quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Terremoto de 7.5 graus na costa do Alasca gera alerta de tsunami

Um terremoto de 7.5 graus na Escala Richter atingiu a costa do Estado americano do Alasca na manhã deste sábado, informa o USGS, serviço geológico dos EUA. Inicialmente, as informações da entidade apontavam que o tremor era de 7.7 graus de magnitude. Até o momento não há informações sobre vítimas ou danos na região.

O forte tremor foi registrado às 6h58 (horário de Brasília) e teve epicentro localizado a 106 km da cidade de Craig, com profundidade de 9.9 km, segundo informações do USGS. Alertas de tsunami chegaram a ser emitidos para o Alasca e para o Estado canadense da Colúmbia Britânica, mas foram posteriormente cancelados.

"Os dados sobre o nível do mar indicam que um tsunami foi gerado", informou o centro americano de advertências de tsunamis para o Pacífico em um comunicado. O órgão acrescentou que o tsunami poderia "causar destruição na costa próxima ao epicentro".

De acordo com o centro, esperava-se que as ondas atingissem primeiramente Langara, na Colúmbia Britânica, e depois rumassem para norte e oeste, possivelmente atingindo até a localidade de Homer, na península do Kenai, no Alasca, mas concluiu-se que elas não representavam uma ameça.

Autoridades de Sitka, no sul do Alasca, chegaram a iniciar a retirada de moradores de áreas baixas, segundo a estação local de rádio KCAW.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Vaticano trabalha para parar as compras de domingo na Itália

CIDADE DO VATICANO (RNS) A Igreja Católica Romana, os sindicatos e as associações de pequenos negócios uniram forças em uma tentativa de salvar os domingos.

Em uma tentativa de estimular o crescimento econômico, o primeiro-ministro italiano de saída, Mario Monti, apoiou uma nova lei que permite que as lojas fiquem abertas no "dia de descanso".

Mas as tradições dominicais são fortes nos países europeus, e a mudança provocou forte resistência de grupos religiosos e seculares.

No mês passado, uma associação italiana de proprietários de lojas e a conferência Episcopal Católica do país lançou uma campanha para "libertar os domingos". Eles pretendem reunir as 50 mil assinaturas necessárias para tentar revogar a lei de liberalização das compras.

Confesercenti, a associação dos proprietários de lojas, teme que as pequenas lojas locais - a espinha dorsal do setor de varejo italiano - serão esmagadas pelos grandes retalhistas e pelos mercados de estilo americano.

O problema se estende para além da Itália. Em Bruxelas, dezenas de grupos religiosos - incluindo a Igreja Católica - sindicatos e associações empresariais de 27 países formaram a "Aliança Europeia do domingo" para pressionar a União Europeia para manter o domingo como dia de descanso ao largo do continente, pelo menos em princípio.

Johanna Touzel, porta-voz da aliança, disse que manter o domingo separado não é necessariamente uma questão religiosa, e não discriminatória em relação a judeus e muçulmanos. "Precisamos de um dia em que todos possam descansar - esta é a origem do Shabat. E, de fato, até mesmo organizações muçulmanas nos apoiam."

Para a Igreja Católica, manter domingos livres de preocupações comerciais e de trabalho é de conseqüências maiores do que a economia.

O reverendo Marco Scattolon de Camposampiero, Itália, tornou-se uma celebridade instantânea quando rotulou as compras de domingo um pecado e pediu a seus paroquianos a fazer penitência por ele. Domingos, ele disse ao jornal Corriere del Veneto, são importantes ", não apenas no sentido religioso". "Eles são uma das poucas ocasiões deixadas para as famílias estarem juntas."

Bispo Antonio Mattiazzo de Pádua ficou do lado de Scattolon enquanto outros bispos publicamente assinaram a campanha da Confesercenti.

"O amplo consenso na oposição de abertura no domingo mostra que ter um dia de descanso semanal comum é algo que beneficia a todos, e não apenas os crentes", diz Luca Diotallevi, um sociólogo católico que aconselha os bispos da Itália sobre questões sociais. "Domingo não tem apenas um valor social, mas teológico também: O homem precisa ter um dia santo."

Outros vão ainda mais longe na argumentação para o trabalho livre de domingo.

Mimmo Muolo, jornalista oficial do jornal católico Avvenire da Itália, em seu recente livro, "Le feste scippate" ("As Férias roubadas"), argumenta que "o ciclo 24/7 do varejo reintroduziu um sistema de escravos e senhores." Ele disse que os funcionários que não têm escolha, senão trabalhar aos domingos - e, portanto, não tem tempo para a família e outras atividades sociais - são "escravos de domingo."

Pelo menos na Itália, há sinais de que poucas empresas tomaram vantagem da reforma.

Antes da corrida habitual de compras de Natal entrar em ação, era difícil encontrar lojas abertas aos domingos, fora das áreas turísticas dos centros urbanos.

"É inútil, porque as pessoas não têm dinheiro suficiente para gastar", diz Anna Lucentini, 35, vendedora em uma das mais movimentadas ruas comerciais de Roma.

Ela diz que o único resultado da reforma de abertura aos domingos, é que os funcionários terão de trabalhar mais a pedido de seus patrões. "Na Itália, os que ainda têm um emprego têm medo de perdê-lo e assim deixa-se ser explorado sem reclamar."

Assim, a oposição à liberalização dos horários de abertura de lojas está ganhando alguma simpatia inesperada para a igreja. Lorena Vargas, 21, acabou de aprender sobre a campanha apoiada pelos bispos. "Pela primeira vez, a igreja está fazendo uma coisa boa", diz ela. "Eu poderia até mesmo começar a ir à missa".

(Tradução livre)

Fonte - Religion News

Nota DDP: Percebe-se com certa facilidade que os temas que possibilitam a adoção em larga escala do domingo como dia de descanso são cada vez mais factíveis nos dias difíceis que vivemos, seja no âmbito social, seja econômico e, inclusive, ecológico. O post supra demonstra isso.

Ano de 2012 bateu recordes de temperatura e degelo extremo

Em 2012 ocorreram fenômenos climáticos extremos em todo o mundo, sobretudo no hemisfério norte, com grandes ondas de calor e de frio e um degelo sem precedentes do gelo ártico, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

O ano começou com um episódio do fenômeno climático La Niña de intensidade moderada, que provocou o resfriamento extremo do clima e continuou com um aumento importante das temperaturas a partir de abril, informou a agência especializada da ONU.

Apesar dos fenômenos climáticos El Niño e La Niña, que incidiram nas temperaturas, continua "a tendência geral de aquecimento global de longo prazo, imputável às mudanças climáticas antrópicas", isto é, relacionadas com a ação humana, explicou o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud.

"Queremos que esta informação seja levada em conta em Doha", acrescentou em alusão à conferência que, de segunda-feira até 7 de dezembro reúne 190 países para decidir sobre o futuro do Protocolo de Kyoto e estabelecer as bases de um grande acordo para 2015. O protocolo, assinado em 2007, é o único tratado legal que fixa os objetivos cifrados para reduzir a emissão de gases causadores de efeito estufa.

Segundo o relatório da OMM, o período 2001-2011 já tinha sido o mais quente registrado e a tendência dos primeiros meses deste ano apontavam a que "2012 não será uma exceção à regra", indicou a organização.

De janeiro a outubro vivemos o período mais quente compreendido nestes meses desde que começaram os registros em 1850, explicou a agência da ONU, com temperaturas mundiais na superfície do oceano e em terra superiores em 0,45 °C à média de 14,2 °C do período 1961-1990.

Outras consequências do aquecimento global são o degelo da calota do Ártico, que em 16 de setembro alcançou sua menor extensão anual (3,41 milhões de quilômetros quadrados) desde que começaram os registros por satélite. Estes dados confirmam os publicados em setembro pelo NSDIC, centro americano especializado em gelo e neve.

A calota de gelo do Ártico perdeu, assim, um total de 11,83 milhões de quilômetros quadrados entre março e setembro. Além disso, a extensão mínima de 2012 foi 49% inferior (cerca de 3,3 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente à superfície da Índia) na média mínima do período 1979-2000.

"A extensão de gelo marinho no Ártico alcançou um novo mínimo. A velocidade alarmante com que está ocorrendo o degelo nesta região este ano, dando destaque às profundas mudanças que estão ocorrendo nos oceanos e na biosfera", disse Jarraud.

Seu veredicto é severo: "as mudanças climáticas estão ocorrendo diante dos nossos olhos e continuarão assim como consequência da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, que aumentou de forma constante e voltou a alcançar novos recordes".

Em 2012 também foram registrados outros fenômenos extremos. Na bacia do Atlântico, por exemplo, a atividade da temporada de furacões foi superior à média pelo terceiro ano consecutivo, com 19 tempestades, das quais dez alcançaram a categoria de furacões, como foi o caso de Sandy, que provocou estragos nos Estados Unidos e no Caribe.

O ano também foi marcado por grandes nevascas e temperaturas extremas entre o final de janeiro e meados de fevereiro, sobretudo na Rússia e na Europa, com temperaturas que despencaram até - 50ºC, um frio que, segundo o secretário-geral da agência da ONU, "pode estar relacionado com o degelo no Ártico".

As cifras definitivas sobre o clima em 2012 serão publicadas em março de 2013.

Um cristão foi morto a cada 5 minutos em 2012

Em 2012 105 mil cristãos foram mortos devido a perseguição religiosa imposta em alguns países do mundo. O alerta mundial sobre esta estimativa aterrorizante partiu do sociólogo Massimo Introvigne que é coordenador do Observatório da Liberdade Religiosa na Itália.

“Se estima que em 2012 morreram 105 mil cristãos por motivos religioso, isto é, um morto a cada 5 minutos”, disse.

Introvigne cita as áreas de risco e mostra que são países regidos pelas leis islâmicas. “As zonas de risco são muitas, mas podemos identificar basicamente três países onde é forte a presença do fundamentalismo islâmico: Nigéria, Somália, Mali”, disse.

Outros países citados foram o Paquistão e o Egito onde há algumas áreas de risco onde os cristãos correm riscos de morte. Na Coreia do Norte e na Índia também tiveram casos de perseguição e morte a cristãos.

Neste grupo identificado como cristão há tanto evangélicos, como católicos e coptas. Uma quantidade de assassinados que o sociólogo chamou de “proporções horríveis” que muitos veículos de comunicação com poder mundial não chegam a noticiar.

Tempestade tropical deixa 20 mortos nas Filipinas

As autoridades filipinas elevaram neste domingo para 20 o número de mortos causados pela tempestade Wukong em sua passagem pelo país no dia do Natal e quase três semanas depois que um tufão fez mais de mil vítimas.

Em uma nota o departamento de Defesa Civil assinalou que outros nove corpos foram achados pelas equipes de socorro na ilha de Panay, a oeste e na região central do arquipélago atingido com força pela tempestade.

Wukong, que os filipinos chamam Quinta, deixou cerca de 23 mil pessoas sem casa. Os desabrigados estão amparados em diversos albergues temporários montados pelas autoridades.

A temporada de tufões nas Filipinas, que começa em geral em junho e termina em novembro, atrai todos os anos entre 15 e 20 tufões.

Abismo fiscal nos Estados Unidos

Para o dia primeiro de janeiro de 2013 está engatilhada uma nova crise nos Estados Unidos da América, conhecida por “abismo fiscal”. O presidente George Herbert Walker Bush, em 1991 estabeleceu um alívio fiscal para durar até 31 de dezembro de 2012. Portanto, no final deste ano esse alívio, ou desconto de impostos para muitas pessoas termina. Isso quer dizer que aumentarão os impostos a serem reconhecidos pelo governo federal. Parece bom para o Estado americano, porém, é exatamente o contrário.

Os EUA estão endividados e sua dívida só aumenta, principalmente por causa das guerras e do desembolso do estado para salvar bancos em 2008, evitando o colapso do efeito “suprime” de milhões de famílias endividadas. Há outros problemas drenando recursos públicos, como a previdência social. Então, o fim das isenções de alguns impostos parece coisa boa. No entanto, essa situação gerará um enxugamento de dinheiro para as pessoas gastarem em suas compras, da ordem de 600 bilhões de dólares. Se a economia do maior país do mundo não vai bem, esteve perto de graves problemas nos últimos anos que a poderiam levar ao colapso, agora, mais uma vez, se depara diante de outra possibilidade de recessão.

A gigantesca máquina de produção e consumo americana vem a cada poucos anos enfrentando desafios quase tão grandes quando seu poderio de superá-los. Aproxima-se o dia em que tal desafio, seja por causa de seu tamanho, seja por desavenças políticas, seja por causa do decreto dominical, tragará a economia desse país e do munto inteiro. É momento, não de consumismo, mas de alertar o mundo para o maior de todos os eventos, a volta de JESUS.

Bento XVI pede 'união' de religiões para solucionar conflitos

CIDADE DO VATICANO, 28 DEZ (ANSA) - O papa Bento XVI destacou a necessidade dos "discípulos de Cristo" demonstrarem "união" para que o mundo acredite na mensagem de amor, paz e reconciliação do Evangelho e, assim, possa evitar conflitos, como os do Oriente Médio.

O apelo foi feito em uma mensagem enviada pelo Papa ao novo patriarca grego ortodoxo de Antioquia e Oriente, Yuhanna el Yazigi, eleito no último dia 17 de dezembro. Ele sucede Ignacio IV Hazim, morto no dia 5.

"Nós temos a responsabilidade de seguirmos juntos no caminho de manifestar, de uma maneira ainda mais visível, a realidade espiritual da comunhão", disse Bento XVI.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Ban afirma que união é a chave para atingir as Metas do Milênio

No Dia Internacional da Solidariedade, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que a união é a chave para alcançar as Metas do Desenvolvimento do Milênio.

Em comunicado, Ban afirmou que os benefícios dessa cooperação podem ser vistos na redução da pobreza e nos avanços das liberdades democráticas.

Transição

O Secretário-Geral afirmou que o Dia da Solidariedade, este ano, acontece num momento de uma dramática transição. Ban disse que os povos no mundo estão exigindo mais liberdade política, responsabilidade e igualdade.

Segundo ele, a interdependência global está aumentando e o mundo pode criar soluções para um futuro mais seguro, sustentável e próspero se agir como um só.

Solidariedade

Ban Ki-moon declarou que a solidariedade é crucial para resolver problemas. Um exemplo disso, para ele, foi a coesão dos países vista na Conferência sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho.

O Secretário-Geral afirmou que governos, sociedade civil e setor privado se uniram e concordaram em promover um futuro econômico, social e ambiental sustentável.

Agenda

Ban pediu aos países que intensifiquem os esforços para o cumprimeto das Metas de Desenvolvimento do Milênio até 2015. Os objetivos foram estipulados em 2000 por governos e organizações para reduzir a pobreza.

O Secretário-Geral falou também da importância do lançamento das bases da agenda das Metas do Milênio pós 2015. O processo, segundo ele, busca incluir as ideias de especialistas e do cidadão comum.

Fonte - Radio ONU

Vaticano controla indiretamente os partidos italianos

O jornalista Gianluigi Nuzzi ocupa-se da política interna do Vaticano desde 2008 e foi o responsável pelas denúncias que desencadearam o escândalo que ficou conhecido como VatiLeaks, o vazamento de documentos secretos da Santa Sé. O resultado de suas investigações e entrevistas sobre o assunto foi o livro Sua Santitá (Sua Santidade, em português), que chegou às livrarias brasileiras no mês passado. No Vaticano, o caso culminou com a prisão do mordomo do papa, Paolo Gabriele, uma das fontes do jornalista.

Em entrevista ao site de VEJA, Nuzzi disse que é impensável chegar ao poder na Itália sem boas relações com a Igreja Católica. “O Vaticano controla transversalmente todos os partidos italianos. Nenhuma nomeação, por exemplo, na Rai, a TV do estado, é possível sem o consenso do Vaticano. Imagine que com a publicação do meu livro eu recebi pedidos de entrevista do mundo todo, mas nenhuma do canal nacional”, afirma.
Para o jornalista, a Itália e o Vaticano "tem uma história compartilhada no presente como tinha no passado". "O atual governo, do premiê (Mário) Monti, tem um pacto de aço com o Vaticano". Segundo o escritor, a influência hoje se dá de diferentes maneiras, desde o apoio tácito da Igreja em troca de um afrouxamento de impostos, até sugestões sobre como o governo deveria lidar com políticas sociais, como a eutanásia e o casamento.

Fonte: VEJA

(Via @MinutoProfetico)

sábado, 22 de dezembro de 2012

Papa sinaliza aliança entre religiões para combater casamento gay

Por Philip Pullella

CIDADE DO VATICANO, 21 Dez (Reuters) - O papa Bento 16, indicando o desejo do Vaticano de forjar alianças com outras religiões contra o casamento gay, disse nesta sexta-feira que a família estava ameaçada "em seus fundamentos" por tentativas de mudar a sua "verdadeira estrutura".

O papa fez a sua mais recente denúncia do casamento gay em um discurso de Natal para os funcionários do Vaticano, em que ele misturou religião, filosofia, antropologia e sociologia para ilustrar a posição da Igreja Católica Romana.

Ele colocou todo o peso em um estudo realizado pelo rabino-chefe da França sobre os efeitos que a legalização do casamento gay teria sobre as crianças e a sociedade.

"Não há como negar a crise que ameaça em seus fundamentos --especialmente no mundo ocidental", disse o papa, acrescentando que a família tinha de ser protegida porque é "o autêntico ambiente para se entregar o plano da existência humana".

O papa de 85 anos de idade, falando no Salão Clementine do Palácio Apostólico do Vaticano, afirmou que a família estava sendo ameaçada por "uma compreensão falsa da liberdade" e um repúdio ao compromisso de toda a vida do casamento heterossexual.

"Quando tal compromisso é repudiado, as figuras-chave da existência humana igualmente desaparecem: pai, mãe, filho -- elementos essenciais da experiência de ser humano são perdidos", disse o líder de 1,2 bilhão de católicos do mundo.

O Vaticano partiu para a ofensiva em resposta às vitórias do casamento gay nos Estados Unidos e Europa, utilizando todas as oportunidades possíveis para denunciá-lo através de discursos papais ou editoriais em seu jornal ou na sua rádio.
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Fonte - UOL
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