quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

A grande renúncia - I

Estão todos a perguntar: que razões há que levaram Bento XVI a renunciar?

Este é o quarto papa que renuncia. Seiscentos anos se passaram desde a renúncia anterior. É um fato raro. O motivo tem que ser forte, e não seria a saúde e a idade do papa a única razão. Há causas que talvez nunca se saiba, mas elas existem. Algumas delas já estão vindo à tona, outras ainda são meras especulações, mas são possibilidades. Do Vaticano, com uma história de quase dois mil anos, muitos segredos e também muitos embates pelo poder, pode-se esperar fatos e articulações espantosas. Então não se pode condenar quem tente, especulando, entender as decisões que ocorrem nesse lugar misterioso. Afinal, do que se faz lá há forte influência sobre os habitantes do planeta. Logo, o assunto interessa, a todos.

Trataremos em uma série de pequenos comentários algo sobre os porquês da renúncia de Bento XVI. Também aqui não seremos completos no assunto. Mas à luz do contexto profético, podemos olhar mais longe que os jornalistas e outros críticos.

Em primeiro lugar, temos que avaliar o contexto político e econômico global. Entram em cena alguns países com seus interesses de poder e influência sobre o planeta.

Os Estados Unidos, desde seu descobrimento, se entendem tendo uma missão divinamente determinada sobre os países do mundo. Eles hoje se julgam como uma espécie de povo de DEUS para estes últimos tempos. São os responsáveis pela Nova Ordem Mundial, uma ordem favorável ao sistema de negócios americano. Cabe-lhes ser a nação reorganizadora do planeta. Seus líderes, e também o povo em geral, acreditam que DEUS os tenha escolhido para tornar este planeta um lugar de paz e segurança, de negócios segundo os princípios protestantes de liberdade e livre iniciativa. Para tanto, precisam ser a maior nação do mundo, a nação abençoada, e nenhuma outra poderá ameaçar sua liderança. Quem o fizer será combatido em nome de sua missão. Assim foi que a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas foi combatida nos tempos da Guerra Fria, até ser desmantelada com a ajuda da Igreja Católica. Assim combateram no Vietnã, onde perderam a guerra. Assim combateram contra Saddam Hussein. Assim combatem ainda no Iraque, no Afeganistão. E ameaçam a Correia do Norte, o Irã, a Síria e outros países que discordam de sua política. Pois os americanos precisam ser a maior nação, para cumprir sua missão, que imaginam ter. Precisam de alianças estratégicas poderosas. Uma dessas alianças é a Igreja Católica, outra sedenta por retornar ao poder político.

Mas, os Estados Unidos enfrentam o crescimento de um gigante. É a China, que vem engolindo o poderio de nação após nação, tornando-se ano passado na segunda maior potência econômica. Isso assusta os americanos. E a China vem crescendo a uma velocidade que o mundo desenvolvido há tempos desconhece. Aliás, que nunca havia experimentado. E há outras nações assumindo a liderança no mundo. Entre outras estão a Índia, e o Brasil.

Por outro lado, a Igreja Católica, que deseja retornar ao poder, enfrenta o assustador crescimento do Islã, que já tem 100 milhões mais membros que os católicos, e o crescimento assustador dos evangélicos. Para piorar, as catedrais católicas, principalmente no Velho Mundo estão esvaziando. Padres é cada vez mais difícil encontrar quem deseja ser. Membros também. Muitos saem, poucos entram. Na Alemanha, país do papa, no máximo 20% dos fiéis assistem as missas.

Esses dois poderes gigantescos querem unir-se, para uma aliança de poder global. Há tremendos desafios que devem ser liderados pelo presidente americano e pelo papa. Os desafios são exatamente como esta palavra quer dizer: vem de países desejosos de assumir a liderança global, países em forte crescimento, países não simpáticos aos Estados Unidos, e de igrejas que estão crescendo fortemente, e que não são tão simpáticos à Igreja Católica. A China tem restrições aos Estados Unidos e a Igreja Católica. É por aí que inicia a questão do sofrimento do papa. Até aqui, em nossas análises, a pergunta é: o papa atual teria condições de participar de uma coalizão com os Estados Unidos para enfrentar esses desafios? E há outros, muitos outros.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Físico comenta passagem de suposto meteoro por cidades do RJ

Segundo Marcelo de Oliveira, meteoro pode ter caído em Campos.
Pesquisadores já haviam feito alerta da possibilidade de meteoros no Brasil.

Após relatos de moradores de várias cidades do interior do Rio, o Clube da Astronomia de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, comentou a passagem de um meteoro pelo céu da cidade na manhã desta quarta-feira (20). Segundo o professor e astrônomo Marcelo de Oliveira, do Clube da Astronomia de Campos, as chances de fragmentos do meteoro terem caído em Campos seriam grandes. O fenômeno também foi visto no estado do Espírito Santo.

“Nós temos registros de 11h e 11h40, mas como o sol estava muito forte as imagens não são boas. Ainda estou checando para saber o que temos, mas o certo é que é, sim, um rastro de meteoro no céu da nossa cidade. Ele ficou visível por alguns segundos”, disse o professor.

Ainda segundo Marcelo de Oliveira, um grupo de pesquisadores internacionais, do qual ele é integrante, já havia feito um alerta sobre a possibilidade de rastros no céu após a queda de um meteorito na Rússia. Segundo ele, o mesmo grupo registrou imagens de objetos nos céus de outros países. Agora, o objetivo é identificar e localizar o meteoro.

“Nós ainda não sabemos se foi o mesmo meteoro que passou no Espírito Santo e na Região dos Lagos. Pode ser um grande meteoro ou mais de um com pequenas dimensões.Vamos começar a investigar e ouvir relatos de pessoas para identificar o local exato. Isso é algo muito raro de acontecer, sabemos que alguma coisa de incomum está acontecendo mas ainda não sabemos o que é", disse o astrônomo.

Por causa do alarde do fenômeno visto hoje, o Clube de Astronomia divulgou as imagens da passagem de um outro meteoro, registrado pelos equipamentos do clube, no último dia 15 de fevereiro. As imagens do meteoro desta quarta-feira (20) ainda estão sob análise.

Fonte - G1

Nota DDP: Correm na internet outros relatos semelhantes. É de se observar apenas as palavras do astrônomo: "alguma coisa de incomum está acontecendo, mas ainda não sabemos o que é". Nós também não. Aguardemos.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Forte terremoto atinge a região da Nova Zelândia

Um forte terremoto de magnitude 6,1 atingiu a região da Nova Zelândia nesta segunda-feira (18), segundo o Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA.

O tremor ocorreu a uma profundidade de 34,1 quilômetros e a 111 quilômetros a nordeste de Esperance Rock, na Nova Zelândia.

Não há relatos sobre danos ou vítimas nem alerta de tsunami.

Coreia do Norte ameaça 'destruição final' da Coreia do Sul

A Coreia do Norte fez uma nova ameaça contra a Coreia do Sul durante um debate na Conferência de Desarmamento da ONU, nesta terça-feira, alertando que pode tomar "segundo e terceiro passos" após ter realizado um teste nuclear na semana passada. "O comportamento errático da Coreia do Sul vai apenas anunciar a sua destruição final", disse o diplomata norte-coreano Jon Yong Ryong durante o encontro.

Na segunda-feira, a União Europeia concordou em intensificar as sanções contra a Coreia do Norte, a fim de restringir a capacidade do país para o comércio, após o teste nuclear da semana passada. "Esta é a resposta a um programa nuclear que coloca em risco não só a região, mas todo o sistema de segurança do mundo", disse o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Guido Westerwelle.
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Obama adota táticas antiterror de Bush

WASHINGTON - Se o presidente Obama tiver assistido ao recente debate no Capitólio sobre terrorismo, Poder Executivo, sigilo e processo legal, talvez ele tenha reconhecido os argumentos apresentados por seus críticos -afinal, ele próprio apresentou alguns deles no passado.

Quatro anos depois do início de sua Presidência, o antigo crítico de George W. Bush está sendo descrito como um novo Bush, justificando o uso da força bruta em defesa da nação, enquanto seus detratores alegam que ele sacrificou os valores fundamentais do país em nome da segurança.
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Novo vírus letal está adaptado para infectar humanos

Um novo vírus que surgiu em 2012 no Oriente Médio e já matou cinco pessoas está bem adaptado para infectar os humanos, mas possivelmente poderá ser tratado com medicações que reforçam o sistema imunológico, disseram cientistas nesta terça-feira (29).

O novo vírus, chamado novo coronavírus, ou NcoV, é da mesma família do resfriado comum e da Sars (síndrome respiratória aguda grave). Já houve 12 casos confirmados no mundo --incluindo na Arábia Saudita, Jordânia e Barein--, e cinco pacientes morreram.

Em um dos primeiros estudos publicados sobre o NcoV, que era desconhecido dos humanos até setembro passado, pesquisadores disseram que ele consegue, com a mesma facilidade do resfriado comum, entrar no revestimento pulmonar e escapar ao ataque do sistema imunológico.

Ele então "cresce muito eficientemente" nas células humanas, e isso sugere que o vírus está bem equipado para contaminar humanos, segundo Volker Thiel, do Instituto de Imunobiologia do Hospital Cantonal, da Suíça, que comandou o estudo.

Os coronavírus são uma família de vírus que inclui o resfriado comum e a Sars -- doença que surgiu em 2002 na China e que matou cerca de um décimo das 8.000 pessoas contaminadas no mundo todo.

Os sintomas do NcoV e da Sars incluem doença respiratória severa, febre, tosse e dificuldades respiratórias. Dos 12 casos confirmados até agora, quatro foram na Grã-Bretanha, um na Alemanha, dois na Jordânia e cinco na Arábia Saudita.

Os cientistas sugerem que o vírus tenha vindo de animais, e especialistas britânicos disseram que análises científicas preliminares sugerem um parentesco com os coronavírus de morcegos.

Tampouco se sabe a real prevalência do vírus -- é possível que, além dos 12 casos graves que foram diagnosticados, haja pessoas com sintomas mais brandos.

"Não sabemos se os casos (até agora) são a ponta do iceberg, ou se há muito mais gente infectada sem mostrar sintomas severos", disse Thiel, que trabalhou com uma equipe de cientistas da Holanda, Suíça, Alemanha e Dinamarca. "Não temos casos suficientes para formarmos um quadro completo da variedade dos sintomas."

Thiel disse que, embora o vírus possa ter saltado de animais para humanos muito recentemente, sua pesquisa mostrou que ele está tão bem adaptado quanto os vírus de resfriados e da Sars para infectar o trato respiratório humano.

O estudo, publicado na mBio, periódico digital da Sociedade Americana de Microbiologia, indicou também que o NcoV está suscetível a tratamento com interferons, remédios que reforçam o sistema imunológico e que também são usados com sucesso para o tratamento de outras doenças virais, como a hepatite C.

Fonte - UOL

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Bento XVI resignou; e depois...?

O mundo religioso, e não só, não comentava outra coisa durante a semana passada: a resignação de BentoXVI ao ofício de líder da Igreja Católica Apostólica Romana. O casonão era para menos: a última vez que um Papa foi substituído antes de falecer foi à cerca de sete séculos!

Somos, por isso, privilegiados por assistir ao um importante pedaço de História. E não apenas por esta razão, devemos estar atentos para ver o que daqui surgirá, os dados que vão ser lançados e, em última análise, quem será apontado como novo Papa.

Entre os meios Adventistas há sempre alguma movimentação quando uma notícia mais relevante surge a partir do Vaticano – e não serão muitas as mais relevantes do que esta! Fruto da nossa essência profética retirada da Sagrada Escritura, no âmbito do qual o catolicismo romano desempenha papel de extrema importância, é natural que assim seja (aliás, o que me espanta é a desconsideração, leviandade e alguma transigência com que alguns de nós assistem aos movimentos de Roma…).

Alguns, exageradamente, logo buscam e rebuscam nas Escrituras alguma indicação específica que surja como oportuna para explicar e provar aquilo que por vezes não passa de um ato isolado. Outros, tristemente, nem fazem ideia do impacto que a liderança romana tem e terá nas cenas finais da História terrestre.

Assim, logo surgiram comentários e análises à resignação de Bento XVI, das que pude lermuitas a propósito, outras sem nexo algum e remexendo em argumentos já batidos e rebatidos até à exaustão.

Como (ainda) estamos numa sociedade (razoavelmente) livre, onde podemos expressar a nossa opinião sem (demasiadas) represálias, quero acrescentar a minha achega ao assunto, que representa, apenas e só, a minha visão pessoal: Bento XVI resignou; e depois…?

Dirão alguns que agora é que surgirá o Papa que, finalmente, dirigirá o romanismo àrecuperação definitiva da ferida mortal, e o restaurará à dominação mundial que durante tanto tempo teve.

Pode até ser. Mas, penso que o mais importante é estar totalmente seguro de que isso se irá concretizar, sem dúvida, seja com o sucessor de Bento XVI ou com qualquer um dos outros que (eventualmente) vier a seguir.

Seja quem for a mão humana, o relevante é estar certo daquilo que sucederá – e a Bíblia Sagrada não deixa margem para qualquer dúvida: Roma assumirá o controlo da governação mundial, usando de outra força política para impor as suas “leis”. E isto tanto poderá ser com o sucessor de Bento XVI ou com que (possivelmente) vier depois…

Depois de sabermos quem será o novo Papa, e ao perceber-lhe as intenções e linha orientadora, poderemos definir melhor o que poderá acontecer. Porque, na iminência, isso há muito que já está definido…

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Estilo de Vida e Conduta Cristã



Terremotos de magnitude 6,2 e 6,3 atingem Filipinas e Nova Zelândia ao mesmo tempo

Um terremoto de 6,2 graus na escala Richter sacudiu neste sábado (16) a ilha de Mindanao, no sul das Filipinas. Praticamente ao mesmo tempo, um terremoto de 6,3 graus atingia o norte da Nova Zelândia, a cerca de 8.000 km da ilha asiática. Em ambos os casos, as autoridades não informaram sobre vítimas ou a possibilidade de formação de um tsunami.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos, que registra a atividade sísmica no mundo todo, localizou o hipocentro do sismo filipino a 99,2 quilômetros de profundidade e a 83 quilômetros da cidade de General Santos.

Já o serviço geológico neozelandês localizou o hipocentro do tremor a 294 quilômetros de profundidade no Oceano Pacífico e 195 quilômetros ao norte da cidade de Te Araroa, na Ilha do Norte neozelandesa e a 500 km da maior cidade do país, Auckland. No último terremoto de grandes proporções no país, em fevereiro de 2011, 185 pessoas morreram depois que um sismo de 6,3 graus sacudiu a cidade de Christchurch, no sul, e danificou 30 mil construções.

Círculo de Fogo

Filipinas e Nova Zelândia fazem parte do círculo de fogo do Pacífico, uma extensa linha nas bordas do oceano Pacífico formada por zonas de encontro de placas tectônicas muito ativas, que registram constantemente atividade sísmica. Na Nova Zelândia acontecem cerca de 14 mil terremotos a cada ano, dos quais entre 100 e 150 têm intensidade suficiente para serem percebidos. 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Papa sublinha importância de manter diálogo entre religiões

Cidade do Vaticano, 14 fev 2013 (Ecclesia) – Bento XVI defendeu hoje a importância do diálogo inter-religioso num dos últimos encontros do pontificado, com padres da Diocese de Roma.

“É necessário e possível entrar em diálogo e assim abrir todos à paz de Deus”, disse o Papa, que esta segunda-feira apresentou a renúncia ao pontificado.

A intervenção deixou claro que para os católicos “seria impossível pensar que as religiões são todas variações de um tema”.

“Há uma realidade do Deus vivo que falou, que é um Deus incarnado, uma Palavra de Deus que é realmente Palavra de Deus”, mas “há experiência religiosa, com uma certa luz humana da criação”, precisou o Papa alemão.

Bento XVI evocou a sua experiência no Concílio Vaticano II (1962-1965), no qual participou como consultor do arcebispo de Colónia (Alemanha), cardeal Josef Frings, antes de ser nomeado perito teológico, em particular no que disse respeito à redação do documento Nostra Aetate”, sobre as religiões não-cristãs.

Bento XVI revelou que a declaração era “inicialmente pensada” apenas para o judaísmo, mas viria a resultar num “texto sobre o diálogo inter-religioso”.

A intervenção improvisada viria a passar em revista os principais temas e documentos conciliares, com destaque para a relação da Igreja com a sociedade contemporânea, chamando os católicos à “responsabilidade pela construção deste mundo”.

O Papa falou em particular da tríade “liberdade religiosa, progresso e relação com as outras religiões” e elogiou a “experiência da universalidade da Igreja” que foi promovida pelos trabalhos da última reunião mundial de bispos.

O discurso abordou ainda as questões ligadas à Liturgia, que era uma realidade quase “fechada” e passou a promover a “participação ativa” dos fiéis, embora esta tenha disso “mal entendida” nalguns casos.

“Quem pode dizer que percebe imediatamente apenas porque [os textos] estão na sua própria língua?”, questionou, ao exemplificar a convicção de que “inteligibilidade não quer dizer banalidade”, exigindo uma “formação permanente” dos católicos.

Bento XVI lamentou que o domingo se tenha “transformado em fim de semana”, em vez de ser visto como “o início, o primeiro dia”.

O Papa falou também sobre a reflexão efetuada em relação à Bíblia, sublinhando a “necessidade” da Igreja para que esta palavra seja “viva”, antes de observar que “a exegese tende a ler a Escritura fora da Igreja”.

“A Bíblia é a Palavra de Deus e a Igreja está sob a Escritura, obedece-lhe, não está acima dela”, sustentou.

O Papa alemão, eleito em abril de 2005, vai concluir o seu pontificado a 28 de fevereiro, abrindo caminho à eleição de um sucessor.


Nota DDP: Eram estas as prioridades de BXVI quando assumiu, diálogo/ecumenismo e santificação do domingo. É de se notar que ambos os temas avançaram no período.

Ver também "Bento XVI deixa um pontificado de «diálogo»". Destaque:

“É um pontificado marcado por uma tentativa de reconciliação com todos, que avançou muito no diálogo ecuménico. Creio, sobretudo, que é um pontificado que marcou muito no diálogo com o mundo”, declarou o prelado, para quem o atual Papa “aproximou muito a Igreja e razão, o mundo da cultura”.
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