deve ser cessado. Não é a primeira e nem será a última movimentação nessa direção. Não apenas o Vaticano, mas entidades, inclusive sindicatos, possuem interesse em que o domingo seja visto como uma dia para o trabalhador estar com sua família. Mas, como se lê na reportagem traduzida e publicada no próprio site da Aliança Europeia do Domingo, o encontro teve, também, o objetivo de consolidar a construção de uma Europa social. É nítido que a União Europeia tem sofrido golpes fortes contra sua unidade nos últimos anos: economia, religião e organização política.
O próprio Vaticano, desde a época do papa João Paulo II, já demonstrava preocupação com o crescente secularismo e desinteresse religioso europeu. Essa ação vai justamente em oposição a essa tendência e tenta convocar várias representações da sociedade civil organizada para fortalecer o domingo em relação a questões comunitárias e familiares.
Por trás disso, falando biblicamente, vejo claramente um esforço conjunto, organizado e sistemático para substituir o domingo pelo sábado como dia de especial dedicação e adoração a Deus. Afinal de contas, valores familiares e comunitários são importantes para qualquer sociedade e são aprovados por Deus. E ao relacionar esses assuntos com o domingo, sutilmente esse grupo trata de pisar o sábado e elevar o papel do domingo.
No livro de Apocalipse, capítulo 13, o profeta João viu que um poder político e religioso, descrito como uma besta, seria responsável por impedir que os verdadeiros seguidores dos princípios divinos comprassem e vendessem em um boicote comercial. E essa proibição tem a ver com a questão do dia de guarda bíblica se associarmos ao capítulo 12 de Apocalipse onde está claro que o dragão, símbolo de Satanás, empreende uma luta contra aqueles que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé de Jesus. E os mandamentos divinos, conforme Êxodo 20:8-11, envolvem a guarda do sábado e não do domingo. O dragão (Satanás) e as bestas de Apocalipse 13 (segundo o contexto histórico-profético, a primeira besta é o poder papal e a segunda os Estados Unidos) atuarão em conjunto de maneira harmoniosa para promover o domingo como um dia especial em substituição ao sábado bíblico.
Entre os temas tratados estão a segurança dos trabalhadores, o equilíbrio entre trabalho e vida profissional com a vida familiar, e a importância do fim de semana para a vida comunitária. Os organizadores assinalam que “o encontro procura informar os responsáveis políticos europeus sobre a importância de um tempo de qualidade sincronizado não só no aspecto cultural dentro do patrimônio europeu, mas também como um importante fator de construção da Europa social: uma UE consciente das exigências de seus cidadãos”.
Notícia original em http://www.europeansundayalliance.eu/site/home
Nota Realidade em Foco: Essa conferência, noticiada em alguns sites religiosos, faz parte de um conjunto de ações que já têm sido desenvolvidas no sentido de fortalecer o domingo como um dia especial em que o trabalho regular deve ser cessado. Não é a primeira e nem será a última movimentação nessa direção. Não apenas o Vaticano, mas entidades, inclusive sindicatos, possuem interesse em que o domingo seja visto como uma dia para o trabalhador estar com sua família. Mas, como se lê na reportagem traduzida e publicada no próprio site da Aliança Europeia do Domingo, o encontro teve, também, o objetivo de consolidar a construção de uma Europa social. É nítido que a União Europeia tem sofrido golpes fortes contra sua unidade nos últimos anos: economia, religião e organização política.
O próprio Vaticano, desde a época do papa João Paulo II, já demonstrava preocupação com o crescente secularismo e desinteresse religioso europeu. Essa ação vai justamente em oposição a essa tendência e tenta convocar várias representações da sociedade civil organizada para fortalecer o domingo em relação a questões comunitárias e familiares.
Por trás disso, falando biblicamente, vejo claramente um esforço conjunto, organizado e sistemático para substituir o domingo pelo sábado como dia de especial dedicação e adoração a Deus. Afinal de contas, valores familiares e comunitários são importantes para qualquer sociedade e são aprovados por Deus. E ao relacionar esses assuntos com o domingo, sutilmente esse grupo trata de pisar o sábado e elevar o papel do domingo.
No livro de Apocalipse, capítulo 13, o profeta João viu que um poder político e religioso, descrito como uma besta, seria responsável por impedir que os verdadeiros seguidores dos princípios divinos comprassem e vendessem em um boicote comercial. E essa proibição tem a ver com a questão do dia de guarda bíblica se associarmos ao capítulo 12 de Apocalipse onde está claro que o dragão, símbolo de Satanás, empreende uma luta contra aqueles que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé de Jesus. E os mandamentos divinos, conforme Êxodo 20:8-11, envolvem a guarda do sábado e não do domingo. O dragão (Satanás) e as bestas de Apocalipse 13 (segundo o contexto histórico-profético, a primeira besta é o poder papal e a segunda os Estados Unidos) atuarão em conjunto de maneira harmoniosa para promover o domingo como um dia especial em substituição ao sábado bíblico.
Obama teme nova recessão "ou pior" se limite da dívida não for elevado
Não aumentar o limite da dívida poderá "criar uma nova espiral" que levará a "uma segunda recessão, ou pior", afirmou Obama, numa sessão de perguntas e respostas, na Casa Branca, com utilizadores da plataforma de micro-blogues Twitter.
"É algo com que não devemos brincar", acrescentou Obama, que recebe quinta-feira os chefes do Congresso dos dois partidos para tentar chegar a um acordo sobre esta matéria antes da data fixada pelo Tesouro, 2 de Agosto.
"O Congresso tem a responsabilidade de assegurar que nós pagamos as nossas contas. Pagámo-las sempre no passado. A ideia de que os Estados Unidos entrarão em incumprimento de pagamento da sua dívida é simplesmente irresponsável", disse ainda Barack Obama.
"Espero que na próxima semana ou nas duas próximas semanas, o Congresso trabalhe com a Casa Branca para chegar a um acordo que resolva a questão do nosso défice, que resolva os nossos problemas de dívida e que permita que a nossa fiabilidade [financeira] seja preservada", disse ainda o presidente norte-americano.
Fonte - JN
"É algo com que não devemos brincar", acrescentou Obama, que recebe quinta-feira os chefes do Congresso dos dois partidos para tentar chegar a um acordo sobre esta matéria antes da data fixada pelo Tesouro, 2 de Agosto.
"O Congresso tem a responsabilidade de assegurar que nós pagamos as nossas contas. Pagámo-las sempre no passado. A ideia de que os Estados Unidos entrarão em incumprimento de pagamento da sua dívida é simplesmente irresponsável", disse ainda Barack Obama.
"Espero que na próxima semana ou nas duas próximas semanas, o Congresso trabalhe com a Casa Branca para chegar a um acordo que resolva a questão do nosso défice, que resolva os nossos problemas de dívida e que permita que a nossa fiabilidade [financeira] seja preservada", disse ainda o presidente norte-americano.
Fonte - JN
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