quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Crescimento da população deve levar a crise da água

Atualmente, cerca de 1,6 bilhões de pessoas vivem em áreas com escassez de água, e 2,6 bilhões não tem acesso a saneamento básico. E essa situação deve se agravar se a população continuar aumentando e chegar aos nove bilhões esperados para 2050. Pelo menos é o que indica a nova pesquisa do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e do Instituto Internacional de Manejo da Água (IWNI), lançada nesta segunda-feira (22).

De acordo com o documento, intitulado Uma abordagem de serviços de ecossistemas para a água e a segurança alimentar, com as mesmas práticas agrícolas, o aumento da urbanização e os padrões alimentares atuais, a quantidade de água necessária para a agricultura aumentaria dos 7,13 mil quilômetros cúbicos para 70% a 90% a mais para suprir a população prevista para 2050. E isso acarretaria em prejuízos para a própria agricultura e para a vida humana.
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Fonte - Instituto Carbono Brasil

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Terremoto de 6,8 graus é registrado no Peru

Um terremoto de 6,8 graus na escala Richter, com epicentro perto de Pucallpa, foi registrado nesta quarta-feira no Peru, próximo à fronteira com o Brasil. A informação é do Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Segundo a organização, o tremor aconteceu a 205 km de Cruzeiro do Sul, no Acre. O terremoto foi sentido na capital Lima, sacudindo prédios. Algumas comunicações telefônicas foram interrompidas.

Fonte - Terra

Teólogo protestante pede para que líderes de igrejas nomeiem o Papa como líder religioso de todos os cristãos

O teólogo protestante Reinhard Frieling defende que o papa Bento XVI seja nomeado líder honorário de todos os cristãos. A proposta surge poucas semanas antes da visita do líder católico a Alemanha.

“O sonho da comunhão de todos os cristãos pode se tornar realidade se os protestantes oferecerem ao papa o papel de chefe honorário da cristandade”, disse o ex-líder do Institute Kundlichen, de Bensheim.

Para o professor emérito da Universidade de Marburg, o papa poderia “falar em nome da cristandade em situações extraordinárias”. Ele argumentou que uma liderança comum daria crédito ao cristianismo como mensagem.

Se a proposta se viabilizar, o aniversário da Reforma em 2017, com seus 500 anos, poderá ser a ocasião certa para concretizar a visão, baseada em sua opinião do papa já ser “porta-voz para todos os cristãos.”

O teólogo protestante sugere que as igrejas da Reforma abandonem sua “auto-suficiência” e assumam as “corajosas consequências ecumênicas”.

Essa proposta lembra a que foi feita pelo bispo Johannes Friedrich, da Igreja Luterana da Baviera, há dez anos. Friedrich argumentava que o papa poderia ser aceito como porta-voz do cristianismo mundial como serviço ecumênico de unidade.

A visita do papa a Alemanha está prevista para os dias 22 a 25 de setembro, e inclui as cidades de Freiburg e Berlim, com um discurso diante do Bundestag (Parlamento) alemão, e uma reunião com representantes da Igreja Evangélica na Alemanha (EKD) no mosteiro agostiniano em Erfurt.

Fonte - Gospel Mais

Nota DDP: Absoluta questão de tempo para se concretizar.

Crise?

Temor de recessão aproxima S&P 500 de zona perigosa

A probabilidade cada vez maior de recessão nos Estados Unidos e o temor com a saúde dos bancos europeus e norte-americanos devem empurrar o índice Standard & Poor's 500 (S&P 500) oficialmente para o "bear market" - uma zona perigosa psicologicamente para os investidores, quando a queda no preço das ações supera a barreira de 20% em relação ao pico do ano. As ações brasileiras e europeias já entraram tecnicamente nesse ciclo mais agudo de queda das cotações.

França e Alemanha podem ter o rating rebaixado

A Cairn Capital, companhia britânica administradora de hedge funds, prevê que a França pode ter seu rating AAA rebaixado em breve, e que a Alemanha deve seguir o mesmo caminho, principalmente caso as duas nações elevem suas dívidas para ajudar as economias que necessitam de socorro na Europa.

Moody's rebaixa nota da dívida do Japão

A agência de classificação de risco Moody’s reduziu, nesta quarta-feira (horário local), a nota da dívida soberana do Japão, de Aa2 para Aa3, com perspectiva estável, citando como justificativa o grande déficit orçamentário do país e as dívidas acumuladas pelo governo japonês desde a recessão mundial em 2009. Com isso, a Moody's afirmou ter concluído a revisão do rating do Japão, iniciada em 31 de maio, quando foi colocado em revisão para rebaixamento.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Terremoto de magnitude 5,9 graus atinge Washington

Um forte terremoto de magnitude 5,9 graus na escala Richter sacudiu a costa leste dos Estados Unidos nesta terça-feira, abalando prédios em Washington e chegando a ser sentido em Nova York. O Pentágono, a Casa Branca e a Suprema Corte foram evacuado por causa do tremor, que, segundo o US Geological Survey, teve seu epicentro perto de Richmond, Virginia, a 139 quilômetros da capital americana.

Até o momento, contudo, não há relatos de danos ou vítimas. Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), o tremor aconteceu às 13h51 no horário local (14h51 em Brasília), mas não apresenta grande profundidade (apenas seis quilômetros).

“É um dos maiores terremotos que já tivemos aqui”, disse à rede americana CNN Lucy Jones, sismologista do USGS. O tremor foi sentido em Filadélfia, Pensilvânia, Nova York e Massachussetts, onde o presidente Barack Obama está passando suas férias. Parte da cidade de Nova York foi evacuada, e o serviço de telefonia foi interrompido.

Pequenos terremotos são sentidos na região central de Virginia de dois em dois anos, em média, sem causar grandes danos. A zona sísmica da região é conhecida por ser cheia de falhas (que causam terremotos), e há ainda numerosas falhas menores em profundidade que não foram detectadas.

Fonte - Veja

Posição dos EUA no mundo mais fraca dez anos depois

poder dos Estados Unidos no mundo é hoje muito menor do que em 2001, mas não há, ainda, um candidato claro à sucessão no lugar de superpotência global, disseram à Lusa dois analistas norte-americanos.

"Estamos muito mais fracos em 2011 do que em 2001. Pensem no que aconteceu em 2001: estávamos no auge dos nossos poderes, era o período unipolar, onde não havia adversários ou competidores significativos. E, ainda assim, um indivíduo criou uma organização não estatal e foi capaz de causar tantos estragos nos EUA. É impressionante", afirmou o co-diretor do Centro de Guerra Irregular e Grupos Armados da Escola Naval dos Estados Unidos, Marc Genest, em referência aos atentados de 11 de Setembro.

Andrew Wilson, também professor da Escola Naval, uma instituição pertencente às Forças Armadas norte-americanas, salientou à Lusa que, mesmo numa altura em que a economia da China tem crescido de forma exponencial, "exerce uma força gravitacional e não direcional" em termos internacionais, ou seja, não dá o exemplo em termos do chamado soft power, campo no qual os EUA ainda estão longe do resto do mundo.

Marc Genest lembrou que os Estados Unidos gastaram no Iraque e no Afeganistão "milhares de milhões que enfraqueceram a economia" e estenderam ao máximo as capacidades militares, enquanto o prestígio do país foi reduzido pela participação nestas duas guerras.

Porém, segundo Andrew Wilson, soft power dos EUA ainda é "imenso", no sentido do quão atraente é a cultura daquele país, desde a maneira de vestir a produtos como o cinema ou a música. (...)

Fonte: Diário de Notícias (negritos meus para destaque)

No meio desta interessante constatação, há a realçar que embora os Estados Unidos da América tenham perdido alguma preponderância, ainda se mantém como a referência, o modelo mundial, e que nenhuma outra nação se posiciona minimamente para lhe retirar esse protagonismo. Os EUA são ainda a única superpotência mundial.

Paralelamente, surge a questão: será que este diminuir de posição poderá indicar que algum outro poder se lhe unirá para o fortalecer sob o ponto de vista de um reforço do consenso mundial, em relação à liderança americana, à escala global? Será que, usando uma palavra do entrevistado neste artigo, isto é um processo no qual passaremos de um poder "unipolar" para outro "bipolar", no qual as duas partes estarão em sintonia?

Eu penso que isso é bem possível...

domingo, 21 de agosto de 2011

Após o 11 de Setembro, EUA trocam liberdade pela segurança?

CHICAGO, EUA, 17 Ago 2011 (AFP) -O aumento de medidas de segurança depois dos atentados do dia 11 de setembro, junto à aceitação tácita da tortura e uma reação da comunidade mulçumana, transformaram os Estados Unidos em uma sociedade menos livre do que há 10 anos, dizem especialistas.

A corrosão dos valores fundamentais americanos e as elevadas despesas na defesa interna, às quais se acrescentam duas guerras, permitiram aparentemente que a Al-Qaeda alcançasse alguns de seus objetivos.

A maior parte dos americanos parece não se incomodar com a perda de liberdades.

Nas pesquisas, a maioria deles está disposta a desistir de algumas liberdades civis em favor de um país mais seguro. Apenas um quarto acredita que a tortura aplicada aos suspeitos de terrorismo é injustificável.

"Muitas pessoas responderam de maneira afirmativa (às ações contra o terrorismo) porque pensam que medidas como escutas telefônicas acontecem apenas aos outros", declarou à AFP, Andrea Prasow, assessora da organização Human Rights Watch.

"A história prova que não é verdade. Uma vez que o governo recebe um poder, ele não o entrega nunca", considera Prasow.

"Essas mudanças não afetam apenas as liberdades individuais das pessoas que se tornam suspeitas injustamente, mas também afetam o estado de direito" em razão da "utilização excessiva do segredo", denuncia Michael German, assessor da poderosa organização de defesa das liberdades civis ACLU.

O Congresso estuda um projeto de lei que permitiria a prisão por tempo ilimitado de pessoas sem julgamento, uma questão que surgiu antes do 11 de setembro e tão inimaginável quanto um presidente americano aceitar a simulação de afogamento ou outras formas de "interrogatórios duros".

"Os Estados Unidos não estavam neste ponto até os atentados. O país era um líder imperfeito, mas um líder para promover os Direitos Humanos", acrescentou Prasow. "Os terroristas procuram mudar um país ou um povo, e é isso o que acontece".

A resposta dada não é proporcional à ameaça, acrescenta Bem Wizner da ACLU. Poucas tentativas de atentados foram bem sucedidas após 11 de setembro: o mais fatal, o de Fort Hood no Texas em 2009, matou 14 pessoas e feriu 24, um número muito inferior aos 30.000 que morrem nas estradas todos os anos.

"Diz respeito a uma ameaça real, mas que não coloca em perigo a nossa existência", afirma Wizner, "mesmo assim, nós tratamos como se fosse a Primeira Guerra Mundial".

A guerra contra o terrorismo resultou em um reforço sem precedentes no monitoramento de e-mails, telefonemas, transações financeiras de cidadãos americanos e estrangeiros para armazená-los em bases de dados enormes.

É ao mesmo tempo necessário e inevitável, afirma Ron Marks, ex-membro da CIA, hoje especialista do Instituto de Segurança Interna da Universidade George Washington.

"Não existe uma volta possível ao período anterior ao 11 de setembro. O gênio saiu da garrafa", afirma e adverte: "Nós seremos ainda mais indiscretos".

"Os atentados traumatizaram os americanos, o problema é que o governo (...) utiliza contra os americanos, ferramentas desenvolvidas durante anos contra os inimigos do país", visando principalmente os mulçumanos e imigrantes, segundo ele.

Ron Marks se disse "preocupado com a opinião pública", ressaltando a "perda de flexibilidade" em relação a opiniões divergentes e uma desconfiança profunda com os mulçumanos.

Muitos republicanos exploram esta desconfiança como uma "estratégia de campanha", acredita Dawud Walid, diretor do Conselho de relações americano-islâmico (CAIR) do Michigan. "O discurso político se tornou abertamente islamofóbico e é aceito por uma grande parte da população", disse, "dá medo".

Fonte - UOL

Nota DDP: O que mais será trocado com a derrocada do poder americano no cenário mundial? Embora previsível, é fascinante perceber os fatos se encaixando perfeitamente no quebra-cabeças antecipado na profecia bíblica e muito bem detalhado no Grande Conflito. Não deve haver lugar para o medo, mas para alegria do cumprimento das promessas de Deus e, não estamos diante do aparecimento do "gênio", mas do dragão:

"Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão". Ap 13:11

Para saber o papel profético dos EUA, clique aqui:

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Daniel e Apocalipse

"Quando os livros de Daniel e Apocalipse forem bem compreendidos, terão os crentes uma experiência religiosa inteiramente diferente. Ser-lhes-ão dados tais vislumbres das portas abertas do Céu que o coração e a mente se impressionarão com o caráter que todos devem desenvolver a fim de alcançar a bem-aventurança que deve ser a recompensa dos puros de coração". EGW, Testemunhos para Ministros, p. 114.

Daniel:

Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 5
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 11

O Surgimento de Alexandre
Paralelos em Daniel
O Cerimonial do Santuário Terrestre

Apocalipse:

Símbolos Proféticos
Conferências Proféticas de Albury Park
A Imagem da Besta
Bento XVI nos EUA
O Papel dos EUA na Profecia
O Bispo de Roma nos EUA
Conexão Vaticano-EUA
A Questão Básica na Crise Final
O Apocalipse e a Marca da Besta
O Grande Debate Final da História Humana

Fonte - Minuto Profético

"Chegou a hora"

"Avisos de Deus"


"Chegou a hora"


Nota DDP: Veja mais em "Chegou a hora".

Nervos à flor da pele

Os investidores estão outra vez nervosos. O único motivo: vou perder dinheiro? As bolsas do mundo estão caindo outra vez, no dia de hoje. Há temor de que se forme uma recessão mundial. Os EUA estão demonstrando que sua economia vai parando. Na Europa, a Alemanha que puxava a economia, está dando sinais de recessão. Os outros países há mais tempo assim sinalizam. As quedas nas cotações, nesse momento, no mundo, estão por volta de 5%.

Para refletir: a economia do mundo, de onde se ganha o pão de cada dia, anda como em cima de estreita ponte, tentando o equilíbrio para não cair. Quando a ponte balança, como nesse momento, há temor ao redor do mundo, por parte de quem tem muito capital. Ele pode evaporar, não valer nada, em questão de horas. E o pior, pode não mais se recuperar em questão de anos. A recessão pode transformar-se, como alguns acham, em depressão. E esse está sendo o caminho, se bem que ainda não dessa vez.

Quando os quatro anjos de Apoc. 7 soltarem os ventos, então é que o temor e o medo se transformarão e desmaios de terror, por parte dos poderosos e gananciosos. Mas os salvos sabem que esse é o indicativo de que a volta de JESUS será uma questão de meses.

Prepara-te para um bom futuro, mas não nesse mundo. Invista a tua vida no reino de DEUS. (Correio do Brasil)

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP: Veja também "Crise é pior na Europa; há risco de colapso em vários países" e "Bento XVI pede que jovens digam 'não' ao consumismo e à corrupção".

Apenas duas considerações: os problemas aparentam ser bem maiores do que parecem. Quando aqueles que têm a obrigação de fazer o papel de otimistas, começam a anunciar os problemas, é porque não há mais muito a esconder. O outro lado da questão é que a igreja de Roma já havia usado a crise anterior para pregar seus pontos de vista, vide a questão da Encíclica lançada à época. Em algum momento se admitirá que os problemas do mundo derivam de uma crise moral, o que é verdade, mas as soluções propostas (doutrina social da igreja) divergem desta realidade.
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