segunda-feira, 27 de abril de 2015

O Domingo é a Marca de Unidade dos Cristãos

Rev. Dr. Demetrios Tonias

"O domingo como um sinal de unidade dos cristãos"

A Igreja Cristã, desde o seu início, tem lutado com o conceito de unidade. De fato, no corpus paulino vemos as muitas maneiras em que o Apóstolo dos gentios se esforçou para manter sua comunidade jovem e frágil unida. Como a igreja cresceu, surgiu uma variedade de desafios, grandes e pequenos que ameaçam a sua unidade. O cristão ortodoxo na Divina Liturgia testemunha a estes desafios nas petições e orações, que são oferecidos no rito eucarístico. Oramos pela "unidade de todos", "a unidade da fé", para que Cristo "reuna os separados" e "nos unamos todos uns aos outros que se tornam participantes do pão e do cálice da comunhão da um Espírito Santo. "Recitamos o Credo de Nicéia, com suas frases no fechamento portentoso afirmando que a crença em" Uma Igrja Católica Santa e Apostólica", sua pretensão sagrada para" confessar um só batismo para a remissão dos pecados ", e sua exaltação do domingo como o Senhor Dia e do dom da ressurreição com a declaração "Eu olho para a ressurreição dos mortos e na vida de todos que virão através dos tempos."

A Divina Liturgia é, certamente, um lugar apropriado para oferecer tais orações e confissões de fé, para a celebração da Liturgia preeminente que acontece no domingo. A partir do momento em que os portadores de mirra encontraram o túmulo de Cristo vazio, o domingo passou a ser conhecido como o Dia do Senhor. Por definição, todos os domingos são um apelo à unidade dos cristãos, pois é neste dia que somos chamados à comunhão com o Senhor, pelo Senhor. Apesar de todos os desafios que puxam os fios da unidade dos cristãos, o Dia do Senhor permanece um, sendo marcador inatacável da unidade dos cristãos, pois é neste dia que todos nós, apesar das nossas muitas diferenças, nos reunimos como crentes em Cristo.

Sempre existiram diferenças sobre dias e datas no mundo cristão. Havia divisões em torno da Páscoa, desde os primeiros anos do cristianismo. Os puritanos rejeitaram a comemoração do nascimento de Cristo em 25 de dezembro como antibíblico. O Dia do Senhor, no entanto, como um tempo de comunhão e reunião cristã nunca foi questionado. A comemoração do Dia do Senhor é uma realidade histórica que dá testemunho da centralidade da Ressurreição e de tudo o que este evento significou e significa para o Universo. Portanto, o que melhor poderíamos ter de marcador da unidade dos cristãos? Na verdade, o caso mais forte que se pode fazer para a importância do domingo como um marco da unidade dos cristãos do que a compreensão de que os cristãos ao longo dos séculos tem concebido este dia como um dia da nova criação, um oitavo dia definido para além de todos os outros.

Para a mente cristã ortodoxa, essa relação histórica é essencial para a nossa compreensão da unidade dos cristãos. Para o cristão ortodoxo, unidade implica um ecumenismo transcendente, ecumenismo que existe ao longo do tempo e do espaço. É uma comunhão de todos os crentes, em todos os momentos. Simplificando, nada no calendário nos une como o domingo. É um dia que mudou o mundo no primeiro domingo e, eu diria, todos os domingos após a primeiro. O mundo foi transfigurado por uma miríade de domingo, quando os cristãos se reuniram em comunhão e ouviram a mensagem do Evangelho. Foi no domingo, quando os cristãos aprenderam a amar os seus inimigos e cuidar de quem precisa. Foi no domingo, quando os cristãos se encontraram pela primeira vez para partilhar uma refeição de amor que chamaram pela palavra grega ἀγάπη. Foi, é, e sempre será no domingo, quando a melhor esperança para a humanidade irradiar de pequenas e grandes igrejas e "Eucaristia após Eucaristia" viajar adiante das quatro paredes da igreja para as casas, abrigos, parques infantis, hospitais, festas de casamento e velórios.

É da natureza humana a pensar em termos nossa própria família, nossa própria igreja, nossa própria entidade religiosa única. A esta luz histórica, no entanto, o domingo assume um novo significado. O culto de domingo é algo mais do que simplesmente o que os nossos pais e avós fizeram. O culto de domingo é ainda mais do que aquilo que a nossa comunidade de fé local tem feito. O culto de domingo é algo que todos os cristãos , em todos os momentos têm celebrado. Quando nos reunimos no domingo a unidade que alcançamos nos leva de volta no tempo, para a mais antiga época dos crentes; ele também nos move para frente no tempo para abraçarmos as gerações ainda não nascidas. Desta forma, a unidade espiritual que temos assim conseguido possui um caráter escatológico. A unidade a que damos testemunho e que nós encarnamos é uma manifestação do reino a que todos aspiramos.

A fim de apreciar plenamente o domingo como um sinal de unidade dos cristãos, devemos expandir a nossa definição de unidade. Todos nós devemos lutar por uma comunidade cristã ao longo do tempo para que essa unidade tenha muitos frutos. Se estamos em união com os primeiros cristãos, então vamos compartilhar em seu zelo. Se estamos em unidade com os mártires, em seguida, nós participaremos de sua devoção. Se estamos em unidade com os cristãos compassivos, então nós sentimos e podemos dar o seu toque de cura. Quando nos reunimos em fé aos domingos, não simplesmente nos reunimos com outros paroquianos em um local de culto, mas com os cristãos em todas as terras e todas as idades e não há maior prova de unidade do que isso. Em nosso século, como aconteceu com os seus antecessores, desafios grandes e pequenos ameaçam o domingo. No entanto, quando estamos firmes na fé, como membros de uma Igreja, além de todas as igrejas, nós entregamos o domingo para Deus a quem nos deu este dia.

Fonte - Lord's Day Alliance (Tradução @DecretoDominical)

domingo, 26 de abril de 2015

Terremoto no Nepal de magnitude 7,8 deixa mais de 1.900 mortos

Potentes tremores secundários atingiram o Nepal neste domingo (26) após o devastador terremoto de magnitude 7,8 registrado no sábado (25), provocando o pânico dos sobreviventes de uma tragédia que deixou mais de 2.500 mortos, enquanto vários países anunciaram o envio de ajuda econômica e equipes de resgate.

Os tremores secundários, um deles de magnitude 6,7, ocorreram na noite de sábado e na manhã deste domingo, obrigando as pessoas na capital nepalesa a passar a noite ao relento ou em tendas de campanha.

"Não conseguimos dormir durante toda a noite. Como poderíamos ter dormido? O chão não parava de tremer. Só nos resta rezar para que isso termine e possamos voltar para as nossas casas", disse Nina Shrestha, uma jovem que trabalha no setor das finanças.

As réplicas também provocaram novas avalanches no acampamento base do Everest, segundo montanhistas presentes, logo depois que helicópteros de salvamento evacuaram os feridos da avalanche de sábado, que matou ao menos 18 pessoas.

O porta-voz do Departamento de Turismo, Tulsi Gautam, informou que há 61 feridos no local. "Não sabemos suas nacionalidades, mas a maioria deles seriam estrangeiros", disse à AFP Ang Tshering Sherpa, presidente da associação nepalesa de montanhismo.

O Centro nacional de Operações de emergência, baseado em Katmandu, forneceu um novo balanço de 2.430 vítimas fatais, e em torno de 6.000 feridos, no pior terremoto a atingir no Nepal em 80 anos.

Na Índia, as autoridades estimam em 67 o total de falecidos, contra um balanço anterior de 53. A televisão estatal chinesa afirmou, por sua vez, que 18 pessoas morreram na região do Tibete.

Sábado

No sábado (25), um forte terremoto de magnitude 7,8 estremeceu o Nepal. O terremoto foi o pior a atingir o país em 80 anos. A força do terremoto foi sentida também em Bangladesh, Índia, China, Paquistão e no Monte Everest, onde uma avalanche foi provocada pelo abalo.

O tremor ocorreu às 3h11 (de Brasília), a 77 km ao noroeste de Katmandu e a 15 km de profundidade. Outras quatro réplicas menores atingiram o país logo após o terremoto mais potente.

"Há relatos de danos generalizados. A devastação não está confinada a algumas áreas do Nepal. Quase todo o país foi atingido", disse Krishna Prasad Dhakal, vice-chefe da missão na embaixada do Nepal, em Nova Déli.

Testemunhas disseram às agências de notícias que o terremoto durou entre 30 segundos e dois minutos. Milhares de pessoas deixaram seus lares e estão nas ruas da capital, Katmandu, com receio de que casas e prédios desmoronem.

As equipes de resgate continuavam as buscas por sobreviventes no domingo, uma tarefa complicada pelos fortes tremores secundários e pelo difícil acesso às zonas afetadas.

Ajuda

As comunicações, a eletricidade e a água corrente foram cortados, informou a ONG Oxfam, que "se prepara para fornecer água potável e artigos de primeira necessidade", segundo a sua diretora no Nepal, Cecilia Keizer.

Os hospitais do país de 28 milhões de habitantes tentam dar conta dos feridos, enquanto a busca por sobreviventes é complicada devido à falta de equipamentos para escavar. As imagens mostram cidadãos tentando retirar escombros com as próprias mãos.

No hospital Bir, o mais antigo de Katmandu, familiares das vítimas tentavam espantar as moscas dos corpos, que se amontoavam no chão diante da falta de espaço nos necrotérios.

Muitos médicos atendiam os feridos, a maioria com fraturas múltiplas e traumatismos, em tendas de campanha anexas devido à grande quantidade de feridos, mas também porque muitas pessoas tinham medo de entrar no edifício, explicou Samir Acharya, médico do Hospital neurológico Annapurna.

Destruição

A cidade de Katmandu foi a que mais sofreu. Há registros de danos em edificios e casas, especialmente nas construções mais antigas, e também em templos e monumentos.

Erguida em 1832 na capital do Nepal, a torre histórica de Dharara, uma das atrações turísticas da capital do país, não resistiu ao tremor e foi totalmente destruída. Cerca de 17 corpos foram retirados das ruínas, segundo um fotógrafo da agência France Press (AFP).

É a segunda vez que a torre vai ao chão por causa de um terremoto – a primeira foi em 1934, quando um abalo de magnitude 8,1 provocou a morte de 10.700 pessoas no leste do país e na província indiana de Bihar.Everest

O forte terremoto desencadeou uma avalanche no Monte Everest. Segundo uma autoridade do Ministério do Turismo local, são ao menos 17 mortos e 61 feridos. "O número de vítimas pode subir e incluir estrangeiros", disse à agência Reuters.

Seis helicópteros evacuaram os feridos que estavam no acampamento base, situado a 5.000 metros de altura. Após a avalanche, a temporada de escalada foi cancelada.

O alpinista romeno Alex Gavan disse no Twitter que havia muitas pessoas na montanha na hora da avalanche. Entre elas, o engenheiro do Google Dan Fridenburg, que sofreu um ferimento na cabeça e não resistiu.

Abril é um dos meses mais populares para escalar o Everest, antes de a chuva e as nuvens encobrirem a montanha do Himalaia no final do mês que vem.

O tremor também sacudiu algumas regiões da Índia, principalmente o norte do país, desde Calcutá, Nova Déli, até a fronteira com o Paquistão. Ao menos seis pessoas morreram na Índia, cinco delas no estado de Bihar (noroeste), informaram autoridades.

Mobilização internacional
A mobilização internacional para ajudar as vítimas do terremoto no Nepal se organiza rapidamente, embora as agências humanitárias ainda não tenham conseguido calcular exatamente as necessidades no local.

"Tratamos de avaliar a amplitude da catástrofe", disse à AFP um integrante da ONG Médicos do Mundo, que tem uma equipe no Nepal, mas que enfrenta dificuldades de acesso à área afetada, já que a maioria das telecomunicações foram interrompidas na região.

Voluntários e funcionários da Cruz Vermelha no Nepal ajudam a buscar eventuais sobreviventes e a atender os feridos, disse a organização em comunicado.

Os Estados Unidos anunciaram o envio de uma equipe de resgate e o desbloqueio de uma primeira parcela de US$ 1 milhão para ajudar as vítimas, anunciou a agência americana de ajuda USAID.

Reino Unido, Israel, Rússia e membros da Comunidade Europeia já afirmaram que pretendem enviar equipes de especialistas em reação a catástrofes humanitárias. A chanceler alemã Angela Merkel, que se disse "comovida pela magnitude da catástrofe e pelo grande número de vítimas", também enviou suas condolências ao primeiro-ministro do Nepal, Sushil Koirala.

Berlim, Londres, Paris e Madri também prometeram ajudas, enquanto a Noruega anunciou o desbloqueio de 3,5 milhões de euros e 62 equipes de resgate chinesas chegaram à região com cães treinados.

Fonte - G1

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Origens do adventismo: uma viagem histórica


segunda-feira, 20 de abril de 2015

Vaticano e ONU querem governo mundial

Papa cumprimenta secretário da ONU

A participação do secretário-geral da ONU em um próximo evento no Vaticano promovendo um movimento mundial para combater as alterações climáticas, juntamente com um documento pontifício que preconiza a criação de uma autoridade política, econômica e financeira mundial dirigida pela ONU chamou a atenção de um autor que acredita que esses desenvolvimentos apoiam as previsões de um livro seu de 2012. A conferência do Vaticano “Proteger a Terra, Dignificar a Humanidade”, de 28 de abril, que contará com a presença do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, tem como objetivo “elevar o debate sobre as dimensões morais da proteção do meio ambiente” e construir “um movimento global em todas as religiões para o desenvolvimento sustentável e as alterações climáticas”.

Thomas Horn, co-autor com Cris Putnam de Petrus Romanus: O Papa Final Está Aqui, observa que a conferência do Vaticano antecipa a encíclica do papa Francisco sobre o aquecimento global e o meio ambiente, prevista para publicação em junho ou julho.

Horn vê a tentativa do Vaticano em unir forças com as Nações Unidas sobre as questões do aquecimento global e das mudanças climáticas como prova adicional de que o Vaticano está seguindo um plano “para a estruturação de autoridades políticas e econômicas do mundo em um governo mundial centralizado”.

Ele ressalta que o cardeal Peter Turkson, chefe do Conselho Pontifício Para a Justiça e Paz, ajudou a escrever o primeiro rascunho da encíclica do papa e também escreveu um documento em 2011 em nome do Vaticano apelando ao estabelecimento de uma autoridade global para eliminar as desigualdades econômicas e redistribuir a riqueza.

Esperado para participar na conferência do Vaticano está o economista norte-americano Jeffrey Sachs, diretor do Earth Institute da Universidade de Columbia e um assessor especial do chefe da ONU para assuntos de Desenvolvimento do Milênio. Sachs também exerce o cargo de diretor da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Horn disse à WND que as pessoas “devem estar atentas e tomar conhecimento” do evento da ONU por causa do documento de 24 de outubro de 2011, do Vaticano, de autoria de Turkson, intitulado “Rumo à Reforma dos Sistemas Financeiros e Monetários Internacionais no Contexto de uma Autoridade Pública Global”.

Horn disse que o documento “acrescentou a um apelo do Vaticano para uma autoridade política, ambiental e financeira global a ser estabelecida no âmbito das Nações Unidas”.

No documento, Turkson reconheceu que “um longo caminho ainda precisa ser percorrido antes de se chegar à criação de uma autoridade pública com competência universal”.

Parece lógico que o processo de reforma deve prosseguir com a Organização das Nações Unidas como referência”, continuou Turkson, “por causa do alcance mundial das responsabilidades da ONU, a sua capacidade de reunir as nações do mundo, bem como a diversidade das suas funções e das suas agências especializadas.”

Turkson descreveu a visão do Vaticano do que seria um desenvolvimento econômico global eticamente aceitável. “O fruto dessas reformas deveria ser uma maior capacidade de adotar políticas e escolhas que são vinculativos, porque elas têm por objetivo alcançar o bem comum aos níveis locais, regionais e mundiais”, escreveu ele.

“Entre as políticas, as que dizem respeito à justiça social global parecem mais urgentes: políticas financeiras e monetárias que não vão prejudicar os países mais fracos; e políticas que visem à criação de mercados livres e estáveis ​​e uma distribuição justa da riqueza mundial, o que também pode derivar de formas sem precedentes de solidariedade fiscal mundial, que serão tratadas mais tarde.”

Em seu livro Petrus Romanus, Horn e Putnam disseram que a diretiva do Vaticano tenta conceber um mandato “moral” para o estabelecimento de “uma autoridade pública global” e “um banco central mundial”.

Horn, também chamou a atenção para Caritas in Veritate, ou Caridade na Verdade, a terceira e última encíclica publicada pelo papa Bento XVI antes de ter abdicado do papado, que defende uma “autoridade política mundial”.

Um dos objetivos da entidade global, disse Bento XVI, deve ser o de “gerir a economia global; reavivar economias atingidas pela crise; evitar qualquer deterioração da crise atual e os desequilíbrios maiores que daí resultariam; proporcionar um desarmamento imediato e integral, a segurança alimentar e paz; garantir a proteção do ambiente e regulamentar os fluxos migratórios”.

Bento XVI disse que “em face ao crescimento incessante da interdependência global, há uma necessidade fortemente sentida, mesmo no meio de uma recessão global, de uma reforma da Organização das Nações Unidas, e também das instituições econômicas e financeiras internacionais, de modo que o conceito da família de nações possa ser realmente concretizado”.

Em um e-mail para a WND, Horn confirmou as conclusões do “Accuracy in Media’s Cliff Kincaid” após a publicação da Caritas in Veritate, em 2009.

“Kincaid está certo em se preocupar porque o líder da Igreja Católica em todo o mundo, considerado pelos católicos o representante pessoal de Jesus Cristo, se tornou um defensor de uma das organizações mais corruptas na face da terra – as Nações Unidas”, disse Horn. “Esses desenvolvimentos têm implicações proféticas para os cristãos, que temem que uma ditadura global vai tomar o poder na terra nos últimos dias.”

(WND; tradução: Filipe Reis)

Nota Michelson Borges:
Que país tem maior influência sobre a ONU? E que líder mundial tem maior respeitabilidade e crescente influência sobre a entidade? O cenário vai ficando cada vez mais interessante! Já passa da hora de estudarmos atentamente Apocalipse 13 e o best-seller escrito há um século mais cada vez mais atual O Grande Conflito. [MB]

Clique aqui e leia mais sobre o que escrevi a respeito do assunto acima.

domingo, 19 de abril de 2015

A Lição da Escola Sabatina - Evangelho de Lucas

Esta área do blog concentra os links disponíveis e mais acessados para o estudo semanal da Lição da Escola Sabatina, o que é feito de forma a incentivar os que não têm o costume de estudá-la, a passarem a fazê-lo e, aos que já fizeram disso um hábito, continuar com esta excelente opção.

Os temas que temos estudado nos últimos trimestres demonstram de forma muito clara como Deus continua na condução de Seu povo e, especialmente, como é necessário estarmos atento às Suas mensagens.

"Os servos de Cristo não devem preparar determinado discurso para apresentá-lo quando forem levados a juízo por causa de sua fé. Devem preparar-se dia a dia, entesourando no coração as preciosas verdades da Palavra de Deus, alimentando-se dos ensinos de Cristo e fortalecendo sua fé pela oração; então, quando levados a juízo, o Espírito Santo lhes trará à lembrança as verdades que hão de alcançar o coração dos que as ouvirem. Qual relâmpago, trar-lhes-á Deus à memória, justo quando for necessário, o conhecimento obtido mediante diligente exame da Palavra divina." Conselhos Sobre a Escola Sabatina, pág. 41.

Centenário de Ellen G. White

Vaticano se alinha com a ONU sobre governança mundial


Vaticano se alinha com a ONU sobre "governança mundial"#Vaticano #ONU #NOMhttp://www.wnd.com/2015/04/author-vatican-aligns-with-u-n-on-world-governance/

Pesquisa faz estudo sobre pós-morte e tem resultados surpreendentes

O mistério do pós-morte é uma das grandes incógnitas da história da humanidade. O que acontece depois que morremos? Essa questão levou o cientista Sam Parnia, da Universidade de Southampton, a coordenar um estudo sobre consciência no momento exato após a morte. E o resultado é surpreendente.

Realizada com 2 mil casos de infarto em 15 hospitais de Reino Unido, Estados Unidos e Áustria, a pesquisa aponta que 9% dos dos 39% de sobreviventes tiveram uma “experiência de quase morte” (EQM). Ou seja, eles mantiveram a consciência mesmo quando eram dados como clinicamente mortos. E, mais ainda, fizeram relatos dessa experiência.

“Ele [paciente] esteve consciente por um período de três minutos, sendo que dentro desse tempo ele estava sem pulso. Isso é contraditório, uma vez que, normalmente, o cérebro deixa de funcionar entre 20 e 30 segundos depois do coração parar e não retoma as atividades até que volte a ter pulsação”, explica Parnia.

Diferente do que possa parecer, o objetivo de Parnia não é provar nenhum evento sobrenatural, mas sim defender uma tese de que a consciência humana não é tão dependente do sistema nervoso. “Temos provas de que a consciência se mantém depois de o cérebro parar. A realidade, agora, é de muito estudo para podemos dar respostas mais precisas sobre o tema”, conclui o especialista.

Fonte - Yahoo

sábado, 18 de abril de 2015

Doença misteriosa causa 18 mortes na Nigéria

Uma doença misteriosa causou a morte de 18 pessoas no sudoeste da Nigéria, declarou neste sábado um funcionário do governo regional.

"No total, 23 pessoas foram afetadas e 18 morreram", disse à AFP Dayo Adeyanju, comissário de Saúde do Estado de Ondo, onde a doença surgiu no início da semana, na cidade de Ode Irele.

Um boletim precedente apontava 17 mortes em Ode Irele.

Os sintomas desta misteriosa doença são dor de cabeça, perda de consciência e de peso e problemas de visão, seguidos de morte em 24 horas.

Os exames efetuados até agora não indicaram se tratar de uma doença viral ou de Ebola, em particular, afirmou o porta-voz.

O Ebola, uma febre hemorrágica de origem viral, deixou desde 2014 mais de 10.600 mortos, principalmente na Libéria, Serra Leoa e Guiné, mas também afetou a Nigéria.

Segundo Akinmade, que declarou que a doença está restrita a Ode Irele, especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS), do ministério nigeriano da Saúde e outros colaboradores se reuniram na cidade.

As amostras de fluidos corporais dos afetados pela doença foram enviadas neste sábado ao hospital universitário de Lagos, onde estão sendo analisadas, informou um porta-voz da OMS.

Fonte - Yahoo

Muçulmanos lançam cristãos no mar durante fuga para Itália

Doze cristãos, provavelmente de Gana e da Nigéria, foram lançados ao mar por cerca de 15 muçulmanos que estavam em um barco naufragado. Segundo relatos o barco não naufragou por condições climáticas, mas sim pelo ódio contra cristãos.

A polícia da Itália prendeu os acusados e ouviu algumas das testemunhas que relataram o que aconteceu. “Os náufragos, muitos deles em lágrimas, explicaram que tinham sobrevivido não a um naufrágio provocado pelas condições meteorológicas adversas ou pela precariedade da embarcação, mas pelo ódio humano”, disse a chefia da polícia de Palermo.

A embarcação deixou a Líbia em 14 de abril em direção à Itália com cerca de 105 passageiros, principalmente senegaleses e marfinenses. Os acusados são de origem africana como marfinense, malinesa e senegalesa e todos eles serão acusados de homicídio múltiplo agravado por ódio religioso.

Os refugiados do Oriente Médio e da África buscam apoio na Itália, mas o caminho pelo mar é perigoso. Em outro incidente 41 pessoas se afogaram no Mediterrâneo e apenas quatro sobreviveram e foram resgatados.

Os sobreviventes relataram para a Organização Internacional para Migração (IOM, na sigla em inglês) que ficaram quatro dias à deriva após o naufrágio do barco. Eles foram achados por um helicóptero e foram resgatados por um navio militar italiano.

Em outro caso o número de mortos foi ainda maior: 400 vítimas fatais. A embarcação partiu da Líbia com destino à Itália transportando cerca de 550 pessoas. Os sobreviventes foram resgatados e levados a um porto do sul da Itália.

Fonte - Gospel Prime

sexta-feira, 17 de abril de 2015

O elo divino


Nas profecias apocalípticas um elemento externo vem para interferir na Terra.

Se o século 20 ficou marcado pelo genocídio, o atual não nos deixa muita esperança. É estarrecedor constatar que conflitos armados estejam ocorrendo com a brutalidade exposta nos jornais e nas redes sociais. No Oriente Médio, radicais religiosos aterrorizam cidades e regiões inteiras. Executam centenas num só dia, escravizam mulheres, sequestram e decapitam crianças, só por pertencerem a um grupo étnico ou religioso.

As minorias cristãs sofrem. Seguidores de Jesus têm sido crucificados, literalmente. Essa violência extrema se repete em regiões da África e da Ásia e está ligada a atentados terroristas na Europa, nos Estados Unidos e na Austrália, os quais respondem com bombardeios. De fato, ambos se retroalimentam. Não temos conseguido evoluir em termos de civilização tanto quanto somos capazes de retroceder séculos na barbárie.

No livro Modernidade e Holocausto, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman defende que a eliminação de 6 milhões de judeus em ritmo industrial não foi produto da barbárie pré-moderna, mas uma consequência direta da modernidade. Para ele, reunimos hoje todas as condições para repetir o Holocausto, tendo em vista nossa insensibilidade ao sofrimento alheio, as relações cada vez mais artificiais e o próprio holocausto silencioso da miséria e da fome que não nos sensibiliza. Também notamos que, num contexto de crise, o antissemitismo, a islamofobia e todo tipo de aversão ao outro ressurgem.

Jesus nos preveniu que, próximo de Seu retorno à Terra, quando houvesse “angústia entre as nações em perplexidade” e homens “desmaiando de terror” e pela expectativa das coisas que sobreviriam ao mundo, os seguidores de Cristo poderiam erguer a cabeça, confiando na iminência da redenção (Lucas 21:25, 26, 28). Essa mensagem é confirmada no Apocalipse, que traz a “Revelação de Jesus Cristo” (Apocalipse 1:1). Não se trata apenas de uma revelação (do grego apocalupsis) dada por Ele, mas dEle próprio como conteúdo. Ele é o meio e a mensagem, o caminho para a vida e a própria Vida (João 14:6).

As mensagens do Apocalipse foram dadas “para mostrar aos Seus servos as coisas que em breve devem acontecer” (v. 1). Isso indica, assim como outras evidências, que esse livro, assim como o de Daniel, tem uma natureza única na Bíblia: suas profecias são todas incondicionais. Entre a cruz e a segunda vinda de Cristo, algumas coisas devem acontecer. Deus tem o controle da história.

Linguagem simbólica

Outra característica dessas profecias é sua linguagem predominantemente simbólica, embora mesclada com elementos literais. “Ele, enviando por intermédio do Seu anjo, notificou ao Seu servo João” (v. 1). De acordo com o texto original grego, Jesus não apenas enviou uma mensagem por intermédio do Seu anjo. Ele a “significou” (do verbo grego semaino, ligado ao substantivo sema, “sinal”) que também tem o sentido de “indicar”, “dar um sinal”, “tornar conhecido” (Atos 11:28, 25:27; João 12:33; 18:32). Esse sentido é expresso em algumas versões bíblicas, como a American Standard Version e a New King James Bible, que traduzem esse trecho como: and He sent and signified it (“e Ele a enviou e a significou”).

A natureza simbólica das profecias do Apocalipse segue o padrão de linguagem do livro de Daniel. Ambos foram escritos sob a sombra de impérios, os quais não permitiriam sua divulgação, caso tivessem a mínima ideia de sua mensagem. Os livros gêmeos de Daniel e Apocalipse proclamam, num misto de simbolismo e literalismo, o desmoronamento de toda oposição à soberania divina na Terra.

O anúncio do reino de Deus era tão perturbador para persas e romanos, quanto é hoje. Isso é evidente nas entrelinhas da cultura de massa. Nos chamados filmes apocalípticos, quando um elemento externo ameaça a ordem de coisas na Terra, a humanidade se une para enfrentar o “inimigo”. No filme Círculo de Fogo (Pacific Rim, 2013), o discurso inflamado do marechal Stracker Pentecost assume contornos bíblicos:

Hoje, no limite de nossa esperança, no fim de nosso tempo, não escolhemos somente acreditar em nós mesmos, mas também uns nos outros.
Hoje nenhum homem ou mulher ficará sozinho.
Hoje enfrentaremos os monstros que estão à nossa porta.
Hoje cancelaremos o apocalipse!

Lógica oposta

Nas profecias apocalípticas, o viés é o oposto. Um elemento externo vem para interferir na Terra. Em Daniel, é uma pedra “cortada sem auxílio de mãos”, que esmiúça tudo e se transforma numa grande montanha que enche “toda a terra” (Daniel 2:35). O próprio Daniel explica em seguida que “o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre” (v. 44). No Apocalipse, notamos o mesmo, logo no primeiro capítulo: “Eis que [Jesus] vem com as nuvens, e todo olho O verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre Ele. Certamente. Amém!” (v. 7). A segunda vinda do Messias, que desperta um “amém” no povo de Deus, será motivo de lamento para o mundo.

Uma visão de Jesus é dada na última visão de Daniel e na primeira do Apocalipse (Daniel 10:4-9; Apocalipse 1:9-20), o que une ambos os livros. Ele é visto como um “filho do homem”, irmão da humanidade, ao mesmo tempo em que Se mostra infinitamente capaz de salvá-la. Sua glória indica Sua natureza divino-humana, que O qualifica como o único elo entre o Céu e a Terra (1Tm 2:5). Cristo Se faz resposta antes mesmo da pergunta. Seu olhar e Sua presença confortam e animam. Erguer a cabeça nestes últimos dias da história significa olhar firmemente para Ele (Hb 1:2). A visão apocalíptica do Salvador era o que os abatidos Daniel e João mais precisavam, tanto quanto nós, hoje. Embora o mundo esteja em perplexidade, não precisamos nos desesperar, pois o futuro está nas mãos de Deus.

Fonte - Adventistas.org

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Adolescente é queimado por ser cristão

Fontes da agência EFE afirmaram que um jovem adolescente está internado em estado grave em um hospital no leste do Paquistão depois de ser queimado por dois jovens.

O motivo do crime: Nauman Masih é cristão. Os agressores estavam encapuzados, pararam o jovem e questionaram a sua religião. Com a resposta, Nauman foi agredido e atiraram querosene e atearam fogo em seu corpo.

Os relatos foram divulgados por uma porta-voz da polícia local. O crime aconteceu na capital de Punyab na última sexta-feira (10) e a vítima foi levada para o Hospital Mayo de Lahore.

O médico responsável pelo caso, doutor Amjad Shehzad, afirma que o estado de Nauman é crítico, pois 55% do corpo dele foi queimado. “Nauman Masih está em situação muito crítica e respirando com a ajuda de aparelhos, com 55% do corpo queimado”, disse.

Por conta da gravidade, o jovem cristão não fala com clareza e o médico deixa claro que há poucas possibilidades deles sobreviver.

A cidade onde o cristão foi atacado é a mesma onde no mês passado duas igrejas foram atacadas com bombas. O responsável pelos ataques foi o grupo insurgente Jamaat-ut-Ahrar que reivindicou os atentados que deixaram 15 mortos e 75 feridos.

Na mesma província, em novembro do ano passado, um casal cristão foi assassinado e seus corpos foram queimados por um grupo que acusavam as vítimas de profanarem o Corão. No Paquistão 97% população segue o islamismo e os cristãos representam 1,5% da população.

Fonte - Gospel Prime

Mais de 220.000 mortos desde o início do conflito na Síria

Mais de 220.000 pessoas morreram desde o início da revolta na Síria contra o regime de Bashar al-Assad em março de 2011, anunciou a ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

"Registramos 222.271 mortes desde o início da revolta", afirmou à AFP Rami Abdel Rahman, diretor do OSDH, organização que tem uma ampla rede de fontes na Síria.

De acordo com Rahman, o número de mortos entre os civis chega a 67.293, incluindo 11.021 crianças. Entre os combatentes contrários ao regime, faleceram 39.848 rebeldes sírios e 28.253 estrangeiros, segundo o OSDH.

Entre as forças pró-regime, a ONG contabiliza 46.843 soldados mortos, 34.872 milicianos das Forças de Defesa Nacional, 682 membros do Hezbollah xiita libanês e 2.844 milicianos xiitas de outros países.

O balanço não inclui os 20.000 desaparecidos, segundo o OSDH.

O conflito sírio completou quatro anos em março e o regime de Assad mantém a ação brutal, diante da passividade da comunidade internacional, mais preocupada atualmente com as atrocidades cometidas pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI).

Fonte - Yahoo

Vaticano promoverá simpósio sobre mudanças climáticas

Religião e ambientalismo

A Pontifícia Academia das Ciências promoverá, no próximo dia 28, no Vaticano, junto com a ONG Religion for Peace, uma conferência sobre mudanças climáticas e religiões com o tema “Proteger a Terra, enobrecer a humanidade. As dimensões morais das mudanças climáticas e o desenvolvimento sustentável”. O encontro será aberto pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pelo Presidente do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz, Cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson, e pelo Chanceler das Pontifícias Academias das Ciências, Dom Marcelo Sánchez Sorondo. Segundo a Agência Sir, participarão do encontro 60 representantes do mundo da ciência, da diplomacia, especialistas em desenvolvimento acadêmico e cerca de 20 líderes religiosos. O simpósio se realizará às vésperas da publicação da nova encíclica do papa Francisco sobre o ambiente - prevista para o mês de julho. Assim como também precede o encontro sobre mudanças climáticas de Paris que, em dezembro, terá a tarefa de esclarecer, num documento, o compromisso de todas as nações e potências econômicas na luta contra as emissões de gases de efeito estufa e em limitar a temperatura global dentro dos dois graus de aumento. [Uma das propostas do Vaticano é que se reserve o domingo como dia de descanso, a fim de que a natureza também possa descansar e haja uma redução nas emissões de gases fósseis.]

“Um dos objetivos do simpósio no Vaticano é conscientizar e criar um consenso sobre os valores do desenvolvimento sustentável em coerência com os valores das principais tradições religiosas [obviamente que as tradições religiosas minoritárias não serão levadas em conta] e atenção particular aos pobres”, lê-se na nota da Pontifícia Academia das Ciências. Outra finalidade da conferência é contribuir com o debate mundial sobre o tema, indicando as dimensões morais que estão na base da proteção do ambiente antes da encíclica papal, e ajudando a construir um movimento global em todas as religiões para o desenvolvimento sustentável e as mudanças climáticas durante 2015 e depois.

No final da conferência, será divulgada uma declaração conjunta que, por meio do imperativo moral e religioso da sensibilidade, evidenciará a ligação intrínseca entre o respeito pelo ambiente e o respeito pelas pessoas, especialmente pelos pobres, os excluídos, as vítimas do tráfico e da escravidão moderna, as crianças e as gerações futuras”.

(Rádio Vaticano)

Nota Criacionismo: É interessante ver o Vaticano encabeçando esses esforços, juntamente com os Estados Unidos que, segundo um relatório de ex-militares, deveria liderar os esforços de preparação para as mudanças climáticas a fim de evitar uma guerra mundial (confira). O “trem profético” avança rapidamente. Se quiser conhecer mais as possíveis implicações proféticas do que leu na matéria acima (releia, por favor, os trechos grifados), assista ao vídeo abaixo. [MB]

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Presidente de Israel se reúne com líderes cristãos em Jerusalém

O presidente de Israel Reuven Rivlin se reuniu nesta terça-feira, 14, com líderes cristãos, incluindo o Patriarca Theophilos III, na Cidade Velha de Jerusalém. O encontro, organizado para comemorar a Páscoa, foi o primeiro realizado por um presidente de Israel no local em 30 anos.

Rivlin aproveitou a oportunidade para reafirmar seu compromisso com a defesa e promoção da igualdade e da liberdade religiosa: “Para mim, os ataques a seus lugares santos são tão prejudiciais quanto aqueles aos nossos lugares santos, e isso não deveria acontecer”, afirmou.

“O Estado de Israel está empenhado em proteger a liberdade de cada um e de todos, das diferentes religiões – nós não vamos permitir abuso por causa da religião, e se tal dano ocorrer, a aplicação da lei vai cuidar disso imediatamente.”

O patriarca grego Theophilos III agradeceu a visita do presidente durante a temporada, quando a comunidade cristã está comemorando a festividade da Páscoa.

“A estreita relação entre a Páscoa judaica e a Páscoa cristã é um lembrete importante para todos nós dos profundos laços que unem os filhos de Abraão. Judeus, cristãos e muçulmanos têm vivido aqui lado a lado ao longo de séculos, sempre buscando compreensão mútua, para o mútuo bem-estar em nossa região”, disse o patriarca.

O Patriarca reconheceu o apoio ativo e público do presidente, dizendo: “Com a turbulência no Oriente Médio, sabemos que não há alternativa à coexistência, em harmonia. Gostaríamos de parabenizá-lo por sua posição firme contra o extremismo religioso de qualquer tipo e suas ações definitivas contra crimes em diferentes lugares sagrados em Israel”.

O patriarca latino de Jerusalém Fouad Twal, que também estava presente na reunião, acrescentou que as comunidades cristãs do Oriente Médio estão sob grave ameaça e há pouco clamor internacional. “Há uma grande ameaça para as comunidades cristãs no Oriente Médio. No entanto, há um silêncio constrangedor sobre cristãos sendo crucificados, decapitados, apedrejados e baleados em um país após o outro”, lamentou.

“Nós devemos lamentar o massacre de cristãos na presença da indiferença dos líderes mundiais. Esperamos e oramos para que Deus dê a paz aos nossos povos no Oriente Médio, e em todo o mundo”, disse o patriarca latino.

Após seu discurso, o patriarca grego presenteou o presidente Rivlin com uma bela menorá prata e uma cópia do clássico ético, “Deveres do Coração”, do filósofo judeu do século XI, o rabino Bachya Ibn Pakuda. Rivlin presenteou o Patriarca Grego com uma escultura de uma moeda antiga de Jerusalém.

Estado Islâmico ameaça EUA com um novo “11 de setembro”

O Estado Islâmico gravou um vídeo fazendo ameaças contra os Estados Unidos prometendo repetir o ato terrorista de 11 de setembro. No Twitter as contas associadas aos jihadistas levantaram a hashtag #WeWillBurnUSAgain (nós vamos queimar os EUA novamente, em tradução literal) para amedrontar os americanos.

Há tempos que o grupo promete atacar outros países como França, Inglaterra e Estados Unidos. Mas dessa vez a ameaça foi mais estratégica com divulgação de vídeos mostrando as atrocidades que os terroristas podem fazer.

No vídeo o narrador diz que os Estados Unidos pensam estar a salvo por estarem longe da Síria e do Iraque, países atacados pelo Estado Islâmico, mas eles irão acabar com esse sentimento de segurança.

“Os EUA pensam que estão a salvo pela sua localização geográfica, mas o sonho dos americanos de ter segurança se tornou uma miragem”, diz o vídeo que mostra cenas do atentado contra as Torres Gêmeas em 2001.

A campanha do EI também exaltou ações como a do francês jihadista Amedy Coulibaly que atacou um mercado judaico em Paris no começo deste ano. O grupo aproveitou para elogiar a invasão de contas das mídias sociais do Comando Central dos Estados Unidos, uma forma de inspirar os seus seguidores a agirem como “lobos solitários” e organizar ataques esporádicos no Ocidente.

“Somos todos lobos solitários e vamos lutar contra vocês assim como vocês lutam contra nós”, disseram os jihadistas pelo microblog. A ameaça se dá pelo apoio de alguns países na ação militar realizada no Iraque, onde as autoridades já começam a retomar cidades antes invadidas pelos terroristas.

Fonte - Gospel

Última visão de Ellen White foi alerta para a espiritualidade dos jovens

Brasília, DF … [ASN] Há exatamente um século, a Review and Herald – publicação antológica adventista – apresentava o conteúdo da última visão recebida pela pioneira da denominação, a escritora Ellen White. Em 15 de março de 1915, o texto intitulado “Uma mensagem para nossos jovens” é considerado um alerta interessante para os jovens. A visão propriamente dita ocorreu no dia 3 de março.

Os adventistas do sétimo dia creem que Ellen White recebeu visões da mesma maneira como diversos profetas autores de livros da Bíblia. A denominação ressalta, no entanto, que os escritos da norte-americana não são superiores e nem substituem a narrativa do Antigo e Novo Testamentos.

O teor da visão apresenta diferentes aspectos que são interpretados como alertas. O primeiro deles diz respeito aos cuidados com o tipo de leitura. Ellen White afirmou que os jovens devem buscar leitura que pareça recomendável para edificação do caráter. Ela acrescenta, ainda, que “os jovens deveriam ler o que terá um efeito saudável e santificador sobre a mente. Necessitam fazer isso com a finalidade de estar capacitados para discernir qual é a religião verdadeira”.

Outro alerta na última visão antes da morte, a cofundadora da Igreja Adventista reafirma a importância de a juventude ser ajudada, elevada e animada, só que da maneira correta.

O pastor Almir Marroni, vice-presidente da Igreja Adventista para oito países sul-americanos, comenta que essa última visão é uma clara orientação a respeito dos critérios que todas as pessoas, e não apenas os jovens, precisam desenvolver em termos de vigilância espiritual sobre o que veem, ouvem e leem. “Não podemos nos esquecer que, no tempo em que esse material foi escrito, a leitura era o principal meio de informação e, também, de lazer. Ou seja, ela fala a respeito da importância de se pensar nas atividades realizadas em horário de lazer”, acrescenta.

Ellen White morreu no dia 16 de julho de 1915. E, nesse ano, os adventistas em todo o mundo relembram o centenário de seu falecimento e aproveitam para divulgar com maior ênfase a relevância de seu ministério em diferentes áreas como religião, educação, saúde, relacionamento interpressoal e liberdade religiosa.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Número de cristãos cresce em país muçulmano

O número de igrejas subterrâneas em um dos países do Oriente Médio tem crescido. Apesar das perseguições, o a quantidade de cristãos deve chegar a 1 milhão de pessoas segundo os missionários Jessé e Quésia, da Junta Mundial de Missões (JMM) que são responsáveis pelos trabalhos missionários na região.

Sem citar o nome do país para impedir retaliações e preservar a segurança física dos fiéis, os missionários afirmam que algo sobrenatural tem acontecido e que cada vez mais pessoas são alcançadas.

“Algo tremendo tem acontecido neste país muçulmano. O que ouvimos falar sobre o Sudeste da Ásia há algum tempo está ocorrendo hoje ali. Estima-se que haja mais de 1 milhão de convertidos. Só em 2015, já foram batizadas mais de 220 pessoas”, relata o Pr. Jessé.

O religioso pode ver de perto os trabalhos que estão sendo realizados naquele país e afirmou que há milhares de igrejas sendo estabelecidas em casas, reunindo cristãos clandestinamente como acontece na China.

“Há milhares de igrejas casas, reunindo-se clandestinamente. Existem centros de treinamentos em países vizinhos, aonde os convertidos vão para serem treinados e depois retornam para seus países para liderar igrejas nas casas.”

O projeto missionário nesse país muçulmano, considerado como um dos mais fechados para o evangelho, tem impressionado o pastor Jessé. “Fiquei impressionado com a ousadia desses irmãos. Eles saem de lá com duas convicções: a primeira é que um dia eles serão presos, pois irão compartilhar de sua fé aos outros, e a segunda é que eles querem voltar para lá, mesmo sabendo disso”.

Apesar desses riscos, esses novos convertidos estão dispostos a evangelizar seus amigos e familiares e fazer com que a mensagem da Cruz alcance a todos. Por essa intrepidez o Evangelho tem crescido no país e muitas pessoas estão se convertendo e sendo batizadas.
...
Fonte - Gospel Prime

Estado Islâmico destrói casas de famílias cristãs em Nínive

O mês de abril começou trazendo grande dor para os moradores de Nínive, onde dez casas de famílias cristãs foram demolidas por soldados terroristas do Estado Islâmico.

A cidade iraquiana foi tomada pelos jihadistas que já começaram a espalhar terror e morte pelas ruas. O grupo saqueou objetos de valor dos cristãos e em seguida detonaram explosivos destruindo as residências por completo.

O ataque foi noticiado por uma fonte anônima que deu declarações para a TV al-Sumaria. O ataque aconteceu na cidade de Qada ‘Talkif, que fica a cerca de 15 km a nordeste da fortaleza iraquiana do Estado Islâmico em Mossul.

Destruir a casa de fiéis de minorias religiosas é a mais nova forma de ataque dos jihadistas que antes roubam todos os objetos de valores e dinheiros que essas famílias possam ter.

Além das casas, o grupo ainda atacou e explodiu um antigo mosteiro cristão que fica em outra cidade próxima a Qaraqosh onde a população é predominantemente cristã. Não há informações se houve mortos nesses ataques.

Fonte - Gospel Prime

Dois terços da população mundial vão sofrer com falta de água em 2050

Este aumento vai dever-se ao consumo em excesso da "água para a produção de alimentos e para a agricultura", segundo a FAO.

A escassez de água afetará dois terços da população mundial em 2050 devido ao uso excessivo de recursos hídricos para a produção de alimentos, alertou esta terça-feira a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Esta é uma das conclusões do relatório "Rumo a um futuro com segurança hídrica e alimentar", elaborado pela FAO e apresentado hoje, no segundo dia do VII Fórum Mundial da Água (FMA), em Daegu, na Coreia do Sul.

Atualmente, cerca de 40% da população do planeta sofre com a escassez de água, uma proporção que aumentará até dois terços em 2050, assinalou o documento.

Este aumento vai dever-se ao consumo em excesso da "água para a produção de alimentos e para a agricultura", segundo a FAO, sublinhando que atualmente há várias zonas do planeta em que se utiliza mais água subterrânea do que a água armazenada de forma natural.

Em particular, segundo o relatório, em "grandes zonas da Ásia Meridional e Oriental, Médio Oriente, África do Norte e América do Norte e Central, acrescentando ainda que em algumas regiões "a agricultura intensiva, o desenvolvimento industrial e o crescimento urbano são os responsáveis pela contaminação das fontes de água".

A FAO pediu aos governos de todo o mundo que "atuem para assegurar que a produção agrícola, pecuária e piscatória se realizem de forma sustentável e que ajudem a salvaguardar os recursos hídricos".

"As seguranças alimentar e hídrica estão estreitamente ligadas", declarou Benedito Braga, presidente do Conselho Mundial da Água, que também defendeu uma agricultura centrada na sustentabilidade mais do que na rentabilidade imediata.

"Acreditamos que o desenvolvimento dos enfoques locais e com os investimentos adequados, os líderes mundiais podem assegurar que haverá suficiente volume, qualidade e aceso da água para garantir a segurança alimentar em 2050 e mais além", afirmou Benedito Braga.

De acordo com o documento, em 2050 será necessário 60% a mais de alimentos para alimentar o planeta, enquanto a agricultura continuará a ser o maior consumidor de água a nível mundial.

Mesmo com o aumento da urbanização, em 2050 grande parte da população mundial continuará a ganhar a vida com a agricultura, apesar de o setor vir a ser afetado com a redução do volume de água disponível devido à competição com as cidades e as indústrias.

Neste cenário, os agricultores e, sobretudo, os pequenos agricultores terão de encontrar novos caminhos "através da tecnologia e das práticas de gestão" para aumentar a sua produção com uma disponibilidade limitada de terra e de água, referiu ainda o documento.

Fonte - Diário de Notícias

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Quando os cristãos devem abandonar a América?

Exclusivo: Joseph Farah revela a única maneira de encontrar a salvação nacional e a cura
É hora dos cristãos darem as mãos sobre a América?

Como a nação deriva mais e mais das suas raízes cristãs históricas e autênticas, qual deve ser a posição dos crentes?

Como uma letra intrigante que recebi recentemente sugere: "Nossa lealdade é equivocada nos Estados Unidos? Nosso esforço para reformar, redimir e salvar a América é equivocado? É necessário o declínio e queda América para que o Reino de Deus possa ser estabelecido? Então, o que os cristãos a fazer? "

Devemos manter a fidelidade em "OBAMERICA" ou o ObamaNation, como número 1. O best-seller de Jerome Corsi do New York Times o chamou tanto profeticamente de volta em 2008?

Ele citou, entre outros desenvolvimentos, o anti-bíblico, anti-Deus capitulação ao "casamento homossexual", que vou continuar a colocar entre aspas, porque é um oxímoro. Ele sugeriu que devemos desobedecer a ordens judiciais do Executivo que sejam ilegais ou imorais", mas vamos fazê-lo em silêncio."

Eu não acredito que é um pensamento totalmente bíblico.
Peter e Paul deram suas razões para não obedecer os ditames dos homens de forma pacífica quando eles entram em conflito com os mandamentos de Deus. Esse é o exemplo que devemos seguir com a América que se move em direção ao julgamento e a ira de Deus.

Eu concordo com o correspondente que a América está sob julgamento. Mas essa decisão não é completa. Eu acredito que os seguidores de Jesus devem se preparar para o pior, mas sigam o conselho que Ele dá aos crentes para momentos como este.

Como já escrevi muitas vezes antes, eu acredito que II Crônicas 7:14 se aplica a nós hoje - mesmo aqui na América.
Salomão se dedicou ao Templo de Deus e falava com Ele de forma clara. Enquanto Deus estava contente com o Templo, ele deu instruções aos Salomão, como o que seu povo deve fazer quando eles começarem a ver evidências do julgamento de Deus sobre a terra: "Se eu fechar os céus, e não houver chuva, ou se ordenar a gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo, "disse Ele antes de dar a sua receita bem conhecida de como renovar o favor de Deus.

"Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos; então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra ", disse Deus.

A maneira como somos instruídos a "reforma" da nossa nação é para os crentes seguirem essa instrução: Seu o seu povo (não os gentios), que se chama pelo seu nome, precisa se humilhar, e orar, e buscar a Sua face e se converter dos seus maus caminhos . Se fizermos isso, acredito que a promessa que se segue será respondida: Ele vai ouvir nossas orações, perdoar os nossos pecados e sarar a nossa terra.

Eu tenho dito e escrito muitas vezes ao longo dos últimos anos que não acho que vamos encontrar a salvação nacional e cura através da política. Eu desisti dessa idéia há muito tempo.

Mas, não somos instruídos a somente esperar o Rei resolver todas as necessidades. Estamos orientados a adorá-Lo e orar fervorosamente com humildade. Acima de tudo, os crentes são instruídos a se converterem dos seus maus caminhos, em vez de apenas apontar as cinzas nos olhos de seus vizinhos. Isso é o que o seu povo é instruído a fazer.

Ele nos disse especificamente para não simplesmente esperarmos no futuro o Rei endireitar a bagunça. Também não estamos a espera do arrebatamento.

Se o Seu povo, nos Estados Unidos, for seguir II Crônicas 7:14, coisas incríveis ainda podem acontecer, mesmo que já estejamos em julgamento. Isso é o que Deus disse claramente a Salomão, e, se estamos realmente adotando a aliança através do sangue de Jesus, que eu sei que nós estamos, sabemos que nunca é tarde demais para este tipo de avivamento.

Deus espera a resposta do Seu povo.

Fonte - WND (Via @DecretoDominical)

Brasil já registra 220 casos de dengue por hora

O mais recente levantamento do Ministério da Saúde mostra que o Brasil registrou, até 28 de março, 460,5 mil casos de dengue (220 notificações por hora), mais da metade em São Paulo (257.809, ou 55%). O Estado ainda responde por três de cada quatro mortes ocorridas no País (99 de 132). A secretaria estadual afirma que trabalha com números menores, de casos confirmados, enquanto a Prefeitura prometeu reforçar ações.

Pelo ministério, São Paulo também registra o maior número de ocorrências da doença no recorte regional, considerando os 304.251 casos do Sudeste. E lidera rankings por cidades (mais informações nesta página). Considerando o valor de referência da Organização Mundial da Saúde (OMS) para epidemia, que é de 300 casos por 100 mil habitantes, o Estado já superou esse indicador: está em 585,5 casos por 100 mil.

No Brasil, no mesmo período de 2014, foram registrados 135,3 mil casos (aumento de 240,1% em 2015). No Estado de São Paulo, o registro era de 35.141 (633,6% de acréscimo em 2015). Entre os municípios com mais de 1 milhão de habitantes, Campinas (SP) é a que tem mais casos e maior incidência. A capital paulista aparece em quarto.

O prefeito Fernando Haddad (PT) comentou os casos de dengue no Estado e prometeu reforçar as ações de combate ao mosquito. “Se os dados do Ministério se confirmarem, nós estamos falando de uma epidemia no Estado de São Paulo. A capital continua em uma situação melhor, mas não confortável, porque os casos são muito mais numerosos do que no ano passado. (Vamos) colocar a Vigilância (Sanitária) em alerta total, porque é o pior mês do ano”, disse, referindo-se ao mês de abril.

A Secretaria Municipal da Saúde informou que uma tenda de atendimento para dengue, igual a que já existe na Brasilândia, começará a funcionar hoje na Freguesia do Ó (zona norte). Outras quatro começarão a funcionar até a próxima semana em Lapa e Rio Pequeno (oeste), Vila Manchester (sul) e Itaquera (leste).

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) também abordou o assunto. “O secretário (de Saúde) David Uip está em permanente contato com a Prefeitura. Nós oferecemos, além do que a Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) já tem, mais 500 agentes para o combate, 50 veículos, toda a equipe, além do Instituto Adolfo Lutz e 30 médicos.”

O Ministério da Saúde informou que fez um repasse adicional de R$ 150 milhões para todos os Estados e municípios para a adoção de medidas de “vigilância, prevenção e controle da dengue”. Sobre São Paulo, o órgão informou que repassou mais de 28,6 mil litros de inseticida, além de kits de diagnóstico e manuais de manejo clínico.

Diferenças
Nesta segunda-feira, 13, também foram divulgados novos dados da Secretaria de Estado da Saúde. Eles apontam que foram registrados, até o fim de março, 158.300 casos autóctones confirmados. O número até 10 de abril sobe para 159.328. Os indicadores diferem dos divulgados pelo ministério, pois levam em consideração os casos confirmados, e não as notificações.

Nos dados do Estado, Campinas também aparece como a cidade com o maior número de casos confirmados: 20.380. A capital vem em terceiro: 9.809. O dado é mais próximo do que foi divulgado na semana passada pela Prefeitura, que apresentou um registro de 8.063 casos nas 12 primeiras semanas e constatou epidemia no Pari (centro).

A Secretaria de Estado ainda negou que exista uma epidemia generalizada. “Dos 645 municípios paulistas, 410 não apresentaram quadro de epidemia”, informou, em nota. A pasta disse ainda que dois terços dos casos foram registrados em 30 municípios.

sábado, 11 de abril de 2015

"O que Falta para Jesus Voltar?" - José Umberto Moura

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Apocalipse 13 - Pr. Montano de Barros

Hoje! Curta, compartilhe e convide amigos para assistir localmente ou pela internet! www.tvjuveve.com.brRua Arthur Loyola, 70 - Cabral - Curitiba/PRDia 08/04/2015 - 20:00 horas

Posted by Diário da Profecia on Quarta, 8 de abril de 2015

terça-feira, 7 de abril de 2015

'Quando você envia uma foto por email, a NSA recebe uma cópia'


#ControleMundial

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Patriarca diz que a reconciliação entre católicos e ortodoxos é urgentemente necessária


Referindo-se aos esforços de aproximação com a Igreja Romana, Bartolomeu I, atual Patriarca de Constantinopla, principal bispo da Igreja Ortodoxa, declarou a uma publicação jesuíta: “Hoje, talvez mais do que há 50 anos, há uma maior e mais urgente necessidade de reconciliação”.

Ainda em destaque, um outro detalhe da entrevista: Bartolomeu também disse que o mundo está marcado por “mudanças rápidas e sem precedentes”. Não por acaso, Ellen White escreveu há mais de um século: “Grandes mudanças estão prestes a operar-se no mundo, e os acontecimentos finais serão rápidos” (Testemunhos Seletos, v. 3, p. 280).

A entrevista pode ser lida aqui (em italiano). (Via @OTempoFinal)

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Bíblia Fácil Apocalipse - Pr. Arílton Oliveira

Apocalipse 12 - Pr. Fernando Iglesias


segunda-feira, 30 de março de 2015

A verdade sobre o SÁBADO - Michelson Borges

quinta-feira, 26 de março de 2015

Deixe o Facebook, se você não quer ser espionado, aconselha União Europeia

A Comissão Europeia alertou os cidadãos da região a deixarem o Facebook, caso eles não queiram ser espionados pelos serviços de segurança dos Estados Unidos. Segundo o órgão, o país norte-americano não tem uma legislação de proteção de dados. As informações são do jornal britânico "The Guardian".

O conselho foi feito por Bernhard Schima, um dos advogados da Comissão Europeia, referente ao caso de Maximilian Schrems, um ativista austríaco que luta pela privacidade na internet. Nesse caso em específico, Schrems gostaria de saber se dados de cidadãos europeus estariam seguros se estivessem nos Estados Unidos.

De acordo com Schima, a comissão não pode assegurar que as leis dos Estados Unidos possam assegurar proteção adequada às informações de cidadãos europeus.

O processo aberto pelo ativista questiona se a transmissão de dados de cidadãos europeus para outro país não seria ilegal, dado que empresas europeias não podem transmitir informações de cidadãos do bloco econômico para outras localidades. O caso agrega reclamações contra empresas norte-americanas como Apple, Facebook, Microsoft e Yahoo!.

Um dos principais argumentos sobre o descumprimento dessa regra pelos norte-americanos é o programa Prism, vazado por Edward Snowden, ex-funcionário da NSA (agência de segurança dos Estados Unidos). A partir dele, foi revelado que agências de inteligência dos Estados Unidos tinham acesso a várias informações que deveriam estar protegidas, o que viola as diretivas de proteção de dados da União Europeia.

Junto com a ação de Maximilian Schrems na Comissão Europeia foram adicionadas reclamações da Polônia e do Digital Rights, da Irlanda, que trabalha na defesa dos direitos dos usuários.

Para os defensores da privacidade, a Comissão Europeia deve fazer uma reforma para assegurar os dados de cidadãos europeus fora da região.

Sobre isso, o advogado da Comissão Europeia argumentou que as leis são um trabalho em progresso e mudá-las sem as devidas considerações pode trazer consequências políticas e econômicas ao bloco.

A Corte de Justiça Europeia deve se pronunciar sobre esse caso no dia 24 de junho.

Fonte - UOL

Obama receberá o Papa Francisco na Casa Branca em 23 de Setembro


Congresso, ONU e Casa Branca... #Ap13 #EUA #Vaticanohttp://www.foxnews.com/politics/2015/03/26/obamas-to-host-pope-francis-at-white-house-sept-23/?intcmp=latestnews

terça-feira, 24 de março de 2015

A música de Igreja com ritmos populares

Na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos da América, nas igrejas litúrgicas (anglicanas e católicas, principalmente), os jovens de 1930 continuaram cantando o repertório de seus antepassados, talvez o existente desde o tempo da Reforma. Na década de 60, a Igreja Anglicana e a Igreja Católica começaram a admitir ritmos e instrumentos da música popular em seus cultos e em suas missas.

No Brasil, as igrejas do chamado movimento de renovação espiritual, que eclodiu entre os Batistas, também na década de 60, tinham uma obsessão doutrinária. Pouco preocupadas com seu estilo musical, as igrejas "renovadas"permaneceram, durante mais de 20 anos, no uso do "Cantor Cristão".

Surgidas na década de 80, as igrejas neopentecostais tinham uma ênfase diferente. Apoiando a "Contemporary Christian Music" que alguns evangélicos dos Estados Unidos da América usavam desde a década de 70, elas passaram a divulgar música com ritmos populares, então chamada de música "gospel". Este termo foi escolhido por uma questão de "marketing" (Denise Cordeiro de Souza Frederico. Cantos para o Culto Cristão, pp. 242-245. São Leopoldo, RS: Editora Sinodal, 2001). O termo não deve ser confundido com o autêntico estilo "gospel" dos negros norte-americanos (OJB, 03 jun 2002, p. 4).

Ao pressentir e perceber a insatisfação de parte da membresia com a execução musical, limitada ao canto de salmos e hinos, adotaram estratégias de "marketing", visando interesses subjetivos e individualistas. Queriam satisfazer principalmente os adolescentes e os jovens das igrejas neopentecostais.

Intencional e objetivamente, tomaram medidas práticas para a formação de um mercado para a nova música no Brasil. Essa música, por meio de discos e espetáculos, penetrou nas igrejas tradicionais, inclusive afetando a identidade denominacional de cada uma delas.

Com letra religiosa, essa música utiliza elementos, instrumentos e estilos da música profana popular. Com efeito, é um aperfeiçoamento técnico dos "corinhos" norte-americanos (década de 50), difundidos pelas igrejas pentecostais e por grupos extradenominacionais, mas tolerados pelos dirigentes de igrejas batistas.

Na verdade, era o produto da mercantilização do Evangelho. Sua produção significou que certa Igreja, ao tentar satisfazer os gostos e desejos de seus membros e simpatizantes, acabou por se submeter às leis do mercado musical, chegando mesmo a ser também uma mercadoria religiosa. No mundo capitalista, o Mercado exerce com desfaçatez sua força sobre a Religião.

(…)

Quando a nova música foi adotada, na década de 90, por certa igreja neopentecostal, nela ainda havia descontentes, não somente com a sua execução, mas também com a sua elaboração; eles queriam que fosse ainda mais popular …

Em 1997 previmos (OJB, 06 jan, 24 fev e 17 mar 97) que, naquela igreja, o culto seria oportunidade para entretenimento. Os jovens pretenderam até, no ano de 2000, participar do "Rock in Rio". Predissemos que, afinal, a música de culto seria substituída pela música de entretenimento. Foi o que, infelizmente, aconteceu!

Para concretizar-se a substituição, foram tomadas as seguintes medidas:
  • abandono da salmodia e da hinodia no canto congregacional;
  • não questionamento em relação aos gostos musicais;
  • atração às atividades da Igreja de músicos de "rock" e estilos afins;
  • concessão de liberdade aos músicos para compor e executar, dentro do templo e durante o culto, sob a influência de qualquer espécie de música profana;
  • criação de um estilo musical que teria preferência nas atividades da Igreja;
  • concessão da liberdade para levar esse estilo aos locais profanos (salas de espetáculos, estádios, ginásios, auditórios, logradouros públicos etc.), em eventos musicais ("shows", festivais, marchas etc.), com propósito evangelístico ou de propaganda da Igreja;
  • capacitação e profissionalização de cantores e instrumentistas para eventual apresentação, mediante remuneração, naqueles locais e eventos;
  • criação de entidades autônomas para a produção e difusão da nova música(editoras, livrarias, bandas, gravadoras, emissoras de rádio e televisão, sites na Internet) e promoção de eventos (empresários e agentes de publicidade comercial) com a finalidade de divulgação da música patenteada pela Igreja, simultaneamente com a propaganda institucional da Igreja e de seus líderes na mídia impressa e eletrônica;
  • execução da nova música nas reuniões para entretenimento de adolescentes e jovens, realizadas no templo ou em clubes, lanchonetes, restaurantes, boates, casas noturnas, danceterias, logradouros públicos etc.;
  • o novo estilo de música não seria associado ao termo "evangélico";
  • objetivação dos resultados esperados pela liderança da comunidade, com o emprego sistemático da música-de-igreja com ritmos populares nas atividades globais da Igreja:
  • introdução da nova música-de-igreja no mercado da música popular, em termos competitivos.
É o caso de perguntar, consideradas as origens, se interessa às igrejas batistas arcar com as tremendas consequências da adoção da música com ritmos populares ?!

Fonte - Música e Adoração

segunda-feira, 23 de março de 2015

Dois anos com o Papa Francisco: a opinião de um agnóstico

Cidade do Vaticano (RV) - Na última quinta-feira, dia 19, celebramos dois anos do início solene do Pontificado do Papa Francisco. Nestes dois anos as palavras e os gestos do Santo Padre suscitaram interesse inclusive entre muitos que não creem, como nos confirma o testemunho do docente ordinário da Universidade de Urbino – região italiana das Marcas – Luigi Alfieri, coordenador da Escola de ciências políticas e sociais da instituição acadêmica. Entrevistado pela Rádio Vaticano, ele nos diz qual aspecto do Magistério de Francisco mais o impressiona:

Luigi Alfieri:- “Com certeza, o aspecto social, que, creio, seja o aspecto que o próprio Papa quis colocar em primeiro plano. O Papa Francisco está levando a sério e fazendo levar a sério a ideia de uma Igreja dos pobres, que não é algo abstrato, ao menos não o é em seu caso. Aliás, diria que se configura como uma verdadeira e precisa escolha política que, como todas as escolhas políticas verdadeiras, é também uma escolha de parte, não em sentido banal e muito menos ideológico ou partidário; mas certamente implica opções fundamentais em relação aos valores, em relação a quem tutela estes valores e a quem, ao invés, não os tutela; implica certamente um juízo muito preciso sobre o atual sistema econômico mundial e sobre isso me parece que o Papa tenha sido totalmente explícito. Portanto, diria que neste momento a Igreja do Papa Francisco se apresenta como uma Igreja que dissente com uma ordem mundial que certamente não pode definir-se – se algum dia já pôde – uma ordem cristã.”

RV: Sendo uma pessoa que não crê, como considera a imagem recorrente de uma “Igreja em saída” tão querida pelo Papa Francisco?

Luigi Alfieri:- “Diria que é uma imagem inerente ao nome que escolheu para si. Certamente ninguém jamais pensou que a escolha de chamar-se Francisco – mais ainda, por um não-franciscano – fosse um detalhe sem importância. Evidentemente, é uma indicação de linha política, também uma precisa escolha de imagem: propriamente, uma Igreja que fala fraternalmente aos últimos e que, portanto, escolhe colocar-se do lado dos últimos, e não pode fazer isso eficazmente sem recorrer – justamente – ao nome e à imagem e à dimensão simbólica que está por trás de Francisco. Além do mais, com a consciência plena daquilo que o problema da pobreza foi ao longo dos séculos, nos milênios, diria, na história da Igreja. Foi um dos problemas cruciais e também uma das maiores fontes de lacerações, na Igreja. Certamente, o Papa atual pensa que Francisco pode ter no mundo de hoje uma atualidade e, consequentemente, um papel simbólico comparável ao que desempenhou no mundo medieval.”

RV: Como estudioso, como o senhor explicaria a capacidade comunicativa do Papa Francisco?

Luigi Alfieri:- “Certamente, se o meio é a mensagem, vale também a ideia oposta: que a mensagem é o meio. E, justamente, uma mensagem da simplicidade, uma mensagem da rejeição aos adereços, uma mensagem – num certo sentido – de “dessacralização” da Igreja, uma Igreja fraterna, uma Igreja que socorre, não uma Igreja que “julga” e “reina”, evidentemente se essa é a mensagem deve ser expressa de modo adequado. Portanto, a escolha de uma linguagem simples, na realidade muito mais refinada do que possa parecer, é consequente. O Papa Bergoglio é um grande intelectual, não é certamente um simples pároco do campo, embora por vezes escolha precisamente “aquela” linguagem ou “aquele” modo de colocar-se; mas o faz de modo refinado, com a plena consciência daquilo que quer dizer: para dizer “aquilo”, deve dizê-lo “daquele modo”. Não me entenda de modo errado: certamente não estou dando a isso um sentido negativo, mas o Papa Bergoglio é um político finíssimo, com certeza, um dos mais finos políticos que a Igreja teve nas últimas décadas...” (RL)

Fonte - Radio Vaticano

Papa reduz agenda para se dedicar à encíclica sobre ecologia

Cidade do Vaticano - O papa Francisco decidiu reduzir em uma semana sua agenda de trabalho para se dedicar à revisão da última versão da encíclica sobre ecologia, que será publicada em junho ou julho, informou o Vaticano nesta segunda-feira.

"O papa se dedicará às correções, revisará traduções e avaliará revisões a serem propostas por quem fizer a releitura", anunciou a assessoria de imprensa da Santa Sé.

O papa manterá o discurso da última quarta-feira e celebrará, como de costume, a missa matinal na Casa Santa Marta, onde reside no Vaticano.

Em janeiro, o pontífice já tinha anunciado a jornalistas que o acompanhavam no voo de volta do Sri Lanka e Filipinas que dedicaria os próximos dias a esse importante documento.

"Se tudo der certo, a encíclica poderá ser publicada em junho ou julho. O importante é que haja tempo entre a publicação e a cúpula de Paris, em dezembro, para que possam ocorrer contribuições", explicou o papa, aos 78 anos.

Os ritos da Semana Santa demandam muitos esforços e tempo ao pontífice, já que ele deve oficiar pelo menos sete celebrações, em nome do que ficará isolado nesta semana para trabalhar em cima do texto.

A encíclica deve servir de ponto de partida para as negociações na Conferência das Partes (COP-21), em Paris, organizada pela ONU, que tratará das mudanças climáticas, e será celebrada entre 30 de novembro e 11 de dezembro.

"É preciso cuidar da Terra para evitar sua autodestruição", disse o papa à comunidade internacional, em novembro de 2014, durante a II Conferência sobre Nutrição da FAO, realizada em Roma.

Por ocasião das reuniões preparatórias no Peru, o papa lamentou "a falta de coragem" para que fossem encontradas soluções conjuntas a fim de salvar o planeta.

O papa Francisco enviou uma cópia da encíclica à Congregação para a Doutrina da Fé, assim como à Secretaría de Estado e aos teólogos da Casa Pontifícia, "para que verifiquem se não digo besteiras", assegurou, com seu habitual tom autoirônico.

Segundo o cardeal Peter Turkson, que contribuiu para a elaboração da encíclica, o papa aborda a "ecologia sistêmica", que leva em conta o desensevolvimento humano.

Em um tuíte sobre o tema, o papa garantiu que "a questão ecológica é vital para a sobrevivência dos seres humanos e tem uma dimensão moral que atinge a todos", resumindo os pontos essenciais no documento.

Esta é a primeira encíclica a ser escrita somente por ele, já que a primeira ("Lumen Fidei", ou "Luz da Fé"), tinha sido preparada por Bento XVI, antes de renunciar em 2013.

Fonte - Exame
Related Posts with Thumbnails