quarta-feira, 16 de novembro de 2011

"Um dia sem compras"

Esta seria uma proposta indigesta pela fome de consumo das pessoas, e não simpática pelo lado da produção, muito menos ainda pelo comércio. Passar um dia inteiro sem fazer nenhuma compra não é uma tarefa impossível. Mas para quem está “duro” é até uma atitude comum.

A proposta não tem nada a ver com o discurso de economia, mas é uma reflexão sobre os hábitos de pessoas que compram sem qualquer sentido racional. Até na alimentação, para reduzir alguns gramas indesejáveis em nosso organismo, será bom para a saúde. A própria orientação cristã, em conceitos teológicos, promove o jejum como um exercício necessário de fé.

Este será um dia particular para refletir sobre nossos hábitos de consumo. É neste momento que se verá quanta besteira se faz ao comprar coisas que só atendem a um momento, um impulso pessoal e emocional, sem qualquer sentido prático para a vida. Em muitos casos é mais um entulho a ser guardado em casa, que apenas causou uma satisfação no ato da compra. Acreditamos que todos em algum momento tiveram a necessidade de mudança de endereço. É aquela correria, de empacotar coisas e mais coisas. Neste momento se verá quanto entulho ficou guardado anos e anos, sem qualquer uso e, pior, sem serventia por estar quebrado, aguardando tão só momento oportuno para consertar, "quando tiver tempo”. Se não consertou, certamente daquele bem você não mais tinha necessidade. Não fez falta.

Para aqueles que têm dificuldade de enfrentar este teste de ficar sem compra por um dia, comecem a tomar a postura de adiar por um dia a decisão de uma compra. Sem oferecer qualquer base científica e sim pela experiência, provavelmente mais de 80% esquecerão no dia seguinte, pelo fato de as compras serem na sua grande maioria um impulso sem alguma necessidade imperiosa. Temos a convicção de que haverá uma catarse emocional por este ganho subjetivo.

A não compra por um dia, para os economistas, será a redução do PIB. Para os empresários, uma redução de seus lucros. Para os filósofos, uma bela oportunidade para uma reflexão sobre a vida. Para a mãe Terra será seu dia de férias. Mesmo que a sociedade inteira assumisse esse compromisso, por hipótese, seria a redução de apenas 1/365 no sistema econômico. Isto nada significaria em termos relevantes para a economia. Mas para quem a pratica será inclusive uma poupança para o futuro.

Há 19 anos foi instituído por uma organização canadense (AdbustersMedia) o chamado dia sem compras (Buy nothing day), a ser praticado todo ano no dia 27 de novembro, perto da época de fim de ano, para que todas as pessoas pensem melhor antes de comprarem qualquer coisa por aí, refletindo principalmente sobre o impacto benéfico ao meio ambiente por esta escolha. Estamos chegando.

Esta é uma bela oportunidade para dar um basta ao bombardeio das mensagens de consumo desenfreado, promoções mágicas e prestações a perder de vista, tornando-se um escravo financeiro.

Este será um dia para ser lembrado, que não se precisa ter de tudo o que se vê por ai. Vivemos um modelo econômico do tipo bicicleta, impulsionado para o ato de comprar, se parar cai. Afundamos em dívidas e prestações para toda a eternidade, que nem sempre trarão beneficio para o nosso bem-estar, a própria saúde e a saúde do meio ambiente.

O essencial é estar bem consigo mesmo, em harmonia com o mundo ao redor. Vamos “comprar” esta ideia?

Fonte - Jornal do Brasil

Nota DDP: O viés mais óbvio da notícia é o condicionamento. A idéia de se parar e, parar em um domingo. A progressão do raciocínio aponta para a conclusão de que tal posicionamento apenas uma vez por ano não é suficiente. Uma vez por semana é bem mais factível...

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

"O Clamor da Meia-Noite"


www.oclamor.org.br


Prévia:

01 - O Clamor da Meia Noite (Parte 1)
02 - O Clamor da Meia Noite (Parte 2)
03 - O Clamor da Meia Noite (Parte 3)
04 - O Clamor da Meia Noite (Parte 4)
05 - O Clamor da Meia Noite (Parte 5)



Programação:

O Clamor da Meia Noite – Sermão 01 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 02 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 03 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 04 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 05 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 06 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 07 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 08 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 09 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 10 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 11 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 12 - AUDIO - PDF - VIDEO


Em breve a segunda temporada: O Clamor da Meia-Noite 2

Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar (tanto os áudios, como a programação), "como folhas de outono", atendendo o "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)









Europa vive o pior momento desde 1945

LEIPZIG, Alemanha, 14 Nov 2011 (AFP) -"A Europa vive um dos piores momentos desde Segunda Guerra Mundial, talvez o pior momento", afirmou a chanceler alemã, Angela Merkel, em um discurso nesta segunda-feira em Leipzig para quase mil militantes no congresso de seu partido, a União Democrata-Cristã (CDU).

"Cada geração tem seu desafio político", completou a chefe de Governo, que lembrou que a geração do chanceler do pós-guerra Konrad Adenauer (1949-63) construiu a Europa; e que a de Helmut Kohl (1982-98), a unidade alemã e europeia.

"A atual geração enfrenta um teste histórico com esta crise financeira", acrescentou Merkel em um discurso dedicado em boa parte à Europa.

Merkel, que tem um papel-chave na gestão da crise na Eurozona, insistiu no fato de que "chegou o momento de um novo passo para uma nova Europa".

"Se o euro fracassar, a Europa vai fracassar", advertiu a chanceler.

"A Eurozona é muito mais do que uma moeda, é um símbolo de meio século de paz, liberdade e bem-estar social", destacou a líder da CDU há 11 anos e chefe de Governo desde 2005, antes de recordar que "se a Europa vai mal, a Alemanha vai mal".

"Precisamos da Europa para que a Alemanha fique bem", disse, referindo-se à importância da União Europeia para o comércio exterior do país, já que 60% das exportações alemãs ficam nos 27 países membros da UE.

"Nove milhões de empregos dependem diretamente destas exportações", disse.

Ao exigir reformas na Europa, como já fez aos sócios europeus, lembrou que as reformas devem ser traduzidas em mais Europa, e não o contrário.

"Fazemos parte de uma política interna europeia. Se a Alemanha está disposta a ajudar os países em dificuldade, também espera que façam seus deveres, saneando as finanças públicas", concluiu.

Fonte - UOL

Nota DDP: Veja também "Está difícil saber que país vai sobreviver ao euro".

Além do sempre óbvio cumprimento da profecia de Daniel 2, uma vez que o projeto europeu de reunificação, seja pelo prisma que for, não vinga, ainda as possibilidades em torno dos desdobramentos de uma crise que parece séria o suficiente para modificar os centros de poder do velho continente.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Presidente do Conselho Europeu visitará BXVI

CIDADE DO VATICANO, 9 NOV (ANSA) - O papa Bento XVI receberá, no próximo sábado, o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rumpuy, segundo a assessoria de imprensa do Vaticano.

O encontro ocorre no fim da semana em que dois chefes de Governo europeus, o grego Giorgios Papandreou e o italiano Silvio Berlusconi, anunciaram que renunciarão ao cargo, em meio a uma intensificação no risco de que a crise das dívidas públicas saia do controle.

Hoje, um grupo de especialistas da União Europeia (UE), junto com inspetores do Banco Central Europeu (BCE), iniciaram a supervisão da instalação das reformas econômicas na Itália, prometidas pelo premier em 26 de outubro.

O monitoramento foi uma solicitação do próprio Berlusconi na última Cúpula do G20, que teve como discussão central a possibilidade da Grécia não aceitar o pacote de ajuda da UE, que incluía um perdão de 50% de sua dívida pública.

Essa é a segunda reunião que o Papa tem com uma liderança europeia para tratar da crise econômica no continente. Em setembro, Joseph Ratzinger teve um encontro com a chanceler alemã, Angela Merkel, quando visitou a Alemanha.

Em agosto, o líder máximo da Igreja Católica também se reuniu com o presidente do governo da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, com quem debateu a crise e os conflitos sociais no mundo.

Fonte - ANSA

Nota DDP: Apenas duas possibilidades óbvias podem ser abstraídas desta modalidade de encontro: troca de favores ou submissão espiritual, talvez as duas ao mesmo tempo.

Em um período em que a igreja romana tem se manifestado tanto sobre o assunto economia, não é impossível se subentender que as lideranças políticas que a procuram estejam propensas a aceitar as sugestões de eleição de um líder único, com peso moral para lidar com a situação.

As peças se encaixariam perfeitamente.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

FMI alerta para colapso na demanda mundial

A economia mundial está entrando em uma fase perigosa que poderá ver um colapso na demanda mundial, afirmou a diretora-gerente da Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, dias depois de uma reunião dos líderes mundiais não conseguir produzir uma solução para resolver a crise da dívida da Europa.

"Nuvens negras estão claramente no horizonte, no oeste da Rússia", disse Lagarde. "Se nós não trabalharmos juntos, nós poderemos enfrentar uma espiral descendente de incerteza, instabilidade financeira e colapso de demanda mundial".

Falando em Moscou durante sua primeira visita ao país no comando do FMI, Lagarde pediu que os líderes mundiais ajam decisivamente e previnam uma "volta negativa, onde um anêmico e letárgico crescimento colabora para o enfraquecimento financeiro".

Na última cúpula do G-20 na França, os líderes europeus não conseguiram avançar com seu plano para combater a bola de neve em que se transformou a crise da dívida. Eles também não conseguirem encontrar compradores de potências emergentes para expandir o fundo de resgate da região de € 440 bilhões para 1 trilhão de euros.

Lagarde alertou que, se a crise se aprofundar, os mercados emergentes da Europa Oriental poderão ser "severamente atingidos" pelas exportações menores e aumento das tensões financeiras. Os bancos da região poderão enfrentar aperto de liquidez, se os credores problemáticos ocidentais retirarem de repente sua exposição devido a problemas domésticos, acrescentou.

"Desta vez, os bancos do Ocidente controladores, que têm sido fundamentais para manter as economias à tona, não estarão mais aqui, necessariamente, para sustentar o crescimento e a saúde desses países", disse ela.

Ela se reuniu com o presidente russo, Dmitry Medvedev, e funcionários do Ministério das Finanças mais cedo. A Rússia afirmou que considera fornecer assistência, além de seu compromisso de US$ 10 bilhões, para o FMI, em troca de uma participação de voto maior no Fundo. As informações são da Dow Jones.

Fonte - Gazeta do Povo

domingo, 6 de novembro de 2011

"O papa e a política mundial"


Fonte - Questão de Confiança

Terremoto de intensidade 5,6 sacode o Estado de Oklahoma, nos EUA

Um terremoto de intensidade 5,6 atingiu no início da madrugada deste domingo (6) o Estado de Oklahoma, no centro dos Estados Unidos. De acordo com o Instituto Geológico dos EUA, é o segundo tremor seguido que atinge a localidade.

O epicentro do tremor ocorreu às 22h53 no horário local (1h53 de hoje, no horário de Brasília), cerca de seis quilômetros a leste da cidade de Sparks, a uma profundidade de cinco quilômetros.
Não há informações de danos ou vítimas até o momento.

O primeiro tremor, com intensidade 4,7, atingiu a região às 2h12 de ontem (5h12 no horário de Brasília).

De acordo com o instituto, não é comum a ocorrência de terremotos no Estado norte-americano de Oklahoma.

Fonte - UOL

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

"A Grande Esperança"

 


1. A Grande Esperança – Aos que lêem, ouvem e guardam. 
Apocalipse 1:3
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2. A Grande Esperança – Aos que morrem no senhor. 
Apocalipse 14:13
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3. A Grande Esperança – Aos que vigiam e guardam suas vestes. 
Apocalipse 16:15
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4. A Grande Esperança – Aos que são chamados à ceia das bodas cordeiro. 
Apocalipse 19:9
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5. A Grande Esperança – Aos que tem parte na primeira ressurreição. 
Apocalipse 20:6
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6. A Grande Esperança – Aos que guardam as palavras da profecia. 
Apocalipse 22:7
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7. A Grande Esperança – Aos que lavam sua vestiduras no sangue do cordeiro. 
Apocalipse 22:14
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8. A Grande Esperança – A todo aquele que crê. 
Apocalipse 14:14-16
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Clique na figura e faça o download gratuito do livro respectivo. Mais do que isso, distribua o arquivo digital para o maior número possível de pessoas.

CIA admite que monitora redes sociais e chats no mundo todo

Agência de Inteligência dos EUA emprega centenas de analistas atrás de pistas sobre o 'humor' da população local e reações ao país.

A CIA – a agência de inteligência dos EUA – monitora as redes sociais no mundo todo em busca de ameaças à segurança do país ou mesmo sobre o 'humor' da opinião local, revela reportagem da agência AP nesta sexta (4).

Instalada em um galpão industrial em local secreto, a equipe da agência, apelidada de "bibliotecários vingativos", acompanha 5 milhões de tuítes por dia, além de Facebook, jornais, canais de notícias de TV, estações de rádio no mundo todo, salas de chat na internet etc.

De acordo com a reportagem, do árabe ao mandarim, a partir de um tweet irado a um blog reflexivo, os analistas colhem informações e as cruzam com jornais locais ou até conversas telefônicas interceptadas clandestinamente. A partir daí, desenham um cenário sobre a quantas anda a percepção sobre os EUA naquele país ou mesmo o grau de satisfação da população.

A equipe previu, por exemplo, a chamada "Primavera Árabe" no Egito. "Vimos que as redes sociais em lugares como o Egito poderiam tornar-se uma ameaça ao regime", disse Doug Naqim, diretor do chamado Centro Open Source da CIA.

O trabalho começou por recomendação do Congresso americano, após os ataques de 11/09. Hoje, reúne centenas de analistas (o número exato é segredo), que estudam do acesso à web na China ao humor nas ruas do Paquistão.

De acordo com a reportagem, embora a maioria dos analistas esteja na Virgínia, há "fuçadores virtuais" em embaixadas americanas no mundo todo.

O centro começou a focar-se em mídias sociais, depois de ver a reação dos usuários do Twitter contra o regime iraniano após o contestado resultado das eleições de 2009 naquele país, com a reeleição Mahmoud Ahmadinejad.

Depois que Bin Laden foi morto no Paquistão em maio, a CIA seguiu o Twitter para dar à Casa Branca um instantâneo da opinião pública mundial. O presidente Barack Obama recebe relatórios do grupo quase que diariamente, diz o texto.

A maioria dos tweets em urdu, a língua do Paquistão, e em chinês, foram negativos aos EUA à época. Autoridades paquistanesas protestaram contra o ataque como uma afronta à soberania do país, um ponto que continua a complicar as relações entre os países.

O centro também está comparando os resultados de suas observações em mídia social com as pesquisas de opinião, para gerar resultados mais precisos, disse Naquin à AP.

Sites como Facebook e Twitter também se tornaram um recurso fundamental para seguir uma crise, como os motins que se alastraram em Bangkok (Tailândia) em abril e maio do ano passado.

Fonte - IDGNow

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Princípio dia/ano

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