terça-feira, 2 de agosto de 2011

Os Estados Unidos e o "sanduíche do diabo"

Um deputado americano referiu-se ao pacote econômico aprovado pelo Congresso como "Devil sandwich (sanduíche do diabo)". Ele não quis dizer que Satã em pessoa amassou mais esse pão. Na verdade, "sanduíche do diabo" é uma expressão que se usa quando o lanche ou refeição de um casal é inadvertidamente preparado por uma ex-namorada ou ex-noiva (por exemplo, se ela trabalha numa lanchonete ou restaurante onde o casal foi jantar).

Mesmo tendo outro significado, essa expressão serve como trocadilho apropriado para descrever a atual situação do governo de Barack Obama. Pressionado pela ala mais liberal dos democratas, que gostaria de ver o governo mais empenhado no avanço de seus projetos sociais, e acuado pela ala mais conservadora dos republicanos, que só vota com o governo se seus projetos neoliberais forem atendidos, o presidente Obama está comendo as migalhas do sanduíche do diabo.

O atoleiro econômico em que os Estados Unidos se meteram (e para onde vão levando junto o resto do mundo) não é cria de Obama, mas uma consequência da farra do crédito e da desregulamentação do mercado que vêm de longe. Mesmo sem subestimar a capacidade dos EUA de sair fortalecidos de cada crise econômica, o problema agora é ordem interna. A ferrenha oposição preparou um jantar com boas doses de maldade.

A barganha política em Washington é de arrepiar um lobista de Brasília. Até as listras da bandeira americana sabem que, em situações de grave endividamento, só há duas saídas: ou aumentar a receita ou cortar as despesas. As duas saídas juntas funcionam ainda melhor. Na visão de alguns analistas, a saída que o governo propõe, ou está sendo obrigado a propor, enfatiza o corte de gastos sem prever maior arrecadação fiscal.

No projeto original, as medidas pretendiam taxar as grandes fortunas. Com a pressão da direita republicana, os cortes vão atingir os programas sociais. O custo com a saúde é alto para o governo, principalmente por causa do monopólio das indústrias farmacêuticas. Aliás, estes laboratórios têm tanto poder político quanto a indústria bélica. Em vez de reformar amplamente a área da saúde e da seguridade social, o governo cede aos republicanos interessados "em desmantelar os últimos vestígios do estado de bem-estar social nos Estados Unidos", como diz Alejandro Nadal.

Outra boa economia está na prometida volta das tropas militares para casa, já que os gastos nessa área só aumentaram no governo Obama.

O pacote econômico foi aprovado na última volta do ponteiro do relógio. Republicanos e democratas estão brincando de "fim do mundo". Como naquela fatídica frase, eles estão "operando no limite da irresponsabilidade". No meio disso tudo, os olhos do mundo estão ansiosos como nos tempos em que uma crise dos mísseis gelava a espinha dos países na Guerra Fria.

Essa medida alivia (ou adia?) a força da crise, mas não esconde a iminência de um colapso. Moral e economicamente falidos, restam aos Estados Unidos o seu gigantesco poder político. E um império é capaz de fazer qualquer acordo, talvez até com o custo de rasgar sua Constituição, a fim de se manter no topo.

Fonte - Nota na Pauta

Nota DDP: Sobre o tema do post e as possibilidades em torno do quadro que pode se descortinar, sugiro uma visita ao Minuto Profético.

A Europa a virar à direita

Desde há muito tempo que me habituei a não me preocupar com as mudanças e até convulsões políticas que um pouco por todo o mundo vão surgindo. Agora, cada vez que surge algum motivo de especial atenção, para mim trata-se apenas de constatar o que sucede e tentar perceber como é que tudo isso encaixa ou encaixará no nosso entendimento profético.

Recentemente, foi o que fiz quando começaram os tumultos sociais no norte de África e Médio Oriente. Nessa ocasião, vi alguns comentários preocupados com a hipótese de osgrupos fundamentalistas islâmicos assumirem a supremacia e o poder nas nações afetadas, o que poderia colocar em causa a segurança dos países ocidentais.

Ainda que essa fosse uma possibilidade, fiquei, e ainda estou, atento para ver como isso - muito provavelmente - não se concretizará, pois sabemos que à medida que nos aproximamos do fim da História da terra apenas dois poderes se destacarão, e nenhum deles está ligado ao islamismo sob qualquer das suas formas. Ao mesmo tempo, sei que,mais tarde ao mais cedo, de uma forma ou de outra, são os Estados Unidos que assumiram preponderância também nesses locais.

Creio que atualmente podemos estar a ser testemunhas de um outro desenrolar da História potencialmente significativo para aquilo que realmente nos interessa.

Desde há alguns anos, e agora podemos confirmá-lo, a Europa ocidental tem vindo a assistir a uma viragem à direita, politicamente falando. Um após outro, todos os partidos da esquerda política que exerciam poder têm vindo a ser afastados dessa posição - os povos parecem estar cada vez mais a escolher como seus representantes os partidos de direita.

Na Europa ocidental, apenas dois países resistem ainda a este fenómeno: Espanha, com eleições marcadas para novembro e onde se prevê essa mudança; e Grécia, talvez a nação europeia onde a população está mais ansiosa por eleger novos governantes.

Porque é que isto me parece importante (e o futuro, creio que a breve prazo, encarregar-se-á de o confirmar ou desmentir...)? Pela simples e única razão que é nesta ala política que o cristianismo encontra maior acolhimento. E, escuso de lhe relembrar qual é, historicamente e até hoje, a denominação maioritária entre os cristãos, curiosamente sediada na velha Europa e que a Bíblia profetiza que reassumirá o grande poderio que perdeu em 1798...

Daqui vem que poderemos (repare que não estou a defender qualquer tipo de cumprimento profético, apenas a sugerir a possibilidade!) estar perante o início de um processo que conduza a um retorno do poder religioso católico romano aos cenários de governação política.

Poderá ser mesmo assim? Em primeiro lugar, é garantido que isso acontecerá, pois a Bíblia afirma-o; depois, e como já referi noutro comentário, a nós apenas nos falta saber o quando e o como de tudo isso. E aquilo que julgo, no mínimo, como hipótese, é que esta viragem à direita talvez não seja apenas e só um simples pormenor histórico no meio de todo este alcance e cumprimento profético.

Se Deus nos permitir, aqui estaremos para o confirmar.

Entretanto, mantenha-se atento: "portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo; porquanto os dias são maus" (Efésios 5:15-16).

Fonte - O Tempo Final

Serão necessários 27 planetas Terra

Uxbridge, Canadá, 2/8/2011 – Ainda que se multiplicasse por dez as áreas dedicadas no mundo inteiro a conservar plantas, animais e outras espécies, não seriam suficientes para enfrentar os grandes problemas do Século 21: o aumento populacional, o consumo desenfreado e o uso ineficiente dos recursos. E se estas questões não forem enfrentadas, a humanidade chegará aos dez bilhões de pessoas em 2050 e precisará de outros 27 planetas Terra para pagar o custo ambiental da demanda por recursos, afirma um novo estudo publicado no final de julho pela revista Marine Ecology Progress Series.
...
Para 2050, com população estimada em dez bilhões e sem mudanças nos padrões de consumo, o uso acumulado de recursos naturais equivalerá à produtividade de mais de 27 planetas Terra, segundo o estudo. Para manter os atuais sete bilhões de pessoas é necessária uma drástica mudança no uso de recursos. Atualmente, a pegada ecológica média de cada cidadão dos Estados Unidos é de dez hectares, enquanto a de um haitiano é de menos de um. O planeta poderia sustentar toda a humanidade se a pegada média de cada pessoa fosse de dois hectares, calcula Mora. Se há mais gente, simplesmente haverá menos recursos disponíveis para todos, por isso será necessário de um controle da população, afirmou.

Fonte - Envolverde

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

"A Grande Esperança"



www.esperanca.com.br

Reconhecimento facial + redes sociais = invasão de privacidade

Pesquisadores usam câmera, tecnologia da Google e dados do Facebook para ter informações instantâneas sobre pessoas fotografadas.

Mostre seu rosto que eu digo quem você é. Com as novas tecnologias de reconhecimento facial, não é preciso documentos para identificar uma pessoa. Mas e se esse recurso for utilizado sem a autorização? E se for combinado com redes sociais?

Segundo pesquisadores da universidade de Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, apenas com uma câmera, tecnologia da Google e acesso ao Facebook, é possível violar a privacidade das pessoas.

De acordo com reportagem publicada no Wall Street Journal, os especialistas utilizaram uma poderosa tecnologia de reconhecimento facial, adquirida recentemente pela Google, para fotografar voluntários e em poucos minutos ter informações pessoais, disponibilizadas no Facebook, exibidas, com a rápida busca pela imagem.

O estudo aponta para a possibilidade de ser possível saber em um futuro próximo quem uma pessoa é apenas tirando sua foto na rua, o que coloca em risco a privacidade das pessoas e levanta, mais uma vez, os riscos de ter seus dados divulgados em redes sociais.
Em junho, o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, notificou o Facebook

a prestar esclarecimentos sobre um novo sistema de reconhecimento facial que identifica pessoas automaticamente em fotos publicadas na rede social, aumentando potencialmente a exposição da imagem dos usuários.

Fonte - IDG Now

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Moratória dos EUA será calamidade

O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, alertou nesta sexta-feira (29) que "as pessoas estão brincando com fogo" ao manter o impasse sobre a elevação do limite da dívida do governo dos Estados Unidos.

"Se nós tivermos um default da dívida (moratória), isso não será somente uma calamidade financeira, mas um constrangimento para cada americano", afirmou Zoellick no Congresso Mundial da Sociedade Internacional para o Desenvolvimento (SID).

Segundo ele, o banco está preparando planos de contingência para os potenciais efeitos que poderiam se propagar ao redor do mundo como resultado do default, mas mão deu mais detalhes sobre quais seriam as medidas.

O governo dos Estados Unidos está correndo contra o tempo para não colocar em risco sua credibilidade de bom pagador.

Se até o dia 2 de agosto o Congresso não ampliar o limite de dívida pública permitido ao governo, os EUA podem ficar sem dinheiro para pagar suas dívidas: ou seja, há risco de calote - que seria o primeiro da história americana.

A elevação do teto da dívida permitiria ao país pegar novos empréstimos e cumprir com pagamentos obrigatórios.

A quatro dias do fim do prazo a partir do qual o país ficará sem dinheiro para honrar dívidas, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, voltou a cobrar nesta sexta que republicanos e democratas cheguem a um acordo para resolver o impasse em torno da crise da dívida norte-americana.

Em pronunciamento que durou menos de dez minutos, Obama pediu que a população mantenha a "pressão sobre Washington" e disse que qualquer solução para o tema precisa ser conseguida pelos dois partidos.

Fonte - G1

"Ouço o som"



Laura Morena

Nota DDP: O sacrifício de Cristo em nosso favor continua a emocionar profundamente...

quarta-feira, 27 de julho de 2011

OMS: um terço da população mundial está infectada com o vírus da hepatite

Cerca de um terço da população mundial – ou dois bilhões de pessoas – estão infectadas com o vírus da hepatite. De acordo com dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) nesta terça-feira durante a primeira conferência para o Dia Mundial da Hepatite, a maioria dessas pessoas não sabe que contraiu o vírus e que pode vir a desenvolver a doença a qualquer momento da vida.

A hepatite é uma doença caracterizada pela inflamação do fígado que chega a vitimar cerca de um milhão de pessoas todos os anos. O vírus causador da doença pode ser disseminado pela água ou pela comida contaminadas, pelo sangue, pelo sêmen ou outros fluídos corporais. “A doença é crônica em todo o mundo, mas, infelizmente, ainda há pouca conscientização, mesmo entre gestores de saúde”, diz Steven Wiersma, especialista em hepatite da OMS.

Segundo Wiersma, a doença é causada, principalmente, por cinco vírus principais, chamados de A, B, C, D e E. O tipo B tem sido o mais comum pelo mundo e pode ser transmitido de mãe para filho durante o parto ou no começo da infância, bem como por injeções contaminadas ou pelo uso de drogas injetáveis. Já o vírus E, transmitido através da água ou da alimentação, é uma causa comum de surtos da doença em países em desenvolvimento - e vem sendo cada vez mais observado também em países desenvolvidos.

De acordo com a OMS, vacinas eficazes foram desenvolvidas para combater os vírus A e B e poderiam ainda serem usadas contra o D. Uma vacina para hepatite E também chegou a ser desenvolvida, mas não está amplamente disponível. Para o vírus C, ainda não há vacina disponível. Campanhas de vacinação alcançaram sucessos consideráveis em diversos países. Cerca de 180 dos 193 países membros da OMS incluíram a vacina contra hepatite B nos programas de imunização infantil.

Fonte - Veja

terça-feira, 26 de julho de 2011

Religiões monoteístas fazem campanha pelo meio ambiente na Terra Santa

Dirigentes cristãos, judeus e islâmicos lançaram em Jerusalém uma campanha para a proteção do meio ambiente, baseada em preceitos religiosos.

Reunidos para a criação do "Centro Inter-religioso para o Desenvolvimento Durável", esses líderes previram a organização, paralelamente à Assembleia Geral da ONU de 2012, uma conferência comum para apresentar seus representantes ligados aos problemas ambientais.

"Segundo os primeiros capítulos da Gênese, o dever original imposto ao primeiro homem e à primeira mulher é não apenas explorar a terra, mas protegê-la", declarou o rabino David Rosen, aprovado pelo vice-ministro para Assuntos Religiosos da Autoridade palestina, Haj Salah Zuheika.

"Devemos estudar o conjunto dos problemas ecológicos, porque partilhamos um destino comum. A poluição da terra ameaçará tanto os muçulmanos quanto os cristãos e os judeus", acrescentou o bispo católico William Shomalie.

"Um de nossos projetos é lançar uma campanha na América do Norte para sensibilizar os catequistas das religiões muçulmana, cristã e judaica, assim como os do budismo e do hinduísmo, aos problemas ecológicos, na perspectiva da fé", destacou por sua vez o rabino Yonatan Neril.

Em comunicado, fazem apelo aos fiéis de todas as religiões a lutar contra o efeito estufa e pressionar os líderes políticos a trabalhar neste sentido "para evitar o perigo de uma crise climática maior".

Fonte - Yahoo

Nota DDP:
Constam da presente notícia todos os elementos ligados à utilização do tema de forma a se consumar a imposição do domingo como dia de descanso universal.

Como supra destacado, "cristãos, judeus e islâmicos" (que juntos se demonstram como a grande maioria das confissões religiosas do planeta), pregam uma campanha pelo meio ambiente "baseada em preceitos religiosos", levando em consideração "os primeiros capítulos da Gênese", lançando a mesma a partir da "América do Norte" e, de forma a "pressionar os líderes políticos".

Esse quadro certamente se demonstra extremamente propício a suportar os últimos eventos esperados.

Líderes religiosos discutem sobre mudanças climáticas

Jerusalém, 26 jul (RV) - “Como as religiões podem responder à crise climática?”. É a questão que reuniu ontem, em Jerusalém, na Terra Santa, alguns líderes religiosos.

Organizado pelo centro inter-religioso para o desenvolvimento sustentável, o fórum quis identificar instrumentos de colaboração para enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas. Dos vários pronunciamentos, destacamos as palavras do anfitrião, Dom William Shomali, bispo auxiliar do patriarcado latino de Jerusalém, presente em nome do Patriarca Fouad Twal.

Respeitar a criação significa respeitar o criador” – evidenciou Dom Shomali. “Estamos aqui de passagem; devemos nos apaixonar por esta criação, que é um dom precioso a ser custodiado”.

Ao falar sobre a terra, Dom Shomali evocou o Cântico das criaturas, de São Francisco de Assis, e recordando a mensagem do papa para o Dia Mundial da Paz de 2010, acrescentou que para construir a paz, é preciso proteger a criação.

O bispo frisou a necessidade de revisar os modelos de desenvolvimento, pois o atual ritmo de exploração coloca em risco a disponibilidade de recursos naturais. Enquanto isso, a ausência de projetos políticos e econômicos de longo prazo provoca a degradação do meio-ambiente. Dom Shomali falou também da realidade ecológica de Gaza, onde a carência de um bom sistema de tratamento de lixo está poluindo as águas do litoral.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: O memorial da criação é o Sábado. Vejamos como os líderes religiosos em questão decidirão fazer referência ao Criador e à criação.
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